FALANDO AOS DISCÍPULOS



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Transcrição:

Características do discípulo B O L E T I M M E N S A L - A N O X I I I - N º 1 5 2 - S E T E M B R O - 2 0 1 4 FALANDO AOS DISCÍPULOS Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido n Ele: se vos permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (João 8.31-32). Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros (João 13.34-35).... nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; assim vos tornam meus discípulos (João 15.8). Nestes textos vemos 04 (quatro) características do discipulado: 1 - Submissão: É um posicionamento interior no qual reconhecemos a pessoa investida de autoridade... permanecerdes na minha palavra (João 8.31),...sois verdadeiramente meus discípulos (João 8.31). Portanto, existe um vínculo entre aquele que detém a autoridade (Jesus) e aquele que ouve (discípulo). 2 - Obediência: Refere-se à conduta exterior; permanecerdes (João 8.31). Indica prática e perseverança como resposta da fé naquele que fala e na sua palavra. (cf. Lucas 6.46-49). 3 - Amor: Amor entre eles revelaria ao mundo... que de fato eram discípulos de Jesus...,... Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos de tiverdes amor uns aos outros... (João 13.35). 4 Frutificação:... nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos Nesta edição: tornareis meus discípulos... (João 15.8). A Pastoral 2 idéia do texto não é que a pessoa só é discípulo se der fruto. O entendimento Estudo Bíblico 4 correto é que por causa desta condição, dá Estudo Bíblico 5 fruto (cf. João 15.5). Não fostes vós que me Para meditar 6 escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei que vades Para meditar 7 e deis fruto e vosso fruto permaneça... Orações 7 (João 15.16a). Aniversários 8

Página 2 F A L A N DO AO S D I S C Í PU LO S Pastoral: Qual é a nossa guerra? Texto: Deuteronômio 20 Introdução A libertação do povo do Egito, estava sempre na lembrança de Moisés, e serve agora para encorajar os filhos de israel. O coração de Moisés era para encorajar o povo não só nos momentos de paz, mas em especial em dias de guerra. 1. Combatemos contra um inimigo poderoso Quando saíres à peleja contra os teus inimigos e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, não os temerás; pois o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, está contigo. Quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo, e dir-lhe-á: Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar. (Dt 20.1-4) Israel estava sendo exortado a não temer diante das adversidades. Carros, cavalos e todo o poderio de infantaria do inimigo, leva-nos a refletir a fragilidade de nosso armamento. E isso tem um poderoso efeito psicológico sobre nossas vidas diante da ação do inimigo (2ª Co 10.3-5). Moisés estava exortando o povo a lembrar-se que nestes momentos de luta interior não podemos deixar de ter uma devoção sincera, humilde com arrependimento e obediência. 2. Precisamos de coragem para a batalha E continuarão os oficiais a falar ao povo, dizendo: Qual o homem medroso e de coração tímido? Vá, torne-se para casa, para que o coração de seus irmãos se não derreta como o seu coração. (Dt 20.8) Antes de Israel ir para a batalha o sacerdote se dirigia ao exercito, exortando os soldados a não temerem.

Podemos discernir certos graus de medo neste breve resumo. Um individuo poderia ter um coração desfalecido. Poderia estar com medo, ou ainda pior, poderia tremer de medo aterrorizado. O mesmo Senhor, que lutara para libertar o Seu povo, continuaria guerreando por ele, tornando-o tão poderoso, que poderia se dar o luxo de dispensar da batalha os homens que tinham preocupações com afazeres em suas vidas. As desculpas para servir o Senhor não pode ser um peso para o evangelho (Lc 14.18-20). Jesus diz no evangelho de Mateus para que não nos inquietemos com preocupações (Mt 6.31-34). Portanto, não podemos ficar inquietos com o amanhã, pois o amanhã trará seus cuidados, basta ao dia o seu mal. As preocupações com causas que vivemos em nossa vida não pode ser um peso na batalha contra o reino do mundo (casa, vinha (trabalho) e matrimonio). Página 3 Temos sido desafiados a ministrar o evangelho a todos os homens e as preocupações da vida não pode ser um impedimento para esta tarefa (1ª Jo 4.18). 3. Temos um grande Deus que luta a nosso favor (Dt 20.4) Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão (Dt 20.2)...pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar. (Dt 20.4). Moisés ensina o povo de Deus acerca do poder majestoso do Senhor, revelado especialmente nos momentos em que mais o homem sente necessidade, como na guerra por exemplo. Aqueles que vivem segundo a vontade do contam não somente com sua proteção, mas com Ele em pessoa. Lutando contra nossos adversários. Concluindo, cabe a nós como discípulos duas alternativas: 1. Submissão, onde experimentamos a paz de Deus (vs. 10) 2. Oposição: onde experimentamos o juízo de Deus (vs. 12-13).

Página 4 F A L A N DO AO S D I S C Í PU LO S Estudo Bíblico O poder do louvor Salmos 96.1-9 Cantai ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR, todas as terras. Cantai ao SENHOR, bendizei o seu nome; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas. Porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus. Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário. Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios. Adorai o SENHOR na beleza da sua santidade; tremei diante dele, todas as terras. O louvor libera o poder de Deus. A vida e reuniões dos santos devem estar impregnadas de louvor (Sl 100.4 e 1Ts 5.17). Quando fazemos isso ao Senhor é tributado força e glória (Sl 97.7). 1. LIBERANDO O PODER DE DEUS O Senhor reina através do louvor do seu povo: Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. (Salmos 22.3). Força e glória através do louvor: Sejam confundidos todos os que servem a imagens de escultura, os que se gloriam de ídolos; prostremse diante dele todos os deuses. (Salmos 97.7). Em Mateus 21:16, Jesus troca a palavra força por louvor: Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador. (Salmos 8.2).

Página 5 Rm 12.19 Diz: não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor. Daí lugar a ira - Deixar Deus operar. O mesmo principio de Ef 3.20: Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós. 2. RECEBENDO O PODER DE DEUS O louvor contempla a glória e majestade do Senhor através da qual somos transformados (Is 6.1-9 e 2Co 3.18). O louvor contempla o caráter de Deus. Ressentimentos, ódios, amarguras, sentimentos facciosos, não encontram lugar no coração de quem louva a Deus (Sl 97.10, 12; Sl 101.1-4; Sl 105.1-4; Sl 107.1-2; Sl 108.1-5; Ef 5.18-20; Hb 13.15 e Cl 3.12-17). 3. EXERCENDO O PODER DE DEUS Fazendo calar o acusador e inimigo (Sl 8.2 e Ap 12.10). A vitória de Josafá contra os amonitas e moabitas (2Cr 20.21-28). Desbaratando os exércitos inimigos (hoje, as forças espirituais do mal, Sl 18.37, 38, 48 comparar com Ef 6.10-20). O principio de crescimento da igreja primitiva (At 2.46-47 e At 9.31). Ver este principio no Salmo 48.1-10. Sião é a alegria de toda a terra, o monte de Deus é a fonte de todo gozo e graça das nações. Concluindo, Deus espera adoração e louvor por causa daquilo que Ele é, fez e fará pelo seu povo (Mt 6.36; Rm 6.19 e Rm 12.1-2). Na adoração e louvor, dever e privilégio se encontram (Rm 12.1-2; 1Pe 2.5-9). O louvor é Sua reivindicação imperiosa (1Co 6.19-20). E finalmente, o verdadeiro louvor que liberta o poder de Deus consiste em declarar de coração Sua majestade, glória, domínio, honra e feitos maravilhosos, que na linguagem do escritor aos hebreus é fruto de lábios que confessam seu nome.

Página 6 F A L A N DO AO S D I S C Í PU LO S Para Meditar: Características essenciais da igreja 1. Universalidade: Embora sua expressão se dê em localidades geográficas ela é constituída por crentes de todos os lugares e de todas as épocas, tanto judeus como gentios. Neste sentido, a igreja local representa a igreja universal porque possui o DNA desta. A universalidade da igreja é também transcendente, tanto em seu sentido bíblicoteológico e teleológico (Conferir Hb 12.1 e 12.22-23). 2. Apostolocidade: A igreja é apostólica em sua origem, porquanto iniciada com os apóstolos, como também é firmada nos fundamentos e ensinos apostólicos (Conferir Mt 28.19; At 2.42 e Ef 2.20). Sua vocação, chamamento e missão da parte de Deus refletem por ser enviada, seu caráter apostólico. 3. Santidade: A igreja é chamada para uma vida santa e separada do mundo e do pecado (1ª Pe 1.15-16). É nesta condição que será recebida pelo Noivo Jesus Cristo (Ef 5.27) e apresentada perante o Deus Pai (Ef 1.4). Esta é a razão do trabalho atual do Espírito Santo (1ª Ts 5.23). 4. Unidade: Isto é, não dividida. Unidade é essencial ao crescimento e testemunho da igreja (Conferir Jo 17.21-23). É, portanto de suma importância que Cristo Sua igreja e Seu reino sejam plenamente revelados como se encontram registrados nas escrituras, para que Deus receba toda a glória que lhe é devida em Cristo Jesus e na igreja (Ef 3.21).

Página 7 Para Meditar: Nossa missão: Anunciar as boas novas! O que são as boas novas? O evangelho. No evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do principio ao fim é pela fé. Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo mesmo, não levando em conta os pecados das pessoas contra Ele. Essa é a maravilhosa mensagem que lhe nos mandou pregar, contar aos outros. O que estamos dispostos a fazer para que as pessoas que conhecemos possam desfrutar desse amor? O nosso campo missionário começa a nosso redor. Será que alguém, um dia no céu, poderia nos agradecer dizendo: Estou aqui porque você se importou comigo! Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10.14) Motivos de Oração Cartões de Oração Pelos grupos caseiros Pelas famílias da comunidade Pelos jovens e adolescentes Pelas crianças Pelas missões nacionais e transculturais Pelo grupo de louvor Pelas pessoas que estamos evangelizando Pelos enfermos Pela liderança da comunidade Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações (Salmo 22.28)

Boletim M ensal - Ano XIII - Nº 152 - Setem bro - 2014 Boletim informativo da: COMUNIDADE CRISTO PARA AS NAÇÕES Rua Iboti, nº 179 - Vila Maria Campinas - São Paulo Visite o nosso site na web: www.cristoparaasnacoes.org IGREJA NAS CASAS: A Igreja se reúne nas casas nos seguintes bairros: Vila Industrial, Mansões Sto. Antônio; Parque Prado São realizadas reuniões semanalmente a partir das 20:00 horas nestes locais, onde os irmãos se juntam para louvar ao Senhor, orar uns pelos outros, compartilhar a Palavra de Deus e para a comunhão. Todos devem estar vinculados a um grupo. Informe-se onde é o local mais próximo de sua casa. Aniversários Setembro/2014 01/Setembro Carol Pagotto 3272-7606 02/Setembro Clayton 3367-0059 11/Setembro Henrique 3396-8631 16/Setembro Carlos 3342-1681 19/Setembro Tereza Pagotto 3272-7606 Aniversários de Casamento - Setembro/2014 14/Setembro Nilson e Cely 3276-2079 14/Setembro Renato e Magda 99106-3808...sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as fontes da vida. (Pv 4.23).