Medicina Geral e Familiar

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Transcrição:

Medicina Geral e Familiar Infografia da Especialidade by Colégio da Especialidade de Medicina Geral e Familiar Dra. Marta Ornellas

Queremos com este conteúdo contribuir para um processo de escolha mais informado, que esclareça os estudantes de medicina e médicos recém-formados acerca das características das diversas especialidades médicas, sem, contudo, pretender substituir o habitual procedimento de decisão a que os Internos de ano Comum, ano após ano, recorrem: a visita aos serviços e o contacto com diversos colegas. A informação aqui apresentada foi recolhida e sistematizada pela nossa equipa editorial. Salientamos que as informações circunstanciais sobre a formação específica são de difícil sistematização dada a sua escassez e variabilidade consoante o local e no tempo. No fim poderás encontrar as fontes das informações aqui prestadas. Esperamos que te sejam úteis!

categoria MÉDICA CIRÚRGICA MÉDICO-CIRÚRGICA SIM AUXILIAR DE DIAGNÓSTICO APOIO TERAPÊUTICO

Visão geral do programa da especialidade (Consultar Portaria em Diário da República*) Total: 48 Meses (4 ANOS) São Estágios Opcionais, entre outros possíveis, os seguintes: Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Medicina Interna, Neurologia, Pneumologia, Oncologia, Otorrinolaringologia, Reumatologia Os Estágios Curtos (EC) são parte integrante dos estágios de MGF3 e MGF4 e destinam-se à aquisição de competências em procedimentos específicos. 1º Ano 2º Ano MGF1-5 Meses MGF2 [Parte 1] - 6 Meses 12h SU Semanal na Cirurgia Geral ou na Ortotraumatologia (6x) MGF2 [Parte 2] - 2 Meses - 12h SU Semanal Pediatria (4x) - 12h SU Semanal Ginecologia / Obstetrícia (4x) 3º Ano 2 Meses de Saúde Infantil e Juvenil MGF3 6 Meses de EC - 12h SU Semanal Medicina Interna (10x) - 12h SU Semanal Cirurgia Geral / Ortotraumatologia (6x) 2 Meses de Saúde da Mulher 2 Meses de Saúde Mental 4 Meses de Estágios Opcionais 2 Meses de Estágios Opcionais 4º Ano MGF4 11 Meses de EC *Dados obtidos e resumidos de Diário da República nº45/2015 de 20 de fevereiro do Ministério da Saúde. Diário da República: I Série, nº 36 (2015)

1. Porto (ARS Norte) Rocha Peixoto (95%) 3. Porto (ARS Norte) USF São João do Porto (95%) NOTAS DO ÚLTIMO COLOCADO 2. Lisboa (ARS LVT) USF Dafundo (95%) * Dados concurso IM de 2017 (Apresentam-se as notas de PNS da última vaga escolhida) Em anexo podeser consultado o TOP 10

469 vagas 46% 1779 462 vagas NOTA E POSIÇÃO DO ÚLTIMO COLOCADO EM TODO O PAÍS (2016) 50% 1748 NOTA E POSIÇÃO DO ÚLTIMO COLOCADO EM TODO O PAÍS (2017) * Dados concurso IM 2016 e 2017

CAPACIDADES FORMATIVAS (T=462)* 158 - Administração Regional de Saúde do Norte Alto Ave (Guimarães/Vizela/Terras de Basto) Alto Ave (Guimarães/Vizela/Terras de Basto) - USP sede Fafe Alto Ave (Guimarães/Vizela/Terras de Basto) - USP pólo Guimarães Ave (Famalicão) - sede USP Famalicão Cávado I (Braga) - sede USP Braga Cávado II (Gerês/Cabreira) - sede USP Vila Verde Cávado III (Barcelos/Esposende) - sede USP Barcelinhos Douro I (Marão e Douro Norte) - sede USP Vila Real Douro II (Douro Sul) - sede USP Lamego Entre Douro e Vouga I (Feira/Arouca) - sede USP Santa Maria da Feira Entre Douro e Vouga II (Aveiro Norte) - sede USP Oliveira de Azeméis Grande Porto I (Santo Tirso/Trofa) - sede USP Santo Tirso Grande Porto II (Gondomar) - sede USP Gondomar Grande Porto III (Maia/Valongo) - sede USP Maia Grande Porto IV (Póvoa de Varzim/Vila do Conde) - sede USP Vila do Conde Grande Porto V (Porto Ocidental) - sede USP Aldoar Grande Porto VI (Porto Oriental) - sede USP Paranhos Grande Porto VII (Gaia) - sede USP Barão do Corvo, Canidelo Grande Porto VIII (Espinho/Gaia) - sede USP Boa Nova, Valadares Tâmega I (Baixo Tâmega) Tâmega II (Vale do Sousa Sul) - sede USP Penafiel Tâmega III (Vale do Sousa Norte) - sede USP Paços de Ferreira Trás-os-Montes - (Alto Tâmega e Barroso) - sede USP Chaves Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE - sede USP Matosinhos Unidade Local de Saúde do Alto Minho, EPE - sede USP Viana do castelo Unidade Local de Saúde do Nordeste, EPE - sede USP Bragança * Dados concurso IM 2017 (Obtidos do mapa capacidades formativas para início especialidade em 2018)

CAPACIDADES FORMATIVAS (T=462)* 97 - Administração Regional de Saúde do Centro Baixo Mondego (sede: Coimbra) Baixo Vouga (sede: Aveiro) Cova da Beira (sede: Covilhã) Dão Lafões (sede: Viseu) Pinhal Interior Norte (sede: Lousã) Pinhal Litoral (sede: Leiria) Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE (sede: Castelo Branco) Unidade Local de Saúde da Guarda, EPE (sede: Guarda) 152 - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Lisboa Norte (sede: Lisboa) Lisboa Central (sede: Lisboa) Ocidental e Oeiras (sede: Oeiras) 14 - Administração Regional de Saúde do Alentejo Loures - Odivelas (sede: Sacavém) Alentejo Central (sede: Évora) Amadora (sede: Amadora) Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo EPE Sintra (sede: Sintra) (sede: Beja) Cascais (sede: Cascais) Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, EPE Estuário do Tejo (sede: Alhandra) (sede: Santiago do Cacém) Almada- Seixal (sede: Almada) Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE Arco Ribeirinho (sede: Barreiro) (sede: Portalegre) Arrábida (sede: Setúbal) Oeste Norte (sede: Caldas da Rainha) Oeste Sul (sede: Torres Vedras) 12 - Administração Regional de Saúde do Algarve Algarve I - Central (sede: Faro) Médio Tejo (sede: Torres Novas) Lezíria (sede: Santarém) Algarve II - Barlavento (sede: Portimão) Algarve III - Sotavento (sede: Tavira) * Dados concurso IM 2017 (Obtidos do mapa capacidades formativas para início especialidade em 2018)

CAPACIDADES FORMATIVAS (T=462)* 16 - Região Autónoma dos Açores Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria Unidade de Saúde da Ilha de São Jorge Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel, CS de Ponta Delgada US Água de Pau US Arrifes US Capelas US Lagoa US Livramento US Matriz US Nordeste US Povoação 13 - Região Autónoma da Madeira US S. José ACS do Cons Funchal US Rabo de Peixe ACS da Zona Leste US Ribeira Grande ULS Camara de Lobos US Vila Franca do Campo ULS Calheta USI Flores ULS Ponta do Sol Unidade de Saúde da Ilha do Faial ULS Porto Moniz: Unidade de Saúde da Ilha do Pico ULS Ribeira Brava: CS Lages ULS S Vicente: Unidade de Saúde da Ilha Graciosa Unidade de Saúde da Ilha Terceira * Dados concurso IM 2017 (Obtidos do mapa capacidades formativas para início especialidade em 2018)

satisfação 121-160 EXCELENTE 81-120 MAIS POSITIVO DO QUE NEGATIVO MAS COM POTENCIAL DE MELHORIA 41-80 MUITOS PROBLEMAS 0-40 MUITO FRACO Bigotte Vieira M., Godinho P, Gaibino N., Dias R., Sousa A., Madaleno I. Satisfação com o Internato Médico em Portugal. Acta Med Port 2016 Dec;29(12):839-853

ESCOLHIAS DE NOVO A MESMA ESPECIALIDADE? Martins MJ, Laíns I, Brochado B, Oliveira-Santos M, Teixeira PP, Brandão M. Satisfação com a Especialidade entre os Internos da Formação Específica em Portugal. Acta Med Port 2015 Mar-Apr;28(2):209-221

Representa-se a oferta de especialistas, ou seja, o número de especialistas (global e novos especialistas) em 2025, num cenário sem limitações à formação pós-graduada e num cenário com limitações (definiu-se como limite: 1550 vagas de acesso ao internato médico/ano). Em baixo, representam-se as necessidades de especialistas de acordo com um cenário de manutenção do actual ra cio de especialistas / populac a o e um cenário desejável de acordo com a recomendação pelos Colégios das Especialidades. Da análise, prevê-se um excesso de especialistas, tanto num cenário de manutenção, como num cenário desejável. Estudo de evolução prospectiva de médicos no Sistema Nacional de Saúde. Relatório produzido pela Universidade de Coimbra para a Ordem dos Me dicos. Junho, 2013 Consultar também: Actuais e Futuras Necessidades Previsionais de Me dicos (SNS). Administração Central do Sistema de Saúde. Setembro, 2011

testemunho de um especialista Se queres ter uma prática clínica variada, com situações agudas e crónicas que afetam qualquer órgão ou sistema do corpo humano escolhe Medicina Geral e Familiar! Nesta especialidade: Acompanharás o indivíduo ao longo de todas as fases da vida humana, desde os cuidados pré-concepcionais até ao acompanhamento de situações de luto. O compromisso estabelecido com a pessoa não terminará com a cura da doença, com o fim do tratamento ou com a sua incurabilidade. Neste acompanhamento longitudinal não são permitidas altas ; Vais adquirir um conjunto de competências técnico-científicas que te tornarão capaz de acompanhar, um bebé, uma criança, um adulto saudável, uma grávida ou um doente complexo ou muito idoso, conduzir e participar no tratamento coordenado e integrado de diversas patologias; Enfrentarás grandes desafios diagnósticos e farás o diagnóstico precoce de muitos problemas de saúde, mesmo antes destes manifestarem sinais ou sintomas. Desta forma, promoverás a saúde e a longevidade dos teus pacientes. Todos os contactos com os teus doentes serão oportunidades para a educação para a saúde e prevenção da doença; Resposta a "O que diria a um estudante interessado em ingressar na especialidade de Medicina Geral e Familiar?"

testemunho de um especialista Manterás uma prática clínica com decisões e gestos técnicos diferenciados como a gestão de doentes complexos e a execução de pequenos procedimentos cirúrgicos, a colocação de Dispositivos Intra-Uterinos, Implantes Subcutâneos, etc; Lidarás com as pessoas e os seus problemas no contexto das suas circunstâncias de vida e como tal, prestarás cuidados a pessoas no contexto familiar, comunitário e cultural dos mesmos, respeitando sempre a sua autonomia, crenças, expectativas, medos e necessidades; Fomentarás relações de proximidade e de confiança com os teus pacientes e respectivas famílias; O papel por ti desempenhado deve garantir a eficiência do sistema de saúde e será fulcral na rede complexa do sistema de cuidados de saúde. Serás um gestor de recursos podendo evitar, dentro de certos limites, o internamento hospitalar quando desnecessário, e optimizar o uso de exames complementares, de terapêuticas e a referenciação a outros colegas ou serviços. Colégio de Medicina Geral e Familiar Resposta a "O que diria a um estudante interessado em ingressar na especialidade de Medicina Geral e Familiar?"

PERGUNTAS A FAZER Dada a alta variabilidade entre locais de formação e a grande mutabilidade ano após ano, sistematizar toda esta informação seria incompatível com o formato adoptado para esta infografia. Assim, aqui ficam algumas sugestões de informações a obter pelos alunos/iacs com internos/especialistas dos diversos locais de formação. Esforço do serviço na formação Facilidade em fazer estágios fora Qual o acompanhamento durante o internato? - Como funciona a relação com o tutor? Horário-tipo semanal Investigação. Ambiente no serviço: entre internos, entre especialistas. Idoneidade en todas as valências? Ou alguma em falta? Qual/quais?

Notas suplementares Infografia da Especialidade by Colégio da Especialidade de Medicina Geral e Familiar Dra. Marta Ornellas

Visão geral do programa da especialidade Definição Europeia de Medicina Geral e Familiar

1 - Porto (ARS Norte) Rocha Peixoto- 95% 2 - Lisboa (ARS LVT) USF Dafundo - 95% 3 - Porto (ARS Norte) USF São João do Porto - 95% 4 - Porto (ARS Norte) VNG Santo André Canidelo - 93% 5 - Porto (ARS Norte) USF Terras de Souza - 91% 6 - Porto (ARS Norte) Rocha Peixoto - 91% 7 - Lisboa (ARS LVT) USF Santiago de Palmela (ACES Arrábida) - 89% 8 - Coimbra (ARS Centro) USF Briosa (CS Norton de Matos) - 87% 9 - Porto (ARS Norte) USF Canelas (Espinho / Gaia) - 86% 10 - Porto (ARS Norte) USF Camélias - 86% NOTAS DO ÚLTIMO COLOCADO * Dados concurso IM de 2017 (Apresentam-se as notas de PNS da última vaga escolhida)

Distribuição dos Internos de Medicina Geral e Familiar