Openflow-based Server Load Balancing Gone WILD



Documentos relacionados
A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em "sub-redes". Isso pode ser feito para:

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes (MAB-510) Gabarito da Segunda Lista de Exercícios 01/2010

OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados

Controle de congestionamento em TCP

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação

ICORLI. INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET

IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.

Escrito por Daniel Donda Ter, 17 de Fevereiro de :32 - Última atualização Sáb, 03 de Julho de :34

Universidade de Brasília

Jacson Rodrigues 1

Roteamento Estático (2)

Comunicação de Dados

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI UFPI Colégio Técnico de Teresina CTT. Professor: José Valdemir dos Reis Junior. Disciplina: Redes de Computadores II

Entendendo como funciona o NAT

A camada de rede. A camada de rede. A camada de rede. 4.1 Introdução. 4.2 O que há dentro de um roteador

Nexcode Systems, todos os direitos reservados. Documento versão

Prefixo a ser comparado Interface Senão 3

Redes de Computadores Aula 3

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Capítulo 5. A camada de rede

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host

Um sistema de comunicação necessita de um método de identificação de seus computadores. Numa rede TCP/IP, cada computador recebe um

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Projeto de Redes de Computadores. Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência

Redes de Computadores II INF-3A

REDES DE COMPUTADORES

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Laboratório. Assunto: endereçamento IP e roteamento.

Arquitetura TCP/IP. Parte III Endereçamento IP e roteamento. Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares

COMPONENTES BÁSICOS DE

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O

Redes de Computadores

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR

MPLS. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha

Redes de Computadores

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL)

Separação de fluxos TCP e UDP

Roteamento na Internet

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO (TELNET E TERMINAL SERVICES) Professor Carlos Muniz

PROJETO DE REDES

VLAN - Virtual LAN. Objectivo

Capítulo 11: NAT para IPv4

Redes de Computadores

REDES DE COMPUTADORES. Camada de Rede. Prof.: Agostinho S. Riofrio

Características de Firewalls

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1)

BC-0506: Comunicação e Redes Aula 04: Roteamento

Load Balance / Route Policy (para series Vigor 2860 / Vigor 2925)

Unidade 3 Visão Geral de Equipamentos de Rede

Arquitectura de Redes

A Camada de Rede. A Camada de Rede

Otimização de banda utilizando IPANEMA. Matheus Simões Martins. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

Mecanismos de QoS em Linux Hierarchical Token Bucket (HTB)

Roteamento em Redes de Computadores

Endereçamento IP. Resolvendo as questões da prova

ESTUDOS REALIZADOS. Camada Física. Redes de Computadores AULA 13 CAMADA DE REDE. Camada Física Camada de Enlace Subcamada de Acesso ao Meio AGORA:

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)

SolarWinds Kiwi Syslog Server

Redes de computadores e a Internet. Capitulo 4. Capítulo. A camada de rede

Redes e Internet do Futuro

Redes de Computadores

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP

ROTEIRO PARA CONFIGURAÇÃO DO AMBIENTE PARA ACESSO AO PERSUS MÓDULO DE GESTÃO DE CONTAS E PROTOCOLO DE IMPUGNAÇÕES E RECURSOS ANS Agência Nacional de

3 Qualidade de serviço na Internet

CAMADA DE TRANSPORTE

Serviços de Comunicações. Serviços de Comunicações. Módulo 7 Qualidade de Serviço em redes IP. condições de rede existentes em cada momento

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero

Firewalls. Firewalls

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Redes de Computadores. TCP Orientação à Conexão. Prof. Othon M. N. Batista Mestre em Informática

Roteador Load-Balance / Mikrotik RB750

Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

IPTABLES. Helder Nunes

** Distance Vector - Trabalha com a métrica de Salto(HOP),. O protocolo que implementa o Distance Vector é o RIP.!

Segurança de Redes. Firewall. Filipe Raulino

1. Virtual LANs (VLANs) ISEL/DEETC Secção de Redes de Comunicação de Dados

ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE. André Esteves nº3412 David Monteiro

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Administração de Redes Redes e Sub-redes

Redes de Computadores

Componentes de um sistema de firewall - I

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

Iptables. Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões

Comunicando através da rede

Redes de Computadores

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

Transcrição:

Openflow-based Server Load Balancing Gone WILD Richard Wang, Dana Butnariu, Jennifer Rexford José Alexandre de Lima ignácio

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Publicação : Hot-ICE ' - Março/2 Criação de um conjunto mínimo de regras-coringa para direcionar o tráfego cliente servidor Permite a mudança da política de balanceamento de carga sem derrubar as conexões abertas Apresenta algoritmos para alcançar a distribuição desejada do tráfego de rede

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Conceitos do OpenFlow: Regras de microfluxo Regras que utilizam o casamento de todos os campos para controlar o fluxo de pacotes ( um fluxo para cada cliente ) Regras-coringa Regras que utilizam coringas (agregação) em alguns campos para controlar o fluxo de pacotes

Tradeoffs. Rapidez 2. Escalável 3. Programável 4. Custo Balanceamento de Carga Popular Service C C3 C2C Replica Replica 2 Internet Replica 3 Data Center

Tradeoffs. Rapidez 2. Escalável 3. Programável 4. Custo BC via Software C C3 C2C Replica Replica 2 Internet Replica 3 Data Center

Tradeoffs. Rapidez 2. Escalável 3. Programável 4. Custo BC via HW dedicado C C3 C2C $ $ Replica Replica 2 Internet Replica 3 Data Center

BC via Openflow S S3 Replica 37.5% NOX Controller Replica 2 5% Internet S2 S4 Replica 3 2.5% Data Center

Desafios Solução ingênua. Nº regras Microfluxo 2. Carga Controlador S S3 Replica 37.5% C C2 NOX Controller Replica 2 5% Internet S2 S4 Replica 3 2.5% Data Center

Questões Instalar Regras Proativamente. Regras-coringa 2. Afinidade Conexão S S3 Replica 37.5% C C2 NOX Controller Replica 2 5% Internet S2 S4 Replica 3 2.5% Data Center

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Políticas de Balanceamento de Carga: Conjunto de servidores-réplica R j oferecendo o mesmo serviço Cada servidor-réplica R j tem um peso inteiro α j associado que determina a taxa de requisições que ele pode lidar Clientes acessam o serviço por um único endereço IP, disponível através de um Switch Gateway O switch de balanceamento de carga verifica cada pacote vindo de um cliente e reescreve o IP de destino para o IP de uma determinada réplica de acordo com as políticas de BC Gerar um pequeno conjunto de regras-coringa que divide todo o espaço de endereçamento IP dos clientes

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Algoritmo de particionamento: A representação dos prefixos IP dos clientes como uma árvore binária Cada nó-folha da árvore representa um cliente IP Cada réplica R j está associada com α j nós-folha

Regras-coringa nos IPs Cliente R * R * R * R2 * R2 * R2 * R2 * R3 * * R3 * R2 * R2 * R2 * R2 * R * R * R Switch 3 4 Replica 8 Replica 2 8 Replica 3 37.5% 5% 2.5% 8

Minimizando regras-coringa

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Minimizando regras-coringa: A representação binária dos pesos α j indica a melhor forma de atribuir nós-folha para uma determinada réplica O nº de bits igual a na representação binária de α j é o nº mínimo de regras-coringa para a réplica R j, onde cada bit na posição i representa a junção de 2 i nós-folha Algoritmo atribui nós-folha para réplicas ordenando-as na ordem do bit mais significativo igual a entre todos os valores α, para prevenir a fragmentação do espaço de endereçamento

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Algoritmo de Transiçao de fluxo: Deve esperar as conexões existentes se completarem para migrar a regra para outra réplica Dois tipos: Transição rápida com regras de microfluxo Envia pacotes para o controlador para verificar ocorrência de uma nova conexão ( flag TCP SYN ) Instala um microfluxo com alta prioridade e softtimeout de 6 segundos para cada conexão afetada pela transição e, em seguida, instala a regra-coringa anterior apontando para a outra réplica

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Algoritmo de Transiçao de fluxo: Transição sem enviar pacotes para o controlador Subdivide uma regra-coringa em regras-coringa de alta prioridade (ex. * R em *, *, *, * para R ), com soft-timeout de 6 segundos e encaminhando as conexões para a mesma réplica Recria a mesma regra-coringa anterior com baixa prioridade apontando para a outra réplica (ex: * R 2 )

Transição por afinidade de conexão

Avaliação 36 Clients, 6 MB File, WGET every s

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Trabalhos em curso: Tráfego cliente não-uniforme Regras-coringa não dividem a carga como esperado Para dividir tráfego com sucesso, o algoritmo deve medir o tráfego de cada regra usando os contadores OpenFlow Dividir regras-coringa em regras-coringa menores para coletar estatísticas mais refinadas Reagrupar regras-coringa de forma a dividir a carga como esperado Não gera um nº mínimo de regras

Tráfego cliente não-uniforme

Openflow-based Server Load Balancing gone Wild Trabalhos em curso: Rede com múltiplos switches Lidar com topologias de rede maiores Dividir tráfego de acordo com os pesos e depois descobrir o menor caminho para cada réplica Instalar regras que direcionem o tráfego pelo menor caminho para a cada réplica Switch de entrada modifica o IP de destino e encaminha o tráfego para o próximo salto do menor caminho

Rede com múltiplos switches

Perguntas?