22/03/2018 Traje: Casual

Documentos relacionados
22/03/2018 Traje: Casual

Operação de RPAS X. Interação com as Unidades Aéreas de Segurança Pública. Cel PM PAULO Luiz Scachetti Junior Cmt do GRPAe / SP

CARACTERIZAÇÃO TOPOGRÁFICA DA INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES A PARTIR DE VEÍCULOS ÁEREOS NÃO TRIPULADOS

DRONES. Aeromodelo É toda aeronave não tripulada com finalidade de recreação.

Evolução dos Corpos de Bombeiros Apresentação do Serviço Aéreo Organograma As viaturas que operamos Estatísticas Características do Serviço Aéreo

Faça seu negócio decolar com Drones!

DRONES POTENCIALIDADES E DESAFIOS

TRANSPORTE AEROMÉDICO OPERAÇÕES

RPAS NAS OPERAÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA CIVIL. PAINEL: O Estado como Operador de RPAS - Aquisição e Operações

REGULAMENTO ANAC Condições de operação aplicáveis à utilização do espaço aéreo pelos sistemas de aeronaves civis pilotadas remotamente ( Drones

DRONES. Pós-graduação Lato Sensu em Formação de Professores Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul - IFMS

AUTOR(ES): LETÍCIA METTA FERNANDES, GABRIEL SANTOS ROSA, LUÍS EDUARDO OLIVEIRA DE NOVAES

Utilização de Drones em Avaliações e Perícias.

CURSO DE FORMAÇÃO DE PILOTOS E OBSERVADORES RPAS/VANT

VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS (VANT) NA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE

GUIA PRÁTICO SOBRE INFRAÇÕES NO AERODESPORTO

Principais Aspectos para Obtenção de CAVE para VANTs

Uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (Drones) na PETROBRAS

TESE: Regulamentação de Aeromodelos e Drones. TEMA: Aduana brasileira: normas e metas. Autor: JOÃO EUDES DA SILVA DS: Curitiba/PR.

Análise de sistemas it aviônicos: i programas Embraer, Airbus e Dassault e aeronaves não tripuladas.

CISCEA inaugura sistema ATECH de vigilância e de controle do tráfego aéreo em Porto Velho

DGCTV. imagens aereas

Tecnologias Drones Aplicadas a Inspeção e Monitoramento de Estruturas

DATA: 06 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 1.º ANO/EM

ORIENTAÇÕES AO USUÁRIO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO (DECEA) SERVIÇO REGIONAL DE PROTEÇÃO AO VOO DE SÃO PAULO (SRPV-SP)

GRAER/PR participa de treinamento em CRM

Drones. Futuro certo dentro da Agricultura. Tiago Silveira Hauagge Field Agronomist PR4 / PR3 /PY

REGULAMENTAÇÃO MÉDICA PARA O TRANSPORTE AÉREO DE ENFERMOS. Marcos Afonso Braga Pereira

Guia Completo da Legislação de Drones do Brasil

RBAC 121 / 129 / 135 RBHA 140 / 141. SETOR COORDENAÇÃO DE VOO POR: Elias dos Santos Euzébio.

"A TECNOLOGIA DOS DRONES" por Luciano Cardoso Fucci

Luciano Fucci.

DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS SETOR TÉCNICO-CIENTÍFICO

ESTUDO SOBRE O USO DE VEÍCULO AÉREO NÃO TRIPULADO (VANT) PARA MAPEAMENTO AÉREO COM FINS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS VIÁRIOS

Utilização de Drones na Fiscalização de Obras Públicas. Júlio Uchoa C. Neto TCE-PB

DECEA esclarece normas para voos de drones no Brasil

Motores Convencionais e Práticas Inseguras de Manutenção

Motores Convencionais e Práticas Inseguras de Manutenção

PRÁTICA RECOMENDADA ABENDI

XXIV SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. 22 a 25 de outubro de 2017 Curitiba - PR

Regras da ANAC para Realização de Shows Aéreos. Matheus Luiz Maganha e P. de Melo Especialista em Regulação GTPO-SP

Sistema Remoto para Monitoramento de Rodovias. VANTRod

Voa na boa - Saiba onde pode pilotar o seu drone

Pilotagem de drone O que é preciso para voar com segurança

Capítulo 42. Apoio ao Helitransporte. Capítulo 42. Apoio ao Helitransporte 1. OBJETIVOS

PF analisa GPS de avião interceptado com cocaína e descarta decolagem de fazenda dos Maggi

LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

Realização. Apoio. Patrocínio

O COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DA BAHIA, no uso de suas atribuições, e;

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS E A ATUAL REGULAMENTAÇÃO NO BRASIL

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DOS DRONES

Audiência Pública nº 07/2017 Resolução ANAC Procedimentos de embarque e desembarque de passageiros armados, despacho de arma de fogo e de munição e

Cuidado com o combustível!

ANEXO I À PORTARIA Nº 3.723, DE 15 DE DEZEMBRO DE AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO TEMAS EM PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO

Óculos de Visão Noturna

O uso de VANT em áreas urbanas como mitigar os inevitáveis acidentes

Especial 27 anos da Aviação

GESTÃO UNIFICADA DEL. ARISTÓTELES TAVARES

Utilização de Sistemas Imageadores Aéreos em Aeronaves de Asas Fixas

DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO

COMANDO DA AERONÁUTICA

Sistemas de Telecomunicações. Introdução ao SISCEAB

Transcrição:

22/03/2018 Traje: Casual 08:30 Boas vindas e apresentação agenda - Video abertura 08:40 Inovação 09:35 Perguntas 09:45 Mesa de debate - Impactos dos drones na operação aérea 10:30 Debate 10:45 Coffee Break 11:00 Mesa de debate - Novas tecnologias para segurança publica 12:00 Perguntas 12:10 Homenagens 12:30 Almoço 13:55 Video - Historia Safran 14:00 Inovações SAFRAN 14:40 Video - Evolução dos motores 14:45 Mesa de debate - Mecanismos de Incorporação frota 15:50 Perguntas 16:00 Inovações Incrementais do suporte Safran ( curva de valor) 16:40 Coffee Break 16:55 Encerramento 17:05 Foto 18:30 Saida Transfer SAOA 19:00 Confraternização

MESA DE DEBATE: CEL. RENATO (PM BA) ERON OLIVEIRA (DETRAN DF) CMDTE. JEAN CARLOS (PM MG)

MESA DE DEBATE: TEN CEL PM RENATO COMANDANTE DO GRAER/PMBA 22/3/2018 5

ROTEIRO Evento Gatilho Time Line Programa RPAS na PMBA Impacto na Operação Aérea 6

LAVAGEM DO BONFIM 2015 7

LAVAGEM DO BONFIM 2015 8

ANÁLISE DE CENÁRIO 9

RPAS PMBA - TIME LINE 2015 2016 2017 2018 Lavagem do Bonfim I ECOD III ECOD I e II CORPAS Portaria 141 do CG II ECOD Utilização ilegal de drones na PMBA Portaria do CG 151 Currículo do CORPAS IV ECOD III e IV CORPAS 10

I ECOD PMBA - 2015 11

II ECOD PMBA - 2016 12

II ECOD PMBA - 2016 13

II ECOD PMBA - 2016 14

III ECOD PMBA - 2017 15

IV ECOD PMBA - 2018 16

IV ECOD PMBA - 2018 17

PROGRAMA RPAS PMBA 18

PROGRAMA RPAS PMBA 19

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA SEGURANÇA DE VOO Convivência com uma nova realidade no EA REORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA INTERNA CORPAS Demandas PMBA Bahia Brasil Portaria CG 151/2016 GRAER Como Órgão Certificador Portaria CG 141/2017 GRAER Órgão Como Central do SIOPAER e Presidência do NOD Introdução da RPA na frota Missões - Aeronaves tripuladas X Não tripuladas 20

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA 21

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA 22

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA REFERÊNCIA NO TEMA Público interno e externo SSP, DTCEA, SEAP UNIFORMIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS PCBA Designação de Equipe MPE Designação de Promotor de Justiça PMBA SIOPAER Acompanhamento Operacional - Recomendação do SCG Autuações 23

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA AUTUAÇÕES 2017 24

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA AUTUAÇÕES 2018 Carnaval de Salvador 3 TCO com apreensão dos drones Art 33 da LCP Carnaval de Barreiras 2 TCO com apreensão dos drones Art 33 da LCP Março de 2018 APF Art 33 da LCP; Art 132 e 261 do CP 25

Mensagem Para que o mal triunfe é preciso que os homens de bem não façam nada. 26

IMPACTO DOS DRONES NA OPERAÇÃO AÉREA TEN CEL PM RENATO COMANDANTE DO GRAER DA PMBA (71) 3116 1618 (71) 99985 0000 renatocmte@gmail.com graer.cmd@pm.ba.gov.br 27

MESA DE DEBATE: AGT Eron Oliveira Operador Aerotático (DETRAN-DF) (61) 3905 5917 (UOPA) (61) 9 9994 0047

Essa tecnologia inovadora chegou com tudo, está apenas engatinhando e só mostrou uma pequena parte do que ainda irá evoluir. Os grupamentos aéreos terão que se adequar para trabalhar em paralelo com essa tecnologia deixando bem claro que missões com aeronaves tripuladas e aeronaves não tripuladas são distintas. O que o pode ser feito com helicóptero ou avião, na maioria delas ainda não pode ser feita com RPA s, e o que pode ser feito com RPA s, nem sempre pode ser feito com aeronave tripulada. São aeronaves diferentes, com características bem distintas.

Temos impactos, diretos e indiretos. O direto está relacionado a segurança operacional. Afeta o voo operacional. A entrada no espaço aéreo indiscriminadamente pelos RPA s coloca em risco a operação das aeronaves tripuladas, principalmente as de asas rotativas, pois voam mais baixo e os tripulantes precisam estar com o nível de consciência situacional elevado, muito mais atentos à operação de RPA s nas proximidades da área de voo tripulado, principalmente do helicóptero. O indireto está relacionado aos tipos de missão que podem ser realizadas com drone em substituição ao helicóptero. Afeta a operação aérea tripulada, sem impacto direto na segurança de voo, pois com a substituição, não acontece o voo com aeronave tripulada. Existem limitações nas missões para RPA s (não tripuladas) tanto quanto para as missões com aviação convencional tripulada (asa rotativa e asa fixa).

1 Fluidez no trânsito; 2 Patrulhamento aéreo nos horários de rush; 3 Fiscalização e policiamento de trânsito; 4 Acompanhamento de blitz; 5 Missões demandadas pela inteligência, engenharia e educação; 6 Apoio às demais instituições de segurança pública, quando solicitado; 7 Apoio aos demais órgãos do GDF; 8 Apoio aos demais órgãos federais; 9 Transporte de Órgãos e/ou tecidos humanos em apoio à Secretaria de Estado de Saúde; 10 Transporte de autoridades; 11 Entre outros. Antes de qualquer missão temos que avaliar qual tecnologia é mais adequada para cada missão específica.

1 Tempo chuvoso; 2 Limitações para voos noturnos; 3 Autonomia (tempo de voo definido pela capacidade da bateria); 4 Área de cobertura; 5 barulho produzido x potencia da câmera (voo baixo barulho e melhor imagem, voo alto, sem barulho e perda na qualidade da imagem); 6 Impossibilidade de atuação imediata no trânsito; 7 Limitação de voo apenas na linha de visada do operador ou do auxiliar, ainda que seja possível, não são seguros e precisam de autorização da ANAC e DECEA;

Uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e as Lições Aprendidas Cap PM Jean Carlos Comando de Aviação do Estado

1ª Lição: O que quero fazer? Qual vetor usar Demanda operacional Processo decisório Qual sensor adequado

153 sugestões 17 RPA catalogadas 3 iniciativas visitadas

2ª Lição: Acompanhar 1 2 3 4 5

3ª Lição: Aptidão

4ª Lição: boa base em solo

5ª Lição: Envolvimento Uniade apoiada Pilotos RPA

6ª Lição: tudo que sobe desce

Impacto nas operações aumento das demandas de apoio e da capacidade de atendimento; de reativas para proativas; maior proximidade com as unidade; possibilidade de expansão para o interior; vetores se complementam;

Próximos desafios