Diurno: Projeto Intervales-SP

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Transcrição:

Diurno: Projeto Intervales-SP Grupo 01 Ana Clara Salama Corsi Barbara Rodrigues Cintra Armellini Paulo Roger Murillo Yugar Raphael de Lucca Marcello Jarcovis Rodolfo Pereira Graciotti Orientador: Paulo Sano Temperatura da água acumulada em bromélias-tanque em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): broméliastanque são componentes diagnósticos da mata atlântica e a á água ali acumulada constitui a fitotelmata para vários organismos. No PEI, há diferentes fitofisionomias de mata atlântica associadas a diferentes altitudes e relevos, apresentando cobertura diferenciada de dossel, ora mais aberto, ora mais fechado. 2. Questão de pesquisa: a temperatura da água das bromélias-tanque varia segundo a cobertura vegetal e a altitude na qual tais bromélias se encontram. 3. Abordagem: amostragem de um grande número (o maior n possível) de bromélias-tanque. A T da água será medida em duas fitofisionomias distintas: a mata de fundo de encosta, densa, formada por árvores muito altos e dossel fechado e a mata de topo de morro, com plantas baixas, dossel aberto. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, fatores abióticos, diversidade.

Grupo 02 Bruno Leite Tavares Cabien D'Auria Rocha Flavia da Cunha e Mello Marques Martins Juliana Bordin de Campos Leite Laurence Robert Gilman Mariana Scianelli Natel Orientadora: Cibele Bragagnolo Diversidade de aracnídeos de serrapilheira na borda e no interior da mata do Parque Estadual de Intervales, SP. 1.Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): Denomina-se efeito de borda às modificações bióticas e abióticas que ocorrem nas bordas das matas na interseção com uma matriz antrópica (trilhas, estradas, etc...). A presença dessas intervenções antrópicas (trilhas) cria condições diferentes de exposição luminosa, temperatura e umidade na serrapilheira, o que reflete na composição e abundância da fauna local. 2.Questão de pesquisa: a diversidade de aracnídeos varia conforme a distância da borda da mata no PEI? 3.Abordagem: Caracterização da serrapilheira de borda e de interior de mata e comparação da diversidade de aracnídeos nos dois ambientes com amostras pareadas e homogêneas para os dois ambientes. 4.Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, fatores abióticos, diversidade.

Grupo 03 Beatriz Dias Barbieri Larissa Machado Tobias Leticia Chiara Baldassio de Paula Ligia Martins Viotto Natalia Brandao Vieira Orientador: Antonio Marques (Tim) Distribuição espacial de samambaia-açu em relação à cobertura de dossel 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A distribuição de espécies,mesmo aquelas filogeneticamente próximas, é limitada por demandas eco-fisiológicas particulares. Em um ambiente de floresta com trilhas, onde se criam áreas com exposição variada à luz, pode haver variação na ocupação espacial, com espécies preferencialmente em áreas mais fechadas ou mais abertas. Em intervales há duas samambaias-açu que possuem porte semelhante e são filogeneticamente próximas (ambas Cyatheales): Dicksonia (Dicksoniaceae) e Cyathea (Cyatheaceae). 2. Questão da pesquisa.- A distribuição relativas das duas espécies de samambaia-açu varia com a cobertura de dossel? 3. Abordagem.- Caracterização da distribuição de samambaia-açu em uma área do Parque Estadual Intervales. 4. Conceito(s) da disciplina empregado(s) no projeto.- Fatores abióticos (intensidade luminosa).

Grupo 04 Henrique Hideki Honda Lucas Haddad Meloni Marcelo Shimabukuro Kai Pedro Cardozo Tomaz Pedro Henrique Moita Orientador: Carlos Navas Diversidade de artrópodes em serapilheira e acumulações aéreas de folhas na mata do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica é caracterizada por uma camada de matéria orgânica no chão que recebe o nome de serrapilheira. Entretanto, acúmulo significativo de matéria orgânica pode ocorrer também nas árvores, em locais distantes do chão. Entretanto, as condições de umidade, temperatura e outros fatores podem ser diferentes entre esses microambientes. No PEI este problema pode ser abordado. 2. Questão de pesquisa: A diversidade de aracnídeos varia entre a serrapilheira e as acumulações de matéria orgânica que se formam nos galhos das árvores. 3. Abordagem: Comparação da diversidade de artrópodes nos dois tipos de acumulação de matéria orogênica citados, garantindo amostras pareadas e homogêneas para os dois ambientes. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, diversidade.

Grupo 05 Beatriz Faganholi Fernandes Laila Santim Mureb Louise Kamada Bigolado Luiza de Freitas Relvas Mariana Citta Aguiar Orientador: Antonio Marques (Tim) Diversidade da fauna de serapilheira em ambientes sob diferentes condições de umidade do solo. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A fauna de serapilheira é caracterizada pela comunidade dos animais que o folhiço acumulado sobre o solo, bem como a região superficial do mesmo. Estes ambientes, entretanto, podem estar localizados em áreas bastante diferentes, sob regimes de altitude e exposição variáveis, o que cria condições de umidade variáveis, e finalmente regula a composição e abundância da fauna de serapiheira. 2. Questão da pesquisa.- A fauna de serapilheira é diferente entre dois ambientes com umidade diferentes? 3. Abordagem (contendo as variáveis a serem investigadas e o material necessário).- Caracterização das faunas de serapilheira em um ambiente úmido e outro mais seco. 4. Conceito(s) da disciplina empregado(s) no projeto.- Diversidade, Fatores abióticos (umidade, intensidade luminosa).

Grupo 06 Caroline Taos Flavio Marques da Silva Ayrosa Filho Karina Lucatto Marra Leandro Antoniolli Mescyszyn Matheus Santana Figueiredo Rebeca Fazzani Contro Orientador: Carlos Navas Diversidade de teias de aranha em três ambientes do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): Nos locais nos que a Mata Atlântica é fragmentada podem ser encontrados ambientes fechados, de borda de mata e abertos. Dadas as diferenças marcantes entre esses ambientes, é esperada variação na fauna de artrópodes, incluindo os predadores. No PEI, há excelente representação destes três tipos de ambiente. 2. Questão de pesquisa: Mata, borda de mata e ambientes abertos diferem nos tipos de teias de aranha mais representados. 3. Abordagem: Categorização de teias de aranha em tipos bem definidos e quantificação dos diversos tipos mediante amostragem homogênea e significativa em cada um dos ambientes citados. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, fatores abióticos, diversidade.

Grupo 07 Caroline de Lima Vargas Simoes Gustavo da Silva Artilheiro Miguel Pelaez dos Santos Almeida Pedro Henrique de Lima Pereira Walter Mota Orientadora: Cibele Bragagnolo Diversidade de artrópodes de serrapilheira em diferentes distâncias das raízes das árvores do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A serrapilheira é a camada de folhas e matéria orgânica que reveste o solo. A serrapilheira varia em profundidade e características como umidade e temperatura nos diferentes ambientes da mata. As diferenças na serrapilheira podem refletir diferenças na diversidade de artrópodes. 2. Questão de pesquisa: a diversidade de artrópodes de serrapilheira varia conforme a distância das árvores do PEI? 3. Abordagem: Caracterização da serrapilheira e comparação da diversidade de artrópodes num gradiente de distância de árvores de grande porte. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores abióticos, diversidade.

Grupo 08 Camila Corradi Baruchi Diego Pereira Nogueira da Silva Karla Menezes e Vasconcelos Marcelo Cavalcanti Sá de Abreu Pedro Garcia Abilleira de Castro Orientador: Carlos Navas Variação da diversidade de aracnídeos ao longo de um gradiente altitudinal no Parque Estadual de Intervales, SP 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica está presente efm diversas altitudes e ao longo desses gradientes mudam diversos fatores abióticos. Geralmente os locais mais altos apresentam temperatura e umidade mais extremas, com consequencias para a fauna. Existem no PEI gradientes altitudinais que permitem testar hipóteses relativas a esta situação. 2. Questão de pesquisa: a diversidade de aracnídeos na serrapilheira diminui com a altitude. 3. Abordagem: amostragem de folhiço com intensidade padronizada e homogênea ao longo de uma trilha com marcado gradiente altitudinal. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores abióticos, diversidade.

Grupo 09 Ana Paula Queiroz Anderi Stama Francine Matsumoto Dutra Indianara Sutil Zanon Rodrigues Jeniffer Kim Mariana Bastos Santos Orientadora: Cibele Bragagnolo Riqueza de aranhas em sub-bosque e solo do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): A Mata Atlântica é composta por inúmeros microhabitats (ex. a copa das árvores, o subbosque e o solo) e fatores bióticos e abióticos diferem enormemente entre eles. As diferenças estruturais entre o sub-bosque e o solo das matas são responsáveis por diferentes condições de umidade, temperatura, etc. No PEI, há excelente representação destes tipos de ambiente. 2. Questão de pesquisa: A riqueza de aranhas difere entre o sub-bosque e o solo no PEI? 3. Abordagem: Comparação da riqueza de aranhas no sub-bosque e no solo a partir de amostras homogêneas para os dois ambientes. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores abióticos, diversidade.

Grupo 10 Aline Rodriques de Queiroz Gabriel Massami Izumi de Freitas Jessica Maria de Jesus Ferreira Mateus Bach Santa Catarina Sirlene da Silva Rodrigues Orientador: Paulo Sano Diversidade do estrato herbáceo em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto)- a luz é fator limitante para a sobrevivência e ocorrência de diferentes espécies de plantas em ambientes florestais. No PEI, há fitofisionomias que variam grandemente quanto à cobertura do dossel e, por consequência, quanto à quantidade de luz que atinge o solo e o estrato herbáceo da floresta. 2. Questão de pesquisa: a estrutura da vegetação do estrato herbáceo varia segundo a estrutura da vegetação arbórea e a disponibilidade de luz em ambientes florestais. 3. Abordagem: verificar se existe uma relação entre quantidade de luz no chão florestal e estrutura/diversidade do estrato herbáceo em diferentes fitofisionomias do PEI, por meio de medidas diretas e indiretas (luminosidade incidente e cobertura de dossel). 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, fatores abióticos, diversidade.

Grupo 11 Alice Celkevicius Danielle Sousa Gurgel Edilson Jacob Silva Junior Priscila Lopes de Abreu Santos Rafael Cardoso Pereira Orientador: Antonio Marques (Tim) Diversidade da fauna parietal de ambientes florestais e não florestais 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto).- A fauna parietal é caracterizada pela comunidade dos animais que ocupam afloramentos rochosos verticais ou inclinados. Estes ambientes, entretanto, podem estar localizados em áreas florestais ou não florestais, o que cria condições diferentes de exposição luminosa, temperatura e umidade da rocha, e finalmente regula a composição e abundância da fauna parietal. 2. Questão da pesquisa.- A fauna parietal de um afloramento em ambiente exposto epígeo tem diversidade diferente em relação à de hipógeo? 3. Abordagem (contendo as variáveis a serem investigadas e o material necessário).- Caracterização das faunas parietais em um ambiente parietal epígeo e um hipógeo. 4. Conceito(s) da disciplina empregado(s) no projeto.- Diversidade, Fatores abióticos (intensidade luminosa).

Grupo 12 Andre Gabriel Bacalu de Souza Fabio Kazuo Mazetto Juliana Trindade Jorge Matheus Arjona de Macedo Rodrigo Ramirez Frederico Orientador: Paulo Sano Estrutura da vegetação de dossel em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales, SP. 1. Problema (situação) no qual o projeto de insere (contexto): a Mata Atlântica é composta por fitofisionomias que variam em escala local, segundo o relevo, a altitude, a exposição à luz e a composição florística. No PEI, há fisionomias que vão da mata de fundo de vale a mata de topo de morro, com composição e estrutura distintas. 2. Questão de pesquisa: a vegetação do PEI varia segundo condicionantes locais e tal variação pode ser descrita em parâmetros quantitativos que refletem a estrutura dessa vegetação. 3. Abordagem: medida de parâmetros quantitativos associados à vegetação de fundo de vale e topo de morro, com amostragem significativa que reflita a estrutura de cada uma delas. 4. Conceitos da disciplina empregados: fatores bióticos, fatores abióticos, diversidade.