1. OBJECTODO REGULAMENTO



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Transcrição:

REGULAMENTO DO CONDOMINIO 1. OBJECTODO REGULAMENTO 1. 0 presente regulamento e aplicavel nas rela<;:6esentre os cond6minos do predio situado (a) que foi constituido em propriedade horizontal por escritura notarial de (b).../.../..., a fls do livro, e tem por fim estabelecer os direitos e deveres dos cond6minos e a competencia dos 6rgaos administrativos do predio. 2. Alem dos cond6minos, tambem os familiares, inquilinos, ou qualquer pessoa que resida no predio deve cumprir as regras deste regulamento. 3. Em tudo quanta este regulamento seja omisso, aplicar-se-ao as regras constantes dos Arts. 1414. a 1438.0-A do Titulo II, do Livro III do C6digo Civil sobre a Propriedade Horizontal e demais legisla<;:aoavulsa em vigor. 2.0 PERSONALIZACAo DO CONDOMINIO 0 administrador do condominio deve providenciar a inscri<;:aodo condominio como pessoa colectiva. 3.0 IDENTIFICACAo DAS FRACCOES 0 predio esta dividido em (c) frac<;:6esaut6nomas, com as identifica<;:6es, utiliza<;:6ese permilagens que constam em quadro anexo (Anexo 1). 4.0 IDENTIFICACAo DOS CONDOMINOS 1. Os cond6minos devem fornecer a sua identifica<;:ao ao administrador do condominio e, se nao viverem habitual mente no predio, devem tambem indicar a sua residencia habitual. (a) (b) (c) Morada do predio, n.o de descriyao na Conservat6ria do Registo Predial, n.o do art. de inscriyao na matriz predial Data da escritura de constituiyao da propriedade horizontal N" de fracyoes aut6nomas do predio

2. 0 administrador do condominio deve procurar manter actualizada uma lista com a identificayao dos cond6minos nos termos do numero anterior, devendo a mesma ser anexada a este regulamento(anexo2). 5.0 PARTES COMUNS Sao partes comuns deste predio: (d) a) solo, alicerces, pilares, paredes mestras e todos os elementos da estrutura do predio; b) telhados ou terrayos de cobertura; c) entrada do predio, escadas e corredores de passagem; d) instalayoes gerais de agua, electricidade, comunicayoes, gas e ar condicionado; e) condutas de lixo, bombas de agua e outras instalayoes mecanicas semelhantes; f) patios e jardins que envolvem 0 edificio; g) elevadores; h) casa do porteiro; i) garagens e outros lugares de estacionamento colectivos; j) arrecadayoes que sirvama mais do que um cond6mino; I) antenascolectivas; m) sala de condominia; 6.0 DEVERES DO CONDOMINO NA UTILlZAC;AO DA SUA FRACC;AO E DAS PARTES COMUNS 1. Pagar as quotas previstas no artigo 12.. 2. Nao conferir a fracyao um usa diferente do estipulado na constituiyao da propriedade horizontal, sem 0 acordo expresso de todos os cond6minos e a respectiva licenya camararia. d) Aredac,ao destas alineas deve ser adaptada a situa,ao especificado predio

3. Nao produzir ruidos que perturbem os vizinhos e respeitar sempre 0 periodo de repouso sem emissao de barulho entre as 21 hooe as 8hOO de 2.a a 6.a feira e todo 0 fim de semana. 4. Nao fazer fumos, nomeadamente assados de carvao ou queimadas, nas varandas, jardins, quintais ou qualquer parte envolvente do predio. 5. Nao estender roupas no exterior sem ser nos estendais colocados originariamente no predio e sem verificar se a roupa estendida nao prejudica os andares inferiores. 6. Guardar 0 lixo em sacos bem fechados que devem ser colocados nos contentores pr6prios, de modo a nao par em perigo a higiene e a saude dos moradores. 7. Respeitar as horas indicadas pela Camara respectiva e os locais apropriados para colocar os contentores do lixo na rua. 8. Nao despejar aguas, lan<;:ar lixos, pontas de cigarro ou detritos de qualquer natureza pelas janelas ou em areas que afectem os vizinhos. 9. Nao guardar nas partes comuns do predio bens pr6prios sem autoriza<;:aoexpressa da assembleia dos cond6minos, como e 0 caso de bicicletas, motas, vasilhame e arrumos varios. 10. Ter cuidados redobrados em rela<;:aoa higiene e sossego nas partes comuns quando possuir animais de estima<;:aoque possam suja-ias ou fazer barulho. 11. Nao alterar 0 arranjo estetico do ediffcio, nomeadamento com a instala<;:ao de marquises de aluminio, aparelhos de ar condicionado exteriores, toldos para 0 sol, placas publicitarias ou pintura da fachada da frac<;:aocom cores diferentes das do predio. 12. Comunicar a administra<;:ao do condominio onde e que pode ser contactado, em caso de ausenciasuperiora 10 dias. 13. Facultar ao administrador do condominio 0 acesso a frac<;:ao pr6pria, sempre que este 0 solicite.

14. Nao ter nenhum comportamento que prejudique 0 bem-estar ou ponha em risco a seguran9a dos vizinhos. 15. Respeitar e cumprir todas as delibera90es da assembleia de condominos. 7. OBRAS NAS FRACGOES AUTONOMAS 1. Quando pretender realizar obras que alterem a linha arquitectonica ou 0 arranjo estetico do ediffcio 0 condomino deve obter a aprova9ao de pelo menos 2/3 dos votos da assembleia de condominos e, se pretender dividir a sua frac9ao em novas frac90es, so 0 pode fazer se nenhum condomino se opuser a isso na assembleia. 2. 0 condomino pode fazer obras para juntar duas ou mais frac90es contfguas do predio sem precisar da autoriza9ao dos outros condominos. 3. Independentemente da autoriza9ao dos outros condominos, as obras deverao ser licenciadas pela Camara Municipal respectiva, nos termos da lei em vigor. 4. Antes de iniciar qualquer obra, 0 condomino deve comunicar ao administrador do condominio os trabalhos que vai realizar e a dura9ao dos mesmos. 5. 0 condomino deve fazer ou consentir que sejam feitas obras na sua frac9ao, sempre que esteja em causa a integridade e a seguran9a dos restantes condominos. 8. OBRAS DE CONSERVAGAO NAS PARTES COMUNS 1. As obras a realizar nas partes comuns devem ser aprovadas pela assembleia de condominos ou, se forem urgentes, podem ser ordenadas pelo administrador do condominio ou algum condomino, nos termos dos numeros seguintes. 2. Quando a assembleia aprovar a realiza9ao de obras nas partes comuns, 0 administrador do condominio deve enviar uma carta registada com

aviso de recep<;:aoaos cond6minos nao residentes e aqueles que, mesmo residentes, nao ten ham participado na assembleia que decidiu as obras. 3. Nessa carta, deve comunicar a natureza das obras e os or<;:amentosque existirem. Se os ausentes nada disserem nos 30 dias seguintes a recep<;:aoda carta, deve entender-se que nao se op6em a realiza<;:aodas obras nas condi<;:6esapresentadas.(e) 4. Qualquer obra que se revele urgente e cujo valor nao ultrapasse os (f) Euros, pode ser ordenada pelo administrador do condominio, sem carecer de previa aprova<;:aopela assembleia. 9.0 OBRAS DE INOVAQAONAS PARTESCOMUNS 1. S6 a assembleia de cond6minos pode decidir, com a aprova<;:ao de 2/3 do valor total do predio, a realiza<;:aode obras de inova<;:6es.(g) 2. Nenhuma inova<;:aopode prejudicar a utiliza<;:aode uma parte comum ou da frac<;:aode um cond6mino. 3. Eaplicavel a estas obras 0 disposto nos n.os 2 e 3 do artigo anterior. 10.0 ENCARGOSDOS CONDOMINOS 1. As despesas com 0 pagamento de servi<;:os de interesse comum, a utiliza<;:ao,a conserva<;:ao e a inova<;:aodas partes comuns devem ser pagas pelos cond6minos na respectiva propor<;:aodo valor da sua frac<;:ao em rela<;:aoao valor total do predio. 2. As despesas com a utiliza<;:aodas partes comuns e com 0 pagamento de servi<;:osde interesse comum podem, no entanto, ser divididas em partes iguais ou na medida da utiliza<;:aode cada cond6mino se, pelo menos 2/3 dos cond6minos, sem oposi<;:ao,assim decidirem em assembleia. (e) Esta comunica9ao deve ser enviada em carta registada com aviso de recep9ao m Valor a decidir pela assembleia de cond6minos que aprove este regulamento (g) Ver como se formam as maiorias no art.18. 0

3. As despesas com obras de inovayao das partes comuns devem ser pagas por todos os condominos a nao ser que algum recorra a tribunal e seja dispensado do pagamento. Neste caso, nao pode utilizar a inovayao que nao pagou. 11.0 FUNDO COMUM DE RESERVA 1. Os condominos devem contribuir para 0 Fundo Comum de Reserva, que corresponde a um fundo de maneio depositado no banco, para fazer face a despesas com a conservayao do predio. 2. 0 pagamento da comparticipayao para 0 Fundo sera incluido no valor da quota referida no Art. 12.0 e cada condomino deve comparticipar com 0 valor estipulado pela assembleia, que nunca sera inferior a 10% do montante da sua quota nas despesas correntes do predio. 3. 0 Fundo so pode ser utilizado para financiar obras de conservayao do predio e sera movimentado pelo administrador sempre e so quando haja uma deliberayao da assembleia nesse sentido. 12.0 QUOTAS 1. Os condominos estao obrigados ao pagamento de uma quota que representa a sua parte nas despesas correntes do predio - serviyos de interesse comum, utilizayao e conservayao ordinaria das partes comuns - e que inclui ainda a sua comparticipayao para 0 Fundo Comum de Reserva. 2. A assembleia de condominos deve decidir se 0 pagamento das quotas destinadas a cobrir as despesas correntes e feito mensal, trimestral ou semestralmente, devendo os condominos proceder ao pagamento das quotas no inicio de cada periodo a que as mesmas disserem respeito. 3. Para alem das quotas referidas nos dois numeros anteriores, pode a assembleia deliberar uma quotizayao extraordinaria destinada a fazer face a alguma despesa de conservayao ou de beneficiayao cujo valor ultrapasse as disponibilidades do fundo comum de reserva ou do fundo de maneio corrente do condominio.

4. 0 meio de pagamento sera aquele que a assembleia decida, dentro das seguintes hipoteses: a) entrega ao administrador; b) deposito na conta do condominia; c) transferencia bancaria para 0 condominio. 5. A falta de pagamento da quota nos 8 dias seguintes aquele em que devia ser paga, faz com que 0 condomino seja obrigado a pagar mais 50% do valor a que estava obrigado. 13.0 CONTAS BANCARIAS DO CONDOMINIO 1. 0 condominio deve possuir duas contas bancarias: uma conta de deposito a ordem destinada aos pagamentos e recebimentos correntes e uma conta de deposito a prazo onde devem ser depositados os montantes respeitantes as comparticipa<;:oes para 0 Fundo Comum de Reserva. 2. A conta de deposito a prazo do Fundo Comum de Reserva devera ser, preferencialmente, uma Conta Poupan<;:a-Condominio. 3. As contas bancarias sao movimentadas pelo administrador do condominio. 14.0 DIREITOS DOS CONDOMINOS 1. Os condominos tem 0 direito de utilizar nao so a sua frac<;:aocomo as partes comuns do predio. 2. Por outro lado, cabe-ihes 0 direito de participar na gestao do condominio, atraves da sua presen<;:anas assembleias onde se tomam as delibera<;:oesrespeitantes ao predio. 3. Os condominos tem direito a informa<;:aosobre os assuntos respeitantes ao predio, podendo para esse efeito solicitar ao administrador do condominio a apresenta<;:aodo livra de actas e outros documentos do predio.

15.0ASSEMBLEIA DE CONDOMINOS 1. A assembleia de cond6minos devera reunir obrigatoriamente na primeira quinzena de cada ana para aprecia<;:ao das contas do ultimo ana e aprova<;:aodo or<;:amento. 2. Para alem desta reuniao, 0 administrador ou cond6minos que representem 25% ou mais do valor do predio podem convocar reuni6es extraordinarias sempre que pretenderem colocar algum assunto do predio a discussao. 16.0 CONTAGEM DOS YOTOS Cad a cond6mino tem tantos votos quanta 0 total de unidades inteiras da percentagem ou permilagem de todas as frac<;:6es que possuir. (Consultar Anexo 1) 17.0 CONYOCAGAO DAS ASSEMBLEIAS 1. as cond6minos devem ser convocados com, pelo menos, 10 dias de antecedencia, at raves de carta registada ou mediante aviso convocat6rio feito com a mesma antecedencia, desde que haja recibo de recep<;:aoassinado pelos cond6minos. 2. A convocat6ria deve indicar 0 dia, 0 local e a ordem de trabalhos da reuniao, bem como os assuntos para cuja aprova<;:aoseja necessaria a unanimidade dos votos. 18.0 FORMAGAO DE MAIORIAS 1. Se nao comparecer 0 numero de cond6minos suficiente para formar maioria e na convocat6ria nao tiver sido desde logo fixada outra data, considera-se convocada nova reuniao para uma seman a depois, a mesma hora e no mesmo local.

2. Esta nova assembleia pode deliberar par maioria de votos dos cond6minos presentes, desde que representem pelo menos 1/4 do valor total do predio. 3. As delibera<;:oes que precisem de unanimidade dos votos do predio pod em ser aprovadas par unanimidade dos cond6minos presentes, desde que estes representem pela menos 2/3 do capital investido, sob condi<;:aode aprova<;:aoda delibera<;:aopelos cond6minos ausentes. 19.0 CONDOMINOS AUSENTES DAS ASSEMBLEIAS 1. As delibera<;:oes tem de ser comunicadas aos ausentes, par carta registada com aviso de recep<;:ao,no prazo de 30 dias. 2. as ausentes tem 90 dias para comunicar par escrito a assembleia a seu assentimento au discordancia. Se nao responderem, deve-se entender que aprovam a delibera<;:aocomunicada. 20.0 ACTAS DAS ASSEMBLEIAS 1. As aetas com a resumo das reunioes devem ser escritas pelo administrador au par qualquer terceiro que tenha participado na reuniao e assinadas par todos as cond6minos que ten ham estado presentes. 2 Devem mencionar a data e a local da reuniao, a ordem de trabalhos que constava na convocat6ria, as delibera<;:oes da assembleia sabre essa ordem de trabalhos e ainda qualquer outra questao com interesse. 21.0 IMPUGNACAO DAS DELIBERACOES DA ASSEMBLEIA 1. Se pretender impugnar uma decisao da assembleia, a cond6mino tem 10 dias, contados da delibera<;:aoau da sua comunica<;:ao,para exigir ao administrador a convoca<;:ao de uma assembleia extraordinaria para propor a anula<;:aodessa decisao, devendo a administrador num prazo de 20 dias. convoca-ia

2. 5e a assembleia extraordinaria nao anular a decisao, 0 cond6mino interessado podera ainda recorrer ao tribunal. 22.00 ADMINISTRADOR DO CONDOMINIO 1. 0 cargo de administrador do condominio, podera ser desempenhado por qualquer cond6mino a nao ser que exista no predio alguem que habite normalmente numa fracc;:ao como inquilino e seja reconhecido como pes so a id6nea, responsavel e voluntariosa e merec;:aa aprovac;:ao da maioria dos restantes cond6minos. 23.0 ELEI<;AODO ADMINISTRADOR 1. 0 administrador do condominio e eleito pelos cond6minos na assembleia, sendo 0 seu periodo de func;:6esnormalmente de um ano, a nao ser que se decida por outro prazo, mantendo-se sempre em func;:6esate que seja eleito 0 seu sucessor. 2. 5e a assembleia nilo eleger administrador, e se este nao tiver side nomeado judicialmente, as correspondentes func;:6es serao obrigatoriamente desempenhadas por um administrador provis6rio. 3. 5e nenhum cond6mino quiser exercer 0 cargo, deve ser escolhido aquele que tenha mais percentagem ou permilagem do valor total do predio. 5e existirem varios com os mesmos valores, como as fracc;:6es estao indicadas no Registo Predial por ordem alfabetica, deve ser escolhido 0 que tem a letra mais anterior. 4. Deve existir sempre na entrada do predio, ou noutro sitio visivel a todos os cond6minos, uma placa com a identificac;:ao do administrador do condominio.

24.0 REMUNERACAo DO ADMINISTRADOR Cabe a assembleia decidir se este cargo e remunerado ou nao e se for, quanta deve 0 administradordo condominioreceber.(h) 25.0 IMPUGNACAODOS ACTOS DO ADMINISTRADOR 0 cond6mino que nao concordar com um acto do administrador do condominio pode convocar uma assembleia extraordinaria para reclamar desse acto. 26.0 FUNCOES DO ADMINISTRADOR Compete ao administrador: 1. Convocar a assembleia de cond6minos; 2. Elaborar os orc;amentos anuais de receitas e despesas; 3. Cobrar as receitas e efectuar as despesas comuns; 4. Prestar contas a assembleia; 5. Gerir duas contas bancarias do condominio: uma para as contas correntes e outra para 0 Fundo Comum de Reserva. 6. Executar as deliberac;oes da assembleia; 7. Realizar as reparac;oes no predio e outros actos necessarios a conservac;ao dos bens comuns; 8. Regular 0 usa das coisas comuns e a prestac;ao dos servic;os de interesse comum; 9. Representar 0 condominio perante as autoridades administrativas e judiciais; 10. Transmitir aos cond6minos todas as notificac;oes que venha a receber das autoridades administrativas; 11. Assegurar a execuc;ao do regulamento e das disposic;oes legais e administrativas relativas ao condominia; 12. Guardar e manter todos os documentos que digam respeito ao condominia; (h) Uma das formas de pagar uma retribuiyao ao administrador e liberta-io do pagamento da quota do condominio, desde que, como e 6bvio, 0 administrador seja um cond6mino

13. Oar uma c6pia do regulamento do condominio a todas as pessoas que vivam no pn3dio, mesmo que nao sejam proprietarias dos andares, como e 0 caso dos inquilinos. 14. Transmitir aos cond6minos nao residentes todos os factos relevantes da vida do condominio. 27.0 RESPONSABILIDADE CIVIL 1. A responsabilidade civil por danos causados pelo im6vel ou por factos que respeitem ao condominio, reparte-se entre os cond6minos na praporyao das suas fracyoes. 2. A responsabilidade civil por danos causados pelos cond6minos, seus familiares, empregados e pessoas a quem tenham facultado 0 uso da fracyao, onerosa ou gratuitamente, sera da responsabilidade do cond6mino, independentemente dos direitos que possa vir a fazer valer sobre os causadores dos factos. 28.0SEGUROS 1. 0 Seguro de Incendio do predio e obrigat6rio, devendo todos os cond6minos possuir e manter actualizado 0 referido segura, cobrindo a sua fracyao e a quota-parte de zonas comuns dos riscos de incendio. 2. Para efeitos do numero anterior, devem os cond6minos comunicar ao administrador a existencia de segura de incendio das fracyoes de que sac proprietarios, indicando 0 nome da companhia seguradora, numero de ap61ice e valor segura, facultando c6pia do contrato ou do ultimo recibo. 3. Eobrigat6ria a actualizayao anual do seguro contra 0 risco de incendio. 4. No caso de rescindirem 0 contrato de seguro, os cond6minos devem comunicar imediatamente 0 facto ao administrador. Caso nao celebrem um novo seguro, 0 administrador deve efectua-io pelo valor que, para 0 efeito tenha side fixado em assembleia, ficando com 0 direito de reaver 0 respectivo premio.

5. 0 pessoal afecto aos servi90s comuns devera estar seguro contra 0 risco de acidentes de trabalho, por valor correspondente aos seus ordenados. 29.0 LlTIGIOS E PENALIDADES 1. Os litfgios provenientes de divergencias entre cond6minos e/ou entre estes e 0 administrador, serao resolvidos pel a assembleia de cond6minos, depois de ouvidas as partes em desacordo. 2. Nao sendo possivel a resolu9ao em assembleia, e con so ante a gravidade dos factos, serao resolvidos os litfgios atraves de recurso ao Tribunal do Foro da Comarca da area da situa9ao do predio. 3. As normas deste regulamento, as delibera90es da assembleia e as ordens que para a sua execu9ao emanem do administrador, devem ser escrupulosamente respeitadas pelos cond6minos, moradores e demais utentes do predio. 4. Quando 0 administrador, depois de 0 tentar, nao consiga fazer cumprir 0 disposto no numero anterior, pode propor a assembleia, por escrito, expondo os seus fundamentos, a aplica9ao de multas ou penalidades ao infractor, com valor variavel entre 5 Euros e 37,50 Euros, sem preju[zo de outras medidas que incluam a indemniza9ao para repara9ao de danos. 5. 0 produto das multas e dos juros bancarios sera contabilizado como receita extraordinaria. 30.0 APROVA<;AoE ALTERA<;AoDO REGULAMENTO 0 presente regulamento ou qualquer altera9ao que Ihe seja introduzida, necessita da aprova9ao em assembleia de cond6minos com uma maioria qualificada de 2/3 dos votos do expressos do valor total do predio.

31.0 ENTRADAEMVIGORDO REGULAMENTO 0 Regulamento ou qualquer alteragao entra em vigor 30 dias ap6s a sua aprovagaoem assembleia.

ANEXO 1: Identifica~ao das frac~oes

ANEXO 2: Identifica~ao dos cond6minos 44

ANEXO 3: EXEMPLOS DE PREENCHIMENTO Identifica~ao das frac~6es A r/c Dt 23,6% 23 habitac;:ao B I r/c Fte. 25,4% 25 habitac;:ao C I r/c Esq.o I 23,6% 23 comercio D r/c Tras. I 25,4% 25 comercio Identifica~ao dos cond6minos A r/c Dt Luis Manuel Silva 23 no predio B r/c Fte. Antonio Pereira 25 R. Azul, 23-4, Canec;:as C r/c Esq.o Lurdes dos Santos 23 Av. Branca, 153 Lisboa D I r/c Tras. Soci, Lda 25 no predio