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Transcrição:

Otosynalar fluocinolona acetonida sulfato de polimixina B sulfato de neomicina cloridrato de lidocaína Roche Glicocorticoides tópicos IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome do produto: Otosynalar Nome genérico: fluocinolona acetonida + sulfato de polimixina B + sulfato de neomicina + cloridrato de lidocaína Forma farmacêutica, via de administração e apresentação Solução otológica. Embalagem com 1 frasco de 5 ml com bico conta-gotas. USO ADULTO E PEDIÁTRICO Composição Princípio ativo: Cada ml contém: Fluocinolona acetonida... 0,250 mg Sulfato de polimixina B... 10.000 UI Neomicina base... 3,50 mg (equivalente a 5,00 mg de sulfato de neomicina) Cloridrato de lidocaína...... 20,00 mg Excipientes: ácido cítrico, propilenoglicol, hidróxido de sódio e água purificada q.s.p 1mL Cada 1 ml equivale a, aproximadamente, 24 gotas. INFORMAÇÕES AO PACIENTE Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico. 1. AÇÃO DO MEDICAMENTO Otosynalar é uma associação medicamentosa para tratamento tópico das afecções do ouvido externo (conduto auditivo externo). 2. INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO Otite externa e outras condições inflamatórias que respondem à corticoterapia em que uma infecção bacteriana esteja presente ou suspeitada. 3. RISCOS DO MEDICAMENTO 1

Contraindicações O uso de Otosynalar é contraindicado para os casos de hipersensibilidade aos componentes da formulação, nas perfurações do tímpano e também no herpes simples, vacina e varicela. O uso em crianças deve-se limitar a curto espaço de tempo e ao uso de menor quantidade possível do produto, mas que sejam condizentes com o tratamento eficaz. Não há contraindicação relativa às faixas etárias. Otosynalar deve ser empregado sob prescrição médica e de acordo com o modo de usar e a posologia indicados nesta bula. Atenção: este medicamento deve ser aplicado apenas no ouvido. Este medicamento não se destina a uso oftálmico. Advertências e precauções O uso prolongado de corticosteroides tópicos pode produzir atrofia da pele e dos tecidos subcutâneos. Os glicocorticoides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Otosynalar não é recomendado no primeiro trimestre da gravidez. Se for usado no segundo trimestre, deve-se avaliar os benefícios esperados perante os perigos potenciais ao feto. O uso prolongado pode resultar em crescimento excessivo de bactérias e fungos não susceptíveis. Uma vez que não se tem observado atividade sistêmica com as doses terapêuticas de Otosynalar, deve-se tomar cuidado ao transferir paciente sob corticoterapia sistêmica para Otosynalar, se houver uma suspeita de função adrenal prejudicada. A administração de corticosteroides tópicos à criança deve-se restringir a curto período de tempo e à menor quantidade possível do produto, compatíveis com um regime terapêutico eficaz. Podem ocorrer reações cruzadas alérgicas que poderão impedir o uso futuro de kanamicina, paranomicina e estreptomicina. Esta preparação não se destina a uso oftálmico. Interações medicamentosas Os componentes de Otosynalar polimixina B, o sulfato de neomicina e o cloridrato de lidocaína podem apresentar interações com diversos medicamentos, conforme descrito a seguir: Fluocinolona acetonida: não há interações medicamentosas conhecidas ou relevantes. Polimixina B: bloqueadores neuromusculares, como alcuronium, pancuronium e tubocurarina; antibióticos, como amicacina, penicilina G, ampicilina e cefalosporinas; antifúngicos, como a anfotericina B; prednisona; ranitidina; e também vitaminas do complexo B e vitamina C. Sulfato de neomicina: bloqueadores neuromusculares, como alcuronium e pipecuronium; antibióticos, como amoxicilina, ampicilina e penicilina G; diuréticos, como a furosemida; digoxina; 2

anticoagulantes, como a varfarina e dicumarol; quinolonas, como a floxacina; e antineoplásicos, como o metotrexato. Cloridrato de lidocaína: broncodilatadores, como aminofilina; antiarrítmicos, como amiodarona; antibióticos, como ampicilina, cefalosporinas e gentamicina; antifúngicos, como a anfotericina B; digoxina; betabloqueadores, como o labetolol e sulfas; entre outros. Entretanto, tais interações são mínimas, dada a baixa concentração dos componentes e a via de administração. No último relatório de segurança, no período de janeiro de 2001 a dezembro de 2004, não foram relatadas interações medicamentosas. Gravidez e lactação Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não é recomendado o uso deste produto no primeiro trimestre da gravidez, e, no segundo trimestre, deve-se avaliar os benefícios perante os riscos que podem advir ao feto. Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. 4. MODO DE USO Dose inicial usual Três ou quatro gotas instiladas no ouvido, duas a quatro vezes ao dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. 5. REAÇÕES ADVERSAS Sistema imune: hipersensibilidade Sistema nervoso central: tontura, cefaleia, tremor, hipersônia, paralisia facial, sensação de queimação, disgeusia, parestesia, sonolência. Alterações visuais: irritação nos olhos, vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, edema palpebral. Distúrbios auditivos e vestibulares: dor no ouvido, zumbido no ouvido, diminuição da audição, distúrbios auditivos e desconforto auditivo. Pele e anexos: prurido, alterações na pele, alterações de pigmentação, dor no local de aplicação, dermatite acneiforme, rash, eritema, nódulos na pele, sensação de ardor, coceira, irritação, secura, foliculite, hipertricose, dermatite alérgica de contato, infecção secundária e atrofia da pele. 3

Distúrbios cardiocirculatórios: palidez, hiperemia, hipertensão arterial. Distúrbios respiratórios: hipoestesia faringeal, dispneia, desconforto nasal, dor faríngea. Distúrbios gastrintestinais: vômito, diarreia, náusea, hipoestesia oral, discinesia, disfagia, dor abdominal, hematoquezia, dor epigástrica e no quadrante superior do abdome que corresponde à região do fígado. Malformações congênitas, genéticas ou familiares: dimorfismo facial. Têm sido relatadas ototoxicidade e nefrotoxicidade com o uso tópico de neomicina. 6. CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSE Não há evidência de que, ao exceder as doses máximas recomendadas, se obtenha maior eficácia; portanto, doses maiores devem ser evitadas. 7. CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Manter bem fechado e evitar contaminação do frasco. Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). Não tome o medicamento após a data de validade indicada na embalagem. Pode ser prejudicial à saúde. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE 1. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS A terapêutica tópica das OTITES externas exige, em geral, a instituição simultânea de um medicamento capaz de corrigir o fator inflamatório, de tanta importância nas otites e responsáveis pela dor em muitos casos, e de um antibiótico ou associação antibiótica eficaz contra os germes mais habitualmente responsáveis pelos processos infecciosos auriculares. No primeiro estágio, o fluocinolona acetonida constitui o esteroide antiinflamatório tópico que dá lugar, de um modo rápido, à regressão da sintomatologia inflamatória ou alérgica e ao quadro subjetivo que a acompanha. O fluocinolona acetonida é capaz, por si só, de corrigir os quadros de eczema e prurido do ouvido externo, assim como grande número de otites externas, tão frequentemente de origem alérgica. Por outra parte, a otalgia que acompanha essas síndromes também desaparece ou é substancialmente aliviada. Em veículo adequado, Otosynalar se difunde nas secreções próprias das otites e chega à lesão, levando a cabo sua ação anti-inflamatória. A polimixina B constitui um antibiótico bactericida eficaz no combate aos germes gram-negativos, que são habitualmente responsáveis pelas infecções auriculares. 4

A neomicina, antibiótico de largo espectro e de notável estabilidade, não só reforça a atividade da polimixina B sobre alguns germes, como também aumenta o campo de ação antibiótica. O cloridrato de lidocaína, como anestésico local, combate o sintoma dor, tão frequente nas afecções do ouvido. O propilenoglicol, que aparece como veículo solvente da fluocinolona, facilita a penetração das substâncias ativas. Otosynalar constitui, por conseguinte, medicamento eficaz nas síndromes otológicas externas, nas quais, ao mesmo tempo em que corrige a inflamação e a infecção, faz desaparecer os sintomas subjetivos (prurido, ardor e dor). 2. RESULTADOS DE EFICÁCIA Eficaz no tratamento de otite externa em crianças e adultos, 81% e 71%, respectivamente, nas otites causadas por Staphylococcus aureus e Pseudomonas, de eficácia similar ao uso de ofloxacina tópica. 1 Referência bibliográfica: 1. Jones RN, Milazzo J & Seidin M. Ofloxacin otic solution for treatment of otitis externa in children and adults. Arch Otolaryngol Head Neck Surg 1997;123:1193-1200. 3. INDICAÇÕES Otite externa e outras condições inflamatórias que respondem à corticoterapia em que infecção bacteriana esteja presente ou suspeitada. 4. CONTRAINDICAÇÕES 1. Infecções do ouvido, micótica ou virais, não tratadas. 2. Herpes simples, vacina e varicela. 3. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. 4. Nas perfurações timpânicas. 5. MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO Modo de usar: vide item Posologia. Cuidados de conservação depois de aberto: conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). 6. POSOLOGIA Dose inicial usual Três ou quatro gotas instiladas no ouvido, duas a quatro vezes ao dia. 7. ADVERTÊNCIAS O uso prolongado de corticosteroides tópicos pode produzir atrofia da pele e dos tecidos subcutâneos. Os glicocorticoides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. 5

Otosynalar não é recomendado no primeiro trimestre da gravidez. Se for usado no segundo trimestre, deve-se avaliar os benefícios esperados perante os perigos potenciais ao feto. O uso prolongado pode resultar em crescimento excessivo de bactérias e fungos não susceptíveis. Uma vez que não se tem observado atividade sistêmica com as doses terapêuticas de Otosynalar, deve-se tomar cuidado ao transferir paciente sob corticoterapia sistêmica para Otosynalar, se houver uma suspeita de função adrenal prejudicada. A administração de corticosteroides tópicos à criança deve-se restringir a um curto período de tempo e à menor quantidade possível do produto, compatíveis com um regime terapêutico eficaz. Podem ocorrer reações cruzadas alérgicas que poderão impedir o uso futuro de kanamicina, paranomicina e estreptomicina. Esta preparação não se destina a uso oftálmico. Gravidez e lactação Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não é recomendado o uso do produto no primeiro trimestre da gravidez, e, no segundo trimestre, deve-se avaliar os benefícios perante os riscos que podem advir ao feto. 8. USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO No último relatório de segurança realizado de janeiro de 2001 a dezembro de 2004, apenas nove pacientes acima de 60 anos apresentaram eventos adversos após o uso de Otosynalar, sendo 44,4% dos eventos reportados erro de medicação e 1 caso sério de aumento da pressão arterial em um paciente de 65 anos com história prévia de hipertensão. 9. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Os componentes de Otosynalar polimixina B, o sulfato de neomicina e o cloridrato de lidocaína - podem apresentar interações com diversos medicamentos, conforme descrito a seguir: Fluocinolona acetonida: não há interações medicamentosas conhecidas e relevantes. Polimixina B: bloqueadores neuromusculares, como alcuronium, pancuronium e tubocurarina; antibióticos, como amicacina, penicilina G, ampicilina e cefalosporinas; antifúngicos, como a anfotericina B; prednisona; ranitidina; e também vitaminas do complexo B e vitamina C. Sulfato de neomicina: bloqueadores neuromusculares, como alcuronium e pipecuronium; antibióticos, como amoxicilina, ampicilina e penicilina G; diuréticos, como a furosemida; digoxina; anticoagulantes, como a varfarina e dicumarol; quinolonas, como a floxacina; e antineoplásicos, como o metotrexato. Cloridrato de lidocaína: broncodilatadores, como aminofilina; antiarrítmicos, como amiodarona; antibiótico,s como ampicilina, cefalosporinas e gentamicina; antifúngicos, como a anfotericina B; digoxina; betabloqueadores, como o labetolol e sulfas; entre outros. Entretanto, tais interações são mínimas, dada a baixa concentração dos componentes e a via de administração. No último relatório de segurança, no período de janeiro de 2001 a dezembro de 2004, não foram relatadas interações medicamentosas. 6

10. REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS Sistema imune: hipersensibilidade Sistema nervoso central: tontura, cefaleia, tremor, hipersônia, paralisia facial, sensação de queimação, disgeusia, parestesia, sonolência. Alterações visuais: irritação nos olhos, vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, edema palpebral. Distúrbios auditivos e vestibulares: dor no ouvido, zumbido no ouvido, diminuição da audição, distúrbios auditivos e desconforto auditivo. Pele e anexos: prurido, alterações na pele, alterações de pigmentação, dor no local de aplicação, dermatite acneiforme, rash, eritema, nódulos na pele, sensação de ardor, coceira, irritação, secura, foliculite, hipertricose, dermatite alérgica de contato, infecção secundária e atrofia da pele. Distúrbios cardiocirculatórios: palidez, hiperemia, hipertensão arterial. Distúrbios respiratórios: hipoestesia faringeal, dispneia, desconforto nasal, dor faríngea. Distúrbios gastrintestinais: vômito, diarreia, náusea, hipoestesia oral, discinesia, disfagia, dor abdominal, hematoquezia, dor epigástrica e no quadrante superior do abdome que corresponde à região do fígado. Malformações congênitas, genéticas ou familiares: dimorfismo facial. Têm sido relatadas ototoxicidade e nefrotoxicidade com o uso tópico de neomicina. 11. SUPERDOSE Não há evidência de que, ao exceder as doses máximas recomendadas, se obtenha maior eficácia; portanto, doses maiores devem ser evitadas. 12. ARMAZENAGEM Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Manter bem fechado e evitar contaminação do frasco. Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). Não tome o medicamento após a data de validade indicada na embalagem. Pode ser prejudicial à saúde. MS-1.0100.0562 Farm. Resp.: Guilherme N. Ferreira - CRF-RJ n º 4288 Fabricado por: Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Est. dos Bandeirantes, 2020 CEP 22775-109 - Rio de Janeiro - RJ CNPJ: 33.009.945/0023-39 Indústria Brasileira Serviço Gratuito de Informações 0800 7720 289 www.roche.com.br R VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. 7

N O do lote, data de fabricação, prazo de validade: vide cartucho. V.007 8