A Runa da semana amor Lançamos as pedras e trazemos Gebo anunciando uma mudança nos relacionamentos. Dicas importantes para os casais e a para quem quer formar um casal. Gebo traz oportunidades. Saiba tudo sobre a Runa da Semana e o amor. Dicas imperdíveis, peça agora: A sabedoria das runas foi deixada aos Vikings pelo deus nórdico Odin, para que os homens a ela recorressem, para se divinizar e para obter um sábio aconselhamento quando necessário. Odin se submeteu a um supremo ato de auto sacrifício para obter o conhecimento secreto das runas. Permaneceu suspenso, por nove dias e nove noites, pendurado pela lança, de cabeça para baixo no Yggdrasil, a árvore do mundo, até se dar conta das pedras rúnicas no chão. Esticando-se com dificuldade conseguiu apanhá-las, sendo então libertado pela magia destas pedras e, por iluminação, aprendeu os conhecimentos e poderes mágicos das runas. Odin transmitiu à humanidade esse conhecimento obtido sobre as palavras mágicas e também de como registrar essas palavras através do alfabeto rúnico.
Odin distribuiu as vinte e quatro runas entre três deuses: Hagal, Freya e Tyr.(Fonte: culturabrasil.org) Tarot da semana para o amor A carta dessa semana na tirada para o Amor revela que precisamos voltar a nossa pureza interior e fugir de mentiras e mentirinhas. Fala também de um perigo que pode estar cercando o seu relacionamento e que pode ser evitado imediatamente. Peça a leitura e fortaleça o seu relacionamento. Neste momento você está: Só As associações entre Tarô e Mitologia se fazem de modo relativamente simples e direto. Os mitos gregos, em particular, constituem uma das fontes relevantes para atribuir sentido às figurações dos arcanos maiores. Como os estudiosos do Tarô e das linguagens simbólicas reconhecem, o padrão de racionalidade do pensamento moderno é insuficiente para abordar certos níveis da realidade na qual nos encontramos.
E, no cenário da cultura ocidental que rompeu com a ortodoxia cristã, em razão das crises sucessivas de suas instituições religiosas a necessidade de uma linguagem simbólica foi preenchida em grande parte, após o Renascimento, pela mitologia greco-romana. Que sem ajuda do mito seria muito mais difícil dar conta de certos níveis da condição do homem, que o digam Freud e Jung, que recorreram profusamente aos mitos para transmitir aspectos mais sutis de suas observações!(fonte: Clube do Tarot) Sonhos e amor O que significam os sonhos de amor? Gosto sempre de lembrar que a menos que você tenha dons premonitórios, sonhar apenas uma vez com alguma coisa quase sempre não significa nada. O que torna um sonho especial é a sua repetição. Então, quando você começa a sonhar dias e dias com a mesma coisa, ou a mesma pessoa ou situação, isso pode ter um significado especial. Aqui, neste mini dicionário, sonhos relativos ao Amor e ao Namoro. Imperdível. Peça agora:
Os anjos estão em toda parte. prontos para ouvir-nos. Não estamos sozinhos, nem nas alegrias e muito menos nas aflições. Conte com o seu anjo guardião. Anjos estão sempre prontos para auxiliar-nos em decisões, em conflitos, doenças e também, é claro, nos momentos de comemoração e júbilo. O amor e a hora em que você nasceu O relógio do Amor Você tem um jeito próprio de amar, marcado pela posição dos planetas na hora em que nasceu. Conheça suas características, reforce suas qualidades e corrija seus defeito, guiado pelo Relógio do Amor. As dicas se aplicam a mulheres e homens. Que hora você nasceu?
A Astrologia começa a tomar forma na Mesopotâmia, onde se utilizava as previsões astronômicas para se fazer calendários agrícolas,além de se prever a sorte do soberano, do Estado e de todos os fatos importantes da vida pública. À partir daí, se espalhou em todas as direções: Pérsia, Índia, Arábia, Egito, Grécia. Cartas estelares egípcias anteriores a 4200 a.c., monumentos em Babilônia e Ur (como os famosos zigurates, de 2000 a.c.), eram utilizados para observar o céu e prever eclipses. A Astrologia chega à Grécia através de Beroso (280 a.c.), vindo da Mesopotâmia para ensinar em Cós, assim como Cono de Samos, amigo de Arquimedes. Ao relacionar os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) com os quatro princípios elementares (quente, frio, seco e úmido), Aristóteles contribui para fixar o código de interpretação astrológica. Hipócrates, pai da medicina, observava no organismo humano uma correspondência com os ritmos próprios da natureza: o ciclo de enfermidades e os dias críticos. Segundo ele, o médico que não conhecesse a Astrologia não teria o direito de tocar em um doente. ROMA Virgílio, nas suas Geórgicas, deixa a Astrologia guiar sua obra poética. Manilius, no seu Astronomicon, celebra a Astrologia como uma revelação divina. Sêneca lhe consagra uma parte em suas Questões Naturais. Ao imprimir seu signo (Capricórnio) em uma moeda da época, Augusto refletia a tendência vigente, quando as grandes famílias e os imperadores possuíam seus astrólogos favoritos. Fonte : IOL: http://www.portaliol.com