MONTAGEM DE KIT DE ELETRÔNICA

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Transcrição:

MONTAGEM DE KIT DE ELETRÔNICA 1) O trabalho consiste em montagem de um kit de eletrônica. O objetivo é para que o aluno que não possui nenhuma experiência em montagem de circuitos eletrônicos se familiarize com o processo e montagem dos componentes eletrônicos. a) A montagem é individual devido à simplicidade do trabalho; b) Deverá ser escolhido um dentre os 20 kits relacionados no item 5. Opcionalmente, poderá ser escolhido um kit não relacionado no item 5 através do site: www.emarkeletronica.com.br, desde que o seu valor mínimo seja de R$ 30,00 (para manter o nível de complexidade homogêneo); c) A aquisição do kit pode ser efetuada através do site indicado ou na loja física (ver item 5); d) Para montagem no Laboratório de Eletrônica (44-A), deverá ser efetuado agendamento no laboratório com o Instrutor Israel; e) A apresentação do circuito funcionando será no dia 23/06/2017 para alunos da turma A e no dia 30/06/2017 para alunos da turma B. 2) Noções sobre soldagem Figura 9 Material para treinamento de soldagem. a) Transistor b) Capacitores c) Resistores d) Garras jacaré e) Placa universal f) Solda g) Ferro de soldar h) Sugador de solda Soldagem Ligue o ferro de soldar e espere cerca de 1 minuto até que esteja na temperatura ideal. Para verificar se a temperatura está boa, encoste a ponta do fio de solda na ponta do ferro de soldar. A solda deverá derreter com facilidade. Vamos começar soldando um resistor. Coloque o resistor encaixado em dois furos da placa universal de circuito impresso. Feito isso, aqueça com a ponta do ferro de soldar o terminal do resistor e o cobre da placa de circuito impresso (figura 10). Ambos devem ser aquecidos para que a solda possa derreter facilmente. Encoste agora a ponta do fio de solda na junção aquecida entre a placa e o terminal do resistor. Mantenha o tempo todo a ponta do ferro de soldar também encostando nessa junção. A solda deverá derreter uniformemente. Afaste o fio de solda e depois o ferro de soldar. Dentro de aproximadamente dois ou três segundos a solda estará sólida. Use o alicate de corte para retirar o excesso do terminal do resistor que sobrou. 1/8

Figura 10 Soldagem de um resistor. Treine a soldagem com os resistores e com os capacitores. Não exagere na quantidade de solda. Deve ficar uma quantidade semelhante à que você observa nas placas do computador. Não sopre a solda para que esfrie. Espere três segundos e a solda esfriará sozinha. Não mova o componente enquanto a solda ainda não estiver solidificada. Na soldagem de transistores e circuitos integrados você deverá tomar um pouco mais de cuidado, pois são muito sensíveis ao calor. Se o ferro de soldar ficar encostado em seus terminais por mais de cinco segundos poderá danificá-lo. Para reduzir o calor no transistor (o objetivo é esquentar apenas a parte que será soldada) prenda uma garra jacaré no terminal do transistor que estiver sendo soldado, do outro lado da placa, como indicado na figura 11. Figura 11 Soldagem de um transistor. Quando for realizar uma soldagem "prá valer", lembre-se que a maioria dos componentes possuem polaridade, ou seja, uma posição correta para encaixe. Normalmente existe alguma indicação da posição correta na placa de circuito impresso. Se não existir tal indicação anote a posição correta antes de retirar o componente defeituoso, para que o novo componente seja posicionado com a polaridade correta. Alguns componentes simplesmente não funcionam se forem soldados de forma invertida (Ex.: diodos, LEDs). Outros podem ser permanentemente danificados pela inversão (transistores, capacitores eletrolíticos, chips). Dessoldagem A dessoldagem é um pouco mais fácil no caso de resistores, capacitores, diodos e transistores. No caso de chips é mais difícil devido ao grande número de terminais. O sugador de solda possui um êmbolo de pressão que remove a solda derretida dos circuitos. A figura 12 mostra como operá-lo. Primeiro pressione o seu êmbolo, depois aproxime o seu bico da solda derretida e pressione o botão para que o bico sugue a solda. O sugador puxará a solda derretida para o seu interior. Aperte novamente o êmbolo para que possa expelir a solda retirada, já no estado sólido. 2/8

Figura 12 Usando o sugador de solda. Arme o sugador de solda pressionando o êmbolo para baixo e deixando-o pronto para sugar. Encoste o ferro de solda quente no ponto de solda que você quer re-mover. A solda deverá derreter. Se estiver difícil de derreter, coloque um pingo de solda nova na ponta do ferro de soldar para facilitar a condução térmica, derre-tendo mais facilmente a solda da junção a ser desfeita. Sem tirar a ponta do ferro de soldar, encoste o bico do sugador (figura 13) na solda derretida e dispare. Se o com-ponente não ficar totalmente solto, encaixe uma chave de fenda e puxe-o leve-mente, usando a chave como alavanca. Encoste agora o ferro de soldar novamente no terminal e o componente sairá com facilidade. Figura 13 Dessoldando componentes. 3) Montagem do Transistor de Potência ou TRIAC com dissipador de calor (se houver). O dissipador de calor de 4 aletas precisa ser furado com uma broca de 4mm. Na montagem do componente no dissipador utilizaremos pasta-térmica, mica e parafuso com bucha plástica. Dessa forma, o dissipador ficará isolado das tensões do circuito. Utilize uma broca de diâmetro maior, por exemplo, uma broca de 12mm para remover as rebarbas de alumínio. Para remover as rebarbas basta girar a broca com a mão. Deve-se procurar deixar uma superfície o mais lisa possível, pois as felpas de alumínio cortam a mica, formando um contato elétrico entre o componente e o dissipador. 3/8

Passe uma pequena camada de pasta-térmica no componente. Não é preciso exagerar na pasta térmica, uma pequena camada é suficiente para melhorar o contato térmico entre o componente, a mica e o dissipador. Coloque a mica (se necessário, recorte a mica com uma tesoura para que entre no espaço entre as aletas internas), passe pasta térmica no dissipador, coloque a mica e, sobre essa, o componente. Prenda o conjunto com o parafuso, bucha plástica, arruela e a porca. Porca TRIAC Dissipador 4) Componentes eletrônicos. Potenciômetro: a c b a c b 4/8

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5) KITS EMARK ELETRÔNICA Rua dos Gusmões, 247 Santa Efigênia / São Paulo -SP (11) 3221-7725 Obs.: Ligar para a lojinha para verificar a disponibilidade ou encomenda do kit. http://www.emarkeletronica.com.br/pagina-categoria/58-0 a) MICRO AMPLIFICADOR ESPIÃO (067/14) Incrível desempenho, super-sensível, altíssimo ganho! Para "escuta à distância", "telescópio acústico", aparelho de surdez etc.. b) BARREIRA INFRA-VERMELHO PROFISSIONAL (211/43) Módulo duplo, formado pelo emissor (BIVEP-E) e pelo receptor (BIVEP-R) estabelecendo uma "barreira invisível" de proteção em passagens, portas, locais cujo acesso ou "pen... c) SEGREDO DIGITAL PROGRAMÁVEL (377/71) Dispositivo de segurança multi-aplicável, em casa, no local de trabalho ou no veículo, com saída por relê de potência, para cargas de até 1 DA (ou 1 KW) em C.C. ou C.A.... R$30,00 d) ALARME DE PRESENÇA OU PASSAGEM (007/02) Radar ótico sensível, fácil instalação. AVISO POR "BIP" temporizado... e) ALARME DE PORTA SUPER-ECONÔMICO (008/03) Proteção simples e eficiente para portas, janelas, vitrines, etc. Ideal para iniciantes... f) ALARME/SENSOR DE APROXIMAÇÃO TEMPORIZADO (016/05) "Radar capacitivo" sensível, temporizado, com saída potente para cargas de 10A. (1000W em 100 ou 2000W em 220)... g) SUPER SENTE-GENTE (098/19) "Vigia Eletrônico" para monitorar e avisar presença de pessoas em áreas ou passagens controladas! "Radar Ótico" sensível, multi-aplicável em instalação de segurança... h) ALARME INDUSTRIAL DE NÃO-ROTAÇÃO (176/34) Emite um aviso sonoro quando sente a queda na rotação de motores, volantes, polias ou engrenagens... i) PORTEIRO AUTOMÁTICO (183/37) Um verdadeiro mordomo-robô, vigia, cortês. Quando algum visitante noturno tocar a campainha, liga automático e temporizado a luz de entrada da residência. Não há alteraçã... R$30,00 6/8

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