Memória involuntária

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Transcrição:

Memória involuntária Cyro Almeida e Mestre Júlio Santos A tentativa de expressar na criação de imagens algumas inquietações geracionais e promover um encontro entre diversas temporalidades é o que impele este trabalho. A proposta baseia-se na recriação de cenas a partir de fotografias já existentes de adolescentes e jovens e que estejam publicadas no instagram e no facebook. O trabalho consiste em mapear nas mídias sociais fotografias que denotem um gesto de autorepresentação contemporânea em alguns jovens e convidá-los a reencenar suas performances para uma nova fotografia. As capturas são feitas por Cyro Almeida com película p&b em uma câmera de médio formato, cujas ampliações são posteriormente coloridas à óleo e pastel por Júlio Santos, mestre da fotopintura no Brasil. Unir a imagem de pessoas jovens, portadoras de uma aparência e um gesto contemporâneos, com a fotopintura tradicional, suporte que nos remete à primeira vista ao antigo e ao lânguido, traz a tensão no encontro de temporalidades contrastantes juventude e velhice, memória e esquecimento, vida e morte ressignificando costumes de visualidades fortemente estabelecidos.

Hillary, da série Memória involuntária

Jéssica Luana, da série Memória involuntária

Murilo, da série Memória involuntária

Teté, da série Memória involuntária

Jorge, da série Memória involuntária

Dayane, da série Memória involuntária

Leonardo, da série Memória involuntária

João Neto, da série Memória involuntária

Izaque, da série Memória involuntária

Jhessy, da série Memória involuntária

Kendoll, da série Memória involuntária

João Campos, da série Memória involuntária

apresentação Graduado em psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009), fotógrafo documentarista e artista visual. De 2010 a 2012 realizou a série Dandara, fruto de sua vivência na comunidade homônima do movimento semteto em Belo Horizonte. As imagens desta série compuseram a exposição individual Dandara no Palácio das Artes em 2014, ano da publicação desta obra em livro. Participou de exposições coletivas pela Fundação Clóvis Salgado e pelo Festival de Fotografia de Tiradentes. Foi contemplado em 2015 com o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, concedido pelo Ministério da Cultura. Exposições individuais Dandara Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana Mariana/MG (2015) Palácio das Artes Belo Horizonte/MG (2014) Exposições coletivas Gestos, relatos, escritas e autoficções V Festival de Fotografia de Tiradentes Tiradentes/MG (2015) Casa da Fotografia de Minas Gerais Belo Horizonte/MG (2015) Curadoria: Mariano Klautau Filho Segue-se ver o que quisesse Palácio das Artes Belo Horizonte/MG (2012) Curadoria: Joerg Bader Obra publicada Cyro Almeida Araxá/MG, 1984 Vive em Belo Horizonte/MG fotógrafo. artista visual Contato www.cyroalmeida.com Dandara (2014) ISBN 978-85-916743-0-5 Edição do autor Produção de audiovisual Malucos de estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil (2015) Longa-metragem 99, Direção: Rafael Lage Prêmio XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (2015) cyroalmeida@gmail.com (31) 98866 7380

Júlio Santos Fortaleza/CE, 1944 Vive em Fortaleza/CE artista. fotopintor Contato aureostudio@gmail.com (85) 3016 7187 apresentação Mestre Júlio Santos nasceu em 1944 e se dedica ao desenvolvimento, execução e divulgação da fotopintura, técnica fundamental na construção da memória visual do povo brasileiro, em especial na região nordeste do país. Em 1973 recuperou o antigo ateliê de seu pai, o Áureo Estúdio, onde trabalha até hoje. Há alguns anos renovou sua técnica, utilizando de forma criativa e experimental as ferramentas de uma versão antiga do Photoshop para realizar a fotopintura com a ajuda do mouse. Tem ministrado oficinas em diversos estados do Brasil tornando mais acessível o conhecimento sobre a fotopintura e, conseqüentemente, contribuindo para sua continuidade. Em 2010 teve sua obra publicada no livro Júlio Santos Mestre da Fotopintura (Ed. Tempo d Imagem) por meio do programa Conexão Artes Visuais da Funarte e edição de Rosely Nakagawa. Nos últimos 5 anos seu trabalho tem ganhado destaque em diversas exposições coletivas e individuais. A despeito da notoriedade que seu nome vem recebendo das instituições de arte, Mestre Julio continua atendendo pedidos de retratos pintados vindos das camadas mais populares de todo o Brasil. Exposições individuais Interior profundo Centro de Fotografía de Montevideo (2013) Montevideo Uruguai Pinacoteca do Estado de São Paulo (2012) São Paulo-SP Curadoria: Diógenes Moura Fotopintura Contemporânea (2011) Coautoria com Luiz Santos Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica Rio de Janeiro-RJ Exposições coletivas Retrato Popular: do vernánuco ao espetáculo () Sesc Belenzinho São Paulo-SP Curadoria: Rosely Nakagawa e Valéria Lena Virei viral: identidades e coletividades (2014) Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - SP Curadoria: Coletivo Curatorial Estúdio M Baraká XII Bienal Naifs do Brasil (2014) Sesc Piracicaba - SP Curadoria: Diógenes Moura Extremos (2011) 23a Bienal Europalia Arts Festival Bruxelas Belgica Curadoria: Rosely Nakagawa e Guy Veloso Uncertain Brasil (2010) Pingyao International Photography Festival Shanxi China Curadoria: Angela Magalhães e Nadja Peregrino