Estúdio de Gravação - Mixagem e Masterização

Documentos relacionados
YAMAHA MIXING CONSOLE GF24/12 GF16/12 GF12/12

MESA AMPLIFICADA SOUNDVOICE

Seu manual do usuário YAMAHA GA32-12

YAMAHA CONSOLE DE MIXAGEM GA 32/12 GA 24/12 MANUAL DO PROPRIETÁRIO

MESA DE SOM SOUNDVOICE

EMX 2000 Powered Mixer. Manual do Proprietário

YAMAHA EMX 860 ST. Mixer Amplificado. Manual do Proprietário

MANUAL RÁPIDO MIXERS LINHA CMX-USB

RIDER TÉCNICO TRIO ELÉTRICO ESTE RIDER CONTÊM AO TODO 05 PÁGINAS

ASSISTENTE DE SOM FURG CONCURSO PÚBLICO

YAMAHA M MIXING CONSOLE MANUAL DO PROPRIETÁRIO

MESA DE SOM SOUNDVOICE

LINE 1 LINE 2 LINE 3 LINE 4 LINE 5 LINE 6 LINE 7 LINE 8 LINE 9 LINE 10 LINE 11 LINE 12 GAIN GAIN GAIN GAIN GAIN GAIN GAIN GAIN GAIN

CROSSOVER PARAMÉTRICO ESTÉREO BALANCEADO. X24ST - 4 VIAS - 24dB POR OITAVA

MESA DE SOM SOUNDVOICE MC4-BT MANUAL DE INSTRUÇÕES.

COMPRESSOR BOOSTER TONE MASTER THRESHOLD RATIO CMP 2:1 4:1 8:1 OFF. 12mV OFF ON OFF ON OFF BASS POWER

Dados Técnicos. Este kit contém: - Mapa de palco - Input list - Mapa de luz - Rider técnico

TABELA DE PADRONIZAÇÃO PARA EVENTOS APOIADOS PELO FUNTURISMO 2015 SONORIZAÇÃO

Obs: Este Rider Técnico contém 08 páginas, das quais todas elas são de extrema importância para a realização do show. 1. PALCO. Dimensões mínimas:

Como trabalhar com grupos VCA/DCA

!"#$"%&'(&)#*+,$-.(* *7,)(8 /!0&123&'$&4&5623&'$&4&5323&'$ !"#$%#&'( Comércio de imp. exp. ltda

MANUAL DE INSTRUÇÕES Versão 1.0 Agosto 2016

TURNÊ 2012/2013. Responsável Técnico: CRISTIANO (54)

Sistema de comunicação com Dois pontos (P.A. / MONITOR) INDISPENSAVEL.

12.4UFX-18.4UFX. 12-Input - 18 Input / 2+2 bus mixers Krystal Mic Preamps / Graphic EQs Premium Multi-FX Processor / USB Interface.

Rider som Banda e Trio

YAMAHA M C M C GADIVERSITY MIXING CONSOLE

[:pt]studiolive AI[:]

Quando for desligar seus equipamentos de áudio,

Mac - Standard. Manual do Proprietário

Rider Técnico. Atenção: House-mix em frente ao PA. Palco: Mínimo de 10m (largura) x 8m (profundidade).

O que você precisa saber sobre Direct Boxes

MANUAL RÁPIDO MIXERS LINHA CMX-USB

Sumário Introdução... 2 Iniciando... 4 Utilizando o Folio FX Ajustes & Soluções de Problemas Aplicações... 24

CONDIÇÕES TÉCNICAS. O console deverá ser montado se possivel de maneira que o operador fique a 20 cm do chão no centro e 25 mts do palco

Misturador 8 canais AP 8XR (Com híbrido)

HP4 AMPLIFICADOR/DISTRIBUIDOR PARA FONES DE OUVIDO MANUAL DO USUÁRIO. Versão 2.0. PreSonus Electronics

MANUAL DO USUÁRIO MK - PM408A - MPL3L

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M

Equipamento FOH. Produtor Geral: Paulo Servan

CURSO DE ÁUDIO E TÉCNICAS DE GRAVAÇÃO EM ESTÚDIO

RIDER TÉCNICO TOUR 2016

ESTÚDIO Extra FM. uso restrito. Departamento de Engenharia. Manual de Apoio Operacional

Assegure-se de seguir cuidadosamente este código de cores caso precise substituir o plug.

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DO USUÁRIO MK - PM808A - MPL3L

MASTER OUT MIC MIC MIC MIC MIC MIC MIC MIC GAIN GAIN GAIN GAIN HIGH HIGH HIGH HIGH

YAMAHA MIXER AMPLIFICADO EMX 660 MANUAL DE OPERAÇÃO. Precauções

Microfonia. Como controlar esse incômodo.

Produtor Geral Michael (15) Produtor Geral Geraldo (14) Marketing Jeferson (11)

PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M2

ATENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Versão 1.0 Setembro 2017 NANOMIX NA202R/NA402R/NA602R/NA802R. NanomiX.

ESTE RIDER CONTÊM AO TODO 06 PÁGINAS

qualizador duplo tipo gráfico 1/3 de oitava com 30 faixas de Eatuação em cada canal. Diversos recursos estão incorporados neste produto, dos quais

[Técnico ]- Douglas Foiadelli - (11) P.A

RIDER TÉCNICO Responsável Técnico: CRISTIANO (54) Iluminação: ISRAEL (51)

INSTRUCTION MANUAL MANUEL D UTILISATION BEDIENUNGSANLEITUNG MANUAL DE INSTRUÇÕES GHID DE UTILIZARE INSTRUKCJA OBSŁUGI MANUAL DE INSTRUCCIONES

LEIA ATENTAMENTE ANTES DE CONTINUAR

RIDER TÉCNICO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA (GERADORES)

Faremos um passeio através de uma mesa de som como se fóssemos o sinal de áudio que por ela passa.

RIDER TÉCNICO Vitor e Vanuti. Relação De Equipamentos

Rider Técnico Concerto de Cordas & Máquinas de Ritmo

2017/2018 v /09/2017

RIDER TÉCNICO SOM E LUZ GUILHERME E BENUTO TOUR 2019

POWER CLICK ZUL. modelo L

PROGRAMA DE TREINAMENTO MOBILE AFTERMARKET JBL MS-8 FABIO MERLINO

ALFAKITS A-30

RIDER TÉCNICO ESTRELA LEMINSKI E TEO RUIZ

SX1202FX USB SX802FX

Sound Stage plan (Large Venues)

GUIA DO USUÁRIO CONTEÚDO

Guia Rápido do Usuário

Mixagem Visão Geral Quando mixamos um projeto, estamos equilibrando as diferentes partes e as misturando de forma a criar uma única unidade sonora.

ATENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES

Sobre o Livro. Todo o conteúdo foi preparado com muito carinho e com um desejo enorme de poder contribuir na melhora de seus trabalhos de gravação.

Mapa de Luz. FNF Produções. Mapa de Luz

Disciplina: Manipulação e Edição de Som, Vídeo e Imagem. Prof. Felipe Batistella Alvares

RIDER TÉCNICO CONDIÇÕES TÉCNICAS

PRO SIX PROFESSIONAL WIRED INTERCOM PRO SIX

HP60. Amplificador/Distribuidor Seis Canais Para Fones de Ouvido. Manual do Usuário Versão 1.1

RIDER TÉCNICO PRODUTOR TÉCNICO: TÉCNICO P.A: TÉCNICO MONITOR: TÉCNICA ILUMINAÇÃO: TÉCNICO LED: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA (GERADORES)

CURSO DE ÁUDIO E TÉCNICAS DE GRAVAÇÃO EM ESTÚDIO

TOUR 2017 RIDER TÉCNICO MAPA DE PALCO P. A. VERTEC, DAS, ELECTRO VOICE, TURBOSOUN, ou similar. Obs.: O mesmo deve ser para o Delay e Front Fill.

TRC-360 MANUAL DO USUÁRIO

C411 lll. AKG Acoustics GmbH Lemböckgasse 21 25, 1230 Vienna/AUSTRIA, fone: (+43-1) *

O que são Add-On Effects? Add-On Effects são pacotes de software que instalam programas de efeitos de alta qualidade em consoles digitais.

SONORIZAÇÃO AMBIENTAL

Clipping. Gravação dos programas pela Radio Inconfidência : 3-Bazar Maravilha. 1-Debora Rajão Revista da tarde. 2-Everton Gontijo Delirio e Companhia

ATENÇÃO: Ouça com moderação. Excesso de volume de som é prejudicial à saúde.

MANUAL DE INSTRUÇÕES

Transcrição:

Um mixer é um dispositivo capaz de misturar sons provenientes de várias fontes em uma única. Nesta mistura podem ser estabelecidos os volumes de áudio destas fontes. A omissão de algumas delas, e a aplicação de efeitos especiais sonoros. A mesa de som é o coração do sistema, onde todo o áudio é centralizado. Por ela passam sinais dos microfones, instrumentos, além de processadores de efeitos, etc. Para melhor compreensão, abaixo teremos o gráfico e a descrição de um canal (raia) de uma mesa de som de pequeno porte. O CANAL DE ENTRADA MIC: Esta entrada geralmente é do tipo XLR (também conhecida por Cannon) e é própria para receber sinais de baixa impedância e balanceado, e como o próprio nome já diz, é geralmente utilizada para microfones. LINE: Esta entrada é do tipo P10 (Jack ¼, também conhecido como Banana) e é usada para receber geralmente sinais de alta impedância podendo ou não ser balanceadas. INSERT: Podemos através desta entrada, conectar equipamentos externos como equalizador, compressor, gate, etc em um canal. E em mesas de porte maior, podemos conectar estes equipamentos em subgrupo e/ou master. GAIN: Este botão é responsável pelo ajuste do nível do sinal de entrada do áudio na mesa. Devemos ficar muito atento para não confundir ganho com volume. Para monitorar o nível da entrada, podemos usar o VU da mesa acionando o botão PFL que será visto mais adiante. FILTROS (Equalizadores) Em mesas de pequeno porte, o tipo de filtro é Peaking onde os controles são de ajustes fixos e apenas alteram o ganho das freqüências onde a atenuação / ganho máximo é pré-estabelecida pelo fabricante. Geralmente são encontrados 3 ajustes sendo eles: HIGH (Agudo), MID (Médio) e LOW (Grave).

AUX MONITOR: Com este botão podemos fazer o ajuste de nível do sinal individual do canal de monitor correspondente. Geralmente em mesas de pequeno porte estes controles são préfader*. Pre-fader: Um sinal (ou potenciômetro que atua sobre este sinal) que no fluxo de sinais de uma mesa de mixagem localiza-se antes do potenciômetro de volume do canal estando, portanto, independente das variações do fader do canal. Post-fader: Um sinal (ou potenciômetro que atua sobre este sinal) que no fluxo sinais de uma mesa de mixagem localiza-se após o fader (potenciômetro de volume) do canal sendo, portanto, alterado pela posição do mesmo. AUX EFFECT: Este botão é responsável pelo controle de nível individual para aparelho de efeitos (reverb, delay, multi-efeitos, etc.). Este canal de auxiliar geralmente é Post-Fader. PAN: Este botão é responsável pelo balanço (panorama) do sinal entre os lados esquerdo, direito e centro. MUTE: Quando acionada esta chave interrompe o sinal do canal de entrada antes de ser miado, evitando que canais não usados em determinados instantes interfiram nos demais canais. Este recurso é muito útil quando queremos cortar o som de um canal sem alterar o controle de volume. PFL (Pre-Fader Level): Quando acionada esta chave podemos monitorar o nível de entrada de áudio do canal para fazer a regulagem, mas, sempre levando em conta a possibilidade de eventuais picos deixando assim uma reserva. VOLUME: Este Fader é responsável pelo controle de volume individual do canal. Ele determina o nível do sinal enviado do correspondente canal de entrada para o canal Master. Se algum canal não tiver sendo utilizado, é aconselhável que seu volume seja ajustado para a posição mínima para prevenir ruído indesejado que possa ser adicionado ao sinal do programa principal.

RAIA DE UMA MESA PROFISSIONAL PHANTON POWER: Quando acionada, esta chave ativa a alimentação Phanton Power ao conector MIC do canal correspondente. Esta alimentação (geralmente 48 Volts) é utilizada para alimentar circuitos eletrônicos de microfones e também Direct Box Ativos. PAD: Esta chave quando acionada diminui em 20 decibéis a sensibilidade do canal de entrada correspondente tanto no conector MIC quanto no LINE. PHASE REVERSE: Quando acionada, esta chave inverte a polaridade da entrada do canal balanceado correspondente, atuando tanto no conector MIC quanto no LINE. Este recurso é muito utilizado para corrigir alguns erros comumente presentes em apresentações ao vivo relacionadas à polaridade e fase. GAIN: Este botão é responsável pelo ajuste do nível do sinal de entrada do áudio na mesa. Para ajustarmos o ganho podemos monitorá-lo no VU da mesa, através do botão PFL, levando sempre em consideração os possíveis picos que venham a ocorrer. HPF (Corte de Baixas Freqüências): Este controle atua sobre os graves e sua escala contém amplas possibilidades, iniciando na região subsônica e indo até a região dos médio-graves em seu respectivo canal. Como se trata de um filtro passa-altas, sua atuação consiste em proporcionar uma atenuação nas freqüências abaixo da selecionada variando o número decibéis dependendo do fabricante.

FILTROS (Equalizadores) Como dito anteriormente, em mesas de pequeno porte, o tipo de filtro é Peaking onde os controles são de ajustes fixos e apenas alteram ganho das freqüências onde a atenuação / ganho máximo é préestabelecida pelo fabricante. Em mesas profissionais, encontramos também os controles com Sweep (varredura) que ajusta o ponto de atuação do controle dentro de uma faixa de freqüência. CHAVE EQ OUT / EQ IN: Esta chave é um recurso muito útil, pois, permite que você possa ouvir e comparar rapidamente o resultado da resposta do respectivo canal com e sem a equalização que foi feita no equalizador do respectivo canal. CHAVE EQ OUT / EQ AUX PRE: Esta chave quando pressionada altera entre pré ou pós equalização do canal para os auxiliares. Esta chave seleciona o tipo de monitoração desejada: antes ou após a equalização do canal. AUX: Com este botão podemos fazer o ajuste de nível do sinal individual do canal de monitor correspondente.

AUX PRÉ / POST: São controles de nível individuais destes canais auxiliares que podem ser combinados através da chave Pré / Post para pré-fader (geralmente monitores) e post- fader (geralmente efeitos). CHAVE PRÉ / POST: Em muitas mesas existe esta chave para cambiar os canais auxiliares para a condição de pré e post-fader. PAN: Este botão é responsável pelo balanço (panorama) do sinal entre os lados esquerdo, direito e centro. MUTE: Quando acionada esta chave interrompe o sinal do canal de entrada antes de ser miado, evitando que canais não usados em determinados instantes interfiram nos demais canais. Este recurso é muito útil quando queremos cortar o som de um canal sem alterar o controle de volume. PFL (Pre-Fader Level): Quando acionada esta chave podemos monitorar o nível de entrada de áudio do canal para fazer a regulagem, mas, sempre levando em conta a possibilidade de eventuais picos deixando assim uma reserva. M1 / M2 (MATRIX): Algumas mesas possuem Matrix que é um recurso excelente que nos permite endereçar os sinais vindos dos subgrupos, masters e auxiliares para outras saídas como, por exemplo: Gravadores, rádios, TVs, etc. Seus conectores de saída em geral são os XLR. Como temos controles

individuais das fontes podemos fazer uma mixagem diferenciada em cada saída de Matrix. L/R: Com esta chave acionada os sinais do canal correspondente são enviados diretamente para os canais máster L (esquerdo) e R (direito). SubMaster: Estas chaves são responsáveis ao endereçamento dos sinais do canal correspondente aos canais Submaster. Por exemplo, pressionando ao botão ½, o áudio do canal é endereçado para o Submaster ½, selecionando o botão ¾, o áudio é selecionado para o Submaster ¾, e assim por diante. MUTE GROUP: Estas chaves quando acionadas programam o canal para entrar em mute assim que receber o comando da chave master do Mute Group (grupo de mute) que recebe o endereçamento deste canal. VOLUME: Movendo este Fader é possível determinar o nível do sinal enviado do correspondente canal de entrada para o canal estéreo Master. OS CONTROLES DE UMA RAIA MUDAM DE ACORDO COM O FABRICANTE COMO INSERTAR EQUIPAMENTOS NA MESA DE SOM Ao conectar um equipamento (equalizador, compressor, etc) no INSERT, ele passa a fazer parte do circuito e atua como se tivesse dentro da mesa de som. Para utilizar o INSERT de uma mesa, é necessário possuir um cabo específico para esta operação, como será mostrado no gráfico abaixo e também na sessão sobre cabeamento. Dentro do Jack de INSERT existem três terminais: O SLEEVE (TERRA) que encaixa no corpo do plug, o SEND por onde o sinal sai da mesa e o RETURN por onde o sinal volta para a mesa após passar pelo aparelho externo.

MESA DE MONITOR (Stage Mix) Também conhecida como mesa de palco, é onde é feita a mixagem do som para os monitores (caixas de retorno) ou sistemas de fones "in ear" no palco. A diferença entre elas, é que, no monitor direcionamos o som dos canais para várias mandadas diferentes com diferentes mixagens. Já no PA endereçamos todo o programa musical, basicamente, de dois até três canais de saída. No caso do Monitor, em todas as raias existe um controlador de volume individual para cada instrumento. Estes controles são conhecidos como vias de Monitor e proporcionam um volume independente para cada instrumento. Veja o gráfico mais abaixo. Existem mesas que nos permite operar os sistemas de P.A. e Monitor sem ter a necessidade de disponibilizar outra no palco (esta é uma alternativa, mas nem sempre a mais usada, pois, em grandes eventos como rodeio, etc os artistas sempre solicitam uma mesa para o P.A. e outra para o Monitor). Supondo que na raia 10 você tenha um Teclado e na 11 tenha um Sax você poderá enviar o sinal com volumes diferente para o monitor de cada um dos músicos. Cada raia tem o controle de volume das demais vias e cada canal possibilita uma mixagem com a quantidade de vias existentes na mesa.

ESQUEMA DE LIGAÇÃO RAIA DE UMA MESA DE MONITOR No caso acima, o sinal sai da mesa pelo Aux 01 (Auxiliar 01) e passa por 1 canal do equalizador (no caso de amplificador estéreo). Depois é endereçado para o amplificador que irá amplificar o sinal e envia-lo para a caixa de retorno (monitor). MAPEAMENTO DA MESA

O mapeamento da mesa tanto de P.A. quanto de Monitor é de grande importância para que na hora do show o operador saiba em qual raia se encontra cada instrumento. Veja um exemplo no gráfico abaixo: O mapeamento neste caso foi feito em português, mas, geralmente os técnicos preferem utilizar abreviações em inglês como será mostrado na tabela abaixo. TABELA DE ABREVIAÇÕES 01 K 02 SN 03 HH 04 I Snare (Caixa) Hi-hat (ximbal) Tom 1 05 II Tom 2 06 SW Swing (Surdo) 07 OVER Plate (Prato) 08 KEY L Keyboard L (Teclado canal direito) 09 KEY R Keyboard R (Teclado canal direito) 10 BS Bass (Baixo) 11 GTE Guitar Eletric (Guitarra Elétrica) 12 GT Guitar (Violão) 13 VLN Violin (Violino)

14 15 V1 V2 Main Voice (Voz Principal Voice (Voz secundária, Back) O técnico, tanto de P.A. quanto de Monitor deve sempre ter em mãos uma caneta para retro-projetor e um rolo de fita crepe (fita usada em fraudas de bebê) para fazer o mapeamento. Em shows de artistas consagrados, é enviado anteriormente para a companhia locadora do som o Input List no qual constam todos os instrumentos que serão usados e seus respectivos canais na mesa. Assim, quando os músicos chegam para a passagem do som, as mesas já foram mapeadas e os cabos passados facilitando assim o trabalho dos músicos e dos técnicos.