PT/AMGL/MM F PT/AMGL/MM atas de produção 191- - 195- Produtor História administrativa/biográfica/familiar Colecção Martins e Máximo 4,5 x 6,5; 6,5 x 9 ; 9 x 12 ; 10 x 15; 13 x 18; 5 x 6,5 (aprox.); 6,8 x 11,3 ; 6 x 8,6; 7,7 x 13,9. Constituída por 2255 negativos em vidro e 101 negativos em película. Manuel ominguez Martins A Colecção Martins e Máximo foi produzida no contexto da sociedade formada por Manuel ominguez Martins e José Máximo da Costa, fotógrafos grandolenses, que realizaram retrato individual e de grupo, fotografia da vila de Grândola e de locais e paisagens do Concelho. Terá sido produzida no período compreendido entre as décadas de 1910 e 1950. Manuel ominguez Martins (1895-1962), ajudante de farmácia e eminente fotógrafo local, trabalhou na Farmácia Baptista Limpo e foi no quintal do edifício da farmácia e da residência da família Baptista Limpo, que realizou grande parte da sua obra fotográfica na área do retrato. Localizada em edifício construído em 1908, em espaço onde anteriormente existira a Farmácia Mota, a fundação da Farmácia Baptista Limpo datará do período compreendido entre 1908 e 1910 e deve-se ao farmacêutico José Silvestre Baptista Limpo (1881 1966), natural de Safara (concelho de Moura), que casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Republicano e maçon, foi membro do Triângulo n.º 13 existente em Grândola em 1910 e integrou a Loja Irradiação II, que sucedeu ao referido Triângulo, em 1911. Localidade Localidade descritiva História custodial e arquivística Fonte imediata de aquisição ou transferência Avaliação e seleção Ingressos adicionais Sistema de organização Condições de acesso Condições de reprodução Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa União das freguesias de Grândola e Santa Margarida da Serra Grândola A Colecção foi doada à Câmara Municipal de Grândola, na década de 1990, por Maria Adelaide Menezes Martins, filha de Manuel ominguez Martins. Ao que se julga, desta colecção faz apenas parte o espólio de Manuel ominguez Martins, dado que, aquando da doação, foram encetados contactos com a família de José Máximo da Costa que informou que a obra produzida por este terá desaparecido, concorrendo, possivelmente, para esta situação, a sua transferência de espaços físicos e a depredação das espécies. A colecção encontra-se, desde 2011, incorporada no (AMGL) tendo-se mantido acondicionada nas unidades de instalação originais que, por sua vez, se encontram instaladas no depósito do AMGL. ocumentação incorporada no Arquivo Municipal na sequência de doação. Formada por retrato, imagens de paisagens urbanas e rurais, de festividades e de caráter etnográfico, a Colecção Martins e Máximo apresenta uma multiplicidade de manifestações sociais, podendo ser utilizada como fonte documental no estudo da História Local e analisada como uma forma de expressão pessoal do (s) seu(s) autor(es). Integrada no valioso património local, dá testemunho e preserva a memória visual da vila de Grândola e do Concelho, dos indivíduos da época, dos espaços, dos acontecimentos e dos usos e costumes locais. Esta colecção reveste-se de uma importância inestimável para a comunidade local, para a investigação histórica, para o estudo sociológico e etnográfico e para a análise e compreensão da evolução urbana e dos acontecimentos culturais que marcaram a vida grandolense na primeira metade do século XX. A documentação em causa é conservada em virtude do seu valor arquivístico, não tendo sido efectuada qualquer eliminação. evido ao seu valor informativo, reconheceu-se-lhe importância no âmbito da História e Património locais e para a perpetuação da memória colectiva, o que motivou a sua preservação e conservação permanente no depósito do Arquivo Municipal. Trata-se de um fundo aberto, podendo verificar-se novos ingressos. A organização da Coleção obedece a um sistema de ordenação, estabelecido de acordo com os princípios da proveniência e do respeito pela ordem original. Comunicável de acordo com o Regulamento do AMGL. Constantes no Regulamento do. As reproduções são consideradas atendendo às condições de conservação de cada espécie e aos fins a que se destinam as cópias, reservando-se o AMGL o direito de não autorizar a reprodução. Contém negativos fragilizados e partidos. Catálogo 1/16
Existência e localização de originais Existência e localização de cópias AMGL AMGL e Sector de Museu e Património Cultural (Casa Frayões Metello). PT/AMGL/MM/1/02 PT/AMGL/MM/1/02 Herdade do Canal 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Concentração de várias dezenas de homens junto ao edifício principal da Herdade do Canal Caveira, de ambos os lados da avenida que corre ao longo do casario. 2, ui1 2, ui1, cx289, prat.52, est.2 PT/AMGL/MM/1/03 PT/AMGL/MM/1/03 atas de produção 1919-1919 Comissão Organizadora do Festival da Restauração da Comarca de Grândola 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Comissão organizadora do festival da restauração da comarca de Grândola, em 1919. a esquerda para a direita, sentados: Filipe J. Serra, secretário da Câmara; António Abílio Camacho, comerciante; Joaquim Coutinho de Oliveira Mota, farmacêutico e tesoureiro municipal; Eduardo Ramalho, sub-chefe fiscal. a esquerda para a direita, de pé: José Rodrigues Pablo, farmacêutico; António Alves Fernandes, tesoureiro da Fazenda Pública; José B. Júnior, proprietário; João Rodrigues Pablo Júnior, comerciante. Entre 1870 e o golpe militar que em 1926 pôs termo à Primeira República, Grândola foi dominada pelo pensamento liberal, republicano e municipalista veiculado pelo r. José Jacinto Nunes, que no referido período ocupou a Presidência da Câmara quase ininterruptamente. No âmbito da defesa da descentralização administrativa e judicial, Jacinto Nunes defendeu o restauro da comarca de Grândola, para o que era necessário instalações adequadas. Não as existindo e sendo este o principal argumento usado pelo poder central para se opor à pretensão, a vereação de 1919 deliberou ceder os Paços do Concelho (na Praça. Jorge) para a instalação do Tribunal de Comarca e serviços anexos. António Abílio Camacho (1888-1960) revelou interesse pelos domínios da política e da cultura. Neste âmbito, ocupou o cargo de vereador e foi o derradeiro presidente da Comissão Executiva Municipal da Primeira República (antes do golpe militar de 28 de Maio de 1926). Assumidamente republicano, consta ter pertencido à Maçonaria. Paralelamente, desenvolveu a actividade de Solicitador e foi correspondente do periódico republicano Pedro Nunes, assinando os seus artigos sob o pseudónimo de Cacho. António Alves Fernandes, José Rodrigues Pablo e João Rodrigues Pablo Júnior pertenceram ao triângulo maçónico que existiu em Grândola. Criado a 28 de Julho de 1910, o Triângulo n.º 13, composto pelos irmãos supra e infra indicados, deu origem à Loja Irradiação II, do rito francês, instalada em 15 de ezembro de 1911, pelo decreto n.º 145, de 19 de Julho do mesmo ano, e de que também fizeram parte o professor Joaquim José Frota, Jacinto Maria Rodrigues Pablo e Francisco Nunes da Conceição. A Loja Irradiação II não possuiu carta patente, tendo sido suspensa por falta de pagamento e, posteriormente, dissolvida a seu pedido, pelo decreto n.º 3 de 15 de Janeiro de 1915. Os cidadãos que em Grândola estiveram ligados à instituição maçónica integravam a fileira republicana grandolense que gravitava em torno da figura do r. José Jacinto Nunes. Contudo, não são conhecidos dados relativos ao relacionamento do r. Jacinto Nunes com a Maçonaria. Irmãos do Triângulo n.º 13 ata de iniciação de todos os elementos: 28.06.1910: 2/16
- António Alves Fernandes Recebedor da Tesouraria da Fazenda Pública e proprietário. Nasceu em 1875 em Grândola. Era filho de António Alves Fernandes, lojista, natural de Moncorvo e de Maria Adelaide Chainho, natural de Grândola. Casou em 1907 com Maria das ores Rodrigues, oriunda de outra família de proprietários locais. Esteve igualmente ligado a negócios de cortiça. Iniciou aos 34 anos e adoptou o nome simbólico Júlio inis ; - José Rodrigues Pablo (1878-1951) - farmacêutico, activo e empenhado vereador, usou o nome simbólico de Viriato; - João Rodrigues Pablo Júnior (1884 1956) - comerciante, iniciou aos 26 anos e adoptou o nome simbólico Luís de Camões ; (Estes dois maçons oriundos do clã Pablo também integraram a Loja Irradiação II. A Farmácia Pablo, fundada em 1901 por José Rodrigues Pablo, assumiu particular relevância no contexto do republicanismo local, dado que foi utilizada como espaço de reunião, convívio e reflexão dos propagandistas do ideário republicano. Refira-se que José R. Pablo herdou de sua tia,. Emília José Guerreiro Barradas, a extensa e rendosa herdade de Água erramada, o que contribuiu para o desafogo económico deste ramo da família. Tratava-se, naturalmente, de outra família da elite grandolense. A família Pablo é originária de Sines. Gente ilustrada, ligada ao comércio, destacou-se na sociedade grandolense da época quer no plano cultural, quer no plano político, visto que diversos dos seus membros ocuparam cargos nas instituições do poder local, defendendo com afinco os valores da causa republicana. O patriarca, João Rodrigues Pablo, casou em Grândola com uma senhora da nobreza local,. Maria da Luz Guerreiro Barradas; ocupou durante longos anos o cargo de vereador e foi, sem dúvida, dos mais enérgicos e intervenientes em prol dos interesses e desenvolvimento locais.) - r. António Silva Médico em Grândola, casado e natural de Tavira. Iniciou aos 41 anos e adoptou o nome simbólico Ferrer. Poderá ter partido de Grândola para exercer a sua actividade noutro destino; -Pedro Baptista Limpo Proprietário/lavrador de profissão, era natural do Sobral da Adiça, concelho de Moura, e irmão de José Silvestre Baptista Limpo. Casou em Grândola com. Lucília Matos Saraiva. Ocupou, por diversas vezes, o cargo de vereador. Pertencia, tal como o irmão, à elite local que gravitava em torno da figura central da sociedade local que era o r. José Jacinto Nunes (Pedrogão Grande- 1839/Grândola-1931). Iniciou aos 31 anos e adoptou o nome simbólico omingos Afonso ; - Jorge de Vasconcelos Nunes (1878 1936), filho do r. José Jacinto Nunes e de. Maria da Natividade Paes e Vasconcelos, natural de Grândola, fez os primeiros estudos em Lisboa, ingressando em 1895 na Escola Central da Agricultura Morais Soares, em Coimbra, onde se manteve até 1900, ano em que se formou em Agronomia. Enveredando pela carreira política, a exemplo de seu pai, tornou-se um acérrimo defensor dos ideais republicanos, ainda durante a Monarquia. Jorge Nunes foi, provavelmente, o grandolense que mais destacadas funções governamentais desempenhou, ainda que por curtos períodos. Foi deputado às Constituintes, tomou assento parlamentar por Setúbal (1911, 1919) e por Timor (1915). Regressou à Câmara dos eputados, por Setúbal, em 1921,1922 e 1925, ascendeu a seu vice-presidente (1920) e a presidente (1921). Integrou o governo nos anos de 1919-1920, exercendo as pastas da Agricultura, dos Abastecimentos, das Colónias, do Trabalho e, finalmente, do Comércio. Foi procurador à Junta Geral do istrito de Lisboa e vereador das Câmaras Municipais de Grândola e de Cascais. esempenhou, ainda, as funções de administrador de empresas, nomeadamente da Companhia de Caminhos-de-ferro Portugueses e contribuiu para que a linha de caminho-de-ferro do Vale do Sado passasse por Grândola. Colaborou em vários jornais, designadamente em O País, A Lanterna, O Mundo, A emocracia do Sul e Pedro Nunes. Iniciou aos 32 anos e adoptou o nome simbólico Gomes Freire ; - José Pedro dos Santos Proprietário, natural de Azinheira dos Barros. Foi figura grada do seu tempo. Ilustrado e detentor de diversos bens, em que se salientava a herdade da Várzea Redonda, dedicou grande parte da sua vida à causa pública, tendo ocupado diversos cargos, nomeadamente: vereador, presidente da Câmara entre 1916 e 1919 e entre 1923 e 1924 e provedor da Santa Casa da Misericórdia. Iniciou aos 58 anos e adoptou o nome simbólico Rodrigues de Freitas ; - José Silvestre Baptista Limpo (1881 1966) Natural de Safara (concelho de Moura), casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Iniciou aos 29 anos e adoptou o nome simbólico Espártaco. Na Farmácia Baptista Limpo (actual Farmácia Costa), localizada em edifício construído em 1908, em espaço onde anteriormente existira a Farmácia Mota, trabalhou o eminente fotógrafo local Manuel ominguez Martins que fundou, com José Máximo da Costa, a sociedade de fotografia Martins & Máximo. Foi no quintal do edifício da farmácia e da residência da família Baptista Limpo, que Manuel Martins realizou grande parte da sua obra fotográfica na área do retrato; - omingos Tavares de Almeida - Iniciou aos 38 anos e adoptou o nome simbólico Marquês de Pombal. Sobre Francisco Nunes da Conceição não possuímos elementos e relativamente a Joaquim José Frota 3/16
sabe-se que foi professor primário em Grândola, que aqui casou em 1902, e que era natural da freguesia de Santiago, Alcácer do Sal. 3, ui1 3, ui1, cx289, prat.52, est.2 PT/AMGL/MM/10/02 PT/AMGL/MM/10/02 atas de produção 1941-07-30-1941-07-30 Retrato de casamento de Maria Vitória Saraiva Limpo e de Manuel Cabrita Ribeiro da Cruz 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de casamento de Maria Vitória Saraiva Limpo, a "menina Tóia", e Manuel Cabrita Ribeiro da Cruz. a esquerda para a direita: José Silvestre Baptista Limpo (1881-1966), natural de Safara, tio da noiva, farmacêutico e proprietário da Farmácia Baptista Limpo, actual Farmácia Costa; Maria Vitória Saraiva Limpo (03.10.1918-31.10.1989) nasceu em Grândola na R. Afonso de Albuquerque, filha de Pedro Baptista Limpo e de Lucília Matos Saraiva; Manuel Cabrita Ribeiro da Cruz, veterinário, sobrinho do r. Cabrita, faleceu a 17.03.1980; Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, tia da noiva, nasceu na Herdade do Canal, a 19.01.1891, filha de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud e de Mariana Gonçalves, contraiu matrimónio em Grândola, a 09.10.19111, com José Silvestre Baptista Limpo, proprietário da Farmácia Baptista Limpo, actual Farmácia Costa. Não tiveram filhos. Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultural, com a colaboração de Ilda Maria Mendes Tojinha (nasc. 17.01.1931), em Julho de 2004. 10, ui4 2, ui9, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/121/04 PT/AMGL/MM/121/04 Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus 6,5 x 9 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de menina vestida à minhota. Trata-se de Maria Madalena Champalimaud Sallaty (de Aires Mateus), nascida em Cabo Verde em 2 de Fevereiro de 1914, filha de José Henrique Sallaty e de Maria Madalena Gonçalves Champalimaud, neta por via materna de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais, e de. Mariana Gonçalves. Casou em Grândola, em 15 de Março de 1934, com Alberto de Aires Mateus. 4, ui27 4, ui121, cx297, prat.44, est.2 1, ui33, cx262, prat.44, est.2 4/16
PT/AMGL/MM/123/04 PT/AMGL/MM/123/04 Retrato de menina 6,5 x 9 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato com cenário, representando uma menina vestida à marinheiro, de pé, junto a um banco sobre o qual está pousado um vaso. Poderá tratar-se de Maria Madalena Champalimaud Sallaty (de Aires Mateus), nascida em Cabo Verde a 2 de Fevereiro de 1914, filha de José Henrique Sallaty e de Maria Madalena Gonçalves Champalimaud, neta por via materna de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais, e de. Mariana Gonçalves. Casou em Grândola, a 15 de Março de 1934, com Alberto de Aires Mateus. 35, ui27 4, ui123, cx297, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/13/31 PT/AMGL/MM/13/31 Mariana omingas Gonçalves Champalimaud e amiga 9x12 cm - negativo em película Fotografia realizada nas traseiras da residência Baptista Limpo, actual Farmácia Costa, onde se pode ver, sentada, Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal a 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio em Grândola, a 9 de Outubro de 1911, com José Silvestre Baptista Limpo, natural de Safara, Moura. Não tiveram filhos. Foi sepultada a 1 de Agosto de 1969. esconhece-se o nome da outra mulher. 31, ui13, cx290, prat.53, est.2 7, ui31, cx262, prat.44, est.2; 4, ui56, cx263, prat.44, est.2; PT/AMGL/MM/13/38 PT/AMGL/MM/13/38 José Silvestre Batista Limpo 9x12 cm - negativo em película Retrato de José Silvestre Baptista Limpo (1881 1966), farmacêutico natural de Safara (concelho de Moura). Casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Foi proprietário da farmácia Baptista Limpo (actual farmácia Costa) que se situava no edifício da sua habitual residência. Republicano e maçon, foi membro do Triângulo n.º 13 existente em Grândola em 1910, usando o nome simbólico de Espártaco e integrou a Loja Irradiação II, que sucedeu ao referido Triângulo, em 1911. 38, ui13, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/14/05 5/16
PT/AMGL/MM/14/05 Convívio campestre 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Fotografia representando várias dezenas de homens em convívio no campo. Poderá tratar-se de um encontro d'"os Bons Amigos". A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia, «conforme registou o "Apêndice do Baixo-Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vista de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila.» Almeida, Manuel Gaio Tavares de. A CULTURA E O RECREIO OS GRANOLENSES (...). Grândola, Câmara Municipal de Grândola, 2000 13, ui5 5, ui14, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/14/07 PT/AMGL/MM/14/07 Convívio campestre 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Fotografia representando várias dezenas de homens e rapazes em convívio no campo. Podem ver-se grandes panelas, algumas sobre trempes, e um barril de vinho. Alguns dos homens seguram copos, garrafas e instrumentos musicais; outros estão mascarados, sendo que um deles está completamente vestido de negro, tendo a cara coberta, um chapéu em forma de cone, um facão à cintura, um arco e uma aljava. Poderá tratar-se de um encontro d'"os Bons Amigos". A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia, «conforme registou o "Apêndice do Baixo -Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vista de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila.» Almeida, Manuel Gaio Tavares de. A CULTURA E O RECREIO OS GRANOLENSES (...). Grândola, Câmara Municipal de Grândola, 2000. 15, ui5 7, ui14, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/145/04 PT/AMGL/MM/145/04 Reprodução de retrato feminino 6,5 x 9 cm - negativos de gelatina e prata em vidro 6/16
Reprodução de retrato com vinheta, representando uma mulher idosa vestida de preto. Poderá tratar-se de Mariana omingas Gonçalves, que viveu maritalmente com José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais, e de quem teve três filhas: Maria Madalena Gonçalves Champalimaud, Maria José Gonçalves Champalimaud e Mariana omingas Gonçalves Champalimaud. 4, ui145, cx297, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/16/06 PT/AMGL/MM/16/06 Homem sobre cavalo 10x15 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Fotografia de um homem, de pé, sobre um cavalo; o animal e o espaço são os mesmos retratados no negativo 9 desta mesma unidade de instalação. Pensa-se que a fotografia possa ter sido tirada na Herdade do Canal, propriedade de José Silvestre Baptista Limpo. 30, ui5 6, ui16, cx291, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/16/09 PT/AMGL/MM/16/09 PT/AMGL/MM/16/09 Retrato equestre 10x15 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de um rapaz montado a cavalo. Segundo Marta de Bragança Barahona, tratar-se-á de José Champalimaud d'aboim Barahona, seu bisavô, nascido em Grândola em 23 de Setembro de 1907, um dos três filhos de António Joaquim d'aboim Barahona e de Maria José Gonçalves Champalimaud. Maria José Gonçalves Champalimaud, filha de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, o Morgado do Canal, e de Mariana Gonçalves, nasceu na Herdade do Canal em 5 de Janeiro de 1883. Contraiu matrimónio em Grândola, em 16 de Maio de 1904, com António Joaquim d'aboim Barahona, natural de Aljustrel. Tiveram três filhos: Carlos José, José e António Champalimaud d'aboim Barahona. A fotografia terá sido sido tirada na Herdade do Canal, propriedade de Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, tia do retratado, e de José Silvestre Baptista Limpo. O animal e o espaço são os mesmos retratados no negativo 6 desta mesma unidade de instalação. 33, ui5 9, ui16, cx291, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/16/06 PT/AMGL/MM/26/04 PT/AMGL/MM/26/04 7/16
Monte da Herdade do Canal Perspectiva do monte da Herdade do Canal, propriedade de José Silvestre Baptista Limpo e de Mariana Champalimaud; pode ver-se, sensivelmente ao centro da imagem, um automóvel. José Silvestre Baptista Limpo (1881-1966), farmacêutico natural de Safara (concelho de Moura), casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Foi proprietário da farmácia Baptista Limpo (actual farmácia Costa) que se situava no edifício da sua habitual residência. Republicano e maçon, foi membro do Triângulo n.º 13 existente em Grândola em 1910, usando o nome simbólico de Espártaco e integrou a Loja Irradiação II, que sucedeu ao referido Triângulo, em 1911. 22, ui9 4, ui26, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/26/12 PT/AMGL/MM/26/12 Gado bovino Gado bovino numa exploração agrícola (possivelmente no monte da Herdade do Canal) e respectivo guardador; do lado esquerdo pode ver-se parte do monte. 30, ui9 12, ui26, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/26/13 PT/AMGL/MM/26/13 Cavalos pastando Cavalos pastando no monte da Herdade do Canal, visível ao fundo. 31, ui9 13, ui26, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/26/15 PT/AMGL/MM/26/15 Monte da Herdade do Canal 8/16
Perspectiva geral da casa principal do monte da Herdade do Canal; ao centro, em primeiro plano, pode ver -se um sobreiro e, junto à casa, um automóvel. 33, ui9 15, ui26, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/30/02 PT/AMGL/MM/30/02 Caricatura de José Silvestre Baptista Limpo Caricatura da autoria de Eduardo Tovar de Lemos representando José Silvestre Baptista Limpo. José Silvestre Baptista Limpo (1881 1966), farmacêutico natural de Safara (concelho de Moura), casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Foi proprietário da farmácia Baptista Limpo (actual farmácia Costa), que se situava no edifício da sua habitual residência. Republicano e maçon, foi membro do Triângulo n.º 13 existente em Grândola em 1910, usando o nome simbólico de Espártaco, e integrou a Loja Irradiação II, que sucedeu ao referido Triângulo, em 1911. A legenda «Olé "Bàtistita" - que salero tienes! Olé!...» tem que ver com o facto do caricaturado ser um "grande aficcionado da "festa brava" e apaixonado pelos hábitos sevilhanos, ensaiando na herdade do Canal a criação de uma "ganaderia" própria". 4, ui10 2, ui30, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/30/10 PT/AMGL/MM/30/10 Caricatura de António Joaquim d'aboim Godinho Barahona Caricatura da autoria de Eduardo Tovar de Lemos representando António Joaquim d'aboim Godinho Barahona. Natural de Aljustrel e descendente de uma família com tradição, casou com. Maria José Champalimaud, nascida na Herdade do canal e uma das três filhas de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, conhecido como o Morgado dos Canais. Por volta de 1908 fixa residência em Grândola numa casa de seu sogro, que ficou conhecida como Casa Barahona, onde hoje funciona a Biblioteca Municipal de Grândola. O filho mais velho do casal, Carlos José Champalimaud d'aboim Barahona foi, durante largos anos, presidente da Câmara Municipal. O facto de ter sido uma pessoa bem disposta, alegre, comunicativa e com sentido de humor, justifica a legenda "Não me "chateiem" - diz sempre o Barjona", sendo Barjona a forma popular do apelido Barahona. 12, ui10 10, ui30, cx292, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/31/07 9/16
PT/AMGL/MM/31/07 Mariana omingas Gonçalves Champalimaud e amiga Fotografia realizada nas traseiras da residência Baptista Limpo, actual Farmácia Costa, onde se pode ver, sentada, Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal a 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio em Grândola, a 9 de Outubro de 1911, com José Silvestre Baptista Limpo, natural de Safara, Moura. Não tiveram filhos. Foi sepultada a 1 de Agosto de 1969. esconhece-se o nome da outra mulher. 26, ui10 7, ui31, cx293, prat.53, est.2 7, ui31, cx262, prat.44, est.2; 4, ui56, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/33/01 PT/AMGL/MM/33/01 Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus Retrato de menina vestida à espanhola, de leque, peineta e mantilha. Trata-se de Maria Madalena Champalimaud Sallaty (de Aires Mateus), nascida em Cabo Verde a 2 de Fevereiro de 1914, filha de José Henrique Sallaty e de Maria Madalena Gonçalves Champalimaud, neta por via materna de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais, e de. Mariana Gonçalves. Casou em Grândola, a 15 de Março de 1934, com Alberto de Aires Mateus. 50, ui10 1, ui33, cx293, prat.53, est.2 4, ui121, cx266, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/36/04 PT/AMGL/MM/36/04 Maria Francisca Pinção e Carlos José Champalimaud d'aboim Barahona Retrato com cenário, representando Carlos José Champalimaud d'aboim Barahona (Aljustrel, 16.02.1906), filho de Maria José Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais) e de António Joaquim d'aboim Barahona, e Maria Francisca Pinção, natural de Aljustrel. Carlos José Champalimaud d'aboim Barahona foi presidente da Câmara Municipal de Grândola durante vários anos. 44, ui11 4, ui36, cx293, prat.53, est.2 10/16
PT/AMGL/MM/4/11 PT/AMGL/MM/4/11 Grupo "Os Bons Amigos" 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Fotografia representando convívio dos elementos do grupo d'"os Bons Amigos". A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia, «conforme registou o "Apêndice do Baixo -Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vista de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila.» Almeida, Manuel Gaio Tavares de. A CULTURA E O RECREIO OS GRANOLENSES (...). Grândola, Câmara Municipal de Grândola, 2000 14, ui2 11, ui4, cx289, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/6/07; PT/AMGL/MM/49/13; PT/AMGL/MM/52/14; PT/AMGL/MM/59/06 PT/AMGL/MM/44/07 PT/AMGL/MM/44/07 Mariana omingas Gonçalves Champalimaud Retrato representando uma mulher, de pé, apoiada nas costas de uma cadeira. Trata-se de Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal a 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio em Grândola, a 9 de Outubro de 1911, com José Silvestre Baptista Limpo, natural de Safara, Moura. Não tiveram filhos. Foi sepultada a 1 de Agosto de 1969. Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultura, com a colaboração de Ilda Maria Tojinha (nasc. 17.01.1931), em Julho de 2004. 52, ui13 7, ui44, cx293, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/44/14 PT/AMGL/MM/44/14 Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus 11/16
Retrato de menina de vestido, laço e bolsa brancos, segurando uma cestinha com flores. Trata-se de Maria Madalena Champalimaud Sallaty (de Aires Mateus), nascida em Cabo Verde a 2 de Fevereiro de 1914, filha de José Henrique Sallaty e de Maria Madalena Gonçalves Champalimaud, neta por via materna de José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais, e de. Mariana Gonçalves. Casou em Grândola, em 15 de Março de 1934, com Alberto de Aires Mateus. 59, ui13 14, ui44, cx293, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/45/04 PT/AMGL/MM/45/04 Mariana Gonçalves Retrato de senhora idosa, de saia de xadrez e casaco de malha, sentada num cadeirão de verga. Trata-de de. Mariana Gonçalves, que viveu em união de facto com José Joaquim de Sande Salema Guerreiro Barradas Champalimaud, último Morgado dos Canais. 4, ui14 4, ui45, cx294, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/46/02 PT/AMGL/MM/46/02 Fotografia de grupo na Herdade do Canal Fotografia de grupo, representando quatro mulheres, três homens e duas crianças, em frente da porta de entrada da casa da Herdade do Canal. a esquerda para a direita: ilar Costa Menezes (nasc. 1896, filha de José uarte Menezes e de Maria da Conceição Pimenta da Costa, casou com o fotógrafo Manuel ominguez Martins, de quem teve uma filha, Maria Adelaide de Menezes Martins; faleceu aos 84 anos de idade, a 10.04.1980); Mariana omingas Gonçalves Champalimaud (nasc. 19.01.1891 na Herdade do Canal, casou com José Silvestre Baptista Limpo a 09.10.1911, em Grândola; não tiveram filhos); Maria Adelaide de Menezes Martins (filha de ilar Costa Menezes e de Manuel ominguez Martins, ajudante de farmácia e fotógrafo, autor da presente colecção); Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus; r. Alberto de Aires Mateus; José Silvestre Baptista Limpo; as crianças, Maria Madalena e Alberto (?), filhos de Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus e do r. Alberto de Aires Mateus 16, ui14 2, ui46, cx294, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/46/14 PT/AMGL/MM/46/14 12/16
Retrato de grupo na Herdade do Canal Retrato de grupo na Herdade do Canal. a esquerda para a direita: Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, Maria Adelaide de Menezes Martins, r. Alberto de Aires Mateus, Maria Madalena Champalimaud Sallaty de Aires Mateus e ilar Costa de Menezes. 28, ui14 14, ui46, cx294, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/49/13 PT/AMGL/MM/49/13 ois homens numa carroça Fotografia exterior, representando dois homens numa carroça ornamentada com folhagens, puxada por um burro ou mula. A imagem poderá ter sido captada no monte da Herdade do Canal aquando da festa organizada pel'o Grupo dos Bons Amigos, uma vez que se sabe que era costume ornamentar os carros e carroças com ramagens por esta ocasião. A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia "conforme registou o "Apêndice do Baixo- Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vsita de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila". São os mesmos indivíduos representados no negativo 14 da unidade de instalação 52 desta colecção. 13, ui15 13, ui49, cx294, prat.53, est.2 11, ui4, cx258, prat.44, est.2; 14, ui52, cx263, prat.44, est.2; 6, ui59, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/5/05 PT/AMGL/MM/5/05 Mulheres montadas a cavalo 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Fotografia de duas mulheres montando a cavalo à amazona. A da direita é Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal, em 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio com José Silvestre Baptista Limpo em 9 de Outubro de 1911. É possível que a fotografia tenha sido tirada na referida herdade. 22, ui2 5, ui5, cx289, prat.53, est.2 Envelope 13/16
PT/AMGL/MM/52/14 PT/AMGL/MM/52/14 ois homens numa carroça Fotografia exterior, representando dois homens numa carroça ornamentada com folhagens, puxada por um burro ou mula. A imagem poderá tre sido captada no monte da Herdade do Canal aquando da festa organizada pel'o Grupo dos Bons Amigos, uma vez que se sabe que era costume ornamentar os carros e carroças com ramagens por esta ocasião. A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia "conforme registou o "Apêndice do Baixo- Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vsita de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila". São os mesmos indivíduos representados no negativo 13 da unidade de instalação 49 desta colecção. 56, ui15 14, ui52, cx294, prat.44, est.2 11, ui4, cx258, prat.44, est.2; 13, ui49, cx263, prat.44, est.2; 6, ui59, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/53/02 PT/AMGL/MM/53/02 Touros ois touros da Herdade do Canal Caveira, de José Silvestre Baptista Limpo. 2, ui16 2, ui53, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/53/09 PT/AMGL/MM/53/09 Touros ois touros da Herdade do Canal Caveira, de José Silvestre Baptista Limpo. 9, ui16 9, ui53, cx263, prat.44, est.2 14/16
PT/AMGL/MM/56/04 PT/AMGL/MM/56/04 Mariana omingas Gonçalves Champalimaud e amiga Fotografia realizada nas traseiras da residência Baptista Limpo, actual Farmácia Costa, onde se pode ver, sentada, Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal a 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio em Grândola, a 9 de Outubro de 1911, com José Silvestre Baptista Limpo, natural de Safara, Moura. Não tiveram filhos. Foi sepultada a 1 de Agosto de 1969. esconhece-se o nome da outra mulher. 47, ui16 4, ui56, cx294, prat.44, est.2 31, ui13, cx259, prat.44, est.2; 7, ui31, cx262, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/56/13 PT/AMGL/MM/56/13 Mariana omingas Champalimaud Retrato representando uma mulher, sentada, de vestido com pespontos e plissados e uma pele ou estola no colo. Trata-se de Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, nascida na Herdade do Canal a 19 de Janeiro de 1891. Contraiu matrimónio em Grândola, a 9 de Outubro de 1911, com José Silvestre Baptista Limpo, natural de Safara, Moura. Não tiveram filhos. Foi sepultada a 1 de Agosto de 1969. 56, ui16 13, ui56, cx294, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/59/06 PT/AMGL/MM/59/06 Charada carnavalesca Fotografia exterior, provavelmente tirada no monte da Herdade do Canal por ocasião da reunião do grupo d'os Bons Amigos, representando dois homens mascarados. A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia "conforme registou o "Apêndice do Baixo- Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vsita de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila". 35, ui17 6, ui59, cx294, prat.44, est.2 15/16
11, ui4, cx258, prat.44, est.2; 13, ui49, cx263, prat.44, est.2; 14, ui52, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/6/07 PT/AMGL/MM/6/07 Retrato de grupo 13x18 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de grupo representando várias dezenas de homens, alguns com instrumentos musicais, em frente a um pavilhão agrícola, provavelmente na Herdade do Canal. Poderá tratar-se de um encontro do grupo "Os Bons Amigos". A actividade deste grupo, formado na década de 1930, consistia, «conforme registou o "Apêndice do Baixo -Alentejo do Álbum Alentejano", na realização de um alegre e concorrido convívio que teve lugar durante alguns anos na herdade do Canal, para onde se deslocavam, num vistoso cortejo de 60 ou 70 carros alentejanos, de variados tipos, todos muito bem decorados com festões de verdura e dísticos alusivos à iniciativa. Alguns deste convívios chegaram a reunir mais de duzentas pessoas. O objectivo era confarternizar, (...). Regia-se por normas próprias, (...) em que se cominavam severas penalidades para os faltosos, das quais a mais grave seria a de sujeitar-se a ser amarrado a uma árvore, à vista de todos, e assim passar o dia sem comer nem beber. Por isso que, para prevenir situações tão drásticas, a direcção dos "Bons Amigos" repartisse os participantes em grupos de dez, cabendo a cada um destes sub grupos, por refeição, apenas um garrafão de 5 litros de vinho. (...) No regresso, ao anoitecer, reorganizava-se o cortejo que percorria animadamente as ruas da vila.» Almeida, Manuel Gaio Tavares de. A CULTURA E O RECREIO OS GRANOLENSES (...). Grândola, Câmara Municipal de Grândola, 2000. 30, ui2 7, ui6, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/4/11; PT/AMGL/MM/49/13; PT/AMGL/MM/52/14; PT/AMGL/MM/59/06 16/16