EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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ISSN 677-7042 Ano CLIII N o - 29 Brasília - DF, quarta-fira, 6 d novmbro d 206. Sumário PÁGINA Atos do Podr Judiciário... Atos do Congrsso Nacional... Prsidência da Rpública... Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto... 3 Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs... 5 Ministério da Cultura... 88 Ministério da Dfsa... 9 Ministério da Educação... 92 Ministério da Faznda... 93 Ministério da Justiça Cidadania... 95 Ministério da Saúd... 99 Ministério das Cidads... 0 Ministério d Minas Enrgia... 0 Ministério do Dsnvolvimnto Social Agrário... 06 Ministério da Indústria, Comércio Extrior Srviços... 07 Ministério do Esport... 07 Ministério do Mio Ambint... 07 Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão... 08 Ministério do Trabalho... 09 Ministério dos Transports, Portos Aviação Civil... Ministério Público da União... 3 Tribunal d Contas da União... 4 Entidads d Fiscalização do Exrcício das Profissõs Librais. 29. Atos do Podr Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL DECISÕES Ação Dirta d Inconstitucionalidad Ação Dclaratória d Constitucionalidad (Publicação dtrminada pla Li nº 9.868, d 0..999) Julgamntos AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 5.35 () ORIGEM : ADI - 535 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : DISTRITO FEDERAL R E L ATO R : MIN. ROBERTO BARROSO REQTE.(S) : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI A D V. ( A / S ) : CASSIO AUGUSTO MUNIZ BORGES (002006/DF, 2006/DF, 952/RJ) E OUTRO(A/S) plo código 00020660000 INTDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA INTDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL A D V. ( A / S ) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO AM. CURIAE. : ESTADO DE SÃO PAULO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PA U L O AM. CURIAE. : ESTADO DE MINAS GERAIS PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS AM. CURIAE. : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍ- PIOS - CNM A D V. ( A / S ) : PAULO ANTÔNIO CALIENDO VELLOSO DA SILVEIRA (33940/RS) AM. CURIAE. : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉR- CIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISCO - CNC A D V. ( A / S ) : RODRIGO REIS DE FARIA (394B/RJ) AM. CURIAE. : CONFERAÇÃO NACIONAL DO SISTEMA FI- NANCEIRO - CONSIF A D V. ( A / S ) : RICARDO MAGALDI MESSETTI (30373/DF) E OUTRO(A/S) Dcisão: Após o voto do Ministro Robrto Barroso (Rlator), julgando improcdnt o pdido formulado, no qu foi acompanhado plos Ministros Tori Zavascki, Rosa Wbr, Luiz Fux Dias Toffoli, os votos dos Ministros Edson Fachin Marco Aurélio, qu julgavam o pdido procdnt, o julgamnto foi suspnso. Ausnts, justificadamnt, o Ministro Gilmar Mnds o Ministro Ricardo Lwandowski, qu participa da abrtura do VI Encontro Nacional d Juízs Estaduais - ENAJE, m Porto Sguro, na Bahia. Falaram, plo rqurnt, Confdração Nacional da Indústria - CNI, o Dr. Cassio Augusto Muniz Borgs; plo Prsidnt da Rpública plo Congrsso Nacional, a Ministra Grac Maria Frnands Mndonça, Advogada-Gral da União; plo amicus curi Estado d São Paulo, o Dr. Elival da Silva Ramos, Procurador do Estado,, plo amicus curia Confdração Nacional do Sistma Financiro - CON- SIF, o Dr. Danil Corrêa Szlbracikowski. Prsidência da Ministra Cármn Lúcia. Plnário, 03..206. Dcisão: O Tribunal, por maioria nos trmos do voto do Rlator, julgou improcdnt o pdido formulado, vncidos os Ministros Edson Fachin, Marco Aurélio Ricardo Lwandowski. Fixada ts nos sguints trmos: "O protsto das Crtidõs d Dívida Ativa constitui mcanismo constitucional lgítimo, por não rstringir d forma dsproporcional quaisqur diritos fundamntais garantidos aos contribuints, assim, não constituir sanção política". O Ministro Marco Aurélio, vncido no mérito, não participou da fixação da ts. Ausnts, justificadamnt, os Ministros Gilmar Mnds Tori Zavascki, participando m missão oficial do Programa d Eliçõs dos Estados Unidos (USEP) da 7ª Confrência da Organização Global d Eliçõs (GEO-7), m Washington, Estados Unidos, o Ministro Dias Toffoli, acompanhando as liçõs nort-amricanas a convit da Intrnational Foundation for Elctoral Systms (IFES). Prsidiu o julgamnto a Ministra Cármn Lúcia. Plnário, 09..206. Scrtaria Judiciária PATRÍCIA PEREIRA DE MOURA MARTINS Scrtária. Atos do Congrsso Nacional ATO DO PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL N o - 59, DE 206 O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIO- NAL, cumprindo o qu dispõ o º do art. 0 da Rsolução nº, d 2002-CN, faz sabr qu, nos trmos do 7º do art. 62 da Constituição Fdral, com a rdação dada pla Emnda Constitucional nº 32, d 200, a Mdida Provisória nº 746, d 22 d stmbro d 206, publicada no Diário Oficial da União do dia 23 do msmo mês ano, m Edição Extra, qu "Institui a Política d Fomnto à Implmntação d Escolas d Ensino Médio m Tmpo Intgral, altra a Li nº 9.394, d 20 d dzmbro d 996, qu stablc as dirtrizs bass da ducação nacional, a Li nº.494 d 20 d junho 2007, qu rgulamnta o Fundo d Manutnção Dsnvolvimnto da Educação Básica d Valorização dos Profissionais da Educação, dá outras providências", tm sua vigência prorrogada plo príodo d sssnta dias. Congrsso Nacional, 4 d novmbro d 206 Snador RENAN CALHEIROS Prsidnt da Msa do Congrsso Nacional. DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Prsidência da Rpública N o - 604, d 4 d novmbro d 206. Encaminhamnto ao Snado Fdral, para aprciação, do nom do Snhor LEANDRO FONSECA DA SILVA para xrcr o cargo d Dirtor da Agência Nacional d Saúd Suplmntar - ANS, m virtud da rnúncia d Landro Ris Ta v a r s. N o - 605, d 4 d novmbro d 206. Encaminhamnto ao Snado Fdral, para aprciação, do nom do Snhor RENATO ALENCAR PORTO para sr rconduzido ao cargo d Dirtor da Agência Nacional d Vigilância Sanitária - ANVISA. N o - 606, d 4 d novmbro d 206. Encaminhamnto ao Snado Fdral, para aprciação, do nom do Snhor LUÍS CLÁUDIO VIL- LAFAÑE GOMES SANTOS, Ministro d Sgunda Class da Carrira d Diplomata do Ministério das Rlaçõs Extriors, para xrcr o cargo d Embaixador do Brasil na Rpública da Nicarágua. N o - 607, d 4 d novmbro d 206. Encaminhamnto ao Congrsso Nacional da proposta d modificação do Projto d Li n o 34, d 206-CN, qu "Abr aos Orçamntos Fiscal da Sguridad Social da União, m favor dos Ministérios do Trabalho Prvidência Social do Dsnvolvimnto Agrário, crédito suplmntar no valor d R$ 80.288.82,00, para rforço d dotaçõs constants da Li Orçamntária vignt". N o - 608, d 4 d novmbro d 206. Encaminhamnto ao Suprmo Tribunal Fdral d informaçõs para instruir o julgamnto da Ação Dirta d Inconstitucionalidad nº 5.67. CASA CIVIL IMPRENSA NACIONAL PORTARIA N o - 337, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Institui o Plano d Dados Abrtos da Imprnsa Nacional (PDA/IN). O DIRETOR-GERAL DA IMPRENSA NACIONAL, usando das atribuiçõs qu lh confr o artigo 5º, inciso XXVI, do Rgimnto Intrno, aprovado pla Portaria nº 47, d 9 d março d 2006, altrado pla Portaria nº 446, d 26 d junho d 2008, da Ministra d Estado Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública, d acordo com o contido no Dcrto nº 8.777, d d maio d 206, rsolv: Art. º Instituir o Plano d Dados Abrtos da Imprnsa Nacional (PDA/IN), para o príodo 206-207, na forma do Anxo a sta Portaria. Art. 2º O Anxo contndo o Plano d Dados Abrtos stará disponívl no sítio ltrônico institucional da Imprnsa Nacional, assim como suas atualizaçõs. Art. 3º Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. PEDRO BERTONE INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA PORTARIA N o - 739, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE CO- LONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo inciso VII do art. 2, da Estrutura Rgimntal, aprovada plo Dcrto no 6.82, d 03 d abril d 2009, combinado com o inciso XV, do art. 22, do Rgimnto Intrno do IN- CRA, aprovado pla Portaria/MDA/Nº 20, d 08 d abril d 2009, ;

2 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Considrando o disposto no artigo 68 dos Atos das Disposiçõs Constitucionais Transitórias, bm como o contido nos Artigos 25 26, todos da Constituição Fdral d 988, ainda, o Dcrto nº 4.887, d 20 d novmbro d 2003, a Convnção Intrnacional nº 69 da Organização Intrnacional do Trabalho OIT; as Instruçõs Normativas/INCRA nº 20/2005, 49/2008 57/2009; Considrando os trmos do Rlatório Técnico d Idntificação Dlimitação - RTID, rlativo à rgularização das trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombos Minador laborado pla Comissão instituída pla Ordm d Srviço nº 47/20, d 23 d agosto d 20; Considrando os trmos da Ata da 2ª Runião Ordinária do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, d 05 d novmbro d 202, da Suprintndência Rgional do INCRA no Estado do Cará qu aprovou o citado Rlatório Técnico; Considrando, por fim, tudo o quanto mais consta dos autos do Procsso Administrativo INCRA/SR-02/CE nº 5430.00207/2009-9; rsolv: COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. º Rconhcr dclarar como trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo Minador a ára d.886,99 ha (mil oitocntos oitnta sis hctars, onz ars novnta nov cntiars), situada no Município d Novo Orint, no Estado do Cará. º Os limits confrontaçõs do trritório quilombola d Minador são: ao nort com as trras d Antonio Bonfim d Olivira, Antonio Frnands Litão, Francisco Maurício Sals Cícro Lit Pinho; a lst com trras d Cicro Lit Pinho, Ananias Lops da Silva, Francisco Frrira da Mota, Luiz Soars d Andrad outros; ao sul com trras d Abdias Mota d Sousa outros, Hosana Machado da Pont Soars Antonio Frir da Costa; a ost com trras do Espólio d Francisco Frrira Viana. 2º A planta o mmorial dscritivo ncontram-s disponívis no Procsso Administrativo nº 5430.00207/2009-9 no Acrvo Fundiário do INCRA plo ndrço ltrônico http://acrv o f u n d i a r i o. i n c r a. g o v. b r. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. LEONARDO GÓES SILVA PORTARIA N o - 740, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE CO- LONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo inciso VII do art. 2, da Estrutura Rgimntal, aprovada plo Dcrto no 6.82, d 03 d abril d 2009, combinado com o inciso XV, do art. 22, do Rgimnto Intrno do INCRA, aprovado pla Portaria/MDA/Nº 20, d 08 d abril d 2009, ; Considrando o disposto no artigo 68 dos Atos das Disposiçõs Constitucionais Transitórias, bm como o contido nos Artigos 25 26, todos da Constituição Fdral d 988, ainda, o Dcrto nº. 4.887, d 20 d novmbro d 2003, a Convnção Intrnacional nº. 69 da Organização Intrnacional do Trabalho OIT, as Instruçõs Normativas/INCRA nº. 20/2005, 49/2008 57/2009; Considrando os trmos do Rlatório Técnico d Idntificação Dlimitação - RTID, rlativo à rgularização das trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo d Boquirão da Arara, laborado pla Comissão instituída pla Ordm d Srviço/IN- CRA/SR(02)/Nº037, d 25 d junho d 202; Considrando os trmos da Ata d 06 d maio d 204, da 3ª Runião Ordinária do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, da Suprintndência Rgional do Incra SR- 02 no Estado do Cará, qu aprovou o citado Rlatório Técnico; Considrando, por fim, tudo o quanto mais consta dos autos dos Procssos Administrativos INCRA/SR-02/CE nº 5430.000544/202-67, rsolv: Art. º Rconhcr dclarar como trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo d Boquirão da Arara, a ára d 78,5989 ha (Stcntos dzoito hctars, cinqunta nov ars oitnta nov cntiars), situada no Município d Caucaia, no Estado do Cará. º Os limits confrontaçõs do trritório quilombola d Boquirão da Arara são: ao nort com a BRITAGEM PONTES LT- DA - BRITAP E TERRAS DE LUIS MIRANDA BATISTA; ao lst com TERRAS DE PEDRO LUCIANO CRISÓSTOMO, MANOEL CRISOSTOMO DO VALE, FRANCISCO INOCÊNCIO PIMENTA DE SOUSA, ESPÓLIO ARNOLDO AZEVEDO SILVEIRA, PE- DREIRA IOLITA LTD E KURT GAM PERLY; ao sul com TERRAS DE KURT GAM PERLY E ANTONIO ALMEIDA DE MELO; ao ost com TERRAS DE JULIA MOREIRA SALES E BRITAGEM PONTES LTDA. 2º A planta mmorial dscritivo ncontram-s disponívis no Procsso Administrativo nº 5430.000544/202-67 no Acrvo Fundiário do INCRA plo ndrço ltrônico http://acrv o f u n d i a r i o. i n c r a. g o v. b r. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. Parágrafo º Os limits confrontaçõs do trritório quilombola Sítio Pavilhão são: ao nort com José Eduardo Sobral Sals; lst com José Jonas da Silva; sul com José Jonas da Silva; ost com José Jonas da Silva, José Laurano da Silva Luiz Trajano Frrira. Parágrafo 2º A planta mmorial dscritivo ncontram-s disponívis no Procsso Administrativo nº 54330.00022/200-55 no Acrvo Fundiário do INCRA plo ndrço ltrônico http://acrv o f u n d i a r i o. i n c r a. g o v. b r. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. LEONARDO GÓES SILVA PORTARIA N o - 742, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Aprova o Índic Nacional d Prços ao Consumidor Amplo Espcial - IPCA-E para fins d atualização montária da Taxa d Srviços Cadastrais - TSC. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE CO- LONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 68, da Estrutura Rgimntal, aprovada plo Dcrto no 6.82, d 3 d abril d 2009, combinado com o inciso VII, do art. 22, do Rgimnto Intrno do INCRA, aprovado pla Portaria/MDA/No 20, d 8 d abril d 2009, rsolv: Considrando a ncssidad d utilizar um novo indxador a sr aplicado na atualização montária da Taxa d Srviços Cadastrais - TSC, lançada cobrada por sta Autarquia. Considrando o fato d qu os índics antriormnt utilizados, quais sjam: Maior Valor d Rfrência - MRV Unidad d Rfrência Fiscal - UFIR foram rspctivamnt xtintos pla Li nº 8.77, d 0 d março d 99 pla Mdida Provisória 2095-76, d 3 d junho d 97. Considrando o Dspacho nº 59/GAB/PFE/INCRA/AGU xarado pla Advocacia-Gral da União - AGU, ond é citada a Rsolução nº 242 do Conslho d Justiça Fdral a sguir transcrita: "A partir d jan/200 dv - s utilizar o IPCA-E, divulgado plo IBGE, m razão da xtinção da UFIR como indxador, pla MP nº 973-67, artigo 29, 3º.", rsolv: Art. º Aprovar a aplicação do Índic Nacional d Prços ao Consumidor Amplo Espcial - IPCA - E, calculado divulgado trimstralmnt plo Instituto Brasiliro d Gografia Estatística - IBGE, para a atualização montária da Taxa d Srviços Cadastrais - TSC. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação, sndo stablcido o prazo d 30 dias para adaptação aos novos prcitos. LEONARDO GÓES SILVA PORTARIA N o - 74, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE CO- LONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo inciso VII do art. 2, da Estrutura Rgimntal, aprovada plo Dcrto no 6.82, d 03 d abril d 2009, combinado com o inciso XV, do art. 22, do Rgimnto Intrno do INCRA, aprovado pla Portaria/MDA/Nº 20, d 08 d abril d 2009, ; Considrando o disposto no artigo 68 dos Atos das Disposiçõs Constitucionais Transitórias, bm como o contido nos Artigos 25 26, todos da Constituição Fdral d 988, ainda, o Dcrto nº. 4.887, d 20 d novmbro d 2003, a Convnção Intrnacional nº. 69 da Organização Intrnacional do Trabalho OIT, as Instruçõs Normativas/INCRA nº. 20/2005, 49/2008 57/2009; LEONARDO GÓES SILVA PORTARIA N o - 743, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE CO- LONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo inciso VII do art. 2, da Estrutura Rgimntal, aprovada plo Dcrto no 6.82, d 03 d abril d 2009, combinado com o inciso XV, do art. 22, do Rgimnto Intrno do INCRA, aprovado pla Portaria/MDA/Nº 20, d 08 d abril d 2009, ; Considrando o disposto no artigo 68 dos Atos das Disposiçõs Constitucionais Transitórias, bm como o contido nos Artigos 25 26, todos da Constituição Fdral d 988, ainda, o Dcrto nº. 4.887, d 20 d novmbro d 2003, a Convnção Intrnacional nº. 69 da Organização Intrnacional do Trabalho OIT, as Instruçõs Normativas/INCRA nº. 20/2005, 49/2008 57/2009; plo código 000206600002 Considrando os trmos do Rlatório Técnico d Idntificação Dlimitação - RTID, rlativo à rgularização das trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo SÍTIO PAVILHÃO, laborado pla Comissão instituída pla Ordm d Srviço/INCRA/SR- 9/Nº 20, d 27 d fvriro d 202; Considrando os trmos da Ata d 03 d fvriro d 205, da Runião Ordinária do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, da Suprintndência Rgional do Incra SR-9 no Estado do Rio Grand do Nort, qu aprovou o citado Rlatório Técnico; Considrando, por fim, tudo o quanto mais consta dos autos do Procsso Administrativo INCRA/SR-9/RN nº 54330.00022/200-55, rsolv: Art. º Rconhcr dclarar como trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo Sítio Pavilhão, a ára d 52,668 ha (cinqunta dois hctars, dzssis ars sssnta oito cntiars), situada no Município d Bom Jsus, no Estado do Rio Grand do Nort. Considrando os trmos do Rlatório Técnico d Idntificação Dlimitação - RTID, rlativo à rgularização das trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo Nossa Snhora das Graças do Paraná d Baixo, laborado pla Comissão instituída plas Ordns d Srviço/INCRA/SR(30)STM/Nº 07, d 08/0/204 (fl. 59) Nº 24, d 23/02/205 (fl. 385); Considrando os trmos da Ata d 08 d maio d 205, da Runião do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, da Suprintndência Rgional do Incra SR-30 m Santarém, qu aprovou o citado Rlatório Técnico; Considrando a dcisão rgistrada na Ata d 05 d maio d 206 da Runião do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, da Suprintndência Rgional do INCRA SR-30 m Santarém, qu xcluiu a ára rivindicada plos rmanscnts d quilombo d Nossa Snhora das Graças do prímtro do Projto d Assntamnto Agroxtrativista Três Ilhas, publicada no DOU m 3/05/6 (Rsolução nº 05, d 09/05/206);

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 3 Considrando, por fim, tudo o quanto mais consta dos autos dos Procssos Administrativos INCRA/SR-30/STM nº 5450.06340/2006-34, rsolv: Art. º Rconhcr dclarar como trras da Comunidad Rmanscnt d Quilombo Nossa Snhora das Graças do Paraná d Baixo, a ára d 576,60 ha (quinhntos stnta sis hctars sssnta ars), situada no Município d Óbidos, no Estado do Pará. º Os limits confrontaçõs do trritório quilombola Nossa Snhora das Graças do Paraná d Baixo são: ao nort com CHIQUINHO AQUINO; lst com o RIO AMAZONAS; sul com PEDRO DE TAL CRISTINA DE TAL; ost com CHIQUINHO AQUINO, ANTÔNIO PRATA E PROJETO DE ASSENTAMENTO TRÊS ILHAS. 2º A planta mmorial dscritivo ncontram-s disponívis no Procsso Administrativo nº 5450.06340/2006-34 no Acrvo Fundiário do INCRA plo ndrço ltrônico http://acrv o f u n d i a r i o. i n c r a. g o v. b r. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. LEONARDO GÓES SILVA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO CEARÁ COMITÊ DE DECISÃO REGIONAL RESOLUÇÃO N o - 9, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 O COMITÊ DE DECISÃO REGIONAL - CDR, DA SU- PERINTENDÊNCIA REGIONAL DO INCRA NO ESTADO DO CEARÁ - SR(02)/CE, Autarquia Fdral criada plo Dcrto-Li nº.0, d 09 d julho d 970, altrado pla Li nº. 7.23, d 23 d outubro d 984, rstablcido plo Dcrto Lgislativo nº 2, d 29 d março d 989, por su Suprintndnt Rgional Substituto, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo Art. 22, da Estrutura Rgimntal aprovada plo Dcrto nº. 6.82, d 03 d abril d 2009, combinado com o inciso XIV, do Art. 32 do Rgimnto Intrno da Autarquia, aprovado pla Portaria MDA/nº. 20, d 08 d abril d 2009, publicada no Diário Oficial da União, d 09 d abril sguint, tndo m vista a Rsolução CD/Nº 0/203, d 20 d março d 203, publicada no Diário Oficial da União d 02 d abril sguint: Considrando o sanamnto do Procsso Administrativo nº 5430.000358/2005-, qu trata da Rgularização Fundiária Quilombola das Trras do Trritório Quilombola da Associação dos Moradors d Água Prta - Tururu/C, spcificamnt no qu tang à SOLICITAÇÃO DE INFORMAÇÃO PROCEDIMENTAL, quanto a contagm d prazo para aprsntação d contstação. Considrando qu, após anális do único ponto d pauta, da 7ª Runião Ordinária do Comitê d Dcisão Rgional - CDR, ralizada m 0 d novmbro d 206, após a litura do Parcr Jurídico da Procuradoria Fdral Espcializada, constant das fls., 58/52, rcomndando ao Sr. Suprintndnt Rgional o indfrimnto do pdido, com a consqunt submissão da matéria ao Comitê d Dcisão Rgional - CDR, para aprciá-lo por ocasião do julgamnto d vntuais contstaçõs Considrando o d acordo, às fls., 522, do Sr. Suprintndnt Rgional, das rcomndaçõs da Procuradoria Fdral Espcializada, rsolv: Art. º Aprovar o indfrimnto do plito solicitado, mantndo as notificaçõs já aprsntadas com os sus rspctivos prazos stipulados. MARCOS CÉSAR CALS DE OLIVEIRA Coordnador do Comitê EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM MATO GROSSO RETIFICAÇÃO Na Portaria INCRA/SR-3/MT Nº 067 d 7 d dzmbro d 200, publicada no Diário Oficial da União nº 243 d 2 d dzmbro d 200, na Sção 0 página 26, qu criou o Projto d Assntamnto Jonas Pinhiro, código SIPRA MT0495000, localizado nos municípios d Sorriso Vra/MT, com ára d 7.305,3365 (st mil trzntos cinco hctars trinta três ars sssnta cinco cntiars), "...ond s lê qu prvê a criação d 27 (duzntas stnta uma unidads agrícolas familiars)"... lia-s qu prvê a criação d 447 (quatrocntos quarnta st unidads agrícolas familiars). SECRETARIA ESPECIAL DE AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO PORTARIA N o - 65, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DA SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR, no uso d suas atribuiçõs, d acordo com o disposto na li 0.420, d 0 d abril d 2002 no Dcrto 4.962, d 22 d janiro d 2004, considrando qu os pagamntos d bnfícios sgum às condiçõs vignts na data d adsão do agricultor, conform o artigo 9º do Dcrto 4.962/2004, d 22 d janiro d 2004, rsolv: plo código 000206600003 Art. º Autorizar o pagamnto dos bnfícios rlativos à safra 205/206 aos agricultors (as) qu adriram ao Garantia-Safra no município constant no anxo. Art. 2º Os pagamntos srão ralizados a partir do mês d novmbro d 206, nas msmas datas dfinidas plo calndário d pagamntos d bnfícios sociais da Caixa Econômica Fdral.. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. EVERTON AUGUSTO PAIVA FERREIRA ANEXO (Safra 205/206) UF IBGE Município CE 2300705 Alto Santo CE 230000 Aquiraz CE 2302008 Barro CE 230270 Campos Sals CE 2306256 Itaitinga CE 232908 Sobral MG 30003 Águas Vrmlhas MG 307303 Bocaiúva MG 308255 Bonito d Minas MG 32703 Capitão Enéas MG 33008 Caraí MG 320300 Cristália MG 322454 Divisópolis MG 326604 Francisco Dumont MG 33005 Icaraí d Minas MG 330655 Indaiabira MG 332008 Itacambira MG 336520 José Gonçalvs d Minas MG 336579 Josnópolis MG 337007 Ladainha MG 342254 Miravânia MG 345307 Novo Cruziro MG 346255 Padr Carvalho MG 364209 São Romão MG 365909 Snador Modstino Gonçalvs MG 37065 Vargm Grand do Rio Pardo MG 3707 V r d i n h a PE 26002 Araripina PE 260607 Blém d São Francisco PE 2603926 Carnaubira da Pnha PE 2604304 Cdro PE 2605608 Flors PE 2605707 Florsta PE 2606309 Granito PE 2606903 Iguaraci PE 260709 Ingazira PE 2607307 Ipubi PE 2608057 Jatobá PE 2609303 Mirandiba PE 264303 Morilândia PE 2609907 Ouricuri PE 260400 Parnamirim PE 262208 Salguiro PE 262455 Santa Cruz PE 262604 Santa Maria da Boa Vista PE 263503 São José do Blmont PE 26405 Srtânia PE 264600 Ta b i r a PE 264808 Ta c a r a t u PE 265607 Tr i n d a d PE 265706 Tr i u n f o PE 265904 Tu p a r t a m a PE 2600302 Agrstina PE 260706 Blo Jardim PE 260406 Caruaru PE 2606002 Garanhuns PE 2608255 Jucati PE 2608305 Jupi PE 26030 Paranatama PE 263008 São Bnto do Una Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 26, DE DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO no uso das atribuiçõs qu lh confrm o art. 8 do Anxo I do Dcrto nº 8.852, d 20 d stmbro d 206, tndo m vista o disposto no Dcrto nº 30.69, d 29 d março d 952, suas altraçõs, o qu consta no Procsso nº 2000.05983/206-98, rsolv: Art. º Os itns 2, 3, 4, 5 6 do Anxo da Portaria nº 83, d 998, passam a vigorar com a sguint rdação, acrscido ao itm 2 os subitns 2., 2.2, 2.2., 2.2.2, 2.2.3, 2.3, 2.3., 2.4, 2.5, 2.5., 2.5.2 2.6, ao itm 5 os subitns 5., 5.2, 5.3 5.3., ao itm 6 os subitns 6. 6.2: "2. Para o rconhcimnto da quivalência mncionada no itm acima, as autoridads comptnts dvrão rspondr os qustionários técnicos forncidos plo DIPOA, rlativos às comptências, atribuiçõs, atividads mtodologias da inspção vtrinária, bm como às lgislaçõs rgulamntos sanitários corrspondnts. Dpois d avaliados considrados quivalnts aos brasiliros, o DI- POA nviará missão vtrinária para vrificação do sistma d inspção sanitária do país strangiro procdr visita aos stablcimntos intrssados, para a ncssária habilitação." (NR) 2.. Os qustionários técnicos srão laborados plas áras técnicas comptnts da SDA, abrangndo a saúd animal a inspção d produtos d origm animal, quando ncssário, subsidiariamnt, os insumos pcuários, laboratórios, os rsíduos contaminants. 2.2. O país intrssado m xportar produtos d origm animal ao Brasil formalizará su plito plas vias diplomáticas oficiais, com informaçõs sobr os produtos ou catgorias d produtos d origm animal qu prtnd xportar ao Brasil, incluindo a(s) spéci(s) animal(is), procssamnto tcnológico lista d stablcimntos d fabricants. 2.2.. As catgorias d produtos srão informadas com bas nos procssos tcnológicos a qu são submtidos sua rlação com os tratamntos d mitigação d riscos a saúd animal ou saúd pública para cada produto d origm animal. 2.2.2. A solicitação d rconhcimnto d quivalência d sistma d inspção sanitária srá avaliada, inicialmnt, plo Dpartamnto d Saúd Animal - DSA, para vrificação d impdimntos ou rstriçõs técnicas sob o aspcto da saúd animal dfinição dos rquisitos sanitários aplicávis. 2.2.3. Somnt após avaliação favorávl plo DSA os pdidos d rconhcimnto srão submtidos a anális do DIPOA, quando ncssário, das dmais áras comptnts da SDA. 2.3. Em dcorrência das ngociaçõs ou tratativas bilatrais com o país a critério do DIPOA, podrão sr dfinidos procdimntos complmntars para habilitação d novos stablcimntos strangiros ou inclusão d novos produtos, stablcida a obrigatoridad d prnchimnto nvio d qustionário individual d stablcimntos, bm como srm fixados prazos d vigência das habilitaçõs. 2.3.. A habilitação podrá sr concdida nas sguints formas: a) habilitação planta a planta, modalidad qu consist na obrigatoridad d visita individual para avaliação d cada stablcimnto intrssado a xportar ao Brasil plo DIPOA; ou b) habilitação por indicação pla autoridad sanitária strangira, modalidad na qual a habilitação d novos stablcimntos ou inclusão d novos produtos podrá sr ralizada por indicação da autoridad sanitária do país strangiro postrior homologação plo DIPOA, podndo sr dispnsada a visita prévia aos stablcimntos indicados. 2.4. Podrá sr dispnsada, a critério do DIPOA, a ralização d visita prévia d avaliação d stablcimntos strangiros para importação d produtos d origm animal d baixo risco sanitário sob os aspctos d saúd pública saúd animal, caso o rsultado da anális dos qustionários técnicos sja favorávl. 2.5. O país qu já tv su sistma d inspção sanitária rconhcido como quivalnt ao nacional para dtrminada ára ou spéci animal podrá rqurr a xtnsão do rconhcimnto para outra(s) ára(s) ou spéci(s) animais(s), dvndo, para tanto, complmntar as informaçõs do(s) qustionário(s) técnico(s) tratados no itm 2. com informaçõs sobr a cadia produtiva a sr incluída. 2.5.. Caso a avaliação documntal para xtnsão d rconhcimnto do sistma d inspção sanitária sja favorávl, o DI- POA podrá dispnsar a prévia ralização d missão ao país para concssão provisória da xtnsão da quivalência. Nst caso, a avaliação local srá postrgada até a próxima missão, conform prvê o itm 6. 2.5.2. A dispnsa d missão apnas podrá sr ralizada quando as atividads d inspção d produtos d origm animal da(s) nova(s) ára(s) ou spéci(s) animal (is) form ralizadas plo msmo órgão ou instituição comptnt no país d origm já rconhcido como quivalnt ao nacional. 2.6. Os rlatórios das missõs strangiras srão laborados, m sua vrsão prliminar, no prazo d sssnta dias contados do término da missão, sndo disponibilizados para comntários por part da autoridad sanitária comptnt no país strangiro atndimnto às rcomndaçõs, por igual príodo. Após anális dos comntários das açõs adotadas plo país strangiro, srá laborado, no prazo d trinta dias, o rlatório final da missão, o qual srá divulgado plo DIPOA no sítio ltrônico do MAPA. "3. Em dcorrência das ngociaçõs ou tratativas bilatrais com o país strangiro a critério da SDA, as missõs vtrinárias brasiliras podrão sr custadas, total ou parcialmnt, plo país prtndnt a xportar produtos d origm animal para o Brasil." (NR)

4 ISSN 677-7042 "4. Os stablcimntos intrssados a xportar produtos d origm animal para o Brasil dvrão atndr aos rquisitos prvistos na lgislação rgulamntos brasiliros spcíficos, rlativos às condiçõs das instalaçõs físicas, quipamntos, fluxograma opracional higinização industrial; formulação, procssos tcnológicos, mbalagm rotulagm dos produtos d origm animal; bm star animal, quando aplicávl; aplicação d boas práticas d fabricação mtodologias d garantia d inocuidad dos alimntos basados nos princípios da anális d prigos pontos críticos d control - APPCC, rcomndadas plo Codx Alimntarius." (NR) "5. Finalizados os procdimntos spcificados nos itns antriors caso a avaliação conclua pla quivalência com o sistma d inspção sanitário brasiliro, o DIPOA mitirá dclaração d rconhcimnto do país como apto a xportar produtos d origm animal para o Brasil." (NR) 5.. Na dclaração d rconhcimnto d quivalência constarão informaçõs sobr o(s) produto(s) ou catgoria(s) d produto(s) d origm animal autorizados por ára(s) ou spéci(s) animal(s), a modalidad d habilitação d novos stablcimntos ou inclusão d produtos rquisitos adicionais stablcidos. 5.2. Os modlos d crtificados sanitários intrnacionais d importação srão divulgados plo DIPOA para conhcimnto vrificação nos pontos d ingrsso rinspção plos stors comptnts. 5.3. O DIPOA atualizará disponibilizará no sítio ltrônico do MAPA a lista d paíss, stablcimntos produtos d origm animal autorizados à xportação para o Brasil. 5.3.. A lista d produtos autorizados obsrvará os critérios das catgorias mncionadas no itm 2.2.. "6. A SDA, subsidiada plo DSA, podrá, a qualqur momnto, suspndr total ou parcialmnt as importaçõs d produtos d origm animal d paíss acomtidos por nfrmidads qu rprsntm risco a saúd animal." (NR) 6.. O DIPOA ralizará auditorias priódicas aos paíss d quivalência rconhcida nos stablcimntos habilitados, visando assgurar a manutnção das condiçõs aprovadas, podndo mantr ou suspndr, total ou parcialmnt, a qualqur tmpo, a aprovação dos paíss ou a habilitação dos stablcimntos, nos sguints casos: a) compromtimnto do sistma d inspção sanitária; ou b) compromtimnto do padrão higiênico-sanitário dos stablcimntos sus rspctivos produtos. 6.2 O DIPOA podrá, ainda, mantr ou suspndr, total ou parcialmnt a aprovação dos paíss ou a habilitação dos stablcimntos, nos sguints casos: Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 a) dtcção d violaçõs à lgislação brasilira por ocasião da rinspção d produtos d origm animal importados; b) quando as autoridads sanitárias do país d origm dixarm d adotar informar ao Brasil açõs corrtivas prvntivas adotadas para as violaçõs dtctadas; ou c) quando as autoridads sanitárias do país d origm dixarm d aprsntar informaçõs solicitadas plo Brasil. Art. 2º Fica o DIPOA autorizado a atualizar, homologar divulgar a lista d paíss strangiros autorizados a xportar para o Brasil mdiant o cruzamnto das informaçõs rfrnts aos stablcimntos strangiros já habilitados contidas no Srviço d Informaçõs Grnciais do Srviço d Inspção Fdral - SIGSIF no histórico d importaçõs d produtos d origm animal disponívis no Sistma Intgrado d Comércio Extrior - SISCOMEX nos últimos dz anos consulta ao DSA quanto a xistência d rstriçõs para importação d produtos d origm animal m razão d pisódios sanitários ocorridos nos paíss dsd a habilitação inicial dos stablcimntos. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS LUIS EDUARDO PACIFICI RANGEL plo código 000206600004

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 5. Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 4.600, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso d suas atribuiçõs, obsrvado o disposto no Dcrto nº 5.37, d 7 d fvriro d 2005, na Portaria nº 6.738, d 2 d dzmbro d 205, rsolv: Art. º Autorizar FUNDAÇÃO EDUCACIONAL E CUL- TURAL DE IPANEMA a xcutar o Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, m carátr scundário, com utilização d tcnologia digital no Município d JUIZ DE FORA, Estado d MINAS GERAIS, por mio do canal 27 (vint st), visando a rtransmissão dos sus próprios sinais, por rcpção via satélit. Art. 2º Aprovar o local d instalação da stação a utilização dos quipamntos, autorizar o funcionamnto m carátr provisório, condicionado à autorização para uso da radiofrquência, nos trmos do Procsso nº 53900.05374/206-8 da Nota Técnica nº 25609/206/SEI-MCTIC. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB PORTARIA Nº 4.605, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso d suas atribuiçõs, obsrvado o disposto no Dcrto nº 5.37, d 7 d fvriro d 2005, na Portaria nº 6.738, d 2 d dzmbro d 205, rsolv: Art. º Autorizar a SOCIEDADE PARAIBANA DE COMU- NICAÇÃO LTDA a xcutar o Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, m carátr scundário, com utilização d tcnologia digital no Município d ITAPO- RANGA, Estado da Paraíba, por mio do canal 23 (vint três), visando a rtransmissão dos sus próprios sinais, por rcpção via satélit. Art. 2º Aprovar o local d instalação da stação a utilização dos quipamntos, autorizar o funcionamnto m carátr provisório, condicionado à autorização para uso da radiofrquência, nos trmos do Procsso nº 53900.027776/206-65 da Nota Técnica nº 24582/206/SEI-MCTIC. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB PORTARIA Nº 4.607, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso d suas atribuiçõs, obsrvado o disposto no Dcrto nº 5.37, d 7 d fvriro d 2005, na Portaria nº 6.738, d 2 d dzmbro d 205, rsolv: Art. º Autorizar FUNDAÇÃO VIRGINIUS DA GAMA E MELO a xcutar o Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, m carátr scundário, com utilização d tcnologia digital no Município d CATOLÉ DO ROCHA, Estado da PARAÍBA, por mio do canal 24 (vint quatro), visando a rtransmissão dos sus próprios sinais, por rcpção via satélit. Art. 2º Aprovar o local d instalação da stação a utilização dos quipamntos, autorizar o funcionamnto m carátr provisório, condicionado à autorização para uso da radiofrquência, nos trmos do Procsso nº 53900.02783/206-35 da Nota Técnica nº 26325/206/SEI-MCTIC. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL GILBERTO KASSAB PORTARIA Nº 4.62, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso d suas atribuiçõs, obsrvado o disposto no Dcrto nº 5.37, d 7 d fvriro d 2005, na Portaria nº 6.738, d 2 d dzmbro d 205, rsolv: Art. º Autorizar MODELO FM LTDA - EPP a xcutar o Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, m carátr scundário, com utilização d tcnologia digital no Município d SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA, Estado do PARÁ, por mio do canal 40 (quarnta), visando a rtransmissão dos sinais grados pla TELEVISÃO LIBERAL LT- DA, concssionária do Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, canal 7 (st), no município d BELÉM, stado do PARÁ, por rcpção via satélit. Art. 2º Aprovar o local d instalação da stação a utilização dos quipamntos, autorizar o funcionamnto m carátr provisório para funcionamnto m tcnologia analógica, condicionado à autorização para uso da radiofrquência, nos trmos do Procsso nº 53900.00600/206-56 da Nota Técnica nº 26784/206/SEI-MCTIC. plo código 000206600005 Parágrafo único. A Entidad dvrá ncaminhar o projto técnico para funcionamnto m tcnologia digital à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs no prazo máximo d nov mss ants da data prvista para o dsligamnto do sinal analógico na localidad, conform cronograma dfinido plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, ou a qualqur tmpo, após a autorização do rspctivo srviço, rspitado o prazo máximo. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB PORTARIA Nº 5.4, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art, 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Cntro Nacional d Monitoramnto Alrtas d Dsastrs Naturais, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 857, d 5 d stmbro d 203, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 09 d stmbro d 203, Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CENTRO NACIONAL DE MONITORAMENTO E ALERTAS A DESASTRES NATURAIS CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Cntro Nacional d Monitoramnto Alrtas d Dsastrs Naturais - CEMADEN é unidad intgrant do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, conform o disposto no inciso IV do art. nº 29 da Li nº 0.683, d 28 d maio d 2003 instituído plo Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O CEMADEN é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd atual do CEMADEN stá localizada na Rodovia Prsidnt Dutra km 37,8, Estrada Doutor Altino Bondsan, 500, Distrito d Eugênio d Mlo, CEP 2247-06, São José dos Campos, SP, ond s ncontra instalada sua administração cntral. Art. 4º Ao Cntro Nacional d Monitoramnto Alrtas d Dsastrs Naturais I - laborar alrtas d dsastrs naturais rlvants para açõs d protção d dfsa civil no trritório nacional; II - laborar divulgar studos visando à produção d informaçõs ncssárias ao planjamnto à promoção d açõs contra dsastrs naturais; III - dsnvolvr capacidad cintífica, tcnológica d inovação para continuamnt aprfiçoar os alrtas d dsastrs naturais; IV - dsnvolvr implmntar sistmas d obsrvação para o monitoramnto d dsastrs naturais; V - dsnvolvr implmntar modlos computacionais para dsastrs naturais; VI - oprar sistmas computacionais ncssários à laboração dos alrtas d dsastrs naturais; VII - promovr capacitação, trinamnto apoio a atividads d pós-graduação, m suas áras d atuação; VIII - mitir alrtas d dsastrs naturais para o Cntro Nacional d Grnciamnto d Riscos Dsastrs - Cnad, do Ministério da Intgração Nacional, auxiliando o Sistma Nacional d Dfsa Civil. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 5º O Cntro Nacional d Monitoramnto Alrtas d Dsastrs Naturais - CEMADEN tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria a) Coordnação d Administração - COCAD b) Coordnação d Rlaçõs Institucionais - CORIN II - Coordnação-Gral d Opraçõs Modlagns - CGOM a) Divisão d Monitoramnto Alrtas - DIMON III - Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto - CGPD a) Divisão d Dsnvolvimnto d Produtos Intgrados - DIPIN Art. 6 O Cntro Nacional d Monitoramnto Alrtas d Dsastrs Naturais - CEMADEN tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 7º O CEMADEN srá dirigido por um Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública, por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 8º As Coordnaçõs-Grais srão chfiadas por Coordnadors-Grais, as Coordnaçõs por Coordnadors,, as Divisõs, por Chfs, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, na forma da lgislação prtinnt. Art. 9º Os ocupants dos cargos m comissão funçõs gratificadas srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art. 0. À Coordnação d Administração I - assistir ao Dirtor do CEMADEN na formulação d políticas stratégias, m spcial no planjamnto d captação formação d rcursos humanos nas áras d intrss do CEMADEN, bm como na dfinição d procdimntos para a xcução dos programas açõs intrnas d sua comptência, incluindo planjar dlinar proposta d struturação da Coordnação m divisõs spcíficas, tais como d Orçamnto Finanças, Rcursos Humanos, Convênios Contratos, Suprimntos, Patrimônio outras atividads qu lh form comtidas m suas áras d comptência; II - o planjamnto acompanhamnto do orçamnto anual plurianual, m spcial: a) intragir com as dmais unidads do CEMADEN para assistir o Dirtor na laboração xcução do planjamnto administrativo anual da Instituição, com bas no Plano Plurianual - PPA na Estratégia Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação - ENC- TI; b) coordnar, orintar controlar o procsso d laboração da proposta orçamntária, bm como da xcução físico-financira atividads dos Sistmas d Orçamnto Finanças, d acordo com as orintaçõs da Dirção do Cntro do órgão cntral do Sistma d Orçamnto; c) coordnar o procsso d ajusts do orçamnto ao longo d cada xrcício financiro; d) ralizar a conformidad dos rgistros no Sistma Intgrado d Administração Financira do Govrno Fdral - SIAFI dos atos d gstão orçamntária, financira patrimonial praticados plos Ordnadors d Dspsa rsponsávis por bns públicos, à vista das normas vignts, da tabla d vntos do SIAFI da conformidad documntal da unidad gstora; ) administrar, dtalhar dscntralizar os créditos orçamntários; f) propor a programação financira anual mnsal à Dirção. III - a gstão d rcursos humanos, m spcial: a) coordnar, dirigir controlar a xcução das atividads rlativas a rgistros, lotação, movimntação, concssão pagamnto d pssoal; b) planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas com as políticas d administração dsnvolvimnto d rcursos humanos, sguindo as dirtrizs manadas do órgão cntral do Sistma d Pssoal Civil da Administração Fdral - SIPEC da Administração Cntral do MCTIC; c) coordnar programas d mlhoria da Qualidad d Vida no Trabalho, buscando aliar o dsnvolvimnto d habilidads à ampliação das oportunidads d convívio social no próprio CEMADEN, stimulando a criatividad, o dsnvolvimnto do spírito d quip d ajuda mútua no corpo funcional; d) apoiar a ralização d vntos técnicos cintíficos d intrss do CEMADEN, como congrssos, simpósios, sminários, workshops tc. IV - a gstão d convênios, contratos rcursos logísticos, m spcial: a) criar condiçõs para assgurar ficácia na idntificação dos instrumntos contratuais d convênios a srm firmados nos controls intrnos xtrnos, buscando garantir rgularidad na ralização da rcita da dspsa na prstação d contas, m articulação com o órgão suprior comptnt dmais unidads do CEMADEN; b) xaminar a lgislação spcífica normas corrlatas, orintando quanto a sua obsrvância m qustõs suscitadas pla aplicação d lis, dcrtos rgulamntos rlativos às atividads d contratos, licitaçõs convênios do CEMADEN sinalizando a ncssidad d providências cabívis na fiscalização, aplicação d pnalidads dirito à ampla dfsa na xcução d contratos convênios; c) suprvisionar a ocupação do spaço físico do CEMADEN participar da dfinição d áras infrastrutura para o dsnvolvimnto das atividads atuais futuras, bm como promovr grnciar atividads rlacionadas a transports, comunicação administrativa, guarda d documntos, sgurança patrimonial, sgurança do trabalho, manutnção modrnização das instalaçõs d infrastrutura logística; d) planjar, organizar, coordnar, xcutar suprvisionar as atividads rlativas à aquisição d bns contratação d srviços, administração d matrial patrimônio, licitaçõs contratos, obras srviços d ngnharia, transport, trcirização, tlfonia srviços grais, rprografia, administração manutnção prdial; ) dcidir, m primira instância, sobr os rcursos rprsntaçõs intrpostos m fac das dcisõs das Comissõs d Licitação Prgoiros, rfrnts à unidad d administração d srviços grais do CEMADEN; f) rconhcr a inxigibilidad d licitação a dispnsa d licitação, nos trmos do art. 26 da Li nº 8.666/93; g) aplicar ou rtirar pnalidads a forncdors prstadors d srviços, inclusiv providnciando o rgistro nos órgãos d control s assim for ncssário; h) mitir atstado d capacidad técnica dmais atos ncssários à gstão contratual, no âmbito do CEMADEN;

6 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 i) analisar propor contrataçõs, trmos aditivos ou apostilamntos d dspsas, obsrvadas as normas vignts; j) formalizar projto básico, plano d trabalho trmo d rfrência, m sua ára d atuação; k) coordnar, organizar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas com xcução orçamntária financira, passagns diárias, licitaçõs contratos; l) coordnar, organizar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas com, obras manutnção d difícios públicos, matrial patrimônio, transport, tlfonia, trcirização, rprografia srviços grais. V - a gstão da informação, protocolo documntação, m spcial: a) planjar, coordnar dsnvolvr as atividads projtos rlativos à modrnização organização administrativa, sgundo as dirtrizs padrõs manados do Órgão Cntral do Sistma d Organização Modrnização Administrativa - SOMAD; b) xcutar a política d aprfiçoamnto das atividads arquivísticas, m conformidad com o Sistma d Arquivos - SIARQ do MCTIC; c) procdr a formalização, tramitação control dos procssos administrativos; d) controlar o nvio d matérias para publicação no Diário Oficial da União; ) laborar, ditar distribuir Boltins d Srviço; f) implmntar os dispositivos lgais voltados para a formalização o control d procssos documntos; g) controlar os contratos com as mprsas d postagm, forncdoras d priódicos d carga nas máquinas franquadoras; h) laborar, implmntar mantr o Plano Arquivístico; i) organizar, prsrvar, controlar atualizar o acrvo bibliográfico. VI - a gstão da tcnologia da informação, m spcial: a) coordnar a implmntação, a utilização a avaliação dos procssos d dsnvolvimnto d sistmas informatizados; b) apoiar no planjamnto, orintar, xcutar controlar as atividads d dsnvolvimnto d sistmas informatizados d sítios; c) promovr coordnar a laboração d projtos para xcução d atividads rlacionadas com o studo, implantação, modrnização, avaliação d produtos srviços, aquisição, xpansão, rmanjamnto, sgurança utilização dos rcursos computacionais, visando a sua compatibilidad intgração. Art.. À Coordnação d Rlaçõs Institucionais I - coordnar as açõs d articulação rprsntação institucional com vistas ao cumprimnto da missão do CEMADEN, bm como ao aprimoramnto das açõs rlacionadas ao Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD na Estratégia Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação - ENCTI; II - coordnar, struturar suprvisionar as atividads d participação ralização d vntos d rprsntação institucional, bm como formular stratégias açõs promocionais da imagm do CEMADEN; III - coordnar, struturar suprvisionar as atividads d divulgação comunicação social, d popularização da ciência, d dsnvolvimnto social d capacitação xtrna d rcursos humanos; IV - coordnar viabilizar açõs d rsponsabilidad social, nvolvndo atividads projtos d inclusão social, difusão cintífica, promoção do aumnto da prcpção d risco d dsastrs naturais, dsnvolvimnto sustntávl da mlhoria da qualidad d vida; V - coordnar as açõs d capacitação xtrna d rcursos humanos através do grnciamnto do apoio institucional, d parcrias com outras instituiçõs ofrta d cursos nas áras d comptência do CEMADEN; VI - coordnar o stablcimnto grnciamnto d acordos d coopração técnica, convênios, outros instrumntos d coopração ntr o CEMADEN instituiçõs govrnamntais ou não govrnamntais, nas áras d atuação do CEMADEN; VII - promovr a implmntação d política abrta d dissminação d dados informaçõs, contribuindo para a troca d xpriências conhcimntos na ára d dsastrs naturais; VIII - promovr a articulação xpansão d rds d psquisa d monitoramnto d dsastrs, d manira sinérgica otimizada, visando implantação, consolidação xpansão do sistma nacional d monitoramnto alrtas d dsastrs naturais; IX - assistir ao Dirtor do CEMADEN na formulação d políticas stratégias, m spcial no planjamnto d captação formação d rcursos humanos nas áras d intrss do CEMADEN, bm como na dfinição d procdimntos para a xcução dos programas açõs intrnas d sua comptência, incluindo planjar dlinar proposta d struturação da Coordnação m divisõs spcíficas; X - auxiliar o Dirtor na formulação d políticas d coopração nacional intrnacional acompanhar a implmntação dssas políticas no âmbito dos programas sob sua rsponsabilidad. Sção II Da Coordnação-Gral d Opraçõs Modlagns Art. 2. À Coordnação-Gral d Opraçõs Modlagns I - coordnar, acompanhar, avaliar propor mtas indicadors para o dsnvolvimnto das atividads rlacionadas à rotina opracional do CEMADEN, da Modlagm dos Sistmas Físicos, do Srviço Computacional; II - garantir a opração contínua, inintrrupta a qualidad dos produtos laborados plo CEMADEN; III - propor implmntar açõs d adquação ou xpansão dos sistmas obsrvacionais d monitoramnto d dsastrs naturais, garantindo a sua plna xcução intgração dos rsultados ao cntro opracional do CEMADEN; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600006 IV - ralizar opracionalmnt o monitoramnto alrtas d dsastrs naturais dissminá-los para os usuários das informaçõs, rspitadas as lis, normas acordos vignts; V - zlar pla manutnção d padrõs intrnacionais d qualidad, tmpstividad acrto; VI - dsnvolvr, implmntar, oprar avaliar uma suít d modlos numéricos d dsastrs naturais m apoio à laboração d alrtas; VII - garantir o provimnto dos srviços d suprcomputação srviços d suport d TI ssnciais para o funcionamnto do Cntro; VIII - administrar a opração dos sistmas computacionais (suprcomputação, staçõs d trabalho, comunicação); IX - prsidir o Comitê d Usuários o Comitê d Provdors d Informaçõs; X - coordnar a manutnção opracionalização d laboratório d instrumntação ambintal voltado para dsastrs naturais; XI - avaliar, dsnvolvr, oprar implmntar novas tcnologias qu usam mios d tlcomunicaçõs para dissminação d alrtas informaçõs d dsastrs naturais; XII - laborar, coordnar, assistir suprvisionar mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução técnica, grncial físico-financira das açõs, programas, projtos atividads sob sua rsponsabilidad, propondo mdidas para a corrção d suas distorçõs para o su aprfiçoamnto, d forma articulada com a Coordnação d Administração do CEMADEN; XIII - subsidiar o Dirtor, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads para o dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo na sua ára d comptência, visando o cumprimnto das dirtrizs mtas stablcidas no âmbito do Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD na Estratégia Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação - ENCTI. Art. 3. À Divisão d Monitoramnto Alrtas I - monitorar m rgim contínuo d 7x24h as condiçõs hidro-go-mtorológicas os possívis impactos socioambintais, considrando inclusiv as informaçõs prstadas por nts staduais ou municipais m situaçõs d cris; II - laborar, nos casos m qu s julgar ncssário, alrtas d dsastrs naturais com o maior dtalhamnto spacial tmporal possívl; III - nviar os alrtas ao Cnad, tndo m vista o disposto no Protocolo d Coopração CEMADEN - CENAD; IV - propor acompanhar planos oprativos mitir rlatórios statísticos grnciais d xcução das açõs d rsponsabilidad do cntro opracional; V - providnciar o rgistro arquivamnto d toda documntação, digital ou física, rcbida mitida plo CEMADEN, rlativa às atividads do cntro opracional. Sção III Da Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto Art. 4. À Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto I - coordnar, avaliar, propor mtas indicadors, dfinir as linhas prioritárias d psquisa para o cumprimnto dos objtivos do CEMADEN; II - stablcr parcrias com instituiçõs d psquisa nacionais intrnacionais nas áras aftas aos dsastrs naturais; III - ralizar psquisas dsnvolvimntos tcnológicos sobr todos os tipos d dsastrs naturais qu ocorrm no País na América do Sul; IV - dsnvolvr psquisas produtos tcnológicos buscando soluçõs intgradas (combinação d obsrvaçõs modlagm) m gstão d riscos d dsastrs naturais no tocant a alrtas; V - ralizar psquisas dsnvolvimntos tcnológicos sobr vntos d naturza gológica hidrológica associados a dsastrs naturais; VI - ralizar psquisas dsnvolvimntos tcnológicos a partir d rsultados d modlos numéricos d prvisõs do tmpo, d clima sazonal d cnários d mudanças climáticas dirtamnt rlacionados com os dsastrs naturais; VII - promovr a capacitação, trinamnto apoio às atividads d formação d rcursos humanos, com ênfas no nívl d pós-graduação; VIII - propor, implmntar controlar açõs d adquação ou xpansão dos sistmas obsrvacionais d monitoramnto d dsastrs naturais, garantindo o suport ncssário ao dsnvolvimnto d psquisas tcnologias avançadas para o aprimoramnto das atividads do cntro opracional; IX - laborar, coordnar, assistir suprvisionar mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução técnica, grncial físico-financira das açõs, programas, projtos atividads sob sua rsponsabilidad, propondo mdidas para a corrção d suas distorçõs para o su aprfiçoamnto, d forma articulada com a Coordnação d Administração do CEMADEN; X - subsidiar o Dirtor, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads para o dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo na sua ára d comptência, visando o cumprimnto das dirtrizs mtas stablcidas no âmbito do Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD na Estratégia Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação - ENCTI. Art. 5. À Divisão d Dsnvolvimnto d Produtos Intgrados I - acompanhar a implmntação d stratégias procdimntos adotados para a xcução dos programas d psquisa dsnvolvimnto m Dsastrs Naturais, conduzidos plo CEMA- DEN; II - acompanhar o cumprimnto da laboração xcução d planos oprativos rlatórios statísticos grnciais d xcução d programas d psquisa dsnvolvimnto; III - grnciar promovr açõs d dissminação dos studos artigos cintíficos produzidos plo CEMADEN; IV - providnciar o rgistro arquivamnto d toda documntação, digital ou física, rcbida mitida plo CEMADEN, rlativa às atividads da coordnação-gral d psquisa dsnvolvimnto, bm como grnciar promovr açõs d dissminação dos studos artigos cintíficos produzidos plo CEMADEN; V - apoiar o dsnvolvimnto d agnda conjunta ntr os dirignts do CEMADEN autoridads d ntidads públicas ou privadas, qu contribum na implmntação do Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD. CAPÍTULO IV ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Do Conslho Técnico Cintífico Art. 6. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função consultiva d assssoramnto na implmntação da política cintífica tcnológica da unidad d psquisa. Art. 7. O CTC contará com onz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do CEMADEN, qu o prsidirá; II - um Coordnador; III - três srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; IV - três mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do CEMADEN; V - três mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do CEMA- DEN. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos III, IV V trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) o do inciso II srá indicado plo Dirtor; b) os do inciso III srão indicados a partir d cinco noms obtidos a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; c) os do inciso IV srão indicados plo CTC; d) os do inciso V srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC, na forma do rgimnto intrno. Art. 8. Compt ao CTC: I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica tcnológica, sobr suas prioridads sobr a programação anual /ou plurianual d suas atividads; II - mitir parcrs rlativamnt aos programas cintíficos tcnológicos, bm como avaliar sus rsultados, para qu mlhor possam atndr às políticas d trabalho dfinidas; III - contribuir para a mlhoria dos planos d trabalho; IV - avaliar, quando solicitado, programas, projtos atividads a srm implmntados; V - propor novas atividads d ciência tcnologia a srm dsnvolvidas, julgadas adquadas prioritárias, após avaliados os sforços rcursos a srm nvolvidos; VI - aprciar avaliaçõs do dsmpnho institucional ralizadas sgundo indicadors pré-dfinidos plo MCTIC; VII - aprciar modlo d avaliação d dsmpnho do quadro d psquisadors tcnologistas do CEMADEN, proposto plo Dirtor; VIII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; IX - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 20. Ao Dirtor incumb: I - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads do CEMADEN outras atividads qu lh form comtidas m suas áras d comptência; II - xrcr a rprsntação do CEMADEN; III - laborar acompanhar a xcução da proposta orçamntária anual das açõs sob sua rsponsabilidad, garantindo o cumprimnto das mtas stablcidas no Plano Plurianual - PPA, no Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD na Estratégia Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação - ENCTI; IV - acompanhar orintar o procsso d laboração do orçamnto constant do Plano Plurianual (PPA); V - Propor a programação financira anual mnsal à Administração Cntral do MCTIC; VI - atuar como ordnador d dspsa, dsignar o Gstor Financiro o Rsponsávl pla Conformidad d Gstão, sus rspctivos substitutos vntuais; VII - dsignar srvidors para assinarm notas d movimntação d crédito, guias d rcbimnto, cadastros d crdors, notas d mpnho suas anulaçõs notas d lançamnto; VIII - formalizar a dsignação d gstors d contratos, convênios, acordos, ajusts ou instrumntos congênrs, com a participação da ára dmandant, assim como dsignar srvidors para acompanhamnto, fiscalização rcbimnto d obras srviços d ngnharia;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 7 IX - rconhcr dspsas d xrcícios antriors, m conjunto com a Coordnação cujas atribuiçõs s corrlacionam com a dspsa a sr rconhcida; X - concdr passagns aéras trrstrs m trritório nacional intrnacional, diárias ajuda-d-custo, na forma das normas lgais rgulamntars prtinnts; XI - aprovar a prstação d contas d viagns, analisando os rlatórios d viagns comprovação d mbarqus; XII- autorizar a abrtura d procssos licitatórios; XIII - dcidir ratificar o rconhcimnto d inxigibilidad d licitação d dispnsa d licitação ralizados plo Coordnador d Administração, nos trmos do art. 26 da Li no. 8.666/93; XIV - instituir grupos d trabalho comissõs, inclusiv d Comissão Prmannt ou Espcial d Licitação, d Prgoiros Equip d Apoio, d cadastramnto d forncdors, d rcbimnto dsfazimnto d matriais, d invntários, d avaliação dstinação d documntos, para atndr as ncssidads do CEMADEN; XV - homologar Adjudicar o objto da licitação, podndo, na forma da li, rvogar ou anular o procdimnto; XVI - dcidir, m sgunda instância, sobr os rcursos rprsntaçõs intrpostos m fac das dcisõs das Comissõs d Licitação Prgoiros; XVII - dcidir, rspitadas a naturza atribuiçõs do cargo, sobr a lotação rmoção d srvidors na strutura organizacional do Cntro, vitando corrigindo, quando for o caso, situaçõs d dsvio d função vntualmnt vrificadas; XVIII - dsignar srvidors para o xrcício d Funçõs Gratificadas - FG; XIX - nomar substitutos vntuais para os cargos m comissão, xcto o d Dirtor; XX - com bas m apuraçõs d atos fatos inquinados d ilgais ou irrgulars, ftuar os rgistros prtinnts adotar as providências ncssárias à rsponsabilização do agnt, instaurando, para ss fito, sindicâncias ou procssos disciplinars comunicando o fato à autoridad a qum o rsponsávl stja subordinado ao órgão ou unidad do Sistma d Control Intrno do Podr Excutivo Fdral a qu stjam jurisdicionados; XXI - nomar srvidor sindicant os mmbros das comissõs d procsso disciplinar, obsrvando as xigências lgais prtinnts; XXII - julgar procssos administrativos disciplinars, m qualqur d suas modalidads, aplicando as pnas d advrtência suspnsão por até trinta (30) dias; XXIII - dcidir, m grau d rcurso, sobr atos dspachos das chfias imdiatas; XXIV - assinar convênios, protocolos, acordos, ajusts outros instrumntos congênrs, quando não nvolvrm Estados strangiros ou organismos intrnacionais; XXV - dsignar srvidors para assinatura conjunta d documntos ncssários às tarfas d naturza administrativa d pssoal; XXVI - autorizar a aquisição, alinação, prmuta, cssão baixa d matrial, rspitada a lgislação vignt; XXVII - concdr suprimntos d fundos aprovar as rspctivas prstaçõs d contas, suprvisionando orintando a ralização dos gastos dcorrnts; XXVIII - dsignar o rsponsávl su substituto, pla laboração d trmos d rfrência - TRs, visando a contratação d consultors por intrmédio d projtos d coopração técnica intrnacional; XXIX - ncaminhar a Unidad Gstora d Projtos - UGP os trmos d rfrência - TRs, laborados; XXX - ncaminhar os produtos laborados plos consultors aprovados plo suprvisor ou coordnador técnico, rspctivos trmos d rgimnto avaliação, à Unidad Gstora d Projtos - UGP para pagamnto; XXXI - ncaminhar as solicitaçõs d passagns pagamnto d diárias, ncssárias à laboração dos produtos, à Unidad Gstora d Projtos - UGP; XXXII - promovr, após autorização spcífica do Ministro, procsso sltivo simplificado dstinado à contratação tmporária d pssoal, rspitando as disposiçõs lgais prtinnts os limits fixados m ato spcífico; XXXIII - concdr aposntadoria aos srvidors lotados no mncionado Cntro, bm como pnsão por mort aos rspctivos bnficiários; XXXIV- convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico-Cintífico - CTC; XXXV - aprovar a rgulamntação d normas intrnas do órgão; XXXVI - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Parágrafo único: As comptências supracitadas podrão sr subdlgadas plo Dirtor do CEMADEN, rspitadas a lgislação vignt. Art. 2. Aos Coordnadors-Grais Coordnadors incumb: I - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads a cargo da unidad; II - participar na dfinição d políticas, dirtrizs mtas do CEMADEN, nas áras d comptência da rspctiva unidad; III - coordnar o rlacionamnto do CEMADEN com instituiçõs nacionais, intrnacionais, nas áras d comptência da rspctiva unidad; IV - assistir ao Dirtor nos assuntos d sua comptência; V - praticar os dmais atos ncssários ao cumprimnto das comptências d sua unidad, ou daqulas qu lh form confridas. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600007 Art. 22. Aos Chfs d Divisão incumb: I - dirigir, orintar controlar as atividads da unidad; II - mitir parcr nos assuntos prtinnts à unidad; III - praticar os dmais atos ncssários ao cumprimnto das comptências d sua unidad, ou daqulas qu lh form confridas. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23. O CEMADEN, com bas no disposto nos artigos 2º 2, inciso XV, do Dcrto nº 5.886, d 6 d stmbro d 2006, altrado plo Dcrto nº 7.53, d d julho d 20, rcbrá apoio da Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica da ntidad na ralização d suas atividads d monitoramnto d dsastrs nacionais, laboração divulgação d alrtas para açõs d protção d dfsa civil no trritório nacional. Art. 24. As atividads do CEMADEN s insrm no contxto do Plano Nacional d Gstão d Riscos Rspostas a Dsastrs Naturais - GRRD srão dsnvolvidas m conformidad com as dirtrizs do msmo. Art. 25. O CEMADEN clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um trmo compromisso d gstão do CEMADEN da DPO m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 27. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, instituir unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do CEMADEN, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do CEMADEN. Art. 26. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8,877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Cntro Brasiliro d Psquisas Físicas, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 755, d 03 d novmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 4 d dzmbro d 2002, nº 50, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 868, d 6 d novmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 2 d novmbro d 2006, nº 638, d 27 d stmbro d 2007, publicada no D.O.U. d d outubro d 2007. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Cntro Brasiliro d Psquisas Físicas - CBPF é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O CBPF é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto n 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do CBPF stá localizada à Rua Dr. Xavir Sigaud, 50, Ed. César Latts, Urca, na cidad do Rio d Janiro - RJ, ond s ncontra instalada sua Administração Cntral. Art. 4º O CBPF tm por finalidad ralizar psquisa básica m física dsnvolvr suas aplicaçõs, atuando como instituto nacional d física do MCTIC polo d invstigação cintífica formação, trinamnto aprfiçoamnto d pssoal cintífico. Art. 5º Ao Cntro Brasiliro d Psquisas Físicas - CBPF I - promovr ralizar studos psquisas no campo da física suas aplicaçõs; II - criar mantr programas d pós-graduação m física cursos spciais; III - stablcr intrcâmbio cintífico; IV - promovr a difusão do conhcimnto cintífico, no campo da sua ára d atuação; V - dsnvolvr, transfrir comrcializar, produtos tcnologias gradas plo CBPF, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis; VI - divulgar mantr um acrvo d documntação bibliotca spcializada; VII - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Cntro Brasiliro d Psquisas Físicas - CBPF tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação d Física d Altas Enrgias - COHEP II - Coordnação d Matriais, Nanociências Física Aplicada - COMAN III - Coordnação d Física Tórica - COTEO IV - Coordnação d Cosmologia, Astrofísica Intraçõs Fundamntais - COSMO V - Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico - CO- TEC VI - Coordnação d Formação Cintífica - COEDU VII - Coordnação d Açõs Institucionais - COINS VIII - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Gstão d Pssoas - SEGEP b) Srviço d Contabilidad, Orçamnto Finanças - SE- COF c) Srviço d Matrial Patrimônio - SEMAP d) Srviço d Logística, Infrastrutura Contratos - SELIC Art. 7 Os Órgãos Colgiados vinculados ao Cntro Brasiliro d Psquisas Físicas - CBPF são: I - Conslho Técnico-Cintífico - CTC II - Comitê Cintífico Assssor - COCI Art. 8º O CBPF srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública, por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação plo Ministro d Estado d um novo D i r t o r. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art. 0. As Coordnaçõs do CBPF srão chfiadas por Coordnador os Srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2 Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação d Física d Altas Enrgias Art. 2. À Coordnação d Física d Altas Enrgias I - coordnar dsnvolvr psquisas no campo da física d altas nrgias na das astropartículas, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - coordnar a intração ntr os grupos ddicados à psquisa m física d altas nrgias astropartículas. Sção II Da Coordnação d Matriais, Nanociências Física Aplicada Art. 3. À Coordnação d Matriais, Nanociências Física Aplicada I - coordnar dsnvolvr psquisa no campo da física dos matriais, nanociências, nanotcnologia d física aplicada, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - coordnar a intração ntr os grupos ddicados à psquisa m física dos matriais, nanociência, nanotcnologia d física aplicada. Sção II Da Coordnação d Física Tórica Art. 4. À Coordnação d Física Tórica I - coordnar dsnvolvr psquisas nos campos da física com ênfas m física statística sistmas complxos, física clássica física quântica, física atômica molcular, física d fluidos plasmas, física da matéria condnsada, física matmática ótica, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - coordnar a intração ntr os grupos ddicados à psquisa m física statística sistmas complxos, física clássica física quântica, física atômica molcular, física d fluidos plasmas, física da matéria condnsada, física matmática ótica. Sção IV Da Coordnação d Cosmologia, Astrofísica Intraçõs Fundamntais Art. 5. À Coordnação d Cosmologia, Astrofísica Intraçõs Fundamntais I - coordnar dsnvolvr psquisas no campo da astrofísica rlativística, cosmologia, m tmas d torias fundamntais da intração com a matéria da física nuclar, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF;

8 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 II - coordnar a intração ntr os grupos ddicados à psquisa m tmas da astrofísica rlativística, cosmologia, torias fundamntais da intração com a matéria da física nuclar. Art. 6. Às Coordnaçõs Cintíficas citadas nos artigos d 2 a 5 compt, ainda: I - promovr a manutnção d linhas d psquisas, stimular a abrtura d novas propostas d carátr inovador no campo do conhcimnto da sua ára d comptência; II - apoiar o intrcâmbio d informaçõs cintíficas ntr os mmbros da Coordnação, dstinadas ao dsnvolvimnto d programas nacionais intrnacionais; III - suprvisionar coordnar pssoal, bm como o uso d laboratórios d tcnologias avançadas; IV - promovr ralizar sminários, ncontros, cursos outros vntos prtinnts á sua ára d atuação; V - colaborar na formulação da programação xcução d cursos d pós-graduação no âmbito do CBPF; VI - contribuir para o dsnvolvimnto d programas projtos d coopração técnica cintífica; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção V Da Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico Art. 7. À Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico I - coordnar o dsnvolvimnto d tcnologias instrumntos cintíficos nas áras d mcânica, ltrônica, criognia, computação m alinhamnto com as dmais Coordnaçõs, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - acompanhar a volução técnica nas áras d computação, comunicação d dados, criognia, ltrônica mcânica fomntar a gração d tcnologias nstas áras; III - coordnar a prstação d srviços d apoio técnico logísticos spcializados nas áras d computação, comunicação d dados, criognia, sgurança do trabalho, ltrônica mcânica para os programas institucionais m projtos dos quais participa; VI - atuar na formação d rcursos humanos m conjunto com a Coordnação d Formação Cintifica m outras atividads Sção VI Da Coordnação d Formação Cintífica Art. 8. À Coordnação d Formação Cintífica I - coordnar acompanhar o funcionamnto dos programas d formação cintifica, m particular a Pós-Graduação, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - coordnar outros programas d formação cintifica como a Iniciação Vocação Cintífica; III - coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no Sção I Da Coordnação d Açõs Institucionais Art. 9. À Coordnação d Açõs Institucionais I - coordnar açõs da instituição suas rlaçõs junto a instituiçõs nacionais intrnacionais; II - coordnar o acompanhamnto a avaliação dos rsultados das atividads institucionais, d acordo com as políticas d stado para as áras d ciência, tcnologia inovação; m particular o Plano Dirtor o Trmo d Compromisso d Gstão da instituição; III - coordnar as açõs da instituição junto aos órgãos d control m particular junto ao Ministério da Transparência, Fiscalização Control - CGU Tribunal d Contas da União - TCU; IV - coordnar o Núclo d Comunicação Social - NCS promovr açõs d divulgação difusão do conhcimnto cintífico; V - coordnar o Programa d Capacitação Institucional - PCI; VI - coordnar as atividads d inovação, m particular junto ao Arranjo d Núclos d Inovação Tcnológica das Unidads d Psquisa - UPs do Ministério no Rio d Janiro - NIT-Rio; VII - planjar, coordnar xcutar psquisas ralizadas no âmbito da prsrvação da mmória documntal para a história da física no país; VIII - planjar coordnar as atividads da bibliotca srviços d informação cintifica publicaçõs na ára d física; IX - acompanhar o surgimnto implmntar novas tcnologias para o tratamnto, uso, rcupração dissminação da informação Ṡção I Da Coordnação d Administração Art. 20. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads srviços rlativos às áras d gstão stratégica d pssoas, logística, infrastrutura contratos, contabilidad, orçamnto finanças, matrial patrimônio importação, d acordo com as spcificaçõs do Plano Dirtor do CBPF; II - coordnar a laboração d rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos d sua ára d atuação. Art. 2. Às Coordnaçõs citadas nos artigos d 8 a 2 comptm, ainda: I - promovr runiõs rgulars d comitê suprvisor, formado por mmbros indicados por rgulamnto spcífico; II - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 22. Ao Srviço d Gstão d Pssoas I - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados, procssos d avaliação dsmpnho funcional; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600008 II - organizar planjar a capacitação funcional dos srvidors ativos da instituição; III - atuar m consonância com a Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas do MCTIC. Art. 23. Ao Srviço d Contabilidad, Orçamnto Finanças I - prparar, orintar acompanhar a laboração da proposta institucional orçamntária analisar as ncssidads d sua rformulação; II - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control. Art. 24. Ao Srviço d Matrial Patrimônio I - organizar, planjar, classificar a aquisição rgistro todos os matriais, patrimônios srviços; II - organizar o funcionamnto da Comissão Prmannt d Licitação, subsidiando a laboração d convits ditais d licitação; III - xaminar pdidos d inscrição d mprsas no cadastro d forncdors prstadors d srviços, bm como promovr sua inclusão manutnção no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF. Art. 25. Ao Srviço d Logística, Infrastrutura Contratos: I - organizar, planjar mantr a infrastrutura patrimonial gral da instituição; II - ralizar os procssos licitatórios ftuar control das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos; III - organizar mantr as atividads d zladoria do campus do CBPF, incluindo vigilância, consrvação srviços opracionais; IV - planjar, xcutar, acompanhar fiscalizar a ralização d obras. CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 26. O Conslho Técnico-Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do CBPF. Art. 27. O CTC contará com dz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - O Dirtor do CBPF, qu o prsidirá; II - três srvidors do último nívl do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto T c n o l ó g i c o ; III - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do CBPF; IV - quatro mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do C B P F. º Os mmbros mncionados nos incisos II, III IV srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso II srão indicados a partir d listas tríplics, obtidas a partir d lição, promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors d nívl suprior do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; b) os do inciso III srão indicados, fundamntadamnt, plo CTC; c) os do inciso IV srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC. 2º Os mmbros do CTC trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução. 3º Participará, como mmbro convidado, o substituto do Dirtor, qu o substituirá nos sus impdimntos vntuais. Art. 28. Compt ao CTC: I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica do CBPF suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao CBPF, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 29. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d rgimnto intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção II Comitê Cintífico Assssor Art. 30. O Comitê Cintífico Assssor - COCI é órgão colgiado consultivo d apoio ao Dirtor m assuntos rfrnts à política cintífica grnciamnto administrativo, orçamntário d pssoal. Parágrafo único. As rsoluçõs do COCI não trão carátr dcisório, dvndo sr aprovada plo Dirtor ou plo CTC, conform suas atribuiçõs. Art. 3. O Comitê Cintífico Assssor - COCI trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - os Coordnadors: a) d Física d Altas Enrgias; b) d Matriais, Nanociências Física Aplicada; c) d Física Tórica; d) d Cosmologia, Astrofísica Intraçõs Fundamntai; ) d Dsnvolvimnto Tcnológico; f) d Formação Cintífica; g) d Açõs Institucionais; h) d Administração. III - até quatro srvidors indicados plo Dirtor; IV - um rprsntant da catgoria d Psquisador Titular; V - um rprsntant da catgoria d Psquisador Associado; VI - um rprsntant da catgoria d Psquisador Adjunto; VII - um rprsntant da catgoria d Tcnologista; VIII - um rprsntant do corpo discnt; IX - um rprsntant da catgoria d Analista m Ciência T c n o l o g i a. º Os mmbros mncionados no inciso II são mmbros natos. 2 º Os mmbros mncionados no inciso III são indicados dirtamnt plo Dirtor, podndo sr substituídos ad nutum. 3º Os mmbros mncionados nos incisos IV a IX srão scolhidos por votação ntr os mmbros d cada catgoria, conduzidas por comissão litoral nomada plo COCI. 4º Os mmbros litos do COCI trão mandato d dois anos, admitida uma única rcondução. Art. 32. Compt ao COCI: I - formular acompanhar a xcução do Plano Dirtor do CBPF; II - propor normas quanto à alocação d spaço para laboratórios, grupos d psquisa, visitants alunos; III - mitir parcrs para subsidiar dcisõs do Dirtor do CTC quanto a: a) promoçõs anális d rlatórios d dsmpnho d psquisadors tcnologistas; b) qustõs d ética d conflitos intrnos; c) concssão do título d psquisador mérito plo CBPF; IV - analisar propostas d: a) colaboração intrcâmbio com outras instituiçõs cintíficas do país do xtrior; b) apoio a vntos organizados por psquisadors do CBPF; c) vinculação d psquisadors tcnologistas associados visitants; d) criação xtinção d coordnaçõs srviços. Art. 33. O funcionamnto do COCI srá disciplinado na forma d rgimnto intrno, produzido aprovado plo próprio Comitê publicado através d portaria do Dirtor. CAPÍTULO VI ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 34. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do CBPF; II - xrcr a rprsntação do CBPF; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC do Comitê Cintífico Assssor - COCI; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 35. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas áras, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 36. Aos chfs incumb suprvisionar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua ára, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 37. O CBPF clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um trmo compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 38. O Dirtor podrá instituir outras unidads colgiadas intrnas, dsd qu não impliqu m aumnto d dspsa, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do CBPF. Art. 39. O CBPF atuará m colaboração com organizaçõs públicas privadas, visando o alcanc d sua missão institucional. Art. 40. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 9 PORTARIA Nº 5.44, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Cntro d Tcnologia Minral, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 74, d 22 d novmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 26 d novmbro d 2002, nº 5, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 494, d 5 d julho d 2005, publicada no D.O.U. d 9 d julho d 2005, nº 867, d 6 d novmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 2 d novmbro d 2006, nº 292, d 28 d março d 203, publicada no D.O.U. d 03 d abril d 203. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE TECNOLO- GIA MINERAL CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Cntro d Tcnologia Minral - CETEM é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O CETEM é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do CETEM stá localizada na Avnida Pdro Calmon, 900, Ilha da Cidad Univrsitária, cidad do Rio d Janiro - RJ, ond s ncontra instalada sua administração cntral sus laboratórios. Art. 4º O CETEM tm por finalidad a ralização d psquisas, o dsnvolvimnto d tcnologias na ára minral a disponibilização d srviços dstinados a atividads produtivas à criação d soluçõs compatívis com o uso sustntávl dos rcursos não rnovávis à prsrvação do mio ambint. Art. 5º Ao Cntro d Tcnologia Minral - CETEM I - promovr, xcutar divulgar projtos d psquisa dsnvolvimnto tcnológico na ára minral; II - ralizar studos d viabilidad conômica, d assistência técnica a projtos industriais d minração dirigidos ao dsnvolvimnto sustntávl nas atividads minro- mtalúrgicas; III - xcutar programas, projtos atividads d psquisa dsnvolvimnto d tcnologias para idntificação d composição, propridads usos d matriais com contúdo minral; IV - promovr, mantr articular atividads d coopração intrcâmbio técnico-cintífico com ntidads nacionais, strangiras intrnacionais com intrsss técnicos cintíficos na sua ára d atuação; V - promovr, stablcr mantr, nos limits d sua comptência lgal, convênios, contratos dmais acordos; VI - promovr ou patrocinar a articulação d comptências intrinstitucionais para a ralização d programas, psquisas dsnvolvimnto, m tmas d intrss para o país ligados a sua ára d comptência; VII - difundir os conhcimntos técnico-cintíficos por mio d palstras, publicaçõs informativas, técnicas cintíficas; VIII - promovr ou patrocinar a formação spcialização d rcursos humanos, bm como ralizar atividads d xtnsão com vistas ao aprimoramnto do conhcimnto cintífico tcnológico na sua ára d comptência; IX - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis; X - promovr, patrocinar ralizar cursos, confrências, sminários outros conclavs d carátr técnico-cintífico, d intrss dirto ou corrlato ao órgão; XI - criar mcanismos d captação d novos rcursos financiros para psquisa ampliar as rcitas próprias. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Cntro d Tcnologia Minral - CETEM tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria a) Núclo d Comunicação Social - NCS II - Coordnação d Planjamnto, Gstão Inovação - COPGI a) Sção d Tcnologia da Informação - SECAT b) Núclo d Apoio à Gstão - NAG c) Núclo d Documntação Informação - NDI d) Núclo d Inovação Tcnológica - NIT III - Coordnação d Procssamnto Tcnologias Minrais - COPTM a) Srviço d Dsnvolvimnto d Procssos Industriais - SEDPI b) Srviço d Dsnvolvimnto d Tcnologias Minrais - SEDTM IV - Coordnação d Procssos Mtalúrgicos Ambintais - EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL COPMA a) Srviço d Tcnologias Limpas - SETEL b) Srviço d Dsnvolvimnto d Procssos Minromtalúrgicos Biotcnológicos - SEPMB plo código 000206600009 V - Coordnação d Rochas Ornamntais Minrais Industriais - COROM a) Srviço do Núclo Rgional do Espirito Santo - SENES VI - Coordnação d Análiss Minrais - COAMI a) Stor d Caractrização Tcnológica - SECAT VII - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Contabilidad, Orçamnto Finanças - SE- COF b) Srviço d Gstão d Rcursos Humanos - SEGRH c) Srviço d Matrial, Patrimônio Infrastrutura - SEM- PI Art. 7 O Cntro d Tcnologia Minral - CETEM tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 8º O CETEM srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência Tcnologia nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do dirtor. Art. 0. As coordnaçõs do CETEM srão chfiadas por Coordnador, as divisõs, os srviços a sção por Chfs, cujos cargos m comissão, xcto as Funçõs Gratificadas, srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art. 2. Ao Núclo d Inovação Tcnológica I - apoiar a xcução da Política d Inovação do CETEM; II - assgurar os mios ncssários ao cumprimnto dos atos stablcidos na Política d Inovação Institucional m consonância com a Li no 0.973/04 com o Dcrto no 5.563/05; III - promovr a aprsntação d Projtos d Inovação Tcnológica; IV - fortalcr a atuação do Comitê Gstor da Inovação do CETEM; V - apoiar stimular a construção d ambints spcializados cooprativos d inovação nas dmais unidads do CE- TEM; VI - promovr a protção da propridad intlctual a transfrência d tcnologia para o stor produtivo para a socidad; VII - acompanhar o procssamnto dos pdidos a manutnção dos títulos d propridad intlctual da instituição, bm como zlar plo cumprimnto dos contratos d transfrência d tcnologia; VIII - stimular iniciativas mprnddoras proativas, visando à criação d oportunidads para inovação, incluindo stimular o invntor indpndnt; IX - atuar como facilitador na transfrência d tcnologia para a socidad ao promovr o diálogo ntr instituiçõs d psquisa mprsas; X - apoiar fomntar a criação a coordnação d rds d inovação nas áras minral afins; XI - promovr a articulação das atividads do CETEM com o Arranjo NIT Rio; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. Ao Núclo d Comunicação Social I - promovr a comunicação intgrada do CETEM, visando à difusão divulgação d sua imagm institucional prant a socidad; II - ralizar açõs d assssoria d imprnsa, divulgando o CETEM suas atividads nas mídias spcializadas m ciência tcnologia na grand imprnsa, bm como arquivar as notícias viculadas na mídia, por mio da ralização d clipping ltrônico; III - zlar pla idntidad visual da instituição, cuidando da aplicação da logomarca da uniformidad qualidad da produção gráfica laborando pças d divulgação institucional; IV - ralizar a atualização do sit das mídias sociais; V - organizar a participação do CETEM m vntos xtrnos (técnico-cintíficos d divulgação institucional) apoiar a ralização daquls programados intrnamnt; VI - dsnvolvr a comunicação intrna do CETEM; VII - organizar mantr atualizada a mala dirta do CETEM; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 4. Ao Núclo d Documntação Informação I - idntificar, slcionar, adquirir, rgistrar, organizar, prsrvar, disponibilizar dissminar os acrvos bibliográficos informaçõs qu apoim incntivm a produção técnico cintífica; II - prsrvar mantr sob sua guarda o acrvo bibliográfico do CETEM, controlando os procdimntos para consulta, mpréstimo rprodução, sgundo as normas bibliotconômicas; III - organizar mantr a informação bibliográfica o armaznamnto d dados das colçõs d priódicos, livros, normas técnicas, folhtos, rlatórios técnicos, catálogos técnicos, mapas outros, bm como controlar sua circulação dissminação; IV - ralizar o invntário da bibliotca dntro da priodicidad stablcida; V - normalizar, no qu s rfr à sua ára d atuação, as publicaçõs produzidas plo CETEM; VI - xcutar programas d intrcâmbio com outras bibliotcas, cntros d informação ou outras instituiçõs qu atum na ára d intrss do CETEM; VII - laborar manuais d procdimntos técnicos para gstão do acrvo bibliográfico sob a guarda do CETEM; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. Ao Núclo d Apoio à Gstão I - dissminar cultura d xclência na Instituição, com foco no público alvo, na inovação, no aprndizado organizacional na adoção d boas práticas corporativas; II - promovr a mlhoria continuada do ambint institucional por mio d projtos procssos, além da intrlocução com o Programa GESPÚBLICA do govrno fdral; III - participar d rds colaborativas d boas práticas d gstão d incntivo à inovação, com vistas ao aumnto da ficiência, ftividad ficácia das açõs institucionais; IV - promovr a intrlocução grnciar contratos srviços qu rmtam açõs d apoio técnico cintífico à gstão institucional; V - lidrar os grupos d trabalhos comissõs vinculadas ao planjamnto stratégico; VI - implmntar, no ambint intrno, as políticas govrnamntais as normativas d órgãos d control, nacionais intrnacionais, rlacionadas a rotinas procdimntos intgrados d rfinamnto d práticas; VII - laborar rlatórios institucionais; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção II Da Coordnação d Planjamnto, Gstão Inova Art. 6. À Coordnação d Planjamnto, Gstão Inovação I - suprvisionar, coordnar as açõs d acompanhamnto avaliação da xcução d planos anuais plurianuais do órgão; II - orintar, suprvisionar, laborar, acompanhar avaliar planos programas d dsnvolvimnto cintífico tcnológico d formação d rcursos humanos dstinados à criação d novos conhcimntos ou qu atndam às ncssidads spcíficas d stors d importância stratégica; III - dar suport ao Dirtor do órgão na suprvisão coordnação das açõs d colta, anális, armaznamnto, difusão intrcâmbio d dados informaçõs sobr açõs das dmais unidads; IV - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr, rgional, nacional intrnacional; V - colaborar, orintar xcutar a laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VI - orintar, suprvisionar coordnar as atividads do Núclo d Inovação Tcnológica - NIT do CETEM; VII - orintar, suprvisionar coordnar as atividads do Núclo d Comunicação Social - NCS do CETEM; VIII - orintar, suprvisionar coordnar as atividads do Núclo d Documntação Informação - NDI do CETEM; IX - orintar, suprvisionar coordnar as atividads do Núclo d Apoio à Gstão - NAG do CETEM; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 7. À Sção d Tcnologia da Informação I - prstar apoio às atividads fins do CETEM, no qu concrn as ncssidads m tcnologia da informação; II - implmntar, mantr administrar as atividads rlativas às áras d informática rds d comunicação d dados intrna, bm como sua rspctiva conctividad às rds acadêmicas comrciais, smpr m consonância com as dmais unidads organizacionais organismos gstors oficiais; III - oprar, mantr administrar a rd d comunicação d dados intrna, com suas conxõs às rds xtrnas acadêmicas comrciais, bm como provr o suport opracional da infrastrutura computacional da instituição; IV - implmntar grnciar tcnologias qu assgurm a disponibilidad, intgridad sigilo das informaçõs digitais; V - planjar, dfinir homologar struturas, arquitturas, hardwars, softwars matriais d informática qu sjam adquados às ncssidads do CETEM, com o apoio da Comissão d Tcnologia da Informação Comunicação - CTIC;

0 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VI - prstar apoio a Comissão d Tcnologia da Informação Comunicação - CTIC, na laboração d projtos qu viabilizm a implantação opração da rd d comunicação d dados intrna institucional, bm como propor orintar as dmais áras d atuação, quanto aos procdimntos d manutnção atualização; VII - assistir facilitar aos usuários, através dos rcursos computacionais da instituição, a localização acsso d dados, informaçõs conhcimnto nas áras d informática, sistmas computacionais rds d comunicação d dados, prtinnts ao xrcício d suas atividads; VIII - psquisar, coordnar propor o uso d produtos srviços tcnologias mrgnts m informática, objtivando sua ampla dissminação utilização como altrnativas àqulas m uso, com a dvida orintação aos usuários do sistma; IX - dissminar informaçõs rlvants sobr as facilidads da rd corporativa, crdnciando usuários stablcndo condiçõs d acsso à rd d comunicação d dados; X - instalar, adaptar atualizar os atuais sistmas opracionais m uso, bm como propor a implantação com a subsqunt instalação migração para sistmas opracionais, aplicativos utilitários mrgnts, basados no concito d softwar não propritário; XI - propor, dsnvolvr, ralizar suprvisionar procssos d trinamnto sobr sistmas opracionais, programas aplicativos d uso já consolidado, bm como as possívis altrnativas d novos sistmas opracionais, utilitários aplicativos visando a univrsalização da informática, agilizar mlhorar o dsmpnho do usuário final; XII - apoiar a Comissão d Tcnologia da Informação Comunicação - CTIC quanto ao studo, laboração implantação d soluçõs corporativas d políticas d sgurança da informação, m conformidad com os intrsss da unidad organizacional, nvolvndo todos os aspctos rlvants da instituição para a protção, control monitoramnto dos dados dos rcursos computacionais, trabalhando d forma coordnada com as dmais unidads organizacionais os organismos oficiais gstors da ára d sgurança d sistmas computacionais, objtivando a dtcção, idntificação, rsolução prvnção d incidnts d sgurança; XIII - grnciar os dados informaçõs grados durant a concrtização d açõs struturadas rcuprávl promovr a dissminação d informaçõs organizacionais; XIV - grnciar controlar o acsso ao ambint d rd, à intrnt aos quipamntos d informática, visando maximizar a utilização dos msmos; XV - grnciar, invntariar controlar as licnças d softwar no CETEM; XVI - spcificar, grnciar, acompanhar implmntar a opração física lógica d rds locais; XVII - auditar a utilização dos rcursos computacionais, d acordo com as normas vignts; XVIII - orintar a xcução d opraçõs manutnção da rd d comunicação d dados, bm como provr o suport opracional da infrastrutura computacional; XIX - dar suport técnico aos usuários da rd, no qu diz rspito à utilização dos quipamntos, hardwar, softwars srviços disponívis; XX - ralizar diagnóstico para apuração d vntuais problmas m quipamntos ou na rd grnciar os srviços d manutnção contratados a trciros; XXI - ralizar manutnção corrtiva, adaptaçõs mlhorias nos sistmas dsnvolvidos, atndimnto das ncssidads dos usuários; XXII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção III Da Coordnação d Procssamnto Tcnologias Minrais Art. 8. À Coordnação d Procssamnto Tcnologias Minrais I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução d studos, d psquisas d dsnvolvimnto d tcnologias físico-químicas voltadas para o tratamnto d minérios minrais, m gral; II - ralizar, dsnvolvr promovr projtos programas d dsnvolvimnto sustntávl m atividads d xtração produção minral com vistas a protção do mio ambint, ao stímulo manutnção da conomia da mlhoria da qualidad d vida das comunidads nvolvidas; III - orintar coordnar a xcução d projtos pilotos d dsnvolvimnto aplicação d tcnologias dstinadas a idntificação d novos usos maior conomicidad no mprgo d matriais minral mtalúrgicos; IV - orintar coordnar o dsnvolvimnto a utilização d tcnologias limpas, d bnficiamnto minral aplicadas à rciclagm d matriais ao tratamnto d rjitos contaminados; V - contribuir na laboração aplicação d tcnologias apropriadas m programas d dsnvolvimnto sustntado no âmbito da comptência do órgão; VI - coordnar suprvisionar a opração d instrumntos d mdiçõs ncssários à ralização d suas atividads técnicas d psquisa; VII - colaborar, orintar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; VIII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; IX - idntificar, promovr articular políticas d planjamnto mprsarial govrnamntal dstinadas ao dsnvolvimnto sustntávl da atividad d xtração produção minral matriais afins; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660000 X - orintar ou colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XI - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára comptência; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 9. Srviço d Dsnvolvimnto d Procssos Industriais I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto m scala d laboratório d protótipos piloto a partir d procssos d comunicação, concntração gravítica, sparaçõs magnética ltrostática, flotação, dsaguamnto scagm; II - xcutar projtos d bnficiamnto d minérios m scala piloto, bm como xtrair dados para dimnsionamnto d usinas industriais, prsrvação ambintal sustntabilidad conômica; III - laborar studos d pré-viabilidad técnica conômica d projtos na ára mínro-mtalúrgica d mio ambint; IV - xcutar trabalho d campo, nvolvndo amostragm d minérios, avaliação do dsmpnho d usinas d bnficiamnto, studos d impacto ambintal; V - colaborar na laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; VI - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VII - colaborar, orintar prparar rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VIII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára comptência; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 20. Ao Srviço d Dsnvolvimnto d Tcnologias Minrais I - ralizar projtos d psquisa na ára d físico-química d intrfacs sistmas coloidais; II - dsnvolvr ou aprfiçoar procdimntos d avaliação spcificação d novos produtos minrais basados m procssos d flotação floculação, bm como na ára d rciclagm d matriais dscontaminação d rsíduos; III - xcutar srviços d caractrização físico-química d suprfíci d minrais matriais, bm como psquisas para modificar as propridads suprficiais visando novos usos; IV - colaborar na laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; V - participar do procsso d ngociação, bm como suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr, rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VI - colaborar, orintar prparar rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára comptência; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção IV Da Coordnação d Procssos Mtalúrgicos Ambintais Art. 2. À Coordnação d Procssos Mtalúrgicos Ambintais I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução d studos, d psquisas d dsnvolvimnto d tcnologias nas áras d mtalurgia xtrativa m gral, como piromtalurgia, hidromtalurgia xtração por solvnts, tratamnto d flunts, biotcnologia, ltroquímica, rciclagm áras corrlatas; II - orintar coordnar a xcução d projtos pilotos d dsnvolvimnto aplicação d tcnologias dstinadas ao mprgo d procssos d mtalurgia xtrativa d mlhoria prsrvação ambintal; III - orintar coordnar o dsnvolvimnto a utilização d tcnologias limpas, d xtração d mtais d tratamnto d rjitos contaminados; IV - contribuir na laboração aplicação d tcnologias apropriadas m programas d dsnvolvimnto sustntado no âmbito da comptência do órgão; V - coordnar suprvisionar a opração d instrumntos ncssários à ralização d suas atividads técnicas d psquisa; VI - colaborar, orintar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; VII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VIII - orintar ou colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; IX - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára comptência; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 22. Ao Srviço d Tcnologias Limpas I - ralizar psquisas, studos diagnósticos m scala d laboratório, piloto no campo visando dsnvolvr ou adaptar métodos d mitigação d impactos ambintais m áras sob a influência d instalaçõs industriais; II - programar, ralizar suprvisionar projtos, anális dsnvolvimnto d procssos nsaios d laboratório d campo m tmas rlativos à qualidad ambintal sob a influência d instalaçõs industriais; III - ralizar a opração d instrumntos ncssários à ralização d suas atividads técnicas d psquisa; IV - colaborar, orintar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; V - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VI - colaborar, orintar prparar rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára comptência; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. Ao Srviço d Dsnvolvimnto d Procssos Minromtalúrgicos Biotcnológicos I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto nas áras d mtalurgia xtrativa tratamnto ambintal d flunts; II - programar, ralizar suprvisionar o dsnvolvimnto ou otimização d procssos, bm como buscar altrnativas d tcnologias d mnor impacto ambintal; III - programar suprvisionar a ralização d projtos, nsaios d laboratório d campo m tmas rlativos à anális ao dsnvolvimnto d procssos m mtalurgia xtrativa, ntr outros; IV - colaborar, orintar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; V - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VI - colaborar, orintar prparar rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d sua ára; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção V Da Coordnação d Rochas Ornamntais Minrais Industriais Art. 24. À Coordnação d Rochas Ornamntais Minrais Industriais I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução d studos, análiss psquisas para o dsnvolvimnto d mtodologias voltadas ao apoio técnico a mprsas d Rochas Ornamntais Minrais Industriais, majoritariamnt à micro pqunas mprsas na solução d problmas rlacionados ao uso d tcnologias apropriadas, a mlhoria d produtividad, rdução d dsprdícios, adquação lgal, a prsrvação do mio ambint, ntr outros d carátr socioconômico; II - coordnar suprvisionar as açõs do Núclo Rgional do Espírito Santo (NR-ES), localizado na Rodovia Cachoiro Algr, km 5, Morro Grand - Anxo ao IFES, Cachoiro d Itapmirim (ES), prvistas no Plano Dirtor do CETEM (PDU); III - ftuar studos psquisas sobr aspctos conômicos, políticos lgais rfrnts aos rcursos naturais brasiliros, m spcial os minrais, su aprovitamnto uso pla socidad; IV- dsnvolvr /ou adaptar novas mtodologias d abordagm d problmas qu nvolvm a socidad, o mio ambint a produção d rcursos naturais/minrais; V - apoiar o stor industrial minral brasiliro, na sua ára d comptência, por intrmédio da dissminação d informação, dados studos análiss d su intrss, ou solicitados plas suas organizaçõs mais rprsntativas; VI - prstar srviços tcnológicos, mitir crtificados, laborar rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais dntro d sua comptência oficialmnt rconhcida ou crdnciada; VII - disponibilizar apoio tcnológico a micro pqunas mprsas organizadas m arranjos produtivos locais (APL) d bas minral d forma dirta, ou através d rds d apoio às quais o CETEM stja associado; VIII - subsidiar o Dirtor do CETEM com studos diagnósticos sobr a produção uso dos rcursos naturais/minrais, incluindo aspctos rlativos ao su ciclo d vida impactos ambintais; IX - orintar, suprvisionar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido no âmbito do CETEM; X - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional; XI - orintar ou colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 XII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d suas áras; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 25. Ao Srviço do Núclo Rgional do Espírito Santo I - implmntar xcutar procssos grnciais técnicos do CETEM no Núclo Rgional do Espírito Santo - SENES; II - xcutar as açõs d psquisa, dsnvolvimnto inovação spcializadas m Rochas Ornamntais Minrais Industriais, com ênfas no atndimnto d dmandas das mprsas do stor; III - xcutar outras açõs voltadas a studos, psquisa dsnvolvimnto d tcnologia minral ambintal, m tmas ligados a bns minrais d intrss rgional; IV - prstar srviços tcnológicos, mitir crtificados, laborar rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais dntro d sua comptência oficialmnt rconhcida ou crdnciada; V - prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas, com as quais haja clbração d contratos, convênios, ajusts acordos m gral; VI - promovr a difusão d conhcimnto adquirido nacional intrnacionalmnt dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto tcnológico mdiant a participação m congrssos, sminários, palstras, artigos, livros, utilizando os mios d dissminação da informação disponívis; VII - promovr cursos, trinamntos stágios dstinados ao aprimoramnto d sua quip, bm como para a capacitação d mão d obra spcializada m suas áras d conhcimnto comptência; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção VI Da Coordnação d Análiss Minrais Art. 26. À Coordnação d Análiss Minrais compt; I - planjar, coordnar, suprvisionar, dsnvolvr, otimizar implmntar mtodologias analíticas para os projtos d psquisa m dsnvolvimnto no CETEM, nas áras mínro-mtalúrgica d control do impacto ambintal; II - dsnvolvr, otimizar implmntar métodos analíticos clássicos instrumntais, visando a caractrização tcnológica d amostras d minérios, rochas, rsíduos, ligas, produtos manufaturados, flunts, d origm ambintal similars; III - mitir crtificados d análiss químicas; IV - coordnar projtos d química analítica aplicada às áras minral ambintal; V - disponibilizar consultorias m qualidad laboratorial, mtrologia statística, bm como para a implmntação d laboratórios analíticos d pquno port, aplicados às áras mínromtalúrgica d control do impacto ambintal; VI - coordnar programas intrlaboratoriais para validação d métodos analíticos; VII - conduzir procsso d crtificação dos laboratórios d química analítica, assim como açõs contínuas para mantr a crtificação; VIII - orintar coordnar o dsnvolvimnto d psquisas m técnicas para caractrização tcnológica d minérios, matriais, gmas do mio ambint; IX - coordnar suprvisionar procdimntos d caractrização tcnológica d gmas, minérios matriais, incluindo rjitos industriais, visando su mlhor uso aplicaçõs d impactos ambintais, através da caractrização d constituints goquímicos naturais antropogênicos dtctar possívis tratamntos aos quais sts possam tr sido submtidos; X - orintar, suprvisionar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido no âmbito do CETEM; XI - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional; XII - orintar colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XIII - intragir com as dmais unidads do CETEM, na xcução d projtos d suas áras; XIV - orintar, suprvisionar coordnar as atividads do Stor d Caractrização Tcnológica - SECAT do CETEM; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 27. Ao Stor d Caractrização Tcnológica I - dsnvolvr ralizar psquisas m técnicas para caractrização tcnológica d minérios, matriais, gmas do mio ambint; II - ralizar procdimntos d caractrização tcnológica d gmas, minérios matriais, incluindo rjitos industriais, visando su mlhor uso aplicaçõs d impactos ambintais, através da caractrização d constituints goquímicos naturais antropogênicos dtctar possívis tratamntos aos quais sts possam tr sido submtidos; III - colaborar, orintar prparar rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; IV- xrcr outras comptências qu lh form comtidas no EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 0002066000 Sção VII Da Coordnação d Administração Art. 28. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d tcnologia da informação, rcursos humanos, contabilidad, orçamnto, finanças, matrial, patrimônio, almoxarifado, compras, suprimntos, importação, documntação, protocolo, arquivo, zladoria, vigilância, transport, manutnção, trcirização, srviços grais os dmais aspctos administrativos, inclusiv contratos convênios; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads fins do CETEM; III - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; IV - administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads, d acordo com normas intrnas lgislação prtinnt; V - forncr infrastrutura administrativa às unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs, d forma a prsrvar o su patrimônio; VI - coordnar a xcução d compras no País no xtrior, como também a administração d bns srviços; VII - prstar assssoramnto apoio administrativo à Comissão Prmannt d Licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt; VIII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto às solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrno; IX - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; X - orintar, suprvisionar coordnar as atividads da Sção d Tcnologia da Informação - SEIN do CETEM; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 29. Ao Srviço d Contabilidad, Orçamnto Finanças I - prparar, orintar acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual; II - analisar as ncssidads d rformulação orçamntária; III - promovr a avaliação da xcução orçamntária financira, laborando rlatórios grnciais; IV - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; V - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; VI - mantr atualizada a lgislação normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VII - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos através da missão dos documntos contábis corrspondnts; VIII - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; IX - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; X - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XI - concdr suprimnto d fundos controlar as rspctivas prstaçõs d contas; XII - dar suport a laboração das tomadas d contas; XIII - comprovar a idonidad d firmas, para fins d pagamnto; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 30. Ao Srviço d Gstão d Rcursos Humanos I - participar da dfinição d políticas, dirtrizs mtas rlacionadas a sua ára d atuação; II - idntificar ncssidads d trinamnto, planjar viabilizar a ralização ou participação m cursos, ncontros, palstras, sminários similars, visando à capacitação ao dsnvolvimnto d rcursos humanos; III - struturar sistma d avaliação d dsmpnho funcional, bm como os procssos d avaliação d stágio probatório, d avaliação d dsmpnho para fins d promoção/progrssão, gratificação d dsmpnho, d qualificação d rtribuição d titulação, d forma a garantir a ftividad ficácia do modlo adotado; IV - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; V - prparar atos rlacionados a ingrsso, xrcício afastamnto, tmporário ou dfinitivo, vacância d cargos funçõs, xpdir crtidõs, atstados, mapas d tmpo d srviço, dclaraçõs qualificação funcional d srvidors ntr outros documntos comprobatórios ou lgais, bm como dar publicidad aos atos praticados; VI - ftuar o rgistro, control, atualização acompanhamnto dos sistmas d frquência, dados cadastrais d srvidors, rcadastramnto d inativos pnsionistas, marcação gozo d férias d pssoal ativo, prnchimnto d cargos funçõs d confiança, acumulação d cargos funçõs, admissão xonração d srvidors, publicação d portarias; VII - procdr à xcução dos atos d lotação movimntação intrna dos srvidors; VIII - analisar procssos d rvisão d provntos pnsõs; IX - laborar a folha d pagamnto d srvidors ativos, inativos pnsionistas; X- prparar procssos rlativos a pagamnto d xrcícios antriors, rstos a pagar, indnizaçõs auxílios dvidos aos srvidors; XI - coordnar as atividads voltadas à assistência social, médica, hospitalar odontológica prstados aos srvidors sus dpndnts; XII - controlar as atividads rlativas à licnças médicas consultar junta médica para fins d prícia; XIII - coordnar, acompanhar opracionalizar o programa voltado para stagiários no âmbito do CETEM; XIV- aplicar, como unidad complmntar da Coordnação- Gral d Gstão d Pssoas do Ministério, as orintaçõs manadas daqula unidad; XV - procssar instruir as solicitaçõs d apoio d rcursos humanos ncssários a ralização d projtos, contratos convênios outros acordos firmados plo CETEM; XVI- laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XVII - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. Ao Srviço d Matrial, Patrimônio Infrastrutura I - rcbr, confrir, classificar rgistrar pdidos d aquisição d matrial, prstação d srviços, xcução d obras trcirização; II - procssar as aquisiçõs alinaçõs d matriais bns patrimoniais, bm como a contratação d srviços obras; III - rcbr, confrir, acitar armaznar, obsrvadas as spcificaçõs d compra, os matriais adquiridos plo órgão; IV - controlar os prazos d ntrga d matrial xcução d srviços contratados propor aplicação d multas aos inadimplnts; V - provr as ncssidads d matrial; VI - rgistrar controlar os matriais m stoqu; VII - forncr o matrial rgularmnt rquisitado, obsrvando as disponibilidads o stoqu mínimo stablcido; VIII - zlar para qu os matriais xistnts m stoqu stjam armaznados d forma adquada m local apropriado sguro; IX - organizar mantr atualizada a colção d catálogos spcificaçõs técnicas d matriais srviços; X - prparar os procssos d dispnsa d inxigibilidad d licitação providnciar as rspctivas ratificaçõs, d acordo com a lgislação spcífica; XI - apoiar o funcionamnto da Comissão Prmannt d Licitação, subsidiando, quando ncssário, a laboração d convits ditais d licitação; XII - xaminar pdidos d inscrição d mprsas no cadastro d forncdors prstadors d srviços, bm como promovr sua inclusão manutnção no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF, assim como no Sistma d Convênios - SI- C O N V; XIII - comprovar a idonidad d firmas, para fins d contratação d srviços aquisição d matriais; XIV - forncr, quando houvr solicitação, atstado d capacidad técnica aos forncdors prstadors d srviço; XV - classificar, rgistrar, cadastrar tombar bns patrimoniais; XVI - apoiar as comissõs rsponsávis pla ralização d invntários d matriais d bns patrimoniais pla avaliação, ravaliação alinação d bns móvis; XVII - rgistrar transfrência d rsponsabilidad por guarda uso d bns patrimoniais; XVIII - promovr mudança, rmanjamnto, rcolhimnto rdistribuição d bns móvis; XIX - atstar o rcbimnto d matriais m nota fiscal, fatura ou documnto quivalnt; XX - laborar, mnsalmnt, dmonstrativo contábil d matriais adquiridos, forncidos m stoqu, bm como d bns patrimoniais adquiridos, movimntados nos quais foram ftuados baixas; XXI - coordnar, controlar xcutar as atividads d importação xportação d matriais bns patrimoniais; XXII - administrar xcutar as atividads rfrnts à concssão d diárias passagns; XXIII - ftuar control mnsal das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos, bm como dos gastos dcorrnts da contratação d nrgia létrica, água tlfonia, rgistrando as informaçõs rfrnts ao consumo d nrgia létrica d água, no Sistma do Projto Esplanada Sustntávl - SisPES. XXIV - administrar as atividads, rlacionadas ao rcbimnto, rgistro, distribuição, circulação d corrspondências, xpdição d documntos d malots; XXV - coordnar, suprvisionar controlar a xcução dos srviços d limpza consrvação, jardinagm, rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas outras;

2 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 XXVI - coordnar controlar as atividads d sgurança da instituição, como vigilância, monitoramnto por câmras, sistma d alarms, prvnção contra incêndio, rcpção, portaria, zladoria circulação d pssoal nas dpndências da instituição; XXVII - acompanhar providnciar a manutnção dos vículos oficiais quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios pças d rposição; XXVIII - promovr mdidas para mantr atualizada a documntação dos vículos oficiais, assim como adotar os procdimntos quanto a opração, utilização manutnção d viaturas quipamntos; XXIX - grnciar tcnicamnt a dmanda d nrgia létrica, d água d outros insumos, introduzindo control informatizado promovndo açõs para diminuir sus gastos; XXX - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XXXI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Do Conslho Técnico Cintífico Art. 32. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função consultiva d assssoramnto na implmntação da política cintífica tcnológica da unidad d psquisa. Art. 33. O CTC contará com onz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência tcnologia, trá a sguint composição: I - o Dirtor do CETEM, qu o prsidirá; II - um Coordnador; III - três srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; IV - três mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do CETEM; V - três mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do CETEM. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos III, IV V trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) o do inciso II srá indicado plo Dirtor; b) os do inciso III srão indicados a partir d cinco noms obtidos a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; c) os do inciso IV srão indicados plo CTC; d) os do inciso V srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC, na forma do rgimnto intrno. Art. 34. Compt ao CTC: I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica tcnológica, sobr suas prioridads sobr a programação anual /ou plurianual d suas atividads; II - mitir parcrs rlativamnt aos programas cintíficos tcnológicos, bm como avaliar sus rsultados, para qu mlhor possam atndr às políticas d trabalho dfinidas; III - contribuir para a mlhoria dos planos d trabalho; IV - avaliar, quando solicitado, programas, projtos atividads a srm implmntados; V - propor novas atividads d ciência tcnologia a srm dsnvolvidas, julgadas adquadas prioritárias, após avaliados os sforços rcursos a srm nvolvidos; VI - aprciar avaliaçõs do dsmpnho institucional ralizadas sgundo indicadors pré-dfinidos plo MCTIC; VII - aprciar modlo d avaliação d dsmpnho do quadro d psquisadors tcnologistas do CETEM, proposto plo Dirtor; VIII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; IX - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 35. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 36. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do CETEM; II - xrcr a rprsntação do CETEM; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 37. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 38. Aos chfs incumb suprvisionar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660002 CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 39. O CETEM clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um trmo compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 40. O Dirtor podrá, dsd qu isso não impliqu m aumnto d dspsa, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do CETEM, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do CETEM. Art. 4. O CETEM atuará m colaboração com organizaçõs públicas privadas, visando o alcanc d sua missão institucional. Art. 42. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.45, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Cntro d Tcnologias Estratégicas do Nordst, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE TECNOLO- GIAS ESTRATÉGICAS DO NORDESTE CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Cntro d Tcnologias Estratégicas do Nordst - CETENE é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O CETENE é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do CETENE stá localizada na Av. Prof. Luiz Frir nº 0 - Cidad Univrsitária, na cidad d Rcif, PE, ond s ncontra instalada sua administração cntral. Art. 4º O CETENE tm como missão dsnvolvr, introduzir aprfiçoar inovaçõs tcnológicas qu tnham carátr stratégico para o dsnvolvimnto conômico social do Nordst Brasiliro, promovndo coopraçõs basadas m rds d conhcimnto nos agnts da conomia nordstina. Art. 5º Ao Cntro d Tcnologias Estratégicas do Nordst - CETENE I - xcutar atividads, programas projtos d psquisa dsnvolvimnto; II - prstar srviços técnicos spcializados no âmbito d sua comptência; III - dsnvolvr studos propor dirtrizs para a formulação d políticas ou para a xcução d programas no campo da tcnologia no âmbito d suas comptências; IV - stablcr mantr intrcâmbio d informaçõs cintíficas tcnológicas, bm como d transfrência d tcnologia com instituiçõs d psquisa nsino, outras ntidads públicas privadas, nacionais, strangiras ou intrnacionais; V - capacitar rcursos humanos m suas áras d comptência; VI - mitir crtificados, rlatórios laudos técnicos, bm como criar padrõs d acordo com as normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; VII - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis; VIII - mantr oprar, dirta ou indirtamnt, scritórios, laboratórios unidads rgionais; IX - criar mcanismos d captação d rcursos financiros para psquisa ampliar as rcitas própria. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Cntro d Tcnologias Estratégicas do Nordst - CETENE tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico - CO- TEC II - Coordnação d Gstão Administrativa - COGEA a) Divisão d Orçamnto Finanças - DIORF b) Srviço d Pssoal - SESEP Art. 7 O Cntro d Tcnologias Estratégicas do Nordst - CETENE tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico Cintífico - CTC. Art. 8º O CETENE srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTI C a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do dirtor. Art. 0. As coordnaçõs do CETENE srão chfiadas por Coordnador, as divisõs, os srviços a sção por Chfs, cujos cargos m comissão, xcto as Funçõs Gratificadas, srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico Art. 2. À Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa dsnvolvimnto tcnológico, dstinados ao uso d tcnologias mrgnts para o Nordst; II - transfrir tcnologia, prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência, à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias, na forma da lgislação m vigor; III - intragir prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral com o CETENE; IV - promovr a gstão da inovação, acompanhando um procsso struturado contínuo qu possibilit novas formas d criação d valor d antvisão das dmandas tndências sociais tcnológicas. Sção II DA Coordnação d Gstão Administrativa Art. 3. À Coordnação d Gstão Administrativa I - suprvisionar a programação a xcução orçamntária financira dos rcursos consignados ao CETENE, para o do dsnvolvimnto d rcursos humanos, da administração d pssoal, manutnção prdial, informática, do suprimnto d bns srviços, comunicação institucional control d almoxarifado patrimônio; II - consolidar a laboração da proposta orçamntária, anual plurianual, no âmbito do CETENE; III - promovr açõs d carátr stratégico opracional, ligadas ao CETENE, rlativas à intgração da programação física a xcução orçamntária financira, por mio d procssos administrativos; IV - controlar os rgistros rfrnts à xcução orçamntária financira, d contratos convênios, bm como os rgistros contábis dos rcursos consignados ao CETENE; V - acompanhar rspondr à auditoria xtrna. Art. 4. À Divisão d Orçamnto Finanças I - xcutar as atividads rlativas aos sistmas d planjamnto opracional, programação orçamnto, administração financira; II - implantar xcutar a programação orçamntária financira controlar os rgistros rfrnts à contabilização dos rcursos consignados ao CETENE; III - xcutar acompanhar as açõs rlativas à aquisição d bns srviços, comunicação administrativa, guarda d documntos, sgurança higin do trabalho, almoxarifado patrimônio; IV - administrar o cadastro d rgularidad junto aos órgãos fdrais, staduais municipais dos forncdors d bns srviços. Art. 5. Ao Srviço d Pssoal I - ralizar o rcrutamnto, slção, admissão dsligamnto d pssoal, na forma da Li nº 82/90; II - ftuar lvantamnto d ncssidads d capacitação trinamnto d pssoal; III - propor a política d valorização do quadro funcional do CETENE; IV - procssar toda a rotina da ára d pssoal nvolvndo folha d pagamnto, licnças, afastamntos, aposntadorias, férias, frquência, saúd do srvidor; V - ftuar o rgistro control dos trcirizados, consultors dmais colaboradors qu compõm a quip d pssoal do CETENE; VI - ftuar o rgistro control dos stagiários bolsistas m capacitação no CETENE. CAPÍTULO IV ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Do Conslho Técnico Cintífico Art. 6. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do CETENE.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 3 Art. 7. O CTC contará com onz oito mmbros, todos dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do CETENE, qu o prsidirá; II - um Coordnador do CETENE; III - dois srvidors, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; IV - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do CETENE; V - dois mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do CETENE. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos III, IV V trão o mandato d três anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso III srão indicados a partir d lista d cinco nov noms, obtida a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad d Psquisa, ntr srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; b) os do inciso II, IV V srão indicados plo Dirtor. Art. 8. Ao CTC I - aprciar suprvisionar a implantação da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implantados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho dos srvidors das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, por intrmédio d um d sus mmbros xtrnos ao CETENE, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 9. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 20. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do CETENE; II - xrcr a rprsntação do CETENE; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - concdr dclaraçõs crtificados d capacitação trinamnto d rcursos humanos; V - aprovar a tabla d prços dos srviços técnicos spcializados, prstados a trciros, bm como ngociar valors para os projtos tcnologias grados/dsnvolvidos com o CETENE; VI - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 2. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 22. Aos chfs incumb suprvisionar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23. O CETENE clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um trmo compromisso d gstão do CETENE da DPO m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 24. O Dirtor podrá, dsd qu isso não impliqu m aumnto d dspsa, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do CETENE, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do CETENE. Art. 25. O CETENE atuará m colaboração com organizaçõs públicas privadas, visando o alcanc d sua missão institucional Ȧrt. 26. Os casos omissos as dúvidas, surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor do CETENE, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PORTARIA Nº 5.46, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Cntro d Tcnologia da Informação Rnato Archr, na forma do anxo a sta Portaria. plo código 00020660003 Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 834, d 8 d dzmbro 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 9 d dzmbro d 2002, nº 52, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 907, d 4 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 6 d dzmbro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO CENTRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RENATO ARCHER CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Cntro d Tcnologia da Informação Rnato Archr - CTI é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência Tcnologia - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O CTI é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005, pod sr apoiada por fundação privada nos trmos da Li nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, rgulamntada plo Dcrto nº 7.423, 3 d dzmbro d 200. Art. 3º A sd do CTI stá localizada à Rodovia D. Pdro I, km 43,6 - Amarais, na cidad d Campinas - SP. º É part da strutura do CTI o Parqu Tcnológico CTI - Tc, criado pla portaria MCT nº 877 d 20 d outubro d 200. 2º É part da strutura do CTI o Cntro Nacional d Rfrência m Tcnologia Assistiva - CNRTA, instituído pla Portaria MCT nº 39, d 23 d fvriro d 202. 3º Intgra a strutura do CTI o Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, disciplinado por Portaria do Dirtor qu disporá a rspito d su funcionamnto atribuiçõs m conformidad com a Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, lgislação corrlata. Art. 4º É part intgrant do CTI o Núclo Rgional d Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologia da Informação no Nordst, CTI-NE, com sd m Fortalza, stado do Cará, consolidado a partir do Escritório d Coopração Promoção da Inovação no Estado do Cará, autorizado pla Portaria nº 995, d 29 d dzmbro d 2006, m opração dsd ntão. º O CTI podrá instalar mais 3 (três) unidads dscntralizadas, na forma d Núclos Rgionais d Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação - P,D&I nas rgiõs Nort, Cntro-Ost Sul, como stratégia d dscntralização d sua atuação difusão rgional d suas spcialidads. A criação d novas unidads dscntralizadas dv sr aprovada plo Ministro. 2º Cabrá aos Núclos Rgionais do CTI ralizar Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação m áras prtinnts à sua missão rgimntal. 3º O CTI podrá clbrar convênios, acordos d coopração, ajusts ou instrumntos congênrs com órgãos ntidads públicas privadas para xcução d atividads d P,D&I por mio d sus Núclos Rgionais. Art. 5º O CTI tm por missão grar, aplicar dissminar conhcimntos m Tcnologia da Informação, m articulação com os agnts socioconômicos, promovndo inovaçõs qu atndam às ncssidads da socidad. Art. 6º Ao Cntro d Tcnologia da Informação Rnato Archr - CTI I - promovr, xcutar projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia da informação nas áras d nrgia, saúd, sgurança, justiça, govrno, transport, comunicaçõs, habitação, ducação, agricultura pcuária, indústria, mio-ambint, trabalho, inclusão social, urbanismo, dfsa, sports, cultura rcursos naturais; II - utilizar sus rsultados m aplicaçõs d utilidad intrss socioconômicos, principalmnt no contxto d políticas públicas; III- produzir técnicas métodos para ducação cintífica tcnológica, smpr buscando xclência, intgridad ética na aplicação dos métodos cintíficos d ngnharia, bm como nas atividads d gstão pública; IV - dsnvolvr comptências nas suas áras d atuação tcnológica disponibilizar srviços d apoio às mprsas, ao govrno à socidad m gral, smpr buscando nvolvr inovação, atuar m ára stratégica ou m stor com notória scassz d ofrta; V - instalar oprar infrastrutura laboratorial d âmbito nacional para uso compartilhado nos molds d laboratórios abrtos ou multiusuários, acssívis a psquisadors intrnos xtrnos ao CTI; VI - dsnvolvr atividads projtos inovadors qu assgurm o acompanhamnto o dsnvolvimnto d tcnologias d ponta, contribuindo para a mrgência d novas tcnologias, inclusiv aqulas considradas altrnativas d baixo custo d produção; VII - atuar como articulador nacional d projtos na implmntação das políticas d govrno na ára d sua comptência; VIII - contribuir, através d suas comptências, para a formulação d políticas públicas, voltadas para o dsnvolvimnto humano, visando o avanço social, cultural, conômico, político ambintal da socidad; IX - atuar na qualificação d produtos procssos nas suas áras d atuação tcnológica mitir parcrs técnicos m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; X - grir dsnvolvr as atividads d apoio promoção às mprsas d bas tcnológica, sua incubação sua insrção nos mrcados nacional intrnacional; XI - promovr a formação a capacitação d rcursos humanos a difusão d conhcimntos nas suas áras d atuação tcnológica, através d sforços próprios ou por mio d coopração com outras instituiçõs nacionais ou intrnacionais; XII - promovr um ambint plural, capaz d stimular o intrss público, a mritocracia, a aproximação com o stor produtivo a livr circulação d idias; XIII - implmntar projtos struturants nvolvndo ntidads d nsino, psquisa mprsas, d forma a contribuir com o sforço nacional d dsnvolvimnto d tcnologia suas aplicaçõs; XIV - promovr xcutar as açõs ncssárias para implmntação d arranjos multi-institucionais, qu prmitam o dsnvolvimnto d complxos tcnológico, cintíficos, ducacionais produtivos; XV - adotar as mdidas d sgurança adquadas ao funcionamnto dos laboratórios instalaçõs do CTI, d acordo com a lgislação prtinnt, inclusiv no tocant ao dscart d rsíduos, com auxílio da Comissão Intrna d Prvnção d Acidnts do Trabalho - CIPA, com vistas a protgr sus colaboradors o mioambint; XVI - atndr aos dispostos das Lis d Inovação, d Informática d Fundaçõs d Apoio, no âmbito d sua atuação; XVII - xpandir rgionalmnt sua atuação no dsnvolvimnto da tcnologia da informação, mdiant stablcimnto d núclos d psquisa, scritórios ou campi avançados rgionais; XVIII - fomntar a participação d rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica, mprsarial ou local, na dfinição, gstão xcução das políticas públicas sob sua rsponsabilidad; XIX - grar, aplicar dissminar conhcimntos m tcnologia da informação m áras corrlatas, além d produzir forncr à socidad componnts, quipamntos sistmas, softwar, métodos protótipos, abrangndo também açõs m qualificação d produtos ltrônicos, m rsíduos ltrônicos, m tcnologia assistiva, m fotônica, m células solars, m sistmas ltrônicos para monitoramnto ambintal climático, incluindo alrta antcipado d catástrofs, m manufatura avançada, Dsign Hous, m automação, m robótica, m visão computacional, aprndizado d máquina, rconhcimnto d padrõs, m rds, m ngnharia d softwar, m qualidad d softwar, m qualidad d procssos, m mostradors d informação, m sistmas para a gstão d informação, m sistmas para a gstão mprsarial, m sistmas para avaliação gstão d políticas públicas, m psquisa opracional, m simulaçõs divrsas, m sgurança da informação forns computacional, m micro nanostruturas, m matriais, m procssos físico-químicos, m microltrônica, m mpacotamnto ltrônico, m sistmas corporativos, m dissminação cintífica tcnológica, ntr outros; XX - atuar m articulação com os agnts socioconômicos, ofrcndo para a socidad brasilira sabrs, comptências, capacitação, mtodologias, srviços, produtos soluçõs, principalmnt aqulas d carátr inovador, voltadas para a promoção do dsnvolvimnto humano; XXI - contribuir para a volução das políticas públicas dfinidas plo Govrno Fdral com fort intração com os stors produtivo, ducacional, cultural acadêmico ralizar atividads d produção ofrta d bns srviços inovadors, nas suas áras d conhcimnto, stratgicamnt slcionados m prol do dsnvolvimnto do país. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Cntro do Cntro d Tcnologia da Informação Rnato Archr - CTI tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria: a) Coordnação d Atuação Rgional - COARE b) Coordnação d Planjamnto Mlhoria d Procssos - COPMP. Divisão d Rlaçõs Institucionais - DIRIN 2. Divisão d Acompanhamnto apoio a Políticas m Tcnologia Digital - DIPTD 3. Divisão d Acompanhamnto apoio a Políticas m Tcnologia Social - DIPTS II - Coordnação-Gral d Comptências Institucionais - CG- CI a) Coordnação do Laboratório Abrto Parqu Tcnológico - COLAB. Divisão d Infrastrutura para Caractrização Qualificação - DICAQ 2. Divisão d Infrastrutura para Nano Microssistmas - DINAM 3. Divisão d Infrastrutura para Sistmas Msoscópicos - DIMES 4. Divisão d Infrastrutura para Sistmas Mcatrônicos Eltrônicos - DIMEC b) Divisão d Infrastrutura Computacional Sistmas d Informação - DICSI c) Divisão d Infrastrutura Prdial Manutnção - DIP- MA d) Divisão d Projtos d Infrastrutura - DIPIN ) Divisão d Inovação Tcnológica - DITEC III - Coordnação-Gral d Projtos Srviços - CGPS a) Divisão d Gstão, Acompanhamnto Control da Prstação d Srviços - DIGPS b) Divisão d Gstão, Acompanhamnto Control d Contratos Convênios d P&D&I - DIPDI c) Divisão d Planjamnto Anális d Dsmpnho - D I PA D IV - Coordnação-Gral d Administração - CGAD a) Divisão d Logística Apoio Administrativo - DILAD b) Divisão d Suprimntos - DISUP c) Divisão d Matrial Patrimônio - DIMPA

4 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 d) Divisão d Gstão d Pssoas - DIGEP ) Divisão d Finanças - DIFIN Art. 8º O Cntro do Cntro d Tcnologia da Informação Rnato Archr - CTI tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 9º O CTI srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública. Parágrafo único. Para o dsmpnho d suas funçõs, o Dirtor contará com um Assssor Técnico, qu srá rsponsávl por struturar atualizar os procdimntos intrnos d conformidad intgridad, no âmbito do CTI, obsrvando as normas aplicávis. Art. 0. O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do novo Dirtor. Art.. As Coordnaçõs-Grais srão chfiadas por Coordnador-Gral, as Coordnaçõs por Coordnador as Divisõs por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º O CTI podrá criar Núclos, através d Portaria do Dirtor, voltados para o dsnvolvimnto das áras d comptência do CTI xmplificadas no Art. 6º dst rgimnto. 2º Os Núclos srão constituídos por srvidors dsignados por portaria, dntr os quais srá dsignado um coordnador. 3º O rgim d criação, opração xtinção d Núclos srá objto d rgimnto próprio a sr aprovado plo CTC. Art. 2. Os ocupants dos cargos m comissão funçõs gratificadas srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor indicado por l dsignado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors dsignados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art. 3. À Coordnação d Atuação Rgional I - acompanhar, promovr, apoiar divulgar projtos para xpansão rgional da atuação do CTI, mdiant stablcimnto d núclos d psquisa, scritórios ou campi rgionais no País; II - informar apoiar a Dirção do CTI na gstão d projtos para xpansão rgional da atuação do CTI; III - auxiliar a dirção do CTI na intrlocução com os núclos d psquisa, scritórios ou campi avançados rgionais do CTI stablcidos no país, quando prtinnt; IV - grir os procssos d ngociação d projtos srviços com ntidads xtrnas, no âmbito d sua rgião d atuação; V - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Parágrafo único. As runiõs ocorridas nos procssos d ngociação mncionados no inciso IV dvrão sr ralizadas smpr com a prsnça d dois srvidors rgistradas m ata, m conformidad com o Dcrto nº 4.334, d 2 d agosto d 2002, com os dmais rgulamntos prtinnts. Art. 4. À Coordnação d Planjamnto Mlhoria d Procssos I - assssorar o CTI nos assuntos rlacionados ao planjamnto stratégico da instituição, à gstão d projtos spciais, à gstão dos planos plurianuais programas govrnamntais, bm como na mlhoria do Rgimnto Intrno, quando prtinnt; II - promovr o dsnvolvimnto dos procssos d qualidad, planjamnto, control intgridad; III - acompanhar a ralização das açõs, atividads projtos struturants prvistos no Plano Estratégico, propondo intrvnçõs para sua conscução; IV - coordnar as atividads prtinnts à laboração do Trmo d Compromisso d Gstão (TCG), ou documnto quivalnt, bm como rspctivas avaliaçõs; V - promovr a mlhoria dos procssos intrnos a divulgação das mlhors práticas administrativas; VI - xrcr as funçõs d Ouvidoria do CTI, promovndo a laboração das normas prtinnts; VII - avaliar, m trmos dos indicadors prvistos no TCG, ou documnto quivalnt, a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI; VIII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 5. À Divisão d Rlaçõs Institucionais I - dar assistência ao Dirtor na rprsntação política institucional do CTI na organização da agnda da Dirção; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660004 II - coordnar as atividads d comunicação social, manutnção da imagm institucional d rlaçõs públicas; III - grnciar a bibliotca o contúdo forncido plas unidads a sr publicado nas páginas da Intrnt Intrant submtr ao Dirtor para aprovação; IV - coordnar a logística d organização d vntos do CTI; V - coordnar a rcpção acompanhamnto d visitas nas dpndências do CTI; VI - rspondr plo crimonial do CTI; VII - promovr o acsso publicidad d informaçõs d acordo com a lgislação vignt, m particular o qu stá prvisto nas Lis nº 2.527/20, d 8 d novmbro d 20, nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004, nº 8.666, d 2 d junho d 993 nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, bm como nas portarias intrnas boltins d srviço; VIII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no º A aprovação d qu trata o inciso III podrá sr dlgada plo Dirtor para srvidor ou comissão ditorial. 2º As atividads prvistas no inciso VII podrão sr ralizadas m coopração com outras divisõs do CTI, mdiant dsignação por portaria. Art. 6. À Divisão d Acompanhamnto Apoio a Políticas m Tcnologia Digital compt, além d outras atividads qu lh form comtidas plo Dirtor prtinnts à sua ára d comptência ou inrnts à Administração Pública: I - xcutar atividads d Psquisa Dsnvolvimnto m mtodologias d acompanhamnto avaliação d projtos d políticas públicas m tcnologias digitais; II - acompanhar, promovr, apoiar divulgar projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia digital; III - informar apoiar a dirção do CTI na gstão d projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia digital; IV - atuar como articulador d projtos na implmntação das políticas d govrno na ára d tcnologia digital; V - contribuir, através d suas comptências, para a formulação na modlagm d políticas públicas na ára d tcnologia digital, voltadas para o dsnvolvimnto sustntado sustntávl; VI - acompanhar assistir a Dirção do CTI nas atividads d apoio promoção às mprsas d bas tcnológica, sua incubação sua insrção nos mrcados nacional intrnacional; VII - promovr apoiar a formação a capacitação d rcursos humanos a difusão d conhcimntos na ára d tcnologia digital; VIII - promovr apoiar a formação a capacitação d rcursos humanos a difusão d conhcimntos na ára d formulação avaliação d políticas públicas m tcnologia digital; IX - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 7. À Divisão d acompanhamnto apoio a Políticas m Tcnologia Social I - grir o Cntro Nacional d Rfrência m Tcnologia Assistiva, d acordo com as comptências dfinidas na Portaria MCTI nº 39, d 23 d fvriro d 202; II- acompanhar, promovr, apoiar divulgar projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia social; III - informar apoiar a Dirção do CTI na gstão d projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia social; IV - atuar como articulador d projtos na implmntação das políticas d govrno na ára d tcnologia social; V - contribuir, através d suas comptências, para a formulação na modlagm d políticas públicas na ára d tcnologia social, voltadas para o dsnvolvimnto sustntado; VI - acompanhar assistir a Dirção do CTI nas atividads d apoio promoção às mprsas d bas tcnológica, sua incubação sua insrção nos mrcados nacional intrnacional; VII - promovr apoiar a formação a capacitação d rcursos humanos a difusão d conhcimntos na ára d tcnologia social; VIII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção II Da Coordnação-Gral d Comptências Institucionais Art. 8. À Coordnação-Gral d Comptências Institucionais I - coordnar planjar as açõs no dsnvolvimnto dos procssos tcnológicos, bm como os rcursos logísticos ncssários para opração volução das Divisõs Tcnológicas rsponsávis pla infrastrutura d laboratórios do CTI, d forma a garantir qu as lidranças técnico-cintíficas do CTI, bm como as xtrnas, possam ftivamnt usufruir d comptências ftivamnt opracionais no stado da art; II - contribuir para a proposição d mtas para os indicadors institucionais d dsmpnho qualidad, acompanhando sua volução tomando as providências ncssárias para atingir as mtas do Plano Estratégico; III - dsnvolvr políticas d capacitação para xclência m tcnologias-chav da informação, incluindo a promoção do sistma d qualidad das comptências do CTI; IV - orintar a formação atualização do acrvo d conhcimntos técnico-cintíficos do CTI, m particular do sistma d rgistro das instruçõs d xcução d procssos d laboratório físicos ou virtuais, bm como da rspctiva capacitação dos usuários intrnos ou xtrnos dos laboratórios; V - stablcr comptências para o dsnvolvimnto d tcnologias portadoras d futuro, visando à consolidação da bas tcnológica brasilira no stor, spcificamnt, o portfólio d comptências do CTI; VI - orintar suprvisionar o rgistro do conhcimnto tcnológico cintífico grado plos projtos das Divisõs Tcnológicas rsponsávis pla infrastrutura do CTI no Sistma d Informaçõs da ntidad; VII - zlar pla sustntabilidad do sforço d disponibilização d comptências cintífico-tcnológicas; VIII - coordnar as discussõs dos comitês d usuários das divrsas comptências tcnológicas do CTI, visando garantir o bom atndimnto d suas dmandas; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no º Os comitês d usuários d qu trata o inciso VIII srão nomados plo Dirtor dvrão contar com a participação da CGPS, da CGCI da COLAB. 2º Os comitês d usuários srão prioritariamnt constituídos por srvidors da CGPS. 3º Os comitês d usuários dvrão tr agnda rgular d runiõs, dfinida m rgimnto próprio. Art. 9. À Coordnação do Laboratório Abrto Parqu Tcnológico I - chfiar a DICAQ, DINAM, DIMES DIMEC, coordnando a ofrta d infrastrutura laboratorial m âmbito nacional para uso compartilhado, nos molds d laboratórios abrtos ou multiusuários, acssívis a psquisadors intrnos xtrnos ao CTI; II - cabrá à COLAB obsrvar norma rgulamntadora spcífica sobr critérios d funcionamnto dos laboratórios do CTI, visando xclência, qualidad, disponibilidad su ftivo compartilhamnto intrno xtrno; III - coordnar as açõs ncssárias para a manutnção/obtnção d crtificaçõs qu garantam a qualidad d opração da infrastrutura laboratorial do CTI; IV - coordnar a implantação d mtodologia d control do cntro d custos da infrastrutura laboratorial do CTI, d modo a garantir a sustntabilidad atualização dos laboratórios, utilizando, dntr outras frramntas adquadas, a implantação d sistma d ordns d srviço d agndamnto para gstão da utilização da infrastrutura; V - garantir o acsso dos psquisadors do CTI aos laboratórios smpr qu solicitado por Núclo ou do Grupo d Trabalho, d acordo com os critérios d agndamnto, disponibilidad capacitação dos usuários, como pré-stablcido m norma própria; VI - garantir qu a utilização da infrastrutura da COLAB por não-srvidors públicos só ocorra no contxto d projtos coordnados por mmbros participants d Núclos Grupos d Trabalho; VII - atuar para garantir o funcionamnto d quips d opração, manutnção qualidad voltadas para a infrastrutura laboratorial, zlando por sua capacitação constant na opração dos aparlhos d procssos; VIII - coordnar as divisõs da COLAB, com auxílio da Comissão Intrna d Prvnção d Acidnts do Trabalho - CIPA, visando a adoção constant d mdidas d sgurança adquadas ao funcionamnto dos laboratórios do CTI, d acordo com a lgislação prtinnt, inclusiv no tocant ao dscart sguro d rsíduos; IX - zlar pla adoção das mdidas ncssárias para garantir o plno funcionamnto da infrastrutura laboratorial do CTI m condiçõs adquadas d sgurança, solicitando a alocação dos rcursos orçamntários, matriais, humanos organizacionais ncssários para tanto, rcomndando as açõs para adaptar as instalaçõs quando stas não stivrm m padrõs acitávis d funcionamnto, podndo, m última anális, propor a intrdição parcial do laboratório; X - contribuir para o planjamnto coordnação das açõs ncssárias para implantação d arranjos multi-institucionais qu prmitam o dsnvolvimnto d complxos tcnológicos, cintíficos, ducacionais produtivos, com a participação d srvidors nãosrvidors nas atividads d psquisa; XI - propor norma intrna, a sr amplamnt discutida, qu vis disciplinar as hipótss, rquisitos limits para a utilização da infrastrutura laboratorial do CTI m projtos d psquisa dsnvolvimnto dos srvidors rsponsávis pla gstão dsta infrastrutura; XII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; XIII - intragir com a ouvidoria do CTI, visando sclarcr dúvidas rclamaçõs rfrnts à disponibilidad dos rcursos laboratoriais para srvidors não-srvidors, nos trmos da norma qu stivr vignt; XIV - zlar pla satisfação d todos os usuários do laboratório abrto do CTI; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas º A dfinição da infrastrutura intgrant do laboratório abrto, bm como sua volução, dvrá ocorrr d forma participativa, com protagonismo dos Núclos d Psquisa Grupos d Tr a b a l h o. 2º O CTI stablcrá norma própria, amplamnt discutida m comitês d usuários, para disciplinar as condiçõs nas quais mmbros das divisõs da COLAB podrão utilizar a própria infrastrutura m sus projtos d psquisa, como prvisto no inciso XI. 3º Todas as atividads d psquisa ralizadas intrnamnt às divisõs intgrants da COLAB, bm como a volução d suas comptências, dvrão sr aprovadas por comitê d usuários xtrnos a sta coordnação.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 5 4º O portfólio d srviços ofrcido plas divisõs da COLAB dvrá sr amplamnt discutido aprovado por comitê d usuários xtrnos a sta coordnação. 5º É vdada a participação dos mmbros das divisõs da COLAB m núclos d psquisa intrnos ao CTI. 6º Os mmbros das divisõs da COLAB não podrão rcbr atribuição d coordnador d Grupo d Trabalho, xcto nos casos m qu o GT tnha a finalidad d promovr a volução da infrastrutura própria da divisão, ou m casos d força maior. 7º A participação d mmbros das divisõs da COLAB na prstação d srviços ou no dsnvolvimnto d projtos voltados para clints xtrnos ao CTI só podrá ocorrr sob a coordnação d mmbros d Núclos ou d Grupos d Trabalho, salvo casos d força m a i o r. 8º É vdada a gstão dirta d rcursos oriundos d srviços projtos xtrnos por mmbros das divisõs da COLAB. 9º O chf d uma divisão da COLAB podrá propor a constituição d fundos visando garantir a sustntabilidad d sua infrastrutura comptências rlacionadas, dsd qu não nvolvam a contraprstação dirta d srviços para ntidads xtrnas. 0º Cabrá à CGCI, m conjunto com a CGPS, promovr a sustntabilidad da infrastrutura d laboratórios da COLAB. º Cabrá à Dirtoria do CTI stablcr um conjunto d portarias qu rgulm o stímulo à inovação sustntabilidad dos sistmas CGCI/CGPS, no contxto das Lis nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004, da lgislação corrlata. Art. 20. À Divisão d Infrastrutura para Caractrização Qualificação I - grir, no contxto da infrastrutura sob sua rsponsabilidad, os sistmas d: a) agndamnto d quipamntos; b) cntro d custos; c) contratos d manutnção d licnças d softwar; d) compartilhamnto d srviços; ) capacitação d usuários; f) infrastrutura básica; g) ordns d srviço intrnas, adotando uma postura d prstador d srviços aos usuários xtrnos à COLAB, garantindo a rgularidad do funcionamnto do sistma d qualidad, quando prtinnt; II - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto, dsd qu ocorram d forma scundária não conflitant com o papl principal d atndimnto aos usuários xtrnos à divisão, nos trmos da rgulamntação mncionada nos trmos do 2º inciso XI do Art. 9 dst rgimnto; III - disponibilizar, aos usuários xtrnos à divisão, métodos técnicas d caractrização, qualificação anális d "hardwar", voltados para o procsso d manufatura ou para o produto ltrônico m si, bm como para sus componnts matriais intgrants; IV - disponibilizar aos usuários xtrnos à divisão, métodos d avaliação d usabilidad rgonomia nos campos posturais snsoriais; V - contribuir para o cumprimnto do Trmo d Compromisso d Gstão das mtas acordadas para o Plano Estratégico do CTI, rgistrando as informaçõs ncssárias; VI - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito, podndo atuar no dsnvolvimnto d novas infrastruturas, dsd qu d forma coordnada com os Núclos Grupos d Trabalho do CTI; VII - ralizar a prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto no âmbito d sua atuação, d acordo com as dmandas d Núclos Grupos d Trabalho, inclusiv através da produção d matrial didático rlacionado; VIII - grir os procssos d acsso à infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad para os usuários xtrnos à divisão, nos trmos d norma intrna qu contmpl condiçõs critérios pré-stablcidos auditávis plas áras d control; IX - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; X - pronunciar-s sobr qustõs rclamaçõs aprsntadas à ouvidoria do CTI, buscando promovr a sua corrção quando prtinnt; XI - garantir qu a opração da infrastrutura sob sua rsponsabilidad ocorr d forma sgura ambintalmnt adquada; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 2. À Divisão d Infrastrutura para Nano Microssistmas I - grir, no contxto da infrastrutura sob sua rsponsabilidad, os sistmas d: a) agndamnto d quipamntos; b) cntro d custos; c) contratos d manutnção d licnças d softwar; d) compartilhamnto d srviços; ) capacitação d usuários; f) infrastrutura básica; g) ordns d srviço intrnas, adotando uma postura d prstador d srviços aos usuários xtrnos à COLAB, garantindo a rgularidad do funcionamnto do sistma d qualidad, quando prtinnt. II - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto, dsd qu ocorram d forma scundária não conflitant com o papl principal d atndimnto aos usuários xtrnos à divisão, nos trmos da rgulamntação mncionada nos trmos do 2º inciso XI do Art. 9 dst rgimnto; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660005 III - disponibilizar aos usuários xtrnos procssos físicoquímicos no stado-da-art para a confcção d microstruturas, microdispositivos microssistmas, incluindo métodos d sínts d matriais rlacionados a sua ára d atuação; IV - disponibilizar aos usuários xtrnos procssamnto d dispositivos smicondutors fotônicos, bm como procssos divrsos m scala manométrica, para a fabricação d circuitos dmais sistmas intgrados; V - disponibilizar aos usuários xtrnos métodos procssos para o dsnvolvimnto d procssamnto d dispositivos smicondutors fotônicos, bm como procssos divrsos m scala manométrica, para a fabricação d circuitos dmais sistmas intgrados; VI - contribuir para o cumprimnto do Trmo d Compromisso d Gstão das mtas acordadas para o Plano Estratégico do CTI, rgistrando as informaçõs ncssárias; VII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito, podndo atuar no dsnvolvimnto d novas infrastruturas, dsd qu d forma coordnada com os Núclos Grupos d Trabalho do CTI; VIII - ralizar a prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto no âmbito d sua atuação, d acordo com as dmandas d Núclos Grupos d Trabalho, inclusiv através da produção d matrial didático rlacionado; IX - grir os procssos d acsso à infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad para os usuários xtrnos à divisão, nos trmos d norma intrna qu contmpl condiçõs critérios préstablcidos auditávis plas áras d control; X - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; XI - pronunciar-s sobr qustõs rclamaçõs aprsntadas à ouvidoria do CTI, buscando promovr a sua corrção quando prtinnt; XII - garantir qu a opração da infrastrutura sob sua rsponsabilidad ocorr d forma sgura ambintalmnt adquada; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 22. À Divisão d Infrastrutura para Sistma Msoscópicos I - grir, no contxto da infrastrutura sob sua rsponsabilidad, os sistmas d: a) agndamnto d quipamntos; b) cntro d custos; c) contratos d manutnção d licnças d softwar; d) compartilhamnto d srviços; ) capacitação d usuários; f) infrastrutura básica; g) ordns d srviço intrnas, adotando uma postura d prstador d srviços aos usuários xtrnos à COLAB, garantindo a rgularidad do funcionamnto do sistma d qualidad, quando prtinnt. II - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto, dsd qu ocorram d forma scundária não conflitant com o papl principal d atndimnto aos usuários xtrnos à divisão, nos trmos da rgulamntação mncionada nos trmos do 2º inciso XI do Art. 9 dst rgimnto; III - disponibilizar aos usuários xtrnos métodos técnicas d manufatura avançada no stado-da-art, produzindo protótipos com qualidad assgurada d acordo com as spcificaçõs xigidas plos usuários; IV - disponibilizar para usuários xtrnos técnicas procssos d mpacotamnto d circuitos, sistmas componnts ltrônicos no stado-da-art; V - disponibilizar para usuários xtrnos técnicas procssos para o dsnvolvimnto d suprfícis d intração displays; VI - contribuir para o cumprimnto do Trmo d Compromisso d Gstão das mtas acordadas para o Plano Estratégico do CTI, rgistrando as informaçõs ncssárias; VII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito, podndo atuar no dsnvolvimnto d novas infrastruturas, dsd qu d forma coordnada com os Núclos Grupos d Trabalho do CTI; VIII - ralizar a prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto no âmbito d sua atuação, d acordo com as dmandas d Núclos Grupos d Trabalho, inclusiv através da produção d matrial didático rlacionado; IX - grir os procssos d acsso à infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad para os usuários xtrnos à divisão, nos trmos d norma intrna qu contmpl condiçõs critérios préstablcidos auditávis plas áras d control; X - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; XI - pronunciar-s sobr qustõs rclamaçõs aprsntadas à ouvidoria do CTI, buscando promovr a sua corrção quando prtinnt; XII - garantir qu a opração da infrastrutura sob sua rsponsabilidad ocorr d forma sgura ambintalmnt adquada; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. À Divisão d Infrastrutura para Sistmas Mcatrônicos Eltrônicos I - grir, no contxto da infrastrutura sob sua rsponsabilidad, os sistmas d: a) agndamnto d quipamntos; b) cntro d custos; c) contratos d manutnção d licnças d softwar; d) compartilhamnto d srviços; ) capacitação d usuários; f) infrastrutura básica; g) ordns d srviço intrnas, adotando uma postura d prstador d srviços aos usuários xtrnos à COLAB, garantindo a rgularidad do funcionamnto do sistma d qualidad, quando prtinnt. II - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto, dsd qu ocorram d forma scundária não conflitant com o papl principal d atndimnto aos usuários xtrnos à divisão, nos trmos da rgulamntação mncionada nos trmos do 2º inciso XI do Art. 9 dst rgimnto; III - disponibilizar para usuários xtrnos à divisão métodos, procssos, quipamntos infrastrutura para o dsnvolvimnto d psquisa m robótica visão computacional; IV - disponibilizar para usuários xtrnos à divisão a infrastrutura ncssária para a ralização d projtos d circuitos intgrados sistmas ltrônicos, inclusiv para viabilizar a modalidad d dsign hous; V - contribuir para o cumprimnto do Trmo d Compromisso d Gstão das mtas acordadas para o Plano Estratégico do CTI, rgistrando as informaçõs ncssárias; VI - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito, podndo atuar no dsnvolvimnto d novas infrastruturas, dsd qu d forma coordnada com os Núclos Grupos d Trabalho do CTI; VII - ralizar a prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto no âmbito d sua atuação, d acordo com as dmandas d Núclos Grupos d Trabalho, inclusiv através da produção d matrial didático rlacionado; VIII - grir os procssos d acsso à infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad para os usuários xtrnos à divisão, nos trmos d norma intrna qu contmpl condiçõs critérios pré-stablcidos auditávis plas áras d control; IX - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; X - pronunciar-s sobr qustõs rclamaçõs aprsntadas à ouvidoria do CTI, buscando promovr a sua corrção quando prtinnt; XI - garantir qu a opração da infrastrutura sob sua rsponsabilidad ocorr d forma sgura ambintalmnt adquada; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 24. À Divisão d Infrastrutura Computacional Sistmas d Informação I - dsnvolvr comptência técnica spcializada na ára d Tcnologia d Rds, Comunicação Sistmas d Informação; II - promovr o dsnvolvimnto da capacitação da prstação d srviços d infrastrutura computacional, sistmas d informação comunicação; III - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito; IV - ralizar a prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs rgras do CTI; V - assgurar o funcionamnto, a qualidad a volução das rds do parqu computacional do CTI; VI - uniformizar os procdimntos a intgração da rd sistmas do CTI; VII - grir os procssos d acsso à sistmas d informação infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad plos sus usuários clints, nos trmos d norma intrna qu contmpl as condiçõs critérios a srm utilizados para ss fim; VIII - zlar pla aplicação das políticas d sgurança das rds d dados do CTI d su acsso à Intrnt dfinidas por norma própria propor mlhorias atualizaçõs para ssas normas; IX - dsnvolvr tcnologias srviços m Sistmas d Informação; X - promovr o stablcimnto dsnvolvimnto no CTI d núclo rsponsávl por um ambint d tcnologias livrs; XI - grir ofrcr o srviço d hlp dsk para os srviços d rd, micro informática, imprssão outros; XII - coordnar, no âmbito d comitê spcificamnt criado plo Dirtor para st fim, a proposição d políticas dirtrizs rfrnts ao planjamnto, implmntação, manutnção administração das atividads rlativas às áras d informática rds d comunicação d dados intrna, bm como sua rspctiva conctividad às rds acadêmicas comrciais, smpr m consonância com as dmais unidads organizacionais organismos gstors oficiais; XIII - contribuir para o cumprimnto do Trmo d Compromisso d Gstão das mtas acordadas para o Plano Estratégico do CTI; XIV- mantr atualizados os rgistros das informaçõs nos Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 25. À Divisão d Infrastrutura Prdial Manutnção I - oprar ralizar a manutnção prvntiva corrtiva dos sistmas da infrastrutura prdial gral das utilidads laboratoriais; II - assgurar o funcionamnto da infrastrutura prdial o suprimnto das utilidads laboratoriais aos dmais agnts do CTI, proporcionando sgurança qualidad para o dsnvolvimnto dos sus trabalhos, visando cumprir o stablcido na sua missão, sua finalidad sus objtivos;

6 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 III - stablcr promovr a volução da capacitação física opracional, d conhcimntos, habilidads procssos, d sua ára d atuação; IV - adotar, com auxílio da Comissão Intrna d Prvnção d Acidnts do Trabalho - CIPA, as mdidas d sgurança adquadas ao funcionamnto da infrastrutura prdial opracional do CTI d acordo com a lgislação vignt, inclusiv no tocant à vrificação da qualidad do sistma d água sgoto utilizado pla instituição; V - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; VI - contribuir para a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI; VII - grir os procssos d acsso à infrastrutura tcnológica do CTI sob sua rsponsabilidad plos sus usuários clints, nos trmos d norma intrna qu contmpl as condiçõs critérios a srm utilizados para ss fim; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 26. À Divisão d Projtos d Infrastrutura I - xcutar o planjamnto incntivar o dsnvolvimnto a atualização dos rcursos d infrastrutura; II - stablcr promovr a volução da capacitação física opracional, d conhcimntos, habilidads procssos, d sua ára d atuação; III - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; IV - contribuir para a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI; V - fiscalizar, com auxílio da Comissão Intrna d Prvnção d Acidnts do Trabalho - CIPA, as situaçõs d risco prsnts na infrastrutura da instituição d acordo com as normas vignts, contribuindo para rlatórios produzindo projtos d sgurança do ambint do CTI; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 27. À Divisão d Inovação Tcnológica I - coordnar o Núclo d Inovação Tcnológica - NIT do CTI, nos trmos da norma prvista no 3º do art. 3º dst rgimnto; II - contribuir para a struturação d procssos associados à aplicação das políticas d inovação tcnológica protção do conhcimnto; III - suprvisionar os macroprocssos tcnológicos, intgrando procssos das várias Unidads d Comptência do CTI, a documntação técnica administrativa associada o acrvo d conhcimntos grado nsss procssos; IV - orintar suprvisionar o rgistro transfrência do conhcimnto tcnológico cintífico grado através dos projtos d comptência CTI, contribuindo para a divulgação dos rsultados cintíficos tcnológicos; V - promovr a capacitação intrna xtrna m propridad intlctual; VI - mantr-s atualizado sobr a volução das comptências tcnológicas do CTI, com vistas a idntificar potnciais para grar a inovação; VII - grir os ativos d propridad intlctual do CTI; VIII - promovr o mprgo dos mcanismos d stímulo à inovação prvistos na Li nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004; IX - coordnar a avaliação plo NIT dos critérios a srm obsrvados no procsso d avaliação d propostas d projto quanto à sua compatibilidad com os objtivos prcitos da Li nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004, zlando para prsrvar a rfrida avaliação quanto a vntuais conflitos d intrss; X - mantr atualizados os rgistros das informaçõs rfrnts à inovação no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Da Coordnação-Gral d Projtos Srviços Art. 28. À Coordnação-Gral d Projtos Srviços I - coordnar dsnvolvr as rlaçõs do CTI com a comunidad xtrna, por intrmédio d projtos programas d âmbito nacional intrnacional; II - contribuir para a proposição d mtas para os indicadors institucionais d dsmpnho qualidad, acompanhando sua volução tomando as providências ncssárias para atingir as mtas do Plano Estratégico; III - coordnar a ngociação d projtos d srviços padronizados com clints bnficiários; IV - dsignar srvidor da DIGPS ou da DIPDI, ou, d acordo com a ncssidad do projto ou srviço ngociado, d outra ára do CTI, para acompanhar rprsntant do Núclo ou do Grupo d Trabalho m runião d ngociação d projto ou srviço com particulars, zlando para qu sja mantido rgistro dstas audiências m conformidad com o Dcrto nº 4.334, d 2 d agosto d 2002; V - stablcr, m articulação com a Coordnação-Gral d Comptências Institucionais, os macroprocssos ncssários para atndr à dmanda dos sus clints bnficiários atingir os objtivos finalidads do CTI; VI - orintar suprvisionar o rgistro do conhcimnto tcnológico cintífico grado através dos projtos sob sua coordnação no Sistma d Informaçõs do CTI; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660006 Art. 29. À Divisão d Gstão, Acompanhamnto Control da Prstação d I - divulgar aos agnts socioconômicos as comptências m srviços outras formas d atuação tcnológica, valndo-s dos mios ncssários para obtr st rsultado, tais como, vntos rgulars, runiõs, boltins, dntr outros; II - mantr-s atualizada sobr a volução das comptências tcnológicas do CTI; III - buscar a intgração das várias áras d comptência do CTI visando o atndimnto das dmandas por srviços, propondo formas d organização dos núclos tcnológicos adquadas para sta finalidad; IV - contribuir para a uniformização d procdimntos a intgração dos agnts do CTI, assgurando o cumprimnto dos rgulamntos da lgislação nos procssos d ngociação, m particular das Lis nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, nº0.973, d 02 d dzmbro d 2004, da lgislação corrlata; V - contribuir para a xcução dos procssos d ngociação d srviços, mantndo rgistros d todas as fass; VI - acompanhar a xcução dos srviços prstados, auxiliando a dirção do CTI na gstão da prstação d srviços à socidad, atualizando rgularmnt indicadors prtinnts aos Trmos d Compromisso d Gstão, ou documntos quivalnts; VII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs prtinnts às suas atribuiçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; VIII - contribuir para a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI, alrtando a administração no caso d atrasos ou não cumprimnto d ajusts; IX - zlar pla publicidad, transparência visibilidad das ngociaçõs m andamnto, prsrvando informaçõs quando prtinnt; X - participar das runiõs d ngociação d srviços com ntidads xtrnas juntamnt com as lidranças técnicas d núclos chfias d divisão, rgistrando-as m ata; XI - zlar pla sustntabilidad do sforço do CTI, bm como por sua intgridad adquação aos princípios da administração pública, principalmnt no qu concrn o adquado rssarcimnto da União quando o srviço s dstinar a ntidad privada; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Parágrafo único. Nos casos m qu não for viávl a participação da chfia da DIGPS, ou motivo d ordm técnica dmandar a participação d srvidor d outra ára nas runiõs d qu trata o inciso X, cabrá à lidrança técnica intrssada na ngociação solicitar ao Coordnador Gral da CGPS a dsignação d srvidor para acompanhamnto das runiõs, m cumprimnto ao disposto no Dcrto nº 4.334, d 2 d agosto d 2002. Art. 30. À Divisão d Gstão, Acompanhamnto Control d Contratos Convênios d P&D&I I - promovr, intrnamnt xtrnamnt, a ampla divulgação das comptências m psquisa, dsnvolvimnto inovação do CTI, valndo-s dos mios ncssários para obtr st rsultado, tais como, vntos rgulars, runiõs, boltins, dntr outros; II - mantr-s atualizada sobr a volução das comptências tcnológicas do CTI, bm como sobr a abrtura d chamadas públicas ou privadas para o fomnto d psquisa, dsnvolvimnto inovação; III - buscar a intgração das várias áras d comptência do CTI visando o atndimnto das dmandas por projtos, propondo formas d organização dos núclos tcnológicos adquadas para sta finalidad; IV - contribuir para a uniformização d procdimntos a intgração dos agnts do CTI, assgurando o cumprimnto dos rgulamntos da lgislação nos procssos d ngociação d contratos, convênios outras formas d ajusts m psquisa, dsnvolvimnto inovação, m particular das Lis nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, nº 0.973, d 02 d dzmbro d 2004, da lgislação corrlata aplicávl a cada caso; V - contribuir para a xcução dos procssos d ngociação d contratos, convênios outras formas d ajusts m psquisa, dsnvolvimnto inovação, mantndo rgistros d todas as fass; VI - acompanhar a xcução dos contratos, convênios outras formas d ajusts m psquisa, dsnvolvimnto inovação auxiliar a dirção do CTI na gstão dsts instrumntos, atualizando rgularmnt indicadors prtinnts aos Trmos d Compromisso d Gstão, ou documntos quivalnts; VII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; VIII - contribuir para a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI, alrtando a administração no caso d atrasos ou não cumprimnto d ajusts; IX - zlar pla publicidad, transparência visibilidad das ngociaçõs m andamnto, prsrvando informaçõs quando prtinnt; X - participar das runiõs d ngociação d projtos com ntidads xtrnas juntamnt com as lidranças técnicas d núclos chfias d divisão, rgistrando-as m ata; XI - zlar pla sustntabilidad do sforço do CTI, bm como por sua intgridad adquação aos princípios da administração pública, principalmnt no qu concrn o adquado rssarcimnto da União m projtos cujo rsultado produza vantagm para nt privado; XII - xcutar outras atividads inrnts à Administração Pública qu lh form comtidas plo Dirtor. Parágrafo único. Nos casos m qu não for viávl a participação da chfia da DIPDI, ou motivo d ordm técnica dmandar a participação d srvidor d outra ára nas runiõs d qu trata o inciso X, cabrá à lidrança técnica intrssada na ngociação solicitar ao Coordnador Gral da CGPS a dsignação d srvidor para acompanhamnto das runiõs, m cumprimnto ao disposto no Dcrto nº 4.334, d 2 d agosto d 2002. Art. 3. À Divisão d Planjamnto Anális d Dsmpnho - DIPAD I - auxiliar no dsnvolvimnto dos procssos d qualidad, planjamnto control, propondo a criação monitorando os métodos d mnsuração adquados à ralidad do CTI à sua missão institucional; II - laborar o Trmo d Compromisso d Gstão - TCG, ou documnto quivalnt, ralizar as avaliaçõs rlacionadas, coordnadamnt com a chfia; III - acompanhar os indicadors d produção qualidad do CTI as mtas anuais do Plano Estratégico; IV - auxiliar no acompanhamnto xcução da Li Orçamntária Anual dos Planos Plurianuais no âmbito do CTI, forncndo os subsídios para laboração do Planjamnto Orçamntário Anual; V - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas do CTI; VI - contribuir para a concrtização dos projtos o cumprimnto dos objtivos stratégicos da missão do CTI; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção IV Da Coordnação-Gral d Administração Art. 32. À Coordnação-Gral d Administração I - coordnar a xcução das atividads d gstão d pssoal, compras suprimntos, patrimônio, stoqu, orçamnto, contabilidad, finanças srviços grais; II - suprvisionar a opração dos sistmas intgrados do Govrno Fdral colocados à disposição a atualização dos dados administrativos no Sistma d informaçõs Grnciais Tcnológicas - SIGTEC; III - acompanhar apoiar as atividads administrativas rlativas aos contratos convênios do CTI; IV - coordnar as atividads administrativas d apoio logístico, intgrando o trabalho das divisõs comissõs administrativas; V - acompanhar políticas, planos programas govrnamntais, visando subsidiar o planjamnto global do CTI; VI - tratar das qustõs administrativas rlativas ao stablcimnto d outros campi rgionais do CTI; VII - mantr articulação com os Coordnadors Gstors para prmannt suport à xcução dos projtos m dsnvolvimnto no CTI; VIII - viabilizar, rspitando as limitaçõs xistnts, as opraçõs d rgistro, cadastro, acompanhamnto psquisa d forncdors no Sistma Intgrado d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF no no Sistma Intgrado d Gstão d Convênios Contratos d Rpass - SICONV; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 33. À Divisão d Logística Apoio Administrativo I - xcutar acompanhar açõs rlativas à administração do prédio, transport, publicaçõs, rfiçõs, passagns, vigilância, corrio, protocolo srviços grais; II - fiscalizar a xcução dos contratos d prstação d srviços d sgurança patrimonial, d prmissão do uso das instalaçõs; III - administrar as atividads d utilização d viaturas, d circulação d corrspondências intrnas xtrnas d control xpdição d malots; IV - ftuar control mnsal das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos, bm como dos gastos com nrgia létrica ligaçõs tlfônicas; V - providnciar sguro do prédio das viaturas, bm como zlar plo bom stado manutnção da frota; VI - mantr atualizada a informação rlativa aos indicadors d dsmpnho da Divisão nos cntros armaznadors dos rsultados institucionais; VII - agrgar organizar informaçõs, consolidando-as m rlatórios outros documntos similars; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 34. À Divisão d Suprimntos compt; I - planjar, xcutar acompanhar as açõs rlativas à importação; II - suprvisionar a aquisição d bns srviços, no País no xtrior; III - atndr às ncssidads das unidads do CTI, no âmbito do Sistma Intgrado d Administração d Srviços Grais - SIASG, SIDEC, SIREP, obsrvada a lgislação m vigor no qu s rfr a licitaçõs; IV - ftuar o acompanhamnto d compras, o cumprimnto d prazos d ntrga d bns srviços; V - dar suport acompanhar o fchamnto d câmbio d importação xportação, bm como o dsmbaraço alfandgário os dmais rgistros prtinnts à ntrada ou saída d bns do País; VI - acompanhar o suprimnto, rgistro, distribuição, dspacho control dos matriais d uso comum dstinados ao atndimnto das ncssidads d consumo dos usuários intrnos; VII - agrgar organizar informaçõs, consolidando-as m rlatórios outros documntos similars; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 7 Art. 35. À Divisão d Matrial Patrimônio compt; I - suprvisionar orintar a xcução das atividads d rcbimnto/xpdição d bns, administração d stoqus patrimônio, ralização d invntários, apoio a comissõs d bns, missão d rlatórios mnsais opração dos sistmas d stoqu/bns; II - ralizar o lvantamnto ftuar a atualização do invntário patrimonial dos bns móvis imóvis, no âmbito do Sistma d Patrimônio da União - SPU; III - mantr atualizada a informação rlativa aos indicadors d dsmpnho da Divisão; IV - suprvisionar a classificação do cadastro d bns móvis, a codificação catalogação do matrial prmannt, bm como a movimntação saída d matrial prmannt; V - mantr atualização d dados laborar rlatórios d carga trmos d rsponsabilidad, d procssos d dsfazimnto baixa d bns patrimoniais; VI - grir fiscalizar a xcução dos contratos d prstação d srviços d limpza consrvação das áras d outros qu por vntura vnham a sr dfinidos; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 36. À Divisão d Gstão d Pssoas I - zlar plas açõs institucionais d carátr stratégico, promovndo a concrtização d açõs atividads na ára d rcursos humanos, com vistas ao cumprimnto da missão finalidad do CTI; II - participar da dfinição d políticas, dirtrizs mtas rlacionadas à sua ára d atuação; III - acompanhar a xcução dos planos stratégicos, bm como a volução dos indicadors do dsmpnho institucional; IV - propor a adquação da força d trabalho, por mio do stablcimnto d prfis d comptência profissional utilizados no provimnto d vagas por Concurso Público quando consultada; V - propor a política d incntivo stímulo ao dsnvolvimnto profissional d srvidors; VI - struturar sistma d avaliação d dsmpnho dos srvidors, d forma a garantir a ftividad ficácia do modlo adotado, utilizando sus rsultados na tomada d dcisão rlativa a progrssão funcional promoção d srvidors; VII - submtr à dirção, a proposta do programa d ducação trinamnto institucional para srvidors; VIII - analisar instruir procssos d srvidors, bm como d aposntadoria pnsão; IX - opracionalizar o cálculo d valors à crédito à débito d srvidors m folha d pagamnto, rlativos à rmunração mnsal, a procssos d rivindicação d srvidors ativos, inativos pnsionistas, no âmbito do SIAPE; X - procssar m folha d pagamnto a concssão d bnfícios assistnciais rlativos a auxilio crch, val transport, auxilio alimntação, assistência médica, na forma da lgislação procdimntos m vigor; XI - ftuar o rgistro, control, atualização acompanhamnto dos sistmas d frquência, dados cadastrais d srvidors, rcadastramnto d inativos pnsionistas, marcação gozo d férias d pssoal ativo, prnchimnto d cargos funçõs d confiança, acumulação d cargos funçõs, admissão xonração d srvidors, publicação d portarias; XII - providnciar a xpdição d idntidad funcional, crachás d idntificação, crtidõs d tmpo d srviço atstados dclaraçõs à vista dos assntamntos funcionais; XIII - providnciar a missão atualização d crtidõs ngativas d débito rlativas à obrigaçõs patronais; XIV - laborar xpdir o Boltim d Pssoal, contndo todos os atos publicaçõs prtinnts à ára d pssoal, d intrss dos srvidors da instituição; XV - agrgar organizar informaçõs, consolidando-as m rlatórios outros documntos similars; XVI - acompanhar propor a viabilização d açõs voltadas a garantir a sgurança d trabalho dos srvidors; XVII - promovr formas d rgistro dos sabrs comptências adquiridos plos srvidors ao longo d suas carriras; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 37. À Divisão d Finanças I - acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual m colaboração com as dmais áras do CTI; II - promovr a avaliação da xcução orçamntária financira, laborando rlatórios grnciais; III - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; IV - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; V - mantr atualizada a lgislação normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VI - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos através da missão dos documntos contábis corrspondnts; VII - ftuar analisar as conciliaçõs bancárias, propondo mdidas para liminação das pndências porvntura xistnts; VIII - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; IX - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto a solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrno; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660007 X - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XI - concdr suprimnto d fundos controlar as rspctivas prstaçõs d contas; XII - dar suport a laboração da tomadas d contas; XIII - comprovar a idonidad d firmas, para fins d pagamnto; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV DA INFRAESTRUTURA E DOS GRUPOS DE TRABA- LHO TÉCNICO-CIENTÍFICOS Art. 38. As instalaçõs, quipamntos rcursos humanos alocados para sua manutnção opração, qu compõm a infrastrutura laboratorial do CTI, obdcrão aos princípios d uso compartilhado nos molds d laboratórios abrtos ou multiusuários, sndo acssívis a psquisadors intrnos xtrnos ao CTI, nos trmos d norma intrna qu disporá a rspito dos sguints aspctos: I - sustntabilidad otimização d infrastrutura; II - atndimnto aos difrnts prfis d usuários; III - ampla divulgação dos rsultados alcançados; IV - sistma d agndamnto para utilização das instalaçõs; V - rsrva d horas d opração para psquisas conduzidas plos Núclos ou Grupos d Trabalho Técnico-Cintífico do CTI; VI - rmunração pla utilização das instalaçõs; VII - indicadors d qualidad dos srviços prstados plo CTI. Art. 39. O CTI podrá instituir Grupos d Trabalho Técnico- Cintíficos constituídos por srvidors do quadro, bolsistas psquisadors convidados, com a finalidad d promovr, xcutar divulgar projtos d psquisa dsnvolvimnto d tcnologia nas áras d atuação da instituição xmplificadas no art. 6º dst rgimnto, qu trão acssos prioritários à strutura laboratorial nos trmos da norma intrna, qu disporá a rspito da utilização da infrastrutura laboratorial. Parágrafo único. Os Grupos d trabalho propostos srão criados por Portaria do Dirtor trão prazo dtrminado. CAPÍTULO V ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Do Conslho Técnico Cintífico Art. 40. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do CTI. Art. 4. O CTC contará com onz mmbros trá a sguint composição: I - o Dirtor do CTI, qu o prsidirá; II - os Coordnadors-Grais d Projtos Srviços d Comptências Institucionais; III - um mmbro do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; IV - um mmbro scolhido ntr os agnts públicos qu xrçam suas funçõs no CTI, assim ntndidos, como aquls qu xrcm, ainda qu transitoriamnt ou sm rmunração, por lição, nomação, dsignação, contratação ou qualqur outra forma d invstidura ou vínculo, mandato, cargo, mprgo ou função no CTI; V - três mmbros dntr spcialistas d outras unidads d psquisa do Ministério da Ciência Tcnologia ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do CTI; VI - três mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do CTI. º Os mmbros mncionados nos incisos III, IV, V VI trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os dos inciso III IV srão indicados a partir d lista tríplic, obtida a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad, rspctivamnt, ntr srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico ntr os agnts públicos qu xrçam suas funçõs no CTI, assim ntndidos, como aquls qu xrcm, ainda qu transitoriamnt ou sm rmunração, por lição, nomação, dsignação, contratação ou qualqur outra forma d invstidura ou vínculo, mandato, cargo, mprgo ou função no CTI; b) os do inciso V VI srão indicados, fundamntadamnt, plo Dirtor, m comum acordo com o Subscrtário d Coordnação das Unidads d Psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, ouvido o CTC. 2º Os mmbros mncionados nos incisos I II assumirão a função m dcorrência da nomação nos cargos a qu os incisos s rfrm. 3º Os mmbros mncionados nos incisos III, IV, V VI srão nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs m portaria spcífica para sta finalidad. 4º Nos casos d vacância dos cargos mncionados nos incisos I II dst artigo, assumirão, como mmbros do CTI nas rspctivas vagas os substitutos dsignados para aquls cargos. 5º Nos casos d ncrramnto dos mandatos, rnúncia, bm como m quaisqur outras hipótss d vacância da função dos mmbros do CTC indicados nos incisos, III, IV, V VI dst artigo, o Dirtor do CTI indicará srvidors, agnts públicos ou rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do CTI, para assumirm provisoriamnt as funçõs dos mmbros indicados nos rspctivos incisos até qu haja nomação d mmbros prmannts para novos mandatos nos molds prvistos nst artigo. Art. 42. Compt ao CTC, além d outras atribuiçõs d órgão colgiado suprior do CTI disciplinadas na Li nº 8.958, d 20 d dzmbro d 994, no Dcrto nº 7.423, d 3 d dzmbro d 200, na lgislação corrlata: I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao CTI, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VII - aprovar as normas para criação, opração xtinção d Núclos voltados para o dsnvolvimnto das áras d comptência do CTI xmplificadas no Art. 6º dst rgimnto; VIII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 43. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO VI ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 44. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do CTI; II - xrcr a rprsntação do CTI; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas m ato spcífico d dlgação d comptência. Art. 45. Aos Coordnadors-Grais incumb coordnar suprvisionar a xcução das várias atividads a su cargo. Art. 46. Aos Coordnadors Chfs incumb praticar os atos ncssários à conscução dos objtivos d suas unidads, bm como aqulas qu lhs form atribuídas plo Dirtor. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 47. O CTI clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um Trmo d Compromisso d Gstão, no qual srão stablcidos os compromissos da quip d gstão do CTI do DPO com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica da ntidad. Art. 48. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, formar outras unidads colgiadas intrnas, assim como constituir comitês para promovr a intração ntr as unidads da strutura organizacional do CTI ou ntidads xtrnas, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do CTI. Art. 49. As comptências das unidads da strutura organizacional do CTI as atribuiçõs dos rspctivos titulars srão stablcidas d forma dinâmica, d modo a contmplar a volução das tcnologias paradigmas da Tcnologia da Informação por procsso d proposição, anális aprovação d proposta aprsntada ao Dirtor submtida ao Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 50. O CTI podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT com a finalidad d grir sua política d inovação Ȧrt. 5. O CTI podrá stablcr núclos d psquisa, scritórios ou "campi" avançados m outras rgiõs do País, no cumprimnto d suas finalidads objtivos stratégicos. Art. 52. O Dirtor, m ato próprio ou por inclusão m Manual, podrá dlgar comptências pla suprvisão, ou stablcr nívis d rlacionamnto ntr as divrsas subunidads ou áras da strutura organizacional do CTI. Art. 53. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. CAPÍTULO VIII DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 54. Em até (um) ano, a partir d sua publicação, st rgimnto podrá sofrr rvisõs mlhorias d acordo com as sugstõs rsultant do Procsso d Planjamnto Estratégico do CTI rfrnt ao príodo d 207 a 2020. Parágrafo único. O Planjamnto Estratégico do CTI rfrnt ao príodo d 207 a 2020 dvrá sr iniciado m até 6 mss a partir da publicação dst rgimnto, cabndo à Dirtoria dar início aos procdimntos, propondo mtodologia para sua ralização. Art. 55. Os sguints Núclos voltados para o dsnvolvimnto das áras d comptência do CTI, xmplificadas no Art. 6º dst rgimnto, têm a sguint strutura organizacional do CTI: I - Núclo d Concpção d Sistmas d Hardwar - NCSH II - Núclo d Sgurança d Sistmas d Informação - NS- SI III - Núclo d Microssistmas - NMS IV - Núclo d Mostradors d Informação - NMI V - Núclo d Robótica Visão Computacional - NRVC VI - Núclo d Gstão Emprsarial - NGE

8 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VII - Núclo d Softwar para Sistmas Distribuídos - NSSD VIII - Núclo d Tcnologia d Rds - NTR IX - Núclo d Sistmas d Informaçõs - NSI X - Núclo d Sistmas da Qualidad - NSQ XI - Núclo d Empacotamnto Eltrônico - NEE XII - Núclo d Qualificação Anális d Produtos Eltrônico - NAPE XIII - Núclo d Qualificação m Softwar - NQS XIV - Núclo d Tcnologias Tridimnsionais - NT3D XV - Núclo d Mlhoria d Procssos d Softwar - NMPS º A rlação d Núclos prvistos nst artigo podrá sr altrada após a ntrada m vigor da norma prvista no 3º do artigo 0 dst rgimnto. 2º No prazo d até (um) ano após a aprovação dst rgimnto o CTC dvrá aprovar a norma prvista no 3º do artigo 0 dst rgimnto, disciplinando a criação, opração xtinção d Núclos voltados para o dsnvolvimnto das áras d comptência do CTI xmplificadas no Art. 6º dst rgimnto. Art. 56. Os srvidors participants d Núclos ou d Grupos d Trabalho srão alocados na CGPS, rspondndo hirarquicamnt dirtamnt ao Coordnador Gral. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 5.47, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 732, d 4 d novmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 20 d novmbro d 2002, nº 53, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 96, d 3 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 5 d dzmbro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia - IBICT é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MC- TIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O IBICT é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005 altrada pla Li nº 3.243 d d janiro d 206. Art. 3º A sd do IBICT stá localizada no SAS - Stor d Autarquias Sul, Quadra 5, Lot 6, Bloco H - Brasília - DF. Art. 4º O Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia tm por finalidad promovr a comptência o dsnvolvimnto d rcursos infrastrutura d Informação Cintífica Tcnológica para a produção, a socialização a intgração do conhcimnto cintífico-tcnológico. Art. 5º Ao Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia - IBICT I - propor ao MCTIC políticas para orintação do stor d Informação Cintífica Tcnológica, colaborando com a sua implmntação; II - apoiar, induzir, coordnar xcutar programas, projtos, atividads srviços na sua ára d comptência; III - stablcr mantr coopração intrcâmbio com ntidads públicas privadas, nacionais intrnacionais; IV - apoiar promovr a formação capacitação d rcursos humanos, com prfis profissionais qu rspondam as dmandas da ára d informação m ciência, tcnologia inovação tcnológica no País; V - apoiar promovr a gração, difusão absorção d conhcimnto tcnologia para a informação m ciência, tcnologia inovação tcnológica; VI - criar mcanismos d produção capacitação d novos rcursos financiros ampliar as rcitas próprias. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia - IBICT tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria a) Coordnação d Planjamnto, Acompanhamnto Avaliação - COPAV. Divisão d Acompanhamnto Institucional - DINST.. Sção d Editoração - SEDIT b) Coordnação d Ensino Psquisa, Ciência Tcnologia da Informação - COEPE. Sção d Rlaçõs Intrnacionais - SERIN c) Coordnação d Administração - COADM plo código 00020660008. Divisão d Orçamnto, Finanças Contabilidad - DIOFI 2. Divisão d Matrial Patrimônio - DIMPA 3. Divisão d Apoio Administrativo - DIAPA 4. Divisão d Rcursos Humanos - DIRHU 4.. Sção d Qualidad d Vida - SEVID II - Coordnação-Gral d Tcnologias d Informação Informática - CGTI a) Coordnação d Dsnvolvimnto d Sistmas - CODES. Divisão d Produção Rds - DIRED 2. Divisão d Suport Técnico - DISUP 3. Divisão d Rvisão - DIREV III - Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto d Novos Produtos - CGNP a) Coordnação d Articulação, Gração Aplicação d Tcnologia - COTEC b) Coordnação d Rds Srviços d Informação d Novos Produtos - CORES. Divisão d Projtos d Inovação - DINOV c) Coordnação d Tcnologias Aplicadas a Novos Produtos - COTEA. Divisão d Dsnvolvimnto Inovação d Produtos d Informação - DINFO IV - Coordnação-Gral d Psquisa Manutnção d Produtos Consolidados - CGPC a) Coordnação dos Laboratórios d Mtodologias d Tratamnto Dissminação da Informação - COLAB. Divisão d Psquisa, Atualização Manutnção d Produtos Espciais - DIPPE b) Coordnação d Atndimnto à Comunidad - COMUM. Sção d Bibliotca - SEBIB Art. 7 O Instituto Brasiliro d Informação m Ciência Tcnologia - IBICT tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 8º O IBICT srá dirigido por dirtor, as Coordnaçõs- Grais por Coordnador-Gral, as Coordnaçõs por Coordnador as Divisõs por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Prsidnt da Rpública d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação plo Ministro d Estado d um novo D i r t o r. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art.0. O dirtor os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados plos titulars nomados plo dir t o r. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art.. À Coordnação d Planjamnto, Acompanhamnto Avaliação I - coordnar a laboração das propostas dos planos anuais plurianuais do IBICT; II - coordnar acompanhar a xcução anual do Planjamnto Estratégico; III - dar suport ao Dirtor do órgão m atividads d assssoria institucional rlacionada a sua ára d atuação; IV - coordnar as atividads do Escritório d Grnciamnto d Projtos; V - coordnar a formalização d acordos parcrias institucionais; VI - acompanhar os indicadors institucionais dfinidos prviamnt; VII - coordnar a laboração dos rlatórios smstrais anuais d avaliação dos indicadors institucionais; VIII - coordnar o acompanhamnto da xcução do Subprograma d Capacitação Institucional - PCI/IBICTC; IX - intragir como o Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, ou com o Arranjo d Núclo d Inovação Tcnológica das Unidads d Psquisa do MCTIC ao qual o IBICT stivr intgrado, na formatação dos procssos d intrss do Instituto acompanhar todas as tapas d implantação, conform Portaria MCTI nº 25 d 2 d março d 204; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. À Divisão d Acompanhamnto Institucional I - acompanhar a xcução das mtas propostas no Plano Dirtor da Unidad; II - procdr à consolidação das propostas dos planos anuais plurianuais do IBICT; III - dar suport opracional ao acompanhamnto da xcução anual do Planjamnto Estratégico do IBICT; IV - laborar os instrumntos d formalização atuar na implmntação d acordos parcrias institucionais aftas à sua ára d atuação ou ao Arranjo d Núclo d Inovação Tcnológica das Unidads d Psquisa do MCTIC ao qual o IBICT stivr intgrado, conform Portaria MCTI nº 25 d 2 d março d 204; V - dar suport na suprvisão, orintação formatação dos procssos a srm submtidos ao Núclo d Inovação Tcnológica - N I T; VI - intragir com as dmais áras, na xcução d atividads d sua ára d comptência; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. Ao Stor d Editoração compt; I - coordnar a xcução do Programa Editorial do IBICT; II - intrmdiar as ngociaçõs sobr a captação laboração d trabalhos para dição das publicaçõs do IBICT; III - idntificar obras d intrss para dição, incluindo a rdição d obras sgotadas; IV - coordnar o planjamnto das publicaçõs ditadas plo I B I C T; V - coordnar o planjamnto gráfico a xcução dos srviços d ditoração d publicaçõs rspctivos srviços d imprssão; VI - apoiar implmntar as atividads d ditoração das instituiçõs parciras m codição d publicaçõs, concrnnts aos srviços d ditoração d publicaçõs; VII - coordnar acompanhar os srviços d tradução rvisão d txtos para publicação divulgação; VIII - propor padrõs para normalização das publicaçõs a srm ditas m conformidad com a ABNT, bm como dfinir produzir padrõs gráficos para os divrsos formatos mídias das obras a srm ditadas; IX - coordnar, mantr propiciar trinamnto para a quip d ditoração; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 4. À Coordnação d Ensino Psquisa, Ciência Tcnologia da Informação I - coordnar as atividads d nsino psquisa dsnvolvimnto do IBICT; II - organizar, coordnar acompanhar o funcionamnto dos programas d pós-graduação, com bas no rgulamnto da pós-graduação m vigência, m articulação com outras instituiçõs d nsino psquisa; III - propor acompanhar o cumprimnto do calndário dos cursos d pós-graduação m articulação com as áras d psquisa assim como organizar as disciplinas, dfinindo sus contúdos d acordo com as linhas d psquisa do IBICT; IV - planjar, organizar xcutar o procsso sltivo para ingrsso nos cursos d pós-graduação distribuir as bolsas d studo concdidas por órgãos govrnamntais; V - instituir comissõs bancas para avaliação d candidatos para julgamnto d dissrtaçõs tss; VI - colaborar com o programa d iniciação cintífica com projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto m suas áras d atuação; VII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VIII - coordnar xcutar atividads concrnnts à dição d publicaçõs d forma articulada com a Coordnação d Editoração; IX - ralizar psquisar no âmbito d sua ára d atuação; X - colaborar com a dissminação do conhcimnto produzido nas áras d atuação do IBICT; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 5. À Sção d Rlaçõs Intrnacionais I - dar suport à dirção dmais coordnaçõs nas atividads rlacionadas com a coopração cumprimnto d acordos intrnacionais rlativos aos assuntos rlativos á ára d atuação do I B I C T; II - orintar a concpção laboração d acordos bilatrais multilatrais com organismos intrnacionais, m articulação com coordnaçõs do IBICT com a intrvniência do MCTIC, dstinados ao dsnvolvimnto das áras d ciências dsnvolvimnto das tcnologias d informação; III - stablcr contatos com organismos; laborar acompanhar a programação cronogramas d visitas do dirtor dmais áras técnicas do IBICT, junto a ntidads intrnacionais d carátr bilatral ou multilatral; IV - acompanhar o cumprimnto dos acordos intrnacionais m qu o IBICT fizr part; V - acompanhar as iniciativas intrnacionais na ára d informação m C&T propor açõs d insrção do IBICT, no msmo sntido; VI - orintar xcutar os procdimntos d afastamnto do país d srvidors colaboradors do IBICT; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 6. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d rcursos humanos, contabilidad, orçamnto, finanças, matrial, patrimônio, almoxarifado, compras, suprimntos, importação, documntação, protocolo, arquivo, zladoria, vigilância, transport, manutnção, trcirização, srviços grais os dmais aspctos administrativos, inclusiv contratos; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads fins do IBICT;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 9 III - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; IV - administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads, d acordo com normas intrnas lgislação prtinnt; V - disponibilizar infrastrutura administrativa as unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs, d forma a prsrvar o su patrimônio; VI - coordnar a xcução d compras no País no xtrior, como também a administração d bns srviços; VII - prstar assssoramnto apoio administrativo à comissão prmannt d licitação, m todas as fass do procsso d licitação, d acordo com a lgislação prtinnt; VIII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 7. À Divisão d Orçamnto, Finanças Contabilidad I - prparar, orintar acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual; II - colaborar na idntificação anális das ncssidads d rformulação orçamntária; III - promovr a avaliação da xcução orçamntária financira, laborando rlatórios grnciais; IV - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; V - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; VI - mantr atualizada a lgislação normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VII - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos através da missão dos documntos contábis corrspondnts; VIII - ftuar analisar as conciliaçõs bancárias, propondo mdidas para liminação das pndências porvntura xistnts; IX - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; X - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XI - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XII - concdr suprimnto d fundos controlar as rspctivas prstaçõs d contas; XIII - dar suport a laboração da tomadas d contas; XIV - comprovar a idonidad d firmas, para fins d pagamnto; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 8. À Divisão d Matrial Patrimônio I - rcbr, confrir, classificar rgistrar pdidos d aquisição d matrial, prstação d srviços, xcução d obras trcirização; II - procssar as aquisiçõs alinaçõs d matriais bns patrimoniais, bm como a contratação d srviços obras; III - rcbr, confrir, atstar, acitar armaznar, obsrvadas as spcificaçõs d compra, os matriais adquiridos plo órgão; IV - controlar os prazos d ntrga d matrial xcução d srviços contratados propor aplicação d multas aos inadimplnts; V - provr as ncssidads d matrial; VI - rgistrar controlar os matriais m stoqu; VII - forncr o matrial rgularmnt rquisitado, obsrvando as disponibilidads o stoqu mínimo stablcido; VIII - organizar mantr atualizada a colção d catálogos spcificaçõs técnicas d matriais srviços; IX - organizar, dirigir, coordnar controlar as atividads d aquisição d bns srviços; X - laborar os atos convocatórios das licitaçõs ralizadas plo IBICT; XI - instruir procssos d dispnsa inxigibilidad d licitação; XII - laborar os rspctivos instrumntos ngociais a srm utilizados na contratação d bns srviços; XIII - opracionalizar o Sistma d Intgrado d Apoio Srviços Grais - SIASG, nos módulos atinnts às atividads da Divisão, inclusiv trinamnto missão d snhas; XIV - xaminar pdidos d inscrição d mprsas no cadastro d forncdors prstadors d srviços, bm como promovr sua inclusão manutnção no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF; XV - comprovar a idonidad d firmas, para fins d contratação d srviços aquisição d matriais; XVI - forncr, quando houvr solicitação, atstado d capacidad técnica aos forncdors prstadors d srviço; XVII - classificar, rgistrar, cadastrar tombar bns patrimoniais; XVIII - apoiar as comissõs rsponsávis pla ralização d invntários d matriais d bns patrimoniais pla avaliação, ravaliação alinação d bns móvis; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660009 XIX - rgistrar transfrência d rsponsabilidad por guarda uso d bns patrimoniais; XX - promovr mudança, rmanjamnto, rcolhimnto rdistribuição d bns móvis; XXI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 9. Á Divisão d Apoio Administrativo I - orintar a xcução d srviços d apoio às atividads da Coordnação d Administração, na laboração d rlatórios, rdação d corrspondências, xpdints, contratos ditais outros xpdints administrativos; II - acompanhar, controlar, confrir xcutar os procdimntos d concssão d diárias passagns; III - acompanhar suprvisionar a xcução o control das d dspsas rfrnts a contratos d srviços d água, luz, tlfonia, limpza consrvação, vigilância, rprografia, carpintaria, hidráulica, pintura, srralhria, marcnaria, copa, manutnção lvadors, cntral tlfônica, quipamntos d informática, cntral d ar condicionado, softwars, informática outros d srviços grais; IV - acompanhar suprvisionar d rcpção, xpdição distribuição d corrspondências procdnts dos corrios, malots srviços d ntrgas; V - grir os srviços d protocolo acompanhamnto d xpdints procssos; VI - administrar as atividads d srviços rprográficos, d circulação d corrspondências d control xpdição d malots; VII - suprvisionar controlar a xcução dos srviços d limpza, consrvação, rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas outras; VIII - suprvisionar controlar as atividads d vigilância, rcpção, portaria, zladoria circulação d pssoal nas dpndências da instituição; IX - acompanhar providnciar a manutnção d viaturas quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios pças d rposição; X - promovr mdidas para mantr atualizada a documntação d vículos, assim como adotar os procdimntos quanto a opração, utilização manutnção d viaturas quipamntos; XI - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior rlativos à sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XII - controlar a vnda d publicaçõs os rspctivos rcbimntos d pagamntos dpósitos bancários; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 20. À Divisão d Rcursos Humanos I - idntificar ncssidads d trinamnto, planjar organizar a ralização d cursos, ncontros, palstras, sminários similars, visando à capacitação ao dsnvolvimnto d rcursos humanos; II - aplicar, acompanhar controlar os procssos d Avaliação d Estágio Probatório d Avaliação d Dsmpnho Funcional; III - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; IV - prparar atos rlacionados a ingrsso, xrcício afastamnto, tmporário ou dfinitivo, vacância d cargos funçõs, xpdir crtidõs, atstados, mapas d tmpo d srviço, dclaraçõs qualificação funcional d srvidors ntr outros documntos comprobatórios ou lgais, bm como dar publicidad aos atos praticados; V - orintar suprvisionar a xcução do control d férias, frquência licnça acompanhamnto dos atos rlacionados a provimnto falcimnto dos srvidors; VI - procdr à xcução dos atos d lotação movimntação intrna dos srvidors; VII - analisar procssos d rvisão d provntos pnsõs; VIII - controlar as atividads rlativas à licnças médicas consultar junta médica para fins d prícia; IX - laborar a folha d pagamnto d srvidors ativos, inativos pnsionistas; X - prparar procssos rlativos a pagamnto d xrcícios antriors, rstos a pagar, indnizaçõs auxílios dvidos aos srvidors; XI - coordnar as atividads voltadas à assistência social, médica, hospitalar odontológica prstadas aos srvidors sus dpndnts; XII - aplicar, como unidad complmntar da Coordnação- Gral d Gstão d Pssoas do Ministério, as orintaçõs manadas daqula unidad; XIII - procssar instruir as solicitaçõs d apoio d rcursos humanos ncssários a ralização d projtos, contratos convênios outros acordos firmados plo IBICT; XIV - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior rlativos à sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 2. À Sção d Qualidad d Vida I - ncaminhar acompanhar o afastamnto por donça à junta médica do CNPq para homologação; II - acompanhar os casos d licnça médica por donças crônicas, avaliação com da junta médica lgal, d procssos para aposntadoria por invalidz; III - promovr a radaptação rintgração d srvidors qu rtornam d licnça médica prolongada; IV - coordnar implmntar o programa qualidad d vida saúd no trabalho; V - ftuar a triagm, anális, diagnóstica ncaminhamnto dos srvidors para as divrsas açõs dsnvolvidas plo programa; VI - laborar a agnda d atndimntos das oficinas do programa d qualidad d vida saúd no trabalho; VII - ftuar inscriçõs nos formulários ltrônicos para as oficinas do programa d qualidad d vida saúd no trabalho ofrcido após ntrvista; VIII - idntificar parcrias com instituiçõs profissionais qu possam colaborar no programa d qualidad d vida saúd no trabalho; IX - coordnar os profissionais nvolvidos no programa d qualidad d vida saúd no trabalho; X - avaliar profissionais nvolvidos no programa d qualidad d vida saúd no trabalho mantr o control dos atndimntos; XI - laborar rlatórios anuais com os rsultados obtidos nos subprogramas rspctivas oficinas; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção II Da Coordnação-Gral d Tcnologias d Informação Informática Art. 22. À Coordnação-Gral d Tcnologias d Informação Informática I - propor políticas dirtrizs rfrnts ao planjamnto, implmntação, manutnção administração das atividads rlativas às áras d informática rds d comunicação d dados intrna, bm como sua rspctiva conctividad às rds acadêmicas comrciais, m consonância com as dmais unidads organizacionais organismos gstors oficiais; II - laborar implantar o plano dirtor d informática do I B I C T; III - coordnar suprvisionar todas as atividads rlacionadas às tcnologias d informação com mprgo da informática no âmbito do IBICT ou qu nvolvam o rlacionamnto m rd com outras ntidads; IV - participar da laboração, dsnvolvimnto implmntação d projtos construção d sistmas d informação, banco d dados wbsits dmandados no IBICT, m consonância com os objtivos institucionais; V - dfinir adotar, m articulação com as dmais áras do IBICT, modlos d rlacionamnto, fluxos d trabalho, indicadors d dsmpnho, para uso intrno com clints xtrnos; VI - planjar, coordnar, implmntar mantr atualizadas mtodologias d dsnvolvimnto d sistmas, d grnciamnto d bancos d dados, d monitoramnto dos rcursos tcnológicos divulgando normas para utilização dos rcursos tcnológicos d informática; VII - orintar, acompanhar avaliar sistmas d avaliação dos nívis d atndimnto dos srviços prstados no âmbito d sua comptência; VIII - planjar, coordnar, implmntar mantr padrõs tcnológicos sobr softwar, hardwar, sgurança d acsso, rds tlcomunicaçõs fomntar o uso d softwars livrs; IX - coordnar suprvisionar a gstão manutnção das condiçõs opracionais d todo o ambint computacional do IBICT, incluindo, quipamntos, rds intrnas, tlcomunicaçõs, sistmas opracionais, rpositórios d dados sistmas aplicativos d informática; X - planjar, coordnar, implmntar mantr aplicação d planos d contingências d sgurança da informação contmplando infrastrutura, comunicaçõs (intrant intrnt), softwar srviços; XI - coordnar, suprvisionar acompanhar o funcionamnto 24 horas, st dias por smana, d forma inintrrupta, dos rcursos srviços disponívis; XII - planjar, coordnar dsnvolvr açõs voltadas para o aprfiçoamnto tcnológico dos rcursos d informática vitar a sua obsolscência; XIII - grnciar promovr o dsnvolvimnto profissional dos rcursos humanos, garantindo a ficiência ficácia no atndimnto às dmandas institucionais; XIV - coordnar orintar o provimnto das áras sob sua suprvisão com frramntas d suport auxilio as atividads d dsnvolvimnto d sistmas, wbsits d grnciamnto d bancos d dados; XV - coordnar a laboração disponibilização d indicadors d dsmpnho, progrsso dos dsnvolvimntos, das disponibilidads dos sistmas wbsits m produção, das dmandas d cargas disponibilidads das rds, srvidors softwars básicos bm como dos nívis d atndimntos d srviços prstados a usuários finais intrnos xtrnos; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. À Coordnação d Dsnvolvimnto d Sistmas I - coordnar suprvisionar viabilizar o dsnvolvimnto d projtos d Sistmas d Informaçõs/wbsits d Estruturação d Banco d Dados adotando os rquisitos atividads prvistas na Mtodologia d Dsnvolvimnto d Sistmas - MDS m atndimnto às dmandas d usuários intrnos xtrnos, m consonância com os compromissos do IBICT; II - analisar implmntar solicitaçõs dos usuários rfrnts a manutnçõs corrtivas ou volutivas para os sistmas bass d dados implantadas m produção; III - coordnar dsnvolvr programas d trinamnto dstinados aos usuários dos Projtos dsnvolvidos;

20 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - coordnar, suprvisionar implmntar a implantação d soluçõs no ambint d produção promovndo o rpass da opração às áras intrssadas no projto; V - dsnvolvr mantr atualizada, obsrvando-s o stado da art das tcnologias da informação da comunicação, da mtodologia d dsnvolvimnto d sistmas d informação; VI - coordnar studos para laboração d normas padrõs d: conctividad ntr sistmas, d intrfacs wb, d idntidad visual d wbsits, d técnicas d navgação, busca, stilos, ntr outros mios, bm como implmntar a sua aplicação; VII - promovr xcutar, m articulação com as dmais áras, a modlagm d informaçõs d procssos institucionais do I B I C T; VIII - avaliar propor aprfiçoamnto tcnológico constant do sit institucional, bm como d todos os sistmas implantados no IBICT; IX - dar suport ao Laboratório d Tcnologias da Informação, por mio da instalação, tsts aplicação das tcnologias idntificadas por ss laboratório; X - laborar rlatórios d indicadors d dsmpnho do stor contmplando o progrsso dos dsnvolvimntos, xcuçõs d manutnçõs srviços prstados, nívis d satisfação d clints, ntr outros instrumntos d acompanhamnto avaliação; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 24. À Divisão d Produção Rds I - xcutar as açõs rlacionadas com o studo, avaliação xpansão d srvidors, ativos d rd, sistmas opracionais, banco d dados, softwar d apoio d sgurança, bm como o uso dos rcursos computacionais corporativos, voltados para a sua compatibilização intgração com outros ambints; II - mantr opracional m nívis adquados d dsmpnho d disponibilidad d sgurança, toda a infrastrutura tcnológica ddicada à opração dos srviços sistmas m rgim d produção do IBICT, mantndo-a conctada à Intrnt m funcionamnto 24 horas por dia, st dias por smana, d forma inintrrupta; III - dfinir aplicar as normas, dirtrizs, padrõs técnicos d procdimntos, d forma a promovr o maior nívl d sgurança física lógica do ambint d informática, inclusiv com rlação às intrconxõs, com outros ambints; IV - homologar sistmas a srm implantados m rgim d produção nos trmos das mtodologias normas técnicas vignts; V - grnciar a rd intrna d computadors, promovndo o control a consrvação dos dados quipamntos d informática; VI - suprvisionar controlar os mios d comunicação d dados, avaliando o dsmpnho a utilização dos rcursos; VII - laborar rlatórios d indicadors d dsmpnho do stor contmplando: a dmanda d rcursos; a disponibilidad dos sistmas opracionais aplicativos m produção; quipamntos, srvidors ativos d rds, as comunicaçõs d dados, conxõs, intrnt, ntr outros dssa naturza; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 25. À Divisão d Suport Técnico I - implmntar o sistma d atndimnto d chamados d suport a usuários finais intrnos do IBICT; II - prstar suport aos usuários do IBICT m assuntos d microinformática rds, principalmnt m atndimnto d chamados; III - rcbr solicitaçõs, idntificar planjar as ncssidads d trinamnto dos usuários finais nos nívis opracional, tático stratégico, visando subsidiar um plano d projtos d trinamnto d âmbito institucional; IV - laborar studos d aprfiçoamnto d dsmpnho dos quipamntos softwar d microinformática; V - prstar assssoria técnica as dmais áras para contratação d títulos d softwar d microinformática, participando d análiss d viabilidad técnica compatibilidad com os dmais softwars xistnts no IBICT; VI - ralizar atividads d instalação d quipamntos d microinformática, manutnção d rd létrica stabilizada, softwar para staçõs d trabalho; VII - dar suport à administração d contratos d manutnção d hardwar softwar para com trciros; VIII - provr as dmais áras qu dmandam srviços d suport divisão com frramntas d suport auxilio as atividads d dsnvolvimnto d sistmas / wbsits d grnciamnto d bancos d dados; IX - laborar rlatórios d indicadors d dsmpnho do stor contmplando: dmanda rsolução d chamadas d usuários; índics d disponibilidad das staçõs d trabalho quipamntos acssórios; utilização d imprssoras cntrais; trinamntos aplicados, nívis d satisfação d do usuário, ntr outros instrumntos d acompanhamnto avaliação; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 26. À Divisão d Rvisão I - procdr à normalização técnica dos originais, d acordo com as normas da Associação Brasilira d Normas Técnicas (ABNT); II - mantr contato com os autors das obras matriais para procdr as altraçõs s nos originais rlativas às normas técnicas; III - auxiliar os autors no mprgo d normas técnicas smpr qu houvr solicitação; IV - ncaminhar para o rgistro das obras, junto às agências brasiliras intrnacionais; V - procdr à rvisão linguística das obras aprovadas plo Conslho Editorial d todo matrial composto dstinado à imprssão; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600020 VI - procdr à rvisão tipográfica, m todas as suas tapas, d todo matrial composto para dição; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção III Da Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto d Novos Produtos Art. 27. À Coordnação-Gral d Psquisa Dsnvolvimnto d Novos Produtos I - stimular a consolidação da indústria brasilira d contúdos d informação, mdiant a criação d infrastrutura mtodológica - padrõs, protocolos, mtodologias, instrumntos trminológicos; II - promovr o acsso compartilhamnto da informação, mdiant a criação d rds srviços d informação; III - articular parcrias com univrsidads, institutos tcnológicos o stor industrial; IV - ralizar prospcção tcnológica, psquisa inovação d produtos srviços d informação; V - articular intgrar ators sociais, por intrmédio d projtos cooprativos; VI - popularizar o uso da informação cintífica tcnológica buscar a inclusão d públicos distintos a divrsidad cultural na socidad da informação; VII - dfinir as linhas d ação o portfólio d produtos srviços d informação da Coordnação; VIII - stablcr mtas indicadors d dsmpnho qualidad no âmbito da Coordnação, avaliar os rsultados fazr a corrção d rumos; IX - idntificar ngociar oportunidads d financiamnto a ralização d parcrias para mobilização d rcursos financiros, humanos matriais; X - stablcr um modlo d gstão qu propici o aprimoramnto do capital intlctual, a participação no procsso dcisório a atuação m rd; XI - disponibilizar as comptências gradas no âmbito da Coordnação, por mio da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 28. À Coordnação d Articulação, Gração Aplicação d Tcnologia I - coordnar a gração aplicação d tcnologia para avaliação, acompanhamnto validação da qualidad d produtos srviços d informação m ciência tcnologia; II - dsnvolvr, laborar aplicar métodos frramntas voltadas para a mlhoria d produtos; III - dsnvolvr mtodologias d trabalho d stímulo à inovação; IV - provr infrastrutura d psquisa srviços para uso compartilhado d sus sistmas métodos d trabalho; V - participar da dfinição xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; VI - contribuir para a laboração d normas, d publicaçõs do IBICT, palstras, cursos srviços d consultoria ntr outras atividads no âmbito d sua comptência; VII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; VIII - promovr açõs d articulação com a comunidad cintífica, tcnológica outras áras d intrss do IBICT; IX - coordnar organizar runiõs com intrlocutors parciros participants das rds coordnadas plo IBICT; X - coordnar articular a participação do IBICT m runiõs vntos d intrss do Instituto; XI - prospctar, acompanhar, absorvr propor açõs rlacionadas à missão do IBICT; XII - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 29. À Coordnação d Rds Srviços d Informação d Novos Produtos I - planjar sistmas d informação na Wb para públicos spcíficos; II - articular parcrias para a concpção implantação d projtos cooprativos; III - xcutar o acompanhamnto físico-financiro, control d custos, documntação técnico-administrativa da prstação d contas dos projtos; IV - disponibilizar infrastrutura d psquisa srviços para uso compartilhado d sus sistmas métodos d trabalho; V - suprvisionar a xcução dos projtos, o acompanhamnto físico-financiro o control d sus custos, a documntação técnica administrativa grada as suas prstaçõs d contas; VI - participar da xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; VII - colaborar na laboração d normas, d publicaçõs do IBICT, palstras, cursos srviços d consultoria ntr outras atividads no âmbito d sua comptência; VIII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; IX - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 30. À Divisão d Projtos d Inovação I - articular atividads d gstão xcução dos projtos com instituiçõs parciras, d modo a garantir o trabalho cooprativo m rds d informação; II - coltar, tratar, organizar dissminar contúdos d informação na Wb; III - participar da idntificação, dfinição do dsnvolvimnto d mcanismos adquados d rcupração da informação os instrumntos trminológicos ncssários; IV - idntificar, dfinir participar da construção d mcanismos d comunicação, visando assgurar o intrcâmbio d idias a gstão d rds d parciros; V - ralizar studos psquisas qu contribuam para o dsnvolvimnto d novos produtos o aprfiçoamnto dos já xistnts; VI - laborar aplicar mtodologias para o dsnvolvimnto adquado dos novos produtos srviços d informação; VII - laborar normas, padrõs mtodologias para o tratamnto dissminação da informação; VIII - dsnvolvimnto d projtos d prospcção tcnológica, psquisa inovação, m coopração com univrsidads, institutos tcnológicos a indústria, para a concpção d novos produtos srviços d informação m Ciência, Tcnologia Inovação; IX - adotar dsnvolvr mtodologias d trabalho d stímulo à inovação no dsnho d novo produtos; X - participar da xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; XI - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; XII - acompanhar suprvisionar a xcução dos projtos rlativos aos novos produtos srviços d informação; XIII - monitorar promovr o uso dos srviços d informação disponibilizados na wb; XIV - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; XV - organizar bass d dados d intrss da gstão da Ciência, Tcnologia Inovação; XVI - criar mcanismos d comunicação intração ntr as comunidads virtuais das rds d informação; XVII - idntificar oportunidads dfinir açõs d divulgação dos produtos srviços da Coordnação; XVIII - idntificar ncssidads d trinamnto propor a capacitação d rcursos humanos alocados na Coordnação; XIX - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; XX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. À Coordnação d Tcnologias Aplicadas a Novos Produtos I - coordnar xcutar a prospcção d novas tcnologias, promovndo a sua absorção adquação às ncssidads da Coordnação; II - grnciar projtos rlacionados ao dsnvolvimnto d produtos, programas sistmas d informação, no âmbito da Coordnação; III - buscar soluçõs tcnológicas, m articulação com univrsidads, institutos tcnológicos o stor produtivo, para garantir o acsso compartilhamnto da informação nas rds sistmas d informação; IV - ralizar prospcção tcnológica para promovr a inovação d produtos srviços d informação; V - contribuir para a laboração a implantação d um modlo d gstão qu propici o aprimoramnto do capital intlctual, a participação no procsso dcisório a atuação m rd; VI - dissminar o conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no âmbito da Coordnação, por mio d cursos d xtnsão trinamnto, assim como d outras prstaçõs d srviços, d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; VII - participar do dsnvolvimnto d projtos spcíficos da Coordnação, m articulação com as áras afins d dsnvolvimnto d sistmas, d produção d rds suport d informática; VIII - garantir a adrência aos padrõs d introprabilidad para o dsnvolvimnto d novos produtos srviços d informação, assim como para a intgração d sistmas lgados na sfra fdral; IX - stablcr sistmas d trabalho qu prmitam o surgimnto d procssos produtos inovadors; X - disponibilizar suport mtodológico tcnológico voltados para a intração com as comunidads cintíficas d dsnvolvimnto tcnológico, mprsas ntidads civis; XI - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 32. À Divisão d Dsnvolvimnto Inovação d Produtos d Informação I - prospctar, spcificar participar da construção d mcanismos d comunicação colaboração ntr os parciros das rds d informação; II - aplicar normas d acssibilidad m sistmas d informação do IBICT, m consonância com a política social o Programa d Inclusão do Govrno Fdral, para garantir a intgração social dos cidadãos com ncssidads spciais; III - ralizar studos psquisas qu contribuam para o dsnvolvimnto d novos produtos; IV - laborar projtos d arquittura d informação para o dsnvolvimnto d novos produtos;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 2 V - confccionar artfatos, por mio d frramntas multimídia, d apoio a palstras, cursos vntos voltados para os públicos spcíficos; VI - apoiar a ralização d prospcção tcnológica para promovr a inovação d produtos srviços d informação; VII - aplicar padrõs d introprabilidad no dsnvolvimnto d novos produtos srviços d informação; VIII - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; IX - rprsntar o IBICT junto ao Comitê d Coordnação d Inovação d Arranjo d Núclo d Inovação Tcnológica das Unidads d Psquisa do MCTIC a qu stivr intgrado; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção IV Da Coordnação-Gral d Psquisa Manutnção d Produtos Consolidados Art. 33. Coordnação-Gral d Psquisa Manutnção d Produtos Consolidados I - coordnar a xcução dos projtos contratados, ralizados m coopração com bnficiários do IBICT, m âmbito nacional intrnacional, dstinados ao atndimnto à dmanda d manutnção ajustamntos d programas, métodos sistmas; II - planjar, coordnar suprvisionar, m articulação com as dmais áras fins do IBICT, psquisas nas áras d informação m ciências tcnologia d tcnologias da informação da comunicação aplicadas ao tratamnto dissminação da informação com o propósito d promovr a manutnção ajusts d produtos srviços do IBICT; III - participar do stablcimnto bm como coordnar a aplicação d padrõs normas d tratamnto da informação mtodologias d avaliação, acompanhamnto d produtos srviços; IV - coordnar, laborar propor políticas dirtrizs dstinadas a manutnção ou ajusts dos produtos d programas ou sistmas d informação bm como das formas d intração com as comunidad cintíficas d dsnvolvimnto tcnológico, mprsas ntidads civis; V - coordnar suprvisionar a manutnção ajusts d programas ou sistmas d informação m ciência tcnologia voltada para o dsnvolvimnto cintífico tcnológico; VI - viabilizar o atndimnto à dmanda da socidad por conhcimntos, srviços d informação cintífica, tcnológica d inovação na sua aplicação, d forma intgrada com as dmais áras fins do IBICT; VII - dsnvolvr propor, m articulação com comunidad as dmais áras do IBICT, políticas d capacitação para xclência m ciência tcnologias da informação; VIII - contribuir para a proposição d mtas, indicadors institucionais d dsmpnho qualidad, bm como acompanhar sua volução programar mdidas para o su alcanc; IX - promovr a articulação com os intrlocutors parciros do IBICT, assim como com potnciais parciros instituiçõs d intrss para as açõs do Instituto; X - promovr o incrmnto da produção cintífica do I B I C T; XI - orintar suprvisionar o rgistro do conhcimnto cintífico tcnológico grado plos projtos dsnvolvidos nos su âmbito; XII - provr infrastrutura d psquisa srviços para uso compartilhado participar da xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; XIII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; XIV - coordnar a laboração d rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor; XV - propor coordnar programas d divulgação para os produtos srviços do IBICT; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 34. À Coordnação dos Laboratórios d Mtodologias d Tratamnto Dissminação da Informação I - coordnar a ralização d projtos, m articulação com as áras afins, d dsnvolvimnto d sistmas, dstinados à criação, manutnção ajusts dos sistmas, produtos srviços d informação; II - disponibilizar suport mtodológico tcnológico voltados para a intração com as comunidads cintífica tcnológica; III - coordnar dsnvolvr mtodologias, padrõs normas para o tratamnto dissminação da informação cintífica tcnológica, contribuindo para o stímulo à inovação na ára d informação m ciência tcnologia; IV - propor coordnar a ralização d studos psquisa para a criação, manutnção ajust d projtos, programas, métodos, produtos srviços d informação; V - participar da ngociação, laboração xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; VI - ralizar atividads d prospcção, monitoramnto, dsnvolvimnto, customização avaliação d sistmas d informação; VII - colaborar na laboração d normas d procdimnto, d publicaçõs do IBICT, palstras, cursos srviços d consultoria ntr outras atividads no âmbito d sua comptência; VIII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; IX - promovr o incrmnto da produção cintífica do IBICT; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660002 X - laborar rlatórios d atividads, d indicadors d dsmpnho do stor, ntr outros; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 35. Divisão d Psquisa, Atualização Manutnção d Produtos Espciais I - ralizar os procdimntos d manutnção ajusts d projtos, m articulação com as áras afins d dsnvolvimnto d sistmas, d produção d rds suport d informática, dstinados ao procssamnto produtos d programas, métodos sistmas d tratamnto da informação consolidados d carátr spcial difrnciados; II - disponibilizar suport mtodológico tcnológico voltados para a intração com as comunidads cintífica tcnológica, mprsas ntidads civis; III - dsnvolvr mtodologias, padrõs normas para o tratamnto dissminação da informação cintífica tcnológica, contribuindo para o stímulo à inovação na ára d informação m ciência tcnologia; IV - ralizar psquisa studos com vistas à criação, manutnção ajusts d projtos, programas, métodos, produtos srviços d informação consolidados; V - participar da ngociação, laboração xcução dos procssos d prstação d srviços do IBICT; VI - suprvisionar a xcução dos projtos, o acompanhamnto físico-financiro o control d sus custos, a documntação técnica administrativa grada as suas prstaçõs d contas; VII - colaborar na laboração d normas d procdimnto, d publicaçõs do IBICT, palstras, cursos srviços d consultoria ntr outras atividads no âmbito d sua comptência; VIII - participar da dissminação do conhcimnto adquirido disponibilizar as comptências gradas no su âmbito através da prstação d srviços, cursos d xtnsão trinamnto, no âmbito d sua atuação d acordo com as dirtrizs normas do IBICT; IX - contribuir para o incrmnto da produção cintífica do IBICT; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 36. À Coordnação d Atndimnto à Comunidad compt; I - coordnar, suprvisionar ftuar a xcução dos projtos d srviços os ralizados m coopração com bnficiários do IBICT dstinados ao atndimnto à dmanda por aplicaçõs d intrss social, cintífico, tcnológico conômico, junto a comunidad intrssadas nos srviços prstados plo IBICT; II - suprvisionar a xcução dos projtos, o acompanhamnto físico-financiro, o control d sus custos, a documntação técnica administrativa grada as suas prstaçõs d contas; III - coordnar a manutnção das struturas xcução d macroprocssos atndr as dmanda d manutnção ajustamntos d programas, métodos sistmas consolidados, d forma intgrada com os procssos das dmais áras afins d dsnvolvimnto d sistmas, d produção d rds suport d informática, dstinados ao procssamnto d sus produtos; IV - propor tmas d psquisa dsnvolvimnto d novos métodos técnicas ncssárias para a criação o dsnvolvimnto d aplicaçõs d intrss social conômico; V - orintar suprvisionar o rgistro do conhcimnto tcnológico cintífico grado através dos projtos da sua ára d comptência nos programas, métodos sistmas d informaçõs do I B I C T; VI - participar da divulgação das comptências, srviços outras formas d atuação d sua ára; VII - promovr a xcução dos procssos d ngociação d srviços, convênios outras formas d parcria cintífica tcnológica; VIII - propor, implantar mantr um srviço d atndimnto ao usuário dos produtos srviços do IBICT; IX - promovr a opracionalização dos produtos srviços do IBICT; X - promovr açõs visando o forncimnto d produtos srviços com critérios d alta qualidad; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 37. À Sção d Bibliotca I - planjar, coordnar xcutar psquisas ralizadas no âmbito da prsrvação da mmória documntal para a história do I B I C T; II - assssorar orintar instituiçõs cintíficas sobr sus acrvos bm como atndr a dmanda dos dmais usuários intrnos xtrnos; III - slcionar, adquirir, rgistrar organizar os acrvos bibliográficos, audiovisual multimídia d acordo com a política d aquisição do IBICT; IV - implmntar controlar a circulação d documntos do acrvo da bibliotca; V - controlar mantr atualizadas as assinaturas d priódicos no País no xtrior; VI - laborar o invntário da bibliotca dntro da priodicidad stablcida; VII - aplicar os sistmas d classificação, tsauros outros instrumntos próprios para o tratamnto da informação d acordo com as spcificidads da bibliotca; VIII - produzir índics, guias, bibliografias ou outros produtos srviços d informação rlacionados à história da ciência da técnica, nsino divulgação da ciência da informação; IX - dissminar o acrvo da bibliotca divulgar os trabalhos dsnvolvidos pla bibliotca m vntos publicaçõs spcíficas da ára; X - constituir dissminar bas d dados nas áras d atuação da bibliotca; XI - xcutar programa d intrcâmbio com outras bibliotcas, cntros d informação ou outras instituiçõs qu atum na ára d intrss da bibliotca; XII - acompanhar o surgimnto implmntar novas tcnologias para o tratamnto, uso dissminação da informação; XIII - absorvr, tstar aplicar técnicas, tcnologias mtodologias inovadoras d tratamnto dissminação da informação na bibliotca, transformando-a m laboratório d xprimntação d tcnologias m bibliotcas; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Do Conslho Técnico Cintífico Art. 38. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação d assssoramnto ao dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do IBICT. Art. 39. O CTC contará com dz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do IBICT, qu a prsidirá; II - três srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; III - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do I B I C T; IV - quatro mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica mprsarial, atuants m áras afins às do I B I C T. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos II, III IV trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso II srão indicados a partir d cinco noms obtidos a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; b) os do inciso III srão indicados, fundamntadamnt, plo CTC; c) os do inciso IV srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC, na forma do Rgimnto Intrno. Art. 40. Compt ao CTC: I - aprciar suprvisionar a xcução da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads xcutadas; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao IBICT, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo dirtor. Art. 4. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO VI ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 42. Ao Dirtor incumb: I - xrcr a rprsntação do IBICT; II - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; III - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 43. Aos coordnadors-grais incumb planjar, coordnar suprvisionar a xcução das várias atividads a su cargo. Art. 44. Aos coordnadors incumb coordnar, dsnvolvr xcutar as tarfas atribuídas plas coordnaçõs-grais. Art. 45. Aos chfs d divisão incumb xcutar controlar as atividads vinculadas às unidads a qu s subordinam. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 46. O IBICT clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 47. O dirtor podrá instituir comitês ntr outras unidads colgiadas intrnas para intração ntr as unidads da strutura organizacional do IBICT, dsd qu não impliqu m aumnto d dspsa. Podrá, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do IBICT. Art. 48. O Dirtor, m ato próprio ou por inclusão m Manual, podrá dlgar comptências pla suprvisão, ou stablcr nívis d rlacionamnto ntr as divrsas subunidads ou áras da strutura organizacional do IBICT. Art. 49. O IBICT podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou s intgrar a um dos Arranjos dos Núclos d Inovação Tcnológica das Unidads d Psquisa do MC- TIC, stablcidos pla Portaria nº 22 d 30 d janiro d 205, com a finalidad d grir sua política d inovação. Art. 50. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais.

22 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 PORTARIA Nº 5.48, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 85, d 7 d dzmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 8 d dzmbro d 2002, nº 504, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 970, d 5 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 9 d dzmbro d 2006, nº 792, d 6 d dzmbro d 2007, publicada no D.O.U. d 0 d dzmbro d 2007, nº 423, d 6 d julho d 2008, publicada no D.O.U. d 7 d julho d 2008, nº 32, d 4 d março d 20, publicada no D.O.U. d 5 d março d 20. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E DA COMPETÊNCIA Art. º O Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia - INPA é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2 O INPA é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3 A sd do INPA stá localizada na Avnida André Araújo, 2.936, Bairro Ptrópolis, na cidad d Manaus - AM, ond s ncontra instalada sua administração cntral, stndndo suas atividads por toda Amazônia Lgal. Art. 4 O INPA tm por finalidad grar dissminar conhcimntos tcnologias, bm como capacitar rcursos humanos para o dsnvolvimnto da Amazônia. Art. 5 Ao Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia - INPA I - grar conhcimntos cintíficos tcnológicos visando à solução d problmas ambintais; II - ampliar o conjunto d informaçõs conhcimntos sobr rcursos ambintais socioconômicos; III - monitorar a dinâmica dos cossistmas da Amazônia; IV - participar da formulação d políticas públicas d dsnvolvimnto rgional promovndo o aprovitamnto dos rcursos naturais; V - stablcr intrcâmbio cintífico tcnológico com instituiçõs nacionais strangiras; VI - contribuir com a lvação da capacidad rgional para psquisa cintífica tcnológica, por mio d trinamnto fixação d rcursos humanos; VII - promovr a difusão do conhcimnto cintífico tcnológico por intrmédio d publicaçõs informativas, técnicas cintíficas rlativas a assuntos amazônicos; VIII - aprimorar intnsificar o intrcâmbio com instituiçõs d nsino psquisa nacionais strangiras (submtndo ao Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs os contratos ou convênios qu vnham a sr clbrados com ssas instituiçõs); IX - transfrir para a socidad srviços produto rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis; X - incntivar apoiar confrências nacionais intrnacionais, simpósios outros tipos d vntos técnico-cintíficos; XI - prstar srviços técnicos, mitir crtificados, rlatórios laudos técnicos, bm como criar padrõs d acordo com as normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; XII - criar mcanismos d captação d rcursos financiros para psquisa ampliar as rcitas próprias; XIII - atuar na prstação d srviços à comunidad para garantir a corrta utilização dos rcursos naturais; XIV - constituir-s font d rfrência da biodivrsidad da Amazônia mdiant criação, dsnvolvimnto manutnção d colçõs cintíficas biológicas, administradas na forma d Programa d Colçõs Acrvos Cintíficos. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia - INPA tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint do Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia - GINPA a) Srviço Administrativo do Gabint - SEGAB b) Srviço d Documntação Acrvo Bibliográfico - SE- DAB II - Coordnação d Apoio aos Programas, Contratos Convênios - COAPC III - Coordnação d Açõs Estratégicas - COAES a) Núclo d Apoio à Psquisa m Roraima - NAPRR b) Núclo d Apoio à Psquisa m Rondônia - NAPRO c) Núclo d Apoio à Psquisa no Acr - NAPAC d) Núclo d Apoio à Psquisa no Pará - NAPPA IV - Coordnação d Tcnologia da Informação - COTIN V - Coordnação d Coopração Intrcâmbio - COCIN plo código 000206600022 TL VI - Coordnação d Administração - COADI a) Núclo d Apoio Administrativo - NADMI VII - Coordnação d Apoio Técnico Logístico - COA- a) Stor d Apoio Administrativo - SEATL b) Divisão d Suport às Estaçõs Rsrvas - DISER c) Divisão d Engnharia Arquittura - DIEAR d) Srviço d Orçamnto Finanças - SEOFI ) Srviço d Matrial, Patrimônio Compras - SEMPC VIII - Coordnação d Gstão d Pssoas - COGPE a) Stor d Apoio Administrativo - SEGPE b) Srviço d Rcursos Humanos - SEREH. Stor d Trinamnto d Rcursos Humanos - SETRH IX - Coordnação d Psquisas - COPES X - Coordnação d Dinâmica Ambintal - CODAM a) Sção d Apoio Administrativo - SEDAM XI - Coordnação d Socidad, Ambint Saúd - CO- SAS a) Sção d Apoio Administrativo - SESAS XII - Coordnação d Tcnologia Inovação - COTEI a) Sção d Apoio Administrativo - SETEI XIII - Coordnação d Biodivrsidad - COBIO a) Sção d Apoio Administrativo - SEBIO b) Stor d Apoio ao Programa d Colçõs Acrvos Cintíficos - SEPCA XIV - Coordnação d Capacitação - COCAP a) Divisão d Apoio Técnico - DIDAT XX - Coordnação d Pós Graduação - COPOG a) Núclo d Apoio Administrativo - NAPOG a) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Biologia d Água Doc Psca Intrior - DIBAD b) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Botânica - DI- BOT c) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Ciências d Florstas Tropicais - DICFT d) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Ecologia - DIE- CO ) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Entomologia - DIENT f) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Gnética, Consrvação Biologia Evolutiva - DIGEN g) Divisão do Curso d Pós-Graduação m Clima Ambint - DICAM h) Divisão do Curso d Pós-Graduação Agricultura no Trópico Úmido - DIATU XVI - Coordnação d Extnsão - COEXT XVII - Coordnação d Extnsão Tcnológica Inovação - COETI XVIII - Coordnação d Tcnologia Social - COTES a) Srviço d Apoio as Áras d Visitação - SEAAV Art. 7º Os Órgãos Colgiados vinculados ao Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia - INPA são: I - Conslho Técnico Cintífico - CTC II - Conslho Dirtor - CD III - Comissão Prmannt d Licitação - CPL Art. 8º O INPA srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública, por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas às prrrogativas do Prsidnt da Rpública d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação plo Ministro d Estado d um novo D i r t o r. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Prsidnt da Rpública nomará um Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art. 0. As Coordnaçõs srão dirigidas por Coordnador, as Divisõs os Srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os Núclos Sçõs d apoio srão dirigidos por chfs, bm como a Comissão Prmannt d Licitação dirigida por srvidor ftivo, cujas Funçõs Gratificadas srão providas plo Dir t o r. Art. 2. Os ocupants dos cargos m comissão funçõs gratificadas srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. Parágrafo único. O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint do Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia Art. 3. Ao Gabint do Instituto Nacional d Psquisas da Amazônia I - assistir ao Dirtor m sua rprsntação social, política institucional; II - incumbir-s do prparo dspacho do su xpdint pssoal; III - forncr apoio técnico administrativo nos divrsos assuntos ncaminhados ao Dirtor; IV - opinar sobr a divulgação d matérias rlacionadas com a ára d atuação do INPA; V - promovr as atividads d suport ao CTC; VI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prmannts; VII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo D i r t o r. Art. 4. Ao Srviço Administrativo do Gabint I - dsmpnhar tarfas qu, dirta ou indirtamnt, contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; II - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais d rsponsabilidad do Gabint; III - solicitar controlar os srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, limpza, copa, manutnção d máquinas quipamntos, outros srviços grais; Art. 5. Ao Srviço d Documntação Acrvo Bibliográfico I - planjar, coordnar avaliar a xcução das atividads d organização, anális tratamnto técnico, rlativas ao acrvo bibliográfico, bm como promovr a divulgação dos srviços, produtos sistmas d documntação informação do INPA; II - coltar, organizar mantr a colção complta das publicaçõs ditadas plo INPA, para fins d prsrvação da sua produção ditorial; III - fomntar normas rguladoras para o atndimnto público; IV - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Sção II Da Coordnação d Apoio aos Programas, Contratos Convênios Art. 6. À Coordnação d Apoio aos Programas, Contratos Convênios I - orintar a laboração dos programas, contratos convênios do INPA; II - acompanhar avaliar a xcução dos programas, contratos convênios institucionais, vrificando o cumprimnto dos sus objtivos mtas; II - sugrir políticas dirtrizs d orintação gral no âmbito dos programas, contratos convênios, m consonância com a Coordnação d Açõs Estratégicas; IV - forncr informaçõs concrnnts aos programas contratos projtos institucionais, para a formação d proposta orçamntária do INPA; V - xcutar outras atribuiçõs qu lh form atribuídas plo D i r t o r. V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Chf d Gabint. Sção III Da Coordnação d Açõs Estratégicas Art. 7. À Coordnação d Açõs Estratégicas I - propor dirtrizs para orintar a formulação do Plano Dirtor do INPA; II - compatibilizar studos, psquisas, projtos atividads das stratégias d trabalho do INPA; III - dsmpnhar açõs d modrnização administrativa, laborar normas procdimntos ncssários ao funcionamnto do INPA nos assuntos d sua comptência; IV - avaliar a xcução dos programas, projtos atividads a cargo das unidads do INPA; V - propor, coordnar ngociar a programação orçamntária do INPA; VI - laborar, implantar controlar a xcução do Plano Estratégico do INPA; VII - acompanhar avaliar a xcução orçamntária do IN- PA ; VIII - implmntar o procsso d planjamnto participativo prmannt; IX - planjar coordnar a Política d Informática do IN- PA ; X - laborar, implmntar xcutar a Política d Propridad Intlctual do INPA a Política d Acsso ao Patrimônio Gnético Conhcimnto Tradicional Associado; XI - laborar proposta para a obtnção d rcursos xtra orçamntários, atndndo às disposiçõs lgais xigidas; XII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo D i r t o r. Art. 8. Aos Núclos d Apoio à Psquisa m Roraima, Rondônia, Acr Pará comptm: I - rprsntar oficialmnt o INPA m conslhos vntos locais rlacionados à ciência tcnologia; II - idntificar dmandas d srviços técnico-cintíficos oportunidads d ralização d açõs d psquisa (básica aplicada) xtnsão, a srm xcutadas por su pssoal local, da sd m Manaus ou d outros Núclos; III - buscar rcursos financiros via submissão d propostas m Editais d agências financiadoras para ralizar açõs d psquisa xtnsão localmnt m colaboração com psquisadors da sd, d outros Núclos ou d parciros locais;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 23 IV - ralizar diagnóstico anual do panorama d ciência & tcnologia local para subsidiar o INPA no planjamnto d suas açõs d psquisa xtnsão rgionalizadas (grands projtos rgionais); idntificar pontos forts fracos d instituiçõs congênrs locais bm como oportunidads d parcrias; vitar sobrposição d açõs com instituiçõs locais ajustar mtas /ou objtivos do su plano d ação à ralidad d cada Estado; V - apoiar psquisadors do INPA m suas missõs d psquisa xtnsão nas áras d atuação ftiva d cada Núclo, disponibilizando apoio logístico (transport, laboratório multidisciplina r, facilidad d comunicação, scritório tmporário) humano (técnicos d campo administrativo), indpndntmnt da xistência d colaboração ftiva com o pssoal local; VI - apoiar studants d pós-graduação ligados aos Programas do INPA por ocasião d coltas d dados d campo nas áras d atuação ftiva d cada Núclo, indpndntmnt da xistência d colaboração com pssoal local d cada Núclo; VII - idntificar apoiar a participação do INPA m vntos locais voltados para a divulgação d rsultados d psquisa xtnsão d tcnologias dsnvolvidas por psquisadors da instituição; VIII - colaborar m programas d pós-graduação graduação d parciros locais, atuando formalmnt no nsino orintação d alunos dsts programas; IX - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; X - dar apoio logístico administrativo às açõs do MCTIC no âmbito local d cada Núclo quando stas form solicitadas ao I N PA. Sção IV Da Coordnação d Tcnologia da Informação Art. 9. À Coordnação d Tcnologia da Informação I - planjar, coordnar, orintar, controlar, formular avaliar os planos programas rlativos à xcução das atividads na ára d informática, no âmbito do INPA; II - propor políticas dirtrizs rfrnts ao planjamnto, implmntação manutnção das atividads rlativas à informática; III - coordnar acompanhar o dsnvolvimnto d métodos, procdimntos, planos, programas, projtos atividads d informática no INPA; IV - prstar orintação técnica normativa às coordnaçõs, unidads administrativas d psquisa, inclusiv visando à intgração ntr as coordnaçõs dmais unidads do Instituto, bm como do INPA com outros órgãos da administração pública; V - avaliar os planos storiais d compras d quipamntos d tcnologia da informação dos stors do INPA, visando à racionalização dos invstimntos d informática a proposição d subsídios para a laboração do orçamnto d informática; VI - propor implmntar mdidas visando à racionalização do uso dos rcursos d informática, inclusiv dfinindo implmntando padrõs d quipamntos d informática programas d computador a srm adotados no INPA; VII - pronunciar-s, prviamnt, m procssos rlativos à aquisição d bns srviços d informática, bm como m projtos d sistmas informatizados no âmbito do INPA; VIII - mitir parcr técnico sobr a contratação d consultorias xtrnas spcíficas para atuar na ára d informática; IX - propor programas d capacitação dsnvolvimnto d rcursos humanos julgados ncssários ao dsmpnho dos projtos d informática, m articulação com o Srviço d Rcursos Humanos do INPA; X - promovr a articulação, a coopração técnica o intrcâmbio d xpriências informaçõs com os órgãos cntrais da administração pública, com vistas ao aprfiçoamnto ao aprimoramnto da atuação dsta Coordnação; XI - coordnar o dsnvolvimnto, a utilização a avaliação do procsso d ngnharia d sistmas informatizados, no scopo d aplicaçõs da informática para a biodivrsidad da gstão d informação spacial, ntr outros; XII - propor a adoção d normas, dirtrizs, padrõs técnicos dfinir procdimntos, d forma a promovr o maior nívl d sgurança física lógica do ambint d informática, inclusiv com rlação às intrconxõs com outros ambints; XIII - grnciar a rd d computadors, promovndo o control a consrvação dos dados quipamntos d informática, inclusiv na instalação; XIV - acompanhar a xcução dos contratos rlativos aos sistmas informatizados no âmbito do INPA; XV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XVI - xcutar outras comptências qu lh form dlgadas, Sção V Da Coordnação d Coopração Intrcâmbio Art. 20. À Coordnação d Coopração Intrcâmbio I - articular, formalizar, acompanhar avaliar parcrias ntr o INPA outras instituiçõs nacionais intrnacionais nas áras d gração, promoção divulgação d conhcimntos cintíficos tcnológicos sobr a Amazônia Brasilira, m conformidad com as dirtrizs do MCTIC do INPA; II - assistir as unidads organizacionais do INPA m assuntos voltados à coopração institucional intrcâmbio; III - prospctar, articular apoiar a insrção do INPA m novas rds d coopração; IV - apoiar as dmandas d coopração do INPA com outras instituiçõs m missão xploratória; V - rgistrar, acompanhar avaliar as coopraçõs os intrcâmbios vignts; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600023 VI - subsidiar a laboração a atualização sistmática da política d coopração institucional intrcâmbio do INPA; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts. Sção VI Da Coordnação d Administração Art. 2. À Coordnação d Administração I - administrar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d rcursos humanos, orçamnto finanças, matrial, patrimônio compras, srviços grais d manutnção infrastrutura institucional, ngnharia arquittura, staçõs rsrvas do INPA, inclusiv dando suport aos dmais aspctos administrativos; II - coordnar as atividads d anális conômico-financiras do INPA; III - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads do INPA; IV - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; V - prstar assssoramnto apoio administrativo à comissão prmannt d licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt; VI - propor a indicação d srvidors para atuarm como prgoiros mmbros da Comissão Prmannt d Licitação, acompanhando suas rspctivas atividads, d acordo com a lgislação prtinnt; VII - prstar informaçõs rlacionadas à gstão administrativa para compor o rlatório do Trmo d Compromisso d Gstão - TCG; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo D i r t o r. Art. 22. Ao Núclo d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com as unidads subordinadas às Coordnaçõs com as dmais unidads do INPA; II - ncarrgar-s do prparo dspacho do xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo d rsponsabilidad das Coordnaçõs; VI - solicitar controlar srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, limpza, copa, manutnção outros rlacionados ou dlgados plos Coordnadors; VII - imprimir, distribuir rcolhr a folha d frquência d srvidors ativos stagiários postrior ncaminhamnto ao SE- REH; VIII- laborar rquisiçõs d matriais srviços; IX - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; X- xrcr outras atividads qu lh sjam confridas plos Coordnadors. Sção VII Da Coordnação d Apoio Técnico Logístico Art. 23. À Coordnação d Apoio Técnico Logístico I - zlar pla sgurança física dos bns móvis imóvis qu constitum o patrimônio do INPA, principalmnt, a dos srvidors, dos alunos, dos stagiários, dos prstadors d srviço, dos convidados dos visitants do Instituto; II - planjar, coordnar suprvisionar os srviços d rcpção, portaria, vigilância, zladoria, transports m gral a circulação d pssoas nas dpndências do Instituto; III - organizar promovr a xcução dos transports trrstr, aquático, bm como a ralização da manutnção prvntiva corrtiva dos bns patrimoniais prtncnts ao instituto qu xcutam ou apoiam ssas atividads; IV - opracionalizar as atividads rfrnts à utilização manutnção d viaturas, mbarcaçõs quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios, pças d rposição atualização da documntação d vículos prtncnts ao patrimônio do INPA; V - promovr a xcução da manutnção, tanto prvntiva como corrtiva, incluídas a limpza, consrvação das instalaçõs, vias dificaçõs m todos os Campi, nas staçõs, rsrvas flutuants, contando com o apoio técnico da Divisão d Engnharia Arquittura da Divisão d Suport às Estaçõs Rsrvas; VI - controlar mantr o sistma d comunicaçõs administrativas, protocolo, corrios, rds d tlcomunicaçõs apoio m rprografia; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador d Administração. Art. 24. Ao Stor d Apoio Administrativo I - imprimir, distribuir rcolhr folha d frquência dos srvidors ativos stagiários postrior ncaminhamnto ao SE- REH; II - laborar rquisiçõs d matriais srviços; III - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IV- xrcr outras atividads qu lh sjam confridas plo Coordnador; V - prstar suport administrativo opracional à Coordnação; VI - ftuar control mnsal das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos sob sua rsponsabilidad, bm como dos gastos dcorrnts da contratação d nrgia létrica, tlfonia, rádio chamada, ntr outros; VII- dar suport as atividads d srviços rprográficos, d circulação d corrspondências d control xpdição d malots passagns; VIII- dmandar a xcução dos srviços d limpza, consrvação, jardinagm, rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas outras; IX- dmandar as atividads d vigilância, rcpção, portaria, zladoria control d circulação d pssoal nas dpndências da instituição; X- dar suport a opracionalização, utilização manutnção d viaturas quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios pças d rposição; XI- laborar lista d ncssidads para mlhor manutnção da infrastrutura do INPA, no qu s rfr, ntr outros, a rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas; XII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIII- xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 25. À Divisão d Suport às Estaçõs Rsrvas I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas à administração das Rsrvas, Estaçõs Exprimntais Flutuants (REEF), m consonância com outras unidads; II - grnciar o uso das REEF; III - coordnar a fiscalização a protção das REEF; IV - xrcr ftivo constant control fiscalização sobr os srvidors do Instituto ou vigilants contratados para a sgurança das áras patrimônio das REEF, grnciando acompanhando o contrato com a mprsa ncarrgada da guarda; V - autorizar a utilização das REEF por psquisadors, alunos visitants; VI - laborar pdidos d compra d matrial rquisiçõs d srviço para atndr as ncssidads d opração manutnção das REEF; VII - solicitar manutnção prvntiva corrtiva para os bns patrimoniais das REEF; VIII - oprar rsponsabilizar-s plo patrimônio, manutnção prvntiva corrtiva do sistma, quipamntos locais d guarda da rd d radiofonia do Instituto; IX - xcutar constant fiscalização sobr as crcas, as mdidas d protção, a sinalização a protção contra incêndios das áras das REEF; X - controlar a ntrada nas rsrvas; XI - apoiar as atividads d psquisa, capacitação xtnsão nas rsrvas; XII- participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIII- xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 26. À Divisão d Engnharia Arquittura I - laborar projtos básicos, mmoriais dscritivos, plantas planilhas d custos para laboração xcução dos projtos d ngnharia; II - stablcr normas critérios d planjamnto d dificaçõs no INPA; III - ralizar vistorias priódicas nos difícios imóvis do Instituto, propondo os rparos, mlhoramntos, ampliaçõs ou adaptaçõs qu s fizrm ncssários condnar intrditar os prédios, construçõs, dificaçõs, instalaçõs vias qu aprsntm problmas para o uso por pssoas vículos, conform o grau d risco tcnicamnt constatado; IV - mitir parcrs técnicos fiscalizar obras projtos contratados plo INPA, bm como atstar o rcbimnto d obras srviços d rformas; V - adotar todas as mdidas cabívis para a obsrvação dos cronogramas d xcução d obras civis manutnção; VI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 27. Ao Srviço d Orçamnto Finanças I - xcutar controlar o orçamnto as finanças, m conformidad com a Li d Dirtrizs Orçamntárias - LDO as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; II - providnciar a missão atualização d crtidõs ngativas d débito junto aos órgãos comptnts; III - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos por mio da missão dos documntos contábis corrspondnts d acordo com o Plano d Contas da União; IV - promovr a avaliação da xcução orçamntária, financira laborar rlatórios grnciais d sua ára d comptência; V - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; VI - mantr atualizada a lgislação as normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VII - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos, inclusiv d procssos ncrrados; VIII - acompanhar controlar os gastos com os Cartõs d Pagamntos do Govrno Fdral as rspctivas prstaçõs d contas;

24 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IX - laborar as tomadas d contas anuais do INPA, consolidando os divrsos rlatórios das outras áras; X - rgistrar as conformidads d gstão dos lançamntos contábis ftuados no Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI Sistma Intgrado d Administração d Srviços Grais - SIASG; XI - rgistrar librar os rcursos orçamntários via Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas - SIGTEC; XII - xcutar financiramnt as diárias do Instituto via Sistma d Concssão d Diárias Passagns - SCDP; XIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIV - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Art. 28. Ao Srviço d Matrial, Patrimônio Compras I - coordnar, planjar, xcutar acompanhar as açõs rlativas à administração d matrial, contratos importação; II - coordnar suprvisionar a aquisição d bns no País no xtrior; III - atndr às ncssidads das unidads do INPA, no SIGTEC no âmbito do Sistma Intgrado d Administração d Srviços Grais - SIASG, módulos Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF, Sistma d Divulgação Eltrônica d Compras Contrataçõs - SIDEC, Sistma Intgrado d Rgistro d Prços - SIREP, Sistma d Gstão d Contratos - SICON, obsrvada a lgislação m vigor no qu s rfr a licitaçõs; IV - acompanhar o rgistro, cadastro psquisa d forncdors no Sistma Intgrado d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF; V - ftuar o acompanhamnto d compras, o cumprimnto d prazos d ntrga d bns; VI - dar suport acompanhar o fchamnto d câmbio d importação xportação, bm como o dsmbaraço alfandgário os dmais rgistros prtinnts à ntrada ou saída d bns do País; VII - acompanhar o suprimnto, rgistro, distribuição, dspacho control dos matriais d uso comum dstinados ao atndimnto das ncssidads d consumo dos usuários intrnos; VIII - suprvisionar orintar a xcução das atividads d rcbimnto/xpdição d bns, administração d stoqus patrimônio, ralização d invntários, apoio a comissõs d bns, missão d rlatórios mnsais opração dos sistmas d stoqu bns; IX - ralizar o lvantamnto ftuar a atualização do invntário patrimonial dos bns móvis imóvis, no âmbito do Sistma d Patrimônio da União - SPU; X - suprvisionar a classificação do cadastro d bns móvis, a codificação catalogação do matrial prmannt, bm como a movimntação saída d matrial prmannt; XI - mantr cadastro atualização d bns cdidos ou mprstados a outras instituiçõs por mio d instrumntos adquados; XII - mantr a atualização d dados laborar rlatórios d carga trmos d rsponsabilidad, d procssos d dsfazimnto baixa d bns patrimoniais; XIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIV - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Parágrafo único. O Srviço d Matrial, Patrimônio Compras contará com uma Comissão d Cadastro, a qual srá disciplinada na forma d Rgimnto Intrno, produzido pla própria Comissão aprovado plo Dirtor. Sção VIII Da Coordnação d Gstão d Pssoas Art. 29. À Coordnação d Gstão d Pssoas I - zlar plas açõs institucionais d carátr stratégico, promovndo a concrtização d açõs atividads na ára d rcursos humanos, com vistas ao cumprimnto da missão finalidad do I N PA ; II - propor política d incntivo stímulo ao dsnvolvimnto profissional d srvidors; III - laborar Rlatórios do Programa d Prvnção d Riscos Ambintais - PPRA do Programa d Control Médico Saúd Ocupacional - PCMSO; IV - laborar xcutar programas d mlhoria da saúd ocupacional por mio d unidad médico-odontológico social; V- propor a adquação da força d trabalho, por mio do stablcimnto d prfis d comptência profissional utilizada no provimnto d vagas por Concurso Público; VI - submtr à dirção proposta do programa d ducação trinamnto institucional para srvidors; VII - orintar acompanhar a xcução d tarfas insalubrs ou com priculosidad, com control dos fators d risco, para fins d prvnção d acidnts manutnção da sgurança no trabalho; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 30. Ao Stor d Apoio Administrativo I - imprimir, distribuir rcolhr a folha d frquência dos srvidors ativos stagiários postrior ncaminhamnto ao srvidor rsponsávl plo rgistro das ocorrências; II - laborar rquisiçõs d matriais srviços; III - prstar suport administrativo opracional à Coordnação; IV - dar suport as atividads d srviços rprográficos d circulação d corrspondências d control xpdição d malots; V - dmandar a xcução dos srviços d limpza, consrvação, rparos rstauração d imóvis, móvis, létricas, hidráulicas outras; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600024 VI - laborar lista d ncssidads para mlhor manutnção da infrastrutura do INPA, no qu s rfr, ntr outros, a rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Art. 3. Ao Srviço d Rcursos Humanos I - xrcr o control das informaçõs pssoais funcionais dos srvidors ativos, aposntados, pnsionistas stagiários no Sistma Intgrado d Administração d Rcursos Humanos - SIAPE; II - acompanhar as movimntaçõs financiras dos srvidors ativos, aposntados, pnsionistas stagiários no SIAPE, por mio da insrção, xclusão, altração confrência d dados na folha d pagamnto; III - ralizar a simulação, concssão dmais rotinas rlacionadas à aposntadoria, abono prmanência, pnsão civil vitalícia tmporária, no SIAPE ; IV - concdr auxílio funral ajuda d custo; V- nquadrar, rgistrar acompanhar d tarfas insalubrs ou com priculosidad, para fins d concssão dos adicionais ou gratificaçõs rspctivas no SIAPE; VI- mantr atualizados os dados cadastrais dos srvidors ativos, aposntados, incluindo sus dpndnts, dos pnsionistas dos stagiários; VII- disponibilizar rcpcionar a frquência dos srvidors ativos stagiários rgistrar as ocorrências; VIII - disponibilizar scala d férias procdr o rgistro do programa anual d férias dos srvidors bm como as rspctivas altraçõs no SIAPE ; IX- formalizar procsso d provimnto, vacância, rdistribuição, rmoção concssão d afastamntos d srvidors; X- ftuar o rgistro, control, atualização acompanhamnto, d cargos funçõs d confiança, acumulação d cargos funçõs, admissão xonração d srvidors stagiários no SIA- PE; XI - suprvisionar acompanhar os procssos d avaliação d dsmpnho m stágio probatório; XII- grnciar controlar o programa institucional d stágio d gstão junto à Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas - CGGP do MCTIC; XIII- struturar sistma d avaliação d dsmpnho dos srvidors, utilizando sus rsultados na tomada d dcisão rlativa à progrssão funcional promoção d srvidors para concssão d gratificação d dsmpnho; XIV- providnciar a xpdição d idntidad funcional, crachás d idntificação, crtidõs d tmpo d srviço atstados dclaraçõs à vista dos assntamntos funcionais; XV - rgistrar acompanhar informaçõs rfrnts à concssão d bnfício d assistência médica, hospitalar odontológica dos srvidors sus dpndnts; XVI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XVII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Art. 32. Ao Stor d Dsnvolvimnto d Rcursos Humanos I - consolidar os instrumntos da Política Nacional d Dsnvolvimnto d Pssoal da Administração Pública Fdral, d acordo com o Dcrto nº 5.707/2006; II - ralizar lvantamnto das ncssidads d capacitação dos srvidors orintar os gstors lídrs quanto aos procdimntos para a xcução; III - administrar os rcursos orçamntários dstinados a capacitação dos srvidors; IV - laborar o Plano Anual d Capacitação, d acordo com as açõs d capacitação voltadas às habilidads individuais dos srvidors vinculadas a missão do INPA; V- laborar o Rlatório d Excução do Plano Anual d Capacitação, contndo informaçõs d capacitação ralizadas no xrcício antrior a anális dos rsultados alcançados; VI - grnciar o Sistma d Gstão por Comptência, planjando, monitorando avaliando as açõs d capacitação ncssárias ao dsmpnho dos srvidors; VII- acompanhar controlar os afastamntos d srvidors inclusos nos Programas d Dsnvolvimnto d Pssoal; VIII - criar grnciar todas as atividads dsnvolvidas plos programas voltados para o dsnvolvimnto d pssoal; IX - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; X - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Sção IX Da Coordnação d Psquisas Art. 33. À Coordnação d Psquisas I - propor políticas dirtrizs para a laboração da Agnda d Psquisa do INPA, m consonância com a missão institucional ouvindo as Coordnaçõs d Dinâmica Ambintal (CODAM), Coordnação d Socidad, Ambint Saúd (COSAS), Coordnação d Tcnologia Inovação (COTEI), Coordnação d Biodivrsidad (COBIO); II - consolidar os rsultados dos projtos, programas rds d psquisa; III - grar rlatórios priódicos m cumprimnto às xigências do MCTIC; IV - promovr a implantação xcução d projtos d psquisa programas intgrados com outras instituiçõs; V - coordnar a laboração d propostas para obtnção d rcursos xtra orçamntários, atndndo às disposiçõs lgais xigidas; VI - planjar propor a xcução orçamntária financira das Coordnaçõs d Dinâmica Ambintal, Socidad, Ambint Saúd, Tcnologia Inovação, Biodivrsidad, Laboratórios Tmáticos Colçõs in situ x situ; VII - consolidar as propostas d ncssidads d rcursos humanos infrastrutura das Coordnaçõs d Psquisas submtêlas ao Dirtor; VIII - coordnar, orintar, suprvisionar avaliar os rgistros rsultados d projtos, programas rds d psquisa no Sistma d Informaçõs Grnciais Tcnológicas - SIGTEC; IX - acompanhar avaliar as voluçõs das atividads d psquisas do INPA propor mdidas para sua mlhoria, incluindo as rlacionadas a novas frontiras do conhcimnto; X - propor a constituição d Comissõs d Assssoramnto quando ncssário; XI - submtr ao Dirtor a indicação d curador d colção para homologação; XII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Dirtor. Parágrafo único. A Coordnação d Psquisa dv avaliar acompanhar as atividads dsnvolvidas plas colçõs in situ x situ rspctivamnt. Art. 34. Ao Stor d Apoio ao Programa d Colçõs Acrvos Cintíficos I - propor, dlibrar submtr à COPES o Programa d Colçõs Acrvos Cintíficos - PCAC as dcisõs sobr: a) a política curatorial das colçõs cintíficas biológicas do I N PA ; b) propostas d rstruturação da composição das curadorias intgrants do PCAC; c) capacitação, trinamnto, proposição d projtos institucionais, nacionais ou intrnacionais, rlatórios técnicos, sobr quaisqur outros tmas prtinnts no âmbito das colçõs; d) projtos atividads d intrss do PCAC; ) matérias qu lh form submtidas por sus mmbros. II - laborar normas procdimntos ncssários ao funcionamnto das colçõs acrvos cintíficos das curadorias, para grnciamnto uso das colçõs rspctivas informaçõs, almjando smpr padrõs d procdimntos intrnacionalmnt acitos pla comunidad cintífica; III - promovr a difusão das informaçõs contidas nos bancos d dados das colçõs cintíficas biológicas, rssalvadas as dirtrizs institucionais sobr o assunto; IV - colaborar na laboração do orçamnto anual plurianual do PCAC; V - ncaminhar a COPES, solicitação d substituição d Curador d uma colção, obdcido o disposto nst Rgimnto; VI - priorizar critérios d aplicação dos rcursos orçamntários do PCAC; VII - propor planos d ação/gstão para cada colção, ouvindo os rspctivos Curadors; VIII - propor altraçõs nst rgimnto qu form d consnso aprovadas pla maioria dos mmbros do Comitê d Curadors; IX - cumprir zlar pla obsrvância das lgislaçõs fdral, stadual, municipal institucional sobr colta, transport dstinação d matrial cintífico; X - assssorar a COPES o Dirtor quando solicitado; XI - incorporar as políticas dirtrizs institucionais nos planjamntos do PCAC; XII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XIII - buscar nos acrvos cintíficos aprimoramntos d técnicas d prsrvação novas colçõs; XIV - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Sção X Da Coordnação d Dinâmica Ambintal Art. 35. À Coordnação d Dinâmica Ambintal I - subsidiar a laboração da Agnda d Psquisa do IN- PA ; II - promovr a implantação xcução d projtos d ciência, tcnologia inovação m sua ára d comptência; III - acompanhar a xcução das mtas do Plano Dirtor da Unidad laboração d rlatórios smstrais anuais m atndimnto ás xigências do MCTIC; IV - avaliar acompanhar os projtos d psquisa xcutados plos grupos d psquisa crtificados plo INPA; V - analisar opinar sobr os projtos d suas rspctivas áras d comptência; VI - stimular a capacitação d rcursos humanos; VII - apoiar as atividads d capacitação xtnsão do I N PA ; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas pla COPES ou plo Dirtor. Art. 36. À Sção d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com os grupos d psquisas subordinadas as rspctivas Coordnaçõs outras unidads administrativas do INPA; II - prparar dspachar o xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos grupos d psquisa;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 25 VI - solicitar acompanhar srviços d apoio logístico as atividads d psquisa; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form atribuídas plos Coordnadors. Sção XI Da Coordnação d Socidad, Ambint Saúd Art. 37. À Coordnação d Socidad, Ambint Saúd I - subsidiar a laboração da Agnda d Psquisa do IN- PA ; II - promovr a implantação xcução d projtos d ciência, tcnologia inovação m sua ára d comptência; III - acompanhar a xcução das mtas do Plano Dirtor da Unidad laboração d rlatórios smstrais anuais m atndimnto ás xigências do MCTIC; IV - avaliar acompanhar os projtos d psquisa xcutados plos grupos d psquisa crtificados plo INPA; V - analisar opinar sobr os projtos d suas rspctivas áras d comptência; VI - stimular a capacitação d rcursos humanos; VII - apoiar as atividads d capacitação xtnsão do I N PA ; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas pla COPES ou plo Dirtor. Art. 38. À Sção d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com os grupos d psquisas subordinadas as rspctivas Coordnaçõs outras unidads administrativas do INPA; II - prparar dspachar o xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos grupos d psquisa; VI - solicitar acompanhar srviços d apoio logístico as atividads d psquisa; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form atribuídas plos Coordnadors. Sção XII Da Coordnação d Tcnologia Inovação Art. 39. À Coordnação d Tcnologia Inovação I - subsidiar a laboração da Agnda d Psquisa do IN- PA ; II - promovr a implantação xcução d projtos d ciência, tcnologia inovação m sua ára d comptência; III - acompanhar a xcução das mtas do Plano Dirtor da Unidad laboração d rlatórios smstrais anuais m atndimnto ás xigências do MCTIC; IV - avaliar acompanhar os projtos d psquisa xcutados plos grupos d psquisa crtificados plo INPA; V - analisar opinar sobr os projtos d suas rspctivas áras d comptência; VI - stimular a capacitação d rcursos humanos; VII - apoiar as atividads d capacitação xtnsão do I N PA ; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas pla COPES ou plo Dirtor. Art. 40. À Sção d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com os grupos d psquisas subordinadas as rspctivas Coordnaçõs outras unidads administrativas do INPA; II - prparar dspachar o xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos grupos d psquisa; VI - solicitar acompanhar srviços d apoio logístico as atividads d psquisa; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form atribuídas plos Coordnadors. Sção XIII Da Coordnação d Biodivrsidad Art. 4. À Coordnação d Biodivrsidad I - subsidiar a laboração da Agnda d Psquisa do IN- PA ; II - promovr a implantação xcução d projtos d ciência, tcnologia inovação m sua ára d comptência; III - acompanhar a xcução das mtas do Plano Dirtor da Unidad laboração d rlatórios smstrais anuais m atndimnto ás xigências do MCTIC; IV - avaliar acompanhar os projtos d psquisa xcutados plos grupos d psquisa crtificados plo INPA; V - analisar opinar sobr os projtos d suas rspctivas áras d comptência; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600025 VI - stimular a capacitação d rcursos humanos; VII - apoiar as atividads d capacitação xtnsão do I N PA ; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh form confridas pla COPES ou plo Dirtor. Art. 42. À Sção d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com os grupos d psquisas subordinadas as rspctivas Coordnaçõs outras unidads administrativas do INPA; II - prparar dspachar o xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos grupos d psquisa; VI - solicitar acompanhar srviços d apoio logístico as atividads d psquisa; VII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VIII - xrcr outras atividads qu lh form atribuídas plos Coordnadors. Sção XIV Da Coordnação d Capacitação Art. 43. À Coordnação d Capacitação I - planjar, coordnar avaliar a xcução dos programas, projtos atividads a cargo da unidad; II - formular as propostas d políticas d dirtrizs para o dsnvolvimnto da capacitação, m conformidad com a política do INPA, para formação d Rcursos Humanos d dmandas xtrnas; III - promovr o dsnvolvimnto d programas intgrados com outras instituiçõs, bm como viabilizar a sua implantação; IV - propor xcutar os programas, planos d trabalho, convênios, contratos ajusts; V - laborar, propor xcutar as normas d procdimntos ncssários à xcução dos programas institucionais d bolsa; VI - planjar, laborar xcutar proposta orçamntária d sua ára d comptência; VII - promovr a intgração das suas atividads com a Psquisa Extnsão; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - administrar os rcursos oriundos das agncias d fomnto outras fonts; X - xrcr outras atividads qu lh sjam confridas plo D i r t o r. Art. 44. À Divisão d Apoio Técnico I - dar suport à ntrada prmanência no País d psquisadors, studants, convidados participants d convênios intrnacionais dvidamnt lgalizados; II - orintar os procdimntos para xcução do Programa d Dsnvolvimnto Intrcâmbio d Rcursos Humanos, para bolsistas stagiários; III - promovr a coopração intração com instituiçõs d nsino públicas privadas visando o dsnvolvimnto das comptências formação dos srvidors; IV - xpdir, controlar rgistrar crtificados d participação m vntos d trinamnto dsnvolvimnto dos srvidors dmais vntos promovidos plo INPA ao público m gral; V - grnciar controlar o programa d stágio curricular; VI - laborar submtr às agências d fomnto projtos institucionais dircionados a iniciação cintifica, Programa d Capacitação Institucional - PCI, stágio curricular não curricular; VII - coordnar o procsso d slção acompanhamnto dos projtos institucionais; VIII - organizar bancos d dados para control dos cadastros dos programas; IX - laborar rlatórios técnicos cintíficos; X - organizar vntos divulgação d rsultados dos programas institucionais; XI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Sção XV Da Coordnação d Pós-Graduação Art. 45. À Coordnação d Pós-Graduação I - acompanhar a gstão das açõs inrnts à capacitação; II - xcutar as dlibraçõs das unidads subordinadas à Coordnação d Capacitação; III - mantr m dia a listagm o crdnciamnto d profssors orintadors das unidads comptnts; IV - acompanhar o control da programação acadêmica; V - mantr atualizado o cadastro d alunos x-alunos dos programas d Pós-Graduação do INPA; VI - providnciar a xpdição d crachás d idntificação, dclaraçõs diplomas à vista dos assntamntos acadêmicos; VII - laborar o rlatório do Trmo d Compromisso d Gstão - TCG nas sçõs concrnnts à gstão institucional VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh sjam confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 46. Ao Núclo d Apoio Administrativo I - apoiar os Coordnadors na intração comunicação com as unidads subordinadas às Coordnaçõs com as dmais unidads do INPA; II - ncarrgar-s do prparo dspacho do xpdint dos Coordnadors; III - forncr apoio técnico-administrativo aos assuntos ncaminhados às Coordnaçõs; IV - dsmpnhar tarfas administrativas qu dirta ou indirtamnt contribuam para o bom andamnto, rgularidad ficiência dos srviços a su cargo; V - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo d rsponsabilidad das Coordnaçõs; VI - solicitar controlar srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, limpza, manutnção outros rlacionados ou dlgados plos Coordnadors; VII- laborar rquisiçõs d matriais srviços; VIII - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; IX - xrcr outras atividads qu lh sjam confridas plos Coordnadors. Art. 47. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Biologia d Água Doc Psca Intrior I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 48. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Botânica I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 49. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Ciências d Florstas Tropicais I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 50. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Ecologia I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 5. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Entomologia I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 52. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Gnética Consrvação Biologia Evolutiva I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 53. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Clima Ambint

26 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 54. À Divisão do Curso d Pós-Graduação m Agricultura do Trópico Úmido I - assgurar a ralização da finalidad da Pós-Graduação Stricto Latu Snsu m consonância com o disposto nas rgulamntaçõs do Ministério da Educação - MEC Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES; II - zlar pla aplicação do rgulamnto gral rgimntos spcíficos d cada Programa d Pós-Graduação; III - administrar os bns patrimoniais o matrial d consumo sob a rsponsabilidad dos Programas d Pós-Graduação; IV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; V - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Sção XVI Da Coordnação d Extnsão Art. 55. À Coordnação d Extnsão I - formular propostas d políticas dirtrizs para o dsnvolvimnto das atividads d xtnsão; II - propor viabilizar programas planos d trabalho, na sua ára d comptência; III - promovr, coordnar xcutar açõs para divulgação da produção cintífica, tcnológica inovação do INPA; IV - promovr, m parcria com outras unidads, visitas, palstras, xposiçõs, vntos cursos d xtnsão dircionados à socidad; V - produzir matrial d divulgação rlativo às psquisas atividads do INPA; VI - avaliar as atividads d xtnsão dsnvolvidas plo I N PA ; VII - administrar as áras d visitação do INPA; VIII - promovr a intgração das suas atividads com a Capacitação a Psquisa; IX - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; X - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo D i r t o r. Sção XVII Da Coordnação d Extnsão Tcnológica Inovação Art. 56. À Coordnação d Extnsão Tcnológica Inovação I - implmntar, aprimorar zlar pla manutnção da política institucional d stímulo à protção das criaçõs, licnciamnto, inovação outras formas d transfrência d tcnologia; II - avaliar classificar os rsultados dcorrnts d atividads projtos d psquisa para o atndimnto das disposiçõs da Li nº 0.973/2004; III - avaliar solicitação d invntor indpndnt para adoção d invnção na forma do art. 23 do Dcrto d rgulamntação nº 5.563/2005; IV - opinar pla convniência promovr a protção das criaçõs dsnvolvidas no INPA; V - opinar quanto à convniência d divulgação das criaçõs dsnvolvidas na instituição, passívis d protção intlctual; VI - acompanhar o procssamnto dos pdidos a manutnção dos títulos d propridad intlctual do INPA; VII - promovr a ofrta d produtos, procssos srviços tcnológicos rsultants das psquisas dsnvolvidas plo INPA; VIII - idntificar, no stor mprsarial, oportunidads d ralização d transfrência d tcnologia d projtos d inovação para a xcução conjunta com o INPA; IX - promovr, m conjunto com a Coordnação d Coopração Intrcâmbio, alianças stratégicas tndo como bas a Li d Inovação; X - opinar, tomar as providências cabívis, laborar os instrumntos para a clbração d contratos, acordos convênio nvolvndo inovação a psquisa cintifica tcnológica qu incluam cláusulas d propridad intlctual d sigilo; XI - acompanhar a xcução control dos contratos rlativos à inovação transfrência d tcnologias; XII - opinar nos contratos, convênios acordos qu nvolvm transfrências d conhcimnto ntr psquisadors tcnologistas com instituiçõs públicas privadas nacionais strangiras; XIII - prospctar as tcnologias dsnvolvidas no INPA; XIV - dfinir, implmntar acompanhar o procsso d rgistro d patnts; XV - apoiar a ngociação opinar sobr participação na cotitularidad d criação intlctual, bm como providências na laboração d acordo d titularidad; XVI - criar incubar projtos d bas tcnológica ou rlacionados à inovação; XVII - divulgar, d forma ampla abrangnt, os rsultados obtidos com os projtos d inovação dsnvolvidos no âmbito do INPA, rsguardando o dvr do sigilo prvisto m contratos, acordos ou convnio firmados; XVIII - aprciar mitir parcr técnico d acsso ao patrimônio gnético conhcimnto tradicional associado m projtos cintíficos tcnológicos passívis d protção intlctual; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600026 XIX - formar capacitar rcursos humanos da quip xcutora, do INPA, xtnsivo às outras instituiçõs cintíficas tcnológicas, m tmas rlacionados ao patntamnto; XX - promovr vntos voltados para a dissminação da cultura da propridad intlctual; XXI - compartilhar os rsultados das açõs implmntadas com as dmais instituiçõs cintíficas tcnológicas locais rgionais; XXII - mantr atualizados os rgistros das informaçõs no Sistma d Informaçõs do INPA; XXIII - acompanhar os rsultados da implantação dos produtos srviços; XXIV - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais; XXV - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; XXVI - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. Sção XVIII Da Coordnação d Tcnologia Social Art. 57. À Coordnação d Tcnologia Social I - promovr tcnologias sociais dsnvolvidas no INPA, visando proporcionar inclusão social; II - contribuir com políticas públicas qu promovam a inclusão social; III - divulgar promovr as técnicas procssos dsnvolvidos no INPA m conjunto com as populaçõs tradicionais, visando à validação adquação do conhcimnto adquirido na instituição; IV - organizar favorcr a implantação utilização d um substrato tcnológico cintífico, m parcria com univrsidads cntros d psquisa, para a consolidação da Tcnologia Social; V - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais; VI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo C o o r d n a d o r. Art. 58. Ao Srviço d Apoio às Áras d Visitação I - laborar planjamnto d ncssidads anuais do stor aprsntar ao Coordnador d Extnsão; II - ralizar suprvisionar a manutnção da strutura física, rcptivo, srviços grais, vigilância, portaria apoio administrativo gral às atividads do SEAAV; III - rcbr as solicitaçõs d visitas apoiar nas atividads ducacionais nas áras d visitação; IV - organizar apoiar a agnda d vntos cintíficos, culturais nas áras d visitação; V - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais; VI - participar ou s fazr rprsntar nas runiõs dos órgãos colgiados prtinnts; VII - aprsntar rlatórios d andamnto das atividads prstação d contas m sua ára d comptência; VIII - xrcr outras atividads qu lh form confridas plo Coordnador. CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 59. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do INPA. Art. 60. O Conslho Técnico Cintífico - CTC contará com onz mmbros, todos dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - quatro srvidors, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; III - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do INPA; IV - quatro mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m ára afins às do IN- PA. º Os mmbros mncionados nos incisos II, III IV srão scolhidos da sguint forma: a) os mmbros mncionados no inciso II srão dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d listas tríplics ncaminhadas plo CTC obtidas por votação do corpo prmannt d nívl suprior das carriras d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia, d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico, promovida pla Dirção da Unidad, garantindo até três noms para cada vaga do Conslho; b) a indicação dos mmbros mncionados no inciso III srá do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d sugstão fundamntada do CTC; c) a indicação dos mmbros mncionados no inciso IV, srá do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d listas tríplics laboradas plo CTC, garantindo a indicação d três noms para cada vaga do Conslho, no caso d rprsntants d instituiçõs afins. 2º Os mmbros do CTC trão um mandato d dois anos, admitida a rcondução por mais um mandato. 3º O CTC runir-s-á ordinariamnt, no mínimo, duas vzs ao ano xtraordinariamnt por convocação do Dirtor. Art. 6. Ao Conslho Técnico Cintífico - CTC I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica, tcnológica inovação suas prioridads; II - mitir parcrs rlativamnt ao rlatório anual d atividads, aos programas cintíficos tcnológicos, bm como avaliar sus rsultados para qu mlhor possam atndr às políticas d trabalho dfinidas; III - contribuir para a mlhoria dos planos d trabalho; IV - aprciar avaliaçõs do dsmpnho institucional ralizadas os critérios utilizados; V - aprciar o modlo d avaliação d dsmpnho do quadro d srvidors prmannts, proposto plo Dirtor; VI - aprciar mitir parcr sobr propostas d contrataçõs, promoçõs funcionais movimntação d pssoal; VII - aprciar as normas propostas para afastamnto no país no xtrior; VIII - manifstar-s sobr propostas d modificação do Rgimnto Intrno da strutura organizacional; IX - propor novas atividads d Ciência, Tcnologia Inovação a srm dsnvolvidas, avaliados os sforços rcursos a srm nvolvidos; X - avaliar programas, projtos atividads a srm implmntados; XI - aprciar mitir parcr sobr a xcução orçamntária financira do xrcício; XII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; XIII - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Parágrafo único. As dcisõs do Dirtor rlativamnt aos incisos I a VIII dvrão obrigatoriamnt, contr a manifstação do CTC. Art. 62. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno produzido plo próprio Conslho. Sção II Conslho Dirtor Art. 63. O Conslho Dirtor - CD é órgão colgiado d assssoramnto ao Dirtor na gstão das atividads do INPA. Art. 64. O Conslho Dirtor - CD tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - o Chf d Gabint; III - os Coordnadors d Apoio aos Programas, Contratos Convênios, d Açõs Estratégicas, d Administração, d Psquisas, d Capacitação, d Extnsão; Art. 65. Ao Conslho Dirtor - CD I - dlibrar aprovar a proposta orçamntária; II - dlibrar sobr a Agnda d Psquisa, d acordo o plano d gstão do INPA; III - assssorar o Dirtor na administração no planjamnto d atividads técnicas, cintíficas d gstão; IV - aprovar projtos intrstoriais; V - acompanhar aprciar a xcução das atividads rlatórios dos Conslhos d Gstão das Açõs do Plano Plurianual - P PA ; VI - aprciar os rlatórios d projtos, programas convênios qu nvolvam outras unidads d nsino, psquisa inovação intrstoriais; VII - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Dirtor. Art. 66. O funcionamnto do CD srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção III Comissão Prmannt d Licitação Art. 67. À Comissão Prmannt d Licitação - CPL I - analisar os trmos d rfrência dos procssos licitatórios; II - laborar ditais xtratos para publicaçõs rlativas às licitaçõs; III - xcutar todos os tipos d modalidads d licitaçõs (Convits, Tomada d Prços, Concorrências Prgõs), para aquisição d bns srviços comuns; IV - conduzir os procdimntos licitatórios, após a fas prparatória, visando ao alcanc do intrss público prtndido com licitação; V - rspondr os qustionamntos rfrnts aos procssos licitatórios; VI - mantr quadro d dmonstrativo atualizado das licitaçõs ralizadas m andamntos; VII - laborar Atas d Rgistros d Prços Contratos. Parágrafo único. A Comissão Prmannt d Licitação ficará vinculada administrativamnt ao Gabint. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 68. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do INPA; II - xrcr a rprsntação do INPA; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC do Conslho Dirtor - CD; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas m ato spcífico d dlgação d comptência.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 27 Art. 69. Ao Chf d Gabint incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, organizar crimonial, orintar suprvisionar a xcução das atividads a cargo da unidad; II - assistir ao Dirtor nos assuntos aftos à sua ára d comptência; III - praticar outros atos ncssários à conscução dos objtivos da unidad; IV - dsmpnhar outras atribuiçõs qu lh form confridas plo Dirtor. Art. 70. Aos Coordnadors incumb: I - harmonizar as várias atividads, a fim d assgurar, nas rspctivas unidads áras d comptência, a plna ralização da finalidad do INPA, m consonância com o disposto no art. 5º todos os sus incisos, planjando, coordnando, orintando, suprvisionando avaliando as atividads; II - formular propostas d políticas d dirtrizs para o dsnvolvimnto das atividads rlativas à sua ára d comptência; III - promovr incntivar a intração d sua unidad com as dmais, d forma a propiciar a sinrgia o mlhor dsnvolvimnto das atividads d psquisas xcutadas plo INPA; IV - rprsntar a unidad no rlacionamnto com ntidads nacionais, strangiras ou intrnacionais; V - submtr à dcisão do Dirtor as qustõs alhias a sua comptência, atribuiçõs rsponsabilidads, mas prtinnts a sua unidad, acompanhadas d proposta d solução; VI - laborar a organização dos vntos d avaliação d suas rspctivas unidads submtê-la ao Dirtor; VII - contribuir para a laboração d Planos Anuais /ou Plurianuais dfinidos pla administração suprior do INPA; VIII - coordnar a laboração d rlatórios d gstão priódicos d sua unidad a partir do Sistma d Informação do IN- PA ; IX - providnciar açõs para assgurar, no âmbito d sua unidad ára d comptência, a intgridad, intirza qualidad dos rgistros das informaçõs grnciais tcnológicas no Sistma d Informaçõs do INPA; X - providnciar açõs para assgurar, no âmbito d sua unidad ára d comptência, a intgridad, intirza qualidad dos rgistros das informaçõs ncssárias à avaliação d dsmpnho individual no Sistma d informaçõs do INPA; XI - acompanhar, no âmbito d sua rspctiva unidad, os cronogramas físico-financiros dos programas projtos, bm como providnciar açõs para a conscução d sus objtivos mtas; XII - planjar coordnar, no âmbito d sua unidad, a spcificação aquisição d quipamntos, bm como sua manutnção prvntiva corrtiva; XIII - planjar, coordnar implmntar açõs procdimntos visando a mlhoria da qualidad da gstão, no âmbito d sua unidad; XIV - assistir ao Dirtor nos assuntos afitos à sua ára d comptência; XV - praticar os dmais atos ncssários à conscução dos objtivos d sua unidad ou cuja comptência lh sja xprssamnt atribuída plo Dirtor. Art. 7. Aos Chfs d Divisão Srviço incumb: I - assgurar, nas rspctivas áras d comptência, a ralização da finalidad do INPA, m consonância com o disposto no art. 5º todos os sus incisos, planjando, coordnando, orintando, suprvisionando avaliando suas atividads a cargo da unidad; II - conduzir o procsso d formulação d propostas d projtos, bm como dar instrumntos às informaçõs ncssárias para avaliação d sua xquibilidad, mitindo parcr para subsidiar dcisão suprior; III - laborar rlatórios técnicos grnciais afitos a sua unidad; IV - assistir ao suprior hirárquico no planjamnto, missão d rlatórios parcrs m sua ára d comptência; V - laborar a organização dos vntos d avaliação d suas rspctivas unidads submtê-la ao suprior hirárquico; VI - zlar plo bom funcionamnto manutnção dos laboratórios, quipamntos ou instalaçõs prdiais a cargo da unidad; VII - praticar outros atos d administração ncssários à xcução d suas atividads ou cuja comptência lh sja xprssamnt atribuída plo suprior hirárquico. Art. 72. Aos Chfs d Sção, Stor Núclo incumbm: I - suprvisionar as atividads a cargo das rspctivas unidads; II - praticar os atos ncssários à conscução dos objtivos da unidad; III - zlar plo bom funcionamnto manutnção dos quipamntos instalaçõs prdiais a cargo da unidad; IV - dsmpnhar outras atribuiçõs qu lh form confridas plos rspctivos supriors hirárquicos. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 73. O INPA clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC, um Trmo d Compromisso d Gstão, no qual srão stablcidos os compromissos da quip d gstão do INPA da DPO com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica da ntidad. Art. 74. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, formar outras unidads colgiadas intrnas, assim como constituir comitês para promovr a intração ntr as unidads da strutura organizacional do INPA ou ntidads xtrnas, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do INPA. Art. 75. O INPA podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT, com a finalidad d grir sua política institucional. Art. 76. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Subscrtário d Coordnação das Unidads d Psquisa. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600027 PORTARIA Nº 5.49, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art.7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Instituto Nacional d Psquisas Espaciais, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 782, d 9 d dzmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 0 d dzmbro d 2002, nº 505, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 20, d 4 d janiro d 2004, publicada no D.O.U. d 5 d janiro d 2004, nº 906, d 04 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 6 d dzmbro d 2006, nº 897, d 3 d dzmbro d 2008, publicada no D.O.U. d 4 d dzmbro d 2008. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Instituto Nacional d Psquisas Espaciais - INPE é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O INPE é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do INPE stá localizada na Avnida dos Astronautas,.758, na cidad d São José dos Campos - SP, ond s ncontra instalada sua administração cntral. Art. 4º O INPE tm como finalidad ralizar psquisas cintíficas, dsnvolvimnto tcnológico, atividads opracionais capacitação d rcursos humanos nos campos da Ciência Espacial da Atmosfra, da Obsrvação da Trra, da Prvisão d Tmpo Estudos Climáticos, da Engnharia Tcnologia Espacial áras do conhcimnto corrlatas, consoant à política dfinida plo Ministério. Art. 5º Ao Instituto Nacional d Psquisas Espaciais - INPE I - ralizar psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação na ára d ciência spacial suas aplicaçõs; II - xcutar projtos d psquisa dsnvolvimnto conform as dirtrizs do Programa Nacional d Atividads Espaciais dos programas do Plano Plurianual do Govrno Fdral rfrnts às suas áras d comptência; III - ralizar atividads d coopração técnico-cintífica com ntidads nacionais, strangiras intrnacionais, dntro d suas áras d comptência; IV - implantar mantr a infrastrutura ncssária para suas atividads; V - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant dispositivos lgais aplicávis; VI - dissminar os conhcimntos rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto stimular a sua transfrência para o stor conômico produtivo; VII - capacitar qualificar a indústria brasilira, no forncimnto d tcnologias para a atividad spacial áras corrlatas; VIII - promovr patrocinar a formação d rcursos humanos nas áras d sua comptência; IX - promovr vntos técnico-cintíficos nacionais intrnacionais, nas áras d sua comptência tmas associados; X - mitir parcrs laudos técnicos rlativos aos assuntos d sua comptência, quando solicitado; XI - ditar publicaçõs técnico-cintíficas prtinnts às matérias d sua comptência; XII - sdiar instituiçõs d âmbito intrnacional, dntro d suas áras d comptência, m cumprimnto a acordos do govrno brasiliro ĊAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6 O Instituto Nacional d Psquisas Espaciais - INPE tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint do Instituto Nacional d Psquisas Espaciais - GBDIR a) Srviço d Informação Documntação - SESID b) Srviço d Pós-Graduação - SESPG c) Sção d Rlaçõs Intrnacionais - SCRIN d) Núclo d Comunicação Imprnsa - NUCIM II - Coordnação d Rcursos Humanos - COCRH a) Divisão d Gstão d Pssoas - DIDGP b) Srviço d Gstão d Capacitação por Comptências - SESGC c) Sção d Assistência Bnfícios - SCSAS d) Núclo d Prvnção d Acidnt d Trabalho - NUPAT III - Coordnação d Acompanhamnto d Procssos Formalização d Atos Normativos - COAPF a) Stor d Acompanhamnto d Procssos - SEAPR b) Stor d Formalização d Atos Normativos - SEFAN IV - Coordnação d Gstão Cintífica Tcnológica - COGCT a) Srviço d Programação Acompanhamnto Orçamntário - SESPO b) Srviço d Planjamnto Acompanhamnto d Rsultados - SEPAR c) Núclo d Inovação Tcnológica - NUINT V - Coordnação d Tcnologia da Informação - COCTI a) Sção d Tcnologia da Informação - SCSTI VI - Cntro d Ciência do Sistma Trrstr - COCST VII - Cntro d Rastrio Control d Satélits - COCRC VIII - Laboratório d Intgração Tsts - COLIT a) Sção d Ensaios d Compatibilidad Eltromagnética - SCECE IX - Coordnação d Laboratórios Associados - COCTE a) Laboratório Associado d Snsors Matriais - LABAS b) Laboratório Associado d Plasmas - LABAP c) Laboratório Associado d Computação Matmática Aplicada - LABAC d) Laboratório Associado d Combustão Propulsão - LABCP X - Coordnação dos Cntros Rgionais - COCRE a) Cntro Rgional da Amazônia - CRCRA b) Cntro Rgional do Nordst - CRCRN c) Cntro Rgional Sul d Psquisas Espaciais - CRCRS. Srviço do Projto Antártico - SEPAN XI - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Compras, Rcbimnto Importação - SES- CR. Stor d Licitaçõs Contratos - SELCO 2. Núclo d Prgão Eltrônico - NUPEL b) Srviço d Control d Orçamnto Finanças - SESOF. Núclo d Orçamnto Finanças d Cachoira Paulista - NUOCP c) Srviço d Infrastrutura Administrativa - SESIA. Sção d Transports - SCSET 2. Núclo d Almoxarifado Patrimônio - NUAPA d) Srviço d Engnharia Manutnção - SEEMA ) Unidad Rgional d Cachoira Paulista - URURC f) Unidad Rgional do Cntro-Ost - URURO XII - Coordnação-Gral d Ciências Espaciais Atmosféricas - CGCEA a) Divisão d Aronomia - DIDAE b) Divisão d Astrofísica - DIDAS c) Divisão d Gofísica Espacial - DIDGE d) Stor d Lançamnto d Balão - SESLB XIII - Coordnação-Gral d Obsrvação da Trra - CGOBT a) Coordnação do Programa Amazônia - COAMZ b) Coordnação do Sgmnto d Aplicaçõs do Programa CBERS - COACB c) Divisão d Gração d Imagns - DIDGI d) Divisão d Procssamnto d Imagns - DIDPI ) Divisão d Snsoriamnto Rmoto - DIDSR XIV - Coordnação-Gral d Engnharia Tcnologia Espacial - CGETE a) Coordnação do Programa d Satélits Basados na Plataforma Multimissão - COPMM b) Coordnação do Sgmnto Espacial do Programa CBERS - COCBS c) Divisão d Dsnvolvimnto d Sistmas d Solo - DIDSS d) Divisão d Eltrônica Arospacial - DIDEA ) Divisão d Mcânica Espacial Control - DIDMC f) Divisão d Sistmas Espaciais - DIDSE g) Srviço d Engnharia da Qualidad - SESEQ h) Srviço d Manufatura - SESMF. Stor d Tratamntos d Suprfíci - SESTS 2. Stor d Mcânica Dsnho - SESMD XV - Cntro d Prvisão d Tmpo Estudos Climáticos - CGCPT a) Divisão d Modlagm Dsnvolvimnto - DIDMD b) Divisão d Satélits Sistmas Ambintais - DIDSA c) Divisão d Opraçõs - DIDOP d) Srviço d Suprcomputação Suport - SESSS ) Srviço d Apoio Administrativo - SESAA Art. 7 Os Órgãos Colgiados vinculados ao Instituto Nacional d Psquisas Espaciais - INPE são: I - Conslho Técnico-Cintífico - CTC II - Conslho Pós-Graduação - CPG Art. 8 O INPE srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência Rpública por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico-Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência Tcnologia, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do novo Dirtor. Art. 0. O Gabint srá dirigido por Chf, o Cntro d Prvisão d Tmpo Estudos Climáticos as Coordnaçõs-Grais por Coordnador-Gral, as Coordnaçõs por Coordnador, as Divisõs, os Srviços, os Laboratórios os Cntros, por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs.

28 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Art.. As Sçõs, os Stors os Núclos srão dirigidos por Chf, cujas Funçõs Gratificadas srão providas plo Dirtor. Art. 2. Os ocupants dos cargos m comissão funçõs gratificadas srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l dsignado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls dsignados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint do Instituto Nacional d Psquisas Espaciais Art. 3. Ao Gabint do Instituto Nacional d Psquisas Espaciais I - assssorar o Dirtor m sua rprsntação social política; II - coordnar acompanhar as atividads do Srviço d Informação Documntação; III - suprvisionar acompanhar as atividads do Srviço d Pós-Graduação, m consonância com o Conslho d Pós-Graduação - CPG; IV - suprvisionar acompanhar as atividads da Sção d Rlaçõs Intrnacionais; V - suprvisionar acompanhar as atividads do Núclo d Comunicação Imprnsa; VI - suprvisionar a grência das bolsas o Programa d Capacitação Institucional - PCI do INPE; VII - suprvisionar a grência dos os Programas Institucionais d Bolsas d Iniciação Cintífica - PIBIC d Iniciação m Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação - PIBITI, do INPE; VIII - procssar as solicitaçõs d afastamnto do país; IX - assgurar o cumprimnto das normas rlativas ao acsso à informação, d forma ficint adquada aos objtivos da Li d Acsso à Informação; X - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 4. Ao Srviço d Informação Documntação I - dotar o INPE d acrvo d informaçõs bibliográficas, organizando-as controlando-as d forma a proporcionar aos sus usuários o acsso rápido ficaz na busca dssas informaçõs; II - orintar srvidors quanto aos princípios normas d ditoração, com a finalidad d rgistrar a mmória técnico-cintífica do INPE, organizar as informaçõs para publicação divulgar os rsultados das psquisas ralizadas; III - suprvisionar a circulação d todo o acrvo bibliográfico do INPE; IV - ralizar as atividads d aquisição, doação ou prmuta, no mrcado intrno xtrno, d todo o matrial bibliográfico, convncional ou não, do INPE; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 5. Ao Srviço d Pós-Graduação I - apoiar os cursos d pós-graduação do INPE; II - apoiar o Conslho d Pós-Graduação os Conslhos d Cursos d Pós-Graduação na laboração das stratégias dirtrizs da Pós-Graduação do INPE; III - ralizar o control da distribuição d bolsas d studos d Pós-Graduação do uso dos rcursos financiros d apoio à Pós- Graduação; IV - mantr control a documntação das atividads acadêmicas; V - mitir dclaraçõs rlativas à vida acadêmica dos alunos d Pós-Graduação; VI - providnciar a missão rgistro d crtificados diplomas, obsrvada a lgislação vignt; VII - apoiar administrativamnt o Programa Institucional d Bolsas d Iniciação Cintífica - PIBIC do INPE; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 6. À Sção d Rlaçõs Intrnacionais I - coordnar a ára d Coopração Intrnacional do INPE; II - grnciar os convênios acordos intrnacionais do Instituto; III - grir a intrfac do INPE com o Instituto Intramricano para Psquisa m Mudanças Globais - IAI; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 7. Ao Núclo d Comunicação Imprnsa I - planjar avaliar as atividads d difusão cintífica do INPE; II - promovr a ralização d atividads ducacionais m ciência, aplicaçõs tcnologia spacial, bm como apoiar aqulas ralizadas m coopração com outras ntidads nacionais intrnacionais; III - coordnar a participação do INPE m vntos institucionais corrlatos; IV - grnciar o Cntro d Visitants do INPE; V - suprvisionar a organização d solnidads rcpçõs d autoridads; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600028 Sção II Da Coordnação d Rcursos Humanos Art. 8. À Coordnação d Rcursos Humanos I - coordnar as atividads da rlação d trabalho com srvidors ativos, inativos stagiários; II - promovr atividads d ambintação intgração d novos colaboradors; III - coordnar suprvisionar a ára d gstão d capacitação por comptências obsrvando aspctos lgais organizacionais; IV - coordnar suprvisionar as áras d gstão d pssoas, assistência bnfícios, sgurança higin do trabalho, obsrvando aspctos lgais organizacionais; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 9. À Divisão d Gstão d Pssoas I - dsnvolvr atividads rlacionadas a srvidors ativos inativos incluindo pagamnto, rgistros assntamntos funcionais, lotação movimntação, aposntadoria pnsão; II - xpdir crtidõs, atstados dclaraçõs à vista dos assntamntos funcionais; III - prstar suport técnico-administrativo às Comissõs spcíficas d concurso público, d avaliação d dsmpnho d plano d carriras; IV - opracionalizar, acompanhar controlar o sistma d concssão d stágios a studants, nos trmos da lgislação vignt; V - atuar nas atividads d ambintação intgração d novos colaboradors; VI - atuar nas áras d gstão d pssoas, obsrvando aspctos lgais organizacionais; VII - acompanhar programas d concssão d auxílio transport alimntação; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 20. Ao Srviço d Gstão d Capacitação por Comptências I - ralizar lvantamnto das ncssidads d trinamnto dsnvolvimnto dos srvidors, atndndo ao plano d capacitação dos srvidors do INPE; II - consolidar as propostas d programa d trinamnto dsnvolvimnto, d acordo com os objtivos mtas do INPE; III - promovr a psquisa d Clima Organizacional; IV - xpdir, controlar rgistrar crtificados d participação m vntos d trinamnto dsnvolvimnto; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 2. À Sção d Assistência Bnfícios I - dsnvolvr atividads rfrnts à assistência médica, psicológica social dos srvidors sus dpndnts; II - dsnvolvr atividads rlacionadas ao funcionamnto da Unidad SIASS (Subsistma Intgrado d Atnção à Saúd do Srvidor) no INPE; III - ralizar as atividads d prvnção à saúd dos srvidors, através d acompanhamnto avaliaçõs médicas; IV - assssorar atividads d mdicina do trabalho; V - acompanhar programas d concssão d auxílios bnfícios ao srvidor; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 22. Ao Núclo d Prvnção d Acidnt d Trabalho I - suprvisionar, coordnar orintar tcnicamnt os srviços d Engnharia d Sgurança do Trabalho; II - aplicar os conhcimntos d ngnharia d sgurança d mdicina do trabalho ao ambint institucional a todos os sus componnts, inclusiv máquinas quipamntos, d modo a rduzir até liminar os riscos ali xistnts à saúd do trabalhador; III - vistoriar, avaliar, ralizar prícias, arbitrar, mitir parcr, laudos técnicos indicar mdidas d control sobr grau d xposição a agnts agrssivos riscos físicos, químicos biológicos, tais como: polunts atmosféricos, ruídos, calor, radiação m gral prssõs anormais, caractrizando as atividads, opraçõs locais insalubrs prigosos; IV - analisar riscos, acidnts falhas, invstigando causas, propondo mdidas prvntivas corrtivas orintando trabalhos statísticos, inclusiv com rspito a custo; V - spcificar, controlar fiscalizar sistmas d protção coltiva quipamntos d sgurança, inclusiv os d protção individual os d protção contra incêndio, assgurando-s d sua qualidad ficiência; VI - opinar participar da spcificação para a aquisição d substâncias quipamntos cuja manipulação, armaznamnto, transport ou funcionamnto possam aprsntar riscos, acompanhando o control do rcbimnto da xpdição; VII - laborar planos dstinados a criar dsnvolvr a prvnção d acidnts, promovndo a instalação d comissõs assssorando-lhs o funcionamnto; VIII - rsponsabilizar-s, tcnicamnt, pla orintação quanto ao cumprimnto do disposto nas NR aplicávis xcutadas plo stablcimnto; IX - promovr a ralização d atividads d conscintização, ducação orintação dos trabalhadors para a prvnção d acidnts do trabalho donças ocupacionais, tanto através d campanhas quanto d programas d duração prmannt; X - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção III Da Coordnação d Acompanhamnto d Procssos Formalização d Atos Normativos Art. 23. À Coordnação d Acompanhamnto d Procssos Formalização d Atos Normativos I - suprvisionar acompanhar as atividads do Stor d Acompanhamnto d Procssos; II - suprvisionar acompanhar as atividads do Stor d Formalização d Atos Normativos; III - atndr as dmandas provnints do Tribunal d Contas da União da Controladoria-Gral da União, bm como acompanhar as auditorias plos msmos ralizadas; IV - laborar as minutas d dcisão do Dirtor nos casos d sindicâncias procssos administrativos disciplinars; V - atndr as dmandas da Advocacia-Gral da União, do Ministério Público Fdral da Justiça Fdral; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 24. Ao Stor d Acompanhamnto d Procssos I - vrificar a adquada instrução dos procssos grados no INPE qu rquiram manifstação jurídica procdr ao ncaminhamnto dos msmos aos órgãos da Advocacia Gral da União - AGU; II - laborar ncaminhar para assinaturas, as vias dfinitivas dos contratos outros instrumntos congênrs; III - ncaminhar ao Dirtor do INPE para assinatura, os instrumntos jurídicos, já assinados pla outra part; IV - publicar no Diário Oficial da União - DOU, os xtratos d contratos, trmos aditivos trmos d rconhcimnto d dívida formalizados plo Instituto; V - intragir com as unidads intrnas órgãos xtrnos do INPE, nos assuntos inrnts às suas atribuiçõs; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 25. Ao Stor d Formalização d Atos Normativos I - xcutar mantr os atos normativos d comptência do Dirtor; II - rvisar atualizar as rsoluçõs, rgimnto intrno, tablas quadros as lgislaçõs institutivas para cumprimnto da lgislação; III - articular com as Unidads nvolvidas nos procssos intrnos, padrõs açõs qu vism a intração a intgração institucional; IV - laborar as portarias d dsignação para acompanhamnto fiscalização d contratos outros instrumntos jurídicos; V - mantr atualizado o acrvo d atos normativos na rd intrna do INPE; VI - psquisar lgislaçõs prtinnts para atribuiçõs, rsponsabilidads dlgação d comptência, dispondo-as m atos normativos; VII - publicar no Diário Oficial da União - DOU as portarias ditais d concurso d comptência do Dirtor; VIII - compilar mnsalmnt as matérias das Unidads Gstoras d modo a grar publicar o Boltim d Srviço do INPE postrior nvio ao Ministério, bm como a disponibilização do arquivo ltrônico na Intrant; IX - divulgar aos titulars da Estrutura Organizacional do INPE, os atos normativos disponibilizados na Intrant; X - orintar os srvidors quanto ao disposto nos atos normativos; XI - grnciar os cadastros do INPE no Sistma d Envio Eltrônico d Matérias (INCom) da Imprnsa Nacional; XII - laborar os procssos d xonração, nomação apostilamnto d srvidors m cargos comissionados, a srm ncaminhados ao Ministério; XIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas prtinnts à sua ára d atuação. Sção IV Da Coordnação d Gstão Cintífica Tcnológica Art. 26. À Coordnação d Gstão Cintífica Tcnológica I - coordnar o planjamnto stratégico do INPE; II - coordnar a laboração d propostas do INPE para o orçamnto anual plurianual, bm como das propostas d captação d rcursos orçamntários suplmntars; III - coordnar a programação físico-orçamntária acompanhar os rsultados físicos orçamntários anuais plurianuais do INPE; IV - suprvisionar coordnar as atividads rlacionadas com os Sistmas Fdrais d Planjamnto Orçamnto; V - grnciar o compromisso d gstão das áras do INPE com a Dirção, do INPE com o Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC Agência Espacial Brasilira - AEB; VI - coordnar as atividads do Srviço d Programação Acompanhamnto Orçamntário do Srviço d Planjamnto Acompanhamnto d Rsultados; VII - avaliar propor mudanças organizacionais novas formas d gstão qu vism a mlhorar o funcionamnto do INPE; VIII - suprvisionar acompanhar as atividads do Núclo d Inovação Tcnológica; IX - coordnar acompanhar os programas técnico-cintíficos d psquisa vinculados às Rds Tmáticas do MCTIC d outros órgãos; X - coordnar as atividads d avaliação d custos dirtos indirtos dos contratos d gstão, promovndo o ratio ntr as áras finalísticas; XI - grnciar acompanhar a captação d rcursos xtra orçamntários para psquisa, dsnvolvimnto gstão; XII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 29 Art. 27. Ao Srviço d Programação Acompanhamnto Orçamntário I - ralizar a programação orçamntária o acompanhamnto orçamntário do INPE; II - coltar dados laborar controls visando subsidiar a distribuição intrna d rcursos orçamntários; III - ralizar atividads rlacionadas com a Programação Control Administrativo - PCA; IV - ftuar a dscntralização d rcursos orçamntários às outras Unidads Gstoras do INPE; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 28. Ao Srviço d Planjamnto Acompanhamnto d Rsultados I - ralizar a colta anális d informaçõs stratégicas grnciais rlativas aos Programas Açõs do INPE; II - analisar as mtas, os rsultados as ncssidads financiras dos Programas Açõs do INPE; III - analisar controlar os custos dos Programas Açõs do INPE; IV - stablcr mantr atualizada a Estrutura d Divisão d Trabalho - EDT do INPE; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 29. Ao Núclo d Inovação Tcnológica I - planjar, grir zlar pla manutnção da política institucional d inovação; II - propor dirtrizs normas para rgulamntar orintar as atividads rlativas à inovação tcnológica; III - apoiar promovr a protção das criaçõs intlctuais a transfrência d tcnologia; IV - ralizar atividads d capacitação difusão d conhcimntos rlacionados à inovação tcnológica; V - ralizar atividads d prospcção tcnológica idntificação d dmandas da socidad; VI - stimular a xcução d programas projtos objtivando o dsnvolvimnto d tcnologias stratégicas, promovndo a autonomia tcnológica o dsnvolvimnto do stor produtivo nacional; VII - avaliar classificar os rsultados dcorrnts das atividads projtos d psquisa dsnvolvimnto; VIII - apoiar grir as atividads d coopração cintífica tcnológica com instituiçõs nacionais, por mio d convênios outros instrumntos congênrs; IX - criar banco d dados das psquisas, tcnologias comptências do INPE; X - laborar critérios para lvantamnto dos custos das psquisas utilização dos laboratórios, prcificação d srviços tcnológicos valoração d tcnologias; XI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção V Da Coordnação d Tcnologia da Informação Art. 30. À Coordnação d Tcnologia da Informação I - stablcr a política institucional d tcnologia da informação comunicaçõs do INPE, por mio da laboração atualização priódica do Plano Dirtor d TI - PDTI/INPE; II - stablcr normas mcanismos d sgurança da informação para utilização acsso dvido aos rcursos computacionais do INPE, aos dados srviços ssnciais providos pla ára d TI para o uso da Intrant Intrnt, dscrvndo-os na Política d Sgurança da Informação Comunicaçõs - POSIC/INPE; III - coordnar os planos programas rlativos à xcução das atividads na ára d tcnologia da informação comunicaçõs no âmbito institucional para xcução d srviços d trciros d TI; IV - prstar orintação dissminação d informaçõs rlacionadas à tcnologia da informação comunicaçõs, para aquisição d bns srviços d TI; V - coordnar as atividads d suport aos rcursos computacionais corporativos, às rds d comunicaçõs locais d longa distância do INPE, aos sistmas institucionais, às plataformas computacionais, às bass tcnológicas aos dmais srviços ofrcidos pla ára d TI; VI - atuar no planjamnto orçamntário grir os invstimntos d TIC, com bas m Planos Mtas do Instituto; VII - coordnar a utilização d novas tcnologias d informação comunicaçõs aplicávis ao Instituto, apoiar políticas planos d capacitação dsnvolvimnto d pssoal, para atndimnto às ncssidads da ára acompanhar a sua xcução; VIII - coordnar acompanhar as atividads da Sção d Tcnologia da Informação; IX - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 3. À Sção d Tcnologia da Informação I - grnciar o forncimnto d suport d hardwar, softwar básico d rd aos sistmas computacionais d uso gral das divrsas unidads do INPE garantindo qu stjam smpr disponívis; II - mantr atualizados os rcursos computacionais d uso gral das divrsas unidads do INPE; III - forncr suport à spcificação, coordnar compras ftuar a vrificação acitação formal dos rcursos computacionais d uso gral; IV - forncr trinamnto m softwar básico aplicaçõs d uso gral (ditor d txto, planilhas, tc.); V - controlar o parqu d sistmas computacionais d uso gral d softwar instalados; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600029 VI - coordnar os contratos d prstação d srviço nas atividads d suport na sd do INPE nos núclos d TI das Unidads Rmotas; VII - implantar mantr as rds d comunicação local d longa distância do INPE, os rcursos computacionais (provdors d srviço) quipamntos ncssários para implantar sta comunicação; VIII - provr os srviços básicos d rd como corrio ltrônico, transfrência d arquivos, vidoconfrência, Wb outros qu s façam ncssários para todas as Unidads do INPE; IX - grnciar a implantação manutnção das frramntas d sgurança para a rd do INPE, propondo padrõs rgras grais; X - monitorar o acsso uso da rd do INPE rportando as transgrssõs ao uso; XI - coordnar o uso d rcursos comuns do INPE dsignando rotas, domínios, ntr outros; XII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção VI Do Cntro d Ciência do Sistma Trrstr Art. 32. Ao Cntro d Ciência do Sistma Trrstr I - dsnvolvr modlos do Sistma Trrstr, spcialmnt do Sistma Climático, d sus componnts intrfacs para utilização m studos sobr mudanças ambintais globais sua rgionalização para a América do Sul; II - implmntar modlos do Sistma Trrstr, spcialmnt do Sistma Climático, nos sistmas d suprcomputação do INPE, laborar disponibilizar rotiniramnt cnários futuros d mudanças ambintais globais d intrss do país; III - coordnar, ralizar acompanhar psquisas d xclência m mudanças ambintais globais rgionais, com ênfas m tmas d Modlagm Obsrvaçõs do Sistma Trrstr, spcialmnt do Sistma Climático, Mudança d Uso Cobrtura da Trra, Hidrologia, Química Ambintal, Enrgias Rnovávis, Eltricidad Atmosférica, Ocanografia Zonas Costiras, Quimadas, Dsastrs Naturais, Adaptação, Mitigação, Políticas Públicas; IV - apoiar as atividads d psquisa da Rd Brasilira d Psquisas sobr Mudanças Climáticas Globais; V - apoiar o dsnvolvimnto d psquisas sobr mudanças climáticas globais rgionais m parcria com instituiçõs d nsino psquisa nacionais intrnacionais agências d fomnto à psquisa; VI - conduzir studos para avaliação d impactos das mudanças ambintais globais rgionais nos sistmas sócio-conômicoambintais, spcialmnt aquls associados às implicaçõs no dsnvolvimnto nacional na qualidad d vida; VII - dsnvolvr tcnologias aplicávis ao monitoramnto, mitigação adaptação às mudanças ambintais globais rgionais; VIII - contribuir para a formação spcializada d rcursos humanos m sua ára d comptência, através d programas d trinamnto, spcialização, pós-graduação pós-doutoramnto, para atndr às dmandas institucionais cintíficas rlacionadas às mudanças ambintais globais; IX - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção VII Do Cntro d Rastrio Control d Satélits Art. 33. Ao Cntro d Rastrio Control d Satélits I - oprar a infrastrutura do cntro d control d satélits d staçõs d rastrio control d satélits do INPE; II - planjar atividads d control d satélits; III - ralizar coopração intrcâmbio cintífico tcnológico com instituiçõs nacionais, strangiras intrnacionais, na ára d sua comptência; IV - apoiar atividads docnts dos cursos d pós-graduação do Instituto ou d outras instituiçõs com as quais o INPE mantnha convênios ou acordos, nas áras d sua comptência; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção VIII Do Laboratório d Intgração Tsts Art. 34. Ao Laboratório d Intgração Tsts I - dsnvolvr, difundir prstar srviços d intgração tsts d matriais, componnts, quipamntos sistmas spaciais; II - atndr, complmntarmnt, ncssidads corrlatas do stor produtivo nacional intrnacional, para o dsnvolvimnto qualificação dos produtos industriais qu xijam alta confiabilidad; III - suprir qualificar componnts matriais para os programas d satélits do INPE; IV - montar, intgrar ralizar tsts funcionais d prformanc, tsts ambintais d dsnvolvimnto, qualificação acitação d componnts, quipamntos, subsistmas sistmas d aplicação spacial; V - apoiar, provndo nsaios análiss, a slção, o dsnvolvimnto a nacionalização d componnts matriais para utilização spacial; VI - ralizar análiss invstigaçõs d falhas m componnts ltrônicos parts, mitir laudo técnico; VII - dsnvolvr aplicar procssos mtodologias utilizados na montagm, intgração tsts d sistmas spaciais; VIII - colocar à disposição do mrcado xtrno, quando possívl, os rcursos humanos matriais xistnts, compatívis com os nívis solicitados na ára spacial; IX - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 35. À Sção d Ensaios d Compatibilidad Eltromagnética I - qualificar o dsmpnho a confiabilidad d quipamntos dispositivos das missõs spaciais do INPE, das dmais coordnaçõs do Instituto, também, das solicitaçõs xtrnas plos stors do govrno da indústria m colaboração ao dsnvolvimnto tcnológico; II - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção IX Da Coordnação d Laboratórios Associados Art. 36. À Coordnação d Laboratórios Associados I - coordnar as atividads d psquisa básica dsnvolvimnto tcnológico nas áras d combustão, matriais spciais, dispositivos, plasma, computação matmática aplicada; II - buscar o domínio d tcnologias d ponta d intrss stratégico às atividads spaciais ou corrlatas; III - incntivar a divulgação a transfrência d tcnologia dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto obtidos por sus Laboratórios Associados; IV - ralizar coopração intrcâmbio cintífico tcnológico com instituiçõs nacionais intrnacionais, na ára d sua comptência; V - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 37. Ao Laboratório Associado d Snsors Matriais I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto d matriais, dispositivos, procssos suas caractrizaçõs nas áras d intrss spacial ou corrlatas; II - promovr a divulgação a transfrência d tcnologia dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto obtidos; III - prstar srviços m áras d sua comptência ao INPE como à comunidad cintífica tcnológica xtrna; IV - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 38. Ao Laboratório Associado d Plasmas I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto nas áras d física d plasmas, tcnologia d plasmas fusão trmonuclar controlada; II - promovr a divulgação a transfrência d tcnologia dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto obtidos; III - prstar srviços m áras d sua comptência ao INPE como à comunidad cintífica tcnológica xtrna; IV - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; V - obtr o domínio d técnicas, procssos dsnvolvimntos m plasmas, visando a sua dissminação uso, d acordo com os intrsss do INPE; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 39. Ao Laboratório Associado d Computação Matmática Aplicada I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto m tcnologia da informática matmática nas áras d intrss spacial ou corrlatas; II - promovr a divulgação a transfrência d tcnologia dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto obtidos; III - prstar srviços m áras d sua comptência ao INPE como à comunidad cintífica tcnológica xtrna; IV - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; V - obtr o domínio d técnicas métodos computacionais d matmática aplicada, visando a sua dissminação uso, d acordo com os intrsss do INPE; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 40. Ao Laboratório Associado d Combustão Propulsão I - ralizar projtos d psquisa dsnvolvimnto nas áras d sistmas d propulsão d satélits, propulsão auxiliar, propulsão avançada, combustão catális áras corrlatas; II - prstar srviços m áras d sua comptência ao INPE como à comunidad cintífica tcnológica xtrna; III - promovr a divulgação a transfrência d tcnologia dos rsultados d psquisa dsnvolvimnto obtidos; IV - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção X Da Coordnação dos Cntros Rgionais Art. 4. À Coordnação dos Cntros Rgionais I - grir as atividads cintíficas tcnológicas ralizadas no Cntro Rgional da Amazônia, stablcndo procdimntos para acompanhar avaliar sus projtos atividads; II - grir as atividads cintíficas tcnológicas ralizadas no Cntro Rgional do Nordst, stablcndo procdimntos para acompanhar avaliar sus projtos atividads; III - grir as atividads cintíficas tcnológicas ralizadas no Cntro Rgional Sul d Psquisas Espaciais, stablcndo procdimntos para acompanhar avaliar sus projtos atividads;

30 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - grir as atividads cintíficas tcnológicas ralizadas nas instalaçõs rgionais d Alcântara - MA São Luís - MA no Radio Obsrvatório d Itaptinga, Atibaia - SP, stablcndo procdimntos para acompanhar avaliar sus projtos atividads; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 42. Ao Cntro Rgional da Amazônia I - apoiar as atividads do INPE ralizadas nas instalaçõs d Blém, Manaus Boa Vista; II - apoiar atividads d campo d mapamnto ralizadas pla quip do Cntro Rgional /ou por outras quips do INPE, na rgião amazônica; III - mantr oprar infrastrutura d colta procssamnto d dados m suas instalaçõs; IV - difundir a gotcnologia m sua rgião; V - sr um cntro intrnacional d difusão d tcnologia d monitoramnto orbital d florstas tropicais; VI - ralizar a administração das atividads do Cntro d sus rcursos humanos; VII - xcutar as atividads d suport administrativo, ncssárias ao dsnvolvimnto concrtização das atividads do Cntro Rgional; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 43. Ao Cntro Rgional do Nordst I - apoiar as atividads do INPE ralizadas nas instalaçõs d Natal - RN Eusébio - CE; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS II - mantr oprar infrastrutura d colta procssamnto d dados m suas instalaçõs; III - difundir as tcnologias spaciais m sua rgião; IV - ralizar a administração do Cntro, d sus rcursos humanos dos rcursos orçamntários financiros movimntados plo Cntro Rgional; V - xcutar as atividads d suport administrativo, ncssárias ao dsnvolvimnto concrtização das atividads do Cntro Rgional; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 44. Ao Cntro Rgional Sul d Psquisas Espaciais I - apoiar as atividads do INPE ralizadas nas instalaçõs d Santa Maria São Martinho - RS; II - mantr oprar infrastrutura d colta procssamnto d dados m suas instalaçõs; III - coordnar as atividads do Projto Antártico - PAN do INPE; IV - difundir as tcnologias spaciais m sua rgião; V - coordnar as atividads do Cntro Rgional d Educação m Ciência Tcnologia Espaciais para a América Latina Carib - CRECTEALC; VI - ralizar a administração das atividads do Cntro d sus rcursos humanos; VII - xcutar as atividads d suport administrativo, ncssárias ao dsnvolvimnto concrtização das atividads do Cntro Rgional; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 45. Ao Srviço do Projto Antártico I - organizar, suprvisionar mantr infrastrutura, tanto no INPE como na Estação Antártica, para a ralização das psquisas atividads rlacionadas ao Projto; II - organizar a participação d srvidors, bolsistas colaboradors xtrnos nas Opraçõs Antárticas do vrão invrno; III - grnciar orçamntos rcursos dstinados ao Projto; IV - rprsntar o INPE junto aos órgãos nvolvidos m atividads do Programa Antártico Brasiliro - PROANTAR, como também nas ngociaçõs d convênios nacionais intrnacionais afins; V - promovr participar d runiõs cintíficas produzir matéria d divulgação do PROANTAR; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção XI Da Coordnação d Administração Art. 46. À Coordnação d Administração I - coordnar controlar a xcução d atividads rlacionadas com os Sistmas Fdrais d Administração d Srviços Grais d Administração Orçamntária Financira; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads do INPE; III - planjar, provr coordnar o suport orçamntário financiro ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads dos Cntros Unidads Rgionais; IV - coordnar controlar as atividads da administração d compras aquisição d bns srviços, rcbimnto importação; V - coordnar o Stor d Licitaçõs Contratos; VI - coordnar controlar as atividads do Srviço d Infrastrutura Administrativa; VII - rspondr plas obras srviços d ngnharia civil xcutados plo Srviço d Engnharia Manutnção; VIII - rspondr pla guarda, control, movimntação invntário d bns móvis imóvis do INPE; IX - suprir, rgistrar, distribuir, dspachar controlar matriais d uso comum para atndr às ncssidads d consumo dos usuários intrnos do INPE; X - ralizar o control d matriais, almoxarifado patrimônio do INPE; XI - grir administrativamnt o Cntro Rgional da Amazônia, o Cntro Rgional Sul d Psquisas Espaciais, a Unidad Rgional d Cachoira Paulista a Unidad Rgional do Cntro-Ost; plo código 000206600030 XII - coordnar controlar o apoio administrativo logístico do Cntro Rgional da Amazônia; do Cntro Rgional Sul d Psquisas Espaciais; da Unidad Rgional d Cachoira Paulista; da Unidad Rgional do Cntro-Ost; da Sção d Transports; das atividads do INPE m Brasília; do Rádio Obsrvatório d Itaptinga, m Atibaia - SP; XIII - coordnar o acompanhamnto a fiscalização da xcução d contratos d infrastrutura do INPE; XIV - procssar as solicitaçõs d atstados d forncimnto, atstados d capacidad técnica outros afins, vrificando a vracidad d su contúdo ncaminhando-os para assinatura; XV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 47. Ao Srviço d Compras, Rcbimnto Importação I - xcutar os procssos d compras d bns srviços nas divrsas modalidads, no país no xtrior, atndndo às ncssidads das unidads do INPE; II - rgistrar, psquisar cadastrar informaçõs procssos nos divrsos módulos do Sistma d Administração d Srviços Grais do Govrno Fdral - SIASG; III - acompanhar o Stor d Licitaçõs Contratos, os prgoiros rspctiva quip d apoio na condução dos procssos d compras d bns srviços m sua fas prparatória, fas xtrna intrna, bm como no rcbimnto das propostas lancs, anális d sua acitabilidad sua classificação, bm como habilitação a adjudicação do objto do crtam ao licitant vncdor; IV - grnciar os cadastros do Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF ftuados plo INPE com Unidad Cadastradora - SICOM; V - procdr à abrtura d procsso d importação xportação, acompanhando os trâmits ncssários para dsmbaraço alfandgário, incluindo todas as açõs junto ao SISCOMEX, bm como acompanhar rgistrar mbarqu dsmbarqu d matriais/quipamntos importados xportados; VI - providnciar o crdnciamnto dos funcionários da ára, autorizados rsponsávis plos dsmbaraços alfandgários; VII - ftuar o acompanhamnto, rgistro rcbimnto das compras dos bns srviços adquiridos plo INPE, obsrvando o cumprimnto d prazos d ntrga; VIII - forncr suport acompanhamnto aos procssos d importação xportação d bns srviços; IX - ftuar rcbimnto xpdição d bns matriais; X - intragir com as áras unidads do INPE nos assuntos inrnts aos procssos licitatórios; XI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 48. Ao Stor d Licitaçõs Contratos I - conduzir os procssos d compras d bns srviços m sua fas prparatória, fas xtrna intrna para as modalidads d licitação; II - rcbr analisar as propostas dos participants das licitaçõs; III - habilitar adjudicar o objto do crtam ao licitant vncdor; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 49. Ao Núclo d Prgão Eltrônico I - conduzir os procssos d compras d bns srviços m sua fas prparatória, fas xtrna intrna para as modalidads prgão ltrônico; II - rcbr analisar as propostas dos participants dos prgõs; III - habilitar adjudicar o objto do crtam ao licitant vncdor; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 50. Ao Srviço d Control d Orçamnto Finanças I - controlar xcutar os srviços rfrnts à xcução orçamntária, à programação financira d dsmbolsos, à administração financira à contabilização dos rcursos consignados ao IN- PE, d acordo com o Plano d Contas da União; II - provisionar rpassar rcursos financiros aos Cntros Rgionais do INPE, obsrvando os limits aprovados; III - laborar prstaçõs d contas para as unidads d control intrno para as ntidads financiadoras; IV - provr, atualizar controlar os dados do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI, do Sistma d Concssão d Diárias Passagns - SCDP do Sistma d Cartão Corporativo; V - ralizar a tomada d contas dos ordnadors d dspsa dmais rsponsávis por bns valors públicos; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 5. Ao Núclo d Orçamnto Finanças d Cachoira Paulista I - xcutar controlar os srviços rfrnts à xcução orçamntária, à programação financira d dsmbolsos, à administração à contabilização dos rcursos consignados a Unidad Rgional d Cachoira Paulista; II - contribuir para laboração, prstação d contas para as unidads d control intrno para as ntidads financiadoras; III - provr, atualizar controlar os dados do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI, do Sistma d Concssão d Diárias Passagns - SCDP do Sistma d Cartão Corporativo; IV - ftuar control, acompanhamnto xcução financira d contratos convênios firmados com trciros ntidads financiadoras; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 52. Ao Srviço d Infrastrutura Administrativa I - acompanhar, controlar fiscalizar a xcução dos contratos d prstação d srviços d sgurança patrimonial, d limpza consrvação das áras, d apoio administrativo, d prmissão d uso das instalaçõs do rstaurant d passagns aéras; II - administrar as atividads d srviços d circulação d corrspondências intrnas xtrnas, bm como a d control xpdição d malot; III - laborar os instrumntos d Planjamnto da Contratação Trmo d Rfrência d novos contratos d prstação d srviços d infrastrutura; IV - acompanhar fiscalizar a xcução dos contratos d prstação d srviços d infrastrutura administrativa; V - controlar o acsso às dpndências do INPE, bm como confccionar crachás para mprsas trcirizadas, Bancos, visitants bolsistas com contratos infriors a 6 mss; VI - prstar suport técnico-administrativo no qu s rfr ao grnciamnto d rsíduos sólidos do Instituto; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 53. À Sção d Transports I - xcutar as atividads d srviços d utilização das viaturas, bm como acompanhar fiscalizar a xcução d contratos d manutnção das viaturas; II - autorizar solicitação d transport spcial ou, conform o caso, ncaminhar para autorização do Dirtor; III - providnciar as scalas dos motoristas; IV - scolhr o vículo para xcução do srviço; V - stablcr calndário para o transport consolidado; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 54. Ao Núclo d Almoxarifado Patrimônio I - ftuar o rgistro patrimonial dos bns patrimoniais; II - distribuir os bns patrimoniais d consumo às unidads rquisitants mdiant a missão da Nota d Entrga d Bns Patrimoniais; III - mitir controlar os Trmos d Rsponsabilidad Por Dtntor, os Trmos d Rsponsabilidad Por Unidad os Trmos d Transfrência; IV - controlar os stoqus dos bns d consumo, quando ncssário, providnciar a sua rposição; V - ralizar a rmoção d bns patrimoniais; VI - providnciar a manutnção priódica para a consrvação dos bns patrimoniais; VII - providnciar a ralização d invntários d bns patrimoniais d consumo; VIII - xcutar as atividads d rcbimnto d bns patrimoniais d consumo; IX - acompanhar, junto ao srvidor rsponsávl plo bm, o andamnto do procdimnto d consrto, bm como o cumprimnto da data d rtorno do matrial; X - rgularizar a situação d todos os bns d propridad do INPE mprstados à trciros; XI - providnciar a baixa, do patrimônio do INPE, dos bns patrimoniais considrados obsoltos /ou anticonômicos pla Comissão Prmannt para Cssão, Alinação, Inutilização, Abandono Baixa d Matriais; XII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 55. Ao Srviço d Engnharia Manutnção I - laborar projtos básicos d arquittura, létrica, hidráulica, strutura, planilhas orçamntárias rlativas à obras srviços d ngnharia; II - fiscalizar a xcução d contratos d obras d srviços d ngnharia ftuar o rcbimnto dfinitivo mdiant trmo circunstanciado vistoria; III - fiscalizar os srviços prstados por mprsas contratadas para xcução d manutnção prdial do INPE; IV - apoiar os Cntros Unidads Rgionais do INPE no planjamnto xcução dos rspctivos projtos d obras srviços d ngnharia civil; V - rspondr plas atividads grais m pqunas obras do INPE, d carpintaria, d instalação manutnção létrica d ar condicionado, bm como plo abastcimnto d água potávl pla manutnção hidráulica prvntiva corrtiva; VI - apoiar a Comissão Prmannt d Licitação nas licitaçõs d obras srviços d ngnharia, vrificando a capacidad técnica, analisando as propostas técnicas d prços dos licitants mitindo parcr técnico; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 56. À Unidad Rgional d Cachoira Paulista I - xcutar as atividads d suport administrativo, ncssárias ao dsnvolvimnto concrtização das atividads da Unidad Rgional; II - xrcr as atividads d administração d pssoal, bm como aqulas rfrnts à assistência médica, psicológica social aos srvidors; III - ftuar compras d bns srviços mantr control guarda d matrial d stoqu d bns patrimoniais; IV - ralizar atividads grais d alvnaria d pqunas obras d manutnção d bns móvis imóvis d consrvação da ára física; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 3 Art. 57. À Unidad Rgional do Cntro-Ost I - prstar suport logístico administrativo às atividads dsnvolvidas plo INPE, m Cuiabá; II - zlar pla manutnção das instalaçõs da Unidad Rgional; III - ralizar as atividads d administração, dsnvolvimnto control dos rcursos humanos, bm como as d suprimnto d matriais, bns patrimoniais as d orçamnto finanças da Unidad Rgional; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção XII Da Coordnação-Gral d Ciências Espaciais Atmosféricas Art. 58. À Coordnação-Gral d Ciências Espaciais Atmosféricas I - dsnvolvr atividads d psquisa básica aplicada na ára d ciências spaciais atmosféricas, bm como dissminar publicar os sus rsultados; II - ralizar coopração intrcâmbio cintífico tcnológico com instituiçõs nacionais, strangiras intrnacionais, na ára d sua comptência; III - constituir participar d comissõs qu vism a avaliação proposição d soluçõs d assuntos rlativos às atividads d ciências spaciais atmosféricas; IV - contribuir para a formação d rcursos humanos, m nívl d pós-graduação na ára d sua comptência; V - promovr a transfrência do conhcimnto da tcnologia adquirida no dsnvolvimnto instrumntal a outros cntros d psquisa ou à indústria; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 59. À Divisão d Aronomia I - dsnvolvr atividads d psquisa cintífica m aronomia, nas áras d física da alta atmosfra, luminscência atmosférica ionosfra; II - dsnvolvr coopração cintífica com psquisadors instituiçõs d psquisa nacionais strangiras; III - ralizar studos, dsnvolvimnto construção d quipamntos ncssários ao bom andamnto das atividads projtos da Divisão; IV - coltar dados dissminar os rsultados obsrvacionais ntr outros cntros d psquisas nacionais intrnacionais, arquivando-os mantndo-os m banco d dados formatados d acordo com padrõs intrnacionais; V - ftuar a opração a manutnção dos quipamntos da infrastrutura d psquisa dsnvolvimnto situados nas instalaçõs do INPE m São Luís - MA (Obsrvatório Espacial d São Luís); VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 60. À Divisão d Astrofísica I - ralizar atividads d psquisa cintífica m astrofísica nas áras d astrofísica d altas nrgias, astrofísica óptica no infravrmlho, radioastronomia, física do mio intrplantário, cosmologia astrofísica d ondas gravitacionais; II - dsnvolvr coopração cintífica com psquisadors instituiçõs d psquisas nacionais strangiras; III - ralizar studos, dsnvolvimnto construção d xprimntos quipamntos ncssários ao bom andamnto das atividads projtos da Divisão; IV - coltar dados dissminar os rsultados obsrvacionais ntr outros cntros d psquisas nacionais intrnacionais, arquivando-os mantndo-os m banco d dados formatados d acordo com padrõs intrnacionais; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 6. À Divisão d Gofísica Espacial I - ralizar atividads d psquisa cintífica m gofísica spacial, nas áras d gomagntismo, magntosfra hliosfra, ltricidad atmosférica, física química da média baixa atmosfra; II - dsnvolvr coopração cintífica com psquisadors instituiçõs d psquisa nacionais strangiras; III - ralizar studos, dsnvolvimnto construção d quipamntos ncssários ao bom andamnto das atividads projtos da Divisão; IV - coltar dados dissminar os rsultados obsrvacionais ntr outros cntros d psquisas nacionais intrnacionais, arquivando-os mantndo-os m banco d dados formatados d acordo com padrõs intrnacionais; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 62. Ao Stor d Lançamnto d Balão I - ralizar atividads d lançamntos d balõs stratosféricos srviços técnicos corrlatos, dstinados à aquisição d dados rlativos a missõs técnico-cintíficas dsnvolvidas no INPE; II - orintar suprvisionar as atividads d campo durant as campanhas d lançamnto rsgat dos quipamntos; III - dsnvolvr sistmas ltrônicos, mcânicos outros, ncssários à xcução das missõs; IV - dsnvolvr implmntar strutura ncssária a novas campanhas; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660003 Sção XIII Da Coordnação-Gral d Obsrvação da Trra Art. 63. À Coordnação-Gral d Obsrvação da Trra I - acompanhar os programas intrnacionais d satélits d obsrvação da Trra, para apoiar a distribuição nacional d dados d intrss do País; II - coordnar a opração das staçõs d rcpção gração d imagns d satélit o Cntro d Dados d Snsoriamnto Rmoto do INPE, para rcbr distribuir as imagns d programas d intrss do INPE; III - stablcr comptência nas tcnologias d rcpção gração d imagns d satélit, bancos d dados d imagns dados gospaciais, corrção gométrica radio métrica d imagns; IV - acompanhar a ralização d psquisa com xclência na spcificação, avaliação uso d sistmas imagadors d snsoriamnto rmoto, m apoio ao programa spacial brasiliro; V - acompanhar a ralização d psquisa d xclência m modlagm ambintal no Brasil, com ênfas nos tmas d Mudança d Uso Cobrtura da Trra, Biodivrsidad, Hidrologia, Dinâmicas Socioconômicas Modlos d Ecossistmas; VI - apoiar a socidad brasilira no uso d Snsoriamnto Rmoto, Goinformação Modlagm Ambintal; VII - contribuir para a formação spcializada d rcursos humanos m sua ára d comptência, através d programas d trinamnto, spcialização pós-graduação; VIII - promovr a transfrência do conhcimnto m sua ára d atuação, através d uma política d dissminação d dados, tcnologias, mtodologias psquisas cintíficas sm rstriçõs d uso com bas apnas no custo d rprodução; IX - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 64. À Coordnação do Programa Amazônia I - fomntar studos psquisas para monitoramnto modlagm d rcursos naturais da intração homm-naturza na Amazônia, utilizando técnicas d snsoriamnto rmoto, goprocssamnto modlagm matmática; II - produzir stimativas compltas do procsso d dsflorstamnto da Amazônia Brasilira, com mtodologias, prazos dtalhamnto adquado à formulação d políticas públicas para a rgião; III - conduzir studos psquisas multidisciplinars na ára d Modlagm Ambintal da Rgião Amazônica; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 65. À Coordnação do Sgmnto d Aplicaçõs do Programa CBERS I - fomntar o uso aplicação d imagns produtos dos satélits CBERS, para maximizar os sus bnfícios para a socidad brasilira; II - propor coordnar programas d coopração técnica qu nvolvam a participação d imagns CBERS; III - conduzir studos para mlhorar a qualidad dos produtos CBERS dos sistmas d rlacionamnto com os usuários; IV - participar com outros órgãos intrnos ou xtrnos ao INPE, na dfinição, spcificação, anális, dsnvolvimnto das missõs CBERS atuais futuras; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 66. À Divisão d Gração d Imagns I - procssar, armaznar dissminar, d forma opracional, dados imagns d satélits d obsrvação da Trra; II - mantr aprfiçoar os sistmas quipamntos d procssamnto d dados d satélits d obsrvação da Trra; III - stablcr rlacionamnto com opradors d satélits d obsrvação da Trra, públicos privados, a fim d garantir a disponibilidad d dados d intrss do País; IV - garantir a rcpção gração das imagns dos satélits d obsrvação da Trra do programa spacial brasiliro, stablcndo procdimntos para a dissminação mais ampla possívl dstas imagns; V - participar ativamnt na capacitação da indústria nacional para a autonomia tcnológica nacional na rcpção procssamnto d imagns d snsors rmotos; VI - mantr atualizado amplamnt acssívl à comunidad nacional o Cntro d Dados d Snsoriamnto Rmoto, cujo acrvo é composto d todas as imagns d snsoriamnto rmoto rcbidas plo INPE; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 67. À Divisão d Procssamnto d Imagns I - dsnvolvr tcnologia m Procssamnto d Imagns Goinformação, garantindo a autonomia tcnológica nacional a ampla dissminação dos produtos mtodologias grados; II - dsnvolvr dissminar aplicaçõs d goinformação para uso público; III - stablcr mcanismos d coopração com instituiçõs públicas privadas brasiliras, para a dissminação transfrência das tcnologias dsnvolvidas pla Divisão; IV - apoiar a criação d comptência m procssamnto d imagns, goprocssamnto anális spacial, tcnologias associadas m univrsidads mprsas nacionais; V - promovr ativamnt a dissminação dos dados, mtodologias tcnologias dsnvolvidas, através d uma política d licnciamnto basada prfrncialmnt no uso d softwar livr; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 68. À Divisão d Snsoriamnto Rmoto I - ralizar atividads d psquisa, dsnvolvimnto aplicaçõs d dados d snsors rmotos outros instrumntos, para utilização m studos dos rcursos naturais rnovávis não rnovávis; II - dsnvolvr mtodologias para xtração d informaçõs dos dados dos satélits d obsrvação da Trra visando difrnts aplicaçõs incluindo Agricultura, Rcursos Naturais Rnovávis Não Rnovávis, Gstão Trritorial, Planjamnto Grnciamnto d Rcursos Hídricos, Estudos Ocanográficos; III - transfrir difundir os conhcimntos mtodologias dsnvolvidas aos stors usuários, através d trinamntos, ncontros, sminários simpósios; IV - orintar usuários no tocant aos produtos disponívis mtodologias associadas para a sua utilização; V - dsnvolvr coopração com instituiçõs acadêmicas stors usuários das tcnologias d Snsoriamnto Rmoto Goinformação, através d acordos convênios firmados com o INPE; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção XIV Da Coordnação-Gral d Engnharia Tcnologia Espacial Art. 69. À Coordnação-Gral d Engnharia Tcnologia Espacial I - dsnvolvr difundir tcnologias d sistmas spaciais para suportar programas das áras cintíficas d aplicaçõs; II - colaborar com a capacitação do País na ára d tcnologia spacial sus dsdobramntos, incluindo a formação d rcursos humanos, m nívl d graduação d pós-graduação, na ára d sua comptência; III - coordnar os programas d dsnvolvimnto d satélits sistmas corrlatos, bm como dos sistmas d solo associados, qu vnham a sr xcutados na ára d ngnharia tcnologia spacial; IV - coordnar os programas, projtos atividads d psquisa dsnvolvimnto tcnológico voltados para construção d quipamntos, softwar dispositivos utilizados m satélits sistmas corrlatos, bm como m sistmas d solo associados; V - coordnar as atividads d fabricação garantia do produto, xcutadas no âmbito da ngnharia tcnologia spacial, junto ao stor industrial do País; VI - coordnar as atividads d grnciamnto d projtos, visando implmntar procdimntos intrnos unificados para a xcução dos programas projtos das unidads subordinadas; VII - ralizar coopração intrcâmbio cintífico tcnológico com instituiçõs nacionais, strangiras intrnacionais, na ára d sua comptência; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 70. À Coordnação do Programa d Satélits Basados na Plataforma Multimissão I - coordnar as atividads d psquisa dsnvolvimnto, no âmbito dos programas sob sua rsponsabilidad; II - coordnar as rlaçõs ntr as divrsas unidads do INPE d outras instituiçõs xtrnas, no âmbito dos programas sob sua rsponsabilidad; III - garantir qu as dirtrizs provnints das spcificaçõs técnicas dos programas dsnvolvidos no su âmbito sjam intgralmnt implmntadas; IV - laborar o plano d dsnvolvimnto, intgração tsts dos satélits basados na plataforma multimissão; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 7. À Coordnação do Sgmnto Espacial do Programa CBERS I - coordnar as atividads d dsnvolvimnto, intgração tsts dos satélits CBERS; II - laborar plano d dsnvolvimnto tsts dos satélits CBERS; III - coordnar as rlaçõs ntr o INPE as instituiçõs chinsas nvolvidas no dsnvolvimnto do sgmnto spacial, para garantir qu as spcificaçõs cronogramas sjam cumpridos; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 72. À Divisão d Dsnvolvimnto d Sistmas d Solo I - concbr, spcificar, intgrar qualificar sistmas na ára d comunicação d dados rlacionados a aplicaçõs na ára spacial; II- ralizar psquisa dsnvolvr projtos atividads na ára d softwar com ênfas m control, rastrio, tst simulador d aronavs dissminação d dados; III - concbr, spcificar, intgrar qualificar sistmas d comunicação, rlacionados a staçõs trrnas d rastrio control d rcpção transmissão d dados; IV - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto nas áras d procssamnto digital analógico d sinais, radiofrquência modulação para aplicação m quipamntos d tlcomunicaçõs, instrumntação automação para sistmas d solo; V - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 73. À Divisão d Eltrônica Arospacial I - ralizar psquisas dsnvolvr tcnologia na ára d sistmas computacionais para uso m satélits implmntar mtodologias para laboração d softwar d alta confiabilidad para sistmas mbarcados;

32 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 II - ralizar psquisas dsnvolvr tcnologia na ára d snsors ltro ópticos para dtrminação d atitud d satélits sistmas corrlatos d imagadors ltro ópticos para obsrvação da Trra, incluindo a implmntação d mtodologias d caractrização d snsors ltro ópticos; III - ralizar psquisas dsnvolvr tcnologia na ára d sistmas d gração, armaznagm, rgulação distribuição d potência para quipamntos mbarcados; IV - ralizar psquisas dsnvolvr projtos d circuitos quipamntos nas áras d rádio frquência/microondas, antnas, modulação analógico-digital procssamnto d sinais, para aplicação m quipamntos d comunicação d sistmas mbarcados; V - spcificar, projtar dsnvolvr subsistmas quipamntos para os programas institucionais d satélits sistmas corrlatos, no âmbito d sua comptência; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 74. À Divisão d Mcânica Espacial Control I - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto nas áras d dinâmica orbital, control guiarm, projtos mcânicos struturas, control térmico propulsão d satélits artificiais; II - psquisar dsnvolvr métodos algoritmos para dtrminação propagação d órbita atitud d satélits sistmas corrlatos, bm como subsistmas d control d atitud órbita; III - ralizar análiss d stabilidad, d prturbaçõs ambintais d dinâmica d satélits sistmas corrlatos; IV - psquisar dsnvolvr tcnologias d projto mcânico, struturas control térmico d plataformas spaciais; V - psquisar, projtar dsnvolvr tcnologias d motors d propulsão líquida para control d satélits artificiais; VI - spcificar, projtar, dsnvolvr qualificar subsistmas quipamntos para os programas d satélits sistmas corrlatos, nas áras d sua comptência; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 75. À Divisão d Sistmas Espaciais I - concbr spcificar altrnativas d sistmas, incluindo o sgmnto spacial, sgmnto solo concito d opraçõs, para propostas d missõs spaciais; II - dar suport aos intrvnints (stakholdrs) d uma missão spacial, na transformação d sus objtivos m rquisitos d sistma para a Missão; III - stablcr procdimntos para construção d soluçõs concituais d sistmas spaciais; IV - concbr spcificar sistmas spaciais, a partir da dfinição d sus objtivos d missão; V - stablcr procdimntos d ngnharia d sistmas, para atividads d grnciamnto xcução d projtos d sistmas spaciais; VI - prparar as spcificaçõs d sistma d subsistmas dos sgmntos spacial solo d missõs spaciais; VII - xcutar as atividads d anális d missão, arquitturas d missõs spaciais: mcânica, létrica, tlcomunicaçõs, térmica, tratamnto d dados, concpção dfinição d sistmas d solo, acompanhando dando suport aos programas dsd a fas d concpção até a opração m órbita; VIII - dar suport aos programas para stablcr mantr as condiçõs d intração ntr os novos sistmas a infrastrutura xistnt, m spcial no qu concrn aos cntros d control d missão às staçõs trrnas; IX - dar suport aos programas para grnciar xcutar as atividads d intrfac junto a Agências Lançadoras, Laboratório d Intgração Tsts, Cntro d Control Cntro d Missão; X - xcutar atividads d vrificação validação para suport aos programas, procurando confrontar vrificar os rquisitos iniciais stablcidos para as missõs com rsultados obtidos ao longo do ciclo d vida, tanto para hardwar como softwar, atuando d forma a corrigir vntuais discrpâncias; XI - dsnvolvr modlos frramntas computacionais para projto anális d sistmas spaciais, visando o aumnto da ficiência do procsso d construção d soluçõs, utilizando abordagm d ngnharia simultâna m ambint intgrado d projto; XII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 76. Ao Srviço d Engnharia da Qualidad I - coordnar suprvisionar as atividads d garantia do produto, grnciamnto da configuração da documntação, ngnharia do produto, componnts létricos, ltrônicos ltromcânicos - EEE, garantia da sgurança d sistmas spaciais, ngnharia da radiação, ngnharia garantia da dpndabilidad, garantia do produto softwar; II - mantr as atividads struturadas para rspondr aos dsafios atuais futuros dos programas projtos spaciais do IN- PE; III - atuar m todas as fass do ciclo d vida m todos os sgmntos dos programas projtos spaciais do INPE; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 77. Ao Srviço d Manufatura I - promovr suprvisionar a xcução das atividads d suport fabricação mcânica, anális strutural, projtos dsnhos mcânicos, procssos químicos no âmbito dos projtos programas spaciais das atividads d psquisa dsnvolvimnto tcnológico; II - dsnvolvr quipamntos dispositivos mcânicos com qualificação militar spacial; III - fabricar protótipos d placas d circuito imprsso por procsso d frsagm; IV - laborar documntos procdimntos spcíficos d fabricação mcânica, procssos químicos; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600032 V - xcutar a montagm intgração d quipamntos mcânicos com qualificação spacial para atndimnto das atividads d psquisa dsnvolvimnto tcnológico; VI - apoiar os programas institucionais, na laboração d documntação no acompanhamnto da fabricação mcânica, procssos químicos rlativos a contratos xtrnos; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 78. Ao Stor d Tratamntos d Suprfíci I - ralizar tratamntos suprficiais m matriais mtálicos dntr os quais dstacam-s os procssos industriais d galvanoplastia como a douração, niqulação, pratação cobração sobr divrsos substratos, anodização cromatização m alumínio suas ligas; II - prparação anális mtalográfica voltada para control d procssos; III - ralização d nsaios ltroquímicos d corrosão tst aclrado d corrosão m câmara d névoa salina; IV - forncr suport nas auditorias m mprsas contratadas plos programas spaciais m dsnvolvimnto no INPE, visando qualificação orintação d forncdors; V - fabricar protótipos d PCI's por procsso d frsagm; VI - atuar junto aos grupos d dsnvolvimnto do INPE d modo a suprir suas ncssidads, através d studo, adquação ralização d procssos químicos com qualificação militar spacial; VII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 79. Ao Stor d Mcânica Dsnho I - promovr suprvisionar a xcução das atividads d suport d fabricação, projtos dsnhos mcânicos rlativos aos programas d dsnvolvimnto d satélits; II - dsnvolvr, projtar fabricar quipamntos dispositivos mcânicos m apoio às atividads d psquisa dsnvolvimnto tcnológico; III - xcutar atividads d montagm intgração d quipamntos mcânicos com qualificação spacial; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Sção XV Do Cntro d Prvisão d Tmpo Estudos Climáticos Art. 80. Ao Cntro d Prvisão d Tmpo Estudos Climáticos I - dsnvolvr atividads d psquisa dsnvolvimnto nas áras d mtorologia, climatologia, hidrologia, snsoriamnto rmoto da atmosfra, ocanografia mio ambint, com ênfas m técnicas d modlagm d tratamnto d obsrvaçõs da atmosfra, dos ocanos da suprfíci; II - mantr srviços opracionais d prvisão d tmpo, clima variávis ambintais, grando dissminando publicamnt produtos d qualidad d intrss da socidad, laborar cnários d mudanças climáticas d intrss do país; III - mantr sistmas computacionais d alto dsmpnho dstinados à prvisão numérica d tmpo, d clima d variávis ambintais psquisas corrlatas; IV - oprar sistmas d satélits ambintais radars mtorológicos para monitoramnto ambintal prvisão mtorológica; V - rcbr, arquivar disponibilizar dados mtorológicos, climatológicos, hidrológicos, ocânicos ambintais rlacionados às atividads do Cntro; VI - ralizar intrcâmbio cintífico, tcnológico d informaçõs com as instituiçõs nacionais intrnacionais qu s ddicam à mtorologia, climatologia, hidrologia, ocanografia ciências do mio ambint, nas áras d sua comptência; VII - atuar junto aos Estados da Fdração, no sntido d promovr a política do MCTIC m rlação à mtorologia, climatologia, hidrologia, ocanografia mio ambint, incluindo apoio aos sistmas d obsrvaçõs, capacitação d rcursos humanos d órgãos staduais d mtorologia, rcursos hídricos mio ambints; VIII - participar, nas áras d sua comptência, na formação d rcursos humanos, m nívl d pós-graduação pós-doutoramnto, bm como promovr stágios trinamnto d pssoal; IX - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 8. À Divisão d Modlagm Dsnvolvimnto I - ralizar psquisas dsnvolvimnto m modlagm atmosférica ocânica; II - dsnvolvr adaptar modlos a srm transfridos para os stors opracionais, implmntar mlhorias nos modlos m opração no cntro, com rlação aos procssos físicos, dinâmicos numéricos; III - dsnvolvr studos d prvisão numérica d tmpo, clima ambintal utilizando modlos d circulação global rgional; IV - ralizar xprimntos numéricos d snsibilidad aplicaçõs d simulação da variabilidad climática nas várias scalas d tmpo; V - dsnvolvr ou adaptar métodos d assimilação d obsrvaçõs, tanto para modlos atmosféricos, como ocânicos, incluindo procssos no solo sus acoplamntos, hidrológicos ambintais; VI - dsnvolvr atividads com rlação a procssamnto programação d alto dsmpnho a técnicas d otimização, vtorização parallização aplicadas aos modlos; VII - suprvisionar as atividads d psquisa dsnvolvimnto, d intrss do cntro na ára d modlagm atmosférica ocânica; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 82. À Divisão d Satélits Sistmas Ambintais I - oprar sistmas d rcpção d dados d satélits, d snsors ativos passivos da atmosfra instalados m trra d plataformas d colta automática d dados d rsponsabilidad do INPE; II - grar dissminar produtos ambintais produzidos a partir dos dados rcbidos; III - ralizar psquisa básica aplicada d snsoriamnto rmoto da atmosfra, dsnvolvr aplicaçõs para apoiar prvisõs d tmpo, clima variávis ambintais; IV - organizar, mantr disponibilizar para usuários intrnos xtrnos dados provnints d satélits mtorológicos snsors rmotos atmosféricos, rcbidos plo Cntro ou obtidos d outras instituiçõs; V - dsnvolvr spcificaçõs técnicas para novos snsors mtorológicos ambintais participar d campanhas d tsts dsts snsors; VI - promovr a transfrência d conhcimntos tcnologia na ára d satélits sistmas ambintais para as atividads opracionais d psquisa; VII - apoiar a xpansão d sistmas d colta d dados por satélits; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 83. À Divisão d Opraçõs I - ralizar a opração mtorológica plna do Cntro, incluindo atividads d rcpção d dados, gração dissminação d prvisõs d tmpo, clima d variávis ambintais; II - oprar os modlos d prvisão d tmpo, clima, agitação marítima outras aplicaçõs ambintais; III - arquivar disponibilizar dados rcbidos grados plo Cntro; IV - implantar opracionalmnt novos modlos /ou produtos dsnvolvidos plas dmais Divisõs; V - ralizar o atndimnto ao público m gral, usuários xtrnos, órgãos dos Govrnos Fdral, Estadual Municipal órgão d comunicação da mídia; VI - aprimorar as frramntas d visualização dos produtos mtorológicos; VII - avaliar o dsmpnho dos modlos d prvisão d tmpo, incluindo agitação marítima, clima, variávis ambintais; VIII - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 84. Ao Srviço d Suprcomputação Suport I - mantr a opração plna dos sistmas d suprcomputação do Cntro; II - provr o suport trinamnto aos usuários dos sistmas computacionais xistnts; III - instalar, configurar, monitorar ralizar a manutnção prvntiva corrtiva dos rcursos computacionais; IV - provr assssoramnto técnico para adquirir, spcificar slcionar rcursos computacionais; V - promovr a atualização d frramntas d hardwar softwar o aprfiçoamnto d sus rcursos humanos; VI - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas Art. 85. Ao Srviço d Apoio Administrativo I - provr prvisõs d tmpo, clima d variávis ambintais para o público m gral, usuários xtrnos, órgãos storiais d mtorologia dos Govrnos Fdral, Estaduais Municipais órgãos da mídia; II - atndr usuários intrnos xtrnos intrssados m dados informaçõs mtorológicas, climáticas ambintais gradas plo Cntro, incluindo mídia m gral m assuntos da ára d comptência do Cntro; III - laborar acompanhar propostas convênios com usuários xtrnos, instituiçõs públicas privadas; IV - atuar m outras atividads qu lh form atribuídas CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 86. O Conslho Técnico-Cintífico - CTC, é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do INPE dfinida plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC. Art. 87. O CTC contará com trz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do INPE, qu o prsidirá; II - sis mmbros, d nívl suprior, do quadro prmannt, sndo dois da carrira d Psquisa m Ciência Tcnologia, dois da carrira d Dsnvolvimnto Tcnológico dois da carrira d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia do Instituto; III - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do INPE; IV - quatro mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do IN- PE. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos II, III IV trão o mandato d dois anos, podndo sr rconduzidos, assim srão scolhidos:

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 33 a) os do inciso II srão indicados a partir d três listas sêxtuplas, obtidas a partir d lição, promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt, sndo uma corrspondndo à carrira d Psquisa m Ciência Tcnologia, uma corrspondndo à carrira d Dsnvolvimnto Tcnológico uma corrspondndo à carrira d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia do Instituto; b) os dos incisos III IV srão indicados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d listas tríplics ou através d outro mcanismo d sua scolha. Art. 88. Ao CTC I - suprvisionar a política cintífica tcnológica do Instituto, conform o planjamnto stratégico da instituição o Plano Plurianual do Govrno Fdral; II - avaliar os rsultados dos projtos atividads do IN- PE; III - acompanhar a gstão d rcursos humanos do INPE; IV - rcomndar novas atividads d ciência tcnologia a srm dsnvolvidas plo Instituto assssorar na sua implantação; V - avaliar propostas d rformulação d atividads d ciência tcnologia dsnvolvidas plo Instituto; VI - opinar sobr matérias submtidas plo Prsidnt ou por mmbros m xrcício. Art. 89. O funcionamnto do CTC srá disciplinado por Rgimnto Intrno. Sção II Conslho d Pós-Graduação Art. 90. O Conslho d Pós-Graduação - CPG é órgão colgiado d assssoramnto do Dirtor do INPE para atividads d Pós-Graduação do Instituto. Parágrafo único. O CPG é a unidad suprior d gstão dos cursos d Pós-Graduação do INPE. Art. 9. O funcionamnto do CPG, bm como dos Cursos d Pós-Graduação do Instituto, srá disciplinado na forma do "Rgimnto dos Cursos d Pós-Graduação do INPE", a sr aprovado plo Dirtor do INPE. º O CPG é composto d mmbros dos corpos docnt, discnt administrativo dos Cursos d Pós-Graduação do INPE, na forma do "Rgimnto dos Cursos d Pós-Graduação do INPE". 2º O prsidnt do CPG é dsignado plo Dirtor do Instituto dntr os docnts dos Cursos d Pós-Graduação do INPE. Art. 92. Ao CPG I - submtr ao Dirtor do INPE, propostas d política d nsino d Pós-Graduação, bm como o Rgimnto dos Cursos d Pós-Graduação do INPE; II - zlar plo cumprimnto do Rgimnto dos Cursos d Pós-Graduação do INPE, das normas, dos rgulamntos dmais disposiçõs prtinnts à Pós-Graduação do Instituto; III - xrcr outras atribuiçõs corrlatas, por dtrminação do Dirtor do INPE. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 93. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do INPE; II - xrcr a rprsntação do INPE; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas m ato spcífico d dlgação d comptência. Art. 94. Aos Coordnadors-Grais, aos Coordnadors, aos Chfs d Cntro ao Chf d Laboratório incumb: I - assgurar, nas rspctivas unidads áras d comptência, a plna ralização das missõs do INPE; II - formular propostas d políticas d dirtrizs para o dsnvolvimnto das atividads rlativas à sua ára d comptência; III - promovr incntivar a intração d sua unidad com as dmais, d forma a propiciar a sinrgia o mlhor dsnvolvimnto das atividads xcutadas plo INPE; V - rprsntar a unidad no rlacionamnto com ntidads nacionais, strangiras ou intrnacionais; V - submtr à dcisão do Dirtor as qustõs qu não stjam no contxto d sua comptência, atribuiçõs rsponsabilidads, mas prtinnts a sua unidad, acompanhadas d proposta d solução; VI - laborar a organização dos vntos d avaliação d suas EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL rspctivas unidads submtê-la ao Dirtor; VII - contribuir para a laboração dos vários Planos Anuais /ou Plurianuais dfinidos pla administração suprior do INPE; VIII - coordnar a laboração d rlatórios d gstão priódicos d sua unidad a partir do Sistma d Informação do IN- PE; IX - acompanhar, no âmbito d sua rspctiva unidad, os cronogramas físico-financiros dos programas projtos, bm como providnciar açõs para a conscução d sus objtivos mtas; X - planjar coordnar, no âmbito d sua unidad, a spcificação aquisição d quipamntos, bm como sua manutnção prvntiva corrtiva; XI - planjar, coordnar implmntar açõs procdimntos visando a mlhoria da qualidad da gstão, no âmbito d sua unidad; XII - assistir ao Dirtor nos assuntos aftos à sua ára d comptência; XIII - praticar os dmais atos ncssários à conscução dos objtivos d sua unidad ou cuja comptência lh sja xprssamnt atribuída plo Dirtor. Art. 95. Aos Chfs d Divisão, d Srviço, d Laboratório Associado d Cntro Rgional incumb: I - assgurar, nas rspctivas áras d comptência, a plna ralização da finalidad do INPE; plo código 000206600033 II - conduzir o procsso d formulação d propostas d projtos, bm como instrumntar as informaçõs ncssárias para a avaliação d sua xquibilidad, mitindo parcr para subsidiar dcisão suprior; III - laborar rlatórios técnicos grnciais aftos a sua unidad; IV - assistir ao suprior hirárquico no planjamnto, missão d rlatórios parcrs m sua ára d comptência; V - laborar a organização dos vntos d avaliação d suas rspctivas unidads submtê-la ao suprior hirárquico; VI - zlar para o bom funcionamnto manutnção dos laboratórios, quipamntos ou instalaçõs prdiais a cargo da unidad; VII - praticar outros atos d administração ncssários à xcução d suas atividads ou cuja comptência lh sja xprssamnt atribuída plo suprior hirárquico. Art. 96. Aos Chfs d Sção, Stor Núclo incumb: I - suprvisionar as atividads a cargo da rspctiva unidad; II - praticar os dmais atos ncssários à conscução dos objtivos d sua unidad; III - dsmpnhar outras atribuiçõs qu lhs form confridas plos rspctivos supriors hirárquicos. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 97. O INPE clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC, um Trmo d Compromisso d Gstão, no qual srão stablcidos os compromissos da quip d gstão do INPE da DPO com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica da ntidad. Art. 98. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, formar outras unidads colgiadas intrnas, assim como constituir comitês para promovr a intração ntr as unidads da strutura organizacional do INPE ou ntidads xtrnas. Art. 99. O Dirtor podrá criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do IN- PE. Art. 00. As comptências spcíficas d cada unidad suas vinculaçõs à strutura organizacional, srão consubstanciadas m atos próprios a srm baixados plo Dirtor. Art. 0. As Coordnaçõs-Grais, as Coordnaçõs, os Cntros o Laboratório dvrão possuir Comitês Assssors, na forma d unidads colgiadas intrnas com a comptência d assssorar no planjamnto, anális avaliação d suas atividads. Art. 02. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.50, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Instituto Nacional do Smiárido, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 23, d 4 d março d 2005, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 30 d março d 2005, nº 896, 30 d novmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 4 d dzmbro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DO SEMIÁRIDO CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Instituto Nacional do Smiárido - INSA, com sd na cidad d Campina Grand, no Estado da Paraíba, é unidad d psquisa intgrant da strutura básica do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O INSA é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º O INSA tm por finalidad promovr o dsnvolvimnto cintífico tcnológico a intgração dos polos socioconômicos cossistmas stratégicos da rgião do smiárido brasiliro, bm como ralizar, xcutar divulgar studos psquisas na ára d dsnvolvimnto cintífico tcnológico para o fortalcimnto do dsnvolvimnto sustntávl da rgião. Art. 4º Ao Instituto Nacional do Smiárido - INSA I - promovr, coordnar ralizar studos programas, projtos atividads d psquisa cintífica d dsnvolvimnto tcnológico, no âmbito d suas finalidads; II - ralizar atividads rlacionadas com o dsnvolvimnto a aplicação d tcnologias apropriadas m áras programas stratégicos d intrss rgional nacional; III - promovr ralizar studos psquisas aplicados ao mio ambint, spcialmnt aquls voltados para o uso d rcursos hídricos, para a prsrvação rcupração d cossistmas, para sua sustntabilidad na rgião do smiárido brasiliro; IV- propor dirtrizs para formulação d políticas públicas para xcução d programas rgionais, inclusiv, para laboração d planos d aplicação dos Fundos constitucionais; V - difundir conhcimntos cintíficos tcnologias, já disponívis ou rsultants d sua atividad d psquisa; VI - promovr patrocinar a formação spcialização d rcursos humanos na sua ára d comptência; VII - stablcr intrcâmbio cintífico técnico com instituiçõs nacionais, strangiras intrnacionais; VIII - prstar srviços técnicos, mitir rlatórios laudos técnicos, quando solicitados, bm como dsnvolvr produtos, srviços tcnologias nas suas áras d atuação; IX - promovr patrocinar confrências, nacionais intrnacionais, simpósios, cursos outros tipos d vntos técnicocintíficos. X - dar apoio cintífico tcnológico a atividads produtivas rgionais compatívis com as pculiaridads físicas da Rgião do Smiárido a intgração socioconômica; XI - propor mcanismos d captação d rcursos financiros para psquisa ampliar as rcitas próprias; XII - intragir com as dmais instituiçõs d nsino d psquisa da Rgião, promovndo a intgração d studos, psquisas, projtos programas d carátr cintífico tcnológico por las ralizados. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 5º O Instituto Nacional do Smiárido - INSA tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação d Psquisa - COPEQ II - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço Administrativo - SEADM Art. 6 Art. 7º O Instituto Nacional do Smiárido - INSA tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 7º O INSA srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 8º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação plo Ministro d Estado d um novo D i r t o r. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. 4º O dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação d Psquisa Art. 9º À Coordnação d Psquisa I - coordnar as atividads fins do INSA, qu corrspondm às áras d psquisas, formação, gstão da informação popularização do conhcimnto; II - coordnar a implmntação dos Projtos Atividads do Programa d Ciência Tcnologia aprovados no âmbito dos objtivos do INSA; III - coordnar a laboração xcução d planos oprativos rlatórios statísticos grnciais dos programas sob sua rsponsabilidad; IV - acompanhar promovr a avaliação d projtos atividads rlativas à sua ára d atuação. Parágrafo único. As atividads fins do INSA stão rlacionadas as áras d rcursos hídricos, biodivrsidad, sistmas d produção dsrtificação. Sção II Da À Coordnação d Administração Art. 0. À Coordnação d Administração I - coordnar as atividads mio do INSA, qu corrspondm às áras d planjamnto, licitação, orçamnto, organização, gstão d pssoas, logística, suport à informática, documntação arquivo, administração financira contábil; II - ralizar tomadas d contas dos ordnadors d dspsa dmais rsponsávis por bns valors públicos d todo aqul qu dr causa a prda, xtravio ou outra irrgularidad qu rsult m dano ao rário. Art.. Ao Srviço Administrativo compt auxiliar a Coordnação d Administração na suprvisão xcução das atividads rlacionadas ao planjamnto, licitação, orçamnto, organização, gstão d pssoas, logística, suport à informática, documntação arquivo, administração financira contábil.

34 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 CAPÍTULO IV CONSELHO TÉCNICO CIENTÍFICO Sção I Conslho Técnico Cintífico Art. 2. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do INSA. Art. 3. O CTC contará com 0 (dz) mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - Dirtor do INSA, qu o prsidirá; II - dois mmbros, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência T c n o l o g i a ; III - um rprsntant das Fdraçõs d Agricultura Pcuária dos Estados do Nordst, indicado pla Confdração Nacional da Agricultura Pcuária do Brasil - CNA; IV - um rprsntant das Fdraçõs das Indústrias dos Estados do Nordst, indicado pla Confdração Nacional da Indústria - CNI; V - dois mmbros rprsntants da comunidad cintífica tcnológica atuants m áras afins xtrnos ao quadro d pssoal do INSA; VI- um rprsntant dos Pró-Ritors d Pós-Graduação Psquisa das Univrsidads localizadas nos Estados do Nordst; VII - um rprsntant dos Scrtários d Estado d Ciência Tcnologia do Nordst; VIII - um rprsntant da socidad civil organizada com atuação nas áras afins do INSA com abrangência no Smiárido Brasiliro. º Os mmbros mncionados nos incisos II a VIII trão mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso II srão indicados a partir d três noms, obtidos a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad ntr srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; b) os dos incisos d III a VIII srão indicados plos Fóruns qu os congrgam, rspctivamnt, m carátr d rodízio. Art. 4. Compt ao CTC: I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica suas prioridads colaborar na divulgação das atividads rsultados dos trabalhos dsnvolvidos plo INSA; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao INSA, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo dirtor. Art. 5. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d rgimnto intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho, após anális jurídica. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 6. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do INSA; II - xrcr a rprsntação do INSA; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 7. Aos Coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas áras, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 8. Ao Chf d Srviço incumb, suprvisionar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua ára, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 9. O INSA clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um trmo compromisso d gstão da INSA da DPO m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 20. O Dirtor podrá, dsd qu não impliqu m aumnto d dspsa, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as áras da strutura organizacional do INSA, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do INSA. Art. 2. O INSA podrá ditar rgulamnto normas intrnas voltados à admissão, acsso uso das instalaçõs utilização do su patrimônio. Art. 22. O INSA podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT com a finalidad d grir sua política d inovação. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600034 Art. 23. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.52, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Instituto Nacional d Tcnologia, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 57, d 4 d março d 990, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 5 d março d 990, nº 323, d d agosto d 996, publicada no D.O.U. d 2 d agosto d 996, nº 462, d 29 d julho d 2002, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2002, nº 506, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 49, d 5 d julho d 2005, publicada no D.O.U. d 9 d julho d 2005, nº 87, d 2 d novmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 22 d novmbro d 2006, nº 762, d 28 d novmbro d 2007, publicada no D.O.U. d 29 d novmbro d 2007, nº 00, d 29 d fvriro d 2008, publicada no D.O.U. d 03 d março d 2008, nº 20, d 24 d março d 2009, publicada no D.O.U. d 26 d março d 2009.nº 69, d 7 d agosto d 200, publicada no D.O.U. d 25 d agosto d 200, nº 365, d 22 d abril d 203, publicada no D.O.U. d 24 d abril d 203. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Instituto Nacional d Tcnologia - INT é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O INT é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005 suas altraçõs. Art. 3º O INT xrc a função d Organismo d Avaliação da Conformidad no âmbito do Sistma Brasiliro d Avaliação da Conformidad, acrditado pla Coordnação-Gral d Acrditação do INMETRO sob o nº OCP 0023 d Organismo d Avaliação da Conformidad no âmbito do Sistma Brasiliro d Avaliação da Conformidad Orgânica crdnciado plo Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto sob o nº OAC 00. Art. 4º A sd do INT stá localizada na Avnida Vnzula, 82, Saúd, na cidad do Rio d Janiro - RJ. Art. 5º O INT tm como missão participar do dsnvolvimnto sustntávl do Brasil, por mio da psquisa tcnológica, da transfrência do conhcimnto da promoção da inovação, objtivando sr parciro prfrncial da indústria nacional na busca da comptitividad sr rfrência na laboração na xcução d políticas públicas para o dsnvolvimnto tcnológico. Art. 6º O Instituto Nacional d Tcnologia - INT tm as sguints comptências: I - xrcr atividads, programas projtos d psquisa dsnvolvimnto tcnológico; II - prstar srviços técnicos spcializados; III - capacitar rcursos humanos; IV - xcutar a função d Organismo d Avaliação da Conformidad no âmbito dos Sistmas Brasiliros d Avaliação da Conformidad d Avaliação da Conformidad Orgânica; V - xcutar a função d Incubadora d Emprsas d bas tcnológica; VI - xcutar a atribuição lgal na função d órgão pricial técnico indpndnt, d acordo com o prscrito no Dcrto nº 70. 235, d 6 d março d 972. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 7º O Instituto Nacional d Tcnologia - INT tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação-Gral Rgional - CGER a) Divisão d Crtificação - DICER b) Divisão d Estratégias - DIEST c) Divisão d Comunicação - DICOM II - Coordnação d Gstão Tcnológica - COGET a) Divisão d Gstão da Qualidad - DIGEQ b) Divisão d Inovação Tcnológica - DINTE c) Sção d Informação Prospcção Tcnológica - SEIPT III - Coordnação d Ngócios - CONEG a) Sção d Incubação, Emprnddorismo Inovação - SEIEI b) Stor d Srviços Técnicos Espcializados - SESTE IV - Coordnação d Gstão Administrativa - COADM a) Divisão d Orçamnto Finanças - DIORF. Sção d Finanças - SEFIN b) Divisão d Suprimntos - DISUP. Núclo d Srviços Importação - NUSIM c) Divisão d Gstão d Pssoas - DIGEP. Sção d Pssoal - SEPES 2. Núclo d Dsnvolvimnto d Tcnologia Social - NUDTS V - Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico - COD- TE a) Divisão d Ensaios m Matriais Produtos - DIEMP b) Divisão d Química Analítica - DIQAN c) Divisão d Procssamnto Caractrização d Matriais - DIPCM d) Divisão d Dsnho Industrial - DIDIN VI - Coordnação d Tcnologias Aplicadas - COTAP a) Divisão d Catális Procssos Químicos - DICAP b) Divisão d Corrosão Dgradação - DICOR c) Divisão d Enrgia - DIENE d) Divisão d Engnharia d Avaliaçõs d Produção - DIEAP VII - Coordnação d Logística Infrastrutura - COLIN a) Divisão d Administração Prdial d Engnharia - DIA- PE. Stor d Srviços Grais - SESEG 2. Núclo d Manutnção - NUMAN 3. Núclo d Instalaçõs Prdiais - NUINP b) Divisão d Tcnologia da Informação - DINFO Art. 8º Os Órgãos Colgiados vinculados ao Instituto Nacional d Tcnologia - INT são: I - Conslho Técnico Cintífico - CTC II - Conslho Dirtor d Crtificação - CDC Art. 9º O INT srá dirigido por um Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública, por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 0. O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas às prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum, o Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art.. A Coordnação-Gral srá chfiada por Coordnador-Gral, as Coordnaçõs, por Coordnador as Divisõs, por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 2. As Sçõs, os Stors os Núclos srão dirigidos por Chf, cujas Funçõs Gratificadas srão providas plo Dirtor. Art. 3. Os ocupants dos Cargos m Comissão Funçõs Gratificadas srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação-Gral Rgional Art. 4. À Coordnação-Gral Rgional I - atuar junto às dmais coordnaçõs na captação d novos clints, grnciamnto d projtos articulação com agências d fomnto; II - suprvisionar zlar plo cumprimnto das açõs administrativas dsnvolvidas na unidad das orintaçõs normativas manadas dos órgãos cntral storial da AGU do TCU; III - articular coordnar as atividads do INT rlacionadas às fundaçõs d apoio; IV - struturar, suprvisionar coordnar a xcução das atividads d licitaçõs, contratos convênios, grnciamnto d projtos spciais, d crtificação, d stratégias d comunicação; V - coordnar o provimnto dos rcursos ncssários ao custio das atividads d crtificação, d stratégias, d comunicação, d licitaçõs, contratos convênios d grnciamnto d projtos spciais; VI - coordnar os assuntos rlativos a instrumntos contratuais d convênios junto aos rsponsávis plas unidads da strutura rgimntal do INT; VII - ncaminhar à Advocacia Gral da União - AGU a tramitação dos procssos d licitação, contratos convênios, subsídios para a rprsntação judicial xtrajudicial, rlativamnt aos procssos m qu o INT stivr citado; VIII - acompanhar do ponto d vista lgal a xcução dos acordos, contratos convênios firmados com o INT, sinalizando a ncssidad d providências cabívis; IX - apoiar orintar os fiscais d contratos convênios, na xcução dsts, bm como xaminar as propostas d aplicação d pnalidads, dirito a ampla dfsa publicaçõs lgais prvistas. Art. 5. À Divisão d Crtificação I - grnciar opracionalizar as atividads inrnts ao Organismo d Crtificação d Produtos - OCP do INT, no âmbito do Sistma Brasiliro d Avaliação da Conformidad; II - grnciar opracionalizar as atividads inrnts a outras dsignaçõs do INT para atividads d crtificação;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 35 III - implmntar a política d crtificação stablcr programas d crtificação rlacionados às áras d intrss do INT; IV - participar das açõs dcorrnts d avaliaçõs intrnas xtrnas suas corrlaçõs com a ára d avaliação da conformidad crtificação; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 6. À Divisão d Estratégias I - propor mtodologia, critérios implmntar as açõs rlativas ao planjamnto stratégico da Instituição; II - ralizar studos d tndências cnários; III - participar das atividads d coopração intrnacional; IV - subsidiar as açõs institucionais rlativas à intgração da programação física, a xcução orçamntário-financira a laboração d rlatórios; V - ralizar acompanhar os procssos d avaliação intrna xtrna do dsmpnho institucional; VI - grnciar a xcução do plano stratégico do INT, bm como a volução dos indicadors d dsmpnho institucional; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 7. À Divisão d Comunicação I - rforçar a xposição das comptências dos rsultados do INT para a socidad, através da implmntação d uma política d comunicação popularização da ciência; II - coordnar, promovr organizar a participação m vntos xtrnos intrnos d rprsntação institucional; III - planjar ralizar as atividads rlativas ao crimonial do INT; IV - laborar informaçõs sobr projtos rsultados para publicaçõs na mídia m gral; V - agrgar organizar informaçõs consolidando-as m matrial d divulgação institucional; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção II Da Coordnação d Gstão Tcnológica Art. 8. À Coordnação d Gstão Tcnológica I - struturar, suprvisionar coordnar a xcução d projtos atividads d gstão da inovação tcnológica, da qualidad, d informação prospcção, d transfrência coopração tcnológica, comrcialização protção intlctual da produção do INT; II - propor a política da qualidad coordnar a laboração d programas da qualidad, bm como suprvisionar a sua implantação xcução; III - grnciar o provimnto d rcursos ncssários ao dsnvolvimnto das atividads d gstão da inovação tcnológica da qualidad, d informação prospcção, d transfrência coopração tcnológica, comrcialização protção intlctual da produção do I N T; IV - grnciar contratos d transfrência d tcnologia d comrcialização dos produtos grados plas unidads intrnas d psquisas do INT sus tcnologistas, m consonância com as atribuiçõs dlgadas pla lgislação prtinnt; V - propor os mios financiros para rmunração dos psquisadors/invntors da apropriação dos diritos rmunratórios aufridos plo trabalho d criação d inovação tcnológica d acordo com os prcitos prvistos m Li. Art. 9. À Divisão d Gstão da Qualidad I - prstar assssoramnto suprior no âmbito das açõs spciais do INT rlacionadas à sua ára d atuação; II - xrcr a função das Scrtarias Excutivas do Comitê Gstor da Qualidad do Comitê Intrno do Programa da Exclência na Gstão do INT (CIPEG); III - orintar a struturação organização das atividads do INT no âmbito do Sistma d Gstão da Qualidad, stablcndo, laborando, implantando, monitorando, mantndo rvisando toda a documntação corrspondnt; IV - xcutar grnciar o Programa Anual d Calibração do INT; V - promovr a cultura da Qualidad da Gstão do INT com atividads d dsnvolvimnto organizacional, procssos d Mlhoria da Gstão da Qualidad auditorias intrnas da Qualidad. Art. 20. À Divisão d Inovação Tcnológica I - zlar pla manutnção da política institucional d stímulo à inovação, à protção das criaçõs, licnciamnto, outras formas d transfrência d tcnologia; II - avaliar classificar os rsultados dcorrnts d atividads projtos d psquisa d modo a idntificar as possibilidads d protção comrcialização; III - promovr a protção das criaçõs dsnvolvidas na instituição auxiliar as áras técnicas na laboração do rlatório d pdido d patnt, no Brasil no xtrior, na busca d antrioridads impditivas à concssão da patnt; IV - grnciar acompanhar a protção d diritos autorais d trabalhos técnicos, d programas computacionais, o procssamnto dos pdidos a manutnção dos títulos d propridad intlctual do I N T; V - avaliar os Projtos d Inovação Tcnológica para concdr aos psquisadors nvolvidos os bnfícios prvistos na Li d Inovação m consonância com a Política d Inovação do INT; VI - prstar assssoramnto consultoria no âmbito d sua comptência a órgãos públicos ntidads privadas, qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral com o INT; VII - acompanhar a lgislação sobr Propridad Intlctual as Políticas Públicas d Incntivo à Inovação bm como tomar as providências cabívis para a aplicação das normas vignts. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600035 Art. 2. À Sção d Informação Prospcção Tcnológica I - ralizar atividads d informação prospcção tcnológica, m tmas stratégicos para o INT, coordnar orintar projtos qu vism ao uso das frramntas d informação d prospcção tcnológica para as tcnologias mrgnts; II - articular com outros cntros d informação a busca d idntificação priorização d dmandas d informação nas áras d intrss do INT; III - ralizar o procssamnto técnico o prparo das obras adquiridas pla Bibliotca do INT, visando a consrvação disponibilização para mpréstimo; a gstão manutnção do softwar d grnciamnto d acrvos bibliográficos; a gstão das atividads da Bibliotca do INT; IV - buscar atividads d coopração junto a grupos d profissionais d informação, promovndo a troca d xpriência intrcâmbio d mlhorias dos srviços d informação; V - disponibilizar a produção cintífica do INT, tanto na bas d dados da Mmória Cintífica, como no Rpositório Institucional; VI - prstar srviços técnicos, no âmbito d sua comptência, à comunidad cintífica tcnológica, órgãos públicos, mprsas indústrias, na forma da lgislação m vigor. Sção III Da Coordnação d Ngócios Art. 22. À Coordnação d Ngócios I - prospctar oportunidads junto a mprsas outros parciros para ampliação da ofrta d projtos srviços tcnológicos com foco nas dmandas da socidad; II - promovr a uniformização das práticas d ngócios do INT stablcndo uma política d prços, mtodologia d laboração d orçamntos, modlos d contratos dmais instrumntos formais; III - promovr a implantação da atividad d grnciamnto d projtos no ambint corporativo m apoio às divisõs técnicas; IV - coordnar as atividads d prstação d srviços técnicos spcializados; V - grnciar a cartira d projtos srviços, quanto a sus prços, custos prazos; VI - idntificar intrnalizar no INT, d forma sistmática, as informaçõs rfrnts às divrsas fonts d financiamnto para projtos d psquisa, dsnvolvimnto assistência tcnológica, tanto no Brasil quanto no xtrior; VII - atuar na formação d mprsas d bas tcnológica rsultants dos produtos psquisas dsnvolvidos no INT visando sua ampla dissminação. Art. 23. À Sção d Incubação, Emprnddorismo Inovação I - grnciar as atividads d incubação d mprsas d bas tcnológica no INT, bm como a utilização d srviços, infrastrutura do spaço disponibilizado, mdiant convênios contratos formais stablcidos; II - dissminar a cultura do mprnddorismo no INT; III - rprsntar o INT m fóruns d mprnddorismo, parqus tcnológicos afins; IV - monitorar o nívl d satisfação das mprsas incubadas. Art. 24. Ao Stor d Srviços Técnicos Espcializados I - grnciar as atividads d prstação d srviços técnicos spcializados; II - mantr banco d dados atualizado com os rgistros dos srviços prstados, bm como o cadastro d usuários; III - intragir junto aos clints intrnos xtrnos do INT d forma a mlhor atndê-los; IV - monitorar o nívl d satisfação dos clints rlativo ao srviço prstado; V - provr informaçõs d carátr stratégico para a dirção do INT a partir das bass d dados disponívis d forma a ampliar a ofrta d srviços do INT. Sção IV Da Coordnação d Gstão Administrativa Art. 25. À Coordnação d Gstão Administrativa I - coordnar, struturar suprvisionar as açõs atividads d planjamnto plurianual, orçamnto, finanças, suprimnto gstão d pssoas, bm como os sistmas intgrados do govrno fdral; II - propor suprvisionar a conformidad, sgundo as normas vignts, dos procdimntos d naturza orçamntária, contábil, financira patrimonial, gstão d pssoas; III - criar condiçõs para assgurar a ficácia nos controls intrnos xtrnos, buscando garantir rgularidad na ralização da rcita da dspsa; IV - suprvisionar as atividads d orçamnto, finanças, administração d matrial d patrimônio, srviços importação, suprvisionar a aquisição d bns srviços da instituição; V - grnciar o provimnto rcursos ncssários ao dsnvolvimnto das atividads d gstão d orçamnto finanças, d gstão d suprimntos d gstão d pssoas; VI - promovr o cumprimnto das orintaçõs normativas manadas dos órgãos cntral storial d control; VII - coordnar suprvisionar a xcução das atividads d administração d pssoal, saúd, sgurança do trabalho, dsnvolvimnto capacitação do INT; VIII - coordnar açõs d dsnvolvimnto social através d atividads, projtos açõs d tcnologias sociais d sustntabilidad. Art. 26. À Divisão d Orçamnto Finanças I - promovr a concrtização d açõs atividads d orçamnto finanças, com vistas ao cumprimnto da visão missão institucionais; II - laborar o planjamnto do orçamnto anual plurianual incluindo a dfinição da stimativa d rcita; III - xcutar a alocação intrna do orçamnto conform dfinição da Dirção; IV - grnciar a xcução orçamntária financira; V - acompanhar os balancts financiros dos projtos financiados por fonts xtrnas; VI - laborar o Rlatório d Gstão do xrcício anual; VII - acompanhar a xcução orçamntária financira d transfrência d rcursos da União mdiant convênios contratos d rpass; VIII - buscar o aprimoramnto contínuo do control orçamntário financiro; IX - suprvisionar controlar as atividads dsnvolvidas na Sção d Finanças - SEFI. Art. 27. À Sção d Finanças I - ftuar os rgistros rfrnts à xcução orçamntária financira no Sistma Intgrado d Administração Financira do Govrno Fdral; II - ftuar classificaçõs contábis da rcita da dspsa, d acordo com o Plano d Contas da União; III - ralizar control acompanhamnto da arrcadação da rcita das prstaçõs d srviços tcnológicos; IV - grnciar a xcução do srviço d concssão, missão rgistro d diárias passagns; V - idntificar classificar a naturza dos dpósitos ftuados por mio d Guia d Rcolhimnto da União no Sistma Intgrado d Administração Financira do Govrno Fdral; VI - xcutar a rtnção dos tributos fdrais oriundos dos pagamntos d bns/srviços missão d Rlatório Anual para o INSS Rcita Fdral; VII - organizar mantr o arquivo dos procssos d aquisiçõs d bns srviços. Art. 28. À Divisão d Suprimntos I - planjar, xcutar acompanhar as açõs rlativas à administração d matrial d patrimônio, contratos, srviços importação; II - suprvisionar a aquisição d bns srviços, no País no xtrior, atndndo às ncssidads das unidads do INT, no âmbito do Sistma Intgrado d Administração d Srviços Grais, obsrvada a lgislação m vigor no qu s rfr a licitaçõs; III - acompanhar o rgistro, cadastro psquisa d forncdors no Sistma Intgrado d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF; IV - ftuar o acompanhamnto d compras o cumprimnto d prazos d ntrga d bns srviços; V - acompanhar o suprimnto, rgistro, distribuição, dspacho control dos matriais d uso comum dstinados ao atndimnto das ncssidads d consumo dos usuários intrnos; VI - grnciar o fchamnto d câmbio d importação xportação, bm como o dsmbaraço alfandgário os dmais rgistros prtinnts à ntrada ou saída d bns do País; VII - suprvisionar os trabalhos rlativos ao lvanta mnto atualização do invntário patrimonial dos bns móvis imóvis, no âmbito do Sistma d Patrimônio da União - SPIU; VIII - grnciar a classificação do cadastro d bns móvis, a codificação catalogação do matrial prmannt, bm como a movimntação saída d matrial prmannt mdiant atualização dos rlatórios d carga trmos d rsponsabilidad, d procssos d dsfazimnto baixa d bns patrimoniais; IX - suprvisionar controlar as atividads dsnvolvidas no Núclo d Srviços Importação. Art. 29. Ao Núclo d Srviços Importação I - procssar aquisição d srviços rquisitados, no âmbito do INT, acompanhar sua xcução; II - organizar, controlar laborar rlação d bns, matriais srviços a srm importados, sgundo a prvisão prioridads do I N T; III - providnciar organizar documntação ncssária à formação d procssos d importação, fchamnto d câmbio d dsmbaraço aduaniro; IV - orintar, xcutar acompanhar os procdimntos d importação, fchamnto d câmbio d dsmbaraço aduaniro; V - acompanhar mantr atualizada a rgulamntação das atividads d importação, inclusiv aqulas rlacionadas aos procdimntos d isnção fiscal d rgims spciais d intrnalização d bns, matriais srviços. Art. 30. À Divisão d Gstão d Pssoas I - grnciar acompanhar açõs institucionais rlativas aos divrsos aspctos da gstão d pssoas, m spcial no qu tang ao dsnvolvimnto pssoal, capacitação trinamnto, saúd dsnvolvimnto social do INT; II - promovr atividads institucionais buscando garantir rcursos humanos adquados para o funcionamnto crscimnto do I N T; III - acompanhar o Plano d Carriras d Ciência Tcnologia fazr o nquadramnto funcional dos srvidors, prstando apoio técnico-administrativo às comissõs spcíficas d avaliação d dsmpnho, do plano d carriras, consolidando a avaliação d dsmpnho dos srvidors, com vistas à progrssão promoção funcional; IV - grnciar as atividads rlacionadas à adquação da força d trabalho do INT, idntificando os prfis d comptência funcional; V - promovr a política d incntivo stímulo ao dsnvolvimnto capacitação d srvidors; VI - grnciar a movimntação d pssoal através da anális, acompanhamnto implmntação das atividads rlacionadas com a lotação;

36 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VII - grnciar implmntar programas açõs rlativas as atividads d srviços d saúd para o quadro funcional do INT acompanhar as licnças médicas dos srvidors, submtndo à Prícia Médica Oficial, quando prtinnt; VIII - grnciar as atividads d cadastro pagamnto d pssoal ativo, inativo pnsionista da instituição, no âmbito dos Sistmas Intgrados do Govrno Fdral; IX - grnciar acompanhar as atividads dos Programas d concssão d stagio d bolsas para atividads stratégicas d psquisa, dsnvolvimnto gstão; X - grnciar acompanhar os procssos d capacitação d pós-graduação dos srvidors do INT; XI - grnciar a xcução anual do plano d capacitação do quadro funcional do INT no país no xtrior; XII - grnciar as açõs d dsnvolvimnto social através d atividads, projtos açõs d tcnologias sociais sustntabilidad; XIII - suprvisionar controlar as atividads dsnvolvidas na Sção d Pssoal no Núclo d Dsnvolvimnto Social. Art. 3. À Sção d Pssoal I - implmntar, opracionalizar controlar as atividads d administração d pssoal, rlativas ao cadastro pagamnto d pssoal ativo, inativo pnsionistas, cumprindo fazndo cumprir as orintaçõs normativas do órgão cntral do Sistma d Administração d pssoal Civil - SIAPE do Ministério do Planjamnto; II - analisar instruir procssos d srvidors, aposntados pnsionistas rlativos à lgislação d pssoal; III - procssar m folha d pagamnto a concssão d bnfícios assistnciais rlativos a auxílio crch, auxílio transport, auxílio alimntação assistência médica, na forma da lgislação procdimntos m vigor; IV - ftuar o rgistro, control, atualização acompanhamnto dos sistmas d frquência, dados cadastrais d srvidors, rcadastramnto d inativos pnsionistas, marcação usufruto d férias d pssoal ativo, prnchimnto d cargos funçõs d confiança, acumulação d cargos funçõs, admissão xonração d srvidors publicação d portarias; V - xpdir idntidad funcional, crachás d idntificação, crtidõs d tmpo d srviço atstados dclaraçõs à vista dos assntamntos funcionais; VI - mitir atualizar crtidõs ngativas d débito rlativas às obrigaçõs patronais; VII - laborar xpdir o Boltim d Pssoal, contndo todos os atos publicaçõs prtinnts à ára d pssoal, d intrss dos srvidors da instituição; VIII - cadastrar acompanhar os atos administrativos d pssoal civil d ntrada saída d srvidors, aposntadorias, pnsõs junto ao Sistma d Cadastro d Atos Civis -SISAC do Tribunal d Contas da União; IX - cadastrar nviar informaçõs rlativas à GFIP RAIS, conform lgislação d pssoal m vigor; X - zlar pla guarda atualização das informaçõs d documntos rlativos aos srvidors ativos, inativos, pnsionistas xsrvidors. Art. 32. Ao Núclo d Dsnvolvimnto d Tcnologia Social I - articular, fomntar propor projtos d tcnologias para o dsnvolvimnto social projtos d sustntabilidad d tcnologias sociais nvolvndo parciros intrnos, xtrnos o stor produtivo; II - planjar xcutar o programa d rsponsabilidad social corporativa orintando a prática dssa rsponsabilidad plas unidads organizacionais do INT; III - articular fortalcr parcrias intrnas xtrnas para a struturação d projtos tcnológicos, culturais sociais; IV - articular, participar rprsntar a instituição nos fóruns nas rds d Tcnologia Social, Mobilização Social, Sustntabilidad Rsponsabilidad Social Corporativa; V - viabilizar programas d Qualidad d Vida no Trabalho, buscando a ampliação das oportunidads d convívio social no INT, stimulando a criatividad, o dsnvolvimnto do spírito d quip d ajuda mútua no ambint d trabalho. Sção V Da Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico Art. 33. À Coordnação d Dsnvolvimnto Tcnológico I - struturar, suprvisionar coordnar a xcução d projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d nsaios m matriais produtos, química analítica, procssamnto caractrização d matriais, dsnho industrial nanotcnologia; II - propor, orintar incntivar a laboração d projtos d psquisa dsnvolvimnto tcnológico, bm como a ofrta d srviços tcnológicos a capacitação d rcursos humanos; III - coordnar acompanhar a cartira d projtos stratégicos, objto d convênios contratos firmados com o INT; IV - incntivar a transfrência d tcnologia prstação d srviços técnicos no âmbito d sua comptência; V - promovr a manutnção modrnização das instalaçõs físicas dos laboratórios, quipamntos, instrumntos padrõs d rfrência, visando ao cumprimnto ficint dos objtivos dos projtos, contratos prstação d srviços técnicos sob sua rsponsabilidad, m consonância com o Sistma d Gstão da Qualidad do INT; VI - dar suport técnico às ngociaçõs para a clbração d convênios, acordos contratos, com ntidads nacionais intrnacionais. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600036 Art. 34. À Divisão d Ensaios m Matriais Produtos I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d nsaios mcânicos, nsaios mtalográficos anális d falhas d matriais mtálicos, avaliação da conformidad d produtos para a saúd dfsa do consumidor; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias, na forma da lgislação m vigor; III - prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d ducação xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, d dsnvolvimnto tcnológico d inovação obtidos, através d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 35. À Divisão d Química Analítica I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação, nas áras d química analítica orgânica, inorgânica ambintal m rds xtrnas intrnas; II - atndr as dmandas intrnas do INT m química analítica através d parcrias com ênfas m projtos, contratos, convênios coopraçõs; III - prstar assssoramnto transfrir tcnologia a órgãos públicos ntidads privadas, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços, mitir rlatórios parcrs técnicos, no âmbito d sua comptência, à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação, por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 36. À Divisão d Procssamnto Caractrização d Matriais I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d matriais produtos crâmicos poliméricos tcnologia d pós-crâmicos mtálicos; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias; III - prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa d dsnvolvimnto tcnológico, por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 37. À Divisão d Dsnho Industrial I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d rgonomia, antropomtria, biomcânica, simulação m cnários virtuais, utilizando modlos humanos digitais 3D, prototipagm, modlagm tridimnsional no dsnvolvimnto avaliação d produtos; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias, na forma da lgislação m vigor; III - prstar assssoramnto a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, d dsnvolvimnto tcnológico inovação por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Sção VI Da Coordnação d Tcnologias Aplicadas Art. 38. À Coordnação d Tcnologias Aplicadas I - struturar, suprvisionar coordnar a xcução d projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d corrosão dgradação, catális procssos químicos, ngnharia d avaliaçõs d produção, nrgia; II - propor, orintar incntivar a laboração d projtos d psquisa dsnvolvimnto tcnológico, bm como a ofrta d srviços tcnológicos capacitação d rcursos humanos; III - coordnar acompanhar a cartira d projtos stratégicos, objto d convênios contratos firmados com o INT; IV - incntivar a transfrência d tcnologia prstação d sr viços técnicos no âmbito d sua comptência; V - promovr a manutnção modrnização das instalaçõs físicas dos laboratórios, quipamntos, instrumntos padrõs d rfrência, visando ao cumprimnto ficint dos objtivos dos projtos, contratos prstação d srviços técnicos sob sua rsponsabilidad, m consonância com o Sistma d Gstão da Qualidad do INT; VI - dar suport técnico às ngociaçõs para a clbração d convênios, acordos contratos com ntidads nacionais intrnacionais. Art. 39. À Divisão d Catális Procssos Químicos I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação na ára d procssos catalíticos; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias; III - prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, d dsnvolvimnto tcnológico inovação por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 40. À Divisão d Corrosão Dgradação I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d prvnção, control anális d falhas por corrosão, protção anticorrosiva, avaliação d produtos, procssos da intgridad d componnts quipamntos, matriais rvstidos, ltroquímica corrosão/dgradação compatibilidad d matriais produtos frnt a biocombustívis; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias; III - prstar assssoramnto consultoria a órgão s públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VI - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, d dsnvolvimnto tcnológico inovação, por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 4. À Divisão d Enrgia I - propor, coordnar, xcutar orintar projtos d psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d combustívis, ficiência nrgética nrgia rnovávl, buscando o alinhamnto com as dmandas da socidad foco d atuação do I N T; II - transfrir tcnologia prstar srviços técnicos no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias; III - prstar assssoramnto consultoria a órgãos públicos ntidads privadas qu tnham clbrado contratos, convênios, ajusts acordos m gral; IV - prstar srviços mitir rlatórios parcrs técnicos, m conformidad com normas técnicas nacionais intrnacionais rconhcidas; V - participar m rds intrnas xtrnas d forma a grar maior sinrgia m suas ntrgas; VI - laborar participar d cursos d xtnsão nas áras d sua comptência; VII - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados obtidos d psquisas, inovação d dsnvolvimnto tcnológico, por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios. Art. 42. À Divisão d Engnharia d Avaliaçõs d Produção I - participar d soluçõs tcnológicas compltas srviços com missão d Parcrs Rlatórios Técnicos na ára d ngnharia, m conformidad com normas técnicas; II - promovr o dsnvolvimnto d soluçõs d gstão da produção d srviços; III - atuar m psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d comptência; IV - atuar m rds d parcria com univrsidads, instituiçõs públicas mprsas d bas tcnológica; V - transfrir, prsrvar difundir o conhcimnto tcnologia grados por srvidors, bolsistas contratados; VI - prstar srviços técnicos transfrir tcnologias no âmbito d sua comptência à comunidad cintífica, órgãos públicos, mprsas indústrias; VII - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa, d dsnvolvimnto tcnológico inovação por mio d congrssos, sminários, palstras, artigos outros mios.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 37 Sção VII Da Coordnação d Logística Infrastrutura Art. 43. À Coordnação d Logística Infrastrutura I - coordnar acompanhar a xcução das atividads rlativas à ngnharia d instalaçõs prdiais, administração do prédio, transports, comunicação administrativa guarda d documntos; II - coordnar acompanhar as atividads d infrastrutura logística d tcnologia da informação, m conformidad com a política d TI; III - suprvisionar a ocupação do spaço físico da sd do INT participar da dfinição d áras infrastrutura para o dsnvolvimnto das atividads atuais futuras; IV - intragir com as dmais coordnaçõs na laboração do planjamnto técnico administrativo, buscando a sustntabilidad do I N T; V - acompanhar os contratos d prstação d srviços d infrastrutura logística; VI - promovr a sgurança patrimonial, sgurança do trabalho, manutnção modrnização das instalaçõs d infrastrutura logística; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 44. À Divisão d Administração Prdial d Engnharia I - grnciar acompanhar as atividads rlativas às instalaçõs prdiais, administração do prédio, transports, comunicação administrativa guarda d documntos; II - grnciar acompanhar as atividads d Sgurança do Trabalho, Brigada d Incêndio dos Sistmas d Sgurança; III - monitorar o uso do spaço físico da sd do INT, intragindo com as dmais unidads organizacionais no planjamnto implmntação d projtos; IV - propor grnciar plano d aquisição, manutnção substituição da frota d vículos do INT; V - grnciar acompanhar os contratos d prstação d srviços d administração prdial d ngnharia; VI - suprvisionar controlar as atividads dsnvolvidas no Stor d Srviços Grais, Núclo d Manutnção Núclo d Instalaçõs Prdiais; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 45. Ao Stor d Srviços Grais I - grnciar as açõs rlativas à sgurança patrimonial, rcpção, protocolo, control distribuição d corrspondências, malot, guarda d documntos m arquivo gral, limpza consrvação, srviços d transport, stacionamnto, srviços d rtirada d lixo ntulho outros ncssários a logística d srviços grais; II - agrgar, organizar xcutar os controls da utilização dos rcursos disponibilizados atividads ralizadas; III - propor a modrnização das atividads opracionais d srviços grais; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 46. Ao Núclo d Manutnção I - xcutar acompanhar as atividads dos contratos d manutnção d quipamntos d uso gral d laboratórios; II - avaliar priodicamnt os srviços prstados para as áras clints, consolidando os dados m rlatórios programas d mlhoria; III - promovr a modrnização dos quipamntos utilitários acssórios às instalaçõs prdiais; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 47. Ao Núclo d Instalaçõs Prdiais I - grnciar acompanhar as açõs rlativas à manutnção das instalaçõs prdiais létrica, hidráulica, civil, combat a incêndios, gás, sgoto águas pluviais; II - acompanhar a xcução dos contratos d obras rformas civis das concssionárias públicas; III - coordnar /ou participar do planjamnto xcução d projtos d obras rformas m gral; IV - agrgar, organizar xcutar os controls da utilização dos rcursos disponibilizados das atividads ralizadas; V - acompanhar promovr a modrnização das instalaçõs m consonância com o programa d sustntabilidad sgurança higin do trabalho; VI - xcutar /ou participar da laboração da programação anual das atividads, trmos d rfrncia, contratos d manutnção aquisição d matrial prmannt prtinnt ao Núclo; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 48. À Divisão d Tcnologia da Informação I - propor grnciar a xcução atualização do Plano Dirtor d Tcnologia da Informação; II - grnciar os rcursos d tcnologia d informação nas atividads do INT, prstando orintação técnica normativa m consonância com as mlhors práticas d gstão d TI; III - grnciar suprir as ncssidads d rcursos d TI no INT, visando à padronização, compatibilidad, racionalização otimização dos invstimntos; IV - grnciar fiscalizar as instalaçõs, modificaçõs, compatibilidads, funcionalidads trinamntos dos rcursos d TI; V - provr suport na utilização da infrastrutura d TI, hardwar, softwar aplicativos, homologação d softwars, rd d dados, tlfonia, imprssão, sistmas corporativos os dsnvolvidos intrnamnt; VI - acompanhar a volução das mlhors práticas tcnológicas com foco na sustntabilidad do programa d TI Vrd buscar o aprimoramnto contínuo na govrnança d TI stablcida plo govrno fdral; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600037 VII - grnciar fiscalizar, no âmbito técnico, os contratos d prstação d srviços d TI; VIII - auditar fazr cumprir todas as políticas d TI implantadas d acordo com as normas procdimntos vignts; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico Cintífico Art. 49. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do INT. Art. 50. O CTC contará com onz mmbros, todos dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do INT, qu o prsidirá; II - um Coordnador do INT; III - três srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; IV - três mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do INT; V - três mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do INT. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos III, IV V trão o mandato d três anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso III srão indicados a partir d lista d cinco noms obtidos a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad d Psquisa, ntr srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, Dsnvolvimnto Tcnológico Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; b) os do inciso II, IV V srão indicados plo Dirtor. Art. 5. Ao CTC I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho dos srvidors das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, por intrmédio d um d sus mmbros xtrnos ao INT, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 52. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno produzido plo próprio Conslho. Sção II Conslho Dirtor d Crtificação Art. 53. O Conslho Dirtor d Crtificação - CDC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads d avaliação crtificação d produtos procssos. Art. 54. O CDC contará com até st mmbros trá a sguint composição: I - o Dirtor do INT, qu o prsidirá; II - coordnador do INT; III - rprsntants d órgãos da Administração Pública Entidads Rguladoras atuants m áras afins às do INT; IV - rprsntant d ntidads d protção ao consumidor; V - rprsntant d sgmntos mprsariais. Parágrafo único. Os mmbros rfridos nos incisos II, III, IV V srão nomados plo Dirtor. Art. 55. Ao CDC compt pronunciar-s a rspito: I - da política d crtificação do INT suas prioridads; II - do rlatório anual d atividads d crtificação d sus rsultados; III - d outras solicitaçõs ftuadas plo Dirtor, no âmbito d sua atuação. Art. 56. O funcionamnto do CDC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 57. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do INT, obsrvada a comptência para ss fito, fixada m ato próprio; II - xrcr a rprsntação do INT; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - convocar prsidir as runiõs do Conslho Dirtor d Crtificação - CDC; V - stablcr divulgar a política objtivos da qualidad no INT; VI - zlar pla imparcialidad pla isnção d conflitos d intrss nas atividads d crtificação do INT; VII - mitir crtificados para os quais o INT for dsignado como ntidad crtificadora; VIII - concdr diplomas crtificados; IX - aprovar a tabla d prços dos srviços técnicos prstados a trciros, bm como fixar prços para vnda d produtos tcnologias grados plo INT. Parágrafo único. As atribuiçõs rfridas nst artigo podm sr subdlgadas. Art. 58. Ao Coordnador-Gral, aos Coordnadors aos Chfs incumb: I - zlar plo alcanc da Visão do INT prvista m su Plano Dirtor da Unidad - PDU, m consonância com sua missão; II - participar na dfinição d políticas, dirtrizs mtas do I N T; III - xrcr a Rsponsabilidad Social Corporativa, buscando o quilíbrio ntr os dsmpnhos ambintais, sociais conômicos; IV - coordnar o rlacionamnto do INT com instituiçõs nacionais, strangiras intrnacionais; V - promovr a divulgação nacional intrnacional dos rsultados d psquisa d dsnvolvimnto tcnológico; VI - suprvisionar as atividads inrnts à rspctiva Coordnação-Gral, Coordnaçõs, Divisõs, Srviços, Sçõs, Stors Núclos, assgurando o complto cumprimnto da missão finalidad do INT; VII - praticar os dmais atos ncssários à conscução dos objtivos d sua unidad, bm como aquls qu lhs form atribuídos plo Dirtor; VIII - mantr buscar a modrnização das instalaçõs físicas d quipamntos sob sua rsponsabilidad, visando ao cumprimnto ficint das atividads, m consonância com o Sistma d Gstão da Qualidad do INT; IX - capacitar rcursos humanos m suas áras d comptência. Art. 59. Compt ainda, aos Chfs d Divisõs, Sçõs, Stors Núclos: I - participar na dfinição das mtas institucionais; II - promovr, dsnvolvr xcutar as atividads prvistas nas suas comptências; III - spcificar planos d atuação da ára d sua comptência rlatórios d avaliação dos rsultados institucionais; IV - mantr atualizada a informação rlativa aos indicadors d dsmpnho da ára nos sistmas formais institucionais; V - agrgar organizar informaçõs consolidando-as m rlatórios outros documntos similars; VI - xrcr a Rsponsabilidad Social Corporativa, buscando a sustntabilidad no quilíbrio ntr os dsmpnhos ambintais, sociais conômicos; VII - atuar m parcrias intrnas buscando a racionalidad dos rcursos, a clridad a transvrsalidad m suas açõs, pautadas na ficácia, ficiência ftividad; VIII - atuar m consonância com o Sistma d Gstão da Qualidad proposto para o INT. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 60. O INT clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MC- TIC, um trmo compromisso d gstão do INT com a DPO no qual qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência tcnológica. Art. 6. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do INT, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do INT. Art. 62. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.57, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877 d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Laboratório Nacional d Astrofísica, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 828, d 27 d novmbro d 2003, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 28 d novmbro d 2003, nº 805, d 24 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 26 d outubro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO NACIO- NAL DE ASTROFÍSICA CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Laboratório Nacional d Astrofísica - LNA é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência Tcnologia - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O LNA é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005.

38 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Art. 3º A sd do LNA stá localizada à Rua Estados Unidos nº 54, Bairro das Naçõs, na cidad d Itajubá, Estado d Minas Grais, ond s ncontra instalada sua administração cntral part d sus laboratórios. Art. 4º O LNA tm por finalidad planjar, dsnvolvr, provr, oprar coordnar os mios a infrastrutura para fomntar, d forma cooprada, a astronomia obsrvacional brasilira. Art. 5º Ao Laboratório Nacional d Astrofísica - LNA I - mantr oprar o Obsrvatório do Pico dos Dias outros sob sua rsponsabilidad; II - assgurar o acsso a toda a comunidad cintífica afim, aos tlscópios instrumntos priféricos para as obsrvaçõs noturnas, sgundo o plano d distribuição d tmpo d tlscópio, obsrvado o disposto no prsnt Rgimnto; III - xcutar programas, projtos atividads d psquisa dsnvolvimnto tcnológico; IV - promovr, stablcr mantr rlacionamnto d coopração intrcâmbio técnico-cintífico com ntidads nacionais intrnacionais, obsrvadas as comptências spcíficas das unidads da administração cntral do MCTIC; V - xrcr, no País, o papl d Scrtaria Nacional dos consórcios intrnacionais GEMINI SOAR outros qu form firmados, no su âmbito d atuação; VI - proporcionar trinamnto aprfiçoamnto cintífico tcnológico, bm como colaborar, s for o caso, com as instituiçõs d nsino suprior, técnico cntros d psquisa; VII - incntivar a formação, o aprfiçoamnto a intgração d rcursos humanos, nas áras afins, primordialmnt as rlativas a psquisadors m fas d pós-graduação pós-doutorado; VIII - avaliar, planjar coordnar os mios a infrastrutura para a astronomia obsrvacional brasilira; IX - coordnar iniciativas projtos d intrss comum da comunidad astronômica nacional para ampliar o scopo da psquisa no País; X - projtar, construir, instalar, dsnvolvr, oprar mantr tlscópios, instrumntação priférica, máquinas quipamntos d astronomia afins; XI - fomntar difundir o conhcimnto m astronomia no País; XII - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis; XIII - criar mcanismos d captação d novos rcursos financiros para psquisa ampliar rcitas próprias. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Laboratório Nacional d Astrofísica - LNA tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação do Obsrvatório do Pico dos Dias - CO- OPD a) Srviço d Opraçõs - SEOPE b) Srviço d Suport Logístico do Obsrvatório do Pico dos Dias - SELOG II - Coordnação d Engnharia Dsnvolvimnto d Projtos - COEDP III - Coordnação d Astrofísica - COAST IV - Coordnação d Administração - COADM Art. 7 Os Órgãos Colgiados vinculados ao Laboratório Nacional d Astrofísica - LNA são: I - Conslho Técnico-Cintífico - CTC II - Comissõs d Programas - CP Art. 8º O LNA srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art. 0. As coordnaçõs do LNA srão chfiadas por Coordnador os srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600038 CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação do Obsrvatório do Pico dos Dias Art. 2. À Coordnação do Obsrvatório do Pico dos Dias I - coordnar suprvisionar as atividads técnico-opracionais rlacionadas ao Obsrvatório do Pico dos Dias - OPD; II - coordnar suprvisionar a opração, manutnção a otimização dos tlscópios instrumntos priféricos do OPD; III - laborar, junto com o Prsidnt da CP rsponsávl pla distribuição d tmpo nos tlscópios do OPD, ou pssoa indicada por l, o plano d distribuição d tmpo d tlscópio; IV - submtr o plano d distribuição d tmpo d tlscópio do OPD ao Dirtor para homologação; V - grnciar a manutnção dos tlscópios instrumntos priféricos do OPD; VI - mantr rnovar priodicamnt a aluminização dos splhos dos tlscópios; VII - coordnar a xcução d mdidas stratégicas práticas ncssárias ao aprimoramnto dos rcursos no OPD; VIII - dcidir sobr qustõs mrgnciais d qualqur naturza rlacionadas ao OPD, na ausência do Dirtor do su substituto vntual; IX - xcutar srviços d manutnção das instalaçõs d tlscópios, d sus instrumntos priféricos, das cúpulas as dmais instalaçõs dos prédios do OPD; X - xcutar a manutnção prvntiva corrtiva d sistmas létrico-ltrônicos; XI - ftuar a construção d pqunos dispositivos dstinados ao suport d obsrvaçõs astronômicas; XII - prstar, dntro da sua ára d atuação, srviços técnicos aos dmais órgãos do LNA, dsd qu não intrfiram nas opraçõs normais da COOPD; XIII - articular junto a COAST o banco d dados obsrvacionais do OPD; XIV - articular as atividads d sua ára d atuação com as do SEOPE SELOG; XV - suprvisionar as atividads do SEOPE SELOG; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. Ao Srviço d Opraçõs I - mantr consrvar instrumntos, priféricos, tlscópios cúpulas no qu s rfr à limpza d sus componnts manutnçõs normais priódicas, solicitando à COOPD os srviços d manutnção corrtiva prvntiva qu s fizrm ncssários; II - grnciar todos os procdimntos das obsrvaçõs rmotas junto aos psquisadors solicitants dst modo d opração, disponibilizando os tlscópios priféricos m conformidad com os projtos obsrvacionais forncndo as informaçõs orintaçõs ncssárias; III - prstar, dntro da sua ára d atuação, srviços técnicos aos dmais órgãos do LNA; IV - articular as atividads d sua ára d atuação com as da COOPD; V - configurar disponibilizar os tlscópios instrumntos priféricos para as obsrvaçõs noturnas, sgundo o plano d distribuição d tmpo d tlscópio d acordo com as spcificaçõs solicitadas; VI - atndr assistir os astrônomos usuários na xcução das suas missõs obsrvacionais; VII - ralizar manutnçõs corrtivas mrgnciais, rlativas às opraçõs dos tlscópios, m príodo diurno noturno, quando solicitado; VIII - idntificar problmas pontos fracos na opração dos tlscópios do OPD ncaminhar rlatório à Coordnação para providências; IX - grnciar solicitar os matriais ncssários para a consrvação manutnção da instrumntação opração dos tlscópios; X - ralizar anualmnt junto com a COOPD a rlação d atividads ncssidads para o próximo príodo; XI - informar, consultar, articular discutir as atividads d sua ára d atuação dirtamnt à COOPD; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 4. Ao Srviço d Suport Logístico do Obsrvatório do Pico dos Dias - OPD I - oprar as instalaçõs d hotlaria o rstaurant no OPD; II - mantr as instalaçõs prdiais no OPD (xcto as cúpulas dos tlscópios, qu são d rsponsabilidad do COOPD), obsrvando as ncssidads spcíficas das dmais unidads do LNA qu atuam no OPD; III - organizar xcutar o transport d pssoal matrial para o OPD; IV - mantr o acsso ao OPD m bom stado; V - cuidar da ára florstal do OPD; VI - zlar plo patrimônio pla sgurança no OPD; VII - informar, consultar, articular discutir as atividads d sua ára d atuação dirtamnt à COOPD; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no su campo d atuação; Sção II Da Coordnação d Engnharia Dsnvolvimnto d Projtos Art. 5. À Coordnação d Engnharia Dsnvolvimnto d Projtos I - coordnar, suprvisionar orintar as atividads d dsnvolvimnto, construção modificaçõs d instrumntos cintíficos, dstinados aos obsrvatórios do LNA; II - obtr dsnvolvr tcnologia nas áras d ltrônica, automação control, programação d computadors, mcânica, óptica instrumntação astronômica, inclusiv tlscópios; III - ralizar studos d viabilidad para construção d instrumntos astronômicos; IV - laborar projtos d instrumntos astronômicos; V - laborar projtos ópticos, mcânicos ltrônicos d instrumntos astronômicos; VI - spcificar slcionar dttors, componnts sistmas para instrumntos astronômicos, quipamntos voltados para astronomia instrumntação astronômica; VII - planjar xcutar projtos instrumntais concbidos pla própria coordnação ou por outras unidads do LNA; VIII - laborar softwar d control para os instrumntos construídos; IX - instalar intgrar os instrumntos construídos ou modificados; X - laborar divulgar a documntação dos aspctos técnicos d todos os instrumntos construídos; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Da Coordnação d Astrofísica Art. 6. À Coordnação d Astrofísica, I - dsnvolvr ralizar atividads cintíficas, qu xijam conhcimnto spcífico da astronomia obsrvacional; II - caractrizar comissionar instrumntos cintíficos utilizados no OPD m outros obsrvatórios sob rsponsabilidad dirta do LNA; III - documntar procdimntos obsrvacionais dstinados ao auxílio a astrônomos usuários dos obsrvatórios sob rsponsabilidad dirta do LNA; IV - dsnvolvr psquisa cintífica; V - laborar programas para tratamnto rdução d dados cintíficos; VI - grnciar o Banco d Dados Obsrvacionais do LNA; VII - suprvisionar a bibliotca do LNA; VIII - concbr projtos instrumntais; IX - colaborar, dntro da sua capacidad, com as dmais coordnaçõs afins, na construção, otimização manutnção dos tlscópios instrumntos cintíficos sob rsponsabilidad do LNA; X - cooprar, fac solicitação da COPD, com as atividads opracionais dos tlscópios do OPD; XI - assssorar os astrônomos usuários d programas do LNA prparação xcução d obsrvaçõs; XII - assssorar as CP no julgamnto dos pdidos d tmpo na prparação dos planos d distribuição d tmpo d tlscópio; XIII - xcutar tarfas opracionais advindas da rsponsabilidad do LNA como scritório nacional dos Projtos Gmini SOAR dmais projtos qu possam futuramnt ficar sob rsponsabilidad do LNA; XIV - ralizar divulgação das atividads do LNA dos obsrvatórios sob sua rsponsabilidad, junto ao público xtrno, para lvar na população do grau do conhcimnto da astronomia do LNA; XV - organizar visitas públicas ao OPD, com ênfas no atndimnto d scolas; XVI - stablcr contatos com a mídia por intrmédio d notícias informaçõs sobr ralizaçõs vntos cintíficos; XVII - organizar a participação do LNA m xposiçõs, firas vntos smlhants, distribuição d matrial d divulgação dmais mdidas adquadas a cada vnto; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção IV Da Coordnação d Administração Art. 7. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d rcursos humanos, contabilidad, orçamnto, finanças, matrial, patrimônio, almoxarifado, compras, suprimntos, importação, documntação, protocolo, arquivo, zladoria, vigilância, transport, manutnção, trcirização, srviços grais os dmais aspctos administrativos, inclusiv contratos convênios; II - coordnar suprvisionar as atividads lvantamnto d ncssidads d pssoal d prparar atos rlacionados a ingrsso, xrcício afastamnto, tmporário ou dfinitivo, d srvidors; III - suprvisionar acompanhar os procdimntos d control d férias, frquência licnças dos srvidors ncaminhamntos à junta médica, para fins d prícia; IV - suprvisionar acompanhar a laboração das folhas d pagamnto; V - idntificar as ncssidads dsnvolvr planos para a capacitação dos Rcursos Humanos do LNA, acompanhar a ralização dos planos; VI - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; VII - analisar as ncssidads orçamntárias administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads; VIII - promovr a avaliação da xcução orçamntária financira, laborando rlatórios grnciais; IX - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads fins do LNA; X - forncr infrastrutura administrativa às unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs, d forma a prsrvar o su patrimônio; XI - suprvisionar acompanhar a xcução d compras no País no xtrior;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 39 XII - rcbr, confrir, classificar rgistrar pdidos d aquisição d matrial, prstação d srviços xcução d obras; XIII - orintar auxiliar as dmais unidads do LNA na laboração d pdidos d compra d matriais quipamntos; XIV - prstar assssoramnto apoio administrativo à comissão prmannt d licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt; XV - procssar as aquisiçõs alinaçõs d matriais bns patrimoniais, bm como a contratação d srviços obras; XVI - promovr acompanhar as atividads inrnts ao arquivo d documntos administrativos financiros; XVII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XVIII - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XIX - suprvisionar coordnar a manutnção do trrno dos prédios da sd do LNA; XX - colaborar com o Dirtor na laboração d prstaçõs d contas bm como nos procssos d auditorias intrnas xtrnas rlativas ao control do grnciamnto do LNA; XXI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 8. O Conslho Técnico-Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do LNA, com comptência d distribuir o tmpo nos tlscópios sob rsponsabilidad do LNA através d Comissõs d Programas, subordinadas ao CTC. Art. 9. Os mmbros do CTC srão dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 20. O CTC tm a sguint composição: I - o Dirtor do LNA, qu o prsidirá; II - dois srvidors do quadro prmannt do LNA da carrira d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência T c n o l o g i a ; III - um srvidor do quadro prmannt do LNA, rprsntant dos srvidors; IV - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência Tcnologia ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do LNA; V - um mmbro para cada um dos programas d pós-graduação d nívl d doutorado na ára d astronomia no Brasil qu sjam usuários do LNA, scolhidos dntr sus cintistas d alta qualificação; VI - um mmbro rprsntant da comunidad cintífica, indicado pla Socidad Astronômica Brasilira - SAB. º Havrá um suplnt para cada mmbro, sndo qu o suplnt do Dirtor é su substituto, qu também prsid o CTC na ausência do Dirtor. 2º Os mmbros do CTC mncionados nos incisos II a VI sus rspctivos suplnts srão dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 3º Para laboração das cinco indicaçõs dos mmbros rfridos nos incisos II das duas indicaçõs dos mmbros rfridos no inciso III, o CTC consultará todos os srvidors do LNA, ou os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia conform o caso, na forma prvista plo Manual d Organização. 4º Os mmbros mncionados no inciso IV sus rspctivos suplnts srão dsignados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs a partir da proposta submtida plo Dirtor. 5º Os mmbros mncionados no inciso V sus rspctivos suplnts srão scolhidos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d listas tríplics laboradas plos Dirignts dos rspctivos programas d pós-graduação. 6º O mmbro mncionado no inciso VI su rspctivo suplnt srá scolhido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, a partir d lista tríplic laborada pla SAB, submtida ao CTC. 7º Os mmbros do CTC trão mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, salvo no caso do su Prsidnt. Art. 2. Ao CTC I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica tcnológica, sobr suas prioridads sobr a programação anual /ou plurianual d suas atividads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programa, projtos atividads implmntados; III - avaliar, quando solicitado plo Dirtor ou por algum dos sus mmbros, programas, projtos atividads a srm implmntados; IV - propor novas atividads d prstação d srviços à comunidad a srm dsnvolvidas, julgadas adquadas prioritárias, após avaliados os sforços rcursos a srm nvolvidos; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600039 V - dfinir o númro d Comissõs d Programa - CP, ncarrgadas da alocação d tmpo para uso d tlscópios dos instrumntos priféricos sob a rsponsabilidad do LNA; VI - indicar os mmbros qu comporão as CP sus Prsidnts; VII - aprovar os rgimntos intrnos das CPs; VIII - stablcr dirtrizs a srm adotada plas CP; IX - aprciar avaliaçõs do dsmpnho institucional ralizadas sgundo indicadors pré-dfinidos plo MCTIC; X - aprciar modlo d avaliação d dsmpnho do quadro d psquisadors tcnologistas do LNA, proposto plo Dirtor; XI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; XII - participar através d um d sus mmbros xtrnos ao LNA, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; XIII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; XIV - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado a Ciência Tcnologia. Art. 22. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção II Comissõs d Programas Art. 23. As Comissõs d Programas - CP são órgãos colgiados, subordinadas ao CTC, com função d dcisão nacional sobr projtos obsrvacionais qu s utilizam d tlscópios dmais instrumntal disponívis nos obsrvatórios sob rsponsabilidad do LNA. Art. 24. Os mmbros das CP srão dsignados plo Dirtor do LNA na sua função como Prsidnt do CTC a partir da indicação formalizada plo CTC. Parágrafo único. As indicaçõs dos mmbros das CP, a srm ftuadas plo CTC, dvrão obsrvar os sguints aspctos: I - quilíbrio ntr os mmbros no qu s rfr a sua distribuição gográfica as áras d psquisa nvolvidas nos obsrvatórios sob sua comptência; II - prsnça obrigatória na sua composição d um mmbro do corpo técnico-cintífico do LNA; III - o Prsidnt da CP rsponsávl pla distribuição d tmpo d tlscópio no Obsrvatório do Pico dos Dias dv sr obrigatoriamnt mmbro do corpo técnico-cintífico do LNA. Art. 25. Os mandatos dos mmbros do CTC srão d dois anos, prmitida uma rcondução, um intrstício mínimo d um ano para um novo mandato, com substituição altrnada. º O disposto no caput não s aplica aos mmbros do corpo técnico-cintífico do LNA. 2º Smpr qu possívl, mmbros do CTC não dvm sr indicados para compor a CP. Art. 26. Os Prsidnts das CP srão indicados plo CTC dsignados plo Dirtor do LNA na sua função do Prsidnt do CTC; Art. 27. Compt às CP; I - dlibrar priodicamnt sobr as propostas d atividads cintíficas submtidas à sua aprciação, vinculadas ao uso d tlscópios instrumntal disponívis nos obsrvatórios do LNA; II - aprciar parcrs d consultors spcializados na avaliação dos projtos; III - distribuir o tmpo d tlscópio ntr os proponnts stablcr as condiçõs d uso dos tlscópios instrumntal sob rsponsabilidad do LNA, obdcndo a critérios d mérito cintífico d viabilidad técnica; IV - submtr a lista d projtos cintíficos acitos para srm xcutados nos tlscópios sob rsponsabilidad do LNA ao Dirtor para homologação - no caso do Obsrvatório do Pico dos Dias - stablcimnto d um cronograma d xcução m colaboração com a Coordnação do Obsrvatório do Pico dos Dias; V - acompanhar avaliar os projtos cintíficos tcnológicos, bm como radquá-los ao uso do tmpo instrumntal, s for o caso; VI - stablcr o calndário d suas runiõs; VII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo CTC. Art. 28. O funcionamnto das CPs srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno produzido pla própria Comissão submtido à aprovação do CTC. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 29. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do LNA; II - xrcr a rprsntação do LNA; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 30. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar, suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 3. Aos chfs incumb suprvisionar, coordnar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 32. O LNA clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC, um compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 33. O Dirtor, sm qualqur custo adicional, podrá instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do LNA, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do LNA. Art. 34. O LNA podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT com a finalidad d grir sua política d inovação. Art. 35. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.58, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Laboratório Nacional d Computação Cintífica, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 733, d 4 d novmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 20 d novmbro d 2002, nº 507, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 969, d 5 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 9 d dzmbro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO NACIO- NAL DE COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Laboratório Nacional d Computação Cintífica - LNCC é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O LNCC é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do LNCC stá localizada na Avnida Gtúlio Vargas, 333, Bairro Quitandinha, na cidad d Ptrópolis - RJ, ond s ncontra instalada sua administração cntral sus laboratórios. Art. 4º O LNCC tm por finalidad ralizar psquisa dsnvolvimnto m Computação Cintífica, na criação aplicação d modlos métodos matmáticos computacionais na solução d problmas cintíficos tcnológicos; dsnvolvr grnciar ambint computacional d alto dsmpnho; formar psquisadors profissionais ao nívl d pós-graduação promovr a capacitação aprfiçoamnto d rcursos humanos; contribuir para a inovação tcnológica na socidad no ambint produtivo. Art. 5º Ao Laboratório Nacional d Computação Cintífica - LNCC I - ralizar atividads d psquisa dsnvolvimnto m métodos aplicaçõs d modlagm matmática computacional, promovndo a inovação m tmas das ciências ngnharias rlvants para o dsnvolvimnto socioconômico do país; II - provr o uso compartilhado da sua infrastrutura d psquisa d srviços computacionais d alto dsmpnho, m consonância com suas finalidads acssívis às comunidads cintífica, tcnológica mprsarial, atuando como laboratório nacional do MC- TIC; III - formar psquisadors profissionais qualificados m Computação Cintífica com lvado grau d qualificação prfil intrdisciplinar, m nívl d pós-graduação, promovr a capacitação aprfiçoamnto d rcursos humanos m suas áras d atuação; IV - promovr, por si ou m rds cooprativas, a ralização d psquisa cintífica avançada inovadora a atualização o mprgo d procssamnto d alto dsmpnho, junto às instituiçõs componnts do Sistma Nacional d Ciência Tcnologia Inovação; V - dissminar conhcimntos sabrs qu compõm o su capital intlctual, por mio da promoção da participação m fóruns spcializados da divulgação da ciência; VI - criar grir mcanismos qu transformm o conhcimnto as tcnologias gradas no LNCC m novos produtos procssos utilizados plo stor produtivo brasiliro, com ênfas no apoio a mprndimntos nascnts com lvado tor d inovação tcnológica; VII - grnciar os rcursos financiros ncssários ao dsnvolvimnto das atividads suprvisionadas, incluindo as arrcadaçõs dcorrnts da prstação d srviços ou do uso dos quipamntos os pagamntos aos psquisadors dcorrnts dssas atividads, conform prvistos m Li;

40 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VIII - struturar, suprvisionar coordnar projtos atividads d prospcção, d transfrência coopração cintífica tcnológica, d prstação d srviços técnicos, d uso dos laboratórios d protção da propridad intlctual contida ou rsultant dos projtos d psquisa, dsnvolvimnto inovação; IX - prospctar oportunidads junto a instituiçõs d psquisa, dsnvolvimnto inovação, mprsas outras ntidads para ampliação da ofrta d projtos srviços com foco nas dmandas da socidad d políticas públicas d Ciência, Tcnologia Inovação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Laboratório Nacional d Computação Cintífica - LNCC tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação d Métodos Matmáticos Computacionais - COMAC II - Coordnação d Modlagm Computacional - COMOD III - Coordnação d Pós-Graduação Aprfiçoamnto - COPGA IV - Coordnação d Tcnologia da Informação Comunicação - COTIC a) Srviço d Suport d Sistmas Rds - SERED b) Srviço d Procssamnto d Alto Dsmpnho - SE- PA D c) Núclo d Govrnança d Tcnologia da Informação - NUSTI V - Coordnação d Gstão Administração - COGEA a) Srviço d Gstão Orçamntária Financira - SEGOF b) Srviço d Gstão Dsnvolvimnto d Pssoas - SE- GEP c) Srviço d Logística Patrimônio - SELEP d) Srviço d Documntação Bibliotca - SEDOC ) Núclo d Administração do Campus - NUCAM Art. 7 Os Órgãos Colgiados vinculados ao Laboratório Nacional d Computação Cintífica - LNCC são: I - Conslho Técnico Cintífico - CTC II - Conslho d Psquisa d Formação d Rcursos Humanos - CPFRH III - Conslho d Atividads d Gstão - CAGE Art. 8º O LNCC srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública por indicação do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro Chf da Casa Civil da Prsidência da Rpública nomará Dirtor intrino, indicado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art. 0. As coordnaçõs do LNCC srão chfiadas por Coordnador, as divisõs, os srviços a sção por Chfs, cujos cargos m comissão, xcto as Funçõs Gratificadas, srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l dsignado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls dsignados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação d Métodos Matmáticos Computacionais Art. 2. À Coordnação d Métodos Matmáticos Computacionais I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa sobr métodos matmáticos computacionais, na construção anális d modlos matmáticos computacionais d sistmas complxos nas áras das ciências ngnharias; II - propor, planjar participar da formação d psquisadors ao nívl d pós-graduação na capacitação aprfiçoamnto d rcursos humanos; III - planjar, dsnvolvr coordnar as atividads laboratoriais sob sua suprvisão; IV - coordnar apoiar quips multidisciplinars rlacionadas a projtos d psquisa, dsnvolvimnto inovação; V - implmntar acordos d coopração, d parcria ou convênios, participando da sua ngociação da prstação d contas aos órgãos d control ntidads nvolvidas nos msmos; VI - assgurar a confidncialidad dos dados classificados como sigilosos, m spcial aquls qu nvolvm, ou possam rsultar m, dirito d propridad intlctual; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600040 VII - divulgar o conhcimnto cintífico nacionalmnt intrnacionalmnt, rsguardando os diritos d propridad intlctual; VIII - prstar srviços técnicos spcializados anuir nos contratos d uso d laboratórios; IX - intragir com incubadoras, parqus tcnológicos o núclo d inovação tcnológica; X - prstar assssoria consultoria às ntidads mprsas partícips m acordos, convênios ou contratos; XI - orintar ou colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XII - intragir com as dmais unidads do LNCC, na xcução d projtos d sua ára comptência; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção II Da Coordnação d Modlagm Computacional Art. 3. À Coordnação d Modlagm Computacional I - xcutar, propor, coordnar orintar projtos d psquisa aplicaçõs da Computação Cintífica, na modlagm simulação computacional d sistmas complxos nas áras das ciências ngnharias; II - propor, planjar participar da formação d psquisadors a nívl d pós-graduação na capacitação aprfiçoamnto d rcursos humanos; III - planjar, dsnvolvr coordnar as atividads laboratoriais sob sua suprvisão; IV - coordnar apoiar a formação d quips multidisciplinars rlacionadas a projtos d psquisa, dsnvolvimnto inovação; V - implmntar acordos d coopração, d parcria ou convênios, participando da sua ngociação da prstação d contas aos órgãos d control ntidads nvolvidas nos msmos; VI - assgurar a confidncialidad dos dados classificados como sigilosos, m spcial aquls qu nvolvm, ou possam rsultar m, dirito d propridad intlctual; VII - divulgar o conhcimnto cintífico nacionalmnt intrnacionalmnt, rsguardando os diritos d propridad intlctual; VIII - prstar srviços técnicos spcializados anuir nos contratos d uso d laboratórios; IX - intragir com incubadoras, parqus tcnológicos o núclo d inovação tcnológica; X - prstar assssoria consultoria às ntidads mprsas partícips m acordos, convênios ou contratos; XI - orintar ou colaborar na laboração d rlatórios d procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XII - intragir com as dmais unidads do LNCC, na xcução d projtos d sua ára comptência; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção III Da Coordnação d Pós-Graduação Aprfiçoamnto Art. 4. À Coordnação d Pós-Graduação Aprfiçoamnto I - promovr dar suport ao dsnvolvimnto da pósgraduação intrdisciplinar d outras atividads para a formação aprfiçoamnto cintífico-tcnológico d rcursos humanos; II - acompanhar, suprvisionar ordnar a xcução das atividads d pós-graduação aprfiçoamnto, m acordo com orintaçõs do CPFRH; III - participar da laboração d planos, projtos propostas d políticas d formação d rcursos humanos a srm submtidos ao CPFRH; IV - providnciar, junto às instituiçõs d fomnto outras, os procssos d solicitação d rcursos para apoiaras atividads sob sua coordnação, d acordo com orintação do CPFRH; V - providnciar a aprovação, rconhcimnto crdnciamnto nos órgãos comptnts d cursos avançados d capacitação, d xtnsão, d spcialização d pós-graduação lato snsu, assim como d diplomas xpdidos plo LNCC; VI - acompanhar a xcução d convênios rlativos às atividads d formação d rcursos humanos com ntidads acadêmicas; VII - dar suport ao CPFRH na dfinição d prfis profissionais a srm rcrutados no programa d formação d rcursos humanos do LNCC; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção IV Da Coordnação d Tcnologia da Informação Comunicação Art. 5. À Coordnação d Tcnologia da Informação Comunicação I - coordnar suprvisionar as atividads d gstão das plataformas computacionais, d rd d dados intrna xtrna, d sgurança, bm como as atividads qu nglobam a Computação d Alto Dsmpnho a Govrnança d TI; II - assgurar a alta disponibilidad das plataformas computacionais d rds d dados intrna xtrna ao LNCC; III - orintar, coordnar, dsnvolvr prospctar projtos tcnológicos, intrnos xtrnos d intrss do LNCC; IV - planjar, coordnar avaliar a implmntação, a utilização a manutnção dos sistmas Computacionais; V - suprvisionar a prstação d suport técnico aos usuários, na instalação, utilização opração dos rcursos computacionais d Alto Dsmpnho, assgurando a continuidad das atividads finalísticas; VI - colaborar, orintar coordnar açõs m programas d formação d rcursos humanos d alto nívl na sua ára d atuação; VII - coordnar fiscalizar o dsnvolvimnto a implmntação d sistmas, dsnvolvidos d trciros, para uso no LNCC; VIII - orintar ou colaborar na laboração da documntação dos procssos; IX - intragir com as dmais unidads do LNCC, na xcução d projtos d sua ára comptência, bm como m outras atividads qu form prtinnts à sua ára d comptência; X - assssorar a dirção do LNCC; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 6. Ao Srviço d Suport d Sistmas Rds I - laborar xcutar projtos rlacionadas com o studo, lvantamnto, implantação, modrnização, avaliação d produtos srviços, aquisição, xpansão, rmanjamnto, sgurança utilização dos rcursos computacionais d Alto Dsmpnho rds d dados intrna xtrna; II - dsnvolvr mantr os sistmas qu prmitam agilizar as atividads finalísticas grnciais do LNCC; III - lvantar, planjar dsnvolvr novos sistmas d intrss do LNCC; IV - propor a adoção d normas, padrõs procdimntos para o uso ficint sguro dos rcursos computacionais disponívis, incluindo as intrconxõs d rd; V - planjar, implmntar, suprvisionar controlar os mios d comunicação d dados sistmas computacionais, avaliando o dsmpnho, bm como a corrta utilização dsss rcursos; VI - grir a xcução dos contratos rlativos aos bns srviços d infrastrutura computacional d rd d dados; VIII - mantr, avaliar otimizar os sistmas dsnvolvidos; IX - prstar suport técnico aos usuários do LNCC, na instalação, utilização opração dos sistmas computacionais homologados plo LNCC, dsnvolvidos ou adquiridos; X - fazr o monitoramnto proativo, a dtcção, a corrção das vulnrabilidads o tratamnto dos incidnts d sgurança nos sistmas computacionais do LNCC; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 7. Ao Srviço d Procssamnto d Alto Dsmpnho I - provr apoio computacional aos usuários da plataforma computacional d procssamnto d Alto Dsmpnho (PAD) do LNCC; II - promovr, incntivar apoiar o uso das divrsas arquitturas parallas disponívis nas plataformas computacionais d PAD do LNCC; III - planjar organizar a ralização d trinamntos, cursos, ncontros, palstras, sminários similars, dstinados ao uso d rcursos computacionais d PAD; IV - ralizar studos d prospcção tcnológica, com vista a idntificar novos produtos ou srviços adquados à plataforma computacional d PAD; V - monitorar o uso dos rcursos computacionais d PAD do LNCC, com a finalidad d mapar a utilização dsss rcursos; VI - avaliar as propostas d projtos xtrnos, submtidos para uso d rcursos computacionais d PAD do LNCC; VII - intragir com as dmais unidads do LNCC xtrnas, na xcução d projtos m sua ára d comptência; VIII - atuar m outras atividads qu form prtinnts à sua ára d comptência; IX - coordnar o Cntro d Procssamnto d Alto Dsmpnho do Rio d Janiro - CENAPAD-RJ, vinculado ao Sistma Nacional d Procssamnto d Alto Dsmpnho - SINAPAD; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 8. Ao Núclo d Govrnança d Tcnologia da Informação I - apoiar a Coordnação na aplicação das mlhors práticas da govrnança d TI; II - apoiar a laboração do Plano Dirtor d TI do LNCC, alinhado com o Plano Dirtor da Unidad; III - coordnar as atividads d grnciamnto monitoramnto d contrataçõs d soluçõs d TI; IV - dfinir nívis d srviços d TI para os usuários; V - apoiar a gstão dos projtos da Coordnação; VI - apoiar o Comitê d TI na dfinição dos princípios dirtrizs qu orintam a utilização da TI no LNCC; VII - propor a padronização d normas, procssos políticas d TI; VIII - acompanhar o grnciamnto d srviços d trciros m TI no âmbito da COTIC; IX - contribuir para qu as açõs d TI cumpram as obrigaçõs rgulamntars, lgais contratuais aplicávis. Sção V Da Coordnação d Gstão Administração Art. 9. À Coordnação d Gstão Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d rcursos humanos, contabilidad, orçamnto, finanças, matrial, patrimônio, almoxarifado, compras, suprimntos, importação, documntação, protocolo, arquivo, zladoria, vigilância, transport, manutnção, trcirização, srviços grais, contratos, convênios os dmais aspctos administrativos; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 4 III - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; IV - administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads d acordo com as normas intrnas lgislação prtinnt; V - forncr infrastrutura administrativa às unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs, d forma a prsrvar o su patrimônio; VI - coordnar a xcução d compras no País no xtrior, como também a administração d bns srviços; VII - prstar assssoramnto apoio administrativo à comissão prmannt d licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt; VIII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto a solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; IX - coordnar xcutar as atividads d suport administrativo, ncssárias a manutnção do campus do LNCC, dtrminando a xcução d atividads grais d alvnaria d pqunas obras d manutnção d bns móvis imóvis d consrvação da ára física; X - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XI - administrar xcutar as atividads rfrnts à concssão d diárias passagns; XII - ftuar control mnsal das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos, bm como dos gastos dcorrnts d contratos continuados; XIII - suprvisionar as atividads d incubação d mprsas d bas tcnológica, bm como a utilização da infrastrutura dos srviços utilizados nos trmos dos instrumntos firmados; XIV - apoiar as dmais coordnaçõs na laboração gstão d contratos, convênios trmos d coopração; XV - acompanhar as arrcadaçõs dcorrnts da prstação d srviços, diritos d propridad intlctual ou uso das instalaçõs do LNCC; XVI - acompanhar os contratos d transfrência d tcnologia a comrcialização d produtos srviços grados plas atividads do LNCC; XVII - ralizar compras sustntávis, assgurando a adoção d cláusulas contratuais d logística sustntávl d rspito à normas d saúd d protção ao mio ambint; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 20. Ao Srviço d Gstão Orçamntária Financira I - prparar, orintar acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual, d acordo com o Plano Dirtor do LNCC; II - analisar as ncssidads d rformulação orçamntária; III - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; IV - acompanhar a lgislação mantr atualizados os procdimntos intrnos, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; V - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos por mio da missão dos documntos contábis corrspondnts; VI - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos até a transfrência para a ára d arquivo do LNCC; VII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos; VIII - concdr suprimnto d fundos controlar as rspctivas prstaçõs d contas; IX - dar suport, no qu coubr, à laboração do Trmo d Compromisso d Gstão, aos rlatórios d Gstão nos procssos d tomadas d contas; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. Ao Srviço d Gstão Dsnvolvimnto d Pssoas I - aplicar, como unidad complmntar da Coordnação- Gral d Gstão d Pssoas do Ministério, as orintaçõs manadas daqula unidad; II - participar da dfinição d políticas, dirtrizs mtas rlacionadas a sua ára d atuação; III - prparar atos rlacionados a ingrsso, provimnto, xrcício afastamntos, tmporário ou dfinitivo, vacância d cargos funçõs, aposntadorias pnsõs; IV - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; V - ftuar o rgistro, control, atualização acompanhamnto dos sistmas d frquência, dados cadastrais d srvidors, rcadastramnto d inativos pnsionistas, marcação gozo d férias d pssoal ativo, prnchimnto d cargos funçõs d confiança, acumulação d cargos funçõs, admissão xonração d srvidors, publicação d portarias; VI - ftuar control d licnças acompanhamnto dos atos rlacionados a afastamntos capacitaçõs no país ou no xtrior dos srvidors; VII - laborar a folha d pagamnto d srvidors ativos, inativos pnsionistas; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660004 VIII - prparar, aplicar, acompanhar controlar os procssos d Avaliação d Estágio Probatório, d Avaliação d Dsmpnho Funcional para fins d promoção/progrssão, Gratificação d Dsmpnho, d Qualificação d Rtribuição d Titulação; IX - mitir crtidõs, atstados, mapas d tmpo d srviço, dclaraçõs d srvidors ntr outros documntos comprobatórios ou lgais, bm como dar publicidad aos atos praticados; X - procdr à xcução dos atos d lotação movimntação intrna dos srvidors; XI - coordnar, acompanhar opracionalizar o programa d stágio; XII - idntificar ncssidads d trinamnto, planjar viabilizar a ralização ou participação m cursos, ncontros, palstras, sminários similars, visando à capacitação ao dsnvolvimnto d rcursos humanos; XIII - coordnar promovr as atividads voltadas a assistência social promoção da saúd do srvidor, bm como a ralização d xams médicos admissionais priódicos prstados aos srvidors; XIV - controlar as atividads rlativas à licnças médicas solicitaçõs d isnçõs ncaminhar à junta médica para fins d prícia, quando ncssário; XV - orintar, prparar, analisar rvisar os procssos d aposntadorias pnsõs; XVI - prparar procssos rlativos ao pagamnto d xrcícios antriors, abonos d prmanência, indnizaçõs auxílios, ntr outros, dvido aos srvidors; XVII - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros d pssoal, ntr outros documntos spcíficos d sua ára d atuação, por dtrminação suprior ou para atndimnto às solicitaçõs dos órgãos suprvisors ou d control intrno xtrnos; XVIII - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XIX - grnciar os pagamntos prvistos m Li aos psquisadors, dcorrnts das atividads rlativas à inovação tcnológica; XX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 22. Ao Srviço d Logística compt; I - grnciar açõs rlativas à administração d almoxarifado, patrimônio licitaçõs; II - rcbr, confrir, classificar rgistrar pdidos d aquisição d bns prstação d srviços; III - grnciar os procdimntos rlativos aos crtams licitatórios, dispnsas inxigibilidads d licitação, para aquisição d bns srviços; IV - apoiar o funcionamnto da Comissão Prmannt d Licitação, subsidiando, quando ncssário, na laboração dos Editais d licitação; V - zlar plo cumprimnto das orintaçõs normativas manadas dos órgãos cntral storial da AGU do TCU no qu s rfr a licitaçõs; VI - xaminar pdidos d inscrição d mprsas no cadastro d forncdors prstadors d srviços, bm como promovr sua inclusão manutnção no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF; VII - planjar, xcutar acompanhar o suprimnto, rgistro, armaznamnto, distribuição control dos matriais d uso comum dstinados ao atndimnto das ncssidads d consumo dos usuários intrnos; VIII - rcbr confrir, obsrvadas as spcificaçõs d compras, os matriais d consumo d bns móvis, adquiridos plo ó rg ã o ; IX - controlar os prazos d ntrga d bns xcução d srviços não continuados propor aplicação d multas aos inadimplnts; X - atstar o rcbimnto d matriais d scritório, obsrvadas as spcificaçõs d compras; XI - ftuar o tombamnto, classificação rgistro d bns móvis, bm como a movimntação saída d matrial prmannt mdiant atualização dos rlatórios d carga trmos d rsponsabilidad; XII - grnciar os procssos d alinação, dsfazimnto baixa d matriais d consumo bns móvis; XIII - apoiar as comissõs rsponsávis pla ralização d invntários d matriais d bns patrimoniais pla avaliação ravaliação dos bns patrimoniais; XIV - laborar, mnsalmnt, dmonstrativo contábil das ntradas, saídas m stoqu dos matriais d consumo d bns patrimoniais; XV - suprvisionar os trabalhos rlativos ao lvantamnto atualização do invntário patrimonial dos bns móvis imóvis, no âmbito do Sistma d Patrimônio da União -SPIU; XVI - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XVII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. Ao Srviço d Documntação Bibliotca I - mantr a bibliotca na ára d computação cintífica, facultando o acsso ao público xtrno; II - assssorar orintar instituiçõs cintíficas sobr sus acrvos, bm como atndr a dmanda dos dmais usuários intrnos xtrnos; III - slcionar, adquirir, rgistrar organizar os acrvos bibliográficos, audiovisual multimídia, d acordo com a política d aquisição; IV - implmntar controlar a circulação d documntos do acrvo da bibliotca; V - controlar mantr atualizadas as assinaturas d priódicos; VI - laborar o invntário do acrvo dntro da priodicidad stablcida; VII - aplicar os sistmas d classificação, tsauros outros instrumntos próprios para a rcupração da informação, d acordo com as spcificidads do acrvo; VIII - dissminar o acrvo divulgar publicaçõs trabalhos spcíficos das áras afins; IX - constituir dissminar bas d dados na sua ára d atuação; X - xcutar programa d intrcâmbio com outras bibliotcas, cntros d documntação/informação ou outras instituiçõs qu atum na ára d intrss da bibliotca; XI - promovr runiõs priódicas do Comitê d Bibliotca; XII - acompanhar o surgimnto implmntar novas tcnologias para o tratamnto, uso, rcupração dissminação da informação; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 24. Ao Núclo d Administração do Campus I - coordnar, suprvisionar controlar a xcução dos srviços d limpza, consrvação, jardinagm, rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas outras; II - coordnar controlar as atividads d vigilância, rcpção, portaria, zladoria circulação d pssoal nas dpndências da instituição; III - coordnar xcutar as atividads d srviços rprográficos do protocolo gral, incluindo a circulação d corrspondências o control, rcbimnto xpdição d malots corrspondências; IV - coordnar xcutar as atividads do arquivo cntral; V - acompanhar providnciar as atividads d manutnção d viaturas quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios pças d rposição; VI - promovr mdidas para mantr atualizada a documntação d vículos, assim como adotar os procdimntos quanto à opração utilização d viaturas quipamntos; VII - laborar o Plano Anual d Manutnção da Infrastrutura do LNCC, quantificando os rcursos ncssários para a sua manutnção mlhoramntos; VIII - controlar a dmanda d nrgia létrica, d água d outros insumos, introduzindo control informatizado promovndo açõs para su uso sustntávl a diminuição dos gastos; IX - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; X - rcbr, confrir, acitar, rgistrar controlar, obsrvadas as spcificaçõs d compra, os matriais d manutnção prdial matriais d manutnção vicular adquiridos plo órgão, atstando m nota fiscal, fatura ou documnto quivalnt; XI - zlar para qu os matriais d manutnção prdial matriais d manutnção vicular xistnts m stoqu stjam armaznados d forma adquada m local apropriado sguro; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 25. Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do LNCC. Art. 26. O CTC contará com onz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - quatro srvidors, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; III - sis mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do LNCC. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos II III trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso II srão indicados a partir d listas tríplics, obtidas por lição promovida pla dirção da Unidad ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico m xrcício no LNCC; b) os do inciso III srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC. Art. 27. Ao CTC I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MC- TIC; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao LNCC, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão;

42 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 28. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção II Conslho d Psquisa d Formação d Rcursos Humanos Art. 29. O Conslho d Psquisa d Formação d Rcursos Humanos - CPFRH é o órgão colgiado com função d assssoramnto ao dirtor do LNCC no planjamnto avaliação das atividads psquisa, dsnvolvimnto, inovação formação d rcursos humanos m nívl d pós-graduação aprfiçoamnto técnico-cintífico. Art. 30. O CPFRH contará com 8 mmbros trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - os dois titulars das Coordnaçõs cintíficas (COMAC a COMOD); III - dois mmbros adicionais com titulação d Doutor, um d cada Coordnação cintífica, indicado plo rspctivo Coordnador; IV - o titular da Coordnação d Pós-graduação Aprfiçoamnto - COPGA; V - o titular da Coordnação d Tcnologia da Informação Comunicação - COTIC sm dirito a voto m matérias d carátr cintífico; VI - um rprsntant dos laboratórios stablcidos no LNCC por Portaria intrna, scolhido ntr sus titulars por votação dos msmos, com mandato d 2 anos, rnovávl. Art. 3. Ao CPFRH I - assssorar a laboração acompanhar a xcução da política cintífica tcnológica do LNCC suas prioridads; II - propor políticas dirtrizs, acompanhar avaliara implmntação, para todas atividads d formação d rcursos humanos no âmbito do LNCC; III - analisar avaliar os projtos d psquisa do LNCC propor prioridads; IV - acompanhar a implmntação dos projtos, programas açõs d psquisa, dsnvolvimnto inovação; V - assssorar o Dirtor na dfinição d prfis profissionais a srm rcrutados no programa d formação d rcursos humanos do LNCC; VI - assssorar o Dirtor na distribuição d cotas institucionais d bolsas; VII - indicar a composição os mmbros da Comissão d Avaliação do Programa Institucional d Bolsas d Iniciação Cintífica PIBIC; VIII - aprovar ncaminhar aos órgãos comptnts, quando ncssário, propostas d cursos avançados d capacitação, d xtnsão, d spcialização d pós-graduação lato snsu, bm como, d novas disciplinas altraçõs d mntas, sugridas pla Coordnação d Pós-Graduação Aprfiçoamnto; IX - crdnciar docnts orintadors intrnos xtrnos para atuar no programa d Pós-Graduação do LNCC; X - crdnciar instituiçõs aprovar a clbração d convênios para fitos d coopração m atividads d nsino d pósgraduação; XI - aprciar a criação, transformação xtinção d laboratórios grupos d psquisa no LNCC; XII - aprciar a contratação promoção d srvidors do quadro técnico cintífico, propostas plas Coordnaçõs a st vinculadas; XIII - opinar sobr o mérito da clbração d convênios rlacionados com a ára d psquisa; XIV - avaliar opinar sobr o Plano Dirtor a proposta orçamntária do LNCC; XV - coordnar a laboração do rlatório anual d atividads d psquisas, dsnvolvimnto inovação; XVI - pronunciar-s sobr os rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; XVII - pronunciar-s sobr a prstação d contas d rcursos não-orçamntários utilizados m projtos d psquisa dsnvolvimnto; XVIII - opinar sobr propostas d modificaçõs no Rgimnto Intrno do LNCC qu aftam as atividads d psquisa dsnvolvimnto formação d rcursos humanos; XIX - aprciar, m conjunto com o Conslho d Gstão, matérias rlativas a instituiçõs vinculadas ao LNCC; XX - aprciar opinar a rspito d outras matérias rlativas às atividads d psquisa dsnvolvimnto d formação d rcursos humanos submtidas plo Dirtor. Art. 32. O funcionamnto do CPFRH srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo msmo. Sção III Conslho d Atividads d Gstão Art. 33. O Conslho d Atividads d Gstão - CAGE - é órgão colgiado com função d assssoramnto ao dirtor do LNCC no planjamnto avaliação das atividads administrativas d infrastrutura. Art. 34. O CAGE contará com 9 mmbros trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - um titular d cada Coordnação, no total d cinco; III - os Chfs do Srviço d Gstão Dsnvolvimnto d Pssoas do Srviço d Gstão Orçamntária Financira, no total d dois; IV - um rprsntant dos laboratórios stablcidos no LNCC por Portaria intrna, scolhido ntr sus titulars por votação dos msmos, com mandato d 2 anos, rnovávl. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600042 Art. 35. Ao CAGE I - assssorar o Dirtor no planjamnto das açõs administrativas d infrastrutura; II - analisar rvr prioridads administrativas; III - acompanhar a implmntação dos projtos, programas açõs, rlatando o andamnto dos msmos à Dirção; IV - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; V - pronunciar-s sobr a prstação d contas d rcursos não-orçamntários utilizados m projtos intra ou intrinstitucionais; VI - aprciar, m conjunto com o CPFRH, matérias rlativas a instituiçõs vinculadas ao LNCC; VII - promovr a uniformização das práticas d prstação d srviços, stablcndo uma política d prços, mtodologia d laboração d orçamntos, modlos d contratos dmais instrumntos formais; VIII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor ou sus mmbros. Art. 36. O funcionamnto do CAGE srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo msmo. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 37. Ao Dirtor incumb: II - xrcr a rprsntação do LNCC; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 38. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 39. Aos chfs incumb, suprvisionar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 40. O LNCC clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 4. O Dirtor podrá, dsd qu isso não impliqu m aumnto d dspsa, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do LNCC, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do LNCC. Art. 42. O LNCC podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT com a finalidad d grir sua política d inovação. Art. 43. O LNCC atuará m colaboração com organizaçõs públicas privadas, visando o alcanc d sua missão institucional. Art. 44. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.59, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Musu d Astronomia Ciências Afins, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 732, d 4 d novmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 28 d novmbro d 2003, nº 802, d 23 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 25 d outubro d 2006, nº 640, d 27 d stmbro d 2007, publicada no D.O.U. d d outubro d 2007. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Musu d Astronomia Ciências Afins - MAST é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O MAST é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do MAST stá localizada na Rua Gnral Bruc, 586, São Cristóvão, na cidad do Rio d Janiro - RJ, ond s ncontram instaladas sua administração cntral, áras xpositivas, laboratórios, arquivo histórico dmais dpndências. Art. 4º O MAST tm por finalidad a ampliação do acsso da socidad ao conhcimnto cintífico tcnológico por mio da psquisa, do nsino da pós-graduação, da prsrvação d acrvos da divulgação da história da ciência da tcnologia no Brasil. Art. 5º Ao Musu d Astronomia Ciências Afins - MAST I - promovr ralizar studos psquisas no campo da história das ciências, da musologia, da prsrvação d acrvos d ciência tcnologia da ducação m ciências; II - psquisar, coltar, prsrvar tornar acssívis à socidad acrvos d ciência tcnologia d importância histórica; III - prsrvar o acrvo móvl imóvl sob sua guarda; IV - apoiar instituiçõs associaçõs d carátr cintífico tcnológico na prsrvação d sus acrvos d importância histórica; V - dissminar o passado cintífico tcnológico d instituiçõs cintistas brasiliros; VI - dissminar o conhcimnto cintífico tcnológico; VII - promovr a formação spcialização d rcursos humanos m suas áras d atuação; VIII - promovr ralizar cursos, confrências, sminários outros vntos d carátr técnico-cintífico, ducativo d divulgação cintífica d intrss dirto ou corrlato ao órgão; IX - dsnvolvr disponibilizar produtos srviços spcializados, m dcorrência d suas atividads; X - stablcr intrcâmbios cintíficos para o dsnvolvimnto d suas atividads d psquisa; XI - criar mcanismos d captação d rcursos financiros para as suas atividads; XII - assssorar orintar m suas rspctivas áras d comptência, instituiçõs cintíficas, m spcial as vinculadas ao Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; XIII - spcificar grnciar, m suas áras d comptência, srviços a srm xcutados por trciros. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Musu d Astronomia Ciências Afins - MAST tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria a) Srviço d Comunicação Social - SECOM b) Núclo d Público - NUP II - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Rcursos Humanos - SERHU b) Srviço d Orçamnto Finanças - SEOFI c) Srviço d Compras, Licitaçõs Contratos - SECLC d) Srviço d Infrastrutura Logística - SEILO ) Srviço d Tcnologia da Informação - SERTI III - Coordnação d História da Ciência Tcnologia - COHCT a) Laboratório Digital d História das Ciências Tcnologia - LADHIC IV - Coordnação d Educação m Ciências - COEDU a) Srviço d Programas Educacionais - SEPED b) Laboratório d Inovação d Rcursos Educacionais - LI- RE c) Núclo d Divulgação d Ciência Tcnologia - NDCT V - Coordnação d Musologia - COMUS a) Srviço d Produção Técnica - SEPTC b) Laboratório d Consrvação d Objtos Mtálicos - LA- MET c) Núclo d Documntação Consrvação do Acrvo Musológico - NUDCAM VI - Coordnação d Documntação Arquivo - CODAR a) Srviço d Bibliotca Informação Cintífica - SEBIC b) Laboratório d Consrvação Rstauração d Papl - LAPEL c) Stor d Arquivo d História das Ciências do MAST - AHC Art. 7 Os Órgãos Colgiados vinculados ao Musu d Astronomia Ciências Afins - MAST são: I - Conslho Técnico Cintífico - CTC II - Conslho Dirtor - CD III - Conslho Acadêmico - CA IV - Comissão Prmannt d Aquisição Dscart d Acrvo - COPAD V - Comissão Prmannt d Avaliação Dscart d Documntos - CPAD VI - Comissão Prmannt d Exposiçõs - COPEX Art. 8º O MAST srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Parágrafo único. Para o dsmpnho d suas funçõs, o Dirtor contará com um Assistnt Técnico, sndo st rsponsávl plas atividads d planjamnto acompanhamnto d rlaçõs institucionais. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do Dirtor.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 43 Art. 0. As coordnaçõs do MAST srão chfiadas por Coordnador, os srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art. 2. Ao Srviço d Comunicação Social I - promovr a comunicação das coordnaçõs intgrants do MAST ralizar ou coordnar campanhas publicitárias visando a difusão divulgação d sua imagm institucional; II - ralizar açõs d assssoria d imprnsa, divulgando o MAST suas atividads nas mídias spcializadas m ciência tcnologia na grand imprnsa, bm como runir as notícias viculadas na mídia, por mio da ralização d clipping; III - zlar pla idntidad visual da instituição, cuidando da aplicação da logomarca da uniformidad qualidad da produção gráfica laborando pças d divulgação institucional; IV - ralizar a manutnção atualização do wbsit; V - divulgar apoiar tcnicamnt a ralização dos programas d vntos ralizados intrnamnt no MAST; VI - participar da organização divulgar vntos xtrnos ralizados plo MAST; VII - dsnvolvr a comunicação intrna do MAST; VIII - organizar mantr atualizada a mala dirta do M A S T. Art. 3. Ao Núclo d Público I - orintar, acompanhar suprvisionar as atividads rlacionadas ao acolhimnto rcpção aos visitants; II - rsponsabilizar-s plo atndimnto ao público sja d forma prsncial, virtual ou por qualqur outro mio d comunicação; III - agndar visitas scolars d grupos divrsos, m articulação com a Coordnação d Educação; IV - ralizar acompanhamnto statística do público visitant; V - provr, prparar grnciar a infrastrutura dos spaços d visitação articulando-s com os stors comptnts para garantir o funcionamnto das dpndências do MAST, durant a ralização d atividads rotiniras vntos spciais; VI - atuar como ouvidoria, captando, analisando, ncaminhando atndndo plitos dos visitants, bm como rspondr as dmandas dos órgãos d comunicação sus usuários; VII - propor, organizar coordnar programas d trinamnto para as quips qu ralizam atndimnto ao público; VIII - ralizar, quando solicitado, atividads culturais d rcpção d público. Sção II Da Coordnação d Administração Art. 4. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d rcursos humanos, contabilidad, orçamnto, finanças, matrial, patrimônio d uso corrnt, almoxarifado, compras, suprimntos, importação, documntação, protocolo, arquivo, zladoria, vigilância, transport, manutnção, trcirização d srviços, srviços grais os dmais aspctos administrativos, inclusiv contratos convênios; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads finalísticas do M A S T; III - propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando sua xcução; IV - assssorar o procsso d laboração da proposta orçamntária anual; V - administrar o plano d contas o plano opracional d acordo com normas intrnas lgislação prtinnt; VI - promovr a laboração d documntos orçamntários financiros para atndimnto d solicitaçõs supriors d órgãos suprvisors d controls intrno xtrno; VII - promovr a implmntação da política d rcursos humanos d acordo com a lgislação prtinnt obsrvando as spcificidads do MAST; VIII - coordnar a ralização d compras a administração d bns srviços; IX - prstar assssoramnto apoio administrativo à Comissão Prmannt d Licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt; X - forncr, quando houvr solicitação, atstado d capacidad técnica aos forncdors prstadors d srviço; XI - forncr infrastrutura administrativa às unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs; XII - promovr a laboração, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, dos procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600043 Art. 5. Ao Srviço d Orçamnto Finanças I - sistmatizar dados informaçõs, orintando a prparação d documntos básicos ncssários à laboração da proposta orçamntária anual, bm como acompanhar su dsnvolvimnto; II - analisar as ncssidads d rformulação orçamntária; III - laborar rlatórios grnciais dstinados à avaliação da xcução orçamntária financira; IV - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; V - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; VI - mantr atualizada a lgislação as normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VII - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos por mio da missão dos documntos contábis corrspondnts; VIII - ftuar analisar as conciliaçõs bancárias, propondo mdidas para liminação das pndências por vntura xistnts; IX - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; X - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XI - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XII - administrar as atividads rlacionadas ao suprimnto d fundos, controlando as rspctivas prstaçõs d contas; XIII - dar suport à laboração da tomadas d contas; XIV - comprovar a idonidad d firmas, para fins d pagamnto. Art. 6. Ao Srviço d Rcursos Humanos I - idntificar ncssidads d trinamnto, planjar organizar a ralização d cursos, ncontros, palstras, sminários similars, visando a capacitação o dsnvolvimnto d rcursos humanos; II - aplicar, acompanhar controlar os procssos d Avaliação d Estágio Probatório d Avaliação d Dsmpnho Funcional; III - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; IV - prparar atos rlacionados a ingrsso, xrcício afastamnto, tmporário ou dfinitivo, vacância d cargos funçõs, xpdir crtidõs, atstados, mapas d tmpo d srviço, dclaraçõs qualificação funcional d srvidors, ntr outros documntos comprobatórios ou lgais, bm como dar publicidad aos atos praticados; V - orintar suprvisionar a xcução do control d férias, frquência licnça acompanhamnto dos atos rlacionados a provimnto vacância dos cargos; VI - procdr à xcução dos atos d lotação movimntação intrna dos srvidors; VII - analisar procssos d rvisão d provntos pnsõs; VIII - controlar as atividads rlativas a licnças médicas consultar junta médica para fins d prícia; IX - laborar a folha d pagamnto d srvidors ativos, inativos pnsionistas; X - prparar procssos rlativos a pagamnto d xrcícios antriors, rstos a pagar, indnizaçõs auxílios dvidos aos srvidors; XI - coordnar as atividads voltadas à assistência social, médica, hospitalar odontológica prstadas aos srvidors sus dpndnts; XII - aplicar, como unidad complmntar da Coordnação Gral d Gstão d Pssoas do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, as orintaçõs manadas daqula unidad; XIII - procssar instruir as solicitaçõs d apoio d rcursos humanos ncssários à ralização d projtos, contratos, convênios outros acordos firmados plo MAST; XIV - laborar documntos orçamntários financiros, ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto a solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XV - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl. Art. 7. Ao Srviço d Compras, Licitaçõs Contratos I - rcbr, confrir, classificar rgistrar pdidos d aquisição d matrial, prstação d srviços, xcução d obras trcirização; II - procssar as aquisiçõs alinaçõs d matriais bns patrimoniais, bm como a contratação d srviços obras; III - rcbr, confrir, acitar armaznar, obsrvadas as spcificaçõs d compra, os matriais adquiridos plo órgão, provndo as rspctivas dmandas; IV - controlar os prazos d ntrga d matrial xcução d srviços contratados propor aplicação d multas aos inadimplnts; V - rgistrar controlar os matriais m stoqu; VI - forncr o matrial rgularmnt rquisitado, obsrvando as disponibilidads o stoqu mínimo stablcido; VII - zlar para qu os matriais xistnts m stoqu stjam armaznados d forma adquada m local apropriado sguro; VIII - organizar mantr atualizada a colção d catálogos spcificaçõs técnicas d matriais srviços; IX - prparar os procssos d dispnsa inxigibilidad d licitação providnciar as rspctivas ratificaçõs, d acordo com a lgislação spcífica; X - apoiar o funcionamnto da Comissão Prmannt d Licitação, subsidiando, quando ncssário, a laboração d convits ditais d licitação; XI - xaminar pdidos d inscrição d mprsas no cadastro d forncdors prstadors d srviços, bm como promovr sua inclusão manutnção no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF; XII - comprovar a idonidad d firmas, para fins d contratação d srviços aquisição d matriais; XIII - laborar, quando houvr solicitação, atstado d capacidad técnica aos forncdors prstadors d srviço; XIV - classificar, rgistrar cadastrar bns patrimoniais; XV - apoiar as comissõs rsponsávis pla ralização d invntários d matriais d bns patrimoniais pla avaliação, ravaliação alinação d bns móvis; XVI - rgistrar transfrência d rsponsabilidad por guarda uso d bns patrimoniais; XVII - promovr mudança, rmanjamnto, rcolhimnto rdistribuição d bns móvis; XVIII - atstar o rcbimnto d matriais m nota fiscal, fatura ou documnto quivalnt; XIX - laborar, mnsalmnt, dmonstrativo contábil d matriais adquiridos, forncidos m stoqu, bm como d bns patrimoniais adquiridos, movimntados nos quais foram ftuados baixas; XX - coordnar, controlar xcutar as atividads d importação xportação d matriais bns patrimoniais; XXI - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl. Art. 8. Ao Srviço d Infrastrutura Logística I - programar, xcutar suprvisionar as atividads rlativas à limpza, jardinagm, zladoria, transports, manutnção das instalaçõs létricas, hidráulicas sanitárias, além dos srviços d rprografia, rfrigração, tlfonia, protocolo, postagm missão d passagns; II - ralizar a manutnção consrvação dos bns imóvis intgrados do campus; III - organizar as atividads d sgurança, como portaria, vigilância, guarda-sala, monitoramnto por câmras, alarms, prvnção contra incêndio, ntr outros; IV - controlar as chavs das dpndências do MAST stablcndo normas rlativas a ntrada a saída nas dificaçõs durant os horários d ralização d atividads rotiniras vntos spciais; V - laborar mapas dmonstrativos mnsais d consumo d nrgia létrica, água, tlfon, combustívl outros srviços sob a rsponsabilidad do Srviço; VI - controlar, avaliar, consrvar mantr os vículos próprios do MAST aquls colocados a sua disposição; VII - organizar o rcbimnto, o rgistro, a distribuição o control da movimntação d documntos papéis no MAST, obsrvadas as orintaçõs xpdidas plas áras técnicas prtinnts; VIII - provr infrastrutura para as atividads vntos do M A S T. Art. 9. Ao Srviço d Tcnologia da Informação I - projtar grnciar a rd intrna xtrna do MAST; II - implmntar grnciar tcnologias qu assgurm a disponibilidad, intgridad sigilo das informaçõs digitais; III - dfinir homologar struturas, arquitturas, hardwars, softwars matriais d informática qu sjam adquados às ncssidads do MAST; IV - planjar coordnar o dsnvolvimnto d sistmas para o MAST bm como, dsnvolvr implmntar modificaçõs m aplicativos d pquno port; V - alocar rdistribuir rcursos d hardwar softwar, bm como grnciar controlar o acsso ao ambint d rd, à intrnt aos quipamntos d informática, visando maximizar a utilização dos msmos; VI - dsnvolvr, instalar, configurar atualizar qualqur quipamnto d hardwar /ou softwar a sr utilizado na rd do MAST, visando o aprfiçoamnto do Sistma d Informaçõs; VII - grnciar as licnças d softwar no MAST; VIII - auditar a utilização dos rcursos computacionais, d acordo com as normas vignts; IX - dar suport técnico aos usuários da rd, no qu diz rspito à utilização dos quipamntos, hardwar, softwars srviços disponívis; X - ralizar o diagnóstico para apuração d vntuais problmas m quipamntos ou na rd grnciar os srviços d manutnção contratados a trciros; XI - orintar a manutnção da rd d comunicação d dados, bm como provr o suport opracional da infrastrutura computacional; XII - psquisar novos modlos soluçõs computacionais para o MAST; XIII - implmntar novas tcnologias para o tratamnto, uso dissminação da informação documntal tcnológica; XIV - propor, organizar coordnar programas d trinamnto para utilização dos rcursos computacionais, ministrando-os quando for o caso.

44 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Sção III Da Coordnação d História da Ciência Tcnologia Art. 20. À Coordnação d História da Ciência Tcnologia I - planjar, coordnar ralizar psquisas m história das ciências das tcnologias, privilgiando studos sobr o Brasil; II - planjar, coordnar xcutar atividads d psquisa nsino d pós-graduação no âmbito da história da ciência da tcnologia; III - divulgar os rsultados d psquisas studos m publicaçõs spcializadas; IV - divulgar a história das ciências tcnologias m vículos d comunicação d toda ordm; V - assssorar dsnvolvr projtos d acrvos arquivísticos d ciências tcnologias m consonância com as coordnaçõs rspctivas do MAST; VI - assssorar orintar instituiçõs cintíficas, m spcial as qu intgram o Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, quanto à laboração d studos psquisas sobr sua história; VII - organizar participar d vntos técnico-cintíficos m história da ciência tcnologia, m âmbito nacional intrnacional; VIII - idntificar indicar acrvos arquivísticos, musológicos bibliográficos a srm adquiridos plo MAST, d acordo com a política stablcida plo COPAD; IX - organizar ministrar cursos d xtnsão d pósgraduação m história da ciência da tcnologia; X - Mantr colaboraçõs técnicas com instituiçõs congênrs, nacionais intrnacionais. Art. 2. Ao Laboratório Digital d História das Ciências Tcnologia I - dsnvolvr mtodologias atuar como aglutinador d inovaçõs mtodológicas para anális d fonts histórico-cintíficas; II - promovr intrcâmbios para a ralização d projtos d história digital das ciências d instituiçõs d cintistas brasiliros, mdiant acordos d coopração técnica; III - criar bass d dados documntais qu srvirão a anális histórica, sociológica à divulgação sobr a história das ciências da tcnologia brasiliras; IV - divulgar Bass d Dados Históricos sobr as ciências tcnologias brasiliras; V - contribuir com o Arquivo d História das Ciências do MAST stablcr colaboraçõs para prsrvação virtual psquisa d documntos histórico-cintíficos do país. Sção IV Da Coordnação d Educação m Ciências Art. 22. À Coordnação d Educação m Ciências I - planjar, coordnar xcutar atividads d psquisa nsino d pós-graduação no domínio da ducação m ciências m spaços não formais; II - concbr, dsnvolvr documntar mtodologias d avaliação dos programas d ducação não formal d divulgação cintífica ralizados plo MAST; III - propor, coordnar avaliar programas no campo da ducação m ciências m spaços não formais; IV - promovr a ralização d cursos d formação continuada para docnts licnciandos d difrnts áras; V - dsnvolvr implmntar mtodologias d capacitação d profissionais d ducação para atuar m musus d ciência; VI - dsnvolvr açõs ducativas d divulgação das ciências com o foco no acrvo do MAST; VII - promovr participar d açõs d divulgação popularização das ciências da tcnologia; VIII - promovr mantr intrcâmbios com instituiçõs afins, nacionais intrnacionais. Art. 23. Ao Srviço d Programas Educacionais I - laborar xcutar programas d ducação não formal m ciências, d acordo com as stratégias dfinidas dsnvolvidas pla Coordnação; II - documntar avaliar a ficácia a ficiência dos programas d ducação não formal d divulgação d ciência; III - participar, laborando, acompanhando rgistrando vntos d carátr nacional local, na ára da ducação divulgação da ciência; IV - concbr implmntar cursos d formação continuada para profssors do nsino fundamntal, médio suprior, bm como para licnciandos d difrnts áras; Art. 24. Ao Laboratório d Inovação d Rcursos Educacionais I - planjar, coordnar xcutar atividads d criação dsnvolvimnto d rcursos ducacionais na ára d ducação, divulgação popularização da ciência matmática produzidos na forma d objtos tridimnsionais, jogos, vídos, arquivos sonoros, multimídia, publicaçõs produtos para intrnt; II - planjar, coordnar, orintar xcutar a prsrvação dos acrvos d rcursos ducacionais sob a guarda da Coordnação; III - promovr projtos d psquisa técnicos qu agrgum grupos com atividads similars m univrsidads, institutos d psquisa, musus cntros d ciência; IV - promovr a divulgação dos rsultados d psquisas ralizadas na sua ára d atuação; V - mitir parcrs m assuntos rlacionados m sua ára d atuação; VI - promovr intrcâmbios d capacitação d técnicos com instituiçõs afins, dsd qu no âmbito d acordos d coopração técnica formalizados ntr os intrssados; VII - slcionar profissionais, bolsistas stagiários, d acordo com as ncssidads d sua ára d atuação; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600044 VIII - subsidiar a laboração da proposta orçamntária anual da Coordnação d Educação m Ciências dos sus rlatórios d atividads; IX - concbr, planjar propor a produção d matrial d divulgação m mídia digital imprssa, bm como tridimnsional sobr tmas rlacionados à sua ára d atuação; X - prstar srviços técnicos na sua ára d atuação. Art. 25. Ao Núclo d Divulgação d Ciência Tcnologia I - promovr runiõs priódicas para discutir a implmntação do programa d divulgação das ciências qu contmpl as difrnts áras d intrss da instituição; II - idntificar runir profissionais do MAST com prfil adquado para dsnvolvr produtos nas divrsas mídias visuais digitais ou imprssas; III - psquisar dsnvolvr produtos visando a divulgação das ciências produzidas no MAST; IV - idntificar divulgar os contúdos produzidos nas áras fins do MAST; V - promovr acordos d coopração com instituiçõs d C&T, spcialmnt as UPs o MCTIC, visando a divulgação das rspctivas práticas cintíficas tcnologias. Parágrafo Único. O funcionamnto do NDCT srá dfinido m rgimnto intrno a sr laborado plo próprio Grupo srvirá d orintação para os procssos d lvantamnto d contúdo, produção, implmntação divulgação do produto. Sção V Da Coordnação d Musologia Art. 26. À Coordnação d Musologia I - planjar, coordnar xcutar atividads d psquisa nsino d pós-graduação m Musologia prsrvação d acrvos d ciência tcnologia; II - implmntar, coordnar orintar açõs voltadas para a prsrvação, psquisa divulgação das colçõs musológicas do patrimônio imóvl tombado do MAST; III - implmntar, coordnar orintar açõs voltadas para a prsrvação, psquisa divulgação do patrimônio d ciência tcnologia prtncnt a outras instituiçõs ou organizaçõs d carátr cintífico tcnológico do país; IV - stablcr orintaçõs quanto ao acsso às áras d guarda dos acrvos musológicos, áras d xposição, d rsrva técnica, dos dpósitos para matrial xpográfico às dificaçõs tombadas sob a guarda do MAST; V - slcionar profissionais, bolsistas stagiários, d acordo com as ncssidads d sua ára d atuação; VI - promovr intrcâmbios d capacitação d técnicos com instituiçõs afins, dsd qu no âmbito d acordos d coopração técnica formalizados ntr os intrssados; VII - mitir parcrs m assuntos rlacionados m sua ára d atuação, sob dmanda da Dirtoria; VIII - propor, laborar coordnar projtos musológicos xpográficos do MAST. Art. 27. Ao Srviço d Produção Técnica I - xcutar acompanhar projtos musológicos xpográfico conform orintaçõs da Coordnação; II - coordnar xcutar a montagm d xposiçõs prmannts, tmporárias itinrants do MAST; III - coordnar orintar a manutnção dos spaços d xposição das áras d guarda do acrvo; IV - colaborar com os dmais stors do MAST nas áras d programação visual, multimídia, produção d matrial gráfico ditoração; V - produzir rlatórios técnicos sobr os projtos xcutados; VI - laborar acompanhar a ralização d projtos intrvnçõs no patrimônio imóvl tombado; VII - organizar mantr a documntação das intrvnçõs d consrvação ralizadas no acrvo imóvl tombado do MAST. Art. 28. Ao Laboratório d Consrvação d Objtos Mtálicos I - planjar, coordnar, orintar xcutar a atividad d consrvação do acrvo musológico da instituição; II - psquisar dsnvolvr procdimntos inovadors para consrvação d objtos culturais mtálicos, através da promoção d projtos técnicos d psquisa, inclusiv os qu agrgum grupos com atividads similars m univrsidads, institutos d psquisa, musus d ciência; III - organizar mantr a documntação atualizada rfrnt às intrvnçõs d consrvação no acrvo móvl do MAST, d acordo com o NUDCAM; IV - participar das tapas d planjamnto montagm das xposiçõs produzidas plo MAST, no qu s rfr às qustõs rlacionadas à consrvação do acrvo móvl; V - ralizar projtos intrvnçõs d rstauração no acrvo móvl sob guarda da instituição; VI - prstar srviços técnicos na sua ára d atuação; VII - ralizar trinamnto orintar pssoal d apoio, bolsistas stagiários com rlação às atividads do LAMET; VIII - proporcionar rgularmnt aulas práticas para os cursos d pós-graduação do MAST para outros cursos, quando for do intrss da Coordnação d Musologia; IX - mitir parcrs m assuntos rlacionados m sua ára d atuação, sob dmanda da Coordnação d Musologia. Art. 29. Ao Núclo d Documntação Consrvação do Acrvo Musológico I - psquisar, rgistrar, catalogar mantr m sgurança o acrvo musológico da instituição, sgundo as normas musológicas, incluindo os procdimntos para mpréstimo ou transfrência d acrvo; II - organizar mantr a documntação rlativa ao acrvo sob sua guarda, m qualqur suport; III - psquisar dsnvolvr procdimntos inovadors rlacionados à gstão à documntação d colçõs d C&T; IV - coltar novos acrvos, m acordo com a política institucional d aquisição dscart; V - laborar manuais d procdimntos para gstão d acrvos musológicos; VI - ralizar trinamnto orintar pssoal d apoio, bolsistas stagiários com rlação às atividads do Núclo; VII - acompanhar o transport do acrvo sob sua guarda, m caso d transfrência ou d mpréstimo para xposiçõs tmporárias ou itinrants; VIII - promovr colaboraçõs técnicas cintíficas d intrss m suas áras d comptência prstar assssorias; IX - slcionar profissionais, bolsistas stagiários, d acordo com as ncssidads d sua ára d atuação; X - prstar srviços técnicos na sua ára d atuação; XI - promovr a divulgação dos rsultados d psquisas ralizadas na sua ára d atuação. Sção VI Da Coordnação d Documntação Arquivo Art. 30. À Coordnação d Documntação Arquivo I - planjar, coordnar xcutar psquisas no âmbito da prsrvação da mmória documntal da história das ciências no país; II - adquirir, runir organizar acrvos arquivísticos bibliográficos, m consonância com a política d aquisição dscart do MAST; III - constituir, prsrvar mantr sob sua guarda control acrvos arquivísticos d importância para a história das ciências da técnica, rspitando as rstriçõs prvistas m li ou m contratos d cssão; IV - garantir controlar o acsso a acrvos arquivísticos bibliográficos, obsrvados os procdimntos para consulta, mpréstimo rprodução do acrvo; V - produzir catálogos, invntários, índics, guias outros instrumntos d psquisa para acsso aos acrvos arquivístico bibliográfico do MAST, incluindo a constituição manutnção d bas d dados d acrvos; VI - propor políticas, normas procdimntos, bm como manuais técnicos d documntação d consrvação d acrvos arquivísticos bibliográficos; VII - propor, coordnar, planjar xcutar trabalhos d consrvação rstauração dos acrvos sob a guarda do MAST d ciências tcnologia do país; VIII - coordnar a adoção a implmntação d normas procdimntos dstinados ao uso prsrvação d documntos técnicos administrativos do MAST assgurando-lhs a condição d fonts documntais para o studo da história das ciências no país; IX - assssorar orintar instituiçõs cintíficas, m spcial as vinculadas ao Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, quanto à prsrvação d sus acrvos históricos, arquivísticos bibliográficos. Art. 3. Ao Srviço d Bibliotca Informação Cintífica I - idntificar, slcionar, adquirir, rgistrar organizar os acrvos bibliográficos, audiovisual multimídia d acordo com a política d aquisição do MAST; II - prsrvar mantr sob sua guarda o acrvo bibliográfico do MAST, controlando os procdimntos para consulta, mpréstimo rprodução, sgundo as normas bibliotconômicas; III - constituir mantr atualizada a bas d dados do acrvo da bibliotca; IV - produzir catálogos, alimntar bass d dados outros instrumntos para divulgação do acrvo bibliográfico do MAST; V - ralizar o invntário da bibliotca dntro da priodicidad stablcida; VI - normalizar, no qu s rfr à sua ára d atuação, as publicaçõs produzidas plo MAST; VII - controlar o acsso o uso da intrnt para o público xtrno, no su âmbito d atuação; VIII - xcutar programas d intrcâmbio com outras bibliotcas, cntros d informação ou outras instituiçõs qu atum na ára d intrss; IX - laborar manuais d procdimntos técnicos para gstão do acrvo bibliográfico sob a guarda do MAST. Art. 32. Ao Laboratório d Consrvação Rstauração d Papl I - planjar, coordnar xcutar atividads a prsrvação dos acrvos arquivísticos bibliográficos, consrvação rstauração d documntos no su âmbito d atuação; II - promovr psquisas, studos projtos m técnicas procdimntos d consrvação rstauração d papl; III - promovr a divulgação dos rsultados d psquisas ralizadas na sua ára d atuação; IV - mitir parcrs m assuntos d sua comptência; V - trinar técnicos xtrnos ao MAST, dsd qu no âmbito d acordos d coopração técnica dvidamnt aprovados pla instituição; VI - slcionar para contratação, profissionais, bolsistas stagiários, d acordo com as ncssidads d sua ára d atuação; VII - contribuir para a laboração da proposta orçamntária anual da Coordnação d Documntação Arquivo dos rlatórios d atividads; VIII - prstar srviços técnicos na sua ára d atuação. Art. 33. Ao Arquivo d História das Ciências I - psquisar, organizar, dar acsso mantr m sgurança o acrvo arquivístico da instituição, sgundo as normas arquivísticas vignts;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 45 II - implmntar a aquisição d acrvos arquivísticos para a história das ciências, d acordo com a Política d Aquisição Dscart d Acrvos, laborada pla COPAD; III - psquisar laborar critérios d acsso, mpréstimo rprodução d documntos, bm como ralizar su control; IV - organizar prsrvar a documntação arquivística txtual, iconográfica, sonora cartográfica sob sua guarda; V - laborar instrumntos d psquisa para os documntos arquivísticos sob sua guarda; VI - laborar manuais d procdimntos técnicos para organização tratamnto do acrvo sob sua guarda; VII - implantar grir o programa d digitalização do acrvo sob sua guarda; VIII - coordnar a adoção a implmntação d normas procdimntos dstinados ao uso prsrvação d documntos técnicos administrativos do MAST, assgurando-lhs a condição d fonts documntais para o studo da história da ciência no país; IX - promovr acordos d coopração com instituiçõs d C&T, spcialmnt as UPs o MCTIC, visando a prsrvação d acrvos arquivísticos a disponibilização virtual d sus documntos históricos. CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico Cintífico Art. 34. Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d orintação assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do MAST. Art. 35. O CTC contará com nov mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs trá a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - dois srvidors, com título d doutor ou quivalnt, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico, rspctivamnt; III - um srvidor, com nívl suprior do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; IV - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do MAST; V - três mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do MAST. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos d II a V trão o mandato d três anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso II srão indicados a partir d listas tríplics, mdiant lição promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico, rspctivamnt; b) o do inciso III srá indicado, mdiant lição promovida pla Dirção, ntr todos os srvidors do quadro prmannt; c) os do inciso IV srão indicados, fundamntadamnt, plo CTC; d) os do inciso V srão indicados a partir d lista sêxtupla laborada plo CTC, na forma do Rgimnto Intrno do próprio Conslho Ȧrt. 36. Ao CTC I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica tcnológica, sobr suas prioridads sobr a programação anual /ou plurianual d suas atividads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar sus rsultados, para qu mlhor possam atndr às políticas d trabalho dfinidas; III - contribuir para a mlhoria dos planos d trabalho; IV - avaliar, quando solicitado, programas, projtos atividads a srm implmntados; V - propor novas atividads d psquisas a srm dsnvolvidas, julgadas adquadas prioritárias, após avaliados os sforços rcursos a srm nvolvidos; VI - aprciar avaliaçõs do dsmpnho institucional ralizadas sgundo indicadors pré-dfinidos plo MCTIC; VII - aprciar avaliar o dsmpnho dos psquisadors tcnologistas m ciência tcnologia para fito d progrssão promoção; VIII - participar, através d um d sus mmbros xtrnos ao MAST, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; IX - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; X - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 37. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção II Conslho Dirtor Art. 38. O Conslho Dirtor - CD é órgão colgiado d assssoramnto ao Dirtor na gstão das atividads do MAST. Art. 39. O CD tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - os Coordnadors; III - o Assistnt Técnico. Art. 40. Ao CD I - assssorar o Dirtor na laboração d proposta orçamntária; II - laborar acompanhar o plano d trabalho anual; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600045 III - assssorar o Dirtor na administração no planjamnto d atividads técnicas cintíficas; IV - dfinir acompanhar os projtos intrdpartamntais; V - aprciar as propostas d contratação, transfrência dmissão d pssoal técnico cintífico; VI - assssorar o Dirtor na distribuição d cotas institucionais d bolsas; VII - aprciar dlibrar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 4. O funcionamnto do CD srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção III Conslho Acadêmico Art. 42. O Conslho Acadêmico - CA é órgão colgiado d orintação assssoramnto do Dirtor para assuntos d naturza técnico-cintífica. Art. 43. O CA tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu o prsidirá; II - dois mmbros do corpo prmannt d psquisa ou d dsnvolvimnto tcnológico, com titulação mínima d Doutor, scolhidos mdiant lição; III - um mmbro d cada Coordnação das áras fim, com titulação mínima d Doutor, indicado plo rspctivo Coordnador. Parágrafo único. Na falta dssa titulação mínima na Coordnação, dvrá sr indicado xcpcionalmnt um mmbro com titulação d Mstr. Art. 44. Ao CA I - assssorar o Dirtor na dfinição d prfis d profissionais para abrtura d vagas nas carriras d psquisa d dsnvolvimnto tcnológico; II - assssorar o Dirtor no acompanhamnto das atividads d psquisa, d nsino d naturza técnica; III - indicar o coordnador do Programa Institucional d Bolsas d Iniciação Cintífica - PIBIC os mmbros da Comissão d Avaliação dst Programa; IV - aprciar solicitaçõs d afastamnto libração d psquisadors tcnologistas d ciência tcnologia para príodos supriors a trinta dias; V - laborar sugrir mudanças aprimoramntos na Política d Psquisa; VI - analisar avaliar os projtos d psquisa dfinir prioridads; VII - dfinir a política d diçõs acadêmicas do MAST indicar os mmbros dos conslhos ditoriais; VIII - acompanhar avaliar a distribuição utilização das cotas d bolsas institucionais; IX - aprciar solicitaçõs d transfrência d psquisadors para o MAST; X - manifstar-s sobr assuntos d naturza técnico-cintífica. Art. 45. O funcionamnto do CA srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção IV Comissão Prmannt d Aquisição Dscart d Acrvo Art. 46. A Comissão Prmannt d Aquisição Dscart d Acrvo - COPAD é órgão colgiado d assssoramnto ao Dirtor na dfinição implmntação da política d aquisição dscart d acrvo do MAST. Art. 47. A COPAD tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu a prsidirá; II - um mmbro indicado pla Coordnação d Musologia, scolhido ntr os spcialistas m consrvação procssamnto técnico do acrvo; III - um mmbro indicado pla Coordnação d Documntação Arquivo, scolhido ntr os spcialistas m consrvação procssamnto técnico do acrvo; IV - um mmbro indicado pla Coordnação d Educação m Ciências; V - um mmbro indicado pla Coordnação d História da Ciência Tcnologia. º Os mmbros da COPAD trão mandato d dois anos, podndo sr rconduzidos. 2º Psquisadors d rconhcida atuação na ára podrão sr convidados a participar do COPAD, smpr qu o tma m xam rqurr parcr adicional ou spcializado. Art. 48. À COPAD I - laborar a política institucional d aquisição dscart d acrvo suprvisionar sua implmntação; II - mitir parcr sobr a aquisição dscart d acrvo, smpr qu solicitado; III - assssorar o Dirtor m assuntos rlacionados ao acrvo. Art. 49. O funcionamnto do COPAD srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado pla própria Comissão. Sção V Comissão Prmannt d Avaliação Dscart d Documntos Art. 50. A Comissão Prmannt d Avaliação Dscart d Documntos - CPADD é órgão colgiado d assssoramnto ao Dirtor para avaliação dscart d documntos históricos constants do arquivo do MAST. Art. 5. A CPADD tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu a prsidirá; II - dois mmbros indicados pla Coordnação d Documntação Arquivo; III - dois mmbros indicados pla Coordnação d História da Ciência Tcnologia; IV - um mmbro indicado pla Coordnação d Educação m Ciências; V - um mmbro indicado pla Coordnação d Musologia. Art. 52. À CPADD I - stablcr a tmporalidad dos documntos arquivísticos do MAST, obdcndo as normas técnicas stablcidas plo Conslho Nacional d Arquivos (CONARQ) do Arquivo Nacional; II - agrgar valor histórico aos documntos arquivísticos doados ao Arquivo d História das Ciências do MAST; III - dscartar documntos arquivísticos institucionais, obdcndo as rspctivas normas técnicas d tmporalidad considrando o valor histórico dos msmos. Sção VI Comissão Prmannt d Exposiçõs Art. 53. A Comissão Prmannt d Exposiçõs - COPEX é um órgão colgiado d assssoramnto ao Dirtor na dfinição implantação do programa d xposiçõs do MAST. Art. 54. A COPEX tm a sguint composição: I - o Dirtor, qu a prsidirá; II - um mmbro d cada Coordnação um mmbro do Srviço d Comunicação; III - um mmbro indicado pla Coordnação d Musologia, scolhido ntr os spcialistas do Srviço d Produção Técnica. º Os mmbros da COPEX trão mandato d dois anos, podndo sr rconduzidos. 2º Psquisadors profissionais d rconhcida atuação na ára podrão sr convidados a participar do COPEX, smpr qu o tma m xam rqurr consultoria spcializada. Art. 55. À COPEX I - propor acompanhar a política institucional d xposiçõs voltadas a divulgar conhcimnto rlacionado à rlvância das tmáticas d intrss do MAST, junto ao grand público, visando ampliar divrsificar a audiência da instituição; II - propor um programa anual d xposiçõs; III - analisar propostas d xposiçõs mitir parcr para sua xcução m consonância com a política stablcida; IV - dfinir funçõs rsponsabilidads d profissionais nvolvidos no mprndimnto xpositivo; V - acompanhar o procsso d laboração das xposiçõs; Art. 56. O funcionamnto do COPEX srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado pla própria Comissão. Parágrafo Único. O procsso d xposição srá rvisado a cada dois anos. CAPÍTULO V COMPETÊNCIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUA- ÇÃO EM PRESERVAÇÃO DE ACERVOS DE CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA Art. 57. O Programa d Pós-Graduação m Prsrvação d Acrvos d Ciência Tcnologia do Musu d Astronomia Ciências Afins/MCTIC (PPACT) tm por objtivos: I - capacitar profissionais para a prsrvação d acrvos d ciência tcnologia, atndndo às divrsas dmandas sociais, profissionais organizacionais; II - contmplar a ncssidad d qualificação stricto snsu d profissionais qu atuam com a gstão a prsrvação d acrvos cintíficos tcnológicos; III - promovr a formação d profissionais com bas tórica na História das Ciências da Divulgação Cintífica; IV - favorcr os diálogos intrdisciplinars ntr divrsas disciplinas áras d conhcimnto, atndndo aos intrsss d profissionais das áras das Ciências Humanas Sociais Aplicadas qu dsjm aprofundar conhcimntos sobr a prsrvação d acrvos; V - stimular a produção d conhcimnto sobr prsrvação d acrvos sua aplicação com bass cintíficas m vários ambints organizacionais, nos stors público privado, acadêmico; VI - fomntar studos dbats sobr a prsrvação d acrvos d cintíficos no plano nacional intrnacional; VII - favorcr o dsnvolvimnto inovador d procssos, produtos srviços d prsrvação d acrvos, d forma a contribuir para a ficácia a ficiência das organizaçõs públicas privadas, bm como o uso social dos acrvos; VIII - colaborar para a ampliação consolidação da ára d Prsrvação d Acrvos d Ciência Tcnologia. Parágrafo único. O PPACT foi criado pla Portaria 0794 publicada no D.O.U. m 2/09/204 homologado na runião xtraordinária do CTC-ES, parcr CNE/CES 54/204. CAPÍTULO VI ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 58. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads cintíficas, técnicas administrativas do MAST; II - xrcr a rprsntação do MAST; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico Cintífico - CTC, do Conslho Dirto - CD, do Conslho Acadêmico - CA, da Comissão Prmannt d Aquisição Dscart d Acrvo - COPAD, Comissão Prmannt d Avaliação Dscart d Documntos - CPADD; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 59. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar, suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 60. Aos chfs incumb, suprvisionar, coordnar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas.

46 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6. O MAST clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC, um compromisso d gstão m qu srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica. Art. 62. O Dirtor, sm qualqur custo adicional, podrá instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do MAST, podndo, ainda, criar áras, grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do MAST. Art. 63. O MAST podrá criar o Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT, com a finalidad d grir sua política d inovação. Art. 64. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno srão solucionados plo Dirtor, ouvida, quando for o caso, a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC. PORTARIA Nº 5.60, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8,877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Musu Parans Emílio Goldi, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 424, d 5 d julho d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 8 d julho d 2002, nº 508, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 803, d 23 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 25 d outubro d 2006, nº 594, d 25 d junho d 203, publicada no D.O.U. d 26 d junho d 203. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO MUSEU PARAENSE EMÍ- LIO GÖELDI CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Musu Parans Emílio Goldi - MPEG é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O MPEG é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do MPEG stá localizada na Avnida Govrnador Magalhãs Barata, 376, São Brás, na cidad d Blém - PA, ond s ncontra instalada sua administração cntral. Art. 4º O MPEG tm como finalidad grar comunicar conhcimntos sobr os sistmas naturais procssos socioculturais rlacionados à Amazônia. Art. 5º Ao Musu Parans Emílio Goldi - MPEG I - laborar xcutar programas, projtos atividads d psquisa dsnvolvimnto técnico-cintífico, no âmbito d suas finalidads; II - comunicar conhcimnto cintífico tcnológico; III - formar rcursos humanos no âmbito d suas finalidads; IV - dsnvolvr disponibilizar srviços dcorrnts d suas psquisas, contratos, convênios, acordos ajusts, rsguardados os diritos rlativos à propridad intlctual; V - promovr, patrocinar ralizar cursos, confrências, sminários outros conclavs d carátr técnico-cintífico; VI - formar, mantr custodiar acrvos cintíficos documntais; VII- forncr subsídios para a formulação d políticas públicas para o dsnvolvimnto d projtos stratégicos para a Amazônia. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Musu Parans Emílio Göldi - MPEG tm a sguint strutura organizacional: I - Coordnação d Psquisa Pós-Graduação - COPPG a) Srviço da Estação Cintífica Frrira Pnna - SECFP b) Núclo d Coopração Intrnacional - NUCIT c) Núclo Editorial - Boltins - NUEBL d) Núclo d Srviço d Campo da Estação Cintífica Frrira Pnna - NUCFP II - Coordnação d Ciências Humanas - COCHS III - Coordnação d Botânica - COBOT IV - Coordnação d Ciências da Trra Ecologia - COC- TE V - Coordnação d Zoologia - COZOO VI - Coordnação d Comunicação Extnsão - COCEX a) Srviço d Comunicação Social - SECOS b) Srviço d Bibliotca - SEBIB c) Srviço d Informação Documntação - SEIDO. Núclo d Arquivo Guilhrm d La Pnha d) Srviço d Parqu Zoobotânico - SEPZO plo código 000206600046 ) Núclo Editorial - Livros - NUELI VII - Coordnação d Musologia - COMUS a) Srviço d Educação - SEEDU. Núclo d Musografia - NUMUS 2. Núclo d Visitas Orintadas ao Parqu Zoobotânico - NUVOP VIII - Coordnação d Planjamnto Acompanhamnto - C O PA C a) Srviço d Tcnologia da Informação - SETIC b) Núclo d Inovação Transfrência d Tcnologia - NU- CIT IX - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Orçamnto Finanças - SEOFI b) Srviço d Gstão d Pssoas - SEGEP c) Srviço d Compras Patrimônio - SECOP d) Srviço d Campus d Psquisa - SECAP ) Núclo d Contratos Convênios - NUCCO f) Núclo d Engnharia Arquittura - NUENA Art. 7º O Musu Parans Emílio Goldi - MPEG tm como Órgão Colgiado vinculado o Conslho Técnico-Cintífico - CTC. Art. 8º O MPEG srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência Tcnologia nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do Dirtor. 4º Para o dsmpnho d suas funçõs, o Dirtor contará com um Assistnt Técnico, cujas comptências srão por l stablcidas m Portaria. Art. 0. As coordnaçõs do MPEG srão chfiadas por Coordnador, as divisõs os srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão função gratificada srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Coordnação d Psquisa Pós-Graduação Art. 2. À Coordnação d Psquisas Pós-Graduação compt coordnar as atividads d Psquisas Pós-graduação, da Coordnação d Ciências Humanas, Ciências da Trra Ecologia, da Coordnação d Botânica, da Coordnação d Zoologia, do Srviço da Estação Cintífica Frrira Pnna dos Núclos d Coopração Intrnacional Editorial dos Boltins do Musu Parans Emílio Goldi, cujas atribuiçõs são: I - assssorar o Dirtor nos assuntos prtinnts ao dsnvolvimnto da psquisa cintífica inovação tcnológica no MPEG; II - dirigir, coordnar suprvisionar os assuntos d carátr cintífico dsnvolvidos no MPEG concrnnts ao aprfiçoamnto, capacitação afastamnto do País do pssoal cintífico tcnológico; III - suprvisionar as atividads d pós-graduação, bm como o procsso d concssão d bolsas institucionais nas várias modalidads; IV - acompanhar avaliar as atividads d pós- graduação no âmbito d sua comptência; V - subsidiar a formulação d políticas prtinnts a formação d pssoal das carriras d ciência tcnologia no âmbito do MPEG; VI - suprvisionar coordnar as açõs da Estação Cintifica Laboratórios Institucionais; VII - suprvisionar os programas struturants do MCTIC m qu o MPEG particip; VIII - planjar grnciar a utilização dos rcursos institucionais dstinados á psquisa; IX - prsidir suprvisionar as atividads do conslho d curadoria suprvisionar as atividads dos dmais conslhos cintíficos; X - suprvisionar as atividads dos comitês d ética na psquisa; XI - coordnar Suprvisionar as açõs das rvistas cintíficas do MPEG; XII - tipificar, apoiar suprvisionar o dsnvolvimnto d projtos institucionais; XIII- coordnar suprvisionar as açõs d coopração cintífica nacionais intrnacionais; XIV - promovr a intgração suprvisionar as açõs intgradas ntr a psquisa a divulgação cintífica; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. Ao Srviço da Estação Cintífica "Frrira Pnna" compt grir xcutar atividads do plano d ação da ECFPn, bm como planjar os rcursos xcutar os srviços d limpza, manutnção consrvação prdial mobiliário a gstão d contas públicas, visando a funcionalidad das atividads dsnvolvidas na bas física da ECFPn m Caxiuanã Brvs, cuja atribuiçõs são: I - planjar acompanhar as psquisas ralizadas no âmbito da ECFPn; II - acompanhar as atividads do plano d manjo da Florsta Nacional d Caxiuanã, qu podm aftar as atividads da ECFPn; III - controlar o acsso às dpndências físicas da ECFPn; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 4. Ao Núclo d Coopração Intrnacional compt Idntificar stablcr atos d coopração junto a organismos cujos intrsss sjam compatívis com os prvistos na missão institucional com ênfas na psquisa comunicação d ciência sobr a Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - planjar, coordnar acompanhar a clbração xcução d Convênios Acordos Intrnacionais d intrss do MC- TIC/MPEG; II - dfinir aprsntar à dirção do MPEG o Manual para clbração d Convênios Acordos Intrnacionais; III - prospctar oportunidads d coopração; IV - idntificar apontar potnciais parciros; V - ngociar as mlhors mais ficints formas d colaboração; VI - obsrvar rspitar a ral capacidad d xcução d compromissos d coopração; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. Ao Núclo Editorial - Boltins compt ditar produzir os priódicos do Musu Parans, cujas atribuiçõs são: I - zlar pla qualidad cintífica do qu é publicado plos priódicos; II - zlar pla organização, rigor transparência dos procdimntos ditoriais; III - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 6. Ao Núclo d Srviço d Campo da Estação Cintífica Frrira Pnna compt xcutar as atividads d fiscalização acompanhamnto d manutnção, bm como a consrvação prdial mobiliário a gstão d contas públicas, visando a funcionalidad das atividads dsnvolvidas na bas física da ECFPn m Caxiuanã Brvs, cuja atribuiçõs são: I - xcutar as atividads d apoio opracional das bass físicas da ECFPn m Caxiuanã Brvs; II - fiscalizar grnciar os contratos d trcirização, forncimnto d alimntação contas públicas, para o plno funcionamnto da ECFPn; III - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção II Da Coordnação d Ciências Humanas Art. 7. À Coordnação d Ciências Humanas compt programar, stimular dsnvolvr studos psquisas no campo das Ciências Humanas na Amazônia, particularmnt nas áras d Antropologia, Arquologia Linguística, cujas atribuiçõs são: I - coordnar, analisar acompanhar projtos d psquisa com ou sm financiamnto; II - dsnvolvr submtr trabalhos à publicaçõs; III - ralizar viagns xpdiçõs cintíficas d intrss da ára d atuação; IV - coordnar participar d vntos d intrss da ára d atuação; V - apoiar orintar os procssos rlativos à Pós-Graduação; VI - ralizar orintaçõs m programas divrsos; VII - coordnar participar d atividads d divulgação cintífica cultural; VIII - participar d comitês, comissõs, curadoria rlativos a ára d intrss da coordnação; IX - contribuir para a formulação d políticas públicas a partir d sua ára d intrss; X - mantr dinamizar psquisas rlacionadas aos acrvos cintíficos d tnografia, arquologia linguística; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no su campo d atuação; Sção III Da Coordnação d Botânica Art. 8. À Coordnação d Botânica compt programar, coordnar, stimular dsnvolvr studos psquisas nas áras d sistmática vgtal micologia, morfologia anatomia vgtal, cologia vgtal, manjo consrvação botânica conômica, tnobotânica fitoquímica, cujas atribuiçõs são: I - coordnar, analisar, acompanhar dsnvolvr projtos d psquisa; II - dsnvolvr submtr trabalhos à publicaçõs; III - ralizar viagns xpdiçõs cintíficas d intrss da ára d atuação; IV - organizar, coordnar participar d vntos d intrss da ára d atuação; V - apoiar orintar atividads d Pós Graduação iniciação cintifica; VI - ralizar orintaçõs m programas divrsos; VII - coordnar participar d atividads d divulgação cintífica cultural;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 47 VIII - participar d comitês, comissõs, curadoria rlativos a ára d intrss da coordnação; IX - contribuir para a formulação d políticas públicas a partir d sua ára d intrss; X - criar, mantr, ampliar, catalogar dinamizar psquisas sobr o acrvo cintífico da flora, principalmnt amazônica; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção IV Da Coordnação d Ciências da Trra Ecologia Art. 9. À Coordnação d Ciências da Trra Ecologia compt programar, coordnar, stimular dsnvolvr studos psquisas nas áras d gociências cologia, incluindo o Campus Avançado - Pantanal/Mato Grosso, cujas atribuiçõs são: I - coordnar, analisar acompanhar projtos d psquisa com ou sm financiamnto; II - dsnvolvr submtr trabalhos à publicaçõs; III - ralizar viagns xpdiçõs cintíficas d intrss da ára d atuação; IV - coordnar participar d vntos d intrss da ára d atuação; V - apoiar orintar os procssos rlativos a Pós Graduação; VI - ralizar orintaçõs m programas divrsos; VII - coordnar participar d atividads d divulgação cintífica cultural; VIII - participar d comitês, comissõs, curadoria rlativos a ára d intrss da coordnação; IX - contribuir para a formulação d políticas públicas a partir d sua ára d intrss; X - criar, mantr, ampliar, catalogar dinamizar psquisas rlacionadas aos acrvos cintíficos d Minrais Rochas, Solos, Palontologia Palinologia; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção V Da Coordnação d Zoologia Art. 20. À Coordnação d Zoologia compt programar, coordnar, stimular dsnvolvr studos psquisas sobr biossistmática, biogografia cologia animal, cujas atribuiçõs são: I - coordnar, analisar, acompanhar dsnvolvr projtos d psquisa; II - dsnvolvr submtr trabalhos à publicaçõs; III - ralizar viagns xpdiçõs cintíficas d intrss da ára d atuação; IV - organizar, coordnar participar d vntos d intrss da ára d atuação; V - apoiar orintar atividads d Pós Graduação iniciação cintifica; VI - ralizar orintaçõs m programas divrsos; VII - coordnar participar d atividads d divulgação cintífica cultural; VIII - participar d comitês, comissõs, curadoria rlativos a ára d intrss da coordnação; IX - contribuir para a formulação d políticas públicas a partir d sua ára d intrss; X - mantr dinamizar psquisas rlacionadas aos acrvos cintíficos d animais vrtbrados invrtbrados; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção VI Da Coordnação d Comunicação Extnsão Art. 2. À Coordnação d Comunicação Extnsão compt coordnar as atividads d Comunicação Social, d Musologia, d Informação Documntação, d Editoração d livros, Ouvidoria Srviço d Informação ao Cidadão - SIC, além das dsnvolvidas no Parqu Zoobotânico, cujas atribuiçõs são: I - assssorar o Dirtor nos assuntos prtinnts à comunicação da ciência à divulgação d acrvos cintíficos nas áras d atuação do MPEG sobr a Amazônia; II - coordnar, suprvisionar acompanhar as atividads dsnvolvidas plo Srviço do Parqu Zoobotânico, Srviço d Comunicação Social, Coordnação d Musologia, Coordnação d Informação Documntação, Núclo Editorial d livros, Ouvidoria Srviço d Informação ao Cidadão - SIC; III - propor suprvisionar a xcução d programas, projtos açõs rlativas à musologia, ducação, comunicação, informação, documntação parqu zoobotânico; IV - prsidir convocar, mnsalmnt, órgão(s) colgiado(s) qu vnham a sr criados plo Dirtor dstinados a dlibração d assuntos prtinnts a Comunicação Extnsão do MPEG; V. planjar grnciar a utilização dos rcursos institucionais dstinados à Comunicação xtnsão; VI - prsidir convocar, mnsalmnt, órgão(s) colgiado(s) qu vnham a sr criados plo Dirtor dstinados a dlibração d assuntos prtinnts a Comunicação Extnsão do MPEG; VII - promovr acompanhar açõs d intgração das atividads das áras da Comunicação Extnsão; VIII - promovr a intgração suprvisionar as açõs intgradas ntr a psquisa a divulgação cintífica; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 22. Ao Srviço d Comunicação Social compt construir consolidar a imagm do Musu Goldi prant sus difrnts públicos, visando à divulgação do conhcimnto cintífico sobr a sociobiodivrsidad da Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - dsnvolvr atividads d assssoria d imprnsa da dirção do Musu Goldi; II - organizar o srviço d clipping d notícias d intrss do MPEG, mantndo um acrvo d notícias na intrant; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600047 III - monitorar a insrção do MPEG na mídia; IV - mantr o acrvo d Informaçõs Jornalística sobr a Amazônia - BDIJAm; V - organizar dsnvolvr açõs d comunicação intrna; VI - planjar organizar, vículos d comunicação institucional do MPEG; VII - grnciar o Portal a intrant do MPEG; VIII - dsnvolvr projtos psquisas sobr a comunicação pública da ciência o dsmpnho do stor junto à comunidad intrna xtrna do MPEG; IX- laborar, orintar acompanhar a produção d matrial promocional institucional; X - mantr o Laboratório d Comunicação Multimídia - LabCom, propondo o mprgo d rcursos multimídias, frramntas d ducomunicação planos d comunicação intgrada dos projtos institucionais stratégicos; XI - planjar grnciar os prfis institucionais nas mídias sociais; XII - propor campanhas institucionais, programas d intgração, d rsponsabilidad social, ambintal, cultural d gstão d criss; psquisas d opinião mrcado, organizar vntos institucionais; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. Ao Srviço d Bibliotca compt dissminar informaçõs bibliográficas, atndimnto ao público sobr as áras d atuação do Musu sobr a Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - coordnar as atividads dsnvolvidas pla Bibliotca Domingos Soars Frrira Pnna, para su funcionamnto sistêmico; II - possibilitar o acsso dos usuários às informaçõs documntos disponívis m sus divrsos suports; III - implmntar controlar a circulação d documntos do acrvo da bibliotca; IV - promovr a dissminação da informação cintífica tcnológica nas áras d atuação do MPEG Amazônia; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 24. Ao Srviço d Informação Documntação compt grnciar, as atividads do Núclo d Arquivo, além d prsrvar dissminar acrvos bibliográficos arquivísticos das áras d atuação do Musu Goldi Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - coordnar Incntivar studos com acrvo cintífico promovr tcnologias para sua gstão; II - participar d convênios, planos programas d coopração visando ampliação das psquisas m rd; III - stablcr normas, padrõs, procdimntos do fluxo d informação, visando dissminação do produto final, a informação; IV - promovr provr condiçõs para prsrvação consrvação prvntiva dos acrvos bibliográficos arquivísticos; V - dsnvolvr acompanhar instrumntos d avaliação d documntos, conform lgislação prtinnt; VI - coordnar o funcionamnto sistêmico do trato d documntos bibliográficos arquivísticos; VII - provr condiçõs d acsso aos acrvos bibliográficos por mio d Sistmas intgrados; VIII - incntivar provr condiçõs para studos psquisa com o acrvo bibliográfico arquivístico; IX - intragir com as dmais coordnaçõs do MPEG nos assuntos prtinnts à documntação informação cintífica; X - grnciar junto com o Arquivo a custódia d acrvos privados; XI - rsgatar acrvos visando a prsrvação d patrimônios cintíficos d intrss para o Musu Amazônia; XII- dsnvolvr sistmas d classificação, tsaurus outros instrumntos próprios para o tratamnto da informação d acordo com as spcificidads da bibliotca; XIII - laborar instrumntos d psquisa (guias, catálogos, invntários, diçõs d fonts, bass d dados outros) a fim d dissminar informaçõs documntos dos acrvos arquivísticos; XIV - laborar propor planos d consrvação, organização, dscrição comunicação do acrvo bibliográfico arquivístico, rcorrndo às novas tcnologias, nomadamnt no procssamnto d dados na transfrência d suports; XV - coordnar a comissão d avaliação d priódicos; XVI - coordnar o invntário do acrvo bibliográfico; XVII- Suprvisionar a prstação d contas da vnda distribuição d publicaçõs; XVIII- xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 25. Ao Núclo d Arquivo Guilhrm d La Pnha compt Grnciar informaçõs documntos arquivísticos para a prsrvação da mmória institucional da Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - garantir o funcionamnto sistêmico do Arquivo Guilhrm d La Pnha; II - promovr, implmntar grnciar a política d consrvação prvntiva do patrimônio documntal do MPEG; III - implmntar a gstão documntal do MPEG, bm como xcutar controlar o rgistro, a tramitação a xpdição d documntos procssos administrativos da instituição; IV - transfrir, rcolhr organizar o acrvo documntal produzido, rcbido acumulado plo MPEG m suas fass corrnt, intrmdiária prmannt, qualqur qu sja o suport físico; V - laborar implmntar o Plano d Classificação d Documntos d Arquivo, a Tabla d Tmporalidad dmais instrumntos técnicos, m consonância com o disposto na lgislação prtinnt; VI - possibilitar o acsso dos usuários às informaçõs documntos disponívis m sus divrsos suports; VII - proporcionar a custódia tmporária ou prmannt d acrvos privados d intrss do MPEG, garantindo a organização, o acsso, a consrvação a divulgação dos msmos; VIII - promovr o rsgat a prsrvação do patrimônio documntal privado d valor prmannt da rgião; IX - divulgar os trabalhos dsnvolvidos plo arquivo m vntos publicaçõs spcíficas da ára; X- xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 26. Ao Srviço do Parqu Zoobotânico grir, consrvar informar sobr os acrvos vivos m xposição, bm como planjar xcutar os srviços d limpza intrna, manutnção consrvação prdial gstão d contas públicas, visando a ralização das atividads no Parqu Zoobotânico, cujas atribuiçõs são: I - grnciar, consrvar comunicar conhcimntos sobr os acrvos vivos xistnts no Parqu Zoobotânico; II - ralizar psquisas rfrnts ao acrvo vivo do Parqu Zoobotânico; III- planjar coordnar o procsso d licnciamnto ambintal outorga d poços, visando à manutnção da licnça opracional do Parqu Zoobotânico; IV- dar suport atuar m conjunto com as dmais subunidads da Coordnação d Comunicação Extnsão m programas projtos d divulgação d conhcimntos acrvos; V - colaborar com as atividads d manutnção, limpza sgurança do Parqu Zoobotânico; VI - viabilizar infrastrutura m conjunto com as dmais subunidads da Coordnação Comunicação Extnsão para o manjo consrvação do acrvo vivo do Parqu Zoobotânico; VII- planjar acompanhar, anualmnt, rcursos para a xcução dos srviços d limpza consrvação d áras intrnas xtrnas dos prédios, pqunos rparos rstauração d imóvis, móvis viviro dos animais, locação d maquinas fotocopiadoras tlfonia fixa móvl do Parqu Zoobotânico; VIII - orintar controlar a xcução dos srviços d limpza consrvação d áras intrnas xtrnas dos prédios, pqunos rparos rstauração d imóvis, móvis viviro dos animais do Parqu Zoobotânico do MPEG; IX - ralizar rparos nas instalaçõs hidro-sanitárias, létricas, tlfônicas d rfrigração do Parqu Zoobotânico; X - planjar xcutar o transport d matriais móvis ntr os stors do Parqu Zoobotânico; XI - grnciar fiscalizar os contratos d contas públicas (nrgia létrica, água, corrios) srviços continuados rfrnts ao Parqu Zoobotânico; XII - acompanhar suprvisionar a xcução das atividads d transport do Parqu Zoobotânico d protocolo; XIII - fazr atividads d Rstauro Manutnção do Patrimônio do Parqu Zoobotânico; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 27. Ao Núclo Editorial - Livros compt ditar, produzir fomntar a publicação d livros cintíficos técnico-cintíficos, nas áras d atuação do Musu Parans Emílio Goldi intrdisciplinars, cujas atribuiçõs são: I - zlar pla qualidad d contúdo cintífico, técnico ou ducativo das publicaçõs produzidas plo Núclo Editorial d Livros do MPEG; II - zlar plo padrão ditorial gráfico das publicaçõs produzidas plo Núclo Editorial d Livros do MPEG; III - ralizar o Planjamnto das atividads do Núclo Editorial d Livros do MPEG, d acordo com as dmandas institucionais; IV - ralizar atividads grnciais, logística divulgação d publicaçõs do Núclo Editorial d Livros; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção VII Da Coordnação d Musologia Art. 28. À Coordnação d Musologia compt coordnar as atividads do Núclo d Musografia do Srviço d Educação, a fim d transmitir ao público o conhcimnto cintífico rlativo à naturza, às socidads ao patrimônio matrial imatrial, cujas atribuiçõs são: I - buscar junto às coordnaçõs d psquisa spcialistas, o mbasamnto cintífico para açõs musais d iniciativas xtrnas intrnas; II - atndr a dmanda das coordnaçõs d psquisa quanto à difusão do rsultado d suas psquisas; III - promovr xcutar psquisas d carátr musológico nas áras d atuação do MPEG; IV - provr o acsso do público ao Parqu, qualificando a visitação aos vários ambints nl localizados através d açõs musais; V - buscar mios matriais, financiros lgais para concrtizar os divrsos projtos musais VI - laborar coordnar o plano anual d xposiçõs do MPEG; VII - dsnvolvr projtos musográficos xpográficos para as xposiçõs montadas plo MPEG para os spaços ond a instituição stivr rprsntada; VIII- ralizar açõs d comunicação xpográfica ducativa nas áras d intrss do MPEG; IX - procurar capacitar, qualificar atualizar prmanntmnt o su pssoal através d atividads, cursos, visitas técnicas, tc. rlativas à ára; X - suprvisionar controlar o acsso do público aos spaços xpositivos do MPEG; XI - avaliar mitir parcr sobr propostas d intrvnção nos spaços d acsso público do MPEG;

48 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 29. Ao Srviço d Educação compt planjar xcutar programas ducativos d inclusão social, d acordo com as spcificidads dos divrsos públicos do Musu Goldi visando o dsnvolvimnto sociocultural o xrcício da cidadania das populaçõs amazônicas, bm como grnciar as atividads do Núclo d Visitas Orintadas, cujas atribuiçõs são: I - participar na concpção xcução das açõs ducativas d divulgação do conhcimnto cintífico, d acordo com a política institucional; II - promovr cursos, oficinas, palstras trinamntos para profssors, studants d nívl suprior, profissionais spcializados, monitors stagiários, trcira idad; III - mantr dinamizar a Colção Didática Emília Snthlag a Bibliotca d Ciências Clara Maria Galvão; IV - produzir dinamizar matrial ducativo nas divrsas áras do conhcimnto da instituição; V - mantr dinamizar a Colção Didática Emília Snthlag a Bibliotca d Ciências Clara Maria Galvão; VI - promovr a iniciação cintífica d studants do nsino fundamntal por mio do Club do Psquisador Mirim; VII - ralizar práticas ducativas qu stimulm a organização social d comunidads amazônicas para a mlhoria d suas condiçõs d vida rconhcimnto d sua idntidad su patrimônio cultural; VIII - promovr a formação d rcursos humanos para a psquisa na Educação (m ciência, musal, ambintal patrimonial), por mio d bolsas d iniciação cintífica; IX - atndr o público scolar por mio d programas ducativos planjados plo Núclo d Visitas Orintadas/NUVOP; X - promovr a prática d atividads trapêuticas da qualidad d vida da trcira idad; XI - divulgar os procssos ducativos grados no stor, por mio d publicaçõs vntos técnicos cintíficos; XII - participar m fóruns, rds projtos institucionais intrinstitucionais, visando o fortalcimnto d políticas públicas; XIII - ralizar práticas ducativas d carátr lúdico cultural voltadas para o público m gral do PZB; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 30. Ao Núclo d Musografia compt planjar xcutar as açõs musográficas d idntidad visual voltadas para a transmissão d conhcimntos cintíficos sobr a Amazônia, cujas atribuiçõs são: I - laborar xcutar projtos d psquisa musográfica áras afins nos campos d intrss do MPEG; II - ralizar o planjamnto anual d atividads com a concpção, xcução avaliação musográfica d açõs xpositivas d iniciativa do MPEG, /ou m parcria com outras instituiçõs; III - stablcr, juntamnt com as curadorias das Colçõs do MPEG, normas d consrvação manutnção priódica dos acrvos xpostos; IV- mantr as xposiçõs do MPEG os acrvos nlas utilizados m condiçõs adquadas d consrvação; V - organizar participar d congrssos, sminários, oficinas, palstras cursos d Musografia áras afins; VI - planjar acompanhar a programação visual do MPEG; VII - ralizar a concpção produção d matrial informativo dos vntos do stor d musografia, m qualqur tipo d mídia ou matrial; VIII - mantr o banco d dados das açõs xpositivas do Musu Goldi; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 3. Ao Núclo d Visitas Orintadas ao Parqu Zoobotânico compt dar atndimnto às scolas, crchs, cntros comunitários afins qu agndam visitas ao Parqu Zoobotânico, com o objtivo d propiciar visitas com o máximo d aprovitamnto por part do público, cujas atribuiçõs são: I - atndr às scolas ( outros grupos) qu visitam o Parqu Zoobotânico com finalidad ducativa, tndo como princípio básico a Educação Ambintal, suscitando a snsibilidad cológica a prcpção abrangnt quanto aos problmas ambintais urbanos da rgião Amazônica; II - agndar as visitas d scolas, crchs ou grupos comunitários ao Parqu Zoobotânico; III - criar mantr atualizado um cadastro das instituiçõs d nsino qu visitam o Parqu Zoobotânico, com as sguints informaçõs: nom da scola, dirtor, vic-dirtor, ndrço, corrio ltrônico, tlfons ntr outros; IV - criar mantr atualizado um cadastro com o nom o contato dos profssors ou profissionais qu participam d cursos atividads promovidos plo NUVOP; V - orintar as scolas os profssors na prparação ralização da visita ao parqu, sugrindo rotiros atividads, bm como ofrcr monitors quando solicitado quando não houvr profssors ou lídrs d grupo prparados para tal; VI - colaborar com o dsnvolvimnto divulgação d matrial informativo sobr o Parqu Zoobotânico o MPEG, como foldrs, mapas, cartilhas, vídos multimídia; VII - promovr cursos d prparação para visitas ao Parqu Zoobotânico para a utilização do matrial didático ofrcido plo MPEG; VIII - apoiar atividads ducativas campanhas promocionais rlacionadas ao Parqu Zoobotânico; IX - participar d psquisas d público d avaliação d atividads ducativas no Parqu Zoobotânico; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600048 Sção VIII Da Coordnação d Planjamnto Acompanhamnto Art. 32. À Coordnação d Planjamnto Acompanhamnto compt coordnar o planjamnto institucional, o srviço d tcnologia da informação grnciar as atividads do Núclo d Inovação Transfrência da Tcnologia, visando o dsnvolvimnto d programas, projtos açõs do MPEG, cujas atribuiçõs são: I - coordnar a laboração, implantação o acompanhamnto do Plano Dirtor do MPEG; II - procdr os acompanhamntos avaliaçõs priódicas d xcução dos planos projtos m andamnto no MPEG; III - laborar acompanhar a proposta orçamntária, as solicitaçõs d créditos suplmntars d outros rcursos dstinados ao dsnvolvimnto d programas projtos do MPEG; IV - ralizar o procsso d avaliação institucional; V - acompanhar as programaçõs d trabalho multistoriais qu objtivm a captação d rcursos para a implantação d programas, projtos atividads no MPEG; VI - coordnar a articulação institucional intrinstitucional, objtivando a ngociação d projtos cintíficos, tcnológicos inovativos a captação d rcursos xtrnos; VII - suprvisionar, coordnar acompanhar açõs rlacionadas a transfrência tcnológica; VIII - mantr atualizado o Sistma d Informaçõs Grnciais (SIGTEC); IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 33. Ao Srviço d Tcnologia da Informação, compt provr soluçõs m srviços d Tcnologia da Informação m Psquisa Computacional Aplicada alinhado ao do Plano Dirtor d Tcnologia da Informação - PDTI ao Plano Dirtor do Musu Parans Emílio Goldi, cujas atribuiçõs são: I - planjar, coordnar, acompanhar implmntar soluçõs d Tcnologia da Informação do MPEG; II - grnciar Contratos d TI; III - coordnar a laboração, implantação acompanhamnto do Plano Dirtor d Tcnologia da Informação (PDTI) do MPEG; IV - grnciar Projtos d Softwars; V - grnciar Projtos d Infrastrutura; VI - grnciar Srviços d suport a usuários; VII - grnciar Projtos d Psquisa m Computação Aplicada; VIII - prospctar Novas Tcnologias d Tcnologia da Informação; IX - grnciar srviços d rds d comunicação d dados; X - grnciar srviços d Datacntr; XI - coordnar comitê d Tcnologia da Informação; XII - coordnar comitê d Sgurança da Informação; XIII - coordnar a articulação institucional intrinstitucional, visando a ralização d projtos tcnológicos alinhados ao Planjamnto Estratégicos do MPEG; XIV - atndr as dmandas d rgulamntação, lgislação dtrminaçõs institucionais ministriais; XV - coordnar capacitação d srvidors dmais colaboradors na utilização d soluçõs d Tcnologia da Informação; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 34. Ao Núclo d Inovação Transfrência d Tcnologia compt protgr o conhcimnto grado no Musu Parans Emílio Goldi, promovndo a transfrência para o stor produtivo, visando a gração d ngócios sustntávis para a Amazônia para o Brasil, cujas atribuiçõs são: I - propor, xcutar, avaliar rvisar a política institucional d stímulo à inovação outras formas d transfrência d tcnologia à socidad; II - mapar acompanhar sistmaticamnt os grupos d psquisa, idntificando comptências tcnologias gradas monitorando os rsultados dcorrnts d atividads projtos d psquisa para a promoção d inovaçõs transfrências d tcnologias; III - analisar opinar sobr a stratégia d protção da propridad intlctual das criaçõs dsnvolvidas na instituição, sndo rsponsávl pla gstão dsts ativos; IV - rcbr, prospctar monitorar sistmaticamnt dmandas d mrcado d stors d intrss da socidad passívis d srm atndidas por grupos d psquisas das instituiçõs associadas; V - participar d ngociaçõs para a comrcialização transfrência d tcnologia, incluindo a ofrta d srviços comptências tcnológicas institucionais, orintando apoiando as unidads do MPEG na laboração d critérios para lvantamnto dos custos das psquisas utilização dos laboratórios, prcificação d srviços tcnológicos valoração d tcnologias; VI - promovr o aprndizado do público intrno xtrno sobr procssos ligados à inovação tcnológica, por mio da promoção d cursos, sminários, workshops outros vntos, com ênfas à articulação d atividads intgradas ntr institutos d psquisa ators sociais xtrnos; VII - acompanhar a atuação do Arranjo d Núclos d Inovação Tcnológica da Amazônia Orintal (REDENAMOR); VIII - concbr, xcutar avaliar programas, mtas açõs no PDU MPEG rlacionadas às atribuiçõs acima mncionadas sob a rsponsabilidad do NIT; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção IX Da Coordnação d Administração Art. 35. À Coordnação d Administração compt coordnar suprvisionar as açõs políticas d gstão administrativa, financira, contábil, d gstão d pssoas patrimonial, a fim d mantr a infrastrutura Institucional d rcursos humanos, para o dsnvolvimnto d psquisas difusão cintífica, bm como grnciar as atividads do Núclo d Contratos Convênios, cujas atribuiçõs são: I - formular propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; II - administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads, d acordo com normas intrnas lgislação prtinnt; III - forncr infrastrutura administrativa às unidads organizacionais, promovndo a manutnção prvntiva corrtiva das instalaçõs; IV - coordnar a xcução d compras d bns srviços no País no xtrior; V- prstar assssoramnto apoio administrativo à comissão prmannt d licitação, m todas as fass do procsso licitatório, d acordo com a lgislação prtinnt a cada ára; VI- laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; VII- laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 36. Ao Srviço d Orçamnto Finanças compt procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas lgais dos órgãos d control, cujas atribuiçõs são: I - acompanhar os créditos rcbidos pla instituição, fazndo os rspctivos rgistros; II - mitir mpnhos pré-mpnhos; III - laborar a programação financira d dsmbolsos; IV - ftuar pagamntos; V - ralizar outras movimntaçõs orçamntário-financiras; VI - mantr a rgularidad fiscal da instituição junto aos órgãos comptnts; VII - dar suport no acompanhamnto da arrcadação d rcitas próprias; VIII - ralizar consultas mitir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis, ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto a solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; IX - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos através da missão dos documntos contábis corrspondnts; X- ftuar analisar as conciliaçõs bancárias, propondo mdidas para liminação das pndências xistnts; XI - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; XII - laborar as prstaçõs d contas dos rcursos disponibilizados ao MPEG, quando as dspsas form por l dirtamnt xcutadas, bm como confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis, ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto às solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; XIII - laborar, m conjunto com as dmais unidads organizacionais nvolvidas, os procdimntos dscritivos dos procssos sob sua gstão ou por cujo dsnvolvimnto for rsponsávl; XIV - dar suport a laboração das tomadas d contas; XV - controlar a missão d diárias passagns; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 37. Ao Srviço d Gstão d Pssoas compt assistir dsnvolvr os srvidors do Musu Parans Emilio Goldi nas áras d bnfícios, saúd, sgurança, capacitação, qualificação, avaliação d dsmpnho, cadastro pagamntos d pssoal, visando bom dsmpnho do srvidor, bm como a qualidad d vida no ambint d trabalho para o alcanc da missão institucional, cujas atribuiçõs são: I - planjar, dsnvolvr, coordnar monitorar programas projtos visando mlhorias no Sistma d Gstão d Pssoas; II - orintar os srvidors sobr sus diritos dvrs; III - atndr às solicitaçõs dos Órgãos d Control; IV - grnciar xcutar a lotação movimntação intrna dos srvidors; V - ralizar Procssos Administrativos: admissão, afastamntos tmporários dsligamntos d pssoal - cssão, rquisição, xrcício provisório, licnças, rmoção, aposntadorias, xonração; avaliação d stágio probatório; avaliação d dsmpnho funcional; progrssão/promoção funcional; rqurimntos d gratificaçõs adicionais rmunratórios; prícias médicas; capacitação qualificação profissional; pagamntos dscontos m folha; pnsõs; abonos auxílios financiros; VI - mitir documntos rfrnts a pssoal: dclaraçõs; crtidõs; portarias; mapas d tmpo d srviço; rlatórios; mmorandos; ofícios; notas técnicas; rcibos d pagamntos; VII - ralizar acompanhamnto assistência social do srvidor; VIII - procssar instruir as solicitaçõs d apoio d rcursos humanos ncssárias a ralização d projtos, contratos convênios outros acordos firmados plo MPEG; IX - idntificar ncssidads d capacitação dsnvolvimnto d pssoal: planjar coordnar a ralização d cursos trinamntos, ncontros, palstras, sminários similars;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 49 X - ralizar a movimntação financira mnsal da folha d pagamnto; XI - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; XII - orintar suprvisionar a xcução do control d férias, frqüência licnça; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 38. Ao Srviço d Compras Patrimônio compt planjar grnciar procssos licitatórios, d compras d matriais, bm como a gstão patrimonial do almoxarifado, cujas atribuiçõs são: I - orintar coordnar a xcução acompanhamnto das açõs rlativas à administração d matrial d patrimônio, contratos, srviços importação; II - instruir, no qu coubr, os procssos licitatórios d obras, srviços aquisição d bns; III - instruir os procdimntos d compras, d contratação d srviços comuns dmandados plas divrsas unidads do MPEG, agndando-as ao longo do xrcício financiro, utilizando os sistmas opracionais do Govrno Fdral; IV - suprvisionar a classificação do cadastro d bns móvis, a codificação catalogação, bm como a movimntação saída d matrial prmannt; V - mantr atualização d dados laborar rlatórios d carga trmos d rsponsabilidad, d procssos d dsfazimnto baixa d bns patrimoniais; VI - promovr o acompanhamnto, a rgularização avaliação dprciativa do patrimônio do MPEG; VII - invntariar anualmnt os bns móvis imóvis do MPEG orintando a laboração dos invntários dos dmais stors; VIII - dfinir o stoqu mínimo a baixa d matrial insrvívl; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 39. Ao Srviço d Campus d Psquisa compt, planjar os rcursos xcutar os srviços d limpza, manutnção consrvação prdial mobiliário a gstão d contas públicas, visando a funcionalidad das atividads dsnvolvidas, cujas atribuiçõs são: I - organizar, controlar acompanhar as atividads d apoio administrativo opracional do Campus d Psquisa m articulação com a Coordnação Administrativa; II - prstar suport administrativo opracional à ralização d atividads do MPEG, no Campus; III - fiscalizar, acompanhar controlar as atividads d: srviços grais, limpza, manutnção prdial, rprografia, vigilância armada control d pragas urbanas; IV - administrar, fiscalizar controlar a xcução dos srviços d implmntação manutnção dos sistmas tlfônicos, létricos, hidrossanitários, d rfrigração das dmais instalaçõs do Campus; V- administrar, fiscalizar controlar as faturas nrgia létrica, d combustívl a distribuição d gás GLP, água natural minral; VI - fiscalizar, suprvisionar, prstar suport administrativo controlar as atividads d transport no Campus d Psquisa d manutnção licnciamnto vicular do MPEG; VII - grnciar fiscalizar os contratos d contas públicas (nrgia létrica, água, corrios) srviços continuados rfrnts ao Campus d Psquisa; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 40. Ao Núclo d Contratos Convênios compt grnciar contratos d srviços convênios ou instrumntos congênrs, visando suprir as ncssidads d contratação d srviços, forncimnto d bns clbração d parcrias intrinstitucionais para o alcanc dos objtivos institucionais, cujas atribuiçõs são: I - acompanhar a xcução dos contratos atas, bm como orintar adotar as providências ncssárias à rgularização das faltas ou dfitos obsrvados m fac das ocorrências rgistradas plos fiscais rlacionadas com a xcução dos contratos; II - notificar, por scrito, a Contratada sobr todas as ocorrências qu possam vir mbaraçar os srviços/forncimntos contratados; III - solicitar aos fiscais d contratos postrior rmssa à Coordnação d Administração, até o último dia útil mês d novmbro d cada xrcício o dmonstrativo das ncssidads financiras para os contratos ainda m vigor no xrcício sguint; IV - ncaminhar à Dirtoria, formalmnt, quando do término da vigência do contrato, a libração da garantia contratual m favor da contratada; V - analisar a prtinência dos vntuais pdidos d quilíbrio conômico financiro, rpactuaçõs aditivos dos contratos, bm como orintar acompanhar a xcução dsts; VI - analisar todos os atos do MPEG/MCTIC rlativos à xcução do contrato, m spcial aplicação d sançõs ou altração do contrato; VII - analisar as situaçõs rlacionadas às obrigaçõs prvidnciárias trabalhistas nos contratos d srviços no qu diz rspito à mão d obra xclusiva, para fins d postrior pagamnto; VIII - acompanhar m conjunto com os fiscais, rspitando os critérios lgais d oportunidad convniência, as prorrogaçõs dos contratos d srviço com antcdência mínima d 20 dias da data do ncrramnto das suas vigências; IX - obsrvar qual é a data-bas da catgoria prvista na Convnção Coltiva d Trabalho - CCT. X - solicitar pagamntos mpnhos dos contratos d srviços, nas modalidads original, rforço anulação d mpnho, bm como confrir documntação ncaminhada plos fiscais para pagamntos dos Contratos; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600049 XI - autuar ncaminhar os procssos administrativos por dscumprimnto d contrato; XII - autuar acompanhar procssos d acordos d coopração convênios; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 4. Ao Núclo d Engnharia Arquittura compt planjar, coordnar, fiscalizar a xcução d projtos xcutivos, obras os srviços d ngnharia arquittura ralizados no âmbito do MPEG, cujas atribuiçõs são: I - atualizar as dmandas por projtos, obras srviços d ngnharia arquittura no âmbito do MPEG; II - rvisar atualizar os Planos Dirtors compatibilizá-los às dmandas por obras srviços d ngnharia arquittura, dfinindo prioridads para o Campus d Psquisa, PZB ECFPn; III - laborar Trmos d Rfrência com informaçõs básicas para licitação (Rgistro d Prços) para contratar vntualmnt os srviços d laboração d projtos xcutivos, orçamntos para os projtos xistnts hora/homm (h/h) para fiscalizar os srviços obras d ngnharia; IV - coordnar fiscalizar a xcução por trciros d projtos, obras srviços d ngnharia arquittura no Campus d Psquisa, PZB ECFPn, com bas na Lgislação Fdral prtinnt no mmorial dscritivo cronograma físico-financiro das msmas; V - padronizar (criar modlos) atstados d visita técnica; rlatórios técnicos; atstados d vistoria; trmos d rcbimnto d obras (provisório dfinitivo); atstados d capacidad técnica; atstados m faturas; orintaçõs a mprsas rcbr os srviços d xcução d projtos, obras srviços d ngnharia arquittura no âmbito do MPEG; VI - solicitar a dirção do MPEG a colaboração vntual d outros funcionários, bolsistas stagiários na laboração d projtos, acompanhamnto fiscalização da xcução por trciros d obras srviços d ngnharia arquittura no âmbito do MPEG; VII - runir, organizar indicar a digitalização por trciros do acrvo d plantas, dsnhos, gravuras, fotografias outros (projtos xcutivos incluindo arquittura, strutura, hidro-sanitário, létrico, ar-condicionado, lógica, tlfonia, sgurança ltrônica outros) dos prédios do Campus d Psquisa, PZB, ECFPn; VIII - mantr a dirção do MPEG informada dos problmas soluçõs adotadas no âmbito dos projtos obras d ngnharia arquittura m andamnto; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no CAPÍTULO IV ÓRGÃO COLEGIADO Sção I Conslho Técnico Cintífico Art. 42. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função d dlibração assssoramnto ao Dirtor no planjamnto das atividads cintíficas tcnológicas do MPEG. Art. 43. O CTC contará com onz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, trá a sguint composição: I - o Dirtor do MPEG, qu o prsidirá; II - três srvidors, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; III - três mmbros dntr os dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do MPEG; IV - quatro rprsntants da comunidad cintífica tcnológica, não prtncnts às carriras do Ministério, d stors produtivos d movimntos sociais, atuants m áras afins às do MPEG. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos II, III IV trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) Os do inciso II srão indicados a partir d lista tríplic, obtida a partir d lição promovida pla Dirtoria da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia, d Dsnvolvimnto Tcnológico d Gstão, Planjamnto Infrastrutura m Ciência Tcnologia; b) Os do inciso III srão indicados, fundamntadamnt, plo CTC; c) Os do inciso IV srão indicados a partir d lista tríplic laborada plo CTC, na forma do Rgimnto Intrno. Art. 44. Compt ao CTC: I - aprciar opinar a rspito da implmntação da política cintífica tcnológica, pós-graduação, comunicação, gstão suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar os sus rsultados; III - aprciar opinar a rspito das dirtrizs d qualificação d pssoal valorização institucional; IV - opinar sobr critérios d avaliação funcional acompanhar a avaliação d dsmpnho d srvidors do quadro d psquisadors, tcnologistas dos analistas d C&T, quanto as atividads qu influncim dirtamnt nos rsultados cintíficos tcnológicos do MPEG; V - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão; VI - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao MPEG, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VII - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor. Art. 45. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. CAPÍTULO V ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 46. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do MPEG; II - xrcr a rprsntação do MPEG; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas m ato spcífico d dlgação d comptência. Art. 47. Aos Coordnadors incumb coordnar suprvisionar a xcução das várias atividads a su cargo. Art. 48. Aos Chfs d Srviço orintar, acompanhar ou ftuar a ralização das tarfas prtinnts à sua ára d atuação. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 49. O MPEG clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO do MCTIC, um Trmo d Compromisso d Gstão, no qual srão stablcidos os compromissos da quip d gstão do MPEG da DPO com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica da ntidad. Art. 50. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, formar outras unidads colgiadas intrnas, assim como constituir comitês para promovr a intração ntr as unidads da strutura organizacional do MPEG ou ntidads xtrnas, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do MPEG. Art. 5. O MPEG podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT coma finalidad d grir sua política d inovação. Art. 52. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. PORTARIA Nº 5.6, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º do Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Rgimnto Intrno do Obsrvatório Nacional, na forma do anxo a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 787, d 09 d dzmbro d 2002, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d d dzmbro d 2002, nº 509, d 2 d julho d 2003, publicada no D.O.U. d 30 d julho d 2003, nº 493, d 5 d julho d 2005, publicada no D.O.U. d 9 d julho d 2005, nº 926, d 7 d dzmbro d 2006, publicada no D.O.U. d d dzmbro d 2006. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO REGIMENTO INTERNO DO OBSERVATÓRIO NACIO- NAL CAPÍTULO I DA CATEGORIA, SEDE E COMPETÊNCIA Art. º O Obsrvatório Nacional - ON, criado por Dcrto Lgislativo d 5 d outubro d 827, é unidad d psquisa intgrant da strutura do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs - MCTIC, na forma do disposto no Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206. Art. 2º O ON é Instituição Cintífica Tcnológica - ICT, nos trmos da Li nº 0.973, d 2 d dzmbro d 2004, rgulamntada plo Dcrto nº 5.563, d d outubro d 2005. Art. 3º A sd do ON stá localizada na rua Gnral José Cristino, 77, São Cristóvão, na cidad do Rio d Janiro - RJ, ond s ncontra instalada sua administração cntral part d sus laboratórios. Art. 4º O ON tm por finalidad ralizar psquisa dsnvolvimnto m Astronomia, Gofísica Mtrologia m Tmpo Frquência, formar psquisadors m sus cursos d pós-graduação, capacitar profissionais, coordnar projtos atividads nacionais nstas áras grar, mantr dissminar a Hora Lgal Brasilira. Art. 5º Ao Obsrvatório Nacional - ON I - promovr, xcutar divulgar studos psquisas cintíficas dsnvolvr tcnologias nas áras d astronomia, astrofísica, gofísica mtrologia do tmpo d frquência suas aplicaçõs; II - promovr patrocinar a formação spcialização d rcursos humanos no âmbito d suas finalidads; III - stablcr intrcâmbio cintífico para o dsnvolvimnto d psquisas; IV - grar, consrvar, mantr oprar laboratório primário d tmpo frquência difundir a Hora Lgal Brasilira, nos trmos da Li nº 2.784, d 8 d junho d 93 lgislação postrior; V - ftuar a difusão do conhcimnto técnico-cintífico através d palstras, publicaçõs informativas, técnicas cintíficas; VI - transfrir para a socidad srviços produtos singulars, rsultants d suas atividads d psquisa dsnvolvimnto, mdiant o cumprimnto d dispositivos lgais aplicávis;

50 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VII - promovr, patrocinar ralizar cursos, confrências, sminários outros conclavs d carátr técnico-cintífico, d intrss dirto ou corrlato ao órgão; VIII - dsnvolvr disponibilizar produtos srviços spcializados, m dcorrência d suas atividads; IX - criar mcanismos d captação d novos rcursos financiros para psquisa ampliar as rcitas próprias. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 6º O Obsrvatório Nacional - ON tm a sguint strutura organizacional: I - Dirtoria a) Núclo d Informação Documntação - NUCID b) Núclo d Psquisa m -Astronomia - NUPA II - Coordnação d Astronomia Astrofísica - COPAA III - Coordnação d Gofísica - COGEO a) Obsrvatório Magnético d Vassouras - SEOMV b) Obsrvatório Magnético d Tatuoca - SEOMT IV - Coordnação d Administração - COADM a) Srviço d Rcursos Humanos - SERHU b) Srviço Orçamntário, Financiro Contábil - SEFIN c) Srviço d Matrial Patrimônio - SEMAP d) Srviço d Apoio Logístico - SELOG ) Divisão do Srviço da Hora - DISHO. Srviço d Gração Dissminação da Hora - SEGDH f) Divisão d Pós-Graduação - DIPPG g) Divisão d Atividads Educacionais - DIAED h) Divisão d Tcnologia da Informação - DITIN Art. 7º Os Órgãos Colgiados vinculados ao Obsrvatório Nacional - ON são: I - Conslho Técnico-Cintífico - CTC II - Conslho Intrno Cintífico Tcnológico - CICT Art. 8º O ON srá dirigido por Dirtor, cujo cargo m comissão srá provido plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art. 9º O Dirtor srá nomado a partir d lista tríplic laborada por Comitê d Busca, criado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. º Obsrvadas as prrrogativas do Ministro d Estado d xonração ad nutum, faltando sis mss para compltar ftivos quarnta oito mss d xrcício, o Conslho Técnico Cintífico - CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação d um novo Dirtor. 2º O Dirtor podrá tr dois xrcícios conscutivos, a partir dos quais somnt podrá sr rconduzido após intrvalo d 48 mss. 3º No caso d xonração ad nutum o Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs nomará dirtor intrino o CTC ncaminhará ao MCTIC a solicitação d instauração d um Comitê d Busca para indicação do Dirtor. Art. 0. As coordnaçõs do ON srão chfiadas por Coordnador, as divisõs os srviços por Chf, cujos cargos m comissão srão providos plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. Art.. Os ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. º O Dirtor srá substituído, m suas faltas ou impdimntos, por srvidor prviamnt indicado por l nomado plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs. 2º Os dmais ocupants dos cargos m comissão srão substituídos, m suas faltas ou impdimntos, por srvidors prviamnt indicados por ls nomados plo Dirtor. CAPÍTULO III COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Dirtoria Art. 2. Ao Núclo d Informação Documntação I - runir, organizar, prsrvar, disponibilizar dissminar documntos informaçõs qu apoim incntivm a produção técnico-cintífica; II - organizar mantr a informação bibliográfica oar- maznamnto d dados das colçõs d priódicos, livros, normas técnicas, folhtos, rlatórios técnicos, catálogos técnicos, mapas outros, bm como controlar sua circulação dissminação; III - planjar, coordnar xcutar atividads d ditoração imprssão das séris livros, bm como d matrial d divulgação; IV - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto à solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 3. Ao Núclo d Psquisa m -Astronomia I - participar m grands xprimntos astronômicos nacionais intrnacionais; II - participar da organização d missõs associadas a ocultaçõs stlars; III - participar da implmntação d um cntro para armaznamnto, procssamnto xploração d grands volums d dados astronômicos; IV - contribuir para o dsnvolvimnto d portal cintífico com frramntas para o grnciamnto d grands volums d dados astronômicos; V - promovr wbinars, runiõs d trabalho, oficinas ncontros nacionais intrnacionais; VI - patrocinar o intrcâmbio d pssoal cintífico técnico com parciros nacionais intrnacionais; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600050 VII - ajudar na formação d pssoal na ára d Ciência d Dados; VIII - contribuir na divulgação dos rsultados d psquisa para o grand público; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção II Da Coordnação d Astronomia Astrofísica Art. 4. À Coordnação d Astronomia Astrofísica I - coordnar, suprvisionar acompanhar atividads d psquisa básica aplicada no campo da Astrofísica Astronomia; II - organizar coordnar missõs obsrvacionais, bm como uso d locais instrumntal disponívl para sua ralização; III - orintar coordnar a participação m análiss, studos, formulação laboração d projtos d instrumntação voltados para astronomia; IV - colaborar na dfinição d políticas ducacionais d difusão do conhcimnto técnico-cintífico da astronomia da astrofísica; V - colaborar na laboração xcução dos programas d pós-graduação, d iniciação cintífica d bolsistas stagiários; VI - colaborar na laboração na xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido na sua ára d comptência; VII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VIII - promovr runiõs d trabalho, workshops, scolas tmáticas ncontros nacionais intrnacionais; IX - coordnar xcutar programa d pós-doutoramnto m Astronomia Astrofísica; X - participar d colaboraçõs nacionais intrnacionais m sua ára d atuação; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Da Coordnação d Gofísica Art. 5. À Coordnação d Gofísica I - coordnar, suprvisionar acompanhar atividads d psquisa, m todo o trritório nacional, no campo d atuação da Gofísica; II - orintar, participar coordnar a xcução d análiss, studos, formulação, laboração d projtos voltados à gração d conhcimntos, bm como o dsnvolvimnto d instrumntos para psquisa atividads técnicas nas suas áras d atuação; III - orintar, coordnar acompanhar a xcução, instalação manutnção d rds d monitoramnto gofísico, m particular gravimétrico gomagnético, m todo o trritório nacional; IV - colaborar na dfinição d políticas ducacionais d difusão do conhcimnto técnico-cintífico, na sua ára d atuação; V - colaborar na laboração xcução dos programas d pós-graduação, d iniciação cintífica d bolsistas stagiários; VI - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 6. Ao Obsrvatório Magnético d Vassouras I - dar suport técnico às psquisas ao monitoramnto contínuo das variaçõs do campo magnético trrstr; II - mantr m opração os instrumntos d mdiçõs ncssários à ralização d suas atividads; III - rgistrar armaznar dados rlativos as variaçõs do campo magnético trrstr; IV - atuar m outras atividads qu lh form comtidas Art. 7. Ao Obsrvatório Magnético d Tatuoca I - dar suport técnico às psquisas ao monitoramnto contínuo das variaçõs do campo magnético trrstr; II - mantr m opração os instrumntos d mdiçõs ncssários à ralização d suas atividads; III - rgistrar armaznar dados rlativos as variaçõs do campo magnético trrstr; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção IV Da Coordnação d Administração Art. 8. À Coordnação d Administração I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlativas às áras d srviços apoio do ON; II - propiciar coordnar o suport administrativo ncssário ao dsnvolvimnto concrtização das atividads finalísticas do ON; III - propor dirtrizs planos rfrnts à administração dos rcursos, suprvisionando a xcução dos planos aprovados; IV - administrar o plano d contas o plano opracional nos aspctos orçamntário, contábil financiro, bm como as suas atividads, d acordo com normas intrnas lgislação prtinnt; V - forncr infrastrutura administrativa técnica ncssárias às unidads organizacionais do ON; VI - coordnar a aquisição d matriais srviços ncssários ao ON; VII - prstar assssoramnto apoio administrativo para as licitaçõs, bm como na laboração dos instrumntos dla rsultants; VIII - acompanhar dar suport a xcução d compras contratação d bns srviços no país no xtrior; IX - laborar confrir rlatórios, quadros dmonstrativos orçamntários, financiros contábis ntr outros documntos spcíficos, por dtrminação suprior d sua ára d atuação, ou para atndimnto às solicitaçõs d órgãos suprvisors d control intrno xtrnos; X - suprvisionar acompanhar a xcução administrativa d convênios dos contratos rlativos à sua ára d atuação; XI - apoiar o funcionamnto das Comissõs d Licitação, subsidiando, quando ncssário, a laboração d convits ditais; XII - orintar a prparação dos procssos d dispnsa d inxigibilidad d licitação providnciar as rspctivas ratificaçõs, d acordo com a lgislação spcífica; XIII - coordnar, controlar xcutar as atividads d importação xportação d matriais bns patrimoniais; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 9. Ao Srviço d Rcursos Humanos I - organizar mantr atualizados os assntamntos funcionais dos srvidors ativos, inativos rcursos humanos agrgados; II - laborar a folha d pagamnto d srvidors ativos, inativos pnsionistas assim como prparar procssos rlativos a pagamnto d xrcícios antriors, rstos a pagar, indnizaçõs auxílios dvidos aos srvidors; III - prparar atos rlacionados a ingrsso d pssoal, xrcício afastamnto, tmporário ou dfinitivo, vacância d cargos funçõs, xpdir crtidõs, atstados, mapas d tmpo d srviço, dclaraçõs qualificação funcional d srvidors ntr outros documntos comprobatórios ou lgais, bm como dar publicidad aos atos praticados; IV - idntificar ncssidads d trinamnto, planjar organizar a ralização d cursos, ncontros, palstras, sminários similars, visando à capacitação ao dsnvolvimnto d rcursos humanos; V - aplicar, acompanhar controlar os procssos d Avaliação d Estágio Probatório d Avaliação d Dsmpnho Funcional; VI - orintar suprvisionar a xcução do control d férias, frquência licnça acompanhamnto dos atos rlacionados a provimnto falcimnto dos srvidors analisar procssos d rvisão d provntos pnsõs; VII - procdr à xcução dos atos d lotação movimntação intrna dos srvidors; VIII - coordnar as atividads voltadas à assistência social, médica, hospitalar, odontológica acompanhamnto psicossocial prstados aos srvidors sus dpndnts assim como controlar as atividads rlativas à licnças médicas consulta à junta médica para fins d prícia; IX - aplicar, como unidad complmntar da Coordnação- Gral d Gstão d Pssoas do MCTIC, as orintaçõs manadas daqula unidad; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 20. Ao Srviço Orçamntário, Financiro Contábil I - prparar, orintar acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual; II - analisar as ncssidads d rformulação orçamntária; III - promovr a avaliação da xcução orçamntária financira, bm com laborar rlatórios grnciais da sua ára d comptência; IV - procssar a xcução orçamntária, financira contábil, m conformidad com as normas do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI dos órgãos d control; V - analisar, para fito d liquidação da dspsa, toda a documntação a sr ncaminhada para pagamnto, spcialmnt no qu diz rspito a sua xatidão lgalidad; VI - mantr atualizada a lgislação normas intrnas, no tocant à administração orçamntária, financira contábil, obsrvando o su cumprimnto; VII - ftuar o rgistro dos atos fatos administrativos através da missão dos documntos contábis corrspondnts; VIII - rcbr, confrir, organizar arquivar os movimntos financiros, com a documntação básica anxada, xrcndo a guarda consrvação dos msmos; IX - acompanhar suprimnto d fundos controlar as rspctivas prstaçõs d contas; X - dar suport a laboração das tomadas d contas atstar a idonidad d firmas, para fins d pagamnto; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. Ao Srviço d Matrial Patrimônio I - ftivar os srviços d aquisição, control d bns móvis imóvis bm como d almoxarifado, rcbimnto, confrência, acitação, armaznamnto distribuição d matriais d consumo prmannt; II - mantr atualizado o catálogo d matrial prmannt o cadastro d bns patrimoniais, d acordo com os procdimntos d codificação, catalogação classificação stablcidos no plano d contas da União; III - suprvisionar, acompanhar, confrir laborar mapas d variação patrimonial dcorrnts da incorporação baixa d bns, bm como ralizar os invntários d matrial prmannt d consumo; IV - mantr atualizado Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF, sgundo as normas d inclusão xclusão d forncdors prstadors d srviços;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 5 V - controlar os prazos d ntrga d matrial xcução d srviços contratados propor aplicação d multas aos inadimplnts, bm como prparar atstado d idonidad d firmas para fins d contratação d srviços aquisição d matriais; VI - ftivar acompanhar os controls d stoqu dos matriais utilizados no ON; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 22. Ao Srviço d Apoio Logístico I - prstar suport administrativo opracional à ralização d atividads do ON; II - ftuar control mnsal das dspsas dcorrnts da xcução dos contratos, bm como dos gastos dcorrnts da contratação d nrgia létrica, tlfonia rádio chamadas; III - administrar as atividads d srviços rprográficos, d circulação d corrspondências d control xpdição d malots passagns; IV - coordnar, suprvisionar controlar a xcução dos srviços d limpza, consrvação, jardinagm, rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas outras; V - coordnar controlar as atividads d vigilância, rcpção, portaria, zladoria circulação d pssoal nas dpndências da instituição; VI - promovr mdidas para mantr atualizada a documntação d vículos, assim como adotar os procdimntos quanto a opração, utilização manutnção d viaturas quipamntos, assim como controlar o consumo d combustívis lubrificants, acssórios pças d rposição; VII - laborar lista d ncssidads para mlhor manutnção da infrastrutura do ON, o qu s rfr, ntr outros, a rparos rstauração d imóvis, móvis, instalaçõs sanitárias, létricas, hidráulicas; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. À Divisão do Srviço da Hora I - planjar, coordnar suprvisionar o dsnvolvimnto xcução d programas, projtos atividads técnicas ou d psquisa básica aplicaçõs rfrnts a mtrologia d tmpo frquência; II - grar, consrvar transmitir dirta ou indirtamnt, a Hora Lgal Oficial Brasilira, através dos mios possívis; III - promovr xcutar psquisa dsnvolvimnto m automação d mdidas, automação d opração, scalas d tmpo, padrõs primários sistmas d sincronismo com ou sm crtificação digital; IV - provr o sincronismo crtificado à hora lgal brasilira, às ntidads intgrants da Infrastrutura d Chavs Públicas Brasilira - ICP-BRASIL, dmais ntidads qu assim o dsjarm, conform acordos contratos a srm opracionalizados; V - mantr o Laboratório Primário d Tmpo Frquência - LPTF, d acordo com o sistma da qualidad implantado m conformidad com as normas intrnacionais m vigor; VI - mantr os padrõs primários nacionais, assgurando sua rastrabilidad ao Tmpo Atômico Intrnacional - TAI, grado plo BIPM, com métodos rcursos qu assgurm a mnor incrtza possívl; VII - mantr a Escala d Tmpo Atômico Brasilira; VIII - promovr xcutar com mios adquados a calibração sistmática dos padrõs scundários d mprsas instituiçõs assgurando a rastrabilidad dos padrõs mantidos plos laboratórios da Rd Brasilira d Calibração, RBC; IX - participar d procssos d ngociação, coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, principalmnt aquls coordnados plo Burau Intrnational d Poids t Msurs - BIPM, plo Srviço Intrnacional d Rotação da Trra - IERS, pla União Astronômica Intrnacional - IAU; X - assgurar a manutnção prvntiva corrtiva d todos os quipamntos sistmas mantidos m opração contínua, aquls dirtamnt ligados a alimntação rdundant d nrgia létrica; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 24. Ao Srviço d Gração Dissminação da Hora I - grar dissminar a hora lgal brasilira, com bas nos padrõs nacionais d frquência; II - assgurar a rastrabilidad nacional intrnacional da hora lgal brasilira m padrõs d alta prcisão; III - mantr m condiçõs d opração os instrumntos, quipamnto rlógios atômicos; IV - assgurar atividads d transmissão por intrmédio do rádio, m HF VHF, tlfon, sincronização por modm, sincronismo via Intrnt, ntr outros mios; V - participar da ralização d psquisas dsnvolvimnto voltados para a automação d mdidas opraçõs, d rlógios sincronizados, d scalas d tmpo, d instrumntação, d sistmas sincronizados, d padrõs primários da rastrabilidad nacional intrnacional do tmpo da frquência, ntr outras atividads d msma naturza no su campo d atuação; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 25. À Divisão d Pós-Graduação I - formar mstrs doutors nas áras d atuação do ON; II - organizar acompanhar o funcionamnto dos programas d Pós-Graduação xistnts no ON com bas no rgulamnto da Pós-Graduação m vigência; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660005 III - propor acompanhar o cumprimnto do calndário dos cursos d Pós-Graduação m articulação com as áras d psquisa assim como organizar as disciplinas, dfinindo sus contúdos d acordo com as linhas d psquisa do ON; IV - planjar, organizar xcutar o procsso sltivo para ingrsso nos cursos d Pós-Graduação distribuir as bolsas d studo concdidas por órgãos govrnamntais; V - instituir comissõs bancas para avaliação d candidatos para julgamnto d dissrtaçõs tss; VI - colaborar com o programa d iniciação cintífica com projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto m suas áras d atuação; VII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 26. À Divisão d Atividads Educacionais I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução d cursos públicos das scolas voltados para a dissminação do conhcimnto produzido nas áras voltadas para o studo da astrofísica, astronomia gofísica, ntr outras qu lh form dsignadas; II - planjar, coordnar suprvisionar todo o sistma ltrônico d divulgação cintífica do ON por mio d sus wbsits objtivando a dissminação do conhcimnto produzido nas áras d astrofísica, astronomia gofísica, ntr outras qu lh form dsignadas; III - organizar coordnar a programação d visitas as instalaçõs do campus do ON; IV - planjar, organizar laborar projtos d publicação d rvistas, séris d colçõs, folhtos, foldrs, cartazs outros mios d divulgação d produção d matriais didáticos; V - planjar, coordnar suprvisionar a aprsntação dos trabalhos do ON m firas vntos cintíficos com o objtivo d dissminar o conhcimnto produzido nas áras d astrofísica, astronomia gofísica, ntr outras qu lh form dsignadas; VI - colaborar, orintar coordnar a laboração xcução d projtos rlacionados com a divulgação difusão do conhcimnto produzido nas áras d atuação do ON; VII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs, d carátr rgional, nacional intrnacional, nas áras d atuação do ON; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 27. À Divisão d Tcnologia da Informação I - prstar apoio às atividads fins do ON, no qu concrn as ncssidads m tcnologia da informação; II - prstar apoio na dfinição das caractrísticas técnicas para aquisição d matriais quipamntos d informática, acompanhando as licitaçõs prtinnts, bm como atstar tcnicamnt o rcbimnto d tais bns; III - propor políticas dirtrizs rfrnts ao planjamnto, implmntação, manutnção administração das atividads rlativas às áras d informática rds d comunicação d dados intrna, bm como sua rspctiva conctividad às rds acadêmicas comrciais, smpr m consonância com as dmais unidads organizacionais organismos gstors oficiais; IV - propor políticas suprvisionar o dsnvolvimnto a implmntação d frramntas programas computacionais, visando o aprfiçoamnto d su sistma d informaçõs; V - oprar, mantr administrar a rd d comunicação d dados intrna, com suas conxõs às rds xtrnas acadêmicas comrciais, bm como provr o suport opracional da infrastrutura computacional da instituição; VI - laborar projtos qu viabilizm a implantação opração da rd d comunicação d dados intrna institucional, bm como propor orintar as dmais áras d atuação, quanto aos procdimntos d manutnção atualização; VII - assistir facilitar aos usuários, através dos rcursos computacionais da instituição, a localização acsso d dados, informaçõs conhcimnto nas áras d informática, sistmas computacionais rds d comunicação d dados, prtinnts ao xrcício d suas atividads; VIII - psquisar, coordnar propor o uso d produtos srviços tcnologias mrgnts m informática, objtivando sua ampla dissminação utilização como altrnativas àqulas m uso, com a dvida orintação aos usuários do sistma; IX - dissminar informaçõs rlvants sobr as facilidads da rd corporativa, crdnciando usuários stablcndo condiçõs d acsso à rd d comunicação d dados; X - instalar, adaptar atualizar os atuais sistmas opracionais m uso, bm como propor a implantação com a subsqunt instalação migração para sistmas opracionais, aplicativos utilitários mrgnts, basados no concito d softwar não propritário; XI - propor, dsnvolvr, ralizar suprvisionar procssos d trinamnto sobr sistmas opracionais, programas aplicativos d uso já consolidado, bm como as possívis altrnativas d novos sistmas opracionais, utilitários aplicativos visando a univrsalização da informática, agilizar mlhorar o dsmpnho do usuário final; XII - conformidad com os intrsss da unidad organizacional, nvolvndo todos os aspctos rlvants da instituição para a protção, control monitoramnto dos dados dos rcursos computacionais, trabalhando d forma coordnada com as dmais unidads organizacionais os organismos oficiais gstors da ára d sgurança d sistmas computacionais, objtivando a dtcção, idntificação, rsolução prvnção d incidnts d sgurança; XIII - participar do procsso d ngociação, bm como coordnar suprvisionar a xcução d programas projtos d coopração parcrias stablcidos m acordos, convênios congênrs d carátr rgional, nacional intrnacional, no su campo d atuação; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO IV ÓRGÃOS COLEGIADOS Sção I Conslho Técnico-Cintífico Art. 28. O Conslho Técnico Cintífico - CTC é órgão colgiado com função consultiva d assssoramnto na implmntação da política cintífica tcnológica da unidad d psquisa. Art. 29. O CTC contará com onz mmbros, todos nomados plo Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, tndo a sguint composição: I - o Dirtor do ON, qu o prsidirá; II - o Dirtor substituto (sm dirito a voto); III - três srvidors, d nívl suprior, do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico m último nívl das carriras; IV - dois mmbros dntr dirignts ou titulars d cargos quivalnts m unidads d psquisa do MCT ou d outros órgãos da Administração Pública, atuants m áras afins às do ON; V - quatro mmbros rprsntants da comunidad cintífica, tcnológica ou mprsarial, atuants m áras afins às do ON. Parágrafo único. Os mmbros mncionados nos incisos III, IV V trão o mandato d dois anos, admitida uma única rcondução, srão scolhidos da sguint forma: a) os do inciso III srão indicados a partir d listas tríplics, obtidas a partir d lição promovida pla Dirção da Unidad, ntr os srvidors do quadro prmannt das carriras d Psquisa m Ciência Tcnologia d Dsnvolvimnto Tcnológico; b) os do inciso IV srão indicados, fundamntadamnt, plo CTC; c) os do inciso V srão indicados a partir d listas tríplics laboradas plo CTC, na forma do rgimnto intrno. Art. 30. Compt ao CTC: I - aprciar suprvisionar a implmntação da política cintífica tcnológica suas prioridads; II - pronunciar-s sobr o rlatório anual d atividads, bm como avaliar rsultados dos programas, projtos atividads implmntados; III - acompanhar a avaliação d dsmpnho para srvidors do quadro d psquisadors tcnologistas; IV - acompanhar a aplicação dos critérios d avaliação d dsmpnho institucional, m conformidad com os critérios dfinidos no Trmo d Compromisso d Gstão pactuado com o MCT; V - participar ftivamnt, através d um d sus mmbros xtrnos ao ON, indicado plo Conslho, da Comissão d Avaliação Acompanhamnto do Trmo d Compromisso d Gstão; VI - aprciar opinar a rspito d matérias qu lh form submtidas plo Dirtor; VII - xrcr outras comptências qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado da Ciência Tcnologia. Art. 3. O funcionamnto do CTC srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho. Sção II Conslho Intrno Cintífico Tcnológico Art. 32. O Conslho Intrno Cintífico Tcnológico - CICT é órgão colgiado d orintação assssoramnto ao Dirtor na gstão das atividads cintíficas tcnológicas do ON. Art. 33. O CICT trá a sguint composição: I - o Dirtor; II - o Coordnador d Astronomia Astrofísica; III- o Coordnador d Gofísica; IV - o Coordnador d Administração; V - o Chf da Divisão Srviço da Hora; VI - o Chf da Divisão d Pós-Graduação; VII - o Chf da Divisão d Atividads Educacionais; VIII - o Chf da Divisão d Tcnologia Informação; IX - rprsntant do Núclo d -Astronomia; X - dois mmbros rprsntants dos tcnologistas psquisadors litos plos pars; XI - os três mmbros intrnos do CTC spcificados no itm III do Art.27. Art. 34. Ao CICT I - aprciar a proposta orçamntária; II - aprciar aprovar m primira instância o Compromisso d Gstão do ON; III - assssorar o Dirtor no planjamnto d atividads técnicas cintíficas; IV - aprciar as propostas acompanhar o andamnto d projtos d coopração nacional intrnacional; V - aprciar submtr ao CTC as propostas d contratação, transfrência, dmissão ascnsão funcional do quadro técnico-cintífico; VI - acompanhar anualmnt a avaliação individual d psquisadors tcnologistas. Art. 35. O funcionamnto do CICT srá disciplinado na forma d Rgimnto Intrno, produzido aprovado plo próprio Conslho.

52 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 CAPÍTULO VI ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 36. Ao Dirtor incumb: I - planjar, coordnar, dirigir suprvisionar as atividads do ON; II - xrcr a rprsntação do ON; III - convocar prsidir as runiõs do Conslho Técnico- Cintífico - CTC Conslho Intrno Cintífico Tcnológico - CITC; IV - xcutar as dmais atribuiçõs qu lh form confridas. Art. 37. Aos coordnadors incumb planjar, coordnar suprvisionar, controlar avaliar as atividads das rspctivas unidads, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs tivrm sido dlgadas. Art. 38. Aos chfs incumb suprvisionar, coordnar, controlar orintar a xcução das atividads dcorrnts das comptências d sua unidad, praticando os atos inrnts ao xrcício d suas atribuiçõs, ou daqulas qu lhs virm a sr dlgadas. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 39. O ON clbrará, anualmnt, com a Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO, do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, um instrumnto d acompanhamnto d gstão ond srão stablcidos os compromissos das parts, com a finalidad d assgurar a xclência cintífica tcnológica no dsnvolvimnto da missão institucional Ȧrt. 40. O Dirtor podrá, sm qualqur custo adicional, instituir outras unidads colgiadas intrnas, assim como comitês para intração ntr as unidads da strutura organizacional do ON, podndo, ainda, criar grupos d trabalho comissõs spciais, m carátr prmannt ou transitório, para fins d studos ou xcução d atividads spcíficas d intrss do ON. Art. 4. O ON podrá criar Núclo d Inovação Tcnológica - NIT, individualmnt, ou m parcria com outras Instituiçõs Cintíficas Tcnológicas - ICT com a finalidad d grir sua política d inovação Ȧrt. 42 Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno, srão solucionados plo Dirtor, ouvido, quando for o caso, o Dirtor d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 5.84, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA, TECNOLO- GIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 7º Dcrto nº 8.877, d 8 d outubro d 206, rsolv: Art. º Aprovar os Rgimntos Intrnos dos órgãos do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, na forma dos anxos I a VIII a sta Portaria. Art. 2º Ficam rvogadas as Portarias nº 40, d 22 d agosto d 2006, publicada no Diário Oficial da União - D.O.U. d 24 d agosto d 2006, nº 59 d 8 d stmbro d 2006, publicada no D.O.U. d 20 d stmbro d 2006, nº 7, d 2 d novmbro d 2008, publicada nº D.O.U. d 3 d novmbro d 2008, nº 40, d 4 d maio d 200, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 200, nº, d 26 d janiro d 20, publicada no D.O.U. d 28 d janiro d 20, nº 9, d 5 d fvriro d 20, publicada no D.O.U. d 7 d fvriro d 20, nº 69, d 7 d março d 20, publicada no D.O.U. d 8 d março d 20, nº 42, d 4 d stmbro d 20, publicada no D.O.U. d 5 d stmbro d 20, nº 43, d 9 d março d 202, publicada no D.O.U. d 2 d março d 202, nº 832, d d stmbro d 204, publicada no D.O.U. d 2 d stmbro d 204 do Ministério das Comunicaçõs. Art. 3º Ficam rvogadas as Portarias nº 36, d 28 d março d 996, publicada no D.O.U. d 0 d abril d 996, nº 37, d 28 d março d 996, publicada no D.O.U. d 0 d abril d 996, nº 50, d 5 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 7 d abril d 996, nº 5, d 5 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 7 d abril d 996, nº 52, d 5 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 7 d abril d 996, nº 62 d 24 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 25 d abril d 996, nº 63 d 25 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 25 d abril d 996, nº 64, d 25 d abril d 996, publicada no D.O.U. d 25 d abril d 996, nº 82, d 6 d maio d 996, publicada no D.O.U. d 20 d maio d 996, nº 295, d 0 d julho d 996, publicada no D.O.U. d 2 d julho d 996, nº 296, d 0 d julho d 996, publicada no D.O.U. d 2 d julho d 996, nº 47, d 6 d fvriro d 2004, publicada no D.O.U. d 7 d fvriro d 2004, nº 48, d 6 d fvriro d 2004, publicada no D.O.U. d 7 d fvriro d 2004, nº 49, d 6 d fvriro d 2004, publicada no D.O.U. d 7 d fvriro d 2004, nº 50, d 6 d fvriro d 2004, publicada no D.O.U. d 7 d fvriro d 2004, n 336, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 337, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 338, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 339, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 340, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 34, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 342, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 2005, n 343, d 2 d maio d 2005, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 205, n 75, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 752, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 753, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 754, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 755, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 756, d 03 d outubro d 2006, publicada plo código 000206600052 no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 757, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, n 758, d 03 d outubro d 2006, publicada no D.O.U. d 05 d outubro d 2006, nº 5, d 5 d maio d 202, publicada no D.O.U. d 6 d maio d 202 do Ministério da Ciência Tcnologia Inovação. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GILBERTO KASSAB ANEXO I REGIMENTO INTERNO DO GABINETE DO MINIS- TRO CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º Ao Gabint do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, órgão d assistência dirta imdiata ao Ministro d Estado, a l dirtamnt subordinado, I - assistir ao Ministro d Estado m sua rprsntação política social, ocupar-s das rlaçõs públicas, do prparo do dspacho d su xpdint pssoal; II - acompanhar o andamnto dos projtos d intrss do Ministério, m tramitação no Congrsso Nacional, assim como providnciar o atndimnto às consultas aos rqurimntos formulados; III - acompanhar coordnar os tmas rlacionados à ára intrnacional no âmbito d atuação do Ministério; IV - coordnar a rprsntação do Brasil nos tmas d sua comptência junto aos organismos intrnacionais, m articulação com o Ministério das Rlaçõs Extriors; V - planjar, coordnar suprvisionar o dsnvolvimnto das atividads d comunicação social providnciar a publicação oficial, bm como a divulgação das matérias rlacionadas à ára d atuação do Ministério; VI - xrcr as atividads d ouvidoria, m spcial m rlação às solicitaçõs d acsso à informação às manifstaçõs rfrnts a srviços prstados, bm como suprvisionar o Srviço d Informaçõs ao Cidadão - SIC do Ministério; VII - planjar, coordnar suprvisionar as atividads rlacionadas ao crimonial; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Ministro d Estado. Art. 2º No dsmpnho d suas funçõs institucionais, o Ministro d Estado contará ainda com o assssoramnto d Assssors Espciais, Assssors, Assistnts Assistnts Técnicos, a l dirtamnt subordinados. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º O Gabint do Ministro - GM tm a sguint strutura organizacional: I - Assssoria Espcial d Control Intrno - AECI II - Assssoria Espcial d Assuntos Intrnacionais - AS- SIN a) Srviço d Gstão d Documntos - SEGED b) Coordnação d Coopração Intrnacional Multilatral - COCIM. Divisão d Foros Multilatrais Iniciativas Tmáticas - DIFIT 2. Divisão d Organismos Intrnacionais - DIORI c) Coordnação d Coopração Intrnacional Bilatral - COINB. Divisão d Coopração com Europa América do Sul Cntral - DICEA 2. Divisão d Coopração com América do Nort, Ásia, África Ocania - DICAO 3. Divisão d Apoio Administrativo - DIAAD d) Coordnação-Gral d Bns Snsívis - CGBS. Coordnação d Implmntação, Acompanhamnto Control nas áras Nuclar, Química, Biológica d Míssis - COCBS III - Subscrtaria d Conslhos Comissõs - SGCC a) Coordnação do Conslho Nacional d Ciência Tcnologia - COCCT b) Coordnação da Comissão Técnica Nacional d Biossgurança - CTNBio c) Coordnação do Conslho Nacional d Control d Exprimntação Animal - CONCEA IV - Das unidads Dscntralizadas: a.escritório Rgional d São Paulo - ERESP b.órgãos Rgionais - REG V - Coordnação-Gral do Gabint do Ministro - CGGM a) Divisão d Gstão do Gabint do Ministro - DIGGM b) Divisão d Acompanhamnto Expdint - DIEXP VI - Ouvidoria - OUVID VII - Crimonial - CERIM VIII - Assssoria d Comunicação Social - ASCOM a) Coordnação Administrativa d Imprnsa - COIMP b) Coordnação Administrativa d Publicidad - COPUB IX - Assssoria d Assuntos Parlamntars - ASPAR a) Coordnação d Acompanhamnto do Procsso Lgislativo Anális d Informaçõs - COPLE. Divisão d Anális d Informaçõs - DIAAI Art. 4º O Gabint, as Assssorias Espciais, as Assssorias, as Divisõs os Srviços srão dirigidos por Chfs, as Coordnaçõs- Grais por Coordnadors-Grais as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 5º O Chf d Gabint srá substituído, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars, na vacância do cargo, por srvidor dsignado plo Ministro d Estado, os dmais ocupants das funçõs prvistas no art. 4º srão substituídos por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação prtinnt. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Da Assssoria Espcial d Control Intrno Art. 6º À Assssoria Espcial d Control Intrno I - assssorar dirtamnt o Ministro d Estado nas áras d Control, d Risco, d Transparência d Intgridad da Gstão; II - assistir ao Ministro d Estado no pronunciamnto prvisto no art. 52 da Li nº 8.443, d 6 d julho d 992; III - prstar orintação técnica ao Scrtário-Excutivo, aos gstors do ministério aos rprsntants indicados plo Ministro d Estado m Conslhos Comitês, nas áras d Control, d Risco, d Transparência Intgridad da Gstão; IV - prstar orintação técnica acompanhar os trabalhos das unidads jurisdicionadas do ministério qu visam subsidiar a laboração da Prstação d Contas Anual do Prsidnt da Rpública o Rlatório d Gstão; V - prstar orintação técnica na laboração rvisão d normas intrnas d manuais, com vistas à mlhoria dos controls intrnos administrativos da govrnança; VI - intragir com as unidads d auditoria intrna das ntidads vinculadas ao ministério, com vistas a subsidiar a suprvisão ministrial, inclusiv no qu tang ao planjamnto aos rsultados dos trabalhos; VII - auxiliar na intrlocução sobr assuntos rlacionados a Ética, Ouvidoria Corrição ntr as unidads rsponsávis no ministério os Órgãos d Control Intrno Extrno d dfsa do Estado; VIII - acompanhar procssos d intrss do Ministério junto aos Órgãos d Control Intrno Extrno d dfsa do Estado; IX - acompanhar a implmntação das rcomndaçõs da Controladoria-Gral da União das dlibraçõs do Tribunal d Contas da União, rlacionadas ao ministério às ntidads vinculadas, além do atndimnto a outras dmandas provnints dos Órgãos d Control Intrno Extrno d dfsa do Estado; X - apoiar as açõs d capacitação nas áras d Control, d Risco, d Transparência d Intgridad da Gstão. Sção II Da Assssoria Espcial d Assuntos Intrnacionais Art. 7º À Assssoria Espcial d Assuntos Intrnacionais I - assssorar as divrsas áras do Ministério, unidads d psquisa ntidads vinculadas nas atividads rlacionadas com a coopração o cumprimnto d acordos intrnacionais rlativos aos assuntos d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; II - suprvisionar, coordnar acompanhar a xcução das atividads rlacionadas com a coopração intrnacional m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs do Ministério, unidads d psquisa ntidads vinculadas; III - concbr propor a ralização d acordos bilatrais multilatrais com organismos intrnacionais, ntidads govrnos strangiros dstinados ao dsnvolvimnto cintífico tcnológico d rlvância conômica, social stratégica para o País; IV - suprvisionar, coordnar acompanhar as atividads rlacionadas à ára d bns snsívis, incluindo o control d xportação d bns srviços. Art. 8º Ao Srviço d Gstão d Documntos I - rcbr ncaminhar documntos corrspondências d intrss da Assssoria, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação dos documntos; II - xcutar controlar trabalhos d digitação, oprar os aplicativos sistmas mantr atualizadas bass d dados qu prmitam o grnciamnto a xcução das atividads informatizadas; Art. 9º À Coordnação d Coopração Intrnacional Multilatral I - acompanhar os trabalhos no âmbito das Naçõs Unidas d suas agências spcializadas m outros foros multilatrais iniciativas tmáticas qu aprsntm intrss para o Brasil; II - participar da ngociação d instrumntos d livr-comércio coopração intrnacional multilatral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs, bm como assssorar os dmais stors do Ministério d suas unidads nssas ngociaçõs; III - studar, propor articular mcanismos d implmntação dos acordos ou atividads d coopração intrnacional multilatral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; IV - laborar subsídios técnicos com vistas a apoiar a tomada d dcisão rlativa a oportunidads d coopraçõs intrnacionais multilatrais; V - opinar sobr a convniência da adsão dnúncia, por part do Brasil, a organismos intrnacionais qu atum nas áras d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; VI - orintar os órgãos do Ministério as ntidads vinculadas quanto à implmntação d convnçõs tratados multilatrais apoiar as ntidads nvolvidas na opracionalização dos msmos; VII - planjar, organizar dar apoio às missõs, d cunho multilatral, do Ministro d Estado, Scrtário-Excutivo Scrtários ao xtrior; VIII - coordnar, apoiar orintar a ralização no Brasil d sminários confrências intrnacionais multilatrais sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; IX - coordnar orintar a participação a rprsntação do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, unidads d psquisa ntidads vinculadas m ngociaçõs intrnacionais multilatrais, m coordnação com o Ministério das Rlaçõs Extriors;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 53 X - acompanhar o procsso d aprciação implmntação d tratados, convnçõs, acordos programas, bm como a tramitação d projtos d li, rfrnts a matérias tmas d coopração intrnacional multilatral; XI - auxiliar na avaliação dos rsultados obtidos na implmntação dos tratados, convnçõs, acordos programas rfrnts à coopração intrnacional multilatral. Art. 0. À Divisão d Foros Multilatrais Iniciativas Tmáticas I - prparar propostas d acordos intrnacionais junto a foros multilatrais iniciativas tmáticas, bm como laborar os rspctivos ajusts administrativos, protocolos adicionais dmais documntos complmntars; II - avaliar os rsultados obtidos nos acordos clbrados m foros multilatrais iniciativas tmáticas, bm como propor altraçõs vntualmnt ncssárias; III - apoiar a prparação acompanhar runiõs, sminários confrências sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs d foros multilatrais iniciativas tmáticas; IV - participar da formulação d programas d coopração d foros multilatrais iniciativas tmáticas; V - divulgar vntos d foros multilatrais iniciativas tmáticas, no âmbito do Ministério, tomar as providências ncssárias para a participação dos rprsntants indicados; VI - procssar distribuir a documntação informaçõs d foros multilatrais iniciativas tmáticas; VII - dar apoio às missõs do Ministro d Estado, Scrtário- Excutivo Scrtários ao xtrior no âmbito d foros multilatrais iniciativas tmáticas; VIII - prparar subsídios sobr os assuntos a srm tratados nas runiõs d foros multilatrais iniciativas tmáticas, com bas m contribuiçõs dos dmais stors unidads do Ministério; IX - coltar junto aos stors órgãos comptnts informaçõs solicitadas plos foros multilatrais iniciativas tmáticas; X - prparar acompanhar visitas rlacionadas às coopraçõs no âmbito dos foros multilatrais iniciativas tmáticas. Art.. À Divisão d Organismos Intrnacionais I - prparar propostas d acordos intrnacionais junto a Organismos Intrnacionais, bm como laborar os rspctivos ajusts administrativos, protocolos adicionais dmais documntos complmntars; II - avaliar os rsultados obtidos nos acordos clbrados com Organismos Intrnacionais, bm como propor altraçõs vntualmnt ncssárias; III - apoiar a prparação acompanhar runiõs, sminários confrências sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs d Organismos Intrnacionais; IV - participar da formulação d programas d coopração d Organismos Intrnacionais; V - divulgar vntos d Organismos Intrnacionais, no âmbito do Ministério, tomar as providências ncssárias para a participação dos rprsntants indicados; VI - procssar distribuir a documntação informaçõs d Organismos Intrnacionais; VII - dar apoio às missõs do Ministro d Estado, Scrtário- Excutivo Scrtários ao xtrior no âmbito d Organismos Intrnacionais; VIII - prparar subsídios sobr os assuntos a srm tratados nas runiõs d Organismos Intrnacionais, com bas m contribuiçõs dos dmais stors unidads do Ministério; IX - coltar junto aos stors órgãos comptnts informaçõs solicitadas plos Organismos Intrnacionais; X - suprvisionar controlar o pagamnto d contribuiçõs a Organismos Intrnacionais, opinar a rspito da assunção d compromissos nssa matéria por part do Ministério d suas ntidads vinculadas; XI - prparar acompanhar visitas rlacionadas às coopraçõs no âmbito dos Organismos Intrnacionais. Art. 2. À Coordnação d Coopração Intrnacional Bilatral I - participar da ngociação d instrumntos d coopração intrnacional bilatral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs, bm como assssorar os dmais stors do Ministério d suas unidads nssas ngociaçõs; II - studar, propor articular mcanismos d implmntação dos acordos ou atividads d coopração intrnacional bilatral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; III - laborar subsídios técnicos com vistas a apoiar a tomada d dcisão rlativa a oportunidads d coopração intrnacional bilatral; IV - orintar as áras do Ministério as ntidads vinculadas quanto à implmntação d acordos, programas atividads intrnacionais bilatrais; V - planjar, coordnar a organização dar apoio às missõs d cunho bilatral do Ministro d Estado, Scrtário-Excutivo Scrtários ao xtrior; VI - coordnar orintar a participação a rprsntação do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, unidads d psquisa ntidads vinculadas m ngociaçõs intrnacionais bilatrais, m coordnação com o Ministério das Rlaçõs Extriors; VII - coordnar, apoiar orintar a ralização d sminários confrências intrnacionais bilatrais sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; VIII - acompanhar o procsso d aprciação implmntação avaliação d rsultados d tratados, acordos programas, bm como a tramitação d projtos d li, rfrnts a matérias tmas d coopração intrnacional bilatral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600053 Art. 3. À Divisão d Coopração com Europa América do Sul Cntral I - auxiliar apoiar a Coordnação d Coopração Intrnacional Bilatral, m assuntos rlacionados à Europa, América do Sul Cntral, no cumprimnto d suas atribuiçõs; II - mantr atualizadas promovr a gstão das informaçõs sobr o dsnvolvimnto opracionalização da coopração bilatral rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; III - coltar laborar subsídios sobr assuntos a srm tratados m runiõs, confrências dmais vntos d carátr bilatral rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral; IV - procssar distribuir documntação informaçõs sobr coopração bilatral rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral; V - apoiar missõs d cunho bilatral do Ministro d Estado, Scrtário-Excutivo Scrtários ao xtrior rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral; VI - prparar acompanhar missõs intrnacionais, rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral, no contxto d acordos bilatrais m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; VII - prparar analisar propostas d acordos bilatrais, rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral, bm como auxiliar a laboração dos rspctivos ajusts complmntars, protocolos adicionais dmais instrumntos d coopração; VIII - participar da formulação d programas d coopração bilatral rlacionados à Europa, América do Sul Cntral; IX - monitorar os rsultados obtidos nos acordos programas d coopração bilatral, rlacionadas à Europa, América do Sul Cntral, bm como propor vntuais ajusts; X - apoiar a ralização divulgação d vntos d carátr bilatral, rlacionados à Europa, América do Sul Cntral, tais como sminários confrências, sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs. Art. 4. À Divisão d Coopração com América do Nort, Ásia, África Ocania I - auxiliar apoiar a Coordnação d Coopração Intrnacional Bilatral, m assuntos rlacionados à América do Nort, Ásia, África Ocania, no cumprimnto d suas atribuiçõs; II - mantr atualizadas promovr a gstão das informaçõs sobr o dsnvolvimnto opracionalização da coopração bilatral rlacionadas à América do Nort, Ásia, África Ocania m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; III - coltar laborar subsídios sobr assuntos a srm tratados m runiõs, confrências dmais vntos d carátr bilatral rlacionados à América do Nort, Ásia, África Ocania; IV - procssar distribuir documntação informaçõs sobr coopração bilatral rlacionadas à América do Nort, Ásia, África Ocania; V - apoiar missõs d cunho bilatral do Ministro d Estado, Scrtário-Excutivo Scrtários ao xtrior rlacionadas à América do Nort, Ásia, África Ocania; VI - prparar acompanhar missõs intrnacionais, rlacionadas à América do Nort, Ásia, África Ocania, no contxto d acordos bilatrais m ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; VII - prparar analisar propostas d acordos bilatrais, rlacionadas à América do Nort, Ásia, África Ocania, bm como auxiliar a laboração dos rspctivos ajusts complmntars, protocolos adicionais dmais instrumntos d coopração; VIII - participar da formulação d programas d coopração bilatral rlacionados à América do Nort, Ásia, África Ocania; IX - monitorar os rsultados obtidos nos acordos programas d coopração bilatral, rlacionados à América do Nort, Ásia, África Ocania, bm como propor vntuais ajusts; X - apoiar a ralização divulgação d vntos d carátr bilatral, rlacionados à América do Nort, Ásia, África Ocania, tais como sminários confrências, sobr tmas d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs. Art. 5. À Divisão d Apoio Administrativo I - administrar rcursos humanos, orçamntários, financiros, logísticos d tcnologia da informação ncssários ao cumprimnto das atividads da Assssoria; II - ralizar atividads d planjamnto, xcução, acompanhamnto avaliação rlativas aos rcursos orçamntários financiros da Assssoria; III - distribuir, coltar transmitir à Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas do Ministério documntação rfrnt aos srvidors da Assssoria; IV - providnciar para os srvidors da Assssoria a concssão d diárias passagns, outros trâmits rlativos a afastamntos para o xtrior ou dntro do Brasil; V - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, bm como controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais d rsponsabilidad da Assssoria; VI - solicitar controlar srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, limpza, copa, manutnção d máquinas quipamntos outros srviços grais. Subsção I Da Coordnação-Gral d Bns Snsívis Art. 6. À Coordnação-Gral d Bns Snsívis I - subsidiar coordnar a implmntação d mdidas dcorrnts d compromissos assumidos m tratados ou convnçõs intrnacionais rgims intrnacionais d control das transfrências d bns snsívis srviços a sts dirtamnt vinculados nas áras nuclar, química, biológica missilística, d qu trata a lgislação prtinnt; II - xrcr as atividads prtinnts à Autoridad Nacional prant a Organização para a Proibição d Armas Químicas - OPAQ, nos trmos da lgislação spcífica; III - xrcr a função d Scrtaria-Excutiva Prmannt da Comissão Intrministrial para a Aplicação dos Dispositivos da Convnção Intrnacional para a Proibição d Armas Químicas - CPAQ, d qu trata a lgislação prtinnt; IV - xrcr as atividads d Scrtaria-Excutiva coordnar os trabalhos os mios ncssários ao funcionamnto da Comissão Intrministrial d Control d Exportação d Bns Snsívis, d qu trata a lgislação prtinnt; V - coordnar as atividads rlacionadas à implmntação da Convnção para a Proibição d Armas Biológicas - CPAB, promulgada m 979; VI - coordnar, dirtamnt, o pssoal militar da ativa agrgado à sua força d origm, à disposição do MCTIC, vinculado à CGBS; VII - aprovar as opraçõs d transfrência (importação xportação) d bns snsívis, d uso dual srviços a sts dirtamnt vinculados nas áras nuclar, química, biológica missilística, qu são controlados plos tratados ou convnçõs intrnacionais rgims intrnacionais, d qu trata a lgislação prtinnt; VIII - promovr atividads d divulgação informação (outrach) a rspito dos tratados ou convnçõs intrnacionais rgims intrnacionais d dsarmamnto d não prolifração d armas d dstruição m massa nas áras nuclar, química, biológica missilística, como o Programa Nacional Estado-Emprsa na Ára d Bns Snsívis (PRONABENS), aos stors da indústria, comércio, acadmia, psquisa dsnvolvimnto cintífico tcnológico, nvolvidos m atividads rlacionadas às áras d bns srviços snsívis d uso dual; IX - mitir Dclaração d Uso/Usuário Final as Garantias d Govrno nas importaçõs d bns srviços snsívis, bm como ralizar inspçõs d uso d usuário final rlacionadas às Garantias d Govrno mitidas m tais opraçõs d importação d bns srviços snsívis; X - promovr a capacitação para a idntificação d bns snsívis d uso dual, m nívl nacional, dos agnts do govrno nvolvidos no control fiscalização das opraçõs d transfrências - importação xportação - d bns d srviços snsívis d uso dual; XI - coordnar as atividads voltadas para o dsnvolvimnto d programas açõs intgradas d coopração técnico-cintífica com ntidads públicas privadas bm como d açõs d coopração intrnacional no âmbito dos programas, projtos atividads nas áras d sua comptência; XII - consolidar propor a prvisão orçamntária, a programação do dsmbolso financiro a prstação d contas dos programas, projtos atividads da Coordnação- Gral; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 7. À Coordnação para Implmntação, Acompanhamnto Control d Bns Srviços Snsívis nas Áras Nuclar, Química, Biológica Missilística (COCBS) I - acompanhar runiõs prparar informaçõs subsídios rlativos aos trabalhos da Convnção para a Proibição d Armas Químicas - CPAQ, da Convnção sobr a Proibição d Armas Biológicas - CPAB, do Grupo d Supridors Nuclars - NSG, do Rgim d Control d Tcnologias d Míssis - MTCR; II- ralizar studos para subsidiar a implmntação da CPAQ CPAB; III - ralizar studos sistmatizar informaçõs para subsidiar a concpção d dirtrizs políticas nas áras nuclar, química, biológica missilística; IV - propor a laboração d normas dirtrizs rlacionadas às atividads do control d transfrências; V - analisar os pdidos d transfrência - importação xportação - d substâncias controladas pla CPAQ, d xportação d produtos srviços listados nos controls das áras nuclar, biológica missilística; VI - adotar providências administrativas logísticas, bm como acompanhar a ralização das inspçõs industriais da Organização para a Proibição d Armas Químicas - OPAQ, m instalaçõs industriais brasiliras; VII - sistmatizar as informaçõs rcbidas das indústrias químicas laborar as dclaraçõs d atividads industriais, a srm ncaminhadas priodicamnt ao Scrtariado Técnico da OPAQ; VIII - auxiliar na formulação implmntação d parcrias institucionais, dirtrizs açõs d coopração intrnacional no âmbito dos programas, projtos atividads nas áras d sua comptência; IX - promovr açõs d dsnvolvimnto cintífico tcnológico rlacionadas com a implantação d rgims intrnacionais d control d transfrências d quipamntos, matriais, softwars tcnologias aplicávis às áras nuclar missilística, além d srviços dirtamnt vinculados, m spcial aos do NSG do MTCR; X - auxiliar na formulação implmntação d parcrias institucionais, dirtrizs açõs d coopração intrnacional no âmbito dos programas, projtos atividads nas áras d sua comptência; XI - prparar prvisõs orçamntárias, programação do dsmbolso financiro prstação d contas dos programas, projtos atividads sob sua rsponsabilidad. Sção III Da Subscrtaria d Conslhos Comissõs Art. 8. À Subscrtaria d Conslhos Comissõs I - assssorar dirtamnt o Ministro d Estado nas áras d comptência aftas aos Conslhos Comissõs do Ministério; II - prstar orintação técnica ao Scrtário-Excutivo aos gstors acrca dos tmas dlibrados plos Conslhos Comissõs do Ministério;

54 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 III - prstar apoio técnico administrativo às runiõs dos Conslhos Comissõs provê-las da ncssária infrastrutura d funcionamnto; IV - scrtariar as runiõs dos Conslhos Comissõs, lavrar as atas promovr as mdidas dstinadas ao cumprimnto d suas dcisõs; V - divulgar as rsoluçõs as dlibraçõs dos Conslhos Comissõs; VI - acompanhar os pdidos d informaçõs d órgãos ntidads xtrnas, rsponsabilizando-s plo cumprimnto dos prazos stipulados; VII - subsidiar a laboração a distribuição do rlatório anual d atividads dos conslhos comissõs. Art. 9. À Coordnação da Scrtaria do Conslho Nacional d Ciência Tcnologia I - xrcr o papl d Scrtaria do Conslho Nacional d Ciência Tcnologia; II - prstar apoio técnico administrativo às runiõs do Conslho provê-las da ncssária infrastrutura d funcionamnto; III - prparar as pautas das runiõs do Conslho, ncaminhando a sus mmbros a documntação ncssária a sua ralização, nos prazos prvistos; IV - prparar os atos d convocação para as runiõs do Conslho; V - scrtariar as runiõs do Conslho, lavrar as atas promovr as mdidas dstinadas ao cumprimnto das dcisõs do Plnário; VI - divulgar as rsoluçõs do Conslho; VII - acompanhar os pdidos d informaçõs d órgãos ntidads xtrnas, rsponsabilizando-s plo cumprimnto dos prazos stipulados; VIII - coordnar a laboração a distribuição do Rlatório Anual d Atividads do Conslho; IX - mantr control da documntação do Conslho. Art. 20. À Coordnação da Comissão Técnica Nacional d Biossgurança I - prstar apoio técnico administrativo aos mmbros da CTNBio; II - rcbr, instruir fazr tramitar os plitos submtidos à dlibração da CTNBio; III - ncaminhar as dlibraçõs da CTNBio aos órgãos govrnamntais rsponsávis pla sua implmntação providnciar a dvida publicidad; IV - atualizar o Sistma d Informaçõs m Biossgurança; V - analisar prliminarmnt os documntos ncaminhados à CTNBio, vrificando o atndimnto às xigências contidas m suas Rsoluçõs Normativas; VI - avaliar rqurimntos d pssoas jurídicas para a obtnção do Crtificado d Qualidad m Biossgurança - CQB, manifstando-s no prazo d até trinta dias, a contar da data do rcbimnto, sobr a documntação ofrcida, formulando as xigências qu julgar ncssárias; VII - ncaminhar os plitos nviados à CTNBio para anális técnica das Subcomissõs Storiais Prmannts - SSPs; VIII - acompanhar a implmntação da rgulamntação d qu trata as disposiçõs lgais m vigor as normas spcíficas baixadas pla CTNBio, tomando as providências ncssárias para assgurar sua xcução; IX - analisar, consolidar m rlatórios submtr à CTNBio informaçõs sobr o acompanhamnto técnico, físico financiro do su funcionamnto; X - laborar ncaminhar à CTNBio, para aprciação aprovação, a Programação Anual d Atividads da Comissão, stablcida mdiant propostas ncaminhadas plas Subcomissõs Storiais Prmannts; XI - propor à CTNBio as rvisõs da Programação Anual d Atividads qu s fizrm ncssárias; XII - laborar rlatório anual d atividads, submtê-lo à CTNBio procdr a sua divulgação; XIII - prparar as runiõs da CTNBio, das Subcomissõs Storiais Prmannts das audiências públicas, laborar distribuir atas das runiõs, bm como providnciar o ncssário apoio administrativo à CTNBio às SSPs; XIV - ncaminhar aos mmbros da CTNBio às SSPs convocação para as runiõs ncaminhar as rspctivas pautas matérias a srm objto d xam discussão, com antcdência mínima d 0 (dz) dias corridos para as runiõs ordinárias 5 (cinco) dias corridos para as xtraordinárias; XV - providnciar o pagamnto d dspsas d transport, alimntação hospdagm aos mmbros convidados pla CTNBio a participarm d suas runiõs. Art. 2. À Coordnação do Conslho Nacional d Control d Exprimntação Animal I - xrcr a Scrtaria Excutiva do CONCEA; II - prstar apoio técnico administrativo ncssários à xcução dos trabalhos do CONCEA, inclusiv d suas Câmaras Prmannts Tmporárias; III - rcbr, instruir fazr tramitar os plitos submtidos à dlibração do CONCEA; IV - ncaminhar as dlibraçõs do CONCEA aos órgãos govrnamntais rsponsávis pla sua implmntação providnciar a dvida publicidad; V - atualizar promovr os crdnciamntos dos institutos no Cadastro das Instituiçõs d Uso Cintífico d Animais - CIUCA, d acordo com as normas dtrminaçõs do CONCEA; VI - implmntar as dlibraçõs do CONCEA; VII - dar suport às instituiçõs crdnciadas; VIII - mitir, d acordo com dlibração do CONCEA m nom dst Conslho, comprovant d rgistro atualizado d crdnciamnto; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600054 IX - administrar o cadastro das instituiçõs dos protocolos xprimntais ou pdagógicos, aplicávis aos procdimntos d nsino ou d psquisa cintífica, assim como dos psquisadors d qu trata o inciso VII, art. 2º, Portaria MCTI nº 460, d 30 d abril d 204; X - analisar as solicitaçõs d crdnciamnto, mitindo nota técnica para aprciação do Coordnador do CONCEA; XI - concdr as licnças, d acordo com as stipulaçõs prvistas m portaria do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs para as atividads dstinadas à criação ou à utilização d animais, ao nsino, à psquisa cintífica, d qu trata o art. da Li nº.794, d 2008, obsrvadas as normas do CONCEA; XII - dar publicidad aos atos do CONCEA, por mio d xtratos d parcrs técnicos publicados no Diário Oficial da União m su sítio na intrnt; XIII - publicar as licnças concdidas; XIV - acompanhar a implmntação da rgulamntação prvista nas disposiçõs lgais m vigor normas spcíficas do CON- CEA, adotando as providências para assgurar sua xcução; XV - laborar, para aprciação aprovação do Plnário do CONCEA, a Programação Anual d Atividads do Conslho propor as rvisõs ncssárias; XVI - laborar divulgar rlatório anual d atividads do CONCEA; XVII - prparar as runiõs do CONCEA das Câmaras Prmannts, bm como laborar distribuir as atas das runiõs ordinárias xtraordinárias; XVIII - ncaminhar aos mmbros do CONCEA convocação para as runiõs, com antcdência mínima d 5 (quinz) dias útis para as runiõs ordinárias 5 (cinco) dias útis para as xtraordinárias; XIX - ncaminhar aos mmbros do CONCEA a rspctiva pauta das runiõs ordinárias ou xtraordinárias, a sr objto d xam discussão, bm como divulgá-la na página ltrônica do CONCEA, com antcdência mínima d 5 (cinco) dias útis da data prviamnt fixada; XX - providnciar o pagamnto d dspsas d transport, alimntação hospdagm aos mmbros convidados plo CONCEA a participarm d suas runiõs. Parágrafo único. O suport às instituiçõs crdnciadas, a qu s rfr o inciso VII dst artigo, comprnd: a) orintar as Comissõs d Ética no Uso d Animais - CEUAs, psquisadors docnts rlacionados ao cumprimnto da lgislação vignt sobr o uso d animais m atividads d nsino ou psquisa; b) orintar sclarcr a rspito das dlibraçõs do CON- CEA. Sção IV DAS UNIDADES DESCENTRALIZADAS Subsção I Do Escritório Rgional d São Paulo Art. 22. Ao Escritório Rgional d São Paulo I - assistir ao Ministro d Estado m sua rprsntação política social, ocupar-s das rlaçõs públicas do prparo dspacho do su xpdint, quando d sua prsnça na rgião; II - dar suport na coordnação suprvisão da xcução do planjamnto d atividads d comunicação social do Ministro d Estado na rgião auxiliar nas providências rlacionadas ao crimonial; III - rprsntar o Ministro d Estado m vntos crimônias aftos à Pasta na rgião; IV - idntificar mobilizar novas áras d atuação qu possibilitm a potncialização da ação do Ministério na rgião; V - suprvisionar coordnar as atividads rlacionadas com a administração d pssoal, das instalaçõs prdiais rcursos logísticos, inclusiv d informática, ncssárias ao funcionamnto do Escritório Rgional d São Paulo; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção II Órgãos Rgionais Art. 23. Aos Órgãos Rgionais I - conduzir, a partir d dmanda da Scrtaria d Radiodifusão, as atividads inrnts à outorga aos procdimntos d pósoutorga rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como as rlativas à instalação dsss srviços; II - apoiar o Ministério no acompanhamnto das atividads da Anatl, m âmbito rgional, nas rspctivas áras d jurisdição administrativa; III - apoiar a Scrtaria d Tlcomunicaçõs na comunicação prstação d informaçõs a instituiçõs públicas ntidads da socidad civil qu implmntam projtos d intrss da inclusão digital, nas rspctivas áras d jurisdição administrativa; IV - atndr usuários d srviços postais prstados pla ECT, com vistas ao ncaminhamnto d rclamaçõs, consultas, dnúncias, sugstõs, críticas dmais manifstaçõs ao Ministério; V - atndr a aposntados pnsionistas, prstando-lhs sclarcimntos orintaçõs sobr assuntos d sus intrsss na ára d pssoal; VI - prstar informaçõs sclarcimntos aos srvidors ativos, inativos pnsionistas, sobr assuntos d sus intrsss na ára d pssoal; VII - coordnar acompanhar os srviços d limpza consrvação, vigilância, sgurança, transport, tlfonia copa, no âmbito da unidad; VIII - rcbr, guardar, distribuir controlar os matriais d consumo prmannt, no âmbito da unidad. º Nos assuntos prtinnts às rspctivas áras d atuação, os órgãos rgionais rspondrão tcnicamnt às Scrtarias Dirtorias. 2º Os Órgãos Rgionais srão distribuídos, quanto à localização ára d jurisdição m portaria distinta. Sção V Da Coordnação-Gral do Gabint do Ministro Art. 24. À Coordnação-Gral do Gabint do Ministro I - assistir dirtamnt ao Chf d Gabint no prparo do xpdint pssoal da pauta d dspachos do Ministro d Estado; II - coordnar, suprvisionar controlar o prparo a organização dos xpdints da documntação submtida à aprciação do Ministro d Estado; III - xaminar, controlar organizar a documntação a sr submtida ao Chf d Gabint prstar assistência sobr outros assuntos d intrss do Gabint do Ministro; IV - coordnar as atividads d rcbimnto, rgistro, triagm, distribuição, movimntação xpdição d procssos, documntos corrspondências d intrss do Gabint do Ministro; V - providnciar monitorar as consultas à Casa Civil da Prsidência da Rpública para nomação m cargos d Dirção Suprior d mmbros d Dirtorias Conslhos; VI - grnciar, acompanhar, controlar, laborar xcutar o ncaminhamnto, no âmbito do MCTIC, das propostas d atos a srm submtidos à Prsidência da Rpública com trâmit obrigatório no Sistma d Gração Tramitação d Documntos Oficiais do Govrno Fdral - SIDOF; VII - coordnar as atividads d acompanhamnto da tramitação dos xpdints d intrss do Ministério junto a outros órgãos ntidads da União, dmais nts fdrados; VIII - coordnar, suprvisionar controlar as atividads rlacionadas à administração d rcursos humanos, matrial, patrimônio srviços grais no âmbito do Gabint do Ministro; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 25. À Divisão d Gstão do Gabint do Ministro I - prstar apoio técnico, administrativo logístico ncssários ao funcionamnto do Gabint do Ministro; II - controlar acompanhar a xcução d srviços concrnnts à administração d pssoal, matrial, patrimônio srviços grais no âmbito do Gabint do Ministro, obsrvadas as normas vignts; III - fazr lvantamnto dos matriais d consumo ncssários à xcução das atividads rquisitá-los junto à unidad comptnt, m conformidad com as normas vignts; IV - rquisitar, acompanhar controlar a distribuição a movimntação dos matriais prmannts bns móvis; V - solicitar acompanhar a xcução d srviços grais, bm como aquls rlativos à manutnção gral; VI - providnciar o forncimnto d informaçõs ncssárias ao cadastro ao pagamnto d pssoal da unidad; VII - informar às unidads rsponsávis acrca do control d frquência dos srvidors prstadors d srviços; VIII - providnciar as propostas d concssão d diárias passagns nacionais intrnacionais para o Ministro d Estado o Chf d Gabint, bm como providnciar a corrspondnt prstação d contas. Art. 26. À Divisão d Acompanhamnto Expdint I - planjar, acompanhar controlar as atividads administrativas atribuídas à Coordnação-Gral do Gabint do Ministro; II - rcbr, ralizar a triagm, rgistrar distribuir os documntos procssos dstinados ao Ministro d Estado ao Chf d Gabint; III - prparar rvisar os atos documntos a srm submtidos ao Ministro d Estado ao Chf d Gabint; IV - controlar, numrar, rgistrar mitir os atos oficiais do Ministro d Estado do Chf d Gabint; V - controlar, rgistrar, distribuir, ncaminhar xpdir os documntos, procssos corrspondências mitidas plo Gabint do Ministro; VI - controlar o fluxo d procssos documntos d intrss do Ministro d Estado do Chf d Gabint; VII - ncaminhar os atos do Ministro d Estado para publicação na imprnsa oficial; VIII - acompanhar a tramitação dos xpdints d intrss do Gabint do Ministro junto a outros órgãos ntidads da União, dmais nts fdrados; IX - organizar mantr arquivos corrnts atualizados d documntos, procssos atos do Gabint do Ministro, bm como ralizar mpréstimos d procssos documntos; X - atndr ao público intrno xtrno, forncndo informaçõs sobr a tramitação d documntos procssos no âmbito do Gabint do Ministro. Sção VI Da Ouvidoria Art. 27. À Ouvidoria I - promovr a intrlocução ntr o cidadão o Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs suas unidads, bm como mdiar conflitos na busca d soluçõs possívis; II - promovr a transparência pública, o acsso à informação pública a abrtura d dados; III - promovr o atndimnto às dmandas oriundas do Srviço d Informaçõs ao Cidadão do Ministério; IV - rqurr as informaçõs ncssárias ao dsmpnho d sua função; V - forncr aos dirignts do órgão informaçõs dados, sugrindo-lhs formas ou pontos d aprimoramnto da gstão dos srviços públicos prstados plo MCTIC, com o objtivo d proporcionar ao cidadão maior sgurança satisfação m rlação à atuação institucional; VI - prstar assistência à autoridad dsignada para dsmpnhar as atribuiçõs prvistas no art. 40 da Li nº 2.527, d 20, no art. 67 do Dcrto nº 7.724, d 202;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 55 VII - rcbr, rgistrar, analisar, ncaminhar, monitorar rspondr manifstaçõs dos srvidors da Pasta dos cidadãos; VIII - promovr as açõs ncssárias à apuração da vracidad das rclamaçõs dnúncias junto aos órgãos comptnts, solicitando as providências ncssárias ao sanamnto das irrgularidads /ou ilgalidads constatadas; IX - rcbr sugstõs, logios, rclamaçõs, solicitaçõs, dnúncias adotar o procdimnto lgal prtinnt, ncaminhando à considração suprior; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção VII Do Crimonial Art. 28. Ao Crimonial I - zlar plo cumprimnto das rgras protocolars dfinidas no Dcrto Prsidncial nº 70.274, d 9 d março d 972, qu aprova as normas do Crimonial Público a Ordm Gral d Prcdência, na Li Fdral nº 5.700, d º d stmbro d 97, qu dispõ sobr a forma aprsntação dos símbolos nacionais dá outras providências; II - planjar, xcutar coordnar vntos como inauguraçõs, lançamntos, assinatura d documntos, visitas, confrências, sminários, congrssos, ntrvistas coltivas, xposiçõs, rcpçõs, runiõs homnagns na Sd do Ministério unidads vinculadas, qu contm com a prsnça do Ministro d Estado, m coordnação com os govrnos staduais municipais, quando ncssário; III - coltar procssar informaçõs dos vntos insridos na agnda do Ministro d Estado; IV - planjar xcutar, conjuntamnt com a Assssoria Espcial d Assuntos Intrnacionais do Ministério, as viagns oficiais do Ministro d Estado ao xtrior; V - organizar xcutar os arranjos logísticos qu subsidim a ralização d viagns do Ministro d Estado, m visitas nacionais, nos qusitos d rcursos humanos matriais; VI - rcpcionar as prsonalidads, nacionais strangiras, m visita à sd do Ministério a suas unidads vinculadas, conform dtrminação do Gabint do Ministro d Estado; VII - acompanhar assssorar o Ministro d Estado m vntos na Capital Fdral nas unidads fdrativas; VIII - laborar xpdir comunicados m visitas oficiais do Ministro d Estado às unidads fdrativas; IX - rcbr, rgistrar, ncaminhar, acompanhar arquivar as corrspondências rlacionadas a convits cumprimntos ao Ministro d Estado, produzindo rlatórios smanais; agradcr, confirmar prsnças vrificar a dsignação d rprsntants; X - laborar xpdir convits d vntos ralizados plo Ministério suas unidads vinculadas, ou m parcria com outros órgãos públicos ou iniciativa privada; XI - atualizar o banco d dados das autoridads d intrss do Ministério; XII - laborar o calndário d vntos do Ministério; XIII - laboração d trmos d rfrência, conjuntamnt com a Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos do Ministério para subsidiar as contrataçõs d srviços qu zlm pla ficácia do dsmpnho das atividads do crimonial; XIV - grir os contratos d prstação d srviços d organização d vntos; XV - grir a curadoria da Ordm do Mérito Cintífico da Ordm do Mérito das Comunicaçõs; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção VIII Da Assssoria d Comunicação Social Art. 29. À Assssoria d Comunicação Social I - assssorar o Ministro d Estado dmais autoridads do Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs nas açõs grais d comunicação social, intrna xtrna, incluídas as atividads d imprnsa, publicidad, rlaçõs públicas mídia ltrônica; II - laborar programas projtos d comunicação social m consonância com as dirtrizs da Scrtaria d Comunicação Social da Prsidência da Rpública; III - planjar, coordnar mantr o contúdo das páginas ltrônicas do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs das dmais rds sociais aftas à Pasta; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 30. À Coordnação Administrativa d Imprnsa I - propor pautas, rdigir, xcutar, ditar divulgar, intrna xtrnamnt, matérias d rádio, tlvisão txto d intrss do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, nos vários vículos rgionais, nacionais intrnacionais da grand imprnsa spcializados, bm como para divulgação nas páginas ltrônicas do Ministério; II - convocar, organizar acompanhar ntrvistas coltivas ou individuais do Ministro dmais autoridads técnicos do Ministério; III - fazr o acompanhamnto fotográfico d audiências solnidads do Ministério mantr atualizado ordnado arquivo d imagns do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; IV - laborar, organizar mantr o clipping d jornais imprssos tlvisivo do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, bm como cadastro atualizado d jornalistas da imprnsa nacional, rgional, intrnacional sgmntada; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600055 V - propor suprvisionar as atividads d comunicação intrna m parcria com as Scrtarias outras unidads do Ministério; VI - articular açõs d divulgação m parcria com outros órgãos do Podr Excutivo Fdral. Art. 3. À Coordnação Administrativa d Publicidad I - idntificar ncssidads atndr às dmandas prtinnts às açõs d publicidad d atos, programas, obras, srviços campanhas do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, por mio da: a) laboração d planos anuais d comunicação, na forma stablcida pla Scrtaria d Comunicação Social, concbndo planos stratégicos táticos d comunicação srm xcutados d forma padrão plo MCTIC; b) obsrvação da ficiência racionalidad na aplicação dos rcursos públicos dstinados às açõs d publicidad; c) atnção às normas prtinnts às açõs, atos procssos d qu tratam as Instruçõs Normativas da Scrtaria d Comunicação Social da Prsidência da Rpública; d) avriguação anális dos mnors custos da mlhor rntabilidad d compra d tmpos /ou spaços publicitários ao Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, não dsprzando oportunidads originais inéditas d projtos d comunicação qu possam surgir. Sção IX Da Assssoria d Assuntos Parlamntars Art. 32. À Assssoria d Assuntos Parlamntars I - planjar, coordnar, orintar acompanhar a xcução das atividads, d intrss do Ministério rlacionadas à ação parlamntar, ao procsso lgislativo à conjuntura política junto ao Congrsso Nacional; II - rprsntar o Ministério prant o Congrsso Nacional, à Subchfia para Assuntos Parlamntars da Prsidência da Rpública às Assssorias Parlamntars dos órgãos da Administração Pública Fdral, Estadual Municipal; III - assistir ao Ministro d Estado às dmais autoridads do Ministério das ntidads vinculadas, quando m missõs junto ao Congrsso Nacional; IV - xrcr as funçõs d rlaçõs públicas junto aos congrssistas aos órgãos técnicos administrativos do Congrsso Nacional; V - acompanhar as runiõs dos parlamntars autoridads com o Ministro; VI - rcbr parlamntars dmais autoridads qu procuram informaçõs no Ministério ntidads vinculadas; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 33. À Coordnação d Acompanhamnto do Procsso Lgislativo Anális d Informaçõs I - ralizar a litura da atividad lgislativa nos sítios da Câmara dos Dputados do Snado Fdral, dstacando os atos assuntos d intrss do Ministério, bm como as matérias rlativas aos projtos d li, dbats, pronunciamntos outras publicaçõs; II - coltar os subsídios ncssários ao pronunciamnto do Ministério sobr matérias m tramitação no Congrsso Nacional, aftas a sua ára d comptência; III - acompanhar a tramitação das proposiçõs d intrss do Ministério, solicitando parcrs aos stors comptnts para ncaminhamnto à Subchfia d Assuntos Parlamntars da Casa Civil da Prsidência da Rpública; IV - participar d runiõs com as scrtarias do Ministério dmais ntidads para discussão d ncaminhamntos acompanhamnto d matérias d intrss junto ao Congrsso Nacional; V - acompanhar as atividads junto às comissõs tmáticas da Câmara dos Dputados do Snado Fdral qu possuam matérias d intrss do Ministério d suas ntidads vinculadas; VI - acompanhar as Audiências Públicas nas comissõs tmáticas qu possuam assuntos d intrss dst Ministério, bm como assistir aos sus rprsntants d suas ntidads vinculadas, quando convidados. Art. 34. À Divisão d Anális d Informaçõs I - acompanhar, no âmbito do Ministério, a tramitação das Indicaçõs dos Rqurimntos d Informação aprsntados por parlamntars ao Ministro d Estado; II - organizar os arquivos d Rqurimntos d Informação, Indicaçõs, Projtos d Li, pronunciamntos solicitaçõs d parlamntars; III - rdigir, controlar, distribuir dspachar corrspondências d intrss dos parlamntars, no âmbito do Ministério; IV - acompanhar as dmandas parlamntars oriundas do Gabint do Ministro; V - acompanhar a xcução das mndas parlamntars dos Dputados Fdrais Snadors; VI - acompanhar as diligências técnicas das divrsas Scrtarias do Ministério ntidads vinculadas, quanto à xcução das mndas parlamntars programação voluntária. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 35. Ao Chf d Gabint do Ministro d Estado incumb: I - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads das unidads intgrants da strutura do Gabint; II - assistir ao Ministro d Estado m sua rprsntação política social; III - coordnar a pauta d trabalho do Ministro d Estado, no País no xtrior, prstar assistência m sus dspachos; IV - analisar articular, com as dmais unidads do Ministério, o ncaminhamnto dos assuntos a srm submtidos ao Ministro d Estado; V - xaminar os pdidos d audiência do Ministro d Estado, priorizando sus atndimntos; VI - coordnar a laboração d programas d viagm do Ministro d Estado; VII - propor a dição d atos com vistas à adquada rgulamntação das atividads aftas à sua ára d comptência; VIII - autorizar, nos trmos da lgislação vignt, marcação intrrupção d férias dos srvidors qu lh sjam subordinados, incluindo os assssors spciais do Ministro d Estado da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; IX - arquivar dfinitivamnt ou dsarquivar procssos documntos; X - xrcr outras atribuiçõs qu lh form comtidas plo Ministro d Estado. Art. 36. Aos Chfs d Assssorias Espciais Assssorias do Gabint incumb: I - assssorar o Chf d Gabint do Ministro na xcução das atividads qu lh form atribuídas; II - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads d suas rspctivas Unidads. Art. 37. Aos Coordnadors-Grais, Coordnadors, Chfs d Divisão Chfs d Srviço incumb planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads das rspctivas unidads xrcr outras atribuiçõs qu lhs form comtidas, m suas áras d comptência. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 38. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação dst Rgimnto Intrno srão solucionados plo Chf d Gabint do Ministro d Estado. ANEXO II REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA-EXECUTIVA CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria Excutiva I - assistir o Ministro d Estado na dfinição d dirtrizs, na suprvisão na coordnação das atividads das scrtarias intgrants da strutura do Ministério das ntidads a l vinculadas; II - suprvisionar coordnar atividads d formulação proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativas às áras d comptência do Ministério; III - suprvisionar coordnar as açõs do Ministério das unidads d psquisa das ntidads vinculadas voltadas à captação d rcursos para o financiamnto d programas projtos d dsnvolvimnto nas áras d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs, inclusiv fundos; IV - propor a rgulamntação a normatização técnica tarifária dos srviços postais; V - coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas à prvnção à apuração d irrgularidads, por mio da instauração da condução d procdimntos corrcionais; VI - suprvisionar coordnar as atividads rlacionadas com os sistmas fdrais d planjamnto d orçamnto, d organização administrativa, d administração dos rcursos d informação informática, d rcursos humanos, d srviços grais, d documntação arquivos, d administração financira d contabilidad, no âmbito do Ministério; VII - avaliar os contratos d gstão firmados ntr o Ministério as ntidads qualificadas como organizaçõs sociais; VIII - dsmpnhar as atribuiçõs confridas pla lgislação dos Fundos; IX - promovr coordnar a intgração d sistmas corporativos a gstão da informação no âmbito do Ministério; X - promovr coordnar o Sistma d Gstão d Continuidad d Ngócio, conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Parágrafo único. A Scrtaria-Excutiva xrc, ainda, o papl d órgão storial dos Sistmas d Pssoal Civil da Administração Fdral - SIPEC, d Administração dos Rcursos d Tcnologia da Informação - SISP, d Srviços Grais - SISG, d Gstão d Documntos d Arquivo - SIGA, d Planjamnto Orçamnto Fdral - SIOP, d Contabilidad Fdral, d Administração Financira Fdral - SIAFI d Organização Inovação Institucional - SIORG, por intrmédio das Dirtorias unidads a la subordinadas. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria Excutiva - SEXEC tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria Excutiva - GABEX a) Divisão d Apoio ao Gabint - DIGAB b) Divisão d Documntação Arquivo - DIDOC II - Corrgdoria - CORREG III - Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - DPO a) Divisão d Apoio Administrativo - DIAMI b) Coordnação-Gral d Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais - CGUO. Coordnação das Unidads d Psquisa - COUPE 2. Coordnação d Organizaçõs Sociais - COORS 3. Coordnação d Avaliação - COAVL IV - Dirtoria d Gstão d Entidads Vinculadas - DGV a) Coordnação-Gral d Govrnança Acompanhamnto d Entidads Vinculadas - CGEV. Coordnação d Govrnança das Entidads Vinculadas - COGEV

56 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 2. Coordnação d Srviços Postais - COSEP V - Dirtoria d Gstão Estratégica - DGE a) Coordnação-Gral d Planjamnto Estratégico Storial - CGPE. Coordnação d Planjamnto Avaliação - COPLA 2. Coordnação d Projtos Espciais - COPES b) Coordnação-Gral d Gstão, Inovação Indicadors - CGGI. Coordnação d Indicadors Informação - COIND.. Srviço d Arquivo Bibliotca - SEARB 2. Coordnação d Organização Institucional - COORG 3. Coordnação d Dsnvolvimnto d Pssoas - CODEP 3.. Divisão d Dsnvolvimnto d Pssoas - DIDEP 3... Srviço d Avaliaçõs d Dsmpnho - SERAV c) Coordnação-Gral d Govrnança d Fundos - CGGF. Srviço d Apoio aos Colgiados - SEACO 2. Coordnação d Planjamnto Gstão d Fundos - CO- GEF 3. Coordnação Técnica Opracional dos Fundos - CO- TEF VI - Dirtoria d Administração - DAD a) Divisão d Apoio à Dirtoria d Administração - DI- VA D b) Coordnação-Gral d Orçamnto Finanças - CGOF. Coordnação d Orçamnto - COORF.. Divisão d Programação Orçamntária - DIPOR... Srviço d Avaliação Elaboração da Programação Orçamntária - SEAEX.2. Divisão d Acompanhamnto da Excução da Programação Orçamntária - DIEPO.2.. Srviço d Acompanhamnto da Excução da Programação Orçamntária - SEAOR 2. Coordnação Financira - CORFI 2.. Divisão d Programação Financira - DIPFI 2... Srviço d Programação Libração Financira - SE- PLF 3. Coordnação d Contabilidad - COTAB 3.. Divisão d Anális Contábil - DIACO 3... Srviço d Acompanhamnto Contábil - SEACC 3.2. Divisão d Informação d Custos - DIINC 3.2... Srviço d Apuração d Custos - SERAC c) Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas - CGGP. Coordnação d Administração d Pssoal - COAPE.. Divisão d Cadastro d Pssoal - DICAD... Srviço d Acompanhamnto d Movimntação d Pssoal - SEAMP.2. Divisão d Bnfícios - DIBEN.2.. Srviço d Atnção à Saúd do Srvidor- SEASS 2. Coordnação d Pagamnto, Excução Orçamntária Financira d Pssoal - COPEO 2.. Divisão d Pagamnto d Pssoal - DIPAG 2... Srviço d Pagamnto d Pssoal - SEPAG 2.2. Divisão d Excução Orçamntária Financira - DIO- FI 3. Coordnação d Informaçõs Lgislação d Pssoal - COLEG 3.. Divisão d Assuntos Jurídicos Lgislação d Pssoal - COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS DILEG 3... Srviço d Control d Assuntos Jurídicos d Pssoal - SECAJ 3.2. Divisão d Informaçõs d Pssoal- DIINF 4. Coordnação d Aposntarias Pnsõs - COAPP 4.. Divisão d Aposntadorias Pnsõs - DIPEN 4... Srviço d Anális Concssão d Aposntadoria - SEAPO 4..2. Srviço d Concssão d Pnsõs - SEPEN 4..3. Srviço d Rvisão d Pnsõs - SERPE d) Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos - CGRL. Coordnação d Licitaçõs, Compras Contratos - COLCC.. Divisão d Compras Instrução Procssual - DICIP... Srviço d Compras Cadastro - SECOC..2. Srviço d Instrução Procssual - SEINP.2. Divisão d Licitaçõs Contratos - DILIC.2.. Srviço d Licitaçõs - SELIC.2.. Srviço d Atos Acompanhamnto d Contratos - SEAAC 2. Coordnação d Infrastrutura - COINT 2.. Divisão d Obras Engnharia - DIOBE 2... Srviço d Administração d Edifícios - SEADI 3. Coordnação d Logística Patrimônio - COLOP 3.. Divisão d Srviços Grais - DISEG 3... Srviço d Atividads Auxiliars - SEATA 3..2. Srviço d Transports - SETRA 3..3. Srviço d Apoio Avançado - SEAAV 3..4. Srviço d Protocolo-Gral - SEPRG 3.2. Divisão d Matrial Patrimônio - DIMAP 3.2.. Srviço d Almoxarifado Patrimônio - SEALP 4. Coordnação d Excução Orçamntária Financira - COEOF 4.. Divisão d Excução Orçamntária - DIEXO 4... Srviço d Control Orçamntário - SECOO 4.2. Divisão d Anális Excução Financira - DIAEF 4.2.. Srviço d Pagamntos Prstação d Contas - SEPPC VII - Dirtoria d Tcnologia da Informação - DTI a) Coordnação-Gral d Govrnança d Tcnologia da Informação - CGGO. Coordnação d Planos Normas d Tcnologia da Informação - COPLN plo código 000206600056.. Divisão d Projtos Procssos - DIPRO.2. Divisão d Aquisiçõs d Tcnologia da Informação - D I AT I b) Coordnação-Gral d Sistmas - GCSI. Coordnação d Projtos d Sistmas - COPRO.. Divisão d Dsnvolvimnto Manutnção - DIDEM 2. Coordnação d Qualidad d Softwar - COSOF 2.. Divisão d Administração d Dados - DIADD c) Coordnação-Gral d Srviços d Tcnologia da Informação - CGTI. Srviço d Atndimnto ao Usuário - SEAUS 2. Srviço d Tlfonia - SERTE 3. Coordnação d Rds Sgurança Cibrnética - CO- SEG 3.. Divisão d Sgurança d Rd Banco d Dados - DISEB Art. 3º A Scrtaria Excutiva srá dirigida plo Scrtário- Excutivo, o Gabint, as Divisõs os Srviços por Chfs, as Dirtorias por Dirtors, as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors- Grais, as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars, na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação prtinnt. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria Excutiva Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria Excutiva I - assssorar prstar assistência dirta ao Scrtário-Excutivo; II - analisar articular, com as dmais Unidads da Scrtaria-Excutiva, o ncaminhamnto dos assuntos a srm submtidos ao Scrtário; III - dspachar com o Scrtário-Excutivo dar tratamnto aos procssos xpdints submtidos à Scrtaria-Excutiva; IV - coordnar a pauta d trabalho do Scrtário-Excutivo xaminar os pdidos d audiências, priorizando sus atndimntos; V - assistir ao Scrtário-Excutivo na coordnação d studos na laboração d portarias atos normativos dirtamnt rlacionados à SEXEC; VI - provr o Scrtário-Excutivo d informaçõs ncssárias à tomada d dcisõs, auxiliando na coordnação das tarfas a cargo da SEXEC; VII - promovr a articulação ntr os difrnts órgãos unidads suprvisionados pla SEXEC; VIII - prstar apoio técnico ao Scrtário-Excutivo; IX - coordnar suprvisionar a xcução das açõs técnicas d gstão intrna da SEXEC, spcialmnt o dsnvolvimnto institucional, a comunicação administrativa a gstão; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário-Excutivo. Art. 6º À Divisão d Apoio ao Gabint I - prstar apoio técnico administrativo ao Gabint da SEXEC; II - assistir dirtamnt ao Chf d Gabint no prparo do xpdint pssoal da pauta d dspachos do Scrtário-Excutivo; III - coordnar, suprvisionar controlar o prparo aor- ganização dos xpdints da documntação submtida à aprciação do Scrtário-Excutivo; IV - planjar, coordnar xcutar as atividads administrativas ncssárias à conscução das açõs da SEXEC; V - analisar os rlatórios d srvidors dos órgãos da Administração Cntral, unidads d psquisa ntidads vinculadas ao Ministério, rfrnts a missõs srviços no xtrior; VI - solicitar, smpr qu ncssárias, informaçõs adicionais sobr os rsultados das missõs; VII - laborar rsumos d rlatórios d missõs d srvidors no xtrior, para conhcimnto das autoridads do Ministério. Art. 7º À Divisão d Documntação Arquivo I - laborar minutas d atos corrspondências oficiais d intrss do Scrtário-Excutivo; II - orintar controlar a missão, numração rgistro d atos corrspondências oficiais do Scrtário-Excutivo; III - rcbr ncaminhar documntos corrspondências d intrss da Scrtaria-Excutiva, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação dos documntos; IV - analisar, classificar, organizar mantr atualizada a documntação oficial dirigida ao Scrtário-Excutivo. Sção II Da Corrgdoria Art. 8º À Corrgdoria Intrna I - propor ao Órgão Cntral do Sistma mdidas qu vism a dfinição, padronização, sistmatização normatização dos procdimntos opracionais atinnts à atividad d corrição; II - participar d atividads qu xijam açõs conjugadas das unidads intgrants do Sistma d Corrição, com vistas ao aprimoramnto do xrcício das atividads qu lhs são comuns; III - sugrir ao Órgão Cntral do Sistma procdimntos rlativos ao aprimoramnto das atividads rlacionadas às sindicâncias aos procssos administrativos disciplinars; IV- suprvisionar, orintar, controlar avaliar: a) os procdimntos d apuração d rsponsabilidad d pssoas jurídicas d qu trata a Li nº 2.846, d d agosto d 203; b) as atividads d prvnção corrição disciplinars dsnvolvidas no âmbito do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; V - analisar as rprsntaçõs as dnúncias qu lh form ncaminhadas rlacionadas aos srvidors do Ministério o juízo d admissibilidad; VI - promovr, isoladamnt ou m parcria com outros órgãos ou ntidads públicas, o trinamnto dos srvidors qu srão dsignados para atuar nas comissõs d sindicância d procsso administrativo disciplinar; VII - promovr açõs dstinadas à valorização ao cumprimnto d prcitos rlativos à conduta disciplinar dos srvidors; VIII - instaurar ou dtrminar a instauração d procdimntos procssos disciplinars, sm prjuízo d sua iniciativa pla autoridad a qu s rfr o art. 43 da Li nº 8.2, d 990; IX - mantr rgistro atualizado da tramitação rsultado dos procssos xpdints m curso; X - ncaminhar ao Órgão Cntral do Sistma dados consolidados sistmatizados, rlativos aos rsultados das sindicâncias procssos administrativos disciplinars, bm como à aplicação das pnas rspctivas; XI - suprvisionar as atividads d corrição dsmpnhadas plos órgãos ntidads submtidos à sua sfra d comptência; XII - prstar apoio ao Órgão Cntral do Sistma na instituição manutnção d informaçõs, para o xrcício das atividads d corrição; XIII - propor mdidas ao Órgão Cntral do Sistma visando à criação d condiçõs mlhors mais ficints para o xrcício da atividad d corrição; XIV - manifstar-s prviamnt sobr procdimntos disciplinars cuja comptência para julgamnto sja do Ministro d Estado, s rqurido por st, sm prjuízo das comptências da Consultoria Jurídica; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Parágrafo único. O Corrgdor srá indicado plo Scrtário- Excutivo dst Ministério, obsrvados os critérios stablcidos no art. 8º do Dcrto nº 5.480, d 2005. Sção III Da Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais Art. 9º À Dirtoria d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais I - suprvisionar, coordnar acompanhar a xcução d programas projtos ralizados plas das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais vinculadas, visando a gração d novas tcnologias, métodos, procssos, produtos srviços, qu contribuam para o dsnvolvimnto do País; II - suprvisionar, acompanhar avaliar os Contratos d Gstão firmados ntr a União, por intrmédio do MCTIC, ntidads qualificadas como Organizaçõs Sociais vinculadas à Dirtoria; III - promovr, acompanhar avaliar a xcução dos trmos d compromisso d gstão firmados com as unidads d psquisa; IV - acompanhar, avaliar apoiar a xcução dos planos dirtors das unidads d psquisa, quando coubr, das organizaçõs sociais suprvisionadas plo Ministério; V - suprvisionar coordnar o acompanhamnto das ralizaçõs d programas projtos d psquisa cintífica tcnológica das unidads d psquisa; VI - coordnar, controlar avaliar as atividads d xcução orçamntária-financira das unidads d psquisa; VII - apoiar acompanhar a xcução d obras d ngnharia arquittura, no âmbito das unidads d psquisa, dos projtos das ntidads qualificadas como organização social; VIII - promovr, coordnar acompanhar o programa d capacitação institucional das unidads d psquisa; IX - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d Ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 0. À Divisão d Apoio Administrativo I - assistir ao Dirtor na xcução d suas atribuiçõs; II - assistir dirtamnt ao Dirtor no prparo do xpdint pssoal da pauta d dspachos do Dirtor; III - coordnar, suprvisionar controlar o prparo a organização dos xpdints da documntação submtida à aprciação do Dirtor; IV - instruir procssos laborar minutas d atos corrspondências oficiais intrnos xtrnos da Dirtoria; V - procssar os pdidos d afastamnto do país dos srvidors das Unidads d Psquisa; VI - rcbr ncaminhar procssos, documntos corrspondências aftos à Dirtoria, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação d tais documntos; VII - suprvisionar controlar o stoqu d matrial d consumo controlar o patrimônio afto à Dirtoria; VIII - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, digitalização, rprografia, manutnção d instalaçõs quipamntos d apoio logístico às runiõs. Subsção I Da Coordnação-Gral d Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais Art.. À Coordnação-Gral d Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais I - dirigir, orintar, coordnar suprvisionar as atividads ralizadas pla Coordnação das Unidads d Psquisa, pla Coordnação d Organizaçõs Sociais pla Coordnação d Avaliação; II - contribuir para a formulação das políticas das dirtrizs do MCTIC m rlação às Unidads d Psquisa às Organizaçõs Sociais;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 57 III - contribuir para a formulação do planjamnto stratégico do MCTIC m rlação às Unidads d Psquisa às Organizaçõs Sociais; IV - suprvisionar avaliar a laboração da proposta orçamntária acompanhar a xcução da li orçamntária dos créditos adicionais m rlação aos rcursos dstinados às Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais; V - coordnar a laboração a consolidação do Rlatório d Gstão das Unidads d Psquisa Organizaçõs Sociais; VI - articular-s com órgãos congênrs d gstão no âmbito do Podr Excutivo Fdral m rlação aos Contratos d Gstão às Unidads d Psquisa; VII - coordnar as iniciativas d Coopração Intrnacional no âmbito das Unidads d Psquisa; VIII- analisar ncaminhar os procssos d afastamntos do País dos srvidors das Unidads d Psquisa; IX - coordnar a constituição o funcionamnto dos Comitês d Busca; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. À Coordnação das Unidads d Psquisa I - acompanhar a xcução das açõs das Unidads d Psquisa stablcidas no Plano Plurianual; II - subsidiar as avaliaçõs das Unidads d Psquisa dos projtos associados; III - apoiar acompanhar a laboração a xcução do Planjamnto Estratégico das Unidads d Psquisa; IV - apoiar acompanhar a laboração dos Trmos d Compromisso d Gstão das Unidads d Psquisa; V - acompanhar as iniciativas d Coopração Intrnacional no âmbito das Unidads d Psquisa; VI - apoiar os procdimntos para o rpass voluntário d rcursos orçamntários do Ministério às Unidads d Psquisa; VII - mitir parcrs notas técnicas sobr os aspctos d gstão, projtos parcrias qu nvolvam Unidads d Psquisa; VIII - coordnar o Programa d Capacitação Institucional - PCI das Unidads d Psquisa; IX - apoiar acompanhar as açõs rlacionadas à inovação à propridad intlctual nas Unidads d Psquisa. Art. 3. À Coordnação d Organizaçõs Sociais I - ngociar, pactuar suprvisionar os Contratos d Gstão firmados com as Organizaçõs Sociais, conform mtas indicadors stablcidos; II - acompanhar a xcução das açõs das Organizaçõs Sociais stablcidas no Plano Plurianual; III - coordnar controlar as atividads d xcução orçamntária-financira das Organizaçõs Sociais; IV - apoiar acompanhar a laboração xcução do Planjamnto Estratégico das Organizaçõs Sociais, no qu tang aos Contratos d Gstão; V - mitir parcrs notas técnicas sobr os aspctos d gstão, projtos parcrias qu nvolvam as Organizaçõs Sociais; VI - subsidiar as avaliaçõs das Organizaçõs Sociais dos projtos associados. Art. 4. À Coordnação d Avaliação I - apoiar a Coordnação das Unidads d Psquisa a Coordnação das Organizaçõs Sociais no dsnvolvimnto d atividads rfrnts à laboração d indicadors d dsmpnho gstão d indicadors d produção cintífica, tcnológica d inovação; II - mantr bass d dados sistmas d informação capazs d apoiar a gstão das Unidads d Psquisa das Organizaçõs Sociais; III - promovr o apoio técnico, opracional logístico às Comissõs d Acompanhamnto Avaliação dos Contratos d Gstão; IV - avaliar mitir parcr sobr os rlatórios dmais documntos laborados plas Comissõs d Acompanhamnto Avaliação dos Contratos d Gstão; V - coordnar studos qu prmitam a avaliação o dsmpnho das Unidads d Psquisa das Organizaçõs Sociais; VI - avaliar mitir parcr sobr os rlatórios rfrnts aos Trmos d Compromisso d Gstão das Unidads d Psquisa. Sção IV Da Dirtoria d Gstão d Entidads Vinculadas Art. 5. À Dirtoria d Gstão d Entidads Vinculadas I - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos ao srviço postal tmas dsnvolvidos plas mprsas statais plas ntidads vinculadas ao Ministério; II - analisar plitos tarifários do srviço postal; III - concorrr para a articulação a xcução das políticas dos programas das mprsas statais das ntidads vinculadas ao Ministério; IV - ralizar o acompanhamnto da govrnança do dsmpnho das mprsas statais suas subsidiárias, bm como das ntidads vinculadas ao Ministério; V - contribuir para o aumnto da transparência para o aprfiçoamnto da gstão das mprsas statais, das suas subsidiárias das ntidads vinculadas ao Ministério; VI - acompanhar a atuação dos rprsntants do Ministério nos conslhos d administração fiscal das mprsas statais, nas suas subsidiárias nas ntidads vinculadas ao Ministério; VII - ralizar a suprvisão o acompanhamnto da govrnança do dsnvolvimnto das mprsas statais das suas subsidiárias, bm como das ntidads vinculadas ao Ministério. VIII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d Ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600057 IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção I Da Coordnação-Gral d Govrnança Acompanhamnto d Entidads Vinculadas Art. 6. À Coordnação-Gral d Govrnança Acompanhamnto d Entidads Vinculadas I - acompanhar avaliar a implmntação das dirtrizs, políticas mtas acordadas ntr o MCTIC, suas mprsas statais ntidads vinculadas; II - subsidiar os Conslhos d Administração Fiscal das mprsas statais vinculadas ao MCTIC com informaçõs d gstão das msmas, mantndo cadastro para control dos prazos d atuação dos conslhiros, bm como d suas qualificaçõs técnicas para xrcício da função; III - opracionalizar a indicação acompanhar a atuação d rprsntants do MCTIC nos Conslhos d Administração Fiscal das mprsas statais ntidads vinculadas; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 7. À Coordnação d Govrnança das Entidads Vinculadas I - subsidiar a ralização o acompanhamnto da govrnança do dsmpnho das mprsas statais suas subsidiárias vinculadas ao MCTIC; II - propor mtas, monitorar o dsmpnho acompanhar rsultados institucionais d ntidads vinculadas ao MCTIC; IV - subsidiar a formulação a pactuação d programas projtos stratégicos; V - apoiar a implmntação da política institucional d inovação gração d novas tcnologias, métodos, procssos, produtos srviços m suas mprsas statais ntidads vinculadas; VI - manifstar-s sobr os plitos ncaminhados plas mprsas statais vinculadas ao MCTIC. Art. 8. À Coordnação d Srviços Postais I - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos aos srviços postais; II - analisar as propostas d implantação ou altração d srviços postais prstados m rgim d xclusividad; III - manifstar-s quanto a aspctos técnicos rlativos à rgulamntação dos srviços postais; IV - analisar propostas da Emprsa Brasilira d Corrios Tlégrafos - ECT para a fixação, rajust rvisão d tarifas, prços públicos prêmios ad valorm dos srviços postais prstados m rgim d xclusividad, bm como a fixação d critérios objtivos para a rdução d tarifa; V - analisar as propostas da ECT para a ralização d atividads afins ao su objto; VI - promovr, no âmbito d sua comptência, intração com órgãos ntidads da administração pública rlacionados com os srviços postais; VII - ralizar as sguints atividads inrnts à condução da política postal intrnacional: a) rprsntação do Brasil como país-mmbro d organizaçõs intrgovrnamntais m qu o tma postal sja tratado, no âmbito d suas comptências; b) promoção, no âmbito d sua comptência, d intração com paíss, ntidads organismos intrgovrnamntais, m assuntos rlacionados com os srviços postais; c) coordnação das atividads da dlgação brasilira nos organismos intrgovrnamntais m assuntos rlacionados aos srviços postais; d) coordnação das atividads d coopração técnica intrnacional rlacionadas aos srviços postais m acordos firmados pla União, no âmbito d suas comptências. Parágrafo único. Para fito dsta Portaria, considram-s: I - Emprsas Estatais vinculadas ao MCTIC: a.indústrias Nuclars Brasiliras - INB; b.nuclbrás Equipamntos Psados - NUCLEP; c.cntro d Exclência m Tcnologia Eltrônica Avançada CEITEC; d.emprsa Brasilira d Corrios Tlégrafos - ECT;.Tlcomunicaçõs Brasiliras S.A - TELEBRÁS; f.corrios Participaçõs S.A - CORREIOSPAR; g.agência d Financiamnto d Projtos - FINEP; II - Entidads Vinculadas ao MCTIC: a.conslho Nacional d Psquisa - CNPq; b.comissão Nacional d Enrgia Nuclar - CNEN; c.agência Espacial Brasilira - AEB; d.agência Nacional d Tlcomunicaçõs - ANATEL. Sção V Da Dirtoria d Gstão Estratégica Art. 9. À Dirtoria d Gstão Estratégica I - implmntar, acompanhar avaliar açõs d modrnização, mlhoria inovação da gstão do Ministério; II - implmntar coordnar stratégias para avaliação d políticas, programas projtos das áras d comptência do Ministério; III - propor coordnar projtos spciais transvrsais programas d coopração técnica financira; IV - suprvisionar a laboração, a atualização, o monitoramnto a avaliação do planjamnto stratégico do Plano Plurianual do Ministério; V - suprvisionar a laboração d dirtrizs, normas, planos orçamntos rlativos a planos anuais plurianuais; VI - propor avaliar programas d capacitação, dsnvolvimnto d rcursos humanos qualidad d vida para o Ministério; VII - dsnvolvr açõs rlativas à gstão da informação à promoção da transparência; VIII - ralizar açõs voltadas à informação à comunicação acrca do dsmpnho institucional das políticas programas implmntadas, promovndo mlhorias rlacionadas aos procssos aos rsultados d suas açõs; IX - propor coordnar projtos spciais transvrsais programas d coopração técnica financira; X - zlar pla gstão transparnt da informação produzida armaznada no Ministério; XI - laborar studos cnários conômicos para o acompanhamnto avaliação d dados rfrnts às políticas nacionais d ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; XII - monitorar, propor dsnvolvr indicadors para acompanhamnto a avaliação das políticas públicas na ára d ciência, tcnologia, i novaçõs comunicaçõs; XIII - planjar suprvisionar a xcução d atividads rlacionadas com os sistmas fdrais d planjamnto, d documntação arquivo no âmbito do Ministério; XIV - suprvisionar o planjamnto, a coordnação a gstão dos fundos storiais d financiamnto d programas projtos d dsnvolvimnto cintífico tcnológico, bm como acompanhar a volução dos rcursos a ls dstinados; XV - coordnar as açõs inrnts ao Plano d Carriras para a ára d Ciência Tcnologia d qu trata a Li nº 8.69, d 28 d julho d 993; XVI - assssorar a Scrtaria Excutiva nas atribuiçõs qu lh são confridas pla lgislação dos Fundos; XVII - prstar o apoio técnico, administrativo financiro ncssário ao xrcício das atividads d comptência dos Conslhos Gstors dos Fundos vinculados ao Ministério; XVIII - propor coordnar a captação d rcursos técnicos, matriais financiros, dstinados a programas projtos d dsnvolvimnto cintífico tcnológico; XIX - planjar suprvisionar studos visando ao stablcimnto d normas procdimntos para captação d rcursos rlativos à ára d ciência tcnologia. XX - propor, coordnar acompanhar a captação d rcursos técnicos, matriais financiros, dstinados a programas projtos d dsnvolvimnto cintífico tcnológico; XXI - planjar, coordnar suprvisionar studos visando o stablcimnto d normas procdimntos para captação d rcursos rlativos à ára d ciência tcnologia; XXII - idntificar carências fonts d rcursos, promovndo articulaçõs qu viabilizm planos, programas, projtos ou açõs considradas prioritárias. XXIII - assssorar a Scrtaria Excutiva nas atribuiçõs qu lh são confridas pla lgislação dos Fundos; XXIV - mantr a intrlocução com a FINEP nos assuntos rlativos aos Fundos; XXV - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d Ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XXVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Planjamnto Estratégico Storial Art. 20. À Coordnação-Gral d Planjamnto Estratégico Storial I - coordnar a xcução das atividads rlacionadas ao Planjamnto Estratégico ao ciclo d gstão do Plano Plurianual, no âmbito do Ministério, obsrvando as dirtrizs do órgão cntral do Sistma d Planjamnto d Orçamnto Fdral; II - promovr o grnciamnto do dsnvolvimnto dos projtos stratégicos, auxiliando mtodologicamnt as unidads administrativas na tomada d dcisão informando o andamnto às instâncias dcisórias, d forma a mantr a conformidad ntr as xpctativas os rsultados aprsntados; III - propor políticas, dirtrizs mcanismos para aprimorar a gstão por rsultados, gstão do dsmpnho para incntivar o mlhor uso dos rcursos públicos; IV - propor coordnar as atividads rlacionadas à mlhoria inovação d procssos organizacionais no âmbito do Ministério; V - promovr apoiar açõs voltadas à inovação, dsburocratização mlhoria da gstão pública no âmbito do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; VI - propor coordnar a implmntação d mtodologias d acompanhamnto avaliação dos programas d dsnvolvimnto cintífico implmntados sob a coordnação do Ministério; VII - coordnar studos sistmatizar informaçõs objtivando subsidiar a concpção a criação d programas d dsnvolvimnto cintífico d rlvância conômica, social ou stratégica para o País; VIII - articular-s formar parcrias institucionais para a implmntação d programas coordnados ou implmntados no âmbito do Ministério; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. À Coordnação d Planjamnto Avaliação I - coordnar o procsso d laboração, consolidação rvisão dos programas açõs do plano plurianual Li Orçamntária Anual; II - coordnar o acompanhamnto, monitoramnto, avaliação produção d informaçõs grnciais rlativas ao Plano Plurianual Li Orçamntária Anual, no âmbito do Ministério; III - coordnar as atividads qu promovam o alinhamnto ntr o planjamnto stratégico, plano plurianual açõs orçamntárias;

58 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - coordnar, no âmbito do Ministério, o procsso d laboração do Rlatório d Prstação d Contas, Prstação d Contas Anual da Prsidência da Rpública Mnsagm Prsidncial a srm submtidos aos rspctivos órgãos dmandants, conform lgislação vignt; V - coordnar o acompanhamnto dos rgistros da xcução físico-financira dos programas açõs dos órgãos ntidads vinculadas do Ministério.; VI - coordnar, acompanhar monitorar as atividads d avaliação das Políticas, Estratégias, Programas, Açõs Marcos Lgais rlacionados ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico d comunicaçõs no âmbito do Ministério; VII - articular-s com o Órgão Cntral dos Sistmas Fdrais d Planjamnto Orçamnto, outras instituiçõs d planjamnto, avaliação, control m nívl nacional intrnacional. Art. 22. À Coordnação d Projtos Espciais I - coordnar a laboração rvisão do Planjamnto Estratégico Institucional; II - propor coordnar a implmntação das rotinas d monitoramnto avaliação do Plano Estratégico Institucional; III - coordnar as atividads qu promovam o alinhamnto ntr o planjamnto stratégico, plano plurianual açõs orçamntárias; IV - propor implmntar a sistmatização o monitoramnto dos indicadors do Planjamnto Estratégico, m conjunto com as unidads administrativas do Ministério; V - xrcr o papl d Escritório d Estratégia no âmbito do Ministério, bm como acompanhar avaliar o rspctivo portfólio; VI - propor dissminar mtodologias frramntas d acompanhamnto avaliação d projtos stratégicos, bm como dlinar m conjunto com as unidads administrativas o scopo, os objtivos as ntrgas, com os rquisitos d qualidad; VII - apoiar mtodologicamnt a laboração monitoramnto d projtos, visando à padronização ao alinhamnto ao planjamnto stratégico à cadia d valor do Ministério; VIII - propor suprvisionar planos, programas, projtos atividads rlacionados à mlhoria, dsburocratização racionalização d procssos procdimntos; IX - propor mtodologias rlativas ao grnciamnto d procssos institucionais do Ministério. Art. 22. À Coordnação d Projtos Espciais I - coordnar a laboração rvisão do Planjamnto Estratégico Institucional; II - propor coordnar a implmntação das rotinas d monitoramnto avaliação do Plano Estratégico Institucional; III - propor implmntar a sistmatização o monitoramnto dos indicadors do Planjamnto Estratégico, m conjunto com as unidads administrativas do Ministério; IV - xrcr o papl d Escritório d Estratégia no âmbito do Ministério, bm como acompanhar avaliar o rspctivo portfólio; V - propor dissminar mtodologias frramntas d acompanhamnto avaliação d projtos stratégicos, bm como dlinar m conjunto com as unidads administrativas o scopo, os objtivos as ntrgas, com os rquisitos d qualidad; VI - apoiar mtodologicamnt a laboração monitoramnto d projtos, visando à padronização ao alinhamnto ao planjamnto stratégico à cadia d valor do Ministério; VII - propor suprvisionar planos, programas, projtos atividads rlacionados à mlhoria, dsburocratização racionalização d procssos procdimntos; VIII - propor mtodologias rlativas ao grnciamnto d procssos institucionais do Ministério. Subsção II Da Coordnação-Gral d Gstão, Inovação Indicadors Art. 23. À Coordnação-Gral d Gstão, Inovação Indicadors I - implmntar, acompanhar avaliar açõs d modrnização, mlhoria inovação da gstão do Ministério, quanto a: a) dsnvolvimnto d pssoas; b) dsnvolvimnto institucional; c) modrnização administrativa; d) adquação da strutura organizacional; ) gstão da informação; f) arquivo, bibliotca; II - coordnar, acompanhar prstar orintação técnica no dsnvolvimnto d planos, programas, projtos atividads d dsnvolvimnto institucional, racionalização administrativa, gstão da informação para o Ministério, no âmbito da administração cntral; III - prstar orintação técnica m assuntos rlativos à strutura rgimntal, rgimntos intrnos statutos do Ministério; IV - coordnar a avaliação d dsmpnho institucional junto às unidads do Ministério, no âmbito da administração cntral; V - grar promovr a dissminação d informaçõs organizacionais para o Ministério; VI - stimular, promovr coordnar o procsso d implmntação d planos, programas, projtos atividads voltadas à promoção da qualidad produtividad no âmbito da Administração Cntral, m articulação com a Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas; VII - propor avaliar programas d capacitação, dsnvolvimnto d rcursos humanos qualidad d vida, alinhados à stratégia do Ministério; VIII - promovr a articulação, a coopração técnica o intrcâmbio d xpriências informaçõs com os órgãos cntrais dos Sistmas d Modrnização Administrativa Sistma Nacional d Arquivos; IX - suprvisionar coordnar açõs d colta, anális, armaznamnto, difusão intrcâmbio d dados informaçõs rlativas à ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600058 X - Acssar dados dos Sistmas Estruturants d Excução Financira Orçamntária da Administração Pública Fdral, com o objtivo d lvantar os dispêndios m ciência tcnologia; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 24. À Coordnação d Indicadors Informação I - Monitorar, propor dsnvolvr indicadors para acompanhamnto avaliação das políticas públicas da ára da ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; II - rprsntar o Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs m fóruns técnicos d spcialistas m indicadors, tanto no âmbito nacional quanto intrnacional; III - mapar, consolidar, sistmatizar publicar priodicamnt dados rlacionados ao stor para subsidiar a formulação das políticas dsnvolvidas plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs, bm como para transparência ativa d dados à socidad; IV - articular-s com instituiçõs qu atum na produção manutnção d indicadors, no dsnvolvimnto d studos storiais produção d novas fonts d psquisa informação na ára da ciência, tcnologia, inovaçõs comunicaçõs; V - produzir /ou apoiar a contratação d studos informaçõs storiais com o objtivo d subsidiar o planjamnto, monitoramnto avaliação d políticas públicas do Ministério; VI - Assssorar a Autoridad d Monitoramnto da Li d Acsso à Informação no monitoramnto da implmntação do plano d dados abrtos no cumprimnto das normas rfrnts à abrtura d dados govrnamntais; VII - acompanhar a volução dos sistmas d anális d dados, intligência do ngócio, bm como das mlhors práticas d grnciamnto publicação d dados informaçõs, propondo açõs d modrnização nsss aspctos, quando ncssário; VIII - dsnvolvr açõs para mlhorar a organização da informação a gstão do conhcimnto no âmbito do Ministério; IX - coordnar, orintar suprvisionar a ralização das atividads rlacionadas à gstão documntal; X - colaborar na dfinição xcução d procdimntos d agilização dos fluxos d informação voltados para mlhoria da ficiência da administração no âmbito do Ministério; XI - acompanhar orintar as atividads d arquivo, bibliotca documntação do Ministério. Art. 25. Ao Srviço d Arquivo Bibliotca, I - laborar, implmntar mantr o Plano Arquivístico do Ministério; II - xcutar a política d aprfiçoamnto das atividads arquivísticas, m conformidad com o Sistma d Arquivos - SIARQ; III - articular-s com as unidads rsponsávis pla custódia d documntos para intgração das difrnts fass da gstão documntal; IV - xcutar, m articulação com outros órgãos unidads, no su nívl d comptência, a política d prsrvação da mmória técnica histórica do Ministério; V - promovr a sgurança o zlo dos documntos procssos administrativos sob sua guarda; VI - propor açõs para mlhoria das políticas d sgurança acsso ao patrimônio documntal, na dfsa dos intrsss do Ministério; VII - grir os sistmas informatizados inrnts às funçõs storiais d bibliotca documntação; VIII - coordnar a laboração aprsntar propostas rlativas ao Código d Classificação d Documntos d Arquivo, às Tablas d Tmporalidad dos Documntos d Arquivo d outros instrumntos d indxação, rcupração control dos documntos d arquivo; IX - aplicar os instrumntos d gstão, indxação, rcupração control nos documntos; X - subsidiar propostas d normas complmntars para o rcolhimnto, a guarda o dscart do acrvo bibliográfico; XI - arquivar, prsrvar ou liminar documntos procssos administrativos nos prazos dtrminados pla lgislação prtinnt; XII - mantr atualizados os rgistros da documntação procssos administrativos arquivados na unidad; XIII - prstar apoio técnico às unidads comissõs rfrnts à documntação, arquivo bibliotca; XIV - prstar orintação técnica normativa rlacionada ao acrvo bibliográfico ao arquivamnto d documntos às unidads do Ministério; XV - orintar os usuários na utilização dos sistmas d psquisa d Arquivo Bibliotca; XVI - assgurar condiçõs d consrvação, protção acsso ao patrimônio documntal do Ministério; XVII - provr ao Ministério informação bibliográfica, documntal lgislativa, contribuindo para o dsmpnho ficaz d suas funçõs; XVIII - promovr a guarda das publicaçõs ditadas, rditadas, rimprssas ou coditadas m qualqur suport; XIX - promovr a guarda, a prsrvação a dissminação da mmória institucional da produção d conhcimntos ralizada plo Ministério; XX - organizar, prsrvar, controlar, atualizar dissminar o acrvo bibliográfico publicaçõs priódicas m qualqur suport; XXI - controlar, rgistrar normatizar publicaçõs colçõs m qualqur suport ditadas plo Ministério; XXII - propiciar o acsso a txtos spcializados como instrumnto d auto aprfiçoamnto aos srvidors do Ministério; XXIII - zlar pla consrvação, prsrvação atualização do acrvo bibliográfico qu s ncontra sob sua guarda; XXIV - zlar plo cumprimnto, no âmbito do Ministério, dos dispositivos lgais voltados à organização ao funcionamnto dos arquivos públicos. Parágrafo único. A gstão arquivística comprnd os documntos m suport convncional ltrônico. Art. 26. À Coordnação d Organização Institucional I - stimular, dissminar apoiar iniciativas inovadoras d gstão qu contribuam para a mlhoria administrativa organizacional das unidads do Ministério; II - ralizar studos psquisas visando à absorção d novas tcnologias instrumntos d modrnização da gstão organizacional do Ministério; III - coordnar a laboração d propostas d altração d strutura rgimntal; IV - coordnar a xcução das atividads d Avaliação d Dsmpnho Institucional mantr atualizados sus normativos intrnos, no âmbito da Administração Cntral; V - coordnar a implantação gstão ngocial d sistmas d Procsso Administrativo Eltrônico corrlatos no âmbito do Ministério; VI - rprsntar o Ministério nas iniciativas da Administração Pública para gstão da infrastrutura pública d Procsso Administrativo Eltrônico. Art. 27. À Coordnação d Dsnvolvimnto d Pssoas I - formular, implmntar, monitorar avaliar a política d dsnvolvimnto d pssoas da Administração Cntral mantr atualizados sus normativos intrnos; II - coordnar a xcução d studos voltados para a proposição d políticas, dirtrizs, programas projtos d dsnvolvimnto, d rcrutamnto slção d pssoal do Ministério, bm como para a otimização rcomposição d sua força d trabalho; III - promovr lvantamntos d ncssidads caractrísticas profissiográficas dstinados à ralização d concurso público adquaçõs funcionais d pssoal; IV - promovr a gstão do procsso d rmoção intrna no âmbito da Administração Cntral; V - coordnar promovr o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors da Administração Cntral, visando à laboração do Plano Anual d Capacitação; VI - coordnar a laboração a xcução do Plano Anual d Capacitação; VII - grnciar a xcução das açõs ou vntos d capacitação, inclusiv na modalidad d rmbolso, para o quadro d pssoal ativo da Administração Cntral; VIII - coordnar a implmntação manutnção do modlo d gstão d pssoas basado m comptências; IX - coordnar as atividads rfrnts à Avaliação d Dsmpnho Individual para fins d stágio probatório, progrssão promoção nas carriras gratificaçõs d dsmpnho, mantr atualizados sus normativos intrnos; X - acompanhar os rsultados das avaliaçõs d dsmpnho individual propor açõs d mlhoria quando ncssário; XI - propor acompanhar planos, programas atividads rlacionados à mlhoria da qualidad d vida dos srvidors do quadro d pssoal ativo da Administração Cntral; XII - propor dirtrizs açõs rlativas à mlhoria do clima organizacional à gstão d conflitos favorávl ao dsnvolvimnto aprovitamnto das comptências d pssoal; XIII - assssorar a Coordnação-Gral d Gstão, Inovação Indicadors na dfinição dos objtivos do planjamnto stratégico; XIV - xrcr as atribuiçõs d scrtaria xcutiva d apoio aos colgiados d qu trata a Li nº 8.69, d 28 d julho d 993, suas rspctivas altraçõs rgulamntaçõs. Art. 28. À Divisão d Capacitação Qualidad d Vida I - ralizar açõs qu proporcionm adquaçõs funcionais rlacionadas ao Quadro d Pssoal da Administração Cntral; II - promovr studos açõs voltados à mlhoria da qualidad d vida no trabalho; III - ralizar o lvantamnto d ncssidads d trinamnto, dsnvolvimnto ducação bm como d projtos voltados à mlhoria da qualidad d vida; IV - laborar o plano anual d capacitação da Administração Cntral; V - xpdir, controlar rgistrar crtificados d conclusão d açõs ou vntos d capacitação, promovidas plo Ministério; VI - mantr intrcâmbio parcrias com instituiçõs públicas privadas, nacionais strangiras, spcializadas m trinamnto dsnvolvimnto d pssoas; VII - rcrutar instrutors intrnos xtrnos para atividads docnts, na xcução das açõs ou vntos d capacitação dsnvolvimnto d pssoas; VIII - xcutar as açõs rlacionadas à manutnção do modlo d gstão por comptência; IX - suprvisionar as atividads rlacionadas às avaliaçõs d dsmpnho para stágio probatório, progrssão promoção funcionais gratificaçõs d dsmpnho; X - prstar orintação técnica normativa rlacionada a dsnvolvimnto d pssoas. Art. 29. Ao Srviço d Avaliação I - xcutar as atividads rlacionadas às avaliaçõs d dsmpnho para stágio probatório, progrssão promoção funcional, bm como d gratificaçõs d dsmpnho; II - xrcr as atribuiçõs d scrtaria-xcutiva dos órgãos colgiados d matérias inrnts às qustõs rlacionadas à avaliação, progrssão promoção funcional; III - rcbr analisar prviamnt os procssos das Unidads d Psquisa da Administração Cntral inrnts à progrssão promoção funcional a srm submtidos à aprciação dlibração da Comissão Intrna do Plano d Carriras d Ciência Tcnologia - CI;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 59 V - rcbr analisar prviamnt os procssos dcorrnts do procsso avaliativo do stágio probatório aptos a srm submtidos à aprciação dlibração do rspctivo colgiado; VI - ncaminhar para publicação oficial +os atos dcorrnts das dcisõs dos colgiados; X - rcbr ncaminhar os procssos d avaliação dos srvidors d outros órgãos à disposição da Administração Cntral; XI - prstar orintação técnica normativa rlacionada a avaliação d dsmpnho individual para stágio probatório, progrssão promoção funcional, bm como d gratificaçõs d dsmpnho. Subsção III Da Coordnação-Gral d Govrnança d Fundos Art. 30. À Coordnação-Gral d Govrnança d Fundos I - promovr a gstão apoiar as atividads ncssárias à coordnação do Fundo Nacional d Dsnvolvimnto Cintífico Tcnológico FNDCT do Fundo para o Dsnvolvimnto Tcnológico das Tlcomunicaçõs - FUNTTEL, dstinados a financiar programas projtos d dsnvolvimnto cintífico tcnológico, m conformidad com as comptências stablcidas pla Li nº.540, d 2 d novmbro d 2007, pla Li nº 0.052, d 28 d novmbro d 200; II - subsidiar a Dirtoria d Gstão Estratégica para o dsmpnho das atribuiçõs confridas à Scrtaria Excutiva pla lgislação dos Fundos; III - orintar apoiar o planjamnto a laboração d studos visando o stablcimnto d normas, dirtrizs procdimntos dos Fundos; IV - promovr a articulação com órgãos ntidads rlacionadas com as atividads dos Fundos; V - prstar o apoio técnico, administrativo financiro ncssário ao xrcício das atividads d comptência do Conslho Gstor do Fundo para o Dsnvolvimnto Tcnológico das Tlcomunicaçõs - FUNTTEL; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 3. Ao Srviço d Apoio aos Colgiados I - prstar apoio administrativo, opracional logístico aos Conslhos Comitês dos Fundos; II - prstar apoio à Coordnação-Gral d Govrnança d Fundos; III - organizar as runiõs das instâncias colgiadas; IV - organizar grnciar o portal dos Fundos; V - laborar normas documntos dfinidos plas instâncias colgiadas; VI - mantr arquivos rfrnts à normas, dlibraçõs outros documntos. Art. 32. À Coordnação d Planjamnto Gstão d Fundos I - apoiar a laboração do planjamnto dos Fundos; II - monitorar a aplicação dos rcursos orçamntários financiros dos Fundos; III - coordnar as atividads rlacionadas à sistmatização d informaçõs dos Fundos; IV - analisar consultas rqurimntos rlativos aos Fundos; V - laborar rlatórios anuais consolidados sobr a xcução das açõs dos Fundos; VI - propor laborar rgramntos para a aplicação dos rcursos dos Fundos, no âmbito d sua comptência; VII - prstar apoio técnico aos Conslhos Comitês dos Fundos; VIII - apoiar a laboração d trmos d rfrências para contratação d studos consultorias rlacionados a tmas d intrss dos Fundos, aprovados plas instâncias colgiadas. Art. 33. À Coordnação Técnica Opracional dos Fundos I - coordnar grir a opração dos Fundos; II - acompanhar controlar os procssos d arrcadação do FUNTTEL; III - monitorar os agnts financiros quanto à xcução d projtos com rcursos dos Fundos; IV - ralizar a xcução orçamntária financira do FUNT- TEL outras qu form da comptência da Coordnação-Gral; V - subsidiar a Coordnação d Planjamnto Gstão no dsmpnho d suas comptências. Sção VI Da Dirtoria d Administração Art. 34. À Dirtoria d Administração I - planjar suprvisionar a xcução das opraçõs d gstão d contratos licitaçõs, bm como das atividads rlacionadas aos sistmas fdrais d rcursos humanos, logística, orçamnto, administração financira contabilidad no âmbito do Ministério; II - acompanhar a xcução do orçamnto anual do Ministério das suas ntidads vinculadas; III - dsnvolvr as atividads d orintação acompanhamnto contábil do Ministério das suas ntidads vinculadas; IV - ralizar a administração d rcursos humanos logística no âmbito da administração cntral do Ministério; V - promovr a articulação com os órgãos cntrais dos sistmas fdrais rfridos no inciso I informar, orintar suprvisionar os órgãos no cumprimnto das normas administrativas stablcidas; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600059 VI - ralizar tomadas d contas dos ordnadors d dspsa dos dmais rsponsávis por bns valors públicos d todo aqul qu dr causa à prda, ao xtravio ou a outra irrgularidad qu rsult m dano ao rário; VII - xcutar as dirtrizs manadas do órgão cntral do SIAFI, do SISG do SIAFI, orintar implantar normas procdimntos, objtivando a rgulamntação, a racionalização o aprimoramnto das atividads, no su campo d atuação; VIII - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas com as políticas d gstão d pssoas, sguindo as dirtrizs manadas do órgão cntral do SIPEC; IX - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d Ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 35. À Divisão d Apoio à Dirtoria d Administração I - assistir ao Dirtor prparar os documntos administrativos a srm assinados ou chanclados; II - coordnar, suprvisionar controlar o prparo a organização dos xpdints da documntação submtida à aprciação do Dirtor; III - instruir procssos laborar minutas d atos corrspondências oficiais intrnos xtrnos da Dirtoria; IV - xcutar as atividads d apoio administrativo no âmbito da Dirtoria d Administração; V - rcbr ncaminhar procssos, documntos corrspondências aftos à Dirtoria, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação d tais documntos; VI - controlar os ncaminhamntos visando ao cumprimnto dos prazos lgais para rmssa d informaçõs da Dirtoria aos órgãos d control judiciais; VII - atndr prstar informaçõs aos intrssados, no limit d sua comptência, sobr procssos m anális na Dirtoria; VIII - analisar, classificar cadastrar as corrspondências rcbidas xpdidas, no âmbito da Dirtoria; IX - organizar mantr atualizado a documntação oficial dirigida às unidads da Dirtoria; X - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, digitalização, rprografia, manutnção d instalaçõs quipamntos d apoio logístico às runiõs. Subsção I Da Coordnação-Gral d Orçamnto Finanças Art. 36. À Coordnação-Gral d Orçamnto Finanças I - coordnar orintar o procsso d laboração das propostas d orçamnto fiscal da sguridad social, bm como do orçamnto d invstimntos das mprsas statais do Ministério, programação financira d contabilidad, conform as orintaçõs dos rspctivos órgãos cntrais; II - coordnar orintar o procsso d ajusts orçamntários ao longo do xrcício financiro; III - analisar avaliar a proposta d orçamnto do Ministério à luz da Li d Dirtrizs Orçamntárias, do Plano Plurianual das dirtrizs do órgão cntral do Sistma d Orçamnto Fdral; IV - avaliar o dsmpnho da xcução orçamntário-financira do Ministério, propondo as altraçõs qu s fizrm ncssárias; V- subsidiar a laboração do Plano Plurianual quanto aos sus aspctos orçamntários; VI - intragir com os órgãos dos sistmas d planjamnto, d orçamnto, d administração financira d contabilidad; VII - coordnar o acompanhamnto da xcução do Programa d Dispêndios Globais - PDG do Orçamnto d Invstimnto - OI das mprsas vinculadas ao Ministério; VIII - coordnar, orintar acompanhar a movimntação orçamntária o limit d mpnho junto às unidads do Ministério; IX - coordnar, orintar, acompanhar prstar assistência técnica às unidads do Ministério; X - coordnar, orintar acompanhar as atividads d informação d custos; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 37. À Coordnação d Orçamnto I - xrcr a orintação normativa a suprvisão técnica dos orçamntos anuais, obsrvadas as dirtrizs do Órgão Cntral do Sistma d Orçamnto Fdral; II - coordnar, orintar controlar o procsso d laboração da proposta orçamntária do Ministério; III - acompanhar orintar o procsso d laboração do orçamnto constant do Plano Plurianual - PPA; IV - acompanhar orintar o procsso d laboração do orçamnto d invstimnto das mprsas vinculadas ao Ministério; V - acompanhar, analisar orintar as solicitaçõs d altraçõs orçamntárias das unidads ntidads vinculadas ao Ministério; VI - adotar os procdimntos ncssários às dscntralizaçõs orçamntárias; VII - coordnar, orintar controlar a movimntação orçamntária o limit d mpnho do Ministério. Art. 38. À Divisão d Programação Orçamntária I - suprvisionar, orintar controlar a programação orçamntária a consolidação d dados do orçamnto fiscal da sguridad, d invstimntos das mprsas statais; II - laborar instruçõs técnicas, analisar procssar a proposta orçamntária storial; III - analisar as solicitaçõs d altraçõs orçamntárias, d programação xcução orçamntária sob os aspctos lgais promovr as altraçõs prtinnts; IV - laborar analisar os dmonstrativos grnciais d programação xcução orçamntária projtar as dspsas do xrcício, informando a ncssidad d s obtr créditos adicionais; V - analisar acompanhar o fluxo d rcita das unidads ntidads vinculadas ao Ministério; VI - orintar a aplicação das normas, instruçõs manuais sobr orçamnto. Art. 39. Ao Srviço d Avaliação Elaboração da Programação Orçamntária I - acompanhar a laboração da proposta orçamntária anual do Ministério; II - analisar os limits da proposta orçamntária anual distribuídos pla Scrtaria d Orçamnto Fdral - SOF/MP; III - propor a distribuição dos limits da proposta orçamntária anual plas unidads do Ministério; IV - analisar projtar dspsas com pssoal bnfícios; V - analisar as solicitaçõs d créditos adicionais outras altraçõs orçamntárias acompanhar a tramitação das msmas; VI - mantr os rgistros atualizados das dotaçõs orçamntárias dos créditos adicionais; VII - analisar projçõs da dspsa da rcita orçamntária, priodicamnt, d modo a idntificar a ncssidad d créditos adicionais; VIII - prstar assssoramnto à Administração Cntral, unidads d psquisa ntidads vinculadas ao Ministério; IX - mantr atualizados rgistros d li, dcrtos, normas, rgulamntos outros atos inrnts à matéria orçamntária. Art. 40. À Divisão d Acompanhamnto da Excução da Programação Orçamntária I - acompanhar a xcução orçamntária do Ministério, bm como mantr os rgistros históricos; II - grnciar a movimntação orçamntária o limit d mpnho junto às unidads jurisdicionadas; III - laborar, analisar disponibilizar dmonstrativos grnciais; IV - analisar manifstar-s sobr as solicitaçõs d disponibilidad orçamntária; V - avaliar o dsmpnho das instituiçõs da Administração Cntral, unidads d psquisa ntidads vinculadas ao Ministério no qu s rfr à xcução orçamntária; VI - orintar as unidads ntidads vinculadas ao Ministério nos assuntos rlativos à movimntação orçamntária; VII - acompanhar analisar a lgislação afta ao procsso orçamntário. Art. 4. Ao Srviço d Acompanhamnto da Excução da Programação Orçamntária I - laborar rlatórios grnciais sobr a xcução orçamntária financira do orçamnto anual ao longo do xrcício; II - promovr o dtalhamnto orçamntário sua dscntralização para as unidads da administração Dirta; III - ralizar a libração dos limits d mpnho das unidads do Ministério; IV - ftuar no Sistma Intgrado d Administração Financira do Govrno Fdral os bloquios d créditos m razão d altraçõs orçamntárias solicitadas; V - ftuar o cadastramnto d Plano Intrno (PI), conform Portaria MCTI nº 565, d 9/06/203, publicada no DOU d 6/08/203; VI - mantr atualizada divulgar informaçõs sobr orçamnto, d forma a atndr às dmandas intrnas xtrnas; VII - acompanhar a xcução do orçamnto do Ministério, por intrmédio da colta, procssamnto anális avaliativa d informaçõs; VIII - laborar instruçõs técnicas d xcução orçamntária m su nívl d comptência. Art. 42. À Coordnação Financira I - coordnar, avaliar orintar as atividads rlativas à programação financira do Ministério; II - coordnar açõs junto ao Órgão Cntral do Sistma Fdral d Administração Financira, com vistas ao rcbimnto dos rcursos financiros ncssários à xcução da programação financira do Ministério; III - acompanhar a obsrvância das dirtrizs stablcidas, anualmnt, nas normas d programação financira; IV - mantr articulação com as unidads do Ministério objtivando garantir a intgração das açõs do procsso financiro; V - propor trinamntos inrnts às atividads do Sistma d Programação Financira para as unidads do Ministério; VI - coordnar a gração d informaçõs grnciais rlativas à administração financira, no âmbito do Ministério; VII - apoiar o órgão cntral do Sistma d Administração Financira Fdral propondo mlhorias na gstão do SIAFI; VIII - prstar as informaçõs dmandadas plo órgão cntral do Sistma d Administração Financira Fdral; IX - promovr conciliação, junto aos órgãos cntral storiais do Sistma d Administração Financira Fdral, dos valors ftivamnt pagos, conform autorizados no Dcrto d Programação Orçamntária Financira. Art. 43. À Divisão d Programação Financira I - consolidar o cronograma mnsal d xcução financira d cada unidad do Ministério; II - compatibilizar os rcursos financiros solicitados plas unidads com a programação financira aprovada; III - grnciar o fluxo d caixa nos limits stipulados pla Scrtaria do Tsouro Nacional - STN; IV - avaliar o dsmpnho da xcução financira contatar as unidads orçamntárias, caso ncssário; V - acompanhar o procsso d libração financira junto à Scrtaria do Tsouro Nacional - STN;

60 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VI - acompanhar as instruçõs rcbidas do Órgão Cntral do Sistma d Programação Financira rtransmiti-las às unidads do Ministério, quando ncssário; VII - analisar conciliar, mnsalmnt, as informaçõs rfrnts à folha d pssoal das unidads do Ministério; VIII - promovr o rgistro da conformidad d opradors junto ao SIAFI; IX - prparar informaçõs grnciais sobr o dsmpnho da programação financira, no âmbito do Ministério, visando subsidiar a tomada d dcisão. Art. 44. Ao Srviço d Programação Libração Financira I- ftuar mnsalmnt a programação financira storial, por catgoria d gasto, font d rcursos vinculação d pagamnto ao órgão cntral do Sistma d Administração Financira Fdral; II - ftuar a libração d rcursos financiros rfrnts à programação das unidads do Ministério; III - librar rcursos financiros rfrnts à folha d pagamnto auxílios d pssoal; IV - analisar as solicitaçõs librar os rcursos financiros rfrnts a sntnças judiciais; V- acompanhar a movimntação das contas rprsntativas d gstão financira promovr as rgularizaçõs, quando ncssário; VI- ftuar os ajusts d font, catgoria troca d vinculação solicitados plas unidads do Ministério; VII - procdr o dtalhamnto da cota d dspsa a programar rfrnt às fonts d rcursos dos fundos storiais; VIII - dtalhar a cota d rstos a pagar autorizada rfrnt às fonts à catgoria d gasto inscrito pla unidad. Art. 45. À Coordnação d Contabilidad I - coordnar, orintar acompanhar as atividads contábis das Unidads do Ministério quanto ao adquado tmpstivo rgistro contábil dos atos fatos da gstão orçamntária, financira patrimonial, inclusiv dos procssos rlacionados ao ncrramnto do xrcício abrtura do xrcício sguint, bm como à fiddignidad da informação d custos; II - apoiar trinamntos na ára d contabilidad d custos para as unidads do Ministério; III - propor ao órgão cntral mdida d aprfiçoamnto das rotinas procdimntos contábis do Sistma Intgrado d Administração Financira do Govrno Fdral, inclusiv quanto às rotinas d abrtura ncrramnto do xrcício, bm como dos subsistmas rlacionados à xcução orçamntária, financira patrimonial; IV - apoiar o Órgão Cntral do Sistma na gstão do SIA- FI; V - ralizar a conformidad contábil dos rgistros no SIAFI dos atos d gstão orçamntária, financira patrimonial praticados plos ordnadors d dspsa rsponsávis por bns públicos, à vista das normas vignts, da tabla d vntos do SIAFI da conformidad d rgistro d gstão da unidad gstora; VI - orintar acompanhar a laboração dos rlatórios d tomadas d contas dos ordnadors d dspsa dmais rsponsávis por bns valors públicos d todo aqul qu dr causa a prda, xtravio ou outra irrgularidad d qu rsult dano ao rário; VII - atndr às dmandas spciais d informaçõs contábis d custos d naturza grncial; VIII - orintar as unidads do Ministério quanto à obsrvância das normas instruçõs rlacionadas à ára contábil d custos. Art. 46. À Divisão d Anális d Contábil I - orintar as unidads do Ministério quanto às opraçõs d contabilidad dos atos fatos da gstão orçamntária, financira patrimonial, incluindo os procssos rlacionados ao ncrramnto do xrcício abrtura do xrcício sguint; II - acompanhar as atividads contábis das unidads do Ministério no qu diz rspito ao adquado tmpstivo rgistro dos atos dos fatos da gstão orçamntária, financira patrimonial; III - ministrar trinamntos na ára d contabilidad para as unidads do Ministério, s ncssário; IV - analisar avaliar a consistência dos balanços, balancts, auditors contábis dmais dmonstraçõs contábis das unidads gstoras do Ministério, solicitando providências para rgularização das impropridads dtctadas nos rgistros contábis; V - ftuar rgistros contábis para as unidads da administração dirta do Ministério quando suas pculiaridads, não prmitirm qu sjam ralizadas plas próprias unidads gstoras xcutoras; VI - intgralizar, mnsalmnt, no SIAFI, os balancts dmonstraçõs contábis dos órgãos ntidads fdrais vinculadas ao Ministério qu não utilizam o SIAFI; VII - garantir, m conjunto com a Unidad Storial Orçamntária, a fiddignidad dos dados do Orçamnto Gral da União publicado no Diário Oficial da União, rfrnts ao Ministério, com os rgistros contábis ocorridos no SIAFI; VIII - acompanhar o rgistro mnsal da conformidad contábil das ntidads fdrais vinculadas ao Ministério; IX - prparar balanços dmonstraçõs contábis, dclaração do contador rlatórios dstinados a compor o procsso d Tomada d Contas Anual do Ordnador d Dspsa, das unidads da administração dirta do Ministério; X - ftuar os rgistros prtinnts d fatos inquinados d ilgais ou irrgulars apurados adotar as providências ncssárias à rsponsabilização do agnt, comunicando o fato à autoridad a qum o rsponsávl stja subordinado ao órgão ou unidad do Sistma d Control Intrno do Podr Excutivo Fdral a qum stjam jurisdicionados; XI - laborar, trimstralmnt, a Rvisão Analítica Notas Explicativas rfrnts às Dmonstraçõs Contábis do Ministério, a fim d subsidiar o Órgão Cntral d Contabilidad Fdral. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600060 Art. 47. Ao Srviço d Acompanhamnto Contábil I - cadastrar mantr snhas d opradors das unidads do Ministério nos sistmas struturants da Administração Pública Fdral; II - cadastrar usuários rsponsávis pla inclusão d inadimplnts pssoas físicas ou jurídicas m débito com órgãos ntidads fdrais; III - acompanhar as orintaçõs rcbidas do Órgão Cntral do Sistma d Contabilidad Fdral rtransmiti-las às Unidads do Ministério, s ncssário; IV- acompanhar a conformidad d rgistro d gstão ftuada plas unidads gstoras xcutoras; V- ralizar a conformidad d opradors da Storial d Contabilidad do Ministério; VI- acompanhar a conformidad contábil das ntidads vinculadas ao Ministério; VII - orintar as unidads do Ministério quanto aos procdimntos para laboração nvio da DCTF - Dclaração d Débitos Créditos Tributários Fdrais DIRF - Dclaração d Imposto d Rnda Rtido na Font; VIII - ralizar tomadas d contas spciais dos ordnadors d dspsas dmais rsponsávis por bns valors públicos d todo aqul qu dr causa à prda, xtravio ou outra irrgularidad d qu rsult dano ao rário, limitando-s a ftuar o rgistro contábil do(s) rsponsávl (is) plo débito apurado; a vrificar o cálculo do débito; a ftuar a baixa contábil, plo rcbimnto ou canclamnto do débito. Art. 48. À Divisão d Informação d Custos I - coordnar orintar quanto aos procdimntos d xtração d apuração dos custos dos projtos atividads, d forma a vidnciar corrtamnt os rsultados da gstão; II - apoiar o órgão cntral do Sistma d Custos do Govrno Fdral; III - prstar apoio, assistência orintação na laboração d rlatórios grnciais do Sistma d Informaçõs d Custos - SIC das unidads administrativas ntidads subordinadas; IV - promovr, quando ncssário, confrências ou runiõs técnicas, com a participação das unidads administrativas ntidads subordinadas; V - laborar studos propor mlhorias com vistas ao aprfiçoamnto da informação d custo; VI - comunicar a autoridad rsponsávl sobr a falta d informação da unidad administrativa gstora sobr a xcução física dos projtos atividads a su cargo. Art. 49. Ao Srviço d Apuração d Custos I - apurar os custos dos projtos atividads, d forma a vidnciar os rsultados da gstão, considrando as informaçõs financiras da xcução orçamntária as informaçõs dtalhadas sobr a xcução física; II - laborar analisar rlatórios oriundos do Sistma d Informaçõs d Custos - SIC; III - laborar rlatórios analíticos, com o uso d indicadors d custos, tndo por bas os rlatórios do Sistma d Informaçõs d Custos; IV - subsidiar os gstors do órgão com informaçõs grnciais, a partir do SIC, com vistas a apoiá-los no procsso dcisório; V - promovr a dissminação das informaçõs d custos nas ntidads vinculadas; VI - prstar informação/apoio na ralização d xams d auditorias qu tnham por objto os custos dos projtos atividads a cargo do órgão; Subsção II Da Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas Art. 50. À Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas, I - planjar, coordnar suprvisionar a xcução das atividads rlacionadas com as políticas d gstão d pssoas, sguindo as dirtrizs manadas do Órgão Cntral do Sistma d Pssoal Civil da Administração Fdral - SIPEC; II - acompanhar orintar as Unidads d Psquisa ntidads vinculadas ao Ministério nos assuntos rlativos à gstão d pssoas, no qu coubr; III - subsidiar a laboração da proposta orcamntária rlativa à ára d gstão d pssoas.; IV - mantr atualizado o control d cargos comissionados, funçõs gratificaçõs do quadro d pssoal do Ministério; V- prparar atos d nomação xonração d cargos ftivos comissionados; VI - prparar atos d dsignação dispnsa d gratificaçõs, funçõs substituiçõs d cargos comissionados; VII - xcutar outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. À Coordnação d Administração d Pssoal, I - coordnar, acompanhar, controlar orintar a xcução das atividads d gstão d pssoal nas áras d cadastro administração d bnfícios, no âmbito da Administração Cntral, no qu coubr, das Unidads d Psquisa ntidads vinculadas ao Ministério; II - acompanhar aplicar a lgislação normas qu disciplinam os atos d pssoal; III - subsidiar a laboração d dirtrizs, normas procdimntos rlacionados à ára d gstão d pssoas; IV - ralizar a gstão das contrataçõs d stágios obrigatório não obrigatório no âmbito da Administração Cntral Unidads d Psquisa; V - ralizar a gstão das contrataçõs tmporárias no âmbito da Administração Cntral. Art. 52. À Divisão d Cadastro d Pssoal, I - xcutar as atividads rlativas aos rgistros funcionais do quadro d pssoal da Administração Cntral; II - ralizar a gstão dos assntamntos funcionais do quadro d pssoal da Administração Cntral; III - ralizar a gstão dos procssos d férias, licnças dmais afastamntos do quadro d pssoal da Administração Cntral; IV - ralizar a gstão do procsso d control d frquência do quadro d pssoal da Administração Cntral; VI - laborar xpdir dclaraçõs, crtidõs, mapas d tmpo d srviço dmais atos rlacionados à vida funcional do quadro d pssoal da Administração Cntral; VII - xpdir idntificação funcional do quadro d pssoal da Administração Cntral; VIII - mitir rgistrar rlação d óbitos ocorridos no mês para o quadro d pssoal ativo do quadro d pssoal da Administração Cntral; IX - xcutar as atividads opracionais, no âmbito da Coordnação d Administração d Pssoal, nos sistmas institucionalizados nos struturants d Pssoal. Art. 53. Ao Srviço d Acompanhamnto d Movimntação d Pssoal, I - instruir os atos rlativos à movimntação d pssoal, xcto rmoção intrna na Administração Cntral; II - instruir controlar os atos rlativos a concssõs indnizaçõs d pssoal; III - instruir os atos rlativos ao pagamnto d substituição d cargos comissionados da Administração Cntral; IV - instruir os atos rlativos a afastamntos licnças d pssoal, xcto as licnças rlacionadas à saúd prvistas na lgislação; V - monitorar controlar os atos rlativos à movimntação d pssoal, inclusiv rquisitos prazos lgais; Art. 54. À Divisão d Bnfícios I - instruir, analisar aprovar a concssão dos bnfícios sociais d assistência à saúd suplmntar, auxílio-alimntação, auxílio-funral, auxílio-natalidad, auxílio pré-scolar, auxílio-rclusão, auxílio-transport dmais bnfícios instituídos; II - suprvisionar, acompanhar, orintar administrar a concssão da assistência médica, odontológica social, bm como o dsnvolvimnto d programas d saúd d bnfícios no âmbito da Administração Cntral; III - suprvisionar a gstão das açõs dcorrnts da saúd suplmntar; IV - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais no struturant d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 55. Ao Srviço d Atnção à Saúd do Srvidor I - dsnvolvr açõs d promoção à saúd, prvnção d donças visando a mlhoria na qualidad d vida dos srvidors do Ministério; II - rcbr rgistrar as informaçõs d licnças médicas as açõs junto ao Subsistma Intgrado d Atnção à Saúd do Srvidor; III - promovr a ralização d xams admissionais xams médicos priódicos; IV - ralizar a gstão das açõs dcorrnts da saúd suplmntar; V - procdr ao atndimnto d urgências médicas odontológicas d baixa complxidad aos srvidors; VI - mitir laudos médicos parcrs para fundamntar as dcisõs da Administração; VII - ncaminhar, para pronunciamnto da assistência médica, os procssos rlativos a concssõs d diritos qu xijam parcrs médicos spcíficos; VIII - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais struturants d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 56. À Coordnação d Pagamnto, Excução Orçamntária Financira d Pssoal, I - coordnar, controlar orintar a xcução das atividads d pagamnto d pssoal ativo, inativo pnsionista; II - coordnar, controlar orintar a xcução das atividads orçamntárias financiras rlacionadas às dspsas d pssoal; III - acompanhar aplicar a lgislação normas qu disciplinam as dspsas com o pagamnto d pssoal. Art. 57. À Divisão d Pagamnto d Pssoal, I - orintar acompanhar a xcução das atividads rlativas a pagamnto d pssoal; II - orintar acompanhar a laboração d cálculos m procssos rlativos a xrcícios antriors da Unidad Pagadora sob sua rsponsabilidad; III - confrir submtr a instâncias supriors os cálculos para pagamnto d valors atrasados d pssoal das dmais Unidads Pagadoras do Ministério, inclusiv aquls rfrnts a xrcícios antriors; IV - laborar acompanhar as rotinas d cálculo procssamnto das folhas d pagamnto d pssoal da Unidad Pagadora sob sua rsponsabilidad; V - orintar acompanhar as rotinas d cálculo procssamnto das folhas d pagamnto d pssoal das dmais Unidads Pagadoras no âmbito do Ministério; VI - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais nos struturants d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 58. Ao Srviço d Pagamnto d Pssoal, I - rgistrar, atualizar acompanhar a folha d pagamnto d pssoal;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 6 II - organizar mantr atualizados os rgistros fichas financiras das dspsas d pssoal; III - rvisar implmntar m folha d pagamnto os bnfícios indnizaçõs aprsntados plas unidads rsponsávis; IV - laborar rgistrar os cálculos rlativos ao pagamnto dcorrnt da movimntação d pssoal; V - laborar rgistrar os cálculos para pagamnto d valors atrasados d pssoal da Unidad Pagadora sob sua rsponsabilidad, inclusiv aquls rfrnts a xrcícios antriors; VI - forncr dados financiros d pssoal da Unidad Pagadora sob sua rsponsabilidad; VII - mitir informaçõs financiras d dspsas d pssoal aos rspctivos Órgãos d Fiscalização Gstão, nos trmos da lgislação vignt; VIII - xcutar acompanhar as açõs d dvolução ao rário por folha d pagamnto da Unidad Pagadora sob sua rsponsabilidad; IX - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais nos struturants d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 59. À Divisão Orçamntária Financira d Pssoal, I - orintar acompanhar as rotinas d cálculo xcução orçamntária financira d pssoal das dmais Unidads Pagadoras no âmbito do Ministério; II - laborar studos d impacto financiro a proposta orçamntária rfrnt às dspsas com pssoal do Ministério; III - xcutar controlar as açõs financiras orçamntárias das dspsas com pssoal, inclusiv quanto a créditos adicionais; IV - xcutar acompanhar as açõs d liquidação pagamnto das dspsas d pssoal; V - xcutar acompanhar as açõs d rssarcimnto d dspsas stornos d pagamntos; VI - acompanhar controlar o rmbolso das dspsas d pssoal cdido do Ministério a outros órgãos com ônus para o cssionário; VII - xcutar o rpass das dspsas d pssoal d outros órgãos à disposição do Ministério com ônus para o cssionário; VIII - solicitar, mnsalmnt, rcursos para rmbolso das dspsas d pssoal da Administração Cntral, Unidads d Psquisa ntidads vinculadas ao Ministério; IX - xcutar o rcolhimnto das consignaçõs dos ncargos rlativos à folha d pagamnto os rspctivos rgistros; X - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais nos struturants d Pssoal d Administração Financira do Podr Excutivo Fdral. Art. 60. À Coordnação d Informaçõs Lgislação d Pssoal, I - prstar orintação técnica m assuntos rlacionados à gstão d pssoas à Administração Cntral, Unidads d Psquisa aos órgãos sccionais do SIPEC; II - assssorar as unidads da Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas na anális d procssos administrativos qu rquiram psquisa studo sobr diritos, dvrs vantagns d pssoal, mitindo pronunciamntos; III - assssorar as comissõs instituídas no âmbito da Administração Cntral do Ministério nos assuntos jurídicos normativos rlativos a provimntos d cargos ftivos concursos públicos; IV - acompanhar, aplicar divulgar a lgislação normas qu disciplinam os atos d pssoal; V - acompanhar a aplicação d normas procdimntos lgais prtinnts à gstão d pssoas; VI - coordnar orintar o atndimnto às xigências das ntidads fiscalizadoras das profissõs, rfrnts aos cargos técnicos prtncnts ao quadro d pssoal do Ministério; VII - ralizar a gstão das informaçõs para subsidiar procssos jurídicos, bm como orintar acompanhar o cumprimnto das dcisõs judiciais rfrnts a assuntos d pssoal m articulação com a Consultoria Jurídica junto ao Ministério; VIII - acompanhar orintar a xcução dos contratos, convênios ajusts sob a gstão da Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas; IX - coordnar a laboração d informaçõs d pssoal no âmbito da Administração Cntral. Art. 6. À Divisão d Assuntos Judiciais Lgislação d Pssoal, I - analisar orintar as Unidads da Coordnação Gral d Gstão d Pssoas, m articulação com os órgãos comptnts da Advocacia Gral da União, quanto ao corrto atndimnto das rquisiçõs dcisõs judiciais; II - consolidar laborar informaçõs para subsidiar os órgãos d assssoramnto jurídico d rprsntação judicial da Advocacia Gral da União na dfsa da União; III - consolidar laborar informaçõs dmandadas plos órgãos do Podr Judiciário rfrnt aos assuntos d pssoal da Administração Cntral do Ministério; IV - laborar propostas d solicitação aos órgãos comptnts da Advocacia Gral da União d parcr no tocant à força xcutória da dcisão judicial; V - acompanhar as açõs judiciais no Sistma d Cadastro d Açõs Judiciais, no rspctivo sistma struturant d Pssoal, a fim d ftuar o cumprimnto das dcisõs judiciais; VI - acompanhar o control d cumprimnto d prazos no atndimnto d dmandas judiciais; VII - acompanhar divulgar as matérias atos normativos rfrnts à ára d Gstão d Pssoas publicadas nos mios oficiais; VIII - formular propor consulta ao Órgão Cntral do SI- PEC m assuntos rlativos a diritos, dvrs vantagns dos srvidors ativos, inativos pnsionistas; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660006 IX - xcutar as atividads rlacionadas à classificação d cargos mprgos, analisando pdidos d rvisão d situaçõs funcionais laborando, quando ncssário, proposta d nquadramnto d cargo oriundo d plano d classificação d cargos ou carrira; X - atndr as diligências informaçõs plitadas plas ntidads fiscalizadoras normatizadoras das profissõs, rfrnts aos cargos técnicos prtncnts ao quadro d pssoal; XI - aprciar, quando dmandado, xpdindo pronunciamnto, procssos sobr rqurimntos d vantagns pssoais, férias, licnças, afastamntos, concssõs, tmpo d srviço bnfícios. Art. 62. Ao Srviço d Control d Assuntos Judiciais d Pssoal, I - controlar a xcução, no prazo lgal, das dcisõs judiciais rmtidas à Coordnação-Gral d Gstão d Pssoas rfrnts a assuntos d pssoal da Administração Cntral do Ministério; II - orintar às Unidads d Psquisa do Ministério, quando dmandado, quanto à xcução das dcisõs judiciais; III - cadastrar as Açõs Judiciais no Sistma d Cadastro d Açõs Judiciais. Art. 63. À Divisão d Informaçõs Pssoal, I - divulgar os assuntos rfrnts à gstão d pssoas, tais como lis, dcrtos, normas orintaçõs para a Administração Cntral, as Unidads d Psquisa, no qu coubr, as ntidads vinculadas ao Ministério; II - consolidar laborar informaçõs rlativas à gstão d pssoas no âmbito da Administração Cntral para subsidiar rspostas às dmandas oriundas da Ouvidoria do Ministério ou do Srviço d Informação ao Cidadão - SIC; III - consolidar laborar rlatórios das informaçõs d pssoal do Ministério; IV - consolidar laborar informaçõs nos aspctos d gstão d pssoas para subsidiar o prnchimnto do Rlatório d Gstão Anual a sr aprsntado aos órgãos d control intrno xtrno; V - acompanhar, consolidar laborar rspostas a dmandas dos órgãos d control intrno xtrno quanto aos atos inrnts à gstão d pssoas. Art. 64. À Coordnação d Aposntadorias Pnsõs, I - coordnar, orintar suprvisionar as atividads normas vinculadas à concssão, manutnção rvisão d bnfícios para ativos, aposntados pnsionistas; II - acompanhar, orintar aplicar a lgislação prtinnt a bnfícios para aposntados pnsionistas. Art. 65. À Divisão d Aposntadorias Pnsõs, I - orintar controlar a xcução das atividads rlacionadas com a concssão, a rvisão o rgistro d aposntadorias pnsõs; II - cadastrar, atualizar controlar os rgistros funcionais d aposntadorias pnsõs; III - orintar a laboração d atos rlativos à concssão d diritos, vantagns bnfícios dos aposntados pnsionistas; IV - orintar controlar a xcução das atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais no struturant d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 66. Ao Srviço d Concssão Rvisão d Aposntadoria, I - instruir analisar os procssos d concssão rvisão d aposntadorias; II - instruir analisar os procssos d concssão rvisão d abono d prmanência; III - instruir os procssos d concssão d isnção d Imposto d Rnda para aposntados; IV - atndr diligências judiciais rlacionadas à concssão rvisão d aposntadorias; V - mitir rgistrar mnsalmnt, rlação d óbitos ocorridos no mês, dos srvidors aposntados; VI - ralizar a gstão do rcadastramnto lgal dos aposntados; VII - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais no struturant d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 67. Ao Srviço d Concssão d Pnsõs, I - instruir analisar os procssos d concssão d pnsõs; II - instruir os procssos d concssão d isnção d Imposto d Rnda para pnsionistas; III - atndr diligências judiciais rlacionadas à concssão rvisão d pnsõs; IV - mitir rgistrar mnsalmnt, rlação d óbitos ocorridos no mês, dos pnsionistas; V - ralizar a gstão do rcadastramnto lgal dos pnsionistas; VI - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, nos sistmas institucionais no struturant d Pssoal do Podr Excutivo Fdral. Art. 68. Ao Srviço d Rvisão d Pnsõs, I - analisar os procssos d rvisão d pnsõs; II - atndr diligências administrativas judiciais rlacionadas à rvisão d pnsõs; III - laborar minutas d portarias d altração d atos d concssão d pnsõs; IV - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, prvistas no Sistma Intgrado d Administração d Rcursos Humanos do Govrno Fdral dmais sistmas intgrados. Subsção III Da Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos Art. 69. À Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos I - planjar, coordnar suprvisionar as atividads rlativas à aquisição d bns contratação d srviços, xcução orçamntária financira, administração d matrial patrimônio, licitaçõs contratos, obras srviços d ngnharia, transport, trcirização srviços grais, administração manutnção prdial no âmbito da Administração Cntral do Ministério, ralizadas por mio d sua Unidad Gstora Excutora - UGE Unidad Administrativa d Srviços Grais - UASG; II - xcutar as dirtrizs manadas do Órgão Cntral dos Sistmas Intgrados d Administração d Srviços Grais Financira, SIASG SIAFI; III - orintar implmntar a normas procdimntos, objtivando a normatização, racionalização o aprimoramnto das atividads no su campo d atuação; IV - orintar ncaminhar comunicados circulars às outras unidads do Ministério m assuntos d xclusiva comptência da Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos; V - autorizar a abrtura d procdimnto para ralizar contratação dirta licitação, inclusiv no tocant à modalidad scolhida, no âmbito d sua comptência d sua UASG; VI - submtr à Dirtoria d Administração dúvidas qustõs qu ncssitm parcr jurídico, bm como os procdimntos licitatórios rlativos às Compras aos Contratos, m conformidad com o artigo 38, parágrafo primiro, da Li nº 8.666/93, a srm ncaminhados à Consultoria Jurídica do Ministério; VII - dcidir, m sgunda instância, sobr os rcursos rprsntaçõs intrpostos m fac das dcisõs das Comissõs d Licitação Prgoiros, rfrnts à UASG da CGRL; VIII - ratificar o rconhcimnto d inxigibilidad d licitação ralizado plo Coordnador d Licitaçõs, Compras Contratos, cujo objto sja d valor stimado infrior ao fixado para Concorrência, conform a Li nº 8.666/93; IX - rconhcr a inxigibilidad d licitação, cujo objto sja d valor stimado igual ou suprior ao fixado para Concorrência, conform a Li nº 8.666/93, rfrnt à UASG da CGRL; X - autorizar a altração, rajust, rcomposição, rquilibro d prços a prorrogação dos contratos clbrados no âmbito d sua comptência, na forma da li; XI - dsignar Comissõs d Fiscalização Acompanhamnto d Contratos no âmbito d sua comptência; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Parágrafo único. Na modalidad d Prgão, havndo rcurso, o CGRL é a autoridad rsponsávl pla adjudicação do objto ao licitant vncdor. Art. 70. À Coordnação d Licitaçõs, Compras Contratos I - coordnar orintar a laboração das minutas d contratos, convênios, acordos, ajusts congênrs, inclusiv sus aditivos, acompanhar a sua xcução; II - propor ao Coordnador-Gral d Rcursos Logísticos a rstituição d garantias contratuais, quando cabívl, a aplicação d pnalidads a forncdors d bns prstadors d srviços; III - procdr à aquisição d bns contratação d srviços até o limit d dispnsa ou inxigibilidad d licitação; IV - ralizar o procssamnto das licitaçõs. Art. 7. À Divisão d Compras Instrução Procssual I - xaminar orintar a laboração d trmos d rfrências d projtos básicos, bm como laborar minutas d ditais; II - rqurr das unidads dmandants o ncaminhamnto, por mio ltrônico, do trmo d rfrência ou projto básico para laboração do dital; III - submtr os ditais à autoridad comptnt para autorização da abrtura d procsso licitatório; IV - intragir com outros órgãos da Administração Pública, visando à obtnção d informaçõs acrca dos prços praticados; V - consultar a ára comptnt sobr a xistência d prvisão orçamntária financira para a dspsa; VI - ralizar a aquisição d bns contratação d srviços até o limit d dispnsa ou inxigibilidad d licitação; VII - prstar apoio opracional à Comissão Prmannt d Licitação; VIII - instruir procsso d adsão ao Sistma d Rgistro d Prços. Art. 72. Ao Srviço d Compras Cadastro I - analisar instruir procssos d aquisição d bns contratação d srviços até o limit d dispnsa ou inxigibilidad d licitação; II - grnciar as compras ralizadas por intrmédio d suprimnto d fundos, no âmbito da Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos; III - promovr o cadastramnto d itns rlativos a srviços no Sistma Intgrado d Administração d Srviços Grais - SIASG; IV - ftuar o rgistro da dspsa no Sistma d Divulgação Eltrônica d Compras Contrataçõs - SIDEC, rfrnt aos procssos d capacitação d pssoal; V - lançar cotaçõs ltrônicas adjudicá-las após vrificar a rgularidad fiscal as spcificaçõs do pdido, postriormnt, submtê-las ao ordnador d dspsa para homologação; VI - laborar divulgar rlatório das aquisiçõs d bns contrataçõs d srviços dos procssos d dispnsa d inxigibilidad d licitação; VII - promovr o rgistro a atualização d dados cadastrais fiscais d forncdors no Sistma d Cadastramnto Unificado d Forncdors - SICAF;

62 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VIII - prstar orintação sobr as xigências para inscrição d forncdors no SICAF; IX - rgistrar no SICAF as sançõs administrativas aplicadas aos forncdors; X - laborar a minuta d atstados d capacidad técnica; XI - subsidiar a Comissão Prmannt d Licitação com informaçõs sobr as situaçõs cadastrais dos licitants rgistrados no SICAF; XII - complmntar psquisa d mrcado junto a mprsas, Órgãos Públicos ao Sistma d Prços Praticados no Mrcado - SISPP, laborando mapa comparativo d prços, visando subsidiar os procdimntos d compras dirtas; XIII - consultar a rgularidad das mprsas no SICAF, Cadastro Nacional d Emprsas Inidônas Suspnsas - CEIS, Crtidão Ngativa d Débitos Trabalhistas - CNDT Crtidão d Improbidad Administrativa do Conslho Nacional d Justiça - CNJ. Art. 73. Ao Srviço d Instrução Procssual I - prstar orintação técnica às áras dmandants na laboração d trmos d rfrência ditais para aquisição d bns /ou srviços; II - laborar minutas d ditais d licitação dmais documntos, visando à instrução dos procssos licitatórios; III - propor o ncaminhamnto das minutas d ditais à Consultoria Jurídica, para anális parcr; IV - complmntar psquisa d prços junto ao mrcado forncdor, visando à instrução dos procssos d aquisição d bns contratação d srviços com a laboração d mapas comparativos. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. 74. À Divisão d Licitaçõs Contratos I - iniciar os procdimntos d licitaçõs prviamnt autorizadas; II - solicitar a atualização da psquisa d prços, quando ncssário; III - providnciar a publicação d dital; IV - julgar as impugnaçõs aos ditais prstar os sclarcimntos acrca do instrumnto convocatório; V - ralizar a licitação; VI - rcbr aprciar a documntação d habilitação dos participants da licitação; VII - rcbr analisar os rcursos intrpostos m conformidad com o art. 09 da Li nº 8.666, d 2 d junho d 993; VIII - ralizar as diligências ncssárias ao sclarcimnto ou à complmntação da instrução procssual; IX - julgar as propostas aprsntadas d acordo com os rquisitos do dital; X - ftuar a adjudicação do objto da licitação; XI - manifstar-s quanto à homologação da licitação; XII - prstar informaçõs solicitadas por forncdors, licitants, mprsas prstadoras d srviços dmais usuários; XIII - distribuir ditais avisos d licitaçõs, bm como quaisqur outros matriais informativos lgais, rfrnts às compras d matriais contrataçõs d srviços; XIV - orintar controlar as atividads d laboração d contratos, trmos aditivos, atas d rgistro d prços congênrs, rspctivas publicaçõs; XV - orintar as atividads d apoio aos fiscais d contratos; XVI - propor a aplicação d sançõs administrativas ou pnalidads m caso d inadimplência ou d dscumprimnto d obrigaçõs contratuais; XVII - orintar as atividads d rgistro atualização dos contratos no SIASG; XVIII - analisar rcursos administrativos, m primira instância; XIX - suprvisionar as atividads d control d vigência dos contratos; XX - providnciar divulgação publicação d trmo contratual dmais açõs consqunts. Art. 75. Ao Srviço d Licitaçõs I - laborar minuta d atos convocatórios inrnts à licitação aos instrumntos congênrs; II - subsidiar as Comissõs d Licitação aos Prgoiros nas rspostas à consultas rcursos intrpostos m fac dos procdimntos licitatórios; III - prstar apoio administrativo às Comissõs d Licitação aos Prgoiros; IV - procssar acompanhar os procdimntos licitatórios até a fas d homologação; V - controlar o cadastramnto rgistro d todas as fass dos procdimntos licitatórios no SIASG; VI - mitir rlatórios mnsais da ára d sua comptência; VII - consultar a rgularidad da(s) mprsa(s) vncdora(s) do Prgão no SICAF, CEIS, CNDT Crtidão d Improbidad Administrativa do CNJ. Art. 76. Ao Srviço d Atos Acompanhamnto d Contratos I - laborar minutas d instrumntos contratuais, trmos aditivos ou congênrs para suport à instrução do procsso d aquisição, rpactuação, rajust d prços rquilíbrio conômico-financiro; II - solicitar as documntaçõs indicadas para ftivação das contrataçõs, bm como providnciar assinatura dos trmos contratuais; III - formalizar os instrumntos contratuais; IV - mantr rgistros dos contratos firmados; V - propor altraçõs ou rscisão d contratos; VI - solicitar às unidads dmandants a indicação d fiscais dos contratos prparar os atos d indicaçõs, dsignaçõs substituiçõs d srvidors para o xrcício da incumbência d Fiscal ou Gstor d Contrato, prstando informaçõs prtinnts; plo código 000206600062 VII - ralizar atividads rlativas a acréscimos suprssõs nos contratos, quando coubr; VIII - complmntar psquisas d mrcado junto a mprsas, órgãos públicos SISPP, visando subsidiar as contrataçõs, acréscimos, prorrogaçõs, rpactuaçõs, acompanhamnto contratuais; IX - consultar a rgularidad das mprsas no SICAF Cadastro Informativo d Créditos não quitados do Stor Público Fdral - CADIN; X - acompanhar o cronograma d xcução dos contratos; XI - analisar os pdidos d rajust d prços, rpactuação rquilíbrio conômico-financiro dos contratos; XII - mantr control das garantias contratuais; XIII - propor ajusts nos contratos planilhas d custos formação d prços; XIV - auxiliar os prgoiros na anális d planilhas d custos formação d prços para contratos continuados; XV - comunicar providências administrativas rquridas para cumprimnto das condiçõs contratuais; XVI - analisar a aplicação d sançõs administrativas m razão d dscumprimnto contratual. Art. 77. À Coordnação d Infrastrutura I - coordnar a xcução das atividads d manutnção prdial; II - coordnar a xcução das atividads técnicas d manutnção, bm como das obras rformas das instalaçõs prdiais; III - analisar opinar sobr as condiçõs técnicas rlativas à aquisição, a dsapropriação, a prmuta, a cssão, locação ou a alinação d imóvis d intrss do Ministério, Administração Cntral; IV - fiscalizar a xcução dos contratos d obras ou srviços d ngnharia d manutnção prdial, comunicando a intrrupção, paralisação ou o não cumprimnto das obrigaçõs contratuais; V - laborar normas técnicas administrativas rlativas a obras srviços d manutnção das instalaçõs d quipamntos d ngnharia d intrss do Ministério; VI - analisar a capacidad técnica instalaçõs d mprsas d ngnharia a srm contratadas plo Ministério; VII - laborar projtos básicos orçamntos stimativos, objtivando a contratação d trciros para srviços d ngnharia obras; VIII - propor mlhorias físicas para os imóvis administrados plo Ministério; IX - mantr cadastro d mprsas atuants m srviços d rsponsabilidad da unidad; X - mantr atualizado o acrvo técnico dos imóvis d intrss do Ministério; XI - prstar apoio técnico ao sistma d tlcomunicaçõs, informação informática do Ministério. Art. 78. À Coordnação d Excução Orçamntária Financira I - coordnar, avaliar, orintar suprvisionar as atividads d xcução orçamntária financira, convênios, passagns diárias no âmbito das unidads gstoras sob sua administração; II - mantr atualizado o rol d rsponsávis junto aos stablcimntos bancários ao SIAFI; III - Exrcr outras atividads qu lh form comtidas. Art. 79. À Divisão d Excução Orçamntária I - dsmpnhar controlar as atividads rlativas aos srviços d xcução orçamntária, d diárias rquisição d passagns, d custio capital transfrências através d convênios, trmos d parcira contratos d rpass, no âmbito da Administração Cntral do Ministério; II - prparar, analisar disponibilizar dmonstrativos, quadros, rlatórios outros instrumntos grnciais projção da xcução das dspsas a fim d subsidiar o control d gastos; III - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, prvistas no Sistma d Administração Financira do Govrno Fdral - SIAFI; IV - acompanhar a xcução orçamntária compatibilizando a alocação dos rcursos orçamntários disponívis; V - vrificar a disponibilidad orçamntária nos casos d prorrogaçõs d contratos para novas contrataçõs, s for o caso, solicitar a disponibilidad junto à ára storial orçamntária; VI - acompanhar a lgislação rlativa à xcução orçamntária; VII - Excutar outras comptências qu lh foram comtidas, Art. 80. Ao Srviço d Control Orçamntário I - laborar proposta orçamntária anual rlativa às dspsas, xcto aqulas da ára d gstão d pssoas, a cargo da Subscrtaria d Planjamnto, Orçamnto Administração; II - laborar programação orçamntária mnsal trimstral; III - analisar prviamnt os procssos administrativos solicitaçõs d missão d mpnho; IV - mitir notas d mpnho pré-mpnho; V - Controlar a xcução do orçamnto com o limit disponibilizado; VI - controlar os saldos d mpnho dos contratos; VII - Mantr control das atividads opracionais rlativas à rquisição d transport proposta d concssão d diárias passagns; VIII - Controlar o limit disponívl d gastos d diárias passagns; IX - xcutar atividad d transfrência d movimntação d crédito rcbida dscntralizados; X - Excutar outras comptências qu lh form comtidas, Art. 8. À Divisão d Anális Excução Financira I - procdr às atividads d xcução financira das dspsas sob a gstão da Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos, ftuando os corrspondnts acrtos contábis bm como o grnciamnto dos procdimntos intrnos rfrnts à prstação d contas d convênios trmos d parcrias firmados até a data d publicação da Portaria nº 059, d 4 d outubro d 203. II - laborar proposta d programação financira mnsal da unidad gstora; III - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, prvistas no Sistma d Administração Financira do Govrno Fdral - SIAFI; IV - acompanhar controlar as disponibilidads financiras; V - laborar, analisar disponibilizar dmonstrativos grnciais; VI - acompanhar a lgislação rlativa à xcução financira; VII - ralizar visitas "in loco" para acompanhar xaminar a xcução financira d convênios instrumntos congênrs; VIII - analisar controlar as concssõs prstaçõs d contas dos suprimntos d fundos no âmbito do Ministério; IX - prstar informaçõs laborar proposição quanto aos procssos d pagamnto das dspsas a cargo das unidads gstoras sob sua administração, para aprovação do ordnador d dspsa; X- ftuar o pagamnto d dspsas d forncdors rtnçõs d impostos fdrais; XI - ftuar a transfrência d rcursos d convênios instrumntos congênrs; XII - xaminar mitir parcr financiro sobr a rgularidad das prstaçõs d contas d convênios quanto à corrta rgular aplicação dos rcursos; XIII - monitorar fiscalizar a xcução financira d convênios instrumntos congênrs; XIV - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua comptência, no Sistma d Gstão d Convênios, Contratos d Rpass Trmos d Parcria - SICONV, no Sistma d Administração Financira do Govrno Fdral - SIAFI, m quaisqur outros sistmas d govrno rlacionados às atribuiçõs da ára. Art. 82. Ao Srviço d Pagamntos Prstação d Contas I - rcbr, analisar instruir os procssos d pagamntos a forncdors bm como dos procdimntos intrnos rfrnts à prstação d contas d convênios trmos d parcrias firmados até a data d publicação da Portaria nº 059, d 4 d outubro d 203; II - vrificar s a nota fiscal stá dntro d su prazo d validad, s foi dvidamnt atstada plo fiscal do contrato s a dscrição do produto/srviço stá d acordo com os trmos contratuais; III - procdr à vrificação das rgularidads fiscal, trabalhista prvidnciária da mprsa contratada; IV - vrificar no SIASG os lançamntos d mdição da xcução do contrato d acordo com o cronograma físico-financiro, s for o caso, providnciar a atualização dos lançamntos; V - apurar o valor dvido para pagamnto, considrando vntual xistência d multa /ou glosa; VI - solicitar do fiscal d contrato, quando ncssário, complmntação ou corrção da documntação xigida para fins d pagamnto, bm como a ralização d atos inrnts ao acompanhamnto da xcução do contrato; VII - praticar atos, prparar xpdir documntos inrnts ao xrcício das atribuiçõs prvistas; VIII - xrcr outras atividads qu lh form dsignadas no âmbito da Coordnação d Excução Orçamntária Financira; IX - suprvisionar, orintar xrcr o control das atividads rlativas à rquisição d passagns aéras trrstrs à concssão d diárias nacionais intrnacionais; X - incumbir-s da função d gstor storial do Sistma d Concssão d Diárias Passagns (SCDP); XI - Solicitar a rsrva missão d passagns junto às companhias crdnciadas d acordo com o documnto spcifico dvidamnt autorizado os créditos dos bilhts não utilizados; XII - procdr aos atos ncssários ao control d créditos do Ministério, rfrnts a bilhts d passagns diárias não utilizadas; XIII - ftuar lançamnto contábil no SIAFI d créditos diárias não utilizados; XIV - ftuar o pagamnto d diárias; XV - incumbir-s da função d assssoramnto ao ordnador d dspsas; XVI - acompanhar fiscalizar contratos firmados ntr o Ministério as mprsas prstadoras d srviços rfrnts à aquisição d passagns nacionais intrnacionais; XVII - orintar os srvidors do Ministério quanto à instrução dos procssos d prstação d contas alusivos a viagns ralizadas; XVIII - instruir procssos d afastamnto intrnacional d srvidors; XIX - ncaminhar, para publicação no Boltim d Srviço, rlação d concssõs d diárias; XX - praticar atos, prparar xpdir documntos inrnts ao xrcício das atribuiçõs prvistas; XXI - xrcr outras atividads qu lh form dsignadas no âmbito da Coordnação d Excução Orçamntária Financira. Art. 83. Ao Srviço d Transports I - controlar as atividads rfrnts à documntação, rgistro, cadastro, licnciamnto, mplacamnto, utilização manutnção dos vículos junto ao órgão cntral do Sistma d Administração d Srviços Grais - SIASG ao Dpartamnto d Trânsito - DETRAN;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 63 II - laborar o Plano Anual d Aquisição d Vículos da Administração Cntral do Ministério, bm como providnciar o su rgistro no órgão cntral do SIASG acompanhar sua xcução; III - providnciar documntos acompanhar sua tramitação, quando das alinaçõs rcbimntos d vículos, bm como ftuar as rspctivas baixas d rsponsabilidad junto aos órgãos comptnts; IV - acompanhar fiscalizar a xcução dos contratos d srviços d transport manutnção d frota; V - suprvisionar controlar as atividads d uso da frota d vículos do Ministério, inclusiv dos suprimntos ncssários, no transport d pssoal d matrial. Art. 84. Ao Srviço d Apoio Avançado I - solicitar acompanhar a distribuição d bns móvis nas áras comuns sob administração do Ministério; II - solicitar a aquisição d matrial d consumo /ou prmannt para uso nas áras comuns às unidads do Ministério situadas m local divrso do Edifício Sd; III - atndr às solicitaçõs d srviços d manutnção prdial limpza, ralizando control opracionalização, rquisitando a xcução dos msmos quando form spcíficos ncssários; IV - apoiar a Divisão d Srviços Grais na xcução do srviço d transport, ralizando control opracionalização das dmandas; V - atndr, controlar ncaminhar à Divisão d Obras Engnharia as solicitaçõs d srviços d manutnção prdial, ralizando control opracionalização, rquisitando a xcução dos msmos; VI - controlar, fiscalizar atstar a prstação d srviços ralizados por trciros, no âmbito d sua comptência. Art. 85. Ao Srviço d Protocolo-Gral I - procdr a formalização, tramitação control dos procssos administrativos; II - controlar o nvio d matérias para publicação no Diário Oficial da União; III - laborar, ditar distribuir Boltins d Srviço; IV - implmntar os dispositivos lgais voltados para a formalização o control d procssos documntos; V - propor sistmática d rcpção, rgistro, control, distribuição intrna xpdição d documntos procssos; VI - controlar, fiscalizar atstar a prstação dos srviços ralizados por trciros, no âmbito da sua comptência; VII - controlar a intgridad das corrspondências do Ministério; VIII - prstar apoio técnico às unidads da Administração Cntral do Ministério às unidads d psquisa, no su nívl d comptência. Art. 86. À Divisão d Matrial Patrimônio I - controlar, suprvisionar promovr a xcução das atividads d administração d matrial patrimônio, no âmbito do Ministério; II - controlar suprvisionar a guarda, a alinação, a movimntação o armaznamnto d bns patrimoniais; III - promovr studos, runiõs aprsntar sugstõs para aprfiçoamnto da gstão d matriais; IV - avaliar, suprvisionar promovr a instrução dos procssos a xcução da transfrência, cssão, alinação ou rnúncia d bns móvis considrados gnricamnt insrvívis, m conjunto com a Comissão Prmannt d Avaliação d Bns Móvis; V - controlar, fiscalizar atstar a prstação dos srviços ralizados por trciros, no âmbito da sua comptência. Art. 87. Ao Srviço d Almoxarifado Patrimônio I - controlar promovr a xcução das atividads d administração d matrial patrimônio do Ministério; II - suprvisionar promovr a xcução dos srviços d almoxarifado quanto às solicitaçõs, rcbimnto, confrência, acitação, armaznamnto, distribuição control dos stoqus mínimos máximos d matriais d consumo prmannt; III - ralizar invntários priódicos do almoxarifado; IV - laborar statística d consumo por matriais cntros d custos para prvisão das compras; V - propor a aquisição, controlar suprvisionar a xcução das atividads d compra d matriais d consumo prmannt, considrando o ponto d pdido a dmanda xistnt; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL VI - xaminar, confrir rcbr o matrial adquirido d acordo com as Notas d Empnho, podndo, quando for o caso, solicitar o xam dos stors técnicos rquisitants ou spcializados; VII - confrir os documntos d ntrada d matrial, librar as Notas Fiscais para pagamnto; VIII - atndr às rquisiçõs d matriais das Unidads Administrativas dos Cntros d Custos, d acordo com o cronograma prvisto; IX - controlar mantr os rgistros d ntrada saída dos matriais sob sua guarda; X - ralizar o balanço priódico, forncndo dados para a contabilidad mitir o Rsumo Movimntação do Almoxarifado - RMA; XI - organizar o almoxarifado d forma a garantir o armaznamnto adquado, a sgurança dos matriais m stoqu; XII - acompanhar a comissão nomada plo Coordnador- Gral d Rcursos Logísticos-CGRL, ao final do xrcício; XIII - propor, instruir os procssos providnciar a transfrência, cssão, alinação ou rnúncia d bns móvis considrados gnricamnt insrvívis, m conjunto com a Comissão Prmannt d Avaliação d Bns Móvis; XIV - ralizar o cadastramnto tombamnto dos bns patrimoniais obdcndo o Plano d Contas da União, bm como mantr control da distribuição; plo código 000206600063 XV - promovr a avaliação ravaliação dos bns móvis imóvis para fito d alinação, incorporação, sguro locação; XVI - ralizar o invntário mantr atualizado o rgistro dos bns móvis imóvis do MCTIC, laborando rlatório circunstanciado rfrnt às ocorrências mapas d variação patrimonial; XVII - controlar procssar a inscrição transfrência d rsponsabilidad plos bns patrimoniais distribuídos às unidads organizacionais, d acordo com a lgislação prtinnt, bm como mitir o rspctivo trmo d rsponsabilidad; XVIII - rcbr, rcuprar rdistribuir os bns móvis danificados ou rcolhidos; XIX - controlar, fiscalizar atstar a prstação dos srviços ralizados por trciros, no âmbito da sua comptência. Art. 88. À Coordnação d Excução Orçamntária Financira I - coordnar, avaliar, orintar suprvisionar as atividads d xcução orçamntária financira, convênios, passagns diárias no âmbito das unidads gstoras sob sua administração; II - mantr atualizado o rol d rsponsávis junto aos stablcimntos bancários ao SIAFI. Art. 89. À Divisão d Excução Orçamntária I - dsmpnhar controlar as atividads rlativas aos srviços d xcução orçamntária, d diárias rquisição d passagns, d custio capital transfrências através d convênios, trmos d parcira contratos d rpass do Ministério; II - prparar, analisar disponibilizar dmonstrativos, quadros, rlatórios outros instrumntos grnciais projção da xcução das dspsas afim d subsidiar o control d gastos; III - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, prvistas no SIAFI; IV - acompanhar a xcução orçamntária compatibilizando a alocação dos rcursos orçamntários disponívis; V - vrificar a disponibilidad orçamntária nos casos d prorrogaçõs d contratos para novas contrataçõs, s for o caso, solicitar a disponibilidad junto à ára storial orçamntária; VI - acompanhar a lgislação rlativa à xcução orçamntária. Art. 90. Ao Srviço d Control Orçamntário I - laborar proposta orçamntária anual rlativa às dspsas, xcto aqulas da ára d gstão d pssoas, a cargo da Dirtoria d Administração; II - laborar programação orçamntária mnsal trimstral; III - analisar prviamnt os procssos administrativos solicitaçõs d missão d mpnho; IV - mitir notas d mpnho pré-mpnho; V - controlar a xcução do orçamnto com o limit disponibilizado; VI - mantr control das atividads opracionais rlativas à rquisição d transport proposta d concssão d diárias passagns; VII - solicitar a rsrva missão d passagns junto às companhias crdnciadas d acordo com o documnto spcífico dvidamnt autorizado; VIII - controlar a quitação d forncimnto d diárias, canhoto d mbarqu bilht d passagns, solicitando, quando for o caso, o rmbolso junto a srvidors colaboradors; IX - mitir a proposta d concssão d diárias, submtndoa à aprovação do ordnador d dspsas; X - solicitar junto às companhias aéras os créditos dos bilhts não utilizados; XI - mitir rlatórios sobr a movimntação d diárias passagns. Art. 9. À Divisão d Anális Excução Financira I - dsmpnhar controlar as atividads d xcução financira das dspsas sob a gstão da Coordnação-Gral d Rcursos Logísticos, ftuando os corrspondnts acrtos contábis, bm como o grnciamnto dos procdimntos intrnos rfrnts à prstação d contas d convênios trmos d parcrias firmados até a data d publicação da Portaria nº 059, d 4 d outubro d 203. II - laborar proposta d programação financira mnsal da unidad gstora; III - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua atuação, prvistas no SIAFI; IV - acompanhar controlar as disponibilidads financiras; V - laborar, analisar disponibilizar dmonstrativos grnciais; VI - acompanhar a lgislação rlativa à xcução financira; VII - ralizar visitas in loco para acompanhar xaminar a xcução financira d convênios instrumntos congênrs; VIII - analisar controlar as concssõs prstaçõs d contas dos suprimntos d fundos no âmbito do Ministério; IX - prstar informaçõs laborar proposição quanto aos procssos d pagamnto das dspsas a cargo das unidads gstoras sob sua administração, para aprovação do ordnador d dspsa; X- ftuar o pagamnto d dspsas d forncdors; XI - ftuar a transfrência d rcursos d convênios instrumntos congênrs; XII - xaminar mitir parcr financiro sobr a rgularidad das prstaçõs d contas d convênios quanto à corrta rgular aplicação dos rcursos; XIII - monitorar fiscalizar a xcução financira d convênios instrumntos congênrs; XIV - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua comptência, no Sistma d Gstão d Convênios, Contratos d Rpass Trmos d Parcria - SICONV, no SIAFI, m quaisqur outros sistmas d govrno rlacionados às atribuiçõs da ára. Art. 92. Ao Srviço d Pagamntos Prstação d Contas I - rcbr, analisar instruir os procssos d pagamntos a forncdors, bm como os procssos rlativos à prstação d contas d convênios trmos d parcrias firmados até a data d publicação da Portaria nº 059, d 4 d outubro d 203; II - vrificar a conformidad da nota fiscal quanto ao su prazo d validad, ao dvido atst plo fiscal do contrato à dscrição do produto/srviço, conform os trmos contratuais; III - procdr à vrificação das rgularidads fiscal, trabalhista prvidnciária da mprsa contratada; IV - vrificar no SIASG os lançamntos d mdição da xcução do contrato, d acordo com o cronograma físico-financiro, s for o caso, providnciar a atualização dos lançamntos; V - controlar os saldos d mpnho dos contratos; VI - apurar o valor dvido para pagamnto, considrando vntual xistência d multa /ou glosa; VII - solicitar do fiscal d contrato, quando ncssário, complmntação ou corrção da documntação xigida para fins d pagamnto, bm como a ralização d atos inrnts ao acompanhamnto da xcução do contrato; VIII - praticar atos, prparar xpdir documntos inrnts ao xrcício das atribuiçõs prvistas; IX - xrcr outras atividads qu lh form dsignadas no âmbito da Coordnação d Excução Orçamntária Financira; X - suprvisionar, orintar xrcr o control das atividads rlativas à rquisição d passagns aéras trrstrs à concssão d diárias nacionais intrnacionais; XI - incumbir-s da função d gstor storial do Sistma d Concssão d Diárias Passagns (SCDP); XII - incumbir-s da função d assssoramnto ao ordnador d dspsas; XIII - procdr aos atos ncssários ao control d créditos do Ministério, rfrnts a bilhts d passagns diárias não utilizadas; XIV - ftuar lançamnto contábil no SIAFI d créditos diárias não utilizados; XV - ftuar o pagamnto d diárias; XVI - acompanhar fiscalizar contratos firmados ntr o Ministério as mprsas prstadoras d srviços rfrnts à aquisição d passagns nacionais intrnacionais; XVII - orintar os srvidors do Ministério quanto à instrução dos procssos d prstação d contas alusivos a viagns ralizadas; XVIII - instruir procssos d afastamnto intrnacional d srvidors; XIX - ncaminhar, para publicação no Boltim d Srviço, rlação d concssõs d diárias; XX - praticar atos, prparar xpdir documntos inrnts ao xrcício das atribuiçõs prvistas. Sção VII Da Dirtoria d Tcnologia da Informação Art. 93. À Dirtoria d Tcnologia da Informação I - propor políticas dirtrizs rfrnts ao planjamnto, à implmntação à manutnção das atividads rlativas à govrnança d tcnologia da informação; II - planjar as contrataçõs as aquisiçõs rlativas à tcnologia da informação do Ministério; III - atuar no Plano Estratégico Institucional, subsidiando o Ministério na dfinição d prioridads d Tcnologia da Informação Comunicação; IV - laborar, m conjunto com as unidads do ministério, o Plano Dirtor d Tcnologia da Informação Comunicação, conform o Plano Estratégico d Tcnologia da Informação Comunicação o Plano Estratégico Institucional; V - laborar o orçamnto rlativo às atividads d tcnologia da informação acompanhar sua xcução; VI - participar da laboração do acompanhamnto do orçamnto rlativo às atividads d tcnologia da informação; VII - dircionar o dsnvolvimnto d planos, programas, açõs, métodos, projtos procssos d govrnança d tcnologia da informação para o Ministério; VIII - promovr a articulação, a coopração técnica o intrcâmbio d xpriências informaçõs com os órgãos cntrais dos sistmas d tcnologia da informação; IX - promovr a articulação com os órgãos rsponsávis pla govrnança plo control d tcnologia da informação, dos sistmas fdrais d planjamnto d control intrno; X - informar, orintar suprvisionar as unidads do Ministério quanto ao cumprimnto das normas d sgurança da informação aplicadas à tcnologia da informação das normas técnicas d tcnologia da informação; XI - propor políticas normas inrnts às atividads d Tcnologia da Informação do Ministério; XII - propor, planjar coordnar as soluçõs d intgração d sistmas corporativos d informação; XIII - prstar apoio técnico às dmais unidads do Ministério na implantação d sistmas d informação, inclusiv propondo normas d utilização dos rcursos computacionais qu nvolvam a govrnança d tcnologia da informação; XIV - planjar, dsnvolvr, implantar mantr os sistmas d informação ncssários ao funcionamnto do Ministério; XV - planjar, coordnar controlar rds locais d longa distância; XVI - propor a scolha a implmntação d mtodologias, sistmas, plataformas bass tcnológicas a srm adotadas plo Ministério. XVII - implmntar mlhorias aos procssos d trabalho da Dirtoria d Tcnologia da Informação; XVIII - propor, planjar coordnar as soluçõs d intgração d sistmas corporativos d informação;

64 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 XIX - propor mlhorias aos procssos d trabalho da Dirtoria d Tcnologia da Informação; XX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Govrnança d Tcnologia da Informação Art. 94. À Coordnação-Gral d Govrnança d Tcnologia da Informação I - coordnar acompanhar as açõs d govrnança d TI qu assgurm a padronização d controls o alinhamnto dos objtivos com as políticas, padrõs, rgras rgulamntos prtinnts; II - coordnar a prospcção d novas tcnologias d gstão administrativa para o suport ncssário ao cumprimnto dos objtivos organizacionais; III - coordnar a gstão do conhcimnto d TI sua disponibilidad na rd intrna do Ministério; IV - coordnar a comunicação intrna a publicidad sobr as atividads d TI; V - planjar coordnar a xcução das atividads das açõs d TI ncssárias ao funcionamnto dsta Coordnação-Gral; VI - promovr campanhas d divulgação, visando à dissminação da POSIC da cultura d sgurança cibrnética da informação junto aos usuários d rcursos d TI; VII - stablcr dirtrizs padrõs para a dfinição manutnção dos procssos da Coordnação-Gral; VIII - assssorar o Dirtor m assuntos rfrnts às áras d sua comptência; IX - propor mlhorias aos procssos d trabalho da Dirtoria d Tcnologia da Informação; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 95. À Coordnação d Planos Normas d Tcnologia da Informação I - planjar, coordnar acompanhar as açõs rlativas à govrnança d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação; II - propor laborar políticas, normas padrõs rlativos à Govrnança d Tcnologia da Informação Comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação; III - apoiar a laboração, a rvisão o acompanhamnto do Plano Estratégico d Tcnologia da Informação do Plano Dirtor d Tcnologia da Informação Comunicaçõs do Ministério; IV - apoiar a laboração do procsso orçamntário da proposta d orçamnto anual plurianual d tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério; V - apoiar o dsnvolvimnto d parcrias com Univrsidads outras instituiçõs d psquisa nsino qu possam contribuir para a modrnização da gstão da tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério; VI - stimular a capacitação dos srvidors da Coordnação- Gral nas disciplinas d govrnança d tcnologia da informação comunicaçõs; VII - apoiar na intração com os órgãos d control intrno xtrno, consolidando informaçõs a rspito dos contratos, projtos dmais atividads da Coordnação-Gral. Art. 96. À Divisão d Projtos Procssos I - dfinir mantr a mtodologia d grnciamnto d projtos d portfólio d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação; II - ralizar psquisas, studos provas d concito para a implmntação d mlhors práticas d tcnologias rlacionadas à gstão d srviços, portfólio d projtos procssos d tcnologia da informação comunicaçõs; III - fomntar a maturidad dos procssos d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação, basado m modlos d mlhors práticas consolidados; IV - idntificar, apoiar a priorização ralizar o monitoramnto do portfólio d projtos d tcnologia da informação comunicaçõs da Coordnação-Gral; V - alinhar o portfólio d projtos d tcnologia da informação comunicaçõs com o plano dirtor o planjamnto stratégico d tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério; VI - orintar as quips nvolvidas no grnciamnto d projtos d tcnologia da informação comunicaçõs do portfólio da Dirtoria d Tcnologia da Informação, forncndo suport técnico mtodológico; VII - grnciar dirtamnt os projtos d tcnologia da informação comunicaçõs sob a rsponsabilidad da Coordnação- Gral considrados stratégicos para o Ministério; VIII - consolidar divulgar informaçõs para o monitoramnto stratégico do dsmpnho das atividads do portfólio d projtos, d opração dos srviços dos procssos d tcnologia da informação comunicaçõs providas pla Coordnação-Gral. Art. 97. À Divisão d Aquisiçõs d Tcnologia da Informação I - dfinir mantr a mtodologia d gstão d aquisiçõs contratos d tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério; II - ralizar psquisas, studos provas d concito para a implmntação d mlhors práticas tcnologias rlacionadas à gstão d aquisiçõs contratos d tcnologia da informação comunicaçõs; III - idntificar apoiar a priorização dos projtos d aquisiçõs ralizar o monitoramnto do portfólio d aquisiçõs contratos d tcnologia da informação comunicaçõs sob a rsponsabilidad da Dirtoria d Tcnologia da Informação; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600064 IV - alinhar o portfólio d aquisiçõs com o plano dirtor o planjamnto stratégico d tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério; V - propor laborar projtos d aquisição d produtos srviços d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação; VI - orintar os nvolvidos no planjamnto das aquisiçõs gstão d contratos d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação, forncndo suport técnico mtodológico; VII - coordnar acompanhar os procssos d aquisição d produtos srviços d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação; VIII - apoiar a laboração a gstão dos Trmos d Coopração ou outros instrumntos lgais dstinados ao stablcimnto d parcrias com Univrsidads instituiçõs públicas no âmbito da Dirtoria d Tcnologia da Informação; IX - consolidar distribuir informaçõs para o monitoramnto stratégico das aquisiçõs contratos d tcnologia da informação comunicaçõs da Dirtoria d Tcnologia da Informação. Subsção II Da Coordnação-Gral d Sistmas Art. 98. À Coordnação-Gral d Sistmas I - planjar coordnar a xcução das atividads das açõs d TI ncssárias ao funcionamnto das quips qu compõm sta Coordnação-Gral; II - apoiar a Coordnação-Gral d Govrnança d Tcnologia da Informação na laboração d mtodologias padrõs viabilizar sua implmntação por mio d sistmas d informação quando ncssário; III - propor contratação d frramntas soluçõs ncssárias para sua atuação; IV - slcionar, planjar, implantar disponibilizar soluçõs basadas m sistmas d informação otimizados para atndr ncssidads d TI d ngócio; V - analisar, prospctar propor novos projtos d dsnvolvimntos modrnização d sistmas; VI - promovr a adrência ncssária dos sistmas d informação às ncssidads d ngócio do Ministério; VII - promovr o dsnvolvimnto d sistmas corporativos d informação qu primm pla intgração intrna xtrna ao Ministério; VIII - suprvisionar o rlacionamnto com as mprsas contratadas para xcução dos srviços complmntars às atividads dsta Coordnação-Gral; IX - suprvisionar o planjamnto xcução das atividads rlacionadas à gstão da arquittura dos sistmas; X - suprvisionar a ftividad do plano d garantia d qualidad d Softwar para os projtos d TI; XI - suprvisionar os modlos d dados dos sistmas d informação; XII - suprvisionar a aplicação do padrão d intrfac d portais dfinido para utilização plo Ministério; XIII - suprvisionar implmntar controls nos sistmas d informação para protgr a comunicação d dados nas rds; XIV - propor mlhorias aos procssos d trabalho da Dirtoria d Tcnologia da Informação; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 99. À Coordnação d Projtos d Sistmas I - coordnar a implmntação, a utilização a avaliação do procsso unificado d dsnvolvimnto d sistmas informatizados; II - colaborar no planjamnto, orintar, xcutar controlar as atividads d dsnvolvimnto d sistmas informatizados d sítios no âmbito da Administração Cntral do Ministério; III - dfinir mantr a mtodologia d dsnvolvimnto manutnção d sistmas do Ministério dmais procssos procdimntos ncssários ao grnciamnto d projtos d dsnvolvimnto d sistmas; IV - stablcr procdimntos para assistência técnica aos sistmas informatizados no âmbito da Administração Cntral do Ministério; V - planjar coordnar as açõs rlativas ao dsnvolvimnto, implantação manutnção d sistmas sob rsponsabilidad da Coordnação-Gral; VI - avaliar dcidir sobr a aquisição d sistmas informatizados, bm como coordnar o dsnvolvimnto a implmntação d sistmas informatizados dsnvolvidos por trciros para uso no âmbito da Administração Cntral do Ministério; VII - grir a xcução dos contratos rlativos aos sistmas informatizados no âmbito da Administração Cntral do Ministério. Art. 00. À Divisão d Dsnvolvimnto Manutnção I - acompanhar grnciar as açõs rlativas ao dsnvolvimnto, implantação manutnção d sistmas sob rsponsabilidad da Coordnação-Gral; II - planjar, implmntar mantr sistmas d informaçõs analíticas grnciais; III - apoiar a ára d atndimnto ao usuário para avaliação d problmas falhas nos sistmas sob rsponsabilidad da Coordnação-Gral; IV - idntificar, propor dtalhar dmandas oportunidads d sistmas d informação no âmbito do Ministério; V - apoiar o Srviço d Opraçõs Produção na implantação dos sistmas d informação no âmbito do Ministério; VI - mantr vrificar a adrência à mtodologia d dsnvolvimnto manutnção d sistmas do Ministério; VII - mantr vrificar a adrência aos padrõs d gstão ngnharia d rquisitos, anális, projto, codificação tsts dos sistmas do Ministério; VIII - mantr vrificar a adrência os padrõs d qualidad para sistmas m nívl d produto documntação; IX - consolidar distribuir informaçõs sobr a xcução dos contratos da ára para monitoramnto orçamntário do dsmpnho das atividads d dsnvolvimnto manutnção d sistmas no Ministério; X - propor ralizar psquisas, studos provas concito para a implmntação d mlhors práticas tcnologias rlacionadas ao dsnvolvimnto manutnção d sistmas; XI - propor laborar projtos para aquisiçõs d produtos srviços rlacionados ao dsnvolvimnto manutnção d sistmas; XII - idntificar, rgistrar acompanhar a rsolução dos dfitos oportunidads d mlhoria na qualidad dos sistmas d informação do Ministério. Art. 0. À Coordnação d Qualidad d Softwar I - dfinir normas, padrõs, procdimntos práticas d dsnvolvimnto d sistmas no âmbito da Administração Cntral do Ministério; II - dfinir implmntar o modlo d dados corporativo dmais modlos d dados nvolvidos m sistmas sob a rsponsabilidad da Dirtoria d Tcnologia da Informação; III - dfinir implmntar as arquitturas d softwars no âmbito da Administração Cntral do Ministério; IV - dfinir as linguagns d dsnvolvimnto d sistmas, assim como sus rspctivos Sistmas d Grnciamnto d Banco d Dados utilizados no âmbito da Administração Cntral do Ministério; V - dfinir implmntar o framwork d dsnvolvimnto d softwar para as linguagns d dsnvolvimnto adotadas no âmbito da Administração Cntral do Ministério; VI - dfinir implmntar tcnologias para intgração d sistmas corporativos d informação; VII - prospctar, propor implmntar novas tcnologias rlacionadas ao dsnvolvimnto d sistmas; VIII - suprvisionar implmntar controls nos sistmas d informação para protgr a comunicação d dados nas rds, sob suprvisão da Coordnação-Gral d Srviços d Tcnologia. Art. 02. À Divisão d Administração d Dados I - dfinir suprvisionar as caractrísticas qualitativas da arquittura d banco d dados; II - ralizar a anális prévia modlagm dos dados das aplicaçõs sob dsnvolvimnto manutnção na Coordnação-Gral; III - propor implmntar modlos corporativos d dados; IV - idntificar, propor implmntar a racionalização d dados; V - propor implmntar práticas frramntas d higinização qualidad d dados; VI - dfinir normas, padrõs procdimntos para criação, utilização administração das bass d dados no âmbito da Administração Cntral do Ministério. Subsção III Da Coordnação-Gral d Srviços d Tcnologia da Informação Art. 03. À Coordnação-Gral d Srviços d Tcnologia da Informação I - promovr coordnar a laboração d projtos para xcução d atividads rlacionadas com o studo, implantação, modrnização, avaliação d produtos srviços, aquisição, xpansão, rmanjamnto, sgurança utilização dos rcursos computacionais, visando à sua compatibilidad intgração; II - promovr coordnar os studos d prospcção tcnológica, com vistas a idntificar novos produtos ou srviços mais adquados para a infrastrutura dos rcursos d informática; III - propor adoção d normas, dirtrizs, padrõs técnicos procdimntos para o uso ficint dos rcursos, quipamntos d informática programas d computador, bm como dfinir os padrõs para a struturação da comunicação d dados d tlprocssamnto; IV - propor a adoção d normas, dirtrizs, padrõs técnicos dfinir procdimntos, d forma a promovr o maior nívl d sgurança física lógica do ambint d informática, inclusiv com rlação às intrconxõs com outros ambints; V - planjar, implmntar controlar as intrconxõs com outras rds; VI - grnciar a rd d computadors, promovndo o control a consrvação dos dados quipamntos d informática, inclusiv na instalação; VII - suprvisionar controlar os mios d comunicação d dados, avaliando o dsmpnho a utilização dos rcursos; VIII - apoiar as atividads da comissão prmannt d licitação do ministério nas aquisiçõs d bns srviços d tcnologia da informação; IX - planjar, coordnar acompanhar a xcução das atividads das açõs d TI ncssárias ao funcionamnto das quips qu compõm sta Coordnação-Gral; X - apoiar a Coordnação-Gral d Govrnança d Tcnologia da Informação na laboração d mtodologias padrõs viabilizar sua implmntação por mio d sistmas d informação quando ncssário; XI - planjar, coordnar acompanhar as açõs rlativas à gstão da infrastrutura opraçõs d tcnologia da informação comunicaçõs; XII - planjar os srviços rlativos aos sistmas d armaznamnto, backup rstauração d dados; XIII - planjar os srviços d produção ativos d rd; XIV - planjar a instalação atualização d softwars, m articulação com a Coordnação-Gral d Sistmas;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 65 XV - planjar os ambints computacionais, d dsnvolvimnto, homologação, trinamnto produção dos sistmas sítios d rsponsabilidad do Ministério; XVI - propor contratação d frramntas soluçõs ncssárias para sua atuação; XVII - dfinir, planjar, implantar disponibilizar soluçõs d infrastrutura d Tcnologia da Informação Comunicação para atndr ncssidads d ngócio; XVIII - analisar, prospctar, propor aprovar novos projtos d infrastrutura sgurança d rds d dados comunicação; XIX - propor, implantar suprvisionar srviços d atndimnto ao usuário; XX - acompanhar, m conjunto com a CGCO, a xcução dos contratos convênios d prstação d srviços na DTI; XXI - propor, normatizar controls visando garantir o monitoramnto do tráfgo d dados sgurança cibrnética da informação; planjar rotinas procdimntos opracionais priódicos m hardwars softwars d ativos d TI; XXII - propor mlhorias aos procssos d trabalho da Dirtoria d Tcnologia da Informação; XXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 04. Ao Srviço d Atndimnto ao Usuário I - coordnar acompanhar as açõs rlativas à gstão da infrastrutura opraçõs d tcnologia da informação comunicaçõs sob a rsponsabilidad da Coordnação-Gral; II - implmntar monitorar a conformidad das políticas normas rfrnt a sgurança cibrnética da informação do uso d ativos d TI; III - xcutar os srviços rlativos aos sistmas d armaznamnto, backup rstauração d dados; IV - xcutar os srviços d produção ativos d rd; V - xcutar a instalação atualização d softwars, m articulação com a Coordnação-Gral d Sistmas; VI - implantar monitorar os ambints computacionais, d dsnvolvimnto, homologação, trinamnto produção dos sistmas sítios d rsponsabilidad do Ministério; VII - implmntar controls visando garantir o monitoramnto do tráfgo d dados sgurança cibrnética da informação; VIII - xcutar rotinas procdimntos opracionais priódicos m hardwars softwars d ativos d TI; IX - auditar avaliar os nívis d sgurança cibrnética da informação; X - grnciar os projtos rlativos aos srviços d produção, sob a orintação do Escritório d Projtos. Art. 05. Ao Srviço d Tlfonia I - dissminar a cultura d Sgurança cibrnética da informação Comunicaçõs - SIC monitorar a infrastrutura d TI, visando garantir sua disponibilidad; II - analisar, tratar rportar incidnts rlacionados à sgurança cibrnética da informação; III - analisar buscar soluçõs para mitigar vulnrabilidads dtctadas; IV - coordnar a Equip d Tratamnto Rsposta a Incidnts - ETIR; V - avaliar os riscos d sgurança a nívl opracional, mantndo o quilíbrio dos invstimntos m soluçõs d control, d acordo com os danos qu podm sr causados aos ngócios do Ministério, m função d potnciais falhas d sgurança; VI - implmntar acompanhar as práticas cibrnéticas da Política d Sgurança da Informação Comunicaçõs - POSIC; VII - assssorar o Comitê d Sgurança da Informação Comunicaçõs - CSIC nas qustõs qu nvolvm novas tcnologias m sgurança cibrnética da informação comunicaçõs; VIII - coordnar acompanhar a xcução das açõs dlibradas no âmbito do CSIC; IX - ralizar tsts d sgurança m código d programação junto às quips d dsnvolvimnto d sistmas, visando idntificar possívis falhas d sgurança nas aplicaçõs m construção; X - monitorar disponibilidad, vulnrabilidad, ataqus riscos nos sistmas d informação dmais srviços d tcnologia da informação comunicação; XI - propor normas procdimntos qu vism à sgurança cibrnética da informação na infrastrutura d rds do Ministério; XII - dfinir, implmntar acompanhar as atividads d grnciamnto d banco d dados; XIII - grnciar mudanças no ambint d TI qu possam causar impactos no Ministério, garantindo a utilização d métodos procdimntos padrõs; XIV - apoiar a gstão d problmas na idntificação, avaliação rsolução d causas-raiz dos incidnts ocorridos; XV - grnciar os projtos rlativos à sgurança cibrnética da informação comunicaçõs sob a orintação da Divisão d Projtos Procssos. Art. 06. À Coordnação d Rds Sgurança Cibrnética I - ftuar a manutnção dos ativos d Tcnologia da Informação Comunicação do Ministério; II - ralizar tsts d acitação d quipamntos d informática; III - xcutar, m articulação com a Divisão d Dsnvolvimnto d Pssoal, trinamnto básico d usuários na opração d microcomputadors, softwars básicos, aplicativos priféricos; IV - ralizar o atndimnto d suport d primiro, sgundo trciro nívl aos usuários dos srviços d tcnologia da informação comunicaçõs do Ministério assgurar o cumprimnto dos acordos d nívl d srviço intrnos; V - transfrir para os nívis supriors d atndimnto as solicitaçõs incidnts cujas açõs nos nívis antriors não tnham sido ficazs; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600065 VI - apoiar a gstão d problmas na idntificação, avaliação rsolução d causas-raiz dos incidnts ocorridos; VII - monitorar o atndimnto dos chamados transfridos para o sgundo trciro nívis até o su ncrramnto; VIII - laborar rlatório grncial sobr as açõs d sua comptência; IX - organizar garantir a disponibilidad das staçõs d trabalho rspctivos aplicativos instalados, m articulação com os usuários. Art. 07. À Divisão d Sgurança d Rd Banco d Dados I - orintar controlar a xcução das atividads do srviço d tlcomunicaçõs, nvolvndo as rds d dados voz - fixa móvl, propondo, quando ncssário, a sua xpansão, substituição ou aquisição; II - propor mdidas administrativas rfrnts aos srviços d tlcomunicaçõs m gral; III - providnciar rparo, instalação rmanjamnto d quipamntos nvolvidos no srviço d tlcomunicaçõs; IV - acompanhar, controlar atstar a xcução dos srviços ralizados por trciros, no âmbito d sua comptência; V - dfinir mantr a política, planos normativos para utilização dos srviços d tlcomunicaçõs; VI - grnciar as contas d usuários nos srviços d tlcomunicaçõs; VII - grnciar os projtos rlativos aos srviços d tlcomunicaçõs, sob a orintação do Escritório d Projtos; VIII - ralizar açõs d rstauração imdiata dos srviços d tlcomunicaçõs m caso d incidnts; IX - apoiar a gstão d problmas na idntificação, avaliação rsolução d causas-raiz dos incidnts ocorridos; X - apoiar a ára d atndimnto ao usuário para avaliação d problmas falhas grais, atuando como um sgundo nívl d atndimnto m atividads rlacionadas à sua ára d atuação; XI - propor laborar projtos para aquisiçõs d produtos srviços rlacionados aos srviços d tlcomunicaçõs; XII - planjar, implantar monitorar o suport local aos usuários, no qu tang os srviços d instalação configuração d quipamntos, softwars comunicação (rd tlfonia); XIII - consolidar distribuir informaçõs para monitoramnto stratégico do dsmpnho dos srviços d tlcomunicaçõs no Ministério. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 08. Ao Scrtário-Excutivo incumb: I - suprvisionar avaliar a xcução dos programas atividads do Ministério; II - suprvisionar coordnar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos cntrais dos sistmas aftos à ára d comptência da Scrtaria-Excutiva; III - fazr cumprir as normas manadas dos Sistmas Fdrais d planjamnto d orçamnto, d contabilidad, d administração financira, d administração dos rcursos d informação informática, d pssoal civil d srviços grais, no âmbito do Ministério; IV - homologar ou rfrndar os atos vinculados à ára d comptência da Scrtaria-Excutiva; V - dcidir, m grau d rcurso, sobr atos praticados plos titulars das unidads sob a suprvisão da Scrtaria-Excutiva, dirimir conflitos d comptência ntr ssas autoridads avocar, a qualqur tmpo a su critério, a dcisão sobr quaisqur procssos administrativos outros assuntos aftos à Scrtaria-Excutiva; VI - constituir grupos d trabalhos intrdisciplinars, com o objtivo d ralizar studos spciais d naturza jurídica, técnica, conômica administrativa; VII - aprovar contratos, acordos, ajusts convênios, rlativos a atividads inrnts à Scrtaria Excutiva; VIII - autorizar afastamntos do País d srvidors do Ministério dos dirignts máximos das ntidads vinculadas a st Ministério; IX - aprovar métodos d acompanhamnto das políticas tarifárias d produtos srviços rfrnts aos srviços postais; X - suprvisionar os procssos d laboração acompanhamnto, avaliação rvisão do Plano Plurianual, Li d Dirtrizs Orçamntárias Proposta Orçamntária, no âmbito do Ministério; XI - xrcr outras atribuiçõs qu lh form comtidas plo Ministro d Estado. Art. 09. Ao Scrtário-Excutivo Adjunto incumb: I - assssorar prstar assistência dirta ao Scrtário-Excutivo na suprvisão coordnação d suas atividads; II - suprvisionar a laboração da proposta orçamntária da SEXEC, bm como acompanhar controlar a sua xcução; III - suprvisionar coordnar as atividads das Dirtorias da Scrtaria Excutiva; IV - substituir o Scrtário-Excutivo nos sus afastamntos, impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário-Excutivo. Art. 0. Ao Chf do Gabint da Scrtaria Excutiva incumb: I - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads do Gabint; II - coordnar as atividads dsnvolvidas plas unidads intgrants da strutura da SEXEC; III - assistir ao Scrtário-Excutivo na xcução d suas atribuiçõs; IV - organizar a agnda do Scrtário-Excutivo; V - praticar os atos d administração gral do Gabint; VI - atndr às parts intrssadas m assuntos a cargo do Gabint; VII - organizar o dspacho d procssos, documntos xpdints do Scrtário-Excutivo dar ncaminhamnto aos assuntos tratados no Gabint; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário-Excutivo. Art.. Aos Dirtors incumb: I - promovr, planjar, dirigir, coordnar, orintar ncaminhar a xcução das atividads das rspctivas unidads; II - auxiliar o Scrtário no xrcício d suas atribuiçõs m suas rspctivas áras d comptência; III - rprsntar as Dirtorias nos assuntos rlativos às suas áras d comptência; IV - aprovar parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. Aos Coordnadors-Grais, Coordnadors, Chfs d Divisão d Srviço incumb planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads d suas rspctivas unidads xrcr outras atribuiçõs qu lhs form comtidas CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 3. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação dst Rgimnto Intrno srão solucionados plo Scrtário- Excutivo. ANEXO III REGIMENTO INTERNO CONSULTORIA JURÍDICA JUNTO AO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVA- ÇÕES E COMUNICAÇÕES CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Consultoria Jurídica, órgão storial da Advocacia- Gral da União, I - prstar assssoria consultoria jurídica no âmbito do Ministério. II - fixar a intrprtação da Constituição, das lis, dos tratados dos dmais atos normativos, a sr uniformmnt sguida na ára d atuação do Ministério quando não houvr orintação normativa do Advogado-Gral da União; III - atuar m conjunto com os órgãos técnicos do Ministério na laboração d propostas d atos normativos qu srão submtidas ao Ministro d Estado; IV - ralizar rvisão final da técnica lgislativa mitir parcr conclusivo sobr a constitucionalidad, a lgalidad a compatibilidad com o ordnamnto jurídico das propostas d atos normativos; V - assistir o Ministro d Estado no control intrno da lgalidad administrativa dos atos do Ministério das ntidads a l vinculadas; VI - xaminar, prévia conclusivamnt, no âmbito do Ministério: a) os txtos d ditais d licitação dos rspctivos contratos ou instrumntos congênrs a srm publicados clbrados; b) os atos plos quais s rconhça a inxigibilidad ou s dcida pla dispnsa d licitação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Consultoria Jurídica - CONJUR tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint do Consultor Jurídico a) Coordnação d Organização Administrativa - COADM b) Divisão d Documntação Jurídica - DIJUR c) Divisão d Apoio Administrativo - DIAPA II - Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicação - CGJC a) Coordnação Jurídica d Radiodifusão Comrcial d Srviços Ancilars - CORSA b) Coordnação Jurídica d Licitação d Radiodifusão - CO- LIR c) Coordnação Jurídica d Radiodifusão Educativa Comunitária - COREC III - Coordnação-Gral d Licitaçõs, Contratos Atos Corrlatos - CGLC a) Coordnação Jurídica d Licitação Contratos - COLIC b) Coordnação Jurídica d Convênios Atos Corrlatos - COCAC VI - Coordnação-Gral d Assuntos Judiciais - CGAJ a) Coordnação Jurídica d Contncioso Judicial - COJUD IV - Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Ciência, Tcnologia Inovaçõs - CGCI a) Coordnação Jurídica d Assuntos Cintíficos - COACI b) Coordnação Jurídica d Tcnologia Inovaçõs - CO- TEC III - Coordnação-Gral d Tlcomunicaçõs, Suprvisão Pssoal - CGTP a) Coordnação Jurídica d Suprvisão Pssoal - COSUP Art. 3º A Consultoria Jurídica srá dirigida por Consultor Jurídico; as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors-Grais; as Coordnaçõs por Coordnadors as Divisõs por Chfs, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs mncionadas no caput do art. 3º o Consultor Jurídico Adjunto srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação prtinnt.

66 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint do Consultor Jurídico Art. 5º À Coordnação d Organização Administrativa I - assssorar dirta imdiatamnt os intgrants da CON- JUR m assuntos administrativos; II - planjar, controlar dirigir as atividads rlacionadas com: a) a tramitação d documntos procssos, comunicaçõs administrativas, rcursos humanos, matrial d consumo, patrimônio, orçamnto informática, no âmbito da Consultoria Jurídica; b) a catalogação, rgistro manutnção do acrvo documntal, lgal, jurisprudncial doutrinário da Consultoria Jurídica; III - a racionalização das tarfas administrativas prtinnts à Consultoria Jurídica a propositura d mdidas visando à organização, modrnização, informatização uniformização dos métodos d trabalho; IV - mantr arquivo atualizado d pças procssuais qu possibilit a vrificação imdiata da situação d cada fito; V - a laboração d rlatórios grnciais, no âmbito da Consultoria Jurídica; VI - providnciar a concssão d passagns diárias aos intgrants da Consultoria; VII - solicitar controlar os srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, digitalização, limpza, copa, manutnção d máquinas quipamntos outros srviços grais, no âmbito da Consultoria; VIII - coordnar as Divisõs d Documntação Jurídica d Apoio Administrativo; IX - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; X - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico, Consultor Jurídico Adjunto, Coordnadors-Gral Coordnadors. Art. 6º À Divisão d Documntação Jurídica I - assssorar os intgrants da CONJUR m assuntos administrativos; II - acompanhar as publicaçõs d lis, dcrtos, mdidas provisórias, portarias dmais atos normativos ou administrativos d intrss do Ministério, mantndo cadastro atualizado d tais publicaçõs; III - ralizar psquisa documntal com vistas a forncr subsídios aos advogados para a laboração d parcrs informaçõs; IV - mantr arquivo atualizado d pças procssuais qu possibilit a vrificação imdiata da situação d cada fito; V - rcomndar ao Consultor Jurídico a aquisição d livros a assinatura d publicaçõs d naturza jurídica; VI - organizar mantr atualizados mntários, fichários publicaçõs técnico-jurídicas litrárias, bm como as rfrnts à lgislação jurisprudência, d intrss da Consultoria, qu compõm o acrvo d sua bibliotca; VII - providnciar a aquisição, o rgistro, a classificação a consrvação d obras d intrss da Consultoria; VIII - laborar rlatórios grnciais, no âmbito da Consultoria Jurídica; IX - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência. Art. 7º À Divisão d Apoio Administrativo I - assssorar os intgrants da CONJUR m assuntos administrativos; II - rcbr, arquivar ncaminhar documntos corrspondências d intrss da Consultoria, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação dos documntos; III - rquisitar, rcbr distribuir matrial d consumo, controlar a movimntação zlar plos bns patrimoniais d rsponsabilidad da Consultoria; IV - solicitar controlar os srviços d tlcomunicaçõs, rprografia, limpza, copa, manutnção d máquinas quipamntos outros srviços grais, no âmbito da Consultoria; V - controlar xcutar trabalhos d digitação, rprografia fax; VI - xrcr o control dos rcursos tcnológicos da Consultoria Jurídica; VII - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência. Sção II Da Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicaçõs Art. 8º À Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicação I - coordnar, orintar xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a) xploração dos srviços d radiodifusão do srviço d rtransmissão d tlvisão; b) instrumntos convocatórios d licitação rlativos à xploração d srviços d radiodifusão; c) contratos convênios a srm clbrados para a xploração d srviços d radiodifusão; d) dclaração d nulidad d atos administrativos, aftos à sua ára d atuação, praticados no âmbito do Ministério ou oriundos d ntidad vinculada; ) apuração d infração rlacionada aos srviços d radiodifusão ao srviço d rtransmissão d tlvisão; f) pdidos d rconsidração, rcursos rprsntaçõs, rlativos à sua ára d comptência, dirigidos ao Ministro d Estado; g) intrprtação das disposiçõs constitucionais, lgais, rgulamntars ou normativas rlacionadas aos srviços d radiodifusão ao srviço d rtransmissão d tlvisão. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600066 II - profrir manifstaçõs jurídicas, nas matérias aftas a sta Coordnação-Gral, sobr antprojtos projtos d lis, tratados, dcrtos, rgulamntos, portarias dmais atos normativos laborados no âmbito do Ministério ou submtidos à sua aprciação; III - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; IV - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 9º À Coordnação Jurídica d Radiodifusão Educativa Comunitária I - xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts: a) aos srviços d radiodifusão d carátr ducativo; b) aos srviços d radiodifusão comunitária; c) a apuração d infração rlativa a xploração dos srviços d radiodifusão d carátr ducativo d radiodifusão comunitária; d) pdidos d rconsidração, rcursos rprsntaçõs, rlativos à sua ára d comptência, dirigidos ao Ministro d Estado. II - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; III - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicação. Art. 0. À Coordnação Jurídica d Radiodifusão Comrcial d Srviços Ancilars I - xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a) outorga d concssão, prmissão ou autorização para a xploração dos srviços d radiodifusão d carátr comrcial, bm como à transfrência dirta indirta, rnovação, dclaração d prmpção rvogação da outorga dsss srviços; b) outorga d autorização para a xploração do srviço d rtransmissão d tlvisão, bm assim à transfrência rvogação da outorga dss srviço; c) contratos convênios a srm clbrados para a xploração dos srviços d radiodifusão d carátr comrcial; d) dclaração d nulidad d atos administrativos, aftos à sua ára d atuação, praticados no âmbito do Ministério ou oriundos d ntidad vinculada; ) apuração d infração rlativa aos srviços d radiodifusão d carátr comrcial srviço d rtransmissão d tlvisão; f) pdidos d rconsidração, rcursos rprsntaçõs, rlativos à sua ára d comptência, dirigidos ao Ministro d Estado. II - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; III - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicação. Art.. À Coordnação Jurídica d Licitação d Radiodifusão I - xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a) instrumntos convocatórios d licitação rlativos à xploração d srviços d radiodifusão; b) homologação d procdimntos licitatórios rlativos à xploração d srviços d radiodifusão; c) dclaração d nulidad d atos administrativos, aftos à sua ára d atuação, praticados no âmbito do Ministério; d) pdidos d rconsidração, rcurso ou rprsntação, rlativos à sua ára d comptência, dirigidos ao Ministro d Estado. II - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; III - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Jurídicos d Comunicação. Sção III Da Coordnação-Gral d Licitaçõs, Contratos Atos Corrlatos Art. 2. À Coordnação-Gral d Licitaçõs, Contratos Atos Corrlatos I - coordnar, orintar xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a) procssos administrativos rlativos a licitaçõs, contratos, convênios, trmos d parcria, contratos d gstão outros instrumntos congênrs, xcto aquls d comptência rlacionados nas dmais Coordnaçõs-Grais; b) procssos d dispnsa ou inxigibilidad d licitação; c) lgalidad dos contratos dmais ajusts a srm clbrados no âmbito do Ministério; d) pdidos d rconsidração, rcursos ou rprsntaçõs concrnnts a sua ára d atuação. II - acompanhar propor mdidas rfrnts aos procssos administrativos qu tramitam na Controladoria-Gral da União, no Tribunal d Contas da União no Ministério Púbico, d intrss do Ministério, sm prjuízo da atuação conjunta com as dmais coordnaçõs dsta Consultoria Jurídica; III - profrir manifstaçõs jurídicas, nas matérias aftas a sta Coordnação-Gral, sobr antprojtos projtos d lis, tratados, dcrtos, rgulamntos, portarias dmais atos normativos laborados no âmbito do Ministério ou submtidos à sua aprciação; IV - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; V - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 3. À Coordnação Jurídica d Convênios Atos Corrlatos I - coordnar xcutar atividads rlacionadas à anális jurídica d procssos documntos rfrnts a: a) analisar, prévia conclusivamnt, os procssos rfrnts a convênios, acordos, trmos d parcria, contratos d gstão dmais atos corrlatos; b) instrumntos públicos d slção d ntidads para a clbração; c) minutas d instrumntos aditivos a srm clbrados; d) control d lgalidad d atos administrativos; ) pdidos d rconsidração, rcursos ou rprsntaçõs; f) acompanhar orintar a padronização d minutas d procdimntos uniforms concrnnts à sua ára d atuação; g) acompanhar orintar a aplicação d parcrs normativos d matérias concrnnts à sua ára d atuação; h) laborar studos parcrs quanto à aplicação d lgislação concrnnt à sua ára d atuação; i) acompanhar os procssos rlvants d intrss do Ministério rlativos a convênios instrumntos congênrs; j) procdr a studos parcrs quanto à aplicação da lgislação concrnnt à sua ára d atuação. II - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; III - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Licitaçõs, Contratos Atos Corrlatos. Art. 4. À Coordnação Jurídica d Licitação Contratos I - coordnar xcutar atividads rlacionadas à anális jurídica d procssos documntos rfrnts a: a) instrumntos convocatórios d licitação rlativos à aquisição d bns ou contratação d obras srviços; b) situaçõs d dispnsa d inxigibilidad d licitação rlativas à aquisição d bns contratação d obras srviços; c) lgalidad dos contratos dmais ajusts a srm clbrados no âmbito do Ministério; d) pdidos d rconsidração, rcursos ou rprsntaçõs concrnnts a sua ára d atuação. II - acompanhar orintar a padronização d minutas d procdimntos uniforms concrnnts à sua ára d atuação; III - acompanhar orintar a aplicação d parcrs normativos d matérias concrnnts à sua ára d atuação; IV - laborar studos parcrs quanto à aplicação da lgislação concrnnt à sua ára d atuação; V - acompanhar os procssos rlvants d intrss do Ministério rlativos à sua ára d atuação; VI - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; VII - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Administrativos. Sção IV Da Coordnação-Gral d Assuntos Judiciais Art. 5. À Coordnação-Gral d Assuntos Judiciais I - assistir o Consultor Jurídico no xam na intrprtação d dcisõs judiciais; II - forncr subsídios ncssários à dfsa dos intrsss da União; III - articular-s com outras unidads da Advocacia-Gral da União para a otimização dos sforços na dfsa da União m juízo; IV - acompanhar os procssos judiciais d intrss do Ministério da Advocacia-Gral da União, zlando plo corrto atndimnto das dcisõs do Podr Judiciário orintando as autoridads quanto ao xato cumprimnto dlas, obsrvados os atos normativos qu rgm a matéria; V - analisar procssos documntos, bm como mitir manifstaçõs jurídicas rfrnts a assuntos d naturza judicial; VI - profrir manifstaçõs jurídicas, nas matérias aftas a sta Coordnação-Gral, sobr antprojtos projtos d lis, tratados, dcrtos, rgulamntos, portarias dmais atos normativos laborados no âmbito do Ministério ou submtidos à sua aprciação; VII - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; VIII - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 6. À Coordnação Jurídica d Contncioso Judicial I - forncr subsídios ncssários à dfsa dos intrsss da União mdiant a laboração d manifstaçõs jurídicas a srm ncaminhadas à Advocacia-Gral da União - AGU; II - acompanhar os procssos judiciais d intrss do Ministério da Advocacia-Gral da União, zlando plo corrto atndimnto das dcisõs do Podr Judiciário orintando as autoridads quanto ao xato cumprimnto dlas, obsrvados os atos normativos qu rgm a matéria; III - analisar procssos documntos, bm como mitir manifstaçõs jurídicas rfrnts a assuntos d naturza judicial; IV - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; V - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Judiciais. Sção V Da Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Ciência, Tcnologia Inovaçõs Art. 7. À Coordnação-Gral d Assuntos Jurídicos d Ciência, Tcnologia Inovaçõs I - coordnar, orintar xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a) assuntos rlacionados à psquisa cintífica, política nacional d biossgurança, política spacial, política nuclar control da xportação d bns srviços snsívis; b) assuntos rlacionados à psquisa tcnológica inovação, política d dsnvolvimnto d informática automação, circuitos intgrados, sgurança da informação, Intrnt, inclusão digital, propridad intlctual, dirito autoral, propridad industrial podr d compra do Estado;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 67 c) rqurimntos d incntivos fiscais, bm como propostas d sua suspnsão ou cassação. II - mitir manifstação jurídica m ajusts acordos intrnacionais rlacionados aos assuntos lncados no inciso I; III - profrir manifstaçõs jurídicas, nas matérias aftas a sta Coordnação-Gral, sobr antprojtos projtos d lis, tratados, dcrtos, rgulamntos, portarias dmais atos normativos laborados no âmbito do Ministério ou submtidos à sua aprciação; IV - prstar assssoramnto jurídico ao Ministro d Estado na atividad d suprvisão das unidads d psquisa das ntidads vinculadas, rlativamnt aos assuntos lncados no inciso I; V - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; VI - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 8. À Coordnação Jurídica d Assuntos Cintíficos I - profrir manifstaçõs jurídicas sobr dmandas ou procssos qu tnham por objto assuntos rlacionados à psquisa cintífica, política nacional d biossgurança, política spacial, política nuclar control da xportação d bns srviços snsívis; II - prstar assssoramnto jurídico ao Ministro d Estado na atividad d suprvisão das unidads d psquisa das ntidads vinculadas, rlativamnt aos assuntos lncados no inciso I; III - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; IV - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Jurídicos d Ciência, Tcnologia Inovaçõs. Art. 9. À Coordnação Jurídica d Tcnologia Inovaçõs I - profrir manifstaçõs jurídicas sobr dmandas ou procssos qu tnham por objto assuntos rlacionados à psquisa tcnológica inovação, política d dsnvolvimnto d informática automação, circuitos intgrados, sgurança da informação, Intrnt, inclusão digital, propridad intlctual, dirito autoral, propridad industrial podr d compra do Estado; II - profrir manifstaçõs jurídicas sobr rqurimntos d incntivos fiscais, bm como propostas d sua suspnsão ou cassação; III - prstar assssoramnto jurídico ao Ministro d Estado na atividad d suprvisão das unidads d psquisa das ntidads vinculadas, rlativamnt aos assuntos lncados nos incisos I II; IV - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; V - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Assuntos Jurídicos d Ciência, Tcnologia Inovaçõs. Sção VI Da Coordnação-Gral d Tlcomunicaçõs, Suprvisão Pssoal Art. 20. À Coordnação-Gral d Tlcomunicaçõs, Suprvisão Pssoal I - coordnar, orintar xcutar as atividads d anális missão d manifstaçõs jurídicas m procssos documntos rfrnts a: a.srviços postais; b.tlcomunicaçõs; c.fundo d Univrsalização dos Srviços d Tlcomunicaçõs - FUST; d.fundo para o Dsnvolvimnto Tcnológico das Tlcomunicaçõs - FUNTTEL;.pssoal; f) sindicância procsso administrativo disciplinar; g) assuntos administrativos divrsos, rssalvadas as comptências das dmais Coordnaçõs-Grais. II - profrir manifstaçõs jurídicas, nas matérias aftas a sta Coordnação-Gral, sobr antprojtos projtos d lis, tratados, dcrtos, rgulamntos, portarias dmais atos normativos laborados no âmbito do Ministério ou submtidos à sua aprciação; III - profrir manifstaçõs jurídicas sobr acordos, convênios dmais ajusts d âmbito intrnacional, rfrnts às matérias aftas a sta Coordnação-Gral; IV - analisar pdidos d rconsidração, rcursos rprsntaçõs, aftos à sua ára d comptência, dirigidos ao Ministro d Estado; V - prstar apoio jurídico às comissõs d sindicância d procsso administrativo disciplinar; VI - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; VII - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 2. À Coordnação Jurídica d Suprvisão Pssoal I - profrir manifstaçõs jurídicas sobr dmandas ou procssos qu tnham por objto assuntos rlacionados a pssoal, srviços postais, tlcomunicaçõs, Fundo d Univrsalização dos Srviços d Tlcomunicaçõs - FUST Fundo para o Dsnvolvimnto Tcnológico das Tlcomunicaçõs - FUNTTEL; II - profrir manifstaçõs jurídicas sobr dmandas ou procssos qu tnham por objto assuntos rlacionados a assuntos administrativos divrsos, rssalvadas as comptências das dmais Coordnaçõs-Grais; III - profrir manifstação jurídica nos procssos rfrnts a apuração d irrgularidads funcionais; IV - analisar, prévia conclusivamnt, os procdimntos prscutórios, rcursos, pdidos d rconsidração rvisão, d outros prtinnts à matéria, cuja comptência para julgamnto sja d quaisqur das autoridads do Ministério; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600067 V - prstar apoio jurídico às comissõs d sindicância d procsso administrativo disciplinar; VI - dsnvolvr outras atividads rlacionadas com a sua ára d comptência; VII - dsmpnhar outras tarfas qu lh sjam atribuídas plo Coordnador-Gral d Atos Normativos, Suprvisão Pssoal. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 22. Ao Consultor Jurídico incumb: I - prstar assssoramnto jurídico, dirto imdiato, ao Ministro d Estado; II - planjar, dirigir, coordnar, suprvisionar, orintar avaliar as atividads dsnvolvidas pla Consultoria Jurídica; III - fixar a intrprtação da Constituição, das lis, dos tratados dos dmais atos normativos a sr uniformmnt sguida m áras d atuação coordnação, quando não houvr orintação normativa do Advogado-Gral da União; IV - zlar plo cumprimnto obsrvância das orintaçõs normativas, firmadas pla Advocacia-Gral da União; V - aprovar os parcrs, as notas, as informaçõs outros trabalhos jurídicos laborados no âmbito da Consultoria Jurídica submtê-los ao Ministro d Estado ao Advogado-Gral da União, s for o caso; VI - dlgar aos Coordnadors-Grais, Coordnadors aos mmbros da Advocacia-Gral da União a prática d atos d sua comptência; VII - indicar srvidors m xrcício na Consultoria Jurídica para rprsntá-lo nas runiõs d grupo d trabalho, atribuir-lhs srviço, missão ou studo m qualqur part do trritório nacional; VIII - dsignar srvidors para o xrcício d funçõs no âmbito da Consultoria Jurídica; IX - indicar mmbros srvidors m xrcício na Consultoria Jurídica para participação m programas cursos d trinamnto ou aprfiçoamnto; X - distribuir intrnamnt os mmbros srvidors m xrcício na Consultoria Jurídica ncssários ao su rgular funcionamnto; XI - xpdir normas instruçõs complmntars a st Rgimnto Intrno, para a xcução d srviços aftos à Consultoria Jurídica; XII - xrcr outras atribuiçõs qu lh form atribuídas plo Ministro d Estado. Parágrafo único. Podrá o Consultor Jurídico, no intrss do srviço, atribuir outros ncargos atividads às unidads sob sua suprvisão, bm assim rdistribuir trabalhos, d modo a vitar acúmulo d srviço m dtrminada unidad ou prda d prazos, administrativos judiciais. Art. 23. Ao Consultor Jurídico Adjunto incumb: I - auxiliar o Consultor Jurídico na coordnação das atividads administrativas da CONJUR; II - distribuir suprvisionar a distribuição d trabalhos no âmbito da CONJUR; III - dirigir suprvisionar a atuação das Coordnaçõs- Grais, nos trmos dst Rgimnto; IV - aprovar os parcrs, as notas, as informaçõs outros trabalhos jurídicos laborados no âmbito da Consultoria Jurídica submtê-los ao Ministro d Estado ao Advogado-Gral da União, s for o caso; V - acompanhar orintar a padronização d minutas, d parcrs d procdimntos uniforms na Consultoria Jurídica; VI - studar propor mdidas com vistas à prvnção ao ncrramnto d litígios; VII - xrcr as comptências atos qu lhs sjam atribuídos, dlgados ou subdlgados plo Consultor Jurídico; VIII - acompanhar, por solicitação do Consultor Jurídico, quaisqur assuntos d intrss da CONJUR. Art. 24. Aos Coordnadors-Grais incumb: I - aprovar os parcrs, notas, informaçõs dspachos laborados no âmbito d suas unidads, ncaminhando-os para a aprovação do Consultor Jurídico ou do Consultor Jurídico Adjunto, quando não houvr dlgação d comptência; II - mitir pronunciamnto a rspito d assuntos atinnts à sua ára d atuação; III - planjar, coordnar, orintar praticar atos d administração ncssários à xcução das atividads das rspctivas unidads; IV - zlar, conjuntamnt com o Consultor Jurídico com o Consultor Jurídico Adjunto, pla uniformização d tss ntndimntos jurídicos no âmbito da CONJUR; V - avocar as comptências das rspctivas unidads, smpr qu ncssário, como mdida d qualização d dmanda, bm como para vitar acúmulo d srviços ou prda d prazos; VI - programar, orintar controlar a distribuição a xcução das atividads a cargo d suas rspctivas unidads, quando não houvr dlgação d comptência; VII - acompanhar orintar a padronização d minutas d procdimntos uniforms concrnnts à sua ára d atuação; VIII - acompanhar orintar a aplicação d parcrs normativos d matérias concrnnts à sua ára d atuação; IX - acompanhar os procssos rlvants d intrss do Ministério rlativos à sua ára d atuação; X - studar propor mdidas com vistas à prvnção, rdução ao ncrramnto d litígios; XI - ralizar outras atividads qu lhs form atribuídas plo Consultor Jurídico. Art. 25. Aos Coordnadors incumb: I - aprovar os parcrs, notas, informaçõs dspachos laborados no âmbito d suas unidads, ncaminhando-os para a aprovação do Coordnador-Gral, quando não houvr dlgação d comptência; II - mitir pronunciamnto a rspito d assuntos atinnts à sua ára d atuação; III - planjar, coordnar, orintar praticar atos d administração ncssários à xcução das atividads das rspctivas unidads; IV- zlar, conjuntamnt com o Coordnadors-Grais, pla uniformização d tss ntndimntos jurídicos no âmbito da CON- JUR; V - avocar as comptências das rspctivas unidads, smpr qu ncssário, como mdida d qualização d dmanda, bm como para vitar acúmulo d srviços ou prda d prazos; VI - programar, orintar controlar a distribuição a xcução das atividads a cargo d suas rspctivas unidads; VII - acompanhar orintar a padronização d minutas d procdimntos uniforms concrnnts à sua ára d atuação; VIII - acompanhar orintar a aplicação d parcrs normativos d matérias concrnnts à sua ára d atuação; IX - acompanhar os procssos rlvants d intrss do Ministério rlativos à sua ára d atuação; X - studar propor mdidas com vistas à prvnção, rdução ao ncrramnto d litígios; XI - ralizar outras atividads qu lhs form atribuídas plo Coordnadors-Grais. Art. 26. Ao Chf d Divisão incumb: I - planjar, dirigir orintar a xcução das atividads da rspctiva unidad; II - submtr ao Coordnador, Consultor Jurídico Adjunto ao Consultor Jurídico os planos d trabalho os rlatórios das atividads prtinnts à sua unidad; III - xcutar outras atividads qu lh form atribuídas. CAPÍTULO V DAS CONSULTAS Art. 27. As consultas somnt srão ncaminhadas à Consultoria Jurídica plo Ministro d Estado, Chf d Gabint do Ministro, Scrtário-Excutivo, Scrtários Subscrtários ou sus substitutos vntuais. Art. 28. As consultas d intrss das ntidads vinculadas ao Ministério dvrão sr ncaminhadas à Consultoria Jurídica por intrmédio das autoridads mncionadas no art. 30, dvidamnt instruídas analisadas por órgãos técnicos com parcr conclusivo do órgão jurídico. Art. 29. As consultas d intrss dos órgãos do Ministério dvrão sr ncaminhadas à Consultoria Jurídica por intrmédio das autoridads mncionadas no art. 30, dvidamnt instruídas analisadas plos órgãos técnicos. Art. 30. Os xpdints consultas oriundos dos órgãos ntidads vinculadas ao Ministério dvrão sr autuados m Procsso Administrativo, dvidamnt instruído, qu contnha além dos dmais documntos prvistos na lgislação prtinnt: I - a idntificação do stor d origm rsponsávl pla propositura; II - xposição clara do assunto su objto; III - a justificativa d sua ncssidad, quando coubr, o ato normativo qu o ampar; IV - o pronunciamnto da unidad jurídica d origm (nota técnica, parcr, informação ou dspacho); V - a aprovação xprssa da autoridad rsponsávl. º Os procssos qu tratarm d gstão d rcursos financiros, além do pronunciamnto do órgão técnico, dvrão star instruídos com manifstação do stor orçamntário-financiro, contndo, obrigatoriamnt, dntr outros aspctos prtinnts, a indicação funcional - programática dos rcursos financiros por ond corrrão as dspsas. 2º Podrá a Consultoria Jurídica rstituir à origm, para compltar a instrução na forma dst artigo, os procssos insuficintmnt prparados, submtidos ao su xam. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 3. O parcr da Consultoria Jurídica, aprovado plo Ministro, adquir carátr normativo no âmbito do Ministério das ntidads vinculadas. Art. 32. É prrrogativa da Consultoria Jurídica dirigir-s aos órgãos intgrants da strutura do Ministério às ntidads vinculadas rquisitando informaçõs ou a ralização d diligências ncssárias à instrução d procsso submtido à sua aprciação ou ao xrcício da suprvisão ministrial. º Dvrá sr dado tratamnto urgnt prfrncial às rquisiçõs d qu trata o caput. 2º As rquisiçõs rlativas a assuntos judiciais dvrão sr atndidas no prazo nlas stipulado sua inobsrvância importará m apuração d rsponsabilidad na forma da li. Art. 33. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação dst Rgimnto Intrno srão solucionados plo Consultor Jurídico. ANEXO IV REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE RADIO- DIFUSÃO CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria d Radiodifusão I - formular propor políticas públicas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars; II - coordnar as atividads rfrnts à orintação, à xcução à avaliação das dirtrizs, objtivos mtas, rlativas aos srviços d radiodifusão, d sus ancilars auxiliars; III - propor a rgulamntação dos srviços d radiodifusão, d sus ancilars auxiliars;

68 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - procdr à avaliação técnica, opracional, conômica financira das pssoas jurídicas xcutants dos srviços d radiodifusão, d sus ancilars auxiliars; V - coordnar xcutar as atividads intgrants dos procssos d outorga, d pós-outorga d rnovação; VI - fiscalizar acompanhar a xploração dos srviços d radiodifusão d sus ancilars auxiliars nos aspctos rfrnts ao contúdo d programação das missoras, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica, conômica financira das pssoas jurídicas xcutants dsss srviços; VII - instaurar procdimnto administrativo visando à apuração d infraçõs rfrnts aos srviços d radiodifusão, aos sus ancilars auxiliars nos aspctos rfrnts ao contúdo d programação das missoras, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica, conômica financira das pssoas jurídicas xcutants dsss srviços; VIII - sancionar, por mio d suspnsão, as ntidads xcutants d srviços d radiodifusão, d sus ancilars auxiliars, m casos d comtimnto d infraçõs rlacionadas aos aspctos fiscalizados pla Scrtaria d Radiodifusão. IX - subsidiar a Scrtaria Excutiva na intgração d sistmas corporativos na gstão da informação do Ministério; X - zlar pla implmntação do Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XI - rprsntar o Ministro d Estado m foros colgiados, nacionais intrnacionais, m suas áras d atuação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria d Radiodifusão - SERAD tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria d Radiodifusão - GSRAD a) Coordnação d Documntação Informação - CODIN. Divisão d Documntação Informação d Radiodifusão Comrcial - DICOR.. Srviço d Documntação Informação d Outorgas - SEOUT.2. Srviço d Documntação Informação d Pós-Outorga COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS - SEPOS.3. Srviço d Documntação Informação d Tlvisão Digital - SEDIG 2. Divisão d Documntação d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização - DIESF 2.. Srviço d Documntação Informação d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União - SERED 2.2. Srviço d Documntação Informação d Radiodifusão Comunitária - SERCO 2.3. Srviço d Documntação Informação d Fiscalização d Outorgas - SEFOT 3. Divisão d Gstão da Informação - DIGIN 3.. Srviço d Gstão da Informação - SEGES 3.2. Srviço d Cadastro d Informaçõs d Radiodifusão - SECIR 3.3. Srviço d Apoio Administrativo - SEAPA II - Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial - DECOM a) Divisão d Acompanhamnto d Radiodifusão - DIARA. Srviço d Acompanhamnto d Radiodifusão - SEARA 2. Srviço d Control d Açõs d Radiodifusão - SE- CAR b) Coordnação-Gral d Outorgas - CGOU. Coordnação Lgal dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão - COLAN.. Divisão d Outorga Lgal dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão DILAN... Srviço d Anális Lgal dos Srviços Ancilars d Radiodifusão - SELAN..2. Srviço d Anális Lgal dos Srviços Auxiliars d Radiodifusão - SELAU 2.2. Coordnação Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão - COTAN 2.2.. Divisão d Anális Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão - DITAN 2.2... Srviço d Anális Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão - SETAN c) Coordnação-Gral d Pós-outorgas - CGPO. Srviço d Altraçõs Socitárias - SEASI 2. Coordnação d Rnovação d Outorga d Srviços d Radiodifusão - COROR 2.. Divisão d Rnovação d Outorga - DIVRO 2... Srviço Lgal d Rnovação d Outorga - SELRO 2..2. Srviço Técnico d Rnovação d Outorga - SETRO 3. Coordnação d Altração d Caractrísticas Técnicas - COACT 3.. Srviço d Altração d Caractrísticas Técnicas - SEACT d) Coordnação-Gral d Tlvisão Digital - CGTD. Srviço d Apoio Técnico Estatísticas d Tlvisão Digital - SEETD 2. Coordnação d Implantação da Tlvisão Digital - COITD 2.. Divisão d Estudos Modrnização d Tlvisão Digital - DIETD 2... Srviço d Estudos d Tlvisão Digital - SESTD 2..2. Srviço d Anális Técnica d Tlvisão Digital - S E AT D 2..3. Srviço d Modrnização d Tlvisão Digital - SEMTD 3. Coordnação d Monitoramnto d Tlvisão Digital - CORES III - Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização - DECEF plo código 000206600068 a) Srviço d Acompanhamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização - SEACP b) Srviço d Control d Açõs d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização - SECOT c) Coordnação-Gral d Fiscalização d Outorgas - CGFI. Srviço d Dgravação - SEDEG 2. Coordnação d Fiscalização d Rgim Lgal - COFIR 2.. Divisão d Fiscalização das Outorgas Lgais - DIFIS 2... Srviço d Anális d Atos Socitários - SEATO 3. Coordnação d Fiscalização d Contúdo d Aspctos não Técnicos - COFIT 3.. Srviço d Anális d Infraçõs - SEAIC 3.2. Srviço d Anális d Dnúncias - SEADE d) Coordnação-Gral d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União - CGEC. Coordnação do Rgim Lgal d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União - COLEC.. Divisão d Outorga Pós-Outorga d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União - DIPEC... Srviço d Consignaçõs da União Canal da Cidadania - SECOC..2. Srviço d Outorga d Radiodifusão Educativa - SEO- RE..3. Srviço d Pós-Outorga d Radiodifusão Educativa - SEPRE 2. Coordnação d Anális Técnica d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União - COTED 2.. Srviço d Estudos Anális Técnica - SESTE ) Coordnação-Gral d Radiodifusão Comunitária - CGRC. Srviço d Açõs d Outorga - SEARO 2. Coordnação d Procssos d Rádio Comunitária - CO- PRC 2.. Divisão d Procssos d Rádio Comunitária - DIPRC 2... Srviço d Anális Pós - Jurídica - SEAPJ 2..2. Srviço d Anális Técnica - SEANT 2..3. Srviço d Anális d Rnovação - SEARE 2..4. Srviço d Anális d Rnovação Outorga - SEAOU Art. 3º A Scrtaria d Radiodifusão srá dirigida por Scrtário, o Gabint, as Divisõs Srviços por Chfs, os Dpartamntos por Dirtors, as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors-Grais, as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria d Radiodifusão Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria d Radiodifusão I - planjar, dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads das Unidads intgrants da strutura da Scrtaria; II - analisar articular, com as dmais Unidads da Scrtaria o ncaminhamnto dos assuntos a srm submtidos ao Scrtário; III - coordnar a pauta d trabalho do Scrtário prstar assistência m sus dspachos; IV - xaminar os pdidos d audiências do Scrtário, priorizando sus atndimntos; V - coordnar rquisitar com a aprovação suprior proposta d concssõs d diárias passagns nacionais intrnacionais no âmbito dsta Scrtaria; VI - coordnar consolidar o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors dsta Scrtaria, visando à laboração d programa anual d trinamnto; VII - coordnar acompanhar as atividads administrativas d gstão d pssoal no âmbito dsta Scrtaria, VIII - coordnar a laboração do rlatório d gstão anual da Scrtaria; IX - acompanhar, m articulação com a Assssoria Parlamntar com a Consultoria Jurídica do Ministério, projtos d li instrumntos lgais, cujos tmas atividads stão sob a rsponsabilidad da Scrtaria; X - assssorar o Scrtário nas açõs d coopração intrnacional, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XI - assssorar o Scrtário nas rprsntaçõs m colgiados fóruns nacionais intrnacionais d rsponsabilidad da Scrtaria; XII - assssorar o Scrtário nas atividads d comunicação social, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XIII - assistir tcnicamnt à Scrtaria-Excutiva ao Gabint do Ministro nas atividads d rsponsabilidad da Scrtaria; XIV - prstar informaçõs forncr dados documntos da Scrtaria aos órgãos oficiais d control; XV - analisar assuntos aftos às atividads inrnts à Scrtaria; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário. Art. 6º À Coordnação d Documntação Informação I - coordnar analisar as atividads d rcbimnto, rgistro fluxo d documntos, procssos, corrspondências dmais xpdints no âmbito da Scrtaria; II - coordnar analisar as atividads ncssárias à garantia da sgurança da informação no âmbito da Scrtaria, d acordo com as normas stablcidas pla Coordnação-Gral d Tcnologia da Informação; III - coordnar analisar o tratamnto d dados informaçõs rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como do passivo procssual m tramitação no âmbito da Scrtaria; IV - articular junto à Coordnação-Gral d Tcnologia da Informação, visando garantir a sgurança das informaçõs acompanhar o dsnvolvimnto manutnção dos sistmas d informação qu apoiam as atividads da Scrtaria; V - articular junto à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs, visando garantir a sgurança das informaçõs, acompanhar a manutnção dos sistmas d informação qu apoiam as atividads da Scrtaria; VI - articular com dmais unidads da Scrtaria com vistas à uniformização d procdimntos; VII - coordnar analisar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; VIII - coordnar analisar o modlo d concssão altração d acssos aos sistmas dirtórios corporativos no âmbito da Scrtaria; IX - coordnar analisar a concssão d acssos a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; X - coordnar analisar acompanhar o dsnvolvimnto, implantação mlhorias d aplicaçõs sistmas no âmbito da Scrtaria; XI - ncaminhar documntos procssos a outros órgãos, ou intrssados m procssos d radiodifusão, mdiant dlgação spcífica. Art. 7º À Divisão d Documntação Informação d Radiodifusão Comrcial I - suprvisionar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - suprvisionar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - suprvisionar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - suprvisionar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - suprvisionar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 8º Ao Srviço d Documntação Informação d Outorgas I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 9º Ao Srviço d Documntação Informação d Pós- Outorga I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 0. Ao Srviço d Documntação Informação d Tlvisão I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art.. À Divisão d Documntação d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização I - suprvisionar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - suprvisionar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - suprvisionar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - suprvisionar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - suprvisionar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 2. Ao Srviço d Documntação Informação d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 69 I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 3. Srviço d Documntação Informação d Radiodifusão Comunitária I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 4. Ao Srviço d Documntação Informação d Fiscalização d Outorgas I - xcutar atividads administrativas com vistas a garantir a organização, tramitação, juntada a xpdição d documntos procssos; II - xcutar a classificação organização, para fins d psquisa rcupração d informaçõs, das informaçõs rlativas à procssos documntos; III - xcutar acompanhar a publicação d atos oficiais junto à Imprnsa Nacional; IV - xcutar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos m gral; V - xcutar o acompanhamnto d prazos dos procssos d radiodifusão m tramitação. Art. 5. À Divisão d Gstão da Informação I - suprvisionar o tratamnto o compilamnto d dados informaçõs rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como do passivo procssual m tramitação no âmbito da Scrtaria; II - suprvisionar as atividads ncssárias à garantia da sgurança da informação no âmbito da Scrtaria; III - suprvisionar a concssão altração d acssos aos sistmas dirtórios corporativos no âmbito da Scrtaria. Art. 6. Ao Srviço d Gstão da Informação I - xcutar o tratamnto o compilamnto d dados informaçõs rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como do passivo procssual m tramitação no âmbito da Scrtaria; II - xcutar as atividads ncssárias à garantia da sgurança da informação no âmbito da Scrtaria; III - xcutar a concssão altração d acssos aos sistmas dirtórios corporativos no âmbito da Scrtaria. Art. 7. Ao Srviço d Cadastro d Informaçõs d Radiodifusão compt organizar mantr as informaçõs cadastrais das ntidads dtntoras d outorgas autorizaçõs d srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars. Art. 8. Ao Srviço d Apoio Administrativo I - coordnar, suprvisionar controlar o prparo a organização dos xpdints da documntação submtida à aprciação do Scrtário; II - instruir procssos laborar minutas d atos corrspondências oficiais intrnos xtrnos da Scrtaria; III - xcutar as atividads d apoio administrativo no âmbito da Scrtaria; IV - rcbr ncaminhar procssos, documntos corrspondências aftos à Scrtaria, mantndo atualizadas as informaçõs sobr a tramitação d tais documntos; V - controlar os ncaminhamntos visando ao cumprimnto dos prazos lgais para rmssa d informaçõs da Scrtaria aos órgãos d control judiciais; VI - analisar, classificar cadastrar as corrspondências rcbidas xpdidas, no âmbito da Scrtaria; VII - organizar mantr atualizado o sistma d arquivo da documntação oficial dirigida às unidads da Scrtaria; VIII - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, digitalização, rprografia, manutnção d instalaçõs quipamntos d apoio logístico às runiõs. Sção II Do Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial Art. 9. Ao Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial I - subsidiar a proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial sus ancilars: II - planjar, coordnar laborar os planos nacionais d outorga, os ditais d licitação outros procssos sltivos para xcução dos srviços d radiodifusão comrcial d sus ancilars auxiliars; III - coordnar as atividads inrnts as outorgas o acompanhamnto da instalação dos srviços d radiodifusão comrcial d sus ancilars auxiliars; IV - instaurar acompanhar os procdimntos administrativos rlacionados ao dfrimnto à rvisão d outorgas dos srviços d radiodifusão comrcial d sus ancilars auxiliars; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600069 V - promovr a formalização d instrumntos rfrnts à xcução dos srviços d radiodifusão comrcial; VI - instaurar acompanhar procdimntos d pós-outorga rlativos aos srviços d radiodifusão d sus ancilars auxiliars; VII - laborar propor normas, padrõs, instruçõs manuais rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial d sus ancilars auxiliars; VIII - laborar planos d avaliação d dsmpnho da xcução dos srviços d radiodifusão comrcial d sus ancilars auxiliars; IX - coordnar conduzir os órgãos rgionais nas atividads inrnts à outorga aos procdimntos d pós-outorga dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como atividads rlativas à instalação dsts srviços; X - coordnar o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors, no âmbito d sua comptência. XI - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 20. À Divisão d Acompanhamnto d Radiodifusão I - acompanhar as dmandas dirigidas ao titular do Dpartamnto, qu xijam atndimnto imdiato; II - subsidiar o titular do Dpartamnto com informaçõs visando o atndimnto dos órgãos intrnos xtrnos; III - auxiliar o titular do Dpartamnto no acompanhamnto das atividads administrativas d gstão d pssoal; IV - acompanhar as açõs d radiodifusão comrcial sus ancilars auxiliars com vistas ao atingimnto das mtas institucionais do Dpartamnto; V - subsidiar o titular do Dpartamnto com informaçõs atinnts às açõs d radiodifusão comrcial sus ancilars auxiliars. Art. 2. Ao Srviço d Acompanhamnto d Radiodifusão I - controlar as dmandas dirigidas ao titular do Dpartamnto, qu xijam atndimnto imdiato; II - laborar rspostas para subsidiar o titular do Dpartamnto, visando o atndimnto dos órgãos intrnos xtrnos; III - ralizar o acompanhamnto das atividads administrativas d gstão d pssoal do Dpartamnto. Art. 22. Ao Srviço d Control d Açõs d Radiodifusão I - controlar as açõs d radiodifusão comrcial sus ancilars auxiliars com vistas ao atingimnto das mtas institucionais do Dpartamnto; II - laborar rspostas para subsidiar o titular do Dpartamnto com informaçõs atinnts às açõs d radiodifusão comrcial sus ancilars auxiliars. Subsção I Da Coordnação-Gral d Outorgas Art. 23. À Coordnação-Gral d Outorgas I - subsidiar a proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts aos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão; II - subsidiar a xcução das atividads d outorga dos srviços d ancilars auxiliars d radiodifusão; III - coordnar as atividads rlativas aos procdimntos d outorga d srviços ancilars auxiliars d radiodifusão, incluindo os procssos sltivos; IV - dcidir quanto ao indfrimnto d procssos no âmbito d sua ára d comptência; V - arquivar procssos d tramitação rgimntal inviávl; VI - assssorar às autoridads supriors; VII - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão, no âmbito d sua comptência; VIII - orintar suprvisionar os órgãos rgionais nas atividads inrnts à outorga dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como as atividads rlativas à instalação dsts srviços; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 24. À Coordnação Lgal dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão I - coordnar analisar as atividads d instrução formalização dos procdimntos visando à outorga do srviço ancilar auxiliar d incluindo os procssos sltivos; II - coordnar analisar os procssos d outorga para xcução dos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão. Art. 25. À Divisão d Outorga Lgal dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão compt suprvisionar xcutar as atividads inrnts instrução formalização dos procdimntos visando à outorga do srviço ancilar auxiliar d radiodifusão, incluindo os procssos sltivos. Art. 26. Ao Srviço d Anális Lgal dos Srviços Ancilars d Radiodifusão I - analisar os procssos d outorga para xcução dos srviços ancilars d radiodifusão incluindo os procssos sltivos; II - xcutar as atividads ncssárias à abrtura d avisos d habilitação. Art. 27. Ao Srviço d Anális Lgal dos Srviços Auxiliars d Radiodifusão compt analisar os procssos d outorga para xcução dos srviços auxiliars d radiodifusão. Art. 28. À Coordnação Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão compt coordnar analisar as atividads inrnts à instalação dos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão. Art. 29. À Divisão d Anális Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão compt suprvisionar as atividads inrnts á anális dos projtos d instalação d utilização d quipamntos para xcução dos srviços d rtransmissão rptição d tlvisão. Art. 30. Ao Srviço d Anális Técnica dos Srviços Ancilars Auxiliars d Radiodifusão analisar os projtos d instalação d utilização d quipamntos para xcução dos srviços d rtransmissão rptição d tlvisão. Subsção II Da Coordnação-Gral d Pós-Outorgas Art. 3. À Coordnação-Gral d Pós-Outorgas I - subsidiar a proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial; II - analisar coordnar a xcução das atividads d outorga dos srviços d radiodifusão comrcial; III - analisar coordnar as atividads inrnts à instrução d procdimntos d altraçõs d caractrísticas socitárias técnicas das ntidads dtntoras d outorgas dos srviços d radiodifusão comrcial ancilars; IV - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à rnovação rvisão d outorga d srviços d radiodifusão comrcial; V - analisar coordnar as atividads rfrnts à instrução dos procdimntos d transfrência dirta indirta d outorgas para a xcução d srviços d radiodifusão comrcial; VI - analisar coordnar as atividads rfrnts à instrução dos procdimntos d transfrência d autorizaçõs para a xcução d srviços d rtransmissão rptição d tlvisão; VII - analisar coordnar as atividads rfrnts à instrução dos procdimntos d substituição d gradora cdnt d programação d xcutants d srviços d rtransmissão rptição d tlvisão; VIII - homologar altraçõs statutárias ou contratuais ftivadas m razão d dispositivos lgais rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial, rspitadas as limitaçõs lgais; IX - dcidir quanto ao indfrimnto d procssos no âmbito d sua ára d comptência; X - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos, no âmbito d sua comptência; XI - assssorar as autoridads supriors; XII - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão comrcial, no âmbito d sua comptência; XIII - aprovar atos praticados m dcorrência d autorizaçõs prévias rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial; XIV - orintar suprvisionar os órgãos rgionais nas atividads inrnts aos procdimntos d pós-outorga dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como as atividads rlativas à instalação dsts srviços; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 32. Ao Srviço d Altraçõs Socitárias I - analisar os procssos d altração contratual ou statutária das ntidads dtntoras d outorgas para a xcução d srviços d radiodifusão comrcial; II - analisar os procssos rlativos à transfrência dirta indirta d outorgas para a xcução d srviços d radiodifusão comrcial; III - analisar os procssos rlativos à substituição d gradora cdnt d programação básica; IV - analisar os procssos rlativos à transfrência d autorização das xcutants d srviço d rtransmissão rptição d tlvisão Ȧrt. 33. À Coordnação d Rnovação d Outorgas d Srviços d Radiodifusão no âmbito d sua ára d atuação, compt coordnar analisar a xcução das atividads rfrnts à instrução dos procdimntos d rnovação d rvisão d outorga d srviços d radiodifusão, xcto aqulas rlativas à radiodifusão comunitária. Art. 34. À Divisão d Rnovação d Outorga I - suprvisionar a analis d procssos d rnovação rvisão d outorga d srviços d radiodifusão comrcial propor as açõs dcorrnts; II - suprvisionar a manutnção do control dos prazos d outorgas vincndas dos srviços d radiodifusão propor as açõs dcorrnts. Art. 35. Ao Srviço Lgal d Rnovação d Outorga I - analisar procssos d rnovação rvisão d outorga d srviços d radiodifusão propor as açõs dcorrnts; II - mantr o control dos prazos d outorgas vincndas dos srviços d radiodifusão propor as açõs dcorrnts. Art. 36. Ao Srviço Técnico d Rnovação d Outorga I - ralizar as atividads inrnts à dclaração d aptidão para rnovação d outorgas dos srviços d radiodifusão comrcial; II - ralizar as atividads inrnts à consolidação d caractrísticas técnicas d instalação dos srviços d radiodifusão. Art. 37. À Coordnação d Altraçõs d Caractrísticas Técnicas Socitárias I - analisar coordnar a xcução das atividads rfrnts à instrução d procdimntos d altração contratual ou statutária das ntidads dtntoras d outorgas d srviços d radiodifusão comrcial; II - analisar coordnar a xcução das atividads rfrnts à instrução dos procdimntos d transfrência dirta indirta d outorgas para a xcução d srviços d radiodifusão comrcial; III - analisar coordnar as atividads rfrnts à utilização d nom d fantasia para a xcução d srviços d radiodifusão, xcto os d radiodifusão comunitária;

70 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - analisar coordnar a xcução das atividads rfrnts às altraçõs d caractrísticas técnicas d novas condiçõs d opração dos srviços d radiodifusão comrcial; V - analisar coordnar a xcução das atividads rfrnts à proposição d ralização d studos, visando à altração do plano básico d distribuição d canais d srviços d radiodifusão comrcial. Art. 38. Ao Srviço d Altração d Caractrísticas Técnicas I - xcutar as atividads rfrnts às altraçõs d caractrísticas técnicas d novas condiçõs d opração dos srviços d radiodifusão comrcial; II - xcutar as atividads rfrnts à proposição d ralização d studos, visando à altração do plano básico d distribuição d canais d srviços d radiodifusão comrcial. Subsção III Da Coordnação-Gral d Tlvisão Digital Art. 39. Coordnação-Gral d Tlvisão Digital I - coordnar a xcução das atividads rfrnts às análiss d rqurimntos d consignação d canais digitais do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; II - coordnar a xcução das atividads rfrnts às análiss d rqurimntos d instalação d utilização d quipamntos d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; III - coordnar a xcução das atividads rfrnts às análiss d rqurimntos d aumnto d potência d staçõs dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; IV - coordnar a xcução das atividads rfrnts às análiss d rqurimntos d altraçõs d caractrísticas técnicas d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; V - coordnar a xcução das atividads inrnts às análiss d rqurimntos para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais, no âmbito d sua comptência; VI - coordnar a xcução das atividads inrnts às análiss d rqurimntos para uso tmporário d radiofrquências, no âmbito d sua comptência; VII - coordnar a xcução das atividads inrnts às análiss d rqurimntos d dsligamnto do sinal dvolução do canal analógico à União, rlativos aos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; VIII - coordnar as atividads inrnts ao cadastramnto d informaçõs técnicas à laboração d licnças d funcionamnto d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; XIV - assssorar, smpr qu ncssário, as autoridads supriors mdiant a laboração d studos o forncimnto d informaçõs rlvants rlacionadas ao Sistma Brasiliro d Tlvisão Digital Trrstr - SBTVD-T; X - avaliar, monitorar subsidiar as proposiçõs d políticas, as dirtrizs, os objtivos as mtas rfrnts ao procsso d transição para SBTVD-T; XI - forncr subsídios para a laboração d Plano Nacional d Outorgas rlacionado ao SBTVD-T; XII - suprvisionar o procsso do dsligamnto do sinal analógico dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão a implantação do SBTVD-T; XIII - coordnar studos com vistas ao stablcimnto d normas, mtas critérios para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão; XIV - coordnar o acompanhamnto d mtas stablcidas para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão; XV - coordnar, propor acompanhar a laboração d minutas d atos normativos rlacionados ao SBTVD-T; XVI - coordnar studos com a finalidad d propor à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs a altração do Plano Básico d Distribuição d Canais d Tlvisão Digital, m conformidad com as políticas públicas, no âmbito d sua comptência; XVII - coordnar a participação d rprsntants do Ministério m runiõs d ngociação, confrências, fóruns, organismos ntidads intrnacionais, no âmbito d sua comptência; XVIII - participar d fóruns comissõs d organizaçõs nacionais intrnacionais qu tratm d assuntos rlativos ao S B T V D - T; XIX - coordnar a laboração d propostas técnicas, a srm ncaminhadas às Assmblias d Radiocomunicaçõs às Confrências Mundiais d Radiocomunicaçõs, rfrnts ao SBTVD-T; XX - coordnar a laboração d cnários futuros para o stor d radiodifusão, notadamnt m rlação ao SBTVD-T, idntificando os impactos as altraçõs ncssárias no posicionamnto stratégico do Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs; XXI - coordnar studos sobr a volução d uso do spctro, ralizando análiss studos sobr tndências, dmandas novas tcnologias aplicaçõs qu façam uso d radiofrquências vinculadas ao SBTVD-T; XXII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 40. Ao Srviço d Apoio Técnico Estatísticas d Tlvisão Digital I - assssorar tcnicamnt o Coordnador-Gral d Tlvisão Digital no dsmpnho d suas funçõs; II - acompanhar o procsso do dsligamnto do sinal analógico dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão a implantação do SBTVD-T; III - laborar, organizar mantr o clipping com informaçõs rlacionadas à digitalização dos srviços radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600070 IV - acompanhar o cumprimnto d mtas stablcidas para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão. Art. 4. À Coordnação d Implantação da Tlvisão Digital I - analisar coordnar as análiss d rqurimntos d consignação d canais digitais do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; II - analisar coordnar as análiss d rqurimntos d instalação d utilização d quipamntos d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; III - analisar coordnar as análiss d rqurimntos d aumnto d potência d staçõs dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; IV - analisar coordnar as análiss d rqurimntos d altraçõs d caractrísticas técnicas d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; V - analisar coordnar as análiss d rqurimntos para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais, no âmbito d sua comptência; VI - analisar coordnar as análiss d rqurimntos para uso tmporário d radiofrquências, no âmbito d sua comptência; VII - analisar coordnar as análiss d rqurimntos d dsligamnto do sinal dvolução do canal analógico à União, rlativos aos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; VIII - analisar coordnar o cadastramnto d informaçõs técnicas a missão d licnças d funcionamnto d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; IX - submtr ao Coordnador-Gral d Tlvisão Digital as análiss qu rsultarm m fixação ou prorrogação d prazos para o cumprimnto d xigências, no âmbito d sua comptência; X - submtr ao Coordnador-Gral d Tlvisão Digital as análiss qu rsultarm m prorrogação d prazo para a instalação d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; XI - submtr ao Coordnador-Gral d Tlvisão Digital as análiss qu rsultarm m arquivamnto dsarquivamnto d procssos, no âmbito d sua comptência; XII - analisar coordnar a ralização d studos d viabilidad técnica, no âmbito d sua comptência; XIII - analisar coordnar a ralização d studos com a finalidad d propor à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs a altração do Plano Básico d Distribuição d Canais d Tlvisão Digital, m conformidad com as políticas públicas, no âmbito d sua comptência. Art. 42. À Divisão d Estudos Modrnização d Tlvisão Digital I - suprvisionar as proposiçõs d políticas, as dirtrizs, os objtivos as mtas rfrnts ao procsso d transição para o S B T V D - T; II - suprvisionar a atualização da rlação d canais digitais constants do Plano Básico d Tlvisão Digital do rplanjamnto d canais, com a finalidad d forncr subsídios para a laboração d Plano Nacional d Outorgas rlacionado SBTVD-T; III - suprvisionar studos com vistas ao stablcimnto d normas, mtas critérios para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão; IV - suprvisionar a laboração d minutas d atos normativos rlacionados SBTVD-T; V - suprvisionar a participação d rprsntants do Ministério m runiõs d ngociação, confrências, fóruns, organismos ntidads intrnacionais, no âmbito d sua comptência; VI - suprvisionar a laboração d propostas técnicas, a srm ncaminhadas às Assmblias d Radiocomunicaçõs às Confrências Mundiais d Radiocomunicaçõs, rfrnts ao S B T V D - T; VII - suprvisionar a laboração d cnários futuros para o stor d radiodifusão, notadamnt m rlação ao SBTVD-T, idntificando os impactos as altraçõs ncssárias no posicionamnto stratégico do Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs; VIII - suprvisionar a laboração d studos sobr a volução d uso do spctro, ralizando análiss studos sobr tndências, dmandas novas tcnologias aplicaçõs qu façam uso d radiofrquências vinculadas ao SBTVD-T. Art. 43. Ao Srviço d Estudos d Tlvisão Digital I - ralizar studos d viabilidad técnica, no âmbito d sua comptência; II - ralizar studos com a finalidad d propor à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs a altração do Plano Básico d Distribuição d Canais d Tlvisão Digital, m conformidad com as políticas públicas, no âmbito d sua comptência; III - laborar proposiçõs d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts ao procsso d transição para o SBTVD-T; IV - mantr atualizada a rlação d canais digitais constants do Plano Básico d Tlvisão Digital do rplanjamnto d canais, com a finalidad d forncr subsídios para a laboração d Plano Nacional d Outorgas rlacionado SBTVD-T; V - ralizar studos com vistas ao stablcimnto d normas, mtas critérios para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão; VI - laborar minutas d atos normativos rlacionados ao S B T V D - T. Art. 44. Ao Srviço d Anális Técnica d Tlvisão Digital I - analisar rqurimntos d consignação d canais digitais do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; II - analisar procssos rlacionados ao trmo aditivo d gradoras do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; III - analisar rqurimntos d instalação d utilização d quipamntos d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; IV - analisar rqurimntos d aumnto d potência d staçõs dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; V - analisar rqurimntos d altraçõs d caractrísticas técnicas d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; VI - analisar rqurimntos para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais, no âmbito d sua comptência; VII - analisar rqurimntos para uso tmporário d radiofrquências, no âmbito d sua comptência; VIII - analisar rqurimntos d dsligamnto do sinal dvolução do canal analógico à União, rlativos aos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, m tcnologia digital; IX - ralizar o cadastramnto d informaçõs técnicas a missão d licnças d funcionamnto d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital. Art. 45. Ao Srviço d Modrnização d Tlvisão Digital I - laborar studos documntos para subsidiar d informaçõs os rprsntants do Ministério m runiõs d ngociação, confrências, fóruns, organismos ntidads intrnacionais, no âmbito d sua comptência; II - laborar propostas técnicas, a srm ncaminhadas às Assmblias d Radiocomunicaçõs às Confrências Mundiais d Radiocomunicaçõs, rfrnts ao SBTVD-T; III - laborar cnários futuros para o stor d radiodifusão, notadamnt m rlação ao SBTVD-T, idntificando os impactos as altraçõs ncssárias no posicionamnto stratégico do Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs; IV - laborar studos sobr a volução d uso do spctro, ralizando análiss studos sobr tndências, dmandas novas tcnologias aplicaçõs qu façam uso d radiofrquências vinculadas ao SBTVD-T. Art. 46. À Coordnação d Monitoramnto d Tlvisão Digital I - analisar Coordnar o acompanhamnto do procsso do dsligamnto do sinal analógico dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão a implantação do S B T V D - T; II - analisar Coordnar o acompanhamnto d mtas stablcidas para a digitalização dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão; III - analisar Coordnar as proposiçõs d políticas, as dirtrizs, os objtivos as mtas rfrnts ao procsso d transição para o SBTVD-T; IV - analisar Coordnar a participação d rprsntants do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs m runiõs d ngociação, confrências, fóruns, organismos ntidads intrnacionais, no âmbito d sua comptência; V - analisar Coordnar a laboração d propostas técnicas, a srm ncaminhadas às Assmblias d Radiocomunicaçõs às Confrências Mundiais d Radiocomunicaçõs, rfrnts ao S B T V D - T. Sção III Do Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização Art. 47. Ao Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização I - subsidiar a proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts aos srviços d radiodifusão ducativa, comunitária d fiscalização; II - planjar, coordnar laborar os planos nacionais d outorga os procssos sltivos para xcução d srviços d radiodifusão ducativa comunitária; III- coordnar os procdimntos rlativos à obtnção rnovação d outorgas o acompanhamnto da instalação dos srviços d radiodifusão ducativa comunitária; IV - coordnar a xcução das atividads inrnts à instrução d procdimntos d altraçõs d quadros dirtivos das ntidads dtntoras d outorgas dos srviços d radiodifusão ducativa comunitária; V - instaurar procdimntos administrativos rlacionados ao dfrimnto à rvisão d outorgas consignaçõs d radiodifusão ducativa comunitária; VI - coordnar a altração d caractrísticas técnicas qu impliqum m altração do plano básico do srviço d radiodifusão ducativa sus ancilars, xcto nos casos d mudança do sistma irradiant para coordnadas fora do município d outorga d mudança d class d potência; VII - prparar os contratos rfrnts à xcução dos srviços d radiodifusão ducativa comunitária; VIII - instaurar acompanhar procdimntos d pós-outorga rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa comunitária; IX - laborar propor normas, padrõs, instruçõs manuais rfrnts aos srviços d radiodifusão ducativa comunitária; X- laborar planos d avaliação d dsmpnho da xcução d todos os srviços d radiodifusão ducativa comunitária; XI - suprvisionar a fiscalização do cumprimnto das obrigaçõs lgais rgulamntars rfrnts aos aspctos não-técnicos da xcução dos srviços, à organização da programação viculada, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 7 XII - monitorar as instauraçõs d procdimnto administrativo para apurar infraçõs comtidas por ntidads xcutants dos srviços d radiodifusão d ancilars; XIII - monitorar o cumprimnto das sançõs aplicadas aos xcutants d todos os srviços d radiodifusão d ancilars; XIV - sancionar as ntidads qu comtrm infraçõs rfrnts ao contúdo da programação viculada, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica, conômica financira das pssoas jurídicas xcutants dos srviços d radiodifusão d ancilars; XV - propor a aplicação d sançõs administrativas às ntidads qu comtram infraçõs rfrnts à organização da programação viculada, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica das pssoas jurídicas xcutants dos srviços d radiodifusão sus ancilars; XVI - laborar consultas à Consultoria Jurídica no âmbito d sua comptência; XVII - coordnar conduzir os órgãos rgionais nas atividads inrnts à outorga aos procdimntos d pós-outorga rfrnts aos srviços d radiodifusão, bm como as atividads rlativas à instalação dsts srviços; XVIII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XIX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 48. Ao Srviço d Acompanhamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária Fiscalização I - acompanhar controlar as dmandas dirigidas ao titular do Dpartamnto, qu xijam atndimnto imdiato; II - subsidiar o titular do Dpartamnto com informaçõs visando o atndimnto dos órgãos intrnos xtrnos; III - auxiliar o titular do Dpartamnto no acompanhamnto das atividads administrativas d gstão d pssoal. Art. 49. Ao Srviço d Control d Açõs d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização I - controlar as açõs d radiodifusão pública com vistas ao atingimnto das mtas institucionais do Dpartamnto; II - subsidiar o titular do Dpartamnto com informaçõs atinnts às açõs d radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização Ṡubsção I Da Coordnação-Gral d Fiscalização d Outorgas Art. 50. À Coordnação-Gral d Fiscalização d Outorgas I - coordnar analisar a laboração dos procdimntos d fiscalização aftos a sua ára d atuação; II - coordnar analisar a fiscalização do cumprimnto das obrigaçõs lgais rgulamntars rfrnts aos aspctos não-técnicos da xcução dos srviços, à organização da programação viculada, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars; III - coordnar analisar a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração procssos d avriguação d dnúncia rlativos aos srviços d radiodifusão sus ancilars; IV - instaurar procsso d apuração d infração m dcorrência da constatação d irrgularidads comtidas por ntidads xcutants dos srviços d radiodifusão sus ancilars; V - notificar as ntidads xcutants dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars acrca d irrgularidads comtidas na xploração dos srviços; VI - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências, a aprsntação d dfsa d rcursos administrativos nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars; VII - arquivar ou dsarquivar os procssos d apuração d infração outros procdimntos administrativos, no âmbito d sua comptência; VIII - coordnar analisar as açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs às ntidads xploradoras d srviços d radiodifusão sus ancilars, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; IX - propor a aplicação d sançõs administrativas às ntidads qu comtrm infraçõs rfrnts aos aspctos não-técnicos da xcução dos srviços, à organização da programação viculada, à composição socitária administrativa às condiçõs d capacidad jurídica das pssoas jurídicas xcutants dos srviços d radiodifusão sus ancilars; X - coordnar analisar a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars; XI - coordnar analisar as atividads d aprciação d rcurso administrativo; XII - coordnar analisar o cadastro das pnalidads aplicadas dos antcdnts infracionais das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão d sus ancilars; XIII - coordnar analisar a xcução das atividads inrnts ao tratamnto das dnúncias; XIV - orintar acompanhar a articulação com órgãos xtrnos, ntidads sgmntos da socidad no qu concrn à fiscalização apuração d fatos dnunciados rlativos à xploração dos srviços d radiodifusão d sus ancilars; XV - atndr às dmandas oriundas d órgãos xtrnos intrnos aftos a sua ára d atuação; XVI - autorizar a prmanência da stação fora do ar por mais d 30 (trinta) dias conscutivos das xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars, assim como nviar comunicação a rspito do fato à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs - Anatl; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660007 XVII - laborar plano anual d fiscalização dos srviços d radiodifusão sus ancilars; XVIII - mantr o control organização dos procssos d apuração d infração outros procdimntos administrativos m trâmit no âmbito d sua Coordnação; XIX - ftuar a distribuição dos procssos para anális inicial, assim como para anális dfinitiva com ou sm dfsa; XX - providnciar a xpdição d documntos vinculados, bm como controlar o nvio o rcbimnto d Avisos d Rcbimnto Postais; XXI - coordnar analisar a xpdição d documntos vinculados aos procssos d apuração d infração procssos administrativos, bm como o rcbimnto das rspctivas rspostas; XXII - coordnar analisar a libração d procssos documntos para vistas concssão d cópias; XXIII - providnciar a inscrição xclusão do rgistro d multas no sistma d gstão d créditos do Fundo d Fiscalização das Tlcomunicaçõs - FISTEL; XXIV - propor a suspnsão da xigibilidad d aplicação d pnalidads; XXV - submtr minutas d atos à aprciação das autoridads comptnts; XXVI - ralizar diligências notificaçõs rfrnts a pndências xistnts nos procssos d qu trata; XXVII - laborar consultas à Consultoria Jurídica no âmbito d sua comptência; XXVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. Ao Srviço d Dgravação I - rcbr, controlar fazr a triagm das mídias outros multimios contndo gravação d contúdo da programação das missoras; II - promovr a dgravação das mídias outros multimios para laboração do corrspondnt rlatório. Art. 52. À Coordnação d Fiscalização d Rgim Lgal I - analisar suprvisionar a fiscalização do cumprimnto das obrigaçõs lgais rgulamntars rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; II - analisar suprvisionar a laboração das pré-análiss dos laudos rlatórios d radiovidomtria dgravação, ncaminhados pla Anatl ou produzidos por st órgão, para fins d instauração ou não d procssos d apuração d infração; III - propor a instauração d procsso d apuração d infração rlativa às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; IV - propor a notificação das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; V - analisar coordnar a anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars; VI - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VII - suprvisionar as açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars do, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; VIII - analisar coordnar a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars; IX - analisar coordnar as atividads d aprciação d rcurso dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars; X - propor o arquivamnto do procsso d apuração d infração procssos administrativos rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars. Art. 53. À Divisão d Fiscalização das Obrigaçõs Lgais I - controlar a instauração d procsso d apuração d infração rlativa às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; II - orintar acompanhar a notificação das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; III - providnciar a anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; IV - orintar a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; V - promovr açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; VI - controlar a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VII - controlar as atividads d aprciação d rcurso dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VIII - orintar a laboração d minuta d nota técnica para arquivamnto do procsso d apuração d infração procssos administrativos rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars ancilars. Art. 54. Ao Srviço d Anális d Atos Socitários I - propor a instauração d procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; II - laborar a notificação das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; III - ralizar anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; IV - promovr a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; V - promovr as açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; VI - promovr a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VII - ralizar as atividads d aprciação d rcurso dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VIII - laborar minuta d nota técnica para arquivamnto do procsso d apuração d infração procssos administrativos rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars. Art. 55. À Coordnação d Fiscalização d Contúdo d Aspctos não Técnicos I - suprvisionar a fiscalização do cumprimnto das obrigaçõs lgais rgulamntars rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; II - suprvisionar a laboração das pré-análiss dos laudos rlatórios d radiovidomtria dgravação, ncaminhados pla Anatl ou produzidos por st órgão, para fins d instauração ou não d procssos d apuração d infração; III - propor a instauração d procsso d apuração d infração rlativo às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; IV - propor a notificação das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; V - coordnar a anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VI - coordnar analisar a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VII - suprvisionar as açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; VIII - coordnar analisar a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; IX - coordnar analisar as atividads d aprciação d rcurso dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; X - propor o arquivamnto do procsso d apuração d infração procssos administrativos rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; XI - rcbr, no âmbito do Dpartamnto, dar o dvido tratamnto à dnúncia; XII - promovr diligências objtivando idntificar s a ntidad dnunciada dtém outorga para xcutar o srviço objto da dnúncia; XIII - ncaminhar a solicitação d ralização d vistorias m staçõs d srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; XIV - orintar controlar a missão d documnto ltrônico d fiscalização, para a Anatl, visando à vrificação m campo d possívis irrgularidads comtidas por part d ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; XV - suprvisionar o rcbimnto dos documntos ncaminhados pla Anatl m rsposta aos pdidos d vistoria rquridos por Radar; XVI - providnciar o ncaminhamnto dos rspctivos laudos rlatórios para anális da ára comptnt, quando houvr a comprovação da irrgularidad dnunciada; XVII - suprvisionar minuta d ofício a sr nviado ao dnunciant comunicando a providência adotada com rlação a dnúncia. Art. 56. Ao Srviço d Anális d Infraçõs I - propor a instauração d procssos d apuração d infração rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; II - laborar a notificação das ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão d sus ancilars auxiliars rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars; III - ralizar anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; IV - promovr a xcução das atividads inrnts à anális dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; V - promovr as açõs rfrnts à propositura d aplicação d sançõs rlativas às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars, por dscumprimnto da lgislação prtinnt; VI - promovr a adoção d mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas às xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; VII - ralizar as atividads d aprciação d rcurso dos procssos d apuração d infração rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars; VIII - laborar minuta d nota técnica para arquivamnto do procsso d apuração d infração procssos administrativos rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars.

72 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Art. 57. Ao Srviço d Anális d Dnúncias I - rcbr, no âmbito do Dpartamnto, dar o dvido tratamnto à dnúncia; II - promovr diligências objtivando idntificar s a ntidad dnunciada dtém outorga para xcutar o srviço objto da dnúncia; III - ncaminhar a solicitação d ralização d vistorias m staçõs d srviços d radiodifusão sus ancilars; IV - providnciar a missão d documnto ltrônico d fiscalização, para a Anatl, visando à vrificação m campo d possívis irrgularidads comtidas por part d ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; V - controlar o rcbimnto dos documntos ncaminhados pla Anatl m rsposta aos pdidos d vistoria ralizados; VI - providnciar o ncaminhamnto dos rspctivos laudos rlatórios para anális da ára comptnt, quando houvr a comprovação da irrgularidad dnunciada; VII - laborar minuta d ofício a sr nviado ao dnunciant comunicando as providências adotadas m rlação à dnúncia; VIII - laborar minuta d nota técnica para arquivamnto d procssos administrativos d dnúncia rlativos às ntidads xploradoras dos srviços d radiodifusão ancilars auxiliars. Subsção II Da Coordnação-Gral d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União Art. 58. À Coordnação-Gral d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União I - subsidiar a proposição d políticas públicas, dirtrizs, mtas objtivos rfrnts aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; II - propor laborar os Planos Nacionais d Outorgas, bm como ditais rfrnts a sss planos, rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa; III - coordnar analisar a xcução das atividads inrnts à outorga pós-outorga dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignação da União sus ancilars auxiliars; IV - coordnar analisar a xcução d studos d viabilidad técnica, rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União, com vistas à solicitação d inclusão d novos canais nos planos básicos d distribuição d canais dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs; V - coordnar analisar a xcução das atividads atos rfrnts às altraçõs d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; VI - coordnar analisar a xcução das atividads inrnts à anális dos pdidos, ralizados por xcutants do srviço d radiodifusão ducativa por consignatárias da União, para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais; VII - coordnar analisar as atividads inrnts ao cadastramnto d informaçõs técnicas à laboração d licnças d funcionamnto das staçõs dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União; VIII - coordnar analisar studos projtos com vistas à laboração/rvisão d rgulamntos, normas, critérios, padrõs, instruçõs manuais rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; IX - coordnar analisar studos projtos com vistas ao dsnvolvimnto d novos srviços tcnologias rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; X - coordnar analisar o acompanhamnto, m âmbito nacional intrnacional, da volução doutrinária, rgulatória tcnológica das atividads inrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; XI - coordnar analisar a participação m fóruns comissõs d organizaçõs nacionais intrnacionais qu tratm d assuntos rlacionados à ára d radiodifusão sus ancilars auxiliars; XII - propor a articulação intgração d dsnvolvimnto tcnológico com outros projtos corporativos, na sua ára d comptência; XIII - submtr à aprciação das autoridads comptnts propostas d dfrimnto indfrimnto d pdidos d outorga d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; XIV - submtr à aprciação das autoridads comptnts propostas d dfrimnto indfrimnto d pdidos d rnovação d outorga d radiodifusão ducativa; XV - laborar consultas à Consultoria Jurídica, no âmbito d sua comptência; XVI - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars, no âmbito d sua comptência; XVII - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos, no âmbito d sua comptência; XVIII - aprovar projtos d instalação d staçõs d utilização d quipamntos rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars, no âmbito d sua comptência; XIX - orintar suprvisionar os órgãos rgionais nas atividads inrnts à outorga aos procdimntos d pós-outorga dos srviços d radiodifusão, bm como as atividads rlativas à instalação dsts srviços; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600072 XX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 59. À Coordnação do Rgim Lgal d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União I - coordnar analisar as atividads para laboração dos Planos Nacionais d Outorgas, bm como dos ditais rfrnts a sss planos, rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa; II - coordnar analisar as atividads rlativas aos procdimntos sltivos para outorga d srviços d radiodifusão ducativa; III - coordnar analisar as análiss d procssos d outorga pós-outorga d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; IV - coordnar analisar rspondr às dmandas d âmbito lgal, rlativas aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União, advindas das assssorias da Scrtaria d Radiodifusão dos radiodifusors. Art. 60. À Divisão d Outorga Pós-Outorga d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União I - suprvisionar as atividads rlativas aos procdimntos sltivos para outorga d srviços d radiodifusão ducativa; II - suprvisionar rspondr às dmandas d âmbito lgal, rlativas aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União, advindas dos radiodifusors; III - laborar, organizar mantr atualizadas as informaçõs rlacionadas aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União; IV - acompanhar o trâmit dos procssos d outorga rnovação d outorga d radiodifusão ducativa no âmbito do Congrsso Nacional. Art. 6. Ao Srviço d Consignaçõs da União Canal da Cidadania I - analisar procssos d outorga, pós-outorga dmais altraçõs lgais rfrnts ao srviço d consignaçõs da União sus ancilars; II - analisar procssos d outorga, pós-outorga dmais altraçõs lgais rfrnts ao srviço do canal da cidadania; III - laborar, organizar mantr atualizadas as informaçõs statísticas rlacionadas aos srviços do canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars. Art. 62. Ao Srviço d Outorga d Radiodifusão Educativa I - analisar procssos d outorga para xcução dos srviços d radiodifusão ducativa laborar dmais atos corrlatos ao srviço; II - laborar, organizar mantr atualizadas as informaçõs statísticas rlacionadas à outorga dos srviços d radiodifusão ducativa. Art. 63. Ao Srviço d Pós-outorga d Radiodifusão Educativa I - analisar procssos d pós-outorga d radiodifusão ducativa laborar dmais atos corrlatos ao srviço; II - laborar, organizar mantr atualizadas as informaçõs statísticas rlacionadas à pós-outorga d radiodifusão ducativa. Art. 64. À Coordnação d Anális Técnica d Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União I - suprvisionar xcutar a anális d projtos técnicos rlativos à outorga dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; II - suprvisionar xcutar as atividads atos rfrnts às altraçõs d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; III - suprvisionar as atividads inrnts à instalação dos srviços d radiodifusão ducativa canal da cidadania; IV - suprvisionar xcutar as atividads inrnts ao cadastramnto d informaçõs técnicas à laboração d licnças d funcionamnto das staçõs dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União; V - suprvisionar xcutar studos d viabilidad técnica, rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União, com vistas à solicitação d inclusão d novos canais nos planos básicos d distribuição d canais dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs; VI - suprvisionar xcutar as atividads inrnts à anális dos pdidos, ralizados por xcutants do srviço d radiodifusão ducativa por consignatárias da União, para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais; VII - suprvisionar xcutar studos projtos com vistas à laboração/rvisão d rgulamntos, normas, critérios, padrõs, instruçõs manuais rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; VIII - suprvisionar xcutar studos projtos com vistas ao dsnvolvimnto d novos srviços tcnologias rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; IX - acompanhar participar d fóruns comissõs d organizaçõs nacionais intrnacionais qu tratm d assuntos rlacionados à ára d radiodifusão sus ancilars auxiliars. Art. 65. Ao Srviço d Estudos Anális Técnica I - analisar projtos técnicos rlativos à outorga dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; II - ralizar atividads atos rfrnts às altraçõs d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars auxiliars; III - ralizar atividads inrnts ao cadastramnto d informaçõs técnicas à laboração d licnças d funcionamnto das staçõs dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União; IV - ralizar studos d viabilidad técnica, rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União, com vistas à solicitação d inclusão d novos canais nos planos básicos d distribuição d canais dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs; V - analisar pdidos, ralizados por xcutants do srviço d radiodifusão ducativa por consignatárias da União, para xcução d srviço spcial para fins cintíficos xprimntais; VI - ralizar studos projtos com vistas à laboração/rvisão d rgulamntos, normas, critérios, padrõs, instruçõs manuais rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; VII - ralizar studos projtos com vistas ao dsnvolvimnto d novos srviços tcnologias rfrnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, m spcial os rlacionados à radiodifusão ducativa, ao canal da cidadania às consignaçõs da União; VIII - acompanhar fóruns comissõs d organizaçõs nacionais intrnacionais qu tratm d assuntos rlacionados à ára d radiodifusão sus ancilars auxiliars. Subsção III Da Coordnação-Gral d Radiodifusão Comunitária Art. 66. À Coordnação-Gral d Radiodifusão Comunitária I - subsidiar a proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts ao srviço d radiodifusão comunitária ao sgmnto d comunicação comunitária; II - laborar propor Planos Nacionais d Outorgas, bm como ditais rfrnts a sss planos, dos srviços d radiodifusão comunitária; III - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à outorga dos srviços d radiodifusão comunitária; IV - analisar coordnar a anális d procssos d radiodifusão comunitária; V - analisar coordnar a xcução das atividads d consolidação d atos rfrnts a altraçõs d caractrísticas técnicas d novas condiçõs d opração dos srviços d radiodifusão comunitária; VI - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à instalação dos srviços d radiodifusão comunitária; VII - analisar coordnar as atividads inrnts ao cadastramnto d informaçõs técnicas à laboração d licnças d funcionamnto das staçõs dos srviços d radiodifusão comunitária; VIII - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à anális dos atos d pós-outorga dos srviços d radiodifusão comunitária; IX - analisar coordnar a xcução das atividads inrnts à rnovação rvisão d outorga d srviços d radiodifusão comunitária; X - submtr à aprciação das autoridads comptnts propostas d dfrimnto indfrimnto d pdidos d outorga do srviço d radiodifusão comunitária; XI - laborar consultas à Consultoria Jurídica no âmbito d sua comptência; XII - orintar suprvisionar os órgãos rgionais nas atividads inrnts à outorga aos procdimntos d pós-outorga rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como as atividads rlativas à instalação dsts srviços; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 67. Ao Srviço d Açõs d Outorga I - laborar os atos ncssários à instrução dos procssos d outorga para xcução d srviços d radiodifusão comunitária no qu concrn aos aspctos lgais; II - laborar as atividads inrnts à anális dos atos d pósoutorga jurídica dos srviços d radiodifusão comunitária. Art. 68. À Coordnação d Procssos d Rádio Comunitária I - analisar coordnar as atividads inrnts à outorga dos srviços d radiodifusão comunitária; II - analisar coordnar as atividads inrnts à instalação dos srviços d radiodifusão comunitária; III- analisar coordnar as atividads inrnts à anális dos atos d pós-outorga dos srviços d radiodifusão comunitária; IV - analisar coordnar as atividads inrnts à rnovação rvisão d outorga d srviços d radiodifusão comunitária. Art. 69. À Divisão d Procssos d Rádio Comunitária I - laborar os atos ncssários à instrução dos procssos d outorga para xcução d srviços d radiodifusão comunitária no qu concrn aos aspctos lgais; II - ralizar anális dos pdidos d rcurso administrativo.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 73 Art. 70. Ao Srviço d Anális Pós - Jurídica compt laborar as atividads inrnts à anális dos atos d pós-outorga jurídica dos srviços d radiodifusão comunitária, laborar os atos dcorrnts, bm como outros qu lh form atribuídos, obsrvadas as comptências da Coordnação Gral. Art. 7. Ao Srviço d Anális Técnica I - ralizar studos d viabilidad técnica para a laboração d Editais d Slção Pública; II - laborar os atos ncssários à instrução dos procssos d outorga para xcução d srviços d radiodifusão comunitária no qu concrn aos aspctos técnicos; III - ralizar as atividads inrnts ao licnciamnto dos srviços d radiodifusão comunitária. Art. 72. Ao Srviço d Anális d Rnovação compt analisar procssos d rnovação d outorga d srviços d radiodifusão comunitária propor as açõs daí dcorrnts, bm como outros qu lh form atribuídos, obsrvadas as comptências da Coordnação Gral. Art. 73. Ao Srviço d Anális d Rnovação Outorga compt ralizar as atividads inrnts à anális dos atos d pósoutorga dos srviços d radiodifusão comunitária laborar os atos dcorrnts, bm como outros qu lh form atribuídos, obsrvadas as comptências da Coordnação Gral. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 74. Ao Scrtário d Radiodifusão incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar avaliar a xcução das atividads das unidads qu intgram a Scrtaria; II - assssorar o Ministro d Estado no qu tang à fixação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas, nos assuntos d comptência da Scrtaria; III - rprsntar a Scrtaria nos assuntos rlativos à sua ára d comptência; IV - propor a dição d atos com vistas à adquada rgulamntação das atividads aftas à sua ára d comptência; V - aprovar studos com vistas ao dsnvolvimnto d novos srviços d radiodifusão, ancilars auxiliars, bm como os rspctivos planos d implmntação; VI - aprovar critérios procdimntos objtivando o atndimnto ao público nos assuntos rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, aftos à ára d comptência da Scrtaria; VII - promovr consultas públicas visando a propiciar a ftiva participação dos divrsos sgmntos da socidad na proposição d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rfrnts aos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, bm como na laboração da rgulamntação rlativa a sss srviços; VIII - propor a ralização d aviso d habilitação com vistas à outorga d srviços d radiodifusão d rtransmissão d tlvisão; IX - aprovar planos d avaliação d dsmpnho dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars; X - aprovar plano anual d fiscalização dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; XI - aprovar studos d viabilidad técnica socioconômica aprsntados por prtndnts à xploração d srviços d radiodifusão; XII - propor a clbração d contratos convênios, ou instrumntos congênrs, dcorrnts d outorga para xplorar srviços d radiodifusão; XIII - autorizar a nomação ou dstituição d grnts, dirtors ou administradors d ntidads dtntoras d outorgas d srviços d radiodifusão; XIV - autorizar a altração dos objtivos sociais das ntidads dtntoras d outorgas para xplorar srviços d radiodifusão; XV - propor a consignação d canais d radiofrquência dstinados à xcução d srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, dirtamnt pla União; XVI - autorizar a altração d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, nos casos d mudança do sistma irradiant para coordnadas fora da localidad d outorga, bm como d mudança d class d potência; XVII - xpdir licnça para funcionamnto d stação dos srviços d radiodifusão sus ancilars; XVIII - aplicar às prmissionárias concssionárias d srviços d radiodifusão sonora, sus ancilars auxiliars, a pnalidad d cassação ralizar sua convrsão m multa, dntro das hipótss prvistas na lgislação m vigor; XIX - aplicar às prmissionárias concssionárias d srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, a pnalidad d suspnsão ralizar sua convrsão m multa, dntro das hipótss prvistas na lgislação m vigor; XX - dcidir, m última instância, quanto aos rcursos administrativos, no âmbito d sua ára d comptência; XXI - convalidar ou dclarar a nulidad d atos administrativos, no âmbito d sua ára d atuação; XXII- propor a clbração ou aprovação dos contratos, convênios, ajusts, acordos ou instrumntos congênrs para a xcução das atividads d comptência da Scrtaria; XXIII- consignar canais d radiofrquência dstinados à transmissão digital do srviço d radiodifusão d sons imagns do srviço d rtransmissão d tlvisão; XXIV- aprovar a xcução d srviços spciais para fins cintíficos xprimntais m radiodifusão; XXV- autorizar a xcução dos srviços d rtransmissão d tlvisão, m carátr primário, d rptição d tlvisão, ancilars ao srviço d radiodifusão d sons imagns; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600073 XXVI - propor à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs a ralização d studos visando a altração dos planos básicos d distribuição d canais dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, m conformidad com as políticas públicas stablcidas para sss srviços; XXVII - xpdir os dmais atos administrativos ncssários à conscução dos objtivos da Scrtaria, m sua ára d comptência; XXVIII - dcidir sobr a aprovação da prstação d contas dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; XXIX- incluir, suspndr ou canclar o rgistro d inadimplência nos sistmas da Administração Pública Fdral, dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; XXX- xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua comptência, no Sistma d Gstão d Convênios, Contratos d Rpass Trmos d Parcria - SICONV, rlativamnt a quaisqur ajusts cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs; XXXI - aprovar a xtinção d outorga dos srviços d radiodifusão sus ancilars quando solicitada a pdido; XXXII- dtrminar a suspnsão da xigibilidad d aplicação d pnalidads, no âmbito d sua comptência; XXXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Ministro d Estado. Art. 75. Aos Dirtors d Dpartamnto, Coordnadors- Grais, Coordnadors, Chfs d Divisão Chfs d Srviço compt planjar, dirigir, coordnar, orintar, distribuir acompanhar as atividads das rspctivas unidads, xrcr outras comptências qu lhs form comtidas º Ao Dirtor do Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial compt, ainda: I - autorizar a xcução d Srviços Auxiliars d Radiodifusão Corrlatos - SARC plas concssionárias, prmissionárias autorizadas a xplorar os srviços d radiodifusão; II - xpdir licnça para funcionamnto d stação dos SARC; III - autorizar altração d caractrísticas técnicas qu impliqum m altração do plano básico dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars, xcto nos casos d mudança do sistma irradiant para coordnadas fora do município d outorga d mudança d class d potência; IV - autorizar a utilização d dnominação d fantasia por ntidads xploradoras d srviços d radiodifusão; V - aprovar projtos d instalação d staçõs d utilização d quipamntos d srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars; VI - stablcr ou prorrogar prazos para a adaptação d stação ou d concssionária, prmissionária ou autorizada às normas d xploração dos srviços d radiodifusão d sus ancilars auxiliars; VII - dcidir quanto ao indfrimnto d procssos, no âmbito d sua ára d comptência. 2º Ao Dirtor do Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização compt, ainda: I - propor a ralização d aviso d habilitação com vistas à outorga d srviços d radiodifusão; II- suprvisionar os prazos para o cumprimnto d xigências, a aprsntação d dfsa d rcursos administrativos nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; III - dtrminar a intrrupção autorizar a prmanência da stação fora do ar por mais d 30 dias conscutivos das xploradoras dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars, assim como nviar comunicação a rspito do fato à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs - Anatl; IV - propor a adoção das mdidas ncssárias ao ftivo cumprimnto das sançõs aplicadas aos xcutants dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; V - arquivar dsarquivar procssos outros procdimntos administrativos, no âmbito d sua comptência; VI - propor plano anual d fiscalização dos srviços d radiodifusão sus ancilars auxiliars; VII - dcidir quanto ao indfrimnto d procssos, no âmbito d sua ára d comptência; VIII - autorizar altração d caractrísticas técnicas qu impliqum m altração do plano básico do srviço d radiodifusão ducativa sus ancilars auxiliars, xcto nos casos d mudança do sistma irradiant para coordnadas fora do município d outorga d mudança d class d potência; IX - aprovar projtos d instalação d staçõs d utilização d quipamntos d srviços d radiodifusão ducativa sus ancilars auxiliars, consignaçõs da União sus ancilars do Canal da Cidadania; X - stablcr ou prorrogar prazos para a adaptação d stação ou d concssionária, prmissionária ou autorizada às normas d xploração dos srviços d radiodifusão ducativa d sus ancilars auxiliars; XI - aplicar d advrtência sanção d multa; XII - propor normas no âmbito d sua ára d comptência; XIII - propor à Agência Nacional d Tlcomunicaçõs - Anatl a ralização d studos visando a altração d planos básicos d distribuição d canais dos srviços d radiodifusão, sus ancilars auxiliars. 3º Ao Coordnador-Gral d Outorgas do Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial compt, ainda: I - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão, no âmbito d sua comptência; II - aprovar atos praticados m dcorrência d autorizaçõs prévias rfrnts aos srviços ancilars auxiliars d radiodifusão; III - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos, no âmbito d sua comptência; IV - submtr às instâncias supriors os rsultados dos trabalhos, inclusiv as análiss d mérito quanto ao dfrimnto indfrimnto d procssos, no âmbito d sua ára d comptência; 4º Ao Coordnador-Gral d Pós-Outorgas do Dpartamnto d Radiodifusão Comrcial compt, ainda: I - homologar altraçõs statutárias ou contratuais ftivadas m razão d dispositivos lgais, rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial, rspitadas as limitaçõs lgais II- autorizar altração d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão comrcial, dsd qu não nvolvam altração do plano básico; III- fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão comrcial, no âmbito d sua comptência; IV - prorrogar prazo para a instalação d stação dos srviços d radiodifusão comrcial; V - prorrogar prazos para a adaptação d staçõs aos Planos Básicos d Radiodifusão comrcial; VI - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos, no âmbito d sua comptência; VII - submtr às instâncias supriors os rsultados dos trabalhos, inclusiv as análiss d mérito quanto ao dfrimnto indfrimnto d procssos, no âmbito d sua ára d comptência; VIII - aprovar atos praticados m dcorrência d autorizaçõs prévias rfrnts aos srviços d radiodifusão comrcial. 5º Ao Coordnador-Gral d Tlvisão Digital compt, ainda: I - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências, no âmbito d sua comptência; II - prorrogar prazo para a instalação d staçõs do srviço d radiodifusão d sons imagns, m tcnologia digital; III - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos outros procdimntos administrativos, no âmbito d sua comptência; IV - ralizar diligências notificaçõs rfrnts a pndências xistnts nos procssos d qu trata; V - submtr às instâncias supriors os rsultados dos trabalhos, inclusiv as análiss d mérito quanto ao dfrimnto indfrimnto d procssos, no âmbito d sua ára d comptência; VI - propor a ralização d studos d viabilidad técnica, no âmbito d sua comptência. 6º Ao Coordnador-Gral d Radiodifusão Comunitária do Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização compt, ainda: I - homologar altraçõs statutárias ftivadas m razão d dispositivos lgais, rfrnts aos srviços d radiodifusão comunitária, rspitadas as limitaçõs lgais; II - autorizar altração d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão comunitária, dsd qu não nvolvam altração do plano básico; III - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão comunitária, no âmbito d sua comptência; IV - prorrogar prazo para a instalação d stação dos srviços d radiodifusão comunitária; V - prorrogar prazos para a adaptação d staçõs aos Planos d Rfrência para distribuição d canais d Srviço d Radiodifusão Comunitária; VI - autorizar o arquivamnto dsarquivamnto d procssos outros procdimntos administrativos, no âmbito d sua comptência; VII - ralizar diligências notificaçõs rfrnts a pndências xistnts nos procssos d qu trata. 7º Ao Coordnador-Gral Radiodifusão Educativa Consignaçõs da União do Dpartamnto d Radiodifusão Educativa, Comunitária d Fiscalização compt, ainda: I - homologar altraçõs statutárias ou contratuais ftivadas m razão d dispositivos lgais, rfrnts aos srviços d radiodifusão ducativa d procsso d consignação d canais à União sus ancilars auxiliars, rspitadas as limitaçõs lgais; II - autorizar altração d caractrísticas técnicas dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars dsd qu não nvolvam altração do plano básico; III - fixar ou prorrogar prazos para o cumprimnto d xigências nos procdimntos prtinnts aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignação da União sus ancilars; IV - prorrogar prazos para instalação d stação dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignação da União sus ancilars; V- prorrogar prazos para a adaptação d staçõs aos Planos d Rfrência para distribuição d canais dos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignação da União sus ancilars;

74 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 VI - arquivar dsarquivar procssos outros procdimntos administrativos, no âmbito d sua comptência; VII - aprovar projtos d instalação d staçõs d utilização d quipamntos rlativos aos srviços d radiodifusão ducativa, canal da cidadania consignaçõs da União sus ancilars, no âmbito d sua comptência. ANEXO V REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE POLÍTI- CAS E PROGRAMAS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria d Políticas Programas d Psquisa Dsnvolvimnto I - propor, coordnar acompanhar as Estratégias Nacionais d Ciência, Tcnologia Inovação; II - propor ao Ministro d Estado a criação, altração ou xtinção d políticas programas visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico da inovação no País; III - articular, implmntar grnciar políticas programas visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico da inovação no País nas áras d Ciências Exatas, das Engnharias, da Trra, da Vida, Ciências Humanas, Sociais Sociais Aplicadas m spcial m áras d intrss stratégico como a Água, Alimntos, Bioconomia, Biotcnologia, Saúd, Agropcuária, Biodivrsidad, Ecossistmas, Mtorologia, Climatologia, Mudança do Clima, Ciências do Mar Antártica, Bionrgia, Biocombustívis, Rcursos Minrais, Tcnologias para Sustntabilidad Urbana Tcnologias Sociais; IV - articular, implmntar grnciar políticas programas visando à atração d novos talntos à formação d rcursos humanos qualificados para o dsnvolvimnto cintífico, tcnológico da inovação no País, m suas áras d atuação; V - implmntar grnciar políticas programas visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico da inovação rgionalmnt quilibrado à aplicação d tcnologias modrnas à prvnção à solução d problmas sociais, m suas áras d atuação; VI - formular propor articular com órgãos ntidads, públicos privados, o dsnvolvimnto d programas açõs d inclusão social, tndo a ciência, tcnologia inovação como lmntos propulsors d rdução d dsigualdads rgionais intrarrgionais gração d inovação social; VII - propor formular políticas d ciência, tcnologia inovação voltadas para a implmntação d programas d inclusão socioprodutiva sustntávl; VIII - articular, propor implmntar mcanismos institucionais d prospcção monitoramnto da volução do progrsso cintífico tcnológico no País no xtrior, m spcial m áras d intrss stratégico para o dsnvolvimnto nacional; IX - articular, propor implmntar mcanismos institucionais d prospcção monitoramnto da volução do progrsso cintífico tcnológico no País no xtrior, m spcial m áras d intrss stratégico para o dsnvolvimnto nacional; X - formular propor políticas públicas programas d popularização da ciência divulgação d ciência tcnologia; XI - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria-Excutiva na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; XII - contribuir para a articulação xcução das políticas programas do Ministério, colaborando com sus órgãos, agências d fomnto, unidads d psquisa, bm como com outros Ministérios agências, fdrais, staduais ou municipais; XIII - intragir com ntidads órgãos, públicos privados, nacionais, strangiros ou intrnacionais, para o dsnvolvimnto, acompanhamnto avaliação d políticas, programas açõs, m suas áras d atuação; XIV - assistir tcnicamnt aos órgãos colgiados do Ministério, m suas áras d atuação; XV - subsidiar a dfinição ngociação d políticas m assuntos rlacionados com a captação d rcursos técnicos, matriais financiros intrnacionais, dstinados a programas projtos d dsnvolvimnto cintífico tcnológico; XVI - subsidiar a Scrtaria Excutiva na intgração d sistmas corporativos na gstão da informação do Ministério; XVII - zlar pla implmntação do Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XVIII - rprsntar o Ministro d Estado m foros colgiados, nacionais intrnacionais, m suas áras d atuação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria d Políticas Programas d Psquisa Dsnvolvimnto - SEPED tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria da Scrtaria d Políticas Programas d Psquisa Dsnvolvimnto - GSPED a) Divisão d Apoio Administrativo - DIADM b) Srviço d Apoio Administrativo - SEADM c) Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos - CGAP. Divisão d Formalização, Excução Acompanhamnto d Projtos - DIEAP 2. Srviço d Prstação d Contas - SEPCO II - Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências - DEPPC a) Coordnação-Gral d Ocanos, Antártica Gociências - CGOA. Coordnação d Mar, Antártica Rcursos Minrais - COMAR b) Coordnação-Gral do Clima - CGCL. Coordnação d Clima, Mtorologia Climatologia - COCMC COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600074 c) Coordnação-Gral d Ciências Humanas Sociais Aplacadas - CGHS III - Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto - DEPPD a) Coordnação-Gral d Bioconomia - CGBE. Coordnação d Água, Alimntos Enrgia - COAAE b) Coordnação-Gral d Saúd Biotcnologia - CGSB. Coordnação d Programas Projtos d Saúd, Biotcnologia Agropcuária - COSBA c) Coordnação-Gral d Biomas - CGBI. Coordnação d Biodivrsidad Ecossistmas - CO- BEC IV - Dpartamnto d Políticas Programas para Inclusão Social - DEPIS a) Coordnação-Gral d Popularização Divulgação da Ciência - CGPD. Coordnação d Projtos Espaços d Divulgação Cintífica - COPDC b) Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica - CGET. Coordnação d Extnsão Tcnológica - COEXT Art. 3º A Scrtaria srá dirigida por Scrtário, o Gabint, as Divisõs Srviços por Chfs, os Dpartamntos por Dirtors, as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors-Grais, as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria d Políticas Programas d Psquisa Dsnvolvimnto Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria d Políticas Programas d Psquisa Dsnvolvimnto I - assssorar prstar assistência dirta ao Scrtário; II - praticar os atos d administração gral do Gabint; III - xaminar rvisar os atos administrativos da Scrtaria; IV - organizar a agnda do Scrtário; V - coordnar as atividads d apoio administrativo d apoio técnico orçamntário da Scrtaria; VI - coordnar o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors da Scrtaria, visando à laboração d programa anual d trinamnto; VII - promovr a articulação ntr as difrnts unidads suprvisionados pla Scrtaria; VIII - organizar a laboração dos planos anuais plurianuais d trabalho da Scrtaria; IX - coordnar a laboração do rlatório d gstão anual da Scrtaria; X - acompanhar, m articulação com a Assssoria Parlamntar com a Consultoria Jurídica do Ministério, projtos d li instrumntos lgais, cujos tmas atividads stão sob a rsponsabilidad da Scrtaria; XI - assssorar o Scrtário nas açõs d coopração intrnacional, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XII - assssorar o Scrtário nas rprsntaçõs m colgiados fóruns nacionais intrnacionais d rsponsabilidad da Scrtaria; XIII - assssorar o Scrtário nas atividads d comunicação social, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XIV - assistir tcnicamnt à Scrtaria-Excutiva ao Gabint do Ministro nas atividads d rsponsabilidad da Scrtaria; XV - prstar informaçõs forncr dados documntos da Scrtaria aos órgãos oficiais d control; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário. Art. 6º À Divisão d Apoio Administrativo I - coordnar, suprvisionar orintar as atividads rlativas aos documntos corrspondências, corrios ltrônicos fax d intrss da Scrtaria, bm como as advindas d suas unidads, suprvisionando suas insrçõs, atualizaçõs informaçõs no Sistma Eltrônico d Informaçõs - SEI; II - xcutar o rcbimnto, rgistro, triagm, distribuição, control arquivo d documntos procssos ncaminhados à Scrtaria; III - orintar o nvio d documntos para o arquivo cntral do Ministério; IV - suprvisionar as atividads rfrnts à rquisição, à rcpção, à guarda, à distribuição ao control do stoqu do matrial d consumo, bm como rcbr mantr control do matrial prmannt da Scrtaria; V - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, digitalização, rprografia, manutnção d instalaçõs quipamntos d apoio logístico às runiõs. VI - orintar o Srviço d Apoio administrativo disponibilizar documntos informaçõs solicitados plas dmais unidads da Scrtaria; VII - orintar a xpdição a publicação d xpdints atos. Art. 7º Ao Srviço d Apoio Administrativo I - xcutar as atividads d apoio administrativo ncssárias ao dsnvolvimnto dos trabalhos do Gabint da Scrtaria; II - auxiliar provr apoio técnico administrativo à atividads aftas ao Gabint à assssoria da Scrtária; III - providnciar o nvio d documntos para o arquivo cntral do Ministério; IV - xcutar as atividads rfrnts à rquisição, à rcpção, à guarda, à distribuição ao control do stoqu do matrial d consumo, bm como rcbr mantr control do matrial prmannt da Scrtaria; V - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, d manutnção d instalaçõs d quipamntos da Scrtaria; VI - auxiliar na ralização d vntos da Scrtaria; VII - coordnar os rlatórios d ligaçõs tlfônicas; VIII - coordnar orintar as solicitaçõs d srviços logísticos; IX - coordnar orintar as solicitaçõs d srviços d informática; X - prstar apoio administrativo disponibilizar documntos informaçõs solicitados plas dmais unidads da Scrtaria; XI - providnciar a xpdição a publicação d xpdints atos. Subsção I Da Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos Art. 8º À Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos I - subsidiar a Scrtaria no planjamnto, coordnação, acompanhamnto xcução orçamntária financira d programas, projtos atividads; II - promovr a laboração, coordnar implmntar mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução orçamntária financira, m formato grncial do físico-financiro dos programas, projtos atividads sob rsponsabilidad da Scrtaria, propondo mdidas para a corrção d distorçõs para o su aprfiçoamnto, m articulação com as unidads técnicas da Scrtaria dmais unidads do Ministério; III - auxiliar na laboração acompanhamnto da xcução da proposta orçamntária anual, d planos oprativos, rlatórios grnciais d xcução dos programas açõs; IV - coordnar os atos rlativos à xcução orçamntária financira d todas as açõs planos orçamntários da Scrtaria como Unidad Gstora; V - coordnar os atos procdimntos rlativos à formalização, clbração, xcução orçamntária financira, o acompanhamnto da xcução vigência, anális da prstação d contas física financira das transfrências voluntárias firmadas no âmbito da Scrtaria, quais sjam, convênios, trmos d parcria, Trmo d Excução Dscntralizada, ajusts, contratos acordos d coopração; VI - coordnar os atos rlativos a xcução d contratos com organismos intrnacionais; VII - ralizar o acompanhamnto a vrificação do cumprimnto do objto d projtos m prstação d contas; VIII - laborar documntos rlativos ao Rlatório d Gstão, quanto aos aspctos da xcução orçamntária, financira transfrências voluntárias da Scrtaria; IX - coordnar os atos procdimntos rlativos à anális das prstaçõs d contas das transfrências voluntárias firmadas no âmbito dsta Scrtaria, m sus aspctos técnicos financiros; X - laborar rspostas às dmandas d auditoria dmais qustionamntos rlativos à Scrtaria, por part dos órgãos fdrais d control; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 9º À Divisão d Formalização, Excução Acompanhamnto d Projtos I - subsidiar a Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos quanto aos atos rlativos à xcução orçamntária financira d projtos da Scrtaria; II - xcutar atos procdimntos rlativos à formalização, clbração, acompanhamnto da xcução das transfrências voluntárias firmadas no âmbito da Scrtaria; III - ralizar os atos rlativos à xcução orçamntária financira d contratos com organismos intrnacionais a cargo da Scrtaria; IV - ralizar os atos rlativos à Excução Orçamntária Financira da Scrtaria; V - ralizar os procdimntos formais d rgistro no Sistma d Convênios - SICONV; VI - vrificar acompanhar a rgularidad do proponnt; VII - ralizar os atos rlativos à formalização clbração das transfrências voluntárias no âmbito da Scrtaria, laboração d minutas dos rspctivos trmos, com o ncaminhamnto às áras comptnts, aos convnnts /ou parciros, para assinatura postrior publicação; VIII - ralizar os atos rlativos aos aditamntos apostilamntos dos trmos firmados no âmbito da Scrtaria; IX - acompanhar a xcução financira dos projtos apoiados pla scrtaria, por mio do SICONV pla ralização d visitas in loco; X - acompanhar a volução dos créditos dscntralizados da Scrtaria; XI - solicitar ao Stor d Orçamnto Finanças do Ministério os rcursos financiros para rpass as unidads parciras pagamntos das dspsas administrativas da Scrtaria; XII - acompanhar a volução da xcução orçamntária da Scrtaria, monitorar as mndas parlamntars, o Projto d Li Orçamntária Anual - PLOA, a Li Orçamntária Anual - LOA; XIII - ralizar os atos ncssários ao rgistro control d rstos a pagar da Scrtaria; XIV - ftuar os atos contábil da Scrtaria, por mio do Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI; XV - assistir à Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos na consolidação dos documntos rlativos ao Rlatório d Gstão, quanto aos aspctos da xcução orçamntária, financira transfrências voluntárias da Scrtaria;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 75 XVI - oprar, no aspcto da xcução orçamntária financira, o Sistma d Concssão d Diárias Passagns - SCDP, no âmbito da Scrtaria. Art. 0. Ao Srviço d Prstação d Contas I - subsidiar a Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos quanto aos atos rlativos ao acompanhamnto vrificação da xcução d projtos m prstação d contas da Scrtaria; II - subsidiar a Coordnação-Gral d Excução Acompanhamnto d Projtos quanto aos atos procdimntos rlativos à anális das prstaçõs d contas das transfrências voluntárias firmadas no âmbito dsta Scrtaria, m sus aspctos técnicos financiros; III - ralizar os atos rlativos ao acompanhamnto dos prazos d vigências d prstação d contas dos trmos firmados no âmbito da Scrtaria, com a ralização d diligências, quando ncssárias; IV - coordnar as atividads rlativas às diligências d órgãos d control; V - analisar, m su aspcto técnico, as prstaçõs d contas dos trmos firmados no âmbito da Scrtaria; VI - ralizar, no âmbito das prstaçõs d contas no aspcto técnico, diligências junto aos convnnts, com vistas à complmntação d documntos ncssários à anális; VII - vrificar a xcução física dos trmos firmados no âmbito da Scrtaria, por mio d visita "in loco", quando ncssário, no intuito d avaliar o alcanc /ou cumprimnto do objto. VIII - analisar, m su aspcto financiro, as prstaçõs d contas dos trmos firmados no âmbito da Scrtaria; IX - ralizar, no âmbito das prstaçõs d contas no aspcto financiro, diligências junto aos convnnts, com vistas a complmntação d documntos ncssários à anális /ou dvolução d rcursos; X - ralizar os atos rlativos ao ncaminhamnto d procssos, para instauração d Tomada d Contas Espcial - TCE, à Storial Contábil do órgão. Sção II Do Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências Art.. Ao Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências I - subsidiar a formulação d políticas a dfinição d stratégias para a implmntação d programas açõs d fomnto nas áras d Ciências Exatas, das Engnharias, da Trra, da Vida, Ciências Humanas, Sociais Sociais Aplicadas, m spcial, m áras d intrss stratégico como a Mtorologia, Climatologia, Mudança do Clima, Ciências do Mar Antártica, Rcursos Minrais Gociências; II - propor objtivos mtas a srm alcançados na implmntação d programas açõs d psquisa dsnvolvimnto III - coordnar as atividads rlacionadas às políticas às stratégias para a implmntação d programas cintíficos d dsnvolvimnto d tcnologia ncssários às atividads d prospcção cintífica; IV - planjar coordnar a implmntação d programas, açõs planos orçamntários intgrados d coopração técnico-cintífica com organismos nacionais intrnacionais com ntidads privadas, m articulação com as dmais unidads do Ministério; V - participar da articulação d açõs, m conjunto com outros órgãos do Ministério, com ntidads govrnamntais privadas, m ngociaçõs d programas projtos afins rlacionados com a política nacional d ciência, tcnologia inovação, junto às agências intrnacionais d dsnvolvimnto coopração; VI - stimular a criação d programas struturants qu contribuam para a concpção d soluçõs tcnológicas voltadas para a mlhoria da qualidad d vida, por mio da implmntação d açõs qu promovam a conscução d cidads mais sustntávis inclusivas; VII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Ocanos, Antártica Gociências Art. 2. À Coordnação-Gral d Ocanos, Antártica Gociências I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras d Ocanos, Antártica Gociências; II - coordnar, implmntar acompanhar a xcução das stratégias nacionais d ciência, tcnologia inovação, nas áras d sua comptência, contribuindo para a xcução das Políticas Nacionais d Ocanos, Antártica Gociências; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação - PD&I nas áras d Ocanos, Antártica Gociências; IV - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; V - acompanhar participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados a Ocanos, Antártica Gociências; VI - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, convnçõs intrnacionais protocolos, m particular o Tratado da Antártica a Convnção das Naçõs Unidas sobr o Dirito do Mar, além dos dmais instrumntos aftos às suas áras d atuação; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600075 VII - apoiar scrtariar o Comitê Nacional d Psquisas Antárticas - CONAPA, conform prvê o Dcrto nº 79, d 5 d janiro d 996, o Comitê d Ciências do Mar - CCM, conform Portaria nº 404, d 05 d junho d 202, buscando implmntar as dlibraçõs d ambos; VIII - promovr, coordnar rprsntar o Ministério m atividads rlativas às Ciências Ocânicas da Comissão Ocanográfica Intrgovrnamntal (COI), cumprindo a atribuição ministrial d Instituição Nacional dsignada junto à COI, conform prvisto no Dcrto s/n d 5 d Janiro d 994; IX - rprsntar o Ministério na Comissão Intrministrial para os Rcursos do Mar - CIRM, sus órgãos colgiados, inclusiv coordnando o Comitê d Biotcnologia Marinha; X - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d políticas programas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; XI - apoiar a xcução d psquisas m suas áras d atuação, d forma multidisciplinar intgrada, promovndo a gstão compartilhada d navios outras infrastruturas d psquisa coordnando Rds d Psquisa sob sua rsponsabilidad, m strita colaboração com os dmais ators nacionais, garantindo o atndimnto adquado à comunidad cintífica; XII - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação m sua ára d atuação; XIII - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. À Coordnação d Mar, Antártica Rcursos Minrais I - auxiliar no cumprimnto das comptências da Coordnação-Gral d Ocanos, Antártica Gociências, rprsntando-a quando dsignado; II - acompanhar assistir tcnicamnt as implmntaçõs das políticas públicas voltadas à psquisa cintífica, ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação nos tmas rlativos a Ocanos, Antártica Rcursos Minrais, inclusiv prstando apoio técnico cintífico aos órgãos da administração pública fdral, stadual municipal, quando oportuno; III - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação, m spcial o Comitê Nacional d Psquisa Antártica - CONAPA o Comitê d Ciências do Mar - CCM; IV - rprsntar assistir tcnicamnt os órgãos colgiados, comitês, grupos d trabalho fóruns rlacionados à psquisa cintífica, dsnvolvimnto tcnológico inovação nos tmas d sua comptência; V - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; VI - laborar subsídios técnicos políticos às açõs d promoção da psquisa cintífica tcnológica na ára d sua comptência; VII - acompanhar laborar rlatórios dmais documntos técnicos qu auxilim no cumprimnto das comptências da Coordnação-Gral d Ocanos, Antártica Gociências, incluindo aspctos financiros, midiáticos d promoção da psquisa cintífica, m articulação com dmais ntidads nvolvidas, quando coubr; VIII - acompanhar a implmntação coordnar a opracionalização do Instituto Nacional d Psquisas Ocânicas Hidroviárias (INPOH); IX - articular atividads stratégicas ao dsnvolvimnto do País, como o Plano d Trabalho d xploração minral m águas além da jurisdição nacional, aprovada pla Autoridad Intrnacional dos Fundos Marinhos - ISBA/ONU o Plano d Ação da Ciência Antártica para o Brasil; X - promovr apoiar a ralização d vntos técnicos cintíficos no âmbito d suas áras d atuação. Subsção II Da Coordnação-Gral do Clima Art. 4. À Coordnação-Gral do Clima I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras d Mtorologia, Climatologia Mudança do Clima; II - coordnar, implmntar acompanhar as stratégias nacionais d ciência, tcnologia inovação, nas áras d sua comptência, contribuindo para a xcução das Políticas Nacionais d Mtorologia, Climatologia Mudança do Clima; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d PD&I nas áras d Mtorologia, Climatologia Mudança do Clima; IV - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; V - acompanhar participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados a Mtorologia, Climatologia Mudança do Clima; VI - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, convnçõs intrnacionais protocolos, m particular a Convnção-Quadro das Naçõs Unidas sobr Mudança do Clima a Convnção d Vina para a Protção da Camada d Ozônio; VII - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d políticas programas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; VIII - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação m sua ára d atuação; IX - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; X - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 5. À Coordnação d Clima, Mtorologia Climatologia I - coordnar, acompanhar, avaliar divulgar programas projtos d PD&I nas áras d Mtorologia, Climatologia Mudança do Clima; II - apoiar, acompanhar avaliar a atuação da Rd Brasilira d Psquisa sobr Mudança do Clima; III - apoiar a laboração a divulgação dos rlatórios d avaliação dmais documntos do Painl Brasiliro sobr Mudança do Clima; IV - propor coordnar a xcução d projtos d coopração técnica intrnacional m sua ára d atuação; V - coordnar, laborar, rvisar, monitorar divulgar priodicamnt stimativas, invntários projçõs d missõs d gass d fito stufa do país, bm como mantr aprimorar bancos d dados, m particular, o Sistma d Rgistro Nacional d Emissõs; VI - coordnar xcutar açõs dcorrnts dos compromissos assumidos m acordos convnçõs intrnacionais na sua ára d atuação, m particular as Comunicaçõs Nacionais do Brasil, os Rlatórios d Atualização Binal, o Mcanismo d Dsnvolvimnto Limpo o Mcanismo Tcnológico da Convnção-Quadro das Naçõs Unidas sobr Mudança do Clima; VII - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação, m particular a Comissão Intrministrial d Mudança Global do Clima; VIII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad. Subsção III Da Coordnação-Gral d Ciências Humanas Sociais Aplicadas Art. 6. À Coordnação-Gral d Ciências Humanas Sociais Aplicadas I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Ciências, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras d Ciências Humanas Sociais Aplicadas, m spcial no suport aos procssos d transição para cidads brasiliras mais sustntávis; II - coordnar, implmntar acompanhar a implmntação das stratégias nacionais d Ciência, Tcnologia Inovação, nas áras d sua comptência; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d PD&I orintados para a promoção d Cidads Sustntávis por mio do dsnvolvimnto d psquisas aplicadas implmntação d pilotos m áras d gstão racional d rcursos naturais, sanamnto ambintal, transport coltivo mobilidad urbana, sistmas sustntávis d nrgia, matriais técnicas para construçõs sustntávis, agricultura urbana priurbana frramntas para planjamnto urbano intgrado sustntávl; IV - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; V - acompanhar participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados às áras d Ciências Humanas Sociais Aplicadas; VI - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, protocolos convnçõs intrnacionais, m particular quanto aos tmas aftos às áras d Ciências Humanas Sociais Aplicadas; VII - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d programas políticas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; VIII - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação m sua ára d atuação; IX - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; X - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; XI - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação; XII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Sção III Do Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto Art. 7. Ao Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto I - subsidiar a formulação d políticas a dfinição d stratégias para a implmntação d programas açõs d fomnto nas áras d Ciências Exatas, das Engnharias, da Trra, da Vida, Ciências Humanas, Sociais Sociais Aplicadas m áras d intrss stratégico como Água, Alimntos, Biodivrsidad, Ecossistmas, Bioconomia, Biotcnologia, Saúd, Radiofármacos, Enrgia Nuclar, Agropcuária, Bionrgia Biocombustívis; II - propor objtivos mtas a srm alcançados na implmntação d programas açõs d psquisa dsnvolvimnto; III - acompanhar coordnar as atividads rlacionadas às políticas stratégias para a implmntação d programas cintíficos d dsnvolvimnto d tcnologia ncssários às atividads d prospcção cintífica das suas áras d comptência;

76 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - planjar coordnar a implmntação d programas, açõs planos orçamntários intgrados d coopração técnico-cintífica com organismos nacionais intrnacionais ntidads privadas, m articulação com as dmais unidads do Ministério; V - participar da articulação d açõs, m conjunto com outros órgãos do Ministério, com ntidads govrnamntais privadas, m ngociaçõs d programas projtos afins rlacionados com a política nacional d ciência, tcnologia inovação, junto às agências intrnacionais d dsnvolvimnto coopração. VI - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; VII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Bioconomia Art. 8. À Coordnação-Gral d Bioconomia I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico d inovação nas áras d Bioconomia, Água, Alimntos Enrgia; II - coordnar, implmntar acompanhar a xcução das stratégias nacionais d ciência, tcnologia inovação, nas áras d sua comptência, contribuindo para a xcução das Políticas Nacionais d Bioconomia, Água, Alimntos Enrgia; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d psquisa, dsnvolvimnto inovação nas áras d sua comptência; IV - promovr dfinir políticas qu nortim as atividads d psquisa, dissminação, divulgação transfrência d conhcimntos, tcnologias inovaçõs ligadas às áras d Bioconomia, Água, Alimntos Enrgia; V - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs, públicas privadas, nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; VI - acompanhar participar d atividads, runiõs, grupos d trabalho, comissõs, comitês, conslhos fóruns, nacionais intrnacionais, m assuntos rlacionados as áras d Bioconomia, Água, Alimntos Enrgia; VII - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, convnçõs intrnacionais protocolos nos tmas aftos as áras d Bioconomia, Água, Alimntos Enrgia; VIII - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d políticas programas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; IX - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d Bioconomia, Água, Alimntos E n rg i a ; X - subsidiar a laboração, o acompanhamnto a implmntação das lgislaçõs prtinnts à bioconomia. XI - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; XII - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; XIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 9. À Coordnação d Água, Alimntos Enrgia I - assistir à Coordnação-Gral d Bioconomia na formulação d políticas na dfinição d stratégias para implmntação dos programas, açõs atividads visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico d inovação nas áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; II - coordnar acompanhar a xcução d programas projtos d psquisa, dsnvolvimnto inovação nas áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; III - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação nas áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; IV - coordnar, xcutar, acompanhar scrtariar conslhos comissõs, m spcial Rds d Psquisa, sob sua rsponsabilidad; V - propor, coordnar avaliar studos stratégicos a idntificação d dmandas oportunidads nas áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; VI - acompanhar participar d atividads, runiõs, grupos d trabalho fóruns, nacionais intrnacionais, m tmas rlacionados as áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; VII - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados fóruns, nacionais intrnacionais, nas áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar; VIII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad; IX - assssorar a Coordnação-Gral d Bioconomia na laboração acompanhamnto da xcução da proposta orçamntária anual das suas açõs sob sua rsponsabilidad; X - laborar, coordnar, assistir implmntar mtodologias d acompanhamnto avalição suprvisionar a xcução técnica, grncial físico-financira das açõs sob sua rsponsabilidad; XI - promovr apoiar a ralização d vntos técnicos cintíficos no âmbito das áras d Bioconomia d Sgurança Hídrica, Enrgética Alimntar. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600076 Subsção II Da Coordnação-Gral d Saúd Biotcnologia Art. 20. À Coordnação-Gral d Saúd Biotcnologia I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras d saúd, biotcnologia agropcuária; II - coordnar, implmntar acompanhar as stratégias nacionais d ciência, tcnologia inovação, nas áras d sua comptência, contribuindo para a xcução das Políticas Nacionais d Saúd, Biotcnologia Agropcuária; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d PD&I nas áras d sua comptência; IV - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; V - acompanhar, participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados à suas áras d comptência; VI - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, convnçõs intrnacionais protocolos, m particular quanto aos tmas aftos às áras d saúd, biotcnologia agropcuária; VII - coordnar, xcutar scrtariar conslhos comissõs sob sua rsponsabilidad, m spcial o Cntro Brasil-Argntina d Biotcnologia - CBAB Rds d Psquisa Tmáticas sob sua rsponsabilidad; VIII - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d políticas programas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; IX - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação m sua ára d atuação; X - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; XI - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; XII - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados, comissõs conslhos sob sua rsponsabilidad; XIII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 2. À Coordnação d Programas Projtos d Saúd, Biotcnologia Agropcuária I - subsidiar a Coordnação-Gral d Saúd Biotcnologia, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras da saúd, biotcnologia agropcuária; II - coordnar acompanhar a xcução d programas projtos d PD&I nas áras d saúd, biotcnologia agropcuária; III - coordnar a implmntação as atividads das Rds d Psquisas Tmáticas sob sua rsponsabilidad; IV - coordnar tcnicamnt a xcução d programas projtos d coopração qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência, m spcial, o Cntro Brasiliro-Argntino d Biotcnologia (CBAB) o Cntro Intrnacional d Engnharia Gnética Biotcnologia (CIEGB); V - acompanhar, participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados à suas áras d comptência; VI - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados, comissõs conslhos sob sua rsponsabilidad; VII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad; VIII - assssorar a Coordnação-Gral d Saúd Biotcnologia na laboração acompanhamnto da xcução da proposta orçamntária anual das açõs sob sua rsponsabilidad. Subsção III Da Coordnação-Gral d Biomas Art. 22. À Coordnação-Gral d Biomas I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas d Dsnvolvimnto, na formulação d políticas dfinição d stratégias para a implmntação d programas, açõs atividads, visando ao dsnvolvimnto cintífico, tcnológico inovativo nas áras d Biodivrsidad, Ecossistmas Biomas; II - coordnar, implmntar acompanhar a xcução das stratégias nacionais d ciência, tcnologia inovação, nas áras d sua comptência, contribuindo para a xcução das Políticas Nacionais rlacionadas ao mio ambint; III - fomntar, apoiar coordnar programas projtos d PD&I nas áras d Biodivrsidad, Ecossistmas Biomas; IV - coordnar tcnicamnt participar das açõs d articulação ntr o Ministério instituiçõs nacionais strangiras, visando ao dsnvolvimnto fortalcimnto cintífico tcnológico das áras d sua comptência; V - acompanhar, participar d atividads, runiõs, comissõs, comitês, conslhos fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados à suas áras d comptência; VI - acompanhar, subsidiar apoiar a implmntação d tratados, convnçõs intrnacionais protocolos, m particular quanto aos tmas aftos às suas áras d atuação m spcial quanto à Convnção da Divrsidad Biológica; o Protocolo d Nagoia; o Protocolo d Cartagna, a Convnção das Naçõs Unidas d Combat à Dsrtificação a Convnção d Estocolmo sobr Polunts Orgânicos Prsistnts; VII - coordnar, xcutar scrtariar conslhos, comissõs, câmaras Rds d Psquisa sob sua rsponsabilidad; VIII - participar da formulação, implmntação acompanhamnto d políticas programas d coopração intrnacional qu vnham a fortalcr as açõs d sua comptência; IX - articular açõs para captação gstão d rcursos dstinados ao fomnto d capacitação, psquisa, dsnvolvimnto tcnológico inovação m sua ára d atuação; X - subsidiar tcnicamnt a Scrtaria na laboração rvisão do Plano Plurianual do Orçamnto Anual; XI - laborar, xcutar acompanhar a proposta orçamntária anual sob sua rsponsabilidad; XII - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação; XIII - laborar coordnar planos oprativos rlatórios grnciais d xcução d programas sob sua rsponsabilidad; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 23. À Coordnação d Biodivrsidad Ecossistmas I - subsidiar a Coordnação-Gral d Biomas na formulação d políticas dfinição d stratégias implmntação d programas, açõs atividads nas áras d Biodivrsidad, Ecossistmas Biomas; II - acompanhar auxiliar na coordnação d programas, rds projtos d PD&I nas áras d Biodivrsidad, Ecossistmas Biomas; III - coordnar a xcução d projtos d coopração técnica intrnacional sob sua rsponsabilidad; IV - subsidiar açõs d acompanhamnto dcorrnts dos compromissos assumidos m acordos convnçõs intrnacionais nas áras d comptência da Coordnação-Gral; V - acompanhar participar d atividads, runiõs fóruns nacionais intrnacionais m assuntos rlacionados às suas áras d comptência; VI - assssorar a Coordnação-Gral no acompanhamnto da xcução da proposta orçamntária anual das açõs sob sua rsponsabilidad; VII - subsidiar a laboração d planos oprativos produzir rlatórios statísticos grnciais d xcução dos programas aftos à Coordnação-Gral. Sção IV Do Dpartamnto d Políticas Programas para Inclusão Social Art. 24. Ao Dpartamnto d Políticas Programas para Inclusão Social I - formular implmntar políticas, programas a dfinir stratégias para a popularização à divulgação ampla d conhcimntos cintíficos tcnológicos no âmbito da socidad não spcializada; II - fomntar a ampliação nas instituiçõs brasiliras d nsino psquisa d práticas modlos inovadors d comunicação pública da ciência tcnologia qu intrajam com os sabrs dmandas locais; III - coordnar a laboração, para xcução por intrmédio dos mios d comunicação, d stratégias d popularização d ciência tcnologia voltadas à mlhoria da ducação cintífica; IV - planjar, coordnar, suprvisionar xcutar a gração d contúdos no âmbito da Educação, Divulgação Popularização da Ciência, Tcnologia Inovação; V - articular açõs colaborar com ntidads govrnamntais privadas m programas projtos rlacionados à popularização da ciência da tcnologia com vistas à alfabtização cintífica, ao dsnvolvimnto da cidadania plna mlhoria da ducação cintífica; VI - promovr a formação d profissionais para a popularização divulgação d ciência tcnologia no País para a apropriação da ducação não formal por profssors da formação inicial; VII - formular acompanhar indicadors d dsmpnho da política d popularização divulgação d ciência tcnologia, xtnsão tcnológica, dsnvolvimnto sustntávl, sgurança alimntar nutricional, tcnologia sociais assistivas; VIII - propor coordnar a xcução d studos, diagnósticos psquisas sobr a prcpção pública da ciência tcnologia, a fim d subsidiar o aprfiçoamnto d políticas públicas na ára; IX - dfinir acompanhar as mtas os rsultados a srm alcançados na implmntação d programas, projtos atividads aftos a sua ára d comptência; X - stimular açõs d dsnvolvimnto d programas voltados à ducação cintífica a distância, bm como o uso d plataforma d compartilhamnto d rcursos didáticos no âmbito das instituiçõs d nsino d outros organismos cintífico-culturais, ntr outras atividads afins; XI - planjar articular programas, projtos açõs para a criação, o dsnvolvimnto a gstão d spaços cintífico-culturais; XII - propor, articular, coordnar avaliar procssos d capacitação d gstors públicos, ducadors, psquisadors sobr a implantação gstão d spaços cintífico-culturais; XIII - propor coordnar a xcução d studos diagnósticos para aprimorar as políticas públicas m curso; XIV - contribuir para o dsnvolvimnto d uma política nacional d Tcnologia Social, propondo programas d dsnvolvimnto socioconômico rradicação da pobrza miséria, por mio d produtos, técnicas ou mtodologias raplicávis, dsnvolvidas m intração com a socidad; XV - stimular apoiar projtos açõs no âmbito da Política Nacional da Pssoa com Dficiência qu propicim a intração d instituiçõs d psquisa com stor produtivo a formação d rds intrinstitucionais visando o dsnvolvimnto d produtos, srviços tcnologias na ára d tcnologia assistiva; XVI - propor coordnar açõs d Extnsão tcnológica qu nvolvam o procsso intrdisciplinar, cultural, político promovndo a intração transformadora ntr a univrsidad outros stors da socidad por mio do nsino, da psquisa da xtnsão;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 77 XVII - planjar coordnar o dsnvolvimnto d programas, projtos açõs d coopração intrnacional no âmbito das difrnts áras d atuação dssa scrtaria; XVIII - dfinir acompanhar as mtas rsultados a srm alcançados na implmntação d programas, projtos atividads aftos às suas áras d comptência; XIX - propor formular políticas d ciência, tcnologia inovação qu vism à busca da mlhoria da qualidad d vida das pssoas, famílias comunidads mais vulnrávis m situação d insgurança alimntar nutricional qu promovam o dirito humano à alimntação adquada; XX - planjar, coordnar, suprvisionar, psquisar xcutar açõs rlacionadas à apropriação da ciência, tcnologia inovação, por mio das tcnologias digitais mtodologias inovadoras para inclusão social; XXI - planjar coordnar o dsnvolvimnto d programas, projtos atividads intgradas d coopração com organismos nacionais, intrnacionais ntidads privadas, com vistas à difusão à aplicação dos conhcimntos técnico-cintíficos nas divrsas instâncias sociais nas instituiçõs d nsino m gral; XXII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Popularização Divulgação da Ciência Art. 25. À Coordnação-Gral d Popularização Divulgação da Ciência I - subsidiar o Dpartamnto d Políticas Programas para Inclusão Social na formulação na implmntação d políticas d dsnvolvimnto dos programas qu struturam a Coordnação-Gral na dfinição d stratégias procdimntos para a implmntação d programas sob sua rsponsabilidad; II - articular com os principais ators, instituiçõs, ntidads órgãos do stor a laboração da Política Nacional d Popularização da C&T, postriormnt, o Plano Nacional d Popularização da C & T; III - planjar a ralização d studos técnicos, dsnvolvimnto d indicadors psquisas qu subsidim a formulação avalim os impactos o alcanc das políticas públicas d popularização divulgação da ciência tcnologia ralizadas no país promovam a dissminação d sus rsultados m âmbitos nacional intrnacional; IV - planjar, articular, coordnar acompanhar projtos açõs para a implmntação o dsnvolvimnto dos programas sob sua comptência, fazndo da Popularização da Ciência uma ação transvrsal; V - assistir ao Dpartamnto d Políticas Programas para Inclusão Social na formulação d políticas d coopração nacional intrnacional, qu vnham a apoiar dissminar as açõs intrnas d sua comptência suprvisionar a implmntação dssas políticas no âmbito dos programas sob sua rsponsabilidad; VI - propor, articular, coordnar avaliar procssos d capacitação d gstors públicos, ducadors psquisadors sobr o uso da Popularização da Divulgação da Ciência Tcnologia como frramntas para lvar os nívis d ducação cintífica da população contribuir para o dsnvolvimnto do país; VII - participar da articulação com ntidads d psquisa, dsnvolvimnto xtnsão outras ntidads públicas não govrnamntais, nvolvidas na formulação implmntação d uma Política d Popularização da C&T, visando a dar maior ftividad às suas açõs, particularmnt m tmas aftos ao dsnvolvimnto criação d musus cntros d ciência, ao dsnvolvimnto d projtos vntos na ára à organização xcução d olimpíadas firas d ciências; VIII - laborar, coordnar, assistir implmntar mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução técnica, grncial físico-financira dos programas sob sua rsponsabilidad, projtos atividads, propondo mdidas para a corrção d distorçõs aprfiçoamnto das msmas; IX - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação; X - laborar acompanhar a xcução da proposta orçamntária anual das açõs sob sua rsponsabilidad; XI - stimular o lançamnto d ditais m sua ára d comptência, m parcria com outros órgãos d govrno, Fundaçõs d Amparo à Psquisa, o Conslho Nacional d Dsnvolvimnto Cintífico Tcnológico - CNPq, a Coordnação d Aprfiçoamnto d Pssoal d Nívl Suprior - CAPES, a Financiadora d Estudos Projtos - FINEP outras agências d fomnto; XII - avaliar oportunidads articular com difrnts ators, juntamnt ao Dpartamnto, a captação d rcursos para apoio dos projtos programas d popularização, divulgação da ciência ducação cintífica sob a comptência d sua Coordnação; XIII - fomntar atividads voltadas a comunidads tradicionais, qustõs d gênro na ciência tcnologia, pssoas com dficiência; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 26. À Coordnação d Projtos Espaços d Divulgação Cintífica I - propor, articular, coordnar, acompanhar avaliar tcnicamnt projtos vntos d popularização divulgação d ciência tcnologia; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600077 II - planjar, articular, coordnar, acompanhar programas, projtos açõs para a criação, dsnvolvimnto, aprimoramnto, ampliação do númro distribuição mais quitativa dos spaços cintífico-culturais plo trritório nacional; III - propor, articular, coordnar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs para a gração d contúdos digitais, fortalcimnto da popularização da ciência da tcnologia m todas as mídias utilização d procssos tcnológicos inovadors para mlhoria da ducação cintífica; IV - rprsntar o Ministério participar tcnicamnt d comissõs intrnas d outros órgãos colgiados na sua ára d comptência; V - auxiliar a Coordnação-Gral d Popularização Divulgação da Ciência na formulação, implmntação acompanhamnto d políticas açõs d coopração nacional intrnacional no âmbito dos programas projtos sob sua rsponsabilidad; VI - propor articular programas d coopração com outros órgãos objtivando a idntificação d oportunidads para implmntação d projtos açõs orintados para a promoção da inclusão social por mio d projtos vntos d popularização da ciência, dsnvolvimnto criação d spaços cintífico-culturais, xposiçõs, inclusiv d carátr itinrant, dsnvolvimnto d contúdos rlacionados à ára; VII - articular com ntidads d govrno, organizaçõs nãogovrnamntais movimntos sociais com vistas ao dimnsionamnto d ncssidads à compatibilização d açõs m áras d intrss da Coordnação; VIII - acompanhar a volução tórica mpírica, bm como as tndências intrnacionais d dsnvolvimnto tcnológico mtodológico, m tmas d sua ára d comptência, objtivando idntificar oportunidads para Programas Açõs spcíficos; IX - propor, coordnar avaliar studos d dmanda m sua ára d comptência com o objtivo d subsidiar a Coordnação- Gral nas atividads d captação d rcursos para apoio a projtos aftos à ára d projtos, vntos d divulgação popularização, ducação cintífica criação dsnvolvimnto d spaços cintífico-culturais; X - dsnvolvr /ou coordnar o dsnvolvimnto d produtos institucionais qu possuam a finalidad d divulgar aos parciros ao público m gral os rsultados das açõs da Coordnação- Gral d Popularização Divulgação da Ciência; XI - stimular fomntar a incorporação d qusitos d acssibilidad sustntabilidad nos musus cntros cintífico-culturais xistnts; XII - coordnar avaliar studos técnicos promovr a dissminação d sus rsultados m tmas d sua ára d comptência; XIII - ampliar, aprimorar fortalcr a atuação da Coordnação-Gral d Popularização Divulgação da Ciência do Dpartamnto na ára d musus cntros d ciência tcnologia m âmbitos nacional intrnacional. XIV - buscar parcrias nas sfras intrnacional (govrnamntal privada) nacional (fdral, stadual, municipal privada) na captação rcursos para a criação d musus cntros d ciência tcnologia outros projtos no âmbito da popularização da ciência da tcnologia. XV - articular o dsnvolvimnto d práticas inovadoras d divulgação popularização d ciência tcnologia por part das instituiçõs brasiliras induzir o aumnto da divrsidad dos prfis sócio dmográficos, com spcial atnção à pssoa com dficiência as qustõs d gênro; XVI - articular açõs continuadas d formação d quadros d profissionais para atuação d práticas no âmbito da ducação não formal no Brasil, a fim d criar comptências distribuídas no trritório nacional. Subsção II Da Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica Art. 27. À Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica I - subsidiar a formulação implmntação d políticas públicas d ciência tcnologia voltadas para a implmntação d programas d inclusão produtiva sustntávl, dfinindo stratégias açõs dstinadas ao dsnvolvimnto d arranjos produtivos locais rgionais, m conformidad com a ralidad social, conômica, cultural ambintal das comunidads do mio rural, urbano priurbano; II - propor coordnar a xcução d studos diagnósticos para subsidiar a formulação d políticas açõs voltadas à implmntação d programas projtos rlacionados à adaptação d conhcimntos tcnologias, voltadas à inclusão socioconômica d populaçõs m situação d vulnrabilidad, no mio rural urbano, d acordo com a política nacional para inclusão socioprodutiva, no âmbito d programas municipais, staduais rgionais; III - contribuir para o dsnvolvimnto d uma política nacional d Tcnologia Social m colaboração com órgãos govrnamntais, organizaçõs da socidad civil movimntos sociais, propondo programas d dsnvolvimnto socioconômico rradicação da pobrza miséria, por mio d produtos, técnicas ou mtodologias raplicávis, dsnvolvidas m intração com a socidad qu rprsntm ftivas soluçõs d transformação social d qualidad d vida; IV - apoiar fomntar, por mio d açõs programas d CT&I, a implantação da Política Nacional d Sgurança Alimntar Nutricional da Política Nacional d Agrocologia Produção Orgânica, a promoção o dsnvolvimnto dos conhcimntos ncssários para combatr a insgurança alimntar nutricional promovr a sobrania na produção o acsso univrsal à alimntação adquada saudávl; V - propor coordnar a laboração a implmntação d planos programas d fomnto à psquisa dsnvolvimnto, no âmbito do qu stablc a Li Orgânica d Sgurança Alimntar Nutricional (LOSAN - Li nº.346, d 5 d stmbro d 2006), a Política Nacional d Sgurança Alimntar Nutricional (PNSAN - Dcrto nº 7.272, d 25 d agosto d 200) a Política Nacional d Agrocologia Produção Orgânica - Dcrto nº 7.794 d 20 d agosto d 202; VI - stimular apoiar projtos açõs no âmbito do Politica Nacional da Pssoa com Dficiência qu propici a intração d instituiçõs d psquisa com stor produtivo a formação d rds intrinstitucionais visando o dsnvolvimnto d produtos, srviços tcnologias na ára d Tcnologia Assistiva; VII - stimular apoiar projtos açõs no âmbito do Plano Nacional da Pssoa com Dficiência com dstaqu para a criação da Rd d Tcnologia Assistiva, do Cntro Nacional d Rfrência m Tcnologia Assistiva do Programa d Inovação m Tcnologia Assistiva Programas d Pós-graduação m Tcnologia Assistiva; VIII - propor coordnar a laboração a implmntação d planos programas d fomnto à psquisa dsnvolvimnto, no âmbito do qu stablc a Li Brasilira d Inclusão da Pssoa com Dficiência - Estatuto da Pssoa com Dficiência (LBI - Li nº 3.46, d 06 d julho d 205); o Dcrto nº 3.298, d 20 d dzmbro d 999, qu rgulamnta a Li nº7.853, d 24 d outubro d 989, qu dispõ sobr a Política Nacional para a Intgração da Pssoa Portadora d Dficiência o Dcrto nº 6.949, d 25 d agosto d 2009, qu promulga a Convnção Intrnacional sobr os Diritos das Pssoas com Dficiência su Protocolo Facultativo; IX - propor coordnar açõs d Extnsão tcnológica qu nvolvam o procsso intrdisciplinar, ducativo, cultural, cintífico político promovndo a intração transformadora ntr a univrsidad outros stors da socidad orintado plo princípio constitucional da indissociabilidad ntr nsino, psquisa xtnsão; X - planjar, articular, coordnar, acompanhar programas, projtos açõs para a criação dsnvolvimnto d Cntros Vocacionais Tcnológicos, m articulação com os Arranjos Produtivos Locais; XI - participar da articulação com ntidads d psquisa, dsnvolvimnto xtnsão outras ntidads públicas não govrnamntais, nvolvidas na formulação implmntação d uma Política d Extnsão Tcnológica, visando a dar maior ftividad às suas açõs, particularmnt m tmas aftos à inclusão socioconômica; XII - laborar, coordnar, assistir implmntar mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução técnica, grncial físico-financira dos programas sob sua rsponsabilidad, projtos atividads, propondo mdidas para a corrção d distorçõs aprfiçoamnto; XIII - assistir técnica administrativamnt aos órgãos colgiados na sua ára d atuação; XIV - laborar acompanhar a xcução da proposta orçamntária anual das açõs sob sua rsponsabilidad; XV - stimular o lançamnto d ditais m sua ára d comptência, m parcria com outros órgãos d govrno, Fundaçõs d Amparo à Psquisa, o Conslho Nacional d Dsnvolvimnto Cintífico Tcnológico - CNPq, a Financiadora d Estudos Projtos - FINEP outras agências d fomnto; XVI - avaliar oportunidads articular com difrnts ators, juntamnt ao Dpartamnto, a captação d rcursos para apoio dos projtos programas d xtnsão tcnológica sob a comptência d suas Coordnaçõs; XVII - fomntar atividads voltadas a comunidads tradicionais, qustõs d gênro na ciência tcnologia, pssoas com dficiência; XVIII - planjar coordnar o dsnvolvimnto d programas, projtos açõs intgradas d coopração com organismos nacionais, intrnacionais ntidads privadas na sua ára d comptência; XIX - auxiliar o Dpartamnto d Políticas Programas d Inclusão Social na formulação, implmntação acompanhamnto d políticas açõs d coopração nacional intrnacional no âmbito dos programas projtos sob sua rsponsabilidad; XX - dfinir acompanhar as mtas rsultados a srm alcançados na implmntação d programas, projtos açõs aftos a sua ára d comptência; XXI - suprvisionar, monitorar avaliar os programas, projtos açõs na ára d sua comptência; XXII - rprsntar o Ministério participar tcnicamnt d comissõs intrnas d outros órgãos colgiados na sua ára d comptência; XXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 28. À Coordnação d Extnsão Tcnológica I - subsidiar a Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica na formulação na implmntação d políticas d dsnvolvimnto dos programas qu struturam a Coordnação-Gral na dfinição d stratégias procdimntos para a implmntação d programas sob sua rsponsabilidad; II - subsidiar a Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica na articulação com os principais ators, instituiçõs, ntidads órgãos do stor a laboração da Política Nacional d Tcnologias Sociais, postriormnt, o Plano Nacional d Tcnologias Sociais; III - subsidiar a Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica no planjamnto na ralização d studos, dsnvolvimnto d indicadors psquisas qu subsidim a formulação avalim os impactos o alcanc das políticas públicas d xtnsão tcnológica inclusão socioconômica ralizadas no país; IV - subsidiar a Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica no planjamnto, coordnação acompanhamnto d projtos açõs para a implmntação o dsnvolvimnto dos programas sob sua comptência, fazndo da xtnsão tcnológica uma ação transvrsal a

78 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 todas as áras d atuação dssa coordnação: Cntros Vocacionais Tcnológicos, Arranjos Produtivos Locais, Economia Criativa Solidaria, Tcnologia Sociais, Tcnologias Assistivas, Agrocologia, Sgurança Alimntar Nutricional. V - assistir a Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica na formulação d políticas d coopração nacional intrnacional, qu vnham a apoiar dissminar as açõs intrnas d sua comptência suprvisionar a implmntação dssas políticas no âmbito dos programas sob sua rsponsabilidad; VI - coordnar, conform dirtrizs traçadas pla Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica, a laboração d stratégias procdimntos para a formulação d políticas d inclusão socioconômica por mio do aprimoramnto da ampliação do númro distribuição mais quitativa dos Cntros Vocacionais Tcnológicos no país; VII - auxiliar a Coordnação-Gral na proposição articulação d programas d coopração com outros órgãos objtivando a idntificação d oportunidads para implmntação d projtos açõs orintados para a promoção da inclusão socioconômica por mio do dsnvolvimnto criação d Cntros Vocacionais Tcnológicos, apoio a cadias produtivas locais, dsnvolvimnto d psquisas soluçõs socioprodutivas; VIII - coordnar, conform dirtrizs traçadas pla Coordnação-Gral d Extnsão Tcnológica a articulação com ntidads d govrno, organizaçõs não govrnamntais movimntos sociais com vistas ao dimnsionamnto d ncssidads à compatibilização d açõs m áras d intrss da Coordnação; IX - acompanhar a volução tórica mpírica, bm como as tndências intrnacionais, m tmas d suas áras d comptência, objtivando idntificar oportunidads d dsnvolvimnto d Programas Açõs spcíficos; X - propor, articular, coordnar avaliar studos técnicos promovr a dissminação d sus rsultados m tmas d sua ára d comptência; XI - propor, coordnar avaliar studos d dmanda m sua ára d comptência com o objtivo d subsidiar a Coordnação- Gral nas atividads d captação d rcursos para apoio a projtos aftos à ára d xtnsão tcnológica; XII - auxiliar a Coordnação-Gral na articulação programas d coopração com outros órgãos objtivando a idntificação d oportunidads para implmntação d projtos açõs orintados para a promoção da inclusão social por mio d projtos vntos d Tcnologias Assistivas; XIII - subsidiar as discussõs acompanhar as dcisõs dos Fóruns Instâncias dcisórias d gstão do Sistma Nacional d Sgurança Alimntar Nutricional (SISAN) m qu o Ministério é mmbro - Conslho Nacional d Sgurança Alimntar Nutricional (CONSEA) Câmara Intrministrial d Sgurança Alimntar Nutricional (CAISAN); XIV - subsidiar as discussõs acompanhar as dcisõs dos Fóruns Instâncias dcisórias d gstão da Política Nacional d Agrocologia Produção Orgânica - Comissão Nacional d Agrocologia Produção Orgânica (CNAPO), a Câmara Intrministrial d Agrocologia Produção Orgânica (CIAPO); XV - atuar conjuntamnt com a Coordnação- Gral na articulação implantação d açõs intrministriais intrstoriais m agrocologia produção orgânica para povos comunidads m situação d risco d insgurança alimntar nutricional; XVI - acompanhar avaliar o alcanc a ftividad das políticas públicas d agrocologia produção orgânica para a juvntud rural para as mulhrs, rfltindo sobr o papl da inclusão social no fortalcimnto das qustõs d gênro; XVII - contribuir para o alcanc das mtas do Plano Nacional d Agrocologia Produção Orgânica (PLANAPO), via implantação d novos CVTs NEAs, principalmnt, além da avaliação monitoramnto dos Núclos Cntro Vocacionais Tcnológicos já m xcução; XVIII - atuar conjuntamnt com a Coordnação- Gral na proposição, coordnação acompanhamnto d psquisas sobr as açõs d Tcnologias Assistivas a fim d subsidiar a política nacional na ára. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 29. Ao Scrtário incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar avaliar o dsnvolvimnto das atividads da Scrtaria; II - assssorar o Ministro d Estado nas qustõs inrnts à fixação d políticas dirtrizs, nos assuntos d comptência da Scrtaria; III - submtr ao Ministro d Estado os planos, programas rlatórios da Scrtaria; IV - adotar mdidas para a suprvisão a avaliação d dsmpnho das unidads d psquisa ntidads vinculadas qu xrçam atividads na ára d atuação da Scrtaria; V - promovr a intgração opracional ntr as unidads da Scrtaria outros órgãos ntidads vinculadas ao Ministério; VI - rprsntar a Scrtaria nos assuntos rlativos a sua ára d comptência; VII - homologar parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; VIII - coordnar as atividads voltadas ao dsnvolvimnto d programas açõs intgradas d coopração técnico-cintíficas com organismos nacionais intrnacionais, na ára d comptência da Scrtaria; IX - rgulamntar os assuntos ncssários ao dsnvolvimnto das açõs da Scrtaria, mdiant atos administrativos. Parágrafo único. Incumb, ainda, ao Scrtário, xrcr as atribuiçõs qu lh form xprssamnt dlgadas, admitida a subdlgação. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600078 Art. 30. Aos Dirtors incumb: I - promovr, planjar, dirigir, coordnar orintar ncaminhar a xcução das atividads das rspctivas unidads; II - auxiliar o Scrtário no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - rprsntar os Dpartamntos nos assuntos rlativos às suas áras d comptência; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas m Art. 3. Aos Coordnadors-Grais incumb: I - coordnar controlar avaliar a xcução dos projtos das atividads qu form atribuídas a suas Coordnaçõs-Grais; II - auxiliar os Dirtors no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - xrcr outras comptências qu lh form comtidas m Art. 32. Aos Coordnadors incumb coordnar orintar a xcução das atividads d sua unidad xrcr outras comptências qu lh form comtidas m Art. 33. Aos Chfs d Divisão d Srviço incumb: I - dirigir, orintar controlar as atividads da unidad; II - mitir parcr nos assuntos prtinnts à unidad; III - praticar os dmais atos ncssários ao cumprimnto das comptências d sua unidad. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 34. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno srão solucionados plo Scrtário. ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE DESEN- VOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação I - propor, coordnar acompanhar a Política Nacional d Dsnvolvimnto Tcnológico d Inovação; II - propor, articular coordnar a criação d programas nacionais d dsnvolvimnto tcnológico d inovação d rlvância conômica, social stratégica para o País; III - propor suprvisionar a política d incntivos fiscais para o dsnvolvimnto tcnológico inovação, rlacionados à Li nº.96, d 2 d novmbro d 2005; IV - propor suprvisionar o dsnvolvimnto a consolidação d ambints inovadors; V - propor suprvisionar açõs voltadas para o mprnddorismo d bas tcnológica; VI - propor, concbr, coordnar suprvisionar a formulação d políticas públicas orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico à inovação, infrastrutura laboratorial a formação capacitação d rcursos humanos m stors da conomia rlvants para o dsnvolvimnto do País; VII - propor, articular concbr programas, projtos, açõs studos qu subsidim a formulação implmntação d políticas d stímulo programas d dsnvolvimnto tcnológico inovação visando a capacitação tcnológica, a atração d invstimntos produtivos, o dsnvolvimnto industrial, a qualidad, a produtividad a comptitividad da mprsa brasilira; VIII - intragir com órgãos ntidads, públicos privados, stratégicos para o dsnvolvimnto d políticas públicas, programas, projtos açõs, no âmbito d sua ára d comptência; IX - acompanhar participar do procsso d intgração conômica do País no âmbito dos foros multilatrais, bilatrais, rgionais sub-rgionais, com vistas a forncr subsídios técnicos m áras d intrss da Scrtaria; X - stablcr, m articulação com a Scrtaria Excutiva, mtodologias d acompanhamnto avaliação da xcução d políticas, programas, projtos atividads m suas áras d atuação; XI - dsnvolvr as atividads d xcução orçamntária, financira, contábil patrimonial no âmbito da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação; XII - assistir tcnicamnt a Scrtaria-Excutiva na laboração nas rvisõs do Plano Plurianual do orçamnto anual; XIII - assistir tcnicamnt os órgãos colgiados na ára d atuação da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação. XIV - subsidiar a Scrtaria Excutiva na intgração d sistmas corporativos na gstão da informação do Ministério; XV - zlar pla implmntação do Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XVI - rprsntar o Ministro d Estado m foros colgiados, nacionais intrnacionais, m suas áras d atuação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação - SETEC tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação - GSTEC a) Srviço d Apoio Administrativo - SEAAD b) Srviço d Apoio Técnico Orçamntário - SEATO II - Dpartamnto d Políticas Programas d Apoio à Inovação - DEPAI a) Coordnação-Gral d Ambints Inovadors Emprnddorismo - CGIE. Coordnação d Ambints Inovadors - COAMB 2. Coordnação d Emprnddorismo - COEMP b) Coordnação-Gral d Incntivos ao Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação - CGIT. Coordnação d Incntivos Transfrência d Tcnologia - COITT c) Coordnação-Gral d Srviços Tcnológicos - CGST. Coordnação d Srviços Tcnológicos Gstão da Inovação - COSGI III - Dpartamnto d Políticas d Dsnvolvimnto Inovação d Tcnologias Estruturants - DETEC a) Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Storiais - CGTS. Coordnação d Inovação m Tcnologias Storiais - COITS b) Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras - CGTC. Coordnação d Inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras - COITC c) Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Estratégicas - CGTE. Coordnação d Inovação m Tcnologias Estratégicas - COITE Art. 3º A Scrtaria srá dirigida por Scrtário, o Gabint Srviços por Chfs, os Dpartamntos por Dirtors, as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors-Grais, as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação spcífica. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação I - dirigir, coordnar, suprvisionar orintar os trabalhos do Gabint; II - assssorar prstar assistência dirta ao Scrtário; III - praticar os atos d administração gral do Gabint; IV - xaminar rvisar os atos administrativos da Scrtaria; V - organizar a agnda do Scrtário; VI - coordnar as atividads d apoio administrativo d apoio técnico orçamntário da Scrtaria; VII - coordnar o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors da Scrtaria, visando à laboração d programa anual d trinamnto; VIII - promovr a articulação ntr as difrnts unidads suprvisionadas pla Scrtaria; IX - organizar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria; X - laborar o rlatório d gstão anual da Scrtaria; XI - acompanhar, m articulação com a Assssoria Parlamntar com a Consultoria Jurídica do Ministério, projtos d li instrumntos lgais cujos tmas atividads stão sob a rsponsabilidad da Scrtaria; XII - assssorar o Scrtário nas açõs d coopração intrnacional, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XIII - coordnar as rprsntaçõs m colgiados fóruns nacionais intrnacionais d rsponsabilidad da Scrtaria; XIV - coordnar as atividads d comunicação social, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XV - coordnar o cumprimnto da lgislação rfrnt ao tratamnto d informaçõs institucionais com rstriçõs d acsso no âmbito da Scrtaria; XVI - assistir tcnicamnt à Scrtaria-Excutiva ao Gabint do Ministro nas atividads d rsponsabilidad da Scrtaria; XVII - prstar informaçõs forncr dados documntos da Scrtaria aos órgãos oficiais d control; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário. Art. 6º Ao Srviço d Apoio Administrativo I - xcutar as atividads d apoio administrativo ncssárias ao dsnvolvimnto dos trabalhos do Gabint da Scrtaria; II - xcutar o rcbimnto, rgistro, triagm, distribuição, control arquivo d documntos procssos ncaminhados à Scrtaria; III - providnciar o nvio d documntos para o arquivo cntral do Ministério; IV - xcutar as atividads rfrnts à rquisição, à rcpção, à guarda, à distribuição ao control do stoqu do matrial d consumo, bm como rcbr mantr control d bns patrimoniais da Scrtaria; V - providnciar a xcução das atividads d srviços grais, digitalização, rprografia, manutnção d instalaçõs quipamntos d apoio logístico às runiõs. VI - prstar apoio administrativo disponibilizar documntos informaçõs solicitados plas dmais unidads da Scrtaria; VII - procdr ao cumprimnto da lgislação rfrnt ao tratamnto d informaçõs institucionais com rstriçõs d acsso; VIII - providnciar a xpdição a publicação d xpdints atos. Art. 7º Ao Srviço d Apoio Técnico Orçamntário I - procdr, nos trmos da lgislação spcífica, à instrução, à clbração aos dmais procdimntos administrativos aftos aos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs, bm como à anális d prstaçõs d contas no âmbito técnico financiro, inclusiv propondo, s ncssário, a instauração d Tomada d Contas Espcial, no âmbito da Scrtaria;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 79 II - controlar vigências ralizar cobranças d prstaçõs d contas d convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Scrtaria; III - obtr manifstação das áras técnicas da Scrtaria quanto ao cumprimnto dos objtos pactuados nos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Scrtaria; IV - assgurar a consistência das informaçõs transmitidas plas unidads dscntralizadas na movimntação d contas d convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs nos sistmas apropriados, m particular o Sistma Intgrado d Administração Financira - SIAFI; V - xcutar atos d gstão orçamntária, financira patrimonial dos rcursos alocados na Scrtaria, como mpnhar anular dspsas xcutar pagamntos, monitorar as contas bancárias, mitir ordns bancárias, nota d crédito ralizar a programação financira a concssão d suprimnto d fundos, manifstar-s sobr a prstação d contas; VI - providnciar a concssão d diárias; VII - providnciar a aquisição d passagns aéras trrstrs m trritório nacional intrnacional; VIII - aprovar a prstação d contas d viagns, analisando os rlatórios d viagns comprovaçõs d mbarqus; IX - propor licitação dstinada à xcução d objto spcífico d sua ára d atuação, podndo instituir comissõs spciais d licitação, cabndo-lh todos os atos administrativos dcorrnts; X - acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria. Sção II Do Dpartamnto d Políticas Programas d Apoio à Inovação Art. 8º Ao Dpartamnto d Políticas Programas d Apoio à Inovação I - promovr studos, diagnósticos açõs para o aprfiçoamnto da política nacional d dsnvolvimnto tcnológico para apoio à inovação; II - subsidiar a formulação d programas nacionais d dsnvolvimnto tcnológico d inovação d rlvância conômica, social stratégica para o País; III - stimular acompanhar a concpção o fortalcimnto da inovação nas mprsas; IV - subsidiar acompanhar a política d incntivos fiscais para o dsnvolvimnto tcnológico inovação; V - subsidiar acompanhar a política d financiamntos para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação, m spcial o Fundo Nacional d Dsnvolvimnto Cintífico Tcnológico; VI - promovr studos, diagnósticos açõs para a avaliação o aprfiçoamnto do marco lgal da inovação; V - suprvisionar a xcução d programas, projtos açõs voltados para os ambints inovadors o mprnddorismo d bas tcnológica; VI - suprvisionar a xcução da política d propridad intlctual d transfrência d tcnologia, m articulação com outras áras do Ministério; VII - suprvisionar a implmntação d políticas d dsnvolvimnto tcnológico inovação voltadas para os arranjos produtivos locais, as cadias produtivas rgionais as tcnologias apropriadas; X - suprvisionar a concssão d bônus tcnológico dstinado ao pagamnto d compartilhamnto uso d infrastrutura d psquisa dsnvolvimnto tcnológico, d contratação d srviços tcnológicos spcializados; XI - participar, no contxto intrnacional, das açõs qu vism o dsnvolvimnto d políticas d apoio à inovação, bm como dos tmas d sua ára d comptência, com vistas a forncr subsídios técnicos m áras d intrss da Scrtaria; XII - assistir tcnicamnt os órgãos colgiados dntro da ára d atuação do Dpartamnto d Políticas Programas d Apoio à Inovação. XVIII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XIV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Ambints Inovadors Emprnddorismo Art. 9º À Coordnação-Gral d Ambints Inovadors Emprnddorismo I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas para a implantação opração d ambints voltados à inovação como parqus polos tcnológicos, incubadoras d mprsas dmais ambints inovadors; II - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas para a formação o dsnvolvimnto d ambints voltados ao mprnddorismo, como aclradoras d ngócios, spaços d trabalhos cooprativos (coworking) laboratórios abrtos d prototipagm d produtos procssos para a gração d novos ngócios, outros; III - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas voltadas para rgims tributários spciais dstinados a cntros d psquisa dsnvolvimnto d mprsas localizadas m parqus tcnológicos; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600079 IV - propor, articular, implmntar, coordnar avaliar programas, projtos açõs dstinadas a promovr o dsnvolvimnto a consolidação d polos parqus tcnológicos, incubadoras d mprsas dmais ambints inovadors; V - propor, articular, implmntar, coordnar avaliar programas, projtos açõs qu vism stimular o mprnddorismo o surgimnto a consolidação d mprsas nascnts d bas tcnológica (startup); VI - propor, articular, coordnar suprvisionar programas, projtos açõs voltadas para o mprnddorismo tcnológico m micro pqunas mprsas; VII - propor, articular, implmntar, coordnar avaliar programas, projtos açõs qu vism à capacitação grncial técnica com o intuito d apoiar o surgimnto a consolidação d incubadoras d mprsas d bas tcnológica, polos parqus tcnológicos, aclradoras d ngócios, laboratórios abrtos dmais ambints d mprnddorismo inovação; VIII - promovr coordnar a intgração a articulação d instituiçõs d govrno m nívis fdral, stadual municipal, agências d stímulo fomnto, instituiçõs cintíficas, tcnológicas d inovação, ntidads associaçõs, organizaçõs rprsntativas rlacionadas ao tma com vistas à criação o fortalcimnto d ambints inovadors para mprsas d bas tcnológica; IX - stimular apoiar a prática d mprnddorismo basado na transfrência d conhcimnto técnico-cintífico m atividads d psquisa dsnvolvimnto qu rsultm m produtos procssos tcnologicamnt inovadors; X - propor, articular, implmntar, coordnar avaliar políticas d dsnvolvimnto tcnológico inovação voltadas para os arranjos produtivos locais, as cadias produtivas rgionais as tcnologias apropriadas visando a rdução das dsigualdads rgionais; XI - coordnar suprvisionar a implantação d ambints para o fortalcimnto d arranjos produtivos por mio d açõs d xtnsão tcnológica, dsnvolvimnto d tcnologias d ralização d atividads d ducação profissional d bas tcnológica mprnddorismo; XII - propor, articular, coordnar avaliar programas, projtos açõs dstinadas à insrção fixação d psquisadors nas mprsas; XIII - coordnar o programa qu apoia os laboratórios abrtos d prototipagm d produtos procssos gração d novos ngócios para apoio ao nascimnto d novas mprsas inovadoras; XIV - coordnar o programa qu apoia incubadoras d mprsas, polos parqus tcnológicos; XV - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; XVI - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; XVII - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XVIII - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XIX - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XX - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XXI - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XXII - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 0. À Coordnação d Ambints Inovadors I - idntificar, formular, articular propor a formulação d políticas públicas para a implantação opração d ambints voltados à inovação como parqus polos tcnológicos, incubadoras d mprsas dmais ambints inovadors, implmntar as açõs dlas dcorrnts; II - idntificar, formular, articular propor a formulação d políticas públicas voltadas para rgims tributários spciais dstinados a cntros d psquisa dsnvolvimnto d mprsas localizadas m parqus tcnológicos, implmntar as açõs dlas dcorrnts; III - promovr a intgração a articulação d instituiçõs d govrno m nívis fdral, stadual municipal, agências d stímulo fomnto, instituiçõs d ciência, tcnologia inovação, ntidads associaçõs, organizaçõs rprsntativas rlacionadas ao tma com vistas à criação ao fortalcimnto d ambints inovadors; IV - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs qu vism à capacitação grncial técnica com o intuito d apoiar o surgimnto d incubadoras d mprsas, polos parqus tcnológicos dmais ambints inovadors; V - implmntar, acompanhar avaliar o programa qu apoia incubadoras d mprsas, polos parqus tcnológicos; VI - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; VII - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados à sua ára d atuação; VIII - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; IX - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; X - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XI - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XII - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XIII - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Art.. À Coordnação d Emprnddorismo I - idntificar, formular, articular propor a formulação d políticas públicas para a formação o dsnvolvimnto d ambints voltados ao mprnddorismo, como aclradoras d ngócios, spaços d trabalho cooprativos (coworking), laboratórios abrtos d prototipagm d produtos procssos para a gração d novos ngócios, outros, implmntar as açõs dlas dcorrnts; II - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs dstinadas a promovr o dsnvolvimnto a consolidação d ambints d apoio ao mprnddorismo, como aclradoras d ngócios, spaços d trabalho cooprativos (coworking), laboratórios abrtos d prototipagm d produtos procssos para a gração d novos ngócios, outros; III - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs qu vism stimular o mprnddorismo apoiar o surgimnto a consolidação d mprsas nascnts d bas tcnológica (startup); IV - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs voltadas para o mprnddorismo tcnológico m micro pqunas mprsas; V - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs dstinadas à insrção d psquisadors nas mprsas, promovndo a intração para a implmntação d projtos d dsnvolvimnto tcnológico inovação; VI - planjar, propor, implmntar, acompanhar avaliar políticas d dsnvolvimnto tcnológico inovação voltadas para os arranjos produtivos locais, as cadias produtivas rgionais as tcnologias apropriadas visando a rdução das dsigualdads rgionais; VII - coordnar suprvisionar a implantação d ambints para o fortalcimnto d arranjos produtivos por mio d açõs d xtnsão tcnológica, dsnvolvimnto d tcnologias d ralização d atividads d ducação profissional d bas tcnológica mprnddorismo; VIII - planjar, propor, articular, implmntar avaliar programas, projtos açõs dstinadas a incntivar a utilização d capital d risco m mprsas d bas tcnológica; IX - stimular apoiar a prática d mprnddorismo basado na transfrência d conhcimnto técnico-cintífico para atividads d dsnvolvimnto tcnológico inovação qu rsultm m produtos procssos tcnologicamnt inovadors; X - rcbr, procssar avaliar as informaçõs sobr programas projtos d apoio às micro pqunas mprsas nviadas anualmnt plos órgãos ntidads da administração pública fdral, stadual municipal, atuants m psquisa, dsnvolvimnto ou capacitação tcnológica, m conformidad com a lgislação dcorrnt, bm como laborar divulgar rlatório anual; XI - implmntar, acompanhar avaliar o programa qu apoia laboratórios abrtos d prototipagm d produtos procssos para gração d novos ngócios, visando o nascimnto d novas mprsas inovadoras; XII - analisar a xpriência d difrnts arranjos produtivos locais d dsnvolvimnto industrial tcnológico, idntificando spaços formas mais adquados para a promoção do dsnvolvimnto tcnológico das micro pqunas mprsas nls instaladas; XIII - acompanhar as tndências intrnacionais rlativas ao procsso d aprndizado d inovação tcnológica, com foco na xpriência d outros paíss organizaçõs d apoio às micro pqunas mprsas; XIV - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; XV - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; XVI - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; XVII - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; XVIII - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XIX - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XX - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas à sua ára d comptência;

80 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 XXI - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Subsção II Da Coordnação-Gral d Incntivos ao Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação Art. 2. À Coordnação-Gral d Incntivos ao Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação m difrnts stors da conomia; II - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas d incntivos fiscais qu vism ao dsnvolvimnto à capacitação tcnológica mprsarial; III - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação da política d propridad intlctual d transfrência d tcnologia para a promoção da ciência, tcnologia inovação, m articulação com outras áras do Ministério; IV - propor, articular, coordnar acompanhar a criação, o aprfiçoamnto a avaliação do marco lgal da inovação; V - propor, articular, coordnar acompanhar a criação, o aprfiçoamnto a avaliação d instrumntos d fomnto ao dsnvolvimnto tcnológico a inovação m nívis nacional rgional; VI - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs no campo da propridad intlctual da transfrência d inovaçõs tcnológicas; VII - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs dstinados à criação, implmntação aprfiçoamnto d incntivos fiscais para o dsnvolvimnto tcnológico das mprsas; VIII - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar açõs d stímulos ao dsnvolvimnto tcnológico das mprsas mdiant o uso do podr d compra com vistas ao aumnto d sua comptitividad; IX - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar studos sobr dsnvolvimnto tcnológico inovação, tanto a nívl nacional quanto intrnacional, como lmnto d suport à formulação à avaliação d políticas d dsnvolvimnto tcnológico; X - coordnar acompanhar a anális dos plitos d fixação altração dos Procssos Produtivos Básicos - PPBs; XI - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; XII - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; XIII - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XIV - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XV - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XVI - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XVII - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XVIII - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XIX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 3. À Coordnação d Incntivos Transfrência d Tcnologia I - idntificar, propor, articular implmntar o aprfiçoamnto a avaliação d instrumntos d fomnto nacionais rgionais ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação nas mprsas; II - idntificar, propor, implmntar acompanhar o aprfiçoamnto do marco lgal rlativo aos instrumntos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico d inovação tcnológica nas mprsas; III - idntificar, propor, articular, subsidiar, implmntar, acompanhar avaliar as políticas d incntivos fiscais qu vism ao dsnvolvimnto à capacitação tcnológica mprsarial; IV - idntificar avaliar outros bnfícios fiscais xistnts qu contribuam para o incrmnto da psquisa dsnvolvimnto tcnológico das mprsas; V - rcbr, procssar avaliar as informaçõs sobr propridad intlctual transfrência d tcnologias nviadas anualmnt plas instituiçõs d ciência, tcnologia inovação, m particular plos Núclos d Inovação Tcnológica - NITs, d acordo com as lgislaçõs dcorrnts, bm como laborar divulgar rlatório anual; VI - rcbr, procssar avaliar as informaçõs nviadas anualmnt plas mprsas m conformidad com as lgislaçõs dcorrnts dos incntivos fiscais sob a rsponsabilidad da Scrtaria, bm como laborar divulgar rlatórios anuais; VII - idntificar, propor, articular, implmntar apoiar projtos açõs qu vism aumntar a comptitividad dos divrsos stors mprsariais, mdiant a protção da propridad intlctual como instrumnto d política tcnológica industrial; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600080 VIII - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas, projtos açõs dstinados à snsibilização capacitação tcnológica para a utilização adquada dos mcanismos d propridad intlctual d transfrência d tcnologia nos divrsos stors mprsariais no mio acadêmico; IX - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas, projtos açõs qu vism a aumntar a comptitividad d stors mprsariais, mdiant a criação, implmntação aprfiçoamnto d incntivos fiscais para a psquisa dsnvolvimnto tcnológico das mprsas; X - idntificar propor instrumntos institucionais lgais, bm como mcanismos opracionais, para o aprfiçoamnto das açõs d propridad intlctual d transfrência d tcnologia para o dsnvolvimnto tcnológico das mprsas; XI - acompanhar avaliar os rsultados dcorrnts da aplicação d instrumntos institucionais lgais d propridad intlctual d transfrência d tcnologia nos divrsos stors mprsariais no mio acadêmico; XII - acompanhar stablcr açõs d coopração com os órgãos rsponsávis pla propridad intlctual pla transfrência d tcnologia no govrno fdral, instituiçõs d ciência, tcnologia inovação o stor mprsarial; XIII - apoiar as instituiçõs d ciência, tcnologia inovação na promoção, difusão grnciamnto d açõs rlativas à protção da propridad intlctual à transfrência d tcnologia; XIV - procdr acompanhar a anális dos plitos d fixação altração dos Procssos Produtivos Básicos; XV - articular stimular a coopração tcnológica ntr os stors d govrno, mprsarial instituiçõs d ciência, tcnologia inovação, visando a gração d inovaçõs para a comptitividad das mprsas; XVI - propor, articular, coordnar, avaliar apoiar studos sobr dsnvolvimnto tcnológico inovação, sus dsdobramntos m nívis nacional intrnacional, para subsidiar a formulação a avaliação d políticas d dsnvolvimnto tcnológico inovação; XVII - acompanhar as tndências intrnacionais rlativas ao procsso d aprndizado d inovação tcnológica, com foco na xpriência d outros paíss organizaçõs; XVIII - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; XIX - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; XX - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; XXI - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; XXII - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XXIII - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XXIV - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XXV - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Subsção III Da Coordnação-Gral d Srviços Tcnológicos Art. 4. À Coordnação-Gral d Srviços Tcnológicos I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas d dsnvolvimnto tcnológico orintadas para os srviços tcnológicos d inovação, comprndndo mtrologia cintífica, industrial lgal, normalização, rgulamntação técnica avaliação da conformidad; II - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas para a difusão d informaçõs tcnológicas; III - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas nacionais rgionais d dsnvolvimnto tcnológico orintadas para a xtnsão tcnológica; IV - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas d dsnvolvimnto tcnológico orintadas para a inovação tcnológica, dsnvolvidas m parcrias com as instituiçõs d ciência, tcnologia inovação o stor mprsarial; V - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas orintadas para o dsnvolvimnto d srviços tcnológicos d inovação dsnvolvimnto d açõs qu vism ao incrmnto da comptitividad da mprsa brasilira visando a insrção comptitiva do País no comércio nacional intrnacional d bns srviços; VI - propor, subsidiar, coordnar suprvisionar a concssão d bônus tcnológico dstinado ao pagamnto d compartilhamnto uso d infrastrutura d psquisa dsnvolvimnto d contratação d srviços tcnológicos spcializados; VII - coordnar avaliar o Srviço Brasiliro d Rspostas Técnicas; VIII - coordnar avaliar o Sistma Brasiliro d Tcnologia m sus três componnts: xtnsão tcnológica, srviços tcnológicos cntros d inovação; IX - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs qu vism ao incrmnto da qualidad d bns srviços, da produtividad da comptitividad das mprsas brasiliras, nos mrcados intrno xtrno, nglobando açõs d conscintização motivação, dsnvolvimnto tcnológico difusão das tcnologias d gstão capacitação d rcursos humanos; X - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs voltados à consolidação ampliação da capacitação brasilira m gstão da inovação; XI - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar o programa qu promov a intgração ntr os cntros gradors do conhcimnto stors mprsariais visando impulsionar inovaçõs a partir d dmandas das mprsas, com objtivo d formatar parcrias ngócios tcnológicos contribuir para aumntar a comptitividad das mprsas do País; XII - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas açõs d snsibilização mobilização para a inovação; XIII - promovr a intgração ntr as instituiçõs do Sistma Nacional d Ciência, Tcnologia Inovação com o objtivo d potncializar as açõs m rd; XIV - propor, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs voltados à consolidação ampliação da capacitação brasilira m Tcnologia Industrial Básica, com vistas à insrção comptitiva do País no comércio intrnacional d bns srviços; XV - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; XVI - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; XVII - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XVIII - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XIX - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XX - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XXI - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XXII - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XXIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. À Coordnação d Srviços Tcnológicos Gstão da Inovação I - idntificar, formular propor políticas públicas, programas, projtos açõs voltadas para políticas d dsnvolvimnto tcnológico, orintadas para os srviços tcnológicos d inovação, comprndndo mtrologia cintífica, industrial lgal, normalização, rgulamntação técnica avaliação da conformidad; II - idntificar, formular propor políticas públicas, programas, projtos açõs orintadas para a difusão d informaçõs tcnológicas; III - idntificar, formular propor políticas públicas nacionais rgionais, programas, projtos açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico no sgmnto da xtnsão tcnológica; IV idntificar, formular propor políticas públicas, programas, projtos açõs orintados para políticas d dsnvolvimnto tcnológico, voltadas para a inovação tcnológica, dsnvolvidas m parcrias com as instituiçõs d ciência, tcnologia inovação o stor mprsarial; V - idntificar, formular propor políticas públicas, programas, projtos açõs orintadas para políticas públicas orintadas para o dsnvolvimnto d srviços tcnológicos d inovação dsnvolvimnto d açõs qu vism ao incrmnto da comptitividad da mprsa brasilira visando a insrção comptitiva do País no comércio nacional intrnacional d bns srviços; VI - propor, articular acompanhar a formulação implmntação d políticas voltadas à difusão d informaçõs tcnológicas; VII - idntificar, propor, implmntar acompanhar açõs qu vism ao dsnvolvimnto da infrastrutura d srviços tcnológicos m apoio à inovação comptitividad; VIII - promovr ação coordnada das instituiçõs d ciência, tcnologia inovação m mtrologia cintífica, industrial lgal, normalização, rgulamntação técnica avaliação da conformidad; IX - planjar, articular, implmntar acompanhar o Srviço Brasiliro d Rspostas Técnicas; X - planjar, articular, implmntar acompanhar o Sistma Brasiliro d Tcnologia m sus três componnts: xtnsão tcnológica, srviços tcnológicos cntros d inovação; XI - propor, articular, implmntar acompanhar a concssão d bônus tcnológico dstinado ao pagamnto d compartilhamnto uso d infrastrutura d psquisa dsnvolvimnto d contratação d srviços tcnológicos spcializados; XII - promovr a articulação d instituiçõs d govrno m nívis fdral, stadual municipal, agências d fomnto, instituiçõs d ciência, tcnologia inovação, ntidads associaçõs mprsariais, com vistas a apoiar iniciativas locais d xtnsão tcnológica;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 8 XIII - planjar, articular, implmntar acompanhar programas, projtos açõs rlativas ao dsnvolvimnto difusão d gstão tcnológica snsibilização mobilização da inovação nas mprsas; XIV - planjar, propor, implmntar acompanhar programas, projtos açõs qu vism a aumntar a comptitividad d stors mprsariais, mdiant a formação capacitação d rcursos humanos qualificados para a gstão tcnológica da inovação; XV - planjar, articular, implmntar, acompanhar avaliar o programa qu promov a intgração ntr os cntros gradors do conhcimnto stors mprsariais visando impulsionar inovaçõs a partir d dmandas das mprsas, com objtivo d formatar parcrias ngócios tcnológicos contribuir para aumntar a comptitividad das mprsas do País; XVI- viabilizar suport técnico opracional aos programas projtos no campo da tcnologia industrial básica, com vistas à sua compatibilização harmonização; XVII - promovr a qualificação d instituiçõs prstadoras d srviços tcnológicos com vistas ao rconhcimnto intrnacional; XVIII - planjar, articular, coordnar avaliar programas, projtos açõs dstinadas à capacitação tcnológica das mprsas brasiliras, por mio da utilização d srviços tcnológicos spcializados; XIX - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; XX - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; XXI - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; XXII - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; XXIII - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XXIV - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XXV - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XXVI - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Sção III Do Dpartamnto d Políticas d Dsnvolvimnto Inovação d Tcnologias Estruturants Art. 6. Ao Dpartamnto d Políticas d Dsnvolvimnto Inovação d Tcnologias Estruturants I - promovr studos, diagnósticos açõs para o aprfiçoamnto da Política Nacional d Dsnvolvimnto Tcnológico d Inovação, m spcial para Tcnologias Estruturants; II - coordnar suprvisionar a xcução d programas, projtos açõs voltados ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação, infrastrutura laboratorial à formação capacitação d rcursos humanos nas cadias produtivas ligadas à Sgurança Nacional, como Dfsa, Aronáutica, Espacial Enrgia Nuclar, aos Transports, inclusiv Biocombustívis Combustívis Fóssis, à Construção Civil, à Enrgia, aos Rcursos Minrais, ao Ptrólo Gás, outros tmas d sua comptência; III - coordnar suprvisionar a xcução d programas, projtos açõs voltados ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação, infrastrutura laboratorial à formação capacitação d rcursos humanos nas aplicaçõs d nanotcnologias, novos matriais fotônica para gração d produtos procssos na indústria nacional, bm como nas aplicaçõs d tcnologias procssos para Sistmas d Manufatura Avançada; IV - subsidiar acompanhar a política d financiamntos para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação, m spcial o Fundo Nacional d Dsnvolvimnto Cintífico Tcnológico; V - participar da articulação d açõs, m conjunto com outros órgãos do Ministério, com ntidads govrnamntais privadas, m ngociaçõs d programas projtos afins rlacionados às políticas d dsnvolvimnto tcnológico apoio à inovação nas áras d sua comptência; V - participar, no contxto intrnacional, das açõs qu vism ao dsnvolvimnto d políticas d apoio à inovação qu tratm dos tmas d sua ára d comptência, com vistas a forncr subsídios técnicos m áras d intrss da Scrtaria d Dsnvolvimnto Tcnológico Inovação; VI - assistir tcnicamnt os órgãos colgiados na ára d atuação do Dpartamnto d Políticas Programas d Inovação m Tcnologias Estruturants. VIII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção I Da Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Storiais Art. 7. À Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Storiais I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas, programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação, infrastrutura laboratorial a formação capacitação d EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660008 rcursos humanos, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; II - apoiar, coordnar acompanhar açõs voltadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação nas mprsas, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; III - promovr, articular coordnar açõs intgradas ntr mprsas, ntidads públicas privadas instituiçõs cintíficas tcnológicas para o aprfiçoamnto d políticas públicas para o dsnvolvimnto d programas projtos d dsnvolvimnto tcnológico inovação, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; IV - subsidiar, apoiar acompanhar programas, açõs instrumntos d fomnto ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação aplicávis, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; V - idntificar articular fonts d rcursos nacionais intrnacionais para a conscução d projtos nacionais d dsnvolvimnto tcnológico inovação, voltados, m spcial, às cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; VI - propor coordnar a criação d programas struturants qu contribuam para a concpção d soluçõs tcnológicas, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; VII - promovr a inovação tcnológica m alinhamnto às políticas d contúdo local para aumnto da comptitividad mprsarial brasilira, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; VIII - coordnar articular rds d psquisa dsnvolvimnto, bm como projtos cooprativos d forma a garantir a convrgência d sforços a otimização d rcursos públicos, m spcial, nas áras d Enrgia, Ptrólo, Gás Biocombustívis, Rcursos Minrais, Transports Construção Civil; IX - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; X - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; XI - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XII - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XIII - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XIV - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XV - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XVI - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XVII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 8. À Coordnação d Inovação m Tcnologias Storiais I - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas áras d gração, transmissão, opração, distribuição, armaznamnto uso final d nrgia létrica visando o aumnto da sgurança nrgética nacional; II - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas cadias produtivas da bionrgia biocombustívis, visando consolidar a bas tcnológica fortalcr a comptitividad nas tmáticas d biodisl, tanol, agronrgia, novos biocombustívis, procssos avançados d convrsão d biomassa biorrfinarias; III - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas áras d nrgia solar, hidroltricidad, nrgias ocânicas, nrgia ólica, hidrogênio bioltricidad para garantir a alta participação d nrgias rnovávis na matriz nrgética brasilira; IV - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a capacitação formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para o dsnvolvimnto intgral das cadias produtivas d minrais stratégicos (trras raras, lítio, silício, ntr outros), com vantagns comptitivas (frro nióbio) com lvado déficit comrcial (agrominrais, carvão mtalúrgico); V - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial no stor d transports rodoviários, frroviários aquaviários; VI - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a capacitação formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para os stors d ptrólo, gás biocombustívis com vistas ao aumnto da produtividad, a rdução d custos, a mlhoria da qualidad dos produtos a protção ao mio ambint; VII - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para as áras d rds létricas intlignts, ficiência nrgética, armaznamnto d nrgia, gração distribuída dscntralizada para sistmas d nrgia (solar, ólica, hidráulica, biomassa rsíduos); VIII - propor, coordnar, acompanhar avaliar as açõs rlativas ao módulo d dsnvolvimnto tcnológico do Programa Nacional d Produção Uso d Biodisl; IX - propor, coordnar, acompanhar avaliar açõs d dsnvolvimnto tcnológico inovação na cadia produtiva do tanol no contxto d biorrfinarias intgradas; X - propor, coordnar, acompanhar avaliar açõs d dsnvolvimnto tcnológico inovação m novos biocombustívis avançados bioprodutos, com spcial dstaqu para a struturação da cadia d produção uso do bioqurosn d aviação; XI - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial m combustívis fóssis rnovávis, mobilidad urbana, novas tcnologias d propulsão, aplicados ao stor d transports; XII - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a capacitação formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para as áras d gologia, minração transformação minral, visando à agrgação d valor ao adnsamnto d conhcimnto na cadia produtiva minral; XIII - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintados para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a capacitação formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para produção uso sustntávl d minrais não-mtálicos, visando à agrgação d valor insrção comptitiva das micro, pqunas médias mprsas d minração; XIV - propor, coordnar, acompanhar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto, a inovação, a capacitação laboratorial a formação capacitação d rcursos humanos para produção uso limpo do carvão minral com foco na gração trmolétrica, sidrurgia carboquímica; XV - propor, coordnar, acompanhar avaliar açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a capacitação formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial para a xploração produção d rcursos minrais d ptrólo gás no mar; XVI - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial na ára d Construção Civil, nas tmáticas d sanamnto habitação, m spcial abastcimnto d água, drnagm urbana, tratamnto d sgoto, valorização d rsíduos sólidos, águas pluviais, novos procssos construtivos, novos matriais, valorização d rsíduos rjitos, dsmpnho d dificaçõs, arquittura bioclimática, dntr outros; XVII - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; XVIII - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; XIX - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; XX - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; XXI - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XXII - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XXIII - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XXIV - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Subsção II Da Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras Art. 9. À Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras, m spcial Nanotcnologias, Novos Matriais, Fotônica Sistmas d Manufatura Avançada; II - coordnar, fomntar, articular, acompanhar avaliar a Iniciativa Brasilira d Nanotcnologia (IBN), o Sistma Nacional d Laboratórios m Nanotcnologias (SisNANO) as Rds d Nanotcnologia, com vistas a manutnção da comptitividad nacional na tmática Tcnologias Convrgnts Habilitadoras; III - coordnar, articular, implmntar acompanhar as açõs dlibradas no âmbito dos Comitês vinculados às tmáticas das Tcnologias Convrgnts Habilitadoras, objtivando subsidiar as dcisõs da Scrtaria;

82 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 IV - propor objtivos, indicadors mtas a srm alcançados na implmntação dos programas, projtos açõs voltados para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação nas áras das Tcnologias Convrgnts Habilitadoras; V - propor, coordnar avaliar programas, projtos açõs qu vism a criação d soluçõs tcnológicas, capacitação tcnológica das mprsas brasiliras d rcursos humanos, nglobando açõs d conscintização, mobilização, dsnvolvimnto, difusão transfrência d inovaçõs m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras; VI - propor, articular, coordnar, implmntar, acompanhar avaliar programas, projtos açõs com instituiçõs d ciência, tcnologia inovação nas sfras Fdral, Estadual Municipal, nvolvidas na implmntação da Política Nacional d Dsnvolvimnto Tcnológico d Inovação nas áras das Tcnologias Convrgnts Habilitadoras visando dar maior ftividad as suas açõs; VII - promovr a intgração ntr os cntros gradors do conhcimnto os divrsos stors mprsariais ligados às Tcnologias Convrgnts Habilitadoras, visando açõs cooprativas qu favorçam a inovação, gração d soluçõs tcnológicas a comptitividad das mprsas brasiliras; VIII - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; IX - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; X - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XI - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XII - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XIII - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XIV - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XV - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XVI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 20. À Coordnação d Inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras I - idntificar, formular propor políticas públicas, programas, projtos açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras, m spcial Nanotcnologias, Novos Matriais, Fotônica Sistmas d Manufatura Avançada; II - acompanhar as tndências nacionais intrnacionais nas áras d Tcnologias Convrgnts Habilitadoras, objtivando idntificar oportunidads para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação; III - propor, articular, coordnar promovr alianças stratégicas com órgãos do Govrno, instituiçõs d ciência, tcnologia inovação, stor mprsarial organismos nacionais intrnacionais, com vistas à idntificação, à formação d agnda à formulação d programas, projtos açõs m Tcnologias Convrgnts Habilitadoras; IV - planjar, propor, promovr, implmntar acompanhar açõs qu vism aumntar a comptitividad d stors mprsariais a intração ntr instituiçõs d ciência, tcnologia inovação o stor mprsarial, stimular a criação d mprsas d bas tcnológica a capacitação d rcursos humanos spcializados na tmática Tcnologias Convrgnts Habilitadoras; V - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; VI - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; VII - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; VIII - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; IX - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; X - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XI - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XII - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. Subsção III Da Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Estratégicas COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600082 Art. 2. À Coordnação-Gral d Dsnvolvimnto Inovação m Tcnologias Estratégicas I - propor, articular, subsidiar, coordnar acompanhar a formulação, a implmntação a avaliação d políticas públicas, programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação, a infrastrutura laboratorial a formação capacitação d rcursos humanos, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; II - apoiar, coordnar acompanhar açõs voltadas para o dsnvolvimnto tcnológico a inovação nas mprsas, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; III - promovr, articular coordnar açõs intgradas ntr mprsas instituiçõs d ciência, tcnologia inovação para o dsnvolvimnto d programas projtos d dsnvolvimnto tcnológico inovação, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; IV - promovr, articular coordnar açõs intgradas com a Comissão Nacional d Enrgia Nuclar a Agência Espacial Brasilira nos tmas ligados a Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; V - subsidiar, apoiar acompanhar programas, açõs instrumntos d fomnto ao dsnvolvimnto tcnológico à inovação m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; VI - idntificar fonts d rcursos nacionais intrnacionais para a conscução d projtos d dsnvolvimnto tcnológico inovação, voltados, m spcial, às cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; VII - propor coordnar a criação d programas struturants qu contribuam para a concpção d soluçõs tcnológicas, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; VIII - promovr a inovação tcnológica m alinhamnto com as políticas d contúdo local para aumnto da comptitividad mprsarial brasilira, m spcial, nas cadias produtivas ligadas aos stors d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; IX - coordnar articular rds d psquisa dsnvolvimnto projtos cooprativos d forma a garantir a convrgência d sforços a otimização d rcursos públicos, m spcial, nas áras d Enrgia Nuclar, Dfsa, Aronáutica Espaço; X - promovr studos açõs para o aprfiçoamnto dos instrumntos mcanismos d apoio ao dsnvolvimnto tcnológico m sua ára d comptência; XI - articular promovr alianças com órgãos ntidads xtrnas visando a xcução d programas, projtos açõs rlativas a sua ára d comptência; XII - coordnar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual da Scrtaria no âmbito da Coordnação-Gral; XIII - propor, fomntar coordnar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XIV - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XV - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XVI - acompanhar, m articulação com o Dirtor do Dpartamnto o Scrtário, a tramitação d projtos d li d outros instrumntos lgais qu tratam d aspctos rlativos a sua ára d comptência; XVII - assistir tcnicamnt ao Dirtor do Dpartamnto ao Scrtário na sua ára d atuação; XVIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 22. À Coordnação d Inovação m Tcnologias Estratégicas I - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas áras ligadas, m spcial, ao ciclo d combustívis nuclars, aos rators nuclars, à sgurança nuclar à disposição d rsíduos rjitos nuclars; II - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas áras ligadas, m spcial, às aplicaçõs na indústria tais como propulsão naval, radiofármacos, radioprotção, strilização, irradiação gração d nrgia; III - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial m áras alinhadas com a Política Nacional d Dsnvolvimnto das Atividads Espaciais, m spcial, m tmas ligados aos sistmas spaciais compostos d bass d lançamnto, cntros d rastrio. vículos lançadors satélits; IV - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial m áras alinhadas com a Política Nacional d Dsnvolvimnto das Atividads Espaciais, m spcial, para aplicaçõs da tcnologia spacial m comunicaçõs m rgiõs rmotas, vigilância patrulhamnto da Amazônia, frontiras da zona costira, invntário monitoramnto d rcursos naturais ambintal; V - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial nas áras d produtos srviços d dfsa alinhados com a Bas Industrial d Dfsa prvista na Estratégia Nacional d Dfsa com dstaqu para submarinos convncionais d propulsão nuclar, mios navais d suprfíci, vículos blindados, sistmas d armamntos muniçõs, sistmas d comando d sgurança das informaçõs, sistmas d gurra ltrônica, combatnt do futuro; VI - idntificar, formular, propor, articular, implmntar avaliar programas açõs orintadas para o dsnvolvimnto tcnológico, a inovação, a formação d rcursos humanos a capacitação laboratorial na ára Aronáutica, m spcial novas tcnologias para aronavs, aronavs d caça, ataqu d transport, vículos aéros não tripulados, radars, comunicaçõs, novos combustívis aronáuticos, grnciamnto d tráfgo aéro, sistmas d trra; VII - promovr apoiar vntos nacionais intrnacionais d divulgação no âmbito das áras d comptência da Coordnação; VIII - propor acompanhar sistmas d informação para gstão das políticas públicas ligados a sua ára d atuação; IX - ralizar açõs d acompanhamnto avaliação dos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs clbrados no âmbito da Coordnação; X - subsidiar acompanhar a laboração rvisõs do plano plurianual do orçamnto anual no âmbito da Coordnação; XI - idntificar, propor, subsidiar acompanhar a laboração d studos, diagnósticos, vntos, fóruns d discussão açõs qu subsidim a formulação, o aprfiçoamnto implmntação d políticas, programas instrumntos nas áras d sua comptência, além d divulgar sus rsultados; XII - subsidiar, apoiar, implmntar acompanhar açõs m coopração intrnacional m ciência, tcnologia inovação no âmbito d sua ára d comptência; XIII - participar, quando dsignado, d fóruns nacionais intrnacionais qu tratam das qustõs rlacionadas a sua ára d comptência; XIV - assistir tcnicamnt ao Coordnador-Gral ao Dirtor do Dpartamnto na sua ára d atuação. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 23. Ao Scrtário incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar avaliar a xcução d programas, projtos atividads das unidads organizacionais da Scrtaria, spcificamnt: a) assssorar o Ministro d Estado na fixação d políticas dirtrizs rlacionadas aos assuntos d comptência da Scrtaria; b) aprovar submtr à aprciação do órgão storial comptnt as propostas consolidadas da Scrtaria, rlativas ao Plano Plurianual à programação orçamntária; c) assinar, obsrvadas as disposiçõs rgulamntars, convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos d comptência da Scrtaria; II - promovr a unidad d atuação dos rprsntants da Scrtaria, m órgãos colgiados ou d dlibração coltiva; III - homologar, consoant normas spcíficas: a) parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; b) licitação rlativa à xcução d atividads, programas projtos finalísticos da Scrtaria; IV - instaurar sindicância procsso administrativo disciplinar no âmbito da Scrtaria, para apuração d irrgularidad d qu tnha conhcimnto, aplicando as pnalidads prvistas na lgislação prtinnt; V - praticar os atos d xcução orçamntária financira dos rcursos alocados à Scrtaria; VI - aprsntar, ao órgão comptnt, rlatórios das atividads dsnvolvidas pla Scrtaria; VII - coordnar as açõs da Scrtaria, quando d atuação nos organismos fóruns nacionais intrnacionais; VIII - praticar os dmais atos administrativos ncssários ao cumprimnto das comptências da Scrtaria, obsrvadas as disposiçõs rgulamntars. Parágrafo único. Incumb, ainda, ao Scrtário, xrcr as atribuiçõs qu lh form xprssamnt dlgadas, admitida a subdlgação. Art. 24. Aos Dirtors d Dpartamnto incumb: I - planjar, coordnar, monitorar avaliar o dsnvolvimnto a xcução d programas açõs stratégicas no âmbito da Scrtaria, spcificamnt: a) planjar, dirigir, coordnar orintar avaliar a xcução d programas, projtos atividads do Dpartamnto; b) assistir ao Scrtário m assuntos d comptência; II - submtr à aprovação do Scrtário: a) propostas d políticas, planos programas laborados; b) normas, parcrs outros documntos qu dpndam d dcisão suprior; III - dcidir sobr atos dspachos das chfias qu lh form dirtamnt subordinadas; IV - propor convênios, acordos, protocolos, ajusts contratos prtinnts à ára d atuação do Dpartamnto; V - aprsntar ao Scrtário rlatórios priódicos das atividads do Dpartamnto; VI - praticar os dmais atos administrativos ncssários ao cumprimnto das comptências do Dpartamnto, obsrvadas as disposiçõs rgulamntars;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 83 VII - xrcr outras atribuiçõs qu lh form comtidas m Art. 25. Ao Chf d Gabint incumb dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads da rspctiva unidad xrcr outras comptências qu lhs form comtidas m su campo d atuação. Art. 26. Aos Coordnadors-Grais incumb planjar, coordnar, implmntar, monitorar avaliar o dsnvolvimnto a xcução d programas açõs stratégicas prioritários m suas áras d atuação, xrcr outras comptências qu lhs form comtidas m Art. 27. Aos Coordnadors incumb grir a xcução das atividads atinnts à unidad organizacional, praticando os atos administrativos ncssários ao cumprimnto das comptências da Coordnação, xrcr outras comptências qu lhs form comtidas m Art. 28. Aos Chfs d Srviço incumb dirigir, coordnar orintar a xcução das atividads da rspctiva unidad. Art. 29. Ao Assssor Técnico incumb assssorar o dirignt nos assuntos qu dmandarm anális pronunciamnto no âmbito da Scrtaria. Art. 30. Ao Assistnt incumb xcutar atividads sob sua rsponsabilidad prtinnts à atuação da unidad xrcr outras atribuiçõs qu lh form comtidas plo dirignt. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 3. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno srão solucionados plo Scrtário. ANEXO VII REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TELECO- MUNICAÇÕES CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria d Tlcomunicaçõs I - propor políticas, objtivos mtas rlativos aos srviços d tlcomunicaçõs; II - propor políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à inclusão digital do Govrno fdral; III - acompanhar as atividads da Anatl nos trmos das políticas públicas dfinidas plo Podr Excutivo, zlar por sua obsrvância pla agência rguladora; IV - propor a rgulamntação normatização técnica para a xcução dos srviços d tlcomunicaçõs; V - propor o stablcimnto d normas, mtas critérios para a xpansão dos srviços d tlcomunicaçõs acompanhar o cumprimnto das mtas stablcidas; VI - propor o stablcimnto d normas critérios para alocação d rcursos dstinados ao financiamnto d projtos programas d xpansão dos srviços d tlcomunicaçõs; VII - planjar, coordnar, suprvisionar orintar as atividads, studos propostas sobr a formulação d açõs qu visam à xpansão dos srviços d tlcomunicaçõs da infrastrutura d acsso m banda larga; VIII - planjar, coordnar, suprvisionar orintar as açõs d inclusão digital do Govrno Fdral; IX - xcutar, acompanhar, monitorar avaliar a implmntação do Programa d Inclusão Digital do Govrno Fdral, m articulação com órgãos instituiçõs intrnos xtrnos; X - suprvisionar a xcução das açõs dstinadas à xpansão dos srviços d tlcomunicaçõs da infrastrutura d acsso m banda larga; XI - apoiar a suprvisão da Tlbrás suas subsidiárias vinculadas ao Ministério; XII - promovr, no âmbito d sua comptência, intração com administraçõs organismos nacionais intrnacionais; XIII - subsidiar a Scrtaria Excutiva na intgração d sistmas corporativos na gstão da informação do Ministério; XIV - zlar pla implmntação do Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XV - rprsntar o Ministro d Estado m foros colgiados, nacionais intrnacionais, m suas áras d atuação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria d Tlcomunicaçõs - SETEL tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria d Tlcomunicaçõs - GSTEL II - Dpartamnto d Srviços d Tlcomunicaçõs - DE- TEL III - Dpartamnto d Banda Larga - DEBAN a) Coordnação d Programas d Infrastrutura d Banda Larga - COINB IV - Dpartamnto d Inclusão Digital - DEIDI a) Coordnação-Gral d Formação, Sistmas Infrastrutura - CGIN. Coordnação d Formação - COFOR 2. Coordnação d Infrastrutura - COINF 3. Coordnação d Sistmas - COSIS b) Coordnação-Gral d Articulação - CGAT. Coordnação d Articulação - COART 2. Coordnação Gstão Administrativa Financira - COADF Art. 3º A Scrtaria srá dirigida por Scrtário, o Gabint por Chf, os Dpartamntos por Dirtors, as Coordnaçõs-Grais por Coordnadors-Grais as Coordnaçõs por Coordnadors, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600083 Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação prtinnt. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria d Tlcomunicaçõs Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria d Tlcomunicaçõs I - prstar apoio ao Scrtário d Tlcomunicaçõs; II - promovr a articulação ntr as difrnts unidads suprvisionadas pla Scrtaria d Tlcomunicaçõs; III - coordnar as açõs stratégicas d planjamnto; IV - planjar, coordnar orintar as atividads rfrnts: a) ao rcbimnto, rgistro, triagm, distribuição control d documntos procssos ncaminhados ao Scrtário d Tlcomunicaçõs; b) à manutnção atualização dos arquivos d atos documntos do Gabint da Scrtaria d Tlcomunicaçõs; c) à xcução das atividads d rquisição control d matrial d xpdint; d) à programação laboração da prvisão anual d aquisição d matrial prmannt d consumo; ) ao lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors do Gabint, visando à laboração d programa anual d trinamnto; f) à laboração da proposta orçamntária anual do Gabint da Scrtaria d Tlcomunicaçõs. V - apoiar a suprvisão o acompanhamnto da govrnança das mprsas statais d tlcomunicaçõs, suas subsidiárias coligadas vinculadas ao Ministério; VI - apoiar a monitoramnto do dsmpnho das mprsas d tlcomunicaçõs vinculadas ao Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; VII - rcbr distribuir, aos stors comptnts, rclamaçõs, consultas, dnúncias, sugstõs, críticas dmais manifstaçõs d usuários d srviços d Tlcomunicaçõs dirigidas à Coordnação, com vistas ao ncaminhamnto d soluçõs; VIII - acompanhar, m articulação com a Assssoria Parlamntar com a Consultoria Jurídica do Ministério, projtos d li instrumntos lgais cujos tmas atividads stão sob a rsponsabilidad da Scrtaria; IX - assssorar o Scrtário nas açõs d coopração intrnacional, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; X - coordnar as rprsntaçõs m colgiados fóruns nacionais intrnacionais d rsponsabilidad da Scrtaria; XI - coordnar as atividads d comunicação social, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XII - coordnar o cumprimnto da lgislação rfrnt ao tratamnto d informaçõs institucionais com rstriçõs d acsso no âmbito da Scrtaria; XIII - assistir tcnicamnt à Scrtaria-Excutiva ao Gabint do Ministro nas atividads d rsponsabilidad da Scrtaria; XIV - prstar informaçõs forncr dados documntos da Scrtaria aos órgãos oficiais d control; XV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário. Sção II Do Dpartamnto d Srviços d Tlcomunicaçõs Art. 6º Ao Dpartamnto d Srviços d Tlcomunicaçõs I - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos aos srviços d tlcomunicaçõs a laboração do plano gral d mtas d univrsalização; II - acompanhar a volução da xploração prstação dos srviços d tlcomunicaçõs, sugrindo mudanças, ajusts, critérios procdimntos ncssários; III - auxiliar na orintação, no acompanhamnto na suprvisão das atividads da Anatl; IV - ralizar studos sobr normas critérios para alocação d rcursos para os programas financiados por fundos d univrsalização ou d ampliação dos srviços d tlcomunicaçõs; V - ralizar studos sobr normas, mtas critérios para a xpansão dos srviços d tlcomunicaçõs acompanhar o cumprimnto das mtas stablcidas; VI - subsidiar a formulação d políticas rlativas ao dsnvolvimnto da intrnt no País; VII - subsidiar a colaboração com o Podr Lgislativo nos assuntos rlacionados a projtos d li, dcrtos, informaçõs técnicas comissõs no âmbito das tlcomunicaçõs tmas corrlatos; VIII - acompanhar tmas d tlcomunicaçõs corrlatos m dbats intrnacionais; IX - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Do Dpartamnto d Banda Larga Art. 7º Ao Dpartamnto d Banda Larga I - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas d xpansão do acsso à banda larga; II - fomntar a xpansão do acsso à banda larga stimulando a implantação d infrastrutura d tlcomunicaçõs; III - incntivar a prstação d srviços d banda larga com mlhors condiçõs d prço qualidad; IV - articular-s com ntidads govrnamntais não govrnamntais para a xcução d políticas d aprimoramnto xpansão do acsso à banda larga; V - articular-s com ntidads govrnamntais não govrnamntais para a xcução d políticas qu vism ao aprimoramnto xpansão do acsso à banda larga; VI - acompanhar avaliar a xcução das açõs do Govrno Fdral rlativas à xpansão do acsso à banda larga; VII - promovr lvantamntos d dados, psquisas divulgação d informaçõs sobr xpansão do acsso à banda larga; VIII - promovr o dbat público a rspito d políticas d mlhoria da cobrtura, dos prços da qualidad do acsso à banda l a rg a ; IX - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 8º À Coordnação d Programas d Infrastrutura d Banda Larga I - dar apoio técnico à formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas d ampliação da infrastrutura d tlcomunicaçõs m banda larga; II - grir o Rgim Espcial d Tributação do Programa Nacional d Banda Larga para Implantação d Rds d Tlcomunicaçõs - REPNBL-Rds, bm como dmais rgims análogos; III - incntivar a modrnização da infrastrutura para a mlhoria da infrastrutura d tlcomunicaçõs; IV - prstar, no âmbito d suas comptências, apoio técnico administrativo ncssários ao xrcício das atividads do Dpartamnto d Banda Larga. Sção IV Do Dpartamnto d Inclusão Digital Art. 9º Ao Dpartamnto d Inclusão Digital I - propor suprvisionar as açõs d inclusão digital do Govrno fdral, dfinindo políticas, dirtrizs, objtivos mtas; II - propor coopração técnica financira junto a parciros institucionais rlacionados com a política d inclusão digital do Govrno Fdral; III - promovr açõs para a intgração das tcnologias da informação comunicação como frramntas d cidadania às políticas públicas storiais; IV - propor açõs coordnar políticas públicas para potncializar o uso da intrnt para o mprnddorismo digital; V - planjar, propor, coordnar xcutar açõs rlacionadas à garantia dos mios físicos, rds digitais softwars ncssários à apropriação das tcnologias digitais da informação comunicação pla população, prioritariamnt m rgiõs com baixo índic d dsnvolvimnto humano; VI - planjar propor programas açõs d formação nas áras d: tcnologia da informação; gstão d spaços públicos para inclusão digital; infrastrutura para comunicação digital; VII - propor, coordnar suprvisionar o dsnvolvimnto d políticas para a gstão sustntávl compartilhada d bns d informática outros dispositivos tcnológicos ncssários à inclusão digital; VIII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; IX - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção I Da Coordnação-Gral d Formação, Sistmas Infrastrutura Art. 0. À Coordnação-Gral d Formação, Sistmas Infrastrutura I - planjar implmntar as açõs d formação no âmbito das divrsas d inclusão digital; II - propor implmntar parcrias com instituiçõs públicas privadas sm fins lucrativos para o dsnvolvimnto d açõs conjuntas d formação para inclusão digital sua intgração às dmais políticas públicas; III - apoiar xcutar programas açõs voltados para sustntação gstão d spaços públicos d acsso à intrnt m banda larga; IV - laborar propor os insumos técnicos ncssários à provisão d bns srviços d infrastrutura aos projtos d inclusão digital, bm como ralizar o acompanhamnto técnico dos instrumntos firmados; V - xcutar programas açõs d provimnto d comunicação à intrnt m banda larga gratuitas para comunidads m áras rmotas ou com populaçõs vulnrávis social conomicamnt, promovndo a inclusão digital; VI - apoiar projtos açõs voltados à laboração à implmntação d projtos tcnológicos d inclusão digital; VII - implmntar programas d stímulo ao uso d srviços d govrno ltrônico como forma d aumntar a transparência das açõs da gstão pública dmocratizar o acsso às políticas públicas do govrno fdral; VIII - suprvisionar, monitorar grnciar as informaçõs implantar sistmas ncssários ao monitoramnto acompanhamnto das açõs implmntadas no âmbito das açõs d inclusão digital; IX - grnciar, monitorar fiscalizar os contratos d srviços d obras ralizados plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs no âmbito das açõs d inclusão digital; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art.. À Coordnação d Formação I - coordnar a implmntação d açõs d formação para inclusão digital; II - fomntar a formalização d parcrias com instituiçõs d nsino ntidads privadas sm fins lucrativos para o dsnvolvimnto d açõs conjuntas d formação para inclusão digital sua intgração às dmais políticas públicas;

84 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 III - grnciar, no âmbito do Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs as açõs rlativas ao Programa Nacional d Acsso ao Ensino Técnico Emprgo - Pronatc aftas à Pasta; IV - intgrar os parciros institucionais m torno das dirtrizs comuns planjadas para viabilização das açõs d formação para inclusão digital; V - acompanhar as parcrias ralizadas plo DEIDI para dsnvolvimnto d açõs d formação, sndo rsponsávl por mitir parcr técnico sobr rlatórios prstação d contas d instituiçõs parciras. Art. 2. À Coordnação d Infrastrutura I - xcutar açõs rlacionadas à garantia dos mios físicos rds digitais ncssários à apropriação das tcnologias digitais da informação comunicação pla população; II - articular promovr açõs para dfinir os parâmtros d conctividad à intrnt ncssária à inclusão digital d manira consoant à política d banda larga do Govrno Fdral; III - laborar propor os parâmtros técnicos ncssários à provisão d bns srviços d infrastrutura aos projtos d inclusão digital do Ministério, bm como ralizar o acompanhamnto técnico dos instrumntos firmados; IV - laborar trmos d rfrência instrumntos qu dm bas para a contratação d srviços obras para a implmntação d infrastrutura visando a conxão à intrnt nas açõs d inclusão digital; V - apoiar, dntro d sua capacidad técnica, a fiscalização d contratos d srviços d obras ralizados plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs no âmbito das açõs d inclusão digital. Art. 3. À Coordnação d Sistmas I - coordnar as açõs d implantação d aplicativos para a promoção da inclusão digital; II - fomntar a formação d parcrias para dsnvolvimnto disponibilização d aplicativos qu propicim a inclusão digital; III - ralizar a prospcção d produtos srviços, particularmnt no qu diz rspito à acssibilidad, para implmntação m dispositivos utilizados nas açõs d inclusão digital; IV - acompanhar as parcrias ralizadas plo DEIDI para dsnvolvimnto d aplicativos, sistmas plataformas utilizados para srviços açõs d inclusão digital, sndo rsponsávl por mitir parcr sobr rlatórios prstação d contas d instituiçõs parciras; V - dfinir padrõs modlos para dsnvolvimnto d aplicativos plataformas para açõs d inclusão digital. Subsção II Da Coordnação-Gral d Articulação Art. 4. À Coordnação-Gral d Articulação I - articular parcrias com instituiçõs públicas /ou da socidad civil para a implantação gstão compartilhada d iniciativas da política d inclusão digital stablcida plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; II - articular a gstão compartilhada d pontos d inclusão digital implantados mantidos m conjunto com instituiçõs parciras; III - grnciar as informaçõs ncssárias ao monitoramnto acompanhamnto das açõs xcutadas d inclusão digital; IV - monitorar as parcrias institucionais stablcidas, no âmbito d sua comptência, conform as dirtrizs instrumntos lgais firmados; V - monitorar grnciar os bns srviços instalados, buscando rdircioná-los nos casos m for constatada subutilização ou uso para finalidads divrsas das pactuadas com as instituiçõs bnficiárias corrspondnts; VI - propor coordnar açõs rlativas ao dsnvolvimnto d políticas d sustntabilidad ambintal para rsíduos quipamntos da indústria ltroltrônica no âmbito das açõs d inclusão digital; VII - acompanhar a xcução d instrumntos d coopração firmados com parciros institucionais; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 5. À Coordnação d Articulação I - viabilizar a formalização d parcrias com órgãos govrnamntais para promovr as açõs conjuntas d inclusão digital; II - viabilizar a formalização d parcrias com instituiçõs públicas da socidad civil para a implantação gstão compartilhada d iniciativas da política d inclusão digital dfinida plo MCTIC; III - propor acompanhar a ralização d vntos rlativos às iniciativas d inclusão digital, dsnvolvndo inclusiv as iniciativas parcrias ncssárias para sua ftivação; IV - acompanhar grnciar as açõs rlativas ao dsnvolvimnto do programa d Cntros d Rcondicionamnto d Computadors, inclusiv acompanhar o dsnvolvimnto da política d dsfazimnto d bns ltrônicos do govrno fdral; V - monitorar grnciar o uso dos bns srviços instalados, buscando rdircioná-los nos casos m qu for constatada subutilização ou uso para finalidads divrsas das pactuadas com as instituiçõs bnficiárias corrspondnts. Art. 6. À Coordnação d Gstão Administrativa Financira I - grnciar, monitorar acompanhar os procssos bm como os rsultados das açõs implmntadas por mio das parcrias institucionais stablcidas, conform as dirtrizs instrumntos lgais firmados; II - avaliar a prstação d contas financiras d parcrias firmadas com instituiçõs parciras /ou bnficiárias, mitindo parcrs para dcisão suprior; COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600084 III - prparar instruir procssos d sançõs ou avaliar rspostas a fim d suspnsão dstas para as parcrias firmadas com instituiçõs ou órgãos parciros; IV - rspondr a qustionamntos ou dmandas do podr judiciário dos órgãos d control m rlação ao uso d bns srviços instalados a partir d contratos ou instrumntos d parcria firmados plo Ministério da Ciência, Tcnologia Inovaçõs Comunicaçõs. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 7. Ao Scrtário d Tlcomunicaçõs incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar avaliar a xcução das atividads das unidads qu intgram a Scrtaria; II - assssorar o Ministro d Estado na fixação d políticas, dirtrizs mtas, nos assuntos d comptência da Scrtaria; III - xpdir atos administrativos ncssários à conscução dos objtivos da Scrtaria; IV - rprsntar a Scrtaria nos assuntos rlativos a sua ára d comptência; V - clbrar contratos, convênios, acordos, ajusts instrumntos congênrs, inclusiv sus aditivos, ncssários à xcução dos programas açõs, do âmbito do Ministério, rlativos às comptências da Scrtaria; VI - submtr à aprciação da Consultoria Jurídica os atos a srm ditados, rlativos aos assuntos d suas atribuiçõs; VII - dcidir sobr a aprovação da prstação d contas dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; VIII - incluir, suspndr ou canclar o rgistro d inadimplência nos sistmas da administração publica fdral, dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; IX - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua comptência, no Sistma d Gstão d Convênios, Contratos d Rpass Trmos d Parcria - SICONV, rlativamnt a quaisqur ajusts cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação dsta Scrtaria, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs; X - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Ministro d Estado. Art. 8. Aos Dirtors d Dpartamnto incumb: I - promovr, planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar, avaliar ncaminhar a xcução das atividads das rspctivas unidads; II - assssorar o Ministro d Estado na fixação d políticas, dirtrizs mtas, nos assuntos d comptência do Dpartamnto; III - auxiliar o Scrtário no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; IV - rprsntar os Dpartamntos nos assuntos rlativos às suas áras d comptência; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Parágrafo único. Ao Dirtor do Dpartamnto d Inclusão Digital incumb ainda: I - clbrar acordos d coopração trmos d parcria com órgãos govrnamntais ntidads privadas sm fins lucrativos, qu não nvolvam transfrência d rcursos orçamntários financiros, no âmbito do Dpartamnto d Inclusão Digital; II - analisar mitir parcr sobr a aprovação da prstação d contas dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério; III - incluir, suspndr ou canclar o rgistro d inadimplência nos sistmas da administração pública fdral, dos convênios, contratos ou ajusts similars, clbrados com órgãos ou ntidads d qualqur naturza, cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério; IV - xcutar as atividads opracionais, no âmbito d sua comptência, no SICONV, rlativamnt a quaisqur ajusts cujo objto do instrumnto sja vinculado à ára d atuação, qu rcbam rpasss financiros dst Ministério. Art. 9. Aos Coordnadors-Grais incumb: I - coordnar controlar avaliar a xcução dos projtos das atividads qu form atribuídas a suas Coordnaçõs-Grais. II - auxiliar os Dirtors no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 20. Aos Grnts d Projto incumb: I - coordnar controlar avaliar a xcução dos projtos das atividads qu lhs form atribuídas. II - auxiliar os Dirtors no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. Aos Coordnadors incumb coordnar orintar a xcução das atividads da sua unidad xrcr outras comptências qu lh form comtidas CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 22. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação dst Rgimnto Intrno srão solucionados plo Scrtário d Tlcomunicaçõs. ANEXO VIII REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE POLÍTI- CA DE INFORMÁTICA CAPÍTULO I DA CATEGORIA E DA COMPETÊNCIA Art. º À Scrtaria d Política d Informática I - formular a stratégia digital brasilira, m articulação com os stors comptnts do campo cintífico, govrnamntal, produtivo da socidad civil; II - propor, coordnar suprvisionar as políticas os programas d incntivos financiamntos para a psquisa cintífica, o dsnvolvimnto tcnológico industrial, a formação d rcursos humanos a capacitação tcnológica da mprsa brasilira no campo das Tcnologias da Informação da Comunicação; III - stimular apoiar a conomia digital, inclusiv por mio d iniciativas voltadas à promoção do mprnddorismo da criação d modlos d ngócios inovadors; IV - formular políticas, planjar coordnar as açõs ncssárias para o dsnvolvimnto da Intrnt no País, m conjunto com os divrsos órgãos das sfras pública privada; V - xrcr a coordnação do Comitê Gstor da Intrnt no Brasil - CGI.br; VI - propor, coordnar acompanhar as mdidas ncssárias à xcução da política do plano nacional d informática automação, bm como à anális das propostas d concssão d incntivos fiscais a projtos do stor; VII - propor, coordnar acompanhar as mdidas ncssárias à xcução das políticas para o dsnvolvimnto do stor d microltrônica, softwar srviços rlacionados; VIII - assistir tcnicamnt rprsntar o ministério nos órgãos colgiados na sua ára d atuação; IX - planjar coordnar a implmntação d programas, projtos atividads intgradas d coopração técnico-cintíficas com organismos nacionais intrnacionais ntidads privadas, m articulação com as dmais unidads do Ministério; X - atuar nos fóruns intrnacionais voltados ao dsnvolvimnto d açõs à dfinição d normas padrõs no campo das tcnologias da informação comunicação da Intrnt, bm como intragir bilatralmnt a rspito d tmas cibrnéticos; XI - intragir com os órgãos ntidads comptnts m rlação às atividads voltadas para o uso xpansão da infrastrutura para o dsnvolvimnto da Intrnt no Brasil; XII - dsnvolvr as atividads d xcução orçamntária, financira, contábil patrimonial no âmbito da Scrtaria d Política d Informática; XIII - subsidiar a Scrtaria Excutiva na intgração d sistmas corporativos na gstão da informação do Ministério; XIV - zlar pla implmntação do Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XV - rprsntar o Ministro d Estado m foros colgiados, nacionais intrnacionais, m suas áras d atuação. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 2º A Scrtaria d Política d Informática - SEPIN tm a sguint strutura organizacional: I - Gabint da Scrtaria d Política d Informática - GS- PIN a) Divisão d Acompanhamnto Administrativo-Financiro - DIAFI II - Dpartamnto d Políticas Storiais m Tcnologia da Informação Comunicaçõs - DETIC a) Coordnação-Gral d Assuntos Cibrnéticos - CGAC b) Coordnação-Gral d Agnda Digital - CGAD III - Dpartamnto d Ecossistmas Digitais - DECOD a) Coordnação-Gral d Plataformas Softwar - CGPS. Divisão d Plataformas Digitais - DIPLD b) Coordnação-Gral d Ambint d Ngócios - CGAN IV - Dpartamnto d Ciência, Tcnologia Inovação Digital - DECTI a) Coordnação-Gral d Acompanhamnto da Inovação Digital - CGID. Coordnação d Fomnto à Inovação - COFIN.. Divisão d Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação - DIPDI b) Coordnação-Gral d Ciência Tcnologia - CGCT. Divisão d Acompanhamnto Avaliação - DIAAV 2. Coordnação d Inovação Industrial - COIIN 3. Coordnação d Microltrônica - COMCE Art. 3º A Scrtaria srá dirigida por Scrtário, o Gabint as Divisõs por Chf, os Dpartamntos por Dirtor, as Coordnaçõs-Grais por Coordnador-Gral a Coordnaçõs por Coordnador, cujas funçõs srão providas na forma da lgislação prtinnt. Art. 4º Os ocupants das funçõs prvistas no caput do art. 3º srão substituídos, m sus afastamntos impdimntos lgais ou rgulamntars na vacância do cargo, por srvidors por ls indicados prviamnt dsignados na forma da lgislação prtinnt. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES Sção I Do Gabint da Scrtaria d Política d Informática Art. 5º Ao Gabint da Scrtaria d Política d Informática I - assssorar prstar assistência dirta ao Scrtário; II - praticar os atos d administração gral do Gabint; III - xaminar rvisar os atos administrativos da Scrtaria;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 85 IV - organizar a agnda do Scrtário; V - coordnar o rcbimnto, rgistro, triagm, distribuição control d documntos procssos ncaminhados ao Scrtário d Política d Informática; VI - coordnar a manutnção atualização dos arquivos d atos documntos do Gabint da Scrtaria d Política d Informática; VII - promovr a articulação ntr as difrnts unidads suprvisionadas pla Scrtaria d Política d Informática; VIII - coordnar a manutnção atualização dos arquivos d atos documntos do Gabint da Scrtaria d Política d Informática; IX - planjar, coordnar orintar a programação laboração da prvisão anual d aquisição d matrial prmannt d consumo; X - orintar a xcução das atividads d rquisição control d matrial d xpdint; XI - coordnar o lvantamnto das ncssidads d capacitação trinamnto dos srvidors do Gabint, visando à laboração d programa anual d trinamnto; XII - planjar coordnar a laboração da proposta orçamntária anual do Gabint da Scrtaria d Política d Informática; XIII - concdr diárias autorizar a aquisição d passagns aéras trrstrs m trritório nacional intrnacional; XIV - aprovar a prstação d contas d viagns, analisando os rlatórios d viagns comprovaçõs d mbarqus; XV - acompanhar, m articulação com a Assssoria Parlamntar com a Consultoria Jurídica do Ministério, projtos d li instrumntos lgais, cujos tmas atividads stão sob a rsponsabilidad da Scrtaria; XVI - assssorar o Scrtário nas açõs d coopração intrnacional, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XVII - assssorar o Scrtário nas rprsntaçõs m colgiados fóruns nacionais intrnacionais d rsponsabilidad da Scrtaria; XVIII - assssorar o Scrtário nas atividads d comunicação social, cujos tmas são d rsponsabilidad da Scrtaria; XIX - assistir tcnicamnt à Scrtaria-Excutiva ao Gabint do Ministro nas atividads d rsponsabilidad da Scrtaria; XX - prstar informaçõs forncr dados documntos da Scrtaria aos órgãos oficiais d control; XXI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas plo Scrtário. Art. 6º Divisão d Acompanhamnto Administrativo-Financiro I - auxiliar na laboração do planjamnto anual da Scrtaria acompanhar a sua xcução física, orçamntária financira; II - assssorar o Gabint os Dpartamntos na dfinição acompanhamnto d indicadors mtas dos programas finalísticos; III - laborar rlatórios d gstão d control, struturando os contatos procdimntos priódicos junto aos órgãos d control; IV - monitorar as solicitaçõs dos órgãos d control, controlar o cumprimnto dos prazos acompanhar a laboração das rspostas juntamnt com as rspctivas áras técnicas; VI - auxiliar, nos trmos da lgislação spcífica, à instrução, à clbração aos dmais procdimntos administrativos aftos aos convênios, contratos d rpass, acordos d coopração técnica, trmos d coopração instrumntos congênrs, bm como à anális d prstaçõs d contas no âmbito técnico financiro, com o auxílio das áras técnicas da Scrtaria, inclusiv propondo, s ncssário, a instauração d Tomada d Contas Espcial; VII - auxiliar no procsso d autorização, mdiant procsso formal, a doação d bns adquiridos com rcursos d convênios firmados com Estados, Distrito Fdral Municípios, dsd qu prvista no rfrido instrumnto m conformidad com a lgislação spcífica; VIII - dsnvolvr as atividads d xcução orçamntária, financira, contábil patrimonial no âmbito da Scrtaria, auxiliando nas atividads, como: a.mpnhar anular dspsas autorizar pagamntos; b.monitorar as contas bancárias, mitir ordns bancárias, nota d crédito ralizar a programação financira; c.autorizar a concssão d suprimnto d fundos manifstar-s sobr a prstação d contas; IX - propor licitação dstinada à xcução d objto spcífico da ára d atuação da Scrtaria d Política d Informática, podndo instituir comissõs spciais d licitação, cabndo-lh todos os atos administrativos dcorrnts. Sção II Do Dpartamnto d Políticas Storiais m Tcnologia da Informação Comunicaçõs Art. 7º Ao Dpartamnto d Políticas Storiais m Tcnologia da Informação Comunicaçõs I - assistir tcnicamnt a laboração a coordnação da Agnda Digital Brasilira, m articulação com os stors comptnts do campo cintífico, govrnamntal, produtivo da socidad civil; II - ralizar studos subsidiar a formulação d políticas, objtivos mtas rlativos à Intrnt no País, no qu coubr, à sua govrnança intrnacional, com vistas à prsrvação d ambint rgulatório propício ao dsnvolvimnto da conomia digital à protção dos intrsss dos usuários; III - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600085 IV - atuar nos fóruns intrnacionais voltados a tmas cibrnéticos, inclusiv naquls rlativos à gstão d rcursos críticos da intrnt, à propridad intlctual, aos srviços, ao comércio ltrônico sus rflxos, à sgurança à protção d diritos na intrnt; V - subsidiar a atuação do rprsntant do Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs na coordnação do Comitê Gstor da Intrnt no Brasil - CGI.br; VI - auxiliar na intração com os órgãos as ntidads comptnts m rlação às atividads voltadas para o uso a xpansão da infrastrutura para o dsnvolvimnto da intrnt no País. VII - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; VIII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Assuntos Cibrnéticos Art. 8º À Coordnação-Gral d Assuntos Cibrnéticos I - apoiar tcnicamnt a formulação d políticas, normas, objtivos mtas rlativos à Intrnt no País, no qu coubr, à sua govrnança intrnacional; II - ralizar coordnar studos diagnósticos rlativos a assuntos cibrnéticos, promovndo sua ampla dissminação; III - propor acompanhar iniciativas lgislativas, açõs rgulatórias políticas públicas qu possam produzir impactos sobr o dsnvolvimnto da Intrnt, sobr a conomia digital sobr a protção dos usuários; IV - participar d instâncias mcanismos d coopração nacionais intrnacionais rlativos a tmas cibrnéticos; V - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção II Da Coordnação-Gral d Agnda Digital Art. 9º À Coordnação-Gral d Agnda Digital I - apoiar tcnicamnt a laboração a coordnação da Agnda Digital Brasilira, m articulação com os stors comptnts públicos privados, d modo a promovr mlhor dircionamnto dos sforços govrnamntais na sara digital, ampliar a comptitividad conômica, aclrar a inovação, lvar a qualidad da vida grar mprgos qualificados para os brasiliros; II - ralizar coordnar studos diagnósticos rlativos à conomia digital à agnda digital, promovndo sua ampla dissminação; III - propor acompanhar iniciativas lgislativas, açõs rgulatórias políticas públicas rlativas à agnda digital brasilira; IV - participar d instâncias mcanismos d coopração nacionais intrnacionais rlativos à promoção da agnda digital; V - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Do Dpartamnto d Ecossistmas Digitais Art. 0. Ao Dpartamnto D Ecossistmas Digitais I - ralizar studos formular políticas públicas para fomntar a inovação o dsnvolvimnto da conomia digital do mrcado d tcnologia da informação; II - acompanhar o cossistma digital stimular a produção d indicadors do stor das Tcnologias da Informação das Comunicaçõs da Intrnt, promovndo sua ampla divulgação; III - propor mdidas d incntivo à inovação, d capacitação tcnológica d rmoção d barriras ao dsnvolvimnto da conomia digital; IV - stimular o dsnvolvimnto d aplicaçõs para a mlhoria da ficiência do stor público; V - propor, coordnar, suprvisionar acompanhar o dsnvolvimnto a consolidação d ambints inovadors; V - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto tcnológico; VII - atuar, m conjunto com os dmais órgãos comptnts, para o stímulo à criação d contúdos digitais nacionais; VIII - avaliar indicar altrnativas rfrnts ao aprimoramnto da infrastrutura ncssária ao dsnvolvimnto da conomia digital, m articulação com os órgãos ntidads comptnts; IX - participar d instâncias mcanismos d coopração nacionais intrnacionais rlativos aos tmas d sua comptência; X - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Subsção I Da Coordnação-Gral d Plataformas Softwar Art.. Coordnação-Gral d Plataformas Softwar I - formular coordnar açõs d capacitação tcnológica m Tcnologias da Informação Comunicação, particularmnt m softwar; II - laborar políticas d apoio à inovação no stor das Tcnologias da Informação das Comunicaçõs da Intrnt; III - coordnar participar d açõs d stímulo ao dsnvolvimnto d contúdos digitais nacionais; IV - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica, à inovação digital ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; V - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 2. À Divisão d Plataformas Digitais I - apoiar a formulação coordnação d açõs d capacitação tcnológica m Tcnologias da Informação Comunicação, particularmnt m dsnvolvimnto d softwar; II - dar suport à laboração d políticas d apoio à inovação no stor das Tcnologias da Informação Comunicação da Intrnt; III - coordnar xcutar outras atividads qu lh form atribuídas plo Coordnador-Gral d Plataformas Softwar. Subsção II Da Coordnação-Gral d Ambint d Ngócios Art. 3. À Coordnação-Gral d Ambint d Ngócios I - coordnar a xcução d políticas açõs d fomnto ao dsnvolvimnto d ambints inovadors ao mprnddorismo digital; II - coordnar a xcução d políticas açõs d fomnto ao dsnvolvimnto d ambints inovadors; III - intragir com ators públicos privados visando obtr insumos, construir diagnósticos, formular coordnar políticas para o dsnvolvimnto do ambint d ngócios; IV - propor acompanhar iniciativas para liminar barriras racionalizar o ambint d ngócios digital; V - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica, à inovação digital ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; VI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Sção III Do Dpartamnto d Ciência, Tcnologia Inovação Digital Art. 4. Ao Dpartamnto d Ciência, Tcnologia Inovação Digital I - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à inovação digital, à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto industrial tcnológico do stor d tcnologias da informação da comunicação do País; II - dsnvolvr mios para a difusão das inovaçõs cintíficas tcnológicas das tcnologias da informação comunicação, assim como promovr a coopração cintífica tcnológica m sua ára d atuação; III - subsidiar a formulação d políticas a dfinição d stratégias para a implantação d programas storiais, projtos atividads acompanhar as mdidas ncssárias à xcução das políticas nacionais d informática automação d tcnologias da informação comunicação, tais como aqulas rlacionadas à indústria d smicondutors, 5G intrnt das coisas;; IV - xcutar, m sua ára d comptência, as mdidas ncssárias à xcução da política do plano nacional d informática automação, bm como à anális das propostas d concssão d incntivos fiscais a projtos do stor; V - participar da articulação d açõs, m conjunto com outros órgãos do Ministério dos stors comptnts do campo cintífico, govrnamntal, produtivo da socidad civil, m ngociaçõs d programas projtos rlacionados com as políticas nacionais d inovação d dsnvolvimnto tcnológico d informática automação, bm como das tcnologias da informação comunicação; VI - intragir bilatralmnt atuar nos fóruns intrnacionais voltados a discussão das açõs qu vism a inovação digital o dsnvolvimnto das tcnologias da informática, automação, informação comunicação sus rflxos; VII - propor, coordnar, suprvisionar acompanhar programas, projtos, açõs studos m tcnologias da informação da comunicação para a atração d invstimntos produtivos, d cntros d psquisa intrnacionais para a promoção da inovação do dsnvolvimnto industrial, da qualidad, da produtividad da comptitividad da mprsa brasilira; VIII - propor suprvisionar, m articulação com outras áras do Ministério, a Política d Propridad Intlctual para a promoção da ciência, da tcnologia da inovação, implmntar as açõs dla dcorrnts, no campo das tcnologias da informação da comunicação; IX - analisar dar parcr às propostas d concssão d incntivos fiscais a projtos do stor d informática automação; X - assssorar tcnicamnt os órgãos colgiados da ára d atuação do Dpartamnto d Ciência, Tcnologia Inovação Digital; XI - xcutar o Sistma d Gstão d Continuidad d ngócio conform a Política d Continuidad d Ngócio instituída para o Ministério; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Subsção I Da Coordnação-Gral d Incntivo à Inovação Digital Art. 5. À Coordnação-Gral d Incntivo à Inovação Digital I - propor, implmntar, coordnar avaliar políticas visando à capacitação d rcursos humanos, a inovação digital o dsnvolvimnto cintifico tcnológico do stor d informática, automação, informação comunicação;

86 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 II - propor, implmntar, coordnar avaliar políticas d incntivos fiscais qu vism a inovação, o dsnvolvimnto à capacitação tcnológica no stor d tcnologia da informática, automação, informação comunicação; III - planjar, articular, coordnar avaliar a fruição dos incntivos, bm como fiscalizar o cumprimnto das obrigaçõs dcorrnts da contrapartida aos incntivos aufridos; IV - avaliar forncr subsídios para a compatibilização das políticas d inovação digital d dsnvolvimnto storial rgional, com a do stor d tcnologia d informática, automação, informação comunicação; V - propor, articular, subsidiar acompanhar as posiçõs do Ministério no âmbito dos acordos multilatrais bilatrais, rgionais sub-rgionais m tmas d intrss do stor d tcnologia da informática, automação, informação comunicação; VI - participar articular a participação d ntidads públicas privadas com vistas à insrção do País no contxto da Socidad da Informação nas suas áras d comptência; VII - planjar, articular, coordnar avaliar studos sobr a capacitação tcnológica a comptitividad da indústria d tcnologias da informática, automação, informação comunicação; VIII - assssorar tcnicamnt os órgãos colgiados na sua ára d atuação; IX - fomntar a psquisa, a inovação o forncimnto d bns srviços rfrnts às tcnologias d rds d comunicaçõs globais, tais como as tcnologias d banda larga móvl d 5ª gração (5G); X - participar d instâncias mcanismos d coopração nacionais intrnacionais, no âmbito d suas comptências; XI - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica, à inovação digital ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; XII - xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 6. À Coordnação d Fomnto à Inovação I - propor, articular, fomntar acompanhar programas da qualidad d avaliação da conformidad, bm como participar das atividads d normalização no sgmnto d tcnologias da informática, automação, informação comunicação; II - subsidiar a formulação implantação d políticas mcanismos qu vism ao fortalcimnto da capacidad d inovação nos stors informática, automação, informação comunicação; III - subsidiar apoiar as atividads do Comitê da Ára d Tcnologia da Informação - CATI, inclusiv m rlação a implmntação acompanhamnto dos programas prioritários dfinidos plo Comitê, nas suas áras d comptência; IV - propor dirtrizs subsidiar as posiçõs do dpartamnto na formulação d políticas mcanismos, no âmbito dos acordos multilatrais bilatrais, rgionais sub-rgionais, com vistas a fortalcr a capacidad tcnológica a inovação do stor d informática, automação, informação comunicação nas áras stratégicas stablcidas plo CATI; V - laborar a consolidação dos rlatórios dmonstrativos dos invstimntos m psquisa dsnvolvimnto para ncaminhamnto ao Comitê da Ára d Tcnologia da Informação - CATI; VI - apoiar acompanhar as atividads do CATI. Art. 7. À Divisão d Psquisa, Dsnvolvimnto Inovação I - subsidiar, coordnar avaliar a fruição dos incntivos prvistos na lgislação d informática, bm como fiscalizar o cumprimnto das obrigaçõs dcorrnts da contrapartida aos incntivos aufridos; II - promovr açõs qu stimulm o stor d tcnologia da informação a utilizar os mcanismos da propridad intlctual como instrumnto d política d dsnvolvimnto d inovação cintífica, tcnológica industrial; III - acompanhar avaliar os programas d fomnto à capacitação tcnológica a inovação m tcnologias da informática, automação, informação comunicação; IV - propor, subsidiar, articular acompanhar programas, projtos açõs com vistas ao dsnvolvimnto cintífico tcnológico do stor d tcnologia informática, automação, informação comunicação, inclusiv no qu s rfr à inovação digital à coopração ntr univrsidads, cntros d psquisa dsnvolvimnto mprsas; V - conduzir o procsso d anális sobr invstimntos m psquisa dsnvolvimnto para fins d cumprimnto das obrigaçõs da lgislação d informática das políticas d incntivos fiscais qu vism à capacitação tcnológica no sgmnto d componnts smicondutors optoltrônicos. Subsção II Da Coordnação-Gral d Ciência Tcnologia Art. 8. À Coordnação-Gral d Ciência Tcnologia I - propor, implmntar, coordnar avaliar políticas visando à capacitação d rcursos humanos o dsnvolvimnto cintifico tcnológico do stor d informática, automação, informação comunicação; II - subsidiar a formulação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos ao dsnvolvimnto industrial, cintífico tcnológico do stor d tcnologias d informática, automação, informação comunicação do País; III - subsidiar, propor, coordnar avaliar políticas d tcnologias d informática, automação, informação comunicação, tais como àqulas rlacionadas à intrnt das coisas; IV - apoiar, assssorar, subsidiar propor atividads da Câmara d Gstão Acompanhamnto do Dsnvolvimnto d Sistmas d Comunicação Máquina a Má- quina Intrnt das Coisas (Câmara IoT); COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600086 V - dsnvolvr mios para a difusão das inovaçõs cintíficas tcnológicas do stor d informática, automação, informação comunicação; VI - propor, xcutar, acompanhar avaliar os procssos produtivos básicos no âmbito da lgislação vignt; VII - propor, articular, orintar acompanhar programas, projtos açõs visando o dsnvolvimnto da indústria d tcnologia da informática, automação, informação comunicação no País, promovndo a sua intgração com as políticas voltadas para o complxo ltrônico, m consonância com as dmais ntidads d govrno; VIII - fomntar coordnar parcrias intrnacionais no âmbito do dsnvolvimnto industrial, cintífico tcnológico do stor d informática, automação, informação comunicação do País; IX - participar d instâncias mcanismos d coopração nacionais intrnacionais, no âmbito d suas comptências; X - apoiar a formulação implmntação d políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos à psquisa cintífica ao dsnvolvimnto tcnológico industrial, no âmbito d suas comptências; XI - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 9. À Divisão d Acompanhamnto Avaliação I - coordnar implmntar o procsso d acompanhamnto da fruição dos incntivos prvistos m lgislação; II - propor, coordnar mantr sistmas d informação para concssão d bnfícios acompanhamnto das atividads d psquisa dsnvolvimnto m tcnologias da informática, automação, informação comunicação; III - rcbr, arquivar ncaminhar procssos documntos rfrnts aos plitos d concssão acompanhamnto dos bnfícios fiscais; IV - slcionar avaliar os documntos a srm prsrvados, propondo a guarda ou transfrência daquls a srm prsrvados; I - propor, implantar mantr sistmas d informação sobr o stor d Tcnologia da informática, automação, informação comunicação; II - promovr a dissminação a atualização d informaçõs sobr o stor d tcnologias da informática, automação, informação comunicação; III - propor coordnar, disponibilizar mantr psquisas sobr o stor d tcnologia da informática, automação, informação comunicação; IV - planjar, coordnar acompanhar studos d prospcção diagnósticos sobr o stor d tcnologia d informática, automação, informação comunicação; V - coordnar a obtnção, analisar mantr indicadors sobr o stor d tcnologia d informática, automação, informação comunicação; VI - coordnar, implantar mantr sistmas d informação para gstão da política para o stor d tcnologia d informática, automação, informação comunicação. Art. 20. À Coordnação d Inovação Industrial I - subsidiar formular políticas, dirtrizs, objtivos mtas rlativos ao dsnvolvimnto industrial do stor d informática, automação, informação comunicação; II - apoiar o dsnvolvimnto tcnológico do stor d informática, automação, informação comunicação; III - fomntar dissminar a utilização d soluçõs tcnológicas inovadoras do stor d informática, automação, informação comunicação. Art. 2. À Coordnação d Microltrônica I - propor, implmntar, coordnar avaliar as políticas qu vism ao dsnvolvimnto do sgmnto d componnts, smicondutors optoltrônicos no País; II - propor, implmntar, coordnar avaliar políticas d incntivos fiscais qu vism à capacitação tcnológica no sgmnto d componnts smicondutors optoltrônicos; III - propor, articular, orintar acompanhar programas, projtos açõs, visando promovr a intgração da política d componnts, smicondutors optoltrônicos com as dmais políticas voltadas para o complxo ltrônico; IV - analisar propostas d concssão d incntivos fiscais d crdnciamnto d instituiçõs d nsino psquisa d incubadoras prvistos na lgislação d informática; V - propor, articular, subsidiar acompanhar as posiçõs do Ministério no âmbito dos acordos multilatrais bilatrais, rgionais sub-rgionais m tmas d intrss da indústria d componnts microltrônica; VI - propor, articular, fomntar acompanhar programas da qualidad d avaliação da conformidad, bm como participar das atividads d normalização rlacionados com a indústria d componnts microltrônica; VII - subsidiar acompanhar as atividads dstinadas à snsibilização capacitação tcnológica para a utilização dos mcanismos da Propridad Intlctual nos sgmntos d componnts microltrônica; VIII - propor, coordnar acompanhar studos técnicos promovr a dissminação d sus rsultados, m tmas d sua ára d atuação; IX - subsidiar apoiar as atividads do Comitê da Ára d Tcnologia da Informação, inclusiv m rlação a implmntação acompanhamnto dos programas prioritários dfinidos plo Comitê, nas suas áras d comptência. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 22. Ao Scrtário incumb: I - planjar, dirigir, coordnar, orintar, acompanhar avaliar o dsnvolvimnto das atividads da Scrtaria: II - assssorar o Ministro d Estado nas qustõs inrnts à fixação d políticas dirtrizs, nos assuntos d comptência da Scrtaria; III - submtr ao Ministro d Estado os planos, programas rlatórios da Scrtaria; IV - adotar mdidas para a suprvisão a avaliação d dsmpnho das unidads d psquisa ntidads vinculadas qu xrçam atividads na ára d atuação da Scrtaria; V - promovr a intgração opracional ntr as unidads da Scrtaria outros órgãos ntidads vinculadas ao Ministério; VI - rprsntar a Scrtaria nos assuntos rlativos à sua ára d comptência; VII - homologar parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; VIII - coordnar as atividads voltadas ao dsnvolvimnto d programas açõs intgradas d coopração técnico-cintíficas com organismos nacionais intrnacionais, na ára d comptência da Scrtaria; IX - rgulamntar os assuntos ncssários ao dsnvolvimnto das açõs da Scrtaria, mdiant atos administrativos. Parágrafo único. Incumb, ainda, ao Scrtário, xrcr as atribuiçõs qu lh form xprssamnt dlgadas, admitida a subdlgação. Art. 23. Aos Dirtors incumb: I - promovr, planjar, dirigir, coordnar orintar ncaminhar a xcução das atividads das rspctivas unidads; II - auxiliar o Scrtário no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - rprsntar os Dpartamntos nos assuntos rlativos às suas áras d comptência; IV - aprovar parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas m Art. 24. Aos Coordnadors-Grais incumb: I - coordnar controlar avaliar a xcução dos projtos das atividads qu form atribuídas a suas Coordnaçõs-Grais. II - auxiliar os Dirtors no xrcício d suas atribuiçõs nas rspctivas áras d comptência; III - propor parcr técnico conclusivo sobr a clbração d convênios, ajusts, contratos acordos qu nvolvam assuntos da Scrtaria; IV - xrcr outras comptências qu lh form comtidas no Art. 25. Aos Coordnadors incumb coordnar orintar a xcução das atividads da sua unidad xrcr outras xrcr outras comptências qu lh form comtidas Art. 26. Ao Chf d Divisão incumb: I - dirigir, orintar controlar as atividads da unidad; II - mitir parcr nos assuntos prtinnts à unidad; III - praticar os dmais atos ncssários ao cumprimnto das comptências d sua unidad. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 27. Os casos omissos as dúvidas surgidas na aplicação do prsnt Rgimnto Intrno srão solucionados plo Scrtário. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE COMPETIÇÃO N o - DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em 3 d outubro d 206 224/206/SEI/CPRP/SCP - 53500.006578/206-7-Homologa a Ofrta d Rfrência d Produto d Atacado d EILD do Grupo TELEFÔNICA. CARLOS MANUEL BAIGORRI RETIFICAÇÕES No Ato nº 4762, d 08 d novmbro d 206, publicado no DOU d 0//206, Sção, página 7, rfrnt ao Procsso nº 53508.006498/206-45, ond s lê: "Modalidad Longa Distância Nacional", lia-s "Modalidad Local". No Ato nº 476, d 08 d novmbro d 206, publicado no DOU d 0//206, Sção, página 7, rfrnt ao Procsso nº 53508.006499/206-90, ond s lê: "Modalidad Longa Distância Nacional", lia-s "Modalidad Local".

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 87 SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE O Suprintndnt d Fiscalização da Anatl, nos trmos do art. 82, inciso IX, do Rgimnto Intrno da Anatl, aprovado pla Rsolução nº 62/203, torna públicas as dcisõs dos Rcursos Administrativos intrpostos nos procssos a sguir rlacionados. A íntgra das dcisõs pod sr acssada por mio do sit da Agência ( h t t p : / / w w w. a n a t l. g o v. b r / i n s t i t u c i o n a l / i n d x. p h p / p r o c s s o s - a d m i nistrativos) (PROCESSOS: 53504.04083/205-02; 53504.022538/20-40; 53504.0709/203-59; 53504.005490/203-59; 53504.025468/20-63; 53504.022583/20-86; 53504.03574/20-02; 53504.009953/203-5; 53504.008829/203-79; 53504.025679/20-04; 53504.008528/202-64; 53504.024922/202-40; 53504.00067/203-7; 53504.02309/202-7; 53504.020644/20-7; 53504.025609/202-29; 53504.00523/202-74; 53504.009333/202-3; 53504.094/202-4; 53504.0899/200-25) MARCUS VINÍCIUS PAOLUCCI GERÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE SÃO PA U L O DESPACHO DO GERENTE O Grnt Rgional da Anatl m São Paulo, nos trmos do art. 82, inciso IX, do Rgimnto Intrno da Anatl, aprovado pla Rsolução nº 62/203, torna públicas as dcisõs dos Rcursos Administrativos intrpostos nos procssos a sguir rlacionados. A íntgra das dcisõs pod sr acssada por mio do sit da Agência ( h t t p : / / w w w. a n a t l. g o v. b r / i n s t i t u c i o n a l / i n d x. p h p / p r o c s s o s - a d m i nistra - tivos) (PROCESSOS: 53504.025525/202-95; 53504.000938/203-48) SANDRO ALMEIDA RAMOS SUPERINTENDÊNCIA DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO CONSULTA PÚBLICA Nº 32, DE 9 DE NOVEMBRO DE 206 O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuiçõs qu lh foram confridas plo art. 59 do Rgimnto Intrno da Anatl - aprovado pla Rsolução n.º 62, d 29 d abril d 203, dlibrou submtr a comntários sugstõs do público m gral a proposta d atualização dos rquisitos técnicos procdimntos d nsaio aplicados na avaliação da conformidad técnica d Carrgador para Tlfon Clular, procsso nº 53500.04668/206-35. O txto complto da proposta stará disponívl na Bibliotca da Anatl, no ndrço subscrito na página da Anatl na Intrnt, no ndrço ltrônico http://sistmas.anatl.gov.br/sacp, a partir das 4h da data da publicação dsta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuiçõs sugstõs dvrão sr fundamntadas, dvidamnt idntificadas ncaminhadas, prfrncialmnt por mio d formulário ltrônico do Sistma Intrativo d Acompanhamnto d Consulta Pública, disponívl no ndrço Intrnt http://www.anatl.gov.br, rlativo a sta Consulta Pública, fazndo-s SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DESPACHOS DA SECRETÁRIA Em d novmbro d 206 Nº 2.200/206/SEI - A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMU- NICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto no Anxo IV, art. 7, inciso XXV, da Portaria n. 43, d 9 d março d 202, o qu consta do procsso n.º 53900.06049/206-36, rsolv acolhr o disposto na Nota Técnica n.º 2954/206/SEI-MCTIC, invocando sus fundamntos como razão dsta dcisão, para indfrir o rqurimnto d inclusão d canal no Plano Básico d Distribuição d Canais d Radiodifusão Sonora m Frquência Modulada - PBFM intrposto pla Sra. MARIA RO- ZANA RIBEIRO DOS SANTOS, inscrita no Cadastro Nacional d Pssoas Físicas - CPF sob o n. 062.807.404-20. Em 4 d novmbro d 206 Nº 2.238/206/SEI - A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto no Anxo IV, art. 7, inciso XIX, da Portaria nº 43, d 9 d março d 202, considrando o disposto na Portaria nº 4.287 d 2 d stmbro d 205, qu dispõ sobr os procdimntos d slção pública d autorização para a xcução do Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, com utilização d tcnologia digital, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, durant a transição do sistma d transmissão analógica para o sistma d transmissão digital, rsolv: Art. º Tornar público o indfrimnto dfinitivo da ntidad abaixo pla continuidad do srviço d RTV m tcnologia digital, na localidad d FORTALEZA/CE nas localidads aftadas plo dsligamnto da transmissão analógica dos srviços d radiodifusão d sons imagns d rtransmissão d tlvisão, conform cronograma dfinido plo Ministério da Ciência, Tcnologia, Inovaçõs Comunicaçõs art. 8º da Portaria 4.287, d 205, constant do procsso nº 53900.042538/206-80 ou dos procssos indicados no Parágrafo único. Parágrafo único. Indfrimnto da Entidad Dtntora d Autorização - EDA, com bas no art. 9º da Portaria 4.287, d 205, a sguir: Procsso Entidad 53900.060597/206-30 REDE UNIÃO DE RÁDIO E TELEVI- SÃO LTDA CNPJ 0.73.67/0002-76 Localidad UF Canal Analógico Cascavl CE 36 Canal Digital EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 8 Carátr P acompanhar d txtos altrnativos substitutivos, quando nvolvrm sugstõs d inclusão ou altração, parcial ou total, d qualqur dispositivo. Esta Consulta Pública prmancrá disponívl por 5 (quinz) dias, contados d sua publicação. As manifstaçõs rcbidas mrcrão xam pla Anatl prmancrão à disposição do público na Bibliotca da Agência. YROÁ ROBLEDO FERREIRA Nº d Protocolo Motivo do Indfrimnto - A Entidad não manifstou intrss. Art. 2º A nota técnica a rspito do indfrimnto dfinitivo stará à disposição do intrssado nos autos do procsso a partir da publicação do prsnt Dspacho. Art. 3º Est Dspacho ntra m vigor na data d sua publicação. VANDA JUGURTHA BONNA NOGUEIRA RETIFICAÇÃO Na Portaria n 4.868, d 4 d novmbro d 206, publicada no Diário Oficial da União m d novmbro d 206, Sção, página 24, ond s lê: "...Procsso nº 53900.06070/206-96...", lia-s: "...Procsso nº 53900.06077/206-07...". DEPARTAMENTO DE OUTORGA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DESPACHOS DO DIRETOR Em 24 d outubro d 206 Nº 2.32 - O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE OUTORGA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, SUBSTITUTO, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto no Anxo IV, art. 72, º, inciso V, da Portaria nº 43, d 9 d março d 202, considrando o qu consta no procsso n.º 53000.00620/204-9, rsolv aprovar o local d instalação da stação digital a utilização dos quipamntos da FUNDAÇÃO PADRE ANCHIETA - CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS, autorizatária do Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, no município d MOGI GUAÇU, stado d São Paulo, utilizando o canal digital nº 38 (trinta oito), class C, nos trmos da Nota Técnica nº 27704/206/SEI-MCTIC. Nº 2.37 - O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE OUTORGA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, SUBSTITUTO, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto no Anxo IV, art. 72, º, inciso V, da Portaria nº 43, d 9 d março d 202, considrando o qu consta no procsso n.º 53000.075795/203-07, rsolv aprovar o local d instalação da stação digital a utilização dos quipamntos da RADIO E TELEVISÃO BANDEIRANTES DO RIO DE JANEIRO LTDA, autorizatária do Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, no município d MACAÉ, stado do RIO DE JANEIRO, utilizando o canal digital nº 57 (cinqunta st), class B, nos trmos da Nota Técnica nº 27932/206/SEI-MCTIC. Em d novmbro d 206 Nº 2.237/206/SEI - O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE OUTORGA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, SUBSTITUTO, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto no Anxo IV, Art. 72, º, inciso V, da Portaria nº 43, d 9 d março d 202, considrando o disposto na Portaria nº 4.287 d 2 d stmbro d 205, qu dispõ sobr os procdimntos d slção pública d autorização para a xcução do Srviço d Rtransmissão d Tlvisão, com utilização d tcnologia digital, ancilar ao Srviço d Radiodifusão d Sons Imagns, durant a transição do sistma d transmissão analógica para o sistma d transmissão digital, rsolv: Art. º Tornar público o indfrimnto provisório da ntidad abaixo pla continuidad do srviço d RTV m tcnologia digital, na localidad d MANGARATIBA/RJ, conform art. 8º da Portaria 4.287, d 205, constant do procsso indicado no Parágrafo único. Parágrafo único. Indfrimnto da Entidad Dtntora d Autorização - EDA, com bas no art. 9º da Portaria 4.287, d 205, a sguir: Procsso 53900.06237/206-46 Entidad CNPJ PREFEITURA MUNICIPAL DE MANGARATIBA 29.38.30/000-59 Localidad UF Canal Analógico Canal Digital Carátr Nº d Protocolo Motivo do Indfrimnto M A N G A R AT I B A RJ 9 30 S _ A ntidad não manifstou intrss Art. 2º A nota técnica a rspito do indfrimnto prliminar stará à disposição dos intrssados nos autos dos procssos a partir da publicação do prsnt Dspacho. Art. 3º Os intrssados com númro d protocolo podrão solicitar o rxam do pdido, no prazo d 0 dias, a partir da publicação dst ato no Diário Oficial da União, plo ndrço http://sist m a. m c. g o v. b r / m a n i f s t a c a o. Art. 4º Os intrssados sm númro d protocolo podrão solicitar o rxam do pdido, no prazo d 0 dias, a partir da publicação dst ato no Diário Oficial da União, plo CADSEI, informando o númro do procsso nº 53900.06237/206-46. Art. 5º Est Dspacho ntra m vigor na data d sua publicação. AUGUSTO CESAR DA COSTA BARROS RETIFICAÇÃO No Dspacho n.69, d 9 d stmbro d 206, publicado no Diário Oficial da União m 22 d stmbro d 206, Sção, página 8, ond s lê: "...no município d MAJOR ISIDORO, stado d ALAGOAS, utilizando o canal 22 (vint dois)...", lia-s: "...no município d MONTANHA, stado do ESPÍRITO SANTO, utilizando o canal digital 22 (vint dois)...". plo código 000206600087

88 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206. Ministério da Cultura AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA PORTARIA Nº 79-E, DE DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA - ANCINE, no uso das atribuiçõs qu lh confrm os incisos III XII do artigo 3, do anxo I do Dcrto n.º, 8.283, d 03 d julho d 204, bm como o disposto no inciso III, do Artigo 7, do Rgimnto Intrno da ANCINE, considrando o disposto na Portaria ANCINE n.º 2 d 04 d janiro d 206, rsolv: Art. º - Divulgar a rlação dos slcionados dos suplnts, rgularmnt inscritos, para concssão do apoio financiro à participação no vnto "Vntana Sur", dntro do limit d vagas dos critérios d lgibilidad dispostos no Anxo I ("Rgulamnto") da Portaria ANCINE n.º 2 d 04 d janiro d 206, conform abaixo discriminado obdcndo a ordm d pontuação sgundo os critérios xpostos no msmo rgulamnto: PROGRAMA DE APOIO À PARTICIPAÇÃO DE PRODUTORES BRASILEIROS DE AUDIOVI- SUAL EM EVENTOS DE MERCADO E RODADAS DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS - 206 VENTANA SUR RELAÇÃO DOS SELECIONADOS APTOS PARA CONCESSÃO DO APOIO FINANCEIRO Vania Batriz Lima Catani Paulo Robrto Schmidt 2 Karn d Athayd Castanho Vga 3 Andrson Simão 4 Adonias Rios d Moura Tixira 5 Rafalla Cavinatti Maia Costa 6 Danil van Hoogstratn 7 Issis Gabrila da Silva Valnzula 8 Marcus Vinicius Costa Baldini Silva 9 Diana Moro da Cunha 0 Paola Wink Tdsco Cristiana Mafra Lavign 2 Andr Tarik Jirgs Dib Jmma Ristum 3 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 4 Lonardo Luiz Mcchi 5 André d Sixas Sobral 6 Paula Cosnza 7 Marcos Botlho Prado 8 Ana Ccilia d Britto Frir Pachco 9 Davi d Olivira Pinhiro 20 Juliana Wandrly Ris 2 Carolina Prira d Mnzs 22 Luiz Augusto Duart Dantas 23 Maria Lúcia Toldo d Martino 24 Flávia Dib Amado 25 Frdrico da Cruz Machado 26 Ivan Carlos d Mlo 27 André Luiz d Castro 28 Danil Pch Bzrra 29 Sérgio Lonardo villar Pinto 30 Pdro Guindani Lops d Almida RELAÇÃO DOS SUPLENTES APTOS PARA CONCESSÃO DO APOIO FINANCEIRO Marcos Vinicius Costa Guttmann 2 Chrystiann Pirs 3 Mauro Aljandro Baptista y Vdia Sarubbo Art. 2 - Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. MANOEL RANGEL DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 29, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 Altra dispositivo da Instrução Normativa nº. 9, d º d dzmbro d 200. A DIRETORIA COLEGIADA DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA - ANCINE, no uso da atribuição qu lh confr o art. 6º, IV, do Anxo I ao Dcrto nº. 8.283, d 3 d julho d 204, considrando os incisos V, VI XIV do art. 7º da Mdida Provisória nº. 2.228-, d 6 d stmbro d 200, m sua 637ª Runião ordinária, ralizada m 0 d novmbro d 206, rsolv: Art. º. A Instrução Normativa nº. 9, d º d dzmbro d 200, passa a vigorar com a sguint rdação: "Art. 22... 3º O prazo rfrido no caput dst artigo srá contado a partir da data do último arquivamnto, na Ancin, dos documntos prvistos no º dst artigo, conform a modalidad d rgistro do agnt conômico. Art. 2º. Esta Instrução Normativa ntra m vigor na data d sua publicação. MANOEL RANGEL Dirtor-Prsidnt FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES PORTARIA Nº 300, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O Prsidnt da Fundação Nacional d Arts - Funart, no uso das atribuiçõs qu lh confr o inciso V artigo 4 do Estatuto aprovado plo Dcrto nº 5.037 d 07/04/2004, publicado no D.O.U. d 08/04/2004,, considrando o disposto no art. 3º do Dcrto nº 8.88, d 9 d outubro d 206, rsolv: Art. º Promovr o Apostilamnto dos cargos comissionados da atual Estrutura Rgimntal, na forma do Anxo a sta Portaria. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. HUMBERTO FERREIRA BRAGA ANEXO APOSTILAMENTOS DE 4/ / 206 Para Dcrto n 8.88/206 UNIDADE Dnominação do Cargo/ Função DAS UNIDADE Dnominação do Cargo Função DAS/FCPE PRESIDÊNCIA Prsidnt DAS 0.6 PRESIDÊNCIA Prsidnt DAS 0.6 Dirtor Excutivo DAS 0.5 Dirtor Excutivo DAS 0.5 Assssor Técnico DAS 02.3 Assssor Técnico DAS 02.3 Assistnt DAS 02.2 Assistnt FCPE02.2 Auditor Intrno DAS 0.4 Auditor Intrno DAS 0.4 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Chf d Srviço DAS 0. Chf d Srviço FCPE0. Chf d Srviço DAS 0. Chf d Srviço FCPE0. PROCURADORIA FEDERAL Procurador Chf DAS 0.4 PROCURADORIA FEDERAL Procurador Chf DAS 0.4 Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. COORDENAÇÃO GERAL DE PLA- Coordnador Gral DAS 0.4 COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Coordnador Gral DAS 0.4 NEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. Coordnador DAS 0.3 Coordnador FCPE0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador FCPE0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador FCPE0.3 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 CENTRO DE ARTES CÊNICAS Dirtor DAS 0.4 CENTRO DE ARTES CÊNICAS Dirtor DAS 0.4 Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador FCPE0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 plo código 000206600088

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 89 CENTRO TÉCNICO DAS ARTES CÊNICAS Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt DAS 0.2 Coordnador DAS 0.3 CENTRO TÉCNICO DAS ARTES CÊNICAS Coordnador DAS 0.3 Chf d Srviço DAS 0. Chf d Srviço FCPE0. Chf d Srviço DAS 0. Chf d Srviço DAS 0. ESCOLA NACIONAL DE CIRCO Coordnador DAS 0.3 ESCOLA NACIONAL DE CIRCO Coordnador DAS 0.3 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 CENTRO DE ARTES VISUAIS Dirtor DAS 0.4 CENTRO DE ARTES VISUAIS Dirtor DAS 0.4 Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 CENTRO DA MÚSICA Dirtor DAS 0.4 CENTRO DA MÚSICA Dirtor DAS 0.4 Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 Subgrnt DAS 0.2 Subgrnt FCPE0.2 CENTRO DE PROGRAMAS INTE- GRADOS Dirtor DAS 0.4 CENTRO DE PROGRAMAS INTEGRADOS Dirtor DAS 0.4 Assistnt Técnico DAS 02. Assistnt Técnico FCPE02. Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Grnt DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador DAS 0.3 Coordnador FCPE0.3 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE0.2 Chf d Divisão DAS 0.2 Chf d Divisão FCPE 0.2 REPRESENTAÇÕES REGIONAIS Rprsntant DAS 0.3 REPRESENTAÇÕES REGIONAIS Rprsntant DAS 0.3 Rprsntant DAS 0.3 Rprsntant DAS 0.3 SECRETARIA DE FOMENTO E INCENTIVO À C U LT U R A PORTARIA Nº 75, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso d suas atribuiçõs lgais, qu lh confr a Portaria nº 37, d 0 d julho d 206 o art. 4º da Portaria nº 20, d 30 d março d 200, rsolv: Art..º - Aprovar o(s) projto(s) cultural(is), rlacionado(s) no(s) anxo(s) dsta Portaria, para o(s) qual(is) o(s) proponnt(s) fica(m) autorizado(s) a captar rcursos, mdiant doaçõs ou patrocínios, na forma prvista no º do artigo 8 no artigo 26 da Li n.º 8.33, d 23 d dzmbro d 99, altrada pla Li nº 9.874, d 23 d novmbro d 999. Art. 2.º - Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. JOSÉ PAULO SOARES MARTINS ANEXO I EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 000206600089 ÁREA: ARTES CÊNICAS (Artigo 8, º ) 69 - A Noit do Mu Bm - Musical Tma Evntos Culturais S/C Ltda. CNPJ/CPF: 97.453.393/000-20 Procsso: 04002036220679 Cidad: Rio d Janiro - RJ; Valor Aprovado: R$.708.200,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto:?A Noit do Mu Bm? é um musical basado no livro rcnt do scritor Ruy Castro, qu tm como tma a vida noturna no Rio d Janiro no príodo d 947 a 965. A pça, montada m formato d rvista musical, trá tmporada d 3 mss no Rio d Janiro. 6457 - BOM DE ARTE Rodrigo Luis Bnto CNPJ/CPF: 276.282.768-06 Procsso: 04000275920605 Cidad: Ribirão Prto - SP; Valor Aprovado: R$ 564.050,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O projto visa à transformação da ralidad d crianças adolscnts potncializando o acsso à cultura, contribuindo com sua formação corporal, humana social por intrmédio do aprndizado da dança pratica cultural. O projto contmplara oficinas diárias, nsaios smanais para produção artística, ralização d vntos culturais. Ao final do projto ralizar-s-á o ncrramnto das oficinas com aprsntação d um sptáculo d dança com os alunos participants do projto. 6262 - CHOCOBROTHERS - Circulação Estrada Ral LA STUPENDA PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA-ME CNPJ/CPF: 20.05.56/000-72 Procsso: 040022302068 Cidad: São Paulo - SP; Valor Aprovado: R$ 333.60,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O objtivo dst projto é ralizar aprsntaçõs gratuitas do sptáculo circns d rua CHOCOBRO- THERS m 0 cidads qu fazm part do rotiro da Estrada Ral, passando por 3 stados: São Paulo, Minas Grais Rio d Janiro. CHOCOBROTHERS é um sptáculo criado à partir da união dos artistas circnss Sílvia Compt, Guga Carvalho Montanha Carvalho dirigido por Cláudio Carniro. O sptáculo foi concbido para rua ou qualqur tipo d spaço abrto. Tm uma concpção algr, rchada d virtuoss qu agrada todo o tipo d público. Além das aprsntaçõs, ainda vamos ofrcr duas Oficinas gratuitas: Técnicas d Malabars Práticas d Produção. 62070 - Cultura Urbana - Art Cultura nas Comunidads Wanêssa Borgs Alvs CNPJ/CPF: 07.636.766- Procsso: 04002060220662 Cidad: Araxá - MG; Valor Aprovado: R$ 493.857,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O Projto Cultura Urbana - Art Cultura nas Comunidads surgiu da ncssidad d ampliação d novas manifstaçõs artísticas ansios da comunidad, com o objtivo d possibilitar pssoas portadoras d dficiência física, idosos, pacints psquiatricos, crianças jovns m maior vulnrabilidad social situaçõs d risco, promovndo oficinas d arts plásticas, música instrumntal, circo dança, incntivando novas produçõs xprimntaçõs d forma gratuita incntivando os talntos locais m suas produçõs, afirmando o sucsso já adquirido plos agnts multiplicadors. 6869 - RECREIO CULTURAL Rcrio da Juvntud CNPJ/CPF: 88.649.660/000-49 Procsso: 040020332920656 Cidad: Caxias do Sul - RS; Valor Aprovado: R$ 436.800,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Ralização d aprsntaçõs culturais d Música Instrumntal Arts Cênicas (Tatro, Dança Art Circns) no Club Rcrio da Juvntud, m Caxias do Sul, com os sguints Grupos Artísticos gaúchos: Musical Anchita, Quintto Prsch (Música d Câmara Instrumntal) Cia Palco Iluminado - d Porto Algr/RS; Musical ACEFH, Orqustra d Sopros ACEFH Grupo "Foi o qu u diss" - d Harmonia/RS; Grupo Tholl - d Plotas/RS; Tatro Luz Cna - d Novo Hamburgo/RS Orqustra d Tutônia - d Tutônia/RS 62456 - Tom Maior - Carnaval 207 Grêmio Rcrativo Escola d Samba Tom Maior CNPJ/CPF: 57.286.932/000-60 Procsso: 0400209908206 Cidad: São Paulo - SP; Valor Aprovado: R$ 2.64.400,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Ralização do dsfil d carnaval do Grêmio Rcrativo Escola d Samba Tom Maior, m São Paulo; com a ralização d 55 nsaios gratuitos 3 nsaios técnicos. 60872 - UM DIA DE ARTE E DIVERSÃO Marcia Arca CNPJ/CPF: 055.432.008-89 Procsso: 040000725220695 Cidad: São Paulo - SP; Valor Aprovado: R$ 388.650,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: A Companhia Lúdica, companhia tatral fundada há 23 anos, com sd na capital paulista, da qual a proponnt é co-fundadora, propõ o projto UM DIA DE ARTE E DIVERSÃO, qu consist na ralização, totalmnt gratuita para o público, m 20 cidads do intrior d São Paulo, da sguint programação conjunta por cidad: Duas aprsntaçõs do sptáculo tatral O catador d lixo, uma oficina pdagógica d tatro para ducadors do nsino fundamntal a dição distribuição, por cidad, d 00 unidads d um livro com história m quadrinhos vrsando, artísticamnt, sobr práticas qu colaboram na prvnção d problmas ambintais visando: conomia d água nrgia, prática da colta sltiva prvnção contra dngu outras donças. 6885 - Uma janla para o futuro DILUVIO FILMES PRODUCOES ARTISTICAS LTDA. - ME CNPJ/CPF: 3.57.95/000-07 Procsso: 040020348420672 Cidad: Rio d Janiro - RJ; Valor Aprovado: R$ 297.73,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: UMA JANELA PARA O FUTURO visa promovr oficinas d arts, cultura ducação a jovns d comunidads carnts. Oficinas d dança criativa, musicalização, prcussão corporal capoira acontcrão nas comunidads da Zona Nort do Rio d Janiro, dntr las Engnho da Rainha Colégio, Manguinhos, Acari, Pavuna, Morro do Juramnto, Engnhiro Rubns Paiva, Triagm Jacarzinho. 6248 - ZÉ DO BRASIL, UM NOME MUITAS HITÓ- RIAS - CARNAVAL - 207 G.R.C.E.S. MANCHA VERDE CNPJ/CPF: 00.964.74/000-92 Procsso: 04002070720667 Cidad: São Paulo - SP; Valor Aprovado: R$.303.900,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Produção ralização do dsfil da MANCHA VERDE no Carnaval d São Paulo, no ano d 207, no sambódromo do Anhmbi, nos dias 24 25 fvriro com o tma nrdo ond srão distribuídas fantasias para comunidad. ÁREA: 3 MÚSICA (Artigo 8, º ) 6700 - Natal d Encantos - Cantata Natalina 206 COMPANHIA DE ÓPERA DO ESPÍRITO SANTO CNPJ/CPF: 3.99.594/000-9 Procsso: 04002022720688 Cidad: Vitória - ES; Valor Aprovado: R$ 75.450,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Ralização da sgunda dição da Cantata d Natal: Natal d Encantos, na cidad d Srra-ES, com a participação d 80 crianças adolscnts d bairros priféricos da cidad 00 adultos, além da cantora Lírica Natércia Lops, num sptáculo com 6 aprsntaçõs gratuitas no mês d dzmbro. 6805 - Rompndo Barriras-Habilitação Rabilitação d Dficint Visual Associação dos Amigos do Instituto São Rafal CNPJ/CPF: 6.58.050/000-40 Procsso: 040020293820698 Cidad: Blo Horizont - MG; Valor Aprovado: R$ 403.580,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Promov oficinas d musicalização para capacitar rabilitar, profssors alunos cgos do Instituto São Rafal, xtrnos intrssados m participar d oficinas d toria prática d instrumntos musicais, (piano, violão, flauta, prcussão o canto) utilizando s a scrita litura musical método braill. Simultâno as oficinas os participants orintados plos profssors, irão prparar rprtório (com coral instrumntistas do Instituto São Rafal) para fazr 0 aprsntaçõs na cidad d Blo Horizont intrior d Minas. As atividads visam fomntar ss important

90 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 rcurso d habilitação rabilitação, isso porqu a alfabtização musical prmit aos cgos qu vnham atuar como profissionais capacitados, podndo xrcr atividads pdagógicas trabalhar como instrumntistas, acrditando numa prspctiva d inclusão das pssoas com dficiência visual. 62524 - Tambor na Praça 207 ASSOCIACAO BURLANTINS CNPJ/CPF: 03.04.44/000-68 Procsso: 0400225620676 Cidad: Blo Horizont - MG; Valor Aprovado: R$ 394.830,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O projto consist na ralização d doz shows d prcussão m pracas das cidads d Blo Horizont Btim, ao longo do ano d 207. As aprsntaçõs srão gratuitas abrtas ao público, com grupos instrumntais d prcussão d Blo Horizont, artistas músicos convidados. ÁREA: 4 ARTES VISUAIS (Artigo 8, º ) 60793 - AMOR SEM SIMETRIA Danila Gama CNPJ/CPF: 964.040.355-53 Procsso: 0400007392068 Cidad: Salvador - BA; Valor Aprovado: R$ 404.965,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Prtnd-s a ralização d 4 (quatro) xposiçõs fotográficas didáticas m 3 (três) importants capitais brasiliras, São Paulo, Brasília Porto Algr, com o intuito d orintar, fortalcr ampliar a inclusão social por mio da fotográfia, bm como promovr acsso ao important ngajado trabalho artístico da rnomada fotógrafa Danila Gama, ao rgistrar aprsntar histórias rais d amor m suas divrsas formas d xprssão, d modo a contmplar à divrsidad humana cultural para qu não haja spaço ao prconcito, acrditando no podr da art do conhcimnto para conscintizar a socidad. As xposiçõs srão gratuitas garantirá plna acssibilidad. 63560 - Cors do Brasil Associação Cultural Pintura Solidária - Vamos Colorir a Vida CNPJ/CPF: 08.845.38/000- Procsso: 04002567520687 Cidad: Sorocaba - SP; Valor Aprovado: R$ 379.024,36 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: A Pintura Solidária prtnd com o projto prcorrr 0 cidads do Estado d São Paulo com xposiçõs qu rtratm a algria d su povo o modo como comprnd o mundo, através das danças, lndas, crnças, comidas fstas tradicionais, d suas rgiõs, qu fazm part do riquíssimo folclor do Brasil. As cors forts vibrants dstacarão a riquza d su folclor, qu srá traduzido m 30 tlas. O público sprado é d 50000/pssoas. 62552 - EXPOSIÇÃO: O TEMPO - 20 ANOS Polobh Promoçõs Ltda - ME CNPJ/CPF: 07.28.230/000-80 Procsso: 040027862064 Cidad: Blo Horizont - MG; Valor Aprovado: R$ 268.82,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O projto EXPOSIÇÃO: O TEMPO - 20 ANOS propõ grar uma xposição d fotografias do acrvo do jornal O Tmpo, qu complta 20 anos m 206 na cidad d Blo Horizont/MG, nas grads do Parqu Municipal Américo Rnê Giantti, situado no cntro na cidad, na avnida Afonso Pna, principal via da capital minira com grand fluxo d pdstrs. As fotos são d carátr jornalístico, farão um panorama dos acontcimntos do príodo d circulação do jornal, rsgatando fatos históricos d rlvância cultural para a cidad, Minas Grais, Brasil o mundo. 6843 - USINA CULTURAL ENERGISA - OCUPAÇÃO ARTES VISUAIS DYOGENES CHAVES ATELIER LTDA CNPJ/CPF: 3.603.392/000-25 Procsso: 04002032820659 Cidad: João Pssoa - PB; Valor Aprovado: R$ 79.700,00 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: Ralizar atividads artísticas - xposiçõs d arts visuais, individuais coltivas - na Usina Cultural Enrgisa, m João Pssoa, com a participação d artistas visuais paraibanos (ou radicados no Estado da Paraíba), para stimular divulgar a produção local nas arts visuais, buscando rvlar, ao msmo tmpo, rflxõs sobr a produção contmporâna, novas dirtrizs para políticas públicas qu discutam o stado da art contmporâna qu incntiv a participação das novas graçõs d artistas. Outras atividads, como mdiação (visitas guiadas), workshops, dbats palstras também stão prvistas para acontcr simultânamnt às xposiçõs. ÁREA: 6 HUMANIDADES (Artigo 8, º ) 63442 - Brasil Hispânico - 580 à 640 Waltr Dominguz Frnandz CNPJ/CPF: 028.337.98-68 Procsso: 04002483020648 Cidad: São Paulo - SP; Valor Aprovado: R$ 43.95,46 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O projto consist m um livro, dnominado "Brasil Hispânico - 580 à 640", qu abordará assuntos d suma importância, como as dtrminaçõs contra o abatimnto d árvors assinadas m 605 plo monarca da Espanha, Flip III, qu vão dsd a confiscação d bns, até a mort d qum dsobdcss COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600090 stas ordns no Brasil Colonial, prtncnt, no rfrido príodo, ao domínio spanhol. E também outros tmas dsconhcidos, como a xpulsão dos francss, sdiados m Viçosa (CE), qu há 80 anos abatiam árvors. O livro também trará os tstmunhos dos 60 anos da União Ibérica nst país, príodo m qu sofrmos fort influência da Hispanidad, como: a urbanização d São Luís (MA), nossos primiros quadros nas obras d Fri Juan Bautista Maino m Juan d la Cort, a introdução na iconografia, a influência do barroco spanhol m igrjas o início das sculturas na formação das missõs m 60, organizadas pla Argntina com os sacrdots do Paraguai Pru. Ou sja, o livro srá uma rfrência para o início da Hispanidad no Brasil, nos trazndo um novo olhar sobr as rlaçõs da Espanha, paíss íbro-amricanos Brasil. ANEXO II ÁREA: 3 MÚSICA (Artigo 26) 60496 - Show Cantos - Ana Rafala A. R. DE OLIVEIRA PRODUCOES - ME CNPJ/CPF: 7.759.789/000-6 Procsso: 040000670920644 Cidad: Cuiabá - MT; Valor Aprovado: R$.243.835,74 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: O projto consist na circulação do show Cantos, da cantora Ana Rafala, qu lançou su primiro CD m stmbro dst ano vm s dstacando como a rprsntant da música Pop do Estado d Mato Grosso. Srão ralizados 0 shows gratuitos m duas rgiõs do país, a rgião Cntro-Ost a rgião Nort. Cinco Shows srão ralizados plo intrior d Mato Grosso cinco shows m capitais d outros stados. As cidads são: Intrior do Mato Grosso: Sinop, Tangará da Srra, Primavra do Lst, Barra do Garças, Vila Bla da Santíssima Trindad. Capitais: Brasília(DF), Campo Grand (MS), Goiânia (GO), Blém (PA), Manaus (AM). O Show trabalha cançõs autorais sucssos da música pop, agrgando lmntos d vído dança. Nos shows a srm xcutados fora do stado d Mato Grosso, a cantora fará um intrcâmbio cultural com artistas d cada cidad, ralizando um show duplo. ÁREA: 4 ARTES VISUAIS (Artigo 26) 667 - Casa Gração Vidigal Fundação d Emprndimntos, Psquisa Dsnvolvimnto Institucional Tcnológico do Rio d Janiro - FEMPTEC CNPJ/CPF: 07.58.36/000-63 Procsso: 04000205320690 Cidad: Rio d Janiro - RJ; Valor Aprovado: R$ 68.304,47 Prazo d Captação: 6//206 à 3/2/206 Rsumo do Projto: A Casa Gração Vidigal é uma scola d moda qu funciona como cliro d jovns artistas laboratório criativo. Cntro d formação qu ofrc a possibilidad a todos os jovns, sndo gratuito para moradors d comunidads do Rio d Janiro, d s aproximar do ambint profissional da moda carioca. Os jovns têm a possibilidad d participar d difrnts formaçõs administradas por um tim d profissionas da moda slcionados d acordo com a mtodologia da Casa Gração. A formação profissionalizant d mss, cuja aplicação concrta é a criação das colçõs d moda "Gração Vidigal". São 0 colçõs criadas plos alunos orintadas por 0 stilistas d grands marcas. O produto dsta formação é comrcializado no mrcado nacional intrnacional. Os jovns dsnvolvm o sntido criativo artístico também o mprnddorismo. A ralização dstas colçõs prmit aos bnficiários dsta formação participarm da vida cultural conômica da cidad, trazndo rconhcimnto das comunidads, contribuindo para aumntar a autostima orgulho d suas raízs. PORTARIA Nº 76, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso das atribuiçõs lgais, qu lh confr a Portaria nº 37, d 0 d julho d 206 o art. 4º da Portaria nº 20, d 30 d março d 200, rsolv: Art..º - Aprovar a complmntação d valor m favor do(s) projto(s) cultural(is) rlacionado(s) no(s) anxo(s) dsta Portaria, para o(s) qual (is) o(s) proponnt(s) fica(m) autorizado(s) a captar rcursos, mdiant doaçõs ou patrocínios, na forma prvista no º do artigo 8 no artigo 26 da li n.º 8.33, d 23 d dzmbro d 99, altrada pla Li nº 9.874, d 23 d novmbro d 999. Art. 2.º - Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. JOSÉ PAULO SOARES MARTINS ANEXO ÁREA: 4 ARTES VISUAIS (Artigo 8, º ) 5046 - CULTURA NA VIRADA DA SAÚDE NoAnima Comunicação S/S Ltda. CNPJ/CPF: 02.286.274/000-4 Cidad: São Paulo - SP; Valor Complmntado: R$ 29.700,00 Valor total atual: R$ 738.700,00 PORTARIA Nº 77, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso das atribuiçõs lgais, qu lh confr a Portaria nº 37, d 0 d julho d 206 o art. 4º da Portaria nº 20, d 30 d março d 200, rsolv: Art..º - Aprovar a rdução d valor m favor do(s) projto(s) cultural(is) rlacionado(s) no(s) anxo(s) dsta Portaria, para o(s) qual (is) o(s) proponnt(s) fica(m) autorizado(s) a captar rcursos, mdiant doaçõs ou patrocínios, na forma prvista no º do artigo 8 no artigo 26 da Li n.º 8.33, d 23 d dzmbro d 99, altrada pla Li nº 9.874, d 23 d novmbro d 999. Art. 2.º - Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. JOSÉ PAULO SOARES MARTINS ANEXO ÁREA: ARTES CÊNICAS (Artigo 8, º ) 54688 - Rota Tocantins Lamira Arts Cênicas Ltda CNPJ/CPF:.59.55/000-66 Cidad: Palmas - TO; Valor Rduzido: R$ 7.33,36 Valor total atual: R$ 340.53,64 PORTARIA Nº 78, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE FOMENTO E INCENTIVO À CUL- TURA, no uso d suas atribuiçõs lgais, qu lh confr a Portaria nº 37, d 0 d julho d 206 o art. 4º da Portaria nº 20, d 30 d março d 200, rsolv: Art..º - Altrar o(s) rsumo(s) do(s) projto(s) abaixo rlacionado(s): PRONAC: 54688 - Rota Tocantins, publicado na portaria nº 0728/5 d 8/2/205, publicada no D.O.U. m 2/2/205. Ond s lê: A proposta prtnd a circulação do sptáculo d rua "Do Rpnt". A circulação srá por sis (06) cidad do intrior do Tocantins, sndo las: Brzinho d Nazaré/TO, Pixs/TO, Paranã/TO, São Valério da Natividad/TO, Aparcida do Rio Ngro/TO, Colinas do Tocantins/TO. Estas cidads stão distribuídas no stado no Tocantins nas rgiõs: Cntro-Nort Cntro-Sul, Rgião Nort Rgião Sul do Estado. O projto também visa a manutnção do grupo, plo príodo d doz mss. Lia-s: A proposta prtnd a circulação do sptáculo d rua "Do Rpnt". A circulação srá por quatro (04) cidad do intrior do Tocantins, sndo las: Brjinho d Nazaré/TO, Aparcida do Rio Ngro/TO, Colinas do Tocantins/TO Divinópolis do Tocantins/TO. Estas cidads stão distribuídas no stado no Tocantins nas rgiõs: Cntro-Nort Cntro-Sul, Rgião Nort Rgião Sul do Estado. O projto também visa a manutnção do grupo, plo príodo d 07 ou 08 mss, a dpndr do profissional. Art. 2.º - Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. JOSÉ PAULO SOARES MARTINS PORTARIA Nº 79, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Torna público o rsultado da anális dos rcursos imptrados plas ntidads associativas d carátr cultural artístico, para indicar mmbros para compor a CNIC - Comissão Nacional d Incntivo à Cultura, para o biênio 207-208, qu trata do Edital nº 5, d 7 d julho d 206 a Portaria nº 664, d 24 d outubro d 206. O PRESIDENTE DA COMISSÃO AVALIADORA, m cumprimnto ao prvisto no itm 4.2, do Edital nº 5, d 7 d julho d 206, rsolv: Art. º Tornar público o rsultado da anális dos rcursos imptrados plas ntidads d âmbito nacional, associativas rprsntativas d stors culturais artísticos, considradas habilitadas para indicar rprsntants qu comporão a Comissão Nacional d Incntivo à Cultura - CNIC, no Biênio 207-208, na qualidad d mmbros, conform Anxo I dsta Portaria. Art. 2º Tornar público o rsultado da anális dos rcursos imptrados plas ntidads d âmbito nacional, associativas rprsntativas d stors culturais artísticos, inabilitadas para indicar sus rprsntants para compor a Comissão Nacional d Incntivo à Cultura - CNIC, no Biênio 207/208, plo dscumprimnto d um ou mais itns, conform disposto nos rquisitos constants do itm 2 do Edital nº 5, d 7 d julho d 206, publicado no D.O.U d d julho d 206, conform Anxo II dsta Portaria. Art. 3º A dcisão sobr o rcurso é irrcorrívl, conform subitm 4.4 do Edital nº 5, d 7 d julho d 206. Art. 4º Convocar com bas no inciso II do Art. 5º do Rsolução nº d º d novmbro d 203, m conformidad com a Portaria nº 664, d 24 d outubro d 206 o Anxo I da prsnt Portaria, as ntidads habilitadas a participarm d runião, a sr ralizada m Brasília/DF, SCS Quadra 9, Ed. Parqu Cidad Corporat, Torr B - 2º andar, das 09h30 às 8h00, do dia 05 d dzmbro do corrnt ano, visando a laboração composição d listas quíntuplas com os noms dos rprsntants qu srão indicados para a scolha do Ministro d Estado da Cultura. Para tanto, dvrão indicar o nom d um rprsntant da ntidad para participar da rfrida runião, ncaminhando -mail para ditalc- NIC@cultura.gov.br, até o dia 24 d novmbro d 206. Art. 5º As ntidads dvrão ncaminhar, até o dia 24 d novmbro d 206, para o ndrço d -mail ditalcnic@cultura.gov.br,os currículos d até 5 (cinco) indicados, sndo um para cada rgião do país. Art. 6º Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação. ODECIR LUIZ PRATA DA COSTA

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 9. ANEXO I ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SETOR CULTURAL HABILITADAS Comitê Brasiliro do Conslho Intrnacional d Musus - ICOM-BR Cooprativa Brasilira d Circo - COOPCIRCO Instituto Escola do Tatro Bolshoi no Brasil Instituto Pnsart - Organização Social d Cultura Associação Rd d Produtors Culturais da Fotografia no Brasil - ARPCFB Sindicato Nacional dos Artistas Plásticos do Estado d São Paulo - SINAP-ESP ANEXO II ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SETOR CULTURAL HABILITADAS Associação d Produtors Artistas - APA Associação Brasilira d Circo - ABRACIRCO Comissão Nacional d Folclor - CNF Mayoml Music Produçõs Ltda Ministério da Dfsa COMANDO DA AERONÁUTICA GABINETE DO COMANDANTE PORTARIA Nº.458-T/GC4, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Autoriza a alinação d imóvis sob a rsponsabilidad do Comando da Aronáutica, localizados no Município d Londrina-PR, mdiant Prmuta por Obras a Construir, dá outras providências. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA, d conformidad com o prvisto no art. 77 do Dcrto-Li nº 9.760, d 5 d stmbro d 946, no art. º da Li nº 5.658, d 07 d junho d 97, tndo m vista o disposto no º do art. 23, da Estrutura Rgimntal do Comando da Aronáutica, aprovada plo Dcrto nº 6.834, d 30 d abril d 2009, considrando o qu consta do Procsso nº 67270.002482/200-DV, rsolv: Art. º Autorizar a alinação d imóvis da União, ora jurisdicionados ao Comando da Aronáutica sob a rsponsabilidad patrimonial do Quinto Comando Aéro Rgional, situados no Município d Londrina-PR, Tombo PR.04-000, com 4.245,50 m², Tombo PR.05-000, com 3.734,84 m² Tombo PR.025-000, com 3.627,98 m², totalizando ára d 2.608,32 m², mdiant Prmuta por Obras a Construir m bnfício do Comando da Aronáutica. Art. 2º Dlgar comptência ao Comandant do Quinto Comando Aéro Rgional para rprsntar o Comando da Aronáutica, a fim d praticar os atos ncssários à ftivação da Prmuta por Obras a Construir dar provimnto às açõs administrativas prtinnts, junto à Suprintndência do Patrimônio da União no Estado do Paraná - SPU-PR. Art. 3º Esta Portaria ntrará m vigor na data d sua publicação. Art. 4º Rvoga-s a Portaria nº 87-T/GC4, d 23 d maio d 204, publicada no Diário Oficial da União nº 98, d 26 d maio d 204. Tn Brig Ar NIVALDO LUIZ ROSSATO PORTARIA Nº.482-T/GC4, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Autoriza a alinação d imóvis jurisdicionados ao Comando da Aronáutica, localizados no Município d Blém - PA, mdiant Prmuta por Obras a Construir, dá outras providências. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O COMANDANTE DA AERONÁUTICA, d conformidad com o prvisto no art. 77 do Dcrto-Li nº 9.760, d 5 d stmbro d 946, no art. º da Li nº 5.658, d 07 d junho d 97, tndo m vista o disposto no º do art. 23, da Estrutura Rgimntal do Comando da Aronáutica, aprovada plo Dcrto nº 6.834, d 30 d abril d 2009, considrando o qu consta do Procsso nº 00-0/222/03, rsolv: Art. º Autorizar a alinação, d imóvis da União jurisdicionados ao Comando da Aronáutica sob a rsponsabilidad patrimonial do Primiro Comando Aéro Rgional, situados no Município d Blém - PA, d parcla d ára, mdindo 03.79,93m², do Tombo PA.00-00, do Tombo PA.00-02, mdindo 40.09,50m², mdiant Prmuta por Obras a Construir m Blém, m bnfício do Comando da Aronáutica. Art. 2º Dlgar comptência ao Comandant do Primiro Comando Aéro Rgional para rprsntar o Comando da Aronáutica, a fim d praticar os atos ncssários à ftivação da Prmuta por Obras a Construir dar provimnto às açõs administrativas prtinnts, junto à Suprintndência do Patrimônio da União no Estado do Pará - SPU-PA. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. Art. 4º Rvoga-s a Portaria Nº.726-T/GC4, d 2 d novmbro d 205, publicada no Diário Oficial da União Nº 29, d 7 d novmbro d 205. Tn Brig Ar NIVALDO LUIZ ROSSATO plo código 00020660009 COMANDO DA MARINHA DIRETORIA-GERAL DE NAVEGAÇÃO DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA Nº 356/DPC, DE DE NOVEMBRO DE 206 Crdncia o Cntro Educacional Manol Lops Ltda. para ministrar o Curso Básico d Sgurança d Plataforma (CBSP). O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas pla Portaria nº 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no Art. 4º, da Li nº 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art.º Crdnciar o Cntro Educacional Manol Lops Ltda., CNPJ 07.363.649/000-6, para ministrar o Curso Básico d Sgurança d Plataforma (CBSP), na ára sob a jurisdição da Dlgacia da Capitania dos Portos m Macaé, fundamntado na NORMAM-24 (2ª Rvisão). Art. 2º O prsnt crdnciamnto tm validad até 30 d abril d 209. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação m DOU. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t PORTARIA Nº 357/DPC, DE DE NOVEMBRO DE 206 Crdncia a mprsa ALTERNATIVA Brigadas d Emrgências - EIRELI - EPP - Work Fir - para ministrar o Curso Básico d Sgurança d Navio (CBSN). O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas pla Portaria nº 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no Art. 4º, da Li nº 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art.º Crdnciar a mprsa ALTERNATIVA Brigadas d Emrgência - EIRELI - EPP - Work Fir., CNPJ 0.657.48/000-66, para ministrar o Curso Básico d Sgurança d Navio (CBSN), na ára sob a jurisdição da Capitania dos Portos d São Paulo, fundamntado na NORMAM-24-2ª Rvisão. Art. 2º O prsnt crdnciamnto tm validad até 3 d maio d 209. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação m DOU. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t PORTARIA N o 358/DPC, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Cancla dfinitivamnt Crtificado d Habilitação d Prático. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da dlgação d comptência qu lh confr a Portaria n o 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no artigo 4 o da Li n o 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art. o Canclar dfinitivamnt o Crtificado d Habilitação d Prático da Zona d Praticagm do Rio d Janiro, Nitrói, Sptiba, Ilha Guaíba, Ilha Grand (TEBIG), Angra dos Ris, Forno Açu (RJ) - ZP-5 do Sr. MARCOS ANTONIO GERMANO DA SILVA, CIR n o 46P20090009, d acordo com o prvisto na subalína 6, da alína a, do itm 0236 (por dcisão do prático m rqurimnto) das Normas da Autoridad Marítima para o Srviço d Praticagm - NORMAM-2/DPC ( a Rvisão), aprovadas pla Portaria n o 78/DPC, d 5 d abril d 20, publicada no Diário Oficial da União, d 8 d abril d 20. Art. 2 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação m DOU. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t PORTARIA N o 359/DPC, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Cancla dfinitivamnt Crtificado d Habilitação d Prático O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da dlgação d comptência qu lh confr a Portaria n o 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no artigo 4 o da Li n o 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art. o Canclar dfinitivamnt o Crtificado d Habilitação d Prático da Zona d Praticagm d Santos, Baixada Santista, São Sbastião Trminal Marítimo Almirant Barroso (TEBAR) (SP) - ZP-6, do Sr. MOACYR ANTONIO MOREIRA BEZERRA, númro da CIR 40P200002250, d acordo com o prvisto na subalína 6, da alína a, do itm 0236 (por dcisão do prático m rqurimnto) das Normas da Autoridad Marítima para o Srviço d Praticagm - NORMAM-2/DPC ( a Rvisão), aprovadas pla Portaria n o 78/DPC, d 5 d abril d 20, publicada no Diário Oficial da União, d 8 d abril d 20. Art. 2 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t PORTARIA N o 360/DPC, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Habilita Praticant d Prático à Prático. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da dlgação d comptência qu lh confr a Portaria n o 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no artigo 4 o da Li n o 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art. o Habilitar à Prático, d acordo com a Ordm d Srviço n o 5, datada d 9 d stmbro d 206, da Capitania dos Portos do Rio d Janiro d acordo com a alína n, do itm 0224 das Normas da Autoridad Marítima para o Srviço d Praticagm - NORMAM-2/DPC (Rv.), aprovadas pla Portaria n o 78/DPC, d 5 d abril d 20, publicada no Diário Oficial da União, d 8 d abril d 20, por tr sido aprovado no Exam d Habilitação para Prático da Zona d Praticagm do Rio d Janiro, Nitrói, Sptiba, Ilha Guaíba, Ilha Grand (TEBIG), Angra dos Ris, Forno Açu (RJ) - ZP-5, o Praticant d Prático MOACYR ANTONIO MOREIRA BEZERRA. Art. 2 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t PORTARIA N o 36/DPC, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Habilita Praticant d Prático a Prático. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da dlgação d comptência qu lh confr a Portaria n o 56/MB, d 3 d junho d 2004, d acordo com o contido no artigo 4 o da Li n o 9.537, d d dzmbro d 997, rsolv: Art. o Habilitar à Prático, d acordo com a Ordm d Srviço n o 0-92, datada d 0 d novmbro d 206, da Capitania dos Portos d São Paulo d acordo com a alína n, do itm 0224 das Normas da Autoridad Marítima para o Srviço d Praticagm - NORMAM-2/DPC (Rv.), aprovadas pla Portaria n o 78/DPC, d 5 d abril d 20, publicada no Diário Oficial da União, d 8 d abril d 20, por tr sido aprovado no Exam d Habilitação para Prático da Zona d Praticagm d Santos, Baixada Santista, São Sbastião Trminal Marítimo Almirant Barroso (TEBAR) (SP) - ZP-6, o Praticant d Prático MARCOS ANTONIO GERMANO DA SILVA (com rstriçõs). Art. 2 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. WILSON PEREIRA DE LIMA FILHO Vi c - A l m i r a n t

92 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206. Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO DESPACHO DO MINISTRO Em 4 d novmbro d 206 Procsso n o : 2323.006969/206-79 Intrssado: Darlindo Maria Prira Vloso Filho Assunto: Pdido d rconsidração. DECISÃO: Vistos os autos do procsso m rfrência, com fulcro no art. 50, o, da Li n o 9.784, d 29 d janiro d 999, aprovo o Parcr n o 0260/206/CONJUR-MEC/CGU/AGU, da Consultoria Jurídica junto a st Ministério, cujos fundamntos adoto, dcido: I - Conhço do Pdido d Rconsidração, na mdida m qu o rfrido pdido foi protocolizado dntro do trintídio lgal, conform Dspacho do Núclo para Assuntos Disciplinars - NAD, d 09 d stmbro d 206 (DOC SEI n o 040705); II - Indfiro, no mérito, o pdido d rconsidração, uma vz qu a pnalidad foi dvidamnt aplicada, tndo o Procsso Administrativo Disciplinar - PAD s dsnvolvido d forma rgular, com obsrvância ao dvido procsso lgal administrativo, garantidos a ampla dfsa o contraditório,, consquntmnt, mantnho a dcisão xarada no Dspacho do NAD. MENDONÇA FILHO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 40, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 A DIRETORA EM EXERCÍCIO DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO "PROF. MARIANO DA SILVA NETO"- CCE, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o Edital Nº 06/206/CCE, d 04/0/206, publicado no DOU Nº 92, d 05/0/206; o Procsso Nº 23.02346/206-0; as Lis nº.s 8.745/93; 9.849/99 0.667/2003, publicadas m 0/2/93; 27/0/99 5/05/2003, rspctivamnt, rsolv: Homologar o rsultado final do Procsso Sltivo para contratação d Profssor Substituto, corrspondnt à Class Auxiliar, Nívl I, m Rgim d Tmpo Intgral - TI - 40 (quarnta) horas smanais, com lotação no Dpartamnto d Métodos Técnicas d Ensino, do Cntro d Ciências da Educação "Prof. Mariano da Silva Nto"- CCE, da forma como sgu:. Mtodologia Estágio Suprvisionado m Educação Física - Habilitando as candidatas MARIA DESTERRO ALVES MELO (ª colocada), MARCELA ARAÚJO SÁ (2ª colocada) MA- RÍLIA BEATRIZ NUNES DE SOUZA (3ª colocada) classificando para contratação a ª colocada. Esta portaria ntra m vigor na data d sua publicação ANA BEATRIZ SOUSA GOMES INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 57, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 A PRESIDENTE SUBSTITUTA DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP, no uso das suas atribuiçõs confridas plo inciso VIII do art. 6 do Anxo I do Dcrto nº 6.37, d 20 d dzmbro d 2007, publicado no DOU d 2 d dzmbro d 2007, tndo m vista qu foi homologado, plo Edital/INEP nº 3, d 25 d fvriro d 203, publicado no DOU d 26 d fvriro d 203, plo Edital nº 4, d d abril d 203, publicado no DOU d 2 d abril d 203, o rsultado final do concurso público d qu trata o Edital/Inp nº, d 9 d outubro d 202, publicado no DOU d 0 d outubro d 202, rtificado plo Edital/Inp nº 2, d 23 d outubro d 202, publicado no DOU d 24 d outubro d 202, com fundamnto no disposto no inciso I do Art. 9º no 6º do art. 3 da Li nº 8.2, d d dzmbro d 990, tndo m vista o disposto na Portaria nº 96, d 26 d março d 204, publicada no DOU d 27 d março d 204, bm como o Edital d Prorrogação d Concurso nº, d 5 d fvriro d 205, publicado no DOU d 6 fvriro d 205, Considrando as vagas distribuídas no Edital/Inp nº, d 9 d outubro d 202, publicado no DOU d 0 d outubro d 202, rtificado plo Edital/Inp nº 2, d 23 d outubro d 202, publicado no DOU d 24 d outubro d 202, Considrando o Parcr n. 00569/206/PFINEP/PGF/AGU DESPACHO Nº 0078/206/APOIO/PFINEP/PGF/AGU, qu vrsa sobr a possibilidad d rdistribuição das vagas, dsd qu atndidas suas rcomndaçõs, Considrando a Nota Técnica nº /206, qu vrsa sobr o déficit d srvidors na Autarquia, Considrando a mudança do prfil ncssário à ralização das atividads no Inp, conform MEMO.GAB/DAEB/INEP nº 5982/206 Mmorando MEC/INEP/DIRED/DIR nº 5993/206, Considrando a Nota Técnica CGGP/DGP/INEP nº 9/206, qu dispõ sobr o atndimnto às rcomndaçõs do Parcr n. 00569/206/PFINEP/PGF/AGU, rsolv: Art. º Rdistribuir as vagas lncadas no Edital/Inp nº, d 9 d outubro d 202, na forma do Anxo I. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. ANEXO I EUNICE DE OLIVEIRA FERREIRA SANTOS C a rg o Ára d spcialização Vagas rdistribuídas Psquisador-Tcnologista m Informaçõs Avaliaçõs Educacionais I + 3 II - 3 SECRETARIA DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PORTARIA Nº 75, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso da atribuição qu lh confr o Dcrto nº 7.690, d 2 d março d 203, altrado plo Dcrto nº 8.066, d 7 d agosto d 203, tndo m vista a Li nº 2.87, d 22 d outubro d 203, a Portaria Normativa nº 3, d 9 d julho d 203, o Edital nº 6, d 23 d dzmbro d 204, ambos do Ministério da Educação, m cumprimnto à dcisão judicial d 27 d outubro d 206, manada nos autos do Procsso n 00072-07.205.4.0.403, qu tramita na Vara Única d Vilhna/RO, considrando o Parcr d Força Excutória nº 00250/206/SEJUR/PURO/PGU/AGU, d 3 d outubro d 206, da Procuradoria da União no Estado d Rondônia, constant do Procsso SEI nº 00545.00469/205-0, rsolv: Art. º Rvogar a Portaria nº 579, d 30 d stmbro d 206, publicada no DOU d 03 d outubro d 206, qu tornou sm fito a Portaria nº 545, d 26 d stmbro d 206, publicada no DOU d 27 d stmbro d 206, xclusivamnt no qu tang ao município d Vilhna/RO, voltando sta última a produzir fitos para a divulgação das mantndoras slcionadas classificadas no âmbito do Edital nº 6, d 23 d dzmbro d 204, para autorização d funcionamnto d cursos d mdicina naqul município. Art. 2º Fica convocada a mantndora rlacionada abaixo para comparcr ao Ministério da Educação (MEC), na Scrtaria d Rgulação Suprvisão da Educação Suprior, no príodo d 6 a 29 d novmbro d 206, no horário d 4 às 7h, para ntrga da Garantia d Excução nos trmos do itm 2. do Edital. UF Município Inscrição Mantndora Rsultado Final RO VILHENA 28/205 ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE RONDÔNIA º Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. MAURÍCIO COSTA ROMÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DESPACHO DA COORDENADORA-GERAL Em 4 d novmbro d 206 Nº 3 - A COORDENADORA-GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuiçõs confridas pla Portaria nº 469, d 24 d junho d 205, publicada no Diário Oficial da União d 25 d junho d 205, considrando o disposto no art. 26 da Li nº 2.0, d 27 d novmbro d 2009, no art. 4, 4º do Dcrto nº 8.242, d 23 d maio d 204, rsolv: º Abrir, plo prazo d quinz dias a contar da data dsta publicação, consulta pública para manifstação da socidad civil acrca d procssos qu s ncontram m fas rcursal contra dcisão d indfrimnto ou canclamnto da Crtificação d Entidad Bnficnt d Assistência Social - CEBAS, rfrnts às ntidads lncadas no Anxo. 2º A manifstação d qu trata o parágrafo antrior dvrá sr ftivada unicamnt m mio ltrônico, por mio do ndrço http://cbas.mc.gov.br/manifstacao-socidad-civil. 3º Em atndimnto ao disposto no 4ºdo art. 4 do Dcrto nº 8.242, d 23 d maio d 204, não srão admitidas manifstaçõs ncaminhadas sm a idntificação do autor. 4º Não srão acolhidas manifstaçõs ncaminhadas m dsconformidad com o stablcido nos parágrafos º 2º. CINARA DIAS CUSTÓDIO ANEXO Nom da Entidad CNPJ Nº do Tipo d Procsso Procsso Associação Educacional Cidad das Flors 8.74.87/000-05 23000.0394/204-2 Concssão 2 Cntro Educacional João Combat 29.350.378/000-05 700.005043/2009-57 Rnovação 3 Cntro Educacional Santa Trzinha 04.566.378/000-08 2323.00768/200-90 Rnovação 4 Comunidad Evangélica d Confissão Lutrana d Lajado 9.67.585/000-94 700.004989/2009-04 Rnovação 5 Crch Dus Mnino 20.039.60/000-5 7000. 583 / 200-2 Rnovação 6 Crch Maria Zóffoli Caçador 20.456.398/000-82 700. 000328 / 20-6 Rnovação 7 Crch São José 00.234.09/000-00 2323.00355/200-97 Rnovação 8 Grupo Assistncial d Amigos d JI - Paraná 05.882.70/000-60 2323. 00043 / 20-9 Rnovação 9 Instituto das Irmãs da Santa Cruz 57.035.933/000-3 7000. 5379 / 2009-49 Rnovação 0 Obras Sociais da Paróquia d Santo Antônio - OSPSA 20.6.030/000-97 7000. 0235 / 200-37 Rnovação UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO RETIFICAÇÃO No Diário Oficial da União Nº 26, d 0..206, Sção, página 24, ond s lê: "PORTARIA Nº 760, d 9 DE NOVEMBRO DE 206", lia-s: "PORTARIA Nº 760, d 8 DE NOVEMBRO DE 206". plo código 000206600092

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 93. Ministério da Faznda GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 48, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Autoriza o Instituto Nacional do Sguro Social, m razão d stado d calamidad pública, antcipar os bnfícios domiciliados no Município d Tubarão (SC) o pagamnto dos bnfícios d prstação continuada prvidnciária assistncial dá outras providências OS MINISTROS DE ESTADO DA FAZENDA, SUBSTI- TUTO, E DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E AGRÁRIO, à vista do disposto na alína "j" do inciso V do art. 27, da Li nº 0.683, d 28 d maio d 2003, com a rdação dada pla Li nº 3.34, d 29 d stmbro d 206, qu atribui ao Ministério da Faznda a comptência sobr prvidência, no inciso I do parágrafo único do art. 7º da Li nº 3.34, d 206, qu vinculou o Instituto Nacional do Sguro Social - INSS ao Ministério do Dsnvolvimnto Social Agrário, tndo m vista o disposto na Li nº 8.23, d 24 d julho d 99, nos º 2º do art. 69 do Rgulamnto da Prvidência Social - RPS, aprovado plo Dcrto nº 3.048, d 6 d maio d 999, com a rdação dada plo Dcrto nº 7.223, d 29 d junho d 200, rsolvm: Art. º Autorizar o Instituto Nacional do Sguro Social - INSS a antcipar, m razão d stado d calamidad pública dcorrnt d vndaval, rconhcido por ato do Govrno Fdral, aos bnficiários domiciliados no Município d Tubarão, no Estado d Santa Catarina: I - o pagamnto dos bnfícios d prstação continuada prvidnciária assistncial para o primiro dia útil do cronograma, a partir da comptência novmbro d 206 nquanto prdurar a situação; II - mdiant opção do bnficiário, o valor corrspondnt a uma rnda mnsal do bnfício prvidnciário ou assistncial a qu tm dirito, xctuados os casos d bnfícios tmporários. º O disposto nst artigo aplica-s unicamnt aos bnficiários domiciliados no município na data d dcrtação do stado d calamidad pública, ainda qu os bnfícios sjam mantidos m outros municípios, bm como aos bnfícios dcorrnts. 2º O valor antcipado na forma do inciso II dvrá sr rssarcido m até 36 (trinta sis) parclas mnsais fixas, a partir do trciro mês sguint ao da antcipação, mdiant dsconto da rnda do bnfício, dada a naturza da opração, sm qualqur custo ou corrção, aplicando-s, no qu coubr, o inciso II do art. 54 do RPS. 3º Dvrá sr adquada a quantidad d parclas d qu trata o 2º, para aquls bnfícios cuja cssação stja prvista para ocorrr m data antrior à 36ª parcla, d modo a propiciar a quitação total da antcipação, ainda na vigência dos rfridos bnfícios. 4º Na hipóts d cssação do bnfício ants da quitação total do valor antcipado, dvrá sr providnciado o ncontro d contas ntr o valor dvido plo bnficiário o crédito a sr rcbido, nl incluído, s for o caso, o abono anual. 5º A idntificação do bnficiário para fins d opção pla antcipação d qu trata o inciso II do caput podrá sr fita pla strutura da rd bancária, inclusiv o corrspondnt bancário, rsponsávl plo pagamnto do rspctivo bnfício. Art. 2º O INSS a Emprsa d Tcnologia Informaçõs da Prvidência Social - DATAPREV adotarão as providências ncssárias ao cumprimnto do disposto nsta Portaria. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL EDUARDO REFINETTI GUARDIA OSMAR GASPARINI TERRA DESPACHO DO MINISTRO Em 4 d novmbro d 206 Procsso nº: 7944.000685/97-6. Intrssado: Estado do Srgip. Assunto: Quarto Trmo Aditivo d Rrratificação ao Contrato d Confissão, Assunção, Consolidação Rfinanciamnto d Dívidas, a sr clbrado ntr a União o Estado do Srgip, com intrvniência do Banco do Brasil S/A, com fundamnto na Li nº 9.496, d d stmbro d 997, da Li Complmntar nº 48, d 25 d novmbro d 204, dos Dcrtos nºs 8.66, d 29 d dzmbro d 205, 8.665, d 0 d fvriro d 206. Dspacho: Tndo m vista as manifstaçõs da Scrtaria do Tsouro Nacional da Procuradoria-Gral da Faznda Nacional, bm como o Parcr nº 005/206/DENOR/CGU, aprovado plo Advogado-Gral da União, autorizo a clbração do aditivo contratual mdiant o cumprimnto das xigências lgais. EDUARDO REFINETTI GUARDIA plo código 000206600093 EMPRESA GESTORA DE ATIVOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ATA Nº 4 - REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 4 DE NOVEMBRO DE 206 Aos catorz d novmbro d dois mil dzssis, das h às h30, na sd da Emprsa Gstora d Ativos - EMGEA, cadastrada no CNPJ sob nº 04.527.335/000-3 na Junta Comrcial do Distrito Fdral sob NIRE 533.0000.65-2, localizada no Edifício São Marcus, Stor Bancário Sul, ª Subloja, m Brasília (DF), runiu-s xtraordinariamnt o Conslho d Administração da EMGEA, prsidido pla Sra. Gildnora Batista Dantas Milhomm, com a prsnça d sus atuais mmbros, os Srs. Conslhiros Rodrigo Toldo Cabral Cota, Robrto Mira d Almida Barrto Marluc dos Santos Borgs. Ausnt, justificadamnt, a Conslhira Ana Paula Lima Viira Bittncourt, por motivo d licnça-matrnidad. Iniciados os trabalhos, passou-s à dlibração do único assunto constant da ordm do dia:. Rcondução d Dirtor da EMGEA - O Conslho d Administração, consoant indicação constant do Ofício nº.6/se- MF, d d novmbro d 206, da Scrtaria-Excutiva do Ministério da Faznda, dlibrou por unanimidad rconduzir o Sr. Antonio Luiz Bronzado, brasiliro, casado, administrador, filho d Luiz da Costa Araújo Bronzado Crislids Costa Bronzado, portador da Cédula d Idntidad nº 250.49, mitida pla Scrtaria d Sgurança Pública do Distrito Fdral m 20.2.982, inscrito no CPF sob nº 53.329.42-68, rsidnt m Brasília (DF) domiciliado no SBS Quadra 2 Bloco "B" ª Subloja - Edifício São Marcus - Brasília (DF), para o cargo d Dirtor da Emprsa Gstora d Ativos - EM- GEA, com prazo d gstão d dois anos, d 4 d novmbro d 206 a 4 d novmbro d 208, m conformidad com o disposto no artigo 43 da Li n 6.404, d 5 d dzmbro d 976, art. 3, inciso VI, da Li 3.303, d 30.6.206, nos trmos do artigo 9º, 2º, artigo 5 do Estatuto Social da Emprsa, aprovado por mio do Dcrto n 8.590, d 5 d dzmbro d 205. Nada mais havndo a tratar, a Srª. Prsidnt agradcu a prsnça dos Srs. Conslhiros dclarou ncrrada a runião. Eu, Diana Clstino d Faria, lavri a prsnt Ata, qu vai assinada pla Prsidnt plos dmais Conslhiros prsnts. SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 4ª REGIÃO FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE DE NOVEMBRO DE 206 Alfandgamnto d rcinto. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 4ª REGIÃO FISCAL, no uso das atribuiçõs confridas plo Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, publicada no Diário Oficial da União, d 7 d maio d 202, com fundamnto nas disposiçõs dos Arts. 9º 0 do Dcrto nº 6.759, d 5 d fvriro d 2009, combinadas com o disposto no art. 26 da Portaria RFB nº 3.58, d 30 d stmbro d 20, tndo m vista o qu consta do Procsso nº 968.720425/203-50, dclara: Art. º Alfandgada, por tmpo indtrminado a título prcário, com fiscalização aduanira inintrrupta, a ára d 0.058 m², dnominada Cais 05 (Cais V), na Zona Industrial Portuária do Porto d Suap, sob a administração da mprsa Suap-Complxo Industrial Portuário Govrnador Eraldo Guiros, CNPJ. 448. 933 / 000-62. Art. 2º Na ára ora alfandgada fica autorizada a ralização d das opraçõs d movimntação d cargas grais, granéis sólidos líquidos, vículos containrs, na importação, xportação cabotagm, ficando o rcinto sob a jurisdição da Alfândga da Rcita Fdral do Brasil no Porto d Suap, qu stablcrá as rotinas opracionais qu s fizrm ncssárias ao control fiscal xigido bm como os limits condiçõs d tais opraçõs, conform prvisto no art. 28 da Portaria RFB nº 3.58, d 30 d stmbro d 20. Art. 3º Fica atribuído ao rcinto o msmo código do Porto d Suap, 4.93.3-0. Art. 4º Sm prjuízo d vntuais pnalidads cabívis, st alfandgamnto podrá sr suspnso ou canclado por aplicação d sanção administrativa, bm como podrá sr xtinto a pdido da intrssada, podndo ainda a RFB rvê-lo a qualqur momnto para a sua vntual adquação às normas lgais. Art. 5º Est Ato ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. GIOVANNI CHRISTIAN NUNES CAMPOS PORTARIA Nº 54, DE DE NOVEMBRO DE 206 Transfr comptências ntr Unidads. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 4ª REGIÃO FISCAL, no uso das atribuiçõs tndo m vista o disposto no º do Art. 34 do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, publicada no DOU d 7 d maio d 202, rsolv: Art. º Transfrir tmporariamnt, até 3 d dzmbro d 207, as comptências das Agências da Rcita Fdral do Brasil (ARF) d Itabaiana, Guarabira Santa Rita, prvistas no artigo 23 do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, para o Cntro d Atndimnto ao Contribuint - CAC da Dlgacia da Rcita Fdral do Brasil m João Pssoa/PB (DRF/JPA). Parágrafo único. Esta transfrência não xclui a comptência rgimntal das ARF, qu podrão atuar d forma concorrnt. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação, ficando convalidados os atos praticados a partir d º d novmbro d 206. GIOVANNI CHRISTIAN NUNES CAMPOS SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 5ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM LAURO DE FREITAS SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 30, DE DE NOVEMBRO DE 206 Habilita a pssoa jurídica qu mnciona a oprar no Rgim Espcial d Aquisição d Bns d Capital para Emprsas Exportadoras (Rcap). O AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRA- SIL abaixo idntificado, no uso da comptência d qu trata o art. 302, VI, do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202 (DOU d 7/5/2), dlgada plo art. 2, III, da Portaria DRF/LFS nº, d 2 d fvriro d 205 (DOU d 3/2/5), tndo m vista o disposto no art. 0 da Instrução Normativa (IN) SRF nº 605, d 2006, o qu consta no procsso administrativo nº 290.72036/205-69, dclara: Art. º - Rconhcr à pssoa jurídica BAHIA SPECIALTY CELLULOSE SA, CNPJ nº 69.037.33/000-39, a HABILITAÇÃO ao Rgim Espcial d Aquisição d Bns d Capital para Emprsas Exportadoras (RECAP), d qu tratam os arts. 2 a 6 da Li nº.96, d 2//05, o Dcrto nº 5.649, d 29/2/05 a IN SRF nº 605, d 4//06. Art. 2º - O prazo para fruição do bnficio xtingu-s após dcorridos 3 (três) anos contados da data da habilitação ao Rcap. Art. 3º - Est Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação. BARTOLOMEU PIMENTEL DA SILVA JUNIOR SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM UBERLÂNDIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 39, DE DE NOVEMBRO DE 206 Habilita pssoa jurídica ao Programa Mais Lit Saudávl instituído plo Dcrto nº 8.533, d 30 d stmbro d 205. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM UBERLÂNDIA-MG, no uso das atribuiçõs qu lh confr o inciso VI do art. 302 do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, no art. 6 da Instrução Normativa RFB nº.590, d 5 d novmbro d 205, tndo m vista o disposto no Dcrto nº 8.533, d 30 d stmbro d 205, na Instrução Normativa RFB nº.590, d 5 d novmbro d 205, considrando o qu consta do -dossiê nº 000.005692/096-4, dclara: Art. º Habilitada a pssoa jurídica abaixo idntificada no Programa Mais Lit Saudávl instituído plo Dcrto nº 8.533/205. Nom Emprsarial: RIOLAC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE LATICÍNIOS LTDA. CNPJ: 07.294.806/000-89 Edital d Aprovação d Projto mitido pla Scrtaria do Produtor Rural Cooprativismo, subordinada ao Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto, publicado no DOU nº 60, d 9 d agosto d 206, sção 3, pág. 5. Príodo d vigência do Projto: 27/04/206 a 3/05/207. Art. 2º Est Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. VALTAIR SOARES FERREIRA

94 ISSN 677-7042 DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 6.050, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 ASSUNTO:Normas d Administração Tributária EMENTA:DISPENSA DE RETENÇÃO DO IRRF. PAGA- MENTOS EFETUADOS A PESSOAS JURÍDICAS. É dispnsada a rtnção d imposto d rnda incidnt na font, d valor igual ou infrior a dz rais, sobr rndimntos qu dvam intgrar a bas d cálculo do imposto dvido plas pssoas jurídicas tributadas com bas no lucro ral, prsumido ou arbitrado. Nss caso a adição prvista no º do art. 68 da Li nº 9.430, d 996 não é aplicávl ao imposto não rtido. É vdado o fracionamnto das notas fiscais visando a não rtnção do imposto d rnda incidnt na font. A dispnsa d rtnção d imposto d rnda na font, prvista no art. 67 da Li nº 9.430, d 996, aplica-s a cada pagamnto ou crédito ralizado, lvando-s m considração o total pago ou crditado nssa ocasião, ainda qu s rfira a mais d um documnto fiscal indpndntmnt d sua naturza, sja dcorrnt d locação ou prstação d srviços, ou ambos. SOLUÇÃO DE CONSULTA VINCULADA À SOLUÇÃO DE CONSULTA COSIT Nº 42, DE 5 DE JUNHO DE 205, E À SOLUÇÃO DE CONSULTA COSIT Nº 6, DE 24 DE JUNHO DE 204. DISPOSITIVOS LEGAIS: Li nº 9.430, d 996, art. 67; Dcrto nº 3.000/999, Rgulamnto do Imposto d Rnda - RIR/99, art. 724, ADN Cosit nº 5, d 997. plo código 000206600094 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS MÁRIO HERMES SOARES CAMPOS Chf SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 8ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SOROCABA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 53, DE DE NOVEMBRO DE 206 Exclui mprsa do Rgim Espcial Unificado d Arrcadação d Tributos Contribuiçõs dvidos plas Micromprsas Emprsas d Pquno Port O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SOROCABA-SP, no uso das suas atribuiçõs tndo m vista o disposto nos artigos 28 a 32 da Li Complmntar nº. 23, d 4 d dzmbro d 2006, do qu consta no Procsso Administrativo nº 0840.723.852/206-4, dclara: Art. º. A xclusão da mprsa FISCOLEX ASSESSORIA CONTÁBIL LTDA EPP, CNPJ nº. 50.82.742/000-90, situada na Rua Saldanha Marinho, 804, º andar, sala 7, Cntro, Itaptininga - SP, CEP 8.200-00, do Rgim Espcial Unificado d Arrcadação d Tributos Contribuiçõs dvidos plas Micromprsas Emprsas d Pquno Port - SIMPLES NACIONAL, d qu trata a Li Complmntar nº 23 d 4 d dzmbro d 2006, na condição d micromprsa, por tr praticado as infraçõs prvistas nos incisos II IV do art. 29 da rfrida li. Art. 2º. A xclusão surtirá fito a partir d 0/0/200, com impdimnto d opção plo rgim difrnciado favorcido prvisto na Li Complmntar nº 23 d 4 d dzmbro d 2006 plo prazo d 3(três) anos, m conformidad com o prvisto no º do art. 29 da rfrida li. Art. 3º. Podrá a mprsa, no prazo d 30 (trinta) dias contados da ciência dst Ato Dclaratório Excutivo, manifstar por scrito sua inconformidad à Dlgacia da Rcita Fdral d Julgamnto, protocolada na unidad da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil d sua jurisdição, nos trmos do Dcrto nº 70.235, d 06 d março d 972. Parágrafo único. Não havndo aprsntação d manifstação d inconformidad no prazo prvisto no caput, a xclusão tornar-s-á dfinitiva. Art. 4º. Est Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação. FRANCISCO JOSÉ BRANCO PESSOA DELEGACIA ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 88, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Dclara a baixa d ofício d pssoa jurídica prant o Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica - CNPJ. O CHEFE DA DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO DE SER- VIÇOS DA DELEGACIA ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no xrcício da comptência dlgada plo art. 4º, da Portaria DEFIS/SPO nº 9, d 24 d maio d 206, publicada no DOU d 30 d maio d 206, com bas na Li nº 9.430, d 27 d dzmbro d 996 altraçõs postriors nas disposiçõs contidas na Instrução Normativa RFB nº.634, d 06 d maio d 206, qu aprova instruçõs para a prática d atos prant o Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica, rsolv: Art. º Baixar d ofício a inscrição no Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica - CNPJ da pssoa jurídica abaixo rlacionada, com fulcro no artigo 49 da Instrução Normativa RFB nº.634, d 206: Emprsa: CNPJ nº: Procsso: COLOSSUS MINERACAO LTDA 08.040.4/000-40 955.720544/206-95 Art. 2º A prsnt dclaração d baixa basia-s na falta d rgularização cadastral, para a qual o contribuint foi intimado, conform o Edital d Intimação nº 00972505, d 22 d stmbro d 206, publicado no sítio da RFB na Intrnt (http://rfb.gov.br), constatando-s, assim, a inxistência d fato da mncionada pssoa jurídica, d acordo com os rgistros contidos no procsso administrativo acima mncionado. Art. 3º O prsnt Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação. GUSTAVO RIQUE PINTO PASSOS SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 9ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM FLORIANÓPOLIS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 299, DE 7 DE NOVEMBRO DE 206 Dclara a baixa d ofício por inxistência d fato prant o Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM FLORIANÓPOLIS, SC, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plos artigos 224, inciso III, 302, inciso III, do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil - RFB, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, publicada no DOU d 7/05/202, com fundamnto na alína "a", inciso II, do art. 29, da Instrução Normativa RFB nº.634, d 06 d maio d 206, dclara: I - BAIXADA DE OFÍCIO, no Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica, com fitos a partir da publicação dst ADE, a inscrição nº 04.886.58/000-6, da mprsa CEREALISTA ROCHINHA LTDA - ME, considrando o tor do procsso nº 56.720950/205-55, m qu foi constatada a inxistência d fato da pssoa jurídica por não dispor d patrimônio capacidad opracional ncssários à ralização d su objto. SAULO FIGUEIREDO PEREIRA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOINVILLE ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 83, DE 8 DE NOVEMBRO DE 206 Dclara a baixa d ofício d pssoa jurídica prant o Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica (CNPJ), por canclamnto do rgistro. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOINVILLE/SC, no uso da atribuição qu lh confr o inciso III do art. 302 do Rgimnto Intrno, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, nos trmos do art. 80-A da Li nº 9.430, d 27 d dzmbro d 996 tndo m vista o disposto no º do art. 33 da Instrução Normativa RFB nº.634, d 06 d maio d 206,, tndo m vista o canclamnto d su rgistro conform crtidão simplificada da Junta Comrcial do Estado d Santa Catarina, considrando o Procsso Administrativo nº 0920.723353/206-29, dclara: Art. º A baixa d ofício da inscrição no Cadastro Nacional da Pssoa Jurídica (CNPJ) da mprsa Fnix Industrial LTDA - ME, CNPJ nº 04.525.677/000-02, conform disposto no inciso IV do art. 29 da Instrução Normativa RFB nº.634, d 6 d maio d 206, com data rtroativa à 7 d janiro d 203. Art. 2º Est Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação no DOU. HONORINO JOSÉ GONÇALVES SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA 0ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAXIAS DO SUL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 73, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Canclamnto da Crtidão Ngativa d Débitos Rlativos às Contribuiçõs Prvidnciárias às d Trciros. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAXIAS DO SUL/RS, no uso das atribuiçõs qu lh confrm os artigos 302 34 do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF n.º 203, d 4 d maio d 202, tndo m vista o disposto no art. 5 da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº.75, DOU 03/0/204, dclara: Art. º Fica canclada a Crtidão Ngativa d Débitos Rlativos às Contribuiçõs Prvidnciárias às d Trciros nº 0085206-8888829, mitida m 27/06/206, m nom d PAMUL INCORPORAÇÕES LTDA, CEI 5.236.229/74. LUIZ WESCHENFELDER INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PORTO ALEGRE ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 Canclamnto d Inscrição no Rgistro d Dspachants Aduaniros. O INSPETOR-CHEFE DA RECEITA FEDERAL DO BRA- SIL EM PORTO ALEGRE/RS, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 224 do Rgimnto Intrno da Scrtaria da Rcita Fdral do Brasil, aprovado pla Portaria MF nº 203, d 4 d maio d 202, tndo m vista o disposto no 3º do artigo 80 do Dcrto nº 6759, d 05 d fvriro d 2009, com nova rdação dada plo Dcrto nº 7.23, d 5 d junho d 200, rsolv: Art. º CANCELAR, a pdido do intrssado, a inscrição no Rgistro d Dspachants Aduaniros d MARCEL SANTOS POR- TELA, CPF 829.26.790-00, constant do Ato Dclaratório Excutivo nº, d º d agosto d 206, publicado no Diário Oficial da União, d 08 d agosto d 206, conform procsso nº 052.720065/206-5. Art. 2º Est Ato Dclaratório Excutivo ntra m vigor na data d sua publicação. GASTÃO FIGUEIRA TONDING SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA DE ANÁLISE TÉCNICA PORTARIAS DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 25 combinado com o inciso III do art. 33 o art. 5º, todos da Li Complmntar nº 09, d 29 d maio d 200, art. 23, inciso I alína "c", do Anxo I do Dcrto nº 7.075, d 26 d janiro d 200, considrando as manifstaçõs técnicas xaradas no Procsso Prvic nº 440.00079/206-7, comando nº 4644882 juntada nº 42527552, rsolv: N 533 - Art. º Autorizar a rtirada d patrocínio da mprsa Osram do Brasil Lâmpadas Elétricas Ltda., CNPJ n 6.064.697/000-59, do Plano d Aposntadoria CD - CNPB nº 2008.0037-, administrado pla Prvi-Simns - Socidad d Prvidência Privada. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. O DIRETOR DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso das atribuiçõs qu lh confr o inciso I do art. 33 o art. 5º, todos da Li Complmntar nº 09, d 29 d maio d 200, o art. 23, inciso I, alína "a", do Anxo I do Dcrto nº 7.075, d 26 d janiro d 200, tndo m vista a Rsolução CGPC nº 4 d º d outubro d 2004, considrando as manifstaçõs técnicas xaradas no Procsso PRE- VIC nº 440.000576/205-6, comando nº 408345839 juntada nº 42643904, rsolv: N 534 - Art. º Encrrar o Plano d Bnfícios Sara Alimntos, CNPB nº 993.008-83, cssando-s os fitos da Portaria SPC nº 77, d 5 d fvriro d 2005, publicada no Diário Oficial da União nº 3, d 6 d fvriro d 2005, sção, página 7 a 22, xclusivamnt com rlação ao plano citado.rt. 2º Extinguir o código do CNPB - Cadastro Nacional d Plano d Bnfícios nº 993.008-83, do Plano d Bnfícios Sara Alimntos. Art.3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. O DIRETOR DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso das atribuiçõs qu lh confr o inciso I do art. 33, combinado com o art. 5º, todos da Li Complmntar nº 09, d 29 d maio d 200, art. 23, inciso I, alína "a", do Anxo I do Dcrto nº 7.075, d 26 d janiro d 200, considrando as manifstaçõs técnicas xaradas no Procsso MPAS nº 00003.000000/5587-86, sob o comando nº 46778386 juntada nº 42692674, rsolv: N 535 - Art. º Aprovar as altraçõs propostas ao rgulamnto do Plano d Aposntadoria PREVIM FLEX, CNPB nº 2006.0033-56, administrado pla Michlin Prvidnciária - PREVIM. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. CARLOS MARNE DIAS ALVES

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 95. Ministério da Justiça Cidadania GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.294, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, usando da atribuição qu lh confr o art. o do Dcrto n o 3.447, d 5 d maio d 2000, publicado no Diário Oficial da União do dia 8 d maio do msmo ano, Sção, tndo m vista o qu consta do Procsso n o 08704.02995/204-40, do Ministério da Justiça Cidadania, rsolv: EXPULSAR do trritório nacional, m conformidad com os arts. 65 7 da Li n o 6.85, d 9 d agosto d 980, HAMIDU BANGURA, d nacionalidad srra-lonsa ou nigriana, filho d Emos Bangura Ada Bangura, nascido m Makni, na Rpública da Srra Loa, m 4 d agosto d 978, ficando a ftivação da mdida condicionada ao cumprimnto da pna a qu stivr sujito no País ou à libração plo Podr Judiciário. ALEXANDRE DE MORAES PORTARIA Nº.295, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, usando da atribuição qu lh confr o art. o do Dcrto n o 3.447, d 5 d maio d 2000, publicado no Diário Oficial da União do dia 8 d maio do msmo ano, Sção, tndo m vista o qu consta do Procsso n o 08000.04209/20-23, do Ministério da Justiça Cidadania, rsolv: EXPULSAR do trritório nacional, m conformidad com os arts. 65 7 da Li n o 6.85, d 9 d agosto d 980, MARIA TERESA RIBES FAES, d nacionalidad spanhola, filha d Joaquim Ribs Pas Pilar Ribs Fas, nascida no Rino da Espanha, m 3 d agosto d 977, ficando a ftivação da mdida condicionada ao cumprimnto da pna a qu stivr sujita no País ou à libração plo Podr Judiciário. ALEXANDRE DE MORAES PORTARIA Nº.296, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, usando da atribuição qu lh confr o art. o do Dcrto n o 3.447, d 5 d maio d 2000, publicado no Diário Oficial da União do dia 8 d maio do msmo ano, Sção, tndo m vista o qu consta do Procsso n o 0808.003374/203-22, do Ministério da Justiça Cidadania, rsolv: EXPULSAR do trritório nacional, m conformidad com os arts. 65 7 da Li n o 6.85, d 9 d agosto d 980, KUETE MANUEL PE- DRO, d nacionalidad angolana, filho d Manul Pdro Maria Antonica, nascido m Luanda, na Rpública d Angola, m 4 d outubro d 970, ficando a ftivação da mdida condicionada ao cumprimnto da pna a qu stivr sujito no País ou à libração plo Podr Judiciário. ALEXANDRE DE MORAES PORTARIA Nº.297, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, usando da atribuição qu lh confr o art. o do Dcrto n o 3.447, d 5 d maio d 2000, publicado no Diário Oficial da União do dia 8 d maio do msmo ano, Sção, tndo m vista o qu consta do Procsso n o 0808.0544/202-53, do Ministério da Justiça Cidadania, rsolv: EXPULSAR do trritório nacional, m conformidad com os arts. 65 7 da Li n o 6.85, d 9 d agosto d 980, FATOUMATA DIALLO, d nacionalidad malinsa, filha d Moussa Diallo Ramata Lissoko, nascida na Rpública do Mali, m 6 d janiro d 975, ficando a ftivação da mdida condicionada ao cumprimnto da pna a qu stivr sujita no País ou à libração plo Podr Judiciário. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ALEXANDRE DE MORAES PORTARIA Nº.302, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Sobrsta a ficácia do art. 5 o, caput, da Portaria n o 3.383, d 24 d outubro d 203, do Ministério da Justiça Cidadania. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, no uso das atribuiçõs qu lh confrm o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tndo m vista o disposto no art. 0 do Dcrto n o 5.289, d 29 d novmbro d 2004, Considrando a ncssidad d mdidas suprvnints aos Jogos Olímpicos Paralímpicos Rio 206 por profissionais já mobilizados; Considrando qu a Força Nacional d Sgurança Pública vm sndo solicitada por divrsas unidads fdrativas, qu nfrntam situaçõs d xtrma dificuldad na sgurança pública dfsa civil; plo código 000206600095 Considrando qu o Dpartamnto da Força Nacional d Sgurança Pública - DFNSP tm grand participação, m âmbito nacional, m opraçõs d prsrvação da ordm pública, da incolumidad das pssoas do patrimônio, nas suas divrsas modalidads d atuação; Considrando a ncssidad da manutnção d contingnt suprior para o atndimnto das dmandas d intrss nacional, priorizadas plo Ministério da Justiça Cidadania; Considrando a impriosa ncssidad d manutnção d um ftivo m plnas condiçõs d pronto mprgo para os mss finais do ano d 206 no início do ano d 207, qu possibilit mnor custo à União, rsolv: Art. o Sobrstar, até o dia 3 d dzmbro d 207, a ficácia do art. 5 o, caput, da Portaria n o 3.383, d 24 d outubro d 203, do Ministério da Justiça Cidadania. Art. 2 o O srvidor civil ou militar não trá a contagm do su tmpo d mobilização intrrompido durant a vigência dsta Portaria. Art. 3 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. Art. 4 o Rvoga-s a Portaria n o 470/MJ, d 2 d maio d 205. ALEXANDRE DE MORAES PORTARIA Nº.303, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA, m cumprimnto à dcisão judicial profrida plo Tribunal Rgional Fdral da Primira Rgião, nos autos do Agravo d Instrumnto nº 0063856-.206.4.0.0000, rsolv: SUSPENDER os fitos do Dspacho nº 543, d 06 d agosto d 205, publicado no D.O.U d 0 d agosto d 205, Sção, qu dclarou a inidonidad da mprsa BERKANA TECNO- LOGIA EM SEGURANÇA LTDA, CNPJ nº 07.259.72/000-79, pla prática d atos ilícitos rlacionados à fraud na xcução do Contrato nº 60/203 clbrado com a Polícia Rodoviária Fdral, nos autos do Procsso Administrativo 08650.004308/204-95. ALEXANDRE DE MORAES DESPACHO DO MINISTRO Em 4 d novmbro d 206 Nº 760 - Procsso nº 00734.000328/206-7 (TC 024.432/204-8). Intrssado: Instituto Corpor para o Dsnvolvimnto da Qualidad d Vida. Assunto: Rcurso Administrativo. Dcisão: conhço do rcurso intrposto para, no mérito, ngar-lh provimnto, nos trmos do PARECER nº 0557/206/CON- JUR-MJ/CGU/AGU, da Consultoria Jurídica, cujas razõs d fato d dirito passam a intgrar a prsnt dcisão. ALEXANDRE DE MORAES RETIFICAÇÃO Na Portaria nº 67, d 28 d junho d 206, publicada no Diário Oficial da União nº 24, d 30 d junho d 206, Sção, página 47, na linha m qu s lê: "ALEXANDRO ROBERTO BE- DECARATS", lia-s: "ALEJANDRO ROBERTO BEDECARATS". CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA ATA DA 94ª SESSÃO ORDINÁRIA DE JULGAMENTO Às 0:07h do dia nov d novmbro d dois mil dzssis, o Prsidnt Intrino do Cad, Márcio d Olivira Júnior, dclarou abrta a prsnt sssão. Participaram os Conslhiros do Cad, Gilvandro Vasconclos Colho d Araújo, Alxandr Cordiro, João Paulo d Rsnd, Paulo Burnir da Silvira Cristian Alkmin Junquira Schmidt. Prsnts o Procurador-chf da Procuradoria Fdral Espcializada junto ao Cad, Victor Santos Rufino, o rprsntant do Ministério Público Fdral junto ao Cad, Lafayt Josué Pttr, o Scrtário do Plnário, Paulo Eduardo Silva d Olivira. O Prsidnt saudou os studants do Curso d Dirito da Univrsidad Fdral d Ubrlândia - "Profssor Jacy d Assis", qu participaram da prsnt sssão como ouvints, acompanhados pla profssora Shirli Mllo. O Prsidnt anunciou oficialmnt qu o Cad sdiará a 5ª Confrência Intrnacional d Concorrência dos BRICS, qu ocorrrá nos dias 9 0 d novmbro d 207, m Brasília, com o apoio do CEDES d outros parciros institucionais. J U L G A M E N TO S 5. Procsso Administrativo nº 08700.008464/204-92 Rprsntants: Multi Armazéns Ltda. Transportadora Simas Ltda. Rprsntado: Tcon Rio Grand S.A. Advogados: Alic Grcchi, Danil da Silva Antuns, Evandro Wilson Martins, Julio Csar Cavalcant Airs, Luiz Waltr Colho Filho, Mônica d Mlo Alvs Ribiro, Paulo d Tarso Ramos Ribiro, Pdro Gilbrto Brand outros Rlator: Conslhiro Alxandr Cordiro O julgamnto do procsso foi adiado a pdido do Conslhiro Rlator.. Procsso Administrativo nº 0802.002568/2005-5 Rprsntados: Liquigás Distribuidora S.A. (x-tropigás), Suprgasbrás (x-minasgás Distribuidora d Gás Combustívl Ltda.) Paragás Distribuidora Ltda. Advogados: Antônio Garblini Júnior, Christian R. Pantoja, Ângla Burgos Morira, Frnanda Pulchrio d Mdiros Campos, José Arnaldo da Fonsca Filho, Alssandro Marius O. Martins, Joyc Ruiz Rodrigus Alvs outros Rlatora: Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt Voto-vista: Conslhiro Márcio d Olivira Júnior O procsso foi rtirado d pauta a pdido do Conslhiro Márcio d Olivira Júnior. 8. Procsso Administrativo nº 0802.000504/2005-5 Rprsntant: SDE x officio Rprsntados: ACTA - Associação Comrcial dos Transportadors Autônomos SINDIGRAN - Sindicato dos Transports Rodoviários d Cargas Granl Advogados: Guilhrm Favaro Corvo Ribas, Enrico Spini Romanilo, Srgio Eduardo Pinclla outros Rlatora: Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt O procsso foi rtirado d pauta a pdido da Conslhira Rlatora. 2. Ato d Concntração nº 08700.002792/206-47 Rqurnts: Banco Bradsco S.A.; Banco do Brasil S.A.; Banco Santandr (Brasil); Caixa Econômica Fdral; Itaú Unibanco S.A. Trciros Intrssados: Confdração Nacional d Dirignts Lojistas, Srviço Brasiliro d Apoio às Micro Pqunas Emprsas - Sbra, Boa Vista Srviços S.A., Confdração das Associaçõs Comrciais Emprsariais do Brasil, Srasa S.A. Advogados: Barbara Rosnbrg, Patrícia Avigni, Francisco Honório Pinhiro Alvs, Vivian Mira Avila Moras, Guilhrm Afif Domingos, Thiago Luiz Isacksson D'Albuqurqu, Glauco Alvs Costa da Silva, Gorg Tixira Pinhiro, Mariana Tavars d Araújo outros Rlator: Conslhiro Paulo Burnir da Silvira Manifstou-s oralmnt plas Rqurnts a advogada Barbara Rosmbrg. Após o voto do Conslhiro Rlator conhcndo da opração manifstando-s pla aprovação condicionada à clbração ao cumprimnto d Acordo m Control d Concntraçõs, a Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt aprsntou voto vogal pla aprovação da opração com rstriçõs unilatrais listadas m su voto. Na squência profriram voto os Conslhiros Gilvandro Vasconclos Colho d Araújo, Alxandr Cordiro, adrindo intgralmnt ao voto do Conslhiro Rlator. O Conslhiro João Paulo d Rsnd também aprsntou voto vogal pla aprovação da opração com rstriçõs unilatrais. Em voto, o Prsidnt Intrino do Cad, Conslhiro Marcio d Olivira Junior, adriu ao voto do Conslhiro R l a t o r. Dcisão: O Plnário, por unanimidad, conhcu da opração, por maioria, aprovou-a condicionada à clbração ao cumprimnto d Acordo m Control d Concntraçõs, nos trmos do voto do Conslhiro Rlator. Vncidos a Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt o Conslhiro João Paulo d Rsnd qu s manifstaram pla aprovação da opração com rstriçõs unilatrais listadas nos rspctivos votos-vogais. 3. Procsso Administrativo nº 0802.003422/2004-4 Rprsntant: Fundação d Sguridad Social - GEAP Rprsntados: Cooprativa dos Médicos Anstsiologistas do Estado d Mato Grosso - COOPANEST/MT União Nacional das Instituiçõs d Autogstão m Saúd - UNIDAS/MT (atual razão social do Comitê d Intgração d Entidads Fchadas d Autogstão m Saúd - CIEFAS) Trciro intrssado: Fdração Nacional d Saúd Suplmntar - FENASAUDE Advogados: Alx Sandro Sarmnto Frrira, Amanda da Costa Marqus, José Luiz Toro da Silva, Vânia d Araujo Lima Toro da Silva, Paolo Zupo Mazzucato outros Rlator: Conslhiro Márcio d Olivira Júnior Dcisão: O Plnário, por unanimidad, dtrminou o arquivamnto do procsso m rlação à Cooprativa dos Médicos Anstsiologistas do Estado d Mato Grosso - COOPANEST/MT m virtud do cumprimnto intgral das obrigaçõs prvistas m Trmo d Compromisso d Cssação clbrado com o Cad. O Plnário, por unanimidad, dtrminou a condnação da União Nacional das Instituiçõs d Autogstão m Saúd d Mato Grosso - UNIDAS/MT pla prática d infração à ordm conômica, prvista no art. 20, incisos I II, no art. 2, incisos II X, da Li 8.884/94 (com corrspondência no art. 36 da Li 2.529/), com aplicação d multa no valor d R$ 638.460,00 (siscntos trinta oito mil quatrocntos sssnta rais), a sr paga m até 30 (trinta) dias, contados da publicação da prsnt dcisão no Diário Oficial da União; bm como às sguints obrigaçõs, sob pna d multa diária d R$ 20.000,00 (vint mil rais) por itm não obsrvado: a) abstnha-s d ngociar coltivamnt o valor dos honorários cobrados plas opradoras d planos d saúd; b) abstnha-s d promovr, apoiar ou fomntar movimntos d boicot, paralisação coltiva d atndimntos aos bnficiários d planos d saúd por tmpo longo ou indtrminado ou dscrdnciamntos m massa; c) abstnha-s d impdir a ngociação dirta individual d honorários ntr médicos/hospitais opradoras d planos d saúd; d) abstnha-s d tntar implmntar tablas /ou d promovr ngociaçõs coltivas qu tnham por objto rivindicaçõs qu não stjam xclusivamnt rlacionadas à rmunração dos médicos plo valor do su trabalho; ) disponibiliz sínts dsta dcisão m su sítio ltrônico; f) divulgu às opradoras d planos d saúd filiadas su tor, por qualqur mio a sua scolha, comprovando su cumprimnto prant o Cad no prazo d 5 (quinz) dias, a contar da publicação da dcisão, nos trmos do voto do Conslhiro Rlator.

96 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Às 2h49 o Prsidnt Intrino do Cad suspndu a sssão. Os trabalhos d julgamnto foram rtomados às 4h32. 4. Procsso Administrativo nº 0802.009645/2008-46 Rprsntants: CMW Saúd Tcnologia Importação Exportação Ltda. Rprsntados: Support Produtos Nutricionais Ltda., Pronutri Nutrição Farmacêutica Ltda., Nutrifar Nutrição Farmacêutica Ltda., Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospilars Ltda. Milna Torrs Chavs Sabra - ME Advogados: Mauro Grinbrg, Lonor Cordovil, Ricardo Casanova Motta, Fábio Alssandro Malatsta dos Santos, Rolf Cristhian Zornig, Ana Lúcia Carniro Bzrra, Edson Alvs da Silva Filho, Antônio Msquita do Bomfim outros Rlator: Conslhiro Alxandr Cordiro Manifstaram-s oralmnt o advogado Edson Alvs da Silva Filho, pla Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospitalars Ltda., bm como a advogada Lonor Cordovil, pla Support Produtos Nutricionais Ltda. O Procurador-chf da Procuradoria Fdral Espcializada junto ao Cad, Victor Santos Rufino fz uso da palavra para sclarcr qustão d ordm suscitada plo advogado Edson Alvs da Silva Filho rlacionada ao indfrimnto d abrtura formal d prazo para algaçõs finais, nos trmos do artigo 59 do Rgimnto Intrno do Cad Ȯ Plnário, por unanimidad, homologou o dspacho do Conslhiro Alxandr Cordiro nº 24/206 indfriu pdido da Rprsntada Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospitalars Ltda., atinnt a falta d intimação para ofrcimnto d algaçõs finais nos trmos do art. 59 do Intrno do Cad. Após o voto do Conslhiro Rlator plo arquivamnto do procsso m rlação ao rprsntado Support Produtos Nutricionais Ltda., bm como pla condnação dos rprsntados Pronutri Nutrição Farmacêutica Ltda., Nutrifar Nutrição Farmacêutica Ltda., Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospilars Ltda. Milna Torrs Chavs Sabra - ME pla prática d infração à ordm conômica prvista no artigo 20, incisos I, II,, II IV, c/c artigo 2, incisos I, II III da Li nº 8.884/994, com aplicação d multas nos sguints valors, qu dvrão sr rcolhidas no prazo d 30 dias a contar a da publicação da prsnt dcisão: a) Pronutri Nutrição Farmacêutica Ltda., multa no valor d R$ 3.65.5,99 (três milhõs, cnto sssnta cinco mil cnto cinqunta um rais novnta nov cntavos); b) Nutrifar Nutrição Farmacêutica Ltda., multa no valor d R$ 489.747,45 (quatrocntos oitnta nov mil, stcntos quarnta st rais quarnta cinco cntavos); c) Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospilars Ltda., multa no valor d R$ 4.328.648,72 (quatro milhõs, trzntos vint oito mil, siscntos quarnta oito rais stnta dois cntavos); d) Milna Torrs Chavs Sabra - ME, multa no valor d R$ 0.068,03 (cnto um mil, sssnta oito rais três cntavos); o Conslhiro João Paulo d Rsnd manifstou-s adrindo ao voto do Conslhiro Rlator mas divrgindo tão-somnt com rlação à dosimtria das pnas aplicadas. O Conslhiro Paulo Burnir da Silvira, a Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt, o Conslhiro Gilvandro Vasconclos Colho d Araújo o Conslhiro Márcio d Olivira Junior adriram intgralmnt ao voto do Conslhiro Rl a t o r. Dcisão: O Plnário, por unanimidad, dtrminou o arquivamnto do procsso m rlação ao rprsntado Support Produtos Nutricionais Ltda., bm como a condnação dos rprsntados Pronutri Nutrição Farmacêutica Ltda., Nutrifar Nutrição Farmacêutica Ltda., Art Médica Comércio Rprsntaçõs d Produtos Hospilars Ltda. Milna Torrs Chavs Sabra - ME pla prática d infração à ordm conômica prvista no artigo 20, incisos I, II,, II IV, c/c artigo 2, incisos I, II III da Li nº 8.884/994, por maioria, aplicou as pnalidads prvistas no voto do Conslhiro Rlator. Vncido o Conslhiro João Paulo d Rsnd qu divrgiu tão somnt com rlação à dosimtria das pnas impostas. 7. Procsso Administrativo nº 08700.000/202-46 Rprsntant: Agência Nacional d Tlcomunicaçõs - Anatl Rprsntados: Tlmar Nort Lst S.A. Brasil Tlcom S.A. - Oi S.A. Advogados: Caio Mário da Silva Prira Nto, Paulo Lonardo Casagrand, Schrmann Chrysti Miranda Silva outros Rlator: Conslhiro João Paulo d Rsnd Dcisão: O Plnário, por unanimidad, dtrminou o arquivamnto do procsso m rlação aos Rprsntados, nos trmos do voto do Conslhiro Rlator. 3. Rqurimnto nº 08700.005552/206-02 Rqurnts: Unitd Parcl Srvic Inc. (UPS) UPS SCS Transports Brasil S.A. (SCS Brasil) Advogados: Amadu Carvalhas Ribiro, Michll Matos outros Dcisão: O Plnário, por unanimidad, homologou a proposta d Compromisso d Cssação, nos trmos do Dspacho PRES nº 36/206. 9. Rqurimnto nº 08700.00890/205-40 Rqurnts: Crâmicas Vlas d Ignição NGK Do Brasil Ltda. (NGK Brasil), Ngk Spark Plug Co. Ltd. (NGK Japão), Paulo Ab, Edson Isamu Yoshimura, Jrônimo Yoshitaka Suhiro, Norihiko Adachi, Takao Hamada, Shozo Fujita, Mitsuaki Koyama, Akihiko Yamauchi E Gilbrto Mada Advogados: Marcl Mdon dos Santos, Luciana dos Santos Martorano outros Dcisão: O Plnário, por maioria, homologou a proposta d Compromisso d Cssação, nos trmos do Dspacho PRES nº 34/206. Vncido o Conslhiro João Paulo d Rsnd qu s manifstou pla rjição da proposta. Ausntou-s, justificadamnt, o Conslhiro Paulo Burnir da Silvira. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 000206600096 6. Procsso Administrativo nº 0802.005930/2009-79 Rprsntant: SDE x officio Rprsntados: Asahi Glass Co. Ltd, Hankuk Elctric Glass Co. Ltd., Nippon Elctric Glass Co. Ltd., Samsung Corning Prcision Glass Co. Ltd., Schott AG, Toshiharu Ariyoshi, Tamotsu Kitagawa, Futajima, Toshihisa Hayagawa (ou Toshihisa Hayakawa), Yuji Nishimi, Timm-Ptr Pollak, Takuo Horiuchi, Hyun-Su Chang, Atushi Shimomura, Hyung-Jin Park, Jong-Chol Kum, Jung-Ki Kang, Young- Joo Kim, Sung Yol L Advogados: Clso Cintra Mori, Rodrigo d Magalhãs Carniro d Olivira, Flávio Lmos Blliboni, Caio Mário da Silva Prira Nto, Paulo Lonardo Casagrand, Schrmann Chrysti Miranda Silva, Tulio Fritas do Egito Colho, Francisco Ribiro Todorov, Adriana Franco Giannini, Amadu Carvalhas Ribiro, Michll Marqus Machado, Batuira Rogrio Mnghsso Lino, Flávia Chiquito dos Santos, Robrto Lournço Blluzzo outros Rlator: Conslhiro Gilvandro Vasconclos Colho d Araujo Voto-vista: Conslhiro João Paulo d Rsnd Na 92ª SOJ, após o voto do Conslhiro Rlator plo arquivamnto do procsso m rlação a Timm. Ptr Pollak, bm como pla dcrtação d xtinção da ação punitiva da Administração Pública m favor d Samsung Corning Prcision Glass Co. Ltd. das pssoas físicas Hyung-Jin Park, Jong-Chol Kum, Jung-Ki Kang, Young-Joo Kim Sung Yol L, m função do Acordo d Lniência firmado com a ntão Scrtaria d Dirito Econômico pla suspnsão do procsso m rlação a Asahi Glass Co. Ltd. Hankuk Elctric Glass Co. Ltd., bm como quanto às sguints pssoas físicas Yuji Nishimi; Hyun-Su Chang; Toshihisa Hayakawa Toshiharu Ariyoshi, até qu sja dclarado o complto cumprimnto do Trmo d Compromisso d Cssação; bm como pla condnação dos sguints Rprsntados por infração à ordm conômica, nos trmos do artigo 20, incisos I, II III c/c artigo 2, incisos I, II, III, IV X, ambos da Li nº 8.884/994, com aplicação d multas qu srm pagas no prazo d 30 (trinta) dias contados da publicação da prsnt dcisão no Diário Oficial da União: pssoas físicas - Tamotsu Kitagawa, multa no valor d R$ 06.40,00 (cnto sis mil quatrocntos dz rais); Hutajima (ou Futajima), multa no valor d R$ 06.40,00 (cnto sis mil quatrocntos dz rais); Takuo Horiuch, multa no valor d R$ 06.40,00 (cnto sis mil quatrocntos dz rais); Atushi Shimomura, multa no valor d R$ 292.627,50 (duzntos novnta dois mil siscntos vint st mil rais cinqunta cntavos); pssoas jurídicas: Nippon Elctric Glass Co. Ltd., multa no valor d R$ 5.852.550,00 (cinco milhõs oitocntos cinqunta dois mil quinhntos cinqunta rais); Schott AG, multa no valor d R$ 4.389.42,50 (quatro milhõs trzntos oitnta nov mil quatrocntos doz rais cinqunta cntavos), o julgamnto do procsso foi suspnso m razão d pdido d vista do Conslhiro João Paulo d Rsnd. Na prsnt sssão o Conslhiro João Paulo d Rsnt aprsntou voto vista acompanhando o voto do Conslhiro Rlator mas divrgindo com rlação a) ao valor da multa a sr aplicada à Rprsntada Nippon Elctric Glass Co. Ltd., plo qu propôs o import d R$ 4.895.42,77 (quatorz milhõs, oitocntos novnta cinco mil, quatrocntos vint um rais stnta st cntavos); b) m rlação ao valor da multa a sr aplicada ao Rprsntado pssoa física Atushi Shimomura, qu por corrspondr ao prcntual d 5% da multa aplicada à Nippon Elctric Glass Co. Ltd., dvria passar para o valor d R$ 744.77,09 (stcntos quarnta quatro mil, stcntos stnta um rais nov cntavos); c) m rlação ao valor da multa a sr aplicada à Rprsntada Schott AG, plo qu propôs o import d R$ 3.447.08,53 (três milhõs, quatrocntos quarnta st mil, dzoito rais cinqunta três cntavos). Na squência, o Conslhiro Márcio d Olivira Junior manifstou-s m voto vogal, acompanhando o voto do Conslhiro Rlator divrgindo tão-somnt m rlação à pnalidad pcuniária aplicada à Schott AG para qu sja cominado o valor d R$.682.046,67 (um milhão, siscntos oitnta dois mil, quarnta sis rais sssnta st cntavos). O Conslhiro Rlator fz uso da palavra para informar qu incorporará ao voto antriormnt profrido a mtodologia para dosimtria da pnalidad imposta à Schott AG adotada plo Conslhiro Márcio d Olivira Junior no voto vogal altrou o valor da multa proposta a sta Rprsntada. A Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt adriu ao voto do Conslhiro Rlator pla condnação dos Rprsntados, quanto a dosimtria, sguiu o voto vista do Conslhiro João Paulo d Rsnd. O Conslhiro Alxandr acompanhou o voto do Conslhiro Rlator com as incorporaçõs propostas plo voto vogal do Conslhiro Márcio d Olivira Junior. Dcisão: O Plnário, por unanimidad, dtrminou o arquivamnto do procsso m rlação a Timm. Ptr Pollak, a dcrtação d xtinção da ação punitiva da Administração Pública m favor d Samsung Corning Prcision Glass Co. Ltd. das pssoas físicas Hyung-Jin Park, Jong-Chol Kum, Jung-Ki Kang, Young-Joo Kim Sung Yol L, m função do Acordo d Lniência firmado com a ntão Scrtaria d Dirito Econômico a suspnsão do procsso m rlação a Asahi Glass Co. Ltd. Hankuk Elctric Glass Co. Ltd., às sguints pssoas físicas Yuji Nishimi; Hyun-Su Chang; Toshihisa Hayakawa Toshiharu Ariyoshi, até qu sja dclarado o complto cumprimnto do Trmo d Compromisso d Cssação. O Plnário, por unanimidad, dtrminou a condnação dos Rprsntados pssoas físicas - Tamotsu Kitagawa, Hutajima (ou Futajima), Takuo Horiuch, Atushi Shimomura pssoas jurídicas: Nippon Elctric Glass Co. Ltd., Schott AG, por infração à ordm conômica, nos trmos do artigo 20, incisos I, II III c/c artigo 2, incisos I, II, III, IV X, ambos da Li nº 8.884/994. O Plnário, por unanimidad, dtrminou a aplicação nas multas prvistas no voto do Conslhiro Rlator às pssoas físicas Tamotsu Kitagawa, Hutajima (ou Futajima), Takuo Horiuch, qu dvrão sr pagas no prazo d 30 (trinta) dias contados da publicação da prsnt dcisão no Diário Oficial da União. O Plnário, por maioria, dtrminou a aplicação das multas prvistas no voto do Conslhiro Rlator aos Rprsntados Nippon Elctric Glass Co. Ltd., Schott AG à pssoa física Atushi Shimomura. Vncidos com rlação à divrgência quanto à dosimtria d part dos Rprsntados os Conslhiros João Paulo d Rsnd Cristian Alkmin Junquira Schmidt. O Conslhiro Paulo Burnir da Silvira rtornou aos trabalhos d julgamnto.. Rqurimnto nº 08700.0930/205-06 Rqurnts: FAE Frragns Indústria d Hidrômtros S.A. (atual FAE Sistmas d Mdição S.A.) Advogados: Maria Cibl Crpaldi Affonso dos Santos outros Dcisão: O Plnário, por maioria, homologou a proposta d Compromisso d Cssação, nos trmos do Dspacho PRES nº 39/206. Vncido o Conslhiro João Paulo d Rsnd qu s manifstou pla rjição da proposta. 2. Rqurimnto nº 08700.000843/206-04 Rqurnts: Grupo OW/WW (Wallnius Wilhlmsn Logistics AS - WWL Eukor Car Carrirs Inc.) Advogados: Eduardo Caminati Andrs, Guilhrm Tno Castilho Missali outros Dcisão: O Plnário, por maioria, homologou a proposta d Compromisso d Cssação, nos trmos do Dspacho PRES nº 33/206. Vncido o Conslhiro João Paulo d Rsnd qu s manifstou pla rjição da proposta. 0. Rqurimnto nº 08700.009978/205-46 Rqurnts: Autoliv do Brasil LTDA, Richard Schwab, Fábio Priant Arnaldo Coronl Advogados: Lonardo Maniglia Duart, Rodrigo Alvs do Santos outros Dcisão: O Plnário, por unanimidad, homologou a proposta d Compromisso d Cssação, nos trmos do Dspacho PRES nº 35/206. Embargos d Dclaração no Procsso Administrativo para Imposição d Sançõs Procssuais Incidntais nº 08700.006554/206-9 Embargants: JBS S.A.; Rodopa Indústria Comércio d Alimntos Ltda. Fort Emprndimntos Participaçõs Ltda. Advogado: José Marclo Martins Pronça Rlator: Conslhiro Gilvandro Vasconclos Colho d Araujo Dcisão: O Plnário, por unanimidad, conhcu dos mbargos d dclaração, no mérito, ngou-lhs provimnto nos trmos do voto do Conslhiro Rlator. REFERENDOS Os dspachos, ofícios outros abaixo rlacionados foram rfrndados plo Plnário: Dspachos PRES nºs 303/206 (PI 08700.005560/206-4), 304/206 (Acsso Rstrito AC 08700.00790/205-4), 305/206 (AC 08700.0045/202-0), 306/206 (Acsso Rstrito AC 08700.005447/203-2), 307/206 (Acsso Rstrito Dnúncia d Conduta 08700.005672/206-00), 308/206 (AC 0802.005697/2009-24), 309/206 (Rq 08700.005399/202-8), 30/206 (Rq 0802.00273/2006-39), 3/206 (Rq 08700.003364/206-3), 32/206 (Procsso 08700.006928/206-98), 253/206 (Procsso 08700.0069/206-77), 32/206 (Rq 08700.006523/205-79), 37/206 (Rq 08700.0026/205-00) 38/206 (Rq 08700.003050/206-39); aprsntados plo Prsidnt Intrino Márcio d Olivira Júnior. Dspacho MOJ nº 30/206 (PA 0802.002568/2005-5), 3/206 (Rq 08700.003672/206-67); aprsntado plo Conslhiro Márcio d Olivira Júnior. Dspacho ACM nº 22/206 (Acsso Rstrito); aprsntado plo Conslhiro Alxandr Cordiro. Ofício PBS nºs 54/206 (PA 0802.002673/2007-5), 544/206 (PA 0802.002673/2007-5), 545/206 (PA 0802.002673/2007-5), 546/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5439/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5442/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5443/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5444/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5445/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5446/206 (PA 0802.002673/2007-5), 5674/206 (AC 08700.002792/206-47); aprsntados plo Conslhiro Paulo Burnir da Silvira. Dspachos CAJS nºs 26/206 (PA 0802.00755/2008-3), 27/206 (PA 0802.00744/2008-7); aprsntados pla Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt. APROVAÇÃO DA ATA O Plnário, por unanimidad, aprovou a ata dsta sssão. Às 8:48h do dia nov d novmbro d dois mil dzssis, o Prsidnt Intrino do Cad, Márcio d Olivira Júnior, dclarou ncrrada a sssão. Ficam dsd já intimadas as parts os intrssados, na forma dos º 2º do artigo 05 do Rgimnto Intrno do Conslho Administrativo d Dfsa Econômica - RICADE, quanto aos rsultados dos julgamntos do Plnário do Tribunal dos sguints itns da ata, cujas rspctivas dcisõs foram juntadas aos autos stão disponívis para consulta na unidad d andamnto procssual: itns 3, 4, 6, 7, 9,, 2, 3 Embargos d Dclaração no Procsso Administrativo para Imposição d Sançõs Procssuais Incidntais nº 08700.006554/206-9. MÁRCIO DE OLIVEIRA JÚNIOR Prsidnt do Cad Intrino PAULO EDUARDO SILVA DE OLIVEIRA Scrtário do Plnário

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 97 ATA DE DISTRIBUIÇÃO ORDINÁRIA Nº 27 Dia: 4..206 Hora: 5h04 Prsidnt Intrino: Márcio d Olivira Júnior Scrtário do Plnário: Paulo Eduardo Silva d Olivira Foi distribuído por conxão o sguint fito. Rqurimnto nº 08700.007539/206-80 Rqurnt: Acsso Rstrito Advogados: Acsso Rstrito Rlator: Acsso Rstrito Foram distribuídos plo sistma d sortio os sguints fitos. A distribuição é ralizada m blocos d modo qu o procsso sja sortado aos Conslhiros xcluindo-s os noms dos sortados antriormnt. Assim, a distribuição iniciará sm o nom do Conslhiro João Paulo d Rsnd, qu no último bloco d sortio - na 26ª Sssão Ordinária d Distribuição - foi o rlator sortado. Excluído o nom do Conslhiro Márcio d Olivira Júnior nos trmos do Parcr nº 43/206/CGEP/PFE-CADE/PGF/AGU. Ato d Concntração nº 08700.000723/206-07 Rqurnts: John Dr Brasil Ltda. Monsanto do Brasil Ltda. Advogados: Cristiann Zarzur, Natália Flix outros Rlator: Conslhiro Gilvandro Vasconclos Colho d Araujo Ato d Concntração nº 08700.006903/206-94 Rqurnt: Amil Assistência Médica Intrnacional S.A. Advogados: Tito Amaral d Andrad, Marcos Paulo Vríssimo, Carolina Maria Matos Viira outros Rlatora: Conslhira Cristian Alkmin Junquira Schmidt Ato d Concntração nº 08700.006904/206-39 Rqurnt: Amil Assistência Médica Intrnacional S.A. Advogados: Tito Amaral d Andrad, Marcos Paulo Vríssimo, Carolina Maria Matos Viira outros Rlator: Conslhiro Paulo Burnir da Silvira A prsnt ata tm também por fim a divulgação a trciros intrssados dos atos d concntração protocolados prant o Sistma Brasiliro d Dfsa da Concorrência, nos trmos da Li nº 2. 529 / 20. MÁRCIO DE OLIVEIRA JÚNIOR Prsidnt do Cad Intrino PAULO EDUARDO SILVA DE OLIVEIRA Scrtário do Plnário SUPERINTENDÊNCIA-GERAL DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE-GERAL Em 4 d novmbro d 206 Nº.409 - Ato d Concntração nº 08700.007263/206-30. Rqurnts: Banco BTG Pactual S.A. Ibagué Emprndimntos Participaçõs S.A. Advogados: Barbara Rosnbrg, José Inácio F. d Almida Prado Filho, Luiz Antonio Galvão André Luís Mngatti. Dcido pla aprovação sm rstriçõs. EDUARDO FRADE RODRIGUES DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA ALVARÁ Nº 4.908, DE 2 DE OUTUBRO DE 206 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DA POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 20 da Li 7.02/83, rgulamntada plo Dcrto nº 89.056/83, atndndo à solicitação da part intrssada, d acordo com a dcisão prolatada no Procsso nº 206/76978 - DELESP/DREX/SR/DPF/RJ, rsolv: Dclarar rvista a autorização d funcionamnto d srviço orgânico d sgurança privada na(s) atividad(s) d Vigilância Patrimonial, válida por 0(um) ano da data d publicação dst Alvará no D.O.U., concdida à mprsa ITAGUAI CONSTRUÇÕES NAVAIS S/A, CNPJ nº 0.827.82/000-22 para atuar no Rio d Janiro. CARLOS ROGERIO FERREIRA COTA ALVARÁ Nº 5.044, DE 25 DE OUTUBRO DE 206 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DA POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 20 da Li 7.02/83, rgulamntada plo Dcrto nº 89.056/83, atndndo à solicitação da part intrssada, d acordo com a dcisão prolatada no Procsso nº 206/7284 - DELESP/DREX/SR/DPF/RS, rsolv: Dclarar rvista a autorização d funcionamnto, válida por 0(um) ano da data d publicação dst Alvará no D.O.U., concdida à mprsa EMBRASIL EMPRESA BRASILEIRA DE SEGURAN- ÇA LTDA, CNPJ nº 02.426.907/0006-57, spcializada m sgurança privada, na(s) atividad(s) d Vigilância Patrimonial, Escolta Armada Sgurança Pssoal, para atuar no Rio Grand do Sul, com Crtificado d Sgurança nº 2233/206, xpdido plo DREX/SR/DPF. CARLOS ROGERIO FERREIRA COTA ALVARÁ Nº 5.077, DE 3 DE OUTUBRO DE 206 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DA POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 20 da Li 7.02/83, rgulamntada plo Dcrto nº 89.056/83, atndndo à solicitação da part intrssada, d acordo com a dcisão prolatada no Procsso nº 206/56942 - DPF/VRA/RJ, rsolv: Dclarar rvista a autorização d funcionamnto, válida por 0(um) ano da data d publicação dst Alvará no D.O.U., concdida à mprsa GSS SEGURANCA LTDA, CNPJ nº 08.365.528/0002-57, spcializada m sgurança privada, na(s) atividad(s) d Vigilância Patrimonial Sgurança Pssoal, para atuar no Rio d Janiro, com Crtificado d Sgurança nº 2298/206, xpdido plo D R E X / S R / D P F. CARLOS ROGERIO FERREIRA COTA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL DEPARTAMENTO DE POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL EM MATO GROSSO DO SUL PORTARIA Nº 43, DE 7 DE NOVEMBRO DE 206 Procsso n 086690088/206-09. O Suprintndnt da Suprintndência Rgional d Polícia Rodoviária Fdral no Estado d Mato Grosso do Sul, considrando a manifstação da Advocacia-Gral da União no Parcr nº 0425/206/CJUMS/CGU/AGU o contido na Dcisão Administrativa nº 02/206/GAB-MS, rsolv: Librar a mprsa Tlbras Sinalização Sgurança Ltda, inscrita no CNPJ sob o nº 0.977.88/000-68, stablcida na Avnida Gtúlio Vargas nº 3293, CEP 920-330, no município d Canoas-RS, do compromisso assumido junto à Suprintndência d Polícia Rodoviária Fdral no Estado d Mato Grosso do Sul, através da Ata d Rgistro d Prço nº 07/205, sm aplicação d pnalidad. LUIZ ALEXANDRE GOMES DA SILVA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PORTARIA Nº 538, DE 9 DE NOVEMBRO DE 206 Divulga o rsultado da apuração das mtas institucionais do sétimo ciclo d avaliação d dsmpnho. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL, tndo m vista o disposto no Dcrto nº 7.33, d 9 d março d 200, no uso das atribuiçõs dlgadas plo art. º, inciso I II, da Portaria SE nº 50, d 29 d maio d 204, rsolv: Divulgar o rsultado da apuração das mtas institucionais stablcidas pla Portaria DEPEN nº 322, d 6 d junho d 206, rlativo ao sétimo ciclo d avaliação d dsmpnho, rfrnt ao príodo d º d novmbro d 205 à 3 d outubro d 206, na forma do anxo dsta Portaria. ANEXO ALVARÁ Nº 5.39, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DA POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 20 da Li 7.02/83, rgulamntada plo Dcrto nº 89.056/83, atndndo à solicitação da part intrssada, d acordo com a dcisão prolatada no Procsso nº 206/7458 - DELESP/DREX/SR/DPF/SP, rsolv: Dclarar rvista a autorização d funcionamnto, válida por 0(um) ano da data d publicação dst Alvará no D.O.U., concdida à mprsa VALOR EMPRESA DE SEGURANÇA E VIGILANCIA LTDA, CNPJ nº 08.54.308/000-56, spcializada m sgurança privada, na(s) atividad(s) d Vigilância Patrimonial Sgurança Pssoal, para atuar m São Paulo, com Crtificado d Sgurança nº 228/206, xpdido plo DREX/SR/DPF. CARLOS ROGERIO FERREIRA COTA ALVARÁ Nº 5.64, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DA POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 20 da Li 7.02/83, rgulamntada plo Dcrto nº 89.056/83, atndndo à solicitação da part intrssada, d acordo com a dcisão prolatada no Procsso nº 206/74988 - DELESP/DREX/SR/DPF/GO, rsolv: CONCEDER autorização à mprsa GUARDA SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ nº 4.720.453/000-05, sdiada m Goiás, para adquirir: Em stablcimnto comrcial autorizado plo Exército: 8 (oito) Rvólvrs calibr 38 9 (novnta uma) Muniçõs calibr 38 Válido por 90 (novnta) dias a contar da data d publicação no D.O.U. CARLOS ROGERIO FERREIRA COTA MARCO ANTÔNIO SEVERO SILVA Dscrição da Mta Fórmula d Cálculo Unidad d Mdida Global Excutar o limit orçamntário disponívl aodepen no até o final d outubro d 206 Intrmdiária Garantir o cumprimnto das dtrminaçõs judiciais d inclusõs d prsos no Sistma Pnitnciário Fdral, bm como as xclusõs transfrências dsss prsos, na forma stablcida na li fdral nº.67/2008 Intrmdiária Prstas as assistências lgais constitucionais às pssoas prsas no Sistma Pnitnciário Fdral Mta Prvista Rsultado (LOE /LOD) X 00 Prcntual 80% 264 mi/265 mi x 00 = 99 % 95 mil/ 02 mil x 00 = 93 % (99 + 93) / 2 = 96 % 00 - (quantidad d dtrminaçõs judiciais não cumpridas no príodo x 00/ númro d dtrminaçõs judiciais no príodo) (NASR/NRS) X 00 + (NAER/DAE) X 00 / 2 Prcntual 00% (0 x 00/456) = 00% Prcntual 80% (9.236/8.867) x 00 + (.852/.870) x 00 / 2 = 03% plo código 000206600097

98 ISSN 677-7042 SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA E CIDADANIA DEPARTAMENTO DE MIGRAÇÕES DIVISÃO DE PROCESSOS MIGRATÓRIOS DESPACHOS DO CHEFE Dtrmino o DEFERIMENTO da Rtificação d Assntamntos abaixo rlacionado: Procsso: 08460.037742/205-70, MIKHAIL BELOLIPETS- KIY, altrado o nom constant do su rgistro, passando d MIKHAIL BELOLIPETSKIY para MIKHAIL VIKTOROVICH BE- L O L I P E T S K I Y. No uso das atribuiçõs a mim confridas, dcido: Dtrmino o arquivamnto dos procssos abaixo rlacionados, conform parcr qu podrá sr visualizado mdiant solicitação d acsso xtrno plo link formularios.mj.gov.br/limsurvy/indx.php/998625. Procsso: 08505.00038/205-42 MANUEL ANTONIO SIGNORI ECHEVERRIA, o intrssado rsidi atualmnt nos Estados Unidos, sm prvisão d rtorno. plo código 000206600098 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS SIMONE ELIZA CASAGRANDE RETIFICAÇÃO Nos Dspachos da Chf publicado m 4 d novmbro d 206, no Diário Oficial da União, Sção, página 56 Ond s lê: No uso das atribuiçõs a mim confridas, dcido: Dtrmino o arquivamnto dos procssos abaixo rlacionados, conform parcr qu podrá sr visualizado mdiant solicitação d acsso xtrno plo link formularios.mj.gov.br/limsurvy/indx.php/998625. Procsso: 08389088620589, JIZAN HUSSEIN ME- LHEM, rompimnto do lapso tmporal d mais d 5 (quinz) anos d rsidência no trritório brasiliro. Procsso: 085050356206, MOHAMAD AHMAD ZEI- NEDDINE, não consta o comprovant d pagamnto da taxa GRU rfrnt ao pdido d dsarquivamnto. Procsso: 08452.00004/204-0, MOHAMOUD SALIOU SIBY, vrifica a tmpstividad da pça rcursal não s vislumbra o pagamnto da taxa GRU rfrnt ao pdido d dsarquivamnto novos argumntos capazs d mudar o Dspacho nº 54 SIMONE ELIZA CASAGRANDE Chf da Divisão d Procssos Migratórios Lia-s: No uso das atribuiçõs a mim confridas, dcido: Dtrmino a manutnção do arquivamnto dos procssos abaixo rlacionados, conform parcr qu podrá sr visualizado mdiant solicitação d acsso xtrno plo link formular i o s. m j. g o v. b r / l i m s u r v y / i n d x. p h p / 998625. Procsso: 08389088620589, JIZAN HUSSEIN ME- LHEM, rompimnto do lapso tmporal d mais d 5 (quinz) anos d rsidência no trritório brasiliro. Procsso: 085050356206, MOHAMAD AHMAD ZEI- NEDDINE, não consta o comprovant d pagamnto da taxa GRU rfrnt ao pdido d dsarquivamnto. Procsso: 08452.00004/204-0, MOHAMOUD SALIOU SIBY, vrifica a tmpstividad da pça rcursal não s vislumbra o pagamnto da taxa GRU rfrnt ao pdido d dsarquivamnto novos argumntos capazs d mudar o Dspacho nº 54 SIMONE ELIZA CASAGRANDE Chf da Divisão d Procssos Migratórios DIVISÃO DE POLÍTICAS MIGRATÓRIAS DESPACHOS DO CHEFE Tndo m vista qu ficou dmonstrada a ftiva ncssidad da manutnção do strangiro na Emprsa considrando qu o procsso ncontra-s instruído na forma da li, DEFIRO o pdido d Transformação d Visto Tmporário Itm V m Prmannt. Procsso Nº 08505.034690/206-05 - VICENTE SANJOSE MITJANS Tndo m vista qu ficou dmonstrada a ftiva ncssidad da manutnção do strangiro na Emprsa considrando qu o procsso ncontra-s instruído na forma da li, DEFIRO os pdidos d Transformação d Visto Tmporário Itm V m Prmannt, abaixo rlacionados. Outrossim, informo qu o strangiro dvrá sr autuado considrando o disposto no Art. 25, XVI da Li nº 6.85/80 c/c Art. 70, º, do Dcrto nº 86.75/8. Procsso Nº 08000.03767/206- - ISABELLE SUZAN- NE HENRIETTE REISS Procsso Nº 08000.03364/206-09 - CARLOS ALBERTO MENDEZ ADRIAN, IRIS RIVERA RODRIGUEZ, IRIS ISABEL MENDEZ RIVERA Procsso Nº 08000.02976/206-2 - ALESSANDRO GRECO Procsso Nº 08000.029757/206-62 - JUAN CAYETANO MA- RIANO CABALLERO, MARTHA ELENA GUTIERREZ COUTINO Procsso Nº 08000.029723/206-78 - LUIS ADRIAN VE- RENZUELA ANDREA, EDUALY SALOMONE SPIROW, ELIZA- BETH VERENZUELA SALOMONE Procsso Nº 08000.02972/206-98 - JUAN PABLO DE LA PARRA MEJIA Dtrmino o arquivamnto dos procssos diant da solicitação da Emprsa rsponsávl pla vinda do (a) strangiro(a) ao País,abaixo rlacionados: Procsso Nº 08000.02369/206-42 - ROLANDO RAFAEL KOURANY JOVANE, TAMY ARELIS PIMENTEL FLORES, AL- LEN ROLANDO KOURANY PIMENTEL, EVANS EMANUEL KOURANY PIMENTEL Procsso Nº 08000.02303/206-52 - SUSANA GABRIELA SOUSA BENTO PEREIRA, JOÃO CARLOS DA COSTA PEREI- RA, GUILHERME BENTO PEREIRA, JOANA BENTO PEREIRA JOSE AUGUSTO TOME BORGES Substituto DEFIRO o prsnt pdido d prorrogação do prazo d stada no País. Procsso N 08280.302500/206-6 - POLICARPO FRAN- CISCO QUIPUNGO, até 0/2/207. Dtrmino o arquivamnto dos procssos, por já tr dcorrido prazo suprior ao da stada solicitada, abaixo rlacionados: Procsso N 08494.008973/204-06 - REBECA BUELA MUCANDA TIAGO Procsso N 0808.00965/204-28 - AIDA FRANCISCA MENDES TEIXEIRA SANHA FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA DA SILVA p/dlgação d Comptência RETIFICAÇÃO No Diário Oficial da União d 28/04/206, Sção, pág. 7. Ond s lê - Procsso Nº 08000.0352/206-78 - DAVID FERNANDEZ EXTREMO. Lia-s - Procsso Nº 08000.0352/206-78 - DAVID FER- NANDEZ EXTREMO, RUTH SANZ DEL OMO, HUGO FERNAN- DEZ SANZ, LUCIA FERNANDEZ SANZ DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE JUSTIÇA PORTARIA Nº 63, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 A Dirtora Adjunta, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto nos artigos 2, Inciso XVI, 220, parágrafo 3º, Inciso I, da Constituição Fdral artigo 74 da Li 8.069, d 3 d julho d 990, com bas na Portaria SNJ nº 08, d 06 d julho d 2006, publicada no DOU d 07 d julho d 2006, aprovando o Manual da Nova Classificação Indicativa na Portaria nº 368 d d fvriro d 204, publicada no DOU d 2 d fvriro d 204, rsolv classificar: Conjunto d Episódios: O PODER DO ESPORTE (Brasil - 206) Produtor(s): Babl Films Dirtor(s): Patrizia Landi/Aud Chvalir-Bauml Distribuidor(s): Fundação Robrto Marinho Classificação Prtndida: Livr Gênro: Documntário Tipo d Matrial Analisado: Monitoramnto Classificação Atribuída: Livr Procsso: 08000.006260/206-76 Rqurnt: FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO Séri: PRETTY LITTLE LIARS - ª TEMPORADA (PRETTY LITTLE LIARS - SEASON, Estados Unidos da América - 200) Episódio(s): 0 A 22 Produtor(s): Alloy Entrtainmnt Dirtor(s): I. Marln King Distribuidor(s): SONY DADC BRASIL INDUSTRIA, COM. E DISTRIBUIÇÃO VÍDEO-FONOGRÁFICA LTDA Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d doz anos Gênro: Drama Tipo d Matrial Analisado: DVD Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d doz anos Contém: Violência, Contúdo Sxual Drogas Lícitas Procsso: 08000.04373/206-8 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Séri: SEGREDOS E MENTIRAS (SECRET AND LIES, Estados Unidos da América - 205) Episódio(s): 0 Produtor(s): Dan Alioto/Cathrin Jlski/Mitch Marcus/Jonathan Wi n f r y Dirtor(s): Dan Alioto/Cathrin Jlski/Mitch Marcus/Jonathan Wi n f r y Distribuidor(s): DISNEY - BUENA VISTA INTERNATIONAL, INC. Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d catorz anos Gênro: Drama Tipo d Matrial Analisado: Monitoramnto Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d catorz anos Contém: Drogas, Violência Contúdo Sxual Procsso: 08000.044520/206-0 Rqurnt: GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S/A Film: INVASÃO ZUMBI (TRAIN TO BUSAN, Coréia do Sul - 206) Produtor(s): L Dongha Dirtor(s): Park Joo-Suk Distribuidor(s): SM Distribuidora d Films Ltda Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d doz anos Gênro: Ação Tipo d Matrial Analisado: Link Intrnt Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d catorz anos Contém: Violência Procsso: 08000.04500/206-5 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Show Musical: MARIA GADÚ - GUELÃ AO VIVO (Brasil - 206) Dirtor(s): Maria Gadú/Lua Lça Distribuidor(s): SOM LIVRE Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d dz anos Gênro: Musical Tipo d Matrial Analisado: DVD Classificação Atribuída: Livr Procsso: 08000.0460/206-2 Rqurnt: GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. "SOM LIVRE" Film: SULLY - O HÉROI DO RIO HUDSON (SULLY, Estados Unidos da América - 205) Produtor(s): Kipp Nlson Dirtor(s): Clint Eastwood Distribuidor(s): Warnr Bros. (South), Inc. Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d dz anos Gênro: Drama Tipo d Matrial Analisado: Digital Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d dz anos Contém: Linguagm Imprópria Procsso: 08000.047066/206-4 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Trailr: REI ARTHUR - A LENDA DA ESPADA (KING AR- THUR - THE LEGEND OF THE SWORD, Estados Unidos da América - 206) Produtor(s): Warnr Bros. Intrnational Dirtor(s): Guy Ritchi Distribuidor(s): Warnr Bros. (South), Inc. Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d dz anos Gênro: Avntura Tipo d Matrial Analisado: Pn Driv Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d dz anos Contém: Violência Procsso: 08000.047069/206-84 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Film: FAMÍLIA HOLLARS (HOLLARS, Estados Unidos da América - 206) Produtor(s): Michal London Dirtor(s): John Krasinski Distribuidor(s): COLUMBIA TRISTAR FILMES DO BRASIL LT D A. Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d doz anos Gênro: Drama/Comédia Tipo d Matrial Analisado: Digital Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d dz anos Contém: Drogas Lícitas Procsso: 08000.04707/206-53 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Show Musical: ROSA DE SARON - ESSENCIAL (Brasil - 206) Dirtor(s): Danil Paulo dos Santos/Wllington Rogério Grv/Eraldo Silva Mattos Distribuidor(s): SOM LIVRE Classificação Prtndida: Livr Gênro: Musical Tipo d Matrial Analisado: DVD Classificação Atribuída: Livr Procsso: 08000.047257/206- Rqurnt: ROSA DE SARON PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LT- DA-ME Show Musical: MILTON NASCIMENTO - UMA TRAVESSIA - 50 ANOS DE CARREIRA AO VIVO (Brasil - 203) Dirtor(s): João Mario Linhars Distribuidor(s): SOM LIVRE Classificação Prtndida: Livr Gênro: Musical Tipo d Matrial Analisado: DVD Classificação Atribuída: Livr Procsso: 08000.047264/206-2 Rqurnt: GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S/A. Show Musical: ANDRÉ RIEU - FALLING IN LOVE IN MAAS- TRICHT (Almanha - 206) Produtor(s): Univrsal Music Intrnational Ltda Dirtor(s): Pit Wyrich/Lidaq Huvr/André Riu Distribuidor(s): Univrsal Music Intrnational Ltda. Classificação Prtndida: Livr Gênro: Musical Tipo d Matrial Analisado: DVD

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 99 Classificação Atribuída: Livr Procsso: 08000.047970/206-56 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Trailr: ATÉ O ÚLTIMO HOMEM (HACKSAW RIDGE, Estados Unidos da América - 206) Produtor(s): Bill Mchanic/Brian Olivr/Bruc Davy/David Prmut/Paul Curri/Trry Bndict/William D. Johnson Dirtor(s): Ml Gibson Distribuidor(s): DIAMOND FILMS DO BRASIL PRODUÇÃO E DISTRIBUIDORA AUDIOVISUAL LTDA Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d dz anos Gênro: Biografia/Drama/Romanc Tipo d Matrial Analisado: Pn Driv Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d doz anos Contém: Violência Procsso: 08000.048488/206-33 Rqurnt: SET - SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA. EPP Film: PAPA FRANCISCO, CONQUISTANDO CORAÇÕES (FRANCISCO - EL PADRE JORGE, Argntina - 205) Produtor(s): Bntvo Prodiccions Dirtor(s): Bda Docampo Distribuidor(s): RJ DISTRIBUIDORA DE FILMES LTDA. Classificação Prtndida: Livr Tipo d Matrial Analisado: Link Intrnt Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d dz anos Contém: Drogas Lícitas Procsso: 0807.00089/206-20 Rqurnt: RJ DISTRIBUIDORA DE FILMES LTDA. Film: FURACÃO BIANCA (HURRICANE BIANCA, Estados Unidos da América - 206) Produtor(s): Ash Christian Dirtor(s): Matt Kuglman Distribuidor(s): WOLFE VIDEO LLC Classificação Prtndida: não rcomndado para mnors d doz anos Gênro: Comédia Tipo d Matrial Analisado: Link Intrnt Classificação Atribuída: não rcomndado para mnors d catorz anos Contém: Contúdo Sxual Drogas Lícitas Procsso: 0807.0008/206-8 Rqurnt: WOLFE VIDEO LLC ALESSANDRA XAVIER NUNES. Ministério da Saúd GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.45, DE DE NOVEMBRO DE 206 Autoriza o rpass financiro d invstimnto do Fundo Nacional d Saúd aos Fundos d Saúd Estaduais, Distrital Municipais para construção ou ampliação d Cntrais d Rd d Frio (CRF) dstinado ao fomnto ao aprimoramnto das condiçõs d funcionamnto da Rd d Frio. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuiçõs qu lh confrm os incisos I II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, Considrando a Portaria nº 204/GM/MS, d 29 d janiro d 2007, qu rgulamnta o financiamnto a transfrência dos rcursos fdrais para as açõs os srviços d saúd, na forma d blocos d financiamnto, com o rspctivo monitoramnto control; Considrando a Portaria nº 837/GM/MS, d 23 d abril d 2009, qu altra acrscnta dispositivos à Portaria nº 204/GM/MS, d 29 d janiro d 2007, para insrir o Bloco d Invstimntos na Rd d Srviços d Saúd na composição dos blocos d financiamnto rlativos à transfrência d rcursos fdrais para as açõs os srviços d saúd no âmbito do Sistma Único d Saúd (SUS); Considrando o Dcrto nº.232, d 30 d agosto d 994, qu dispõ sobr as condiçõs a forma d rpass, rgular automático, d rcursos do Fundo Nacional d Saúd para os Fundos d Saúd Estaduais, Municipais do Distrito Fdral, dá outras providências; Considrando a Li Complmntar nº 4, d 3 d janiro d 202, qu rgulamnta o 3º do art. 98 da Constituição Fdral, para dispor dos valors mínimos a srm aplicados anualmnt pla União, plos Estados, plo Distrito Fdral plos Municípios m açõs srviços públicos d saúd; Considrando a Portaria nº 2.992/GM/MS, d 26 d dzmbro d 202, qu institui rpasss financiros do Fundo Nacional d Saúd aos Fundos d Saúd Estaduais do Distrito Fdral, por mio do Piso Variávl d Vigilância Promoção da Saúd, para o fomnto aprimoramnto das condiçõs d funcionamnto da Rd d Frio, m âmbito stadual rgional; Considrando a Portaria nº.378/gm/ms, d 9 d julho d 203, qu rgulamnta as rsponsabilidads dfin dirtrizs para a xcução financiamnto das açõs d Vigilância m Saúd pla União, Estados, Distrito Fdral Municípios, rlativos ao Sistma Nacional d Vigilância m Saúd Sistma Nacional d Vigilância Sanitária; Considrando a Portaria nº 2.682/GM/MS, d 7 d novmbro d 203, qu stablc procdimntos critérios para o rpass d rcursos financiros d invstimnto plo Ministério da Saúd, dstinados ao fomnto aprimoramnto das condiçõs d funcionamnto da Rd d Frio no âmbito dos Estados, do Distrito Fdral dos Municípios; Considrando a Portaria nº.429/gm/ms, d 3 d julho d 204 qu stablc procdimntos critérios para o rpass d rcursos financiros d invstimnto plo Ministério da Saúd, dstinados ao fomnto aprimoramnto das condiçõs d funcionamnto da Rd d Frio no âmbito dos Estados, do Distrito Fdral dos Municípios; Considrando as Rsoluçõs nº 62/CIB/AL, d 28 d julho d 204; nº 22/CIB/CE, d 29 d agosto 204; nº 26/CGSES/DF, d 25 d agosto d 204; nº 62/CIB/MS, d 28 d agosto d 204; nº 20/CIB/MT, d 4 d agosto d 204; nº 53/CIB/PB, d 4 d agosto d 204; nº 2628/CIB/PE, d 25 d agosto d 204; nº 30/CIB/PR, d 22 d julho d 204; nº 75/CIB/RO, d 0 d julho d 204; nº 360CIB/SC, d 22 d agosto d 204; nº 375/CIB/SC, d 22 d agosto d 204; nº 66/CIB/SE, d 8 d agosto d 204; nº 92/CIB/TO, d 2 d agosto d 204; nº 20/CIB/TO, d 2 d agosto d 204, ncaminhadas à Scrtaria d Vigilância m Saúd, rsolv: Art. º Fica autorizado o rpass financiro d invstimnto do Fundo Nacional d Saúd aos Fundos d Saúd Estaduais, Distrital Municipais para construção ou ampliação d Cntrais d Rd d Frio (CRF) dstinado ao fomnto ao aprimoramnto das condiçõs d funcionamnto da Rd d Frio. Art. 2º Ficam habilitados os Estados, o Distrito Fdral os Municípios a rcbrm os rcursos d qu trata o artigo antrior, conform os anxos a sta Portaria, m 3 (três) parclas para construção d CRF 2 (duas) parclas para ampliação, conform prvisto nos artigos 2 3 da Portaria nº.429/gm/ms, d 3 d julho d 204. Art. 3º Na hipóts d xcução intgral do objto originalmnt pactuado vrificada sobra d rcursos financiros, o nt fdrativo podrá ftuar o rmanjamnto dos rcursos a sua aplicação nos trmos da Portaria nº 204/GM/MS, d 29 d janiro d 2007. Art. 4º Nos casos m qu for vrificada a não xcução intgral do objto originalmnt pactuado a xistência d rcursos financiros rpassados plo Fundo Nacional d Saúd para os Fundos d Saúd Estaduais, Distrital Municipais não xcutados, sja parcial ou totalmnt, o nt fdrativo stará sujito à dvolução dos rcursos financiros transfridos não xcutados, acrscidos da corrção montária prvista m Li, obsrvado o rgular procsso administrativo. Art. 5º Nos casos m qu for vrificado qu os rcursos financiros transfridos plo FNS foram xcutados, total ou parcialmnt, m objto distinto ao originalmnt pactuado, aplicar-s-á o rgramnto disposto na Li Complmntar nº 4, d 3 d janiro d 202, no Dcrto nº 7.827, d 6 d outubro d 202. Art. 6º O rcurso d qu trata o artigo 2º srá transfrido após o término do prazo prvisto no inciso VI, alína a, do art. 73 da Li nº 9.504/97. Art. 7º O Fundo Nacional d Saúd adotará as mdidas ncssárias para as transfrências d rcursos stablcidas nsta Portaria aos rspctivos Fundos d Saúd, m conformidad com os procssos d pagamntos instruídos. Art. 8º Os rcursos orçamntários, d qu trata sta Portaria, corrrão por conta do orçamnto do Ministério da Saúd, dvndo onrar o Programa d Trabalho 0.305.205.20YE.000 - PO 0002 - Imunobiológicos para Prvnção Control d Donças. Art. 0. Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Rlação d Propostas Habilitadas para Construção d CRF ANEXO I RICARDO BARROS UF IBGE ENTIDADE TIPO DE CENTRAL NOME DA CENTRAL NÚMERO DA PRO- P O S TA TIPO DE INVESTIMEN- TO P O RT E VALOR (R$) AL 270000 SES/AL Rgional Cntral Rgional d Rd d Frio d Arapiraca 65970006002 Construção II - Câmara frigorífica (mnor qu 50m²) 956.380,00 AL 270430 Mació Municipal Cntral d Rd d Frio d Mació 0779237000600 Construção II - Câmara frigorífica (mnor qu 50m²).050.200,00 MS 500270 Campo Grand Municipal Cntral Municipal d Rd d Frio 2285640006002 Construção I - Estrutura simplificada.00.000,00 MT 50000 SES/MT Rgional Cntral d Rd d Frio Rgional Alta Florsta 0444389000600 Construção I - Estrutura simplificada 635.600,00 PB 250750 João Pssoa Municipal Cntral d Rd d Frio d João Pssoa 0875680006007 Construção I - Estrutura simplificada.00.000,00 PE 2660 Rcif Municipal Cntral d Rd d Frio da cidad do Rcif 409029000609 Construção III - Câmara frigorífica (maior ou igual a 50m²).386.060,00 PR 40690 Curitiba Municipal Divisão d Imunobiológicos 3792329000600 Construção I - Estrutura simplificada.00.000,00 RO 0000 SES/RO Rgional Cntral d Rd d Frio Rgional d Vilhna 00733062000604 Construção I - Estrutura simplificada 966.960,00 SC 420000 SES/SC Rgional Cntral d Rd d Frio da SDR d Joaçaba 806734000600 Construção I - Estrutura simplificada 925.040,00 plo código 000206600099

00 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 SC 420000 SES/SC Rgional Cntral d Rd d Frio da SDR d Canoinhas 8067340006009 Construção I - Estrutura simplificada.094.500,00 SC 420000 SES/SC Rgional Cntral d Rd d Frio da SDR d Vidira 8067340006005 Construção I - Estrutura simplificada.098.960,00 TO 70000 S E S / TO Rgional Cntral Rgional d Gurupi 3849028000602 Construção I - Estrutura simplificada 73.720,00 TO 70000 S E S / TO Rgional Cntral Rgional d Araguaína 3849028000603 Construção I - Estrutura simplificada 73.720,00 TO 7200 Palmas Municipal Cntral Municipal d Vacinas 3204200006004 Construção I - Estrutura simplificada.024.900,00 To t a l : 3.902.040,00 Rlação d Propostas Habilitadas para Ampliação d CRF ANEXO II UF IBGE ENTIDADE TIPO DE CENTRAL NOME DA CENTRAL NÚMERO DA PROPOSTA TIPO DE INVESTI- M E N TO P O RT E VALOR (R$) AL 270000 SES/AL Estadual Cntral Estadual d Rd d Frio 65970006003 Ampliação III - Câmara frigorífica (maior ou igual a 50m²) 654.700,00 CE 230000 SES/CE Estadual Cntral Estadual d Armaznagm 7403865000603 Ampliação III - Câmara frigorífica 900.000,00 Distribuição d Imunobiológicos (maior ou igual a 50m²) - CEADIM DF 530000 SES/DF Estadual Cntral da Rd d Frio SES-DF 262470006007 Ampliação III - Câmara frigorífica (maior ou igual a 50m²) 29.980,00 SE 280000 SES/SE Estadual Cntral Estadual d Armaznagm Distribuição d Imunobiológicos 043848290006006 Ampliação III - Câmara frigorífica (maior ou igual a 50m²) 730.000,00 To t a l : 2.44.680,00 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL GERÊNCIA-GERAL DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA DE INFRAÇÕES SANITÁRIAS RETIFICAÇÕES No Dspacho do Coordnador nº 2, d 9 d janiro d 206, publicado no Diário Oficial da União n 3, d 20 d janiro d 206, Sção 0 pág. 24 Ond s lê: AUTUADO: BRASIMPORT TRANSPOSRTE, INDÚS- TRIA E COMERCIO LTDA CNPJ/CPF: 04.28.44/0003-96 25750.80987/200-09 - AIS: 95577/0- GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR NULIDADE/INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: BRASIMPORT TRANSPOSRTE, INDÚS- TRIA E COMERCIO LTDA CNPJ/CPF: 04.28.44/0003-96 25750.80987/200-09 - AIS: 95577/0- GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO P U N I T I VA No Dspacho do Coordnador nº 43, d 26 d abril d 206, publicado no Diário Oficial da União n 79, d 27 d abril d 206, Sção 0 pág. 40 Ond s lê: AUTUADO: TAM LINHAS AEREAS SA CNPJ/CPF: 02.02.862/0022-94 25757.298832/2009-44 - AIS:383300/09-3 - GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: TAM LINHAS AEREAS SA CNPJ/CPF: 02.02.862/0022-94 25757.298832/2009-44 - AIS:383300/09-3 - GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO P U N I T I VA No Dspacho do Coordnador nº 6, d 05 d abril d 20, publicado no Diário Oficial da União n 66, d 6 d abril d 20, Sção 0 pág. 66 Ond s lê: AUTUADO: PMH - PRODUTOS MÉDICOS HOSPITALA- RES LTDA CNPJ/CPF: 3.27.63/000-90 - 25759.5845/2007-79 - AIS: 64438/07-4 GGPAF/ANVISA PENALIDADE DE MULTA NO VALOR DE R$ 6.000,00 (SEIS MIL REAIS) Lia-s: AUTUADO: HEMO LINE COMÉRCIO E REPRESENTA- ÇÕES LTDA CNPJ/CPF: 3.27.63/000-90 - 25759.5845/2007-79 - AIS: 64438/07-4 GGPAF/ANVISA PENALIDADE DE MULTA NO VALOR DE R$ 6.000,00 (SEIS MIL REAIS) No Dspacho do Coordnador nº 73, d 06 d stmbro d 206, publicado no Diário Oficial da União n 73, d 8 d stmbro d 206, Sção 0 pág. 44 Ond s lê: AUTUADO: R&W ALIMENTO SAUDÁVEL LTDA CNPJ/CPF: 04.476.943/000-46 235.385840/2007-67 - AIS: 497703/07-3 GGPAF/ANVISA plo código 00020660000 ARQUIVAMENTO POR INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: R&W ALIMENTO SAUDÁVEL LTDA CNPJ/CPF: 04.476.943/000-46 235.385840/2007-67 - AIS: 497703/07-3 GGPAF/ANVISA ARQUIVAMENTO POR PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO P U N I T I VA Ond s lê: AUTUADO: S.A. (VIAÇÃO AEREA RIO-GRANDENSE) - FALIDA CNPJ/CPF: 92.772.82/007-2 25752.070795/2006-45 - AIS: 092245/06-5 - GGPAF/AN- VISA ARQUIVAMENTO POR INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: S.A. (VIAÇÃO AEREA RIO-GRANDENSE) - FALIDA CNPJ/CPF: 92.772.82/007-2 25752.070795/2006-45 - AIS: 092245/06-5 - GGPAF/AN- VISA ARQUIVAMENTO POR PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO P U N I T I VA No Dspacho do Coordnador nº 89, d 07 d outubro d 206, publicado no Diário Oficial da União n 95, d 0 d outubro d 206, Sção 0 pág. 62 Ond s lê: AUTUADO: NOVO NORDISK FARMACEUTICA DO BRASIL LTDA CNPJ/CPF: 82.277.955/000-55 25743.65956/202-33 - AIS: 0945353/2-9 GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: NOVO NORDISK FARMACEUTICA DO BRASIL LTDA CNPJ/CPF: 82.277.955/000-55 25743.65956/202-33 - AIS: 0945353/2-9 GGPAF/ANVI- SA ARQUIVAMENTO POR NULIDADE No Dspacho do Coordnador nº 89, d 07 d outubro d 206, publicado no Diário Oficial da União n 95, d 0 d outubro d 206, Sção 0 pág. 62 Ond s lê: AUTUADO: NAVEGAÇÃO ALIANÇA LTDA CNPJ/CPF: 92.69.609/0003-34 2575.669380/202-36 - AIS: 095879/2-8 G G PA F / A N V I S A ARQUIVAMENTO POR INSUBSISTÊNCIA Lia-s: AUTUADO: NAVEGAÇÃO ALIANÇA LTDA CNPJ/CPF: 92.69.609/0003-34 2575.669380/202-36 - AIS: 095879/2-8 G G PA F / A N V I S A ARQUIVAMENTO POR NULIDADE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº.53, DE 26 DE OUTUBRO DE 206 Dsabilita o Hospital Gral-Santa Casa da Misricórdia do Rio d Janiro (RJ) da ralização d procdimntos como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Nur o c i r u rg i a. O Scrtário d Atnção à Saúd, no uso d suas atribuiçõs, Considrando a Portaria nº 756/SAS/MS, d 27 d dzmbro d 2005, qu rgulamnta dfin as Rds Estaduais /ou Rgionais d Assistência ao Pacint Nurológico na Alta Complxidad; Considrando a Portaria nº. 646/SAS/MS, d 0 d novmbro d 2008, qu trata dos atributos dos procdimntos rlacionados à nurocirurgia na Tabla d Procdimntos, Mdicamntos, Órtss/Prótss Matriais Espciais do SUS da habilitação dos stablcimntos nas Rds d Assistência ao Pacint Nurológico; Considrando a manifstação da Scrtaria d Estado d Saúd do Rio d Janiro, por mio do Ofício SES/SUBUS/SAECA nº 798/205, d 30 d junho d 206, a aprovação da Comissão Intrgstors Bipartit do Estado, por mio da Dlibração CIB-RJ nº 3.758, d 02 d junho d 206, rsolv: Art. º Fica dsabilitado o stablcimnto a sguir, da ralização d procdimntos como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Nurocirurgia, códigos d srviço/classificação 05/00, 05/002, 05/003, 05/004 05/005: Establcimnto CNES CNPJ Hospital Gral-Santa Casa da Misricórdia do Rio d Janiro 2270676 33.609.504/0038-54 Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data da sua publicação. FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO PORTARIA Nº.522, DE 26 DE OUTUBRO DE 206 Dsabilita a Santa Casa d Misricórdia do Rio d Janiro (RJ) como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Traumato. O Scrtário d Atnção à Saúd, no uso d suas atribuiçõs, Considrando a Portaria nº 22/GM/MS, d 5 d fvriro d 2005, qu institui a Política Nacional d Atnção d Alta Complxidad m Traumato-Ortopdia; Considrando a Portaria nº 90/SAS/MS, d 27 d março d 2009, qu dfin as atribuiçõs as normas para crdnciamnto dos Srviços d Assistência d Alta Complxidad m Traumato-Ortopdia habilita, m su anxo III, a Santa Casa d Misricórdia do Rio d Janiro/RJ como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Traumatologia Ortopdia; Considrando a solicitação d dsabilitação da Santa Casa d Misricórdia do Rio d Janiro/RJ como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Traumatologia Ortopdia, por mio do Ofício SES/SUBUS/SAECA Nº 798/206 a aprovação dssa dsabilitação no âmbito da Comissão Intrgstors Bipartit do Estado, por mio da Rsolução CIB/RJ n 3758/206 d 02 d junho 206; Considrando a avaliação da Scrtaria d Atnção à Saúd - Dpartamnto d Atnção Espcializada Tmática - Coordnação- Gral d Média Alta Complxidad, rsolv: Art. º Fica dsabilitado o stablcimnto d saúd a sguir como Unidad d Assistência d Alta Complxidad m Traumato- Ortopdia (250), nos srviços d Traumatologia Ortopdia (55/00) Traumatologia Ortopdia Pdiátrica d Urgência - Até 2 anos d idad (55/002). Hospital/Município/UF CNES CNPJ Santa Casa d Misricórdia do 2270676 33.609.504/0038-54 Rio d Janiro (RJ) Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 0 SECRETARIA DE GESTÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE PORTARIA Nº 529, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE GESTÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 55, do Anxo I do Dcrto nº 8.065, d 7 d agosto d 203, das atribuiçõs prtinnts ao Projto Mais Médicos para o Brasil, nos trmos do art. 2, 3º, da Li nº 2.87, d 22 d outubro d 203, do art. 5º do Dcrto nº 8.26, d 22 d outubro d 203, do art., º, da Portaria nº 2.477/GM/MS, d 22 d outubro d 203, rsolv: Art. º Fica canclado o rgistro único para o xrcício da mdicina do médico intrcambista dsligado do Projto Mais Médicos para o Brasil, conform Anxo dsta Portaria. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação.. ROGÉRIO LUIZ ZERAIK ABDALLA ANEXO Nom RNE/RG RMS P r o c s s o / S I PA R GERMAN RODRIGUEZ ZALDIVAR G-24069-B 260065 25000.049668/206-5 Ministério das Cidads SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO PORTARIA Nº 23, DE DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR SUBSTITUTO DO DEPARTAMENTO NA- CIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), no uso das atribuiçõs lgais,, considrando o disposto na Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do Conslho Nacional d Trânsito (CONTRAN), na Portaria nº 27, d 24 d maio d 2007, do Dpartamnto Nacional d Trânsito (DENATRAN), bm como o qu consta do Procsso Administrativo nº 80000.2060/206-89, rsolv: Art. º Concdr, por quatro anos, a partir da data d publicação dsta Portaria, nos trmos do º do art. 4º da Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do CONTRAN, rnovação da licnça d funcionamnto à pssoa jurídica CINETRAN CENTRO DE INS- PEÇÃO E EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE LTDA - EPP, CNPJ nº 05.632.36/000-74, situada no Município d Duqu d Caxias - RJ, Rodovia Washington Luiz, nº 95, Vila São Luis, CEP: 25.055-009 para atuar como Instituição Técnica Licnciada - ITL. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. OLAVO DE ANDRADE LIMA NETO PORTARIA Nº 27, DE DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR SUBSTITUTO DO DEPARTAMENTO NA- CIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), no uso das atribuiçõs lgais,, considrando o disposto na Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do Conslho Nacional d Trânsito (CONTRAN), na Portaria nº 27, d 24 d maio d 2007, do Dpartamnto Nacional d Trânsito (DENATRAN), bm como o qu consta do Procsso Administrativo nº 80000.230/206-07, rsolv: Art. º Concdr, por quatro anos, a partir da data d publicação dsta Portaria, nos trmos do º do art. 4º da Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do CONTRAN, rnovação da licnça d funcionamnto à pssoa jurídica CENTRAL LINHARES DE INS- PEÇÕES VEICULARES LTDA - ME, CNPJ nº 06.273.66/000-2, situada no Município d Linhars - ES, Av. Prfito Anario Marriro, nº 873, Nossa Snhora da Concição, CEP: 29.900-505 para atuar como Instituição Técnica Licnciada - ITL. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL OLAVO DE ANDRADE LIMA NETO PORTARIA Nº 28, DE DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR SUBSTITUTO DO DEPARTAMENTO NA- CIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), no uso das atribuiçõs lgais,, considrando o disposto na Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do Conslho Nacional d Trânsito (CONTRAN), na Portaria nº 27, d 24 d maio d 2007, do Dpartamnto Nacional d Trânsito (DENATRAN), bm como o qu consta do Procsso Administrativo nº 80000.0332/206-4, rsolv: Art. º Concdr, por quatro anos, a partir da data d publicação dsta Portaria, nos trmos do º do art. 4º da Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do CONTRAN, rnovação da licnça d funcionamnto à pssoa jurídica NICTRAN INSPEÇÃO VEI- CULAR LTDA, CNPJ nº 08.878.89/000-2, situada no Município d Bnfica - RJ, Rua São Luiz Gonzaga, nº 70, CEP: 20.90-065 para atuar como Instituição Técnica Licnciada - ITL. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. OLAVO DE ANDRADE LIMA NETO plo código 0002066000 PORTARIA Nº 222, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR SUBSTITUTO DO DEPARTAMENTO NA- CIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), no uso das atribuiçõs lgais,, considrando o disposto na Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do Conslho Nacional d Trânsito (CONTRAN), na Portaria nº 27, d 24 d maio d 2007, do Dpartamnto Nacional d Trânsito (DENATRAN), bm como o qu consta do Procsso Administrativo nº 80000.034850/205-35, rsolv: Art. º Concdr, por quatro anos, a partir da data d publicação dsta Portaria, nos trmos do º do art. 4º da Rsolução nº 232, d 30 d março d 2007, do CONTRAN, a licnça d funcionamnto à pssoa jurídica ANGRATEC INSPEÇÃO VEICULAR LTDA, CNPJ nº 23.438.560/000-28, situada no Município do Rio d Janiro - RJ, Av. Padr Guilhrm Dcaminada, nº 847, Santa Cruz, CEP: 23.575-000 para atuar como Instituição Técnica Licnciada - ITL. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. OLAVO DE ANDRADE LIMA NETO Ministério d Minas Enrgia. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 6.095, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA ANEEL, com bas no art. 6, IV, do Rgimnto Intrno da ANEEL, rsolv: Procsso: 48500.00332/205-55. Intrssada: Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S.A - Eltronort. Objto: Altrar a Rsolução Autorizativa n o 5.688, d 8 d março d 206, por mio da substituição dos Anxos daqula Rsolução plos Anxos dsta Rsolução. A íntgra dsta Rsolução consta dos autos stará disponívl m www.anl.gov.br/bibliotca. ROMEU DONIZETE RUFINO RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS DE º DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA ANEEL, com bas no art. 6, IV, do Rgimnto Intrno da ANEEL, rsolv: Nº 6.00 - Procsso nº 48500.003290/999-98. Intrssado: Iguaçu Minas Enrgética Ltda. Objto: Rvogação da outorga d autorização da Pquna Cntral Hidrlétrica Lavras, localizada no município d Barbacna, stado d Minas Grais. Nº 6.0 - Procsso nº 48500.003290/999-98. Intrssado: Iguaçu Minas Enrgética Ltda. Objto: Rvogação da outorga d autorização da Pquna Cntral Hidrlétrica Ilhéus, localizada no município d Barbacna, stado d Minas Grais. A íntgra dstas Rsoluçõs consta nos autos ncontram-s disponívis no ndrço ltrônico www.anl.gov.br/bibliotca. ROMEU DONIZETE RUFINO RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 6.08, DE º DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA ANEEL, com bas no art. 6, IV, do Rgimnto Intrno da ANEEL, rsolv: Procsso: 48500.003458/205-09. Intrssada: Companhia Hidro Elétrica do São Francisco S.A. - CHESF. Objto: (i) autorizar a Concssionária a ralizar rforços na sguint instalação sob sua rsponsabilidad: Substação Pau Frro; (ii) stablcr o valor da parcla adicional d Rcita Anual Prmitida - RAP corrspondnt, conform Anxo I; (iii) stablcr o cronograma d xcução, conform Anxo II. A íntgra dsta Rsolução consta dos autos stará disponívl m www.anl.gov.br/bibliotca. ROMEU DONIZETE RUFINO DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL Em º d novmbro d 206 Nº 2.877 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d suas atribuiçõs rgimntais, tndo m vista dlibração da Dirtoria o qu consta no Procsso nº 48500.004240/206-44, dcid por: (i) conhcr dar provimnto ao pdido intrposto pla mprsa Luziânia-Niqulândia Transmissora S.A., m fac d dcisão do Oprador Nacional do Sistma Elétrico, qu aplicou à Rqurnt dsconto d Parcla Variávl por Indisponibilidad - PVI por atraso na ntrada m opração comrcial da SE Luziânia; (ii) dtrminar ao Oprador Nacional do Sistma qu procda a rcontabilização da Rcita Anual Prmitida da Luziânia-Niqulândia Transmissora S.A., modo a canclar a aplicação do rfrido dsconto, conform stablcido no submódulo 5.2 dos Procdimntos d Rd, nos trmos da REN nº 372, d 2009. Nº 2.878 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d suas atribuiçõs rgimntais, tndo m vista dlibração da Dirtoria o qu consta do Procsso nº 48500.00685/203-84, dcid: conhcr, no mérito, ngar provimnto ao Pdido d Rconsidração intrposto pla Eurus II Enrgias Rnovávis S.A. m fac do Dspacho nº 554, d 03 d março d 205, mantndo inaltrado o cronograma d implantação da Cntral Gradora Eólica Eurus II o início do suprimnto do rspctivo Contrato d Enrgia d Rsrva - CER. Nº 2.879 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d suas atribuiçõs rgimntais, tndo m vista dlibração da Dirtoria o qu consta do Procsso nº 48500.00686/203-29, dcid: conhcr, no mérito, ngar provimnto ao Pdido d Rconsidração intrposto pla Rnascnça V Enrgias Rnovávis S.A. m fac do Dspacho nº 555, d 03 d março d 205, mantndo inaltrado o cronograma d implantação da Cntral Gradora Eólica Rnascnça V o início do suprimnto do rspctivo Contrato d Enrgia d Rsrva - CER. Nº 2.893 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d suas atribuiçõs rgimntais, tndo m vista dlibração da Dirtoria o qu consta do Procsso nº 48500.000809/206-0, dcid por conhcr do Rcurso Administrativo intrposto pla Planalto Srvic Ltda, CNPJ nº 02.843.359/000-56, m fac da Dcisão nº /206-SLC/ANEEL, d 3 d maio d 206, mitida pla Suprintndência d Licitaçõs Control d Contratos Convênios - SLC, qu aplicou sanção administrativa d "multa compnsatória d 20% do valor mnsal do contrato d suspnsão d licitar impdimnto d contratar com a ANEEL plo príodo d 2 (dois) anos", nos trmos do itm 5.2 da Cláusula Décima Quinta do rfrido Contrato do art. 87 da Li n. 8.666 d 2 d junho d 993,, no mérito, dar-lh provimnto parcial, para altrar a sanção para multa compnsatória d 0% do valor mnsal do contrato, mantndo a suspnsão d licitar impdimnto d contratar com a ANEEL plo príodo d 2 (dois) anos. ROMEU DONIZETE RUFINO SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE GERAÇÃO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em 3 d novmbro d 206 Nº 2.892 - Procsso nº 48500.006008/2008-3. Intrssado: RC Administração Participaçõs S.A. Dcisão: (i) aprovar os Estudos d Invntário Hidrlétrico do rio Tocantinzinho, no trcho a montant do rmanso do rsrvatório da UHE Mirador, aflunt do rio Maranhão, localizado na sub-bacia 20, bacia hidrográfica do rio Tocantins, no stado d Goiás, d titularidad da mprsa RC Administração Participaçõs S.A., inscrita no CNPJ nº 03.932.29/000-26. A íntgra dst Dspacho consta dos autos ncontra-s disponívl no ndrço ltrônico www.anl.gov.br/bibliotca. HÉLVIO NEVES GUERRA SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 4 d novmbro d 206 Nº 2.965 - Procsso nº 48500.006397/2008-02. Intrssado: Usina Guariroba Ltda. Dcisão: Librar a unidad gradora para início da opração m tst a partir d 5 d novmbro d 206. Usina: UTE Guariroba. Unidad Gradora: UG, d 2.000 kw, conform 2º do Art. 3º da Rsolução ANEEL nº 583/203. Localização: Município d Ponts Gstal, Estado d São Paulo. A íntgra dst Dspacho consta dos autos stará disponívl m www.anl.gov.br/bibliotca. Dcisão: Librar as unidads gradoras constants nos dspachos abaixo para início d opração comrcial a partir do dia 5 d novmbro d 206. Nº 2.966 - Procsso nº 48500.005493/2008-25. Intrssados: Enrgia Sustntávl do Brasil S.A. Usina: UHE Jirau. Unidads Gradoras: UG50 d 75.000 kw cada. Localização: Município d Porto Vlho, Estado d Rondônia. Nº 2.967 - Procsso nº 48500.004384/204-39. Intrssados: Santa Úrsula Enrgias Rnovávis S.A. Usina: EOL Santa Úrsula. Unidads Gradoras: UG, UG, UG2 UG3, d 2.00 kw cada, totalizando 8.400 kw d capacidad instalada. Localização: Município d Touros, Estado do Rio Grand do Nort. As íntgras dsts Dspachos constam dos autos starão disponívis m www.anl.gov.br/bibliotca. ALESSANDRO D'AFONSECA CANTARINO

02 ISSN 677-7042 RETIFICAÇÃO Na íntgra do Dspacho nº 2.960, d d novmbro d 206, publicado no DOU nº 28, d 4 d novmbro d 206, sção, página 32, ond s lê: "Rstaurar, a partir da data d publicação do prsnt Dspacho, a opração comrcial da unidad gradora UG UG2 da UHE Itiquira I, com potência instalada d 30.400 kw", lia-s: "Rstaurar, a partir da data d publicação do prsnt Dspacho, a opração comrcial da unidad gradora UG da UHE Itiquira I, com potência instalada d 30.400 kw". SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 4 d novmbro d 206 Nº 2.96 - O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DOS SER- VIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuiçõs dlgadas por mio da Portaria nº 4.63, d 30 d agosto d 206, d acordo com o qu consta no Procsso nº 48500.004592/205-9, dcid aprovar o Custo Variávl Unitário - CVU no valor d R$ 856,27/MWh (oitocntos cinqunta sis rais vint st cntavos por mgawatt-hora), para aplicação no procsso d contabilização do mês d outubro d 206 na Câmara d Comrcialização d Enrgia Elétrica - CCEE, com vistas ao rssarcimnto dos custos variávis à Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S.A. - Eltronort pla gração da UTE Araguaia. plo código 00020660002 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Nº 2.962 - O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DOS SER- VIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuiçõs dlgadas por mio da Portaria nº 4.63, d 30 d agosto d 206, d acordo com o qu consta no Procsso nº 48500.000270/204-0, dcid aprovar o Custo Variávl Unitário - CVU no valor d R$ 82,6/MWh (oitocntos vint um rais sssnta um cntavos por mgawatt-hora), para aplicação no procsso d contabilização do mês d outubro d 206 na Câmara d Comrcialização d Enrgia Elétrica - CCEE, com vistas ao rssarcimnto dos custos variávis à Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S.A. - Eltronort pla gração da UTE Santarém. Nº 2.963 - O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DOS SER- VIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso d suas atribuiçõs dlgadas por mio da Portaria nº 4.63, d 30 d agosto d 206, d acordo com o qu consta no Procsso nº 48500.000270/204-0, dcid: (i) autorizar o rssarcimnto financiro à Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S.A. - Eltronort, conform disposto no 2º do art. º das Portarias do Ministério d Minas Enrgia - MME nº 88, d 27 d fvriro d 204, nº 48, d 3 d agosto d 204, pla disponibilização da gração da cntral gradora trmlétrica Santarém, no valor d R$ 9.044.583,30 (nov milhõs quarnta quatro mil quinhntos oitnta três rais trinta cntavos) para cobrtura dos custos fixos no príodo d março a outubro d 206; (ii) autorizar, a partir da contabilização do mês d novmbro d 206 até a contabilização do mês d dzmbro d 206 no âmbito da Câmara d Comrcialização d Enrgia Elétrica - CCEE, o rssarcimnto financiro mnsal à Eltronort, para cobrtura dos custos fixos rfrnts à disponibilização da gração da UTE Santarém, conform tabla a sguir; (iii) dtrminar à CCEE qu ftu o rssarcimnto autorizado nos itns "i" "ii" adotando critério d ratio ntr os agnts pagadors idêntico ao do Encargo d Srviços do Sistma - ESS por rstrição d opração a sr alocado no Submrcado Nort. Mês/Ano Va l o r Novmbro/6 R$.07.500,00 Dzmbro/6 R$.44.46,66 CHRISTIANO VIEIRA DA SILVA SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONÔMICA E ESTUDOS DO MERCADO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em d novmbro d 206 Nº 2.953 - Procsso n o 48500.003336/205-2. Intrssados: Vnddors do 4º Lilão d Enrgia d Rsrva - LER, Câmara d Comrcialização d Enrgia Elétrica - CCEE, Usuários d nrgia d rsrva. Dcisão: Dtrminar à CCEE qu, na Liquidação Financira Rlativa à Contratação d Enrgia d Rsrva, rcontabiliz para o 4º LER, 2º ano d apuração, o acrônimo ENF_DT para as usinas Corrdor d Snands II, Corrdor d Snands III, Corrdor d Snands IV Vnto Aragano I. A íntgra dst Dspacho stá nos autos no sítio www.anl.gov.br. RICARDO TAKEMITSU SIMABUKU AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS SECRETARIA EXECUTIVA DESPACHO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO Em 4 d novmbro d 206 Nº. 35 - O SECRETÁRIO EXECUTIVO da AGÊNCIA NA- CIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍ- VEIS - ANP, no uso d suas atribuiçõs, torna público qu a Dirtoria Colgiada, na Runião nº 863, d 4 d novmbro d 206, rsolvu: Conhcr, conform a Rsolução d Dirtoria nº 896, d 4 d novmbro d 206, do pdido d rconsidração intrposto pla mprsa Ptrólo Brasiliro S.A. - Ptrobras m fac da Rsolução d Dirtoria nº 522/206, no mérito, dar provimnto, aprovando o Plano d Dsnvolvimnto (PD) do Campo d Congro - Bacia d Campos (Contrato d Concssão 48000.00374/97-), dtrminando: I) a aprsntação d um Estudo d Viabilidad Técnica Econômica (EVTE) até 3/0/207, contmplando: a) a prfuração d dois poços produtors um injtor no rsrvatório EN/BR0; b) o dsnvolvimnto do rsrvatório QM40; c) os rsultados da nova modlagm gológica, gofísica d fluxo, além das altrnativas d dsnvolvimnto dos carbonatos; d) a ampliação da capacidad d tratamnto das Unidads Estacionárias d Produção (UEPs) qu atndm o Campo d Congro; ) as instalaçõs os poços qu srão utilizados no âmbito do projto aquls qu srão dsativados. II) a aprsntação d rvisão do Plano d Dsnvolvimnto até 30/09/207, contmplando os subitns constants no itm antrior, qu aprsntarm viabilidad conômica. LEONARDO MONTEIRO CALDAS DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL DESPACHO DO DIRETOR-GERAL RELAÇÃO Nº 230/206 Fas d Autorização d Psquisa Nga provimnto ao rcurso aprsntado(244) 800.86/203-GUSTAVO BEZERRA DE MENEZES GO- MES DE MATTOS ME 800.309/204-GUSTAVO BEZERRA DE MENEZES GO- MES DE MATTOS ME 800.72/205-GUSTAVO BEZERRA DE MENEZES GO- MES DE MATTOS ME 800.73/205-GUSTAVO BEZERRA DE MENEZES GO- MES DE MATTOS ME Não conhc o rcurso intrposto(837) 864.494/202-Intrposto porquantum FERTILIZANTES DO TOCANTINS LTDA. Fas d Rqurimnto d Licnciamnto Nga provimnto ao rcurso intrposto(70) 82.3/2002-DEMACTAM DEPÓSITO DE MATERIAS PARA CONSTRUÇÃO LTDA. VICTOR HUGO FRONER BICCA SUPERINTENDÊNCIA NO AMAPÁ DESPACHO DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 68/206 Fas d Rqurimnto d Psquisa Indfr rqurimnto d Autorização d Psquisa- não cumprimnto d xigência(22) 858.84/20-E. S. ROSSI ME 858.05/202-COOPERATE MINERAÇÃO LTDA 858.008/204-GENPOWER ENERGY PARTICIPAÇÕES LTDA. 858.060/204-BAIA EXTRAÇÃO MINERAL LTDA 858.045/206-SILVIO VERIANO PORTO 858.05/206-SILVIO VERIANO PORTO 858.056/206-DINELSON DE LIMA ARAÚJO Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(3) 850.72/988-MINERAÇÃO SERRA MORENA LTDA- OF. N 44/206 Homologa dsistência do rqurimnto d Autorização d Psquisa(57) 858.084/200-PEDRO GILBERTO NASCIMENTO DE SOUSA 858.036/20-RAMA MINERAÇÃO LTDA 858.43/20-MINERAIS & METAIS COMÉRCIO E IN- DÚSTRIA LTDA 858.006/202-MINERAIS & METAIS COMÉRCIO E IN- DÚSTRIA LTDA 858.34/202-JOAQUIM CARNEIRO DA FROTA Fas d Rqurimnto d Lavra Garimpira Indfr Rqurimnto d PLG(335) 858.094/202-EMMANUEL SAVIO FLEXA DE ALMEIDA 858.086/203-LICINA GONÇALVES SALES 858.09/203-PAULO SANDRO PAULA DA SILVA 858.090/204-PEDRO GILBERTO NASCIMENTO DE SOUSA 858.09/204-EDVAL CARDOSO GOMES 858.093/204-EDVAL CARDOSO GOMES 858.094/204-PEDRO GILBERTO NASCIMENTO DE SOUSA 858.056/205-PEDRO GILBERTO NASCIMENTO DE SOUSA Fas d Licnciamnto Autoriza avrbação da Prorrogação do Rgistro d Licnça(742) 858.002/205-LIMA & COSTA LTDA- Rgistro d Licnça N :02/205 - Vncimnto m 06/0/209 858.003/205-LIMA & COSTA LTDA- Rgistro d Licnça N :03/205 - Vncimnto m 06/0/209 GEORGE MORAIS DE SOUZA Substituto SUPERINTENDÊNCIA NA BAHIA DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 97/206 Fas d Autorização d Psquisa Autoriza a missão d Guia d Utilização(285) 872.246/203-MARGRAMAR MINERAÇÃO LTDA.- CAMPO FORMOSO/BA, JAGUARARI/BA - Guia n 097/206-6.000t-Quartzito (rvstimnto)- Validad:3/0/208 872.256/203-MARGRAMAR MINERAÇÃO LTDA.- MORRO DO CHAPÉU/BA - Guia n 09/206-6.000t-Quartzito- Va l i d a d : 3 / 0 / 2 0 7 870.544/204-AGATHA MINERACAO LTDA EPP-CU- RAÇÁ/BA, JUAZEIRO/BA - Guia n 08/206-0.000t-Mármor- Va l i d a d : 0 6 / 0 4 / 2 0 7 870.296/205-MINERAÇÃO JAGUARARI LTDA-CURA- ÇÁ/BA - Guia n 082/206-0.000t-Mármor- Validad:30/09/207 872.354/205-PAVISÉRVICE SERVIÇOS DE PAVIMEN- TAÇÁO LTDA-JUAZEIRO/BA - Guia n 092/206-8.500t-Cascalho- Validad:2/06/207 870.609/206-LIBERTY ROCHAS ORNAMENTAIS LT- DA. ME-CATURAMA/BA, RIO DO PIRES/BA - Guia n 083/206-6.000t-Granito- Validad:04/0/207 87.896/206-PAVISÉRVICE SERVIÇOS DE PAVIMEN- TAÇÁO LTDA-JUAZEIRO/BA - Guia n 093/206-6.000t-Argila- Va l i d a d : 2 / 0 6 / 2 0 8 Aprova o rlatório d psquisa com rdução d ára(29) 874.697/2007-MANGANÊS CONGONHAL LTDA- Ára d 2000ha para 86,24ha-Manganês 874.727/2007-MANGANÊS CONGONHAL LTDA- Ára d.996,95ha para 35,73ha-Manganês 870.95/2008-MANGANÊS CONGONHAL LTDA- Ára d.984,7ha para 7,4ha-Manganês 870.97/2008-MANGANÊS CONGONHAL LTDA- Ára d.995,62ha para 05,7ha-Manganês 870.99/2008-MANGANÊS CONGONHAL LTDA- Ára d.525ha para 343,57ha-Manganês 870.368/2009-GRAVITAL PEDRAS LTDA EPP- Ára d.000,00ha para 467,27ha-Granodiorito 870.08/200-MINERAÇÃO AZEVEDO LTDA- Ára d 603,96ha para 48,75 ha-aria 872.448/200-MINERAÇÃO ESTRELA DO NORTE LT- DA.- Ára d 939,36ha para 968,65ha-Granito 870.37/20-COOPERATIVA DE TRAB. DOS MINERA- DORES DE P.E. DE OUROLÂNDIA E R. COOMPOR MÁRMO- RES- Ára d 62,58ha para 83,09ha-Mármor 870.637/20-TRES IRMAOS GRANITOS EXPORTA- CAO IMPORTACAO LTDA- Ára d 293,22ha para 47,6ha- Gnaiss 87.264/20-IZIMEX PEDRAS DO BRASIL LTDA- Ára d 906,33ha para 9,93ha-Granito 872.64/20-CERÂMICA OLEGÁRIO LTDA ME- Ára d 75,ha para 32,6ha-Argila 872.258/203-MARGRAMAR MINERAÇÃO LTDA.- Ára d 96,65ha para 588,39ha-Quartzito 870./205-MINERAÇÃO JAGUARARI LTDA- Ára d 99,26ha para 726,85ha-Mármor 870.2/205-MINERAÇÃO JAGUARARI LTDA- Ára d 982,47ha para 647,40ha-Mármor 870.296/205-MINERAÇÃO JAGUARARI LTDA- Ára d 577,93ha para 436,82ha-Mármor Aprova o rlatório d Psquisa(37) 872.399/2009-KURT HERWIG MENCHEN-Argila 872.022/200-RICARDO VERZOLA-Calcário (industrial) 872.023/200-RICARDO VERZOLA-Calcário (industrial) 872.930/200-MBM MINERAÇÃO LTDA-Quartzo Fldspato 873.374/20-PJ COMERCIAL DE AREIA LTDA ME- Aria (agrgado) 873.375/20-PJ COMERCIAL DE AREIA LTDA ME- Aria (agrgado) 873.874/20-BNM-BAHIA NIGRANITO MINERAÇÃO LTDA-Quartzo (monzonito brita) Prorroga por 0 (um) ano o prazo d validad da autorização d psquisa(324) 87.202/200-BENTONIT UNIAO NORDESTE IND.E COM.LTDA-ALVARÁ N 6396/200 870.930/20-R E 7 MINERAÇÃO, PESQUISAS MINE- RAIS E PARTICIPAÇÕES LTDA-ALVARÁ N 9.427/20 Prorroga por 02 (dois) anos o prazo d validad da autorização d psquisa(325)

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 03 87.035/202-PAZINI E BORCHARDT MINERAÇÃO LT- DA EPP-ALVARÁ N 65/203 Prorroga por 03 (três) anos o prazo d validad da autorização d psquisa(326) 872.85/20-COOPERATIVA MISTA EXTRATIVISTA MINERAL DE MINERADORES DE FELDSPATO E OUTRAS SUBS-ALVARÁ N 7776/20 870.6/202-ROCKEX MINERAÇÃO LTDA-ALVARÁ N 8.532/203 Fas d Rqurimnto d Lavra Autoriza a missão d Guia d Utilização(625) 87.873/2004-MINERAÇÃO CASTELO LTDA-MIGUEL CALMON/BA - Guia n 094/206-6.000t-Quartzito- Validad:06/08/209 873.042/2006-OSWALDINO FERRAZ GUSMÃO FILHO ME-RIBEIRÃO DO LARGO/BA - Guia n 086/206-50.000t- Aria- Validad:3/0/208 873.50/2006-MAGNITOS MAGNAGO GRANITOS LT- DA.-CATURAMA/BA, PARAMIRIM/BA - Guia n 089/206-6.000t-Quartzito- Validad:29/07/207 870.469/2007-MINERAÇÃO MONTE ALEGRE LTDA ME-ILHÉUS/BA - Guia n 095/206-50.000t-Aria (Agrgado)- Va l i d a d : 3 / 0 / 2 0 7 87.97/2008-MAGNITOS MAGNAGO GRANITOS LT- DA.-ITANHÉM/BA - Guia n 088/206-6.000t-Granito- Validad:07/0/207 870.35/200-LESSA EMPREENDIMENTOS INDUSTRIA COMERCIO DE BRITAS E CONSTRUÇÃO CIVIL LTDA ME- JACOBINA/BA - Guia n 090/206-50.000t-Granito (brita)- Validad:20/0/207 872.579/200-LEITE & ROCHA LTDA-JEQUIÉ/BA - Guia n 096/206-50.000t-Granito (brita)- Validad:25/03/207 872.690/20-PEDREIRA COITE LTDA-SERRINHA/BA - Guia n 084/206-50.000t-Granito (brita)- Validad:3/0/207 874.66/20-PIRES E GAMBERT LTDA-MEDEIROS NETO/BA - Guia n 087/206-6.000t-Granito- Validad:3/2/207 RELAÇÃO Nº 98/206 Fas d Autorização d Psquisa Indfr rqurimnto d prorrogação d prazo do alvará d Psquisa(97) 870.647/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME 870.848/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME 870.849/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME 870.85/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME 870.852/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME 870.993/205-SHEKINAH MINERAÇÃO LTDA ME Indfr rqurimnto d Guia d Utilização(284) 870.368/2009-GRAVITAL PEDRAS LTDA EPP 870.860/203-SILICA DEL PIERO LIMITADA 870.908/203-SILICA DEL PIERO LIMITADA 87.04/203-SILICA DEL PIERO LIMITADA 87.408/204-MINERADORA DIAMANTE NEGRO LT- DA. Fas d Rqurimnto d Lavra Indfr rqurimnto d Guia d Utilização(626) 873.54/2008-GLOBUS MINERAÇÃO COMERCIO LT- DA ME 870.35/200-ANTÔNIO DAVI DOS SANTOS NETO RELAÇÃO Nº 23/206 Fas d Rqurimnto d Psquisa Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(3) 872.588/205-MINERADORA UBAX LTDA-OF. N 953/206 872.708/205-MINERAÇÃO PRIMAVERA LTDA ME-OF. N 952/206 870.544/206-SANDRO ANDRADE FERREIRA-OF. N 932/206 870.582/206-MINERAÇÃO DO BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA ME-OF. N 92/206 870.583/206-MINERAÇÃO DO BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA ME-OF. N 92/206 870.584/206-MINERAÇÃO DO BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA ME-OF. N 92/206 870.74/206-EQUIPAV MINERAÇÃO E PARTICIPA- ÇÕES S. A.-OF. N 920/206 870.742/206-EQUIPAV MINERAÇÃO E PARTICIPA- ÇÕES S. A.-OF. N 920/206 870.743/206-EQUIPAV MINERAÇÃO E PARTICIPA- ÇÕES S. A.-OF. N 920/206 870.744/206-EQUIPAV MINERAÇÃO E PARTICIPA- ÇÕES S. A.-OF. N 920/206 870.745/206-EQUIPAV MINERAÇÃO E PARTICIPA- ÇÕES S. A.-OF. N 920/206 870.752/206-DIOGO PATRICK ORNELAS CHAVES-OF. N 904/206 870.757/206-BRAZ SONDAS POÇOS ARTESIANOS E SERVIÇOS LTDA ME-OF. N 924/206 870.77/206-COTEX CONSULTORIA TÉCNICA E EXECUÇÕES LTDA-OF. N 933/206 870.794/206-HÉRCULES MINERAÇÃO DA BAHIA LT- DA-OF. N 928/206 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660003 870.795/206-HÉRCULES MINERAÇÃO DA BAHIA LT- DA-OF. N 928/206 870.796/206-HÉRCULES MINERAÇÃO DA BAHIA LT- DA-OF. N 928/206 870.833/206-P.W.VASCONCELOS ME-OF. N 922/206 870.834/206-P.W.VASCONCELOS ME-OF. N 922/206 870.864/206-DOIS A ENGENHARIA E TECNOLOGIA LTDA-OF. N 937206 870.865/206-DOIS A ENGENHARIA E TECNOLOGIA LTDA-OF. N 937/206 870.866/206-DOIS A ENGENHARIA E TECNOLOGIA LTDA-OF. N 937/206 870.868/206-DOIS A ENGENHARIA E TECNOLOGIA LTDA-OF. N 936/206 870.948/206-MPS MINERAÇÃO PERFURAÇÃO E SONDAGEM LTDA-OF. N 935/206 870.949/206-LUIZ CARLOS SAMPAIO DE OLIVEIRA PINTO-OF. N 934/206 870.959/206-GRANFÉLIX MINERAÇÃO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.-OF. N 93/206 870.960/206-GRANFÉLIX MINERAÇÃO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.-OF. N 923/203 870.96/206-GRANFÉLIX MINERAÇÃO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.-OF. N 923/206 87.07/206-PEDRO ROBERTO BONADIMAN FILHO- OF. N 892/206 87.282/206-PEGRAN MINERAÇÃO LTDA-OF. N 906/206 87.404/206-L.T.CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS DE CA- RINHANHA LTDA-OF. N 909/206 87.40/206-ANTONIO PAULO NETO-OF. N 90/206 87.495/206-ALEX SOUZA DOS ANJOS-OF. N 898/206 87.582/206-COMPANHIA BAIANA DE PESQUISA MINERAL-OF. N 899/206 Homologa dsistência do rqurimnto d Autorização d Psquisa(57) 87.2/206-CONSTRUTORA QUEIROZ GALVÃO S A 87.233/206-PEDREIRA AMORIM LTDA. Fas d Autorização d Psquisa Indfr rqurimnto d transformação do rgim d Autorização d Psquisa para Licnciamnto(86) 872.7/204-MARCIO ALVES CAIRES MINERAÇÃO ME 870.83/205-CONSÓRCIO MOTA EMPA CONCRESO- LO 870.345/206-TERRAPLENAGEM 2000 LTDA EPP Autoriza transformação do rgim d Autorização d Psquisa para Licnciamnto(823) 87.020/205-ALDERICO JANUARIO GOMES JUNIOR ME Fas d Rqurimnto d Lavra Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(36) 870.367/2006-ROZENVAN MINERAÇÃO LTDA-OF. N 794/206 Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 80 dias(054) 870.367/2006-ROZENVAN MINERAÇÃO LTDA-OF. N 795/206 Fas d Rqurimnto d Licnciamnto Outorga o Rgistro d Licnça com vigência a partir dssa publicação:(730) 870.044/206-MARTINS E CAETANO IND E COM DE MATERIAIS CERAMICOS LTDA ME-Rgistro d Licnça N 93/206 d 05//206-Vncimnto m 2//2025 87.873/206-ALDERICO JANUARIO GOMES JUNIOR ME-Rgistro d Licnça N 92/206 d 05//206-Vncimnto m 07/06/202 Dtrmina arquivamnto dfinitivo do procsso(47) 87.209/206-CONSÓRCIO MOTA EMPA CONCRESO- LO 87.64/206-MARCIO ALVES CAIRES MINERAÇÃO ME 87.952/206-TERRAPLENAGEM 2000 LTDA EPP Indfr rqurimnto d licnça - ára onrada(2095) 870.070/206-PV CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS GERAIS EIRELI 870.302/206-PERVILLE ENGENHARIA E EMPREENDI- MENTOS S. A. 870.39/206-MATERIAL DE CONSTRUÇÃO GALEGO DE QUINCA LTDA ME 870.335/206-MATERIAL DE CONSTRUÇÃO GALEGO DE QUINCA LTDA ME 870.435/206-PERVILLE ENGENHARIA E EMPREENDI- MENTOS S. A. 87.069/206-CERÂMICA SERRA GRANDE LTDA EPP 87.354/206-FLORAMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS CERÂMICOS LTDA. 87.47/206-INDÚSTRIA CERÂMICA IDEAL LTDA ME 87.437/206-J.SCHAVES CONSTRUÇÕES ME 87.546/206-SIDERVAL OLIVEIRA BISPO JÚNIOR 87.634/206-PJ COMERCIAL DE AREIA LTDA ME 87.666/206-CORTEZ ENGENHARIA LTDA 87.793/206-SETA ENGENHARIA S.A. ADIEL DE MACEDO VERAS SUPERINTENDÊNCIA EM GOIÁS DESPACHO DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 326/206 Fas d Autorização d Psquisa Auto d infração lavrado/rlatório d Psquisa- prazo p/ dfsa ou pagamnto 30 dias(638) 834.855/20-JOSÉ DIVINO DE MORAES EPP-AI N 207/206 860.85/20-MINERAÇÃO CURRAL DE PEDRA LT- DA-AI N 208/206 860.253/20-MATHEUS MATIAS ARRUDA-AI N 209/206 860.598/20-RAIO DO SOL MINERAÇÃO LTDA ME- AI N 20/206 860.697/203-LUIZ ARTUR FRANCO DA CUNHA-AI N 2 / 206 860.796/203-MINERAÇÃO & TRANSPORTE NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA-AI N 208/206 86.526/203-BRITAGO MINERAÇÃO IND. E COM. LT- DA-AI N 22/206 86.995/203-VOTORANTIM CIMENTOS S A-AI N 23 / 206 862.086/203-VOTORANTIM CIMENTOS S A-AI N 24 / 206 862.087/203-VOTORANTIM CIMENTOS S A-AI N 25 / 206 860./204-SABLO EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA E CASCALHO EIRELI ME-AI N 26/206 860.83/204-PLANALTO TRANSPORTADORA LTDA- AI N 27/206 86.00/204-LEMOS CONST. TRANSP. AREIA E CAS- CALHO LTDA-AI N 2082/206 86.024/204-MARCELINO MAX ALMEIDA LASSE-AI N 2083/206 86.5/204-NORMA LOURENÇO-AI N 2084/206 86.63/204-CARLOS ANTÔNIO PEREIRA NEVES-AI N 2085/206 86.203/204-SANDRO FERREIRA COSTA-AI N 2086/206 86.245/204-CHARLES ANTONIO DO AMARAL-AI N 2087/206 86.345/204-CARDEAL CONSTRUÇÕES POÇOS AR- TESIANOS E GEOLOGIA LTDA ME-AI N 28/206 86.55/204-RIO GRANITO LTDA-AI N 29/206 86.573/204-MARIA DA GLORIA LEITE VILELA-AI N 220/206 860.020/205-ROBERTO ALVES DE AMORIM-AI N 2088/206 860.088/205-CLOVES MARTINS DE ALMEIDA-AI N 2089/206 860.089/205-CLOVES MARTINS DE ALMEIDA-AI N 2090/206 860.093/205-COMGEO MINERAÇÃO EMPREENDI- MENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA-AI N 209/206 860.226/205-AWALIAR SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES EIRELI ME-AI N 22/206 860.227/205-DIPRATA EMPREENDIMENTOS LTDA-AI N 2092/206 860.240/205-MARCOS CORREIA DA SILVA-AI N 2093/206 860.245/205-CARLO RODRIGO VALLE CURADO-AI N 2094/206 860.257/205-CERAMICA SANTA BARBARA LTDA EPP-AI N 2095/206 860.299/205-TRINDADE MINERAÇÃO LTDA-AI N 2096/206 860.340/205-MINERAÇÃO PIRINEUS LTDA-AI N 2097/206 860.345/205-AREIAS NOSSA SENHORA APARECIDA EIRELI ME-AI N 2098/206 860.350/205-MINERAÇÃO PIRINEUS LTDA-AI N 222/206 860.35/205-MINERAÇÃO PIRINEUS LTDA-AI N 223/206 860.409/205-D. G. DE OLIVEIRA MINERADORA ME- AI N 224/206 860.434/205-CALCÁRIO OURO BRANCO LTDA-AI N 225/206 860.448/205-LAIANA RODRIGUES SARDINHA-AI N 226/206 860.480/205-MINERAÇÃO PIRINEUS LTDA-AI N 227/206 860.497/205-CHARLES ANTONIO DO AMARAL-AI N 2099/206 860.50/205-V & A. EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA E CASCALHO LTDA-AI N 200/206 860.539/205-MINERADORA CIANITA LTDA-AI N 228/206 860.540/205-MINERADORA CIANITA LTDA-AI N 229/206 860.54/205-MINERADORA CIANITA LTDA-AI N 230/206 860.647/205-WELLITON BATISTA DA COSTA-AI N 20/206

04 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 860.76/205-MARCOS CORREIA DA SILVA-AI N 202/206 860.729/205-LUIZ FERNANDO DE OLIVEIRA CAS- TRO-AI N 203/206 860.732/205-RAFAEL DA CRUZ NASCIMENTO-AI N 204/206 860.745/205-SEBASTIÃO ALVES DE OLIVEIRA-AI N 205/206 860.755/205-CLEUNICE GUNDIM MENDONÇA-AI N 22/206 DAGOBERTO PEREIRA SOUZA SUPERINTENDÊNCIA NO MARANHÃO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 74/206 Fas d Autorização d Psquisa Torna sm fito Multa Aplicada-TAH(643) 806.0/2006-VALMIR FERREIRA PASSOS- AI N 4/203 806.258/2009-MANOEL NETO FILHO- AI N 247/203 806.28/203-F. RAMALHO MINERAÇÃO LTDA.- AI N 62/205 Torna sm fito Multa Aplicada-REL. PESQ.(646) 806.28/203-F. RAMALHO MINERAÇÃO LTDA.- AI N 62/205 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ARNALDO MARTINHO COSTA DA COSTA SUPERINTENDÊNCIA EM MATO GROSSO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 72/206 Fas d Rqurimnto d Psquisa Indfr d plano o rqurimnto d Autorização d Psquisa(0) 866.448/206-SB PEDREIRA LTDA Indfr rqurimnto d Autorização d Psquisa- não cumprimnto d xigência(22) 866.75/203-DIDIMO DA SILVA RODRIGUES 866.678/204-OMEGA CONSTRUÇÕESCIVIS LTDA 866.564/205-ALEXANDRE BUSSAB 866.572/205-EGMAR DIVINO DE PAULA 866.73/205-JOSÉ DARCY NOGUEIRA 866.726/205-PLANICIE MINERAÇÃO LTDA Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(3) 867.205/994-MINERAÇÃO SILVANA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA-OF. N 280/206-Sup 866.503/206-HUDSON NEVES DEPAULA-OF. N 229/206-Sup 866.536/206-J S SASSAMOTO ME-OF. N 228/206-Sup 866.537/206-J S SASSAMOTO ME-OF. N 235/206-Sup Dtrmina arquivamnto dfinitivo do procsso(55) 866.487/202-BECKER - EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA LTDA Homologa dsistência do rqurimnto d Autorização d Psquisa(57) 866.67/2003-FLÁVIO DE MEDEIROS BOCAYUVA BULCÃO 866.50/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.833/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.834/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.865/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.867/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.868/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.869/202-VOTORANTIM METAIS S.A 866.870/202-VOTORANTIM METAIS S.A Autoriza transformação do rgim d Autorização d Psquisa para Licnciamnto(863) 866.487/202-BECKER - EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA LTDA Fas d Rqurimnto d Lavra Garimpira Indfr Rqurimnto d PLG(335) 867.388/203-BRUNO SOTTOMAIOR VOLPATO 866.76/205-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS, MI- NERAÇÃO E AGROFLORESTAL Homologa dsistência do rqurimnto d PLG(63) 866.880/204-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE Indfr por Intrfrncia Total(339) 866.699/205-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE 866.700/205-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE 866.722/205-ELIZEU HENRIQUE CAPRETZ GUILLEN 866.00/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.00/206-ANTONIO MARCOS GULARTE 866.049/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.096/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.097/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.098/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA plo código 00020660004 866.099/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.0/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.02/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.03/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.04/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.05/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.6/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.7/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.74/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE 866.255/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE 866.266/206-ARTUR NAZARIO NUNES 866.33/206-FRANCISMAR CRISTIANO LIMA FOR- MIGA 866.332/206-FRANCISMAR CRISTIANO LIMA FOR- MIGA 866.333/206-FRANCISMAR CRISTIANO LIMA FOR- MIGA 866.477/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.478/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.479/206-COOPERATIVA DE PEQUENOS MINERA- DORES DE OURO E PEDRAS PRECIOSAS DE ALTA FLORES- TA 866.48/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.489/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE 866.508/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DE JURUENA 866.524/206-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE Fas d Lavra Garimpira Rnova prazo d validad da Prmissão d Lavra Garimpira(523) 866.85/203-COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE - PLG Nº 0/204 d 9/02/204- Vncimnto m 29/09/208 Fas d Rqurimnto d Licnciamnto Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 30 dias(55) 866.443/206-JUSSILIL ALVES-OF. N 28/206-Sup Fas d Disponibilidad Dtrmina arquivamnto dfinitivo do procsso(678) 866.833/2006-FIVE STAR MINERAÇÃO LTDA. 867.333/2008-FIVE STAR MINERAÇÃO LTDA. 867.334/2008-FIVE STAR MINERAÇÃO LTDA. RELAÇÃO Nº 73/206 Fas d Licnciamnto Torna sm fito Notificação Administrativa - CFEM (NFLDP)(549) 867.379/2005-J.G INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PE- DRAS LTDA EPP- NOT.N 22/205 Fas d Rqurimnto d Lavra Rtificação d dspacho(388) 867.0/202-VOTORANTIM CIMENTOS S A - Publicado DOU d 22/07/206, Rlação n 03/206, Sção 3/06/206, pág. 75- Ond s lê:"...ára d 62,4 ha para 79,95 ha - Filito..." - Lia-s"...Ára d 858,23 ha para 62,4 ha - Filito..." MARCIO CORREIA DE AMORIM SUPERINTENDÊNCIA NO MATO GROSSO DO SUL DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 20/206 Fas d Rqurimnto d Lavra Torna sm fito xigência(560) 868.027/2009-MINERAÇÃO D' AGOSTINI LTDA EPP- OF. N 478/206-DOU d 09//206 RELAÇÃO Nº 2/206 Fas d Rqurimnto d Psquisa Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(3) 868.335/206-ITA RENDÁ MINERAÇÃO E COMÉRCIO LTDA EPP-OF. N 570/206 868.338/206-W. BARIZOM EIRELI ME-OF. N 574/206 868.339/206-JOELSON GALDINO VIEIRA JUNIOR - EPP-OF. N 578/206 868.34/206-PAULO SERGIO DIAS EIRELI EPP-OF. N 579/206 868.342/206-PAULO SERGIO DIAS EIRELI EPP-OF. N 580/206 Fas d Rqurimnto d Lavra Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(36) 868.027/2009-MINERAÇÃO D' AGOSTINI LTDA EPP- OF. N 477/206 Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 80 dias(054) 868.027/2009-MINERAÇÃO D' AGOSTINI LTDA EPP- OF. N 478/206 Fas d Rqurimnto d Licnciamnto Outorga o Rgistro d Licnça com vigência a partir dssa publicação:(730) 868.242/204-CERÂMICA NEMER LTDA EPP-Rgistro d Licnça N 29/206 d 04//206-Vncimnto m 8//209 Indfr rqurimnto d licnça - ára onrada(2095) 868.32/206-CARLOS VENTURA DE BARROS FILHO Fas d Disponibilidad Dtrmina arquivamnto dfinitivo do procsso(678) 300.264/206-Eik Fuhrkn Batista Fas d Concssão d Lavra Dtrmina cumprimnto d xigência- RAL RETIFICA- DOR/Prazo 30 dias(738) 868.570/994-VOTORANTIM CIMENTOS S A-OF. N 22.44.024/206 868.020/2003-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 Fas d Licnciamnto Dtrmina cumprimnto d xigência- RAL RETIFICA- DOR/Prazo 30 dias(739) 866.989/99-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 866.990/99-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.33/2000-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.073/2005-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.27/2007-ALDRIN HAMMERSCHMIDT & CIA LT- DA EPP-OF. N 22.44.029/206 868.660/2008-VOTORANTIM CIMENTOS BRASIL S A- OF. N 22.44.024/206 868.356/2009-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.238/200-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.8/20-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.9/20-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.05/205-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 868.020/205-EXTRAÇÃO DE AREIA BERGAMO LTDA ME-OF. N 22.44.028/206 ROMUALDO HOMOBONO PAES DE ANDRADE Substituto SUPERINTENDÊNCIA EM MINAS GERAIS DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 637/206 Fas d Concssão d Lavra Dtrmina a intrdição da lavra(442) 000.466/943-AMG MINERAÇÃO S.A.- N do Trmo d Intrdição:82/206-SUP.DNPM/MG, d 8/0/206- Lacr N Auto d Infração lavrado - Prazo para dfsa ou pagamnto 30 dias(459) 000.466/943-AMG MINERAÇÃO S.A.- AI N 455; 456; 457; 458; 459; 460; 46 462/206-MG 800.220/974-VALE S A- AI N 992; 993; 994; 995; 996; 997; 998; 999; 000; 00; 002; 003; 004; 005; 006; 007; 008; 009; 00 0/206-MG 830.79/982-MUNDO MINERAÇÃO LTDA.- AI N 222 223/206-MG 930.50/983-VALE S A- AI N 28, 29, 30, 3 / 206 - M G 83.304/984-COMPANHIA DE MINERAÇÃO SERRA AZUL COMISA- AI N 22; 23; 24/206-MG Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(470) 00.93/936-VERMELHÃO MINERAÇÃO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA-OF. N 225/206-FISCAM 000.466/943-AMG MINERAÇÃO S.A.-OF. N 240/206- FISC 000.323/973-ANGLOGOLD ASHANTI CÓRREGO DO SÍTIO MINERAÇÃO S.A.-OF. N 82/206-FISC 48/206- FISCAM 800.220/974-VALE S A-OF. N 205/206-FISC 830.707/982-BAUMINAS MINERAÇÃO LTDA-OF. N 284/206-FISC 930.50/983-VALE S A-OF. N 2226/206-FISCAM 93.299/2009-KINROSS BRASIL MINERAÇÃO S A-OF. N 275/206-FISC

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 05 93.798/20-CIA DE MINERAÇÃO SERRA DA FARO- FA-OF. N 2087 2088/206-FISCAM para MMX SUDESTE MI- NERAÇÃO S.A Prorroga prazo para cumprimnto d xigência- Prazo 60 dias(47) 00.93/936-VERMELHÃO MINERAÇÃO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA-OF. N 224/206-FISCAM Dtrmina cumprimnto d xigência- RAL RETIFICA- DOR/Prazo 30 dias(738) 000.323/973-ANGLOGOLD ASHANTI CÓRREGO DO SÍTIO MINERAÇÃO S.A.-OF. N 76/206-FISC Dtrmina cumprimnto d xigência - BARRAGENS/ Prazo 60 dias(209) 000.323/973-ANGLOGOLD ASHANTI CÓRREGO DO SÍTIO MINERAÇÃO S.A.-OF. N 74 75/206-FISC RELAÇÃO Nº 648/206 Fas d Lavra Garimpira Auto d Infração multa - RAL /prazo para dfsa ou pagamnto: 30 dias(695) 833.678/2004-COOPERATIVA MISTA DOS GARIMPEI- ROS DO CENTRO LESTE DE MINAS GERAIS COOGEMIG- AI N 2007;2008;2009 200/204-FISC-MG Fas d Concssão d Lavra Multa aplicada - RAL / prazo para pagamnto ou intrposição d rcurso: 30 dias.(73) 00.328/940-CHAFFYR FERREIRA- AI N 2459/203- FISC 832.08/999-ÁGUAS MINERAIS FONTE SANTA CECÍ- LIA LTDA.- AI N 602 603/204-FISC PAULO SERGIO COSTA ALMEIDA SUPERINTENDÊNCIA EM SANTA CATARINA DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE RELAÇÃO Nº 222/206 Fas d Autorização d Psquisa Torna sm fito Auto d Infração(09) 85.076/202-ROGÉRIO LUIS BALTT- AI N 988/206 (Rlação nº 25/205) 85.24/202-ANTÍDIO ALEIXO LUNELLI- AI N 882/205 Torna sm fito dspacho publicado(92) 85.076/202-ROGÉRIO LUIS BALTT- DOU d 28/08/205 (Rlação nº 7/205) 85.24/202-ANTÍDIO ALEIXO LUNELLI- DOU d 28/08/205 (Rlação nº 7/205) Rtificação d dspacho(387) 85.423/200-CODEJAS CIA DE DESENVOLVIMENTO DE JARAGUÁ DO SUL S A - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 90/204 (230)" 85.97/200-CYSY MINERAÇÃO LTDA - Publicado DOU d 6/0/205, Rlação n 208/205, Sção I, pág. - Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lias: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 3/205 (230)" 85.934/200-DALBA ENGENHARIA E EMPREENDI- MENTOS LTDA - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 6/205 (230)" 85.74/202-LUZIA TOMELIN WONSIEWSKI - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 255/205 (230)" 85.75/202-ILSON LUIZ FANTONI - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lias: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 256/205 (230)" 85.76/202-IVAN CARLOS FANTONI - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lias: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 257/205 (230)" 85.99/202-FIRMA INDIVIDUAL NILTON DA SILVA O NILTINHO ME - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 237/205 (230)" 85.203/202-PARISI BRITAGEM E TERRAPLENAGEM LT- DA - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 238/205(230)" EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660005 85.20/202-PORTO UNIÃO EXTRAÇÃO DE AREIA LTDA - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: Dtrmina o Arquivamnto dfinitivo do procsso(279), Lia-s: Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 240/205" 85.22/202-MOACIR JOSÉ DA SILVA ME - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 224/205 (230)" 85.23/202-IVAN CARLOS FANTONI - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 225/205 (230)" 85.24/202-ANTÍDIO ALEIXO LUNELLI - Publicado DOU d 0/0/205, Rlação n 98/205, Sção I, pág. 9- Ond s lê: "Dtrmina o arquivamnto dfinitivo do procsso(279)", Lia-s: "Dtrmina o Arquivamnto do Auto d Infração nº 882/205 (230)" Rtifica dspacho d aprovação do Rlatório Final d Psquisa(782) 85.79/200-SÍLVIO GERCINO GIACOMOSSI - Publicado DOU d 3/07/206, Rlação n 36/206, Sção I, pág. 38- Ond s lê: "Aprova o rlatório d Psquisa(37)" Lia-s: Aprova o rlatório d psquisa com rdução d ára(29) Ára d 348,03 ha para 49,93 ha ha - Argila" RELAÇÃO Nº 229/206 Fas d Autorização d Psquisa Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(250) 85.907/205-JAIR ANTONIO LOCATELLI-OF. N 543/206 Nga Aprovação ao rlatório d psquisa(38) 85.794/203-TRAINOTTI DADAM EXTRACAO DE AREIA E ARGILA LTDA EPP Fas d Rqurimnto d Lavra Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(36) 85.050/200-MARIA MARLI NICOLAU ME-OF. N 5420/206 85.497/2003-COMÉRCIO DE PEDRAS ARDÓSIA CEN- TRAL CATARINENSE LTDA ME-OF. N 543/206 Autoriza a missão d Guia d Utilização(625) 85.072/200-CEMAN COMÉRCIO DE AREIA LTDA.- CANELINHA/SC - Guia n 06/206-0.000t-Aria- Validad : 04 / / 207 Indfr rqurimnto d Guia d Utilização(626) 85.800/2007-SBM SUL BRASILEIRA DE MINERAÇÃO LT D A. Dtrmina cumprimnto d xigência- RAL RETIFICA- DOR/Prazo 30 dias(737) 85.050/200-MARIA MARLI NICOLAU ME-OF. N 549/206 Fas d Concssão d Lavra Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 60 dias(470) 85.526/200-MARIA MARLI NICOLAU ME-OF. N 5420/206 Dtrmina cumprimnto d xigência- RAL RETIFICA- DOR/Prazo 30 dias(738) 85.526/200-MARIA MARLI NICOLAU ME-OF. N 5420/206 Fas d Licnciamnto Dtrmina cumprimnto d xigência - Prazo 30 dias(78) 85.94/2007-BRITADOR KNAPP LTDA.-OF. N 547/206 85.780/20-BRITAXAN BRITADEIRA LTDA.-OF. N 5422/206 85.782/20-BRITAXAN BRITADEIRA LTDA.-OF. N 5422/206 RELAÇÃO Nº 230/206 Fas d Autorização d Psquisa Rtifica dspacho d aprovação do Rlatório Final d Psquisa(782) 85.869/20-ALEX SANDRO ADURVÂNIO REUS ME - Publicado DOU d 30/08/206, Rlação n 75/206, Sção I, pág. 44- Ond s lê: "Aprova o rlatório d Psquisa(37)" Lia-s: "Aprova o rlatório d psquisa com rdução d ára(29) Ára d 52,73 ha para 45,33 ha - Saibro" MARCUS GERALDO ZUMBLICK Substituto SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DESPACHOS DO SECRETÁRIO Em d novmbro d 206 Autorizo a avrbação à margm do titulo d Manifsto d Mina nº 308/936-XI, d 02/03/936, as fls. 9 do livro AI, a rdução da poligonal da ára d 497,76ha, para 483,59ha, localizado na Comarca d Sabará, Distrito Município d Nova Lima, Estado d Minas Grais. (Procsso DNPM nº 000.33/973). Procsso DNPM nº 826.204/2000. Intrssada: Calcário Mont Ngro Ltda. Assunto: Pdido d Rconsidração intrposto com suport no artigo 59 da Li nº 9.784, d 29 d janiro d 999, m fac da Dcisão do Snhor Scrtário d Gologia, Minração Transformação Minral, publicada no Diário Oficial da União d 20 d outubro d 205, qu indfriu o rqurimnto d lavra aprsntado pla mprsa intrssada. Dspacho: Nos trmos do Parcr nº 00663/206/CONJUR-MME/CGU/AGU, o qual adoto como fundamnto dsta dcisão, conhço do pdido d rconsidração intrposto no mérito ngo provimnto mantndo a dcisão ora atacada. Após publicação, nos trmos do artigo 56, º da Li 9.784/99, rmtam-s os autos à Consultoria Jurídica, visando subsidiar a dcisão do Exclntíssimo Snhor Ministro d Minas Enrgia. Procsso DNPM nº 826.467/2002. Intrssada: Arial do Val Ltda. Assunto: Pdido d Rconsidração intrposto com suport no artigo 59 da Li nº 9.784, d 29 d janiro d 999, m fac da Dcisão do Snhor Scrtário d Gologia, Minração Transformação Minral, publicada no Diário Oficial da União d 4 d stmbro d 205, qu indfriu o rqurimnto d lavra aprsntado pla mprsa intrssada. Dspacho: Nos trmos do Parcr nº 0066/206/CONJUR-MME/CGU/AGU, o qual adoto como fundamnto dsta dcisão, conhço do pdido d rconsidração intrposto no mérito ngo provimnto, mantndo a dcisão ora atacada. Após publicação, nos trmos do artigo 56, º da Li 9.784/99, rmtam-s os autos à Consultoria Jurídica, visando subsidiar a dcisão do Exclntíssimo Snhor Ministro d Minas Enrgia. FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Indfr o rqurimnto d concssão d lavra. (3.90) O procsso prmancrá nsta Scrtaria durant o prazo rcursal, para vista cópias. 826.62/200 - CUBATÃO DRAGAGENS LTDA 826.339/2002 - JEZZINE MINERAIS PRECIOSOS LTDA 862.870/20 - ALFA ROCCK CONSTRUTORA LTDA 830.92/2003 - J. FRANCO MASCARENHAS AMARAL ME 846.228/2003 - BELO GRAN MINERAÇÃO EXPORTA- ÇÃO IMPORTAÇÃO LTDA 830.350/990 - MINERAÇÃO JUPARANÁ LTDA 864.63/200 - CIA DE MELHORAMENTOS DO OESTE DA BAHIA - CMOB 86.43/2009 - DISTRIBUIDORA DE AREIAS E TELHAS SHEKNA LTDA. - ME 86.23/200 - MINERPAL MINERAÇÃO E COMÉRCIO LTDA 826.57/203 - MINERADORA ÁGUA RIGOLIN LTDA 85.343/2004 - WCT - WEBER CONSTRUÇÕES E TER- RAPLANAGEM LTDA 860.457/2005 - AREIA SÃO TOMAZ LTDA 860.48/2007 - NOVA VENEZA MINERAÇÃO LTDA 860.283/2007 - AREIA CACHOEIRA LTDA. ME 890.600/998 - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PEDRAS ROLA LTDA - ME 848.80/2004 - MINERAÇÕES E CONSTRUÇÕES LTDA 890.270/984 - MARGRANCIL MÁRMORES E GRANI- TOS LTDA 832.552/2003 - MARCEL MINERAÇÃO LTDA 848.02/200 - PEDREIRA POTIGUAR LTDA 890.403/990 - MINERAÇÃO ROCHA VERDE EXPOR- TADORA LTDA 848.609/2007 - MINERAÇÃO APODI LTDA 862.869/20 - ALFA ROCCK CONSTRUTORA LTDA 848.676/2007 - IMETAME GRANITOS LTDA 840.67/990 - ROCA SANITÁRIOS BRASIL LTDA 83.637/997 - DRAGASUL MINERAÇÃO LTDA 890.09/992 - TREVISA MINERAÇÃO LTDA. - ME 844.038/2002 - NOGUEIRA PARTICIPAÇÕES E EMPRE- ENDIMENTOS LTDA. 840.74/988 - BRITEX MINERAÇÃO LTDA 820.556/2006 - MINERAÇÃO FRONTEIRA LTDA 846.007/995 - ELIZABETH PRODUTOS CERÂMICOS LTDA 80.30/2000 - IPÊ ÁGUA MINERAL LTDA 848.566/2008 - PEDREIRA POTIGUAR LTDA 890.708/998 - MOPEL - MOYSES PEDRAS LTDA 890.436/99 - J. S. PALMEIRA 868.052/2006 - CERÂMICA FORNARI LTDA 826.007/989 - MINERADORA IMACULADA CONCEI- ÇÃO LTDA. - ME 848.085/20 - SERVENG CIVILSAN S.A. EMP. ASSO- CIADAS DE ENGENHARIA 83.48/988 - CAL FERREIRA LTDA 860.76/2002 - AREIA SÃO TOMAZ LTDA 890.023/984 - INDÚSTRIA DE MÁRMORES ITALVA LTDA 826.582/2002 - MAIZ IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA 860.079/200 - AGROPECUÁRIA SÃO GABRIEL LTDA 840.482/989 - ITA ROCA ATLANTIS MINERAÇÃO LTDA 848.92/2003 - QUIMICA INDUSTRIAL ITAMIL LTDA 868.08/2004 - AGRÍCOLA E FLORESTAL SÃO FÉLIX LTDA VICENTE HUMBERTO LÔBO CRUZ

06 ISSN 677-7042 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ANEXO PORTARIA Nº 224, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO ADJUNTO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉ- TICO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso da comptência qu lh foi dlgada plo art. o, inciso II º, da Portaria MME n o 28, d 29 d junho d 206, tndo m vista o disposto nos arts. 2 o, 2 o 4 o, o, do Dcrto n o 5.63, d 30 d julho d 2004, na Portaria MME n o 46, d o d stmbro d 205, rsolv: Art. o Dfinir, na forma do Anxo à prsnt Portaria, os novos montants d garantia física d nrgia das Usinas Eólicas d qu trata o art. o, inciso I, da Portaria MME n o 46, d o d stmbro d 205. º Os montants d garantia física d nrgia constants no Anxo são dtrminados nos Pontos d Conxão das Usinas. 2º Para fitos d comrcialização d nrgia létrica, as prdas létricas dos Pontos d Conxão até o Cntro d Gravidad do rfrido Submrcado dvrão sr abatidas dos montants d garantia física d nrgia dfinidos nsta Portaria, obsrvando as Rgras d Comrcialização d Enrgia Elétrica vignts. Art. 2 o Para todos os fitos, os montants d garantia física d nrgia dfinidos no Anxo podrão sr rvisados com bas na lgislação vignt. Art. 3 o Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. MOACIR CARLOS BERTOL GARANTIA FÍSICA DE ENERGIA DAS USINAS EÓLICAS Nº procsso Código Único d Emprndimntos d Gração (CEG) - ANEEL Emprndimnto Potência instalada vignt (MW) GF rvisada (MWmd) 48000. 00327 / 205 - E O L. C V. P I. 03580-0. 0 Vntos d Santa Joana III 29,6 3,4 48000.00323/205-3 E O L. C V. P I. 03662-8. 0 Vntos d Santo Augusto III 29,6 4,0 48000.0039/205-73 E O L. C V. P I. 03603-2. 0 Vntos d Santo Augusto IV 28,9 5,5 48000.0032/205-42 E O L. C V. P I. 0366-0. 0 Vntos d Santo Augusto V 29,6 3,4 48000.000798/206-9 E O L. C V. P I. 033479-0. 0 Tsta Branca III 22,0, 7 48000.000928/206-96 E O L. C V. B A. 0320-0. 0 São Salvador 8,9, 3 48000.000706/206-73 E O L. C V. R N. 03759-4. 0 Vila Pará I 27,0 3,7 48000.000708/206-62 E O L. C V. R N. 03757-8. 0 Vila Pará II 24,0 2,0 48000.000707/206-8 E O L. C V. R N. 03765-9. 0 Vila Pará III 24,0, 8 48000.00073/206-75 E O L. C V. R N. 03750-0. 0 Vila Amazonas V 24,0 2,8 48000.0004/206-42 E O L. C V. B A. 033648-3. 0 Vntos da Santa Dulc 28,0 3,9 48000.0005/206-97 E O L. C V. B A. 033649 -. 0 Vntos da Santa Esprança 28,0 3,8 48000.00008/206-95 E O L. C V. B A. 033650-5. 0 Vntos do São Mário 30,0 4,4. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Ministério do Dsnvolvimnto Social Agrário GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 250, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Altra a Portaria MDS nº 4, d 26 d fvriro d 203, a Portaria MDS nº 64, d 30 d junho d 205, stablcndo a corrlação ntr o rsultado da Avaliação d Dsmpnho Individual a pontuação individual para fins da Gratificação d Dsmpnho. O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E AGRÁRIO, no uso das atribuiçõs qu lh confrm os incisos I II do parágrafo único do artigo 87 da Constituição, tndo m vista o disposto no 5º do art. 7º-A da Li nº.357, d 9 d outubro d 2006, rgulamntada plo Dcrto nº 7.33, d 9 d março d 200, o disposto no 5º do art. 22 da Li nº 2.277, d 30 d junho d 200, no art. 8º da Li 2.094, d 9 d novmbro d 2009, nos arts. 2 25 do Dcrto nº 8.435, d 22 d abril d 205, rsolv: Art. º Fica incluído o art. 9º-A na Portaria MDS nº 4, d 26 d fvriro d 203, com a sguint rdação: "Art. 9º-A. A corrlação ntr o rsultado da Avaliação d Dsmpnho Individual a pontuação individual para fins da GDPG- PE da GDACE srá stablcida com bas na tabla a sguir: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVI- DUAL PONTUAÇÃO Maior ou igual a 90% 20 Maior ou igual a 80% mnor qu 90% 9 Maior ou igual a 70% mnor qu 80% 6 Maior ou igual a 60% mnor qu 70% 4 Maior ou igual a 50% mnor qu 60% 0 Mnor qu 50% 0" Art. 2º Fica incluído o art. 3-A na Portaria MDS nº 64, d 30 d junho d 205, com a sguint rdação: "Art. 3-A. A corrlação ntr o rsultado da Avaliação d Dsmpnho Individual a pontuação individual para fins da GDAPS srá stablcida com bas na tabla a sguir: plo código 00020660006 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVI- PONTUAÇÃO DUAL Maior ou igual a 90% 20 Maior ou igual a 80% mnor qu 90% 9 Maior ou igual a 70% mnor qu 80% 6 Maior ou igual a 60% mnor qu 70% 4 Maior ou igual a 50% mnor qu 60% 0 Mnor qu 50% 0" Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. OSMAR GASPARINI TERRA CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PAUTA DE REUNIÕES Pauta da Comissão Tmática Local: Sd do Conslho Estadual d Assistência Social do Pará (Avnida Marqus d Hrval, 24, Pdrira, squina da Rua Alfrs Costa, Blém/PA) 2//206 às 4h - 9h Runião xtraordinária da Comissão d Política da Assistência Social: Aprciação d propostas d rsoluçõs - Programa Criança Fliz Programa Nacional Acssuas Trabalho outros. Convidado: SNAS/MDAS Pauta da Runião Ampliada Dscntralizada do CNAS Local: CENTUR - Cntro Cultural Tancrdo Nvs - Avnida Gntil Bittncourt, 650 - Blém/PA Tlfon (9)3202-433 22 / / 206 08h - 9h Crdnciamnto 9h - 0h Abrtura 0h-h30 Msa Rdonda O control social na ftivação do Plano Dcnal h30-3h00 Dbat 4h30 6h30 Msa Rdonda 2 Os impactos da PEC 24/206 (atual PEC 55) no SUAS 6h30-8h00 Dbat 23 / / 206 9h - 2h Oficinas Tmáticas Oficina - BENEFÍCIOS E PROGRAMA DE TRANS- FERÊNCIA DE RENDA: BPC PBF Oficina 2: A PRIMEIRA INFÂNCIA NO SUAS Oficina 3: O MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZA- ÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL - MROSC Oficina 4: FINANCIAMENTO (qualificação da rd manutnção dos srviços) 4h - 7h Sistmatização das Oficinas Dbats Pauta da 249ª Runião Ordinária do CNAS Local: CENTUR - Cntro Cultural Tancrdo Nvs - Avnida Gntil Bittncourt, 650 - Blém/PA Tlfon (9)3202-433 23//206 - Runiõs das Comissõs Tmáticas Prsidência Ampliada Runião xtraordinária conjunta da Comissão d Normas Comissão d Acompanhamnto aos Conslhos d Assistência Social: Orintaçõs com rlação ao Marco Rgulatório das Organizaçõs da Socidad Civil - MROSC. Runião da Prsidência Ampliada: Dfinição da pauta da 250ª Runião Ordinária. 24//206 - Plnária 9h às 09h30 Aprovação da ata da 248ª runião ordinária do CNAS da pauta da 249ª Runião Ordinária do CNAS 9h30 às 2h Informs da Prsidência/Scrtaria Excutiva, MDSA, FON- SEAS, CONGEMAS, CIT Conslhiros. 4h às 7h Aprciação das propostas d Rsoluçõs pactuadas no âmbito da CIT FÁBIO MOASSAB BRUNI Prsidnt do Conslho INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL RESOLUÇÃO Nº 557, DE DE NOVEMBRO DE 206 Altra o Anxo da Rsolução nº 295/PRES/INSS, d 8 d maio d 203. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Li nº 8.22, d 24 d julho d 99; Dcrto nº 3.048, d 6 d maio d 999; Dcrto Lgislativo nº 8.358, d 3 d novmbro d 204; Portaria MPS nº 555, d 29 d dzmbro d 200. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SE- GURO SOCIAL - INSS, no uso das atribuiçõs qu lh confr o art. 26 do Anxo I do Dcrto nº 7.556, d 24 d agosto d 20, considrando: a) os acordos intrnacionais vignts m matéria d Prvidência Social; b) o art. 85-A da Li nº 8.22, d 24 d julho d 99, o art. 382 do Rgulamnto da Prvidência Social, aprovado plo Dcrto nº 3.048, d 6 d maio d 999, qu stablcm qu os tratados, convnçõs outros acordos intrnacionais m qu o stado strangiro ou organismo intrnacional o Brasil sjam parts qu vrsm sobr matéria prvidnciária, srão intrprtados como li spcial; c) a dlgação d comptência para o Prsidnt do INSS, constant da Portaria MPS nº 555, d 29 d dzmbro d 200; d) a ncssidad d atribuir a xcução dos procdimntos rlativos a cada acordo intrnacional a um único organismo d ligação, facilitando o intrcâmbio d informação ntr os paíss signatários; ) a clbração d novos acordos intrnacionais para proporcionar cobrtura prvidnciária aos imigrants; f) a ncssidad d rdfinir as unidads ncarrgadas d dsnvolvr as atividads prtinnts, dnominadas por organismos d ligação, rsolv: Art. º Fica altrado o Anxo da Rsolução nº 295/PRES/INSS, d 8 d maio d 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) n 88, d 9 d maio d 203, acrscntando-s na rlação dos Organismos d Ligação Brasiliros o Acordo firmado com Pru, qu srá opracionalizado pla Agência da Prvidência Social Atndimnto Acordos Intrnacionais Curitiba - APSAICT. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação. LEONARDO DE MELO GADELHA

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 07 (ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 295/PRES/INSS, DE 8 DE MAIO DE 203) RELAÇÃO DOS ORGANISMOS DE LIGAÇÃO BRASILEIROS ANEXO Argntina Paraguai Uruguai (MERCOSUL) Almanha Coria Bolívia Equador El Salvador Pru Multilatral MERCOSUL/ Ibroamricano Bilatral Bilatral Ibroamricano EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660007 PAÍS (ES) ACORDO (S) G E R Ê N C I A - E X E C U T I VA Agência da Prvidência Social Acordos Intrnacionais - APSAI (ORGANISMO DE LIGAÇÃO) CÓDIGO NOME Portugal Bilatral/Ibroamricano São Paulo - Sul 2.004.2.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais São Paulo APSAISP Cabo Vrd Bilatral Japão Bilatral Espanha França Bilatral/Ibroamricano Bilatral Rio d Janiro - Cntro 7.00.22.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais Rio d Janiro APSAIRJ Itália Bilatral Blo Horizont. 00. 4. 0 APS Atndimnto Acordos In- APSAIBH trnacionais Blo Horizont Florianópolis 20.00.3.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais Florianópolis Curitiba 4.00.03.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais Curitiba APSAIFL APSAICT Chil Bilatral/Ibroamricano Rcif 5.00.2.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais Rcif APSAIRE Bélgica Bilatral Brasília 23.00.4.0 APS Atndimnto Acordos Intrnacionais APSAIBR Canadá Grécia Brasília L u x m b u rg o Qubc Ministério da Indústria, Comércio Extrior Srviços. SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS PORTARIA Nº 52, DE DE NOVEMBRO DE 206 A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o disposto no Art.32 parágrafo único da Rsolução n.º 203, d 0 d dzmbro d 202, os trmos do Parcr Técnico nº 084/206 - COPIN/CGAPI/SPR, rsolv: Art. º AUTORIZAR o rmanjamnto d cotas d importação d insumos no valor d US$ 0,000.00 (dz mil dólars nortamricanos) do produto CHASSI DE AÇO PARA CICLOMOTO- RES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS, TRICICLOS E QUADRI- CICLOS - Cód. Suframa 2027, para o produto PARTES E PEÇAS PINTADAS PARA CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCI- CLETAS, TRICICLOS E QUADRICICLOS - Cód. Suframa 58, ambos aprovados pla Portaria nº 0572 d 27//205, m favor da mprsa J. TOLEDO COMPONENTES PEÇAS E ACESSÓRIOS DA AMAZÔNIA LTDA., com inscrição SUFRAMA nº 2047408 CNPJ nº.52.300/000-02. Art.2º ESTABELECER qu a J. TOLEDO COMPONENTES PEÇAS E ACESSÓRIOS DA AMAZÔNIA LTDA. aprsnt, no prazo qu consta na Portaria nº 40 d 26 d janiro d 206, projto técnico-conômico d ampliação /ou atualização, m cumprimnto ao qu prcitua o parágrafo único do Art. 32, da Rsolução n º 203/202 para o produto PARTES E PEÇAS PINTADAS PARA CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS, TRICICLOS E QUADRICICLOS - Cód. Suframa 58. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. REBECCA MARTINS GARCIA PORTARIA Nº 53, DE DE NOVEMBRO DE 206 A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o disposto no Art. 32 da Rsolução n.º 203, d 0 d dzmbro d 202, os trmos do Parcr Técnico nº 086/206 - COPIN/CGAPI/SPR, rsolv: Art. º AUTORIZAR o rmanjamnto d cotas d importação d insumos no valor d US$,68,604.66 (um milhão, cnto sssnta oito mil, siscntos quatro dólars nort-amricanos sssnta sis cntavos) do produto SECADOR DE CABELO PARA USO DOMÉSTICO - Cod. Suframa 790 para o produto APARE- LHO PARA ALISAR CABELO - Cód. Suframa 46, ambos aprovados pla Rsolução nº 76, d 7 d dzmbro d 205, m nom da mprsa BRASITECH INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE APA- RELHOS PARA BELEZA LTDA., com inscrição SUFRAMA nº 20.74.0-4 CNPJ nº 07.293.8/000-02. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. REBECCA MARTINS GARCIA CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RETIFICAÇÃO Na Rsolução n.º 075, d 5 d julho d 206, do Conslho d Administração da Suframa, publicada no DOU n.º 47, d 2 d agosto d 206, Sção, página 5. Ond s lê:".. cujo montant é d R$ 72.34,04 qu dvrá sr quitado ainda nst ano" Lia-s: ".. cujo montant é d R$ 72.34,04 qu dvrá sr atualizado nos trmos da Rsolução n.º 30, d 6 d dzmbro d 200".. Ministério do Esport SECRETARIA EXECUTIVA DELIBERAÇÃO N o - 955, DE DE OUTUBRO DE 206 A COMISSÃO TÉCNICA VINCULADA AO MINISTÉRIO DO ESPORTE, d qu trata a Li nº.438 d 29 d dzmbro d 2006, instituída pla Portaria nº 267 d 24 d outubro d 203, Portaria nº 25 d 03 d fvriro d 204, no uso d suas atribuiçõs, rsolv: Tornar sm fito a publicação do projto dsportivo no procsso 5870.005895/205-46, divulgado na Dlibração nº 955, d d outubro d 206, publicada no Diário Oficial da União nº 97, Sção, página 58 d 3 d outubro d 206. JOSÉ CANDIDO DA SILVA MURICY Prsidnt da Comissão RETIFICAÇÕES Na Dlibração nº 820/205, Procsso nº 5870.002709/205-7, Anxo I, publicada no Diário Oficial da União nº 236, d 0 d dzmbro d 205, na Sção, página 65, ond s lê: Proponnt: Instituto Akl d Rsponsabilidad Social, lia-s: Proponnt: Instituto Brasiliro do Valor Humano. Na Dlibração nº 89/205, Procsso Nº 5870.004334/205-20, Anxo I, publicada no Diário Oficial da União nº 235, d 9 d dzmbro d 205, na Sção, página 7, ond s lê: Proponnt: Instituto Akl d Rsponsabilidad Social, lia-s: Proponnt: Instituto Brasiliro do Valor Humano. Na Dlibração nº 89/205, Procsso Nº 5870.004336/205-9, Anxo I, publicada no Diário Oficial da União nº 235, d 9 d dzmbro d 205, na Sção, página 7, ond s lê: Proponnt: Instituto Akl d Rsponsabilidad Social, lia-s: Proponnt: Instituto Brasiliro do Valor Humano. Na Dlibração nº 89/205, Procsso Nº 5870.004337/205-63, Anxo I, publicada no Diário Oficial da União nº 235, d 9 d dzmbro d 205, na Sção, página 7, ond s lê: Proponnt: Instituto Akl d Rsponsabilidad Social, lia-s: Proponnt: Instituto Brasiliro do Valor Humano, ond s lê: Valor aprovado para captação: R$.6.750,00, lia-s: Valor aprovado para captação: R$.62.39,0. Na Dlibração nº 89/205, Procsso Nº 5870.004335/205-74, Anxo I, publicada no Diário Oficial da União nº 235, d 9 d dzmbro d 205, na Sção, página 7, ond s lê: Proponnt: Instituto Akl d Rsponsabilidad Social, lia-s: Proponnt: Instituto Brasiliro do Valor Humano.. Ministério do Mio Ambint INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS PORTARIA N o - 34, DE 8 DE NOVEMBRO DE 206 A PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁ- VEIS - IBAMA, nomada por Dcrto d 2 d junho d 206, publicado no Diário Oficial da União d 03 d junho d 206, no uso das atribuiçõs qu lh confrm o art. 22, inciso II V, do Dcrto nº 6.099 d 26 d abril d 2007, qu aprovou a Estrutura Rgimntal do IBAMA, publicado no Diário Oficial da União d 27 d abril d 2007 art., incisos IV VI, do Rgimnto Intrno, aprovado pla Portaria GM/MMA nº 34 d 3 d agosto d 20, publicada no Diário Oficial da União do dia subsqunt, Considrando a Li n 9.795, d 27 d abril d 999, qu institui a Política Nacional d Educação Ambintal. Considrando a Li Complmntar n 40, d 8 d dzmbro d 20, qu fixa normas, nos trmos dos incisos III, VI VII do caput do parágrafo único do art. 23 da Constituição Fdral. Considrando a Portaria IBAMA n 77-N, d 3 d julho d 992, publicada m 4 d julho d 992, qu cria, nas Suprintndências Estaduais do IBAMA, os Núclos d Educação Ambintal - NEAs, vinculados dirtamnt ao Gabint do Suprintndnt. Considrando o Rgimnto Intrno do Ibama, aprovado pla Portaria GM/MMA nº 34 d 3 d agosto d 20, qu stablc como ação a sr dsnvolvida plo Ibama a xcução d programas d ducação ambintal. Considrando a Portaria MMA n 32, d 27 d abril d 2009, d 28 d abril d 2009, qu institui a Comissão Intrstorial d Educação Ambintal (CISEA), com a finalidad d fortalcr, articular intgrar as açõs d ducação ambintal não formal dsnvolvidas plo MMA. Considrando a ncssidad d o Ibama, na qualidad d órgão xcutor do Sisnama, promovr açõs xcutar programas d ducação ambintal. Considrando o disposto no Procsso Administrativo n 0200.007858/204-24, rsolv: Art. º Instituir o Comitê Intrstorial Prmannt d Educação Ambintal (Cipa), com a finalidad d fortalcr, articular intgrar as açõs d ducação ambintal dsnvolvidas plo IBA- MA. Parágrafo único. Para fins dsta Portaria, ficam obsrvados os princípios, dirtrizs, objtivos linhas d ação dfinidos pla Política Nacional d Educação Ambintal (PNEA) plo Programa Nacional d Educação Ambintal (ProNEA). Art. 2º Compt ao Comitê Intrstorial Prmannt d Educação Ambintal (Cipa): I - stablcr as Dirtrizs da Educação Ambintal no IBA- MA d forma participativa, contando com as contribuiçõs dos NEAs; II - contribuir com o planjamnto das açõs atividads d EA do Ibama para otimizar rcursos sforços institucionais; III - discutir os procssos formativos m Educação Ambintal voltados para os srvidors do IBAMA; IV - discutir os procssos formativos m Educação no procsso d gstão, rfrnciados nos ixos tmáticos plos quais o Ibama xrc sua comptência na gstão ambintal fdral; V - apoiar monitorar as açõs d EA dos stors do Ibama buscando sua intgração; VI - sistmatizar divulgar as açõs d EA do Ibama. Art. 3 O Cipa srá composto por plo mnos um rprsntant titular um suplnt dos sguints stors:

08 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 I - Gabint da Prsidência; II - Dirtoria d Uso Sustntávl da Biodivrsidad Florstas - DBFLO; III - Dirtoria d Protção Ambintal - DIPRO; IV - Dirtoria d Licnciamnto Ambintal - DILIC; V - Dirtoria d Qualidad Ambintal - DIQUA; VI - Dirtoria d Planjamnto, Administração Logística - DIPLAN; VII - Cntros Espcializados - CEs; VIII - NEAs d cada uma das cinco rgiõs brasiliras. Parágrafo único. Os rprsntants srão indicados plas rspctivas chfias no prazo d vint dias dsignados por ato da Prsidnt do IBAMA. Art. 4º O Cipa s runirá ordinariamnt uma vz por ano. Parágrafo único. O Cipa podrá s runir xtraordinariamnt quando julgar ncssário. Art. 5º Os trabalhos do Cipa srão coordnados por rprsntant(s) a sr(m) indicado(s) pla Prsidência do Instituto. Parágrafo único. Compt ao(s) Coordnador(s) do Cipa convocar prsidir as runiõs. Art. 6º A comunicação ntr os mmbros do Cipa dar-s-á, prfrncialmnt, por mio d corrio ltrônico. Art. 7º O Gabint da Prsidência prstará o apoio administrativo logístico ncssário ao dsnvolvimnto das atividads do Cipa. Parágrafo único. O Cipa dvrá s rportar à Prsidência do Instituto. Art. 8º O trabalho no Comitê d qu trata sta Portaria srá considrado srviço público rlvant não srá rmunrado. Art. 9 Esta Portaria ntra m vigor na data da sua publicação.. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS SUELY MARA VAZ GUIMARAES DE ARAUJO Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N o - 347, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Dfin critérios procdimntos para o monitoramnto, a avaliação a rvisão do Plano Plurianual - PPA 206-209. O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, DE- SENVOLVIMENTO E GESTÃO, Intrino, no uso d suas atribuiçõs, tndo m vista o disposto na Li nº 3.249, d 3 d janiro d 206, qu institui o Plano Plurianual da União para o príodo d 206 a 209, no Dcrto nº 8.759, d 0 d maio d 206, rsolv: Art. º O monitoramnto, a avaliação a rvisão do Plano Plurianual - PPA 206-209 srão ralizados m obsrvância aos princípios dirtrizs contidos na Li nº 3.249, d 3 d janiro d 206, rgulamntada plo Dcrto nº 8.759, d 0 d maio d 206. Art. 2º O monitoramnto do PPA 206-209 incidirá sobr: I - os Programas Tmáticos sus Indicadors, Objtivos, Mtas, Iniciativas Emprndimntos Individuais como Iniciativas; II - as variávis macroconômicas qu mbasaram a laboração do Plano. Parágrafo único. O monitoramnto srá orintado para produzir informaçõs conhcimntos qu aprfiçom a implmntação das políticas públicas com o objtivo d ampliar a quantidad a qualidad dos bns srviços prstados ao cidadão. Art. 3º O rgistro d informaçõs sobr os Programas, Indicadors, Objtivos, Mtas, Iniciativas Emprndimntos Individualizados como Iniciativas dos Programas Tmáticos srá ralizado por mio do Sistma Intgrado d Planjamnto Orçamnto - SIOP. Parágrafo único. As informaçõs sobr as Iniciativas srão tratadas nos campos rsrvados à anális do Objtivo. Art. 4º O Órgão Rsponsávl por Objtivo d Programa Tmático prstará informaçõs no SIOP sobr: I - Objtivos; II - Emprndimntos Individualizados como Iniciativa vinculados ao Objtivo. Parágrafo único. O Órgão Rsponsávl por Mtas d Programa Tmático prstará informaçõs sobr ss atributo no SIOP. Art. 5º Para subsidiar a laboração d rlatórios d monitoramnto avaliação procdimntos d prstação d contas, srá ralizado, no mínimo, um lvantamnto anual d informaçõs no SIOP até o dia 3 d janiro do ano subsqunt. º As informaçõs sobr atributos d conscução coltiva srão nviadas ao Órgão Rsponsávl plo atributo do Programa Tmático no prazo mínimo d dz dias útis antriors ao ncrramnto do prazo stablcido no caput, obsrvado o disposto no 2º do art. 5º do Dcrto nº 8.759, d 206. 2º A Scrtaria d Planjamnto Assuntos Econômicos - Splan podrá stablcr prazos xtraordinários para o lvantamnto d informaçõs ncssárias à laboração d rlatórios spcíficos. Art. 6º Compt à Splan: I - coordnar os procssos consolidar as informaçõs d monitoramnto, avaliação rvisão do PPA 206-209 m articulação com os dmais órgãos ntidads do Podr Excutivo; II - disponibilizar mtodologia, orintação apoio técnico para o monitoramnto a avaliação do PPA 206-209; III - coltar insrir informaçõs sobr os Indicadors dos Programas Tmáticos no SIOP, obsrvadas as spcificidads priodicidads próprias d cada indicador, bm como sobr a xcução dos financiamntos xtraorçamntários dos Objtivos; IV - orintar os órgãos ntidads do Podr Excutivo sobr o cadastramnto dos gstors rsponsávis pla prstação das informaçõs sobr os Objtivos rspctivos atributos dos Programas Tmáticos no SIOP; V - fomntar a participação social no procsso d monitoramnto avaliação do PPA 206-209. Art. 7º A rvisão do PPA 206-209, na hipóts do inciso I do art. 9º do Dcrto nº 8.759, d 206, srá ralizada ao mnos uma vz por ano, no prazo d novnta dias contados da data d publicação da Li Orçamntária Anual, consolidará, inclusiv, as altraçõs promovidas por lis d crédito adicional. Art. 8º A Splan podrá dfinir critérios procdimntos adicionais para o monitoramnto, a avaliação a rvisão do PPA 206-209. Art. 9º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. DYOGO HENRIQUE DE OLIVEIRA PORTARIA N o - 348, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Dispõ sobr dirtrizs para a rtomada a xcução dos mprndimntos constants do Programa d Aclração do Crscimnto - PAC. O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, DESEN- VOLVIMENTO E GESTÃO, Intrino, no uso das atribuiçõs qu lh confrm os incisos I II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Fdral, tndo m vista o disposto no Dcrto nº 6.025, d 22 d janiro d 2007, no Dcrto nº 8.88, d 2 d julho d 206, rsolv: Art. º Esta Portaria stablc dirtrizs para a rtomada a xcução dos mprndimntos constants do Programa d Aclração do Crscimnto - PAC. Art. 2º Para os mprndimntos com valor d invstimnto infrior a R$ 0.000.000,00 (dz milhõs d rais) cuja xcução s ncontr paralisada na data d rfrência d 30 d junho d 206, fica stablcido o prazo máximo d 30 d junho d 207 para qu a xcução sja rtomada. º Para fins dst artigo, considra-s: I - xcução paralisada: o mprndimnto iniciado sm aprsntação d boltim d mdição m príodo igual ou suprior a novnta dias, salvo atst d xcução física plo Ministério gstor ou pla mandatária da União; II - xcução rtomada: o mprndimnto com rlatório d xcução d parcla do objto aprsntado, dpois d constatada sua paralisação, ao órgão ou ntidad da Administração Pública Fdral rsponsávl ou à mandatária da União. 2º Caso o mprndimnto não sja rtomado até o prazo máximo prvisto no caput, ficam os órgãos rsponsávis orintados a promovr a rdução d mtas valors, prsrvada a funcionalidad das tapas iniciadas. 3º Obsrvada a disponibilidad orçamntária financira, fica autorizado, após a rtomada das obras, o adiantamnto d rcursos financiros d até 5% (cinco por cnto) do valor d rpass para os mprndimntos d qu trata o caput ralizados por transfrência. 4º O adiantamnto d rcursos d rpass aplica-s aos trmos d compromisso xcutados com a intrvniência da mandatária da União dvrá ficar bloquado na conta bancária spcífica do Trmo d Compromisso até a ftiva xcução da parcla do objto corrspondnt. 5º Os prazos máximos para conclusão dos objtos dos mprndimntos d qu trata o caput são: I - 30 d junho d 208, para os mprndimntos com xcução financira suprior a 50% (cinqunta por cnto) do valor d invstimnto m 30 d junho d 206; II - 30 d dzmbro d 208, para os mprndimntos com xcução financira igual ou infrior a 50% (cinqunta por cnto) do valor d invstimnto m 30 d junho d 206. 6º Os prazos d vigência dos contratos d xcução forncimnto, nos casos d xcução dirta, dos trmos d compromisso rlativos aos mprndimntos d qu trata o caput dvrão sr rpactuados, com vistas ao cumprimnto dos prazos máximos stablcidos no 5º. Art. 3º Os Ministérios gstors disponibilizarão informaçõs grnciais dos mprndimntos d qu trata o art. 2º à Scrtaria d Dsnvolvimnto da Infrastrutura - SDI, trimstralmnt a partir d 30 d dzmbro d 206, contndo, no mínimo, os sguints dados: I - idntificação do mprndimnto: númro d contrato, código d idntificação no Sistma d Monitoramnto do Programa d Aclração do Crscimnto - SisPAC, nom, xcutor ou proponnt, Unidad Fdrativa Município m qu s localiza; II - prcntual d xcução alcançado, o stágio do mprndimnto a informação s a obra stá paralisada, por qual motivo; III - valors d mpnho pagamnto totais os acumulados dsd 30 d junho d 206; IV - indicação d data d prvisão d rtomada ou informação da data da ftiva rtomada; V - indicação d data d prvisão d conclusão ou informação da data da ftiva conclusão; VI - anális grncial da situação do mprndimnto quanto ao ritmo d xcução possívis situaçõs d alrta. Art. 4º Srão analisadas plo Grupo Excutivo do Programa d Aclração do Crscimnto - GEPAC propostas d rmanjamnto d valors d rpass ntr mprndimntos, prsrvado o valor global da cartira ativa do PAC d cada Ministério. Parágrafo único. As solicitaçõs d rmanjamnto dvm sr ncaminhadas ao Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão por Aviso Ministrial indicando valor, origm dstino dos rcursos do PAC a srm rmanjados, dvidamnt acompanhado d Nota Técnica. Art. 5º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. DYOGO HENRIQUE DE OLIVEIRA SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA N o -.250, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO EXECUTIVO SUBSTITUTO DO MINIS- TÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO, no uso d suas atribuiçõs nos trmos da Portaria GM/MP nº 456, d 7 d dzmbro d 204, publicada no Diário Oficial da União - DOU, d 8 d dzmbro d 204, tndo m vista o itm 3.28 Edital nº - MP/ENAP, d 2 d junho d 205, publicado no DOU d 6 d junho d 205, rtificado plo Edital nº 2- MP/ENAP, d 9 d junho d 205, publicado no DOU d 22 d junho d 205, m fac do qu consta no procsso administrativo nº 030.2339/205-57, rsolv: Art. º - Prorrogar por mais (um) ano, a partir d 3 d dzmbro d 206, o prazo d validad do concurso público para provimnto d vagas m cargos do quadro d pssoal do Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão - MP da Escola Nacional d Administração Pública - ENAP, cujo rsultado final foi homologado plo Edital nº - SE/MP, d 2 d dzmbro d 205, publicado no DOU d 3 d dzmbro d 205. Art. 2º - Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. ESTEVES PEDRO COLNAGO JUNIOR SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL PORTARIA N o - 7, DE DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, tndo m vista o disposto no art. 7 o, caput, inciso II, o, do Dcrto n o 8.670, d 2 d fvriro d 206, a dlgação d comptência d qu trata o art. o, inciso I, da Portaria MP n o 82, d d março d 206, rsolv: Art. º Rmanjar os limits constants do Anxo I do Dcrto n o 8.670, d 2 d fvriro d 206, na forma dos Anxos I II dsta Portaria. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. ANEXO I REDUÇÃO DOS LIMITES DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (Anxo I ao Dcrto n o 8.670, d 2 d fvriro d 206) GEORGE SOARES R$,00 PA C Emndas Dmais Ó rg ã o s d Bancada Dmais To t a l Dspsas Emndas Dspsas To t a l Estadual Obrigatórias Individuais Discricionárias LIMITES ATÉ DEZEMBRO 7000 Encargos Financiros da União 0 0 0 0 0 85.000.000 85.000.000 TOTAL ATÉ DEZEMBRO 0 0 0 0 0 85.000.000 85.000.000 plo código 00020660008

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 09 ANEXO II ACRÉSCIMO DOS LIMITES DE MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (Anxo I ao Dcrto n o 8.670, d 2 d fvriro d 206) R$,00 PA C Emndas Dmais Ó rg ã o s d Bancada Dmais To t a l Dspsas Emndas Dspsas To t a l Estadual Obrigatórias Individuais Discricionárias LIMITES ATÉ DEZEMBRO 25000 Ministério da Faznda 0 0 0 0 0 85.000.000 85.000.000 TOTAL ATÉ DEZEMBRO 0 0 0 0 0 85.000.000 85.000.000 SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO PORTARIA N o - 27, DE 7 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, DO MI- NISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GES- TÃO, no uso da comptência qu lh foi subdlgada plo art. º, inciso III, da Portaria nº 54, d 22 d fvriro d 206, tndo m vista o disposto nos arts. 8, inciso II 2º a 5º 7º, 42 da Li nº 9.636, d 5 d maio d 998, nos arts. 95 96 do Dcrto-Li nº 9.760, d 5 d stmbro d 946, no art. 25, caput, da Li nº 8.666, d 2 d junho d 993, bm como nos lmntos qu intgram o Procsso nº 04952.00304/204-8, rsolv: Art. º Autorizar a cssão d uso onrosa, sob o rgim d arrndamnto, à WPR SÃO LUIS GESTÃO DE PORTOS E TER- MINAIS LTDA, pssoa jurídica d dirito privado, inscrita no CNPJ sob o n 8.729.8/000-57, d spaço físico m águas públicas, com ára d 20.796,87 m², localizado na Baía d São Marcos, Município d São Luís, Estado do Maranhão, com as caractrísticas dscritas a sguir: Inicia-s a dscrição dst prímtro no ponto P, gorrfrnciado no Sistma Godésico Brasiliro, DATUM - SIR- GAS 2000, MC-45ºW, Plano Rtangulars Rlativas, Sistma UTM, d coordnadas N 9.70.588,85 m E 570.44,96 m; dst sgu com azimut d 90º00'00" por uma distância d 50,00 m, até o ponto P2, d coordnadas N 9.70.588,85 m E 570.294,96 m; dst sgu com azimut d 80º00'00" por uma distância d 62,80 m até o ponto P3, d coordnadas N 9.709.967,05 m E 570.294,96 m; dst sgu com azimut d 90º00'00" por uma distância d 76,30 m, até o ponto P4, d coordnadas N 9.709.967,05 m E 570.47,26 m; dst sgu com azimut d 80º00'00" por uma distância d 45,00 m, até o ponto P5, d coordnadas N 9.709.922,05 m E 570.47,26 m; dst sgu com azimut d 90º00'00" por uma distância d 868,29 m, até o ponto P6, d coordnadas N 9.709.922,05 m E 57.339,55 m; dst sgu azimut d 23º4'44" por uma distância d 70,03 m, até o ponto P7, d coordnadas N 9.709.878,05 m E 57.285,06 m; dst sgu com azimut d 270º00'00" por uma distância d 990,0 m, até o ponto P8, d coordnadas N 9.709.878,05 m E 570.294,96 m; dst sgu com azimut d 08º00'00" por uma distância d 283,20 m, até o ponto P9, d coordnadas N 9.709.594,85 m E 570.294,96 m; dst sgu com azimut d 270º00'00" por uma distância d 50,00 m, até o ponto P0, d coordnadas N 9.709.594,85 m E 570.44,96 m; dst sgu com azimut d 360º00'00" por uma distância d 994,00 m, até o ponto P, ond tv início ssa dscrição. O prímtro dscrito tm 4.348,73 m d comprimnto configura polígono com ára d 20,796 ha/20.796,87 m². Parágrafo único. O spaço físico m águas públicas a qu s rfr o caput é contíguo a trrno rgularmnt aforado à prtnsa cssionária sob o RIP nº 09203677-50. Art. 2º A cssão a qu s rfr o art. º s dstina à implantação d Trminal d Uso Privado - TUP - Trminal Portuário d São Luís-MA. Art. 3º O prazo da cssão srá d até 25 (vint cinco) anos, contado da data da assinatura do contrato, prorrogávl por sucssivos príodos a critério da Administração. Parágrafo único. O prazo para a implantação do projto srá d 5 (cinco) anos, contado da data da assinatura do contrato. Art. 4º Durant o prazo prvisto no caput do art. 3º, fica a outorgada cssionária obrigada a pagar mnsalmnt à União, a título d arrndamnto, o valor d R$.950,72 (um mil, novcntos cinqunta rais stnta dois cntavos). º A rtribuição mnsal dvrá sr rcolhida dirtamnt à União até o quinto dia útil do mês subsqunt ao vncimnto, m caso d atraso no pagamnto, incidirá multa d 3% (três por cnto) juros d mora d % (um por cnto) ao mês, com atualização montária do valor da mnsalidad calculada dsd o dia sguint ao do vncimnto até a data do ftivo pagamnto, utilizando-s a bas d cálculo do Índic Nacional d Prços ao Consumidor Amplo - IP- CA/IBGE ou outro índic qu vir a substituí-lo. 2º O valor prvisto no caput srá rajustado anualmnt, utilizando-s a variação do IPCA/IBGE ou índic qu vir a substituílo. 3º O valor da rtribuição plo arrndamnto dos imóvis srá rvisado a cada 5 (cinco) anos ou a qualqur tmpo, dsd qu comprovada a suprvniência d fators qu tnham altrado o quilíbrio conômico do contrato. Art. 5º Fica a cssionária obrigada a arcar com as rtribuiçõs mnsais dvidas ntr a data da ocupação do spaço físico m águas públicas a assinatura do instrumnto d cssão onrosa rlativamnt à ára ocupada sm autorização prévia, podndo o montant sr parclado no prazo d até 60 (sssnta) mss. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660009 Art. 6º A assinatura do contrato fica condicionada à obtnção, pla cssionária, d todos os licnciamntos, autorizaçõs, documntos alvarás ncssários à construção ao funcionamnto do Trminal d Uso Privado - TUP d qu trata o art. 2º dsta Portaria, bm como à rigorosa obsrvância das normas lgais rgulamntars aplicávis. Art. 7º A cssionária dvrá, após convocação, comparcr à Suprintndência do Patrimônio da União no Maranhão, no prazo d 30 (trinta) dias, para a assinatura do contrato d cssão d uso onrosa, m rgim d arrndamnto, sob pna d rvogação dsta Portaria. Art. 8º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. GUILHERME ESTRADA RODRIGUES PORTARIA N o - 279, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 O SECRETÁRIO DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, DO MI- NISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GES- TÃO, no uso da comptência qu lh foi atribuída plo art. 3º, 3º, inciso II, da Portaria MP nº 67, d º d março d 206 tndo m vista o disposto no art.30, inciso I, do Anxo I do Dcrto nº 8.88, d 2 d julho d 206, nos arts. 5º 9º do Dcrto nº 7.689, d 2 d março d 202, no Dcrto nº 5.296, d 2 d dzmbro d 2004, bm como nos lmntos qu intgram o Procsso Administrativo nº 04967.007493/206-7, rsolv: Art. º Autorizar a locação d part d imóvl, com ára d 2.35,43 m², situado na Avnida Prsidnt Vargas, n 3.3, Bairro Cntro, Município do Rio d Janiro, Estado do Rio d Janiro, para abrigar tmporariamnt as Unidads vinculadas do Ministério da Cultura sus acrvos bibliográficos. Parágrafo único. Esta autorização fica vinculada: I - a qu, no contrato para locação do imóvl, sja obsrvada a ára média d até 9 (nov) mtros quadrados d ára útil para o trabalho individual, a sr utilizada por srvidor, mprgado, militar ou trcirizado qu nl xrça suas atividads; II - ao cumprimnto das normas critérios básicos para garantir às pssoas portadoras d dficiência ou com mobilidad rduzida a acssibilidad a utilização dos bns srviços no imóvl a qu s rfr o caput; III - à inclusão dos dados rfrnts ao imóvl locado no Sistma d Grnciamnto dos Imóvis d Uso Espcial da União - SPIUnt. Art. 2º Cabrá ao Órgão indicado plos procdimntos ncssários à locação prtndida, ralizar os trâmits lgais ncssários, inclusiv aos rlacionados à dispnsa/inxigibilidad d licitação, ralização d procdimnto concorrncial, quando for o caso, assinatura do contrato, valndo-s do assssoramnto prstado plo su rspctivo órgão jurídico. Art. 3º A autorização dsta Scrtaria não supr a ncssidad da aquiscência das dmais autoridads prvistas no Dcrto n o 7.689/2, nm d obsrvância da lgislação prtinnt. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação.. GUILHERME ESTRADA RODRIGUES Ministério do Trabalho SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO DESPACHOS DO SECRETÁRIO Em 3 d outubro d 206 Com fundamnto na liminar profrida nos autos do Procsso Judicial 535-09.206.5.0.009, oriundo da 0ª Vara do Trabalho d Brasília do Tribunal Rgional do Trabalho da 0ª Rgião na Nota Técnica 532/206/AIP/SRT/MTb, o Scrtário d Rlaçõs do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, rsolv: INCLUIR o código sindical (082) da FECOMBASE - FEDERACAO DOS EMPREGA- DOS NO COMERCIO DOS ESTADOS BA/SE, CNPJ 5.243.686/000-9, Carta Sindical L00b P03 A957, no cadastro do SINDILIMP-BA - Sindicato dos Trabalhadors m Limpza Pública, Assio, Consrvação, Jardinagm Control d Pragas, CNPJ 32.700.48/000-25, Procsso 46000.003886/96-23. Em 24 d outubro d 206 O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto na Portaria 326/203 na Nota Técnica 95/206/CGRS/SRT/MTb, rsolv IN- DEFERIR o procsso d Pdido d Rgistro Sindical 4623.008688/202-3 do SISEMO - Sindicato dos Srvidors Municipais d Morno, CNPJ 4.008.905/000-95 do, nos trmos do art. 25, parágrafo único, da Portaria 326/203. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto na Portaria 326/203 na Nota Técnica 952/206/CGRS/SRT/MTb, rsolv IN- DEFERIR o procsso d Pdido d Rgistro Sindical 46208.000979/203-3 do Sindicato dos Trabalhadors na Estiva, Chapas, Cargas Dscarga d Mrcadorias Produtos d Qualqur Naturza m Vículos Automotors, Trm d Frro d Catalão - GO, CNPJ 2.458.66/000-35, nos trmos do art. 5º, inciso I, da Portaria 86/2008 c/c o art. 26, inciso I, da Portaria 326/203. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com rspaldo no art. 5º da Portaria 86/2008 c/c o art. 26 da Portaria 326/203 na sguint Nota Técnica, rsolv INDEFERIR o procsso do sindicato abaixo rlacionado: Procsso 46204.000384/203-06 Entidad SINDISCAR - Sindicato dos Srvidors Públicos da Saúd, Educação Administração Municipal d Caraíbas - BA CNPJ 7.65.32/000-76 Fundamnto NT 953/206/CGRS/SRT/MTb Procsso 4620.00094/203-00 Entidad Sindicato dos Trabalhadors Auxiliars Técnicos m Saúd Bucal - S I N TA U T E S B / M T CNPJ 3.509.458/000-2 Fundamnto NT 955/206/CGRS/SRT/MTb Procsso 46206.005753/203-29 Entidad Sindicato Nacional dos Emprnddors Individuais - SINDIEI CNPJ 7.538.74/000-50 Fundamnto NT 956/206/CGRS/SRT/MTb O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto na Portaria 326, publicada m 0 d março d 203 na Nota Técnica 954/206/CGRS/SRT/MTb, rsolv INDEFERIR o Pdido d Rgistro Sindical do Sindicato dos Trabalhadors Trabalhadoras Rurais d Govrnador Mangabira, CNPJ 3.864.897/000-43, Procsso 46204.008854/200-29, com fundamnto no art. 25, parágrafo único, da Portaria 326/3. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro d altração statutária, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso 4624.002323/203-56 Entidad Sindicato dos Trabalhadors Trabalhadoras Rurais d Palmirais/PI CNPJ 06.509.079/000-67 Abrangência Municipal Bas Trritorial Piauí: Palmirais Catgoria Profissional: Trabalhadors trabalhadoras rurais: assalariados assalariadas rurais, prmannts, safristas vntuais qu xrçam suas atividads na agricultura, criação d animais, silvicultura, hortifruticultura xtrativismo rural; os agricultors agricultoras qu xrçam suas atividads individualmnt ou m rgim d conomia familiar, na qualidad d pqunos produtors, propritários, possiros, assntados, miros, parciros, arrndatários, comodatários xtrativistas

0 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Em 25 d outubro d 206 O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro d altração statutária, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso 46204.00229/203-07 Entidad Sindicato dos Mios d Hospdagm do Litoral Sul da Bahia CNPJ 07.505.633/000-09 Abrangência Intrmunicipal Bas Trritorial Bahia: Canaviiras, Ilhéus, Itabuna, Santa Luzia Una Catgoria Econômica: Catgoria Econômica das Emprsas do Ramo d Hospdagm (incluídas nst ramo os Albrgus, Alugul d Quartos, Apart-Hotéis, campings, Casa d Cômodos, casas d rpouso, stâncias, Flats-Srvic, Hospdagm, Hospdarias, Hotéis, hotéis faznda, Motéis, Pnsionatos, Pnsõs, Pousadas, Rsorts, Spas), do ramo d Gastronomia (incluídas nst ramo as Adgas, Bars, Barracas d Praia, Bbidas a Varjo, Bombonirs, Botquins, Buffts, Cafés, Caldo d Cana, Cantinas, Casa d Chás, Casa d Lanchs, Casas d Chopp, Casas d Salgados, Casas d Sucos, Casas d Vitaminas, Crvjarias, Churrascarias, Confitarias, Docrias, Fast- Food, Galtrias, Lanchonts, Litrias, Padarias, Pastlarias, Ptisquiras, Pit-Dogs, Pizzarias, Quitandas, Rstaurant d Comida a Quilo, Rstaurants, Rotisrias, Rotissrias, Salsicharias,Slf-Srvics Sorvtrias) COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Em 26 d outubro d 206 Tndo m vista a dcisão judicial prolatada plo MM. Juiz da ª Vara do Trabalho d Araçatuba do Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião, Procsso 000735-37.206.5.5.009, a Portaria Ministrial 326/203 a Nota Técnica 556/206/AIP/SRT/MTb, o Scrtário d Rlaçõs do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, SUSPENDE a anális do procsso d pdido d rgistro sindical da FESERPSP - Fdração Estadual, Dmocrática dos Sindicatos d Srvidors, Funcionários Públicos das Câmaras d Vradors, Fundaçõs, Emprsas Públicas, Autarquias Prfituras Municipais do Estado d São Paulo, CNPJ 24.043.456/000-05, Procsso Administrativo 4629.005366/206-96, até nova dcisão judicial. Em 0 d novmbro d 206 O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro sindical, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso 4627.00784/202-55 Entidad Sindicato dos Técnicos Tcnólogos Auxiliars m Radiologia do Estado do Rio Grand do Nort CNPJ 2.754.982/000-96 Abrangência Estadual Bas trritorial: Rio Grand do Nort Catgoria: Profissional nominada no caput dst artigo, tndo m vista su carátr d uma indivisívl, profissionais técnicos m radiologia médica, técnicos m raditrapia, técnicos m radioisótopos, técnicos m mdicina nuclar, técnicos m radiologia industrial auxiliars d câmara clara câmara scura /ou manipulm substâncias radioativas, tais como: técnicos auxiliars m scópia aéro - portuárias, opradors m gamagrafia, opradors m Cr, técnico m cobaltotrapia, técnico m hmodinâmica, técnico m odontologia, técnico m rssonância magnética, técnico m RX, técnico m tomografia computadorizada tcnólogos dmais funcionários ou mprgados m stablcimntos radiológicos industriais do Estdo do Rio Grand do Nort. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto nos artigos 53 54 da Li 9.784/99, na Portaria 326/203 na Nota Técnica 338/206/GAB/SRT/MTb, rsolv anular a publicação no DOU n.º 30, Sção I, p. 4, d 08/07/20, Publicar o Procsso 46293.003233/200-05, d intrss do SINSERPMA - Sindicato dos Srvidors Públicos Municipais d Assai - PR, CNPJ.759.484/000-73. E, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d Rgistro Sindical, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Para fins d ANOTAÇÃO no Cadastro Nacional d Entidads Sindicais - CNES, rsolv xcluir da rprsntação do UNSP- SINDICATO NACIONAL - União Nacional dos Srvidors Públicos Civis do Brasil, CNPJ 33.72.9/000-67, Procsso 24000.004348/89-, a Catgoria do Srvidor Público Municipal, no município d Cacoal no stado d Rondônia, nos trmos do art. 30 da Portaria 326/203. plo código 0002066000 Procsso 46293.003233/200-05 Entidad SINSERPMA - Sindicato dos Srvidors Públicos Municipais d Assai - PR CNPJ. 759. 484 / 000-73 Abrangência Municipal Bas trritorial: Paraná: Assai Catgoria: Catgoria dos Srvidors Públicos Municipais ativos inativos da administração pública dirta indirta, Fundaçõs autarquias, no município d Assai. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro sindical, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso 46224.000744/203-23 Entidad Sindicato dos Condutors Emprgados m Emprsas d Transport d Combustívis Produtos Prigosos Drivados d Ptrólo no Estado da Paraíba - SINDCONPETRO/PB CNPJ 7.57.933/000-3 Bas trritorial: Estadual: Paraíba Catgoria: Condutors mprgados m mprsas d transport d combustívis produtos prigosos drivados d ptrólo O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchimnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro sindical, dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso: 4627.00344/204-3 (SC5955) Data d Protocolo: 4/02/204 CNPJ: 9.367.997/000-40 Intrssado: SAERN - SINDICATO DOS AEROVIÁRIOS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Abrangência: Estadual Bas Trritorial: Rio Grand do Nort Catgoria: A rprsntação da catgoria profissional abrang todos aquls dfinidos como Aroviários, nos trmos do dcrto li nº.232/962, os Emprgados d Emprsas Aéras qu xrçam suas funçõs m trra, os mprgados d Aroclubs qu xrçam suas funçõs m trra; os mprgados d mprsas d Srviços Auxiliars d Transport Aéro, dfinidos pla autoridad aronáutica m li, os trabalhadors d Aviação Civil, qu trabalham m todas as Companhias d Transport Aéro, qu opram /ou prstm srviços assim como os Emprgados m mprsas d Aviação, como também os Emprgados m Emprsas coligadas, prtncnt ou contratadas por grupo conômico da Aviação Civil, Emprsas d Srviço Técnico d Manutnção, cujo dsmpnho profissional contribua d forma dirta ou indirta para a conscução dsnvolvimnto da atividad conômica prpondrant das Emprsas coligadas, os trabalhadors qu xrçam suas funçõs rlacionadas com a manutnção d aronavs; inclum-s também todas as Emprsas d Administração Pública, sja qual for a sua naturza jurídica rgim d trabalho d sus srvidors, bm como os mprgados d mprsas d táxi aéro qu xrçam suas funçõs m trra, mprgados m mprsas d rprsntação d companhias aéras, os mprgados d aviação agrícola, os mprgados d indústrias aronáuticas d oficinas d manutnção d aronavs, instrumntos d aronavs, scolas d aviação, os mprgados das mprsas d transport d carga aéra, d mprsas d rfição qu abastcm as aronavs (Chatring), os agnts d protção da aviação civil, d atndimnto ao passagiro, d limpza, trabalhos m pista pátio, os opradors d quipamntos motoristas, assim como os nvolvidos na administração protção patrimonial. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto prvisto no art. 53, da Li 9.784 d 29 d janiro d 999, aprova a NOTA TÉCNICA 34/206/GAB/SRT/MTb, com adoção da sguint mdida: ANULAR a publicação do Diário Oficial da União - D.O.U - Sção I, p. 60, n.º 69, d 2/04/206, qu arquivou o Pdido d Rgistro Sindical; PUBLICAR o Pdido d Rgistro Sindical rfrnt ao Sindicato dos Emprgados no Comércio d Barra do Corda, Procsso 46000.003089/2003-8, CNPJ 05.458.66/000-24, para rprsntar a Catgoria dos Emprgados no comércio atacadista d algodão outras fibras, carns frscas congladas, carvão vgtal lnha, gênros d alimntos, tcidos, vstuário armarinho; louças, tintas frragns, maquinismos m gral, matriais d construção, matrial létrico, produtos químicos para indústria lavoura, drogas mdicamntos, sacaria, pdras prciosas, jóias rlógios, papl paplão, álcool bbidas m gral, couros pls, frutas, artigos sanitários, vidros plano, cristais splhos, aparlhos matriais ópticos, fotográficos Cinmatográficos, sucata frro, xportador, café, drivados d ptrólo, minérios psquisas, bijoutrias; Emprgados no comércio lojista d tcidos, vstuário, adorno acssórios, d objtos d art, d louças finas d cirurgia, d móvis congênrs; Emprgados no comércio varjista d gênros alimntícios, d maquinismos, frragns tintas (utnsílios frramntas); matrial Médico-Hospitalar cintífico, d calçados, matrial létrico aparlho ltrodoméstico, varjista d vículos, d pças acssórios para vículos, d carvão lnha, d vnddors ambulants, d firants, d frutas, vrduras, flors plantas, stablcimntos d srviços funrários (casas, agências mprsas funrárias), d matrial óptico, fotográfico cinmatográfico, d livros, d matrial d scritório paplaria, d drivados d ptrólo (inclusiv lavagm d vículos), mprsas distribuidoras d gás liqufito d ptrólo, transportador-rvnddor rtalhista d ólo, disl, ólo combustívl qurosn, d garagm, stacionamnto d limpza consrvação d vículos, d carns frscas, d produtos farmacêuticos, com abrangência municipal bas trritorial no município d Barra do Corda, no stado do Maranhão. Ficando abrto o prazo d 30 (trinta dias), para qu os intrssados possam s manifstar nos trmos da Portaria 88, d 05 d julho d 2007, da Portaria 326, d º d março d 203. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais na NT 347/206/GAB/SRT/MTb, rsolv indfrir o rcurso administrativo 46000.005058/206-6, do Sindicato dos Trabalhadors nas Indústrias Fabricants d Pças Pré-Fabricados m Concrto do Estado d São Paulo, CNPJ 62.263.637/000-28; dfrir o rgistro sindical ao SINDTPRÉ - Sindicato Intrmunicipal dos Trabalhadors nas Indústrias Fabricants d Pças Pré-Fabricados m Concrto d Itapvi, Alumínio, Araçariguama, Baruri, Cajamar, Cotia, Ibiúna, Jandira, Mairinqu, Pirapora do Bom Jsus, Santana d Parnaíba, São Roqu Vargm Grand Paulista, CNPJ.324.047/000-27; anotar o Sindicato dos Trabalhadors nas Indústrias Fabricants Pças Pré Moldados m Concrto do Estado d São Paulo, 62.263.637/000-28, para qu xclua d sua rprsntatividad Trabalhadors m Estudo d Solo (Srviços d Gotcnia), Fundaçõs (Srviços d Tubulaçõs, Sapatas, Blocos, Cravação d Estacas, Tirant d Protção), Pré- Fabricados m Concrto (Pças para Construção d Edifícios, Galpõs, Ponts, Silos), Fabricação Acabamnto d Pças d Concrto (Produtos d Cimnto, também Lajs Pré-Fabricadas, Lajs Alvolar, Blocos, Posts, Colunas, Vigas, Pilars, Tubos, Adulas, Bloquts, Caixas para Ar Condicionado, Msas, Tlhas, Escadas, Caixas D'água, Tanqus, Painéis d Isolamnto, Ornamntos, Churrasquiras, Bancos, Canaltas, Painis d Fchamnto, Painis d Vdação, Painis d Pisos, Dfnsas, Mourõs, Guias, Grlhas, Elmntos Vazados, Jardiniras, Concrgrama, Lixiras, Placas, Pisos, Gavtas para Túmulos, Vasos, Balaústrs Montagns, nos municípios: Alumínio, Araçariguama, Baruri, Cajamar, Cotia, Ibiúna, Itapvi, Jandira, Mairinqu, Pirapora do Bom Jsus, Santana d Parnaíba, São Roqu Vargm Grand Paulista, no stado d São Paulo, no trmos do art. 30 da Portaria 326/203. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto nos artigos 53 54 da Li 9.784/99, na Portaria 326/203 na Nota Técnica 35/206/GAB/SRT/MTb, rsolv DEFERIR o rcurso administrativo 46000.002376/206-25, intrposto plo Sindicato dos Emprgados Vnddors Viajants do Comércio dos Municípios d Ubraba/MG, Araxa/MG, Ubrlandia/MG Ituiutaba/MG- SINFRILACTE, CNPJ 0.96.379/000-38, para ANULAR ato administrativo corrspondnt à Nota Técnica 57/206/CGRS/SRT/MTPS, publicada no Diário Oficial da União n.º 70, do dia 3/04/206, sção, p. 86, nos trmos do art. 53 da Li 9.784/999; DEFERIR o pdido d rgistro sindical do Sindicato dos Emprgados Vnddors Viajants do Comércio dos Municípios d Ubraba/MG, Araxa/MG, Ubrlandia/MG Ituiutaba/MG- SINFRILACTE, CNPJ 0.96.379/000-38, para rprsntar a catgoria profissional dos mprgados vnddors viajants do comércio, com bas trritorial intrmunicipal, com abrangência nos municípios d Araxá, Ituiutaba, Ubraba Ubrlândia, no stado d Minas Grais, nos trmos do art. 25, III da Portaria 326/203. O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto nos artigos 53 54 da Li 9.784/99, na Portaria 326/203 na Nota Técnica 336/206/GAB/SRT/MTb, rsolv ANULAR o ato administrativo corrspondnt à Nota Técnica 32/205/CGRS/SRT/MTE, publicado no DOU n.º 56, do dia 24/03/205, sção, pág. 52, nos trmos do art. 53 da Li 9.784/999; DEFERIR o pdido d rgistro sindical do Sindicato dos Guardas Municipais d Estância- SIGME (CNPJ.938.252/000-82), para rprsntar a catgoria dos Srvidors ocupants dos cargos d guarda municipal, agnts d transito dmais srvidors lotados na guarda municipal d Estancia-SE, com abrangência municipal, bas trritorial do município d Estância, no stado d Srgip, nos trmos do art. 25, I da Portaria 326/203. Em 4 d novmbro d 206 O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, no uso d suas atribuiçõs lgais, com fundamnto na Portaria 326/203 na NOTA TÉCNICA 36/206/GAB/SRT/MTb, rsolv: ANULAR a publicação do Diário Oficial da União - Sção I, p.58, n.º 202, d 20/0/206, qu ARQUIVOU o Pdido d Rgistro Sindical; PUBLICAR o Pdido d Rgistro Sindical 4620.002296/202-7, rfrnt ao SINDSPEN/MT - Sindicato dos Srvidors Pnitnciários do Estado d Mato Grosso, CNPJ 2.406.43/000-3, para rprsntar a Catgoria Profissional d Nívl Suprior, Agnt Pnitnciário, Assistnt Pnitnciário Auxiliar Pnitnciário, com abrangência Estadual bas trritorial, no stado do Mato Grosso. Ficando abrto o prazo d 30 (trinta dias), para qu os intrssados possam s manifstar nos trmos da Portaria 88, d 05 d julho d 2007, da Portaria 326, d º d março d 203.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 O Scrtário d Rlaçõs do Trabalho do Ministério do Trabalho, PORTARIA N o - 2.950, DE 3 DE OUTUBRO DE 206 GERÊNCIA TÉCNICA DE FATORES HUMANOS no uso d suas atribuiçõs lgais, considrando o prnchi- mnto dos rquisitos para a publicação do pdido d rgistro sindical, PORTARIA N o - 3.04, DE 7 DE NOVEMBRO DE 206 dá ciência do rqurido pla ntidad abaixo mncionada, ficando abrto o prazo d 30 (trinta) dias para qu os intrssados possam s manifstar, nos trmos da Portaria 88/2007 da Portaria 326/203. Procsso 46474.003480/202-37 Entidad SINDTIO - Sindicato dos Técnicos m Imobilizaçõs Ortopédicas do Estado d São Paulo CNPJ 3.02.993/000-54 Bas trritorial: Estadual: São Paulo Catgoria: Técnicos m Imobilização Ortoédica, Técnico m Aparlho Gssado, Técnico m Gsso Hospitalar, Técnico m Gsso Ortopédico, Técnico m Imobilizaçõs do Aparlho Locomotor, Técnico m Imobilizaçõs Gssadas, Técnico Engssador, Técnico Gssista, Técnico m Imobilizaçõs Ortopédicas Fundamnto NT 360/206/GAB/SRT/MTb CARLOS CAVALCANTE DE LACERDA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO CEARÁ PORTARIA N o - 88, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O Suprintndnt Rgional do Trabalho Emprgo no Cará, no uso da comptência confrida qu lh foi dlgada pla Portaria nº. 53, d 2/02/09, c/c o artigo 2º. da Portaria SRT/MTE/Nº. 02, d 25/05/06, m conformidad com a documntação constant no Procsso nº. 46205.0270/205-26, rsolv: Art. º Homologar o Plano d Cargos, Carrira Salários do corpo docnt do INSTITUTO CRISTÃO DE DESENVOLVIMEN- TO HUMANO LTDA (FACULDADE EXCELÊNCIA - FEX). Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor nsta data. FÁBIO ZECH SYLVESTRE PORTARIA N o - 89, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O Suprintndnt Rgional do Trabalho Emprgo no Cará, no uso da comptência confrida qu lh foi dlgada pla Portaria nº. 53, d 2/02/09, c/c o artigo 2º. da Portaria SRT/MTE/Nº. 02, d 25/05/06, m conformidad com a documntação constant no Procsso nº. 46205.0270/205-26, rsolv: Art. º Homologar o Plano d Cargos, Carrira Salários do Corpo Docnt do Pssoal Técnico Administrativo da SOCIEDADE EDUCACIONAL CÉSAR VIEIRA DINIZ - JUAZEIRO DO NORTE LT D A. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor nsta data. FÁBIO ZECH SYLVESTRE Ministério dos Transports, Portos Aviação Civil. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE INFRAESTRUTURA A E R O P O RT U Á R I A GERÊNCIA DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PORTARIA N o - 2.892, DE 25 DE OUTUBRO DE 206 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O GERENTE DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO, no uso da atribuição qu lh confr o art. 5º, inciso XIV, da Portaria nº 75, d 6 d julho d 205, com fundamnto na Li nº 7.565, d 9 d dzmbro d 986, qu dispõ sobr o Código Brasiliro d Aronáutica, considrando o qu consta do procsso nº 0007.500006/206-4, rsolv: Art. º Inscrvr o hliponto abaixo no cadastro com as sguints caractrísticas: I - dnominação: Hospital Univrsitário Gtúlio Vargas; II - código OACI: SJGA; III - município (UF): Manaus (AM); IV - ponto d rfrência do hliponto (coordnadas gográficas): 03 06' 58" S / 060 0' 09" W Art. 2º A inscrição tm validad d 0 (dz) anos. Art. 3º As caractrísticas cadastrais do aródromo srão publicadas no sítio da ANAC na rd mundial d computadors. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. RODRIGO OTAVIO RIBEIRO plo código 000206600 O GERENTE DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO, no uso da atribuição qu lh confr o art. 5º, inciso XIV, da Portaria nº 75, d 6 d julho d 205, com fundamnto na Li nº 7.565, d 9 d dzmbro d 986, qu dispõ sobr o Código Brasiliro d Aronáutica, considrando o qu consta do procsso nº 00058.500728/206-47, rsolv: Art. º Altrar a inscrição do aródromo abaixo no cadastro d aródromos da ANAC com as sguints caractrísticas: I - dnominação: Faznda Palmital; II - código OACI: SIQF; III - município (UF): Morro Agudo (SP); IV - ponto d rfrência do aródromo (coordnadas gográficas): 20 4' 46" S / 048 7' 3" W Art. 2º A inscrição tm validad até 3 d junho d 2023. Art. 3ºAs caractrísticas cadastrais do aródromo srão publicadas no sítio da ANAC na rd mundial d computadors. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. Art. 5º Fica rvogada a Portaria nº 502/SIA, d 2 d junho d 203, publicada no Diário Oficial da União d 3 d junho d 203, Sção, página 2. RODRIGO OTAVIO RIBEIRO PORTARIA N o - 2.985, DE 3 DE NOVEMBRO DE 206 O GERENTE DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO, no uso da atribuição qu lh confr o art. 5º, inciso XIV, da Portaria nº 75, d 6 d julho d 205, com fundamnto na Li nº 7.565, d 9 d dzmbro d 986, qu dispõ sobr o Código Brasiliro d Aronáutica, considrando o qu consta do procsso nº 00065.505797/206-58, rsolv: Art. º Inscrvr o aródromo abaixo no cadastro com as sguints caractrísticas: I - dnominação: Ecids Firs; II - código OACI: SSDF; III - município (UF): São Sbastião do Passé (BA); IV - ponto d rfrência do aródromo (coordnadas gográficas): 2 3' 02" S / 038 30' 0" W Art. 2º A inscrição tm validad d 0 (dz) anos. Art. 3º As caractrísticas cadastrais do aródromo srão publicadas no sítio da ANAC na rd mundial d computadors. Art. 4º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. RODRIGO OTAVIO RIBEIRO SUPERINTENDÊNCIA DE PADRÕES OPERACIONAIS GERÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES DE INSTRUÇÃO PORTARIA N o - 2.925, DE 27 DE OUTUBRO DE 206 A GERENTE DE CERTIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES DE INSTRUÇÃO SUBSTITUTA, no uso da atribuição qu lh confr o art. º, inciso V, da Portaria nº 494/SPO, d 2 d julho d 204, considrando o qu consta do procsso nº 00065.6262/205-7, rsolv: Art º Rvogar a suspnsão cautlar da homologação dos cursos tóricos d Piloto Privado Avião (PP-A), Piloto Comrcial Avião (PC-A), Instrutor d Voo Avião (INV-A) Voo por Instrumntos (IFR) da Jundiaí - Acadmia do Ar Escola d Aviação Civil Ltda., nom fantasia, Acadmia das Águias, situada à Rua Siquira d Moras, 242, Cntro, na cidad d Jundiaí - SP, CEP: 320-032. Art 2º Esta Portaria ntra m vigor a partir da data d sua publicação. SIMONE AQUINO MARTINS DE CASTRO PORTARIA N o - 3.350, DE 0 DE NOVEMBRO DE 206 A GERENTE DE CERTIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES DE INSTRUÇÃO SUBSTITUTA, no uso da atribuição qu lh confr o art. º, inciso V, da Portaria nº 494/SPO, d 2 d julho d 204, considrando o qu consta do procsso nº 00065.502495/206-28, rsolv: Art. º Rvogar, a pdido, a homologação dos cursos tóricos práticos d Piloto Comrcial Avião Voo por Instrumntos do Aroclub d Lags, situado na BR 282 km 4, Aroporto Fdral d Lags, Hangar 6, Bairro Vila Mariza, na cidad d Lags - SC, CEP: 88502-970. Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. SIMONE AQUINO MARTINS DE CASTRO O GERENTE TÉCNICO DE FATORES HUMANOS, no uso da atribuição qu lh confr o art. º, inciso IV, da Portaria nº 670/SPO, d 9 d março d 205, tndo m vista o disposto no Rgulamnto Brasiliro d Aviação Civil nº 67 (RBAC nº 67) na Li nº 7.565, d 9 d dzmbro d 986, considrando o qu consta do procsso nº 00065.077/206-99, rsolv: Art. º Rvalidar, até 5 d novmbro d 209, o crdnciamnto da médica ELINE DE ALMEIDA SORIANO, CRM-AL 3840, MC 26, para a ralização d xams d saúd priciais no ndrço Rua Dr. José Afonso d Mlo, nº 8, 8º andar, sala 828, Jatiuca, m Mació (AL), para fins d missão d Crtificado Médico Aronáutico d 2ª 4ª classs, m conformidad com o Rgulamnto Brasiliro d Aviação Civil nº 67 (RBAC nº 67). Parágrafo único. O crdnciamnto podrá sr suspnso a qualqur tmpo por dscumprimnto d quaisqur dos rquisitos prvistos no RBAC nº 67. Art. 2º Ficam convalidados todos os atos praticados pla rfrida médica, no âmbito dos trmos dsta portaria, dsd 6 d novmbro d 206. Art. 3º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. SAVIO VALVIESSE DA MOTTA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS RESOLUÇÃO N o - 5.072, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu constam dos procssos nºs 50300.00077/2009-37 50300.0084/206-, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 572-ANTAQ, d 7 d agosto d 2009, d titularidad da mprsa Pips Emprndimntos Ltda., CNPJ nº 06.065.767/000-85, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su 6º Trmo Aditivo, m virtud d xclusão d mbarcação. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.073, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta dos procssos nºs 50300.002299/20-9 50300.0085/206-66, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 846-ANTAQ, d 4 d abril d 202, d titularidad da mprsa Pips Emprndimntos Ltda., CNPJ nº 06.065.767/000-85, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su 2º Trmo Aditivo, m virtud da xclusão d mbarcação. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.074, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu constam dos procssos nºs 50300.00064/2009-68 50300.0083/206-77, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 550-ANTAQ, d 3 d julho d 2009, d titularidad da mprsa Pips Emprndimntos Ltda., CNPJ nº 06.065.767/000-85, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su 2º Trmo Aditivo, m virtud d altração na frota. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI

2 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 RESOLUÇÃO N o - 5.075, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu constam dos procssos nºs 50300.00069/2009-9 50300.009477/206-0, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 562-ANTAQ, d 7 d agosto d 2009, d titularidad da mprsa Pips Emprndimntos Ltda., CNPJ nº 06.065.767/000-85, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su 2º Trmo Aditivo, m virtud d altração na frota. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.076, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu constam dos procssos nºs 50300.00076/2009-92 50300.00545/206-93, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 563-ANTAQ, d 7 d agosto d 2009, d titularidad da mprsa Pips Emprndimntos Ltda., CNPJ nº 06.065.767/000-85, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su 2º Trmo Aditivo, m virtud d inclusão d mbarcação. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.077, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.002480/205-2, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Dfrir o plito da Associação d Trminais Portuários Privados - ATP, para dtrminar à Companhia Docas do Pará - CDP qu s abstnha da cobrança d tarifas rfrnts à utilização d infrastrutura d acsso, nas opraçõs ralizadas por mbarcaçõs da navgação intrior, uma vz qu, no caso, inxist fato grador da incidência tarifária, bm como por tr rstado dmonstrado qu não são dmandados srviços ou infrastrutura forncida pla Autoridad Portuária m comnto. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.082, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 00045.00409/205-94, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Aprovar o Estudo d Viabilidad Técnica, Econômica Ambintal - EVTEA, na vrsão ajustada qu contmpla as obsrvaçõs da Grência d Portos Organizados - GPO da Suprintndência d Outorgas - SOG, dsta Agência, constant dos Documntos SEI nº 04677, 04673 047499, com Valor Prsnt Líquido - VPL d R$ 5.249.996,92 (cinco milhõs, duzntos quarnta nov mil, novcntos novnta sis rais novnta dois cntavos), com valors dos fluxos d caixa atrlados à data bas d dzmbro d 204, nos trmos do Parcr Técnico nº 6/206/GPO/SOG (SEI 04677), rssalvados os apontamntos contidos nos Dspachos da GPO SOG, com a utilização do Wightd Avrag Capital Cost - WACC d 0,00% a.a., Payback dscontado: 2/05/2040, com Valor Futuro d R$ 47.00.060,6 (quarnta st milhõs, dz mil, sssnta rais dzssis cntavos). Art. 2º Rconhcr a possibilidad d prorrogação antcipada do Contrato d Arrndamnto CT nº 3/94, clbrado m 0//994, ntr a mprsa Pandnor Importação Exportação SPE Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 00.499.730/000-89, o Complxo Industrial Portuário SUAPE, inscrito no CNPJ/MF sob o nº.448.933/000-62, nos trmos do qu dispõ o inciso V do artigo 2º do Dcrto nº 8.033/203, conjuntamnt com o caput do artigo 57 da Li nº 2.85/203, com vigência até janiro d 2044, m virtud dos novos invstimntos da ordm d R$ 70.670.87,7 (stnta milhõs, siscntos stnta mil, oitocntos dzsst rais stnta um cntavos), rfrnciado ao ano d 204, qu não foram prvistos originalmnt no Contrato d Arrndamnto CT nº 3/94, qu não s amortizam no primiro príodo contratual, uma vz qu o fluxo d caixa marginal aprsntou um VPL ngativo d R$ 67.79.69,58 (sssnta st milhõs, stcntos novnta um mil, cnto sssnta nov rais cinqunta oito cntavos), com a utilização d WACC d 0,00% a.a. plo código 0002066002 Art. 3º Rconhcr a inviabilidad técnica d licitação da ára prtndida para ampliação, nos trmos das considraçõs contidas no Parcr Técnico nº 6/206/GPO/SOG, o qual concluiu "qu não há óbics ao adnsamnto da ára quivalnt a 8.67 m² (oito mil, cnto sssnta st mtros quadrados) ao Contrato CT nº 3/94, dado qu há inviabilidad técnica d licitá-la como um arrndamnto portuário indpndnt." Art. 4º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.085, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, consoant dlgação prvista no art. º da Portaria nº 82/204-SEP, d 5 d junho d 204, considrando o qu consta do procsso nº 50300.00939/2008-4, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Aprovar a adaptação do Contrato d Adsão nº 00/20-ANTAQ, d 4 d junho d 20, firmado originalmnt junto à mprsa Ptrólo Brasiliro S.A. - PETROBRAS, inscrita no CNPJ/MF nº 33.000.67/000-0, atualmnt d titularidad da mprsa Ptrobras Transport S.A. - TRANSPETRO, inscrita no CNPJ/MF nº 02.709.449/000-59, is qu atndidas as xigências d qu tratam a Li nº 2.85, d 5 d junho d 203, o Dcrto nº 8.033, d 27 d junho d 203, bm como o disposto na norma aprovada pla Rsolução nº 3.290-ANTAQ, d 3 d fvriro d 204, Portaria nº 82-SEP/PR, d 5 d junho d 204, Portaria nº 249-SEP/PR, d 29 d novmbro d 203, nos trmos da minuta d contrato d adsão acostada aos autos, condicionada à aprsntação da dclaração d qu a intrssada stá adimplnt prant todas as administraçõs dos Portos Organizados a crtidão atstando qu não stá inadimplnt prant à ANTAQ (art. 3º, VI, c/c su 3º, I, da Portaria 249/3-SEP/PR). Art. 2º Dtrminar à Suprintndência d Outorgas - SOG, dsta Agência, qu altr a rdação da Cláusula Sgunda do instrumnto autorizativo d adaptação (Doc/SEI nº 00979), nos sguints trmos: "CLÁUSULA SEGUNDA - DO OBJETO O prsnt instrumnto contratual tm por finalidad adaptar a autorização aos trmos da Li nº 2.85, d 203, conform disposto m su art. 58, bm como transfrir a titularidad do trminal objto da prsnt autorização à Ptrobras Transport S/A - TRANS- PETRO, subsidiária intgral da mprsa Ptrólo Brasiliro S/A - PETROBRAS (...)" Art. 3º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.087, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.002252/20-28, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Rconhcr a possibilidad d aprovação do aumnto d capacidad d armaznagm, sm xpansão da ára original, do Trminal d Uso Privado - TUP localizado no município d Itacoatiara/AM, objto da autorização outorgada plo Contrato d Adsão nº 03/204-ANTAQ, firmado m 3 d stmbro d 204, junto à mprsa Trminais Fluviais do Brasil S.A., inscrita no CNPJ/MF nº. 389. 394 / 000-38. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.089, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno considrando o qu consta do procsso nº 5030.0055/204-4, ad rfrndum da Dirtoria Colgiada, rsolv: Art. º Prorrogar o prazo fixado plo Aviso d Audiência Pública nº 06/206-ANTAQ, d 2 d outubro d 206, d forma a possibilitar aos intrssados o nvio d contribuiçõs para o aprimoramnto da proposta d Norma qu dispõ sobr os diritos dvrs dos usuários, dos agnts intrmdiários das mprsas qu opram nas navgaçõs d apoio marítimo, apoio portuário, cabotagm longo curso, stablc infraçõs administrativas, até o dia 9 d dzmbro d 206. Art. 2º Ralizar audiência prsncial adicional, a ocorrr no dia 23 d novmbro d 206, no Auditório da Ordm dos Advogados do Brasil - OAB/RJ, localizado à av. Mal. Câmara, 50, 9º andar, Cntro, Rio d Janiro - RJ, CEP: 20.020-00, com início às 4:30h término quando da manifstação do último crdnciado, sndo 7h o su horário limit. (O crdnciamnto srá ralizado no local supracitado, das 4h às 5h). Art. 3º Ficam mantidas as dmais disposiçõs do Aviso d Audiência Pública nº 06/206-ANTAQ. Art. 4º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no DOU. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.090, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.002276/205-9, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Comunicar à Administração do Porto d Mació - APMc, m rsposta à consulta formalizada por mio do Ofício APMC Nº 239/205, d 23 d outubro d 205, a admissibilidad da pactuação d Trmo d Adiantamnto d Tarifas - TAT, ntr a consulnt a mprsa Ptrólo Brasiliro S.A. - PETROBRAS, inscrita no CNPJ sob o nº 33.000.67/000-0, cujas cláusulas prvjam, plo mnos, as condiçõs m qu srão opracionalizados os invstimntos pla Autoridad Portuária no Porto d Mació, com os rcursos do adiantamnto da tarifa, a sr promovido pla PETROBRAS m favor da APMc, a sistmática d compnsação dss adiantamnto, as rsponsabilidads d cada uma das Parts no xrcício das obrigaçõs impostas plo Trmo. Art. 2º Dtrminar à APMc qu, caso dcida pla citada forma d viabilizar a ralização das obras rfrnts à manutnção das struturas do Trminal d Granéis Líquidos - TGL do Porto d Mació, haja a anuência da PETROBRAS mdiant a clbração d TAT - qu dvrá sr aprovado pla ANTAQ - cabrá àqula conduzir o ncssário procdimnto licitatório, contratar dirtamnt a mprsa a qu vnham a sr adjudicados os srviços licitados, acompanhar a xcução dsss srviços rspctivas mdiçõs, ftuar o dsmbolso para pagamnto dos srviços faturados pla mpritira contratada. Art. 3º Dtrminar à Suprintndência d Rgulação - SRG à Suprintndência d Fiscalização Coordnação das Unidads Rgionais - SFC, dsta Agência, o acompanhamnto as providências cabívis, porvntura dmandados à ANTAQ, no âmbito d suas rspctivas atribuiçõs. Art. 4º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.092, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.00820/206-3, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Aprovar a rorganização socitária da arrndatária Amaggi & LDC Trminais Portuários S/A, inscrita no CNPJ/MF sob nº 5.43.827/000-2, titular do Contrato d Arrndamnto nº 0/202-EMAP, d 2 d fvriro d 202, firmado junto à Emprsa Maranhns d Administração Portuária - EMAP, consoant instrução procssual. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.097, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.00537/203-, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Rconhcr a possibilidad d atndr o rqurimnto d prorrogação d prazo aprsntado plo Estado da Bahia, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 3.937.032/000-60, para dar início à opração do Trminal d Uso Privado - TUP Porto Sul, d sua titularidad, localizado no distrito d Aritaguá, no município d Ilhéus, BA, plo príodo d três anos, a partir d 0 d janiro d 207, com bas no qu prcituam os º 2º do art. 26 do Dcrto nº 8.033, d 27 d junho d 203, bm como d rvisar a Cláusula Sxta do Contrato d Adsão nº 02/204-SEP/PR, conform minuta acostada aos autos. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 3 RESOLUÇÃO N o - 5.098, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50300.00557/203-84, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Rconhcr a possibilidad d atndr o rqurimnto d prorrogação d prazo aprsntado pla mprsa Bahia Minração S/A - BAMIN, inscrita no CNPJ sob o nº 67.392.063/000-80, para dar início à opração do Trminal d Uso Privado - TUP, d sua titularidad, localizado no município d Ilhéus/BA, plo príodo d três anos, a partir d 0/0/207, com bas no qu prcituam os º 2º do art. 26 do Dcrto nº 8.033, d 203, bm como d rvisar a Cláusula Sxta do Contrato d Adsão nº 03/204-SEP/PR, conform minuta acostada aos autos. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.099, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50000.007295/993, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Autorizar, m carátr spcial d mrgência, a mprsa Ultrafértil S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.476.026/0008-02, com bas no º do art. 49 da Li nº 0.233, d 5 d junho d 200, a ralizar, no prazo d 80 (cnto oitnta) dias, comissionamnto m ára ampliada - fas 2, da instalação portuária d sua titularidad, dnominada Trminal Intgrador Portuário Luiz Antonio Msquita - TIPLAM, localizada no município d Sant o s / S P. Art. 2º Rssaltar qu a autorização ora dfrida não gra diritos à continuidad da prstação dos srviços, nm dsonra a mprsa Ultrafértil S.A. do atndimnto aos padrõs d sgurança xigidos plos nts intrvnints na opração, mormnt no tocant às comptências aftas à Marinha do Brasil, ao Corpo d Bombiros ao Órgão d Mio Ambint afto. Art. 3º Dtrminar qu a Suprintndência d Fiscalização Coordnação das Unidads Rgionais - SFC, dsta Agência, acompanh a opração ora autorizada. Art. 4º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.0, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV, do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu constam dos procssos nºs 5030.000866/202-46 50300.00300/206-66, tndo m vista a aprovação do Suprintndnt d Outorgas, conform dlgação d comptência contida na Portaria nº 282/204-DG, d 3 d outubro d 204, rsolv: Art. º Aditar o Trmo d Autorização nº 90-ANTAQ, d 26 d stmbro d 202, d titularidad da mprsa Starmar Navgação Srviços Marítimos EIRELI, CNPJ nº 07.459.435/000-48, o qual passa a vigorar na forma condiçõs fixadas m su º Trmo Aditivo, m virtud d altração da naturza jurídica razão social. Art. 2º A íntgra do citado Trmo Aditivo ncontra-s disponívl no sítio ltrônico da Agência: www.antaq.gov.br. Art. 3º A prsnt Rsolução ntrará m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ADALBERTO TOKARSKI RESOLUÇÃO N o - 5.02, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da comptência qu lh é confrida plo inciso IV do art. 20 do Rgimnto Intrno, considrando o qu consta do procsso nº 50650.003774/206-8, tndo m vista o dlibrado pla Dirtoria Colgiada m sua 43ª Runião Ordinária, ralizada m d novmbro d 206, rsolv: Art. º Ritrar o posicionamnto xposto pla Suprintndência d Administração Finanças - SAF manifstado pla Prsidnt da CPAD-PORT-06-5-CRG, dsta Agência, m consonância com o Parcr nº 94, d 3 d abril d 205, da Controladoria Gral da União - CGU, para indfrir solicitação d cópia d gravação d vído do sistma d câmras d vigilância instalado na Unidad Rgional do Rio d Janiro - URERJ, rlativa ao mês d outubro d 203, com o consqunt arquivamnto do Rcurso d 2ª Instância ao SIC 50650.003774/206-8. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação no Diário Oficial da União. ADALBERTO TOKARSKI plo código 0002066003 AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO N o - 5.208, DE 8 DE NOVEMBRO DE 206 Aplica a pna d dclaração d inidonidad à mprsa Exprsso Formosa Transports Ltda. A Dirtoria da Agência Nacional d Transports Trrstrs - ANTT, no uso d suas atribuiçõs, fundamntada no Voto DMV - 28, d º d outubro d 206, no qu consta do Procsso nº 50500.004705/2008-07, rsolv: Art. º Aplicar a pna d dclaração d inidonidad à mprsa Exprsso Formosa Transports Ltda., CNPJ nº 04.609.849/000-8, plo prazo d 3 (três) anos, m conformidad com os parágrafos º 5º do artigo 36 artigo 86, inciso VI, ambos do Dcrto nº 2.52, d 998, c/c o artigo 78 - A, inciso V, da Li nº 0.233, d 200. Art. 2º Esta Rsolução ntra m vigor na data d sua publicação. JORGE BASTOS Dirtor-Gral SECRETARIA DE FOMENTO PARA AÇÕES DE TRANSPORTES DEPARTAMENTO DA MARINHA MERCANTE CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO N o - 52, DE DE NOVEMBRO DE 206 Concd prioridad ad rfrndum d apoio financiro do Fundo da Marinha Mrcant - FMM. O PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DO FUNDO DA MARINHA MERCANTE - CDFMM, no uso das atribuiçõs qu lh são confridas plo art. 9º do Dcrto nº 5.269, publicada no Diário Oficial da União, DOU, m d novmbro d 2004, considrando o disposto no art. 8º da Portaria GM/MT nº 253, publicada no DOU m 6 d dzmbro d 2009, rsolv: Art. º Concdr prioridad d apoio financiro do Fundo da Marinha Mrcant, d acordo com a com a Rsolução CMN nº 3.828, publicada no DOU m 8 d dzmbro d 2009, à mprsa brasilira rspctivo projto, abaixo rlacionado, plo prazo d 360 dias contados a partir da publicação dsta Rsolução: I. SOUTH AMERICAN TANKER COMPANY NAVEGA- ÇÃO S.A. (CNPJ nº 08.309.960/000-40), construção d 8 (oito) mbarcaçõs do tipo navio-tanqu para produtos claros d 49.000 TPB, com valor total do projto d R$ 2.285.427.785,04 (dois bilhõs, duzntos oitnta cinco milhõs, quatrocntos vint st mil, stcntos oitnta cinco rais quatro cntavos) qu corrspondm a US$ 72.04.376,25 (stcntos doz milhõs, cnto quatro mil, trzntos stnta sis dólars nort-amricanos vint cinco cntavos), com data-bas d 22/07/205, procsso nº 50000. 893 / 206-25. Art. 2º Esta rsolução ntra m vigor na data d sua publicação. DINO ANTUNES DIAS BATISTA Ministério Público da União. ATOS DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA PORTARIA N o - 87, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 Altra a Portaria PGR/MPU nº 6, d 22 d julho d 206, qu rgulamnta, d forma transitória, dispositivos da Li nº 3.36, d 20 d julho d 206. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso da comptência atribuída plo art. 26, inciso XIII, da Li Complmntar nº 75, d 20 d maio d 993, tndo m vista as disposiçõs da Li nº 3.36, d 20 d julho d 206, rsolv: Art. º Os artigos 0, 2, 4,4-A, 27, 29-A 29-B da Portaria PGR/MPU n 6, d 22 d julho d 206, passam a vigorar com as sguints altraçõs: "Art. 0...... III - fiscalização técnica do cumprimnto d normas procdimntos d sgurança stablcidos plos ramos do Ministério Público da União, incluindo a inspção, coordnação control da xcução das atividads trcirizadas d vigilância armada dsarmada;... 7º Rssalvados os casos nvolvndo ocupants d cargos d Técnico do Ministério Público da União/Apoio Técnico-Administrativo/Sgurança Institucional Transport, bm como militars policiais, ativos ou inativos, a dsignação para o xrcício d funçõs d sgurança mncionadas nos incisos I, II, IV V dst artigo fica condicionada a rgulamnto spcífico a sr ditado plo Procurador- Gral da Rpública.... 9º No Ministério Público Fdral, são unidads d sgurança, para os fins dsta Portaria, a Scrtaria d Sgurança Institucional da Procuradoria-Gral da Rpública, as Divisõs d Sgurança Orgânica Transport das Procuradorias Rgionais da Rpública as Divisõs Sçõs d Sgurança Orgânica Transport das Procuradorias da Rpública. 0. No Ministério Público Fdral, somnt as Procuradorias da Rpública nos Municípios s nquadram na dfinição constant do 3º dst artigo.. Nas Procuradorias da Rpública nos Municípios, as funçõs d sgurança srão xrcidas plos srvidors ocupants do cargo d Técnico do MPU/Apoio Técnico-Administrativo/Sgurança Institucional Transport, inclusiv as mncionadas no itm 2..3 do Plano d Sgurança Institucional, aprovado pla Portaria PGR/MPF nº 47, d 5 d julho d 203, sob subordinação técnica à Divisão ou Sção d Sgurança Orgânica Transport da Procuradoria da Rpública corrspondnt. 2. Durant as ausências ou afastamntos do Técnico do MPU/Apoio Técnico-Administrativo/Sgurança Institucional Transport ou quando não houvr srvidor ocupant dst cargo lotado na Procuradoria da Rpública no Município, as funçõs d sgurança dvrão sr xrcidas, transitoriamnt, pla Divisão ou Sção d Sgurança Orgânica Transport da Procuradoria da Rpública corrspondnt. 3. Nas hipótss mncionadas no parágrafo antrior, o Coordnador da Procuradoria da Rpública no Município ou outro srvidor spcificamnt dsignado plo Procurador-Chf prstará auxílio ao planjamnto à fiscalização do cumprimnto d normas procdimntos d sgurança na unidad, quando ncssário, no intrss do srviço, sob a orintação da rspctiva Divisão ou Sção d Sgurança Orgânica Transport, podrá ralizar atos administrativos d ntrga d notificaçõs intimaçõs d condução d vículos oficiais, dsd qu habilitado. 4. Sm prjuízo dos dvrs inrnts ao dsmpnho d qualqur função pública, o xrcício das atividads nas condiçõs dscritas no parágrafo antrior não implicará a rsponsabilidad xtraordinária dcorrnt do spcial dvr d cuidado, vigilância protção a qu stão submtidos os srvidors qu xrcm funçõs d sgurança não nsjará a prcpção da gratificação." (NR)... "Art. 2... º-A. O contúdo do programa d atualização profissional promovido pla Administração dvrá contmplar noçõs d Diritos Humanos aplicadas ao xrcício da atividad d sgurança. º-B. Nas açõs d trinamnto voltadas à sgurança, a Administração priorizará a capacitação d srvidors qu stjam dsignados para xrcr as funçõs d sgurança dscritas no art. 0, incisos I II.... 3º... I - para a gratificação prvista no art. 0, intligência, contraintligência, sgurança ativa, sgurança orgânica, técnicas opracionais, protção d dignitários, dirção dfnsiva, dfsa pssoal ou quivalnts;... 6º-A. Para o primiro atndimnto apontado no parágrafo antrior, dvrão sr obsrvadas as sguints disposiçõs complmntars: I - srão acitos comprovants d açõs d trinamnto ralizadas no xrcício d 206, ainda qu m data antrior à ntrada m vigor da Li nº 3.36, d 206; II - não srá xigida a comprovação do primiro atndimnto d qu trata o parágrafo antrior do Técnico do MPU/Apoio Técnico- Administrativo/Sgurança Institucional Transport qu tnha ntrado m xrcício no cargo m 206, dvndo, nos anos subsqunts, aprsntar os comprovants rfrnts aos programas às açõs d qu vnha a participar, com aprovitamnto, nos trmos dst artigo.... 9º Na hipóts d não comprovação tmpstiva dos rquisitos d qu trata st artigo, o pagamnto da gratificação srá imdiatamnt suspnso, só dvndo sr rtomado a partir da rspctiva rgularização." (NR)... "Art. 4. As chfias das unidads d sgurança das unidads d psquisa anális as rspctivas chfias imdiatas mantrão a unidad d gstão d pssoas do corrspondnt ramo do Ministério Público da União dvidamnt informada quanto às lotaçõs ao ftivo xrcício das funçõs das atividads d qu tratam os arts. 0, para a prcpção da rspctiva Gratificação d Atividad d Sgurança sua continuidad. º Os mcanismos d vrificação priódica do prnchimnto dos dmais rquisitos para a continuidad d prcpção da gratificação srão objto dos rgulamntos a srm ditados, salvo o mncionado no 3º do art. 2, qu srá objto d control dirto da ára d dsnvolvimnto profissional. 2º As chfias mncionadas no caput o srvidor qu prcbr a gratificação dvrão comunicar imdiatamnt à unidad d gstão d pssoas do corrspondnt ramo do Ministério Público da União qualqur ocorrência qu tnha implicação no pagamnto da gratificação." (NR)

4 ISSN 677-7042 "Art. 4-A. No Ministério Público Fdral, os Procuradors- Chfs ncaminharão ao Scrtário d Gstão d Pssoas formulários contndo todas as informaçõs ncssárias para o pagamnto das gratificaçõs d qu tratam os arts. 0. º A Scrtaria d Gstão d Pssoas, após a vrificação do prnchimnto dos rquisitos prvistos nsta Portaria, rmtrá à Scrtaria d Sgurança Institucional ou à Scrtaria d Psquisa Anális, conform o caso, os formulários mncionados no caput, para validação postrior dvolução àqula unidad. 2º Os formulários indicados no caput, subscritos plo chf da unidad d sgurança ou da unidad d psquisa anális, plo chf imdiato plo srvidor qu prtnda prcbr a gratificação, dvrão contr informaçõs sobr a lotação dst o ftivo xrcício das funçõs ou atividads d qu tratam os arts. 0, bm como advrtir sobr a obrigação d comunicar imdiatamnt à Scrtaria d Sgurança Institucional ou à Scrtaria d Psquisa Anális, conform o caso, à Scrtaria d Gstão d Pssoas qualqur ocorrência qu tnha implicação no pagamnto da gratificação. 3º Sm prjuízo da obrigação mncionada no parágrafo antrior, as Coordnadorias, as Divisõs os Núclos d Gstão d Pssoas das unidads do Ministério Público Fdral dvrão comunicar qualqur ocorrência qu tnha implicação no pagamnto das gratificaçõs mncionadas nos arts. 0. 4º Quando s tratar d srvidors lotados na Scrtaria d Sgurança Institucional ou na Scrtaria d Psquisa Anális, o rspctivo Scrtário, obsrvados os trmos dst artigo, com a anuência do Scrtário-Gral, rmtrá à Scrtaria d Gstão d Pssoas os formulários corrspondnts, para as providências prtinnts. 5º Sm prjuízo das dmais disposiçõs dst artigo, anualmnt, no mês d dzmbro, a Scrtaria d Gstão d Pssoas ralizará o rcadastramnto d todos os srvidors qu prcbm as gratificaçõs d qu tratam os arts. 0, dvndo, para tanto, sr ncaminhados, àqula unidad, no mês d novmbro, os formulários contndo as informaçõs ncssárias para a continuidad do pagamnto, sob pna d sua suspnsão imdiata. 6º Para o rcadastramnto mncionado no parágrafo antrior, a Scrtaria d Educação Dsnvolvimnto Profissional dvrá ncaminhar à Scrtaria d Gstão d Pssoas, até o mês d dzmbro, as informaçõs ncssárias sobr o prnchimnto, plos rspctivos srvidors, dos rquisitos d qu trata o art. 2, dvidamnt validadas pla Scrtaria d Sgurança Institucional pla Scrtaria d Psquisa Anális, conform o caso." (NR)... "Art. 27... º A dfinição d lotação dos Técnicos do Ministério Público da União/Apoio Técnico-Administrativo/Sgurança Institucional Transport nas rspctivas unidads d sgurança institucional os atos d nomação ou dsignação, rspctivamnt, para cargos m comissão ou funçõs d confiança prtncnts à strutura organizacional d tais unidads srão considrados dsignaçõs válidas, para os fins do art. 0. 2º A dfinição da lotação d srvidors nas unidads d psquisa anális os atos d nomação ou dsignação, rspctivamnt, para cargos m comissão ou funçõs d confiança prtncnts à strutura organizacional d tais unidads srão considrados dsignaçõs válidas, para os fins do art.. 3º As dsignaçõs d qu tratam os parágrafos antriors, para fins d prcpção da rspctiva gratificação, não dispnsam o prnchimnto dos dmais rquisitos prvistos nsta Portaria, notadamnt quanto à lotação ao ftivo xrcício das funçõs ou atividads d qu tratam os arts. 0. 4º Qualqur dsignação para o xrcício d atividads d psquisa, anális ou tratamnto d dados informaçõs snsívis dvrá sr prcdida d prévia consulta à Scrtaria-Gral sobr a disponibilidad orçamntária para vntual pagamnto da gratificação." (NR)... "Art. 29-A. Os Procuradors-Grais d cada ramo do Ministério Público da União o Dirtor-Gral da Escola Suprior do Ministério Público da União ditarão os atos ncssários para rgulamntar, na sua sfra d atribuição, as qustõs tratadas nos dispositivos dsta Portaria qu, xprssamnt, s rportm ao Ministério Público Fdral, obsrvadas, no qu coubr, as disposiçõs corrspondnts." (NR) "Art. 29-B. No prazo d até 60 (sssnta) dias, a contar da data d publicação da Portaria PGR/MPU nº 87, d 4 d novmbro d 206, as unidads d gstão d pssoas dos ramos do Ministério Público da União ralizarão rcadastramnto d todos os srvidors qu prcbm as gratificaçõs d qu tratam os arts. 0, obsrvando-s, no qu coubr, o disposto no art. 4 -A." (NR) Art. 2º Esta Portaria ntra m vigor na data d sua publicação. plo código 0002066004 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS RODRIGO JANOT MONTEIRO DE BARROS MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR CONSELHO SUPERIOR ATA DA 234ª SESSÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 9 DE OUTUBRO DE 206 Aos 9 dias do mês d outubro d 206, às 0h, na Sala d Runiõs do Conslho Suprior do MPM, sob a prsidência do Dr. Jaim d Cassio Miranda, Procurador-Gral d Justiça Militar, prsnts os Conslhiros Mário Sérgio Marqus Soars, Carlos Frdrico d Olivira Prira, Robrto Coutinho, Edmar Jorg d Almida, Alxandr Concsi, Arilma Cunha da Silva, Marclo Witzl Rabllo d Souza, José Garcia d Fritas Junior, Hrminia Clia Raymundo, Maria d Nazaré Guimarãs d Moras, Giovanni Rattacaso Clauro Robrto d Bortolli. Ausnt, justificadamnt, a Conslhira Ant Vasconclos d Borborma. Primira Part - Expdint: Aprovação da Ata da 233ª Sssão Ordinária: Aprovada. Comunicaçõs da Prsidência: O Sr. Prsidnt, após cumprimntar a todos, informou sobr o trabalho qu vm sndo ralizado pla Administração do Ministério Público Militar visando a construção da nova sd da Procuradoria d Justiça Militar no Rio d Janiro/RJ. Comunicaçõs dos Conslhiros: O Conslhiro Giovanni Rattacaso, na qualidad d prsidnt da Associação Nacional do Ministério Público Militar, aprsntou informaçõs d intrss dos associados. Sgunda Part - Ordm do Dia: ) Elaboração d Lista Tríplic para a scolha do Corrgdor-Gral do Ministério Público Militar, m virtud do término d mandato. Trmo d Dlibração: "O CON- SELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR dlibrou, por unanimidad d votos, nos trmos do art. 3, inciso VI, da Li Complmntar nº 75/93, m constituir a sguint Lista Tríplic para a scolha do Corrgdor-Gral do Ministério Público Militar: º lugar: Dr. GIOVANNI RATTACASO; 2º lugar: Dr. EDMAR JORGE DE ALMEIDA 3º lugar: Dra. ANETE VASCONCELOS DE BOR- BOREMA, Subprocuradors-Grais d Justiça Militar." 2) Procsso nº 289/CSMPM - Procsso d promoção, por mrcimnto, ao cargo d Procurador d Justiça Militar. Conslhira-Rlatora: Dra. Maria d Nazaré Guimarãs d Moras. Trmo d Dlibração: "O CONSE- LHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR, nos trmos do artigo 3, inciso V, combinado com os artigos 99 200 da Li Complmntar n 75/993, obsrvando o disposto na Rsolução nº 57/CSMPM o constant no Procsso nº 289/CSMPM, dlibrou m constituir a sguint lista tríplic para a promoção ao cargo d Procurador d Justiça Militar, plo critério d mrcimnto, objtivando o prnchimnto d uma vaga na Procuradoria d Justiça Militar m Bagé/RS, m vaga dcorrnt da promoção do Dr. Clauro Robrto d Bortolli ao cargo d Subprocurador-Gral d Justiça Militar, conform Portaria PGR 68, d 2 d stmbro d 206, publicada no Diário Oficial da União, sção 2, pág. 57, d 5 d stmbro d 206: m º lugar, por maioria d votos (9x4), o Doutor SERGIO DE SALDANHA DA GAMA JUNIOR. Os Conslhiros Maria d Nazaré Guimarãs d Moras, Edmar Jorg d Almida José Garcia d Fritas Junior votaram no Dr. Irabni Nuns d Olivira o Conslhiro Carlos Frdrico d Olivira Prira votou no Dr. Sol Arpini; m 2 lugar, por maioria d votos (2x), o Doutor IRABENI NUNES DE OLIVEIRA. O Conslhiro Carlos Frdrico d Olivira Prira votou no Dr. Alxandr Ris d Carvalho, m 3 lugar, por maioria d votos (x2), o Doutor ALEXANDRE REIS DE CAR- VALHO. Os Conslhiros Hrminia Clia Raymundo Jaim d Cassio Miranda votaram no Dr. Sol Arpini." 3) Procsso nº 280/CSMPM - Proposta d altração da Rsolução nº 22/CSMPM. Conslhiro-Rlator: Dr. Robrto Coutinho. Procsso rtirado d pauta a pdido do rlator. 4) Procsso nº 288/CSMPM - Curso d Altos Estudos d Política Estratégia - CAEPE/207. Conslhiro-Rlator: Dr. Mário Sérgio Marqus Soars. Trmo d Dlibração: "O CON- SELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR, no uso da comptência prvista no art. 3, inciso X, da Li Complmntar nº. 75, d 20 d maio d 993, opinou favoravlmnt, à unanimidad d votos, pla indicação do Dr. Frnando Hugo Miranda Tls, Promotor d Justiça Militar, para o Curso d Altos Estudos d Política Estratégia da Escola Suprior d Gurra no ano d 207." 5) Procsso nº 287/CSMPM - Rgulamntação da obrigatoridad dos mmbros do MPM d rqurrm a imdiata xpdição d guias d xcução criminal d xcução d ativos fiscais rsultants d condnaçõs confirmadas plo STM, bm como procdrm à corrta fiscalização d sua xatidão dos dvidos ncaminhamntos. Conslhiro-Rlator: Dr. Marclo Witzl Rabllo d Souza. Após a aprsntação do rlatório voto, foi dcido qu a matéria srá ncaminhada à Câmara d Coordnação Rvisão para anális. 6) Procsso nº 286/CSMPM - Proposta d altração da Rsolução nº 62/CSMPM. Conslhiro- Rlator: Dr. José Garcia d Fritas Junior. Após a aprsntação do rlatório voto, foi dlibrado plo não acolhimnto da rcomndação do CNMP quanto à dsignação d um mmbro do MPM para xrcr atividads d scrtário do CSMPM, bm como plo não provimnto da proposta d convocação d mmbro d grau infrior para comporm o colgiado nos julgamntos disciplinars d Subprocuradors-Grais d Justiça Militar. 7) Procsso nº 266/CSMPM - Rgulamntação da Li nº 3.024, d 26 d agosto d 204. Conslhiro-Rlator: Dr. Mário Sérgio Marqus Soars, com vista para o Procurador-Gral d Justiça Militar. Aprovada a rsolução qu disporá sobr a dsignação a substituição d mmbros, com a rdistribuição d fitos audiências, m fac da Li nº 3.024, d 26/8/204, no âmbito do Ministério Público Militar. 8) Indicação d mmbro suplnt para compor a Câmara d Coordnação Rvisão do Ministério Público Militar, m virtud da rnúncia da Dra. Arilma Cunha da Silva. Matéria não aprciada, dvndo sr dfinida na próxima sssão do Colgiado. 9) Aprsntação do Rlatório d Corrição Ordinária promovida na Procuradoria d Justiça Militar m Santa Maria/RS. Conslhira-Rlatora: Dra. Hrminia Clia Raymundo. Rlatório aprsntado, ficando à disposição dos Conslhiros para consulta. Não havndo assuntos a srm dlibrados, o Sr. Prsidnt agradcu a participação dos Conslhiros ncrrou a sssão às 2h48. JAIME DE CASSIO MIRANDA Procurador-Gral d Justiça Militar Prsidnt do Conslho GABRIELA DANTAS TREZI DE ARAUJO Scrtária MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE DEFESA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E SOCIAL PORTARIA N o - 70, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O Promotor d Justiça do Distrito Fdral Trritórios m xrcício na 5ª PRODEP, na forma do art. 8º, º, da Li 7.345/985 art. 7º, inciso I da Li Complmntar nº 75/993, rsolv: instaurar o Inquérito Civil Público, rgistrado no Sisprowb sob nº 0890.04375/6-09, qu tm como intrssados: CÂMARA LEGIS- LATIVA DO DISTRITO FEDERAL, EDILAIR DA SILVA, MÁRIO MEDEIROS, ÁTILA VINICIUS, DANIEL LUCHINE, JAQUELINE GALUBAN NIEDJA FREITAS, para apurar a prática d improbidad administrativa por violação dos princípios. ROBERTO CARLOS SILVA PORTARIA N o - 72, DE 4 DE NOVEMBRO DE 206 O Promotor d Justiça do Distrito Fdral Trritórios m xrcício na 5ª PRODEP, na forma do art. 8º, º, da Li 7.345/985 art. 7º, inciso I da Li Complmntar nº 75/993, rsolv: instaurar o Inquérito Civil Público, rgistrado no Sisprowb sob nº 0890.04376/6-63, qu tm como intrssados: SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL LARISSA ÁVI- LA TAVERNARD, para apurar a prática d improbidad administrativa por lsão ao rário, nriqucimnto ilícito violação d princípios.. ROBERTO CARLOS SILVA Tribunal d Contas da União PLENÁRIO ATA N o - 36, DE 9 DE NOVEMBRO DE 206 (Sssão Extraordinária Rsrvada do Plnário) Prsidência: Prsidnt Aroldo Cdraz Rprsntant do Ministério Público: Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin Scrtária das Sssõs, m substituição: AUFC Marcia Paula Sartori Às 7 horas 3 minutos, a Prsidência dclarou abrta a sssão xtraordinária do Plnário, com a prsnça dos Ministros Bnjamin Zymlr, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro, Ana Arras, Bruno Dantas Vital do Rêgo, dos Ministros-Substitutos Augusto Shrman Cavalcanti (convocado para substituir o Ministro Augusto Nards), Marcos Bmqurr Costa, André Luís d Carvalho Wdr d Olivira do Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin. Ausnts os Ministros Walton Alncar Rodrigus, com causa justificada, Augusto Nards, m missão oficial. HOMOLOGAÇÃO DE ATA O Tribunal Plno homologou a Ata nº 35, rfrnt à sssão xtraordinária ralizada m º d novmbro (Rgimnto Intrno, artigo 0). COMUNICAÇÃO DA PRESIDÊNCIA Convocação d sssão xtraordinária do Plnário para o dia 23 d novmbro, às 0 horas, não havndo, m consquência, a sssão ordinária prvista para o príodo vsprtino. PROCESSOS APRECIADOS POR RELAÇÃO O Tribunal Plno aprovou as rlaçõs d procssos aprsntadas plos rlators profriu os sguints acórdãos: Acórdão nº 2866, adotado no procsso nº TC-003.95/206-2, constant da Rlação nº 42 do Ministro Bnjamim Zymlr; Acórdão nº 2867, adotado no procsso nº TC-027.728/2007-6, constant da Rlação nº 35 da Ministra Ana Arras; Acórdão nº 2868, adotado no procsso nº TC-03.884/204-8, constant da Rlação nº 49 do Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti; Acórdão nº 2869, adotado no procsso nº TC-026.44/206-3, constant da Rlação nº 50 do Ministro Augusto Nards; Acórdão nº 2870, adotado no procsso nº TC-023.284/200-2, constant da Rlação nº 50 do Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti; Acórdão nº 287, adotado no procsso nº TC-02.794/206-2, constant da Rlação nº 34 do Ministro-Substituto Marcos Bmqurr Costa; Acórdão nº 2872, adotado no procsso nº TC-026.867/206-8, constant da Rlação nº 34 do Ministro-Substituto Marcos Bmqurr Costa;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 5 Acórdão nº 2873, adotado no procsso nº TC-033.547/205-7, constant da Rlação nº 34 do Ministro-Substituto Marcos Bmqurr Costa; Acórdão nº 2874, adotado no procsso nº TC-023.93/206-9, constant da Rlação nº 48 do Ministro-Substituto André Luís d Carvalho. PROCESSO APRECIADO DE FORMA UNITÁRIA Por mio d aprciação unitária, o Plnário xaminou o procsso listado a sguir aprovou o sguint acórdão: Acórdão nº 2875, adotado no procsso nº TC-022.995/204-5, cuja rlatora é a Ministra Ana Arras. LEVANTAMENTO DE SIGILO DE PROCESSOS Em razão do lvantamnto d sigilo do rspctivo procsso, tornou-s público o acórdão nº 2868, a sguir transcrito. RELAÇÃO Nº 49/206 - Plnário Rlator - Ministro-Substituto AUGUSTO SHERMAN CA- VA L C A N T I ACÓRDÃO Nº 2868/206 - TCU - Plnário VISTOS rlacionados sts autos d dnúncia acrca d possívis irrgularidads na xcução d obras objtos d contratos d rpass firmados ntr a Prfitura Municipal d Nossa Snhora da Glória/SE o Govrno Fdral, por intrmédio do Ministério do Esport do Ministério do Turismo; Considrando o rgistro da Scx/SE d qu a documntação m tla prnch os rquisitos, prvistos no art. 235 do Rgimnto Intrno dsta Casa, para sr admitida como dnúncia, haja vista a matéria sr d comptência do Tribunal, rfrir-s a rsponsávl sujito à sua jurisdição, star rdigida m linguagm clara objtiva, contr nom lgívl, qualificação ndrço do dnunciant, bm como ncontrar-s acompanhada do indício concrnnt à irrgularidad ou ilgalidad dnunciada; Considrando o rgistro daqula unidad técnica d qu, dos contratos d rpass dnunciados, contndo irrgularidads m sua xcução, as vrificaçõs lvadas a fito idntificaram vidências d ftivas ocorrências irrgulars m três dls, a sabr, os d númros Siafi 7546, 735488 705280, xplicitando-s havrm sido constatadas, nos três ajusts, vidências do duplo pagamnto das rfridas notas fiscais, tanto com rcursos do contrato d rpass, quanto com rcursos municipais; Considrando o aspcto d tais indicativos d irrgularidads não havrm sido afastados plas razõs d justificativas aprsntadas pla ntão Prfita Municipal, m rsposta à sua audiência; Considrando o difrncial d o Contrato d Rpass númro Siafi 705280, difrntmnt dos dois outros ajusts mncionados, ainda s ncontrar vignt, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, por unanimidad, m: a) com fundamnto no art. 235 do Rgimnto Intrno dsta Casa, conhcr da prsnt dnúncia para, no mérito, considrá-la parcialmnt procdnt; b) convrtr st procsso m tomada d contas spcial, nos trmos do art. 47 da Li 8.443/92 c/c o art. 252 do RITCU o art. 4, caput, da Rsolução TCU 259/204; c) dtrminar, com fulcro nos arts. 0, º, 2, inc. II, da Li 8.443/992 c/c o art. 202, inc. I, do Rgimnto Intrno do TCU, a citação da rsponsávl Sra. Luana Michl d Olivira Silva Cacho para qu, no prazo d quinz dias, aprsnt algaçõs d dfsa ou rcolha, aos cofrs do Tsouro Nacional, as quantias indicadas no quadro a sguir, atualizadas montariamnt a partir das rspctivas datas até os ftivos rcolhimntos, na forma da lgislação m vigor, ou, ainda, adot ambas as providências: EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Rfrência Valor do débito (R$) Data da ocorrência* Contrato d Rpass 7546 39.777,74 7/5/202 Contrato d Rpass 735488 98.50,79 9/4/202 76.87,2 8/5/202 * Data do pagamnto das notas fiscais qustionadas (fls., 2 38, pça 6). d) dtrminar qu o ofício qu lvar a fito a citação mncionada no itm prcdnt sclarça qu os débitos m qustão dcorrm d: d.) forts indícios d fraud na comprovação da dspsa, haja vista o uso da Nota Fiscal 207, mitida m 3/5/202, pla Construtora Tamanduá Ltda., no valor d R$ 39.777,74, para comprovar dspsas do Contrato d Rpass 7546, paga por mio da conta corrnt 647052-6, da agência 3303 da Caixa Econômica Fdral, spcífica para movimntação dos rcursos do ajust m aprço, também para comprovar gastos com rcursos disponívis na conta corrnt 4605- da agência 62 do Banco do Brasil, d livr movimntação do município d Nossa Snhora da Glória/SE, conform informaçõs disponívis no Portal da Transparência do TCE-SE (anxar ao oficio d citação o documnto constant às fls. 24/25 da pça 7); plo código 0002066005 d.2) forts indícios d fraud na comprovação das dspsas, haja vista o uso da Nota Fiscal 003, d 4/4/202, da Nota Fiscal 005, d 4/5/202, mitidas pla mprsa LFB Construçõs Consultoria Ltda., no valor d R$ 98.50,79 R$ 76.87,2, rspctivamnt, para comprovar dspsas do Contrato d Rpass 735488, pagas por mio da conta corrnt 647073-9, da agência 3303 da Caixa Econômica Fdral, spcífica para movimntação dos rcursos do ajust m aprço, também para comprovar gastos com rcursos disponívis na conta corrnt 4605- da agência 62 do Banco do Brasil, d livr movimntação do município d Nossa Snhora da Glória/SE, conform informaçõs disponívis no Portal da Transparência do TCE-SE (anxar ao ofício d citação o documnto constant às fls. 26/27 da pça 7); ) dtrminar qu a citação rfrida nos dois itns imdiatamnt prcdnts inform, ainda, à rsponsávl qu, caso vnha a sr condnada plo Tribunal, ao débito ora apurado srão acrscidos os juros d mora, nos trmos do º do art. 202 do RI/TCU. f) dtrminar, com fulcro no inc. II do art. 250 do Rgimnto Intrno/TCU: f.) à Caixa Econômica Fdral ao munícipio d Nossa Snhora da Glória/SE qu, conjuntamnt, adotm providências ncssárias com vistas à conclusão das obras objtos do Contrato d Rpass Siafi nº 705280, ncaminhando a st Tribunal, no prazo d 60 (sssnta) dias, informaçõs acrca das mdidas adotadas m atndimnto à dtrminação, acompanhadas d comptnt documntação comprobatória, bm como dos vntuais rsultados já alcançados; f.2) à Caixa Econômica Fdral qu, além da adoção das providências com vistas à conclusão da obra objto do Contrato d Rpass Siafi nº 705280, rxamin a prstação d contas parcial do ajust, com a dvida considração da irrgularidad abaixo, informando a st Tribunal, no prazo d 60 (sssnta) dias, as mdidas adotadas os rsultados alcançados: f.2.) forts indícios d fraud na comprovação das dspsas, haja vista o uso das notas fiscais rlacionadas no quadro a sguir, mitidas pla mprsa ARM-Construçõs Ltda., para comprovar dspsas do ajust, pagas por mio da conta corrnt 647045-3 da agência 3303 da Caixa Econômica Fdral, spcífica para movimntação dos rcursos fdrais, também para comprovar dspsas pagas com rcursos municipais disponívis na conta corrnt 4605- da agência 62 do Banco do Brasil, d livr movimntação do município d Nossa Snhora da Glória/SE, conform informaçõs disponívis no Portal da Transparência do TCE-SE (anxar à notificação o documnto constant às fls. /8 da pça 7): Documnto fiscal Data missão Valor pago Data pagamnto com rcursos fdrais Data pagamnto com rcursos municipais NFS- 037 24 / / 20 R$ 87.9,2 2 / 2 / 20 9 / 2 / 20 NFS- 038 24 / / 20 R$ 3.00, 3 2 / 2 / 20 9 / 2 / 20 NFS- 02 28/2/202 R$ 37.95,29 3/3/202 3/3/202 NFS- 32 6/7/202 R$ 45.092, 27 9/7/202 8/7/202 g) dtrminar o ncaminhamnto d cópia dst Acórdão da instrução constant da pça nº 52: g.) à Prfitura Municipal d Nossa Snhora da Glória/SE, à Caixa Econômica Fdral ao dnunciant, para conhcimnto; g.2) à rsponsávl mncionada no itm "c" dst Acórdão, m atndimnto ao 3º do art. 4 da Rsolução TCU 259/204 como subsídio ao su pronunciamnto; g.3) aos Ministros d Estado do Esport do Turismo, com vistas a cintificá-los a rspito da convrsão dsts autos m Tomada d Contas Espcial, m atndimnto ao parágrafo único do art. 98 do Rgimnto Intrno; h) apnsar os prsnts autos ao procsso d tomada d contas spcial qu vir a sr autuado, na forma prvista no art. 43 da Rsolução TCU 9/2006; i) autorizar a Scx/SE a autuar procsso d monitoramnto a fim d vrificar o cumprimnto da dtrminação constant do itm "f", dsdobramntos, dsta Dlibração; j) lvantar a chancla d sigilo qu rcai sobr a matéria tratada nsts autos.. Procsso TC-03.884/204-8 (DENÚNCIA).. Apnsos: 008.87/205-0 (REPRESENTAÇÃO).2. Rsponsávl: Luana Michl d Olivira Silva Cacho, CPF 999.035.085-72..3. Dnunciant: Idntidad prsrvada (caput do art. 55 da Li 8.443/992)..4. Órgão/Entidad/Unidad: Prfitura Municipal d Nossa Snhora da Glória/SE..5. Rlator: Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti..6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..7. Unidad Técnica: Scx/SE..8. Rprsntação lgal: não há. Os acórdãos rlativos aos procssos m qu foi mantido o sigilo constam do Anxo Único dsta Ata, qu srá arquivado na Scrtaria das Sssõs. E N C E R R A M E N TO Às 7 horas 53 minutos, a Prsidência convocou sssão xtraordinária d carátr rsrvado para o dia 6 d novmbro d 206 ncrrou a sssão, da qual foi lavrada sta ata, a sr aprovada plo Prsidnt homologada plo Plnário. MARCIA PAULA SARTORI Subscrtária do Plnário Aprovada m 4 d novmbro d 206. AROLDO CEDRAZ DE OLIVEIRA Prsidnt ATA N o - 44, DE o - DE NOVEMBRO DE 206 (Sssão Extraordinária do Plnário) Prsidência: Prsidnt Aroldo Cdraz Rprsntant do Ministério Público: Procuradora-Gral, m xrcício, Cristina Machado da Costa Silva Scrtário das Sssõs: AUFC Luiz Hnriqu Pochyly da Costa Subscrtária do Plnário: AUFC Marcia Paula Sartori Às 4 horas 39 minutos, a Prsidência dclarou abrta a sssão xtraordinária do Plnário, com a prsnça dos Ministros Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo, dos Ministros- Substitutos Marcos Bmqurr Costa (convocado para substituir a Ministra Ana Arras), André Luís d Carvalho (convocado para substituir o Ministro Bruno Dantas) Wdr d Olivira da Procuradora-Gral, m xrcício, Cristina Machado da Costa Silva. Ausnts, m férias, a Ministra Ana Arras, o Ministro Bruno Dantas o Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti. HOMOLOGAÇÃO DE ATA O Tribunal Plno homologou as Atas nºs 42 43, rfrnts às sssõs xtraordinária ordinárias ralizada m 26 d outubro (Rgimnto Intrno, artigo 0). PUBLICAÇÃO DA ATA NA INTERNET Os anxos dsta ata, d acordo com a Rsolução nº 84/2005, stão publicados na página do Tribunal d Contas da União na Intrnt (www.tcu.gov.br). COMUNICAÇÕES (v. intiro tor no Anxo I a sta Ata) Da Prsidência: Ralização do workshop "GoControl: O Uso d Gotcnologias como Frramnta d Control Extrno". QUESTÃO DE ORDEM (v. intiro tor no Anxo I a sta Ata) Qustão d ordm suscitada plo Ministro Vital do Rêgo acrca da suspnsão do prazo rcursal por força d intrposição d mbargos d dclaração. O Ministro Raimundo Carriro tcu algumas considraçõs acrca do ncaminhamnto do assunto. O prsidnt acolhu as sugstõs informou qu dtrminará a adoção das providências ncssárias. MEDIDA CAUTELAR CONCEDIDA (v. intiro tor no Anxo II a sta Ata) O Plnário rfrndou, nos trmos do disposto no º do art. 276 do Rgimnto Intrno dst Tribunal, a concssão da mdida cautlar xarada no procsso nº TC-02.542/206-3, plo Ministro Bruno Dantas comunicada plo Ministro-Substituto André Luís d Carvalho, para qu a Eltronuclar, m vntuais pagamntos qu sjam fitos no âmbito d contratos rlacionados ao mprndimnto d Angra 3, rtnha quantia suficint para garantir os montants apurados. SORTEIO ELETRÔNICO DE RELATOR DE PROCESSOS D acordo com o parágrafo único do artigo 28 do Rgimnto Intrno nos trmos da Portaria da Prsidência nº 9/20, ntr os dias 27 d outubro º d novmbro, foi ralizado sortio ltrônico dos sguints procssos:

6 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Procsso: 03.37/200-0 Intrssado: Osvaldo Martins Rizzo Motivo do sortio: Impdimnto - Arts. 5, Inciso II do R.I. Tipo do sortio: Sortio d Rlator d Procssos - Plnário Rlator sortado: Ministro BRUNO DANTAS Procsso: 04.27/206-3 Intrssado: Não há Motivo do sortio: Impdimnto - Arts. 5, Inciso II do R.I. Tipo do sortio: Sortio d Rlator d Procssos - Plnário Rlator sortado: Ministro ANA ARRAES Procsso: 025.974/204-9 Intrssado: /GAE CONSTRUCAO E COMERCIO LTDA Motivo do sortio: Impdimnto - Arts. 5, Inciso II do R.I. Tipo do sortio: Sortio d Rlator d Procssos - a. Câmara Rlator sortado: Ministro BRUNO DANTAS Procsso: 030.087/206-3 Intrssado: Não há Motivo do sortio: IN - TCU 74/205 Tipo do sortio: Sortio d Rlator d Procssos - IN- TCU 74/5 Rlator sortado: Ministro WALTON ALENCAR RODRIGUES COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Rcurso: 032.456/20-5/R00 Rcorrnt: Boavntura Vidal Cavalcant Motivo do sortio: Rcurso d rconsidração Rlator sortado: AUGUSTO NARDES Rcurso: 040.953/202-2/R004 Rcorrnt: Francisco d Assis Rodrigus Frós Motivo do sortio: Rcurso d rconsidração Rlator sortado: RAIMUNDO CARREIRO Rcurso: 040.953/202-2/R005 Rcorrnt: Rnato Stoppa Candido Motivo do sortio: Rcurso d rconsidração Rlator sortado: RAIMUNDO CARREIRO Rcurso: 040.953/202-2/R006 Rcorrnt: DUE PROMOÇÕES E EVENTOS LTDA Motivo do sortio: Rcurso d rconsidração Rlator sortado: RAIMUNDO CARREIRO PROSSEGUIMENTO DE VOTAÇÃO Nos trmos do 3º do art. 9 do Rgimnto Intrno, dus prossguimnto à votação do procsso nº TC-0.706/204-7 (Ata nº 5/205) o Plnário aprovou o Acórdão nº 2780/206, sndo vnddora a proposta aprsntada plo rvisor, Ministro Walton Alncar Rodrigus. REABERTURA DE DISCUSSÃO Nos trmos do 5º do art. 2 do Rgimnto Intrno, foi rabrta a discussão do procsso nº TC-002.256/20-8 (Ata nº 45/202) o Tribunal aprovou, por unanimidad, o Acórdão nº 2785/206. PEDIDOS DE VISTA Com bas no artigo 9 do Rgimnto Intrno, foi suspnsa a votação do procsso nº TC-007.437/206-, cujo rlator é o Ministro Bnjamin Zymlr, m função d pdido d vista formulado plo Ministro-Substituto André Luís d Carvalho. Já votou o rlator, conform rlatório, voto minuta d acórdão constants do Anxo IV dsta Ata. Com bas no artigo 2 do Rgimnto Intrno, foi adiada a discussão do procsso nº TC-008.348/200-3, cujo rlator é o Ministro Walton Alncar Rodrigus, m função d pdido d vista formulado plo Ministro Bnjamin Zymlr. Com bas no artigo 2 do Rgimnto Intrno, foi adiada a discussão do procsso nº TC-025.244/205-9, cujo rlator é o Ministro Raimundo Carriro o º rvisor, o Ministro-Substituto Wdr d Olivira, m função d pdido d vista formulado plo Ministro Walton Alncar Rodrigus. PROCESSOS EXCLUÍDOS DE PAUTA Foram xcluídos d pauta, nos trmos do artigo 42 do Rgimnto Intrno, os sguints procssos: TC-029.20/206-0 TC-029.526/202-4, cujo rlator é o Ministro Raimundo Carriro; TC-005.590/20-6, cujo rlator é o Ministro Augusto Nards; TC-04.99/205-7, cujo rlator é o Ministro José Múcio Montiro; TC-020.669/206-0, cuja rlatora é a Ministra Ana Arras, a pdido do rvisor (art.9) Ministro Raimundo Carriro; TC-005.406/203-7, cujo rlator é o Ministro Vital do Rêgo. plo código 0002066006 PROCESSOS APRECIADOS POR RELAÇÃO O Tribunal Plno aprovou as rlaçõs d procssos a sguir transcritas profriu os Acórdãos d nºs 2758 a 2779. RELAÇÃO Nº 58/206 - Plnário Rlator - Ministro WALTON ALENCAR RODRIGUES ACÓRDÃO Nº 2758/206 - TCU - Plnário Considrando qu o Acórdão 732/203-TCU-Plnário julgou irrgulars as contas dos Srs. Cairo Albrto d Fritas, Antônio Durval d Olivira Borgs da mprsa Hospfar Indústria Comércio d Produtos Hospitalars Ltda., condnando-os, solidariamnt, ao pagamnto d débito no valor original d R$ 44.556,87, sm, contudo, imputar-lhs multa; Considrando qu os rsponsávis imptraram mbargos dclaratórios (pças 92, 93 64) rcursos d rconsidração (pças 4 35), os quais foram aprciados plo Acórdão 247/203-TCU- Plnário (pça 06), Acórdão.989/204-TCU-Plnário (pça 48) Acórdão 3.045/204-TCU-Plnário (pça 8), qu conhcram dos rcursos imptrados, para, no mérito, ngar-lhs provimnto; Considrando a intrposição d rcurso d rvisão (R006, pça 229), m 9/4/206, por Cairo Albrto d Fritas contra o Acórdão 732/203-Plnário; Considrando qu o rcurso d rvisão rqur o atndimnto dos rquisitos spcíficos indicados nos incisos do art. 35 da Li nº 8.443/992: I - rro d cálculo nas contas; II - falsidad ou insuficiência d documntos m qu s tnha fundamntado a dcisão rcorrida; III - suprvniência d documntos novos com ficácia sobr a prova produzida; Considrando qu o rcorrnt s limita a invocar a hipóts lgal compatívl com o rcurso d rvisão, ntrtanto, os documntos acostados aos autos não possum ficácia para lidir a irrgularidad dsconstituir a dlibração rcorrida; Considrando qu os parcrs da Scrtaria d Rcursos do Ministério Público são uniforms plo não conhcimnto do rcurso, por não atndr aos rquisitos spcíficos d admissibilidad; Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos art. 35 da Li 8.443/992, c/c o art. 288 do Rgimnto Intrno/TCU, m não conhcr do prsnt rcurso d rvisão, por não prnchr os rquisitos d admissibilidad, dando-s ciência dsta dlibração ao rcorrnt:. Procsso TC-06.833/2009-0 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL).. Apnsos: 005.73/205-3 (COBRANÇA EXECUTI- VA ).2. Rsponsávis: Antônio Durval d Olivira Borgs (94.347.40-00); Cairo Albrto d Fritas (26.542.98-5); Hospfar Ind Com d Produtos Hospitalars Ltda (26.92.908/000-2).3. Rcorrnt: Cairo Albrto d Fritas (26.542.98-5).4. Órgão/Entidad: Scrtaria d Estado da Saúd d Goiás.5. Rlator: Ministro Walton Alncar Rodrigus.6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Júlio Marclo d Olivira.7. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti.8. Unidads Técnicas: Scrtaria d Rcursos (SERUR); Scrtaria d Control Extrno no Estado d Goiás (SECEX-GO)..9. Rprsntação lgal: Arthur Simas Pinhiro (4834/OAB-DF) outros, rprsntando Cairo Albrto d Fritas; Antônio Prilo d Sousa Tixira Ntto (2359/OAB-DF) outros, rprsntando Hospfar Ind Com d Produtos Hospitalars Ltda; Johann Adrianus Camargo Boudns (4.40E/OAB-DF) outros, rprsntando Antônio Durval d Olivira Borgs Cairo Albrto d Fritas..0. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. ACÓRDÃO Nº 2759/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso V, "", 83, inciso I, "d" parágrafo único, do Rgimnto Intrno/TCU, m prorrogar o prazo, por mais 90 (novnta) dias, a contar do prazo inicialmnt fixado, para o atndimnto da prsnt Solicitação do Congrsso Nacional, nos trmos do art. 5, 2º, da Rsolução-TCU 25/2008, m virtud da ncssidad d trminar consolidar o rsultado das fiscalizaçõs objto dos TCs 02.577/206-, 02.573/206-6, TC 09.494/204-9 02.79/206-7; m adotar as sguints mdidas, d acordo com o parcr da SinfraHid:. Procsso TC-02.092/206-9 (SOLICITAÇÃO DO CON- GRESSO NACIONAL).. Órgão/Entidad: Agência Nacional d Transports Trrstrs; Ministério dos Transports, Portos Aviação Civil; Valc Engnharia, Construçõs Frrovias S.A..2. Rlator: Ministro Walton Alncar Rodrigus.3. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.4. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Portuária, Hídrica Frroviária (SinfraHid)..5. Rprsntação lgal: Paulo Srgio Bzrra dos Santos outros, rprsntando Agência Nacional d Transports Trrstrs; Mauricio Santo Matar (32226/OAB-SP) outros, rprsntando Valc Engnharia, Construçõs Frrovias S.A...6. Mdidas:.6.. comunicar ao Coordnador da Comissão Extrna - Construção da Frrovia Nova Transnordstina (Cxtran), d acordo com o disposto no art. 5, 3º, da Rsolução-TCU 25/2008, a prorrogação d 90 (novnta) dias no prazo para atndimnto da prsnt Solicitação, findo o qual a comissão srá informada dos rsultados das fiscalizaçõs ora m andamnto rlativas ao Contrato d Concssão da Frrovia Nova Transnordstina;.6.2. rstituir os prsnts autos à SinfraHidroFrrovia para a continuidad das análiss. RELAÇÃO Nº 40/206 - Plnário Rlator - Ministro BENJAMIN ZYMLER ACÓRDÃO Nº 2760/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. º, inciso II, 43, inciso I, da Li 8.443/992, c/c os arts. 43, inciso III, 237, inciso VII, 250 do Rgimnto Intrno, quanto ao procsso a sguir rlacionado, m conhcr da rprsntação, considrá-la improcdnt, julgar prjudicada, m consquência, a mdida cautlar postulada dtrminar o arquivamnto, dando ciência ao(s) rprsntant(s) à Justiça Fdral - Sção Judiciária d São Paulo, d acordo com os parcrs mitidos nos autos:. Procsso TC-029.032/206-4 (REPRESENTAÇÃO).. Órgão/Entidad: Justiça Fdral - Sção Judiciária/sp - Tr f - 3.2. Rlator: Ministro Bnjamin Zymlr.3. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.4. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio d Janiro (SECEX-RJ)..5. Rprsntação lgal: não há..6. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. RELAÇÃO Nº 38/206 - Plnário Rlator - Ministro AUGUSTO NARDES ACÓRDÃO Nº 276/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, quanto ao procsso a sguir rlacionado, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. º, inciso I; 6, inciso I; 7 23, inciso I; da Li n. 8.443/992, c/c os arts. 43, inciso I, alína a; 207 24, inciso I; do Rgimnto Intrno/TCU, aprovado pla Rsolução n. 55/2002, m julgar rgulars as contas dos rsponsávis abaixo qualificados, dando-lhs quitação plna, conform proposta da unidad técnica, ratificada plo rprsntant do Ministério Público junto a st Tribunal, dar ciência dst acórdão da instrução qu o fundamnta (pça ), ao Instituto Brasiliro d Turismo arquivar o prsnt procsso:. Procsso TC-03.0/205-2 (PRESTAÇÃO DE CON- TAS - Exrcício: 204).. Rsponsávis: Alxandr Nakagawa (993.032.3-49); Austrlitz Bringl Ers (087.7.622-9); Bruno Giovanni dos Ris (000.297.40-00); Cibl Hoisl Amâncio Costa (770.766.055-20); Claudio Corra Vasqus (755.448.46-00); Dlma Santos d Andrad (38.034.78-72); Flavio Dino d Castro Costa (377.56.33-53); Gilson Andrad Lira (886.58.474-87); Katia Cristina Alvs Bitncourt (266.625.90-34); Lila Maria Quinhos d Carvalho Holsbach (279.383.44-68); Lournco Milton Rablo dos Santos (84.626.34-72); Marco Antonio d Britto Lomanto (270.782.99-9); Paulo Robrto Nvs Santos (03.227.625-97); Sérgio Flors d Albuqurqu (86.53.64-72); Tiago José Tomazlla (305.764.428-79); Tufi Michrff Nto (947.748.629-9); Vicnt José d Lima Nto (379.853.455-5); Victor Hugo Toniolo Silva (036.007.39-04); Waltr Luiz d Carvalho Frrira (709.935.807-34); Waltr Nuns d Vasconclos Junior (46.529.66-87).2. Órgão/Entidad: Instituto Brasiliro d Turismo..3. Rlator: Ministro Augusto Nards..4. Rprsntant do Ministério Público: Subprocurador-Gral Lucas Rocha Furtado..5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno do Dsnvolvimnto Econômico (ScxDsn)..6. Rprsntação lgal: Maria do Prptuo Socorro Lobato d Farias outros, rprsntando Instituto Brasiliro d Turismo..7. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs:.7.. Dar ciência, à Embratur, nos trmos do art. 7º da Rsolução-TCU 265/204, d qu foram vrificadas as sguints falhas m procssos licitatórios d pagamnto;.7... No Prgão Eltrônico 05/204, foi utilizado o tipo mnor prço global para a contratação d mais d uma solução d TI, o qu pod tr rduzido a comptitividad do crtam, fato qu contraria o art. 3º, inciso I, da IN SLTI 02/2008, art. 5º, inciso I, da IN SLTI 04/200 o art. 23, º, da Li 8.666/993;.7..2. No Prgão Eltrônico 07/204, foram idntificadas dficiências no planjamnto da contratação, como ausência d studos aprofundados d viabilidad da solução d TI ausência d adquada dfinição da solução d TI;.7..3. No procsso administrativo d pagamnto 7200.00075/204-59, qu trata da criação da produção do film "Brasil Prparado", não constam nm cotação d mrcado, nm psquisa d prço junto ao Sistma d Disponibilização d Rfrência d Prços (SIREF) para os srviços subcontratados plas agências d publicidad, o qu stá m dsacordo com os arts. 3º 5, inciso V, da Li 8.666/993 com o Manual d Orintaçõs às Agências d Publicidad da Embratur, aprovado mdiant a Portaria Embratur 3, d 2/3/202;

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 7.7..4. Nos procssos d pagamnto 7200.00075/204-59 (qu trata da criação da produção do film "Brasil Prparado") 7200.000769/204-4 (rlativo à ngociação do plano d mídia onlin para ativação do rfrido film), vrificou-s qu o pdido d pagamnto d três notas fiscais a homologação do pdido foram fitos pla msma srvidora, qu atuou como grnt da solicitação como ordnadora d dspsa, concomitantmnt. O fato rprsnta inobsrvância ao princípio da sgrgação d funçõs. ACÓRDÃO Nº 2762/206 - TCU - Plnário Considrando o disposto no subitm 9.0.3 do Acórdão nº 68/205-Plnário m atnção à manifstação do rprsntant do Ministério Público junto ao TCU - MPTCU (pça 84); Os Ministros do Tribunal d Contas da União, quanto ao procsso a sguir rlacionado, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 277, inciso I 278, 2º, do Rgimnto Intrno do TCU, m ncrrar o prsnt procsso, tndo m vista qu as dcisõs profridas no Procsso nº 00338-04.200.4.02.55 (200.5.5.0338-5) transitaram m julgado no âmbito do 2º Juizado Espcial Fdral do Rio d Janiro (pça 83), não produz qualqur fito sobr a situação da rsponsávl Ana Paula Soars dos Santos, conform parcr do p a rq u t (pça 84).. Procsso TC-006.93/203-7 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL).. Apnsos: 005.397/205-4 (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.389/205- (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.39/205-6 (CO- BRANÇA EXECUTIVA); 005.396/205-8 (COBRANÇA EXECU- TIVA); 005.394/205-5 (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.392/205-2 (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.388/205-5 (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.395/205- (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.393/205-9 (COBRANÇA EXECUTIVA); 005.390/205-0 (CO- BRANÇA EXECUTIVA).2. Rsponsávis: Albrto Alxandr Dias Ribiro (784.297.307-53); Ana Paula Soars dos Santos (777.202.887-34); Antonia Nvs Lobato (907.849.797-5); Antonio Inácio d Lima (528.976.057-5); Catrina Anglina Papa Pazzini (002.46.027-00); Clso Guimarãs (407.097.957-34); Dircu Custódio Silva (97.845.976-9); Elizandra Candida Mnds (078.79.307-02); Hnriqu Dutra Filho (348.498.747-20); Joana Rodrigus dos Santos (02.64.767-82); Jorg Almida (075.524.367-60); Jorg Frrira Maravalhas (034.894.427-68); Jorg d Olivira (384.89.987-72); José Carlos Silva Rocha (376.504.407-53); José Luiz dos Santos (376.053.37-72); José da Cruz Lmos (308.864.577-34); Manol Alvs Pinto (993.770.558-49); Maria Emilia Gonçalvs (532.234.387-34); Maria d Fátima Morira Diniz (782.34.446-04); Nanci Pdro (543.28.757-49); Norma Passos dos Santos (375.433.007-0); Orlando Noguira Dias (29.92.87-87); Robrto Prira da Silva (708.643.498-5); Zilvilzi da Silva Rols (386.569.657-00)..3. Órgão/Entidad: Grência Excutiva do INSS - Rio d Janiro-cntro/RJ - INSS/MPS..4. Rlator: Ministro Augusto Nards..5. Rprsntant do Ministério Público: Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin..6. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio d Janiro (SECEX-RJ)..7. Rprsntação lgal: Francisco Castigliola (OAB/RJ 058.08), Dfnsoria Pública da União, a favor d Maria Emilia Gonçalvs (pça 32, p. 7); Hlln Noguira (OAB/RJ 98.724) (pça 4, p. 243/245)..8. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. ACÓRDÃO Nº 2763/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, quanto ao procsso a sguir rlacionado, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, incisos III V, alína "a"; 235 237, inciso VII, do Rgimnto Intrno dst Tribunal c/c o art. 3, º, da Li 8.666/993, m conhcr da prsnt Rprsntação, para considrála parcialmnt procdnt, d acordo com o parcr da Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (pça 39), sm prjuízo das dtrminaçõs dscritas no subitm.7 dsta dlibração. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL. Procsso TC-05.569/206-0 (REPRESENTAÇÃO).. Apnsos: 06.043/206-2 (DENÚNCIA); 05.970/206-7 (DENÚNCIA); 05.577/206-3 (DENÚNCIA); 06.038/206-9 (REPRESENTAÇÃO); 06.055/206-0 (REPRESENTAÇÃO); 05.94/206-7 (REPRESENTAÇÃO)..2. Órgão/Entidad: Dpartamnto Nacional d Infrastrutura d Transports..3. Rlator: Ministro Augusto Nards..4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog)..6. Rprsntação lgal: não há..7. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs:.7.. Dtrminar ao Dpartamnto Nacional d Infrastrutura d Transports (DNIT), com bas no art. 250, inciso II, do Rgimnto Intrno do TCU, qu, prviamnt à rabrtura do Prgão Eltrônico 68/206, adot as mdidas abaixo, informando ao TCU m 5 dias, as mdidas adotadas;.7... justifiqu, por mio d studos técnicos, qu dvrão sr juntados ao procsso administrativo da contratação, a dfinição dos pontos d control d vlocidad contmplados no Prgão Eltrônico 68/206, com vistas a dmonstrar o cumprimnto ao art. 6º, inciso IX, da Li 8.666/993 ao 2º do art. 4º da Rsolução 396/20 do Contran; plo código 0002066007.7..2. justifiqu, por mio d studos técnicos, qu dvrão sr juntados ao procsso administrativo da contratação, a xigência d Dclaração d Solidaridad como condição d habilitação, qu, conform xposto no Acórdão.805/205 - TCU - Plnário, somnt podrá sr admitida m situaçõs xcpcionais, quando imprscindívl à xcução do objto contratual;.7..3. ravali a prtinência da rgra stablcida no itm 3, alína "g", do Trmo d Rfrência do Prgão Eltrônico 68/206, qu limita a dois a quantidad d lots adjudicados a um msmo licitant, considrando os riscos rlacionados à comptitividad à divisão do objto ntr os potnciais licitants, conform dstacado na instrução da unidad técnica (pça 39), fundamnt a dcisão adotada m studos técnicos conclusivos;.7..4. ravali a psquisa d mrcado qu subsidiou o orçamnto stimado da licitação considr, conform dstacado na prsnt instrução, outros parâmtros além d orçamntos obtidos junto a potnciais forncdors, tais como o Portal d Compras Govrnamntais contrataçõs similars ralizadas pla Administração Pública, m spcial as contrataçõs antriors do DNIT, conform assntado m prcdnts do Tribunal, a xmplo dos Acórdãos 2.86/204,.445/205 3.35/205, todos do Plnário;.7..5. m rlação ao subitm 7.4.0 do Trmo d Rfrência, considrando o ntndimnto do TCU sobr a matéria (Acórdãos 2.769/204 - Plnário,.884/205 - Primira Câmara 5.942/204 - Sgunda Câmara, dntr outros), xija o rgistro da licitant apnas no Conslho qu fiscaliza a atividad básica ou o srviço prpondrant da licitação:.7.2. Dar ciência ao DNIT sobr as sguints impropridads, idntificadas no Prgão Eltrônico 68/206, d forma a vitar a ocorrência d outras smlhants;.7.2. xigência contida no subitm.7. do dital, d comprovação d Capital Circulant Líquido (CCL) ou Capital d Giro (Ativo Circulant - Passivo Circulant) d, no mínimo, 6,66% do valor stimado para a contratação, não do valor quivalnt ao príodo d doz mss, contrariando o ntndimnto do TCU, xposto na fundamntação do Acórdão.24/203-Plnário;.7.2.2. xigência, para fins d habilitação conômico-financira, d capital circulant líquido d, no mínimo, 6,66% do valor stimado da contratação, qu, sgundo o Acórdão 592/206 - TCU - Plnário, somnt é adquada aos srviços continuados com cssão d mão d obra m rgim d ddicação xclusiva, sndo cabívl, nos dmais contratos por scopo, a adoção d critérios d habilitação conômico-financira com rquisitos difrnciados d CCL, stablcidos conform as pculiaridads do objto a sr licitado, tornandos ncssário qu xista justificativa do prcntual adotado nos autos do procdimnto licitatório;.7.2.3. prazo xíguo para a ralização d vistoria técnica, considrando a proximidad ntr a publicação do dital a data agndada para a sssão pública, contrariando o ntndimnto constant do Acórdão 2.826/204 - TCU - Plnário;.7.2.4. manutnção d cláusula ditalícia rfrnt a amostras, subitm 0.2 do dital, apsar d não xigida no Trmo d Rfrência da licitação;.7.2.5. stimativa do valor da contratação basada, unicamnt, m orçamntos forncidos por mprsas do ramo, contrariando o ntndimnto do TCU (Acórdãos 2.86/204,.445/205 3.35/205, todos do Plnário) d qu, para fim d orçamntação nas licitaçõs d bns srviços, dvm sr priorizados os parâmtros prvistos nos incisos I III do art. 2º da IN SLTI/MPOG 5/204, quais sjam, "Portal d Compras Govrnamntais" "contrataçõs similars d outros nts públicos", m dtrimnto dos parâmtros contidos nos incisos II IV daqul msmo art. 2º, isto é, "psquisa publicada m mídia spcializada, sítios ltrônicos spcializados ou d domínio amplo" "psquisa com os forncdors", cuja adoção dv sr vista como prática subsidiária, suplmntar;.7.3. Dar ciência dsta dlibração à mprsa Fotosnsors Tcnologia Eltrônica Ltda., CNPJ 73.688.57/000-99, bm como aos dmais rprsntants (Talntch - Tcnologia Ltda., CNPJ 5.773.46/000-0, Srgt Comércio Construçõs Srviços d Trânsito Ltda., CNPJ 02.363.69/000-96 Junquira Lima & Nascimnto Advogados Associados, CNPJ 3.37.890/000-0) dnunciants (TC 06.043/206-2, TC 05.970/206-7 TC 05.577/206-3);.7.4. Dtrminar à Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog), com bas no art. 243 do Rgimnto Intrno do TCU, qu monitor as dtrminaçõs constants do subitm.7. dsta dlibração. RELAÇÃO Nº 5/206 - Plnário Rlator - Ministro RAIMUNDO CARREIRO ACÓRDÃO Nº 2764/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, com fundamnto no art. 43, inciso V, alína "d", do Rgimnto Intrno/TCU, c/c o nunciado nº 45 da Súmula da Jurisprudência prdominant do Tribunal d Contas da União, ACORDAM, por unanimidad, m rtificar, por inxatidão matrial o Acórdão 348/206 - TCU - Plnário, Sssão d 25/5/206 - Ordinária, Ata nº 8/206 - Plnário, rlativamnt aos itns 3.2 9., para qu: - ond s lê: "(...) Sholz", lia-s "(...) Scholz" Mantndo-s os dmais trmos do Acórdão ora rtificado, d acordo com os parcrs mitidos nos autos pla Scx-RS plo Ministério Público junto a st Tribunal.. Procsso TC-00.72/203-5 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL).. Rsponsávis: Blmiro Hylmann (203.295.980-5); Elias Maria da Silva (36.728.000-5); Elio Albano Juchn - Falcido (069.3.990-5); Hardi Waltr Jost (229.640.880-04); Paulo Ricardo Scholz (382.870.720-34).2. Órgão/Entidad: Instituto Nacional do Sguro Social.3. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.4. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Srgio Ricardo Costa Caribé.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio Grand do Sul (SECEX-RS)..6. Rprsntação lgal: Giovani Fuhr (7833/OAB-RS), rprsntando Elsina Juchm Maiqul Cristiano Juchm. ACÓRDÃO Nº 2765/206 - TCU - Plnário VISTO rlacionado st Rcurso d Rconsidração m Tomada d Contas Espcial, intrposto plo Sr. Juacl Maria da Cunha Lops Machado, contra o Acórdão Acórdão 75/206 - Plnário - (Pça 7) - itns rcorridos 9.2, 9.3, 9.4 9.6. (R00). Considrando qu além d intmpstivo, não são aprsntados fatos novos qu possam suplantar a intmpstividad do rcurso; Considrando o parcr do Ministério Público junto a st Tr i b u n a l ; ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, por unanimidad, com fundamnto no art. 32, parágrafo único, 33 da Li 8.443/92 c/c os arts. 43 285, 2º, do RI/TCU; m: a) não conhcr o Rcurso d Rconsidração, por intmpstivo não aprsntar fatos novos. b) dar ciência dst Acórdão ao rcorrnt aos órgãos/ntidads intrssados.. Procsso TC-00.883/205-0 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL).. Rcorrnt: Juacl Maria da Cunha Lops Machado (59.492.902-59).2. Órgão/Entidad: Grência Excutiva do INSS - Rio d Janiro-cntro/RJ - INSS/MPS.3. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.4. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Júlio Marclo d Olivira.5. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Vital do Rêgo.6. Unidads Técnicas: Scrtaria d Rcursos (SERUR); Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio d Janiro (SECEX- RJ)..7. Rprsntação lgal: não há. ACÓRDÃO Nº 2766/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso V, alína "", 83, inciso I, alína d, do Rgimnto Intrno/TCU, ACORDAM m prorrogar até 7/7/207 o prazo para a conclusão da dtrminação constant do itm "a" do Acórdão nº.570/206 - Plnário, haja vista a complxidad dos studos dmandados tndo m conta a algação do solicitant "qu s ncontram m andamnto as açõs ncssárias ao atndimnto qu são ncssários 2 (doz) mss para ralização dos trabalhos".. Procsso TC-02.235/2009-3 (RELATÓRIO DE LEVAN- TA M E N TO ).. Intrssado: Idntidad prsrvada (art. 55, caput, da Li n. 8.443/992).2. Órgão/Entidad: Dpartamnto Nacional d Infrastrutura d Transports.3. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Rodoviária (SinfraRod)..6. Rprsntação lgal: não há. ACÓRDÃO Nº 2767/206 - TCU - Plnário Visto rlacionado st procsso qu trata d Monitoramnto (RMON) autuado pla Scrtaria d Control Extrno do Estado d Mato Grosso (Scx-MT) m cumprimnto à dtrminação do itm 9.5 do Acórdão 323/203-TCU-Plnário (TC 03.608/202-4 - Rlator: Ministro Aroldo Cdraz), a sguir transcrito, para vrificar os procdimntos d rgularização fundiária adotados nas obras d pavimntação da BR 58/MT. 9.5. autorizar a ralização d monitoramnto, d qu trata o art. 243, do Rgimnto Intrno do TCU, procsso do tipo RMON, para vrificar os procdimntos d rgularização fundiária adotados pla SR/MT/Dnit nas obras d pavimntação da BR 58/MT, podndo inclusiv, ftuá-la d forma conjunta com o RMON a sr ralizado nos procdimntos d rgularização fundiária adotados pla Sptu/MT nas obras d pavimntação da BR 58/MT; Considrando qu, a fim d cumprir a dtrminação do itm 9.5 do Acórdão 323/203-TCU-Plnário - Rlator: Ministro Aroldo Cdraz, o rsponsávl foi notificado, por mio do Ofício 0702/204 - TCU/Scx- MT, d 23/5/204 (pça 4), rcbido m 3/6/204 (pça 5), para qu prstass informaçõs, no prazo d 5 dias, acrca dos procdimntos d rgularização fundiária adotados nas obras d pavimntação da BR 58/MT.

8 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Considrando qu, mbora o DNIT tnha dmorado para dar cumprimnto ao itm 9.5 do Acórdão 332/203 - TCU - Plnário, constatou-s qu o procsso licitatório para a contratação da mprsa spcializada, pod sr acolhido como plano d ação. Considrando tal documntação como o plano d ação, o monitoramnto, autorizado plo itm 9.5 do Acórdão 332/203 - TCU - Plnário pod sr ralizado. Considrando qu o contrato para a rgularização fundiária trá a vigência d 630 dias, propõ-s a convrsão do prsnt procsso d RMON para MON, para fins d acolhr o plano d ação aprsntado, m sguida arquivá-lo. ACORDAM, os Ministros do Tribunal d Contas da União, com fundamnto nos arts. 43, inciso III, 5, 05 243, do Rgimnto Intrno/TCU, m: a) procdr a xclusão da fiscalização cadastrada no Fiscalis sob o númro 3/204; b) dtrminar à Scx/MT inici a fiscalização já autorizada no itm 9.5 do Acórdão 324/203-Plnário, no prazo d 365 dias, a fim d vrificar o andamnto da xcução do contrato a sr firmado plo DNIT para a rgularização fundiária da BR 58/MT; c) convrtr o prsnt procsso d RMON para MON, para fins d acolhr a documntação aprsntada como o plano d ação d qu trata o itm 9.4.3 do Acórdão 324/203-Plnário m sguida arquivá-lo. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS. Procsso TC-000.944/204-9 (RELATÓRIO DE MONI- TO R A M E N TO ).. Rsponsávl: Orlando Fanaia Machado (789.624.046-72).2. Órgão/Entidad: Suprintndência Rgional do Dnit no Estado do Mato Grosso - DNIT/MT.3. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado d Mato Grosso (SECEX-MT)..6. Rprsntação lgal: não há. ACÓRDÃO Nº 2768/206 - TCU - Plnário VISTOS rlacionados sts autos qu tratam d rprsntação autuada m atnção à dtrminação contida no Acórdão 9.453/205 - TCU - 2ª Câmara (Rlator: Ministro Raimundo Carriro) qu, mbora dcidindo plo não conhcimnto d pdido d rxam formulado plas mprsas Castor Alimntos Ltda. Pro Ativa Alimntos Ltda. nos autos do TC 02.586/200-, dtrminou o sguint: "(...) b) ncaminhar cópia dos autos à Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas/Slog, para autuação d rprsntação da unidad técnica com o objtivo d studar aprciar as complxas qustõs d fato lvantadas plos rcorrnts, m spcial contratos qu nvolvm dois lmntos, a sabr, aquisiçõs d bns logística d armaznagm d distribuição, por consguint, s é possívl avaliar nsss tipos d contrato quanto do su valor rfrs ao custo do itm quanto à logística; (...)" Considrando qu procsso tratou d auditoria ralizada pla Scrtaria d Control Extrno no Estado d São Paulo (Scx/SP) na Prfitura Municipal d São Paulo com o objtivo d avaliar a boa rgular gstão d rcursos públicos fdrais rpassados plo Fundo Nacional d Dsnvolvimnto da Educação - FNDE, no âmbito do Programa Nacional d Alimntação Escolar - PNAE, ao Município d São Paulo, nos xrcícios d 2009 200. Considrando qu o documnto constant da pça pod sr conhcido como rprsntação, por prnchr os rquisitos prvistos nos arts. 235 237, VI, do Rgimnto Intrno/TCU. Considrando qu as análiss procdidas pla unidad técnica não lvaram a conclusõs, nm msmo aproximadas, sobr a participação dos custos d logística no valor total do objto. Também foram ralizadas psquisas bibliográficas, mas não foram idntificadas informaçõs rlvants sobr o tma. Considrando qu, mbora os contratos nvolvndo forncimnto d alimntos in natura, com ntrga nas unidads scolars, m rgra, não possam sr prorrogados sucssivamnt com bas no art. 57, inciso II, da Li 8.666/993, podm havr hipótss m qu, dvido às pculiaridads do objto dmandado, sja mais vantajoso para Administração formalizar contratos com duração mais xtnsa. Nss caso, por s tratar d mdida d xcção, sua adoção dvrá star amparada plos studos prliminars laborados plos gstors durant a tapa d planjamnto da contratação. Considrando qu as sucssivas prorrogaçõs ftuadas pla Prfitura d São Paulo m contratos dcorrnts do Prgão 23/SME/DME/20, podm tr caractrizado dscumprimnto ao subitm 9.6.2 do Acórdão 3.89/20-2ª Câmara (Rlator: Ministro Aroldo Cdraz), a sguir transcrito, cab informar a Scx/SP sobr o fato para avriguação. 9.6. dtrminar, com fundamnto no art. 250, inciso II, do Rgimnto Intrno/TCU, ao Dpartamnto da Mrnda Escolar/SME/PMSP qu: (...) 9.6.2. não raliz prorrogaçõs sucssivas rgulamntadas plo inciso II do art. 57 da Li 8.666/993 m contrataçõs qu tnham por objto o forncimnto d bns d consumo, inclusiv gênros alimntícios dstinados à mrnda scolar; Considrando qu a mprsa Comrcial Milano do Brasil solicitou ingrsso nsts autos como intrssada, bm como cópia intgral do procsso (pças 22 23). Considrando qu não foram caractrizadas razõs lgítimas para intrvir nos prsnts autos. plo código 0002066008 ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, por unanimidad, m: a) conhcr da prsnt rprsntação, satisfitos os rquisitos d admissibilidad prvistos nos arts. 235 237, inciso VI, do Rgimnto Intrno dst Tribunal; b) informar à Scx/SP sobr as sucssivas prorrogaçõs contratuais ftuadas pla Prfitura d São Paulo m contratos dcorrnts do Prgão 23/SME/DME/20, qu podm tr caractrizado dscumprimnto ao subitm 9.6.2 do Acórdão 3.89/20-2ª Câmara (Rlator: Ministro Aroldo Cdraz), sopsando as informaçõs constants dsts autos; c) indfrir o ingrsso nos autos da mprsa Comrcial Milano do Brasil como part intrssada, com fulcro no art. 46, 2º, do RI/TCU; d) dfrir o pdido d cópia intgral do prsnt procsso para a mprsa Comrcial Milano do Brasil, com fulcro na Li nº 2. 5 2 7 / 2 0. ) ncaminhar cópia intgral do prsnt procsso ao Tribunal d Contas do Município d São Paulo; f) arquivar sts autos, nos trmos do art. 250, inciso I, do Rgimnto Intrno do TCU;. Procsso TC-030.798/205-9 (REPRESENTAÇÃO).. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.2. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.3. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog)..4. Rprsntação lgal: não há..5. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. ACÓRDÃO Nº 2769/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso V, alína "", 83, inciso I, alína d, do Rgimnto Intrno/TCU, m autorizar: a)a prorrogação, por mais 5 (quinz) dias a contar da notificação, do prazo para cumprimnto do Acórdão 2354/206- Plnário - TCU, conform rqurido pla Construtora Espaço Abrto Ltda. (CNPJ 76.60.343/000-73) pla Construtora Damiani Ltda. (CNPJ 03.68.474/000-90; b) a concssão d cópia dos autos, inclusiv m mio digital, para a Construtora Espaço Abrto Ltda. (CNPJ 76.60.343/000-73) para a Construtora Damiani Ltda. (CNPJ 03.68.474/000-90; c)acsso às parts aos prsnts autos.. Procsso TC-035.677/205-5 (REPRESENTAÇÃO).. Rsponsávis: Antonio Gustavo Matos do Val (CPF 56.370.266-53), Eduardo Robrto Stuckrt Nto (CPF 88.548.89-68), Francisco José d Siquira (CPF 070.459.304-0), Graldo Morira Nvs (CPF 205.93.83-20), Marclo Raggi Pachco (CPF 042.884.269-0), Paulo Maurício Brito Vrçosa (CPF 642.466.73-04)..2. Entidad: Emprsa Brasilira d Infrastrutura Aroportuária.3. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura d Aviação Civil Comunicaçõs (SinfraTl)..6. Rprsntação lgal: Kamai Figuirdo Arruda (74869/OAB-PR) outros; Carlos Albrto d Araujo Goms (3565/OAB-SC) outros; Clarissa Pachco Ramos (OAB/DF 32.502, pça 2), Lilian Macdo Novais (OAB/DF 29.5, pça 2), Márcia Uchoa d Olivira da Rocha (CPF 462.208.0-63, pça 8) Rosimir Gaudad Sardinha Carniro (CPF 50.804.98-53, pça 8). ACÓRDÃO Nº 2770/206 - TCU - Plnário VISTO rlacionado st procsso qu cuida d Pdido d Rxam intrposto pla Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar contra o Acórdão nº 864/206 - Plnário profrido m sd d procsso d "Solicitação do Congrsso Nacional", qu prtndia a ralização d auditoria no Instituto d Sguridad Social dos Corrios Tlégrafos (Postalis) - R002, contra o itm 9.2.., a sguir transcrito: 9.2. Dtrminar à ScxPrvidência qu: 9.2.. Aprofund a avaliação dos fatos qu lvaram ao lvado déficit acumulado nos fundos d invstimntos administrados plo Postalis, apur as rsponsabilidads no âmbito da EFPC, da ECT da Prvic, promova as rspctivas citaçõs /ou audiências analis as rspostas qu virm a sr aprsntadas, submtndo a matéria ao rlator para postrior dlibração comunicação dos rsultados à comissão solicitant; Considrando qu o rcorrnt alga qu "objtiva-s, com ssa manifstação, comprovar qu a atuação da Prvic não foi omissiva, mas sim constant firm, no sntido tanto d idntificar os rsponsávis plas opraçõs financiras ralizadas m dsacordo com a lgislação, quanto d suprvisionar a nova política d invstimntos acompanhar a implmntação d mlhorias na govrnança da Postalis, prvnindo novos prjuízos ao Instituto". Considrando qu o rcurso m xam é contrário à prtnsão dclarada na própria pça rcursal, haja vista insurgir-s contra dtrminação dirigida à unidad técnica do Tribunal xatamnt no sntido d rspondr as qustõs cujo sclarcimnto também é prsguido plo rcorrnt. Considrando qu a prtnsão rcursal é mais bm atndida com o dsprovimnto do rcurso do qu com su provimnto o qu dmonstra cabalmnt a ausência d intrss rcursal. Considrando qu a dcisão rcorrida não troux qualqur prjuízo ao rcorrnt no sntido jurídico. Considrando o parcr do Ministério Público junto a st Tr i b u n a l. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, por unanimidad, com fundamnto no art. 48, da Li 8.443/92 c/c os arts. 43, 46 282, do RI/TCU; m: a) não conhcr do pdido d rxam intrposto por Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar, m razão da ausência d lgitimidad intrss rcursal, nos trmos do artigo 48 da Li 8443/992 artigos 46 282 do Rgimnto Intrno/TCU, bm como plo não cabimnto do rcurso com bas no artigo 279 do RITCU; b) ncaminhar os autos à unidad técnica d origm, para qu dê ciência ao rcorrnt aos órgãos/ntidads intrssados do tor do prsnt Acórdão prossiga com o cumprimnto do itm 9.2. do Acórdão rcorrido.. Procsso TC-05.443/205-9 - PEDIDO DE REEXAME (SOLICITAÇÃO DO CONGRESSO NACIONAL).. Apnsos: 007.880/206-2 (Rprsntação); 007.879/206-4 (Rprsntação); 007.877/206- (Rprsntação); 06.626/205-0 (Dnúncia); 007.875/206-9 (Rprsntação); 007.883/206- (Rprsntação); 007.872/206-0 (Rprsntação); 007.870/206-7 (Rprsntação); 007.88/206-9 (Rprsntação); 00.64/206-3 (Dnúncia).2. Rcorrnt: Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar (07.290.290/000-02); José Robrto Frrira - Dirtor- Suprintndnt da Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar; Srgio Djundi Taniguchi - Dirtor d Fiscalização da Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar..3. Entidad: Suprintndência Nacional d Prvidência Complmntar.4. Rlator: Ministro Raimundo Carriro.5. Rprsntant do Ministério Público: Subprocurador-Gral Lucas Rocha Furtado.6. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Vital do Rêgo.7. Unidads Técnicas: Scrtaria d Rcursos (SERUR); Scrtaria d Control Extrno da Prvidência, do Trabalho da Assistência Social (ScxPrvi)..8. Rprsntação lgal: Flávio Robrto Fay d Sousa (25528-B/OAB-PR) outros, rprsntando Emprsa Brasilira d Corrios Tlégrafos. RELAÇÃO Nº 35/206 - Plnário Rlator - Ministro JOSÉ MÚCIO MONTEIRO ACÓRDÃO Nº 277/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, quanto ao procsso abaixo rlacionado, com fundamnto no art. 43, inciso I, da Li 8.443/992 c/c os arts. 43, inciso III; 243 250, inciso I, do Rgimnto Intrno/TCU art. 35 da Rsolução-TCU 259/204, ACORDAM m considrar atndidas as dtrminaçõs constants dos subitns 9.6., 9.6.2, 9.6.3, 9.6.4, 9.6.5 9.6.6 do Acórdão 734/203 - Plnário, parcialmnt cumprida a do itm 9.6.7; adotar as sguints providências autorizar, m consquência, o ncrramnto dos autos mdiant apnsamnto m dfinitivo ao TC-009.847/2008-7 após a notificação da unidad, conform os parcrs mitidos:. Procsso TC-03.224/205-6 (MONITORAMENTO).. Intrssado: Tribunal d Contas da União.2. Unidad: Ptrólo Brasiliro S.A. (Ptrobras).3. Rlator: Ministro José Múcio Montiro.4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno da Administração Indirta no Rio d Janiro (ScxEstataisRJ)..6. Rprsntação lgal: Raphala Cristina Nascimnto Prini Rodrigus (OAB/RJ 29.398) outros, rprsntando Ptrólo Brasiliro S.A..7. Dtrminar à Ptrólo Brasiliro S/A qu inclua m sua prstação d contas anual, rfrnt ao xrcício financiro d 206, as mdidas adicionais adotadas para a rcupração do valor intgral do Imposto Sobr Srviços d Qualqur Naturza (ISS) pago na xcução dos Contratos SAP 4600207686 SAP 4600236269, tndo m vista a não incidência do tributo sobr os srviços d afrtamnto d bns, nos trmos da dtrminação do subitm 9.6.7 do Acórdão 734/203 - Plnário. ACÓRDÃO Nº 2772/206 - TCU - Plnário Procsso TC-009.737/205-4 (REPRESENTAÇÃO). Rprsntant: Rogério Ngriros Knust Grassini (086.409.47-50) 2. Unidad: Ptrólo Brasiliro S.A. 3. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno da Administração Indirta no Rio d Janiro (ScxEstataisRJ) 6. Rprsntação lgal: Adriano Marqus Manso (OAB/RJ 4.483) outros, rprsntando Ptrólo Brasiliro S.A.; Carlos Robrto d Siquira Castro (OAB/DF 20.05) outros, rprsntando Marco Túlio Prira Machado.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 9 7. Acórdão: VISTOS sts autos d rprsntação, aprciada nos trmos do Acórdão 2.545/206 - Plnário, sob a forma d rlação. Considrando qu, no mérito, o julgamnto do procsso dus m linha d concordância com as propostas do auditor dos dirignts da Scx; Considrando qu, na instrução do fito, o auditor da Srur havia proposto a adoção d mdidas atinnts à classificação do sigilo d documntos à ralização d apuraçõs adicionais; Considrando qu, m sus parcrs, os dirignts da Scx ntndram dsncssárias as soluçõs propostas, porquanto, no tocant ao sigilo, as rspctivas providências podriam sr ncaminhadas no âmbito da própria unidad técnica,, quanto às novas apuraçõs, m vz d constituir nst momnto procsso d rprsntação ou propor dtrminação para qu outra unidad o faça, é mais adquado qu aqula Scrtaria inclua nova ação d control no Sistma Planjar, frramnta d suport às açõs das unidads, d modo qu o início da ação possa sr organizado d acordo com o planjamnto da unidad m função da força d trabalho disponívl; Considrando qu a posição dos dirignts, particularmnt no qu s rfr às novas apuraçõs, é mais consntâna com as ncssidads d planjamnto acompanhamnto das açõs d control das unidads; Considrando, no ntanto, qu as propostas do auditor constaram quivocadamnt do Acórdão 2.545/206 - Plnário, consolidadas nos sus itns.7.8; Acordam, os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão d Plnário, por unanimidad, com fundamnto no art. 43, inciso V, alína "d", do Rgimnto Intrno/TCU, m xcluir, d ofício, os itns.7.8 do Acórdão 2.545/206 - Plnário, mantndo-s m sus xatos trmos as dmais parts da dlibração. ACÓRDÃO Nº 2773/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, quanto ao procsso abaixo rlacionado, com fundamnto no art. 43, inciso I, da Li nº 8.443, d 6 d julho d 992, c/c os arts. 43, inciso III, 237 250 do Rgimnto Intrno/TCU, ACORDAM m conhcr da rprsntação, para considrála, no mérito, parcialmnt procdnt, indfrir o pdido d cautlar, mandar adotar as sguints providências arquivar o prsnt procsso, notificando a rprsntant, a unidad jurisdicionada a Liga Engnharia Indústria Comércio Ltda., consoant os parcrs mitidos nos autos:. Procsso TC-024.67/206-9 (REPRESENTAÇÃO).. Rprsntant: Powr Safty Srviços Comércio d Eltroltrônicos Ltda. - ME (03.629.664/000-08).2. Intrssada: Liga Engnharia Indústria Comércio Ltda. (26.972.885/000-84).3. Unidad: Dfnsoria Pública da União.4. Rlator: Ministro José Múcio Montiro.5. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.6. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog)..7. Rprsntação lgal: Dalmo Rogério S. d Albuqurqu (OAB/DF 0.00) outros, rprsntando Liga Engnharia Industria Comrcio Ltda..8. Dar ciência à Dfnsoria Pública da União d qu:.8.. a xigência d dclaração do fabricant, carta d solidaridad ou crdnciamnto como condição para habilitação d licitant configura rstrição à comptitividad, sndo admitida somnt m casos xcpcionais, quando for ncssária à xcução do objto contratual, situação qu dvrá sr adquadamnt justificada d forma xprssa pública, conform jurisprudência dsta Cort d Contas (Acórdão nº.805/205-tcu-plnário);.8.2. a dsistência sm justificativas por part d mprsas convocadas para aprsntar proposta m procsso licitatório nsja a autuação d procsso administrativo com vistas à apnação, ant a possibilidad d ocorrência d ato ilgal tipificado no art. 7º da Li nº 0.520/2002;.9. Dtrminar à Dfnsoria Pública da União qu instaur procsso administrativo com vistas à apuração d vntual rsponsabilidad das mprsas inicialmnt convocadas para aprsntação dos documntos d habilitação (Engvisa Srviços d Engnharia Ltda. - EPP; AGM Engnharia Eirli - ME; Rocha Brssan Engnharia Indústria Comrcio Ltda.), uma vz qu, plos indícios lvantados, não havria por part dstas intuito d honrarm suas propostas, m possívl prática prjudicial ao rgular andamnto do crtam;.0. Dtrminar à Slog qu monitor o cumprimnto da dtrminação contida no itm.9 acima. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ACÓRDÃO Nº 2774/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, quanto ao procsso a sguir rlacionado, com fundamnto no art. 43, inciso I, da Li nº 8.443/992 c/c os arts. 43, inciso III; 237, parágrafo único, do Rgimnto Intrno/TCU, ACORDAM m não conhcr da rprsntação, por não atndr aos rquisitos d admissibilidad, mandando-s adotar as sguints providências, conform os parcrs mitidos nos autos:. Procsso TC-028.562/206-0 (REPRESENTAÇÃO).. Rprsntant: Phonix comércio Locação d Maquinas Equipamntos Ltda.-ME (CNPJ: 08.889.307/000-05).2. Unidad: Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S.A..3. Rlator: Ministro José Múcio Montiro plo código 0002066009.4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou.5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Pará (Scx/PA).6. Rprsntação lgal: não há.7. Dar ciência à rprsntant às Cntrais Elétricas do Nort do Brasil S/A - Eltronort/Suprintndência d Gração Hidráulica - OGH dsta dcisão, com nvio d cópia da instrução da unidad técnica;.8. Encaminhar à Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Elétrica (SinfraElétrica), para conhcimnto, cópia dsta dcisão, m rspito ao art. 8, 3º, da Rsolução TCU 70/2004;.9. Arquivar os prsnts autos. RELAÇÃO Nº 36/206 - Plnário Rlator - Ministro VITAL DO RÊGO ACÓRDÃO Nº 2775/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, quanto ao procsso abaixo rlacionado, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso III, 243, do Rgimnto Intrno/TCU, d acordo com o parcr mitido nos autos, m: a)considrar cumpridas as dtrminaçõs contidas nos Acórdãos.627/202, 2.583/203 47/205, todos do plnário; b)dar ciência dsta dcisão à Univrsidad Fdral d Goiás; c) apnsar os prsnts autos ao TC 022.658/20-4, nos trmos do art. 5º, inciso II, da Portaria-Sgcx 27/2009;. Procsso TC-06.365/203-5 (Rlatório d Monitoramnto).. Apnsos: 02.647/203-6 (Monitoramnto)..2. Rsponsávl: Edward Madurira Brasil (288.468.77-87)..3. Entidad: Univrsidad Fdral d Goiás..4. Rlator: Ministro Vital do Rêgo..5. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..6. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado d Goiás (Scx/GO)..7. Rprsntação lgal: não há..8. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. ACÓRDÃO Nº 2776/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 7, º, 43, inciso III, 235 237, todos do Rgimnto Intrno/TCU, c/c o art. 3, º, da Li 8.666/993, d acordo com o parcr mitido nos autos, m: a) conhcr da prsnt rprsntação, is qu satisfitos os rquisitos d admissibilidad prvistos no RITCU, para, no mérito, considrá-la improcdnt; b) indfrir o rqurimnto d mdida cautlar formulado por Gprix Srvic - Gstão Facilitis Ltda., m razão da inxistência dos prssupostos qu a autorizam; c) ncaminhar cópia dsta dcisão, acompanhada da instrução da unidad técnica, à rprsntant; d) arquivar os prsnts autos, nos trmos do art. 250, inciso I, do Rgimnto Intrno/TCU.. Procsso TC-029.353/206-5 (Rprsntação).. Órgão: Grência Excutiva do INSS m Bauru/SP..2. Rlator: Ministro Vital do Rêgo..3. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..4. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio d Janiro (Scx/RJ)..5. Rprsntação lgal: não há..6. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. LHO RELAÇÃO Nº 46/206 - Plnário Rlator - Ministro-Substituto ANDRÉ LUÍS DE CARVA- ACÓRDÃO Nº 2777/206 - TCU - Plnário Considrando qu o prsnt procsso trata d monitoramnto das dtrminaçõs contidas no Acórdão 2.822/204 profrido plo Plnário do TCU no âmbito do TC 00.637/20-7, qu cuidou d auditoria ralizada nas obras d construção do novo difício-sd do Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião m Salvador/BA ( T RT / B A ) ; Considrando qu a matéria tratada no prsnt fito também s constitui como objto do TC 00.232/205-0; Considrando qu, na Sssão do Plnário d 26/0/206, ao aprciar o TC 00.232/205-0, o TCU profriu o Acórdão 2.744/206, do Plnário, nos sguints trmos: "(...) 9.. dtrminar ao Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião/BA, com fundamnto no art. 250, inciso II, do RITCU, qu: 9... até a finalização da obra do su novo Edifício-Sd no Cntro Administrativo da Bahia - CAB, faça constar, dos próximos rlatórios d gstão inrnts à prstação d contas do TRT- 5, tópico spcífico sobr a situação do aludido mprndimnto, informando todas as providências adotadas para a sua rtomada, a situação das dmandas judiciais aftas ao mprndimnto, além d dtalhar as dspsas rlacionadas com a manutnção a prsrvação das tapas já concluídas, vidnciando, ainda, a situação dos corrspondnts procdimntos licitatórios o andamnto do cronograma físico-financiro da obra; 9..2. obsrv as disposiçõs contidas no art. 73 da Li nº 8.666, d 2 d junho d 993, quando do rcbimnto d obra do Edifício-Sd do Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião m Salvador - BA; 9..3. obsrv as disposiçõs contidas nos arts. 77, 78, 79 80 da Li nº 8.666, d 993, sobrtudo m fac do ncrramnto inapropriado do Contrato 09.53.09.096-35 clbrado com a mprsa Cinzl Incorporaçõs Imobiliárias Ltda., sm qu fossm aplicadas as pnalidads dvidas diant da inxcução contratual; 9.2. rcomndar ao Conslho Suprior da Justiça do Trabalho (CSJT) qu inclua no su próximo plano anual d auditoria a ralização d fiscalização in loco sobr a obra do novo EdifícioSd do Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião/BA, m Salvador/BA, tndo m vista as ocorrências rgistradas no Acórdão 244/205- TCU-Plnário; 9.3. dtrminar qu a Scx/BA promova o nvio d: 9.3.. cópia do prsnt Acórdão, bm como do Rlatório do Voto qu o fundamnta, ao Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião/BA ao Conslho Suprior da Justiça do Trabalho; 9.3.2. cópia intgral dos prsnts autos, além d cópia dst Acórdão do Rlatório Voto qu o fundamnta, ao Conslho Nacional d Justiça, m atnção à Rsolução CNJ nº 4, d 20 d abril d 200, qu trata do planjamnto, xcução monitoramnto das obras no Podr Judiciário; 9.4. arquivar os prsnts autos."; Considrando qu o rlatório d gstão do Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião, no próximo xrcício, constituirá objto da prstação d contas anual do rfrido órgão; Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto no art. 43, inciso V, alína "a", do Rgimnto Intrno do TCU, aprovado pla Rsolução nº 246/20, m arquivar o prsnt procsso, sm prjuízo d considrar qu o objto do prsnt monitoramnto, stablcido no itm 9.3 do Acórdão 2.822/204-TCU- Plnário, stá contmplado nas mdidas alvitradas plo Acórdão 2.744/206-TCU-Plnário:. Procsso TC-028.856/204-7 (MONITORAMENTO).. Intrssado: Tribunal d Contas da União..2. Órgão/Entidad: Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião (TRT/BA)..3. Rlator: Ministro-Substituto André Luís d Carvalho..4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..5. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Urbana (SinfraUrbana)..6. Rprsntação lgal: não há..7. Dtrminar à SinfraUrbana qu nvi cópia do prsnt Acórdão ao Tribunal Rgional do Trabalho da 5ª Rgião (TRT/BA). ACÓRDÃO Nº 2778/206 - TCU - Plnário Considrando qu s trata d rprsntação, com pdido d cautlar suspnsiva, sobr possívis irrgularidads no Prgão Eltrônico nº 66/GAP-DF/206 conduzido plo Grupamnto d Apoio do Distrito Fdral (GAP/DF), junto ao Comando da Aronáutica, para a contratação d srviços continuados d limpza consrvação das áras patrimoniais do Cntro d Invstigação Prvnção d Acidnts Aronáuticos (Cnipa) do 6º Srviço Rgional d Invstigação Prvnção Acidnts Aronáuticos (Sripa VI), conform as condiçõs, quantidads xigências stablcidas no dital nos sus anxos; Considrando qu foi idntificado o itm 8.7.2. do dital do Prgão Eltrônico nº 66/GAP-DF/206 com a xigência d a licitant promovr a aprsntação d Crtidão d Acrvo Técnico mitida plo Conslho Rgional d Química (CRQ), a qual dvria constar do documnto do CRQ da licitant; Considrando qu, na anális prliminar, ssa xigência foi considrada irrgular, vz qu o rgistro d licitant m ntidad d fiscalização profissional dvria s limitar, unicamnt, à inscrição no conslho fiscalizador da atividad básica ou do srviço prpondrant m rlação ao objto da licitação, nos trmos do art. º da Li nº 6.839/980 da jurisprudência do TCU (a xmplo da Dcisão 450/200-TCU-Plnário, do Acórdão 2.52/2003-TCU-ª Câmara do Acórdão 2.769/204-TCU-Plnário); Considrando qu foi promovida a oitiva prévia do GAP/DF, com fundamnto no art. 276, 2º, do RITCU, para qu o órgão s pronunciass sobr a lgalidad dssa xigência, tndo m vista qu l podria sr rstritiva à comptitividad; Considrando qu, após rxaminar a matéria, o GAP/DF rsolvu, d ofício, suspndr o crtam rtificar o dital, liminando a xigência qustionada na rpublicação da nova vrsão ditalícia; Considrando qu ss foi o único qustionamnto dirigido ao GAP/DF; Considrando qu, por mio d dspacho à Pça nº, foi indfrido o pdido d ingrsso da rprsntant como part intrssada nsts autos; Considrando, plo xposto, qu, ant a prda d objto do prsnt fito, dv a aprciação d mérito dsta rprsntação sr tida por prjudicada, nos trmos dos parcrs convrgnts da Slog (Pças n os 8, 9 20); Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso V, alína "a", 235, 237, inciso VII parágrafo único, 250, inciso I, do Rgimnto Intrno do TCU, aprovado pla Rsolução nº 246/20, c/c o art. 3, º, da Li nº 8.666/993, m conhcr da prsnt Rprsntação, para no mérito considrá-la prjudicada, ant a prda do objto, dando por prjudicado também o pdido d cautlar suspnsiva, além d fazr as dtrminaçõs abaixo indicadas, d acordo com os parcrs mitidos nos autos:

20 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206. Procsso TC 024.355/206-0 (REPRESENTAÇÃO).. Rprsntant: Agrosrvic Empritira Agrícola Ltda. (CNPJ 00.478.727/000-89)..2. Órgão/Entidad: Grupamnto d Apoio do DF/Comando da Aronáutica/Ministério da Dfsa (GAP/DF)..3. Rlator: Ministro-Substituto André Luís d Carvalho..4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog)..6. Rprsntação lgal: Elda Goms d Araújo (OAB-DF 2.55)..7. Dtrminar:.7.. ao Grupamnto d Apoio do DF (GAP/DF) qu, com bas no art. 7º da Rsolução TCU nº 265/204, abstnha-s d xigir, nas futuras licitaçõs, a xmplo do ocorrido no itm 8.7.2. do dital do Prgão Eltrônico nº 66/GAP-DF/206, qu a licitant promova a aprsntação d Crtidão d Acrvo Técnico mitida plo Conslho Rgional d Química (CRQ), vz qu a xigência d rgistro d licitant m ntidad d fiscalização profissional dv star limitada, unicamnt, a inscrição m conslho fiscalizador da atividad básica ou do srviço prpondrant m rlação ao objto da licitação, nos trmos do art. º da Li nº 6.839/980 da jurisprudência do TCU (a xmplo da Dcisão 450/200-TCU-Plnário, do Acórdão 2.52/2003-TCU-ª Câmara do Acórdão 2.769/204-TCU-Plnário);.7.2. à Slog qu:.7.2.. nvi cópia do prsnt Acórdão, acompanhado do parcr da unidad técnica, ao Grupamnto d Apoio do DF (GAP/DF);.7.2.2. arquiv os prsnts autos, nos trmos do art. 69, inciso III, do RITCU. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ACÓRDÃO Nº 2779/206 - TCU - Plnário Os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. 43, inciso V, alína "", do Rgimnto Intrno do TCU, aprovado pla Rsolução nº 246/20, no art., 3º, da IN TCU nº 7/202, m conhcr da prsnt Solicitação aprsntada plo Exmo. Sr. Brigadiro Intndnt Srgio Almida d Paula Silva, como chf intrino do Cntro d Control Intrno da Aronáutica, para concdr ao Cnciar a prorrogação, por mais 60 (sssnta) dias, do prazo para o ncaminhamnto da tomada d contas spcial instaurada por mio da Portaria COMGAP nº R-6-T/ASSCOM, d 28 d abril d 205, d acordo com o parcr mitido pla unidad técnica:. Procsso TC-029.74/206-8 (SOLICITAÇÃO).. Solicitant: Exmo. Sr. Brigadiro Intndnt Srgio Almida d Paula Silva, como chf intrino do Cntro d Control Intrno da Aronáutica..2. Órgão/Entidad: Cntro d Control Intrno da Aronáutica..3. Rlator: Ministro-Substituto André Luís d Carvalho..4. Rprsntant do Ministério Público: não atuou..5. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno da Dfsa Nacional da Sgurança Pública (ScxDfsa)..6. Rprsntação lgal: não há..7. Dtrminaçõs/Rcomndaçõs/Orintaçõs: não há. PROCESSOS APRECIADOS DE FORMA UNITÁRIA Por mio d aprciação unitária d procssos, o Plnário profriu os Acórdãos d nºs 2780 a 2804, a sguir transcritos incluídos no Anxo III dsta Ata, juntamnt com os rlatórios votos m qu s fundamntaram. ACÓRDÃO Nº 2780/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 0.706/204-7. 2. Grupo II - Class d Assunto V: Rlatório d Auditoria 3. Intrssados/Rsponsávis: não há. 4. Órgão/Entidad: Ministério da Faznda (vinculador). 5. Rlator: Ministro Raimundo Carriro. 5.. Rvisor: Ministro Walton Alncar Rodrigus 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Pssoal (SEFIP). 8. Rprsntação lgal: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d Rlatório d Auditoria ralizada nos órgãos da Administração Pública Fdral Dirta, com o objtivo d apurar a xistência d pagamntos indvidos d pnsão a filhas maiors soltiras, m dsacordo com o artigo 5º, parágrafo único, da Li nº 3.373/958, a Súmula 285 do TCU o Acórdão 892/202-TCU-Plnário. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo Rvisor, m; 9. com fundamnto no art. 250, inciso II, do Rgimnto Intrno, dtrminar às unidads jurisdicionadas m qu tnham sido idntificados os 9.520 indícios d pagamnto indvido d pnsão a filha soltira, maior d 2 anos, m dsacordo com os fundamntos do artigo 5º, parágrafo único, da Li 3.373/958 a jurisprudência do Tribunal d Contas da União, a adoção das sguints providências: 9... tndo por bas os fundamntos trazidos no voto, a prova produzida nsts autos outras qu vnham a sr agrgadas plo órgão rsponsávl, promovr o contraditório a ampla dfsa plo código 00020660020 das bnficiárias contmpladas com o pagamnto da pnsão spcial para, qurndo, afastar os indícios d irrgularidad a las imputados, os quais podrão conduzir à suprssão do pagamnto do bnfício prvidnciário, caso as irrgularidads não sjam por las lididas: 9... rcbimnto d rnda própria, advinda d rlação d mprgo, na iniciativa privada, d atividad mprsarial, na condição d sócias ou rprsntants d pssoas jurídicas ou d bnfício do INSS; 9...2 rcbimnto d pnsão, com fundamnto na Li 8.2/990, art. 27, inciso I, alínas "a", "b" "c"; 9...3 rcbimnto d pnsão com fundamnto na Li 8.2/990, art. 27, inciso I, alínas "d" "" inciso II, alínas "a", "c" "d"; 9...4 titularidad d cargo público ftivo fdral, stadual, distrital ou municipal ou d aposntadoria plo Rgim do Plano d Sguridad Social do Srvidor Público, 9...5 ocupação d cargo m comissão, d cargo com fundamnto na Li 8.745/993, d mprgo m socidad d conomia mista ou m mprsa pública fdral, stadual, distrital ou municipal; 9..2 fixar o prazo d 5 (quinz) dias, a contar da ciência da rspctiva notificação pla unidad jurisdicionada, para qu cada intrssada aprsnt sua dfsa, franquando-lh o acsso às provas contra las produzidas fazndo constar no rspctivo ato convocatório, d forma xprssa, a sguint informação: "da dcisão administrativa qu suspndr ou canclar o bnfício, cabrá rcurso nos trmos dos arts. 56 a 65 da Li 9.784/999, a sr intrposto no prazo d 0 (dz) dias, contados a partir da ciência da dcisão pla part intrssada, prant o próprio órgão ou ntidad rsponsávl plo canclamnto da pnsão"; 9..3 na anális da dfsa a sr aprsntada plas intrssadas, considrar não prvalnts as orintaçõs xtraídas dos fundamntos do Acórdão 892/202-TCU-Plnário, dsconsidrando a subjtividad da afrição da dpndência conômica das bnficiárias m rlação à pnsão spcial instituída com bas na Li 3.373/958 da afrição da capacidad da rnda adicional ofrcr subsistência condigna, m vista da possibilidad d suprssão do bnfício prvidnciário considrado indvido; 9..4. não lididas as irrgularidads motivadoras das oitivas individuais dscritas nos subitns 9... a 9...5 dst acórdão, promovr, m rlação às rspctivas intrssadas, o canclamnto da pnsão dcorrnt do art. 5º, parágrafo único, da Li 3.373/58; 9.2. com fundamnto no art. 250, inciso II, do Rgimnto Intrno, fixar prazo d 60 dias, a contar da ciência, para qu as unidads jurisdicionadas aprsntm ao Tribunal d Contas da União plano d ação com prazo para cumprimnto ciência a sta Cort d Contas das mdidas dtrminadas nos subitns 9.. a 9..4 dst Acórdão, a srm implmntadas m até 80 dias da ciência da prsnt dlibração; 9.3. com bas no art. 250, inciso V, do Rgimnto Intrno, promovr a oitiva dos órgãos listados na pça 24, para qu, no prazo d 5 (quinz) dias, a contar da ciência, aprsntm sclarcimntos providências adotadas sobr os indícios d pnsionistas falcidas, mantidas m folha d pagamnto, juntando os documntos ncssários à comprovação d suas algaçõs; 9.4. dtrminar à Scrtaria d Fiscalização d Pssoal (Sfip) qu monitor as dtrminaçõs xpdidas nos itns 9. a 9.3 dst Acórdão; 9.5. dar ciência dst Acórdão, bm como do Rlatório Voto qu o fundamntam, às unidads jurisdicionadas listadas nas pças 240 24, a sr anxadas aos rspctivos ofícios d notificação; 9.6. apnsar o TC 02.423/203-0 aos prsnts autos. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2780-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus (Rvisor), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro (Rlator), José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministro com voto vncido: Raimundo Carriro (Rlator). 3.3. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.4. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 278/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 000.630/202-8... Apnso: 003.088/2005-4 2. Grupo II - Class d Assunto: I - Embargos d Dclaração (Tomada d Contas Espcial) 3. Intrssados/Rsponsávis/Rcorrnts: 3.. Rsponsávis: Camtr Construçõs Emprndimntos S.A. (05.500.08/000-76); Emanul Lit Borgs (029.05.442-5); José Ribamar da Cruz Olivira (076.076.283-04); Júlio Augusto Miranda Filho (826.270.968-34); Luís Munhoz Prosl Junior (459.56.676-5); Mauro Ernsto Campos Lima (60.27.757-53); Rogério Araújo d Miranda Lobo (606.659.556-34). 3.2. Rcorrnts: José Ribamar da Cruz Olivira (076.076.283-04); Emanul Lit Borgs (029.05.442-5); Júlio Augusto Miranda Filho (826.270.968-34); Mauro Ernsto Campos Lima (60.27.757-53). 4. Órgãos/Entidads: Dpartamnto Nacional d Infrastrutura d Transports; Suprintndência Rgional do Dnit Nos Estados d Rondônia Acr - DNIT/MT. 5. Rlator: Ministro Bnjamin Zymlr 5.. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Bnjamin Z y m l r. 6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Júlio Marclo d Olivira. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado d Rondônia (Scx-RO). 8. Rprsntação lgal: 8.. Washington Frrira Mndonça (946/OAB-RO) outros, rprsntando José Ribamar da Cruz Olivira. 8.2. Richard Campanari (2889/OAB-RO) outros, rprsntando Emanul Lit Borgs. 8.3. Gustavo Flip Costa Silva (05.657/OAB-MG), Elísio d Azvdo Fritas (8.596/OAB-DF) outros, rprsntando Luís Munhoz Prosl Junior. 8.4. Luiz Carlos Braga d Figuirdo (600/OAB-DF) outros, rprsntando Júlio Augusto Miranda Filho. 8.5. Flip Furtado Morais (42.387/OAB-RJ) outros, rprsntando Mauro Ernsto Campos Lima. 8.6. Edgard Hrmlino Lit Junior (OAB/SP 92.4 OAB/PR 38.422), Maria Batriz Picarlli Gonçalvs Johonsom Di Salvo outros, rprsntando Camtr Construçõs Emprndimntos S.A. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d tomada d contas spcial, qu cuidam, nsta fas, d mbargos d dclaração opostos plos Srs. Emanul Lit Borgs, José Ribamar da Cruz Olivira, Júlio Augusto Miranda Filho Mauro Ernsto Campos Lima contra o Acórdão.637/206-Plnário, qu julgou irrgulars suas contas os condnou, solidariamnt com outros rsponsávis, ao rcolhimnto d débito, além d aplicar-lhs a multa prvista no art. 57 da Li 8.443/992, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. não conhcr dos mbargos d dclaração do Sr. Emanul Lit Borgs por srm intmpstivos; 9.2. conhcr dos mbargos d dclaração dos Srs. José Ribamar da Cruz Olivira, Júlio Augusto Miranda Filho Mauro Ernsto Campos Lima, uma vz prnchidos os rquisitos d admissibilidad prvistos nos artigos 32, inciso II, 34, caput º, da Li 8.443/992, para, no mérito, rjitá-los; 9.3. dar ciência dsta dlibração aos mbargants, rmtndo-lhs cópia do rlatório do voto qu a fundamntam; 9.4. ncaminhar o prsnt procsso à Scrtaria d Rcursos para xam d admissibilidad das pças 225 226. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-278-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr (Rlator), Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2782/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 009.835/200-5... Apnsos: 023.955/204-7; 03.973/204-2; 008.695/20-3; 030.88/205-6 2. Grupo I - Class d Assunto V - Rlatório d Auditoria 3. Intrssados/Rsponsávis: 3.. Intrssado: Congrsso Nacional (vinculador) 3.2. Rsponsávis: Garton Márcio Lonardo da Silva (79.093.733-49); João d Lima Vloso Filho (858.725.27-9) Pdro José Barusco Filho (987.45.708-5). 4. Entidad: Ptrólo Brasiliro S.A. 5. Rlator: Ministro Bnjamin Zymlr. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura d Ptrólo, Gás Natural Minração (SinfraPtrólo). 8. Rprsntação lgal: Taísa Olivira Macil (8.488/OAB-RJ) outros, rprsntando Ptrólo Brasiliro S.A. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos qu tratam d rlatório d auditoria nas obras d trraplnagm, drnagm anl viário do Complxo Ptroquímico do Rio d Janiro - Comprj, no Município d Itaboraí/RJ, ftivada no âmbito do Fiscobras 200, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9..Considrar sanada a irrgularidad consignada m achado d auditoria dnominada "Rtnção/pagamnto d tributos (contribuição prvidnciária, IR, ISS, tc.) m dsacordo com os prcntuais prvistos no BDI da contratada ou na lgislação vignt"; 9.2.Apnsar m dfinitivo os prsnts autos ao TC 009.962/205-8, com fundamnto no art. 2º inciso I, da Rsolução TCU 259/204.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 2 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2782-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr (Rlator), Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2783/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 0.0/2003-6... Apnsos: 009.86/2005-2; 006.370/203-6; 008.535/2007-7; 004.74/2004-5; 007.766/2009-6; 008.949/200-7; 028.288/203-0; 03.223/20-9; 08.588/2007-4; 027.720/2007-8; 006.28/2006-3; 0.37/2008-0 2. Grupo II - Class d Assunto I - Embargos d Dclaração m Tomada d Contas Espcial 3. Intrssados/Rsponsávis/Rcorrnts: 3.. Intrssado: Congrsso Nacional 3.2. Rsponsávis: Airton Tadu d Barros Rabllo (027.372.78-43); Artur Prira Cunha (002.053.20-63); Carlos Eduardo Corsini (827.792.878-53); Construtora OAS Ltda. (4.30.577/00-86); Douglas Landrini (853.070.928-49); Frnando Antonio Duart Lm (754.998.358-53); Jorg Luiz Castlo d Carvalho (344.47.647-87); Jovino Cândido da Silva (693.44.328-87); Kimi Kunyoshi (039.28.688-9); Nlson Rodrigus Pandló (305.34.648-9); Suli Viira da Costa (876.086.938-00); Vania Moura Ribiro (047.883.204-44). 3.3. Rcorrnts: Construtora OAS S.A. (4.30.577/000-04); Alxandr Lobo d Almida (23.72.88-38); Jorg Luiz Castlo d Carvalho (344.47.647-87); Artur Prira Cunha (002.053.20-63); Nlson Rodrigus Pandló (305.34.648-9) Valdir Antonucci Minto (045.723.648-50). 4. Entidads: Scrtaria Espcial d Dsnvolvimnto Urbano (xtinta), Ministério da Intgração Nacional, Ministério das Cidads Município d Guarulhos - SP. 5. Rlator: Ministro Bnjamin Zymlr 5.. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Bnjamin Z y m l r. 6. Rprsntant do Ministério Público: não s manifstou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura d Aviação Civil Comunicaçõs (SinfraTl). 8. Rprsntação lgal: Paulo Hnriqu Triandaflids Caploto (OAB/SP 270.956), Augusto Nvs Dal Pozzo (OAB/SP 74.392) outros, rprsntando Construtora OAS Ltda.; Vanssa Araujo Buno d Godoy (OAB/SP 24.753), rprsntando o Município d Guarulhos - SP; Carlos Eduardo Colombi Frolich (OAB/SP 70.435) outros, rprsntando Nlson Rodrigus Pandló; Rafal Ramirs Araújo Valim (OAB/SP 248.606) outros, rprsntando Kimi Kunyoushi; Carlos Eduardo Morira (OAB/SP 69.809), rprsntando Alxandr Lobo d Almida, Artur Prira Cunha. Valdir Antonucci Minto Jorg Luiz Castlo d Carvalho; Rafal Ramirs Araújo Valim (OAB/SP 248.606) outros, rprsntando Douglas Landrini; João Carlos Pannocchia (OAB/SP 79.458), rprsntando Frnando Antonio Duart Lm; Rafal Ramirs Araújo Valim (OAB/SP 248.606) outros, rprsntando Suli Viira da Costa. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d mbargos d dclaração opostos plos Srs. Artur Prira Cunha, Jorg Luiz Castlo d Carvalho, Nlson Rodrigus Pandló, Valdir Antonucci Minto Alxandr Lobo d Almida pla socidad mprsária Construtora OAS Ltda. contra o Acórdão.72/206-Plnário, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. conhcr dos prsnts mbargos, com fundamnto no art. 34, caput º, da Li 8.443/992, para, no mérito, rjitálos; 9.2. dtrminar à Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura d Aviação Civil Comunicaçõs (SinfraTl) qu instrua o xpdint juntado plo Sr. Airton Tadu d Barros Rabllo (pça 227), submtndo os autos a st Gabint após o dvido sanamnto do fito; 9.3. dtrminar à Scrtaria d Rcursos qu, após a adoção das mdidas procssuais indicadas no itm antrior: 9.3.. promova o xam d admissibilidad da ptição juntada plo Sr. Jovino Cândido da Silva (pça 230) dos pdidos d rxam já juntados ao procsso; 9.3.2. nvi o procsso à Scrtaria das Sssõs com vistas ao postrior sortio d rlator dos rcursos da ptição juntada plo Sr. Jovino Cândido da Silva; 9.4. dar ciência dsta dlibração, juntamnt do voto do rlatório qu a subsidiam, aos rcorrnts, ao Ministério das Cidads, ao Ministério da Intgração Nacional, à Procuradoria da Rpública no Estado d São Paulo, ao Ministério Público do Estado d São Paulo ao Tribunal d Contas do Estado d São Paulo. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2783-44/6-P. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 0002066002 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr (Rlator), Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministro qu algou impdimnto na Sssão: Vital do Rêgo. 3.3. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.4. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2784/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 04.43/206-7. 2. Grupo II - Class d Assunto: VI - Aposntadoria 3. Intrssados/Rsponsávis: 3.. Intrssados: José Martins (360.62.847-34); Lila da Costa Morira (907.945.677-20); Mrcds Barros d Souza (27.229.057-72); Nilza Nvs Frnands (22.007.257-34). 4. Órgão/Entidad: Justiça Fdral d Primiro Grau - RJ. 5. Rlator: Ministro Bnjamin Zymlr. 6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Pssoal (SEFIP). 8. Rprsntação lgal: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d procsso d aposntadoria d srvidors do Tribunal Rgional Fdral da 2ª Rgião, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo rlator com fundamnto no inciso II do art. 4 da Li 8.443/992 no º do art. 7 do Rgimnto Intrno, m: 9.. considrar lgal o ato d aposntadoria d José Martins (númro d control 207820-04-205-000038-0) dtrminar su rgistro; 9.2. considrar prjudicado o xam do ato númro d control 207820-04-2008-000043-3 (pça 4), rlativo à srvidora Mrcds Barros d Souza, nos trmos do art. 7º da Rsolução 206/2007; 9.3. considrar ilgais os atos númros d control 207820-04-206-000020-0 (pça 3), 207820-04-204-000035-3 (pça 5) 207820-04-205-000008-9 (pça 6), rlativos, rspctivamnt, aos srvidors Lila da Costa Morira, Mrcds Barros d Souza Nilza Nvs Frnands dngar sus rgistros; 9.4. dispnsar a dvolução dos valors indvidamnt rcbidos d boa-fé plos intrssados mncionados no subitm antrior; 9.5. dtrminar ao Tribunal Rgional Fdral da 2ª Rgião qu adot as sguints mdidas: 9.5.. dê ciência do intiro tor dst acórdão a Lila da Costa Morira, Mrcds Barros d Souza Nilza Nvs Frnands no prazo d quinz dias faça juntar aos autos os comprovants d notificação nos quinz dias subsqunts; 9.5.2. suspnda, no prazo d trinta dias, os pagamntos ftuados com bas nos atos ora impugnados; 9.5.3. mita novos atos livrs das irrgularidads mncionadas; 9.6. dtrminar à Scrtaria d Fiscalização d Pssoal qu: 9.6.. autu o ato d altração d fundamnto lgal d aposntadoria d Nilza Nvs Frnands númro d control 207820-04-2006-000040-3 procda à instrução do procsso; 9.6.2. acompanh o cumprimnto das dtrminaçõs contidas no subitm 9.5. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2784-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr (Rlator), Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2785/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 002.256/20-8 2. Grupo II - Class VI - Pnsão Civil 3. Intrssada: Clia Brg da Silva (CPF 923.288.907-25) 4. Unidad: Snado Fdral 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 6. Rprsntant do Ministério Público: Subprocuradora-Gral Cristina Machado da Costa Silva 7. Unidad Técnica: Sfip 8. Advogada constituída nos autos: Márcia Maria Araújo Cairs (OAB/DF nº 9.760) 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos qu tratam da concssão d pnsão civil a dpndnt d x-srvidora do Snado Fdral. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão Plnária, ant as razõs xpostas plo Rlator, com fundamnto no 40 da Li nº 8.443/992 no art. 87 do Rgimnto Intrno, m: 9.. dilignciar o Snado Fdral para qu, no prazo d 5 (quinz) dias, ncaminh a st Tribunal os documntos prtinnts à dsignação da intrssada Clia Brg da Silva como pnsionista à sua condição d dpndência conômica m rlação à instituidora do bnfício; 9.2. dtrminar à Sfip qu, à luz da rsposta à diligência, promova a rinstrução do procsso, s ncssário prcdida da oitiva da pnsionista, com postrior ncaminhamnto ao Ministério Público junto ao TCU. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2785-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro (Rvisor), José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2786/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 009.809/2006-0... Apnsos: 008.773/202-2; 008.77/202-0; 008.775/202-5; 008.774/202-9; 008.766/202-6; 008.772/202-6; 008.767/202-2; 008.770/202-3; 09.782/2009-2; 008.776/202-; 008.769/202-5. 2. Grupo II - Class d Assunto: I - Embargos d Dclaração (m Tomada d Contas Espcial). 3. Embargant: Euds Lima Garcia (06.267.04-5). 4. Órgão/Entidad: Município d Palmirândia - MA. 5. Rlator: Ministro Augusto Nards. 5.. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Augusto Nards. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: não atuou. 8. Rprsntação lgal: Marisvaldo Paiva d Mnzs (OAB/DF 29.58). 9. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os prsnts mbargos d dclaração opostos ao Acórdão 062/206-TCU-Plnário plo Sr. Euds Lima Garcia; Acordam os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. conhcr, com fundamnto no art. 34 da Li nº 8.443/992 c/c o art. 287 do Rgimnto Intrno do TCU, dos prsnts mbargos d dclaração para, no mérito, rjitá-los; 9.2. dar ciência do prsnt acórdão, bm como do rlatório voto qu o fundamntam, ao mbargant, xcpcionalmnt, à Ordm dos Advogados do Brasil, Conslho Sccional do Distrito Fdral (OAB/DF), para conhcimnto adoção das providências qu ntndr cabívis d acordo com o qu prconizam o Estatuto da Advocacia a Ordm dos Advogados do Brasil (Li nº 8.906/994) o Código d Ética Disciplina da OAB rlativamnt ao xrcício da advocacia. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2786-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards (Rlator), Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2787/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 009.979/203-. 2. Grupo I - Class d Assunto: IV -Tomada d Contas Espcial. 3. Rsponsávl: Clarismundo Romualdo Marqus ( 2 2 2. 0. 2 0-0 0 ). 4. Unidad: Instituto Nacional do Sguro Social (INSS). 5. Rlator: Ministro Augusto Nards. 6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Marinus Eduardo D Vris Marsico. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno da Prvidência, do Trabalho da Assistência Social (ScxPrvi). 8. Rprsntação lgal: não há. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos m qu s aprcia ptição contra o Acórdão 2364/205 - Plnário, qu julgou irrgulars as contas, imputou multa dclarou inabilitação para o xrcício d cargo m comissão ou função d confiança no âmbito da Administração Pública Fdral plo príodo d oito anos,

22 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão Plnária, ant as razõs xpostas plo Rlator, com fundamnto no art. 35 da Li 8.443/992, c/c o art. 288 do Rgimnto Intrno do TCU, m: 9.. d ofício, tornar insubsistnt o Acórdão 2364/205 - Plnário, com fulcro no art. 74 do RI/TCU; 9.2. rstituir os autos ao Rlator. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2787-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards (Rlator), Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2788/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 07.84/2002-8. 2. Grupo II - Class d Assunto: I - Embargos d Dclaração (m Tomada d Contas Espcial). 3. Intrssados/Rsponsávis/Rcorrnts: 3.. Intrssados: Dpartamnto d Policia Fdral - DPF (00.000.000/0200-00); Djalma Vando Brgr (436.678.729-68); Dário Elias Brgr (34.954.99-9); Ministério Público do Estado d São Paulo (0.468.760/000-90); Ordm dos Advogados do Brasil Santa Catarina - OAB/SC (82.59.90/000-2); Prfitura Municipal d São José/SC (82.892.274/000-05); Procuradoria da Rpública m Santa Catarina - PR/SC (26.989.75/0029-03). 3.2. Rsponsávis: Aurélio Castro Rmor (45.98.339-20); Cícro Camargo Viira (463.873.669-68); Djalma Vando Brgr (436.678.729-68); Dário Elias Brgr (34.954.99-9); Lúcia Maria d Olivira (289.630.759-5); Magaly Dias Cordiro (56.275.70-82); Maguidar Dutra Bhr (50.909.389-00); Pdro Robrto Bartuchski (563.457.79-53); Radial Engnharia, Construçõs Dragagns Ltda (85.50.985/000-94); Sandrson Almci d Jsus (908.89.269-68); d Faria Construçõs Ltda (80.428.59/000-04); Átila Rocha dos Santos (78.854.89-87). 3.3. Embargant: Átila Rocha dos Santos (78.854.89-87). 4. Unidad: Município d São José/SC. 5. Rlator: Ministro Augusto Nards. 5.. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro Aroldo Cdraz. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidads Técnicas: Scrtaria d Rcursos (Srur). 8. Rprsntação lgal: 8.. Jorg Ulisss Jacoby Frnands (6.546/OAB-DF), André Jansn do Nascimnto (5.9/OAB-DF) outros, rprsntando Átila Rocha dos Santos. 8.2. Álvaro Luiz Miranda Costa Júnior (29.760/OAB-DF) outros, rprsntando Djalma Vando Brgr. 8.3. Rogério Ris Olsn da Viga (7855/OAB-SC), rprsntando Djalma Vando Brgr Dário Elias Brgr; 8.4. Nlson Antônio Srpa (.658/OAB-SC) outros, rprsntando Radial Engnharia, Construçõs Dragagns Ltda. d Faria Construçõs Ltda; 8.5. Jfrson da Rocha (2.560/OAB-SC), rprsntando Lúcia Maria d Olivira, Sandrson Almci d Jsus, Átila Rocha dos Santos Magaly Dias Cordiro. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos m qu s aprcia, nsta fas procssual, pça rcbida como mbargos d dclaração opostos ao Acórdão.887/202-TCU-Plnário, profrido sob na forma da Rlação 26, Sssão d 25/7/202, do gabint do Exmo. Ministro Aroldo Cdraz, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. com fundamnto nos arts. 32, inciso II, 34 da Li nº 8.443/992, c/c os arts. 277, inciso III, 287 do Rgimnto Intrno do TCU, conhcr dos prsnts mbargos d dclaração para, no mérito, os acolhr com fitos infringnts; 9.2. m consquência ao itm prcdnt, dar a sguint rdação ao Acórdão.887/202-TCU-Plnário: "Os ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão d Plnário, ACORDAM, por unanimidad, com fundamnto nos arts. º, inciso I; 6, inciso II; 8 23, inciso II, da Li nº 8.443/992, c/c os arts. 43, inciso I, alína "a"; 208 24, inciso II, do Rgimnto Intrno/TCU, m cumprimnto ao itm 9.2.3 do Acórdão 889/202 - TCU - Plnário, bm assim m atnção à fundamntação contida no voto condutor do rfrido julgado, m: a) julgar rgulars com rssalva as contas dos rsponsávis Dário Elias Brgr (CPF 34.954.99-9), Djalma Vando Brgr (CPF 436.678.729-68), Radial Engnharia, Construçõs Dragagns Ltda. (CNPJ 85.50.985/000-94), dando-lhs quitação, m fac do rcolhimnto do débito imputado no itm 9.2.2 do Acórdão 889/202 - TCU - Plnário; b) julgar rgulars com rssalva as contas do rsponsávl Átila Rocha dos Santos (78.854.89-87); c) dar ciência da prsnt dlibração aos rsponsávis Dário Elias Brgr, Djalma Vando Brgr Átila Rocha dos Santos; à mprsa Radial Engnharia, Construçõs Dragagns Ltda.; ao Procurador-Chf da Procuradoria da Rpública no Estado d Santa Catarina; ao Ministério Público do Estado d Santa Catarina; à Ordm dos Advogados do Brasil - Sção d Santa Catarina; ao Tribunal d Contas do Estado d Santa Catarina; à Suprintndência Rgional m Santa plo código 00020660022 Catarina do Dpartamnto d Polícia Fdral; à Associação do Cntro Histórico d São José da Trra Firm, d acordo com os parcrs mitidos nos autos:. Procsso TC-07.84/2002-8 (TOMADA DE CONTAS ES- PECIAL).. Rsponsávis: Aurélio Castro Rmor (45.98.339-20); Cícro Camargo Viira (463.873.669-68); Dario Elias Brgr (34.954.99-9); Djalma Vando Brgr (436.678.729-68); Lúcia Maria d Olivira (289.630.759-5); Magaly Dias Cordiro (56.275.70-82); Maguidar Dutra Bhr (50.909.389-00); Pdro Robrto Bartuchski (563.457.79-53); Radial Engnharia, Construçõs Dragagns Ltda. (85.50.985/000-94); Sandrson Almci d Jsus (908.89.269-68); d Faria Construçõs Ltda. (80.428.59/000-04); Átila Rocha dos Santos (78.854.89-87).2. Entidad: Prfitura Municipal d São José - SC.3. Rlator: Ministro Aroldo Cdraz.4. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Júlio Marclo d Olivira.5. Advogados constituídos nos autos: Gustavo Hnriqu Srpa (OAB/SC 3.355), Jorg Ulisss Jacoby Frnands (OAB/DF 6.546) Rogério Ris Olsn da Viga (OAB/SC 7.855)." 9.3. dtrminar à Scrtaria-Gral d Control Extrno (Sgcx) qu, ant o acolhimnto dos prsnts mbargos d dclaração, xclua o nom do mbargant da rlação dos rsponsávis por contas julgadas irrgulars no qu s rfr à condnação original profrida plo Acórdão.757/2008-Plnário; 9.4. dar ciência dsta dlibração, acompanhada do rlatório do voto qu a fundamntam, ao mbargant aos dmais rsponsávis intrssados. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2788-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards (Rlator), Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2789/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 035.884/205-0... Apnso: 035.343/205-0. 2. Grupo I - Class d Assunto: VII - Rprsntação. 3. Rsponsávl: Nuza Arants Silva (055.6.6-34). 4. Órgão/Entidad: Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto (Mapa). 5. Rlator: Ministro Augusto Nards. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog). 8. Rprsntação lgal: Jos Carlos Nspoli Louzada (OAB/DF 8.494), rprsntant da mprsa Tllus S.A. Informática Tlcomunicaçõs. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d rprsntação contra irrgularidads comtidas no Prgão Eltrônico 23/205, promovido plo Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto (Mapa); ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. rjitar parcialmnt as razõs d justificativa aprsntadas pla Sra. Nuza Arants Silva; 9.2. aplicar à Sra. Nuza Arants Silva a multa prvista no art. 58, inc. II, da Li 8.443/992 c/c o art. 268, inciso II, do Rgimnto Intrno, no valor d R$ 2.750,00 (dois mil stcntos cinqunta rais), fixando-lh o prazo d quinz dias, a contar da notificação, para comprovar, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno/TCU), o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Tsouro Nacional, atualizada montariamnt dsd a data dst Acórdão até a data do ftivo rcolhimnto, s for paga após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor; 9.3. autorizar o dsconto da dívida na rmunração da srvidora, obsrvado o disposto no art. 46 da Li 8.2/990; 9.4. autorizar, dsd logo, nos trmos do art. 28, inciso II, da Li 8.443/992, a cobrança judicial da dívida, caso não atndida a notificação não sja possívl o dsconto autorizado; 9.5. dar ciência ao Ministério da Agricultura, Pcuária Abastcimnto d qu a dfsa da Sra. Nuza Arants Silva, rlativa a st procsso, foi aprsntada m nom do Ministério, por mio da Nota Técnica /206/BINAGRI/DGE-SE/SE/GM/MAPA, d 9/5/206, quando dvria tr sido aprsntada m nom da srvidora, m vista do carátr prsonalíssimo d sua rsponsabilização; 9.6. considrar cumprido o subitm 9.5 do Acórdão 859/206-TCU-Plnário, por mio do qual st Tribunal dtrminou a anulação do Prgão Eltrônico 23/205. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2789-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards (Rlator), Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2790/206 - TCU - Plnário. Procsso: TC 002.572/204-2. Grupo I, Class d Assunto I - Tomada d Contas Espcial 3. Embargant: Marclo Rodrigus (CPF 302.347.942-9) 4. Órgão/Entidad/Unidad: Emprsa Brasilira d Corrios Tlégrafos, Dirtoria-Gral no Pará - DR/ECT/PA 5.Rlator: Ministro Raimundo Carriro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: Scx/PA 8.Rprsntação lgal: Carlos Pdro Paiva Furtado (OAB/PA 6.588); Robrto Tixira d Olivira Junior (OAB/PA 7.87); Josias Frrira Botlho (OAB/PA 0.333) 9.Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d mbargos d dclaração m tomada d contas spcial opostos por Marclo Rodrigus m fac do Acórdão 02/206-TCU-Plnário, ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. conhcr dos mbargos d dclaração com fundamnto nos arts. 32, inciso II 34 da Li 8.443/992, para, no mérito, rjitálos, mantndo-s incólum o acórdão mbargado; 9.2. dar ciência dst acórdão, bm como do rlatório voto qu o fundamntam, ao Sr. Marclo Rodrigus à Emprsa Brasilira d Corrios Tlégrafos, Dirtoria-Gral no Pará - DR/ECT/PA. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2790-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro (Rlator), José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 279/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 026.367/206-5 2. Grupo I - Class VII: Contstação d Coficints d Transfrências Obrigatórias (CCTO) 3. Intrssado: Wilmar Carlli, Prfito 4. Unidad: Município d Vidira (SC) 5. Rlator: Ministro Raimundo Carriro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Macroavaliação Govrnamntal (Smag) 8. Advogado constituído nos autos: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos qu cuidam d contstação d coficint d transfrência obrigatória aprsntada pla Prfitura Municipal d Vidira (SC), spcificamnt quanto à distribuição dos rcursos do Fundo d Participação dos Municípios stablcida na Dcisão Normativa TCU nº 48/205 para o xrcício d 206. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. não conhcr da prsnt contstação m razão da sua intmpstividad, conform o disposto no art. 292 do Rgimnto Intrno do TCU; 9.2. ncaminhar cópia dst acórdão, do rlatório do voto qu o fundamntam, à Prfitura Municipal d Vidira (SC) ao Instituto Brasiliro d Gografia Estatística (IBGE); 9.3. apnsar o prsnt procsso ao TC 028.809/205-7, qu trata do cálculo dos coficints rlativos ao Fundo d Participação dos Municípios para o xrcício d 206 (Dcisão Normativa TCU nº 48/205). 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-279-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro (Rlator), José Múcio Montiro Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 23 ACÓRDÃO Nº 2792/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 005.32/2007-8.. Apnsos: TC 02.25/2009-7; TC 00.650/2008-4; TC 032.744/20-0; TC 08.296/2008-8 2. Grupo I - Class V - Monitoramnto (m Rlatório d Auditoria) 3. Rsponsávl: Jorg Eduardo Lvi Mattoso (x-prsidnt) 4. Unidad: Caixa Econômica Fdral 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidads Técnicas: 2ª Scx (xtinta) ScxFaznda 8. Advogado constituído nos autos: Guilhrm Lops Mair (OAB/DF nº 32.26) 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d monitoramnto do Acórdão nº 2.085/2005-Plnário, rfrnt a auditoria d naturza opracional sobr a trcirização d srviços na Caixa Econômica Fdral (TC 04.523/2004-7). ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, com fundamnto no art. 43, inciso I, da Li nº 8.443/92 nos arts. 243 250, inciso III, do Rgimnto Intrno, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. considrar cumpridas as dtrminaçõs dos itns 9.2, 9.3.3 9.3.4 do Acórdão nº 2.085/2005-Plnário; 9.2. considrar cumpridas as rcomndaçõs dos itns 9.4.2, 9.4.3, 9.4.6 9.5 do Acórdão 2.085/2005 Plnário parcialmnt cumpridas as rcomndaçõs dos itns 9.4.4 9.4.7 do rfrido acórdão; 9.3. considrar não aplicávis a ritração d dtrminação do itm 9.. do Acórdão 2.085/2005-Plnário as dtrminaçõs dos itns 9.3. 9.3.2 do rfrido acórdão; 9.4. considrar não aplicávis as rcomndaçõs dos itns 9.4. 9.4.5 do Acórdão 2.085/2005-Plnário; 9.5. rcomndar à Caixa Econômica Fdral qu: 9.5.. procda à normatização dos procdimntos opracionais ncssários à conscução da anális d custo-bnfício dos procssos d trcirização, prvista m sua Política d Trcirização d Srviços (PO 0), com vistas a promovr a ficácia da rfrida anális, mdiant a vidnciação do carátr vantajoso das trcirizaçõs vntualmnt ftuadas; 9.5.2. adot providências no sntido d qu os procdimntos opracionais ncssários à conscução da anális d custo-bnfício dos procssos d trcirização contmplm as informaçõs disponívis acrca d condnaçõs judiciais m fac d trcirizados, d modo a favorcr a compltud da rfrida anális, por consguint, a conomicidad das contrataçõs ftuadas; 9.6. dar ciência da prsnt dcisão à Caixa Econômica Fdral; ao Ministério Público do Trabalho; à ScxDfsa, m razão do TC 027.9/200-, qu trata do monitoramnto do Acórdão 2.32/200 Plnário/TCU, rlativo à fiscalização d orintação cntralizada sobr a conformidad dos contratos d trcirização d mão d obra no âmbito da Administração Pública Fdral Indirta; à Ouvidoria dst Tribunal, tndo m conta as manifstaçõs constants das pças 20 (p. 26-50) 2 (p. -20) dsts autos; 9.7. apnsar o prsnt procsso ao TC 04.523/2004-7. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2792-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2793/206 - TCU - Plnário EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL. Procsso TC 09.364/202-2. Grupo I - Class d Assunto I - Rcurso d Rvisão (m Tomada d Contas Espcial) 3. Rcorrnt: José Acélio Paulino d Fritas (CPF 273.74.393-04), x-prfito d Acarap/CE 4. Unidad: Prfitura Municipal d Acarap/CE 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 5.. Rlator da dlibração rcorrida: Ministro-Substituto Augusto Shrman Cavalcanti 6. Rprsntant do Ministério Público: Subprocuradora-Gral Cristina Machado da Costa Silva 7. Unidads Técnicas: Scx/CE Srur 8. Advogado constituído nos autos: Carlos Eduardo Macil Prira (OAB/CE.677) 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d tomada d contas spcial, m fas d rcurso d rvisão intrposto por José Acélio Paulino d Fritas contra o Acórdão 28/204 - ª Câmara. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo Rlator, com fundamnto nos arts. 32 35 da Li 8.443/992, m: 9.. conhcr dst rcurso d rvisão, para, quanto ao mérito, ngar-lh provimnto; 9.2. notificar o rcorrnt. plo código 00020660023 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2793-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2794/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 020.020/206-3 2. Grupo I - Class d Assunto: VII - Dsstatização 3. Intrssado: Tribunal d Contas da União (TCU) 4. Unidad: Agência Nacional d Enrgia Elétrica (Anl) 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Elétrica (SinfraElétrica) 8. Rprsntação lgal : não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d acompanhamnto da sgunda tapa do Lilão Anl 3/205, para a concssão do srviço d transmissão d nrgia létrica, contmplando divrsos trchos agrupados m 22 lots, m nov stados das rgiõs Nordst, Sudst Cntro-Ost. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão Plnária, diant das razõs xpostas plo Rlator com fundamnto no arts. 69, inciso V, 258, inciso II, do Rgimnto Intrno/TCU c/c os arts. 7, inciso I, 8, inciso I, da Instrução Normativa-TCU 27/998, m: 9.. dispnsar, xcpcionalmnt, o acompanhamnto dos stágios do Lilão Anl 3/205, sm prjuízo d qu o Tribunal atu m dcorrência d vntuais dnúncias ou rprsntaçõs sobr os rspctivos procdimntos d qu a nova mtodologia d prcificação da Rcita Anual Prmitida (RAP) sja avaliada no âmbito do monitoramnto do Acórdão nº 288/206-Plnário; 9.2 arquivar os prsnts autos. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2794-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo (Dclaração d voto). 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2795/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 023.023/206-3 2. Grupo I - Class d Assunto: V - Auditoria 3. Rsponsávl: Marcus Vinicius David, Ritor da Univrsidad Fdral d Juiz d Fora (CPF: 65.23.006-63) 4. Unidad: Univrsidad Fdral d Juiz d Fora (UFJF) 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Fiscalização d Infrastrutura Urbana (SinfraUrbana) 8. Advogado constituído nos autos: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d auditoria, ralizada no âmbito do Fiscobras 206, nas obras d ampliação do Hospital da Univrsidad Fdral d Juiz d Fora (HU/UFJF). ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo Rlator, com fundamnto nos arts. 43, inciso I, da Li 8.443/992 c/c os arts. 250, inciso II, do RI/TCU, m: 9.. dtrminar à Univrsidad Fdral d Juiz d Fora qu adot as sguints mdidas, ncaminhando ao Tribunal as informaçõs prtinnts no prazo d 60 (sssnta) dias: 9.. laboração d plano contndo as açõs ncssárias para a rtomada das obras no Hospital Univrsitário, mantndo sta Cort intirada acrca da situação do atual contrato d vntuais novas licitaçõs a srm abrtas; 9..2. prsrvação dos srviços já ralizados com o objtivo d rsguardar o patrimônio público, diminuir a ncssidad d rtrabalhos quando do rtorno das obras vitar ou rduzir o risco à sgurança das pssoas, promovndo, m particular com brvidad, a stabilização dos taluds qu crcam o Bloco I (Radiotrapia); 9..3. instauração d procsso administrativo a fim d idntificar os rsponsávis quantificar o dano rlativo aos srviços qu ncssitarão sr corrigidos ou rfitos m dcorrência do tmpo d paralisação das obras; 9.2. apnsar os prsnts autos ao TC-009.996/205-0. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2795-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2796/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 023.025/206-6. 2. Grupo I - Class d Assunto: V - Auditoria 3. Rsponsávl: Marcus Vinicius David, Ritor da Univrsidad Fdral d Juiz d Fora (CPF: 65.23.006-63) 4. Unidad: Univrsidad Fdral d Juiz d Fora (UFJF) 5. Rlator: Ministro José Múcio Montiro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: SinfraUrbana 8. Rprsntação lgal: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d rlatório d auditoria ralizada na Univrsidad Fdral d Juiz d Fora, com o objtivo d fiscalizar as obras do Parqu Tcnológico, Nova Ritoria Campus Avançado. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator com fundamnto no art. 43, inciso I, da Li 8.443/992 c/c o art. 250, inciso II, do Rgimnto Intrno, nos arts. 2º, inciso VII, 36 da Rsolução-TCU 259/204, m: 9..rvogar a mdida cautlar xpdida para a Concorrência 3/202, qu rsultou no Contrato 66/202 (Parqu Tcnológico) da Univrsidad Fdral d Juiz d Fora, por mio do itm 8.(a) do dspacho profrido plo Rlator m 6/2/202, dvido à prda d objto, uma vz qu a contratação da obra não foi ftivada por dsistência da mprsa vncdora do procsso licitatório; 9.2.dtrminar à Univrsidad Fdral d Juiz d Fora qu, no prazo d 60 (sssnta) dias, adot providências com vistas à protção das vigas mtálicas já adquiridas dos srviços ralizados nas obras d construção da nova ritoria, a fim d rsguardar o patrimônio público diminuir a ncssidad d rtrabalho quando do rtorno das obras; 9.3.apnsar os prsnts autos ao TC 03.06/203-9; 9.4.dar ciência à Univrsidad Fdral d Juiz d Fora à mprsa Colln Engnharia Ltda. dsta dlibração. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2796-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro (Rlator) Vital do Rêgo. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2797/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 007.833/206-4. 2. Grupo I - Class d Assunto: IV - Tomada d Contas Espcial. 3. Rsponsávl: Paulo Robrto Castilho Martins (673.80.907-59). 4. Entidad: Grência Excutiva do INSS - Rio d Janiro- Cntro/RJ. 5. Rlator: Ministro Vital do Rêgo. 6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador Marinus Eduardo D Vris Marsico. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Rio d Janiro (SECEX-RJ). 8. Rprsntação lgal: não há. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d tomada d contas spcial instaurada pla Grência Excutiva do Instituto Nacional do Sguro Social no Rio d Janiro (RJ) - Cntro, m dsfavor d Paulo Robrto Castilho Martins, x-srvidor da autarquia, dos corrsponsávis Hélio d Fritas Carniro Lázaro Luiz Soars, na condição d sgurados do INSS bnficiários d pagamntos, m razão d irrgularidads rlacionadas a pagamntos indvidos d bnfícios prvidnciários a partir da Agência da Prvidência Social da Barra da Tijuca; ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator com fundamnto no art. 7, inciso II, da Constituição Fdral, m: 9.. xcluir da rlação procssual Hélio d Fritas Carniro (09.388.507-68) Lázaro Luiz Soars (68.690.286-72), sgurados bnficiados; 9.2. julgar irrgulars as contas d Paulo Robrto Castilho Martins (673.80.907-59), x-srvidor da Agência da Prvidência Social da Barra da Tijuca - Rio d Janiro/RJ, com fundamnto nos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alína "d", 9 23, inciso III, da Li 8.443/992, com os arts. º, inciso I, 209, inciso IV, 20 24, inciso III, do Rgimnto Intrno do TCU;

24 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 9.3. condnar o rsponsávl idntificado no subitm antrior ao pagamnto das quantias a sguir spcificadas, com a fixação do prazo d quinz dias, a contar da notificação, para comprovar, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno), o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Instituto Nacional do Sguro Social, atualizada montariamnt acrscida dos juros d mora, calculados a partir das datas discriminadas, até a data do rcolhimnto, na forma prvista na lgislação m vigor, m dcorrência da concssão irrgular d bnfícios aos sguints sgurados: Bnficiário: Hélio d Fritas Carniro (09.388.507-68) Data d Ocorrência Valor Original (R$) 4/5/2004.254,76 /6/2004 2.36,5 /7/2004 2.36,5 2/8/2004 2.36,5 /9/2004 2.36,5 /0/2004 2.39,32 / / 2004 2.36,2 /2/2004 4.3,2 3//2005 2.36,2 /2/2005 2.377,54 /3/2005 2.36,47 /4/2005 2.36,47 2/5/2005 2.36,47 /6/2005 2. 5, 38 /7/2005 2. 5, 38 /8/2005 2.50,09 /9/2005 2.509,98 3/0/2005 2.509,98 / / 2005 2.509,34 /2/2005 5.09,46 2//2006 2.509,0 /2/2006 2.509,0 2/3/2006 2.509,0 3/4/2006 2.56,37 2/5/2006 2.633,70 /6/2006 2.633,70 3/7/2006 2.633,70 2/8/2006 2.633,70 /9/2006 3.95,7 2/0/2006 2.633,77 / / 2006 2.633,73 /2/2006 3.952,20 2//2007 2.633,73 /2/2007 2.634,0 4/5/2004.254,76 /6/2004 2.36,5 /7/2004 2.36,5 2/8/2004 2.36,5 /9/2004 2.36,5 /0/2004 2.39,32 / / 2004 2.36,2 /2/2004 4.3,2 3//2005 2.36,2 /2/2005 2.377,54 /3/2005 2.36,47 /4/2005 2.36,47 2/5/2005 2.36,47 /6/2005 2. 5, 38 /7/2005 2. 5, 38 /8/2005 2.50,09 /9/2005 2.509,98 3/0/2005 2.509,98 / / 2005 2.509,34 /2/2005 5.09,46 2//2006 2.509,0 /2/2006 2.509,0 2/3/2006 2.509,0 3/4/2006 2.56,37 2/5/2006 2.633,70 /6/2006 2.633,70 3/7/2006 2.633,70 2/8/2006 2.633,70 /9/2006 3.95,7 2/0/2006 2.633,77 / / 2006 2.633,73 /2/2006 3.952,20 2//2007 2.633,73 /2/2007 2.634,0 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Bnficiário: Lázaro Luiz Soars (68.690.286-72). Data d Ocorrência Valor Original (R$) 3/6/2004.736,59 3/6/2004 3.427,33 7/7/2004.736,59 6/8/2004.736,59 2/9/2004.736,59 5/0/2004.736,59 5 / / 2004.736,59 6/2/2004 3.83,69 4//2005.736,59 4/2/2005.736,59 3/3/2005.736,59 5/4/2005.736,59 5/5/2005.736,59 2/6/2005.847,0 5/7/2005.847,0 8/8/2005.847,0 5/9/2005.847,0 5/0/2005.847,0 4 / / 2005.847,0 9/2/2005 3.693,09 5//2006.847,0 7/2/2006.847,0 6/3/2006.847,0 6/4/2006.847,0 plo código 00020660024 4/5/2006.939,36 2/6/2006.939,36 5/7/2006.939,36 4/8/2006.939,36 4/9/2006 2.909,05 4/0/2006.939,36 6 / / 2 0 0 6.939,36 4/2/2006 2. 9 0 9, 0//2007.939,36 8/2/2007.939,36 9.4. aplicar ao x-srvidor do INSS Paulo Robrto Castilho Martins (673.80.907-59) a multa prvista no art. 57 da Li 8.443/992, c/c o artigo 267 do Rgimnto Intrno do TCU, no valor d R$ 20.000,00 (vint mil rais), fixando-lh o prazo d quinz dias, a contar da notificação, para qu comprov, prant o Tribunal, o rcolhimnto da rfrida quantia aos cofrs do Tsouro Nacional, atualizada montariamnt dsd a data d publicação dst acórdão até a do ftivo rcolhimnto, s for paga após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor; 9.5. autorizar, dsd logo, a cobrança judicial das dívidas, nos trmos do art. 28, inciso II, da Li nº 8.443/992, caso não atndidas as notificaçõs; 9.6. autorizar, dsd logo, caso solicitado o procsso não tnha sido rmtido para cobrança judicial, o pagamnto da dívida m até 36 parclas mnsais conscutivas, nos trmos do art. 26 da Li 8.443/992, c/c o art. 27 do Rgimnto Intrno/TCU, fixando-s o vncimnto da primira parcla m quinz dias, a contar do rcbimnto da notificação, o das dmais a cada trinta dias, dvndo incidir sobr cada valor mnsal os corrspondnts acréscimos lgais, na forma prvista na lgislação m vigor, sm prjuízo d alrtar o rsponsávl d qu a falta d comprovação do rcolhimnto d qualqur parcla implicará o vncimnto antcipado do saldo dvdor; 9.7. inabilitar, com fundamnto no art. 60 da Li 8.443/992, Paulo Robrto Castilho Martins (673.80.907-59) para o xrcício d cargo m comissão ou função d confiança no âmbito da Administração Pública, plo príodo d cinco anos, obsrvadas as disposiçõs do Acórdão 74/206-TCU-Plnário; 9.8. ncaminhar cópia dst acórdão, bm como do rlatório do voto qu o fundamntam, ao Procurador-Chf da Procuradoria da Rpública no Estado do Rio d Janiro, nos trmos do 3º do art. 6 da Li 8.443/992, c/c o 7º do art. 209 do Rgimnto Intrno do TCU, para adoção das mdidas qu ntndr cabívis; 9.9. comunicar ao Instituto Nacional do Sguro Social - INSS à Procuradoria Gral Fdral - PGF qu a dcisão contida no subitm 9. dst acórdão não impd a adoção d providências administrativas /ou judiciais, com vistas a ravr valors qu vntualmnt foram pagos indvidamnt aos sgurados ali mncionados, m razão da concssão irrgular d bnfício prvidnciário. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2797-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo (Rlator). 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2798/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 05.529/206-9. 2. Grupo II - Class d Assunto: IV - Tomada d Contas Espcial. 3. Rsponsávis: Francisco Ricardo Lima Cruz (425.957.3-34) Francinid Montiro Landim Cruz (5.748.873-00). 4. Entidad: Instituto Nacional do Sguro Social. 5. Rlator: Ministro Vital do Rêgo. 6. Rprsntant do Ministério Público: Subprocuradora-Gral Cristina Machado da Costa Silva. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Cará (SECEX-CE). 8. Rprsntação lgal: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d tomada d contas spcial d rsponsabilidad do Sr. Francisco Ricardo Lima Cruz, ntão srvidor do INSS, m razão d prjuízo causado m virtud d concssão fraudulnta d bnfícios prvidnciários; ACORDAM os ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, diant das razõs xpostas plo rlator: 9.. xcluir da rlação procssual a Sra. Francinid Montiro Landim Cruz (5.748.873-00); 9.2 julgar irrgulars as contas do Sr. Francisco Ricardo Lima Cruz, CPF 425.957.3-34, x-srvidor do INSS, com fundamnto nos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alína "d" º 2º da Li 8.443/992, c/c os arts. 9 23, inciso III, da msma Li, com arts. º, inciso I, 209, inciso IV 5º, 20 24, inciso III, do Rgimnto Intrno do TCU; 9.3. condnar o rsponsávl idntificado no subitm antrior, ao pagamnto das quantias a sguir spcificadas, com a fixação do prazo d quinz dias, a contar das notificaçõs, para comprovarm, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno), o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Instituto Nacional do Sguro Social, atualizada montariamnt acrscida dos juros d mora, calculados a partir das datas discriminadas, até a data do rcolhimnto, na forma prvista na lgislação m vigor, m dcorrência da concssão irrgular d bnfícios aos sguints sgurados: Bnficiária: Iva Boris d Souza DATA DA OCORRÊNCIA VALOR ORIGINAL (R$) 23/0/2002 73,33 23/0/2002 200,00 2 / / 2002 200,00 2/2/2002 83,33 2/2/2002 200,00 3//2003 200,00 3/2/2003 200,00 7/3/2003 200,00 0/4/2003 200,00 3/5/2003 240,00 / 6 / 2003 240,00 0/7/2003 240,00 3/8/2003 240,00 0/9/2003 240,00 0/0/2003 240,00 3 / / 2003 240,00 0/2/2003 240,00 0/2/2003 240,00 3//2004 240,00 / 2 / 2004 240,00 0/3/2004 240,00 5/4/2004 240,00 5/5/2004 240,00 3/6/2004 260,00 5/7/2004 260,00 4/8/2004 260,00 3/9/2004 260,00 5/0/2004 260,00 4 / / 2004 260,00 3/2/2004 260,00 3/2/2004 260,00 5//2005 260,00 3/2/2005 260,00 3/3/2005 260,00 5/4/2005 260,00 4/5/2005 260,00 3/6/2005 300,00 5/7/2005 300,00 3/8/2005 300,00 5/9/2005 300,00 5/0/2005 300,00 4 / / 2005 300,00 5/2/2005 300,00 5/2/2005 300,00 4//2006 300,00 3/2/2006 300,00 3/3/2006 300,00 5/4/2006 300,00 4/5/2006 350,00 5/6/2006 350,00 5/7/2006 350,00 3/8/2006 350,00 5/9/2006 75,00 5/9/2006 350,00 4/0/2006 350,00 6 / / 2006 350,00 5/2/2006 75,00 5/2/2006 350,00 4//2007 350,00 5/2/2007 350,00 5/3/2007 350,00 4/4/2007 350,00 4/5/2007 380,00 5/6/2007 380,00 4/7/2007 380,00 3/8/2007 380,00 5/9/2007 90,00 5/9/2007 380,00 3/0/2007 380,00 6 / / 2007 380,00 Bnficiária: Francinid Montiro Landim Cruz DATA DA OCORRÊNCIA VALOR ORIGINAL (R$) 0/5/999 347,43 /6/999 579,05 2/7/999 583,39 2/8/999 583,39

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 25 6/9/999 583,39 7/0/999 583,39 0 / / 999 583,39 6/2/999 437,54 6/2/999 583,39 2//2000 583,39 9/2/2000 583,39 3/3/2000 583,39 7/4/2000 583,39 4/5/2000 583,39 8/6/2000 583,39 7/7/2000 67,28 3/8/2000 67,28 /9/2000 67,28 3/0/2000 67,28 3 / / 2000 67,28 /2/2000 67,28 /2/2000 67,28 9//200 67,28 8/2/200 67,28 /3/200 67,28 2/4/200 67,28 2/5/200 67,28 /6/200 67,28 4/7/200 664,56 3/8/200 664,56 3/9/200 664,56 /0/200 664,56 / / 200 664,56 3/2/200 664,56 3/2/200 664,56 2//2002 664,56 5/2/2002 664,56 8/3/2002 664,56 4/4/2002 664,56 6/5/2002 664,56 3/6/2002 664,56 9/7/2002 725,69 2/8/2002 725,69 6/9/2002 725,69 4/0/2002 725,69 / / 2002 725,69 3/2/2002 725,69 3/2/2002 725,69 2//2003 725,69 0/2/2003 725,69 6/3/2003 725,69 /4/2003 725,69 2/5/2003 725,69 3/6/2003 725,69 7/7/2003 868,72 6/8/2003 868,72 /9/2003 868,72 /0/2003 868,72 3 / / 2003 868,72 /2/2003 868,72 /2/2003 868,72 2//2004 868,72 2/2/2004 868,72 /3/2004 868,72 /4/2004 868,72 3/5/2004 868,72 /6/2004 908,07 /7/2004 908,07 2/8/2004 908,07 /9/2004 908,07 /0/2004 908,07 / / 2004 908,07 /2/2004 908,07 /2/2004 908,07 3//2005 908,07 /2/2005 908,07 /3/2005 908,07 /4/2005 908,07 2/5/2005 908,07 /6/2005 965,77 /7/2005 965,77 /8/2005 965,77 /9/2005 965,77 3/0/2005 965,77 / / 2005 965,77 /2/2005 965,77 /2/2005 965,77 2//2006 965,77 /2/2006 965,77 /3/2006 965,77 3/4/2006 965,77 2/5/2006.04,05 /6/2006.04,05 3/7/2006.04,05 /8/2006.04,05 /9/2006 507,02 /9/2006.04,05 2/0/2006.04,4 / / 2006.04,4 /2/2006 507,2 /2/2006.04,4 2//2007.04,4 /2/2007.04,4 /3/2007.04,4 2/4/2007.04,4 2/5/2007.047,60 /6/2007.047,60 2/7/2007.047,60 /8/2007.047,60 3/9/2007 523,80 3/9/2007.047,60 3/8/200 4.392,60 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660025 /0/200.255,03 / / 2 0 0.255,03 /2/200 627,52 /2/200.255,03 3 / / 2 0.255,03 / 2 / 2 0.335,47 / 3 / 2 0.335,47 / 4 / 2 0.335,47 2 / 5 / 2 0.335,47 / 6 / 2 0.335,47 / 7 / 2 0.335,47 / 8 / 2 0.335,47 / 9 / 2 0 6 6 8, / 9 / 2 0.336,23 3 / 0 / 2 0.336,23 / / 2 0.336,23 / 2 / 2 0 668,2 / 2 / 2 0.336,23 2//202.336,23 /2/202.47,47 /3/202.47,47 2/4/202.47,47 2/5/202.47,47 /6/202.47,47 2/7/202.47,47 /8/202.47,47 3/9/202 708,73 3/9/202.47,47 /0/202.47,47 / / 2 0 2.47,47 3/2/202 708,74 3/2/202.47,47 2//203.47,47 /2/203.505,35 /3/203.505,35 /4/203.505,35 2/5/203.505,35 3/6/203.505,35 /7/203.505,35 /8/203.505,35 2/9/203 752,67 2/9/203.505,35 /0/203.505,35 / / 2 0 3.505,35 9.4. aplicar ao Sr. Francisco Ricardo Lima Cruz, CPF 425.957.3-34, a multa prvista no art. 57 da Li 8.443/992 c/c o art. 267 do Rgimnto Intrno, no valor d R$ 30.000,00 (trinta mil rais), fixando-lh o prazo d 5 (quinz) dias, a contar das notificaçõs, para comprovar, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno), o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Tsouro Nacional, atualizada montariamnt dsd a data d publicação dst acórdão até a do ftivo rcolhimnto, s for paga após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor; 9.5. autorizar a cobrança judicial das dívidas, caso não atndida a notificação, na forma do art. 28, inciso II, da Li 8443/992; 9.6. autorizar, dsd logo, caso solicitado o procsso não tnha sido rmtido para cobrança judicial, o pagamnto da dívida m até 36 parclas mnsais conscutivas, nos trmos do art. 26 da Li 8.443/992, c/c o art. 27 do Rgimnto Intrno/TCU, fixando-s o vncimnto da primira parcla m 5 dias, a contar do rcbimnto da notificação, o das dmais a cada 30 dias, dvndo incidir sobr cada valor mnsal os corrspondnts acréscimos lgais, na forma prvista na lgislação m vigor, sm prjuízo d alrtar ao rsponsávl d qu a falta d comprovação do rcolhimnto d qualqur parcla implicará o vncimnto antcipado do saldo dvdor; 9.7. inabilitar, com fundamnto no art. 60 da Li 8.443/992, o Sr. Francisco Ricardo Lima Cruz, CPF 425.957.3-34, para o xrcício d cargo m comissão ou função d confiança no âmbito da Administração Pública, plo príodo d cinco anos, obsrvadas as disposiçõs do Acórdão 74/206-TCU-Plnário; 9.8. ncaminhar cópia dst acórdão, bm como do rlatório do voto qu o fundamntam, ao Procurador-Chf da Procuradoria da Rpública no Estado do Cará, conform dtrmina o art. 6, 3º, da Li 8.443/992 c/c o art. 209, 7º, do Rgimnto Intrno do TCU; 9.9. comunicar ao Instituto Nacional do Sguro Social - INSS à Procuradoria Gral Fdral - PGF qu a dcisão contida no subitm 9. dst acórdão não impd a adoção d providências administrativas /ou judiciais, com vistas a ravr valors qu vntualmnt foram pagos indvidamnt à sgurada ali mncionada, m razão da concssão irrgular d bnfício prvidnciário. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2798-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo (Rlator). 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2799/206 - TCU - Plnário. Procsso TC 06.587/205-4. 2. Grupo I - Class d Assunto: IV - Tomada d Contas Espcial. 3. Rsponsávis: Alxsandro d Souza (047.994.66-8); Gloria Frrira Brgamaschi (00.66.56-25); Marta Aparcida Lozasso (07.553.326-0); Robrto Carlos Frrira d Paula (799.558.277-34). 4. Órgão: Instituto Nacional do Sguro Social. 5. Rlator: Ministro Vital do Rêgo. 6. Rprsntant do Ministério Público: Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado d Minas Grais (Scx-MG). 8. Rprsntação lgal: não há. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d tomada d contas spcial instaurada plo Instituto Nacional do Sguro Social (INSS) m razão d concssõs irrgulars d bnfícios por part do x-srvidor Robrto Carlos Frrira d Paula, qu rsultaram m rcbimntos indvidos por part das Sras. Glória Frrira Brgamaschi Marta Aparcida Lozasso, do Sr. Alxsandro d Souza. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. julgar irrgulars as contas d Robrto Carlos Frrira d Paula, x-srvidor do INSS, CPF 799.558.277-34; das sguradas Glória Frrira Brgamaschi, CPF 00.66.56-25, Marta Aparcida Lozasso, CPF 07.553.326-0; do procurador Alxsandro d Souza, CPF 047.994.66-8, com fundamnto nos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alína "d", da Li 8.443/992, c/c os arts. 9 23, inciso III, da msma Li, com arts. º, inciso I, 209, inciso IV, 20 24, inciso III, do Rgimnto Intrno do TCU; 9.2. condnar o Sr. Robrto Carlos Frrira d Paula, CPF 799.558.277-34, solidariamnt com os rspctivos rsponsávis idntificados abaixo, ao pagamnto das quantias a sguir spcificadas, com a fixação do prazo d 5 (quinz) dias, a contar das notificaçõs, para comprovarm, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno), o rcolhimnto das dívidas aos cofrs do INSS, atualizadas montariamnt acrscidas dos juros d mora, calculados a partir das datas discriminadas, até a data dos rcolhimntos, na forma prvista na lgislação m vigor, abatndo-s, na oportunidad, vntuais valors já rssarcidos: Bnficiária Glória Frrira Brgamaschi (CPF 00.66.56-25) VALOR ORIGINAL (R$) DATA DA OCORRÊNCIA 459,00 05/0/2007 060,00 02/02/2007.059,54 05/03/2007.059,54 03/04/2007.094,54 03/05/2007.094,54 04/06/2007.094,54 04/07/2007.094,54 03/08/2007.64,54 04/09/2007.094,54 02/0/2007.094,54 05 / / 2007.64,30 04/2/2007.094,9 03/0/2008.094,9 07/02/2008.094,9 04/03/2008.48,9 02/04/2008.48,9 05/05/2008.48,9 03/06/2008.48,9 02/07/2008.48,9 04/08/2008.723,9 02/09/2008.48,9 02/0/2008.48,9 04 / / 2008.723,20 02/2/2008.48,9 06/0/2009.48,9 04/02/2009.26,9 03/03/2009.26,9 02/04/2009.26,9 06/05/2009.26,9 02/06/2009.27,6 02/07/2009.27,6 04/08/2009.825,6 03/09/2009

26 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206.26,70 0 4 / / 2 0 0 9.825,05 02/2/2009.26,70 05/0/200.29,40 02/02/200.29,40 02/03/200.29,40 05/04/200 Bnficiária Marta Aparcida Lozasso (CPF 07.553.326-0) VALOR ORIGINAL (R$) DATA DA OCORRÊNCIA 906,00 07/03/2008.698,83 07/03/2008.783,56 04/04/2008.783,56 07/05/2008.783,58 05/06/2008.783,5 04/07/2008.784,02 08/08/2008 2.675,36 04/09/2008.783,62 07/0/2008.783,67 06 / / 2008 2.675,3 04/2/2008.784,08 09/0/2009.783,8 05/02/2009.888,95 05/03/2009.889,46 06/04/2009.889,58 07/05/2009.888,83 04/06/2009.888,93 06/07/2009.889,22 06/08/2009 2.834,07 04/09/2009.889,07 06/0/2009.889,07 06 / / 2009 2.833,45 04/2/2009.889,07 08/0/200 2.005,08 04/02/200 2.004,92 04/03/200 2.004,92 07/04/200 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Sr. Alxsandro d Souza (CPF 047.994.66-8) VALOR ORIGINAL (R$) DATA DA OCORRÊNCIA 579,00 03/02/2006 579,00 03/03/2006 579,00 04/04/2006 606,00 03/05/2006 606,00 05/06/2006 606,00 04/07/2006 606,00 02/08/2006 894,00 04/09/2006 606,00 03/0/2006 606,00 03 / / 2006 9.3. aplicar ao Sr. Robrto Carlos Frrira d Paula, CPF 799.558.277-34, à Sra. Glória Frrira Brgamaschi, CPF 00.66.56-25, à Sra. Marta Aparcida Lozasso, CPF 07.553.326-0, ao Sr. Alxsandro d Souza, CPF 047.994.66-8, a multa prvista no art. 57 da Li 8.443/992, c/c o art. 267 do Rgimnto Intrno, no valor individual d R$ 40.000,00 (quarnta mil rais), R$ 20.000 (vint mil rais), R$ 20.000,00 (vint mil rais), R$ 5.000,00 (cinco mil rais), rspctivamnt, fixando-lhs o prazo d 5 (quinz) dias, a contar das notificaçõs, para comprovarm, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína "a", do Rgimnto Intrno), o rcolhimnto das dívidas aos cofrs do Tsouro Nacional, atualizadas montariamnt dsd a data dst acórdão até a do ftivo rcolhimnto, s form pagas após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor; 9.4. autorizar, dsd logo, nos trmos do art. 28, inciso II, da Li 8.443/992, a cobrança judicial das dívidas, caso não atndidas as notificaçõs; 9.5. autorizar, dsd logo, caso solicitado o procsso não tnha sido rmtido para cobrança judicial, o pagamnto das dívidas m até 36 (trinta sis) parclas mnsais conscutivas, nos trmos do art. 26 da Li 8.443/992, c/c o art. 27 do Rgimnto Intrno/TCU, fixando-s o vncimnto da primira parcla m 5 (quinz) dias, a contar do rcbimnto da notificação, o das dmais a cada 30 (trinta) dias, dvndo incidir sobr cada valor mnsal os corrspondnts acréscimos lgais, na forma prvista na lgislação m vigor, sm prjuízo d alrtar os rsponsávis d qu a falta d comprovação do rcolhimnto d qualqur parcla implicará o vncimnto antcipado do saldo dvdor; 9.6. nos trmos do art. 60 da Li 8.443/992, considrar gravs as infraçõs comtidas inabilitar o Sr. Robrto Carlos Frrira d Paula, CPF 799.558.277-34, a Sra. Glória Frrira Brgamaschi, CPF 00.66.56-25, a Sra. Marta Aparcida Lozasso, CPF 07.553.326-0 o Sr. Alxsandro d Souza, CPF 047.994.66-8, para o xrcício d cargo m comissão ou função d confiança no âmbito da Administração Pública plo príodo d 5 (cinco) anos; 9.7. ncaminhar cópia do prsnt acórdão, bm como do rlatório do voto qu o fundamntam, à Procuradoria da Rpública no Estado d Minas Grais, nos trmos do 3º do art. 6 da Li 8.443/992, c/c o 7º do art. 209 do Rgimnto Intrno do TCU, para adoção das mdidas qu ntndr cabívis. plo código 00020660026 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2799-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Vital do Rêgo (Rlator). 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2800/206 - TCU - Plnário. Procsso TC 05.563/203-8... Apnso: TC 043.929/202-5. 2. Grupo: I; Class d Assunto: IV - Tomada d Contas Espcial. 3. Rsponsávis: Pdro Rznd Tavars (29.752.32-20), Marília Barros Colho (82.472.57-34), Lucélia Lima d Olivira (944.638.9-9), Marcos Santos Jorg (06.778.27-4), Paulo Lniman Barbosa Silva (422.905.624-9), Maria Rgina Borgs Lal (049.256.206-73) Frrira Franco Engnharia Ltda. - EPP (86.904.09/000-79). 4. Entidad: Município d Formoso do Araguaia/TO. 5. Rlator: Ministro-Substituto Marcos Bmqurr Costa. 6. Rprsntant do Ministério Público: Subprocurador-Gral Lucas Rocha Furtado. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado do Tocantins - Scx/TO. 8. Rprsntação lgal: Sandra Patta Flain, OAB/TO 4.76; Edr Mndonça d Abru, OAB/TO.087, Márcio Viira Villas Boas Tixira d Carvalho, OAB/DF 39.742. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos rfrnts à Tomada d Contas Espcial oriunda da convrsão do procsso d Rlatório d Auditoria (TC 043.929/202-5), por força do Acórdão.255/203 - Plnário, rfrnt à fiscalização ralizada no Município d Formoso do Araguaia/TO, com a finalidad d vrificar a rgularidad na aplicação dos rcursos públicos fdrais oriundos do Trmo d Compromisso, aprovado pla Portaria 97/2009 da Scrtaria d Infrastrutura Hídrica do Ministério da Intgração Nacional, para a xcução d obras d drnagm pluvial canalização d córrgos. ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão xtraordinária do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. arquivar o procsso m rlação às contas da Sra. Maria Rgina Borgs Lal, nos trmos do art. 22 do RI/TCU; 9.2. com fundamnto nos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alína c, 9, caput, 23, inciso III, da Li 8.443/992, julgar irrgulars as contas do Sr. Pdro Rznd Tavars da mprsa Frrira Franco Engnharia Ltda., condnando-os, na forma a sguir indicada, ao pagamnto das quantias adiant discriminadas, atualizadas montariamnt acrscidas dos juros d mora, calculados a partir das datas indicadas até a data da ftiva quitação, nos trmos da lgislação m vigor, fixando-lhs o prazo d 5 (quinz) dias, a contar do rcbimnto das rspctivas notificaçõs, para qu comprovm, prant o Tribunal (art. 24, inciso III, alína a, do Rgimnto Intrno/TCU), o rcolhimnto da dívida a favor do Tsouro Nacional: 9.2.. d forma individual, Sr. Pdro Rznd Tavars: Valor (R$) Data 4.272,60 30 / / 202 279, 30 / / 202 9.2.2. d forma solidária, Sr. Pdro Rznd Tavars mprsa Frrira Franco Engnharia Ltda.: Valor (R$) Data 37.473,89 26 / / 200 500.05,60 09/09/200 276.690,73 02/08/200 226.372,09 3/05/200 222.660,90 26 / / 200 78.838,79 24/09/200 654.650,0 09/09/200 372.885,60 02/08/200 50.664,04 3/05/200 08.995,82 09/09/200 49.820,7 26 / / 200 7.582,08 09/09/200 857,9 09/09/200 36.404,08 2 6 / / 2 0 0 4. 5, 7 2 2 6 / / 2 0 0 38.765,26 2 6 / / 2 0 0 22.70,96 2 6 / / 2 0 0 23.079,70 2 6 / / 2 0 0 69.490,05 05/04/200 2.48,79 2/05/200 9.3. aplicar individualmnt ao Sr. Pdro Rznd Tavars à mprsa Frrira Franco Engnharia Ltda. a multa prvista no art. 57 da Li 8.443/992, no valor d R$ 00.000,00 (cm mil rais), fixando-lhs o prazo d 5 (quinz) dias, a contar das notificaçõs, para qu comprovm, prant o Tribunal, o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Tsouro Nacional (art. 24, inciso III, alína a, do Rgimnto Intrno/TCU), atualizada montariamnt dsd a data dst Acórdão até a data do ftivo rcolhimnto, s form pagas após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor; 9.4. aplicar individualmnt aos rsponsávis a sguir indicados a multa prvista no art. 58, inciso II, da Li 8.443/992, nos valors abaixo consignados, fixando-lhs o prazo d 5 (quinz) dias, a contar das notificaçõs, para qu comprovm, prant o Tribunal, o rcolhimnto da dívida aos cofrs do Tsouro Nacional (art. 24, inciso III, alína a, do Rgimnto Intrno/TCU), atualizada montariamnt dsd a data dst Acórdão até a data do ftivo rcolhimnto, s form pagas após o vncimnto, na forma da lgislação m vigor: 9.4.. Srs. Pdro Rznd Tavars Paulo Lniman Barbosa Silva, no valor d R$ 0.000,00 (dz mil rais); 9.4.2. Sra. Marília Barros Colho, R$ 5.000,00 (cinco mil rais); 9.4.3. Sra. Lucélia Lima d Olivira Sr. Marcos Santos Jorg, no valor d R$ 3.000,00 (três mil rais); 9.5. autorizar, caso rqurido, nos trmos do art. 26 da Li 8.443/992, o parclamnto das dívidas m até 36 (trinta sis) parclas mnsais sucssivas, sclarcndo aos rsponsávis qu a falta d pagamnto d qualqur parcla importará no vncimnto antcipado do saldo dvdor (art. 27, 2º, do RI/TCU), sm prjuízo das dmais mdidas lgais; 9.6. autorizar, dsd logo, a cobrança judicial das dívidas a qu s rfr st Acórdão, caso não atndidas as notificaçõs, nos trmos do art. 28, inciso II, da Li 8.443/992; 9.7. rmtr cópia dst Acórdão, acompanhado do Rlatório do Voto qu o sustntam, à Procuradoria da Rpública no Estado do Tocantins, com fundamnto no art. 6, 3º, da Li 8.443/992. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2800-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Augusto Nards, Raimundo Carriro José Múcio Montiro. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa (Rlator) André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 280/206 - TCU - Plnário. Procsso TC-08.233/206-3. 2. Grupo: II - Class d Assunto: V - Auditoria d Conformidad. 3. Intrssado: Tribunal d Contas da União. 4. Órgãos/ntidads: Govrno do Estado do Amapá, Municípios d Santana/AP Macapá/AP. 5. Rlator: Ministro-Substituto Marcos Bmqurr Costa. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno do Amapá - Scx/AP. 8. Advogado constituído nos autos: não há. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos do Rlatório da Auditoria d Conformidad ralizada pla Scx/APno príodo d º/08/206 a 9/09/206 m cinco Transfrências Voluntárias (TVs) slcionadas com bas m modlo prditivo dsnvolvido pla Scrtaria d Gstão da Informação (Sginf). ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão Plnária Extraordinária, ant as razõs xpostas plo Rlator, m:

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 27 9. fixar o prazo d 90 (novnta) dias, a contar da ciência dst Acórdão, para qu o Ministério do Esport conclua a anális d sua comptência m rlação à prstação d contas do Convênio 726.70/2009, clbrado com o Município d Santana/AP, lvando m considração, ainda, os Achados d Auditoria apontados pla Scx/AP, nst procsso, quais sjam: 9.. movimntação d rcursos fora da conta spcífica, dscumprindo a Cláusula Sxta do Trmo d Convênio, o Dcrto 6.70/2007, art. 7º, º, a Portaria 27/2008/MPOG/MF/CGU, art. 30, inciso XIII; 9..2 ralização d pagamntos vdados pla lgislação, dscumprindo a Portaria 27/2008, MPOG/MF/CGU, art. 39, inciso VI o prazo d pagamnto do Manual das Dirtrizs do Programa Sgundo Tmpo d 200; 9..3 ausência d dpósito da contrapartida, dscumprindo o Dcrto 6.70/2007, art. 7º, c/c Portaria 27/2008, MPOG/MF/CGU, art. 20; 9.2 dtrminar ao Ministério do Esport qu, no msmo prazo fixado no subitm acima, rmta a st Tribunal informaçõs sobr as conclusõs alcançadas providências adotadas, m spcial para dar cumprimnto ao art. 8º da Li n. 8.443/992, no tocant à vntual vrificação d dano ao rário. 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-280-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Augusto Nards, Raimundo Carriro José Múcio Montiro. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa (Rlator) André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2802/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 03.623/206-8. 2. Grupo I - Class V - Assunto: Auditoria. 3. Intrssados/Rsponsávis: 3.. Intrssado: Tribunal d Contas da União. 3.2. Rsponsávl: Adão Francisco d Olivira (CPF 624. 464. 0-04 ). 4. Órgão: Scrtaria d Educação, Juvntud Esports do Estado do Tocantins. 5. Rlator: Ministro-Substituto André Luís d Carvalho. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno no Estado d Tocantins (Scx/TO). 8. Rprsntação lgal: não há. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d auditoria d conformidad sobr a rgularidad das açõs rlacionadas com os cursos ofrcidos no âmbito da Bolsa-Formação Estudant da Bolsa-Formação Trabalhador, no príodo d janiro d 203 a junho d 206, como modalidads d implmntação do Programa Nacional d Acsso ao Ensino Técnico Emprgo (Pronatc Bolsa-Formação) no âmbito da Scrtaria d Educação, Juvntud Esports do Estado do To c a n t i n s ; ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. dtrminar a audiência dos rsponsávis plas irrgularidads tratadas no Achado d Auditoria III.3, à Pça nº 5, com fulcro no art. 250, inciso IV, do Rgimnto Intrno do TCU (RITCU), para qu, no prazo d 5 (quinz) dias, aprsntm as suas razõs d justificativa sobr os atrasos obsrvados m rlação à crtificação xpdição dos diplomas d mais d 7 mil alunos qu concluíram os cursos do Pronatc; 9.2. dtrminar a oitiva da Scrtaria d Educação Profissional Tcnológica do Ministério da Educação (Stc/MEC) para qu, no prazo d 30 (trinta) dias, s manifst sobr as açõs adotadas plo órgão para impdir a continuidad das sguints irrgularidads (apuradas na prsnt fiscalização): 9.2.. não adoção d mdidas concrtas para conhcr corrigir as principais causas dtrminants para os altos índics d vasão no âmbito do Pronatc Bolsa-Formação (achado d auditoria III. à Pça nº 5 dos autos); 9.2.2. não manutnção plas unidads d nsino ofrtants dos rgistros studantis das turmas dos bnficiários da Bolsa- Formação, inclusiv das listas d prsnça, dos trmos d compromisso dos comprovants d matrícula assinados, m rgistro imprsso ou digital, m conformidad com os critérios procdimntos sguros, plo prazo mínimo d 20 (vint) anos após o ncrramnto dos cursos (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.3. falta d assinatura do trmo d compromisso, no ato da matrícula, plos bnficiários, na forma stablcida no Manual d Gstão da Bolsa-Formação (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660027 9.2.4. falta da xigência dos comprovants d scolaridad mínima dos inscritos, spcialmnt para os cursos FIC (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.5. não confirmação das matrículas, d forma tmpstiva, no Sistma Nacional d Informaçõs da Educação Profissional Tcnológica - Sistc (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.6. não notificação do studant, por mio do Sistc, nos casos d intrrupção d frquência no curso (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.7. não atualização no Sistc d todas as ofrtas d turmas m cursos por mio da Bolsa-Formação (achado d auditoria III.2 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.8. atraso m rlação à crtificação xpdição dos diplomas d mais d 7 mil alunos qu concluíram os cursos do Pronatc (achado d auditoria III.3 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.9. aquisição d bns srviços m dtrimnto do forncimnto d matriais a prstação d srviços indispnsávis à ofrta d cursos d formação técnica profissional d qualidad (achado d auditoria III.5 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.0. pagamnto ralizado a bolsistas (sm vínculo) sm a rtnção dos tributos dvidos (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.. pagamnto ralizado a bolsistas sm a comprovação da ftiva prstação d srviços ao programa (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.2. não ralização d procsso sltivo d bolsistas para atuar no Pronatc, com pagamntos ralizados à conta do Bolsa- Formação com rcursos fdrais, caractrizando, no caso dos bolsistas sm vínculo, mcanismo irrgular d scolha d agnt público, com afronta aos princípios da impssoalidad, da moralidad administrativa da isonomia (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.3. ralização d pagamntos com rcursos fdrais do Bolsa-Formação do Pronatc a bolsistas srvidors (com vínculo) sm a dvida comprovação da ftiva contraprstação laboral (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.4. não publicidad no portal ltrônico da Sduc/TO dos projtos pdagógicos, dos planos d curso, dos rgimntos, das normas intrnas dos dmais documntos orintadors dos cursos ofrtados no âmbito da Bolsa-Formação (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.5. ausência d condiçõs adquadas d infrastrutura física, tcnológica d pssoal para o dsnvolvimnto adquado dos cursos m todos os locais d ofrta (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.6. dsatualização do Sistc m rlação às informaçõs sobr as ofrtas d turmas por mio da Bolsa-Formação, informando o local d ralização d cada turma (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.7. não garantia aos bnficiários da Bolsa-Formação d acsso plno à infrastrutura ducativa rcrativa xistnts nas unidads ofrtants (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.8. falhas na ação d notificar o studant, por mio do Sistc, m caso d intrrupção d frquência no curso (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.9. não manutnção, na unidad d nsino ofrtant do curso, dos rgistros studantis das turmas dos bnficiários da Bolsa-Formação, inclusiv das listas d prsnça dos trmos d compromisso dos comprovants d matrícula assinados, m rgistro imprsso ou digital, m conformidad com critérios procdimntos sguros, plo prazo mínimo d vint anos após o ncrramnto dos cursos (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.20. não dfinição d mtodologia, ralização nvio à Stc/MEC da psquisa d avaliação d grssos, por mantndora, d 6 a 2 mss após a conclusão dos cursos (achado d auditoria III.7 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.2. omissão no dvr d prstar contas dos rcursos transfridos ao Estado do Tocantins nos xrcícios d 204 205 (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.22. utilização d conta bancária paralla, m dtrimnto da movimntação dos rcursos do programa m conta bancária xclusiva vinculada, rcbdora dos rpasss fdrais (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.23. indícios d simulacro d prstação d contas, com o fito d convncr a quip d auditoria do TCU sobr o cumprimnto do dvr d prstar contas, no prazo lgal (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.24. falhas na prstação d contas dos rcursos transfridos ao Estado do Tocantins no âmbito do Pronatc xrcício d 203 (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.25. participação dos msmos bnficiários (d cursos FIC /ou Técnico) m mais d um vnto /ou ofrta d cursos idênticos ou similars na msma localidad plos ofrtants do Pronatc no Tocantins, vrificada m cruzamnto d dados do Sistc/MEC m visita in loco ao Colégio Manol Goms da Cunha, m Araguaína (achado d auditoria III.9 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.26. atrasos injustificados dos pagamntos dvidos a título d auxílios bolsas do Pronatc (achado d auditoria III.0 à Pça nº 5 dos autos); 9.2.27. ausência d toda a documntação comprobatória do pagamnto obrigatório da assistência studantil obrigatória por part do órgão local (achado d auditoria III.0 à Pça nº 5 dos autos); 9.3. rcomndar à Scrtaria d Educação Profissional Tcnológica do Ministério da Educação (Stc/MEC) qu, no prazo d até 360 (trzntos sssnta) dias, adot as mdidas cabívis para solucionar o problma rfrnt à contratação d profssors bolsistas sm a formação técnico-profissional /ou a xpriência didático-pdagógica compatívl com os cursos ofrtados, d qu trata o Achado d Auditoria III.4 à Pça nº 5, informando o TCU sobr o rsultado dssas mdidas ao final do msmo prazo; 9.4. dtrminar ao FNDE qu instaur tomadas d contas spcial spcíficas, informando o TCU sobr os rsultados obtidos com ssa mdida, no prazo máximo d 20 (cnto vint) dias, para apurar a vntual ocorrência d dano ao rário dcorrnt das sguints irrgularidads: 9.4.. aquisição d bns srviços m dtrimnto do forncimnto d matriais a prstação d srviços indispnsávis à ofrta d cursos d formação técnica profissional d qualidad (achado d auditoria III.5 à Pça nº 5 dos autos); 9.4.2. pagamnto d bolsistas (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos) com as sguints falhas: 9.4.2.. sm a comprovação da ftiva prstação d srviços ao programa; 9.4.2.2. com bas m valor fixo mnsal, não m horas, além d praticar valors acima dos praticados por outros nts fdrados, com prjuízo da carga horária institucional rgular; 9.4.3. omissão no dvr d prstar contas dos rcursos transfridos ao Estado do Tocantins nos xrcícios d 204 205 (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos), considrando na corrspondnt anális as informaçõs sobr: 9.4.3.. a utilização d conta bancária paralla, m dtrimnto da movimntação dos rcursos do programa m conta bancária xclusiva vinculada, rcbdora dos rpasss fdrais; 9.4.3.2. indícios d simulacro d prstação d contas, com o fito d convncr a quip d auditoria do cumprimnto do dvr d prstar contas no prazo lgal; 9.4.4. irrgularidads na prstação d contas dos rcursos transfridos ao Estado do Tocantins no xrcício d 203 (achado d auditoria III.8 à Pça nº 5 dos autos); 9.4.5. atrasos indvidos dos auxílios studantis das bolsas aos bnficiários do Bolsa-Formação (achado d auditoria III.0 à Pça nº 5 dos autos); 9.5. dtrminar à Scrtaria d Educação, Juvntud Esports do Estado do Tocantins (Sduc/TO) qu: 9.5.. promova, no prazo máximo d 60 (sssnta) dias, a ntrga d todos os crtificados aos alunos qu concluíram os cursos do Pronatc, m atnção ao art. 22, incisos XXX XXXI, da Portaria MEC nº 87/205, comunicando o TCU sobr o cumprimnto dssa dtrminação, acompanhada d documntação probatória suficint (achado d auditoria III.3 à Pça nº 5 dos autos); 9.5.2. adot as providências cabívis para a ralização d procsso sltivo d bolsistas com sm vínculo, para atuarm no Pronatc, cujos pagamntos sjam ralizados à conta do Bolsa-Formação com rcursos fdrais, no âmbito da Sduc/TO, m obdiência aos princípios da lgalidad da impssoalidad prvistos no art. 37, caput, da Constituição Fdral (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.5.3. não ftu pagamntos com rcursos fdrais do Bolsa-Formação do Pronatc a bolsistas srvidors com vínculo, sja a título ftivo, sja a título prcário, sm qu s comprov a ftiva contraprstação laboral, comprovada mdiant a prstação d srviços ao programa, além da carga horária normal da função pública xrcida (achado d auditoria III.6 à Pça nº 5 dos autos); 9.5.4. adot as mdidas cabívis para, no prazo d 60 (sssnta) dias, promovr todos os pagamntos dvidos a título d auxílios d bolsas do Pronatc, m cumprimnto ao art. 7º, º, da Portaria MEC nº 87/205 (achado d auditoria III.0 à Pça nº 5 dos autos); 9.6. nviar cópia do prsnt Acórdão, bm como do Rlatório do Voto qu o fundamnta, acompanhada d cópia do parcr acostado à Pça nº 5 dos autos, à Comissão d Educação, Cultura Esports do Snado Fdral, à Comissão d Educação da Câmara dos Dputados, à Scrtaria d Educação Profissional Tcnológica do Ministério da Educação (Stc/MEC), ao Fundo Nacional d Dsnvolvimnto da Educação/FNDE/MEC à Scrtaria d Educação, Juvntud Esports do Estado do Tocantins (Sduc/TO). 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2802-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro José Múcio Montiro. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho (Rlator). 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2803/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 035.784/205-6. 2. Grupo II - Class d Assunto: VII - Rprsntação. 3. Intrssado/Rsponsávis: 3.. Intrssada: EBN Comércio, Importação Exportação S.A. 3.2. Rsponsávis: João Waynr da Costa Ribas (CPF: 568.696.737-72) Ricardo Marqus Figuirdo (CPF: 849.675.958-04). 4. Unidad jurisdicionada: Comando Logístico do Exército (Colog). 5. Rlator: Ministro-Substituto André Luís d Carvalho. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno d Aquisiçõs Logísticas (Slog). 8. Rprsntação lgal: 8.. Humbrto Barbosa da Silva Lit (OAB/DF 35.074) Raíssa Frnands Barbosa Lit (OAB/DF 44.375), rprsntando a EBN Comércio, Importação Exportação S.A. 8.2. Carlos Albrto Silva d Mlo (OAB/PB 2.38), rprsntando a Ricol Têxtil Indústria Comércio Ltda.

28 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d rprsntação formulada pla EBN Comércio, Importação Exportação S.A., com pdido d cautlar suspnsiva, sobr possívis irrgularidads no Prgão Eltrônico nº 4/205 conduzido plo Comando Logístico do Exército (Colog) para o rgistro d prços na vntual aquisição d matrial d intndência (itm : conjunto camuflado - modlo 2009); ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator, m: 9.. considrar parcialmnt procdnt a prsnt rprsntação, já conhcida plo TCU por mio do Acórdão.29/206- Plnário; 9.2. acolhr as razõs d justificativas aprsntadas por João Waynr da Costa Ribas Ricardo Marqus Figuirdo; 9.3. dtrminar ao Comando Logístico do Exército, nos trmos do art. 250, inciso III, do Rgimnto Intrno do TCU, qu: 9.3. aprimor o planjamnto das aquisiçõs d itns d fardamnto, ntr outras aquisiçõs d bns ou srviços, abstndo-s d duplicar sforços da máquina administrativa com a condução d mais d um crtam para a aquisição do msmo objto, sob pna d rsponsabilização dos gstors pla prática dos atos considrados indvidos; 9.3.2. atnt para a ncssidad d promovr as licitaçõs anuais dstinadas à compra d fardamnto com a suficint antcdência, d modo a assgurar qu a conclusão do crtam s dê dntro do próprio xrcício financiro, vitando a ocorrência d prazo xíguo para a missão d mpnho, além d atntar para a ncssária avaliação da rlação custo/bnfício para a ralização d licitação no âmbito do sistma rgistro d prços, na forma do Dcrto nº 7.892, d 23 d janiro d 2003; 9.4. ncaminhar cópia dst Acórdão, acompanhado do Rlatório do Voto qu o fundamnta, ao Comando Logístico do Exército ao º Dpartamnto d Suprimnto do Exército; 9.5. arquivar os prsnts autos, dispnsando a unidad técnica d promovr o monitoramnto da dtrminação contida no itm 9.3 dst Acórdão. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2803-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro José Múcio Montiro. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho (Rlator). 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira. ACÓRDÃO Nº 2804/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 035.625/205-5. 2. Grupo II - Class VII - Assunto: Rprsntação. 3. Rsponsávl: Luciano Galvão Coutinho (636.83.808-20). 4. Entidad: Banco Nacional d Dsnvolvimnto Econômico Social (BNDES). 5. Rlator: Ministro-Substituto Wdr d Olivira. 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou. 7. Unidad Técnica: Scrtaria d Control Extrno da Administração Indirta no Rio d Janiro (ScxEstataisRJ). 8. Rprsntação lgal: 8.. Juliana Calixto Prira (OAB/RJ 30.070) outros, rprsntando Banco Nacional d Dsnvolvimnto Econômico Social. 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d rprsntação sobr supostas irrgularidads ocorridas no Banco Nacional d Dsnvolvimnto Econômico Social (BNDES), no âmbito da xcução do contrato d financiamnto firmado com a mprsa Klabin S.A. ACORDAM os ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo rlator, m: 9.. conhcr da rprsntação para, no mérito, considrá-la improcdnt; 9.2. rcomndar qu o Banco Nacional d Dsnvolvimnto Econômico Social raliz studos inform ao Tribunal, no prazo d 20 (cnto vint dias), sobr a possibilidad d tornar obrigatório prcntual d invstimntos sociais como condição para concssão d créditos vultosos, considrando os potnciais impactos ngativos dssa proposição no invstimnto conômico os potnciais impactos positivos da mdida nos invstimntos sociais; 9.3. ncrrar o procsso arquivar os autos. plo código 00020660028 0. Ata n 44/206 - Plnário.. Data da Sssão: //206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-2804-44/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro José Múcio Montiro. 3.2. Ministros-Substitutos convocados: Marcos Bmqurr Costa André Luís d Carvalho. 3.3. Ministro-Substituto prsnt: Wdr d Olivira (Rlator). E N C E R R A M E N TO Às 7 horas 8 minutos, a Prsidência ncrrou a sssão, da qual foi lavrada sta ata, a sr aprovada plo Prsidnt homologada plo Plnário. MARCIA PAULA SARTORI Subscrtária do Plnário Aprovada m 9 d novmbro d 206. AROLDO CEDRAZ DE OLIVEIRA Prsidnt ATA N o - 45, DE 8 DE NOVEMBRO DE 206 (Sssão Extraordinária do Plnário) Prsidência: Prsidnt Aroldo Cdraz Rprsntant do Ministério Público: Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin Scrtária das Sssõs, m substituição: AUFC Marcia Paula Sartori Às 0 horas 0 minutos, a Prsidência dclarou abrta a sssão xtraordinária do Plnário, com a prsnça dos Ministros Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro, José Múcio Montiro Ana Arras, dos Ministros- Substitutos Augusto Shrman Cavalcanti, Marcos Bmqurr Costa (convocado para substituir o Ministro Vital do Rêgo) André Luís d Carvalho do Procurador-Gral Paulo Soars Bugarin. Ausnts o Ministro Vital do Rêgo, m missão oficial; o Ministro Bruno Dantas, com causa justificada, o Ministro-Substituto Wdr d Olivira, m férias. O Prsidnt comunicou qu a sssão xtraordinária foi convocada, no último dia 9 d outubro, para a aprciação do procsso d consolidação do Fiscobras, d rlatoria do Ministro Raimundo Carriro, m atndimnto à Li d Dirtrizs Orçamntárias. PROCESSO APRECIADO DE FORMA UNITÁRIA Por mio d aprciação unitária d procssos, o Plnário profriu o Acórdão d nº 280, a sguir transcrito incluído no Anxo I dsta Ata, juntamnt com o rlatório voto m qu s fundamntou a dclaração d voto do Ministro Augusto Nards. ACÓRDÃO Nº 280/206 - TCU - Plnário. Procsso nº TC 0.42/205-0 2. Grupo I - Class d Assunto: VII (Administrativo) 3. Intrssado: Comissão Mista d Planos, Orçamntos Públicos Fiscalização do Congrsso Nacional - CMO 4. Órgão/Entidad: não há 5. Rlator: Ministro Raimundo Carriro 6. Rprsntant do Ministério Público: não atuou 7. Unidad Técnica: Coordnação-Gral d Control Extrno da Ára d Infrastrutura da Rgião Sudst (Coinfra) 8. Rprsntação lgal: não há 9. Acórdão: VISTOS, rlatados discutidos sts autos d consolidação das fiscalizaçõs ralizadas plo Tribunal, no âmbito do Plano d Fiscalização d Obras d 206 (Fiscobras 206), com o objtivo d atndr ao disposto no art. 9, inciso II, da Li nº 3.242/205, qu stablc as dirtrizs para a laboração xcução da Li Orçamntária d 206 (LDO 206). ACORDAM os Ministros do Tribunal d Contas da União, runidos m Sssão do Plnário, ant as razõs xpostas plo Rlator com fundamnto no art. 9, inciso II, da Li nº 3.242/205, m: 9.. autorizar a rmssa dos documntos informaçõs a sguir indicados, rlativos ao Plano d Fiscalização d Obras d 206, atualizados até 4//206, m mio digital, aos prsidnts do Congrsso Nacional, do Snado Fdral, da Câmara dos Dputados da Comissão Mista d Planos, Orçamntos Públicos Fiscalização do Congrsso Nacional (CMO): 9... lista dos procssos d fiscalizaçõs; 9..2. rlação das obras srviços com indícios d irrgularidad grav com rcomndação d paralisação (IGP) dtctados m fiscalizaçõs antriors a 206 ainda não sanadas plos rspctivos gstors, rsumida a sguir: UF Obras com IGP confirmado m anos antriors Procsso no TCU Ministro Rla- ainda não sanadas tor AL Canal do Srtão - Alagoas 006.708/206- Raimundo Carriro PI Construção da Vila Olímpica - Parnaíba/PI 03.638/203-0 André Luís d Carvalho RS BR-448/RS - Implantação Pavimntação 07.978/205-7 Walton Alncar Rodrigus SP Corrdor d ônibus - SP - Radial Lst - 05.35/206-5 Bruno Dantas Trcho 9..3. rlação das obras srviços com indícios d irrgularidad grav com rcomndação d paralisação (IGP) dtctados m fiscalizaçõs d 206, distinguindo as confirmadas por dcisão monocrática ou colgiada das pndnts d confirmação, rsumida a sguir: UF Obras com IGP confirmado m 206 Procsso no Ministro Rlator TCU RJ Usina Trmonuclar d Angra III - RJ 02.542/206-3 Bruno Dantas RJ Obras d construção da BR-040/RJ 023.204/205-0 Walton Alncar Rodrigus RJ Construção do Hospital Rgional m Quimados/RJ 008.937/206-8 Bnjamin Zymlr RO Sistma d Esgotamnto Sanitário d Porto 04.504/206-2 Bruno Dantas V l h o / R O RS Obras do Aroporto d Porto Algr/RS 035.677/205-5 Raimundo Carriro TO BRT d Palmas/TO 08.777/206-3 André Luís d Carvalho UF Obras com IGP pndnt d confirmação Procsso no Ministro Rlator TCU BA Corrdor d ônibus d Salvador - BA 008.594/206-3 Augusto Shrman Cavalcanti RN Sistma d sgotamnto sanitário (SES) d 02. 0 / 206-6 Vital do Rêgo Parnamirim/RN PE Construção da Fábrica d Hmodrivados 00.595/206-3 Walton Alncar Rodrigus Biotcnologia - PE PR Manutnção d Trchos Rod. - PR - BR- 03.068/206-4 Bnjamin Zymlr Lgal-Contrato 33/204 RJ Usina Trmonuclar d Angra III - RJ 002.65/205-7 Bruno Dantas 9..4. rlação das obras srviços com indícios d irrgularidad grav com rcomndação d rtnção parcial d valors (IGR), rsumida a sguir: UF Obra com IGR Procsso no Ministro Rlator TCU PE Construção da Rfinaria Abru Lima m 026.363/205- Bnjamin Zymlr Rcif/PE 9..5. rlatórios sintéticos das fiscalizaçõs d obras ralizadas m 206, juntamnt com os rspctivos votos acórdão profridos, contndo os dados prvistos no art. 20, 2º, da Li nº 3.242/205 (LDO/206); 9..6. informação sobr outros procssos d fiscalização d obras com indícios d irrgularidad grav, m cumprimnto ao art. 20, º, da rfrida li; 9.2. ncaminhar cópia dst acórdão, acompanhado do rlatório voto qu o fundamntam, às autoridads indicadas no subitm 9., bm como aos prsidnts da Comissão d Mio Ambint, Dfsa do Consumidor Fiscalização Control do Snado Fdral; da Comissão d Srviços d Infrastrutura do Snado Fdral da Comissão d Fiscalização Financira Control da Câmara dos Dputados; ao Ministro-Chf do Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão; ao Procurador-Gral da Rpública; 9.3. dtrminar à Scrtaria-Gral d Control Extrno (Sgcx) qu: 9.3.. program a ralização d uma fiscalização na Scrtaria Excutiva do Ministério do Planjamnto, Dsnvolvimnto Gstão no Srviço Fdral d Procssamnto d Dados (Srpro) com o objtivo d ftuar uma complta avaliação do Sistma d Obras do Govrno; 9.3.2. program a ralização d uma fiscalização dstinada a avaliar o sistma d gstão dos convênios da Fundação Nacional d Saúd (Funasa); 9.3.3. adot as providências ncssárias para a criação d um grupo d trabalho spcífico com o objtivo d construir rol d mdidas dotadas d ral ftividad focadas no ganho d ficiência dos métodos d control dos convênios sob a rsponsabilidad da Funasa, a xmplo do grupo d trabalho sobr as prstaçõs d contas sob a rsponsabilidad do FNDE constituído por mio da Portaria nº 237, d 23/9/206; 9.3.4. no âmbito do Fiscobras 207:

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 29 9.3.4.. utilizando os critérios d matrialidad, rlvância risco, program a ralização d auditorias dstinadas a avaliar os controls xrcidos plas statais acionistas m mprndimntos viabilizados por mio d Socidads d Propósito Espcífico (SPE), dando spcial atnção à possibilidad d supravaliação dos invstimntos com potncial prjuízo aos cofrs públicos, incluindo auditorias da spéci no planjamnto stratégico do TCU para 207/202; 9.3.4.2. aprsnt as conclusõs havidas nas fiscalizaçõs a qu s rfrm os subitns 9.3. a 9.3.3; 9.3.4.3 cri indicadors com o objtivo d prmitir uma avaliação histórica dos rsultados apurados nos divrsos Fiscobras; 9.4. arquivar os prsnts autos, d acordo com o art. 69, inciso V, do Rgimnto Intrno, visto qu cumpriu o objtivo para o qual foi constituído. 0. Ata n 45/206 - Plnário.. Data da Sssão: 8//206 - Extraordinária. 2. Código ltrônico para localização na página do TCU na Intrnt: AC-280-45/6-P. 3. Espcificação do quorum: 3.. Ministros prsnts: Aroldo Cdraz (Prsidnt), Walton Alncar Rodrigus, Bnjamin Zymlr, Augusto Nards, Raimundo Carriro (Rlator), José Múcio Montiro Ana Arras. 3.2. Ministro-Substituto convocado: Marcos Bmqurr Costa. 3.3. Ministros-Substitutos prsnts: Augusto Shrman Cavalcanti André Luís d Carvalho. Após o pronunciamnto da Prsidência (v. Anxo II), a palavra foi dvolvida ao rlator, qu agradcu as rfrências ao trabalho aprsntado manifstou su rconhcimnto aos srvidors colaboradors nvolvidos na tarfa. E N C E R R A M E N TO Às 2 horas, o Prsidnt ncrrou a sssão xtraordinária, da qual foi lavrada sta ata, a sr aprovada plo Prsidnt homologada plo Plnário.. MARCIA PAULA SARTORI Subscrtária do Plnário Aprovada m 9 d novmbro d 206. AROLDO CEDRAZ DE OLIVEIRA Prsidnt Entidads d Fiscalização do Exrcício das Profissõs Librais CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO AMAZONAS D E S PA C H O S Considrando as ncssidads d flxibilização para acompanhamnto dos srviços dntro fora da autarquia, rsolv: I - Rconhcr a dispnsa d licitação, por prço, para contratação d pssoa jurídica, para prstação d srviços d ngnharia d laboração do projto básico para adquação, rforma pintura da nova sd do CRMV-AM, conform artigo 24, inciso I, da Li nº 8.666/93. II - Adjudicar o objto da Dispnsada Licitação dclaro vncdor da colta d prço constant do procsso administrativo, a mprsa TOTAL HOME FIX., dtntora do CNPJ nº 3.465.36/000-09, Inscrição Estadual 99055547, com ndrço comrcial na Rua Barão dos Cocais, 3, Bairro do Parqu das Laranjiras - Manaus/AM, no valor global d R$ 4.00,00 (catorz mil cm rais). EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Manaus-AM, 4 d janiro d 206 FABÍOLA GABÍNIO DE ARAÚJO Prsidnt da Comissão d Licitação D acordo, ratifico, m cumprimnto do disposto no artigo 24, inciso I, da Li nº 8.666/93, as razõs xpostas. Manaus-AM, 4 d janiro d 206 CARLOS AUGUSTO MACHADO CARNEIRO Prsidnt do Conslho plo código 00020660029 ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL CONSELHO FEDERAL CONSELHO PLENO PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O O CONSELHO PLENO DO CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia sis d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das onz horas, com prossguimnto no príodo vsprtino, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M- 3º andar, Brasília/DF, CEP 70070-939, quando srão julgados os procssos incluídos m pauta os rmanscnts das pautas d julgamntos antriors, ficando as parts intrssados notificados. OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. Brasília, d novmbro d 206 CLAUDIO LAMACHIA Prsidnt do Conslho ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTOS C O N VO C A Ç Ã O A Primira Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das nov horas, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M-4º andar, Brasília/DF, CEP 70.070-939, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, os rmanscnts das pautas d julgamntos antriors, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0- RECURSO N. 49.0000.205.008095-3/PCA. Rct: Zill Maria d Olivira OAB/PR 7894 (Adv.: Marcl Dimitrow Gracia Prira OAB/PR 2700). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlatora: Marina Motta Bnvids Gadlha (PB). Rdistribuição: Conslhiro Fdral Luis Augusto d Miranda Gutrrs Filho (MA). 02- RE- CURSO N. 49.0000.206.00499-7/PCA. Rct: Rjan Goms dos Santos. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Pará. Rlatora: Edni d Andrad Arruda (PR). Rlator: Conslhiro Fdral Alssandro d Jsus Uchôa d Brito (AP). 03- RECURSO N. 49.0000.206.009963-9/PCA. Rct: Dayan Tixira d Brito OAB/PR 65472. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Intrssado2: Alssandro Rafal Brtollo d Alxandr - Juiz Fdral Substituto da 4ª Vara Fdral d Curitiba/PR. Rlator: Conslhiro Fdral Ricardo Baclar Paiva (CE). 04- RECURSO N. 49.0000.206.009965-3/PCA. Rct: Débora Priscila André OAB/PR 43975. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Intrssada2: Carmn Lúcia Rodrigus Ramajo - Juíza da 2ª Vara d Família Sucssõs Acidnts d Trabalho (Adv.: Ana Paula Rossi Silva OAB/PR 68059). Rlatora: Conslhira Fdral Eduarda Mourão Eduardo Prira d Miranda (PI). 05- RE- CURSO N. 49.0000.206.0034-6/PCA. Rct: Thals Morais da Costa OAB/PR 2977 (Adv: Katia Alvs da Silva OAB/PR 3052). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Carlos Jos Santos da Silva (SP). 06- RECURSO N. 49.0000.206.00496-6/PCA. Rct: Admir Prado Estrla (Adv(s).: Rafal Gonçalvs da Costa OAB/SP 373096 Sara Cristina Fritas d Souza Ramos OAB/SP 332777). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Luciano Rodrigus Machado (ES). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. Brasília, d novmbro d 206 FELIPE SARMENTO CORDEIRO Prsidnt da ª Câmara 2ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O A Sgunda Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das oito horas trinta minutos, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M - 4º andar, Brasília/DF, CEP 70.070-939, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, o rmanscnt da pauta d julgamnto antrior, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0-RECURSO N. 49.0000.204.0463-2/SCA. Rct: J.S.A.J. (Advs: José Antônio Carvalho OAB/SP 5398, Pascoal Blotti Nto OAB/SP 5494, Silvio Carlos Alvs dos Santos OAB/SP 233033 outros). Rcda: C.S. (Advs: Fabrício Assad OAB/SP 230865 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. (Adv: Frnando Calza d Salls Frir OAB/SP 5479). Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 02-RECURSO N. 49.0000.205.00206-0/SCA. Matéria aftada ao Plno da Sgunda Câmara. Art. 89-A, 4º, do RGEAOAB. Rct: M.B. (Df. Dativo: Adriano Custódio Bzrra OAB/SP 28537). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Carlos Robrto Siquira Castro (RJ). 03-PEDIDO DE REVISÃO N. 49.0000.206.00296-5/SCA. Rqt: A.A.S. (Advs: Aparcido Antonio Silva OAB/SP 2564 José Gilbrto Martins OAB/SP 6679). Rqda: Sgunda Turma da Sgunda Câmara do CFOAB. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Elisu Marqus d Olivira (MG). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. Brasília, d novmbro d 206 IBANEIS ROCHA BARROS JUNIOR Prsidnt da Câmara ª TURMA PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O A Primira Turma da Sgunda Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das dz horas, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M - 4º andar - CEP 70070-939-Brasília/DF, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, o rmanscnt da pauta d julgamnto antrior, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0-RECURSO N. 49.0000.206.00208-8/SCA-PTU-ED. Embt: F.L.C. (Adv: Fabio Luis Cortz OAB/SP 9794). Embdo: Acórdão d fls. 74/744. Rct: F.L.C. (Advs: Bianca Langiu Carniro OAB/SP 240783, Fabio Luis Cortz OAB/SP 9794 outros). Rcdo: Homro Pinto d Assunção. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral João Paulo Stti Aguiar (AC). 02-RE- CURSO N. 49.0000.206.00350-0/SCA-PTU. Rct: C.H.P.S. (Advs: Francisco Apparcido Borgs Junior OAB/SP 508 Gabril Hubrman Tyls OAB/SP 30842). Rcdo: A.C.P. (Advs: Edison Gonçalvs Paiva OAB/SP 99047 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Alxandr Mantovani (MS). 03-RECURSO N. 49.0000.206.003505-0/SCA- PTU. Rct: L.A.P.P.J. (Adv: Luiz Admaro Pinhiro Przia Júnior OAB/SP 54403). Rcdo: F.X.J.V. (Adv: Waldir Luiz Didi Giovanntti OAB/SP 58365). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Gabrila Novis Nvs Prira Lima (MT). 04-RECURSO N. 49.0000.206.003659-4/SCA-PTU. Rct: A.L.E. (Adv: André Luis Evanglista OAB/SP 26858). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Evraldo Bzrra Patriota (AL). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Carlos Robrto Siquira Castro (RJ). 05-RECURSO N. 49.0000.206.003728-2/SCA-PTU. Rct: M.R.A.P. (Adv: Márcia Rgina Araújo Paiva OAB/SP 3490). Rcda: Margarida Cândida d Olivira (Falcida). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Evraldo Bzrra Patriota (AL). Rdistribuído: Conslhira Fdral Marié Lima Alvs d Miranda (AL). 06-RECURSO N. 49.0000.206.003737-/SCA-PTU. Rct: A.C.N.F. (Adv. Assistnt: Francisco Apparcido Borgs Junior OAB/SP 508). Rcdo: J.A.D.P.J. (Advs: José Arthur Di Próspro Junior OAB/SP 883 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Juliano José Brda (PR). Rdistribuído: Conslhiro Fdral João Paulo Stti Aguiar (AC). 07-RECURSO N. 49.0000.206.00374-0/SCA-PTU. Rct: M.I.G. (Advs: Cristian Lournço OAB/SP 8029 outro). Rcdo: Cícro Antônio dos Santos. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Carlos Robrto Siquira Castro (RJ). 08-RECURSO N. 49.0000.206.004042-0/SCA- PTU. Rct: L.T.A.N.P. (Advs: Fábio Olivira Santos OAB/SC 34739 Lonard Thomas Arthur Nigl Pglr OAB/RS 7489). Rcdos: Dspacho d fls. 43 do Prsidnt da PTU/SCA C.D.S. (Adv: Clóvis Darrazão OAB/SC 3037). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Santa Catarina. Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 09-RECURSO N. 49.0000.206.004899-6/SCA-PTU. Rct: C.T.M. (Adv: Claudio Tadu Muniz OAB/SP 7869). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 0-RECURSO N. 49.0000.206.004905-8/SCA-PTU. Rct: W.C.M.J. (Advs: Robrta Lops Varlla Frnands Sumi OAB/SP 259602 outros). Rcda: D.L.G. (Adv: Alxandr Pssoa Afonso OAB/SP 5636). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Gabrila Novis Nvs Prira Lima (MT). -RE- CURSO N. 49.0000.206.00495-/SCA-PTU. Rct: R.M. (Adv: Robrto Mafuld OAB/SP 54892). Rcdo: O.S. (Adv: Oziar d Souza OAB/SP 37432). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Juliano José Brda (PR). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 2- RECURSO N. 49.0000.206.004964-3/SCA-PTU. Rct: G.C. (Advs: João Carlos Navarro d Almida Prado OAB/SP 203670 outros). Rcdo: S.N.A.P.I.F.S.-SINDNAPI. Rpts. lgais: C.A.O. J.B.I. (Advs: Ana Aparcida d Carvalho Santos OAB/SP 274532, Tonia Andra Inocntini Gallti OAB/SP 77889 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Gabrila Novis Nvs Prira Lima (MT). 3-RECURSO N. 49.0000.206.005036-/SCA-PTU. Rct: J.R.C.C. (Adv: José Robrto Castanhira Camargo OAB/SP 75642). Rcdo: I.N.A.L.Ltda. Rpt. lgal: J.G.A. (Advs: Marclo Morira Montiro OAB/SP 208678 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Evraldo Bzrra Patriota (AL). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Dlosmar Domingos d Mndonca Júnior (PB). 4-RECURSO N. 49.0000.206.005045-9/SCA-PTU. Rct: H.J.C.A. (Adv: Hamilton José Cra Avanço OAB/SP 20400).

30 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Juliano José Brda (PR). Rdistribuído: Conslhira Fdral Marié Lima Alvs d Miranda (AL). 5-RECURSO N. 49.0000.206.005065-3/SCA-PTU. Rct: F.G. (Adv: Francisco Giglio OAB/SP 89246). Rcdo: A.S.G.L.Ltda. Rpts. lgais: A.C.B. C.D.P. (Advs: Luis Júlio Volp Júnior OAB/SP 280033 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Alxandr Mantovani (MS). 6-RECURSO N. 49.0000.206.005075-9/SCA-PTU. Rct: A.C. (Adv: Robrto Luiz Carósio OAB/SP 45254). Rcdo: Thiago Rodrigo Rota Favaro. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Evraldo Bzrra Patriota (AL). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Flávio Pansiri (PR). 7-RECURSO N. 49.0000.206.00508-5/SCA-PTU. Rct: L.F.F. (Advs: Luiz Frnando d Flício OAB/SP 2242 outros). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Juliano José Brda (PR). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Alxandr Mantovani (MS). 8-RECURSO N. 07.0000.206.00509-0/SCA-PTU. Rct: R.C. (Advs: Digo Danili OAB/DF 336 outros). Rcda: A.T.V.S. (Adv: Arian Torrs Vras d Souza OAB/DF 882/A). Rlator: Conslhiro Fdral João Paulo Stti Aguiar (AC). 9-RECURSO N. 49.0000.206.006050-0/SCA-PTU. Rct: A.L.S. (Adv: Aldini Limas da Silva OAB/SP 495). Rcdo: M.E.B.R. (Adv: Cristian Quiroz Frnands Macdo OAB/SP 28529). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Gabrila Novis Nvs Prira Lima (MT). 20-RECURSO N. 49.0000.206.00682-3/SCA-PTU. Rct: P.M.F.C. (Adv: Paulo Murad Frraz d Camargo OAB/SP 48550). Rcdo: CEAGESP. Rpt. lgal: M.M.L.M. (Advs: Carlos Eduardo d Mlo Ribiro OAB/SP 4883 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 2-RECURSO N. 49.0000.206.00656-4/SCA-PTU. Rct: I.R. (Adv: Ivan Ribas OAB/PR 4394). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Carlos Robrto Siquira Castro (RJ). 22-RECURSO N. 49.0000.206.006603-5/SCA-PTU. Rct: M.D.C.R. (Adv: Maurício Dalbaran d Castro Ribas OAB/PR 5772 OAB/GO 32937). Rcdo: C.E.B.P. Rpt. lgal: D.F.C. (Adv: Yara Alxandra Dias Christofolli OAB/PR 3322). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlatora: Conslhira Fdral Marié Lima Alvs d Miranda (AL). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Brasília, d novmbro d 206 CARLOS ROBERTO SIQUEIRA CASTRO Prsidnt da Turma 2ª TURMA PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O A Sgunda Turma da Sgunda Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das dz horas, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M - 4º andar - CEP 70070-939-Brasília/DF, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0-RECURSO N. 49.0000.206.00228-/SCA-STU. Rct: P.H.P.P. (Adv: Paulo Hnriqu Pronça Prira OAB/SP 6362-A). Rcdos: Dspacho d fls. 40 do Prsidnt m xrcício da STU/SCA L.F. Rpt. lgal: M.P.P.A.C. (Adv. Assistnt: Raimundo Sousa Santos OAB/SP 252992). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Danil Fábio Jacob Noguira (AM). 02- RECURSO N. 49.0000.206.003657-8/SCA-STU. Rct: C.L.N. (Adv: Cristian Landro d Novais OAB/SP 8384). Rcdo: D.R. Rpt. lgal: R.B.M. (Advs: Paulo Dlgado d Aguillar OAB/SP 23567 Srgio Yuji Koyama OAB/SP 27073). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 03-RECURSO N. 49.0000.206.003667-5/SCA-STU. Rct: P.E.G. (Adv: Paulo Esposito Goms OAB/SP 66390). Rcdo: Luiz Apolinário Frrira. Rpt. lgal: Eunic Prira da Concição. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Girck Guimarãs Mdiros (RR). Rdistribuído: Conslhiro Fdral João Paulo Tavars Bastos Gama (SC). 04-RECURSO N. 49.0000.206.003672- /SCA-STU. Rct: A.M.R. (Advs: Marcos Vasco Molinari OAB/SP 264989 José Luis Stphani OAB/SP 00704). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral André Luis Guimarãs Godinho (BA). 05-RECURSO N. 49.0000.206.003679-7/SCA-STU. Rct: P.A.N.R. (Advs: Frnanda Pdroso Cintra d Souza OAB/SP 30678 outro). Rcda: M.C.S. (Advs: Marli Toccoli OAB/SP 68062 outra). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 06-RECURSO N. 49.0000.206.003690-0/SCA-STU. Rct: C.L.N. (Advs: Cristian Landro d Novais OAB/SP 8384 outra). Rcdo: J.B.A. (Advs: Paulo Dlgado d Aguillar OAB/SP 23567 Srgio Yuji Koyama OAB/SP 27073). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Girck Guimarãs Mdiros (RR). Rdistribuído: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 07-RECURSO N. 49.0000.206.003695-9/SCA-STU. Rct: P.R.G.S. (Adv: Rodrigo Fonsca OAB/SP 279007). Rcda: Frnanda Gralda Rogério. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 08- RECURSO N. 49.0000.206.003703-9/SCA-STU. Rct: A.R.M. (Adv: Alan Robrto Montiro OAB/SP 93554). Rcdo: Conslho plo código 00020660030 Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Arnaldo d Aguiar Machado Júnior (SE). 09-RECURSO N. 49.0000.206.003727-4/SCA-STU. Rct: J.C.A.G.F. (Adv: Valéria Alvarnga Rollmbrg OAB/SP 76996). Rcdo: Antônio Carlos Silva Pssoa. Rpt. lgal: Dnivaldo da Silva Pssoa. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 0-RECURSO N. 49.0000.206.003732-2/SCA-STU. Rct: V.A.B. (Adv: Valdili Amado Batista OAB/SP 53592). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). -RECURSO N. 49.0000.206.003739-8/SCA-STU. Rct: P.S.G.P. (Adv: José Hnriqu d Araújo OAB/SP 2267). Rcdos: A.A.B. E.A.P. (Adv: Alxandr d Alncar Barroso OAB/SP 00508). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral André Luis Guimarãs Godinho (BA). 2-RECURSO N. 49.0000.206.003742-8/SCA-STU. Rct: C.L.N. (Adv: Cristian Landro d Novais OAB/SP 8384). Rcdos: Jorg Prira da Silva Maria das Dors Silva. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 3-Com julgamnto unificado os sguints procssos: RECURSO N. 49.0000.206.003926-7/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: I.F.Q., I.G.Q., M.A.P., N.R.C. R.P.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003928-3/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: M.T.F. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003934-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: T.S.P. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003935-6/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: A.D.S. A.M.H. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003936-4/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: C.B. C.B.V.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003937-2/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: A.C., A.L., A.A.O., A.J.F., V.R.F. V.M.B. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003938-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: D.P.P., H.E.K.S., H.M.S.B., I.F.L., I.A.S., I.F.D., J.I.S. L.C.P. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003939-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: M.M.M.C. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003940-2/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: L.N.P.R. L.A.B.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.00394-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: E.K.S. E.T.B.O. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003942-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: M.L.H.B. M.C.C.P. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECUR- SO N. 49.0000.206.003944-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: N.N.C., N.O., N.T.Y. N.G.M.S.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003945-/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: M.T.D.F., M.F.A. S.F.L. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003946-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: A.S.F., E.S.N., E.F.P., F.P.S., F.J.S., I.C.M., I.A.C., I.M.A., L.D.S., M.A.M., M.S.S., M.L.A., M.Z.P.M., N.C.S., R.C.D.F., R.F.S.A. R.F.A.C. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003947-8/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdo: R.A. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003948-6/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: I.M.F.F., I.N. I.I.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003949-4/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: H.S.O. M.C.D.R. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003955-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: E.R.Z. E.R.R. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RE- CURSO N. 49.0000.206.003957-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: E.M., E.B.V. V.A.B.T. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003958-3/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: A.C.S., A.H.O.K., A.M.T.R. A.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003959-/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: L.T.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.00396-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: S.R.N.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003962-3/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdo: V.J.K. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003963-/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: M.N.A. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003964-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: F.C.O. G.C.A. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003965-6/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: I.A.J., J.C.Q. J.Q.F. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. Rcurso n. 49.0000.206.003966-4/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: C.N.G.S. M.S.A. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RE- CURSO N. 49.0000.206.003967-2/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdo: A.C.B. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RE- CURSO N. 49.0000.206.003969-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: B.C.A.A. B.R.A. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.00397-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: A.G., C.R.H., D.F. D.V.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003972-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: I.R.G.M., I.A.P.W. I.V.R.B. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003973-7/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: W.T.J.D., Z.C.C.C., Z.M.R. Z.A.V. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003974-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: M.M.S., M.V.S., M.I.S.S. M.N.S.T. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003975-/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: N.S.P., O.S.D. P.R. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003976-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: E.C.R.O. N.L.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003978-6/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: A.L.P.I. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003979-4/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: L.N.M. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003980-0/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: M.E.Z. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.00398-8/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: M.F.S.B., M.E.L.N., M.H.L.N.Z., M.S.B. M.T.B.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003982-6/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: M.P.C. M.T.N. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003984-2/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: A.C.S.D.N., A.M.B.S. A.T.I.R. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003985-9/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdas: S.B.C. S.M.P.C. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003987-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: S.T.I.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 3 (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003988-3/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: S.D.O. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003989-/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcda: I.L.G. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.003990-7/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: M.A.S. M.L.F. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. RECURSO N. 49.0000.206.00399-5/SCA-STU. Rcts: G.M.C. J.V.S.F. (Advs: André Luiz Borgs Ntto OAB/MS 5788 Outro). Rcdos: A.F.A.S., A.I.F.C., B.B.A., C.A.B., E.C.V., E.M.L.S., E.S.O., E.G.K., I.L.W.K., L.G.S., M.A.C., M.C.U., M.G.C.A., M.C.S.A., M.T.F., R.S.V., R.T.G.O., R.A.F.P., S.K.G., T.N.T. V.L.R.S. (Adv: Rnata Barbosa Lacrda OAB/MS 7402). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. Rlatora: Conslhira Fdral Flávia Brandão Maia Prz (ES). 4-RECURSO N. 49.0000.206.004935-0/SCA-STU. Rct: L.M.S.N. (Adv: Lourival d Mlo Santos Nto OAB/SP 7694). Rcdo: M.A.R.F. (Advs: Eli Alvs Nuns OAB/SP 54226 outra). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 5-RECURSO N. 49.0000.206.004940-6/SCA-STU. Rct: A.C.F. (Adv: Marclla Viira Ramos Baraçal OAB/SP 269408). Rcdo: O.C. (Advs: José Frnando Costa Camargo OAB/SP 89225 Oswaldo Conti OAB/SP 2868). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Flávia Brandão Maia Prz (ES). 6-RECURSO N. 49.0000.206.004950-3/SCA-STU. Rct: J.R.S. (Adv: Valéria Aparcida Antônio OAB/SP 9469). Rcda: Ana Maria dos Santos Guimarãs. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 7-RECURSO N. 49.0000.206.004955-2/SCA-STU. Rct: L.Z.P. (Adv: Lucina Zanotti Piassi OAB/SP 3029). Rcda: Elain da Silva Fritas. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Girck Guimarãs Mdiros (RR). Rdistribuído: Conslhira Fdral Flávia Brandão Maia Prz (ES). 8-RECURSO N. 49.0000.206.004969-2/SCA-STU. Rct: F.V.S. (Adv: Frnando Victor Signorlli OAB/RJ 90063). Rcda: Tatiana Timi Nagata Nako. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 9-RECURSO N. 49.0000.206.005035-3/SCA-STU. Rct: R.C.O.A. (Advs: Rosana d Cássia Olivira Andrad OAB/SP 87868 outra). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 20-RECURSO N. 49.0000.206.005037-0/SCA-STU. Rct: R.R.C. (Adv: Rnn Ribiro Corria OAB/SP 48000). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Girck Guimarãs Mdiros (RR). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 2-RECURSO N. 49.0000.206.005043-4/SCA-STU. Rct: A.S.C. (Advs: Albrto da Silva Cardoso OAB/SP 04299 outro). Rcda: Rafala Iafrat Cassaro. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Flávia Brandão Maia Prz (ES). 22-RECURSO N. 49.0000.206.005049-/SCA-STU. Rcts: D.J.R.B. R.F. (Advs: Danil José Ribas Branco OAB/SP 46004 Ronni Fratti OAB/SP 489). Rcdo: A.G.U. (Advs: Admar d Toldo OAB/SP 2397 João Osvaldo Bonifácio OAB/SP 24096). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Lon Dniz Buno da Cruz (GO). 23-RECURSO N. 49.0000.206.00680-7/SCA-STU. Rct: M.C.R. (Adv: Mauro César Ribiro OAB/GO 493). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/Goiás. Rlator: Conslhiro Fdral Arnaldo d Aguiar Machado Júnior (SE). 24-RE- CURSO N. 49.0000.206.006226-0/SCA-STU. Rct: S.M.B. (Adv: Cristian da Silva Lima d Moras OAB/SP 25644). Rcda: M.G.M. (Adv: Murilo Urtado Sabio OAB/SP 302922). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Danil Fábio Jacob Noguira (AM). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Brasília, d novmbro d 206 ALEXANDRE CÉSAR DANTAS SOCCORRO Prsidnt da Turma 3ª TURMA PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O A Trcira Turma da Sgunda Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das dz horas, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M - 4º andar - CEP 70070-939-Brasília/DF, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, os rmanscnts das pautas d julgamntos antriors, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0-RECURSO N. 49.0000.206.003670-5/SCA-TTU. Rct: L.G.S. (Adv: Lourival Gama da Silva OAB/SP 22928). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral José Agnor Dourado (MA). 02-RECURSO N. 49.0000.206.00368-0/SCA-TTU. Rcts: T.J.S. C.A.B.D. (Advs: Rodolfo Von Sydow Canavarro Prira OAB/RJ 59463 Carlos Augusto Bhrnsdorf Drraik OAB/RJ plo código 0002066003 89904). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Rnato da Costa Figuira (RS). 03-RECURSO N. 49.0000.206.00370-2/SCA-TTU. Rct: R.B. (Adv: Robrto Biagini OAB/SP 9523). Rcdos: F.F.N.C., L.A.L. A.S. (Advs: Flávia Frnanda Nvs Coppio OAB/SP 26474, Luiz Albrto Lschkau OAB/SP 2432 Christian Brambilla Tognoli OAB/SP 30669). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Gustavo Ramiro Costa Nto (PE). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Silvio Pssoa d Carvalho Júnior (PE). 04-RE- CURSO N. 49.0000.206.003708-8/SCA-TTU. Rct: L.C.F. (Adv: Luiz Carlos Frrira OAB/SP 57626). Rcdo: W.F.G.S. (Advs: Wagnr Frumnto Galvão da Silva Júnior OAB/SP 328825 outro). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Nlson Ribiro d Magalhãs Souza (PA). 05- RECURSO N. 49.0000.206.00376-9/SCA-TTU. Rct: J.J.P. (Adv: José Jsus Pizzutto OAB/SP 43922). Rcdo: J.P. (Adv: José Poli OAB/SP 397). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Rnato da Costa Figuira (RS). 06- RECURSO N. 49.0000.206.003723-3/SCA-TTU. Rct: A.V.G. (Adv: Adão Valntim Garbim OAB/SP 95425). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral José Agnor Dourado (MA). 07-RECURSO N. 49.0000.206.003733-0/SCA- TTU. Rct: A.J.B. (Advs: Carlos Robrto Alvs d Andrad OAB/SP 344725 outra). Rcdo: R.M.V.Ltda. Rpt. lgal: Z.C. (Advs: Waltr Carlos Cardoso Hnriqu OAB/SP 28600 outras). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Charlls Sals Bordalo (AP). 08-RECURSO N. 49.0000.206.003738-0/SCA-TTU. Rcts: E.C.T. C.A.A.J.A. (Advs: Elisandra Carvalho Torrs OAB/SP 69964 Carolina Angélica Alvs Jorg Antônio OAB/SP 68897). Rcdo: Antônio Hélio Aranda. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Rnato da Costa Figuira (RS). 09-RECURSO N. 49.0000.206.003740-/SCA-TTU. Rct: A.C.C. (Adv: Arnaldo César da Cruz OAB/SP 24250). Rcdos: D.T.F. M.L.Z. (Advs: Dval Trinca Filho OAB/SP 04558 outro, Marta Lúcia Zrati OAB/SP 04563). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Aurino Brnardo Giacomlli Carlos (RN). 0-RECURSO N. 49.0000.206.00490-7/SCA-TTU. Rct: C.T.M. (Adv: Claudio Tadu Muniz OAB/SP 7869). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Gustavo Ramiro Costa Nto (PE). Rdistribuído: Conslhiro Fdral Aurino Brnardo Giacomlli Carlos (RN). -RECURSO N. 49.0000.206.004904-/SCA-TTU. Rct: R.C. (Adv: Rinaldo Caram OAB/SP 90575). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Charlls Sals Bordalo (AP). 2-RE- CURSO N. 49.0000.206.004948-0/SCA-TTU. Rct: C.L.N. (Adv: Cristian Landro d Novais OAB/SP 8384). Rcdo: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Nlson Ribiro d Magalhãs Souza (PA). 3-RECURSO N. 49.0000.206.005034-7/SCA-TTU. Rct: J.M.N. (Adv: José Marqus das Nvs OAB/SP 90565). Rcdo: P.F. (Advs: Marcl Pdro dos Santos Blotto OAB/SP 256538 outra). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Rnato da Costa Figuira (RS). 4-RECURSO N. 49.0000.206.005988-2/SCA- TTU. Rct: R.T.R. (Adv: Marclo Bonlli Carps OAB/SP 285). Rcda: A.G.S. (Adv: Adriana Gonçalvs Srra OAB/SP 90649). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral José Alvs Macil (TO). 5-RECURSO N. 49.0000.206.006037-3/SCA-TTU. Rct: L.C.L. (Adv: Luiz Carlos Lops OAB/SP 44846). Rcda: M.P.W.D. (Advs: Mirian Pault Wallr Domingus OAB/SP 2429 outras). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Nlson Ribiro d Magalhãs Souza (PA). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. Brasília, d novmbro d 206 IBANEIS ROCHA BARROS JUNIOR Prsidnt da Turma 3ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O A Trcira Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das nov horas, m su plnário, no difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M- 4º andar, Brasília/DF, CEP 70.070-939, quando srão julgados os procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, os rmanscnts das pautas d julgamntos antriors, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0- PRESTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.202.005255-3/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Minas Grais. Exrcício 20. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Minas Grais. (Gstão 206/209. Prsidnt: Antônio Fabrício d Matos Gonçalvs OAB/MG 59472; Vic-Prsidnt: Hlna Edwirgs Santos Dlamonica OAB/MG 4700; Scrtário-Gral: Gustavo Olivira Chalfun OAB/MG 8424; Scrtário-Gral Adjunto: Charls Frnando Viira da Silva OAB/MG 9645 Dirtor-Tsouriro: Srgio Rodrigus Lonardo OAB/MG 85000. Exrcício 20: Luís Cláudio da Silva Chavs OAB/MG 5354; Elisu Marqus d Olivira OAB/MG 30327; Srgio Murilo Diniz Braga OAB/MG 47969; Hlna Edwirgs Santos Dlamonica OAB/MG 4700 Antonio Fabrício d Matos Gonçalvs OAB/MG 59472). Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Júnior (MT). 02- PRESTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.204.00897-9/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Rondônia. Exrcício: 203. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Rondônia. (Gstão 206/209. Prsidnt: Andry Cavalcant d Carvalho OAB/RO 303-B; Vic-Prsidnt: Maracélia Lima d Olivira OAB/RO 2549; Scrtário-Gral: Márcio Mlo Noguira OAB/RO 2827; Scrtário-Gral Adjunto: Eurico Soars Montngro Nto OAB/RO 742 Dirtor-Tsouriro: Frnando da Silva Maia OAB/RO 452. Exrcício 203: Andry Cavalcant d Carvalho OAB/RO 303-B; Vralic Gonçalvs d Souza Vris OAB/RO 70-B; Michl Frnands Barros OAB/RO 790; Waltr Gustavo da Silva Lmos OAB/RO 655-A Frnando da Silva Maia OAB/RO 452). Rlator: Conslhiro Fdral Clso Barros Colho Nto (PI). 03- PRESTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.205.0035-5/TCA. Assunto: Prstação d Contas do FIDA. Exrcício 204. Intrssados: Gstão 203/205. Albrto Simontti Cabral Nto OAB/AM 2599; Antonio Onildo Frrira OAB/RR 55; Carlos Augusto Alldi d Carvalho OAB/ES 4839; Carlos Fabio Ismal dos Santos Lima OAB/PB 7776; Francisco Eduardo Torrs Esgaib OAB/MT 4474/O; Flip Sarmnto Cordiro OAB/AL 5779; Gdon Batista Pitaluga Júnior OAB/TO 26; Luiz Viana Quiroz OAB/BA 8487; Manol Vríssimo Frrira Nto OAB/RO 3766; Paulo Marconds Brincas OAB/SC 6599; Pdro Hnriqu Braga Rynaldo Alvs OAB/PE 3576; Ricardo Alxandr Rodrigus Prs OAB/MT 6376/O; Waltr Candido dos Santos OAB/MG 2999. Rlator: Conslhiro Fdral José Albrto Ribiro Simontti Cabral (AM). 04- PRSTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.205.005748-/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Bahia. Exrcício: 203. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Bahia. (Gstão 206/209. Prsidnt: Luiz Viana Quiroz OAB/BA 8487; Vic-Prsidnt: Ana Patricia Dantas Lão OAB/BA 7920; Scrtário-Gral: Carlos Albrto Mdauar Ris OAB/BA 5670; Scrtário-Gral Adjunto: Pdro Nizan Gurgl d Olivira OAB/BA 6390 Dirtora-Tsourira: Danila Lima d Andrad Borgs OAB/BA 27283. Exrcício 203: Luiz Viana Quiroz OAB/BA 8487; Fabrício d Castro Olivira OAB/BA 5055; Ilana Kátia Viira Campos OAB/BA 9247 Antonio Adonias Aguiar Bastos OAB/BA 685). Rlator: Conslhiro Fdral Marcus Flip Botlho Prira (ES). 05- PRESTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.205.008274-5/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Paraíba. Exrcício 203. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Paraíba. (Gstão: 206/209. Prsidnt: Paulo Antonio Maia Silva OAB/PB 7854; Vic-Prsidnt: Raoni Lacrda Vita OAB/PB 4243; Scrtário-Gral: Francisco d Assis Almida Silva OAB/PB 9276; Scrtário-Gral Adjunto: Rogério da Silva Cabral OAB/PB 7 Dirtora-Tsourira: Tainá d Fritas OAB/PB 2737. Exrcício 203: Odon Bzrra Cavalcanti Sobrinho OAB/PB 548; Vital Bzrra Lops OAB/PB 7246; Valbrto Alvs d Azvdo Filho OAB/PB 477; Nildo Morira Nuns OAB/PB 0762 Marcus Tulio Macêdo d Lima Campos OAB/PB 2246). Rlator: Conslhiro Fdral Odilardo José Brito Marqus (AC). 06- RECURSO N. 49.0000.205.038-6/TCA. Rct: Chapa - Avança OAB - Advocacia Justiça. Rpt Lgal: Carlos Albrto Amaro Cavalhiro OAB/RS 35785. (Adv: Carlos Albrto Amaro Cavalhiro OAB/RS 35785). Rcdo: Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral Elton José Assis (RO). 07- RECURSO N. 49.0000.205.02466-2/TCA. Rct: Chapa - Onz Onicidad Dignidad com a Advocacia. Rpt Lgal: Antônio Jorg Marqus OAB/SP 30436. (Adv: Antônio Jorg Marqus OAB/SP 30436). Rcdo: Chapa - União, Intgração Trabalho. Rpt Lgal: Eudécio Tixira Ramos OAB/SP 423. (Adv: Eudécio Tixira Ramos OAB/SP 423). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/São Paulo Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Elton José Assis (RO). 08- RECURSO N. 49.0000.205.02505-7/TCA. Rct: Chapa - OAB Indpndnt. Rpt Lgal: Enil Hnriqu d Sousa Filho OAB/GO 9593. (Advs: Arthur Pnido Bch OAB/GO 35558, Monimar Lão Alvs OAB/GO 25595 outros). Rcdo: Chapa - OAB Fort. Rpt Lgal: Flávio Buonaduc Borgs OAB/GO 04. (Adv: Clon José Mirlls Júnior OAB/GO 39439, André Abrão Junior OAB/GO 39340 outros). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Goiás Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Goiás. Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Junior (MT). 09- RECURSO N. 49.0000.206.000022-0/TCA. Rct: Chapa - Rnovação. Rpt Lgal: Francisco Lucas Costa Vloso OAB/PI 704. (Adv: Lucas Santos Eulálio Dantas OAB/PI 6343). Rcdo: Chapa - Novas Idias, mais Trabalho. Rpt Lgal: Sigifroi Morno Filho OAB/PI 2425. (Adv: Gorgia Frrira Martins Nuns OAB/PI 434 outros). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Piauí Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Piauí. Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Junior (MT). 0- RECURSO N. 49.0000.206.0044-0/TCA. Rct: Chapa - Onz Onicidad Dignidad com a Advocacia. Rpt Lgal: Antonio Jorg Marqus OAB/SP 30436. (Adv: Antonio Jorg Marqus OAB/SP 30436). Rcdo: Chapa - União, Intgração Trabalho. Rpt Lgal: Eudécio Tixira Ramos OAB/SP 423. (Adv: Eudécio Tixira Ramos OAB/SP 423). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/São Paulo Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Elton José Assis (RO). - PRES- TAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.206.00927-6/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Fdral da OAB. Exrcício 205. Intrssados: Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil. (Gstão 206-209. Prsidnt: Claudio Pachco Prats Lamachia OAB/RS 22356; Vic-Prsidnt: Luís Cláudio da Silva Chavs OAB/MG 5354; Scrtário-Gral: Flip Sarmnto Cordiro OAB/AL 5779; Scrtário-Gral Adjunto: Ibanis Rocha Barros Junior OAB/DF 555 Dirtor-Tsouriro: Antonio Onildo Frrira OAB/RR 55. Exrcício 205. Marcus Vinicius Furtado Coêlho OAB/PI 2525; Claudio Pachco Prats Lamachia OAB/RS 22356; Cláudio Prira d Souza Nto OAB/RJ 96073; Claudio Stabil Ribiro OAB/MT 323/O Antonio Onildo Frrira OAB/RR 55). Rlator: Conslhiro Fdral Hldr José Fritas d Lima Frrira

32 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 (AP). 2- RECURSO N. 49.0000.206.003330-2/TCA. Rct: Chapa - Uma OAB para Todos. Rpt Lgal: Luiz Rnato Adlr Ralho OAB/MS 7693. (Adv: Luiz Rnato Adlr Ralho OAB/MS 7693). Rcdo: Chapa - Ordm m Progrsso. Rpt Lgal: Mansour Elias Karmouch OAB/MS 5720. (Adv: Crilo Casanta Calgaro Nto OAB/MS 9988, Flip Ramos Basggio OAB/MS 8944). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral Paulo Eduardo Pinhiro Tixira (RN). 3- RECURSO N. 49.0000.206.003933-/TCA. Rct: Chapa - Pla Ordm. Rpt Lgal: Airton Sbastião Brssan OAB/SP 76728. (Adv: Glauco Gumrato Ramos OAB/SP 5923 outros). Rct2: Chapa - OAB para Você. Rpt Lgal: Katia Cristina Gant OAB/SP 287. (Advs: Karina d Paula Kufa OAB/SP 245404 Katia Cristina Gant OAB/SP 287). Rcdo: Chapa - OAB para Você. Rpt Lgal: Katia Cristina Gant OAB/SP 287. (Advs: Karina d Paula Kufa OAB/SP 245404 Katia Cristina Gant OAB/SP 287). Rcdo2: Chapa - Pla Ordm. Rpt Lgal: Airton Sbastião Brssan OAB/SP 76728. (Adv: Glauco Gumrato Ramos OAB/SP 5923 outros). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/São Paulo Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Elton Jos Assis (RO). 4- PRESTAÇÃO DE CON- TAS N. 49.0000.206.00497-0/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Alagoas. Exrcício: 205. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Alagoas. (Gstão 206/209. Prsidnt: Frnanda Marinla d Sousa Santos OAB/AL 6086-B; Vic- Prsidnt: Ednaldo Maiorano d Lima OAB/AL 508; Scrtário- Gral: Davi Antônio Lima Rocha OAB/AL 6640; Scrtário-Gral Adjunto: Rubns Marclo Prira da Silva OAB/AL 6638 Dirtora- Tsourira: Maria Thaisa Gamlira dos Santos Barbosa OAB/AL 590. Exrcício 205: Thiago Rodrigus d Ponts Bomfim OAB/AL 6352; Ednaldo Maiorano d Lima OAB/AL 508; Fabio Hnriqu Cavalcant Goms OAB/AL 480; Davi Antônio Lima Rocha OAB/AL 6640 Karolin Mafra Sarmnto Bsrra OAB/AL 7072). Rlator: Conslhiro Fdral Robrto Charls d Mnzs Dias (MA). 5- PRESTAÇÃO DE CONTAS N. 49.0000.206.006333-0/TCA. Assunto: Prstação d Contas do Conslho Sccional da OAB/Roraima. Exrcício: 205. Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Roraima. (Gstão 206/209. Prsidnt: Rodolpho César Maia d Morais OAB/RR 269; Vic-Prsidnt: Ednaldo Goms Vidal OAB/RR 55-B; Scrtário-Gral: Cláudio Blmino Rablo Evanglista OAB/RR 34-B; Scrtária-Gral Adjunta: Elln Euridic Rodrigus Cardoso OAB/RR 76; Dirtora-Tsourira: Maria do Rosário Alvs Colho OAB/RR 300. Exrcício 205: Jorg da Silva Frax OAB/RR 78; Rodolpho Csar Maia d Morais OAB/RR 269; Claudio Blmino Rablo Evanglista OAB/RR 34-B; Almir Rocha d Castro Júnior OAB/RR 385 Trzinha Muniz d Souza Cruz OAB/RR 257). Rlator: Conslhiro Fdral Tullo Cavallazzi Filho (SC). 6- RECURSO N. 49.0000.206.007297-/TCA. Rct: Chapa - OAB para Todos. Rpt Lgal: Paulo Madira OAB/PR 6756. (Adv: Paulo Madira OAB/PR 6756). Rcdo: Chapa - XI d Agosto. Rpt Lgal: Ricardo dos Santos Lobo OAB/PR 3745. (Adv: Aracyr Azvdo d Moura Cordiro OAB/PR 0533 outro). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Paraná Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Mauricio Gntil Montiro (SE). 7- PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA N. 49.0000.206.00345-7/TCA. Assunto: Proposta Orçamntária do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil para o Exrcício 207. Intrssados: Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil. (Gstão 206/209. Prsidnt: Claudio Pachco Prats Lamachia OAB/RS 22356; Vic-Prsidnt: Luís Cláudio da Silva Chavs OAB/MG 5354; Scrtário-Gral: Flip Sarmnto Cordiro OAB/AL 5779; Scrtário-Gral Adjunto: Ibanis Rocha Barros Junior OAB/DF 555 Dirtor-Tsouriro: Antonio Onildo Frrira OAB/RR 55). Rlator: Conslhiro Fdral Fabrício d Castro Olivira (BA). OBS.: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das Sssõs sguints, sm nova publicação. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Brasília, d novmbro d 206 ANTONIO ONEILDO FERREIRA Prsidnt da 3ª Câmara ÓRGÃO ESPECIAL ACÓRDÃOS RECURSO N. 49.0000.202.004223-3/OEP. Rct: V.A.S. (Adv: Vânia Andrad da Silva OAB/SP 3983). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Flip Sarmnto Cordiro (AL). EMENTA N. 45/206/OEP. Rcurso ao Órgão Espcial. Locupltamnto ausência d prstação d contas. Clbração d contrato d mpréstimo ntr advogada a clint. Condutas tipificadas no artigo 34, incisos XX XXI, do EAOAB, qu não rstaram cabalmnt dmonstradas. Ptição da rprsntant, após julgamnto pla Trcira Turma da Sgunda Câmara, informando qu rcbu os valors dvidos rqurndo arquivamnto do fito. Anális dos autos prmit constatar violação aos artigos 2º, inciso I, 9º, do Código d Ética Disciplina, 3 34, inciso IX, do Estatuto da Advocacia da OAB. Rcurso parcialmnt provido, d ofício, para dsclassificar a conduta impor à advogada a sanção disciplinar d cnsura. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m dar parcial provimnto ao rcurso, nos trmos do voto do rlator. Brasília, 7 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício Rlator. RECURSO N. 49.0000.202.008583-7/OEP. Rct: J.J.S. (Adv: Marclo Gonzaga OAB/SC 9878). Intrssado: Conslho Sccional da plo código 00020660032 OAB/Santa Catarina. Rlator: Conslhiro Fdral Luiz Hnriqu Cabanllos Schuh (RS). EMENTA N. 46/206/OEP. Rcurso ao Órgão Espcial. Exclusão d advogado dos quadros da OAB. Infração ao artigo 34, inciso XXVII, da Li n. 8.906/94. Participação m organização criminosa, dstinada à prática d roubos m rsidências. Condutas qu, inquivocamnt, tornam o advogado moralmnt inidôno para o xrcício da profissão. Rcurso não provido. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 08 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m ngar provimnto ao rcurso, nos trmos do voto do Rlator. Impdido d votar o Rprsntant da OAB/Santa Catarina. Brasília, 07 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Luiz Hnriqu Cabanllos Schuh, Rlator. CONSULTA N. 49.0000.203.00559-3/OEP. Assunto: Consulta. Atividad policial d qualqur naturza. Atividad policial rstrita. Podr d Polícia. Consulnt: Prsidnt do Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso - Gstão 203/206 - Maurício Aud. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Mato Grosso. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). Rvisor: Conslhiro Fdral Maurício Gntil Montiro (SE). EMENTA N. 47/206/OEP. Consulta. Atividad policial d qualqur naturza. Atividad policial rstrita. Podr d Polícia. Encaminhamnto da matéria à aprciação ao Conslho Plno. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m ncaminhar a matéria à aprciação do Conslho Plno. Brasília, 7 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond, Rlatora. RECURSO N. 49.0000.204.004299-0/OEP. Rct: R.B. (Adv: Hnriqu Antonio Patarllo OAB/SP 4949). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Solano Donato Carnot Damacna (TO). EMENTA N. 48/206/OEP. Rcurso ao Órgão Espcial. Acórdão unânim da Sgunda Turma da Sgunda Câmara, qu não conhc d rcurso por ausência d sus prssupostos d admissibilidad. Ausência d impugnação spcífica dos fundamntos da dcisão rcorrida. Mra rprodução das msmas tss do rcurso antrior. Prtnsão ao rxam d fatos provas. Ausência dos prssupostos d admissibilidad do artigo 85 do Rgulamnto Gral. Rcurso não conhcido. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m não conhcr do rcurso, nos trmos do voto do Rlator, part intgrant dst. Brasília, 07 d novmbro dd 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Solano Donato Carnot Damacna, Rlator. RECURSO N. 49.0000.204.009450-5/OEP - E.D. Embgt: S.G.F. (Adv: Jorg Luiz Rodrigus Baptista d Paula OAB/RJ 54890). Embgdo: Acórdão d fls. 247/250. Rct: S.G.F. (Adv: Srgio Goms d Fritas OAB/RJ 9667). Rcda: S.A.H. (Advs: Filipi Moratlli Knaur OAB/RJ 34544 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio d Janiro. Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Junior (MT). EMENTA N. 49/206/OEP. Embargos d dclaração. Ausência d ambiguidad, obscuridad, contradição, omissão ou rro matrial na dcisão mbargada. Art. 25-A da Li n. 8.906/94. Inaplicabilidad. Dispositivo qu rgulamnta apnas prazo prscricional para ajuizamnto d ação d prstação d contas. Embargos d dclaração rjitados. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m rjitar os mbargos d dclaração, nos trmos do voto do Rlator, part intgrant dst. Brasília, 7 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Duilio Piato Junior, Rlator. CONSULTA N. 49.0000.205.003572-2/OEP. Assunto: Possibilidad d prstação d consultoria jurídica através da intrnt (sits -mails), mdiant prévia contratação por livr iniciativa d trciros intrssados d forma rmunrada. Consulnt: Barbara Mlissa Pinhiro OAB/MG 55. Rlator: Conslhiro Fdral José Lucio Glomb (PR). EMENTA N. 50/206/OEP. Consulta. Possibilidad d prstação d consultoria jurídica através da intrnt (sits -mails) mdiant prévia contratação por livr iniciativa d trciros intrssados d forma rmunrada. Encaminhamnto da matéria ao Conslho Plno. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m ncaminhar a matéria à aprciação do Conslho Plno, nos trmos do voto do Rlator, part intgrant dst. Brasília, 07 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. José Lucio Glomb, Rlator. CON- SULTA N. 49.0000.205.00523-5/OEP. Assunto: Rstrição das informaçõs dos procssos disciplinars. Controvérsia ntr o art. 72, 2º da Li n. 8.906/94 o art. 35 da Rsolução n. 3/200 do CFOAB. Consulnt: Scrtário-Gral do Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul - Gstão 203/205 - Ricardo Brir. Rlator: Conslhiro Fdral Robrto Charls d Mnzs Dias (MA). EMENTA N. 5/206/OEP. Consulta. Procsso disciplinar. Sigilo. Acsso às suas informaçõs somnt plas parts sus dfnsors autoridad judiciária comptnt. Consulta n. 49.0000.20.006296-. Mmbros do Ministério Público autoridad policial. Ncssidad d autorização judicial. Rsolução n. 03/200. Sugstão d altração do artigo 3º. Consulta arquivada, por já havr manifstação antrior sobr o msmo tma. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m acolhr o voto do Rlator, part intgrant dst. Brasília, 07 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Robrto Charls d Mnzs Dias, Rlator. CONSULTA N. 49.0000.206.00476-2/OEP. Origm: Conslho Sccional da OAB/Goiás. Procsso n. 206/00660 d 29/0/206 (Protocolo n. 396609 d 29/0/206). Assunto: Exrcício da advocacia por Procurador Gral do Município d Piracanjuba/GO. Consulnt: Procurador do Município d Piracanjuba - Pdro Ulysss Buritisal Alvs d Souza OAB/GO 27575. Rlator: Conslhiro Fdral Robrto Charls d Mnzs Dias (MA). EMENTA N. 52/206/OEP. Consulta. Caso concrto. Impossibilidad. Arquivamnto. Ausência do rquisito do art. 85, inciso IV, do Rgulamnto Gral do EAOAB. Consulta não rspondida. Acórdão: Vistos, rlatados discutidos os autos do procsso m rfrência, acordam os mmbros do Órgão Espcial do Conslho Plno do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, obsrvado o quorum xigido no art. 92 do Rgulamnto Gral, por unanimidad, m não conhcr da consulta, nos trmos do voto do Rlator. Brasília, 07 d novmbro d 206. Flip Sarmnto Cordiro, Prsidnt m xrcício. Robrto Charls d Mnzs Dias, Rlator. Brasília, d novmbro d 206 LUÍS CLÁUDIO DA SILVA CHAVES Prsidnt do Órgão Espcial D E S PA C H O S RECURSO N. 49.0000.20.00233-4/OEP - E.D. Embgt: M.A.M.F. (Adv: Pdro Hnriqu dos Ris Martins OAB/DF 36409 outros). Embgdo: Acórdão d fls. 229/23. Rct: M.A.M.F. (Adv: Pdro Hnriqu dos Ris Martins OAB/DF 36409 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio d Janiro. Rlator: Conslhiro Fdral Jos Lucio Glomb (PR). DESPACHO: "Cuida-s d novos mbargos d dclaração opostos plo advogado M.A.M.F., agora m fac do acórdão d fls. 258/260, plo qual st Órgão Espcial, por unanimidad, rjitou os mbargos antriormnt opostos. (...). Assim, visando à máxima ftividad autoridad das dcisõs profridas plo Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, não conhço dos prsnts mbargos d dclaração, por srm manifstamnt protlatórios, dtrmino à Scrtaria dst Órgão Espcial qu crtifiqu o trânsito m julgado da dcisão d fls. 258/260, dcorrido o prazo lgal, a contar da publicação d fl. 263. Dstaco, ainda, por força do artigo 38, 3º 5º, do Rgulamnto Gral, qu não cab rcurso contra a dcisão qu nga sguimnto a mbargos d dclaração quando tidos por manifstamnt protlatórios, hipóts dos autos. Assim, concomitant à publicação dsta dcisão ou ciência pssoal plo mbargant, sjam os autos rmtidos ao Conslho Sccional d origm, para xcução da dcisão condnatória. Dtrmino, ainda nss sntido, qu qualqur manifstação rcbida postriormnt à publicação dsta dcisão, rfrnt ao prsnt procsso, sja rmtida dirtamnt à origm para qu analis sua prtinência, já m sd d xcução do julgado, sm a ncssidad d nova manifstação dsta Rlatoria ou rtorno dos autos a st Conslho Fdral. Brasília, 7 d novmbro d 206. José Lucio Glomb, Rlator.". DESPACHO: Acolho o r. dspacho profrido plo minnt Rlator, Conslhiro Fdral José Lucio Glomb (PR), às fls. 298/300, adotando-o como razão d dcidir. Publiqu-s. Brasília, d novmbro d 206. Luís Cláudio da Silva Chavs, Prsidnt. RECURSO N. 49.0000.204.0056-3/OEP. Rct: Cristiano Bonfim da Cruz (Adv: Dan Carlos Borgs OAB/SP 32309 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Pdro Donizt Biazotto (TO). DESPACHO: "Trata-s d Rcurso manjado por Cristiano Bonfim da Cruz m fac do acórdão da Primira Câmara do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil qu mantv incólum as dcisõs profridas plo Conslho Sccional da OAB/São Paulo. (...). Diant do xposto, com fundamnto no art. 40 do Rgulamnto Gral do Estatuto da Advocacia da OAB, indfiro liminarmnt o rcurso aprsntado por Cristiano Bonfim da Cruz, tndo m vista a sua intmpstividad, proponho o ncaminhamnto na forma prconizada plo dispositivo acima lncado. Brasília, 2 d stmbro d 206. Pdro Donizt Biazotto, Rlator.". DESPACHO: Acolho o r. dspacho profrido plo minnt Rlator, Conslhiro Fdral Pdro Donizt Biazotto (TO), às fls. 259/26, adotando-o como razão d dcidir. Publiqu-s. Brasília, d novmbro d 206. Luís Cláudio da Silva Chavs, Prsidnt. RECURSO N. 49.0000.204.00559-5/OEP. - E.D. Embgt: A.I.G.A. (Adv: Antonio Ivanir Gonçalvs d Azvdo OAB/RS 2686). Embgdo: Acórdão d fls. 645/647. Rct: A.I.G.A. (Advs: Antonio Ivanir Gonçalvs d Azvdo OAB/RS 2686 Cristina Prisslr d Almida OAB/RS 54567). Rcdo: J.R.D. (Advs: Prciano d Castilhos Brtolucci OAB/RS 4684, Francisco Azambuja Salls OAB/RS 83454, Gabrila Ruschl Michalsn OAB/RS 45888 Guilhrm Ruschl Michalsn OAB/RS 60326). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral Srgio Eduardo Fishr (RJ). DESPACHO: "Cuida-s dos trciros mbargos d dclaração opostos plo advogado A.I.G.A., agora m fac do acórdão d fls. 690/692, plo qual st Órgão Espcial, por unanimidad, rjitou os mbargos antriormnt opostos. (...). Assim, visando à máxima ftividad autoridad das dcisõs profridas plo Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, não conhço dos prsnts mbargos d dclaração, por srm manifstamnt protlatórios, dtrmino à Scrtaria dst Órgão Espcial qu crtifiqu o trânsito m julgado da dcisão d fls. 690/692, dcorrido o prazo lgal, a contar da publicação d fl. 695. Dstaco, ainda, por força do artigo 38, 3º 5º, do Rgulamnto Gral, qu não cab rcurso contra a dcisão qu nga sguimnto a mbargos d dclaração quando tidos por manifstamnt protlatórios, hipóts dos autos. Assim, concomitant à publicação dsta dcisão ou ciência pssoal plo mbargant, sjam os autos rmtidos ao Conslho Sccional d origm, para a imdiata xcução da dcisão condnatória.

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 33 Dtrmino, ainda nss sntido, qu qualqur manifstação rcbida postriormnt à publicação dsta dcisão, rfrnt ao prsnt procsso, sja rmtida dirtamnt à origm para qu analis sua prtinência, já m sd d xcução do julgado, sm a ncssidad d nova manifstação dsta Rlatoria ou rtorno dos autos a st Conslho Fdral. Brasília, d novmbro d 206. Srgio Eduardo Fishr, Rlator.". DESPACHO: Acolho o r. dspacho profrido plo minnt Rlator, Conslhiro Fdral Srgio Eduardo Fishr (RJ), às fls. 735/737, adotando-o como razão d dcidir. Publiqu-s. Brasília, d novmbro d 206. Luís Cláudio da Silva Chavs, Prsidnt. Brasília, d novmbro d 206 LUÍS CLÁUDIO DA SILVA CHAVES Prsidnt do Órgão Espcial PAUTA DE JULGAMENTO C O N VO C A Ç Ã O O Órgão Espcial do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil runir-s-á m Sssão Ordinária a sr ralizada no dia cinco d dzmbro d dois mil dzssis, a partir das quatorz horas, no plnário da Trcira Câmara do difício-sd do Conslho Fdral da Ordm dos Advogados do Brasil, localizado no Stor d Autarquias Sul (SAUS), Quadra 05, Lot 0, Bloco M - 4º andar, Brasília/DF, CEP 70070-939, para julgamnto dos procssos abaixo spcificados, incluídos m pauta, os rmanscnts das pautas d julgamntos antriors, ficando as parts os intrssados a sguir notificados. ORDEM DO DIA: 0. RECURSO N. 49.0000.203.002038-9/OEP. Rct: J.P.R. (Adv: Jos Ptrini Rodrigus OAB/SP 0795). Rcdo: Wally Biachi Chiola (Rpt Lgal: Jussara Bianchi Castlli). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Vralic Gonçalvs d Souza Vris (RO). 02. RECURSO N. 49.0000.203.008360-0/OEP. Rct: M.S. (Advs: Massao Simonaka OAB/SP 8940 Ricardo Andr Simonaka OAB/SP 24074). Rcdo: E.R.M. (Adv: Enida Rut Manfrdini OAB/SP 28909). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Valntina Jungmann Cintra (GO). 03. RECURSO N. 49.0000.204.000456-0/OEP. Rct: D.P.R. (Adv: Dnis Plichiro Rodrigus OAB/SP 4207). Rcdos: C.R.B.S. R.B.T. (Adv: Carlos Robrto Bittncourt Silva OAB/SP 63366 Rodrigo Bndito Tarossi OAB/SP 208700). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Marcus Flip Botlho Prira (ES). 04. RECURSO N. 49.0000.204.008744-2/OEP. Rct: O.R.J. (Adv: Orlando Rasia Nto OAB/SP 26239). Rcdo: Cláudio Robrto Alvs. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Ary Raghiant Nto (MS). 05. RECURSO N. 49.0000.204.02259-8/OEP. Rct: R.B. (Adv.: Hnriqu Antônio Patarllo OAB/SP 4949). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Srgio Eduardo Fishr (RJ). 06. RECUR- SO N. 49.0000.204.02437-0/OEP. Rct: P.R.V.N. (Advs: Paulo Robrto Viira Ngrão OAB/TO 232-B outro). Rcdo: Raimundo Nonato Barbosa Pinhiro. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Tocantins. Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Junior (MT). 07. RECURSO N. 49.0000.204.02805-3/OEP. Rct: J.R.Q.F. (Adv: José Ricardo Quirino Frnands OAB/SP 2659). Rcdo: Jucmara d Olivira Rodrigus. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Maurício Gntil Montiro (SE). 08. RECURSO N. 49.0000.204.04527-6/OEP. Rct: J.B.S.J. (Adv: João Bndito da Silva Júnior OAB/SP 75292). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlatora: Conslhira Fdral Valntina Jungmann Cintra (GO). 09. RE- CURSO N. 49.0000.204.04629-9/OEP. Rct: M.S.F. (Adv: Milton Sanchs Fuzto OAB/SP 26456). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral André Luiz Pinhiro Saraiva (RN). 0. RECURSO N. 49.0000.204.05366-0/OEP. Rct: J.A.C. (Advs.: Rodrigo Espindola Pinto OAB/RS 87877 outros). Rcdo: Edinair Frrira Lal. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Guilhrm Octávio Batochio (SP).. RECURSO N. 49.0000.205.000334-8/OEP. Rct: J.C.B. (Advs: José do Carmo Badaró OAB/PR 447 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Jarbas Vasconclos do Carmo (PA). 2. RECURSO N. 49.0000.205.0068-3/OEP. Rct: R.A.B.G. (Adv: Ricardo Aparcido Buno Godoy OAB/SP 38555). Rcdo: Ana d Olivira Rodrigus. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral Jarbas Vasconclos do Carmo (PA). 3. RE- CURSO N. 49.0000.205.00469-9/OEP. Rct: T.A.O. (Adv: Tiago Airs d Olivira OAB/TO 2347). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Tocantins. Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 4. RECURSO N. 49.0000.205.00229-8/OEP. Rct: G.O.G. (Adv: José Robrto Barbosa d Olivira Souza OAB/SP 7349 outro). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral José Lucio Glomb (PR). 5. RECURSO N. 49.0000.205.00232-6/OEP. Rct: Prsidnt do Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul - Gstão 203/205 - Marclo Machado Brtoluci. Rcdo: Edson Luiz Viira d Souza (Advs: Clbr Dmtrio Olivira da Silva OAB/RS 562 outros). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlatora: Conslhira Fdral Cláudia Paranaguá d Carvalho Drumond (PI). 6. RECURSO N. 49.0000.205.002438-4/OEP. Rct: T.A.O. (Adv: Tiago Airs d Olivira OAB/TO 2347). Rcdo: T.F.S.B. (Advs: Elda d Paulo Sampaio Castro OAB/DF 27774 Evamar Francisco Lacrda OAB/DF 2559). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Tocantins. Rlator: Conslhiro Fdral Luiz Saraiva Corria (AC). 7. RECURSO N. 49.0000.205.002587-3/OEP. Rct: J.C.S. (Adv: Almri Pdro d Carvalho OAB/PR 39 João Carlos Silvira OAB/PR 9272). Rcdo: Associação Cultural Tuto-Brasiliro d Maringá (Rpt Lgal: Edson Hass). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Robrto Charls d Mnzs Dias (MA). 8. RECURSO N. 49.0000.205.002588- /OEP. Rct: J.A.C. (Advs: Rodrigo Espindola Pinto OAB/RS 87877 outros). Rcdo: D.S. (Adv: Edson Jos Prira da Silva OAB/PR 3354). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Robrto Charls d Mnzs Dias (MA). 9. RECURSO N. 49.0000.205.003346-2/OEP. Rct: A.T.P. (Adv: José Luís Corrêa Mnzs OAB/SP 68288 outro). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral José Albrto Ribiro Simontti Cabral (AM). 20. RECURSO N. 49.0000.205.003404-7/OEP. Rct: A.A.L. (Advs: Anglita d Almida Lara OAB/RS 273 Luis Antonio Zamboni OAB/RS 72528). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral Pdro Hnriqu Braga Rynaldo Alvs (PE). 2. RECURSO N. 49.0000.205.00348-5/OEP. Rct: L.C.S.F. (Adv: Giancarlo Castlan OAB/SC 7082). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Tocantins. Rlator: Conslhiro Fdral Ary Raghiant Nto (MS). 22. RECURSO N. 49.0000.205.003704-4/OEP. Rct: A.A.L. (Advs: Anglita d Almida Lara OAB/RS 273 Luis Antonio Zamboni OAB/RS 72528). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio Grand do Sul. Rlator: Conslhiro Fdral Valdtário Andrad Montiro (CE). 23. RECURSO N. 49.0000.205.004889-6/OEP. Rct: J.Q.N. S.C.S.C.Q. (Advs: José Quirino Nto OAB/RJ 7084 Sônia Cristina Simõs d Castro Quirino OAB/RJ 74742). Rcdo: Vra Lúcia Frnands Nry. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Rio d Janiro. Rlator: Conslhiro Fdral Pdro Donizt Biazotto (TO). 24. RECURSO N. 49.0000.205.00504-5/OEP. Rct: M.A.O. (Adv: Marcio Ayrs d Olivira OAB/PR 32504). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlatora: Conslhira Fdral Vralic Gonçalvs d Souza Vris (RO). 25. RECURSO N. 49.0000.205.005068-5/OEP. Rct: A.C.J. (Adv: Antônio Carlos Januário OAB/MG 64945). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Minas Grais. Rlator: Conslhiro Fdral Frnando Santana Rocha (BA). 26. RECURSO N. 49.0000.205.00665-0/OEP. Rct: A.T.P. (Adv: Gilmar Machado da Silva OAB/SP 76398). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/São Paulo. Rlator: Conslhiro Fdral José Lucio Glomb (PR). 27. RECURSO N. 49.0000.205.006365-/OEP. Rct: R.A.M. (Adv: Rosmar Anglo Mlo OAB/PR 26033). Rcdo: Elias Frlin. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral José Albrto Ribiro Simontti Cabral (AM). 28. RECURSO N. 49.0000.205.008269-9/OEP. Rct: Marcus Aurlio Malinoski OAB/PR 27492 (Adv: Marcus Aurlio Malinoski OAB/PR 27492). Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Paraná. Rlator: Conslhiro Fdral Luiz Hnriqu Cabanllos Shuch (RS). 29. RECURSO N. 49.0000.205.008504-3/OEP. Rct: A.A.B. (Adv: Admir Alvs d Brito OAB/GO 4022). Intrssados: Conslho Sccional da OAB/Goiás N.J.C.C. (Advs: Emanul d Olivira Costa Junior OAB/GO 286 Frnando Alvs d Sousa OAB/GO 2559). Rlator: Conslhiro Fdral Duilio Piato Junior (MT). 30. RECURSO N. 49.0000.205.00338-3/OEP. Rct: Mario David Prado Sá OAB/PA 6286 (Advs: Frnanda Ribiro da Silva OAB/PA 2250 Mario David Prado Sá OAB/PA 6286). Rcdo: Comissão Elitoral do Conslho Sccional da OAB/Pará. Intrssado: Conslho Sccional da OAB/Pará. Rlator: Conslhiro Fdral Pdro Hnriqu Braga Rynaldo Alvs (PE). OBS: Os procssos qu não form julgados prmancrão na pauta d julgamntos das sssõs sguints, sm nova publicação. Brasília, d novmbro d 206 LUÍS CLÁUDIO DA SILVA CHAVES Prsidnt do Órgão Espcial EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660033

34 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660034

Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 ISSN 677-7042 35 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL plo código 00020660035

36 ISSN 677-7042 Nº 29, quarta-fira, 6 d novmbro d 206 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS plo código 00020660036