PROVAS DE AFERIÇÃO 2015/2016

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Transcrição:

PROVAS DE AFERIÇÃO 2015/2016 INFORMAÇÕES PARA ALUNOS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

1. CALENDARIZAÇÃO DAS PROVAS DE AFERIÇÃO 1.1. A realização das provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos concretiza-se numa única fase, de acordo com o calendário a seguir apresentado: 1.2. Todos os alunos inscritos deverão comparecer com obrigatoriedade às provas. 2. CONVOCATÓRIA DOS ALUNOS / DURAÇÃO DAS PROVAS 2.1. Todos os alunos devem apresentar-se à porta da sala onde realizam as provas, pelo menos, 30 minutos antes da hora marcada para o início da prova. 2.2. A chamada faz-se 15 minutos antes da hora marcada para o início da prova, pela ordem constante nas pautas afixadas. 2.3. Todas as provas de aferição têm uma duração de 90 minutos, sem tolerância. 2.4. As provas de aferição de Português e de Matemática do 8.º ano são realizadas em folhas de prova de modelo da EMEC e não no próprio enunciado, pelo que o aluno poderá começar a preencher o cabeçalho antes da distribuição do enunciado. Como tal, a contagem do tempo de duração da prova iniciar-se-á logo que concluída a distribuição dos enunciados aos alunos. Na 1ª parte da prova de aferição de Matemática do 8.º ano, os alunos podem utilizar máquina calculadora. A 1.ª parte tem uma duração de 35 minutos. Segue-se uma paragem de 5 minutos para a recolha das calculadoras. Na 2.ª parte da prova não é autorizada a utilização de máquina de calcular. Esta parte tem a duração de 55 minutos. Prova de Aferição do 8.º ano Matemática Abertura dos sacos e Início da Prova 14:30 h Intervalo técnico - Período para recolha das calculadoras Continuação da Prova 15:05 h 15:10 h (5 min) 15:10 h 16:05 h

Na prova de aferição de Português do 8.º ano, o domínio Compreensão do Oral é avaliado nos primeiros 15 minutos da prova. Prova de Aferição do 8.º ano Português Abertura dos sacos e Início da Prova 14:30 h Compreensão do Oral Continuação da Prova 14:30 14:45 h (15 min) 14:45 16:00 h (75 min) 16:00 h 2.5. As provas de aferição de Português e de Matemática dos 2.º e 5.º anos são realizadas no próprio enunciado, pelo que a contagem do tempo de duração das provas se inicia 5 min após a distribuição dos enunciados aos alunos, a fim de estes poderem preencher o cabeçalho. 2.6. Na prova de aferição de Português do 2.º ano, o domínio Compreensão do Oral é avaliado nos primeiros 15 minutos da prova. A prova encontra-se dividida em duas partes, com um intervalo de 20 minutos. Abertura dos sacos Prova de Aferição do 2.º ano Português 10:30 h Preenchimento do cabeçalho Início da Prova Compreensão do Oral Continuação da Prova Intervalo Continuação da Prova 10:30 10:35 h (5 min) 10:35 h 10:35 10:50 h (15 min) 10:50 11:20 h (30 min) 11:20 11:40 h (20 min) 11:40 h 12:25 h 2.7. A prova de aferição de Matemática do 2.º ano encontra-se dividida em duas partes de 45 minutos, com 20 minutos de intervalo. Abertura dos sacos Prova de Aferição do 2.º ano Matemática 10:30 h Preenchimento do cabeçalho Início da Prova Final do 1.º período da prova Intervalo Início do 2.º período da prova 10:30 10:35 h (5 min) 10:35 h 11:20 h 11:20 11:40 h (20 min) 11:40 h 12:25 h 2.5. As provas de aferição de Português e de Matemática do 5.º ano de escolaridade têm a duração de 90 minutos, não havendo lugar a intervalo.

Prova de Aferição do 5.º ano Português Abertura dos sacos 10:30 h Preenchimento do cabeçalho 10:30 10:35 h (5 min) Início da Prova 10:35 h Compreensão do Oral 10:35 10:50 h (15 min) Continuação da Prova 10:50 12:05 h (75 min) 12:05 h Prova de Aferição do 5.º ano Matemática Abertura dos sacos 10:30 h Preenchimento do cabeçalho 10:30 10:35 h (5 min) Início da Prova 10:35 h 12:05 h 3. MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO 3.1. As folhas de prova a utilizar nas provas de aferição de Português e de Matemática do 8.º ano são de modelo próprio da Editorial do Ministério da Educação e Ciência (EMEC), sendo fornecidas pela escola, no dia das provas. Nos 2.º e 5.º anos, as provas de aferição são realizadas no próprio enunciado. 3.2. O papel de rascunho (formato A4) é fornecido pela escola devidamente carimbado, sendo datado e rubricado por um dos professores vigilantes. O papel de rascunho não pode ser entregue ao examinando antes da distribuição dos enunciados. 3.3. Cada aluno apenas poderá utilizar o seu próprio material. 3.4. Durante a realização das provas de aferição, os alunos apenas podem usar o material autorizado nas Informações-Prova de Aferição, emanadas pelo IAVE. PORTUGUÊS 2.º ano MATEMÁTICA 2.º ano lápis, borracha e apara-lápis. dicionário. lápis, borracha e apara-lápis; régua graduada. calculadora

PORTUGUÊS 5.º ano MATEMÁTICA 5.º ano lápis, borracha e apara-lápis. dicionário. lápis, borracha e apara-lápis; material de desenho e de medição (régua graduada, compasso, esquadro e transferidor). calculadora PORTUGUÊS 8.º ano MATEMÁTICA 8.º ano lápis, borracha e apara-lápis. dicionário. lápis, borracha e apara-lápis; material de desenho e de medição (régua graduada, compasso, esquadro e transferidor); calculadora Só são autorizadas as calculadoras que satisfaçam cumulativamente as seguintes características técnicas: a) Ter, pelo menos, as funções básicas +,,x, /, raiz quadrada e raiz cúbica; b) Ser silenciosa; c) Não ter cálculo simbólico (CAS); d) Não ter capacidade de comunicação a distância; e) Não ter fitas, rolos de papel ou outro meio de impressão. Atenção: os alunos deverão confirmar o material autorizado, especialmente, com os respetivos professores de Matemática do 8.º ano. 3.5. Na prova de aferição de Matemática do 8.º ano, só são autorizadas as calculadoras que respeitem as caraterísticas técnicas previstas na respetiva Informação Prova de Aferição e estejam devidamente identificadas com o nome, turma e número do aluno. 3.6. Cada aluno apenas poderá trazer uma única máquina calculadora. 3.7. Todos os alunos que possuam uma máquina calculadora que seja suscetível de levantar dúvidas relativamente às suas caraterísticas, deverão, junto do professor de Matemática, confirmar a possibilidade de utilizar a mesma nas provas de aferição. 3.8. O secretariado das provas de aferição, em conjunto com o professor coadjuvante e as estruturas de apoio ao secretariado, deve definir os procedimentos para verificação do material a usar pelos alunos. Tal verificação deve ocorrer, sempre que possível, antes do início da prova, salvaguardando o caso dos alunos que cheguem com atraso em que essa verificação decorre com a maior brevidade, após a sua entrada na sala de prova.

3.9. Os alunos que não possuam algum do material necessário deverão solicita-lo, com a devida antecedência, ao professor titular de turma/diretor de turma. 4. SALAS E VIGILÂNCIA 4.1. Para a realização das provas, os alunos não podem ter junto de si quaisquer suportes escritos não autorizados como, por exemplo, livros, cadernos, folhas, nem quaisquer sistemas de comunicação móvel, como computadores portáteis, aparelhos de vídeo ou áudio, incluindo telemóveis, bips, etc. Os objetos não estritamente necessários para a realização da prova como mochilas, carteiras, estojos, etc. devem ser recolhidos por elementos da escola ou colocados junto à secretária dos professores vigilantes, sendo que os equipamentos de comunicação deverão aí ser colocados devidamente desligados. Antes do início das provas, durante o período de chamada e imediatamente antes da sua entrada na sala de prova, os alunos devem efetuar uma auto verificação cuidada, a fim de se assegurarem que possuem o material necessário para a realização da prova e que não possuem qualquer material ou equipamento não autorizado, em particular telemóveis. Ainda assim, para acautelar qualquer esquecimento, os alunos deverão assinar, já nos respetivos lugares, o Modelo 14-PA//JNE, confirmando que efetuaram a verificação referida. 5. IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS 5.1. Os alunos não devem prestar provas sem serem portadores do seu Cartão do Cidadão/Bilhete de Identidade ou de documento que o substitua, desde que contenha fotografia. Estes documentos devem estar em condições que não suscitem dúvidas quanto à identificação do aluno. 5.2. Para fins de identificação dos alunos, não são aceites os recibos de entrega de pedidos de emissão de cartão de cidadão. Os alunos que apresentem este documento são considerados indocumentados, devendo efetuar os procedimentos referidos no n.º 5.4. 5.3. Os alunos nacionais ou estrangeiros que não disponham de cartão de cidadão/bilhete de identidade, emitido pelas autoridades portuguesas, podem, em sua substituição, apresentar título de residência, passaporte ou documento de identificação utilizado no país de que são nacionais ou em que residem e que utilizaram no ato de inscrição. Neste caso, devem ser igualmente portadores do documento emitido pela escola com o número interno de identificação que lhes foi atribuído. 5.4. Os alunos sem documento de identificação podem realizar a prova, devendo o secretariado das provas diligenciar no sentido de obter, através do programa PAEB ou do processo do aluno, o número de identificação ou o número interno para registo no cabeçalho da prova, no caso de aluno que não possua documento de identificação. Nestes casos, deverá efetuar-se um auto de identificação do aluno (Modelo 01-PA/JNE).

5.5. No caso dos alunos que frequentam a escola, o auto (Modelo 01-PA/JNE) é assinado por um elemento do secretariado de provas/exames, pelas testemunhas e pelo aluno. No caso de um aluno menor, a situação deve ser comunicada, de imediato, ao encarregado de educação, o qual tem de tomar conhecimento da ocorrência, assinando também o respetivo auto. 5.6. Nos dois dias úteis seguintes ao da realização da prova, os alunos referidos no número anterior, acompanhados dos respetivos encarregados de educação, quando menores, devem comparecer na escola, com o documento de identificação e apor novamente a sua impressão digital do indicador direito sobre o auto elaborado no dia da prova, sob pena de anulação da mesma. 6. ATRASO NA COMPARÊNCIA DE ALUNOS 6.1. O atraso na comparência dos alunos às provas não pode ultrapassar os 15 minutos, após a hora do início das mesmas. A estes alunos, não é concedido nenhum prolongamento especial, pelo que terminam a prova ao mesmo tempo dos restantes. 6.2. Os alunos referidos no número anterior devem, obrigatoriamente, realizar todos os procedimentos de identificação e, em particular, os professores vigilantes deverão solicitar aos alunos uma auto verificação, a fim de assegurarem não possuir qualquer material ou equipamento não autorizado, em particular telemóveis. 6.3. Após os 15 minutos estabelecidos no número anterior, um dos professores responsáveis pela vigilância deve assinalar na pauta os alunos que não compareceram à prova. 7. DISTRIBUIÇÃO DAS FOLHAS DE RESPOSTA 7.1. Terminada a chamada e atribuídos os lugares, os professores responsáveis pela vigilância devem distribuir o as folhas de prova (8.º ano). 7.2. Aos alunos, não é permitido escrever nas folhas de resposta antes da distribuição dos enunciados das provas, à exceção do preenchimento do respetivo cabeçalho. 7.3. Nas provas de aferição dos 2.º e 5.º anos, os enunciados que servem igualmente como folhas de resposta, apenas serão entregues à hora estipulada para o início da prova. 8. PREENCHIMENTO DO CABEÇALHO DO PAPEL DE PROVA 8.1. No cabeçalho do enunciado, o aluno deve inscrever: - 2.º e 5.º anos a) Na parte destacável: - O seu nome completo, de forma legível e sem abreviaturas; - O número do cartão de cidadão/bilhete de identidade e local de emissão, no caso de ser portador de bilhete de identidade; - Assinatura, conforme o cartão de cidadão/bilhete de identidade.

8.2. No cabeçalho do enunciado, o aluno deve inscrever: - 8.º ano a) Na parte destacável: - O seu nome completo, de forma legível e sem abreviaturas; - O número do cartão de cidadão/bilhete de identidade e local de emissão, no caso de ser portador de bilhete de identidade; - Assinatura, conforme o cartão de cidadão/bilhete de identidade; - A designação e o código da prova que se encontra a realizar como, por exemplo, prova de Português (85); - Ano de escolaridade. b) Na parte fixa: - Novamente a designação e o código da prova que se encontra a realizar; - O ano de escolaridade; - No final da prova, o número de páginas utilizadas na sua realização. 8.3. Caso haja rasura no preenchimento dos itens do cabeçalho, especialmente nas situações em que o aluno já tenha registado várias respostas a questões da prova, a folha não deverá ser substituída, sendo a alteração registada de modo legível. Esta alteração, se implicar perda de tempo, deverá ser efetuada no final do tempo regulamentar. 8.4. Os alunos referidos no n.º 5.3 (nacionais ou estrangeiros) devem registar, no local destinado ao número do cartão de cidadão/bilhete de identidade, o número interno de identificação que lhes foi atribuído, indicando, como local de emissão, a referência número interno. EXEMPLO DE CABEÇALHO DE PROVA A REALIZAR NO ENUNCIADO 2.º e 5.º anos

EXEMPLO DE CABEÇALHO DE PROVA A REALIZAR EM MODELO DA EMEC 8.º ano 9. ADVERTÊNCIAS AOS ALUNOS Antes do início da prova, os professores responsáveis pela vigilância devem avisar os alunos do seguinte: a) Nas Provas de Aferição dos 2.º e 5.º anos, as respostas são dadas no próprio enunciado. Nas provas do 8.º ano, as respostas serão dadas em folha própria do EMEC; b) Não podem escrever o seu nome em qualquer outro local do enunciado/folha de prova, para além do cabeçalho; c) Não podem escrever comentários despropositados e/ou descontextualizados, nem mesmo invocar matéria não lecionada ou outra particularidade da sua situação escolar;

d) Só podem usar caneta/esferográfica de tinta azul ou preta indelével; e) Não podem utilizar fita ou tinta corretora para correção de qualquer resposta. Em caso de engano, devem riscar; f) A utilização do lápis só é permitida em itens específicos indicados na prova; g) As provas ou parte de provas realizadas a lápis, sem indicação expressa, não são consideradas para classificação; h) Devem utilizar a língua portuguesa para responder às questões das provas, excetuando-se as disciplinas de língua estrangeira; i) Não podem abandonar a sala antes de terminado o tempo regulamentar da prova; j) As folhas de rascunho não são recolhidas, já que, em caso algum, podem ser objeto de classificação. 10. SUBSTITUIÇÃO DAS FOLHAS DE RESPOSTA 10.1. As provas de aferição, cujas respostas são dadas quer em folhas modelo da EMEC quer nos próprios enunciados, não deverão ser, por princípio substituídas. Em caso de força maior que possa implicar a transcrição de alguma folha de prova, deve o facto, de imediato, ser comunicado ao secretariado ou estrutura de apoio, devendo os itens serem transcritos para nova folha de prova, por regra, após o final da prova. 10.2. Caso haja rasura no preenchimento dos itens do cabeçalho, especialmente nas situações em que o aluno já tenha registado várias respostas a questões da prova, a folha não deverá ser substituída, sendo a alteração registada de modo legível. Esta alteração, se implicar perda de tempo, deverá ser efetuada no final do tempo regulamentar. 11. ABANDONO NÃO AUTORIZADO DA SALA 11.1. Se, apesar de advertido em contrário, algum aluno abandonar a sala antes do fim do tempo regulamentar da prova, os professores responsáveis vigilantes devem comunicar imediatamente o facto ao diretor da escola. 11.2. O diretor toma as providências adequadas para impedir a divulgação da prova por parte do aluno referido no ponto anterior, nomeadamente, não permitindo que este leve consigo o enunciado, a folha de resposta e o papel de rascunho, assegurando que o aluno, em caso algum, volte a entrar na sala de prova. 11.3. Nesta situação, a prova é anulada pelo diretor, ficando esta em arquivo na escola, para eventuais averiguações. 12. IRREGULARIDADES 12.1. A ocorrência de quaisquer situações anómalas durante a realização da prova deve ser comunicada, de imediato, ao diretor, o qual decide do procedimento a adotar, devendo ser posteriormente elaborado relatório circunstanciado para comunicação ao JNE, através do responsável do agrupamento de exames.

12.2. A indicação no papel de prova de elementos suscetíveis de identificarem o examinando implica a anulação da prova pelo JNE. 12.3. A utilização de expressões despropositadas, descontextualizadas ou desrespeitosas no papel da prova de aferição pode implicar a anulação da mesma, por decisão do JNE. 13. FRAUDES 13.1. Compete aos professores vigilantes suspender imediatamente as provas dos alunos e de eventuais cúmplices que, no decurso da sua realização, cometam ou tentem cometer inequivocamente qualquer fraude, não podendo esses alunos abandonar a sala até ao fim do tempo da sua duração. 13.2. A situação referida no número anterior deve ser imediatamente comunicada ao diretor da escola, a quem compete a sua anulação, mediante relatório devidamente fundamentado, ficando em arquivo na escola a prova anulada, bem como outros elementos de comprovação da fraude, para eventuais averiguações. Baixa da Banheira, 23 de maio de 2016 A Direção