Inventário das Emissões de Gases de Efeito Estufa



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Transcrição:

Inventário das Emissões de Gases de Efeito Estufa CNEC Projetos de Engenharia S.A. 2009

INVENTÁRIO: Completo Preliminar INVENTÁRIO VERIFICADO POR: Ninguém Primeira parte 1 Terceira parte Terceira parte acreditada Data:07/05/2010 Preparador de Relatório: Daniela Lourenço Basílio Email: daniela.basilio@cnec.com.br Telefone: 5696-8075 Endereço: Avenida Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100 bloco A Vila Cruzeiro São Paulo - SP CEP: 04726-170 1 Primeira parte: alguém da empresa que elaborou o o relatório, mas não estava envolvido no desenvolvimento do inventário.

I. Limites Organizacionais 1) Limite organizacional: Abordagens de consolidação utilizada (indique uma caixa só) Ver parte II. 4 das especificações Opção 1: (Relatar emissões sob as abordagens de controle operacional e participação societária) Opção 2: (Relatar emissões somente sob a abordagem de controle operacional) (2A, 2B e 2C são obrigatória para todas as empresas, independentemente da opção escolhida no item 1.) 2A) Lista de todas as entidades legais (tanto as que a empresa possui participação societária, quanto as que possui controle operacional) 2B) Controle operacional? (sim/não) 2C) Porcentagem de participação societária da empresa (%) 2 2D) Caso não tenha controle operacional, qual entidade detém este controle DF Brasília Não 0% (C) DF Brasília Não 0% (C) GO Catalão Não 0% (E) MA Carolina Sim 100% (X) MA Estreito Não 0% (C) 2E) Breve descrição das atividades emissoras e do padrão de emissões (opcional) Apoio técnico de engenharia Programa de Ambiental Obra - UHE Serra do Facão Programa de Ambiental Projeto de Usina Hidrelétrica MA Estreito Sim 100% (D) - MA São Luís Não 0% (C) MG Itabira Não 0% (C) MT Juruena Não 100% (T) MT Nortelândia Não 0% (C) de Projeto de Projeto Inventário Juruena Apoio técnico de engenharia MT Santo Antônio Leverger Sim 100% (D) - PA Altamira Sim 100% (X) PA Juruti Sim 100% (X) PA Paraupebas Sim 100% (X) PA Rio Tapajós e Jamanxim Não 100% (T) Estudo e Relatório de Impacto Ambiental, Avaliação Ambiental Integrada e de Projetos Programa de Ambiental de Projeto Inventário do Rio Tapajós e Jamanxim 2 Nos casos em que a porcentagem de participação societária é menor do que 5%, relatar como <5%.

PR Araucária Não 0% (E) PR Curitiba Não 0% (C) PR Curitiba Não 0% (C) PR Telêmaco Borba Sim 100% (X) PR Tibagi Não 100% (T) RJ Rio de Janeiro Sim 100% (X) RJ Rio de Janeiro Não 0% (E) RN Alto do Rodrigues Não 0% (E) RO Porto Velho Sim 100 (X) SC Barra Grande Não 0% (C) SC Ibirama Não 0% (E) SC Florianópolis Não 0% (C) Obra Estudo e Relatório de Impacto Ambiental Levantamento de campo do Projeto Básico de Engenharia da REPAR Projeto Executivo, Montagem de Equipamentos, Procurement e Obra Inventário do Rio Tibagi de Projeto, Projeto Executivo e Procurement Obra Comperj Obra - Termoaçú Estudo de Impacto Ambiental Apoio técnico de engenharia Obra - UHE Salto Pilão Programa de Ambiental SC Florianópolis Sim 100% (D) - SC Águas de Chapecó Não 0% (E) SP Agudos Sim 100% (X) SP Araçatuba Sim 100% (X) SP Araraquara - DER Sim 100% (X) SP Araraquara - CDHU Sim 100% (X) SP Bauru Sim 100% (X) Obra - UHE Foz do Chapecó SP Barueri Sim 100% (D) - SP Cubatão Não 0% (E) SP Cubatão Não 0% (E) Obra - UTE Cubatão Obra - Refinaria Presidente Bernardes SP Hortolândia Sim 100% (D) -

SP Itatiba Sim 100% (X) SP Matão Sim 100% (X) SP Presidente Prudente Sim 100% (X) SP São Carlos Sim 100% (D) - SP São Paulo - C.A.S.A. Sim 100% (X) Administrativo e projetos em geral SP São Paulo - VIOL Sim 100% (X) Administrativo SP São Paulo - Rua Tabapuã Sim 100% (X) SP São Paulo - Promon Não 0% (E) SP São Paulo - CDHU Sim 100% (X) SP São Paulo - DER Santana Sim 100% (X) SP Sorocaba - CDHU Sim 100% (X) SP Sorocaba - SABESP Sim 100% (X) SP Ribeirão Preto Sim 100% (X) TO Aguiarnópolis Não 0% (E) Projeto Executivo e Obra - UHE Estreito (X) Escritório CNEC (C) Cliente em clientes não possuímos participação societária e nem controle operacional. Porém a CNEC possui profissionais locados nestes empreendimentos e portando possui emissões. As emissões são referentes a escopo 3. (E) Empreendimento (T) Trabalho de Campo sem escritório de apoio (D) Escritório em processo de desativação (3A e 3B são somente para as subsidiárias das matrizes brasileiras que não participam do Programa) 3A) Suas matrizes Camargo Corrêa S.A. (holding) e Construções e Comércios Camargo Corrêa 3B) Um organograma que defina claramente a relação da subsidiária participante com sua matriz ou matrizes, bem como com outras subsidiárias da mesma matriz (Pode submeter separadamente o aqui)

II. Limites Operacionais 4A) Indique se as emissões de Escopo 3 são incluídas neste inventário sim não 4B) Se marcou sim em item 4A especifique os tipos de atividades de Escopo 3 incluídas. Combustão estacionária (de terceiros) Emissões fugitivas (de atividades de terceiros) Viagens de negócio: o Combustão móvel terrestre - Locação de carros o Combustão móvel terrestre - Reembolso de combustível de veículo dos colaboradores o Combustão móvel terrestre - Táxi o Combustão móvel aérea - Locação de aeronaves o Combustão móvel aquática - Locação de embarcações o Combustão móvel aérea - Viagens de colaboradores Logística: o Combustão móvel terrestre Motoboy o Combustão móvel aérea - Transporte comercial de carga Transporte de funcionários: o Combustão móvel terrestre - Transporte de colaboradores até a empresa o Combustão móvel aquática - Transporte de colaboradores Processo: o Tratamento de resíduos sólidos o Tratamento de efluentes líquidos o Consumo de papel em escritório

III. Dados Sobre as Emissões Para preencher esta parte é recomendado usar a ferramenta de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol para fontes intersetorais e consultar parte III das especificações. A. CONTROLE OPERACIONAL (Dados sobre as emissões provenientes de unidades de negócios sob controle operacional da empresa) (Nos itens 5 e 6 não se deve considerar: (A) qualquer comércio de GEE, como vendas, compras, transferências ou estocagem de permissões e créditos de compensação; e (B) seqüestro de carbono em biomassa, matéria orgânica e solos) 5) Emissões totais do Escopo 1 e Escopo 2 (em toneladas métricas de CO 2 equivalente tco2e) 60,75 6A) Emissões totais do Escopo 1 6B) Emissões totais do Escopo 2 6C) Emissões totais do Escopo 3 (tco 2 e) (tco 2 e) (tco 2 e) 27,14 16,52 1724,93 7) Dados de emissões para todos os GEE distintamente (Obrigatório exceto Escopo 3) em toneladas métricas de cada gás em toneladas métricas de CO2 equivalente (tco 2 e) GEE Escopo 1 Escopo 2 Escopo 3 Escopo 1 Escopo 2 Escopo 3 CO 2 26,6299 16,5241 1489,8822 26,6299 16,5241 1489,8822 CH 4 0,0044 0,0000 10,5413 0,0926 0,0000 221,3667 N 2 O 0,0014 0,0000 0,0442 0,4221 0,0000 13,6867 HFCs - - - - - - PFCs - - - - - - SF 6 - - - - - - Total 27,14 16,52 1.724,94 8) Dados de emissões diretas de CO 2 advindos da combustão de biomassa (tco 2 ) Ver parte II. 5 das especificações Emissões diretas: 1,46 Emissões indiretas: 576,95 9) Emissões Escopo 1 desagregadas por tipos de fontes (t CO 2 e) Combustão estacionária Combustão móvel De processos Fugitivas 3 Atividades Agrícolas 4 27,14 3 Emissões fugitivas incluem emissões de ar condicionado e refrigeração, as quais podem ser calculadas na aba Refrigeração e ar condicionado na ferramenta do Programa. 4 Exemplos: Fermentação entérica, manejo de esterco, cultivo de arroz, preparo do solo, queima prescrita de vegetação nativa, queima de resíduos agrícolas, entre outras.

10) Emissões desagregadas por unidade de operação (t CO 2 e) Este item é obrigatório somente para unidades em que as emissões Escopo 1 de combustão estacionária, processos industriais e fugitivas somadas forem iguais ou superiores a 10.000 tco2e. Para todas as outras unidades este item é opcional. Emissões Escopo 2 é opcional neste item. Unidade de operação Emissões de Escopo 1 Emissões de Escopo 2 Carolina 23,7359 0,2176 Escritório fechou em 0,3902 Paraupebas 10/2008 Altamira 0,1385 Juruti 0,6194 Telêmaco Borba 0,0338 Rio de Janeiro 1,1907 Porto Velho 0,0440 Agudos - CDHU 0,0229 Araçatuba 0,0157 Araraquara - DER 0,0295 Araraquara - CDHU 0,1468 Bauru - CDHU 0,0124 Itatiba 0,1315 Matão 0,1040 Presidente Prudente 0,0394 São Paulo - VIOL 0,1299 São Paulo - Rua Tabapuã 0,0395 São Paulo - CDHU 0,1953 São Paulo - DER Santana 0,1236 Sorocaba - CDHU 0,0167 Sorocaba - SABESP 0,0065 Ribeirão Preto 0,0699 São Paulo - C.A.S.A. 3,0185 13,1965 10B) A empresa autoriza que as informações no número 10a sejam divulgadas através do Programa? [SIM/NÃO] Sim 11) Emissões Escopo 3 desagregadas por tipo de fonte (t CO 2 e) (Opcional) Combustão estacionária Combustão móvel De processos Fugitivas Atividades agrícolas 11,42 1483,83 229,69 0 (gases não Kyoto) 0 Item 12 identifica emissões do Escopo 1 ou Escopo 3 provenientes de fontes móveis internacionais que iniciaram ou terminaram seus trajetos no Brasil. Caso estas emissões estejam incluídas em qualquer outro programa de inventário de emissões de GEE fora do Brasil, excluí-las do inventário do Programa Brasileiro GHG Protocol e indicar o nome do programa no qual as emissões de fontes móveis internacionais estão publicadas. Ver parte II. 2 das especificações 12)

Se excluiu as emissões de fontes móveis internacionais: Nome do programa no qual as emissões de fontes móveis internacionais são publicadas Não aplicável OU Se incluiu as emissões de fontes móveis internacionais total do Escopo 1 ou o total do Escopo 3: Emissões de fontes móveis internacionais que iniciaram ou terminaram no Brasil (tco 2 e) 5 Escopo 1 Escopo 3 0 Emissões de Transporte aéreo 66,32 tco 2 e, equivalente a 12,6% das Emissões totais de viagens aéreas. 13) Dados das emissões associados à venda ou transferência para outra organização de eletricidade, calor ou vapor de geração própria (opcional) Não aplicável 14) Dados das emissões associados com a compra de eletricidade, calor e vapor que serão revendidos para consumidores não finais (opcional) Não aplicável 15) Emissões de GEE e precursores não contemplados pelo Protocolo do Quioto (por exemplo, CFCs, NOx e HCFCs), separadamente dos Escopos (opcional) Veja Anexo I das especificações 7,51 ton/co 2 e. O gás emitido é o CHClF 2 Clorodifluormetano (R22) B. PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA* (Dados sobre as emissões provenientes de unidades de negócios sob participação societária da empresa) * Esta seção só deverá ser preenchida caso a Opção 1 for escolhida dentre as abordagens de consolidação (Item 1). 5 As emissões relatadas neste item devem estar também somadas ao total de emissões de combustão móvel no item 9 (caso sejam de Escopo 1) ou no item 11 (caso sejam de Escopo 3).

IV. Emissões Fora do Brasil Obs: Nosso escritório na argentina possui apenas 02 profissionais fixos, locados em escritório de cliente. Dado não relevante para nossas operações. 27) Emissões de GEE relativas a entidades legais da empresa localizadas fora do território brasileiro (opcional) Ver parte II. 2 das especificações 27A) Abordagem de limite organizacional utilizada (marcar todos que se aplicam) controle operacional participação societária 27B) A quem pertence o controle operacional e/ou a participação societária das emissões relatadas a matriz internacional (sejá localizada no Brasil ou fora) que responde pelas emissões mundiais a matriz brasileira que responde por uma parta das emissões mundiais a nenhuma das anteriores 27C) País(es) (Para cada pais relate as emissões de todas as entidades dentro do limite(s) organizacional escolhido) Escopo 1 (tco2e) Controle Operacional Escopo 2 (tco2e) Escopo 3 (tco2e) Escopo 1 (tco2e) Participação Societária Escopo 2 (tco2e) Escopo 3 (tco2e) V. Outros Elementos 28) O período coberto pelo relatório De 01/01/2009 até 31/12/2009 29) Caso o inventário seja verificado por terceira parte, informar qual a entidade verificadora, se é acreditada, e submeter o sumário do relatório de verificação. O presente inventário está em processo de verificação, ainda não concluído. A entidade verificadora do Programa de Gestão de Gases de Efeito Estufa da CNEC é a Fundação Carlos Alberto Vanzolini (verificação razoável de entidade não Acreditada). Os escopos da verificação contemplados no Programa de Gestão de Emissões de GEE são os escopos 1, 2 e 3, sendo verificadas no escopo 3 as fontes listadas no item 4B, deste inventário. Foram analisados os seguintes documentos: Relatório do inventário; Memória de Cálculo; Formulário de coleta; Procedimento do Programa de Emissões de GEE; Formulário de Verificação; Formulário de Monitoramento; Plano estratégico; Outros documentos desenvolvidos. O relatório da auditoria possuía os seguintes itens: 1. ORGANIZAÇÃO 2. ESCOPO 3. CONCLUSÕES

4. CONSTATAÇÃO DA AUDITORIA 5. Comentários Referentes à Organização Auditada Pontos Fortes Pontos Fracos Outros Comentários 6. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 7. EQUIPE AUDITORA 8. ACEITE DA ORGANIZAÇÃO 30) Descrição de qualquer exclusão específica de fontes, instalações e/ou operações do relatório de GEE (Um inventário completo não pode excluir fontes, instalações e/ou operações) Inventário completo - Não aplicável 31) Descrição da comparação entre a performance medida e benchmarks internos e externos (opcional) Na CNEC as localidades, os tamanhos dos escritórios, os escopos de trabalho e os ciclos de vida dos projetos são diferentes, portanto a sazonalidade não permite evidenciar o desempenho individual de cada fonte de emissão. 32) Apresentação de indicadores relevantes (Exemplo: emissão por kilowatt hora gerado, por tonelada de material produzido ou comercializado, etc.) (opcional) A Empresa desenvolveu índice de desempenho que relaciona toneladas de CO 2 e com a receita bruta em milhões, tendo obtido em 2007, 2008 e 2009 respectivamente 9,63, 8,93 e 8,59 tonco2e/receita bruta MM. 33) Descrição de programas ou estratégias de redução/gerenciamento de GEE (opcional) Estratégias de redução: As ações 2008: Duas novas salas de vídeo conferência Substituição de 30% dos equipamentos, visando maior eficiência energética Priorização de locação de carros flex Diminuição do consumo de papel Aumento de eficiência na coleta seletiva PDMS global on line, diminuindo deslocamento dos profissionais As ações 2009: Projeto piloto de mobilidade sustentável para aprimorar os deslocamentos dos profissionais Novas tecnologias para os projetos Estratégia de compensação: Em fase de aprovação e validação. 34) Informações sobre provisões contratuais relacionadas a riscos e obrigações vinculados a GEE (opcional) A empresa observou os riscos, ameaças e oportunidades relacionados às mudanças climáticas, listados abaixo: Riscos regulatórios: Os riscos regulatórios de mudanças climáticas da CNEC são baixos, uma vez

que as atividades da empresa estão diretamente relacionadas com as políticas energéticas e estas sofrem mudanças gradativas, permitindo remanejamento de sua equipe para outras atividades afins. Riscos físicos: Em decorrência do escopo dos trabalhos da CNEC, os profissionais e terceirizados estão expostos diretamente a riscos físicos como: descargas atmosféricas, fatores ambientais associados a doenças endêmicas, consumo de água e calor. Indiretamente: No desenvolvimento das soluções de engenharia, a CNEC se utiliza de séries históricas de dados (hidrometerologicos, morfológicos, biológicos), que podem não refletir cenários futuros, decorrentes das mudanças climáticas. Risco de competição: Os riscos gerais de competição podem impactar de forma significativa nos custos indiretos de produção, como o uso intensivo de energia. Risco de reputação: Os riscos gerais de reputação podem impactar em perda de credibilidade para clientes e relacionamento com investidores e parceiros, perdendo mercado. O foco da CNEC é oferecer, em um futuro próximo, serviços que ajudem nossos clientes, a reduzir e gerir os efeitos da mudança climática em seus projetos e negócios, sendo desenvolvido o plano de ação alinhado aos riscos de competição e reputação. 35A) Informações sobre a qualidade do inventário (por exemplo, informações sobre as causas e magnitude das incertezas nas estimativas das emissões) (opcional) O nosso sistema de gestão contempla as incertezas das fontes de emissões apresentadas nas metodologias. 35B) Descrições das políticas em andamento que tratam da melhoria da qualidade do inventário. (opcional) VI. Ano Base 36A) O ano escolhido como ano base (Obrigatório, exceto para participantes da fase de relatório preliminar) Ver parte II. 6 das especificações 2007 36B) Emissões Escopo 1 e Escopo 2 (separados) para todos os anos do ano base até o ano do presente inventário (Obrigatório, exceto para participantes da fase de relatório preliminar) Ano Emissões totais de Escopo 1 Emissões totais de Escopo 2 Emissões totais de Escopo 3 2007 19,22 37,17 1894,46 2008 29,18 37,20 1953,59 2009 27,14 33,61 1724,94

37) No caso de as emissões do ano base tenham sido recalculadas no presente inventário, favor citar as razões. (Este item se aplica apenas para inventários completos). Não aplicável. 38) Informação sobre as causas que provocam mudanças nas emissões que não impliquem em recálculo das emissões do ano base (por exemplo, mudanças em processos, fechamento de plantas etc.) (opcional) Ampliação e encerramento de escritórios e novas fontes de emissão. VII. Informações sobre compensações 39) Informações sobre compensações que foram comprados ou desenvolvidos fora dos limites do inventário (opcional) Descrição de Compensação e Quantidade (em t CO 2 e) Tipo de projeto Verificado ou aprovado por uma entidade externa ao Programa? Se sim, divulga o nome da entidade. 40) Informações sobre reduções em fontes dentro do limite do inventário que tenham sido vendidas ou transferidas para terceiros Descrição de redução Não aplicável. Nome da entidade para qual as reduções foram vendidas ou transferidas. Verificado ou aprovado por uma entidade externa ao Programa? (Se sim, divulga o nome da entidade) VIII. Metodologias 41A) Para fontes inter setoriais 6 incluídas no seu inventário: Você utilizou uma metodologia de quantificação e/ou fatores de emissão que são diferentes, ou adicionais, a metodologia e/ou aos fatores de emissão específicos das ferramentas inter setoriais do programa brasileiro? Ver parte III. 1 das especificações sim não 6 Para a lista de fontes inter setoriais olhe a ferramenta de cálculo do Programa Brasileiro.

Metodologia de quantificação ou fator de emissão diferente Descrição da fonte de emissão (ex. Combustão móvel de diesel em trator) OU Descrição da metodologia (incluindo em quais dados de atividades elas se baseiam, balanço de massa ou CEMS) Se sim, especifique: Fatores de emissões para cada gás relevante; especifique as unidades Etanol: 0,001513217 ton/litro de CO 2 0,00000040 ton/litro de CH 4 Fonte do fator de emissão 7 (ex. IPCC, IEA, etc.) OU Fonte da metodologia (ex. GHG Protocol international, DEFRA, etc.) Transporte de funcionários de Casa ao trabalho Pesquisa amostral com confiabilidade de 95% e desvio padrão de 3%. A pesquisa possui formulário próprio com a qual é possível calcular o consumo de combustível e consumo de energia elétrica (transporte de metrô e trem). Gasolina A*: 0,002232958 ton/litro de CO 2 0,00000106 ton/litro de CH 4 0,00000010 ton/litro de N 2O * Gasolina pura (75% da gasolina comum) Óleo diesel: 0,002632092 ton/litro de CO 2 0,00000014 ton/litro de CH 4 0,00000014 ton/litro de N 2O GNV: 0,001984732 ton/litro de CO 2 0,00000325 ton/litro de CH 4 0,00000011 ton/litro de N 2O Fator de emissão default (IPCC 2006) Eletricidade: 0,02903 ton/litro de CO 2 41B) Você autoriza o Programa Brasileiro GHG Protocol publicar a informação do número 41A? sim não não aplicável (se indicou não em item 39) 42A) Para qualquer fonte de setores específicos 8 inclua no seu inventario: Você utilizou uma metodologia de quantificação e/ou fatores de emissões que são diferentes, ou adicionais, as metodologias (e os fatores de emissões inclusos nessas) das especificações de quantificações do programa brasileiro GHG Protocol? Ver parte III. 2 das especificações sim não Metodologia de quantificação ou fator de emissão diferente Descrição da fonte de emissão (ex. Combustão móvel de diesel em trator) OU Descrição da metodologia (incluindo em quais dados de Se sim, especifique: Fatores de emissões para cada gás relevante; especifique as unidades Fonte do fator de emissão 9 (ex. IPCC, IEA, etc.) OU Fonte da metodologia (ex. GHG Protocol 7 O GHG Protocol não é uma fonte de fatores de emissão. Caso esteja utilizando uma metodologia do GHG Protocol, especifique os fontes dos fatores de emissão citado na metodologia. 8 Para a lista de fontes de setores específicos olhe http://www.ghgprotocol.org/calculation-tools/sector-toolsets. 9 O GHG Protocol não é uma fonte de fatores de emissão. Caso esteja utilizando uma metodologia do GHG Protocol, especifique os fontes dos fatores de emissão citado na metodologia.

atividades elas se baseiam, balanço de massa ou CEMS) international, DEFRA, etc.) N.A. 42B) Você autoriza o Programa Brasileiro GHG Protocol publicar a informação do número 42A? sim não não aplicável (se indicou não em item 41)