PT/AMGL/FAIC F PT/AMGL/FAIC Formal Fundação António Inácio da Cruz atas de produção 1947-03-21-1975-11-13 10 livros; 3 cadernetas e 28 capilhas. Produtor Fundação António Inácio da Cruz 1/10
História administrativa/biográfica/familiar A 3 de abril de 1955, no dia do seu óbito, António Inácio da Cruz fez um aditamento aos testamentos efetuados em 1948 e 1953, na sua residência e na presença das testemunhas r. Evaristo de Sousa Gago, médico, e Augusto Sobral Raivel, funcionário dos Correios, Telégrafos e Telefones. Nos documentos de 1948 e 1953 havia nomeado dois testamenteiros: o seu primo e médico veterinário, r. Manuel Gonçalves Espada e o secretário da Câmara Municipal de Grândola, António Gaio de Almeida. Não obstante, no aditamento de 1955 nomeou um terceiro testamenteiro, o r. José Pereira Barradas, Conservador do Registo Civil deste Concelho. Nos testamentos, António Inácio da Cruz determinou que a maior parte dos seus bens seria destinada a fins educativos, estipulando a obrigação da conservação do jazigo de família, onde seriam depositados os seus restos mortais preferentemente cremados. Este património, situado nos concelhos de Grândola, Santiago do Cacém, Setúbal e Palmela, ficaria sob a administração da Câmara Municipal e de uma Comissão de Professores, sem a possibilidade de alienação ou hipoteca. Os seus rendimentos consoante as possibilidades e conveniências da boa administração das propriedades destinar-se-iam à educação de estudantes do concelho de Grândola que mais se distingam por sua inteligência e que não dispusessem de meios financeiros para custear os seus estudos. A decisão de criação de uma fundação com o seu nome, com a definição da sua direção e objetivos, surgiu apenas no aditamento aos testamentos. No artigo 1.º impôs Que os bens por mim deixados para fins de instrução aludidos nos testamentos cerrados, serão administrados por uma fundação a criar com o meu nome, constituída por um representante da Câmara Municipal de Grândola, dois professores do ensino oficial e dois lavradores, todos deste concelho. Com a exceção do membro camarário, os restantes quatro elementos seriam designados pelos testamenteiros. Neste documento determinou que o produto dos seus bens fosse aplicado a fins de instrução, à sua assistência, protecção e expansão no concelho de Grândola e (..) à construção e criação em Grândola com auxílio do Estado, se possível fôr, de uma escola de ensino técnico agrícola, e industrial, ou similar e à manutenção da mesma, onde os estudantes pobres deste concelho, com qualidades de inteligência e de trabalho, devidamente comprovados e com aproveitamento, tenham ensino gratuito e, se possível fôr e caso disso, também auxílio material, auxílio este que, poderá ser concedido também aos alunos pobres do concelho, que se distingam nos cursos da referida escola e haja possibilidade para a fundação de os proteger no prosseguimento de estudos superiores. A Fundação António Inácio da Cruz, pessoa coletiva de direito privado, utilidade pública e com caráter perpétuo, foi instituída pelo decreto-lei n.º 40761, da ireção Geral do Ensino Técnico Profissional, de 7 de setembro de 1956. A Fundação tinha como principais fins instalar e manter em funcionamento, em Grândola, uma escola técnica agro - industrial, onde receberiam ensino gratuito os alunos do Concelho economicamente desfavorecidos, de bom comportamento e capacidade intelectual; auxiliar, por outros meios, os alunos daquele estabelecimento de ensino e das escolas do ensino primário do Concelho e apoiar financeiramente a continuação dos estudos dos alunos necessitados, naturais do Concelho, que melhor aproveitamento obtivessem na frequência da escola técnica, o que se veio a verificar. A Junta iretiva da Fundação António Inácio da Cruz reuniu, pela primeira vez, a 30 de Novembro de 1956 e era constituída pelo representante da Câmara Municipal (Presidente da Câmara e desta Junta) José Manuel Alves de Aires Mateus; pelos lavradores João Nunes Roldão e Jaime Gonçalves Espada e pelos professores Augusto Trajano Esteves e Pedro de Jesus Gonçalves. No período que antecedeu a instalação da Escola Agro-Industrial António Inácio da Cruz, a Junta iretiva tomou algumas decisões importantes no âmbito do cumprimento dos seus estatutos, designadamente: - Gestão das propriedades, salientando-se a conservação do montado e a extração e venda de cortiça; - Em 1957, aquisição do Cerrado do Arraial para instalação da Escola, pelo valor de 400 000$00, e auxílio ao aluno carenciado Licínio Chainho Pereira, que havia concluído o 5.º ano do liceu, para prosseguimento de estudos; - Contratação do Eng.º Agrónomo José Lobo de Vasconcellos para dirigir e orientar os trabalhos de preparação e instalação da Escola e a adaptação a campos de ensino prático dos terrenos agrícolas. A Escola Agro-Industrial, cuja construção foi comparticipada pelo Estado, foi inaugurada a 12 de Abril de 1964 e dirigida pela Fundação António Inácio da Cruz, sob a tutela do Ministério da Educação Nacional, por intermédio da irecção-geral do Ensino Técnico Profissional. Em 1966, por se ter verificado que os bens da Fundação eram insuficientes para fazer face às despesas, pelo decreto-lei n.º 47265 de 19 de Outubro, o Ministério da Educação Nacional concedeu um subsídio anual à Fundação no valor de 300 000$00. Em 1970 a situação financeira da Fundação agravou-se ao ponto da Junta iretiva prever, para breve, o encerramento da Escola. Por possuir instalações próprias adequadas, por se assistir ao aumento da população escolar e por se tratar da única escola com ensino secundário agrícola a sul do Tejo e ensino secundário oficial no litoral alentejano, o decreto-lei n.º 552, de 5 de Novembro de 1970, integrou a Escola Agro - Industrial no ensino oficial, com a categoria de escola de ensino técnico profissional e a denominação de Escola Técnica de António Inácio da Cruz. As despesas da Escola seriam suportadas pelo Estado e pela Fundação, responsabilizando-se o primeiro pelo pagamento dos vencimentos dos recursos humanos e esta por todas as restantes despesas. Pelo facto de a Fundação não dispor de recursos financeiros suficientes para a prossecução dos fins estatutários, o decreto-lei n.º 415, de 1 de Outubro de 1977, extinguiu a Fundação e a Escola Técnica e criou a Escola Secundária de António Inácio da Cruz. Consequentemente, os bens da Fundação foram integrados no património do Estado, ficando afetos ao Ministério da Educação e da Investigação Cientifica os prédios rústicos denominados: Apaúl, Cerrados d El Rei, do Curral e da Botica e os prédios urbanos localizados no concelho de Grândola, bem como os bens móveis e semoventes neles existentes; e ao Ministério da Agricultura e Pescas os restantes prédios. 2/10
Fonte imediata de aquisição ou transferência ocumetação depositada pela Escola Secundária António Inácio da Cruz em 2014, por ocasião da preparação da exposição António Inácio da Cruz: um homem, uma escola, uma comunidade. PT/AMGL/MM/1/03 PT/AMGL/MM/1/03 Comissão Organizadora do Festival da Restauração da Comarca de Grândola atas de produção 1919-1919 3/10
Comissão organizadora do festival da restauração da comarca de Grândola, em 1919. a esquerda para a direita, sentados: Filipe J. Serra, secretário da Câmara; António Abílio Camacho, comerciante; Joaquim Coutinho de Oliveira Mota, farmacêutico e tesoureiro municipal; Eduardo Ramalho, sub-chefe fiscal. a esquerda para a direita, de pé: José Rodrigues Pablo, farmacêutico; António Alves Fernandes, tesoureiro da Fazenda Pública; José B. Júnior, proprietário; João Rodrigues Pablo Júnior, comerciante. Entre 1870 e o golpe militar que em 1926 pôs termo à Primeira República, Grândola foi dominada pelo pensamento liberal, republicano e municipalista veiculado pelo r. José Jacinto Nunes, que no referido período ocupou a Presidência da Câmara quase ininterruptamente. No âmbito da defesa da descentralização administrativa e judicial, Jacinto Nunes defendeu o restauro da comarca de Grândola, para o que era necessário instalações adequadas. Não as existindo e sendo este o principal argumento usado pelo poder central para se opor à pretensão, a vereação de 1919 deliberou ceder os Paços do Concelho (na Praça. Jorge) para a instalação do Tribunal de Comarca e serviços anexos. António Abílio Camacho (1888-1960) revelou interesse pelos domínios da política e da cultura. Neste âmbito, ocupou o cargo de vereador e foi o derradeiro presidente da Comissão Executiva Municipal da Primeira República (antes do golpe militar de 28 de Maio de 1926). Assumidamente republicano, consta ter pertencido à Maçonaria. Paralelamente, desenvolveu a actividade de Solicitador e foi correspondente do periódico republicano Pedro Nunes, assinando os seus artigos sob o pseudónimo de Cacho. António Alves Fernandes, José Rodrigues Pablo e João Rodrigues Pablo Júnior pertenceram ao triângulo maçónico que existiu em Grândola. Criado a 28 de Julho de 1910, o Triângulo n.º 13, composto pelos irmãos supra e infra indicados, deu origem à Loja Irradiação II, do rito francês, instalada em 15 de ezembro de 1911, pelo decreto n.º 145, de 19 de Julho do mesmo ano, e de que também fizeram parte o professor Joaquim José Frota, Jacinto Maria Rodrigues Pablo e Francisco Nunes da Conceição. A Loja Irradiação II não possuiu carta patente, tendo sido suspensa por falta de pagamento e, posteriormente, dissolvida a seu pedido, pelo decreto n.º 3 de 15 de Janeiro de 1915. Os cidadãos que em Grândola estiveram ligados à instituição maçónica integravam a fileira republicana grandolense que gravitava em torno da figura do r. José Jacinto Nunes. Contudo, não são conhecidos dados relativos ao relacionamento do r. Jacinto Nunes com a Maçonaria. Irmãos do Triângulo n.º 13 ata de iniciação de todos os elementos: 28.06.1910: - António Alves Fernandes Recebedor da Tesouraria da Fazenda Pública e proprietário. Nasceu em 1875 em Grândola. Era filho de António Alves Fernandes, lojista, natural de Moncorvo e de Maria Adelaide Chainho, natural de Grândola. Casou em 1907 com Maria das ores Rodrigues, oriunda de outra família de proprietários locais. Esteve igualmente ligado a negócios de cortiça. Iniciou aos 34 anos e adoptou o nome simbólico Júlio inis ; - José Rodrigues Pablo (1878-1951) - farmacêutico, activo e empenhado vereador, usou o nome simbólico de Viriato; - João Rodrigues Pablo Júnior (1884 1956) - comerciante, iniciou aos 26 anos e adoptou o nome simbólico Luís de Camões ; (Estes dois maçons oriundos do clã Pablo também integraram a Loja Irradiação II. A Farmácia Pablo, fundada em 1901 por José Rodrigues Pablo, assumiu particular relevância no contexto do republicanismo local, dado que foi utilizada como espaço de reunião, convívio e reflexão dos propagandistas do ideário republicano. Refira-se que José R. Pablo herdou de sua tia,. Emília José Guerreiro Barradas, a extensa e rendosa herdade de Água erramada, o que contribuiu para o desafogo económico deste ramo da família. Tratava-se, naturalmente, de outra família da elite grandolense. A família Pablo é originária de Sines. Gente ilustrada, ligada ao comércio, destacou-se na sociedade grandolense da época quer no plano cultural, quer no plano político, visto que diversos dos seus membros ocuparam cargos nas instituições do poder local, defendendo com afinco os valores da causa republicana. O patriarca, João Rodrigues Pablo, casou em Grândola com uma senhora da nobreza local,. Maria da Luz Guerreiro Barradas; ocupou durante longos anos o cargo de vereador e foi, sem dúvida, dos mais enérgicos e intervenientes em prol dos interesses e desenvolvimento locais.) - r. António Silva Médico em Grândola, casado e natural de Tavira. Iniciou aos 41 anos e adoptou o nome simbólico Ferrer. Poderá ter partido de Grândola para exercer a sua actividade noutro destino; -Pedro Baptista Limpo Proprietário/lavrador de profissão, era natural do Sobral da Adiça, concelho de Moura, e irmão de José Silvestre Baptista Limpo. Casou em Grândola com. Lucília Matos Saraiva. Ocupou, por diversas vezes, o cargo de vereador. Pertencia, tal como o irmão, à elite local que gravitava em torno da figura central da sociedade local que era o r. José Jacinto Nunes (Pedrogão Grande- 1839/Grândola-1931). Iniciou aos 31 anos e adoptou o nome simbólico omingos Afonso ; - Jorge de Vasconcelos Nunes (1878 1936), filho do r. José Jacinto Nunes e de. Maria da Natividade Paes e Vasconcelos, natural de Grândola, fez os primeiros estudos em Lisboa, ingressando em 1895 na Escola Central da Agricultura Morais Soares, em Coimbra, onde se manteve até 1900, ano em que se formou em Agronomia. Enveredando pela carreira política, a exemplo de seu pai, tornou-se um acérrimo defensor dos ideais 4/10
republicanos, ainda durante a Monarquia. Jorge Nunes foi, provavelmente, o grandolense que mais destacadas funções governamentais desempenhou, ainda que por curtos períodos. Foi deputado às Constituintes, tomou assento parlamentar por Setúbal (1911, 1919) e por Timor (1915). Regressou à Câmara dos eputados, por Setúbal, em 1921,1922 e 1925, ascendeu a seu vice-presidente (1920) e a presidente (1921). Integrou o governo nos anos de 1919-1920, exercendo as pastas da Agricultura, dos Abastecimentos, das Colónias, do Trabalho e, finalmente, do Comércio. Foi procurador à Junta Geral do istrito de Lisboa e vereador das Câmaras Municipais de Grândola e de Cascais. esempenhou, ainda, as funções de administrador de empresas, nomeadamente da Companhia de Caminhos-de-ferro Portugueses e contribuiu para que a linha de caminho-de-ferro do Vale do Sado passasse por Grândola. Colaborou em vários jornais, designadamente em O País, A Lanterna, O Mundo, A emocracia do Sul e Pedro Nunes. Iniciou aos 32 anos e adoptou o nome simbólico Gomes Freire ; - José Pedro dos Santos Proprietário, natural de Azinheira dos Barros. Foi figura grada do seu tempo. Ilustrado e detentor de diversos bens, em que se salientava a herdade da Várzea Redonda, dedicou grande parte da sua vida à causa pública, tendo ocupado diversos cargos, nomeadamente: vereador, presidente da Câmara entre 1916 e 1919 e entre 1923 e 1924 e provedor da Santa Casa da Misericórdia. Iniciou aos 58 anos e adoptou o nome simbólico Rodrigues de Freitas ; - José Silvestre Baptista Limpo (1881 1966) Natural de Safara (concelho de Moura), casou em 1911, em Grândola, com. Mariana Gonçalves Champalimaud (filha do último Morgado dos Canais). Iniciou aos 29 anos e adoptou o nome simbólico Espártaco. Na Farmácia Baptista Limpo (actual Farmácia Costa), localizada em edifício construído em 1908, em espaço onde anteriormente existira a Farmácia Mota, trabalhou o eminente fotógrafo local Manuel ominguez Martins que fundou, com José Máximo da Costa, a sociedade de fotografia Martins & Máximo. Foi no quintal do edifício da farmácia e da residência da família Baptista Limpo, que Manuel Martins realizou grande parte da sua obra fotográfica na área do retrato; - omingos Tavares de Almeida - Iniciou aos 38 anos e adoptou o nome simbólico Marquês de Pombal. Sobre Francisco Nunes da Conceição não possuímos elementos e relativamente a Joaquim José Frota sabe-se que foi professor primário em Grândola, que aqui casou em 1902, e que era natural da freguesia de Santiago, Alcácer do Sal. 3, ui1 3, ui1, cx289, prat.52, est.2 PT/AMGL/MM/11/03 PT/AMGL/MM/11/03 Retrato de grupo 5/10
Retrato de grupo representando cerca de três dezenas de homens, mulheres e crianças de várias idades. a esquerda para a direita, em primeiro plano, sentados: Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, Maria Madalena Champalimaud Sallaty (com bebé ao colo), r. Manuel Rodrigues Mateus (médico), José Silvestre Batista Limpo, Manuela uarte Lino (filha da prof.ª Ana uarte Lino), filha do r. Otílio Simões Cabrita e de Carmélia Chainho Magro Simões Cabrita, Manuel Fernandes ouwens. Em segundo plano, de pé: Maria Adelaide Menezes, filha de ilar Costa Menezes e do fotógrafo Manuel ominguez Martins (3.ª, de óculos), Ana Gomes (6.ª, de preto), Mariana Gomes Ganhão Candeias dos Santos (7.ª), r. Alberto de Aires Mateus (8.º), Maria Godinho Pinto (9.ª), Ivone ouwens (11.ª, casada com o r. Manuel Batista dos Reis), Maria Luísa Sallaty (12.ª, madrasta de Maria Madalena Sallaty), Inácia da Luz Alves (13.ª), Asdrúbal (14.º), ilar Costa Menezes (15.ª), Carmélia Chainho Magro Simões Cabrita (16.ª, mulher do r. Cabrita), r. Otílio Simões Cabrita (18.º), José Magro (19.º, pai de Carmélia, Ana e Maria José Chainho Magro). Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultural, com a colaboração de Ilda Maria Mendes Tojinha (nasc. 17.01.1931) e Ivone ouwens (Lisboa, 31.10.1913 - Queluz, 05.01.2010), em Julho de 2004. 19, ui4 3, ui11, cx290, prat.53, est.2 Outro PT/AMGL/MM/11/04 PT/AMGL/MM/11/04 PT/AMGL/MM/11/04 Retrato de grupo Retrato de grupo representando cerca de três dezenas de homens, mulheres e crianças de várias idades. a esquerda para a direita, em primeiro plano, sentados: Mariana omingas Gonçalves Champalimaud, Maria Madalena Champalimaud Sallaty (com bebé ao colo), r. Manuel Rodrigues Mateus (médico), José Silvestre Batista Limpo, Manuela uarte Lino (filha da prof.ª Ana uarte Lino), filha do r. Otílio Simões Cabrita e de Carmélia Chainho Magro Simões Cabrita, Manuel Fernandes ouwens. Em segundo plano, de pé: Maria Adelaide Menezes, filha de ilar Costa Menezes e do fotógrafo Manuel ominguez Martins (3.ª, de óculos), Ana Gomes (6.ª, de preto), Mariana Gomes Ganhão Candeias dos Santos (7.ª), r. Alberto de Aires Mateus (8.º), Maria Godinho Pinto (9.ª), Ivone ouwens (11.ª, casada com o r. Manuel Batista dos Reis), Maria Luísa Sallaty (12.ª, madrasta de Maria Madalena Sallaty), Inácia da Luz Alves (13.ª), Asdrúbal (14.º), ilar Costa Menezes (15.ª), Carmélia Chainho Magro Simões Cabrita (16.ª, mulher do r. Cabrita), r. Otílio Simões Cabrita (18.º), José Magro (19.º, pai de Carmélia, Ana e Maria José Chainho Magro). Informações recolhidas pelo Sector de Musueu e Património Cultural, com a colaboração de Ilda Maria Mendes Tojinha (nasc. 17.01.1931) e Ivone ouwens (Lisboa, 31.10.1913 - Queluz, 05.01.2010), em Julho de 2004. 20, ui4 4, ui11, cx290, prat.53, est.2 Outro PT/AMGL/MM/11/03 PT/AMGL/MM/13/06 PT/AMGL/MM/13/06 Retrato de grupo 9x12 cm - negativo de gelatina e prata em vidro 6/10
Retrato exterior representando cerca de três dezenas de pessoas. a esquerda para a direita, em 3.º plano: Não identificado (de óculos escuros), r. Barrocas (irmão da prof.ª Margarida Barrocas), Libânio Batista, Luciano Cahinhp Gonçalves, Bia Gomes (irmã de Mariana Gomes), Lucília Matos Saraiva, Maria Lança, Jaime Espada, não identificado; Em 2.º plano: Não identificado, Brígida (casada com um senhor de Alcácer), Flora da Conceição dos Santos Cardim, não identificada, Maria Pinto, não identificada, não identificada, não identificada, Elvira Nascimento (Casa Nascimento, na Avenida), Mariana Gomes, Fernando Pablo, Benvinda, irmão da prof. Margarida Barrocas (?), Antónia Chainho Gonçalves, Abilardo Assunção; Em 1.º plano, sentadas: Julieta Lança, ilar Banha Gonçalves, Maria Vitória Saraiva Limpo. 6, ui13, cx290, prat.53, est.2 14, ui40, cx262, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/15/09 PT/AMGL/MM/15/09 Fotografia de grupo Fotografia exterior de grupo, representando várias dezenas de pessoas de ambos os sexos e de todas as idades; cinco homens com instrumentos musicais: concertina, viola, violino, pandeira, bandolim (1.º plano) e acordeão (atrás). A fotografia foi tirada no Brejo do Sr. Joaquim Assunção e as pessoas foram identificadas por Álvaro Claudino (nasc. 27.01.1928), Maria Edviges Banha Gonçalves (nasc. 01.02.1927) e Arlete Ferro Silva Chainho (nasc. 12.04.1927), entre Julho e Setembro de 2004. 24, ui5 9, ui14, cx290, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/3/04 PT/AMGL/MM/3/04 Retrato de grupo Retrato de grupo representando nove mulheres e meninas. e pé, da esquerda para a direita, vestidas de escuro: Ana José "Chainho" Magro Miquelina (irmã de Maria "Chainho" Magro e de Carmélia Magro) e Maria "Chainho" Magro (mãe de Joaquim José Espada); sentadas, da esquerda para a direita: Fortunata Chainho Gonçalves (1.ª) e Antónia Chainho Gonçalves (4.ª), irmãs. Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património, em Julho de 2004, com a colaboração de Maria Edviges Banha Gonçalves (nasc. 01.02.1927). 29, u1 4, ui3, cx289, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/31/03 PT/AMGL/MM/31/03 7/10
Maria Chainho Gonçalves 9x12 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de Maria Chainho Gonçalves, da família "Manaça". Informação recolhida pelo Sector de Museu e Património Cultural com a colaboração do Sr. Álvaro Claudino (nasc. 27.01.1928), em Julho de 2004. 22, ui10 3, ui31, cx293, prat.53, est.2 PT/AMGL/MM/40/14 PT/AMGL/MM/40/14 Retrato de grupo 9x12 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato exterior representando cerca de três dezenas de pessoas. a esquerda para a direita, em 3.º plano: Não identificado (de óculos escuros), r. Barrocas (irmão da prof.ª Margarida Barrocas), Libânio Batista, Luciano Cahinhp Gonçalves, Bia Gomes (irmã de Mariana Gomes), Lucília Matos Saraiva, Maria Lança, Jaime Espada, não identificado; Em 2.º plano: Não identificado, Brígida (casada com um senhor de Alcácer), Flora da Conceição dos Santos Cardim, não identificada, Maria Pinto, não identificada, não identificada, não identificada, Elvira Nascimento (Casa Nascimento, na Avenida), Mariana Gomes, Fernando Pablo, Benvinda, irmão da prof. Margarida Barrocas (?), Antónia Chainho Gonçalves, Abilardo Assunção; Em 1.º plano, sentadas: Julieta Lança, ilar Banha Gonçalves, Maria Vitória Saraiva Limpo. 58, ui12 14, ui40, cx293, prat.53, est.2 6, ui13, cx259, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/46/10 PT/AMGL/MM/46/10 Família "Manaça" 9x12 cm - negativo de gelatina e prata em vidro 8/10
Retrato de grupo da família "Manaça" [*], tirado no dia do casamento de Fortunata Chainho Gonçalves "Manaça" com Carlos Zacarias, no terraço da casa da família, onde funcionou mais tarde a "Boutique 2001", actual "Pautónia". a esquerda para a direita: 1.ª fila: Ilda Gonçalves *, casada com Jorge Barracha; Júlia Gonçalves *; Fortunata Chainho Gonçalves * (irmã de Antónia *), casou com Carlos Zacarias; Arminda Coelho Gonçalves *, mãe de António Jaoquim *, casada em segundas núpcias com Manuel Bento Guia; Francisco *, pai de Fortunata e Antónia, dono do Lagar Manaça; António *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Maria *; Manuel *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Antónia Chainho Gonçalves *, esposa de António Tomás Valadas, irmã da noiva; António Gregório Gonçalves *, pai de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Maria Júlia ou Maria Adelaide. gémeas, filhas de José *; José *, tio de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Mário *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; ilar Banha Gonçalves *, irmã de Maria Edviges Banha Gonçalves *. 2.ª fila: Maria Júlia ou Maria Adelaide, gémeas, filhas de José *; Luciano *; Fortunata *, avó paterna de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Joaquim Coelho Gonçalves *, pai do r. Palmeiro; Maria Edviges Banha Gonçalves *; Francisco Coelho Gonçalves, pai de Carmen Maria Sobral Gonçalves, irmão mais novo de Joaquim, Arminda e Virgílio Coelho Gonçalves. 3.ª fila (crianças): António Joaquim *, filho de Arminda *; Manuel Joaquim, irmão de Carmen Maria Sobral Gonçalves; Carmen Maria Sobral Gonçalves; João Francisco, filho de António Tomás Valadas e de Antónia Chainho Gonçalves; Joaquim Palmeiro Gonçalves, filho de Joaquim Coelho Gonçalves, sapateiro. Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultural, com a colaboração de Álvaro Claudino (nasc. 27.01.1928), Maria Edviges Banha Gonçalves "Manaça" (nasc. 01.02.1927) e de Carmen Maria Sobral Gonçalves Matos Caturra (nasc. 16.08.1933), entre Julho e Setembro de 2004. 24, ui14 10, ui46, cx294, prat.53, est.2 13, ui46, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/46/13 PT/AMGL/MM/46/13 Família "Manaça" 9x12 cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato de grupo da família "Manaça" [*], tirado no dia do casamento de Fortunata Chainho Gonçalves "Manaça" com Carlos Zacarias, no terraço da casa da família, onde funcionou mais tarde a "Boutique 2001", actual "Pautónia". a esquerda para a direita: 1.ª fila: Ilda Gonçalves *, casada com Jorge Barracha; Júlia Gonçalves *; Fortunata Chainho Gonçalves * (irmã de Antónia *), casou com Carlos Zacarias; Arminda Coelho Gonçalves *, mãe de António Jaoquim *, casada em segundas núpcias com Manuel Bento Guia; Francisco *, pai de Fortunata e Antónia, dono do Lagar Manaça; António *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Maria *; Manuel *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Antónia Chainho Gonçalves *, esposa de António Tomás Valadas, irmã da noiva; António Gregório Gonçalves *, pai de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Maria Júlia ou Maria Adelaide. gémeas, filhas de José *; José *, tio de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Mário *, irmão de Maria Edviges Banha Gonçalves *; ilar Banha Gonçalves *, irmã de Maria Edviges Banha Gonçalves *. 2.ª fila: Maria Júlia ou Maria Adelaide, gémeas, filhas de José *; Luciano *; Fortunata *, avó paterna de Maria Edviges Banha Gonçalves *; Joaquim Coelho Gonçalves *, pai do r. Palmeiro; Maria Edviges Banha Gonçalves *; Francisco Coelho Gonçalves, pai de Carmen Maria Sobral Gonçalves, irmão mais novo de Joaquim, Arminda e Virgílio Coelho Gonçalves. 3.ª fila (crianças): António Joaquim *, filho de Arminda *; Manuel Joaquim, irmão de Carmen Maria Sobral Gonçalves; Carmen Maria Sobral Gonçalves; João Francisco, filho de António Tomás Valadas e de Antónia Chainho Gonçalves; Joaquim Palmeiro Gonçalves, filho de Joaquim Coelho Gonçalves, sapateiro. Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultural, com a colaboração de Álvaro Claudino (nasc. 27.01.1928), Maria Edviges Banha Gonçalves "Manaça" (nasc. 01.02.1927) e de Carmen Maria Sobral Gonçalves Matos Caturra (nasc. 16.08.1933), entre Julho e Setembro de 2004. 27, ui14 13, ui46, cx294, prat.53, est.2 9/10
10, ui46, cx263, prat.44, est.2 PT/AMGL/MM/5/02 PT/AMGL/MM/5/02 atas descritivas 1930/31 Fotografia de grupo Fotografia exterior, representando um grupo de várias dezenas de pessoas de ambos os sexos e de todas as idades; cinco homens com instrumentos musicais: concertina, viola, violino, pandeira, bandolim e acordeão. A fotografia foi tirada no Brejo do Sr. Joaquim Assunção e as pessoas foram identificadas por Álvaro Claudino (nasc. 27.01.1928), Maria Edviges Banha Gonçalves (nasc. 01.02.1927) e Arlete Ferro Silva Chainho (nasc. 12.04.1927), entre Julho e Setembro de 2004. 19, ui2 2, ui5, cx289, prat.53, est.2 Envelope PT/AMGL/MM/9/07 PT/AMGL/MM/9/07 Retrato de grupo feminino 13x18cm - negativo de gelatina e prata em vidro Retrato com cenário representando um grupo de quatro jovens mulheres. a esquerda para a direita: Isaura Vargas de Oliveira, Maria Chainho, Ana José Chainho Magro Miquelina e Edviges Gonçalves "Pintassilgo" (do Brunhal). Informações recolhidas pelo Sector de Museu e Património Cultural, com a colaboração do r. António Candeias dos Santos, em Julho de 2004. 1, ui4 7, ui9, cx290, prat.53, est.2 Outro 10/10