UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO

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Transcrição:

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO LICENCIATURA EM DIREITO (Língua Portuguesa) DIREITO E PROCESSO CRIMINAL (4º Ano) COORDENADOR: Professor Doutor Jorge de Figueiredo Dias ASSISTENTE: Nuno Fernando Correia Neves Pereira (Aulas Teóricas e Práticas) ANO LECTIVO DE 2011/2012 1

PRIMEIRA PARTE AS CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS DO CRIME INTRODUÇÃO Jorge de Figueiredo Dias - Direito Penal Português: Parte Geral II: As consequências Jurídicas do Crime. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p. 39-86. 1. As consequências jurídicas do crime. 1.1. A doutrina das consequências jurídicas do crime e o seu relevo científico e prático. 1.2. O objecto da doutrina das consequências jurídicas do crime. 2. O movimento de reforma do direito penal. Seu cotejo com o sistema sancionatório de Macau. Os modelos de política criminal. 2.1. O movimento de reforma do direito penal. 2.1.1. O movimento de reforma penal internacional. 2.1.2. O movimento de reforma penal em Portugal. Eduardo Correia - As Grandes Linhas da Reforma Penal. Jornadas de Direito Criminal: O Novo Código Penal Português e Legislação Complementar, Fase I. Lisboa: CEJ, 1983, p. 19-37. Jorge de Figueiredo Dias - A Reforma do Direito Penal Português: Princípios e Orientações Fundamentais. Coimbra: 1972. Jorge de Figueiredo Dias - O Código Penal Português de 1982 e a sua Reforma. Revista Portuguesa de Ciência Criminal. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, Ano 3, n.ºs 2 a 4 (1993), p. 161-195. Jorge de Figueiredo Dias - Introdução. Código Penal e Outra Legislação Penal. 3.ª ed. actual. Lisboa: Aequitas/ Editorial Notícias, 1996, p. 5-27. Jorge de Figueiredo Dias - Oportunidade e Sentido da Revisão do Código Penal Português. Jornadas de Direito Criminal: Revisão do Código Penal. Lisboa: CEJ. Vol. I, 1996, p. 15-40. 2.1.2.1. Recusa das penas de morte e de prisão perpétua. 2

2.1.2.2. A pena privativa de liberdade como ultima ratio da política criminal. 2.1.2.3. Não automaticidade dos efeitos das penas. 2.1.2.4. Sistema (tendencialmente) monista das reacções criminais. 2.1.3. O movimento de reforma penal em Macau. Jorge de Figueiredo Dias - Oportunidade e Sentido de um Código Penal para Macau. Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Macau: Centro de Estudos Jurídicos da Faculdade de Direito da Universidade de Macau, Ano I, n.º 3 (1997), p. 19-29. 2.2. Os modelos de política criminal. Jorge de Figueiredo Dias - O sistema sancionatório do direito penal português no contexto dos modelos de política criminal. Estudos em Homenagem ao Professor Doutor Eduardo Correia. Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Coimbra: Universidade de Coimbra. Vol. I, n.º especial (1984), p. 783-825. 2.3. Um novo modelo de política criminal e os seus princípios orientadores. Jorge de Figueiredo Dias - Os Novos Rumos da Política Criminal e o Direito Penal Português do Futuro. Revista da Ordem dos Advogados. Ano 43 (1983), p. 5 e ss. 2.3.1. O paradigma emergente da política criminal. 2.3.2. Princípios directores do programa político-criminal. 2.3.3. Sintonia do sistema macaense com o modelo político-criminal emergente. 2.4. O artigo 40º do Código Penal de Macau e a sua importância no contexto da problemática dos fins das penas. Maria João Antunes - O Código Penal de Macau a partir das Características Fundamentais do Sistema Sancionatório. Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Macau: Centro de Estudos Jurídicos da Faculdade de Direito da Universidade de Macau, Ano I, n.º 3 (1997), p. 85-93. 3

Anabela Miranda Rodrigues - A determinação da Medida da Pena Privativa de Liberdade. Coimbra: Coimbra Editora, 1995, p. 151-156. 2.5. Breve referência à política criminal na República Popular da China. Júlio Alberto Carneiro Pereira - Lei Penal da República Popular da China - Uma abordagem histórico-política, Almedina, 2007. 4

CAPÍTULO I AS PENAS Jorge de Figueiredo Dias - Direito Penal Português: Parte Geral II: As Consequências Jurídicas do Crime. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p. 89-182 e 325-370. Anabela Miranda Rodrigues - Sistema Punitivo Português: Principais Alterações no Código Penal Revisto. Sub Judice. Lisboa: DOCJURIS, n.º 11 (1996), p. 27-39. Leal-Henriques; Simas-Santos - Noções Elementares de Direito Penal de Macau. Macau: 1998, p. 113-143 e 147-153. Leal-Henriques Manual de Formação de Direito Penal de Macau, 2.ª ed. Macau: Centro de Formação Jurídica e Judiciária, 2009, p. 217-269. 3. Preliminares. 3.1. Limites das penas. 3.1.1. A abolição da pena de morte em Portugal e em Macau. Jorge de Figueiredo Dias, Direito Penal Português, Parte Geral II, As Consequências Jurídicas do Crime, Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p.51 e 52. Eduardo Correia, A Pena de Morte Reflexões sobre a sua problemática e sentido da sua Abolição em Portugal, (1967), BMJ, 173, p. 7-26. Manuel Cavaleiro de Ferreira, Direito Penal Português, Parte Geral II, Editorial Verbo, 1982, p. 323. Cesare Beccaria, Dos Delitos e Das Penas, Fundação Calouste Gulbenkian, 1998, p. 118-126. Michel Foucault, VIGIAR E PUNIR Nascimento da Prisão, 16ª ed., Editora Vozes, Petrópolis, 1997, p.9-29. Mário Raposo, Sobre a Pena de Morte, 1980, BMJ, 297, p. 5-10. Domingos Guimarães Marques, Pena de Morte (De Beccaria aos tempos de hoje), 1976, SJ, Tomo XXV, p. 483-497. Ricardo Fernandes, A Pena de Morte em Portugal, 1971, ROA, Ano 32, p. 5-42. Rafael Gilbert, Abolição da Pena de Morte, 1970, BMJ, 194, p. 114-117. 5

Manuel Duarte Gomes da Silva, O Centenário da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-1967), 1968, SJ, Tomo XVII, p. 5-8. António Furtado dos Santos, A Abolição da Pena de Morte, 1967, BMJ, 173, p. 27-42. Manuel Cavaleiro de Ferreira, Centenário da Abolição da Pena de Morte em Portugal, 1967, BMJ, 170, p. 7-26. Eliana Gersão, No Centenário da Abolição da Pena de Morte, 1967, RDES, Ano XIV, p. 181-188. Guilherme Braga da Cruz, O Movimento Abolicionista da Pena de Morte em Portugal (Resenha Histórica), Pena de Morte - II (Colóquio Internacional Comemorativo da Abolição da Pena de Morte em Portugal), Faculdade de Direito de Coimbra, 1967, p. 423-557. Pena de Morte I Comunicações (Colóquio Internacional Comemorativo do Centenário da Abolição da Pena de Morte em Portugal), Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967. Pena de Morte II Comunicações (Colóquio Internacional Comemorativo do Centenário da Abolição da Pena de Morte em Portugal), Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967. Pena de Morte III Relato das Sessões e Conclusões do Colóquio (Colóquio Internacional Comemorativo do Centenário da Abolição da Pena de Morte em Portugal), Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967. 3.1.2. A abolição da pena de morte no direito internacional. SÍTIOS NA INTERNET: Amnesty International http://www.amnesty.org/ 3.1.3. A problemática actual da pena de morte no mundo. 3.1.4. A pena de morte nos Estados Unidos da América. SÍTIOS NA INTERNET: Death Penalty Information Center http://www.essential.org/dpic/dpicintl.html Death Penalty Information & Resources http://www.soci.niu.edu/dp/dp.html 3.1.5. A proibição da pena de morte na Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). 6

Chio In Fong e Zhao Guoqiang A pena de Morte e a Lei Básica. Administração. Macau: SAFP, n.ºs 19/20 (1.º e 2.º de 1993), vol. VI, Abril de 1993, p. 141-152. Jorge Godinho A lei Básica e o Direito Penal. Administração. Macau: SAFP, n.ºs 19/20 (1.º e 2.º de 1993), vol. VI, Abril de 1993, p. 153-169. Paulo Mota Pinto Os Direitos de Personalidade no Código Civil de Macau. Jornadas de Direito Civil e Comercial: O Código Civil e o Código Comercial de Macau. Macau: Universidade de Macau, 1999. Eduardo do Nascimento Cabrita Limites de Natureza Internacional e Constitucional à Autonomia da RAEM. Perspectivas do Direito. Macau: GTJ, vol. III, n.º 5 (2.º de 1998), Dezembro de 1998, p. 85-115. 3.1.6. Breve referência à pena de morte na República Popular da China. Júlio A. C. Pereira Comentário à Lei Penal Chinesa. Macau: Livros do Oriente, 1996, p. 125-128. Júlio A. C. Pereira A Reforma Penal de 1997: A Pena de Morte. Ponto Final. Macau: I (27-03-1998), II (03-04-1998), III (10-04-1998), IV (24-04-1998), V (30-04-1998) e VI (15-05-1998). 3.2. As penas principais e as penas de substituição. 3.3. As penas acessórias. 4. A pena privativa de liberdade ou pena de prisão. Maria Leonor Machado Esteves de Campos e Assunção La Peine d`emprisonnement: Quelques Considerations (A Pena de Prisão: Algumas Considerações). Tradução de Teresa Lapas e Carlos Malvas. Macau: Departamento de Reinserção Social da Direcção dos Serviços de Justiça, 1992. 4.1. Análise político-criminal da pena de prisão. 4.2. Pena de prisão única e simples e seus limites legais. 4.3. Graus da pena de prisão segundo a sua duração. 4.4. Execução da pena de prisão. Anabela Miranda Rodrigues - A Fase de Execução das Penas e Medidas de Segurança no Direito Português. Boletim do Ministério da Justiça. Lisboa: Ministério da Justiça, n.º 380 (Nov. 1988), p. 5-58. 7

Manuel António Lopes Rocha - Execução das Penas e Medidas de Segurança Privativas de Liberdade. Jornadas de Direito Processual Penal: O Novo Código de Processo Penal. Coimbra: CEJ/Livraria Almedina, 1993, p.475-498. 5. A pena pecuniária ou pena de multa 5.1. A evolução da pena de multa e o seu significado político-criminal 5.2. Caracterização dogmática e político-criminal geral da pena de multa 5.3. O procedimento para determinação da pena de multa 5.4. A execução da pena de multa. O não pagamento da multa e as suas consequências. 6. As penas de substituição. Eduardo Correia - Direito Criminal. Vol. II. Colaboração de Figueiredo Dias. Coimbra: Livraria Almedina, 1992, p. 392-427. Anabela Miranda Rodrigues - Critério de Escolha das Penas de Substituição no Código Penal Português. Coimbra: 1988. Odete Maria de oliveira - Penas de Substituição. Jornadas de Direito Criminal: Revisão do Código Penal: Alterações ao Sistema Sancionatório e Parte Especial. Lisboa: CEJ. Vol. II, 1998, p. 55-117. 6.1. Problemas gerais. 6.2. Espécies de penas de substituição. 6.2.1. A pena de suspensão de execução da prisão. 6.2.2. A pena de multa de substituição. 6.3. Critério geral da escolha da pena de substituição. 7. As penas acessórias. 7.1. Características fundamentais e regime geral. 7.2. As singulares penas acessórias no Código Penal de Macau. 7.2.1. O numerus apertus das penas acessórias (o artigo 60º do CPM). 7.2.2. Proibição do exercício de funções públicas (artigo 61º do CPM). 8

7.2.3. Suspensão do exercício de funções públicas (artigo 62º do CPM). 7.2.4. As penas acessórias no ordenamento jurídico da RAEM. 7.3. Inibição da faculdade de conduzir. 7.4. A expulsão da RAEM. 7.5. Ensaio de valoração crítica. 9

CAPÍTULO II A DETERMINAÇÃO DA PENA Jorge de Figueiredo Dias - Direito Penal Português: Parte Geral II: As Consequências Jurídicas do Crime. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p. 185-324. João A. G. Gil de Oliveira - A determinação concreta da medida da pena no novo Código Penal de Macau: Algumas questões. Jornadas de Direito Penal: O Novo Código Penal de Macau. Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Macau: Centro de Estudos Jurídicos da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Ano I, n.º 3 (1997), p. 113-133. Leal-Henriques; Simas-Santos - Noções Elementares de Direito Penal de Macau. Macau: 1998, p. 155-180. M. Simas-Santos; M. Leal-Henriques - A Medida da Pena no Direito Penal de Macau. Revista Jurídica de Macau. Macau: GAL. Vol. V, n.º 1 (1998), p. 7-64. Adelino Robalo Cordeiro - Escolha e Medida da Pena. Jornadas de Direito Criminal: O Novo Código Penal Português e Legislação Complementar, Fase I. Lisboa: CEJ, 1983, p. 233-283. José de Sousa e Brito - A Medida da Pena no Novo Código Penal. Estudos em Homenagem ao Professor Doutor Eduardo Correia. Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Vol. III, n.º especial (1984), p. 555-587. António Correia Marques da Silva - As sociedades actuais e a luta contra a criminalidade: algumas reflexões sobre a medida da pena e a posição jurídica do recluso. Administração. Macau: SAFP. Vol. VIII, n.º 30 (1995), p. 787-802. Adelino Robalo Cordeiro - A Determinação da Pena. Jornadas de Direito Criminal: Revisão do Código Penal: Alterações ao Sistema Sancionatório e Parte Especial. Lisboa: CEJ. Vol. II, 1998, p. 31-54. 8. O sistema de determinação da pena. 8.1. A evolução doutrinal, legislativa e jurisprudencial em matéria de determinação da pena. 8.1.1. Evolução geral. 8.1.2. Evolução do direito português. Anabela Miranda Rodrigues - A Determinação da Medida da Pena Privativa de Liberdade: Os critérios da Culpa e da Prevenção. Coimbra: Coimbra Editora, 1995, p. 123-148. 8.2. Discricionaridade e vinculação na determinação da pena. 10

8.2.1. Cooperação e repartição de tarefas entre o legislador e o juiz. 8.2.2. Discricionaridade e aplicação do direito. 8.2.3. Controlabilidade em via de recurso. 8.3. As três fases da determinação da pena. 9. A medida da pena. 8.3.1. A investigação e determinação da moldura penal («pena aplicável»). 8.3.1.1. O tipo legal de crime aplicável. 8.3.1.2. As circunstâncias modificativas agravantes e atenuantes. 8.3.2. A determinação concreta da pena («pena aplicada»). 8.3.3. A escolha da pena e o âmbito das sanções aplicáveis. 9.1. A culpa e a prevenção como critérios gerais ou princípios regulativos da medida da pena. 9.1.1. Determinação preliminar. 9.1.2. A prevenção. 9.1.3. A culpa. 9.1.4. A culpa e a prevenção como princípios regulativos distintos de medida da pena. A chamada «ambivalência» dos factores de medida da pena. 9.2. O relacionamento dos princípios da culpa e da prevenção e o «modelo» de medida da pena. Anabela Miranda Rodrigues - A Determinação da Medida da Pena Privativa de Liberdade: Os critérios da Culpa e da Prevenção. Coimbra: Coimbra Editora, 1995, p. 489-576. 9.2.1. A chamada teoria do valor de posição ou de emprego. 11

9.2.2. A teoria da pena da culpa exacta. 9.2.3. A teoria do «espaço de liberdade» ou da «moldura da culpa». 9.2.4. Uma proposta de solução. 9.2.4.1. Ideia-base. 9.2.4.2. A tutela de bens jurídicos. 9.2.4.3. As considerações da culpa. 9.2.4.4. A socialização do agente. 9.3. Critérios de aquisição e de valoração dos factores de medida da pena. Anabela Miranda Rodrigues- A Determinação da Medida da Pena Privativa de Liberdade: Os Critérios da Culpa e da Prevenção. Coimbra: Coimbra Editora, 1995, p. 611-658. 9.3.1. A determinação do substrato da medida da pena. 9.3.2. O princípio da proibição de dupla valoração. 9.3.3. A valoração dos factores de medida da pena e os seus critérios. 9.4. Os concretos factores de medida da pena. 9.4.1. Factores relativos à execução do facto. 9.4.2. Factores relativos à personalidade do agente. 9.4.3. Factores relativos à conduta do agente anterior e posterior ao facto. 9.5. A jurisprudência dos tribunais superiores no âmbito da determinação da medida da pena. 10. Casos especiais de determinação da pena. 10.1. A reincidência. 10.1.1. Evolução e relevo jurídico-penal. 10.1.2. Os pressupostos da reincidência. 12

10.1.3. As operações de determinação da pena na reincidência. 10.2. O concurso de crimes. 10.2.1. Preliminares. 10.2.2. A determinação da pena no concurso de crimes. 10.2.3. A determinação superveniente da pena no concurso de crimes. 10.2.4. A determinação da pena no crime continuado. 10.3. O desconto. 10.3.1. Ideia político-criminal que preside ao instituto. 10.3.2. Pressupostos. 10.3.3. Critério. 10.4. A atenuação especial da pena. 10.4.1. Ideia político-criminal que preside ao instituto. 10.4.2. Pressupostos. 10.4.3. Regime. 10.5. A dispensa da pena. 10.5.1. Ideia político-criminal que preside ao instituto. 10.5.2. Pressupostos. 10.5.3. Regime. Adiamento da sentença. 10.5.4. Dispensa da pena e institutos afins. 10.5.5. Relevo dogmático do instituto. 10.6. A agravação da pena pela circunstância da utilização de inimputáveis para a prática de crimes. 10.6.1. Análise político-criminal do aditamento do artigo 68.º-A ao Código Penal, efectuado pela Lei n.º 6/2001 (BORAEM n.º 22, de 28-05-2001). 13

10.6.2. Regime. 14

CAPÍTULO III AS MEDIDAS DE SEGURANÇA Jorge de Figueiredo Dias - Direito Penal Português: Parte Geral II: As Consequências Jurídicas do Crime. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p. 411-524. Maria João Antunes - Alterações ao Sistema Sancionatório: As Medidas de Segurança. Jornadas de Direito Criminal: Revisão do Código Penal: Alterações ao Sistema Sancionatório e Parte Especial. Lisboa: CEJ. Vol. II, 1998, p. 119-136. Leal-Henriques; Simas-Santos - Noções Elementares de Direito Penal de Macau. Macau: 1998, p. 193-217. Leal-Henriques Manual de Formação de Direito Penal de Macau, 2.ª ed. Macau: Centro de Formação Jurídica e Judiciária, 2009, p. 315-358. 11. Doutrina geral. 11.1. Finalidades e legitimação das medidas de segurança. 11.2. Princípios do direito das medidas de segurança. 12. Medidas de segurança privativas de liberdade. 12.1. Essência e finalidades. 12.2. Pressupostos. 12.3. A aplicação da medida e a sua duração. 12.4. Cessação e alterações do estado de perigosidade. 12.5. Prorrogação do internamento. 12.6. Problemas de execução. 13. Medidas de segurança não privativas da liberdade. 13.1. Preliminares. 13.2. Interdição de actividade. 13.3. A suspensão da execução da medida de segurança de internamento. 15

CAPÍTULO IV INSTITUTOS DE NATUREZA ESPECIAL Jorge de Figueiredo Dias - Direito Penal Português: Parte Geral II: As Consequências Jurídicas do Crime. Lisboa: Aequitas/Editorial Notícias, 1993, p. 527-592. 14. A liberdade condicional. A. M. Almeida Costa - Passado, Presente e Futuro da Liberdade Condicional. Boletim da Faculdade de Direito de Coimbra. Coimbra: Universidade de Coimbra, n.º 65 (1989), p. 401 e ss. Leal-Henriques; Simas-Santos - Noções Elementares de Direito Penal de Macau. Macau: 1998, p. 143-147. 14.1. Evolução histórica e político-criminal do instituto. 14.2. Pressupostos e regime. 15. A prorrogação da pena. Anabela Miranda Rodrigues - A Pena Relativamente Indeterminada na Perspectiva da Reinserção Social do Recluso. Jornadas de Direito Criminal: O Novo Código Penal Português e Legislação Complementar, Fase I. Lisboa: CEJ, 1983, p. 286-314. Leal-Henriques; Simas-Santos - Noções Elementares de Direito Penal de Macau. Macau: 1998, p. 181-192. Leal-Henriques Manual de Formação de Direito Penal de Macau, 2.ª ed. Macau: Centro de Formação Jurídica e Judiciária, 2009, p. 302-311. 15.1. Finalidades e essência político-criminal. 15.2. Pressupostos e limites de duração. 15.2.1. Delinquentes por tendência. 15.2.2. Alcoólicos e equiparados. 15.3. Libertação dos agentes cuja pena foi prorrogada. 16

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS A) CÓDIGO PENAL DE 1886. CAVALEIRO DE FERREIRA, Manuel - Direito Penal Português: Parte Geral I. 2.ª ed. Lisboa: Editorial Verbo, 1982. CAVALEIRO DE FERREIRA, Manuel - Direito Penal Português: Parte Geral II. Lisboa: Editorial Verbo, 1982. CORREIA, Eduardo Henriques da Silva - A Teoria do Concurso em Direito Criminal. Coimbra: Livraria Almedina, 1996. CORREIA, Eduardo Henriques da Silva; Com a colaboração de FIGUEIREDO DIAS, Jorge de - Direito Criminal. Vol. I, Reimp. Coimbra: Livraria Almedina, 1993. CORREIA, Eduardo Henriques da Silva; Com a colaboração de FIGUEIREDO DIAS, Jorge de - Direito Criminal. Vol. II, Reimp. Coimbra: Livraria Almedina, 1992. FIGUEIREDO DIAS, Jorge de - Direito Penal e Aditamentos. Coimbra: João Abrantes, 1975. B) CÓDIGO PENAL DE 1982. ANTUNES, Maria João - O Internamento de Imputáveis em Estabelecimentos Destinados a Inimputáveis: Os artigos 103º, 104º e 105º do Código Penal de 1982. Coimbra: Coimbra Editora, 1993. (BFDC, Studia Iuridica, n.º 2). BELEZA, Teresa Pizarro - Direito Penal. 1.º vol., 2.ª ed. rev. actual. Lisboa: AAFDL, 1985. BELEZA, Teresa Pizarro - Direito Penal. 2.º vol., 2.ª ed. Lisboa: AAFDL, 1983. BELEZA, Teresa Pizarro - Direito Penal. 2.º vol.: Textos de actualização. Lisboa: AAFDL, 1988. CAVALEIRO DE FERREIRA, Manuel - Lições de Direito Penal, Parte Geral I: A Lei Penal e a Teoria do Crime no Código Penal de 1982. 3.ª ed. Lisboa: Editorial Verbo, 1988. CAVALEIRO DE FERREIRA, Manuel - Lições de Direito Penal, Parte Geral II: Penas e Medidas de Segurança. Lisboa: Editorial Verbo, 1989. 17

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