2.10.2013 A7-0276/171 171 Paul Nuttall em nome do Grupo EFD COM(2012)0788 C7-0420/2012 2012/0366(COD). Artigo 6 n.º 10 10. Os produtos do tabaco que não sejam cigarros, tabaco de enrolar e produtos do tabaco sem combustão devem ser isentos das proibições previstas nos n.ºs 1 e 5. A Comissão fica habilitada a adotar atos delegados, em conformidade com o artigo 22.º, para retirar esta isenção caso se verifique uma alteração substancial das circunstâncias estabelecida num relatório da Comissão. 10. Os produtos do tabaco que não sejam cigarros, tabaco de enrolar e produtos do tabaco sem combustão devem ser isentos das proibições previstas nos n.ºs 1 e 5. Justificação A fim de respeitar o processo democrático, a Comissão deve remeter para o Parlamento Europeu as alterações de fundo relativas a este ponto.
2.10.2013 A7-0276/172 172 Paul Nuttall em nome do Grupo EFD COM(2012)0788 C7-0420/2012 2012/0366(COD). Título III Título suprimido Justificação A experiência mostra que estes produtos, cada vez mais populares, ajudam muito as pessoas a deixar de fumar. As grandes empresas farmacêuticas não devem ser autorizadas a transformar em medicamento um produto de autoajuda útil e vendido a preços razoáveis. Os grandes produtores de tabaco não devem ser autorizados a recorrer indevidamente à legislação da UE para eliminar uma forma de competição correta e estimulada pelo consumo. É o consumidor que é rei, não o Estado.
2.10.2013 A7-0276/173 173 Paul Nuttall em nome do Grupo EFD COM(2012)0788 C7-0420/2012 2012/0366(COD). Artigo 8 n.º 3 3. Nos maços de cigarros, a advertência geral e a mensagem informativa devem ser impressas nas faces laterais das embalagens individuais. Estas advertências devem ter uma largura não inferior a 20 mm e uma altura não inferior a 43 mm. No caso do tabaco de enrolar, a mensagem informativa deve ser impressa na superfície que se torna visível aquando da abertura da embalagem individual. A advertência geral e a mensagem informativa devem cobrir 50 % da superfície em que são impressas. 3. Nos maços de cigarros, a advertência geral e a mensagem informativa devem ser impressas nas faces laterais das embalagens individuais. No caso do tabaco de enrolar, a mensagem informativa deve ser impressa na superfície que se torna visível aquando da abertura da embalagem individual. A advertência geral e a mensagem informativa devem cobrir 50 % da superfície em que são impressas. Justificação Trata-se de apoiar as pequenas advertências de saúde, dado que as pessoas as consideram chocantes.
2.10.2013 A7-0276/174 174 Paolo Bartolozzi e outros COM(2012) 0788 C7-0420/2012 2012/0366(COD). Artigo 17 Notificação de novos produtos do tabaco 1. Os Estados-Membros devem exigir que do tabaco notifiquem as autoridades competentes dos Estados-Membros de qualquer novo produto do tabaco que pretendam colocar nos mercados dos Estados-Membros em questão. A notificação deve ser apresentada em formato eletrónico seis meses antes da colocação no mercado prevista e deve ser acompanhada por uma descrição pormenorizada do produto em questão e das informações relativas a ingredientes e emissões em conformidade com o artigo 5.º. Os fabricantes e importadores que notificam um novo produto do tabaco devem também fornecer às autoridades competentes em questão: a) Estudos científicos disponíveis sobre toxicidade, potencial de criar dependência e atratividade do produto, nomeadamente no que se refere aos ingredientes e às emissões; b) Estudos e pesquisas de mercado disponíveis sobre preferências de vários grupos de consumidores, incluindo os Notificação de novos produtos do tabaco e autorização prévia à colocação no mercado de produtos do tabaco de risco reduzido 1. Os Estados-Membros devem exigir que do tabaco notifiquem as autoridades competentes dos Estados-Membros de qualquer novo produto do tabaco que pretendam colocar nos mercados dos Estados-Membros em questão. A notificação deve ser apresentada em formato eletrónico seis meses antes da colocação no mercado prevista e deve ser acompanhada por uma descrição pormenorizada do produto em questão e das informações relativas a ingredientes e emissões em conformidade com o artigo 5.º. Os fabricantes e importadores que notificam um novo produto do tabaco devem também fornecer às autoridades competentes em questão: a) Estudos científicos disponíveis sobre toxicidade, potencial de criar dependência e atratividade do produto, nomeadamente no que se refere aos ingredientes e às emissões; b) Estudos e pesquisas de mercado disponíveis sobre preferências de vários grupos de consumidores, incluindo os
jovens; e c) Outras informações disponíveis e pertinentes, incluindo uma análise do risco/benefício do produto, os efeitos esperados em termos da cessação do consumo de tabaco, os efeitos esperados em termos de início de consumo de tabaco e outras previsões sobre a perceção dos consumidores. 2. Os Estados-Membros devem exigir que do tabaco informem as respetivas autoridades competentes de qualquer informação nova ou atualizada referida no n.º 1, alíneas a) a c). Os Estados-Membros ficam habilitados a exigir que os fabricantes ou importadores de tabaco efetuem testes adicionais ou apresentem informações complementares. Os Estados- Membros devem facultar à Comissão todas as informações recebidas ao abrigo do presente artigo. Os Estados-Membros ficam habilitados a introduzir um sistema de autorização e a cobrar uma taxa proporcionada. 3. Os novos produtos do tabaco colocados no mercado devem respeitar os requisitos estabelecidos na presente diretiva. As disposições aplicáveis variam conforme os produtos s4ejam abrangidos pela definição de produto do tabaco sem combustão constante do artigo 2.º, ponto 29, ou de tabaco para fumar constante do artigo 2.º, ponto 33. jovens; e c) Outras informações disponíveis e pertinentes, incluindo uma análise do risco/benefício do produto, os efeitos esperados em termos da cessação do consumo de tabaco, os efeitos esperados em termos de início de consumo de tabaco e outras previsões sobre a perceção dos consumidores. 2. Os Estados-Membros devem exigir que do tabaco informem as respetivas autoridades competentes de qualquer informação nova ou atualizada referida no n.º 1, alíneas a) a c). Os Estados-Membros ficam habilitados a exigir que os fabricantes ou importadores de tabaco efetuem testes adicionais ou apresentem informações complementares. Os Estados- Membros devem facultar à Comissão todas as informações recebidas ao abrigo do presente artigo. Para a colocação no mercado de produtos do tabaco de risco reduzido, os Estados-Membros ficam habilitados a introduzir um sistema de autorização e a cobrar uma taxa proporcionada. Os Estados-Membros têm o direito de definir normas específicas, aplicáveis aos produtos de risco reduzido, para a comunicação ao consumidor, embalagem e rotulagem, ingredientes e emissões, bem como para os métodos de medição do alcatrão, da nicotina e do monóxido de carbono, que podem afastar-se dos requisitos desta diretiva. Os Estados-Membros comunicam essas normas à Comissão. 3. Os novos produtos do tabaco e os produtos do tabaco de risco reduzido colocados no mercado devem respeitar os requisitos estabelecidos na presente diretiva. Os produtos do tabaco de risco reduzido estão sujeitos às disposições específicas adotadas pelos Estados-Membros nos termos do n.º 2. As disposições aplicáveis variam conforme os produtos s4ejam abrangidos pela definição
de produto do tabaco sem combustão constante do artigo 2.º, ponto 29, ou de tabaco para fumar constante do artigo 2.º, ponto 33.