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Transcrição:

Fontes de energia Fluxo do calor interno Manifestações de actividade geológica Acreção Contracção gravitacional Desintegração radioactiva Origem interna Efeito das marés Plumas térmicas Vulcanismo Sismos Tectónica de placas Fontes de energia Manifestações de actividade geológica Energia radiante do Sol Origem Impacto externa de meteoritos Erosão Meteorização Formação de crateras de impacto

Mercúrio não apresenta evidências de actividade tectónica ou vulcânica notórias. Devido ao seu tamanho reduzido perdeu o calor interno. Superfície repleta de crateras A superfície apresenta extensas planícies de origem vulcânica marcadas por crateras de impacto meteorítico, geradas há milhões de anos e não erodidas.

Vénus possui marcas de intensa actividade tectónica e vulcânica pouco significativas quando comparadas com as da Terra. Superfície repleta de vulcões. Julga-se que terá tido actividade vulcânica generalizada a toda a superfície e que ainda possua vulcanismo activo.

Marte, que por ser relativamente pequeno terá sofrido arrefecimento rápido, parece estar tectonicamente inactivo há milhões de anos. Monte Olympus No entanto, conserva marcas vulcânicas em grande parte da superfície, tal como o Olimpo, o maior vulcão do Sistema Solar.

Terra e Marte possuem luas, enquanto que Vénus e Mercúrio não. Terra e Mercúrio têm um campo magnético, enquanto Vénus e Marte não.

A Lua é o satélite natural da Terra. Morfologicamente apresenta rochas brancas protuberantes e depressões mais escuras. Pequena massa. Baixa força gravítica. Não possui atmosfera nem hidrosfera. Tectonicamente inactiva. Raio 3,6 vezes menor que o da Terra. Elevadas amplitudes térmicas (120 ºC a -130 ºC).

Terra Lua Período de translação Período de rotação Massa relativa Temperatura Densidade Estrutura interna Atmosfera Actividade geológica 365 dias 24 horas 1 15 ºC (média) 5,5 g/cm3 Diferenciada N2, O2, CO2 Vulcanismo Sismologia Geodinâmica externa intensa 27,4 dias 27,4 dias 0,11 +120ºC a -130ºC 3,5 g/cm3 Diferenciada Ausente Geodinâmica externa reduzida

As designações "continentes" e "mares" não devem ser entendidas com o mesmo significado que têm na Terra. Foi Galileu Galilei, quando fez as suas observações telescópicas da Lua, quem chamou a atenção para estas regiões e lhes atribui esta designação.

Os continentes são escarpados e constituídos por rochas mais claras, ricas em feldspatos, que reflectem 18% da luz incidente proveniente do Sol. Apresentam, em geral, um maior número de crateras de impacto e ocupam a maior extensão da superfície lunar.

Os continentes são constituídos por rochas magmáticas plutónicas, os anortositos, que se apresentam muito fracturados, podendo corresponder à crusta lunar primitiva. Amostras de rochas da Lua (Apollo 11) A frequência dos impactos quase terminou há cerca de 3880 M.a., no final do período de acreção.

Os mares lunares não têm água, apresentam a sua superfície mais plana do que a dos continentes, fazendo lembrar a superfície livre de um líquido. Mar da tranquilidade São escuros, constituídos por basaltos, reflectindo apenas cerca de 6% a 7% da luz incidente.

A formação dos mares, que são mais abundantes na face visível do que na face não visível (lado escuro), relaciona-se com os impactos meteoríticos. Após o impacto, o vulcanismo gerado preenchia a cratera de lava basáltica. Estas serão mais recentes do que as crateras visíveis nos continentes.

A sua superfície encontra-se exposta à colisão de vários tipos de corpos celestes, que deixaram inúmeras crateras de impacto de diferentes dimensões.

Reduzido efeito de erosão, com ausência de chuva e vento. A erosão devese às variações térmicas, com um pequeno contributo da gravidade. Footprint lunar Rególito lunar a olho nú Fragmentos vistos ao Microscópio Materiais pulverulentos, soltos e de cor acinzentada, juntamente com esférulas vitrificadas resultantes do arrefecimento rápido de rocha fundida.

A origem da Lua é desconhecida, sendo muitas vezes considerada a hipótese de ter resultado da colisão de um corpo com a Terra.

Modelo da Captura a Lua, viajando pelo espaço, teria sido atraída para a Terra por atracção gravitacional, acabando por ser capturada. Modelo da Formação simultânea a Lua ter-se-ia formado por acreção de poeiras no meio ambiente terrestre.

Modelo da Fissão a Lua teria derivado da Terra por fractura desta. Seria um bocado do manto terrestre. Sendo a densidade da Lua análoga à do manto terrestre, supõe-se que a fractura teria ocorrido após a diferenciação do núcleo.

DIAS, A. G.; GUIMARÃES, P.; ROCHA, P., Geologia 10, Areal Editores, Porto, Portugal, 2003. FERREIRA, S. & FONTE, A. Exploração das potencialidades da Biosfera, Apresentação powerpoint, Agrupamento de Escolas da Maceira. Maceira, Portugal, 2010. LOURENÇO, M. H.; RAMOS, J. C.; JÁCOME, M. G., Da Biologia e da Geologia, Geologia 10º. Lisboa Editora, Lisboa, Portugal, 2003. MARQUES, M. Uma Breve História Natural da Terra Geologia. Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2010. OLIVEIRA, Ó.; RIBEIRO, E.; SILVA, J. C. Desafios Biologia e Geologia 10º Ano, vol. I, Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2010. SILVA, A. D. e outros, Terra, Universo de Vida Geologia. Biologia e Geologia 10º Ano, Porto Editora, Porto, Portugal, 2010. Foram consultados inúmeros sites para recolha de informação e extracção de imagens. Este trabalho destina-se a fins pedagógicos, no entanto, quem se sentir lesado nos direitos autorais deve informar o responsável para valepaulo@gmail.com