MANUAL DE CARGOS E FUNÇÕES MCF MCF-000 Revisão 03 Assunto: ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, ATRIBUIÇÕES E FUNÇÕES DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGURANÇA OPERACIONAL A Superintendência de Segurança Operacional SSO elabora um Manual de Cargos Funções MCF com o objetivo de estabelecer sua estrutura e organização interna e as atribuições de cada gerência-geral, gerência e grupo técnico. O MCF busca estabelecer a melhor estrutura e organização da SSO para o momento atual. Mudanças na indústria da aviação, na legislação nacional ou internacional, nos RBAC/RBHA, nas políticas da ANAC e principalmente no Regimento Interno da ANAC são motivos para uma revisão do MCF. O Superintendente de Segurança Operacional é o responsável por aprovar todas as revisões do MCF, através da Gerência de Padrões e Normas Operacionais GPNO. Sugestões de revisão devem ser encaminhadas à GPNO, com as respectivas justificativas, para serem analisadas em coordenação com os setores afetos. Servidores em todos os níveis da SSO estão encorajados a fornecer sugestões para revisões deste MCF. Dúvidas, informações adicionais, formas de contato, formulários e outros documentos podem ser obtidos na página da internet www.anac.gov.br/anac/sso.asp. 13 de maio de 2009 Carlos Eduardo Magalhães da Silveira Pellegrino Superintendente de Segurança Operacional
CONTROLE DE REVISÕES REV N DATA REVISÃO DATA INSERÇÃO FEITA POR 000 02/04/2009 001 30/04/2009 002 11/05/2009 003 13/05/2009 Origem: SSO Página 2 de 30
SUMÁRIO Páginas SUMÁRIO... 3 CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO... 5 1.1. Objetivo...5 1.2. A Superintendência no âmbito da Agência...5 CAPÍTULO 2 - GERÊNCIA-GERAL DE OPERAÇÕES DE TRANSPORTE AÉREO... 6 2.1. Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo...6 2.2. Gerência de Certificação de Operações de Transporte Aéreo...6 2.2.1. Grupo de Operações do RBHA 121A...6 2.2.2. Grupo de Operações do RBHA 121B...7 2.2.3. Grupo de Operações do RBHA 121C...8 2.2.4. Grupo de Operações do RBHA 129...8 2.2.5. Grupo de Operações do RBHA 135...9 2.2.6. Grupo de Operações do RBHA 142...10 2.2.7. Grupo de Operações da Escala de Vôo...10 2.2.8. Grupo de Artigos Perigosos...11 2.3. Gerência de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo...11 2.3.1. Grupo de Estudos ATM/CNS...12 2.3.2. Grupo de Controle de Dispositivos de Treinamento de Voo...12 2.3.3. Grupo de Controle de Avaliação de Aeronaves...12 2.3.4. Grupo de Engenharia de Operações...13 CAPÍTULO 3 - GERÊNCIA-GERAL DE AVIAÇÃO GERAL... 14 3.1. Gerência-Geral de Aviação Geral...14 3.2. Gerência de Vigilância de Operações de Aviação Geral...14 3.2.1. Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado...14 3.2.2. Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola...15 3.2.3. Grupo de Controle de Operações de Órgão Público...15 3.2.4. Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral...16 3.2.5. Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos)...16 3.2.6. Grupo de Aeroclubes...16 3.3. Gerência de Licenças de Pessoal...17 3.3.1. Grupo de Exames...17 3.3.2. Grupo de Habilitação...18 3.3.3. Grupo de Escolas de Aviação Civil...19 3.3.4. Grupo de Proficiência Linguística...19 CAPÍTULO 4 - GERÊNCIA DE PADRÕES E NORMAS OPERACIONAIS... 21 4.1. Gerência de Padrões e Normas Operacionais...21 4.1.1. Grupo de Operações...21 4.1.2. Grupo de Licenças...22 CAPÍTULO 5 - GERÊNCIA DE FATORES HUMANOS NA AVIAÇÃO E MEDICINA DE AVIAÇÃO... 24 5.1. Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação...24 5.1.1. Grupo de Fatores Humanos na Aviação...24 5.1.2. Grupo de Medicina de Aviação...25 CAPÍTULO 6 - SECRETARIA DA SSO... 26 6.1. Secretaria da SSO...26 CAPÍTULO 7 - ASSESSORIA TÉCNICA... 27 7.1. Assessoria Técnica...27 Origem: SSO Página 3 de 30
CAPÍTULO 8 - ORGANOGRAMA DA SUPERINTÊNDENCIA... 28 CAPÍTULO 9 - SIGLAS E ABREVIATURAS... 29 CAPÍTULO 10 - REFERÊNCIAS... 30 Origem: SSO Página 4 de 30
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo Este documento complementa informações a respeito das atribuições e das funções de cada servidor da Superintendência de Segurança Operacional SSO, consoante as competências estabelecidas no Regimento Interno da ANAC. 1.2. A Superintendência no âmbito da Agência (a) A SSO é uma das sete Superintendências da ANAC e está diretamente ligada à Diretoria Colegiada, através do Diretor de Aeronavegabilidade e Segurança Operacional. A estrutura organizacional da SSO é composta pela Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo GGTA, pela Gerência-Geral de Aviação Geral GGAG, pela Gerência de Padrão e Normas Operacionais GPNO; pela Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação GFHM e pela Assessoria Técnica. (b) As atribuições e funções do Superintendente de Segurança Operacional são aquelas previstas no Regimento Interno da ANAC na Seção IV, Artigo 64. (c) Para ocupar a posição de Superintendente de Segurança Operacional um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). Origem: SSO Página 5 de 30
CAPÍTULO 2 - GERÊNCIA-GERAL DE OPERAÇÕES DE TRANSPORTE AÉREO 2.1. Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo (a) A Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo GGTA é composta por duas Gerências: a Gerência de Certificação de Operações de Transporte Aéreo GCTA; e a Gerência de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo GAAS. (b) O Gerente-Geral de Operações de Transporte Aéreo é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 66. (c) Para ocupar a posição de Gerente-Geral de Operações de Transporte Aéreo um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 2.2. Gerência de Certificação de Operações de Transporte Aéreo (a) A Gerência de Certificação de Operações de Transporte Aéreo GCTA é composta por sete Grupos Técnicos: Grupo de Operações do RBHA 121A; Grupo de Operações do RBHA 121B; Grupo de Operações do RBHA 121C; Grupo de Operações do RBHA 129; Grupo de Operações do RBHA 135; Grupo de Operações do RBHA 142; e Grupo de Escala de Operações. (b) O Gerente de Certificação de Operações de Transporte Aéreo é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 67. (c) Para ocupar a posição de Gerente de Certificação de Operações de Transporte Aéreo um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 2.2.1. Grupo de Operações do RBHA 121A (a) O Grupo de Operações do RBHA 121A contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações do RBHA 121A é responsável, com relação às empresas do Grupo A, por: (1) Conduzir os processos de certificação das empresas de transporte aéreo nacionais regidas pelo RBHA 121 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Analisar, emitir ou revogar aprovação inicial, final e das revisões dos Programas de Treinamento Operacional das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (3) Analisar, emitir ou revogar aceitação do Manual Geral de Operações e de suas revisões e Manuais correlatos das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (4) Emitir parecer para a aprovação e manter atualizadas as Especificações Operativas das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; Origem: SSO Página 6 de 30
(5) Analisar e emitir aprovação, ouvida a Superintendência de Aeronavegabilidade, das Listas de Equipamentos Mínimos de aeronaves de operadores aéreos regidos pelo RBHA 121, bem como revogar tal aprovação; (6) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de voo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (7) Gerar indicadores e relatórios de diagnósticos sobre empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (8) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nas empresas aéreas regidas pelo RBHA 121e gerar diagnósticos sobre esta fiscalização; (9) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e voos de acompanhamento operacional em empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (10) Realizar os voos de verificação de proficiência técnica de tripulantes dos operadores aéreos regidos pelo RBHA 121; e (11) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas regidas pelo RBHA 121. 2.2.2. Grupo de Operações do RBHA 121B (a) O Grupo de Operações do RBHA 121B contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações do RBHA 121B é responsável, com relação às empresas do Grupo B, por: (1) Conduzir os processos de certificação das empresas de transporte aéreo nacionais regidas pelo RBHA 121 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Analisar, emitir ou revogar aprovação inicial, final e das revisões dos Programas de Treinamento Operacional das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (3) Analisar, emitir ou revogar aceitação do Manual Geral de Operações e de suas revisões e Manuais correlatos das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (4) Emitir parecer para a aprovação e manter atualizadas as Especificações Operativas das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (5) Analisar e emitir aprovação, ouvida a Superintendência de Aeronavegabilidade, das Listas de Equipamentos Mínimos de aeronaves de operadores aéreos regidos pelo RBHA 121, bem como revogar tal aprovação; (6) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de voo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (7) Gerar indicadores e relatórios de diagnósticos sobre empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (8) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nas empresas aéreas regidas pelo RBHA 121e gerar diagnósticos sobre esta fiscalização; (9) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e voos de acompanhamento operacional em empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; Origem: SSO Página 7 de 30
(10) Realizar os voos de verificação de proficiência técnica de tripulantes dos operadores aéreos regidos pelo RBHA 121; e (11) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas regidas pelo RBHA 121. 2.2.3. Grupo de Operações do RBHA 121C (a) O Grupo de Operações do RBHA 121C contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações do RBHA 121C é responsável, com relação às empresas do Grupo C, por: (1) Conduzir os processos de certificação das empresas de transporte aéreo nacionais regidas pelo RBHA 121 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Analisar, emitir ou revogar aprovação inicial, final e das revisões dos Programas de Treinamento Operacional das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (3) Analisar, emitir ou revogar aceitação do Manual Geral de Operações e de suas revisões e Manuais correlatos das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (4) Emitir parecer para a aprovação e manter atualizadas as Especificações Operativas das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (5) Analisar e emitir aprovação, ouvida a Superintendência de Aeronavegabilidade, das Listas de Equipamentos Mínimos de aeronaves de operadores aéreos regidos pelo RBHA 121, bem como revogar tal aprovação; (6) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de voo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (7) Gerar indicadores e relatórios de diagnósticos sobre empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (8) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nas empresas aéreas regidas pelo RBHA 121e gerar diagnósticos sobre esta fiscalização; (9) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e voos de acompanhamento operacional em empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (10) Realizar os voos de verificação de proficiência técnica de tripulantes dos operadores aéreos regidos pelo RBHA 121; e (11) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas regidas pelo RBHA 121. 2.2.4. Grupo de Operações do RBHA 129 (a) O Grupo de Operações do RBHA 129 contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. Origem: SSO Página 8 de 30
(c) O Grupo de Operações do RBHA 129 é responsável por: (1) Executar os processos de certificação das empresas de transporte aéreo estrangeiras regidas pelo RBHA 129 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Propor emissão e atualização das Especificações Operativas das empresas de transporte aéreo estrangeiras regidas pelo RBHA 129; (3) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nas empresas de transporte aéreo estrangeiras regidas pelo RBHA 129 e gerar diagnósticos sobre estas fiscalizações; e (4) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e voos de acompanhamento operacional em empresas de transporte aéreo estrangeiras regidas pelo RBHA 129. 2.2.5. Grupo de Operações do RBHA 135 (a) O Grupo de Operações do RBHA 135 contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações do RBHA 135 é responsável por: (1) Conduzir os processos de certificação das empresas de transporte aéreo nacionais regidas pelo RBHA 135 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Analisar, emitir ou revogar aprovação inicial, final e das revisões dos Programas de Treinamento Operacional das empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (3) Analisar, emitir ou revogar aceitação do Manual Geral de Operações e de suas revisões e Manuais correlatos das empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (4) Emitir parecer para a aprovação e manter atualizadas as Especificações Operativas das empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (5) Analisar e emitir aprovação, ouvida a Superintendência de Aeronavegabilidade, das Listas de Equipamentos Mínimos de aeronaves de operadores aéreos regidos pelo RBHA 135, bem como revogar tal aprovação; (6) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de voo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra das empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (7) Gerar indicadores e relatórios de diagnósticos sobre empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (8) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nas empresas aéreas regidas pelo RBHA 135e gerar diagnósticos sobre esta fiscalização; (9) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e voos de acompanhamento operacional em empresas aéreas regidas pelo RBHA 135; (10) Realizar os voos de verificação de proficiência técnica de tripulantes dos operadores aéreos regidos pelo RBHA 135; (11) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas regidas pelo RBHA 135; Origem: SSO Página 9 de 30
(12) Auxiliar a coordenação das atividades atribuídas às Gerencias Regionais de vistorias, auditorias, inspeções, voos de acompanhamento operacional em empresas de transporte aéreo de competência da Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo; (13) Auxiliar tecnicamente a condução dos processos de certificação de empresas de transporte aéreo sob controle das Gerencias Regionais, sempre que requerido; e (14) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Operações do RBHA 135, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 2.2.6. Grupo de Operações do RBHA 142 (a) O Grupo de Operações do RBHA 142 contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações do RBHA 142 é responsável por: (1) Executar os processos de certificação dos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 que não tiverem sido passadas à responsabilidade das Gerências Regionais e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Analisar os Programas de Treinamento Operacional dos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 de sua competência; (3) Propor a emissão e atualização das Especificações de Treinamento dos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 de sua competência; (4) Fiscalizar o cumprimento dos requisitos relativos à proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 de sua competência; (5) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil nos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 de sua competência e gerar diagnósticos sobre esta fiscalização; (6) Realizar vistorias, auditorias e inspeções em Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142 de sua competência; e (7) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Operações do RBHA 142, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 2.2.7. Grupo de Operações da Escala de Vôo (a) O Grupo de Operações da Escala de Vôo contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações da Escala de Vôo é responsável por: (1) Conduzir os processos de execução de exames de proficiência e competência das empresas de transporte aéreo nacionais regidas pelo RBHA 121 e executar a supervisão sobre o cumprimento continuado dos requisitos de manutenção das qualificações dos tripulantes e despachantes Origem: SSO Página 10 de 30
operacionais de vôo; (2) Analisar, emitir ou revogar autorizações para a execução de avaliação de proficiência e competência inicial, e periódica estabelecidas nos Programas de Treinamento Operacional das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (3) Analisar, controlar, emitir ou revogar autorizações para a execução de avaliação de proficiência e competência dos inspetores e examinadores que atuam nos processos de exames de competência e proficiência dos operadores e de centros de treinamento quanto à manutenção de suas qualificações para as funções de examinadores, que atuam em centros de treinamento e empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (4) Gerar indicadores e relatórios de diagnósticos sobre a execução das avaliações de proficiência e competência dos tripulantes e despachantes operacionais de vôo das empresas das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; (5) Escalar inspetores e examinadores credenciados para realizar os vôos de verificação de proficiência e competência de tripulantes dos operadores aéreos regidos pelo RBHA 121; e (6) Controlar e manter através de treinamento específico as qualificações dos inspetores da ANAC do quadro de inspetores que atuam na verificação de proficiência e competência de tripulantes, despachantes operacionais de vôo, instrutores e examinadores dos centros de treinamento e das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121; e (7) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de treinamento e manutenção da proficiência e competência dos inspetores da ANAC que atuam na verificação da proficiência e competência dos tripulantes e despachantes operacionais de vôo das empresas aéreas regidas pelo RBHA 121. 2.2.8. Grupo de Artigos Perigosos (a) O Grupo de Artigos Perigosos contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Artigos Perigosos é responsável por: (1) Fiscalizar o transporte de artigos perigosos em aeronaves que partam ou se destinem a aeródromo brasileiro ou com sobrevoo do território nacional, em articulação com o Comando da Aeronáutica no caso de explosivos e material bélico; e (2) Emitir parecer sobre transporte de artigos perigosos, inclusive o transporte de armamento, explosivos, material bélico ou de quaisquer outros produtos, substâncias ou objetos que possam colocar em risco os tripulantes ou passageiros, ou a própria aeronave ou, ainda, que sejam nocivos à saúde, em articulação com as demais Superintendências. 2.3. Gerência de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo (a) A Gerência de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo GAAS é composta por quatro Grupos Técnicos: Grupo de Estudos ATM/CNS; Grupo de Controle de Dispositivos de Treinamento de Voo; Grupo de Controle de Avaliação de Aeronaves; e Grupo de Engenharia de Operações. Origem: SSO Página 11 de 30
(b) O Gerente de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 68. (c) Para ocupar a posição de Gerente de Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Voo um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 2.3.1. Grupo de Estudos ATM/CNS (a) O Grupo de Estudos ATM/CNS contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Estudos ATM/CNS é responsável por: (1) Coordenar estudos com vistas ao estabelecimento de padrões relativos a processos de autorização de operações, envolvendo novas tecnologias nas áreas de gerenciamento de tráfego aéreo e de comunicação, navegação e vigilância no espaço aéreo (conceito ATM/CNS). 2.3.2. Grupo de Controle de Dispositivos de Treinamento de Voo (a) O Grupo de Controle de Dispositivos de Treinamento de Voo contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Dispositivos de Treinamento de Voo é responsável por: (1) Avaliar e qualificar os dispositivos de treinamento de voo, com vistas à sua qualificação e ao controle recorrente dessa qualificação. 2.3.3. Grupo de Controle de Avaliação de Aeronaves (a) O Grupo de Controle de Avaliação de Aeronaves contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Avaliação de Aeronaves é responsável por: (1) Avaliar a operação de aeronaves, com vistas ao estabelecimento de padrões de treinamento de tripulantes, de manutenção de aeronaves, bem como a definição da lista mestra de equipamentos mínimos, de modo a garantir a segurança operacional, na introdução e na continuidade da vida operacional de novos tipos de aeronaves; e (2) Emitir parecer sobre habilitações e qualificações de tripulantes para as aeronaves sob avaliação operacional. Origem: SSO Página 12 de 30
2.3.4. Grupo de Engenharia de Operações (a) O Grupo de Engenharia de Operações contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Engenharia de Operações é responsável por: (1) Emitir pareceres técnicos da área de Engenharia de Operações, incluindo análises de pista, peso e balanceamento, rotas de aeronaves, consumo de combustível, entre outros assuntos correlatos. Origem: SSO Página 13 de 30
CAPÍTULO 3 - GERÊNCIA-GERAL DE AVIAÇÃO GERAL 3.1. Gerência-Geral de Aviação Geral (a) A Gerência-Geral de Aviação Geral GGAG é composta por duas Gerências: a Gerência de Vigilância de Operações de Aviação Geral GVAG; e a Gerência de Licenças de Pessoal GPEL. (b) O Gerente-Geral de Aviação Geral é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC, no artigo 69. (c) Para ocupar a posição de Gerente-Geral de Aviação Geral um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 3.2. Gerência de Vigilância de Operações de Aviação Geral (a) A Gerência de Vigilância de Operações de Aviação Geral GVAG é composta por seis Grupos Técnicos: Grupo de Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado, Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola, Grupo de Controle de Operações de Órgão Público, Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral, Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos); e Grupo de Aeroclubes. (b) O Gerente de Vigilância de Operações de Aviação Geral é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 70 (c) Para ocupar a posição de Gerente de Vigilância de Operações de Aviação Geral um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 3.2.1. Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado (a) O Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado é responsável por: (1) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de vôo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos operadores de serviços aéreos especializados; (2) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e vôos de acompanhamento operacional em operadores de serviços aéreos especializados; (3) Elaborar diagnósticos sobre os operadores de serviços aéreos especializados; (4) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil pelos operadores de serviços aéreos especializados; (5) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas que lhe são afetas, bem como outras atividades inerentes a área; e Origem: SSO Página 14 de 30
(6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Controle de Operações de Serviço Aéreo Especializado, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.2.2. Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola (a) O Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola é responsável por: (1) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de vôo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos operadores agrícolas; (2) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e vôos de acompanhamento operacional em operadores agrícolas; (3) Elaborar diagnósticos sobre os operadores agrícolas; (4) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil pelos operadores agrícolas; (5) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas que lhe são afetas, bem como outras atividades inerentes a área; e (6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Controle de Operações de Aviação Agrícola, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.2.3. Grupo de Controle de Operações de Órgão Público (a) O Grupo de Controle de Operações de Órgão Público contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Operações de Órgão Público é responsável por: (1) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de vôo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos operadores de órgão público; (2) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e vôos de acompanhamento operacional em operadores de órgão público; (3) Elaborar diagnósticos sobre os operadores de órgão público; (4) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil pelos operadores de órgão público; (5) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas que lhe são afetas, bem como outras atividades inerentes a área; e (6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Controle de Operações de Órgão Público, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. Origem: SSO Página 15 de 30
3.2.4. Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral (a) O Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral é responsável por: (1) Conduzir os processos de autorização e aprovação de operações especiais de aeronaves de operadores que não sejam empresas de transporte aéreo e emitir a autorização e aprovação para tais operações; e (2) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Aprovação de Operações Especiais da Aviação Geral, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.2.5. Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos) (a) O Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos) contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos) é responsável por: (1) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de vôo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos; (2) Realizar vistorias, auditorias, inspeções e vôos de acompanhamento operacional em operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos; (3) Elaborar diagnósticos sobre os operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos; (4) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil pelos operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos; (5) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização das operações aéreas que lhe são afetas, bem como outras atividades inerentes a área; e (6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Controle de Aviação Geral (operadores que não estejam cobertos pelos demais grupos), que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.2.6. Grupo de Aeroclubes (a) O Grupo de Aeroclubes contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Aeroclubes é responsável por: Origem: SSO Página 16 de 30
(1) Supervisionar o cumprimento dos requisitos relativos a operações de vôo, proficiência técnica de tripulantes e do pessoal de terra dos aeroclubes; (2) Realizar vistorias, auditorias e inspeções em aeroclubes; (3) Elaborar diagnósticos sobre os aeroclubes; (4) Fiscalizar o cumprimento das normas e padrões de segurança operacional da aviação civil pelos aeroclubes; (5) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de certificação e fiscalização dos aeroclubes; e (6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Aeroclubes, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.3. Gerência de Licenças de Pessoal (a) A Gerência de Licenças de Pessoal GPEL é composta por quatro Grupos Técnicos: Grupo de Exames, Grupo de Habilitação; Grupo de Escolas de Aviação Civil; e Grupo de Proficiência Linguística. (b) O Gerente de Licenças de Pessoal é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 71. (c) Para ocupar a posição de Gerente de Licenças de Pessoal um servidor deve possuir nível superior em engenharia ou possuir licença de Piloto de Linha Aérea (PLA). 3.3.1. Grupo de Exames (a) O Grupo de Exames contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Exames é responsável por: (1) Efetuar a análise, estabelecer os procedimentos pertinentes e proceder à verificação do cumprimento dos requisitos de conhecimentos teóricos necessários à emissão de; (2) Elaborar e revisar questões para composição de provas teóricas, respeitadas as normas técnicas e os preceitos pedagógicos; (3) Analisar currículos para fins de concessão de isenção de cursos ou de matérias; (4) Acompanhar processos de empresas de transporte aéreo para fins de autorização para aplicação dos exames teóricos de revalidação de CHT de seus tripulantes; (5) Operacionalizar os exames para fins de convalidação de licenças estrangeiras; (6) Fiscalizar o cumprimento das normas, padrões e requisitos de segurança operacional da aviação civil, relativos à área de aplicação de exames teóricos para obtenção de licenças e certificados de habilitação técnica; e (7) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Exames, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas Origem: SSO Página 17 de 30
por estas. 3.3.2. Grupo de Habilitação (a) O Grupo de Habilitação contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Habilitação é responsável por: (1) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de emissão de licenças e de habilitações técnicas; (2) Emitir, suspender, revogar, cancelar e controlar as licenças e certificados de habilitação técnica de tripulantes e despachantes operacionais de voo; (3) Emitir, suspender, revogar, cancelar e controlar as licenças e certificados de habilitação técnica de mecânicos de manutenção aeronáutica, em coordenação com a Superintendência de Aeronavegabilidade; (4) Realizar os voos de verificação de proficiência técnica de tripulantes dos operadores aéreos sob a área de competência da Gerência-Geral de Aviação Geral; (5) Fiscalizar o cumprimento das normas, padrões e requisitos de segurança operacional da aviação civil, relativos à área de licenças de pessoal; e (6) Fiscalizar o cumprimento dos requisitos de horas de voo e jornada de trabalho previstos na Lei N o 7.183, de 5 de abril de 1984. (7) Analisar os documentos comprobatórios de cumprimento dos requisitos de experiência dos solicitantes de licenças de piloto de linha aérea, mecânicos de voo, comissários de voo, despachantes operacionais de voo e mecânicos de manutenção aeronáutica (8) Analisar e processar as solicitações de concessão de licença, inclusão de habilitação, revalidação de habilitação e prorrogação de habilitação demandadas por empresas que atuam segundo as regras dos RBHAs 91, 121, 135 e 145, além de pilotos brasileiros que atuam no exterior; (9) Analisar e processar as solicitações de segunda via de licença e revogação de suspensão de habilitação; (10) Analisar e processar as solicitações de validação de licença e certificados de habilitação técnica estrangeiros; (11) Analisar, processar e emitir certificados para solicitações de concessão de Certificado de Piloto de Recreio (CPR), inclusão de habilitação, revalidação de habilitação e segunda via de Certificado de Piloto de Recreio (CPR), demandadas pela Associação Brasileira de Ultraleves ABUL; (12) Analisar, processar e emitir certificados para solicitações de concessão de Certificado de Operador de Equipamentos Especiais, revalidação de habilitação e segunda via de certificado demandadas por empresas de serviços aéreos especializados; (13) Suspender habilitações a partir da análise das comunicações de acidentes aeronáuticos remetidas pela Gerência-Geral de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos GGIP; (14) Cassar licenças a partir de instruções decorrentes de processos administrativos específicos; (15) Emitir declarações relativas a licenças e habilitações; Origem: SSO Página 18 de 30
(16) Emitir declarações relativas a horas de voo de pilotos; e (17) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Habilitação, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.3.3. Grupo de Escolas de Aviação Civil (a) O Grupo de Escolas de Aviação Civil contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Escolas de Aviação Civil é responsável por: (1) Certificar as escolas de aviação civil e os centros de instrução da aviação civil regidos pelo RBHA 141 e supervisionar o cumprimento continuado dos requisitos de certificação; (2) Fiscalizar o cumprimento das normas, padrões e requisitos de segurança operacional da aviação civil, relativos às escolas de aviação civil, centros de instrução da aviação civil e áreas de instrução dos aeroclubes; (3) Analisar e aprovar os Programas de Instrução das escolas de aviação civil e dos centros de instrução da aviação civil; (4) Emitir e atualizar as Especificações de Instrução das escolas de aviação civil e dos centros de instrução da aviação civil; (5) Homologar cursos em instituições regidas pelo RBHA 141 que visam à obtenção de licenças ou habilitações previstas nos RBHAs 61, 63 e 65; e (6) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência do Grupo de Escolas de Aviação Civil, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. 3.3.4. Grupo de Proficiência Linguística (a) O Grupo de Proficiência Linguística contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Proficiência Linguística é responsável por: (1) Propor políticas técnicas e diretrizes para os processos de averbação do nível de proficiência lingüística nos certificados de habilitação técnica de pilotos; (2) Fiscalizar o cumprimento das normas, padrões e requisitos de segurança operacional da aviação civil, relativos à proficiência linguística; (3) Efetuar a análise, estabelecer os procedimentos pertinentes e proceder à verificação das habilidades de falar e compreender a língua inglesa necessárias ao cumprimento dos requisitos de proficiência lingüística, para posterior averbação do nível de proficiência lingüística nos certificados de habilitação técnica de pilotos; e (4) Coordenar, regular, padronizar e normatizar as atividades em áreas técnicas de competência Origem: SSO Página 19 de 30
do Grupo de Proficiência Linguística, que foram delegadas pela SSO para as Gerências Regionais e são exercidas por estas. Origem: SSO Página 20 de 30
CAPÍTULO 4 - GERÊNCIA DE PADRÕES E NORMAS OPERACIONAIS 4.1. Gerência de Padrões e Normas Operacionais (a) A Gerência de Padrões e Normas Operacionais GPNO é composta por dois Grupos Técnicos: Grupo de Operações e Grupo de Licenças. (b) O Gerente de Padrões e Normas Operacionais é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC no artigo 72. (c) Para ocupar a posição de Gerente de Padrões e Normas Operacionais um servidor deve possuir experiência na gestão e elaboração de normas e regulamentos da aviação civil. 4.1.1. Grupo de Operações (a) O Grupo de Operações contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Operações é responsável por: (1) Propor projetos de atos normativos ou emitir parecer sobre as seguintes matérias: (i) Segurança operacional de aeronaves, transporte de artigos perigosos, inclusive o transporte de armamento, explosivos, material bélico ou de quaisquer outros produtos, substâncias ou objetos que possam colocar em risco os tripulantes ou passageiros, ou a própria aeronave ou, ainda, que sejam nocivos à saúde, em articulação com as demais Superintendências; (ii) Padrões mínimos de segurança, desempenho e eficiência do transporte aéreo, a serem cumpridos pelas prestadoras de serviços aéreos, em articulação com as demais Superintendências; (2) Propor a atualização dos padrões de certificação operacional, com base na evolução técniconormativa nacional e internacional de segurança operacional; (3) Emitir parecer sobre normas e procedimentos de controle do espaço aéreo propostos pelo Comando da Aeronáutica, que tenham repercussão na segurança operacional da aviação civil; (4) Emitir parecer, na esfera técnica, quanto à interpretação das normas e recomendações internacionais relativas às atividades Grupo Técnico de Operações, incluídos os casos omissos; (5) Estudar as normas e recomendações da Organização de Aviação Civil Internacional - OACI e propor aos órgãos interessados as medidas adequadas para implementá-las no País, avaliando os resultados e sugerindo as alterações necessárias ao aperfeiçoamento dos serviços aéreos; (6) Estudar as normas e recomendações da Organização de Aviação Civil Internacional - OACI e propor aos órgãos interessados a notificação de diferenças na área de competência do Grupo Técnico de Operações, quando for o caso; (7) Propor normas, padrões e rotinas pertinentes à vigilância operacional no que concerne às operações de voo; (8) Promover estudos visando o estabelecimento de padrões mínimos de segurança afetos à competência da Superintendência de Segurança Operacional, em especial os relativos à operação de aeronaves; Origem: SSO Página 21 de 30
(9) Propor normas, padrões e requisitos e material de orientação para a certificação e a fiscalização da segurança operacional da aviação civil e sua atualização; (10) Propor, em coordenação com a Gerência-Geral de Operações de Transporte Aéreo, os prérequisitos, a qualificação mínima e o padrão de treinamento e reciclagem para os Inspetores de Aviação Civil da área de operações; (11) Coordenar, quando necessário, com os setores correlatos das demais Superintendências da ANAC, os estudos e a proposição de normas e padrões relacionados à segurança operacional; (12) Propor a aquisição e controlar o acervo técnico de interesse da área de segurança operacional; (13) Manter um sistema de consulta de publicações técnicas e legislação sobre licenças e certificados de pessoal, operação de aeronaves, aeronavegabilidade e demais assuntos pertinentes à segurança operacional; e (14) Supervisionar o treinamento dos usuários internos e dos técnicos dos setores correspondentes de controle de acervo técnico das Gerências Regionais, bem como outras atividades inerentes a área. 4.1.2. Grupo de Licenças (a) O Grupo de Licenças contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Licenças é responsável por: (1) Propor projetos de atos normativos ou emitir parecer sobre as seguintes matérias: (i) Segurança operacional de aeronaves, transporte de artigos perigosos, inclusive o transporte de armamento, explosivos, material bélico ou de quaisquer outros produtos, substâncias ou objetos que possam colocar em risco os tripulantes ou passageiros, ou a própria aeronave ou, ainda, que sejam nocivos à saúde, em articulação com as demais Superintendências; (ii) Medidas a serem adotadas pelas empresas prestadoras de serviços aéreos para prevenção quanto ao uso de substâncias entorpecentes ou psicotrópicas, que possam determinar dependência física ou psíquica, permanente ou transitória, por seus tripulantes ou pessoal técnico de manutenção e operação que tenha acesso às aeronaves; (iii) Padrões mínimos de segurança, desempenho e eficiência do transporte aéreo, a serem cumpridos pelas prestadoras de serviços aéreos, em articulação com as demais Superintendências; (2) Propor a atualização dos padrões de certificação operacional, com base na evolução técniconormativa nacional e internacional de segurança operacional; (3) Emitir parecer, na esfera técnica, quanto à interpretação das normas e recomendações internacionais relativas às atividades do Grupo Técnico de Licenças, incluídos os casos omissos; (4) Estudar as normas e recomendações da Organização de Aviação Civil Internacional - OACI e propor aos órgãos interessados as medidas adequadas para implementá-las no País, avaliando os resultados e sugerindo as alterações necessárias ao aperfeiçoamento dos serviços aéreos; (5) Estudar as normas e recomendações da Organização de Aviação Civil Internacional - OACI e propor aos órgãos interessados a notificação de diferenças na área de competência Grupo Técnico de Licenças, quando for o caso; Origem: SSO Página 22 de 30
(6) Propor normas, padrões e rotinas pertinentes à vigilância operacional no que concerne à habilitação técnica e capacidade física e mental de tripulantes e funcionários de empresas aéreas e da aviação geral e desportiva; (7) Promover estudos visando o estabelecimento de padrões mínimos de segurança afetos à competência da Superintendência de Segurança Operacional, em especial os relativos a licenças de pessoal; (8) Propor normas, padrões e requisitos e material de orientação para a certificação e a fiscalização da segurança operacional da aviação civil e sua atualização; (9) Propor, em coordenação com a Gerência-Geral de Aviação Geral e a Gerência de Licenças de Pessoal, os pré-requisitos, a qualificação mínima e o padrão de treinamento e reciclagem para os Inspetores de Aviação Civil da área de licenças; (10) Coordenar, quando necessário, com os setores correlatos das demais Superintendências da ANAC, os estudos e a proposição de normas e padrões relacionados à segurança operacional; (11) Propor a aquisição e controlar o acervo técnico de interesse da área de segurança operacional; (12) Manter um sistema de consulta de publicações técnicas e legislação sobre licenças e certificados de pessoal, operação de aeronaves, aeronavegabilidade e demais assuntos pertinentes à segurança operacional; e (13) Supervisionar o treinamento dos usuários internos e dos técnicos dos setores correspondentes de controle de acervo técnico das Gerências Regionais, bem como outras atividades inerentes a área. Origem: SSO Página 23 de 30
CAPÍTULO 5 - GERÊNCIA DE FATORES HUMANOS NA AVIAÇÃO E MEDICINA DE AVIAÇÃO 5.1. Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação (a) A Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação GFHM é composta por dois Grupos Técnicos: Grupo de Fatores Humanos na Aviação e Grupo de Medicina de Aviação. (b) O Gerente de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação é responsável por gerir as atividades previstas no Regimento Interno da ANAC, no artigo 73 e, em especial: (1) Desenvolver atividades especializadas de regulação, inspeção, fiscalização e controle da aviação civil nas áreas de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação. (c) Para ocupar a posição de Gerente de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação um servidor deve possuir experiência na gestão de pessoas e conhecimentos sobre as áreas de fatores humanos na aviação e medicina de aviação. 5.1.1. Grupo de Fatores Humanos na Aviação (a) O Grupo de Fatores Humanos contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Fatores Humanos na Aviação é responsável por: (1) Assessorar a Superintendência de Segurança Operacional nos assuntos relativos a Fatores Humanos na Aviação; (2) Promover atividades técnico-científicas, na área de Fatores Humanos na Aviação; (3) Propor orientações, instruções e circulares ligadas à área de Fatores Humanos na Aviação; (4) Assessorar a Superintendência de Aeronavegabilidade nas tarefas de certificação de produtos aeronáuticos na área de Fatores Humanos em Aviação, bem como a interação com as demais divisões da estrutura da ANAC nos assuntos que tratam da qualificação, da saúde e da capacitação para o trabalho; (5) Orientar e proceder aos estudos para o desenvolvimento de projetos na área de fatores humanos e ergonomia, no âmbito da aviação civil, em coordenação com a Gerência de Licenças de Pessoal; (6) Desenvolver atividades especializadas de regulação, inspeção, fiscalização e controle da aviação civil na área de Fatores Humanos na Aviação; (7) Assessorar a GFHM nos assuntos referidos aos processos psicológicos para a emissão dos CCF; (8) Assessorar a GFHM nos processos de recurso ou pedido de revisão interpostos por aeronavegantes no que tange à fundamentação do processo de avaliação da capacidade mental, bem como outras atividades inerentes à área; e Origem: SSO Página 24 de 30
(9) Orientar e supervisionar atividades de estágio em psicologia na GFHM, incluindo a preparação de documentação de estagiário para a GGRH da ANAC. 5.1.2. Grupo de Medicina de Aviação (a) O Grupo de Medicina de Aviação contará com um Coordenador responsável pelas atividades do grupo. (c) O Grupo de Medicina de Aviação é responsável por: (1) Assessorar a Superintendência de Segurança Operacional nos assuntos relativos à Medicina de Aviação; (2) Promover atividades técnico-científicas, na área de Medicina de Aviação; (3) Propor orientações, instruções e circulares ligadas à área de Medicina de Aviação; (4) Interagir com as demais divisões da estrutura da ANAC nos assuntos que tratam da qualificação, da saúde e da capacitação para o trabalho; (5) Propor parâmetros e especificações relacionadas à aptidão física dos aeronavegantes civis em coordenação com a Gerência de Licenças de Pessoal; (6) Assessorar a Gerência-Geral de Aviação Geral no processo de certificação técnicooperacional das empresas aeromédicas sob sua responsabilidade; (7) Controlar e supervisionar a emissão dos Certificados de Capacidade Física (CCF); (8) Credenciar e supervisionar médicos, clínicas e entidades médicas afins para realizarem inspeções de saúde em aeronavegantes, com base na legislação pertinente, bem como descredenciar estas pessoas, quando julgar necessário; (9) Conduzir os processos de recurso ou pedido de revisão interpostos por aeronavegantes no que tange à capacidade física e mental, bem como outras atividades inerentes a área; (10) Desenvolver atividades especializadas de regulação, inspeção, fiscalização e controle da aviação civil na área de Medicina de Aviação; (11) Realizar Auditagem Técnica das Fichas de Inspeção de Saúde (FIS) remetidas pelas Juntas e médicos credenciados; (12) Coordenar os Testes de Proficiência Técnica para enquadramento em Cláusula de Flexibilidade; (13) Efetuar a convalidação dos exames médicos de pilotos brasileiros, emitindo o Certificado de Capacidade Física (CCF) correspondente; e (14) Suspender os Certificados de Capacidade Física (CCF) de tripulantes envolvidos com acidentes ou incidentes aeronáuticos graves, ou cancelar os respectivos CCF no caso de morte dos tripulantes. Origem: SSO Página 25 de 30
CAPÍTULO 6 - SECRETARIA DA SSO 6.1. Secretaria da SSO (a) A Secretaria da Superintendência de Segurança Operacional, subordinada diretamente à Superintendência de Segurança Operacional, tem como atividades principais: (1) Executar as tarefas de protocolo interno e externo; (2) Emitir relatório financeiro-orçamentário, bem como confeccionar documento acerca das atividades realizadas pela Superintendência de Segurança Operacional; (3) Administrar os recursos materiais e logísticos da Secretaria; (4) Executar as tarefas relativas ao gerenciamento administrativo dos recursos humanos lotados na Superintendência de Segurança Operacional; e (5) Executar as tarefas afetas ao Sistema de Concessão de Diárias e Passagens referentes às missões nacionais e internacionais de competência da Superintendência de Segurança Operacional. Origem: SSO Página 26 de 30
CAPÍTULO 7 - ASSESSORIA TÉCNICA 7.1. Assessoria Técnica (a) A Assessoria Técnica, subordinada diretamente à Superintendência de Segurança Operacional, tem como principais atividades: (1) Auditar tecnicamente os processos da Superintendência de Segurança Operacional tendo por base os preceitos de qualidade e os padrões e práticas recomendadas pela Organização de Aviação Civil Internacional, bem como de outras organizações similares internacionais; (2) Emitir parecer sobre a qualidade dos serviços desempenhados e processos estabelecidos ou propostos na Superintendência de Segurança Operacional; e (3) Assessorar o Superintendente em matérias técnicas da competência da Superintendência de Segurança Operacional. Origem: SSO Página 27 de 30
CAPÍTULO 8 - ORGANOGRAMA DA SUPERINTÊNDENCIA Origem: SSO Página 28 de 30
CAPÍTULO 9 - SIGLAS E ABREVIATURAS ANAC GPNO GER IAC IS MCF RBAC RBHA SAR SSO Agência Nacional de Aviação Civil Gerência de Padrões e Normas Operacionais Gerência Regional da ANAC Instrução de Aviação Civil Instrução Suplementar Manual de Cargos e Funções Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica Superintendência de Aeronavegabilidade da ANAC Superintendência de Segurança Operacional da ANAC Origem: SSO Página 29 de 30
CAPÍTULO 10 - REFERÊNCIAS Lei 7.565, de 19 de dezembro de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica) Lei 11.182, de 27 de setembro de 2005 Decreto 5.731, de 20 de março de 2006 Resolução nº 71 da ANAC, de 23 de janeiro de 2009 Origem: SSO Página 30 de 30