Paulo Giovanni de Abreu

Documentos relacionados
Manejo de ambiência para melhor produção avícola. Paulo Giovanni de Abreu -

Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI

Sistemas de Automação em Dark House para Ambiência de Frango de Corte. Workshop Embrapa Suínos e Aves Eng Agrícola Paulo Verdi.

A Radiação Solar recebida na camada externa da atmosfera abrange Ondas

FATORES QUE INFLUENCIAM NA ESCOLHA DA ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS A SEREM IMPLANTADOS

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. Estratégias por TRY e Normais Climatológicas. M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira

Câmaras Frigoríficas

INTRODUÇÃO RESFRIAMENTO EVAPORATIVO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

Ambiência e sua influência na produção animal e vegetal

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 11

Alexandre P. Rosa EQUIPAMENTOS

Projeto e Construção Sustentável. Estratégias bioclimáticas aplicadas ao clima de Sinop-MT

MECANISMOS DE TROCAS TÉRMICAS ESQUEMA P/ EXPLICAÇÃO DOS MECANISMOS DE TROCAS TÉRMICAS SECAS

Transferência de Calor e Massa 1

UNIDADE 4. TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NO SISTEMA ATMOSFERA- OCEANO. Conteúdo

7. Câmaras Frigoríficas

UFRGS BICT HIDROGRAFIA E OCEANOGRAFIA A. O balanço de calor nos oceanos. Prof. Dr. Dakir Larara

Ventilação Natural VENTILAÇÃO 1/47

d) condução e convecção b) radiação e condução e) condução e radiação c) convecção e radiação

ESZO Fenômenos de Transporte

Produção de Frangos de Corte Parte I

RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA

ACONDICIONAMENTO TÉRMICO NATURAL E ARTIFICIAL

Física II. Capítulo 03 Transferência de Calor. Técnico em Edificações (PROEJA) Prof. Márcio T. de Castro 17/05/2017

Cód Tipo Unidade Preço. E Silo metálico granjeiro de fundo cônico em 60 com capacidade de 51,80m3 ( kg ração) unidade R$ 15.

Princípios básicos. Instalações, ambiência e equipamentos. Para implantação. Para implantação. Água e Efluentes. Para implantação

Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S.

Temperatura Pressão atmosférica Umidade

EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA. Em que devemos pensar???

Temperatura, calor e processos de transmissão de calor

ATMOSFERA TEPERATURA, PRESSÃO E DENSIDADE EM FUNÇÃO DA ALTITUDE

PROPAGAÇÃO DE CALOR A propagação do calor entre dois sistemas pode ocorrer através de três processos diferentes: a condução, a convecção e a radiação.

Climatização. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014

Clima de Passo Fundo

Everton e Bruno Steger

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE CRIADOS EM SISTEMA CONVENCIONAL E DARK HOUSE

Disciplina: Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências. Tópico 3 Umidade. Profa.: Rita Ynoue 2010

MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO

Universidade Federal de Santa Catarina EMC Refrigeração e Condicionamento de Ar Prof.: Cláudio Melo

CONCEITO I) TEMPERATURA E PRESSÃO REGIÕES EQUATORIAIS BAIXA PRESSÃO REGIÕES POLARES AR FRIO MAIS DENSO PESADO ALTA PRESSÃO

Transmissão de Calor

Ambiência e bem-estar animal em instalações zootécnicas aplicações práticas

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 1: REVISÃO TRANSFERÊNCIA DE CALOR. Profa. Dra. Milena Martelli Tosi

1. Introdução. no item anterior tratamos do Balanço de energia: como o calor é transformado e usado no sistema da Terra-Atmosfera

FORNOS DO SETOR DE CERÂMICA VERMELHA DO RIO GRANDE DO NORTE

Fonte: KAWAKAMI (2009)

Propagação do Calor e Calorimetria

AQS Água quente sanitária. É a água aquecida, usada para banhos, preparação ou confeção de alimentos.

Lista de problemas número 1. Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO

Prof. Felipe Corrêa Maio de 2016

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO

Secagem e Armazenagem de Grãos e Sementes Aula 06

Lista de Exercícios para P2

Refrigeração e Ar Condicionado

Ecologia O mundo físico Clima Clima regional

CLIMAS DO BRASIL Profº Gustavo Silva de Souza

Debate: Aquecimento Global

Zootecnia I Aves e Suínos. Instalações e Equipamentos. Instalações e Equipamentos. Instalações e Equipamentos. Instalações e Equipamentos 02/06/2016

Desempenho Térmico de edificações Ventilação Natural

Ambiência na produção de suínos 1/9. Produção de suínos. Eduardo Viola. Qualyfoco Consultoria Ltda.

Debate: Aquecimento Global

Aula 5. Sobrecarga e conforto Térmico

DESEMPENHO TÉRMICO DE 3 EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS EM FLORIANÓPOLIS - SC

Assista o vídeo de demonstração de montagem

Módulo 20. Fatores do clima Prof. Lucas Guide 1º ano EM

MANEJO DE MATRIZES PARTE I

Exercício 1. Exercício 2.

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)

Componentes do Ambiente. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA

Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2

Avicultura de Corte. 1. Importância sócio-econômica

Clima tempo atmosférico

Entre sistemas a temperaturas diferentes a energia transfere-se do sistema com temperatura mais elevada para o sistema a temperatura mais baixa.

Medição de temperatura

Prof. Me. Regis Guimarães. Mestrado em Educação em Ciências e Matemática UFG. Transmissão do Calor

CLIMATIZAÇÃO AULA 02 CONFORTO AMBIENTAL Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR Colegiado de Arquitetura e Urbanismo Prof. Philipe do Prado Santos

Recomendação Normativa ABRAVA RN SISTEMAS DE CONDICIONAMENTO DE AR PARA CONFORTO PARÂMETROS DE CONFORTO TÉRMICO

Carga Térmica. Definições. Métodos de Cálculo. Ferramentas de simulação. Normas. Condições externas e internas

AMBIÊNCIA NA SUINOCULTURA - EXPERIÊNCIA BRASILEIRA DE CLIMATIZAÇÃO E PRODUTIVIDADE-

Clima: seus elementos e fatores de influência. Professor Fernando Rocha

grande extensão horizontal, homogênea. A homogeneidade é caracterizada pela uniformidade na temperatura e umidade do ar.

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES

SECAGEM DAS SEMENTES. Por quê secar as sementes? 22/05/2018 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

PROJETO E SIMULAÇÃO DE UM ESCRITÓRIO E DE UMA CASA COM ENERGIA LÍQUIDA ZERO ( NZEB) Paulo Otto Beyer - UFRGS

ACONDICIONAMENTO TÉRMICO NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL

EQUILIBRIO TÉRMICO ENTRE O HOMEM E O MEIO

Diretrizes Construtivas: Aves e Suínos

5 CARGA TÉRMICA EM CLIMATIZAÇÃO

Energia: Capacidade de realizar trabalho.

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)

A natureza sempre procura manter o equilíbrio entre os sistemas.

2ª Bimestre 1º Prova. Capítulos 7, 8 e 9. Clima e Formações Vegetais.

Maquinas Termicas Geradores de Vapor

PME Ar Condicionado e Ventilação. Controle

Clima: Composição da atmosfera, elementos e fatores climáticos. Lucas Mendes Objetivo - 3º ano Frente 1 - Módulos 12 e 13

Conforto Térmico e Bioclimatologia

Transcrição:

Paulo Giovanni de Abreu Paulo.g.abreu@embrapa.br https://www.embrapa.br/suinos-e-aves

Homeotermia Energia utilizada pelos homeotermos 20% 80% Produção homeotermia

Morte por frio HIPOTERMIA ZONA DE CONFORTO TÉRMICO ZONA DE SOBREVIVÊNCIA Temperatura corporal ZONA DE HOMEOTERMIA ZONA DE MODESTO CONFORTO TÉRMICO HIPERTERMIA Morte por calor D C B A A B C D ESTRESSE POR FRIO ESTRESSE POR CALOR TEMPERATURA AMBIENTAL

Fase TCI ( o C) ZCT ( O C) TCS ( O C) Recém-nascido 34 35 39 Adulta 15 18 a 28 32 Fonte: CURTIS (1983). Temperatura ambiente ideal para criação de aves Idade (semanas) Temperatura Ambiente ( o C) 1 32-35 2 29-32 3 26-29 4 23-26 5 20 23 6 20 7 20

Mecanismos de transmissão de calor * Radiação - ondas eletromagnéticas Sensível * Condução - molécula a molécula * Convecção - movimento do ar * Evaporação - mudança de estado de líquido para vapor Latente 1 litro de H 2 O 584 Kcal

% Perda de Calor Método de perda de calor com aumento da temperatura Perda de calor sensível Perda de calor latente Temperatura

Fontes de calor no aviário

Temperatura das Superfícies Internas 32 o C 30 o C 27 o C 35 o C 30 o C

Transferência de calor Gradiente de temperatura T T T T T T

Principais fatores ambientais de influência direta sobre os mecanismos de transferência de calor * Umidade relativa * Velocidade do ar * Temperatura * Radiação solar

CONSIDERAÇÕES SOBRE CONDICIONAMENTO TÉRMICO

Localização Posicionamento em relação à direção do vento dominante Obstáculo Vento Vento Barreira 10 H 20 à 25 H

Orientação Oeste Leste

Trajetórias do Sol Verão Prima/out Inverno 7 6 L 5 N S 17 18 W 19

Beiral Face norte = 23 o 27 + latitude do local Face sul = 23 o 27 - latitude do local Face Sul Face Norte Comprimento do beiral para regiões quentes

FECHAMENTOS Vento

Porosidade da Cortina

Foto: Michael Czarick Instalação da cortina Sobreposição de pelo menos de pelo menos 15 cm Vedação

28,1 32,7

Movimentação da cortina com o acionamento dos ventiladores

Redução de 3,5 o C

Redução 12, 7 o C

Telha metálica x Cimento amianto Telha metálica 19,6 Telha de amianto 40

Isolamento da Cobertura

Forro

Ventilação Térmica

Velocidades do ar em função da idade Idade (dias) Velocidade do Ar (m/s) 01 à 07 0,1 à 0,3 08 à 14 0,4 à 0,7 15 à 21 0,8 à 1,0 22 à 28 1,1 à 1,7 29 ao abate 2,5 à 3,0

Ventilação Dinâmica +1,6 +1,1 +0,6 +0-0,5

+ - Deslocamento da massa de ar através de aberturas (ventilação cruzada) - Vento + - Fluxo de ar mediante cumeeira e laterais abertas

Sistema de ventilação positiva, transversal Sistema de ventilação positiva, longitudinal (ventilação tipo túnel)

EFEITO DOS VENTILADORES T ext 26,7 o C T int. 30,8 o C Máximo T int. = T ext.

Sistema de Pressão Negativa ou Exaustão

Ventilação do Ático - Resfriar

Ventilação do Ático - Aquecer

Ventilação Mínima do Ático - Aquecer

Inlets no forro

Ventilação Inlets Laterais

<8 m Ventilação mínima - Inlets de teto Pressão Estática (Pa) Fluxo de ar (m 3 /h) 12,418 1460 24,836 3400 <12 m

Entrada de ar no forro Retirada de ar quente do forro

Ventilação mínima transversal

Inlets Laterais Velocidade de passagem pelo inlet = 5 m/s Para cada m 2 de abertura do inlet = 300 m 3 /min Vazão de exaustores para ventilação mínima e de transição máx 1,0 m 3 /min de área

Dispositivos Mínima - Teto

Ventilação mínima - Tubos

Inlets laterais

Mecanismo de abertura dos inlets laterais

Fonte: Mickael Czarick Inlets de Teto x Lateral

Vantagens - O ar no ático é mais quente que o ar externo em grande parte do dia - Os inlets de teto são menos influenciados pelo vento - Os inlets de teto introduzem ar fresco no centro do aviário

Ligado Ventilação Mínima

RESFRIAMENTO EVAPORATIVO Água Ar quente e insaturado Ar frio e saturado Princípio de funcionamento do resfriamento evaporativo

Classificação climática do Brasil KÖPPEN Af Clima Equatorial Úmido Am Clima Equatorial Aw - Clima tropical (inverno seco) As Clima Tropical (verão seco) BSh - Clima Semi-árido quente Equatorial Cwa - Clima Sub-tropical (inverno seco e verão quente) Cwb Clima Sub-tropical (inverno seco e verão ameno) Cfa Clima Sub-tropical (verão quente) Cfb - Clima Sub-tropical (verão ameno)

Quanto é possível reduzir a temperatura do ar com resfriamento evaporativo?

Potencial de redução da temperatura ambiente pelo resfriamento evaporativo Tbs Umidade Relativa, em % ( o C) 20 95,5 86,8 82,5 74,3 66,3 58,7 51,3 44,2 37,3 30,7 24,3 18,1 12,2 6,4 22 95,7 87,4 83,3 75,5 67,9 60,6 53,6 46,9 40,4 34,1 28,1 22,2 16,6 11,1 5,8 24 95,9 87,9 84,0 76,5 69,3 62,4 55,7 49,3 43,1 37,1 31,4 25,8 20,5 15,3 10,3 5,5 26 96,1 88,4 84,7 77,5 70,6 63,9 57,5 51,4 45,5 39,8 34,3 29,0 23,9 19,0 14,3 9,7 27 96,1 88,6 85,0 77,9 71,2 64,6 58,4 52,4 46,6 41,0 35,7 30,5 25,5 20,7 16,1 11,7 28 96,2 88,8 85,3 78,3 71,7 65,3 59,2 53,3 47,6 42,2 36,9 31,9 27,0 22,3 17,8 13,5 29 96,3 89,0 85,5 78,7 72,2 66,0 59,9 54,2 48,6 43,3 38,1 33,2 28,4 23,9 19,5 15,2 30 96,3 89,2 85,8 79,1 72,7 66,6 60,7 55,0 49,5 44,3 39,3 34,4 29,8 25,3 21,0 16,8 31 96,4 89,4 86,0 79,5 73,2 67,1 61,3 55,8 50,4 45,3 40,4 35,6 31,0 26,7 22,4 18,4 32 96,5 89,6 86,3 79,8 73,6 67,7 62,0 56,5 51,3 46,2 41,4 36,7 32,3 27,9 23,8 19,8 33 96,5 89,8 86,5 80,1 74,0 68,2 62,6 57,2 52,1 47,1 42,4 37,8 33,4 29,2 25,1 21,2 35 96,6 90,1 86,9 80,7 74,8 69,2 63,8 58,6 53,6 48,8 44,2 39,7 35,5 31,4 27,5 23,7 37 96,7 90,3 87,3 81,3 75,6 70,1 64,8 59,8 54,9 50,3 45,8 41,5 37,4 33,5 29,7 26,0 38 96,8 90,5 87,4 81,5 75,9 70,5 65,3 60,3 55,5 51,0 46,6 42,3 38,3 34,4 30,7 27,1 40 96,8 90,7 87,8 82,0 76,5 71,3 66,2 61,4 56,7 52,3 48,0 43,9 40,0 36,2 32,6 29,1 41 96,9 90,8 87,9 82,3 76,8 71,6 66,6 61,8 57,3 52,9 48,7 44,6 40,7 37,0 33,4 30,0 Potencial de Redução da Temperatura - 0,5 1,5 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Umidade Resfriar Temperatura 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 Horas

Que sistemas de resfriamento evaporativo existem?

SISTEMA DE NEBULIZAÇÃO ACOPLADO AO VENTILADOR

SISTEMA TRADICIONAL

SISTEMA ASPERSÃO-PAD

Formação de algas Susceptíveis ao ataque de roedores. Seu custo acompanha as variações do câmbio, chegando a representar 11% do custo do aviário.

Pad coolling com controle de entrada de luz Placa evaporativa D o g H o u s e Controle luz Fonte: Robert Barnwell

Light trap

Distribuição da temperatura ao longo do aviário com pad cooling

Nebulização

Aquecimento

AQUECIMENTO Aquecedores a lenha -Campânulas - Fornalhas Aquecedores elétricos - Campânulas elétricas - Lâmpadas infravermelhas - Resistência embutida no piso - Campânulas a gás - Campânulas de placa cerâmica Aquecedores a gás - Campânulas infravermelhas - Geradores de ar quente - Fornalhas - Aproveitamento de resíduos - Biogás Alternativos - Canalização de água quente no piso - Aquecimento solar

Aquecedores a lenha

Fornalha

Aquecedores elétricos Campânulas Elétricas Lâmpadas Infravermelhas

Aquecedores a gás

AQUECEDORES A GÁS COM PLACA CERÂMICA AQUECEDORES INFRAVERMELHOS

Turbo Aquecedor

Aquecedor de Tubo Radiante a Gás

Tendências e desafios de sistemas de criação Dark House, Blue house, Brown House, Aviários Gigantes

Fonte: Tuffi Bichara Fonte: Tuffi Bichara Aviário Azul Blue house e Green house - Cortinas azul verde/branca - Forração do teto azul verde/branca - Sistema de ventilação negativa -Lâmpadas fluorescentes 25 W (amarela) 20 lux

Fonte: Jair Casarotto Fonte: Jair Casarotto Dark House - Cortinas preta/branca - Forração do teto preta/alumínio - Sistema de ventilação negativa -Lâmpadas incandescentes 60 W - Light-trap Light-trap

Programa de Luz EUA 0-5 dias = 24 horas Intensidade > 25 lux 6-14 dias = 16 horas Intensidade = 10 lux 15 - abate = 16 horas Intensidade de 2 à 4 lux Dependendo do peso e da mortalidade do plantel, podemos incrementar na última semana de 18 à 20 horas de luz, com uma intensidade de 2-4 lux. Programa de Luz Brasil 0-7 dias = 23 horas Intensidade 20 lux 8-21 dias = 16 a 18 horas Intensidade 10 lux 22-35 dias = 18 a 20 horas Intensidade 5 lux 36- abate = 20 horas Intensidade 5 lux, Observação: Aplicação do horário de escuro dever ser preferencialmente no horário mais quente do dia.

Brown House - Cortinas preta/branca - Forração do teto preta/alumínio - Sistema de ventilação negativa -Lâmpadas incandescentes 60 W - Light-trap Saída de ar Entrada de ar

Telhas de Amianto

Chapa metálica

Foto:Jacir Albino Aviários Gigantes - Dimensões 155 x 36 m -Capacidade 90 mil aves A proposta é aumentar o número de aves por metro quadrado sem problemas de desenvolvimento

Foto:Jacir Albino Foto:Jacir Albino Foto:Jacir Albino Foto:Jacir Albino

Aviário de Alvenaria

Obrigado! Paulo Giovanni de Abreu paulo.g.abreu@embrapa.br