PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS (PCSF) Criado pelo Decreto nº 7642 de 13 de dezembro de 2011 Dezembro de 2013 Elaborado por: (Vice-Diretoria da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Coordenação de Iniciação Científica)
PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS (PCSF) Criado pelo Decreto nº 7642 de 13 de dezembro de 2011 Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2013
SUMÁRIO 1. Introdução... 01 2. Justificativa do Programa... 01 3. Objetivos do Programa... 01 4. Órgãos Responsáveis... 01 5. Forma de Inscrição... 01 6. Graduação... 01 7. Áreas Prioritárias... 02 8. Benefícios... 02 9. Duração da bolsa... 02 10. Da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública... 02 10.1. Termo de Adesão... 02 10.2. Atribuições do Coordenador Institucional... 03 10.3. Regras institucionais para os candidatos ao programa Ciência sem Fronteiras... 03 10.4. Atribuições do Coordenador do Curso... 03 11. Etapas e Responsabilidades... 04
1. Introdução O programa Ciência sem Fronteiras (PCSF) visa promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. Está sob a responsabilidade dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC) CNPq e CAPES, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. 2. Justificativa do Programa 2.1. Contribuir para a melhoria de pessoal no desempenho científico, no ensino e na pesquisa. 2.2. Estimular os pesquisadores e estudantes brasileiros com estágios em instituições internacionais, sensibilizando-as para estabelecer parcerias com as suas congêneres brasileiras. 3. Objetivos do Programa 3.1. Promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. 3.2. Atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa (acessar texto completo), bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. 4. Órgãos Responsáveis Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento CNPq e CAPES, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. 5. Forma de Inscrição Candidatura mediante adesão da IES Candidatura individual (a IES só se manifesta na homologação). 6. Graduação (requisitos gerais) 6.1. O candidato deve cumprir com os seguintes requisitos: Ser brasileiro ou naturalizado; Estar regularmente matriculado em instituição de ensino superior no Brasil em cursos relacionados às áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras; Ter sido classificado com nota do Exame Nacional do Ensino Médio ENEM com, no mínimo, 600 pontos; não vale para a candidatura pela IES; Possuir bom desempenho acadêmico; Ter concluído 20% do currículo previsto para o curso de graduação (percentual mínimo, a depender ainda das Chamadas Públicas, variando de acordo com os países escolhidos).
Obs. 1 - Estes são os requisitos básicos, podendo ser ampliados pelas instituições participantes do PCSF. Obs. 2 - Será dada preferência aos candidatos que: Foram agraciados com prêmios em olimpíadas científicas no país ou exterior; Usufruíram ou usufruem de bolsa de iniciação científica ou tecnológica do CNPq (PIBIC/PIBITI) ou do PIBID da CAPES. 7. Áreas prioritárias Engenharias e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Formação de Tecnólogos; Biotecnologia; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Nanotecnologia e Novos Materiais; Produção Agrícola Sustentável; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Fármacos; Biodiversidade e Bioprospecção; Tecnologia Aeroespacial; Ciências do Mar; Computação e Tecnologias da Informação; Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação); Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde. 8. Benefícios Mensalidade de bolsas Auxílio-Instalação Passagem aérea e seguro saúde 9. Duração da bolsa De 6 a 12 meses, podendo estender-se até 15 meses quando incluir curso de idioma. incisos 6, 7, 8, 9 e 10 ver detalhes na página do PCSF (www.cienciasemfronteiras.gov.br). 10. Da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 10.1. Termo de Adesão (31 de janeiro de 2012) A Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública compromete-se e manifesta-se, explicitamente, a: Dar ampla divulgação em sua instituição às chamadas públicas do programa; Aderir, a partir da presente data, aos termos e condições transcritas nas chamadas públicas de Graduação Sanduíche, de acordo com o país de destino escolhido pelo estudante; Indicar os estudantes de acordo com os critérios mencionados nas chamadas públicas; Declarar o compromisso de reconhecimento dos créditos obtidos pelos estudantes nas instituições estrangeiras, com pleno aproveitamento dos estudos e do respectivo estágio, entendido tal reconhecimento como sendo parte das exigências e do currículo disciplinar de formação dos seus estudantes nos respectivos cursos no Brasil; Indicar e divulgar o coordenador institucional do programa na IES.
10.2. Atribuições do Coordenador Institucional Divulgar o Programa Ciência sem Fronteiras na instituição que representa; Homologar os candidatos à bolsa de graduação sanduíche no exterior, vinculados à sua IES a homologação dar-se-á para os dois tipos de inscrições; Acompanhar o andamento do processo de concessão de bolsas de graduação e pósgraduação; Ser o interlocutor entre a IES que representa e as agências de fomento CAPES e CNPq. 10.3. Regras institucionais para os candidatos ao programa Ciência sem Fronteiras: A indicação do aluno dar-se-á de acordo com os itens exigidos, mencionados nas Chamadas Públicas (CNPq/CAPES), para cada país; Média curricular igual ou superior a 7,0 (sete); não deverá ter em seu histórico escolar mais de 1 (uma) reprovação; deverá apresentar cópia da documentação opcional que pretende anexar à sua inscrição, como atuação em iniciação científica, prêmios e participação em outros eventos relacionados à sua área de atuação. A instituição compromete-se a reconhecer os créditos obtidos nas instituições estrangeiras, quando compatíveis com a matriz curricular da cada curso da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP); Independentemente da matriz curricular, os créditos poderão ser aceitos, quando pertinentes, como atividades complementares; O aluno não poderá trancar a matrícula, uma vez que é exigência do programa que ele esteja matriculado na Instituição de Ensino Superior (IES); O aluno, uma vez matriculado na Bahiana, deverá cumprir todos os encargos contratuais firmados com a IES; Sem o cumprimento do descrito nos incisos 1, 2, 3, 4 e 5 destas regras, o aluno não será selecionado pela Bahiana para concorrer à bolsa de estudos oferecida pelo Programa Ciência sem Fronteiras (PCSF); É necessário que o candidato ao programa, antes de sua inscrição, informe-se a respeito de todas as condições exigidas pela IES, divulgadas no portal da Bahiana na internet; consulte, inicialmente, o coordenador do curso em que está matriculado, a supervisão pedagógica e, posteriormente, o coordenador institucional do PCSF. A inscrição não será homologada caso não esteja de acordo com as regras estabelecidas pela Bahiana, mesmo que seja efetuada, individualmente, conforme os critérios do PCSF; É preciso, para dirimir qualquer dúvida, que o aluno assine o Termo de Conhecimento das regras da Bahiana para a homologação da sua candidatura ao PCSF. 10.4. Atribuições do Coordenador do Curso Selecionar os alunos de acordo com a natureza do curso sob a sua coordenação e com as regras estabelecidas pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (item 13.3); Encaminhar a lista dos candidatos ao coordenador institucional, que irá orientá-los sobre como proceder à inscrição no PCSF (a qual somente será válida para a modalidade de inscrição pela IES e não para as inscrições individuais, que são realizadas diretamente no PCSF); Analisar, com a Supervisão Pedagógica, a compatibilidade da atividade do bolsista no exterior com a matriz curricular. Somente deverá ocorrer após a avaliação da
CAPES/CNPq e parceiros internacionais, quando for definida a instituição no exterior que o aluno cursará. 11. Etapas e Responsabilidades FASES ETAPAS PRINCIPAIS RESPONSÁVEL 01 Seleção dos alunos Coordenador do curso 02 Inscrição do aluno Coordenador Institucional 03 Homologação da inscrição Coordenador Institucional 04 Acompanhamento do processo Coordenador Institucional 05 Análise do programa (matriz curricular) aproveitamento para o histórico Interlocutor entre a IES e a CAPES/CNPQ/Parceiros Outras fases da seleção Coordenador do curso e Supervisão Pedagógica Coordenador Institucional CAPES/CNPQ/Parceiros Fontes: - Decreto nº 7642 de 27 de dezembro de 2013 - www.cienciasemfronteiras.gov.br