Representantes: algas e protozoários.



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Cerca de 6000 espécies conhecidas - ~10000 são parasitas. Eucariotos unicelulares

Importância. Econômica Ágar e carragenina Diatomito Sushi Temaki Hossomaki Uramaki. Ecológica Base das cadeias alimentares aquá$cas

Alguns componentes da membrana plasmática estão representados na figura abaixo.

Classificação ALGAS PROTOZOÁRIOS

Transcrição:

Representantes: algas e protozoários. Euglena sp (alga) Giardia sp (protozoário) Volvox sp (alga)

Do grego protos, primitivo, e zoon, animal. Grupo de organismos unicelulares heterotróficos e eucariontes Maioria aquática, mas há aqueles que habitam terra úmida ou o interior de animais invertebrados e vertebrados, de forma parasitária ou com relação de interdependência. Sub-divididos em quatro filos: Sarcodina, Mastigophora (flagelados), Ciliophora (ciliados) e Sporozoa (esporozoários). A sub-divisão é dada de acordo com a presença e os tipos de estrutura de locomoção desses protistas.

Plasmodium vivax (Sporozoa) Trypanosoma sp (Mastigophora) Paramecium sp (Ciliophora) Entamoeba sp (Sarcodínea)

Locomovem-se e alimentam-se por meio de expansões citoplasmáticas (pseudópodes). Podem ser de vida livre ou parasitas. Maioria aquática. Representantes: Entamoeba histolytica (parasita), heliozoários, radiolários e foraminíferos (aquáticos). Os depósitos de carapaças (fósseis) desses aquáticos indicam reservas de petróleo. A. proteus ingesting immovable ciliates (Paramecium sp and Tetrahymena sp). by A. Kihara (Hosei University)

Amebíase

Locomovem-se por meio de flagelos (estrutura filamentosa em forma de chicote). Maioria aquática, de vida livre, mas há alguns parasitas (doença de Chagas, leishmaniose, giardíase, doença do sono, tricomoníase) e simbiontes. Podem nadar livremente ou viver fixados a objetos submersos. Representantes: Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia sp, (parasita).

Locomovem-se por meio de cílios (estruturas filamentosas mais curtas e mais numerosas). Maioria aquática, de vida livre, mas há alguns simbiontes e raros parasitas. Exemplo de simbiose: ruminantes. Representantes: Paramecium sp (dulcícola).

Não apresentam estruturas locomotoras e formam esporos durante o ciclo de vida. Todas as espécies são endoparasitas. Representantes mais conhecidos: Plasmodium sp (malária).

Assexuada: divisão binária (maioria dos de vida livre). Sexuada: Conjugação (Paramecium sp). Dois indivíduos em contato por ponte citoplasmática trocam micronúcleos. Cada indivíduo fica com 1 original mais 1 recebido. Macronúcleo se degenera Os micronúcleos se fundem e formam o núcleo zigótico. Ocorre meiose e forma-se 4 micronúcleos e originam 4 novos indivíduos através de 2 divisões celulares consecutiva

Espécie Classe Doença Sintomas Transmissão Entamœba histolytica Rizópodo Amebíase Ulcerações intestinais, diarréia, enfraquecimento Ingestão de cistos eliminados com as fezes humanas. Trypanosoma Cruzi Flagelado Doença de Chagas Problemas no coração, inchaço do baço e fígado, mal estar Fezes do inseto barbeiro (Triatoma sp.) Leishmania brasiliensis Flagelado Úlcera de Bauru Ulcerações (feridas que não cicatrizam) no rosto, braços e pernas Picada do mosquito palha (Phlebotomus sp.) Trichomonas vaginalis Flagelo Tricomonía se Vaginite, corrimento uretrite, Relação sexual ou toalhas e objetos úmidos contaminados Giardia lamblia Flagelado Giardíase Dores abdominais, diarréia Ingestão de cistos eliminados com fezes humanas Plasmodium vivax Esporozoá rio Malária Febres, anemia, lesões no baço e no fígado Picada de mosquitoprego (Anopheles sp.).

Termo usado para designar os organismos eucarióticos, fotossintetizantes e que vivem no mar, lagos, rios ou superfícies úmidas. Grande parte é unicelular, mas há também multicelulares (filamentosas ou mais complexas, como as talófitas). Não apresentam órgãos ou tecidos diferenciados, como nas plantas terrestres. Filos divididos pelos pigmentos nos cloroplastos, substâncias de reserva e composição da parede celular.

Aproximadamente 500 espécies. São unicelulares. Clorofilas do tipo a, b. Outros pigementos: carotenos e xantofilas. Não têm parede celular.

Dinoflagelados (antigas pirrófitas ou algas de fogo). Aproximadamente 1000 espécies. São unicelulares. Clorofilas do tipo a, c. Outros pigmentos: carotenos e xantofilas. Constituição da parede: celulose ou sem parede. Revestimento de CaCO 3. A superpopulação nos mares causa a maré vermelha.

Algas diatomáceas (douradas ou amarelas, antigas crisófitas). Aproximadamente 6000 espécies. São unicelulares. Clorofilas dos tipos a, c, e. Outros pigementos: carotenos e xantofilas. Constituição da parede: sílica. O diatomito pode ser usado como abrasivo, na construção civil ou na construção de filtros, pasta de dente.

Algas verdes. Aproximadamente 7000 espécies. São uni ou multicelulares. Clorofilas dos tipos a, b. Outros pigementos: carotenos e xantofilas. Constituição da parede: celulose.

Algas vermelhas. Aproximadamente 4000 espécies. Maioria multicelular. Clorofilas dos tipos a, d. Outros pigmentos: ficoeritrina. Constituição da parede: celulose, ágar e carragenina.

Algas pardas. Aproximadamente 2000 espécies. São multicelulares (os talos podem atingir até 60 m). Clorofilas dos tipos a, c. Outros pigmentos: carotenos e ficoxantina. Constituição da parede: celulose e algina.

Contituem o fitoplâncton (flutuam nas camadas superiores das águas dos mares e lagos), sendo base de sustentação das cadeias alimentares desses ecossistemas. São responsáveis por quase 90% de toda a fotossíntese do planeta. Indústria alimentícia (algumas espécies de algas verdes e pardas são comestíveis). Substâncias economicamente importantes, como o ágar (alimentos e pesquisa científica) e a carragenina (mantém a estabilidade de laxantes e cremes dentais).

Amebíase Doença intestinal provocada pela ameba chamada Entamoeba histolytica. Sua transmissão é via oral através da ingestão de cistos maduros (tetranucleados) lançados nas fezes pelos portadores. Esta doença provoca destruição do intestino e pode migrar para outros órgãos como fígado, pulmões, S.N.C e etc. Evita-se a doença com saneamento básico, educação sanitária e combate aos insetos coprófagos. Trofozoito e cisto de Entamoeba histolytica

Amebíase

Giardíase Doença intestinal e de vias biliares muito comum em crianças em idade escolar, provocada pelo flagelado chamado Giardia lamblia. Sua transmissão é semelhante a da amebíase, ela provoca alterações digestivas (dificuldade na digestão de gorduras e vitaminas A, K, D e E ). O hospedeiro pode apresentar diarréias transitórias, falta de concentração, insônia, irritabilidade dor de lado direito (Hipocôndrio) e até convulsões. Para se evitar, usa-se as mesmas medidas preconizadas para Amebíase. Giardia lamblia (Trofozoito)

Giardíase

Doença de Chagas Doença descoberta pelo sanitarista Brasileiro Carlos Chagas, Tem por agente etiológico um flagelado chamado Trypanosoma cruzi e como vetor biológico um inseto (hemíptero) conhecido popularmente por bicho barbeiro ou Chupão (Triatoma) que elimina o parasita nas suas fezes. É uma doença americana de evolução lenta, normalmente sem sintomas mas que pode evoluir para destruição do coração, do esôfago, do cólon e do S.N.C. Pode-se evitar combatendo o inseto, melhorando as habitações (casas de alvenaria), e examinando o sangue de doadores. Dr. Carlos Chagas Triatoma infestans

MALÁRIA A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium, como o Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale: os dois primeiros ocorrem em nosso país e são mais frequentes na região amazônica. Essa doença, conhecida também pelos nomes impaludismo, febre palustre, maleita e sezão, tem como vetor fêmeas de alguns mosquitos do gênero Anopheles. Estas, mais ativas ao entardecer, podem transmitir a doença para indivíduos da nossa espécie, uma vez que liberam os parasitas no momento da picada, em sua saliva. Transfusão de sangue sem os devidos critérios de biossegurança, seringas infectadas e mães grávidas adoecidas são outras formas em que há a possibilidade de contágio. No homem, os esporozoítos infectantes se direcionam até o fígado, dando início a um ciclo que dura, aproximadamente, seis dias para P. falciparum, oito dias para a P. vivax e 12 a 15 dias para a P. malariae, reproduzindo-se assexuadamente até rebentarem as células deste local (no mosquito, a reprodução destes protozoários é sexuada). Após esses eventos, espalham-se pela corrente sanguínea e invadem hemácias, até essas terem o mesmo fim, causando anemia no indivíduo.

MALÁRIA Febre alta, sudorese e calafrios, palidez, cansaço, falta de apetite e dores na cabeça e em outras regiões do corpo são os principais sintomas, que podem se manifestar a cada 48 horas, caso a infecção tenha sido causada pelo P. falciparum ou pelo P. vivax; e a cada 72 horas quando o agente causador é o P. malarie (febre quartã). Essa primeira espécie pode, ainda, afetar vários órgãos e sistemas do corpo, como o sistema nervoso e aparelho respiratório. Para confirmar a presença do parasita no sangue, a análise é feita por meio de uma pequena amostra, geralmente retirada da ponta do dedo do paciente (teste de gota espessa). O tratamento é feito com o uso de fármacos orais e deve ser iniciado o mais rapidamente possível, para evitar complicações como anemia, icterícia e mau funcionamento dos órgãos vitais, além dos riscos que um indivíduo acometido pelo P. falciparum pode estar sujeito. A prevenção consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, calças e camisas de manga longa, principalmente no período de fim da tarde e início da noite. Evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir a ovoposição e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária.