Estrada do Sol (ou da Petrobrás)

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Estrada do Sol (ou da Petrobrás) Abril de 2000 2 ou 3 dias por Rodrigo Telles Esta viagem é uma das mais conhecidas dos cicloturistas de São Paulo. E realmente é uma das descidas de serra mais bonitas. A estrada atravessa o Parque Estadual da Serra do Mar, cortando a mata e oferecendo vistas muito bonitas dos vales. A estrada é ótima para bicicleta. Excetuando-se algumas subidas bem íngremes com muitas pedras soltas, a pedalada é tranqüila. Em grande parte do percurso, principalmente da metade para frente, muitos trechos têm uma espécie de pavimentação com algum tipo de resíduo industrial (talvez carbureto, segundo informação). Isto às vezes torna as subidas mais fáceis. Porém, já apareceram muitos buracos e em alguns trechos ela acaba não ajudando muito. Outros trechos, ainda, são muito irregulares, exigindo uma velocidade bem baixa. As condições da estrada são, no entanto, sempre variáveis dependendo da manutenção. Mas sem dúvida a primeira parte da viagem é a que exige mais esforço. Abaixo o perfil de atitude da estrada: 1200 1000 800 600 200 0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Distância (K m ) Portanto é uma estrada ruim para carros (mas não impossível). Por isso mesmo o movimento é muito pequeno. Nos três dias que estivemos lá menos de cinco carros de passeio passaram. Os veículos que encontrávamos eram geralmente caminhões, carros ou motos do pessoal da Petrobrás. A maioria entre a base intermediária da Petrobrás e a Rio-Santos. Mas de modo nenhum chega a incomodar. 1

No início a estrada se caracteriza por pastagens e eucaliptos. Mas depois de uns 15 ou 20km, o visual muda. Começa a aparecer um pouco mais mata e as árvores fecham um corredor a nossa volta, tornando a estrada bem mais fresca e aconchegante. Mais para frente, mesmo antes de entrar no limite do parque, começa-se a ouvir diversos cantos de aves diferentes. Parando para observar dá pra ver algumas delas. Chegamos a ver papagaios, maritacas e até um bando de tucanos voando de árvore em árvore. Esta viagem exige um pouquinho planejamento principalmente se você for mais carregado para fazer em mais de um dia, pois não é tão fácil assim parar em qualquer lugar e acampar. Dentro do parque praticamente não há casas e também não existem muitos lugares planos. Caso resolva acampar, lembre-se que está num ambiente natural (coisa rara próximo dos centros hoje em dia) onde passa muita gente. Portanto qualquer impacto como uma bituca de cigarro jogada no chão ou mesmo papel higiênico à vista podem transformar o lugar num chiqueiro. Cuide ainda de preservar as águas. Água limpa é a benção do viajante. Não lave louça nos cursos d água, sempre tem alguém lá em baixo que vai beber a sua sujeira. Leve a louça e um pouco d água em seu cantil para lavar longe dali. E se encontrar sujeiras por aí e sentir vontade de recolher, recolha. Você vai se sentir bem e o próximo viajante vai te agradecer. 2

1050 Altitude (m) 1000 950 900 850 800 Início da estrada de terra 2,9 1 2 11,3 12,4 Tietê 3 13,8 canil 15,0 15,5 4 750 700 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Tomamos como ponto de referência para as distâncias a Rodoviária de Salesópolis (por isso zere seu odômetro lá). Tomamos a rua da rodoviária (à direita para quem está saindo dali, que depois de 1,5km cai naturalmente na estrada de asfalto. (1) Continuamos nela até 2,9km onde à esquerda está o Bar do Bigode e à direita a nossa estrada de terra. Este primeiro trecho da viagem (até alcançarmos a altitude máxima) é bem puxado por conta de subidas muito íngremes. Nas piores, para quem estiver muito carregado e um pouco sem treino (como nós) vai ter que saltar e empurrar. Ainda se encontram uma chácara ou outra, mas é melhor já trazer água da cidade, pois nem sempre as pessoas estão em casa durante o dia. (2) Aos 11,3km nos deparamos com uma bifurcação onde as duas opções parecem ser possíveis. Porém, pegue a da esquerda, pois a da direita (ponte) leva apenas a um bairro. Aos 12,42km cruzamos o Rio Tietê num ponto próximo à nascente. Não sei dizer quanto à potabilidade da água pois existem muitas casas ainda por ali e o fluxo d água não é muito grande. (3) Aos 13,8km outra bifurcação, desta vez, sem muita dúvida tomamos à direita. A um pouco mais de um quilômetro dali (15,0km), encontramos um intrigante canil com um alambrado cercando um grande gramado e quartinhos para os cães. (4) Logo adiante (15,6km) pare e pegue informações num barzinho caso queira conhecer a nascente do Rio Tietê. A estradinha parece que sai de um morro perto daqui e tem 6km até a nascente. Aliás, este é o bairro da Nascente. Tem também uma plaquinha de telefone na porta do bar. Agora, se vai estar funcionando ou não é outra história. 3

Altitude (m) 1200 1150 1100 1050 1000 950 900 850 800 750 700 650 600 550 500 450 5 Início do parque 23,5 7 25,0 24,5 6 8 26,2 9 28,7 29,1 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 10 35,4 Rio Pardo 37,3 11 37,6 Agora a estrada começa a ficar bem mais agradável com mais árvores e flores, menos eucaliptos e mais mata de verdade. Mas ainda há bastante subida até chegarmos ao topo da serra (faltam uns 6km ainda). E também é bom começar ficar atento com a água pois não há mais muitas casas agora. Aos 21,0km se a mata na lateral esquerda da estrada permitir, teremos um lindo visual de um vale muito profundo que mostra como já estamos alto e recompensa todo o suor da subida. Neste trecho, antes da subida final até o alto da serra ainda temos algumas descidas. Esqueça que você terá que subir tudo de novo e curta, pois descida é descida. (5) No final de uma descida, aos 23,5km encontramos a placa que indica o início do Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Caraguatatuba (12) 422 3166 / 5999). Aos 24,3km, encontramos uma pequena trilha que sai para a esquerda num pino amarelo da Petrobrás. Daqui já ouvimos barulho de cachoeira. Descendo a trilha à pé, chegamos até ela em alguns minutos, porém seria um pouco complicado tentar pegar água ou mesmo tomar banho porque é difícil o acesso. Aparentemente, também não há lugar para acampar. (6) Um platô no meio da subida aos 24,5km pode servir para uma parada ou para um lanche. Mas lembre-se de não deixar nenhum rastro de sua passagem. Jamais enterre o lixo (mesmo os orgânicos) porque os animais sentem o cheiro e desenterram. Leve tudo o que trouxe consigo. A água que passa ali perto é lamacenta, pois atravessa 4

um pequeno brejo. Mas a 500m dali passa um riozinho por baixo da estrada. Talvez você tenha que entrar no mato para pegar água ali. (7) Aos 25,0km há uma bifurcação (em frente ou à direita). Siga em frente normalmente. (8) Finalmente chegamos no topo (26,2km). Estamos a mais ou menos 1150m de altitude. Do lado esquerdo vemos umas pedras grandes (com uns 6m de altura). Talvez os mais imaginativos fazendo um esforço consigam enxergar um gato gordo deitado. Do lado direito mais para cima está a grande torre de concreto da antena. Agora começa a primeira parte da descida da serra. É uma longa descida, mas ainda vai haver muitas subidas antes da descida final. (9) Na descida (aos 28,7km) um mirante convida a uma boa parada para descanso. A vista é maravilhosa. Todo o vale coberto pela mata verde e no fundo outras serras fechando o horizonte. Há água a uns m mais à frente. É uma mureta de concreto que cerca uma água escorrendo na pedra. Tem um fluxo bom. (10) O Rio Pardo (aos 35,4km) também é um ponto ótimo para uma parada e, se for o caso, um banho de rio. A água é limpa e o rio bem largo. (11) Do lado esquerdo da estrada (37,3km) vemos uma cascata grande e bonita, porém não descobrimos se há trilha para descer. 300m mais à frente uma bica oferece água fresca. 5

Altitude (m) 650 600 550 500 450 350 40,1 40,4 BR 13 12 42,3 14 15 46,3 Rio Verde 300 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 60 52,2 16 Viaduto 57,2 17 19 18 58,5 59,0 (12) Outra cascata (40,1km), esta maior ainda e muito forte. Em baixo há uma grande piscina. Para chegar até lá e se refrescar, pegamos uma trilhinha bem íngreme que sai direto da estrada para o barranco. O único problema é onde deixar as bicicletas. Depois da cachoeira, o rio continua nos fazendo companhia durante um bom tempo. (13) Aos 40,4km começa a Base da Petrobás. Acho que este lugar se chama Intermediária. Talvez seja uma base de bombeamento intermediária do oleoduto. Tem até uma estação de transformadores elétricos ali. Mas aparentemente não há casas. Parece que o pessoal que trabalha ali vem todo dia das cidades (vimos alguns caminhões de trabalhadores passando entre a base e o litoral). Começamos a passar mais freqüentemente por trechos onde a estrada é pavimentada com algum tipo de resíduo industrial (talvez de carbureto). (14) Um rio límpido que cruza a estrada sob uma ponte de madeira (42,3km) corre para esquerda e encontra com o outro (que ainda estava nos acompanhando fielmente). É um lugar agradável e quem quiser se refrescar ou tomar um banho não vai ter do que reclamar. (15) O Rio Verde (46,3km) é um pouco mais estreito do que os anteriores, mas muito agradável. Bom para um banho. Aos 52,2km há uma chacrinha particular, mas nunca é bom contar que iremos encontrar pessoas. Ainda mais que normalmente as casas são retiradas e têm cachorro. Logo depois disso no 54,5km começa a segunda parte da descida da serra. (16) Do lado esquerdo da descida (55,2km) se a mata permitir veremos ao longe uma cena bizarra e que nos faz lembrar com tristeza o desrespeito que os nossos governantes têm com o povo. É um enorme viaduto de concreto (altíssimo) ligando o nada a lugar nenhum no meio da mata. Aos 56,6km um rio passa debaixo da estrada. (17) Aos (57,2km) chegamos perto daquele enorme viaduto que tínhamos visto antes. (18) Passamos por duas casinhas no 58,5km mas não vimos ninguém. Daqui a pouco começa a subida que deve ser praticamente a última da viagem. (19) Uma bica com uma canaleta de bambu para pegar água (59,0km). 6

Altitude (m) 350 300 250 200 150 100 50 0 20 61,9 21 63,9 Fim do Parque 64,9 22 Rio Claro 66,3 67,5 23 Rio Santos 74,4 24 60 62 64 66 68 70 72 74 76 78 80 (20) Uma água do lado esquerdo que é fácil de pegar aos 61,9km e outra aos 62,5km. (21) Uma ruína de casa (63,9km). No 64,4km há um acesso para um rio que já vinha nos acompanhando à direita há algum tempo. Aproveite porque esta deve ser a última chance de um banho de rio da viagem. Logo à frente uma placa indica o final do Parque. (22) Cruzamos a ponte do Rio Claro (já mais urbano) e encontramos um barzinho (66,3km). (23) No 67,5km a bifurcação não deixa muita dúvida. Pegamos a da direita. O trecho é bem plano. A paisagem logo se abre para a esquerda num plano muito grande com montanhas no fundo. Já são fazendas aqui. A quantidade de mosquitos é tão grande que impede até uma parada para um lanche. (24) No 74,4km finalmente chegamos à Rio-Santos em frente à escola E. E. Avelino Ferreira. Para esquerda temos Caraguatatuba a menos de 10km e para direita São Sebastião a 17km. No caso de se ir para Caraguá, informe-se sobre uma avenida que beira a praia, assim você evita ter que pedalar pela Rio-Santos que é sempre mais movimentada. 7