RELATÓRIO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO DE EDIFÍCIOS



Documentos relacionados
Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nº

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nº

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº M Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nº

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº M Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº M Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº E Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Ministério d. da Presidência do Conselho, em 4 de Fevereiro de Registado com o n.º DL 35/2008 no livro de registo de diplomas

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Decreto-Lei n.º 129/2002 de 11 de Maio Aprova o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS

Lista de Ensaios sob Acreditação Flexível Intermédia

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L Accreditation Annex nr.

FICHA TÉCNICA Isolamento acústico

Ruído Ambiente, ruído de Incomodidade e Isolamento Acústico Exigências Legais. Centre for Nanotechnology and Smart Materials Escola Tecnológica

VI JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO DA AEVA RUÍDO LABORAL AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

Transcrição:

Processo n.º ACE 035/12 RELATÓRIO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO DE EDIFÍCIOS MESIS, Lda. QUINTAS DO SIROL - LEIRIA - MARÇO 12 Não é permitida a divulgação parcial dos resultados constantes deste relatório na qual se aça reerência ao MMLAB, excepto com a devida autorização. Página 1 de 7

Processo n.º ACE 035/12 ÍNDICE 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. DESENVOLVIMENTO DA ACÇÃO 2.1. Metodologia/ Legislação 3 2.2. Equipamento 3 2.3. Deinições 4 2.4. Procedimento de Medida 4 2.5. Descrição dos Ensaios 5 3. REGISTO DE OBSERVAÇÕES 5 4. REGISTO DE RESULTADOS 6 ANEXOS I Folhas Comprovativas II Outros Anexos MESIS, Lda. Página 2 de 7

Processo n.º ACE 035/12 1. INTRODUÇÃO De acordo com a solicitação eita por MESIS, Lda., oi realizado pelo MMLAB Laboratório de Medições da MANUEL MARTINS Serviços de Engenharia, Lda., no dia 9 de Março de 12, um estudo dos Requisitos Acústicos de duas divisões habitacionais, situadas em Quintas do Sirol e em Pousos LEIRIA. O levantamento visa a determinação dos índices de isolamento sonoro D 2m, nt, w, com vista à veriicação do isolamento proporcionado por diversos materiais aplicados na caixa de estores de ambas as divisões. 2. DESENVOLVIMENTO DA ACÇÃO 2.1. METODOLOGIA/LEGISLAÇÃO A metodologia aplicada oi a constante na norma NP EN ISO 1-5, NP ISO 3382-2, NP EN ISO 717-1, de acordo com o Decreto-Lei n.º 129/2 de 11 de Maio com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 96/8, de 9 de Junho. 2.2. EQUIPAMENTO O equipamento utilizado oi um Sonómetro da marca Brüel & Kjær, modelo 22, com o número de série 2 290 695, um microone da marca Brüel & Kjær, modelo 4189 com o número de série 2 3 6, um calibrador Brüel & Kjær modelo 4231, com o número de série 2 292 188, possuindo o Certiicado de Calibração n.º CACV6/11 de 17 de Maio de 11 realizado pelo Laboratório de Metrologia do ISQ - Instituto de Soldadura e Qualidade e um Kit de Acústica em Ediícios da marca Brüel & Kjær. MESIS, Lda. Página 3 de 7

Processo n.º ACE 035/12 2.3. DEFINIÇÕES Isolamento Sonoro a Sons de Condução Aérea, Padronizado D 2m, nt Dierença entre o nível médio de pressão sonora exterior, medido a 2m da achada, e o nível médio de pressão sonora medido no local de recepção, corrigido da inluência das condições de reverberação do compartimento receptor. Isolamento Sonoro a Sons de Condução Aérea, Padronizado D nt Dierença entre o nível médio de pressão sonora medido no compartimento emissor, produzido por uma ou mais ontes sonoras, e o nível médio de pressão sonora medido no compartimento receptor, corrigido da inluência das condições de reverberação do compartimento receptor. Nível Sonoro de Percussão Padronizado L nt Nível sonoro médio medido no compartimento receptor, proveniente de uma excitação de percussão normalizada exercida sobre um pavimento, corrigido da inluência das condições de reverberação do compartimento receptor. Nível de Avaliação Padronizado L Ar, nt O nível sonoro contínuo equivalente, ponderado A, durante um intervalo de tempo especiicado, adicionado da correcção devida às características tonais (K) e corrigido da inluência das condições de reverberação do compartimento receptor. Tempo de Reverberação T Intervalo de tempo necessário para que a energia volúmica do campo sonoro de um recinto echado se reduza a um milionésimo do seu valor inicial. Termo de Adaptação C ou C tr Correcção deinida na EN ISO 717-1, unção das características espectrais do ruído na emissão, a anexar ao índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. 2.4. PROCEDIMENTO DE MEDIDA Foram realizadas medições entre o quarto e o exterior em Quintas do Sirol e sala e o exterior nos Pousos, com vista à determinação do índice acústico D 2m, nt, w. MESIS, Lda. Página 4 de 7

Processo n.º ACE 035/12 Nota: Os resultados apresentados neste relatório reerem-se apenas ao período de medição, que decorreu entre as 14h e as 17h00 do dia 8 de Março de 12. 2.5. DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS 2.5.1. Entre Quarto / Exterior (Quintas do Sirol) Data: 08 / 03 / 12 Presenças: Eng.º Ricardo Lobo / Téc. José Oliveira Tipo de medições: Índice de Isolamento Sonoro a Sons de Condução Aérea, Padronizado (D 2m, nt, w ). 2.5.2. Entre Sala / Exterior (Pousos) Data: 08 / 03 / 12 Presenças: Eng.º Ricardo Lobo / Téc. José Oliveira Tipo de medições: Índice de Isolamento Sonoro a Sons de Condução Aérea, Padronizado (D 2m, nt, w ). NOTA: Nos ensaios apresentados anteriormente, o Local Receptor é apresentado em 1.º lugar, ou seja, será sempre Entre Local Receptor / Local Emissor 3. REGISTO DE OBSERVAÇÕES O local de implantação dos ediícios é caracterizado por ser um local com pouco trânsito. Segundo inormações, a envolvente exterior do ediício é constituída por paredes em alvenaria dupla de tijolo e janelas em caixilharia de alumínio com vidro duplo e estores exteriores. Na moradia situada em Quintas do Sirol não oi possível colocar o altialante, ora do ediício, a uma distância adequada de modo a perazer com a achada um ângulo de incidência de ondas sonoras igual a 45º ± 5º, bem como não oi possível colocar o sonómetro a 2m da achada. MESIS, Lda. Página 5 de 7

Processo n.º ACE 035/12 4. REGISTO DE RESULTADOS Nos quadros seguintes mostram-se os valores obtidos das medições eectuadas nos respectivos pontos de medição. Em Anexo são apresentadas as olhas comprovativas, com os resultados das medições. Quadro 1 Índice Sonoros Obtidos em Quintas do Sirol Resultados Obtidos () Local D 2m, nt, w Ensaio 1 Caixa de Estores sem isolamento Estores Abertos 32 Ensaio 2 Caixa de Estores sem isolamento Estores Fechados 36 Ensaio 3 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Abertos Ensaio 4 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados Ensaio 5 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Abertos Ensaio 6 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados Ensaio 7 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Abertos e barra com pelúcia na abertura entre os estores e a caixa de estores Ensaio 8 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados e barra com pelúcia na abertura entre os estores e a caixa de estores 36 41 36 36 41 MESIS, Lda. Página 6 de 7

Processo n.º ACE 035/12 Quadro 2 Índice Sonoros Obtidos em Pousos Resultados Obtidos () Local D 2m, nt, w Ensaio 1 Caixa de Estores sem isolamento Estores Abertos 27 Ensaio 2 Caixa de Estores sem isolamento Estores Fechados 32 Ensaio 3 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Abertos Ensaio 4 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados Ensaio 5 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Abertos e barra com pelúcia no exterior Ensaio 6 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados e barra com pelúcia na abertura entre os estores e a caixa de estores Ensaio 7 Caixa de Estores com mm de Lã Mineral e kg de densidade Estores Fechados, barra com pelúcia na abertura entre os estores e a caixa de estores e entrada superior da ita echada 28 34 28 35 35 Leiria, 9 de Março de 12 MESIS, Lda. Página 7 de 7

ANEXOS N.º de Páginas I Folhas Comprovativas 15 II Outros Anexos 2

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 1 - Caixa de Estores sem isolamento - Estores Abertos 2 0 0 12 0 0 31 00 00 23,2 24,9 28,3 29,0 31,4 32,9 31,2 32,0,3 32,4 29,7 31,4 32,7 32,9 33,2 33,1 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 32 ( 0; -1) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 2 - Caixa de Estores sem isolamento - Estores Fechados 2 0 0 12 0 0 31 00 00 21,4 28,4 27,2 27,0,5 33,8 33,9 34,0 34,4 39,4 35,2 36,3 37,4 38,1 36,2 36,7 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 36 ( 0; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 3 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Abertos 2 0 0 12 0 0 31 00 00,1 34,0 31,7 28,7,2 32,8 32,6 32,2 31,6 36,1 34,7 36,9 37,5 37,4 37,9 39,5 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 36 ( -1; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 4 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados 2 0 0 12 0 0 31 00 00 31,6 31,3 29,4 28,4,4 35,5 35,5 36,6 36,6 42,8 41,0 44,1 46,1 45,7 45,2 48,8 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 41 ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 5 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Abertos 2 0 0 12 0 0 31 00 00 29,9 32,5 32,8,4 31,3 33,8 32,2 31,9 33,1 37,2 32,5 35,6 38,4 38,4 39,1 39,8 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 36 ( -1; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 6 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados 2 0 0 12 0 0 31 00 00,0 31,1 28,7 28,3 28,8 35,1 35,6 35,3 35,5 41,1 39,9 42,0 45,4 46,1 46,0 47,4 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 7 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Abertos e barra com pelúcia no exterior 2 0 0 12 0 0 31 00 00 32,3 B 33,3 32,5,0,7 33,4 32,6 31,8 31,7 36,3 34,2 35,5 37,2 38,1 38,9,2 B: >= value shown D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 36 ( -1; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 8 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados e barra com pelúcia no exterior 2 0 0 12 0 0 31 00 00 32,2 B 31,3 29,6 28,9 29,5 36,2 35,6 35,6 36,0 42,2,3 43,2 45,2 45,7 46,9 49,5 B: >= value shown D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 41 ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 1 - Caixa de Estores sem isolamento - Estores Abertos 2 0 0 12 0 0 31 00 00 33,5 29,0,3 26,0 24,0 19,1 22,9 29,1 26,7 23,9 25,7 26,9 29,4,8 31,4 31,4 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 27 ( 0; -1) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 2 - Caixa de Estores sem isolamento - Estores Fechados 2 0 0 12 0 0 31 00 00,6 27,9 26,2 21,6 21,9 22,4 26,1 33,4 32,6 32,8 35,9 33,6 33,4 35,4 35,8 33,0 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 32 ( -1; -3) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 3 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Abertos 2 0 0 12 0 0 31 00 00 34,5,9,7 27,2 24,4 18,2 22,8 29,5 29,5 25,5 27,4 25,8 29,2 31,4 31,1,8 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 28 ( -1; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 4 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados 2 0 0 12 0 0 31 00 00 35,1,5 25,8 21,9 22,9 22,3 26,4 32,9 33,9 34,3 36,4 37,3 42,0 44,1 45,4 46,7 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 34 ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 5 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Abertos e barra com pelúcia no exterior 2 0 0 12 0 0 31 00 00 35,0 32,8 31,2 27,7 24,8 19,6 23,1,4 28,3 24,6 26,3 27,1 31,2 32,6 32,2 32,2 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 28 ( 0; -2) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 6 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados e barra com pelúcia no exterior 2 0 0 12 0 0 31 00 00 37,5 31,3 26,6 21,9 24,0 24,4 26,4 33,3 34,5 34,7 36,6 37,9 42,6 45,4 46,8 48,2 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 35 ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

Standardized Level Dierence according to ISO 1-5 Ensaio 7 - Caixa de Estores com mm de Lã de Rocha e kg de densidade - Estores Fechados, barra com pelúcia no exterior e entrada superior da ita echada 2 0 0 12 0 0 31 00 00 35,4 29,6 26,6 23,6 24,0 23,4 26,6 32,3 34,0 34,2 36,3 37,2 42,2 45,0 46,6 47,3 D ls,2m,nt,w (C;C tr ) = 35 ( -1; -4) Evaluation based on ield measurement No. o test report: Date: 09-03-12 Standardized Level Dierence, 2 0 0 00, Name o test institute: MMLab - Laboratório de Medições

PORTUGUESE ACCREDITATION INSTITUTE Rua António Gião, 2-5º 2829-513 CAPARICA Portugal Tel +351.212 948 1 Fax +351.212 948 2 acredita@ipac.pt www.ipac.pt Anexo Técnico de Acreditação Nº L0311-1 Accreditation Annex nr. A entidade a seguir indicada está acreditada como Laboratório de Ensaios, segundo a norma NP EN ISO/IEC 125:5 Manuel Martins, Serviço de Engenharia, Lda. Laboratório de Medições Endereço Address Contacto Contact Teleone Fax E-mail Internet Rua José Carlos Aonso, Lote 25, 2.º 24-049 Leiria Susana Manaia 244 2441115 geral@manuel-martins.pt www. manuel-martins.pt Resumo do Âmbito Acreditado Acústica e Vibrações Eluentes gasosos Accreditation Scope Summary Acoustics and Vibrations Stack emissions Nota: ver na(s) página(s) seguinte(s) a descrição completa do âmbito de acreditação. A validade deste Anexo Técnico pode ser comprovada em http://www.ipac.pt/docsig/?7ld3-ty83-5h6w-6qf2 Os ensaios podem ser realizados segundo as seguintes categorias: 0 Ensaios realizados nas instalações permanentes do laboratório 1 Ensaios realizados ora das instalações do laboratório ou em laboratórios móveis 2 Ensaios realizados nas instalações permanentes do laboratório e ora destas Note: see in the next page(s) the detailed description o the accredited scope. The validity o this Technical Annex can be checked in the website on the let. Testing may be perormed according to the ollowing categories: 0 Testing perormed at permanent laboratory premises 1 Testing perormed outside the permanent laboratory premises or at a mobile laboratory 2 Testing perormed at the permanent laboratory premises and outside O IPAC é signatário dos Acordos de Reconhecimento Mútuo da EA e do ILAC O presente Anexo Técnico está sujeito a modiicações, suspensões temporárias e eventual anulação, podendo a sua actualização ser consultada em www.ipac.pt. Edição n.º 8 Emitido em 12-02-03 Página 1 de 2 IPAC is a signatory to the EA MLA and ILAC MRA This Annex can be modiied, temporarily suspended and eventually withdrawn, and its status can be checked at www.ipac.pt.

PORTUGUESE ACCREDITATION INSTITUTE Rua António Gião, 2-5º 2829-513 CAPARICA Portugal Tel +351.212 948 1 Fax +351.212 948 2 acredita@ipac.pt www.ipac.pt Anexo Técnico de Acreditação Nº L0311-1 Accreditation Annex nr. Manuel Martins, Serviço de Engenharia, Lda. Laboratório de Medições Nº Produto Ensaio Método de Ensaio Categoria Nr Product Test Test Method Category ACÚSTICA E VIBRAÇÕES ACOUSTICS AND VIBRATIONS 1 Acústica de ediícios Medição do isolamento a sons de percussão de pavimentos e determinação do índice de isolamento sonoro 2 Acústica de ediícios Medição do isolamento sonoro a sons aéreos de achadas e elementos de achada e determinação do índice de isolamento sonoro. Método global com altialante 3 Acústica de ediícios Medição do isolamento sonoro a sons aéreos entre compartimentos e determinação do índice de isolamento sonoro 4 Ruído Ambiente Medição de níveis de pressão sonora. Determinação do nível sonoro médio de longa duração 5 Ruído Ambiente Medição dos níveis de pressão sonora. Critério de incomodidade EFLUENTES GASOSOS STACK EMISSIONS NP EN ISO 1-7:8 NP EN ISO 717-2:9 Nota 3 do Documento LNEC, 2 de Abril 9 NP EN ISO 1-5:9 NP EN ISO 717-1:9 Nota 3 do Documento LNEC, 2 de Abril 9 NP EN ISO 1-4:9 EN ISO 717-1:1996 Nota 3 do Documento LNEC, 2 de Abril 9 NP ISO 1996-1:11 NP ISO 1996-2:11 IT 07/LAB ed08 NP ISO 1996-1:11 NP ISO 1996-2:11 Anexo I do Decreto-Lei nº 9/7 IT 07/LAB ed08 1 1 1 1 1 6 Eluentes gasosos Amostragem e determinação da concentração de gases (O2, CO2, CO, NO e NO2). Método automático 7 Eluentes Gasosos Amostragem e determinação de humidade. Gravimetria 8 Eluentes gasosos Amostragem e determinação de partículas totais. Gravimetria IT18/LAB* Ed. (NP ISO 396:7) IT 19/LAB* Ed. 06 (EPA 4:0) IT /LAB* Ed. 12 (ISO 9096:3) 9 Eluentes Gasosos Determinação da velocidade e caudal IT 23/LAB* Ed. 02 (NP ISO 7:0) FIM END 1 1 2 1 Notas: Notes: IT xx/lab indica instrução de trabalho interna do Laboratório Leopoldo Cortez Diretor Edição n.º 8 Emitido em 12-02-03 Página 2 de 2