ESTATUTO DE CONVIVÊNCIA



Documentos relacionados
RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE FACULDADE nº 002/04

UNIVERSIDADE CAMILO CASTELO BRANCO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO PEDAGOGIA. 1. Licenciatura Plena

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec

Educação Profissional Cursos Técnicos. Regulamento de Estágio Supervisionado

Regulamento de Estágio

SINERGIA SISTEMA DE ENSINO LTDA FACULDADE SINERGIA Portaria Recredenciamento MEC nº D.O.U, de 10/10/2011.

NORMAS DE CONVIVÊNCIA

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense - Campus Sombrio

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE ENFERMAGEM

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP

FACULDADE ESTÁCIO DE BELÉM ESTÁCIO BELÉM REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 01 DE SETEMBRO DE 2015

Reunião de Pais Escolas Idaam

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

das demais previsões relativas ao estágio previstas no Projeto Pedagógico do Curso, no Regimento Interno e na Legislação.

REGULAMENTO PARA O USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

ORGANIZAÇÃO DO COTIDIANO E ROTINA ESCOLAR ENSINO FUNDAMENTAL II (6º ao 9º ano) E MÉDIO

REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DE USO DOS LABORATÓRIOS TÍTULO I

REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS DO TOCANTINS - FIESC

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA

REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE PRÁTICA DE PERFORMANCE ATIVIDADES ARTÍSTICAS E PRÁTICA ARTÍSTICA DOS CURSOS DE MÚSICA DA EMBAP

Educando corações novos, para um mundo novo MANUAL DE NORMAS DISCIPLINARES. Educação Infantil, Ensino Fundamental (I e II) e Ensino Médio

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

O uniforme identifica o aluno, por isso sempre que vier ao Colégio, o aluno deverá se apresentar completamente uniformizado.

PRESSUPOSTOS, REGRAS E PROCEDIMENTOS 2015 ENSINO MÉDIO

SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS REGULAMENTO CAPÍTULO I - NATUREZA E FINALIDADE

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 88/2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

POLÍTICA DE USO DA BIBLIOTECA MATILDE CARVALHO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

SISTEMA DE BIBLIOTECAS - SISBAM REGULAMENTO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

ANEXO I DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS TABELA A ATRIBUIÇÕES DO CARGO PROFESSOR E PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA 20 HORAS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACAÉ FUNEMAC SUPERINTENDÊNCIA ACADÊMICA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

LEI Nº 2.619, DE 19 DE MARÇO DE 2010.

ANEXO I DA RESOLUÇÃO CONSU Nº /2014

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA

RESOLUÇÃO N II - endereços residencial e comercial completos; (Redação dada pela Resolução nº 2.747, de 28/6/2000.)

Orientações Gerais de Acordo com o Regimento Escolar (parecer favorável do COMED 006/05)

Credenciada pelo Decreto Federal de 03/07/97 - D. O. U. Nº 126, de 04/07/97

RESOLUÇÃO COTEA nº 03, de 25 de fevereiro de 2010

REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA MASTERS MARIOPOLIS

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

Estado de Goiás PREFEITURA MUNICIPAL DE ANICUNS Adm / 2016 EDITAL CHAMAMENTO PÚBLICO QUALIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

7. DIREITOS, DEVERES, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E MEDIDAS EDUCATIVAS

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE ASSIS

Resolução CTC Nº 001/2013. O CONSELHO TÉCNICO CONSULTIVO, no uso de suas atribuições regimentais (artigo 07 do Regimento Interno),

CÓDIGO DE ÉTICA DA FACULDADE DE DIREITO DE SANTA MARIA FADISMA

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

Universidade Federal de Itajubá - Unifei Campus de Itabira

EDITAL N.º01/ APRESENTAÇÃO

FACULDADE DE JUAZEIRO DO NORTE REGULAMENTO DAS NORMAS DE PROJETOS DE EXTENSÃO

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual

Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DO PACIENTE AMBULATORIAL

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA.

Educação para a vida: Acredite que é possível e realize o seu sonho!

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA

NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIO PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/ CALENDÁRIO/2016

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA

ANTEPROJETO DE REGIMENTO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS UFAL (Sob apreciação do MEC para fins de homologação) Título II Da estrutura

RESOLUÇÃO Nº 20/2012, DE 14 DE AGOSTO DE 2012

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ aprovou e eu, Reitora em exercício, sanciono a seguinte Resolução:

Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia

RESOLUÇÃO Nº 031/2009 CONSUNI (Alterado pela Resolução 006/2014 CONSUNI)

Regimento ento de Estágio Supervisionado Licenciatura em Pedagogia

CONTRATO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Transcrição:

1 ESTATUTO DE CONVIVÊNCIA Em atendimento ao disposto no CAPÍTULO XI do Regimento Escolar do Colégio Metodista Americano e tendo em vista o princípio do respeito de uns para com os outros, da solidariedade e da tolerância no processo da construção das relações interpessoais e sociais, apresenta-se este Estatuto de Convivência, como forma de regular um convívio harmônico entre toda Comunidade Escolar. Para tal, o Colégio adota medidas educativas, procurando desenvolver nos integrantes de sua comunidade a conscientização de responsabilizar-se pelas ações que executa. TÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º - Constitui finalidade deste Estatuto assegurar convivência harmônica em ambientes e atividades promovidas pelo Colégio Metodista Americano, garantindo o desenvolvimento dos processos educacionais. TÍTULO II DA APLICAÇÃO DO ESTATUTO DE CONVIVÊNCIA Art. 2º - As medidas pedagógicas de que trata esta normativa observam o Regimento Escolar, os princípios constitucionais e a legislação vigente, quando cabíveis. Art. 3º - Considera-se desrespeito às normas de convivência ação ou omissão previstas neste Estatuto, que tenham se efetivado (em todo ou em parte) ou produzido seus efeitos (físico,morais ou psicológicos) nas dependências do Colégio ou nos locais onde se realizem atividades do fazer educativo. Parágrafo Único - As dependências do Colégio Metodista Americano incluem, para os efeitos deste Estatuto, os bens móveis e imóveis de sua posse ou propriedade. TÍTULO III DAS MEDIDAS PEDAGÓGICAS Art. 4º - As medidas pedagógicas aplicáveis a discentes, funcionário(a)s administrativos, funcionário(a)s docentes e familiares de alunos(as) tomam por base o Regimento Escolar do Colégio e a legislação pertinente. CAPÍTULO I DAS MEDIDAS PEDAGÓGICAS APLICÁVEIS AO CORPO DISCENTE Art 5º - Quando se fizer necessário, são medidas pedagógicas aplicáveis ao corpo discente: I - orientação - oral na primeira vez e por escrito quando houver reincidência - realizada pelo docente e/ou Setor de alunos, de forma sigilosa, individual ou em grupo, que procura analisar os fatos e, por

2 meio do diálogo, fazer destes momentos, oportunidades educativas e de crescimento pessoal, quando o(a) estudante: a) chegar consecutivamente atrasado(a) na sala de aula; b) não participar efetivamente, deixando de contribuir com o desenvolvimento das atividades pedagógicas c) não realizar as tarefas solicitadas; d) deixar de portar o material didático solicitado, necessário à realização das atividades pedagógicas; e) entrar na sala de aula com bebidas, produtos alimentícios ou materiais alheios aos solicitados pelo professor (exceção aos alunos da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental); f) importunar outros(as) ou causar perturbação às atividades educativas, no interior ou exterior à sala de aula, nas dependências do Colégio como em laboratórios, corredores, lancheria, loja, praças, refeitório, ginásio, capela, auditório, biblioteca, pátio, entre outras; g) desobedecer, injustificadamente à ordem de autoridade competente no exercício de suas atribuições ou às regras estabelecidas pelo Colégio; h) utilizar qualquer aparelho sonoro em sala de aula ou em outros espaços onde sejam desenvolvidas atividades pedagógica tais como walkman, diskman, rádio, telefone celular, pager,iphone, ipod e outros i) deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à pessoa ameaçada, constrangida ou exposta a iminente perigo, ou não pedir, nestes casos, socorro de autoridade competente; j) apresentar manifestações ostensivas de namoro, não cabíveis com o ambiente escolar. II advertência e/ou chamamento dos responsáveis à Escola pela Equipe Pedagógica (orientadora educacional, supervisora e/ou coordenadora pedagógica) podendo, na oportunidade, assinarem termo de compromisso em que são fixadas condições para revisão de atitudes e ações, quando o(a) estudante: a) exceder o limite de atrasos permitido por componente curricular no trimestre; b) apresentar atitude de indisciplina que perturbe o bom andamento da aula e/ou demais atividades pedagógicas; c) comparecer, pela terceira vez, sem o devido uniforme; d) realizar tarefas de outros componentes curriculares ou ocupar-se de outras atividades durante as aulas; e) escrever, rabiscar ou desenhar nos móveis, nas paredes, no assoalho ou no prédio escolar; f) utilizar-se de identificação estudantil de colega na Escola; g) receber a terceira orientação - escrita ( do professor ou setor de alunos)

3 h) sair da Escola, em horário regular, sem a devida autorização dos responsáveis; i) incumbir outra pessoa do desempenho de tarefa que seja de sua responsabilidade, como colegas fazerem o seu trabalho, colocar nome em tarefa da qual não tenha participado, entregar cópia da internet, apresentando em nome próprio o que não é de sua autoria; j) utilizar-se de qualquer tipo de fraude nas avaliações; k) constranger alguém, mediante violência física ou ameaça verbal; l) destruir, inutilizar ou tomar para si bens patrimoniais, institucionais ou alheios; III suspensão, por um período de 1(um) a 5(cinco) dias úteis, e, se necessário, encaminhamento para a busca de novas alternativas de atendimento, conforme decisão da Equipe Pedagógica e vice-direção, quando o(a) estudante: a) a)receber a terceira advertência; b) participar e/ou promover brigas, algazarras, em qualquer dependência da Escola e/ou nas imediações da mesma, acarretando danos pessoais ou a terceiros e danos materiais à Escola como depredações, pichações; c) desrespeitar colegas, professores e/ou funcionários por meio de palavras, gestos e/ou atitudes ofensivas ou preconceituosas; d) falsificar assinaturas dos seus responsáveis, de professores ou de funcionários ou alterar documentos; e) praticar, induzir ou incitar, por qualquer meio, discriminação ou preconceito de sexo, cor, etnia, religião ou credo contra colegas, funcionário(a)s ou docente(s); f) apresentar-se publicamente em estado de embriaguez ou sob efeito de substâncias psicoativas, de modo que ponha em perigo a segurança própria ou alheia; g) fazer uso ou comércio de cigarro, de drogas lícitas ou ilícitas ou de qualquer outro produto de mesma natureza, nos espaços da Escola; h) apresentar caso grave de indisciplina não mencionada neste item.

4 IV esgotadas as medidas pedagógicas e as alternativas de atendimento da Instituição, o(a) estudante será orientado(a) pela Direção a buscar novo espaço escolar mediante o indeferimento de rematrícula. 1º- De igual modo, o(a) aluno(a), ao quebrar qualquer norma estabelecida dentro da Escola ou fora dela quando a representando, pode passar pelas prescrições acima. 2º - A Direção do Colégio, conforme a gravidade do caso, pode aplicar quaisquer das medidas, independentemente da ordem sequencial prevista nos itens deste artigo. 3º - Toda medida pedagógica aplicada é comunicada aos responsáveis através da agenda escolar que deve ser devolvida assinada pelos mesmos e apresentada à Coordenação dentro do prazo estipulado. CAPÍTULO II DAS MEDIDAS PEDAGÓGICAS APLICÁVEIS AOS(ÀS) DOCENTES Art. 6º - Como agentes fundamentais na execução do Projeto Pedagógico, juntamente com a Direção, Equipe Pedagógica e familiares, os(as) docentes desenvolvem situações didáticas, em sala de aula e outros espaços educativos, que identificam a filosofia e as diretrizes institucionais. Assim, espera-se dos(as) docentes conhecimento e práticas pedagógicas condizentes com os mesmos. Art. 7º - Diante de manifestações em desacordo com a proposta da Instituição, constatadas pela Direção e/ou Equipe Pedagógica através do acompanhamento do trabalho desenvolvido, os(as) docentes são : a) orientados(as) pela Equipe Pedagógica para a retomada das normas institucionais, havendo o registro escrito desses momentos; b) advertidos pela Direção juntamente com representante da Gestão de Pessoas, mediante assinatura de termo de compromisso; c) passíveis de desligamento da Instituição, pela Direção juntamente com representante da Gestão de Pessoas. CAPÍTULO III DAS MEDIDAS PEDAGÓGICAS APLICÁVEIS AOS FUNCIONÁRIOS(AS) ADMINISTRATIVOS(AS) Art. 8º - De igual forma, espera-se dos(as) funcionários(as) administrativos(as) o conhecimento das orientações institucionais, de maneira a que execute suas ações de acordo com a identidade Metodista. Art. 9º - Para os(as) funcionários(as) administrativos(as) são adotadas as mesmas medidas elencadas no Art. 7º deste Estatuto.

5 CAPÍTULO IV DAS ORIENTAÇÕES APLICÁVEIS AOS FAMILIARES DE ALUNOS(AS) Art. 10 Compartilhando da ação da Escola na formação do(a) educando(a), os familiares têm papel importante e responsável na tarefa educativa. Assim, quando necessário, o Colégio: a) disponibiliza materiais de apoio tais como textos, bibliografias, vídeos, sites e outros, para informação/formação dos responsáveis; b) promove palestras sobre temas pertinentes e relativos às demandas escolares; c) encaminha para atendimentos com profissionais de diferentes áreas; d) intervem, mediando os casos de conflitos entre familiares e/ou entre familiares, docentes e funcionários, quando no ambiente escolar; e) proíbe o uso de imagens sem prévia autorização da direção da escola. (art.17 -ECA). Art. 11 - Este Estatuto entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário. Porto Alegre, 18 de maio de 2010. Norberto da Cunha Garin Diretor Geral