Rede Portuguesa de Matemática na Indústria



Documentos relacionados
Levantamento da situação nacional da Matemática Industrial para a Rede PT-MATH-IN

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13

Plano de Atividades 2015

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

CAPÍTULO I. Denominação, Natureza, Âmbito, Duração, Sede e Objecto

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

Mestrado em Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais. Edição 2009/2010. Cidade da Praia, Cabo Verde

FrontWave Engenharia e Consultadoria, S.A.

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA.

Workshop 20 de Junho de Plataforma de recursos minerais UE, África e América Latina

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade

Sandra Maria Fevereiro Marnoto Licenciada em Gestão (1994) e Mestre em Finanças (2001) pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto e é

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

4º CONGRESSO NACIONAL DOS ECONOMISTAS. O Papel das Instituições de Ensino Superior na Dinâmica da Criação de Empresas, por meio de Redes De Inovação

Instituto Politécnico de Santarém Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional Documento de orientação estratégica

Soluções com valor estratégico

Hypercluster do mar. Setembro 2009

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

Smart Cities Portugal

(Des)Enlace entre cidadãos e sistemas sociais: em torno dos laços sociais na intervenção dos assistentes sociais.

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar Biénio Lista B. Programa de Candidatura

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL

Novas Dinâmicas no Empreendedorismo Universitário

Academia da PwC A formação profissional assume particular relevância no sucesso das empresas, a todos os

conciliação e igualdade

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

Passaporte para o Empreendedorismo

INFORMAÇÃO PESSOAL FORMAÇÃO ACADÉMICA JOÃO MIGUEL ALCOBIO CURVACHO 1. ESQ, 2300 TMR. / joao.curvacho@ipt.pt.

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre O INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO. e O SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. ( ) ENED Plano de Acção

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS

BIOCANT PARK A NOSSA VISÃO

Compromissos na educação

Gestão Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

PDI GERAL DO CEFET/RJ

Sistema Nacional de Investigação e Inovação: Desafios, Forças e Fraquezas

Boletim Benchmarking Internacional. Extensão Tecnológica

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO

Seminário. O Desenvolvimento Sustentável das Telecomunicações. Artur Calado

REDE PME INOVAÇÃO COTEC

10:00 O CIO e o Enterprise Business Assurance na gestão de grandes empresas Rui Paiva, Administrador da SSI Angola

Ministério das Obras Públicas

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

Análise comparativa dos sistemas de avaliação do desempenho docente a nível europeu

CIRCULAR INFORMATIVA

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo

A EERA E NO ÂMBITO DO SET PLAN

Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas

QUALIDADE E INOVAÇÃO. Docente: Dr. José Carlos Marques

Apresentação da empresa

DESPACHO. ASSUNTO: Observatório Permanente de Análise e Acompanhamento da Inserção Profissional dos Diplomados da ESTeSL - OPAIP.

Breve apresentação da Católica Porto

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO

AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

Geografia 03 Tabata Sato

Contabilidade e Fiscalidade

Together We Create Value

Plano de Atividades 2014

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação L RECyT,

COOPERAÇÃO ENTRE PORTUGAL E ANGOLA EM C&T

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

A inovação e essencial à competitividade

PROMOVER O ACESSO À INFORMAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

Manual de Operacionalização

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

IERA um projeto gerador de oportunidades. 30 de junho de 2015 celso guedes de carvalho

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE

O contributo do Cluster Habitat Sustentável

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO EMPRESARIAL INTERNACIONAL E DIPLOMACIA ECONÓMICA

O empreendedorismo em Portugal

Um mar de oportunidades. Mestrado em Gestão Portuária. Mensagem do Presidente da ENIDH Escola Superior Náutica Infante D. Henrique.

Câmara Municipal da Golegã Instituto Politécnico de Tomar PROTOCOLO. Como Primeiro Outorgante: INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR (IPT), com sede na

Transcrição:

Rede Portuguesa de Matemática na Indústria Apresentação dos resultados dos grupos de trabalho Adérito Araújo FCT/UNL, 15 de Julho de 2014

Grupos de trabalho Grupo 1: Levantamento de outras redes nacionais Coordenadores: Fernando Pestana da Costa e José Matias Grupo 2: Ponto da situação nacional Coordenadores: Paula Cerejeira, Joaquim Correia e Rui Rodrigues Grupo 3: Ligação ao ensino Coordenadores: Isabel Cristina e Ana Moura Grupo 4: Oportunidades e desafios Coordenadores: Manuel Cruz, Cláudia Nunes e Alberto Pinto

Grupo 1: Outras redes nacionais Ver lista em: www.mat.uc.pt/~alma/pt-maths-in/ Redes de cariz informal; Áustria, Hungria, Suécia; redes de cariz formal: França, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália, Reino Unido; outra: Polónia; A rede holandesa não se dedica exclusivamente à MI; Elaborado um inquérito às várias redes (poucos responderam).

Grupo 1: Outras redes nacionais

Grupo 2: Situação nacional Elaborado um inquérito para fazer o levantamento da situação nacional; Construído um template para reportar histórias de sucesso; Foi o levantamento de dois casos particulares: Évora e UNL

Grupo 2: Situação nacional Inquérito Tecido industrial circundante Existência de parque industrial na proximidade? Tipo de empresas; Relação instituição / tecido industrial circundante Tópicos matemáticos abordados com possível aplicação industrial; Sectores industriais com que colabora; Casos de sucesso; Consultadorias; Eventos organizados; Empregabilidade dos alunos na indústria Infra-estruturas da instituição Tamanho da instituição; Breve descrição do grupo; Gabinetes de apoio a projectos Dificuldades enfrentadas

Grupo 3: Ligação ao ensino Levantamento exaustivo da situação nacional Informar, inspirar, estimular e convencer a Academia Benefícios de uma relação Indústria / Rede PT-Math-IN / Academia Programas de ensino; modelo de mestrado ECMI Formação continuada

Grupo 3: Ligação ao ensino Informar, inspirar, estimular e convencer a Academia Divulgação de casos de sucesso; ESGIs; workshops/conferências; apoio à criação de start ups e registos de patentes; Seminários proferidos por recentes graduados em Matemática que escolheram seguir a carreira industrial; modelling weeks; projectos com alunos pré-universitários. Benefícios de uma relação Indústria/PT-Math-IN /Academia Para a academia: Criar estágios para os alunos na indústria; aumentar o leque de saídas profissionais para alunos; parcerias inter-universitárias; alargar mapas de estágios; Para os alunos: Estudar problemas reais, casos de estudo práticos; formação direcionada; Potenciar a empregabilidade.

Grupo 3: Ligação ao ensino Programas de ensino; modelo de mestrado ECMI A Rede Portuguesa de Matemática na Indústria deve contribuir para a harmonização dos programas educacionais em Matemática Industrial, criando uma coesão nestas designações, e ainda para o alargamento geográfico destes cursos no país; Em Portugal, devem ser criados cursos superiores de Matemática Industrial, ao nível de licenciatura, mestrado e doutoramento, com programas comuns a várias universidades e que interliguem alunos e docentes de várias instituições de ensino, de forma a criar uma comunidade científica neste processo; Difundir o modelo de mestrado do ECMI. Formação continuada

Grupo 4: Oportunidades e desafios Apresentadas algumas considerações sobre as oportunidades e desafios inerentes à criação daquela rede. Factos e oportunidades: a nível da indústria; a nível político; a nível académico; a nível de financiamento Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico

Grupo 4: Oportunidades e desafios Factos e oportunidades A nível da indústria: grandes empresas; PMEs; grupos e associações sectoriais; A nível político: a MI potencia a inovação, potenciando a economia nacional; A nível académico: o desenvolvimento de novas linhas de investigação e financiamento; captação de estudantes; consultoria; fundos europeus. Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico

Grupo 4: Oportunidades e desafios Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico. A nível da POR-MATHS-IN: Como aumentar a visibilidade dos centros? Quais os estatutos da rede? Como compaginar os interesses individuais com os interesses nacionais? Como garantir a qualidade? Como gerir os fundos gerados pela rede? A nível industrial: a matemática tem aqui uma oportunidade para se afirmar como uma mais-valia; A nível académico: valorização da actividade de MI; desenvolver programas de ensino adequados (licenciatura, mestrado e doutoramento); envolvimento de alunos em actividades de modelação.

Considerações finais Rede formal ou informal? Aproveitar redes já existentes (CIM/CNM/APMInd/...)? Quem são os membros? Qual a missão da rede? Novos grupos de trabalho? Novas pessoas? Datas: 26/Set/2014 (Braga, reunião CNM com os presidentes do ERC, J-P Bourguignon e EU-MATHS-IN, Mario Primicerio); 3-5/Out/ 2014 (Aveiro, 5º Encontro Ibérico de Matemática, com sessão de MI) Ver: www.mat.uc.pt/~alma/pt-maths-in/