ESCOLHA E IMPUGNAÇÃO DO ÁRBITRO
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- Felícia Madureira Sá
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1 ESCOLHA E IMPUGNAÇÃO DO ÁRBITRO Os árbitros devem contar com a confiança das partes e atuar durante todo o procedimento, de forma imparcial, independente, com competência, diligência e discrição, garantindo a igualitária participação das partes e a ampla defesa. As partes devem buscar escolher alguém de carreira sólida e reputação ilibada ESCOLHA DO ÁRBITRO OS ÁRBITROS NÃO DEVEM: ter ou ter tido relacionamento próximo, de cunho pessoal ou profissional, com as partes em litígio ter qualquer interesse direto ou indireto no objeto do litígio, uma vez que esse interesse poderia levar a uma decisão parcial e não independente A eventual relação próxima do árbitro com os advogados das partes também pode ser objeto de questionamentos A decisão sobre a escolha do árbitro deve ser baseada, entre outros requisitos, na forma de escolha prevista na convenção de arbitragem, nas características da disputa, tipo de contrato e de conflitos, partes, rapidez do caso, idioma, lei aplicável e local da arbitragem ATUAÇÃO O árbitro tem como função principal decidir sobre a controvérsia, mas deverá, também, conduzir a arbitragem de forma rápida e eficiente CRITÉRIOS capacidade e confiança das partes conhecimento técnico em arbitragem aptidão para aplicar a lei que rege o contrato e/ou conflito especialização ou conhecimento técnico na matéria em discussão fluência no idioma da arbitragem ausência de conflitos de interesse, impedimento ou suspeição disponibilidade tomar por base as listas de árbitros de algumas instituições arbitrais DEVER DE REVELAÇÃO O QUE É: Dever do árbitro de revelar as informações e/ou relações existentes entre si e com as partes, com o litígio e, de alguma forma, com os advogados das partes, e que possam vir a causar algum impacto na sua imparcialidade e independência OBJETIVO: Transmitir às partes e à instituição que administra o procedimento todas as informações necessárias para a decisão sobre eventual impugnação do árbitro, garantindo a transparência e a confiança de todos na arbitragem CONTEÚDO: Impedimentos para atuar na causa, bem como qualquer fato que possa causar dúvida às partes sobre sua imparcialidade ou independência MOMENTO: Antes da aceitação do encargo ou durante o procedimento arbitral, imediatamente após o conhecimento do fato pelo árbitro
2 FORMAÇÃO DO TRIBUNAL ARBITRAL A formação do tribunal arbitral e a forma de escolha dos árbitros podem e devem ser estabelecidas pelas partes na convenção arbitral MÉTODO DIRETO Descrito expressamente na cláusula arbitral Veja o modelo de cláusula de formação direta MÉTODO INDIRETO Estabelecido por meio de referência às regras de uma instituição arbitral Veja o modelo de cláusula de formação indireta ÁRBITRO ÚNICO OU TRÊS ÁRBITROS É regra a indicação de árbitros em número ímpar, para que não exista risco de empate nas decisões do tribunal arbitral. No Brasil, isso consta expressamente da Lei de Arbitragem É regra internacionalmente aceita de que a arbitragem seja conduzida por ou árbitros No caso de árbitros, cada parte pode escolher um e o terceiro será escolhido pelos dois árbitros ou pelas partes em conjunto Veja a Cláusula Arbitragem de três árbitros e a Cláusula Arbitragem de árbitro único ARBITRAGEM MULTIPARTE Polarização: a formação do tribunal arbitral se dá por meio da escolha de um árbitro por polo, deixando a escolha do presidente do tribunal arbitral para os árbitros escolhidos pelos polos distintos Pedidos contrapostos : a formação do tribunal arbitral deve ser feita pela instituição arbitral, a fim de manter a igualdade das partes no processo de escolha dos árbitros / 5 X 5 / X / SECRETÁRIO DO TRIBUNAL A função do secretário é controlar prazos para o tribunal, minutar comunicações, manter as peças e documentos em ordem e auxiliar na preparação das decisões, de acordo com a orientação e a supervisão dos árbitros, normalmente sem custo para as partes, que deverão ser informadas e concordar com a participação do secretário e com o nome indicado /
3 IMPUGNAÇÃO DO ÁRBITRO CAUSAS Estão impedidos de funcionar como árbitros as pessoas que tenham, com as partes ou com o litígio, algumas das relações que caracterizam os casos de impedimento ou suspeição de juízes. Também se considera o grau de relacionamento entre árbitros e advogados para a verificação de conflitos de interesses advindos desse relacionamento PRAZO Imediatamente após o conhecimento do fato impeditivo pela parte ou na primeira oportunidade que tiver para se manifestar no procedimento arbitral PEDIDO Nas arbitragens institucionais, o pedido é direcionado à instituição que está processando a arbitragem e que, com base nos regulamentos próprios, determinará a forma de decisão do pedido de afastamento Nas arbitragens ad hoc, o pedido é direcionado aos demais árbitros e decidido por eles, ou como as partes estabelecerem na convenção arbitral SUBSTITUIÇÃO SUPERVENIENTE DO ÁRBITRO No decorrer do procedimento arbitral, poderá haver a necessidade de substituição do árbitro por motivos variados CAUSAS Verificação posterior de impedimentos para atuação, súbita renúncia do árbitro, grave enfermidade, morte, casos extremos de não cumprimento dos deveres na condução da arbitragem ou qualquer outro tipo de impossibilidade justificada para a atuação no procedimento arbitral FORMA O árbitro substituto deve, como regra, ser escolhido da mesma forma pela qual o árbitro substituído foi escolhido REPETIÇÃO DOS ATOS O árbitro substituto poderá solicitar às partes a repetição dos atos processuais que entender necessários a seu convencimento RESULTADO Com o acolhimento da impugnação, o árbitro deverá ser afastado e substituído, na forma da convenção arbitral, do regulamento da instituição arbitral e da legislação aplicável. Caso a impugnação seja indeferida, o árbitro permanece, não cabendo recurso arbitral ou judicial contra essa decisão
4 CCI X CAM-CCBC DEVER DE REVELAÇÃO Arts. () e () do Regulamento de Arbitragem Antes da aceitação ou durante a arbitragem Quaisquer fatos ou circunstâncias cuja natureza possa levar ao questionamento da sua independência aos olhos das partes, assim como quaisquer circunstâncias que possam gerar dúvidas razoáveis em relação à sua imparcialidade Antes da aceitação - na assinatura da declaração de aceitação, disponibilidade, imparcialidade e independência; Durante a arbitragem - imediatamente ao fato ou circunstância e por escrito à Secretaria e às partes Momento Forma Art. 5. do Regulamento de Arbitragem A qualquer momento Circunstâncias que poderiam gerar dúvidas quanto a sua independência e imparcialidade (art. 5. do Regulamento de Arbitragem) Antes da nomeação: preenchimento do questionário de independência e imparcialidade, antes da efetiva confirmação do árbitro (art..6 e 5. do Regulamento de Arbitragem); Durante o procedimento: assim que surgir alguma causa de impedimento ou fato que possa causar prejuízo à imparcialidade ou independência do árbitro (art. 5. do Regulamento de Arbitragem) ATUAÇÃO DO ÁRBITRO Arts. a 5, e do Regulamento de Arbitragem Art. 7.8 do Regulamento de Arbitragem e Enunciado do Código de Ética do CAM-CCBC Do Tribunal Arbitral ou do árbitro em desempenhar funções de acordo com o Regulamento Compromisso Do Tribunal Arbitral ou do árbitro em adotar as medidas necessárias e convenientes para o correto desenvolvimento do procedimento, observados os princípios da ampla defesa, do contraditório e da igualdade de tratamento das partes Do procedimento deve ser eficiente e respeitar os direitos das partes Condução Da arbitragem, o árbitro assume o compromisso de ser diligente; conduzir o procedimento de forma escorreita; atuar com competência e eficiência; zelar pelos custos do processo; estar preparado para as audiências, ser leal; manter comportamento probo e urbano para com as partes, advogados e testemunhas; entre outros deveres Alguns documentos da CCI que auxiliam os árbitros a dar mais eficiência ao procedimento, controlar custos e o tempo da arbitragens são: Report on Controlling Time and Costs in Arbitration; Case Management Techniques; Practice notes, forms and checklists Documentos A CCI não possui lista de árbitros, deixando as partes livres para a nomeação de árbitro único ou coárbitros. No caso de nomeação de um ou alguns dos árbitros pela Corte, essa pode se valer das indicações e sugestões dos comitês ou grupos nacionais criados para suporte à Corte na prática local LISTA DE ÁRBITROS Corpo de Árbitros Indicação de árbitros fora da lista Presidente do tribunal arbitral Possui um Corpo de Árbitros, cuja formação é regulamentada no art.. do Regulamento de Arbitragem, integrado por profissionais brasileiros e estrangeiros de ilibada reputação e notável saber jurídico É possível, desde que seja apresentado o currículo do profissional, que será submetido à aprovação do Presidente do CAM-CCBC (art... do Regulamento de Arbitragem) Em regra deve ser integrante do corpo de árbitros, mas admitem-se exceções mediante aprovação do Presidente do CAM-CCBC (arts..9 e.9. do Regulamento de Arbitragem) Obs.: O art., º da Lei de Arbitragem assegura às partes, via convenção de arbitragem, o direito de afastar a aplicação da regra da necessária escolha de árbitro constante da lista de árbitros
5 NÚMERO DE ÁRBITROS Art. do Regulamento de Arbitragem Árbitro único ou três árbitros (art. ()) Quantidade Art. do Regulamento de Arbitragem Árbitro único ou três árbitros (i) pelas partes: árbitro único - se as partes não dispuserem em contrário, nomeado de comum acordo pelas partes ou pela CCI (art. ()); árbitros - se as partes não dispuserem em contrário, nomeados respectivamente: pelo requerente, pelo requerido e (presidente do tribunal arbitral) pela Corte, se as partes não convencionarem outro procedimento (arts. () e (5)) Obs.: A CCI nomeará os árbitros se as partes deixarem de designá-los ou não entrarem em acordo (ii) pela CCI: se as partes não definirem o número de árbitros, a arbitragem será conduzida por árbitro único, salvo se a CCI considerar justificável a nomeação de três árbitros (art. ()) (Art. 0 e Apêndice VI do Regulamento de Arbitragem) - árbitro único obrigatoriamente se: a cláusula de arbitragem for celebrada depois de ; o valor em disputa não passar de US$ milhões; e as partes não excluíram expressamente a utilização das regras de arbitragem expedita da CCI Definição Arbitragem expedita (i) pelas partes: árbitro único - se as partes não dispuserem em contrário, nomeado de comum acordo pelas partes ou pelo Presidente da CAM-CCBC (art..); árbitros nomeado pelo requerente e pelo requerido. Os árbitros escolhidos pelas partes conjuntamente indicam o terceiro árbitro, que será o presidente do tribunal arbitral (arts.. e.9) Obs.: Em caso de omissão de qualquer das partes ou se os árbitros indicados deixarem de indicar o terceiro árbitro, o Presidente do CAM- CCBC nomeará o árbitro faltante dentre os membros integrantes do Corpo de Árbitros (art..) (ii) pela CAM-CCBC: não há regra no caso de silêncio das partes com relação ao número de árbitros, se necessário a questão é verificada caso a caso ARBITRAGEM MULTIPARTE Arts. (6) a (8) do Regulamento de Arbitragem Se for possível a polarização das partes entre requerentes e requeridos: ocorre a escolha de um árbitro por polo, deixando a escolha do presidente do tribunal arbitral para os árbitros escolhidos pelos polos distintos; ou a escolha de todos os membros do tribunal arbitral é feita pela Corte da CCI (se não for possível a escolha pelas partes e estas não tiverem acordado outra forma) Forma Art..6 Regulamento de Arbitragem A regra da polarização para a escolha prevalece nas arbitragens administradas pelo CAM-CCBC Havendo várias partes, sem dois polos definidos e com pedidos contrapostos entre elas: a Corte da CCI deverá escolher os todos os membros do tribunal arbitral Nota às Partes e aos Tribunais Arbitrais sobre a Condução da Arbitragem conforme o Regulamento de arbitragem da CCI emitida pela Secretaria da CCI, em A CCI estabelece regras para a participação do Secretário do Tribunal nos itens 7 a 5 da Nota às Partes Antes de nomear o Secretário, o Tribunal arbitral deve comunicar às partes sua proposta de nomeação, acompanhada de curriculum, apresentação de termo atestando a independência e imparcialidade e atuação com manutenção da confidencialidade (item ) SECRETÁRIO DO TRIBUNAL ARBITRAL Regras Não havendo polarização entre as partes e/ou consenso com relação à formação do tribunal arbitral, o Presidente do CAM-CCBC será o responsável pela indicação de todo os membros do tribunal arbitral Art., 5º, da Lei de Arbitragem O Regulamento de Arbitragem do CAM-CCBC não estabelece regras para a participação do Secretário do Tribunal 5
6 PROCEDIMENTO DE IMPUGNAÇÃO Art. do Regulamento de Arbitragem Deve ser apresentada por uma manifestação à Secretaria da CCI Deve especificar os fatos e as circunstâncias que a fundamentam A impugnação deve apresentada no prazo de 0 dias do recebimento, pelo impugnante da notificação ou confirmação do árbitro, ou da data em que o impugnante tomou conhecimento dos fatos e circunstâncias que fundamentam a impugnação Ao árbitro ou ao tribunal arbitral e às demais partes será conferido prazo adequado para manifestação sobre os motivos da impugnação A Corte da CCI deverá decidir sobre o pedido, aceitando ou não a impugnação (art. ()) Forma Prazos Decisão Art..6 Regulamento de Arbitragem Deve ser apresentada por manifestação direcionada ao Tribunal Arbitral e à Secretaria do CAM-CCBC Objeção por falta de independência, imparcialidade ou por motivo justificado (art. 5. do Regulamento) Antes da nomeação: após receberem o Questionário de Conflitos de Interesse e Disponibilidade do CAM- CCBC preenchido pelos árbitros, as partes têm 0 dias para se manifestar. Se apresentarem objeção relacionada à independência, imparcialidade ou qualquer matéria relevante referente ao árbitro, será concedido prazo de 0 dias para manifestação do árbitro envolvido, após o que as partes terão 0 dias para apresentação de eventual impugnação que será processada nos termos do art. 5.; Durante o procedimento: no prazo de 5 dias, contado do conhecimento do fato, para a parte apresentar a impugnação de árbitro por falta de independência, imparcialidade, ou por motivo justificado (art. 5.) Um comitê especial, constituído por membros do corpo de árbitros nomeados pelo Presidente do CAM- CCBC, deverá decidir sobre a impugnação SUBSTITUIÇÃO SUPERVENIENTE DO ÁRBITRO Art. 5 do Regulamento de Arbitragem Art. 5.5 do Regulamento de Arbitragem O árbitro será substituído se vier a falecer, se a Corte aceitar a sua renúncia ou impugnação, ou se a Corte aceitar um pedido de todas as partes (art. 5 ()); Motivos Causas de impedimento, morte ou incapacidade de qualquer dos árbitros Se a Corte constatar que o árbitro se encontra impedido de jure ou de facto de cumprir as suas atribuições como árbitro, ou quando não desempenhar as suas funções de acordo com o Regulamento, ou dentro dos prazos prescritos (art. 5 () A Corte decidirá, discricionariamente, se deve ou não seguir o processo inicial de nomeação (art. 5 ()) Escolha do substituto Da mesma forma quando da indicação ou nomeação do árbitro substituído Com os árbitros remanescentes nos caso autorizados pela Corte (art. 5 (5)) Possibilidade de prosseguimento O regulamento não prevê a necessidade de indicação de árbitro suplente pelas partes Árbitro suplente Exigência de indicação pelas partes foi eliminada do Regulamento de Arbitragem reformado em 0 Acesse o Lexis 60 6
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