PORTARIA DENATRAN Nº 01, DE
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- Maria Laura Aquino Barreto
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1 PORTARIA DENATRAN Nº 01, DE (revogada pela Portaria 47/98) O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso de suas atribuições e para cumprir o disposto no artigo 21, inciso XVI, da Portaria n.º 417/MJ, de 26 de outubro de 1993, que aprovou o Regimento Interno da Secretaria de Trânsito, e CONSIDERANDO o que consta da Decisão CONTRAN n.º 01, de 02 de março de 1993 e da Resolução CONTRAN n.º 768, de 29 de junho de 1993, RESOLVE: Art. 1º - Estabelecer os procedimentos para a concessão do código de marca/modelo de veículos do Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, para efeito de registro, licenciamento e emplacamento nos órgãos de trânsito. Art. 2º - Os veículos nacionais, importados, transformados ou encarroçados, serão homologados e inclusos com códigos específicos na tabela de marca/modelo do RENAVAM, atendidos os procedimentos previstos nos Anexos de I a VIII, desta Portaria. 1º - Aos veículos novos nacionais aplica-se no que couber o disposto no Anexo I e o atendimento aos Anexos II, VI e VIII. 2º - Aos veículos importados aplica-se no que couber o disposto no Anexo I e o atendimento aos Anexos IV, V (se for o caso), VI e VIII. 3º - Aos veículos transformados ou encarroçados aplica-se no que couber o Anexo I e o atendimento aos Anexos VI e VII. 4º - Aos reboques e semi-reboques de fabricação nacional ou importado aplica-se no que couber o Anexo I e o atendimento aos Anexos III e VI. 5º - Aos veículos de transporte coletivo de passageiros, ônibus ou microônibus, aplica-se no que couber o Anexo I e o atendimento aos Anexos II, VI e VIII.
2 Art. 3º - A homologação de cada modelo de veículo, inclusão na tabela de marca/modelo do RENAVAM e concessão do respectivo código, serão procedidas pelo Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, mediante solicitação da parte interessada, devidamente instruída com os documentos indicados nos Anexos previstos no Artigo anterior. Parágrafo único. O DENATRAN deverá conceder o código específico do veículo inscrito na tabela de marca/modelo, no prazo máximo de 30 dias a contar da apresentação da documentação completa de que trata o caput deste Artigo. Art. 4º - Fica criado o CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DE VEÍCULOS, conforme modelo constante do Anexo IX, desta Portaria. (revogado pela Portaria N. 04/96) Art. 5º - Os veículos importados, não homologados e sem o código específico na tabela de marca/modelo do RENAVAM, poderão ser registrados, licenciados e emplacados pelos órgãos de trânsito após observados os procedimentos previstos nos Anexos X e XI, desta Portaria. (artigo revogado pela Portaria N. 04/96) 1º - Para registro, licenciamento e emplacamento dos veículos de que trata este Artigo, o órgão de trânsito deverá utilizar o código de designação genérica da tabela marca/modelo do RENAVAM. 2º - O código a que se refere o 1º deverá ser fornecido pelo DENATRAN mediante a solicitação do órgão de trânsito, que instruirá o pedido com: nome do fabricante, tipo e modelo do veículo, país de origem e fotografias (frente, traseira e lateral). Art. 6º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. Brasília, 10 de janeiro de 1994 KASUO SAKAMOTO Diretor do DENATRAM
3 - ANEXO I - REQUISITOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE VEÍCULOS NACIONAIS E IMPORTADOS JUNTO AO RENAVAM Para obtenção da homologação de veículos no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM, para registro, licenciamento e emplacamento junto aos órgãos estaduais de trânsito, o fabricante ou transformador nacional, o importador, pessoa física ou jurídica, deverá encaminhar ao DENATRAN documentação detalhada em forma de brochura, contendo as seguintes informações: 1. DE CARÁTER DESCRITIVO Caracterização do fabricante, transformador ou importador, razão social, endereço completo e pessoa responsável Instrumento de constituição da empresa - cópia autenticada em cartório (para o primeiro registro) Marca Tipo do veículo Designação comercial (modelo) Lotação (n.º de passageiros) Quantidade de assentos Local da linha de montagem Catálogos, fotografias e desenhos dos veículos caracterizando-os em várias posições, de modo a identificar uma versão da outra.
4 2. DE NATUREZA TÉCNICA Memorial descritivo Descrição e materiais do chassi Número de eixos e rodas Eixos motrizes (n.º, localização) Distância entre eixos Dimensões exteriores do veículo (comprimento, largura, altura) Altura do veículo carregado, altura em vazio e altura do ponto mais baixo em relação ao solo Massa do veículo em ordem de marcha Distribuição do peso por eixo - veículos de carga reboques e semi-reboques (informações de projeto) Peso por eixo (veículos de carga, reboques e semi-reboques) Massa máxima de reboque que se pode acoplar reboque, semi-reboque com e sem freios Capacidade de carga declarada pelo fabricante Lotação (número de pessoas) Peso Bruto Total (PBT), Capacidade Máxima de Tração (CMT) Balanço traseiro MOTOR (Anexos A, B, C, D PROCONVE) Fabricante Localização.
5 Número e disposição dos cilindros Diâmetro x curso Tempo do motor Diagrama de abertura das válvulas Cilindrada Taxa compressão Potência Máxima RPM Máxima Combustível Sistema de alimentação (descrição completa) Sistema de ignição (descrição completa - unidade de controle, tipo, etc.) Sistema de escapamento (descrição completa, esquema, diâmetro do tubo vazão, etc.) Sistema antipoluente (descrição completa, com diagramas e croquis) Sistema de arrefecimento (descrição completa) Sistema de aspiração. 2.3.TRANSMISSÃO Tipo Caixa de Marchas Relação transmissão. 2.4.SUSPENSÃO Descrição do Sistema de suspensão (dianteira e traseira).
6 2.5.DIREÇÃO Descrição do sistema. 2.6.CARROÇARIA Tipo Número de assentos Materiais e tipo de construção Configuração e número de portas Portas, fechos e dobradiças Pára-brisa e janelas. Material utilizado. Ângulo de inclinação. Método de Montagem. 3.SISTEMA DE FREIOS Descrição detalhada do sistema de freios. 4.PNEUS E RODAS Tipo Dimensões Características das Rodas.
7 5.ESPELHOS RETROVISORES Descrição, campo de visão. 6.CINTO DE SEGURANÇA Tipo Desenhos das fixações dos cintos de segurança e das partes da estrutura de veículo a que estão fixadas. 7.DISPOSITIVOS DE ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO Descrição do Sistema Fotografia colorida da parte dianteira e traseira do veículo enfocando os dispositivos de iluminação e sinalização. 8.IDENTIFICAÇÃO VEICULAR A Resolução CONTRAN 659/85 alterada pela 691/88 especifica os critérios e determina os locais para a gravação do número de identificação do veículo designado por código VIN (Vehicle Identification Number) indispensáveis para registro, licenciamento e emplacamento junto aos órgãos estaduais de trânsito. A composição do código VIN seguirá os critérios estabelecidos na norma ABNT NBR 6066/80, com exceção da 10ª posição que corresponderá, obrigatoriamente, ao ano de fabricação. Para a perfeita identificação do veículo, deverão ser atendidos os anexos II, ou III, ou IV, ou VII e informar a localização da numeração seriada do motor, caixa de câmbio, eixos e carroçaria.
8 8.1.TABELA DE MARCA/MODELO/VERSÃO DO RENAVAM Para obtenção do código MARCA/MODELO/VERSÃO junto ao RENAVAM, o interessado, fabricante nacional ou importador, deverá atender aos critérios estipulados para formação desta tabela, indicando a denominação do veículo através da MARCA; MODELO E VERSÃO. Este composição terá no máximo 24 caracteres alfanuméricos e deverá ser determinada pelo fabricante/importador, onde: MARCA: Identifica o fabricante (geralmente caracterizada pelo nome da fábrica, sua sigla ou nome fantasia). MODELO: Identifica uma família de veículos de um mesmo fabricante que não diferem entre si nos seus aspectos essenciais como desenho da carroceria, denominação dada pelo fabricante, etc. Para composição do campo designado para o modelo, o fabricante/montador não poderá utilizar o seguinte: a - Quanto à especificação de carroceria - ex. camping, station wagon, conversível, hatchback, jipe, bugy, pick-up, furgão, etc. b - Quanto a espécie - ex. carga, passageiro, etc. c - Quanto ao combustível - ex. álcool, gasolina, diesel, etc. d - Nomes iguais ou semelhantes a modelos de outros fabricantes/montadores. e - Repetição do mesmo nome que designa a marca - ex. JAS/JAS.
9 VERSÃO: Distingue um veículo do outro, dentro da mesma família de maneira que possa diferenciar um veículo do outro pelo tipo de acabamento interno, quantidade de portas, motorização, equipamentos opcionais, etc. Para composição deste campo o fabricante montador não poderá utilizar, os itens de "a" até "e" do campo referente ao modelo. FABRICANTE: Entidade física ou jurídica, responsável perante o órgão federal de registro, pelo procedimento de homologação do veículo e encarregado de garantir a conformidade da produção e satisfação do consumidor. IMPORTADOR: Pessoa física ou jurídica que adquire para utilização própria ou para comércio no Brasil veículos de origem estrangeira, sendo também responsável pelo procedimento de homologação do veículo e encarregado de garantir a conformidade do mesmo e satisfação do consumidor. 9.CONDIÇÕES PARA HOMOLOGAÇÃO 9.1. Veículos Nacionais Os veículos nacionais devem atender o Anexo I no que couber e atendimento aos Anexos II, VI e VIII. Para o caso específico de fabricantes de reboques e semi-reboques, deverão ser atendidos ao Anexos III e VI Veículos Importados
10 Os veículos importados para obtenção do código MARCA/MODELO/VERSÃO devem atender o Anexo I no que couber e atendimento aos Anexos IV, VI e VIII Veículos importados que não atendem à legislação brasileira quanto à identificação veicular - (Código VIN fora dos padrões). (item revogado pela Portaria N. 04/96) Para os veículos importados que não atendem à legislação brasileira quanto aos critérios de identificação veicular, o DENATRAN determinará a regularização baseado nas instruções do Anexo V. 9.3.Veículos Transformados Os veículos transformados já possuem a identificação original gravada no chassi, não devendo, portanto, ser alterada. Devem atender ao Anexo I no que couber e atendimento aos Anexos VI e VII. 10.REQUISITOS DO MEIO AMBIENTE O fabricante nacional ou o importador deverá apresentar comprovante de atendimento à Lei n.º 8.723, de DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE - Conforme Norma EN As empresas nacionais que apresentarem capacitação laboratorial e de engenharia e os importadores de marca com o amparo da matriz, poderão emitir a DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE, Anexo VIII, informando ao DENATRAN que o veículo modelo tal atende ao Código Nacional de Trânsito, seu Regulamento e os requisitos das RESOLUÇÕES CONTRAN quanto à identificação à
11 segurança veicular (RESOLUÇÕES CONTRAN 388/68, 461/72, 463/73, 477/74, 479/74, 483/74, 486/74, 501/76, 507/76, 521/77, 562/80, 604/82, 636/84, 649/85, 658/85, 659/85, 680/87, 691/88, 692/88, 710/88, 754/91, 762/92, 767/93, etc.), e todas outras editadas posteriormente. A DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE não exime o emitente de apresentar os comprovantes de atendimento aos requisitos de identificação e segurança veicular, que poderão ser solicitados a qualquer tempo pelo DENATRAN. As empresas nacionais fabricantes de veículos, que não apresentarem capacitação laboratorial e de engenharia, não poderão emitir a DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE, sendo da responsabilidade do Agente de Inspeção a avaliação da empresa e do produto. Os importadores, sem o amparo técnico do fabricante, não poderão emitir a DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE e deverão submeter seus produtos ao Agente de Inspeção para a avaliação quanto aos aspectos de segurança veicular, conforme legislação em vigor. 12.PRAZO PARA REGISTRO A empresa interessada deverá encaminhar ao DENATRAN com antecedência mínima de 30 dias, antes da comercialização do produto, sua solicitação para HOMOLOGAÇÃO dos mesmos. O DENATRAN seguirá rigorosamente os prazos estabelecidos para expedição da homologação e do código MARCA/MODELO/VERSÃO, a partir da entrada formal do pedido no Departamento, ressalvadas as pendências porventura existentes. 13.PRÉ-CADASTRO
12 Após a obtenção do registro junto ao RENAVAM, através da HOMOLOGAÇÃO do veículo, o interessado receberá do DENATRAN o código de máquina gerado, juntamente com o MANUAL com as informações necessárias para a inserção do veículo no módulo do PRÉ-CADASTRO DO RENAVAM No caso dos veículos importados, cujos modelos foram homologados e registrados junto ao RENAVAM, o importador deverá complementar as informações inicialmente inseridas no PRÉ- CADASTRO pela SRF. 14.VEÍCULOS NOVOS (PEQUENOS FABRICANTES) Para os veículos nacionais oriundos de pequenos fabricantes se registrarem junto à tabela MARCA/MODELO/VERSÃO do RENAVAM; será necessário que a empresa seja avaliada por um Agente de Inspeção credenciado pelo INMETRO, mediante o Regulamento Técnico RT 28 e obtenha o LAUDO DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA; o produto seja avaliado quanto à segurança veicular conforme RT 24 ou RT 25 e aprovado com a expedição do COMPROVANTE DE SEGURANÇA VEICULAR - TA. O Agente de Inspeção credenciado deverá emitir um relatório técnico baseado no Anexo I no que couber e nos Anexos II ou III ou VII e VI, e encaminhar para o DENATRAN solicitando a homologação do veículo em questão. 15.VEÍCULOS TRANSFORMADOS
13 Entende-se por veículo transformado todo e qualquer processo tenha sofrido alterações nas suas características, de maneira a desfigurá-lo da condição original. Para transformação seriada aplica-se o mesmo procedimento item VEÍCULO COLETIVO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS (ÔNIBUS E MICROÔNIBUS) Os veículos coletivos de transporte de passageiros, para homologação junto à tabela MARCA/MODELO/VERSÃO do RENAVAM, deverão atender no que couber o Anexo I e atendimento aos Anexos II, VI e VIII Atendimento da Resolução CONMETRO 01/93 (ônibus urbano) e Norma Complementar n.º 147 Dr. T.P. do DNER (ÔNIBUS RODOVIÁRIO). - ANEXO II - VEÍCULOS NACIONAIS IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO 1. Marca/Modelo e Versão MARCA: MODELO: VERSÃO:
14 2. CÓDIGO VIN: NBR-6066/80-ABNT E RESOLUÇÕES CONTRAN 659/85 E 691/88. (Figura 01) - ANEXO III - REBOQUE E SEMI-REBOQUE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO 1. Marca/Modelo e Versão REB/ MARCA: MODELO: VERSÃO: 2. CÓDIGO VIN: NBR-6066/80-ABNT E RESOLUÇÕES CONTRAN 659/85 E 691/88. ( Figura 2)
15 - ANEXO IV - VEÍCULO IMPORTADOS IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO 1. Marca/Modelo e Versão MP/ MARCA: MODELO: VERSÃO: 2. CÓDIGO VIN: NBR-6066/80-ABNT E RESOLUÇÕES CONTRAN 659/85 E 691/88. ( Figura 3) - ANEXO V - (anexo revogado pela Portaria N. 04/96) VEÍCULOS IMPORTADOS QUE NÃO ATENDEM AOS CRITÉRIOS DE IDENTIFICAÇÃO VEICULAR
16 Poderão ocorrer duas situações: 1 - GRAVAÇÃO DO CÓDIGO VIN ENCONTRA-SE NO PADRÃO INTERNACIONAL, PORÉM, A 10ª. POSIÇÃO NÃO CORRESPONDE AO ANO DE FABRICAÇÃO. Os veículos importados que se encontrarem nessa situação serão registrados na tabela MARCA/MODELO/VERSÃO do RENAVAM, mediante os seguintes procedimentos: O interessado deverá solicitar ao DENATRAN, autorização para a gravação do código VIN conforme norma NBR /80 da ABNT; em local diferente da gravação estrangeira O DENATRAN orientará a formação dos caracteres que compõem o código VIN, sendo a mesma da gravação estrangeira exceto a 10ª posição, que será gravada com o caractere de acordo com a tabela contida na NBR 6066 (exemplo: M = 1991, N = 1992, P = 1993, R = 1994) Para os veículos que a legislação determina que possuam gravações, no mínimo em dois pontos, deverá ser autorizada também as gravações suplementares em dois pontos, com base na Resolução n.º 659/85 - CONTRAN, alterada pela 691/ O órgão de trânsito deverá orientar para que as gravações dos vidros e as plaquetas ou etiquetas contenham os caracteres VIS (da 10ª e 17ª posição) da gravação suplementar. 2 - GRAVAÇÃO DO CÓDIGO VIN ENCONTRA-SE TOTALMENTE FORA DO PADRÃO INTERNACIONAL (INFERIOR AOS 17 CARACTERES CONFORME NBR 6066).
17 Os veículos importados que se encontrarem nessa situação, serão registrados na tabela MARCA/MODELO/VERSÃO do RENAVAM; mediante os seguintes procedimentos: O interessado deverá solicitar ao DENATRAN autorização para gravação do Código VIN em local diferente da gravação estrangeiro, com base na norma NBR /80 da ABNT, mediante a seguinte composição: a) Posições 1ª, 2ª, 3ª - caracterizam o identificador internacional do fabricante - WMI. Deverá ser consultado o fabricante ou a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para a obtenção dos caracteres que compõem este campo. b) Posições 4ª a 9ª - Caracterizam a seção descritiva do veículo - VDS. É de responsabilidade do importador a composição desta seção do código, descrevendo o significado de cada caractere. c) As posições 10ª a 17ª - caracterizam a seção que identifica o veículo - VIS, sendo: c.1) Posição 10ª - ANO DE FABRICAÇÃO: De acordo com a Resolução CONTRAN 659/85 alterada pela 691/88, nesta posição obrigatoriamente deverá estar gravado o ano de fabricação do veículo conforme tabela da norma ABNT c.2) Posição 11ª - Caractere representativo do local da fábrica. c.3) Posições 12ª a 17ª - Manter as 6 (seis) últimas posições da gravação estrangeira (a que está gravada no veículo). O quadro abaixo resume as orientações acima:
18 1! 2! 3! *! *! *! *! *! *! R! *!!!!!!! CONSULTAR ABNT OU FABRICANTE*** COMPOSIÇÃO A CARGO DO IMPORTADORANO DE FABRICAÇÃOAPROPRIAR OS 6 ÚLTIMOS ALGARISMOS DA GRAVAÇÃO ESTRANGEIRA Para os veículos que a legislação determina que possuam gravações, no mínimo, em dois pontos, deverão ser autorizadas também as gravações suplementares em dois pontos, com base na Resolução 659/85 - CONTRAN, alterada pela 691/ Orientar para que as gravações dos vidros e as plaquetas ou etiquetas contenham os caracteres VIS (da 10ª a 17ª posição) da gravação suplementar. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: a) As demais gravações e plaquetas ou etiquetas do sistema de identificação veicular que compõem os caracteres VIS, estabelecidos na Resolução CONTRAN 659/85 alterada pela 691/88, deverão serem providenciadas por conta e risco do interessado. b) Para efeito de fiscalização, o órgão de trânsito deverá fazer contar no campo de "Observações" do CRV e CRLV a gravação estrangeira. - ANEXO VI -
19 ( Figuras 4, 5, 6 e 7) 1 - Localização da gravação do código VIN. 2 - Localização das plaquetas ou etiquetas contendo os caracteres VIS. 3 - Localização das gravações nos vidros dos caracteres VIS. OBSERVAÇÕES: a) Para reboques, semi-reboques e veículos automotores de duas ou três rodas, apresentar somente o croqui referente às gravações do código VIN. b) Para veículos transformados, apresentar somente o croqui com as localizações das gravações dos vidros, etiquetas ou plaquetas contendo os caracteres VIS. c) Os croquis desse ANEXO somente servem como modelo. No processo devem corresponder ao modelo do veículo objeto da homologação. - ANEXO VII - VEÍCULOS TRANSFORMADOS IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO 1. Marca/Modelo e Versão
20 MARCA: MODELO: VERSÃO: DESIGNAÇÃO ORIGINAL: DESIGNAÇÃO APÓS TRANSFORMAÇÃO: CAPACIDADE DE CARGA: LOTAÇÃO: - ANEXO VIII - MODELO (PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA) DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE O DEVIDAMENTE CREDENCIADO PELA EMPRESA, FABRICANTE (IMPORTADORA) DOS VEÍCULOS DA MARCA, LOCALIZADA, DECLARA QUE O MODELO DE VEÍCULO ABAIXO DISCRIMINADO ATENDE INTEGRALMENTE AOS REQUISITOS DE SEGURANÇA E DE IDENTIFICAÇÃO VEICULAR. É DE RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE (OU
21 IMPORTADOR) MANTER A CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO DO MODELO RIGOROSAMENTE IGUAL AO VEÍCULO OBJETO DESTE CERTIFICADO. IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO MARCA: DENOMINAÇÃO COMERCIAL: MODELO/VERSÃO: LCVM N.º: RELAÇÃO DOS REQUISITOS DE SEGURANÇA, NECESSÁRIOS À OBTENÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO DO VEÍCULO. TÍTULO ATENDIMENTOCINTOS DE SEGURANÇASINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIAFECHADURAS E DOBRADIÇAS DEPORTAS LATERAISTANQUE DE COMB. E CONEXÕESVIDROS DE SEGURANÇASISTEMA DE LIMPADOR DE PÁRA- BRISASUPERFÍCIES REFLEXIVASANCORAGEM DOS ASSENTOSDESLOCAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE DA DIREÇÃOSISTEMA DE FREIOSISTEMA DE CONTROLE ABSORVEDOR DE ENERGIAESPELHOS RETROVISORESSISTEMA DE SINALIZAÇÃO E ILUMINAÇÃOPNEUS, RODAS E AROSEMISSÕES VEICULARESNÍVEL SONOROEQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOSIDENTIFICAÇÃO VEICULAR LOCAL E DATA:
22 ASSINATURA - ANEXO IX - (anexo revogado pela Portaria N. 04/96) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE TRÂNSITO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DE VEÍCULOS O DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO, ATENDENDO AO DISPOSTO NO ARTIGO 21, DA PORTARIA 417, DE 26 DE OUTUBRO DE 1993, QUE APROVOU O REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TRÂNSITO, CERTIFICA QUE O MODELO DE VEÍCULO ABAIXO ESPECIFICADO FOI HOMOLOGADO QUANTO AOS REQUISITOS DE SEGURANÇA VEICULAR, MEIO AMBIENTE E RUÍDOS, POSSUINDO TODAS AS CONDIÇÕES LEGAIS PARA EFEITO DE REGISTRO, LICENCIAMENTO E EMPLACAMENTO, CONCEDENDO O CÓDIGO ESPECÍFICO DA TABELA DE MARCA/MODELO/ VERSÃO DO RENAVAM. FABRICANTE: ENDEREÇO: MARCA COMERCIAL: MODELO/VERSÃO:
23 CERTIFICADO DE CONFORMIDADE N.º: LCVM/IBAMA N.º: CÓDIGO RENAVAM: Este CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO terá validade enquanto a empresa: 1 - Manter fielmente as especificações de cada modelo. 2 - Submeter previamente ao DENATRAN qualquer alteração a ser introduzida nos veículos que possam influir nos itens de identificação e segurança veicular. 3 - Prestar quaisquer esclarecimentos quando solicitado pelo DENATRAN. 4 - Manter disponíveis os resultados de testes e ensaios relativos aos itens de segurança veicular conforme procedimentos normativos em vigor. LOCAL E DATA DIRETOR DO DENATRAN - ANEXO X - (anexo revogado pela Portaria 04/96) CONDIÇÕES PARA REGISTRO, LICENCIAMENTO E EMPLACAMENTO DE VEÍCULOS IMPORTADOS NÃO HOMOLOGADOS E SEM CÓDIGO MARCA/MODELO/VERSÃO ESPECÍFICO DO RENAVAM.
24 1 - O veículo objeto de registro deverá ser vistoriado pelo órgão de trânsito, para verificar o atendimento, de, no mínimo, das seguintes Resoluções do CONTRAN: Resolução 775/93 que dispõe sobre a utilização de combustíveis Resolução 747/90 que dispõe sobre a proibição do uso de películas refletivas Resolução 680/87 alterada pela 692/88 que dispõe sobre os requisitos de sinalização e iluminação Resolução 658/85 e 720/88 que dispõem sobre a obrigatoriedade da instalação de cintos de segurança Resoluções 388/68, 560/80, 579/81, 604/82 e 767/93 que dispõem sobre os equipamentos obrigatórios Resolução 659/85 alterada pela 691/88 que dispõe sobre os critérios de identificação veicular e que poderá ocorrer duas situações: GRAVAÇÃO DO CÓDIGO VIN ENCONTRA-SE NO PADRÃO INTERNACIONAL, PORÉM, A 10ª POSIÇÃO NÃO CORRESPONDENTE AO ANO DE FABRICAÇÃO O órgão de trânsito deverá orientar o interessado a gravar o código VIN conforme norma NBR /80 da ABNT, em local diferente da gravação estrangeira O órgão de trânsito deverá orientar a formação dos caracteres que compõem o código VIN, sendo a mesma da gravação estrangeira exceto a 10ª posição, que será gravada com caractere de acordo com a tabela contida na NBR 6066 (exemplo: M = 1991, N = 1992, P = 1993, R = 1994) Para os veículos que a legislação determina que possuam gravações, no mínimo em dois pontos, deverão ser autorizadas também as gravações suplementares em dois pontos, com base na Resolução 659/85 - CONTRAN, alterada pela 691/88.
25 O órgão de trânsito deverá orientar para que as gravações dos vidros e as plaquetas ou etiquetas contenham os caracteres VIS (da 10ª a 17ª posição) da gravação suplementar GRAVAÇÃO DO CÓDIGO VIN ENCONTRA-SE TOTALMENTE FORA DO PADRÃO INTERNACIONAL (INFERIOR AOS 17 CARACTERES CONFORME NBR 6066) O órgão de trânsito deverá orientar o interessado a gravar em local previamente determinado, diferente da gravação estrangeira, o código VIN mediante a seguinte composição: a) Posições 1ª, 2ª, 3ª - caracterizam o identificador do fabricante - WMI. Deverá ser consultado o fabricante ou a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, os caracteres que compõem este campo. b) Posições 4ª a 9ª - caracterizam a seção descritiva do veículo - VDS. Em todas estas posições deverá ser utilizada a letra "Z". c) As posições 10ª a 17ª - caracterizam a seção que identifica o veículo - VIS, sendo: c.1) Posição 10ª - ANO DE FABRICAÇÃO: De acordo com a Resolução CONTRAN 659/85 alterada pela 691/88, nesta posição obrigatoriamente deverá estar gravado o ano de fabricação do veículo conforme tabela da norma ABNT c.2) Posição 11ª - utilizar a letra "Z". c.3) Posições 12ª a 17ª - manter as 6 (seis) últimas posições da gravação estrangeira (a que está gravada no veículo).
26 O quadro abaixo resume as orientações acima: 1! 2! 3! Z! Z! Z! Z! Z! Z! R! Z!!!!!!! CONSULTAR ABNT OU FABRICANTE"Z" EM TODOS OS CAMPOSANO DE FABRICAÇÃOAPROPRIAR OS 6 ÚLTIMOS ALGARISMOS DA GRAVAÇÃO ESTRANGEIRA Para os veículos que a legislação determina que possuam gravações, no mínimo, em dois pontos, deverão ser autorizadas também as gravações suplementares em dois pontos, com base na Resolução 659/85 - CONTRAN, alterada pela 691/ Orientar para que as gravações dos vidros e as plaquetas ou etiquetas contenham os caracteres VIS (da 10ª a 17ª posição) da gravação suplementar. 2 - O interessado deverá preencher uma declaração informando ser de sua inteira responsabilidade as condições de segurança ativa e passiva do veículo importado objeto do registro e licenciamento (modelo Anexo XI). OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
27 1 - As demais gravações e plaquetas ou etiquetas do sistema de identificação veicular que compõem os caracteres VIS, estabelecidos na RESOLUÇÃO CONTRAN 659/85 alterada pela 691/88, deverão ser providenciados por conta e risco do interessado. 2 - Para efeito de fiscalização o órgão de trânsito deverá fazer constar no campo de "Observações" do CRV e do CRLV a gravação estrangeira. - ANEXO XI - (anexo revogado pela Portaria N. 04/96) MODELO TERMO DE RESPONSABILIDADE O (A)..., RESIDENTE/LOCALIZADO(A)..., (DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO)...,CPF/CGC N.º..., DECLARA PERANTE O SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO QUE ASSUME INTEIRA RESPONSABILIDADE PELAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA ATIVA E PASSIVA DO VEÍCULO MARCA..., MODELO...,
28 VERSÃO..., IMPORTADO DO..., DI N.º..., LOCAL, DATA ASSINATURA DO IMPORTADOR......
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LAUDO TÉCNICO Nº 191678 DATA CRIAÇÃO: 02/01/2014 17:34:24 DATA FINALIZAÇÃO: 02/01/2014 17:40:49 DATA CERTIFICAÇÃO: Resultado dos itens avaliados: APROVADO Informações do questionário Resultado Observações
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