REGULAMENTO DA XVII CONGESDE-2
|
|
|
- Cacilda Peralta Graça
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REGULAMENTO DA XVII CONGESDE-2 CONFRATERNIZAÇÃO DOS GRUPOS DE ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA DO CRE2. Art.1º - A Confraternização dos Grupos de Estudo da Doutrina Espírita do CRE2, (CONGESDE- 2) é um evento oficial do 2º Conselho Regional Espírita da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS). Art.2º - O evento é realizado anualmente em uma das cidades do CRE2, em regime de rotatividade, tendo como Anfitriã uma União Municipal Espírita (UME). Dos Fins Art.3º - Os objetivos da CONGESDE-2 são unificar as entidades e fortalecer o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE) no CRE2, oportunizando: I. A integração entre os participantes de ESDE das entidades do CRE2; II. O estudo de temas doutrinários de interesse dos estudantes da Doutrina Espírita; III. A sensibilização para a prática dos ensinamentos Espíritas na Família, na Entidade Espírita e na Comunidade; Da Metodologia Art.4º - Consta da metodologia da CONGESDE-2: I. Trabalhos de estudo em grupo com técnicas variadas tendo, cada grupo, dois Facilitadores; II. Painéis, debates, audiovisuais, palestra, fóruns; III. Atividades artístico-culturais e atividades complementares. Direção Art.5º - A CONGESDE-2 é dirigida pelo CRE2 sendo assim: Pelo Presidente e Vice do Conselho e os Presidentes e Vices de UME s.
2 Art.6º - Cabe ao Presidente do CRE2 indicar um Coordenador Geral para o Evento, após ter recebido sugestão de nomes vindos da avaliação do evento do ano anterior e referendado no CRE2. Art.7º - Ao Coordenador Geral compete: I. Coordenar as reuniões da Comissão Geral; II. Participar dos Encontros Regionais, mantendo os dirigentes das UMEs a par dos preparativos do evento e recebendo suas propostas e sugestões; III. Manter contato com a Comissão de Infraestrutura; IV. Auxiliar e promover a integração entre as comissões; V. Coordenar todas as atividades não doutrinárias e que não sejam de INFRA. Antes, durante e depois da realização do evento, até a sua avaliação; VI. Cumprir e fazer cumprir as recomendações do 1º Fórum Espírita do CRE2 de 22/11/2003 e do 2º Fórum Espírita do CRE2 de 15/03/08; VII. Indicar Coordenador (a) da Comissão de Secretária da edição do evento; VIII. Encaminhar o processo de escolha do Coordenador Doutrinário do evento; IX. No último encontro regional antes da realização da CONGESDE-2, definir no CRE2 a UME que irá sediar a próxima edição do evento, dando prioridade a sequência de UMEs prevista, assim como a data desta próxima edição; X. Na reunião de avaliação do evento, definir com os presentes, a programação dos encontros que serão realizados para organização da próxima CONGESDE. XI. Propor valor de inscrição ouvindo as demais comissões. Comissões Art.8º - O Evento será realizado por Comissões de trabalho delegadas, que atuam conjuntamente para a realização do evento com êxito; Art.9º - Nas reuniões das Comissões as decisões devem ser tomadas, preferencialmente, por consenso e, em último caso, por votação. Comissão Doutrinária Art.10º - A Comissão Doutrinária é integrada pelos facilitadores de ESDE, diretores de DEDO, presidentes de órgão unificadores que se façam presentes às suas reuniões e que estejam no exercício das funções; Parágrafo Único - Pode haver convite a outras pessoas que não atendam as condições do CAPUT, desde que esta comissão por maioria simples assim entenda. Art.11º - À Comissão Doutrinária compete: I. Traçar as diretrizes doutrinárias e metodológicas da CONGESDE-2; II. Sugerir temas doutrinários para a edição seguinte que serão votados pelos participantes. III. Elaborar a estrutura doutrinária e o pré-programa do evento, os quais são apresentados ao CRE2 no segundo encontro regional de cada ano; IV. Elaborar o programa e as técnicas de cada Módulo de Estudo; V. Indicar e treinar os Facilitadores de Grupo conforme art. 16º; VI. Responsabilizar-se pela assistência espiritual.
3 VII. Verificar todas as atividades culturais - artísticas que serão desenvolvidas no evento quanto à intenção doutrinária, intenção de sensibilização e/ou de solidariedade e caridade (doações); VIII. Organizar as atividades de recepção e encerramento, preferencialmente valendo-se dos Grupos Artísticos e GPJ nas UMEs do CRE2. Comissão de Secretária e Credenciamento Art.12º - À Comissão de Secretaria cabe: I. Confecção de Atas de todas as reuniões do evento; II. Tarefas burocráticas, tais como: materiais gráficos e materiais de expediente; III. Distribuir o Manual do Participante, Regulamento da CONGESDE-2, correspondência aos presidentes e as instruções para inscrição, com antecedência de 60 dias; Parágrafo Único: As inscrições serão realizadas pela Subcomissão de Inscrição através do site do CRE2. Comissão de Comunicação Art. 13º A Comissão de Comunicação é responsável pelo material audiovisual e mídia e a ela cabe: I A produção de material audiovisual para divulgação da Congesde-2, antes, durante e depois do evento. II A produção de material para as atividades, dinâmicas e módulos, conforme solicitação da Comissão Doutrinária. III A viabilidade de sonorização do ambiente e das atividades da Congesde. IV A produção de vídeos, CDs e DVDs e outras mídias da Congesde-2. V A apresentação dos cerimoniais do evento, incluindo abertura, encerramento e horário artístico, conforme solicitação da Comissão Doutrinária. Comissão de Infraestrutura (INFRA) Art.14º - A comissão de INFRA é integrada por um (a) Coordenador (a) indicado (a) pela Anfitriã e têm um número variável de membros, indicados por esse (a) Coordenador (a). Art.15º - A comissão de INFRA compete: I. Coordenar as atividades de apoio, tais como: alimentação, sonorização, decoração, limpeza, assistência médica, entre outras, desde que consultada a Coordenação Geral; II. Indicar o local do evento (escola ou outro local que permita realizar a atividade); III. Colaborar e manter informado o Coordenador Geral do andamento de suas atividades. IV. O Coordenador da INFRA deve participar ou estar representado em todas as reuniões da CONGESDE-2. V. Manter controle da entrada e saída de pessoas no local do evento, durante sua realização. Parágrafo Único - A comissão de INFRA, a critério da sua coordenação, pode ser dividida em Subcomissões, as quais terão Subcoordenadores indicados por ele (a). Participantes Facilitadores
4 Art.16º - Os Facilitadores de Grupo serão indicados e treinados pela Comissão Doutrinária após a escolha consensual do Coordenador Geral do evento e o Coordenador da comissão Doutrinária. Art.17º - Podem ser Facilitadores de Grupo: I. Facilitadores de ESDE e Orientadores de Juventude III, em exercício; II. Diretores de DEDO ou de DIJ, em exercício; III. Havendo necessidade, poderão ser indicados ex-facilitadores, ex-orientadores e ex-diretores, desde que ligados aos eventos oficiais do CRE2. Art.18º - São deveres dos facilitadores: I. Atender as solicitações da Comissão Doutrinária, quando houver; II. Participar dos treinamentos; III. Preparar-se para o evento estudando os módulos e atendendo as orientações de leitura que venham da comissão doutrinária; IV. Executar fielmente os módulos doutrinários e o tema de acordo com o estabelecido e treinado; V. Conferir seu material de sala de estudo; VI. Preservar na sala disciplina e a motivação ao estudo; VII. Não se ausentar da sala excessivamente; VIII. Sempre que solicitado dar explicações acerca do assunto estudado, salvo não tendo segurança da resposta, devendo então acionar o coordenador doutrinário para que venha a sala; IX. Não permitir que se realizem atividades paralelas durante o evento para facilitar a integração dos participantes. Estudantes Art. 19º - Podem participar da CONGESDE-2: I. Membros de grupos de ESDE e de grupos do III Ciclo de Juventude de todas as Casas Federadas e Não Federadas (indicadas por sua respectiva UME) da abrangência do CRE2 e convidados a critério da Coordenação Geral. 1º - Como Estudantes participam somente os credenciados pelo Facilitador do grupo de origem e pelo Presidente da Casa, com frequência mínima de 75%, contada do início do ano letivo até a data da inscrição. 2º - Elegerem entre si um responsável pela delegação. 3º - Os confraternistas que forem egressos do III Ciclo da Juventude e que tiverem participado pela última vez da CONJES-2 (na edição anterior), receberão como incentivo á integração na CONGESDE-2, a isenção do valor de inscrição, observando o 1º deste artigo. 4º - Para participação de menores de 18 anos, será necessária a aprovação da comissão doutrinária do evento e ter autorização expressa do responsável. Conversar com a secretaria, como incluir para cumprir este item quando da inscrição. Art. 20º - Compete aos confraternistas: I. Observar o conteúdo do Manual do Participante e deste Regulamento; II. Participar, com pontualidade, das atividades programadas; III. Colaborar com o bom andamento das atividades; IV. Manter atitudes próprias para um encontro confraternizante; ter consciência espirita. V. Não fazer uso de equipamentos de multimídia;
5 VI. Não fumar (LEI 9.294/1996 (LEI ORDINÁRIA) 15/07/1996; LEI , DE 19/06/2008: ACRESCE ART. 4º-A); nas dependências da escola. Único - Participantes que, por recomendação médica e/ou diante de visível ou debilitado estado de saúde, precisar estar sob repouso que inviabilize sua presença na CONGESDE-2, e que mesmo assim insistam na sua participação, assinará Termo de Responsabilidade, isentando a organização de qualquer consequência. Inscrições Art. 21º - As inscrições serão coordenadas pela Subcomissão de Inscrição: I. As inscrições serão realizadas unicamente no site do CRE2 e confirmadas mediante depósito dos respectivos valores; II. A Entidade Espírita receberá usuário e senha para acesso à área do site onde será a inscrição; III. Deverá ser publicado no site do CRE2: Manual do Participante, Regulamento da CONGESDE- 2 e Instruções para inscrição; IV. As inscrições terão vagas limitadas de acordo com a estrutura da sede do evento. Caso haja demanda maior que a procura será dada prioridade para novos participantes. V. A taxa de inscrição deve ser paga antes do evento conforme indicará o convite de participação do evento. Não haverá devolução de valores em caso de cancelamento ou ausência. VI. É facultada às Casas a troca de inscritos com até 08 dias de antecedência do evento. A maneira para a troca será indicada nas instruções para inscrição. Avaliação e Prestação de Contas Art. 22º - Após cada edição da CONGESDE-2, a Comissão Geral deve reunir-se para: I. Avaliar o trabalho realizado; II. Traçar as diretrizes doutrinárias e metodológicas da edição seguinte; III. Sugerir ao CRE2 nomes de confrades para ocupar o cargo de Coordenador Geral para a edição seguinte; Parágrafo Único - As conclusões da Reunião de Avaliação serão apresentadas no próximo encontro regional e ficarão a disposição do órgão unificador que as solicitar. Disposições Gerais Art.23º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador Geral e/ou ouvindo o Presidente do CRE2. Art.24º - Esse Regulamento será revisto anualmente na Primeira Reunião Doutrinária do evento, podendo ser alterado se necessário. Redação final aprovada em 20/11/2016, na Primeira Reunião da Comissão Doutrinária, conforme artigo 23.
6
Universidade Federal de São Paulo Comissão de Capacitação dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação REGIMENTO INTERNO
Universidade Federal de São Paulo Comissão de Capacitação dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação REGIMENTO INTERNO 2012 CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - A Comissão de Capacitação dos Servidores
IV CONFERÊNCIA INTERMUNICIPALDE POLÍTICAS PARA AS MULHERES MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA- PARANÁ Mais direitos, participação e poder para as mulheres
REGULAMENTO Capítulo I Da Conferência Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade definir regras gerais de funcionamento da IV Conferência Intermunicipalde Políticas para as Mulherese estabelecer
ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES E ADMINISTRADORES TRIBUTÁRIOS ESTADUAIS ENCAT R E G I M E N T O
ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES E ADMINISTRADORES TRIBUTÁRIOS ESTADUAIS ENCAT R E G I M E N T O Aprovado no ENCAT Pará, realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2002. Alterações aprovadas
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA FACULDADE ESTÁCIO DO AMAPÁ ESTÁCIO AMAPÁ
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA FACULDADE ESTÁCIO DO AMAPÁ ESTÁCIO AMAPÁ MACAPÁ-AP MARÇO DE 2015 0 CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1º A COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO da Faculdade Estácio
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA ESTATUTO GEPNuDi
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA ESTATUTO GEPNuDi CAPÍTULO I DA FINALIDADE E CONSTITUIÇÃO Art. 1º - Ora em diante, o denominado GEPNuDi Grupo de Estudos e Pesquisa em Nutrição e Dietética
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art.1 - O GRUPO DO LEITE, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), entidade civil, apartidária, sem fins lucrativos,
REGULAMENTO DO GRUPO DE ESTUDOS EM Animais Silvestres e Exóticos Gease DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DO CÂMPUS DE ARAÇATUBA/UNESP CAPÍTULO I
REGULAMENTO DO GRUPO DE ESTUDOS EM Animais Silvestres e Exóticos Gease DA DO CÂMPUS DE ARAÇATUBA/UNESP DEFINIÇÃO, NATUREZA E FINALIDADE CAPÍTULO I Art. 1. Grupo de Estudo em Animais Silvestres e Exóticos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA-UNILA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO REGIMENTO INTERNO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA-UNILA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regimento disciplina
GRUPO DE ESTUDOS EM DESENVOLVIMENTO HUMANO EM NUTRIÇÃO ESTATUTO GRUDEH
GRUPO DE ESTUDOS EM DESENVOLVIMENTO HUMANO EM NUTRIÇÃO ESTATUTO GRUDEH CAPÍTULO I DA FINALIDADE E CONSTITUIÇÃO Art. 1º - Ora em diante, o denominado GRUDEH GRUPO DE ESTUDOS EM DESENVOLVIMENTO HUMANO EM
REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO DO IFRS CAMPUS ERECHIM
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Erechim REGULAMENTO DOS
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS REGULAMENTO CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, AREA DE AÇÃO E UTILIZAÇÃO ART. 1º - Fica instituído,
REGULAMENTO DO GRUPO DE ESTUDOS DE BOVINOS (GEBOV) DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DO CÂMPUS DE ARAÇATUBA/UNESP-FMVA DOS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO GRUPO DE ESTUDOS DE BOVINOS (GEBOV) DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DO CÂMPUS DE ARAÇATUBA/UNESP-FMVA DOS OBJETIVOS Art. 1. Grupo de Estudo de Bovinos, da Faculdade de Medicina Veterinária
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL CARCERÁRIA REGIONAL SUL 4 REGIMENTO SEÇÃO I CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO
1 CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL CARCERÁRIA REGIONAL SUL 4 REGIMENTO SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO Art.1º. A Pastoral Carcerária está organizada nos seguintes níveis: I Diocesano; II Regional
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 128, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2011.
Dispõe sobre a instituição e definição das atribuições do Comitê de Extensão Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. O Presidente do DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL CARCERÁRIA REGIONAL SUL III REGIMENTO SEÇÃO I CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO.
1 CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL CARCERÁRIA REGIONAL SUL III REGIMENTO SEÇÃO I CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Organização Art.1º. A Pastoral Carcerária está organizada nos seguintes níveis:
Art. 1º. Aprovar o Regulamento relativo à Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel.
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel Av. Tito Muffato, 2317 Bairro Santa Cruz 85806-080 Cascavel PR Fone: (45) 3036-3636 30363806 http://www.univel.br [email protected] RESOLUÇÃO Nº 01 DE JULHO
Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus.
Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Iniciação Científica PIC da Faculdade Processus, constitui-se em um conjunto de ações destinadas a propiciar
REGIMENTO DE CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO
REGIMENTO DE CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO Art. 1 O presente regimento disciplina a organização e o funcionamento do Curso de Licenciatura em Matemática Campus Arraias da
O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO no uso de suas atribuições legais e estatutárias;
RESOLUÇÃO Nº 05/2013 Aprova o Regimento Interno da Câmara de Assistência Estudantil da UNIVASF. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO no uso de suas atribuições legais e estatutárias; CONSIDERANDO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO
RESOLUÇÃO Nº 013/2017. EMENTA: Aprova criação do Comitê de Tecnologia da Informação CTI e dá outras providências. O Vice-Reitor no exercício da Presidência do Conselho Universitário da Universidade Federal
MUNICÍPIO DE CATAGUASES GABINETE DO PREFEITO
MUNICÍPIO DE CATAGUASES GABINETE DO PREFEITO LEI 3.822/2010 Cria o Conselho Gestor do Telecentro Comunitário do Município de Cataguases MG e dá outras providências. O povo do Município de Cataguases, por
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL REGIMENTO
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL CARCERÁRIA NACIONAL REGIMENTO SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO Art.1º. A Pastoral Carcerária está organizada nos seguintes âmbitos: I Diocesano; II Regional ou
SUGESTÃO DE REGIMENTO DA CADEC AVES E SUÍNOS
SUGESTÃO DE REGIMENTO DA CADEC AVES E SUÍNOS DA CONSTITUIÇÃO Art. 1º. A Comissão para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração CADEC, prevista no contrato de Integração, de composição
REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DO CONTENCIOSO ADMINSITRATIVO TRIBUTÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SEÇÃO DE SÃO PAULO.
REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DO CONTENCIOSO ADMINSITRATIVO TRIBUTÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SEÇÃO DE SÃO PAULO. Art. 1 º. A Comissão de Especial do Contencioso Administrativo Tributário é
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE REITORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE REITORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Aprovado pelo CONSUNI Nº15 em 24/05/2016 ÍNDICE CAPITULO I Da Constituição,
Regimento dos Núcleos de Ensino, Pesquisa e Extensão UEMG - Unidade Divinópolis. Seção I Da Natureza e Finalidade
Regimento dos Núcleos de Ensino, Pesquisa e Extensão UEMG - Unidade Divinópolis Seção I Da Natureza e Finalidade Art. 1 o Os Núcleos de Ensino, Pesquisa e Extensão, subordinados ao Colegiado de Ensino,
REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui-se como atividade facultativa e tem como objetivos: I - Desenvolver
DEPARTAMENTO DE MOCIDADE UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO
DEPARTAMENTO DE MOCIDADE UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO I Da Criação e Denominação Artigo 1º - O Departamento de Mocidade da União das Sociedades Espíritas do Estado
Proposta de elaboração de Regimento Interno para as Comissões Especiais
Atualizado em 06.12.2013 Proposta de elaboração de Regimento Interno para as Comissões Especiais CAPITULO I Da Natureza e Finalidade Com o intuito de contribuir com os coordenadores de Comissões Especiais
RESOLUÇÃO Nº. 34, de 22 de novembro de 2006.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO Nº. 34, de 22 de novembro de 2006. O CONSELHO DIRETOR DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA I - DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Art. 1º. O presente regulamento interno disciplina a organização, o funcionamento e as atribuições da Comissão Própria
Art. 5º- Para uma instituição ser conveniada como local de estágio é indispensável :
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS ESPECÍFICOS Fixa normas para o funcionamento dos Estágios Supervisionados Específicos em Psicologia. (Aprovado pelo CONSEPE) I - DOS OBJETIVOS Art. 1º- O Estágio Curricular Específico
Art. 1º - O Conselho Técnico de Vela é de caráter consultivo, normativo e fiscalizador.
Regimento Interno do Conselho Técnico de Vela CAPÍTULO I DO CONSELHO E SUAS ATRIBUIÇÕES Art. 1º - O Conselho Técnico de Vela é de caráter consultivo, normativo e fiscalizador. Art. 2º - O Conselho Técnico
ORIENTAÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS DOS CAMPI DO IFES
ORIENTAÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS DOS CAMPI DO IFES As Bibliotecas dos campi do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) têm como missão atender os alunos, professores e servidores, fornecendo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM PERMANENTE DOS CURSOS TÉCNICOS DO IFPE RECIFE, 2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O presente regulamento tem por finalidade normalizar as atividades relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Licenciatura em História das
NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO-
NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO- CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - A presente norma fixa os procedimentos para
o art. 3 o, inciso XXI do Regimento Interno do Conselho de Administração, aprovado pela Resolução UNIV n o 50, de 22 de
RESOLUÇÃO CA N o 116 DE 15 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento da Comissão de Controle de Infecção Odontológica CCIO da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, no uso de
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 52/2013, DE 27 DE AGOSTO DE 2013
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 52/2013, DE 27 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre a aprovação da Resolução Ad Referendum
REDE PETRO - BACIA DE CAMPOS REGIMENTO INTERNO
REDE PETRO - BACIA DE CAMPOS REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Art. 1º - A Organização Administrativa corresponde à estrutura da REDE PETRO-BC que tem como finalidade garantir
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado consiste num conjunto de atividades profissionais desempenhadas pelos alunos, sendo
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e avaliação do
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO DA MONOGRAFIA 1 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1. O presente regulamento
Regimento Interno Salvador
Regimento Interno Salvador - 2016 I Disposições Preliminares Artigo 01 - Este Regimento tem por finalidade servir como uma ferramenta para exercício das atividades do programa CREAjr-BA, idônea, ética,
Regimento Interno Conselho de Consumidores Bandeirante Energia S.A.
Regimento Interno Conselho de Consumidores Bandeirante Energia S.A. 1. Da Natureza e Objetivo 1.1. O Conselho de Consumidores da área de concessão da Bandeirante Energia S.A. é um órgão sem personalidade
ESTATUTO CDL JOVEM SALVADOR. Capítulo I Da Constituição e Finalidade
ESTATUTO CDL JOVEM SALVADOR Capítulo I Da Constituição e Finalidade Art. 1º- A Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Salvador é um departamento oriundo e órgão estrutural da Câmara de Dirigentes Lojistas
