NORMA TÉCNICA Nº 009/2002-CBMDF
|
|
|
- Betty Bentes Farias
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NORMA TÉCNICA Nº 009/2002-CBMDF Atividades Eventuais 1. Objetivo 1.1. Esta norma fixa as condições mínimas de segurança exigíveis para a realização de atividades eventuais que estimulem a concentração de público superior a 200 (duzentas) pessoas Esta norma estabelece parâmetros a serem seguidos na realização da vistoria do CBMDF visando a liberação do Alvará de Funcionamento para Atividades Eventuais. 2.Documentos complementares 2.1. Lei nº 6.496/77 -Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Distrito Federal (RSIP-DF) Normas Técnicas do Corpo Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). 2.4.NBR Saídas de emergência em edifícios.
2 2.5.NBR Instalações elétricas de baixa tensão NBR Sistema de proteção contra descargas atmosféricas NBR Eletricidade geral. 2.8.NBR Sistema de proteção por extintores de incêndio. 2.9.NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico -formas, dimensões e cores NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico NBR Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico. 3.Definições e abreviaturas 3.1. Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) -registro de todo contrato escrito ou verbal, por meio de formulário próprio, para prestação de serviços referentes à Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, instituída pela Lei nº 6.496/77, e define, para efeitos legais, o (s) responsável (si) Técnico (s) pelo empreendimento ou serviço.
3 3.2. CBMDF- Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal ABNT -Associação Brasileira de Normas Técnicas CREA/DF -Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Distrito Federal. 3.5.DST -Diretoria de Serviços Técnicos Brigadista -indivíduo capacitado, devidamente habilitado por empresa credenciada junto ao CBMDF, para atuar na área de segurança contra incêndio e pânico. 4. Condições gerais 4.1. As solicitações de vistorias do CBMDF para liberação dos eventos de que trata a presente norma devem ser protocoladas na DST com no mínimo 05 (cinco) dias de antecedência do início do evento Todo evento a ser realizado no âmbito do Distrito Federal que necessite de Alvará de Funcionamento deverá possuir um Responsável Técnico pela segurança contra incêndio e pânico, devendo este emitir uma ART de segurança contra incêndio e pânico do evento, bem como um laudo técnico dos requisitos de segurança disponíveis para o evento, em conformidade com o Anexo 1 desta norma.
4 4.3. Todo evento que estimule a concentração de público superior a 200 (duzentas) pessoas deverá possuir serviço de brigada de incêndio dimensionada conforme tabela 1 do Anexo 2 desta norma Os brigadistas deverão utilizar uniforme que facilite sua fácil identificação. 4.5.A DST disponibilizará o serviço de consulta prévia para análise da viabilidade de eventos, onde será analisada a compatibilidade do evento que se pretende realizar com o local escolhido Os sistemas de segurança contra incêndio do evento devem ser compatíveis com a área do local, público máximo, características construtivas da edificação e tipo de evento, em conformidade com o previsto nas normas técnicas específicas do CBMDF. Deve ser dispensada especial atenção às saídas de emergência, sinalização e iluminação de emergência, estabilidade estrutural de palcos e arquibancadas, aterramentos elétricos, bem como às características dos materiais de construção e acabamento utilizados As edificações utilizadas para realização de eventos deverão possuir parecer da DST específico para este tipo de atividade. 5.Eventos em edificações As condições mínimas de segurança contra incêndio e pânico para realização de eventos em edificações devem estar de acordo com o estabelecido nos itens a seguir:
5 5.1. Saídas de emergência compatíveis com o prescrito na NBR Saídas de emergência em edifícios da ABNT em função do público máximo permitido para o evento. O evento deve dispor de saídas de emergência em quantidade e dimensões adequadas ao público máximo permissível. As portas devem abrir com facilidade e sempre no sentido de fluxo de fuga das pessoas e não podem ser confeccionadas em vidro liso comum Existência de dispositivos, tais como guarda-corpos ou corrimãos em desníveis superiores a 19 cm (dezenove centímetros), que impeçam quedas de altura, devendo os mesmos resistira uma força de 730 N/m aplicada a 1,05m de altura. Os materiais de vedação existentes abaixo da altura máxima dos guarda -corpos e corrimãos deverão resistir a carga horizontal de 1,20 kpa Os vãos existentes abaixo dos guarda-corpos e corrimãos devem ser de no máximo 15 cm (quinze centímetros) Sistema de sinalização de emergência de forma a orientar o público para abandono do local em caso de emergência Em eventos noturnos ou em locais com iluminação natural deficiente deverá ser dimensionado sistema de iluminação de emergência, de forma a garantir a saída do público com segurança, caso ocorra falha no fornecimento de energia elétrica Os materiais de acabamento devem possuir baixa velocidade de propagação de chama, conforme previsto na tabela 3 do Anexo 2.
6 5.7. As instalações elétricas devem ser executadas em conformidade com a NBR 5410 da ABNT Todas as massas metálicas existentes em palcos e arquibancadas devem ser eletricamente aterradas Os palcos, arquibancadas ou qualquer outra estrutura de apoio montada para o evento devem possuir adequada estabilidade estrutural. 6.Eventos no exterior de edificações as condições mínimas de segurança contra incêndio e pânico para realização de eventos em devem estar de acordo com o estabelecido nos itens a seguir: 6.1. Saídas de emergência dimensionadas em função do público máximo previsto para o evento As saídas de emergência devem ser dimensionadas considerando a proporção de Uma porta de 1,00m de largura para cada grupo de 200 pessoas ou fração A distância máxima de percurso até a saída de emergência mais próxima deverá ser De 45,00 m quando houver apenas uma saída, ou 55,00 m quando houver mais de uma saída.
7 Deve haver no mínimo uma saída de emergência, devendo esta ser distinta da entrada de público Existência de dispositivos, tais como guarda -corpos ou corrimãos, em desníveis superiores a 19 cm (dezenove centímetros), que impeçam quedas de altura, devendo os mesmos: Possuir altura mínima de 1,05m (um metro e quinze centímetros) Resistir a uma força de 730 N/m aplicada a 1,05m de altura Possuir vãos máximos de 15 cm (quinze centímetros) abaixo dos guarda -corpos, Devendo os materiais de vedação existentes abaixo da altura máxima dos guarda-corpos e corrimãos resistir a carga horizontal de 1,20 kpa Sistema de sinalização de emergência a de forma a orientar o público para abandono do local em caso de emergência, devendo obedecer aos subitens a seguir As placas sinalização de emergência devem ser localizadas imediatamente acima das portas de saída de emergência, em local facilmente visualizável pelo público, devendo à altura de fixação ser compreendida entre 2,10 m (dois metros e dez) e 4,00 m (quatro metros).
8 As placas deverão possuir altura e largura mínimas de 1,00 m (um metro) e 1,25 m (um metro e vinte e cinco), respectivamente, devendo sempre ser mantida a proporção de 1:1, As placas devem possuir superfície plana e resistir a intempéries As letras devem possuir 40 cm (quarenta centímetros) de altura e o traço deve ter 3 cm (três centímetros) de largura As letras devem possuir cor branca, o fundo deve ser na cor vermelha e a margem na cor branca As placas de sinalização devem ser iluminadas pelo sistema de iluminação de emergência ou serem do tipo fotoluminescentes Os materiais de acabamento devem possuir baixa velocidade de propagação de Chama, conforme previsto na tabela 3 do Anexo 2 desta norma As instalações elétricas devem ser executadas em conformidade com a NBR 5410 da ABNT Em eventos noturnos deve ser dimensionado sistema de iluminação de emergência de forma a garantir a saída do público com segurança, caso ocorra falha no fornecimento de energia elétrica.
9 6.7. Sistema de extintores dimensionados em função dos riscos de incêndio específicos presentes no local do evento Todas as massas metálicas existentes em palcos, arquibancadas ou outras estruturas existentes, devem ser eletricamente aterradas Os palcos, arquibancadas ou qualquer outra estrutura de apoio montada para o evento devem possuir adequada estabilidade estrutural Nos casos em que for prevista a instalação ou montagem de estruturas, tais como palcos, arquibancadas, camarotes ou similares, deverá ser apresentado um croqui onde conste a disposição dessas estruturas, localização e dimensões das saídas de emergência e das instalações de combate a incêndio. 7. Disposições finais 7.1. Nos eventos com utilização de fogos de artifício, além do prescrito n estas normas deverão ser obedecidas as prescrições da NT 08 -Fogos de Artifício Serão realizadas vistorias inopinadas no intuito de averiguar se as medidas previstas no laudo técnico emitido pelo responsável técnico foram efetivamente adotadas Os casos omissos a presente norma serão solucionados pelo Diretor de Serviços Técnicos do CBMDF.
10 7.4. Nos casos em que o serviço de prevenção do CBMDF seja contratado poderá ser dispensada a exigência do serviço de brigada de incêndio Esta norma entrará em vigor a partir do dia 06 de janeiro de Revogam-se as disposições em contrário.
11
Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais, que especificam.
DODF Nº237 de 14 de dezembro de 2000. CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 69/2002-CBMDF, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais,
ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP
ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP Aprova a Norma Técnica nº 010/2005-CBMAP, sobre atividades eventuais no Estado do Amapá,
Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário
Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário PREVENÇÃO SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visam o abandono seguro da população, em caso de incêndio ou pânico, e permitir o acesso de bombeiros
ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL
ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL Resolução nº 002 de 09 de maio de 2011. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições legais,
DODF Nº de janeiro de 2002 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 01/2002-CBMDF, DE 15 DE JANEIRO DE 2002
DODF Nº 012 17 de janeiro de 2002 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 01/2002-CBMDF, DE 15 DE JANEIRO DE 2002 Aprova a nova Norma Técnica nº 001/2002-CBMDF, que dispõe sobre as Exigências
INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO
FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL TÉCNICO 13 de março de 2008 FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO MEMORIAL TÉCNICO
GUIA SIMPLIFICADO PARA ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA BASEADO NA NBR13434 PARTE 1 E PARTE 2
16 GUIA SIMPLIFICADO PARA ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA BASEADO NA NBR13434 PARTE 1 E PARTE 2 Objetivo Fixar os requisitos exigíveis que devem ser satisfeitos pela instalação
Prevenção Contra Incêndio e Pânico. Palestra em Paraty. A Contribuição Possível dos Profissionais do Sistema Confea/Crea
Prevenção Contra Incêndio e Pânico Palestra em Paraty A Contribuição Possível dos Profissionais do Sistema Confea/Crea Sistema Confea/Crea O Conselho Federal regulamenta o exercício profissional na área
NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC)
Os ensaios em sinalização contra incêndio e pânico
Os ensaios em sinalização contra incêndio e pânico Para que uma esquadria cumpra seu papel de conforto térmico, vedação e segurança ela deve atender os requisitos mínimos de desempenho dos ensaios descritos
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 33/2011
Instrução Técnica nº 33/2011 - Cobertura de sapé, piaçava e similares 713 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA
Memorial Projeto Preventivo de Incêndio
2 Memorial Projeto Preventivo de Incêndio 1 Caracterização da Edificação: A edificação estudada possui área total de 194,54 m² constituída de 02 pavimentos sendo estes classificados da seguinte forma:
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 33/2011 Cobertura de sapé, piaçava e similares SUMÁRIO 1 Objetivo
MEMORIAL DESCRITIVO BRIGADA DE INCÊNDIO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SANTA ROSA SANTA ROSA DO SUL - SC
BRIGADA DE INCÊNDIO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SANTA ROSA SANTA ROSA DO SUL - SC ENG. ELOISA PANATTO 02/2015 2 3 - Brigada de Incêndio EDIFICAÇÃO DE RISCO LEVE
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL NORMA TÉCNICA Nº 012-CBMDF
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL Sumário 1 Objetivo 2 Referências 3 Definições 4 Condições gerais 5 Condições específicas NORMA TÉCNICA Nº 012-CBMDF Padronização
Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios - PPCI. 1º BBM - Porto Alegre
Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios - PPCI 1º BBM - Porto Alegre 1. Legislação 2. Formas de Licenciamento 3. PPCI Apresentação junto ao CBMRS 4. Principais dificuldades no processo Prevenção
NBR Parte 1 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico Parte 1: Princípios de projeto
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas OUT:2001 Projeto de revisão NBR 13434 Parte 1 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico Parte 1: Princípios de projeto Sede: Rio de Janeiro Av. Treze
ESPECIFICAÇÕES DE DESEMPENHO EM EMPREENDIMENTOS DE HIS
ESPECIFICAÇÕES DE DESEMPENHO EM EMPREENDIMENTOS DE HIS 2.1 Diretrizes gerais de projeto para atender aos requisitos de desempenho 2.1.1 Segurança no uso e operação 2.1.2 Segurança contra
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 31/2011
Instrução Técnica nº 31/2011 - Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto 701 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL NORMA TÉCNICA N.º 08/2002. Fogos de Artifício
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL NORMA TÉCNICA N.º 08/2002 Fogos de Artifício 1. Objetivo 1.1 Esta norma fixa as condições mínimas de segurança exigíveis para a localização de postos de comercialização
PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE SERVIÇO PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO SERVIÇO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO PARA CONSTRUÇÕES, AMPLIAÇÕES E/OU REFORMAS
NORMA TÉCNICA Nº 005/2000-CBMDF
NORMA TÉCNICA Nº 005/2000-CBMDF Central Predial de Gás Liquefeito de Petróleo 1. Objetivo 1.1. Esta Norma tem por objetivo estabelecer os tipos de edificações que devem possuir central de Gás Liquefeito
PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PROJETO: INCÊNDIO Modelo: 3.000 m2 MAIO 2011 SUMÁRIO 1. Apresentação... 03 2. Extintores... 04 3. Iluminação de Emergência...
CNPJ: / INSC. ESTADUAL:
ANEXO V Padrões Técnicos a serem obedecidos quando da elaboração do Projeto Hidráulico que permita a Medição Individualizada nas Unidades Usuárias de Condomínios Horizontais ou Verticais I Instalação do
1. CREDENCIAMENTO DE PESSOAS FÍSICAS PROMOTORES DE SHOWS E EVENTOS
1. CREDENCIAMENTO DE PESSOAS FÍSICAS PROMOTORES DE SHOWS E EVENTOS a) requerimento conforme Anexo A, preenchido e protocolado na Diretoria de Atividades f) Documento que comprove a adimplência junto ao
ANDAIMES E PLATAFORMAS DE TRABALHO
Página: 1 de 5 TEXTO APROVADO EM REUNIÃO DO CPN de 07/10/2010. ITEM TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO 18.15.1 Manter 18.15.1.1 18.15.2 Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com
INSTALAÇÕES PREDIAIS HIDROSSANITÁRIAS
INSTALAÇÕES PREDIAIS HIDROSSANITÁRIAS AULA 06 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado Santos O FOGO Devem existir os três
O PREFEITO MUNICIPAL DE MACAIBA
Publicado no B.O.M.M. Nº 794 Em 12/05/2015 GABINETE DO PREFEITO LEI N 1.751/2015 DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DE BOMBEIROS CIVIS E SALVA-VIDAS E FIXA AS EXIGÊNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA PARA
As regras completas para a sinalização de emergência estão contidas na IT-20 Sinalização de Emergência.
SINALIZAÇÃO As regras completas para a sinalização de emergência estão contidas na IT-20 Sinalização de Emergência. A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio,
Laudo Técnico de Engenharia
Laudo Técnico de Engenharia CRC- ES Conselho Regional de Contabilidade do Espírito Santo Rua Amélia da Cunha Ornelas, 30 Bento Ferreira, Vitória/ES 1 Sumário... 2 1. Solicitante e Contratante... 3 2. Objetivo...
Plano de Prevenção e Combate a Incêndio PPCI. Prédio: Centro de Alta Complexidade em Oncologia - CACON. Hospital Geral de Caxias do Sul.
Caxias do Sul, 21 de dezembro de 2011. Plano de Prevenção e Combate a Incêndio PPCI Prédio: Centro de Alta Complexidade em Oncologia - CACON Hospital Geral de Caxias do Sul. CNPJ: 88.648.761/0018-43 Área
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011
Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 6 Controle de fumaça, mecânico ou natural... 377 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo
Normativas Gerais da NR-18
Normativas Gerais da NR-18 18.12 - ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 2 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS - A transposição de pisos com diferença de nível superior a 40cm deve ser feita por meio de escadas ou rampas.
ESPECIFICAÇÃO DE SINALIZAÇÃO DE ROTA DE FUGA E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA PARA AS UNIDADES DO SESC DE ACORDO COM ABNT NBR 13
DE SINALIZAÇÃO DE ROTA DE FUGA E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA PARA AS UNIDADES DO SESC DE ACORDO COM ABNT NBR 13.434-1, 2, 3, E NORMA TÉCNICA DO CBM/DF Nº 019/1999. OBJETIVO: Aquisição de itens para
REF: PROPOSTA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS DE SEGURANÇA.
P431/15 São Paulo, 17 de setembro de 2015. À Associação Atlética Acadêmica Pereira Barreto AC.: Arq. Wagner Fraga REF: PROPOSTA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS DE SEGURANÇA. Prezado Senhor, Em atendimento à solicitação,
Manual Brigada de Incêndio. Manual IFRS - POA
Manual IFRS - POA IFRS - Instituto Federal do Rio Grande do Sul IFRS POA - Instituto Federal do Rio Grande do Sul Campus Porto Alegre DGP Diretoria de Gestão de Pessoas Campus Porto Alegre Saúde e Segurança
MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO...AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR
MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO...AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR OBRA...CONTRATAÇÃO DE EMPRESA HABILITADA PARA EXECUTAR OS SERVIÇOS PERTINENTES A ESTRUTURAS TEMPORÁRIAS CONFORME DESENHOS
Memorial de Projeto. Agência Sobradinho II Novas Instalações. Prevenção e Combate à Incêndio. Código do Projeto: Nº da OES: 150/2012
Pág. 1 Memorial de Projeto Prevenção e Combate à Incêndio Cliente: Unidade: Assunto: BRB Agência Sobradinho II Novas Instalações Código do Projeto: 5163-12 Nº da OES: 150/2012 Pág. 2 Índice A. Memorial
Eng. Eletricista Eng. Segurança do Trabalho Crea SC /D visto PR 8159
Eng. Eletricista (UDESC); Pós-graduado em Engª Segurança do Trabalho (UTFPR); Membro associado da ABNT, comitê CB-03, Comissão de Estudo Riscos da Eletrostática Proj. NBR 60.079-32-1. Experiência nas áreas
ET-SE -030 TRAVESSIAS COM LUMINÁRIAS À LED
Sumário 1 OBJETIVO 2 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3 DEFINIÇÃO 3 4 REQUISITOS ESPECÍFICOS 5 5 DOCUMENTAÇÃO 9 6 GARANTIA 11 Superintendência de Engenharia de Sinalização - SSI Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS Instrução Técnica n.º CB Saídas de Emergência em Edificações
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS Instrução Técnica n.º CB 00797 Saídas de Emergência em Edificações O Comandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, considerando: a necessidade
Corpo de Bombeiros BRIGADA DE INCÊNDIO
Corpo de Bombeiros BRIGADA DE INCÊNDIO BRIGADA DE INCÊNDIO ATUALIZADA EM 12 DE DEZEMBRO DE 2017 BRIGADA DE INCÊNDIO ATUALIZADA EM 12 DE DEZEMBRO DE 2017 BRIGADA DE INCÊNDIO PARTE 1 A brigada de incêndio
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTANA DO RIACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO LEI 114/1983
1 LEI 114/1983 CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SANTANA DO RIACHO - Dispõe sobre as construções no Município de Santana do Riacho, Estado de Minas Gerais, e dá outras providências. O PREFEITO
PROJETO TÉCNICO PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO. AVCB Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
PROJETO TÉCNICO PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO AVCB Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros PROJETO TÉCNICO Características da edificação e/ou área de
Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Valdemir Romero Diretor do Deconcic
Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos Valdemir Romero Diretor do Deconcic Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Segurança em Edificações - Objetivos 1. Criação
NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Arranjo Físico e Instalações, Aspectos Ergonômicos, Sinalização, Procedimentos de Trabalho e Segurança e Capacitação Clarice I. Lorenzi Eng. de
Memorial Técnico Descritivo Projeto Elétrico da Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: Rua General Osório, 979 Canguçu RS
Obra: Edifício Comercial Proprietário: Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: R.General Osório, 979 - Canguçu - RS Data: Março de 2009 Responsável Técnico: Arquiteto Charles de Almeida Ferreira 1- Generalidades:
Fabricado pelo CNPJ: /60
Fabricado pelo CNPJ: 04.426.465.0001/60 Índice Características do Produto Exemplos de instalação de sinalização Exemplos de utilização de sinalização Sinalização Orientação e Salvamento Sinalização Equipamento
IT - 34 CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS E RESPONSÁVEIS TÉCNICOS
IT - 34 CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS E RESPONSÁVEIS TÉCNICOS SUMÁRIO APÊNDICES 1 - Objetivo A - Solicitação de Cadastro de Pessoa Jurídica 2 - Referências normativas B - Solicitação de Cadastro de Pessoa
Como Melhorar a Segurança Contra Incêndio em Edificações Antigas
Como Melhorar a Segurança Contra Incêndio em Edificações Antigas ROSA, Carina Dias da [1], MICHALOSKI, Ariel Orlei [2] ROSA, Carina Dias da; MICHALOSKI, Ariel Orlei. Como Melhorar a Segurança Contra Incêndio
ATO NORMATIVO Nº 52 DE 09 DE OUTUBRO DE 2001
ATO NORMATIVO Nº 52 DE 09 DE OUTUBRO DE 2001 DISPÕE SOBRE REGULAMENTAÇÃO E NORMAS PARA O EXERCÍCIO DA FISCALIZAÇÃO, CONCERNENTES A ESTUDOS, PROJETOS E SERVIÇOS NECESSÁRIOS À EXECUÇÃO DE EDIFICAÇÕES. O
Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas
Rampas Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas RAMPAS: conceito De acordo com a Pontifícia Universidade Católica (2009), as rampas, diferentemente das escadas, podem se constituir meios de circulação
DECRETO Nº , DE 28 DE ABRIL DE 1997.
Eng. Gerson Medeiros Fabrício CREA 89.100 1/6 DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. Aprova as Normas Técnicas de Prevenção de Incêndios e determina outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO
Curso Técnico Segurança do Trabalho. Módulo 6 NR 08
Curso Técnico Segurança do Trabalho Normas Regulamentadoras Normas Regulamentadoras Módulo 6 NR 08 Norma Regulamentadoras 8 (Edificações) Esta Norma Regulamentadora -NR estabelece requisitos técnicos mínimos
PARECER TÉCNICO N.º 006/DTPI/2016 ASSUNTO
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E INVESTIGAÇÃO PARECER TÉCNICO N.º 006/DTPI/2016 ASSUNTO Consulta técnica do 5º CRB,
NORMA TÉCNICA CBMMA Nº 07, DE 2015
NORMA TÉCNICA CBMMA Nº 07, DE 2015 PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO SIMPLIFICADO (PCS) SUMÁRIO: 1 - Objetivo 2 - Aplicações 3 - Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 - Medidas de Segurança para
PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO NT-16
Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Referências normativas 5 Procedimentos ANEXOS A Planilha de levantamento de dados B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 1 Objetivo Esta Norma Técnica
6.2 ACESSOS - Condições gerais
6.2 ACESSOS - Condições gerais 6.2.1 Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. 6.2.2 Na adaptação
ESTADO DA BAHIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 21/2017. Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio
SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos ESTADO DA BAHIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 21/2017 Sistema de Proteção por Extintores
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 37. Subestação elétrica
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 37 Subestação elétrica SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas
TABELA A NR 20 LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS ( ) 20.1 Líquidos combustíveis.
NR 20 LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS (120.000-3) Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 Publicação -D.O.U. 06/07/78 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 37/2011
Instrução Técnica nº 37/2011 - Subestação elétrica 739 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 37/2011 Subestação
LAUDO TÉCNICO PARCIAL Nº 2 SOBRE OS DANOS ESTRUTURAIS DO INCÊNDIO OCORRIDO EM 03/10/2016 NO ED. JORGE MACHADO MOREIRA - UFRJ
LAUDO TÉCNICO PARCIAL Nº 2 SOBRE OS DANOS ESTRUTURAIS DO INCÊNDIO OCORRIDO EM 03/10/2016 NO ED. JORGE MACHADO MOREIRA - Alexandre Landesmann, Prof. Associado, D.Sc. Dep. Estruturas (FAU) e Lab. Estruturas
O USO DE ANDAIMES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NR
O USO DE ANDAIMES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NR 18 A evolução da fabricação e montagem de andaimes permitiu garantir maior eficiência nos canteiros de obras, aumentando o cuidado e preocupação do setor com a
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 35/2015
Instrução Técnica nº 35/2011 - Túnel rodoviário 729 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 35/2015 Túnel rodoviário
ANEXO I TABELA 1 ÁREAS MÍNIMAS EM EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS
ANEXO I TABELA 1 ÁREAS MÍNIMAS EM EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS CÍRCULO INSCRITO DIÂMETRO ÁREA MÍNIM A (m²) ILUMINAÇÃ VENTILAÇÃ PÉ DIREITO MÍNIMO (m) REVESTIMENTO PAREDE REVESTIMENTO PISO Salas 2,50 10,00 1/8
MEMORIAL DESCRITIVO ACESSIBILIDADE ARQ. CÉSAR LUIZ BASSO
MEMORIAL DESCRITIVO ACESSIBILIDADE RESPONSÁVEL: ARQ. CÉSAR LUIZ BASSO CREA/CAU: A5819-0 CONTRATANTE: OBRA: CAMPUS EIRUNEPÉ LOCAL: AMAZONAS 1 CONTROLE DE REVISÕES REVISÃO DATA DESCRIÇÃO 00 26/08/2016 EMISSÃO
ANEXO 6 LANTERNAS DE POSIÇÃO DIANTEIRA E TRASEIRA (LATERAL), LANTERNAS DE FREIO E LANTERNAS DELIMITADORAS
ANEXO 6 LANTERNAS DE POSIÇÃO DIANTEIRA E TRASEIRA (LATERAL), LANTERNAS DE FREIO E LANTERNAS DELIMITADORAS 1. DEFINIÇÕES Para o objetivo deste Anexo: 1.1. Lanterna de posição dianteira (lateral)" é a lanterna
SEMINÁRIO DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SINDUSCON MG / SENAI / FIEMG 29/04/16
SEMINÁRIO DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SINDUSCON MG / SENAI / FIEMG 29/04/16 TEMA: ESCOPO E ANÁLISE CRÍTICA DE PROJETOS DE INCÊNDIO Definir o escopo de contratação de projetos de
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 35/2011
Instrução Técnica nº 35/2011 - Túnel rodoviário 729 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 35/2011 Túnel rodoviário
PORTARIA N 003/DSCIP/CBMMT/2016
PORTARIA N 003/DSCIP/CBMMT/2016 Aprova a Norma Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso NTCB nº 06/2016 que trata sobre Eventos Temporários. O CORONEL COMANDANTE GERAL DO CORPO DE
MANUAL DE SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO - IFAM REITORIA
MANUAL DE SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO - IFAM REITORIA MANAUS 2019 INTRODUÇÃO Este manual tem como objetivo reunir as informações necessárias na área de segurança contra incêndio da Reitoria e poderá
CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM PEQUENOS ESTABELECIMENTOS
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARÁ CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM PEQUENOS ESTABELECIMENTOS Belém 2014 / Versão 1.0 1
Procedimentos que o Grupo Arteseg Oferece com sua Consultoria NR10:
Adequação e Consultoria à norma NR10 A NR10 é uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego que estabelece uma série procedimentos e condutas para a realização de atividades que envolvem
MANUAL TÉCNICO ANDAIME MULTIDIRECIONAL SISTEMA MULTIMAX
MANUAL TÉCNICO ANDAIME MULTIDIRECIONAL SISTEMA MULTIMAX Andaime Multidirecional...03 Instruções de Montagem...04 Componentes do Sistema...06 Informações Técnicas...08 Modos e Pontos de Ancoragem...09 Dicas
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência em
INSTRUÇÃO TÉCNICA CBMMG Nº 14, de 28/04/2017 Sistemas de detecção e alarme de Incêndio. 2ª Edição 1 OBJETIVOS
INSTRUÇÃO TÉCNICA CBMMG Nº 14, de 28/04/2017 Sistemas de detecção e alarme de Incêndio. 2ª Edição 1 OBJETIVOS 1.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção
Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi. NR 8 e NR-10. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira
Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR 8 e NR-10 Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira NR-8 Edificações Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações
NOTA TÉCNICA nº 22 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VIII.I.02/
[ NT 22 : NOTA TÉCNICA Complementar do RG-SCIE / Ref.ª VIII.I.02 / 2007-05-31 ] NOTA TÉCNICA nº 22 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VIII.I.02/2007-05-31 RESUMO Definir a estrutura das plantas
GERAÇÃO PRÓPRIA Conforme Portaria MME nº 44 de 11 de março de 2015
1. Introdução Estabelecer os requisitos para a conexão de geradores de energia elétrica em unidades consumidoras do Grupo A conectadas ao Sistema Elétrico de Distribuição da Copel, no âmbito da Resolução
NORMA TÉCNICA 41/2014
É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 41/2014 Edificações Existentes Adaptação às Normas de Segurança Contra Incêndio e Pânico SUMÁRIO 1 Objetivo 2
EXIGÊNCIA PARA FUNCIONÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS!
Treinamento: Obrigatoriedade prevista na NR-10: Todos devem ter Treinamento básico de 40 horas; Trabalhos em SEP e proximidades o Treinamento complementar, além do básico, mais 40 horas Conteúdo e carga
ESTADO DA BAHIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 43/2016. Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes
INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 43/2016 ESTADO DA BAHIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 43/2016 Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Aplicação
MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO...AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR
MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO...AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR OBJETO...CONTRATAÇÃO DE EMPRESA HABILITADA PARA EXECUTAR OS SERVIÇOS PERTINENTES A ESTRUTURAS TEMPORÁRIAS LOCALIZAÇÕES...
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II Prof. Dr. André L. Gamino Araçatuba Setembro - 2013 1 Acessibilidade a Edificações 1.1 Introdução A norma brasileira
(atualizada em 11/2006) NBR 5667-1:06 Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil - Parte 1 - Hidrantes de Coluna NBR 5667-2:06 Hidrantes urbanos de incêndio de ferro dúctil - Parte 2 - Hidrantes
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI COMPLEMENTAR N.º 14.555, DE 02 DE JULHO DE 2014. (publicada no DOE n.º 125, de 03 de julho de 2014) Altera a Lei
Curso Técnico Segurança do Trabalho. Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho MÄdulo 5 VisÇo Geral
Curso Técnico Segurança do Trabalho Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho MÄdulo 5 VisÇo Geral A NR18 é a norma que regulamenta a Segurança e Medicina do Trabalho na Indústria da Construção
