A7 - RELAÇÃO NOMINAL PESSOAL TÉCNICO
|
|
|
- Glória Veiga Valgueiro
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A preencher pelos Serviços Código da Empresa: A7 - RELAÇÃO NOMINAL PESSOAL TÉCNICO 1. IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA SINGULAR OU PESSOA COLETIVA NIF Firma ou Denominação Social 2. RELAÇÃO NOMINAL 2.1 Inicial 2.2 Substituição * 2.3 Adicional 3. ÁREA DE PRODUÇÃO NIF NOME DO(A) TÉCNICO(A) ESPECIALIDADE Mod. A7 1 de 6
2 4. ÁREA DA SEGURANÇA NO TRABALHO (a preencher para classe 6 e superior) NIF NOME DO(A) TÉCNICO(A) ESPECIALIDADE * 5. TÉCNICOS QUE CESSAM FUNÇÕES (a preencher em caso de substituição de técnico) NIF NOME DO(A) TÉCNICO(A) ESPECIALIDADE Assinatura conforme Documento de Identificação e carimbo (pessoa singular ou representante(s) legal(ais) da pessoa coletiva), de de Mod. A7 2 de 6
3 Este modelo deve ser obrigatoriamente apresentado por todas as empresas que se encontrem nas seguintes situações: PROCESSOS DE INGRESSO/ALTERAÇÃO: - Pessoas singulares ou pessoas coletivas não inscritas no IMPIC, I.P., que pretendam ingressar na atividade da construção (Alvará ou Certificado de Empreiteiro de Obras Públicas). - Pessoas singulares ou pessoas coletivas inscritas no IMPIC, I.P. que pretendam modificar as subcategorias detidas no respetivo Alvará ou Certificado de Empreiteiro de Obras Públicas (elevação de classe ou novas subcategorias), caso tenha havido alterações do pessoal técnico anteriormente comunicado, ou não tenham ainda apresentado a documentação referente ao pessoal técnico nos modelos IMPIC, I.P., em vigor ao abrigo da Lei n.º 41/2015 de 3 de junho. REGULARIZAÇÃO DO QUADRO TÉCNICO - Pessoas singulares ou pessoas coletivas inscritas no IMPIC, I.P. que pretendam alterar a composição do pessoal técnico anteriormente comunicado ou atualizar a documentação em modelos IMPIC, I.P., em vigor ao abrigo da Lei n.º 41/2015 de 3 de junho. Só serão considerados como técnicos os que detenham habilitação adequada à natureza dos trabalhos enquadráveis nas habilitações requeridas/detidas pela empresa e apresentem os documentos a seguir indicados: - Mod. A8: Ficha curricular do(s) técnico(s) referente a cada técnico, devidamente preenchido, datado e assinado pelo próprio; - Mod. A9: Vínculo contratual entre técnico e empresa referente a cada técnico, devidamente preenchido, datado e assinado pelo próprio e pelo(os) representante(es) legal(ais) da pessoa coletiva; - Fotocópia do documento de identificação (Cartão de Cidadão, BI ou Título de Residência), NIF e documento ou carteira profissional de cada técnico; - Declaração de Remunerações conforme entregue na Segurança Social (referente ao último mês,) ou outro documento que comprove o vínculo contratual entre ambas as partes, designadamente, recibo de prestação de serviços, recibo de vencimento ou cópia do Contrato de Trabalho ou cópia do contrato de prestação de serviços*; * No caso em que o(s) técnico(s) seja(m) prestador(es) de serviços, terá de ser comprovada a posse de seguro de acidentes de trabalho para o próprio em atividade adequada ao âmbito do contrato a realizar. Os técnicos que anteriormente tenham entregue no IMPIC, I.P. os documentos acima referidos, ficam dispensados de os apresentar desde que os mesmos se mantenham válidos. CAPACIDADE TÉCNICA (Artigo 10.º da Lei n.º 41/2015, 3-6) ALVARÁ DE EMPREITEIRO DE OBRAS PÚBLICAS A capacidade técnica, para efeitos de obtenção de alvará de empreiteiro de obras públicas, é avaliada segundo o número e as qualificações dos técnicos, nos termos dos anexos I e III, da Lei n.º 41/2015, de 3 de junho. NÚMERO MÍNIMO DE PESSOAL TÉCNICO NA ÁREA DA PRODUÇÃO E DA SEGURANÇA DE EMPREITEIROS DE OBRAS PÚBLICAS ANEXO III da Lei n.º 41/2015, de 3 de junho (a que se refere o n.º 2 do artigo 10.º) QUADRO n.º 1 Número mínimo de pessoal na área da produção Classes de obras Número mínimo de técnicos QUADRO n.º 2 Número mínimo de pessoal na área da segurança no trabalho Classes de obras Técnicos superiores de segurança no trabalho (TSST) Técnicos de segurança no trabalho (TST) Mod. A7 3 de 6
4 CERTIFICADO DE EMPREITEIRO DE OBRAS PÚBLICAS Tratando-se de certificado de empreiteiro de obras públicas, a capacidade técnica deverá ser comprovada mediante a apresentação de um técnico nos termos do quadro seguinte: Subcategorias a) Alvenarias, rebocos e assentamento de cantarias b) Estuques, pinturas e outros revestimentos c) Carpintarias d) Trabalhos em perfis não estruturais e) Canalizações e condutas em edifícios f) Instalações sem qualificação específica Qualificações dos técnicos g) Restauro de bens imóveis histórico-artísticos h) Calcetamentos i) Ajardinamentos j) Instalações elétricas de utilização de baixa tensão k) Infraestruturas de telecomunicações l) Sistemas de extinção de incêndios, de segurança e de deteção Arquiteto; Engenheiro Civil; Engenheiro Técnico Civil; Técnico Superior de Conservação e Restauro ou Técnico de Conservação e Restauro Engenheiro Eletrotécnico; Engenheiro Técnico de Energia e Sistemas de Potência; Técnicos com qualificação de dupla certificação de nível 4 ou nível 2 do QNQ da área das instalações elétricas; Técnicos que tenham concluído, com aproveitamento, as unidades de formação de curta duração na área das instalações elétricas, integradas no Catálogo Nacional de Qualificações; Eletricista responsável pela execução de instalações elétricas de serviço particular (DGEG). Instalador ITUR/ITED, nos termos do regime aplicável à construção de infraestruturas aptas ao alojamento de redes de comunicações eletrónicas, à instalação de redes de comunicações eletrónicas e à construção de infraestruturas de telecomunicações em loteamentos, urbanizações e conjuntos de edifícios (ITUR) e edifícios (ITED). Engenheiro Civil; Engenheiro Técnico Civil; Engenheiro Eletrotécnico; Engenheiro Técnico de Energia e Sistemas de Potência; Engenheiro Técnico de Eletrónica e de Telecomunicações; Engenheiro Técnico de Segurança; Engenheiro Técnico de Proteção Civil; Engenheiro Mecânico; Engenheiro Técnico Mecânico; Engenheiro Metalúrgico; Técnicos com qualificação de dupla certificação de nível 4 ou nível 2 do QNQ, da área das instalações elétricas; Técnicos que tenham concluído, com aproveitamento, as unidades de formação de curta duração na área das instalações elétricas, integradas no Catálogo Nacional de Qualificações; Eletricista responsável pela execução de instalações elétricas de serviço particular (DGEG); Técnico com Diploma de Especialização Tecnológica nas áreas de educação e formação de Eletricidade e Energia e de Eletrónica e Automação (ou outra relacionada com sistemas de extinção de incêndios, de segurança e de deteção) ou Técnico acreditado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. Mod. A7 4 de 6
5 Subcategorias Qualificações dos técnicos m) Aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração Engenheiro Mecânico; Engenheiro Técnico Mecânico; Engenheiro Eletrotécnico; Engenheiro Técnico de Energia e Sistemas de Potência; Técnico de instalação e manutenção de sistemas de climatização (TIM III ou TIM II), nos termos do Sistema de Certificação Energética (SCE), Técnico de manuseamento de gases fluorados da categoria I n) Redes e ramais de distribuição de gás, instalações e aparelhos a gás Técnico de gás da entidade instaladora de gás, nos termos do respetivo regime jurídico (DGEG). o) Gestão técnica centralizada Engenheiro Mecânico; Engenheiro Técnico Mecânico; Engenheiro Eletrotécnico; Engenheiro Técnico de Energia e Sistemas de Potência; Engenheiro Metalúrgico; Engenheiro Técnico de Eletrónica e de Telecomunicações; Técnico instalador de caldeiras e fornos de biomassa, de bombas de calor, de sistemas fotovoltaicos e de sistemas solares térmicos, de sistemas geotérmicos superficiais; Técnicos com qualificação de dupla certificação de nível 4 ou nível 2 do QNQ da área das instalações elétricas; Técnicos que tenham concluído, com aproveitamento, as unidades de formação de curta duração na área das instalações elétricas, integradas no Catálogo Nacional de Qualificações ou Eletricista responsável pela execução de instalações elétricas de serviço particular (DGEG). p) Demolições Engenheiro Civil; Engenheiro Técnico Civil; Licenciado em Geologia; Técnico de obra (condutor de obra); Pedreiro; Condutor-manobrador de equipamentos de movimentação de terras; ou Técnico com Diploma de Especialização Tecnológica na área de educação e formação Construção Civil e Engenharia Civil q) Movimentação de terras Engenheiro Civil; Engenheiro Técnico Civil; Licenciado em Geologia; Licenciado em Geologia e Minas; Engenheiro técnico de Geotécnica e Minas; Engenheiro Florestal; Engenheiro Agrónomo; Engenheiro Técnico Agrário; Agente Técnico de Arquitetura e Engenharia (ATAE); Técnico de Obra (condutor de obra); Condutor-manobrador de equipamentos de movimentação de terras; ou Técnico com Diploma de Especialização Tecnológica na área de educação e formação Construção Civil e Engenharia Civil (ou outra relacionada com movimentação de terras). r) Armaduras para betão armado s) Cofragens t) Impermeabilizações e isolamentos Mod. A7 5 de 6
6 INSTRUÇÕES Preencha todos os campos com maiúsculas, uma letra em cada espaço (quadrícula), deixando um espaço de intervalo entre cada palavra. No caso de informação numérica, o conjunto de algarismos deve ficar encostado à direita. Os dados recolhidos são processados automaticamente e destinam-se exclusivamente a ser usados pelos serviços do IMPIC, I.P. A inexatidão dos dados declarados é passível de penalização nos termos das disposições legais aplicáveis. Do correto preenchimento deste modelo, depende a sua rápida tramitação. Deverá apresentar uma declaração devidamente preenchida e assinada, por cada um do(s) representante(es) legal(ais) da pessoa coletiva, independentemente de quantos forem necessários para obrigar a sociedade. 2 RELAÇÃO NOMINAL O campo 2 destina-se à identificação do tipo de relação nominal devendo optar por inicial, substituição ou adicional, conforme o caso. 2.1 Inicial Os técnicos identificados nesta relação constituem a primeira relação de pessoal técnico da empresa. 2.2 Substituição Os técnicos identificados nesta relação são os que atualmente compõem o pessoal técnico, pelo que se consideram sem efeito as relações nominais anteriormente comunicadas ao IMPIC, I.P. 2.3 Adicional - Os técnicos identificados nesta relação complementam o pessoal técnico constante na relação nominal anteriormente comunicada ao I, I.P. 3 ÁREA DE PRODUÇÃO O campo 3 destina-se a identificar todos os técnicos que a entidade pretenda registar na área da produção. 4 ÁREA DE SEGURANÇA O campo 4 destina-se a identificar todos os técnicos que a entidade pretenda registar na área da segurança no trabalho. Aplicável a alvarás acima da classe 5. 5 TÉCNICOS QUE CESSAM FUNÇÕES Caso assinale o campo 2.2 deverá preencher também este campo 5, identificando os técnico(s) que cessam funções. Mod. A7 6 de 6
A8 FICHA CURRICULAR DO TÉCNICO
A preencher pelos Serviços Código da Empresa: A8 FICHA CURRICULAR DO TÉCNICO 1. IDENTIFICAÇÃO NIF Nome Nacionalidade Código Documento (ver Tabela A) Morada (rua, avenida, etc., n.º e andar) Código Postal
B1 - DECLARAÇÃO DE HABILITAÇÃO DE EMPREITEIRO DE OBRAS PÚBLICAS (al. a) do n.º 5 do art. 81.º do CCP)
A preencher pelos Serviços Código da Empresa: Instrutor: B1 - DECLARAÇÃO DE HABILITAÇÃO DE EMPREITEIRO DE OBRAS PÚBLICAS (al. a) do n.º 5 do art. 81.º do CCP) Exm.º Senhor, Presidente do Conselho Diretivo
A7 - RELAÇÃO NOMINAL PESSOAL TÉCNICO
A preencher pelos Serviços Código da Empresa: A7 - RELAÇÃO NOMINAL PESSOAL TÉCNICO 1. IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA SINGULAR OU PESSOA COLETIVA NIF Firma ou Denominação Social 2. RELAÇÃO NOMINAL 2.1 Inicial
Empresas titulares de alvará de empreiteiro de obras públicas
Empresas titulares de alvará de empreiteiro de obras públicas (O alvará é válido por tempo indeterminado, sem prejuízo do controlo oficioso do cumprimento dos requisitos) Alvará 1747 - PUB Data de inscrição
Qualificação Profissional Mínima Exigível aos Engenheiros e outros Técnicos na Atividade da Construção (DECLARAÇÕES)
Qualificação Profissional Mínima Exigível aos Engenheiros e outros Técnicos na Atividade da Construção (DECLARAÇÕES) Lei n.º 40/2015 de 1 de junho Aprova o regime jurídico que estabelece a qualificação
Alvarás de empreiteiro de obras públicas
11/10/2016 Alvarás de empreiteiro de obras públicas Consultar IMPIC Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção Alvarás de empreiteiro de obras públicas (O alvará é válido por tempo
DOCUMENTOS DA PROPOSTA
DOCUMENTOS DA PROPOSTA DONO DE OBRA: SAICAPACK PORTUGAL S.A. EMPREITADA: EXECUÇÃO DE MEZANINOS NA ZONA FABRIL E ZONA NÃO CONFORME DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO DE PRODUTOS METÁLICOS ESQUEMA DE PINTURA ALVARÁ
A8 FICHA CURRICULAR DO TÉCNICO
A preencher pelos Serviços da Empresa: A8 FICHA CURRICULAR DO TÉCNICO 1. IDENTIFICAÇÃO NIF Nome Nacionalidade Documento N.º (ver Tabela A) Morada (rua, avenida, etc., n.º e andar) Postal - Localidade Telefone
ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS
ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS INSCRIÇÃO EFECTIVA ACTIVA NA ORDEM DOS ARQUITECTOS DECLARAÇÃO GENÉRICA EMITIDA PELA OA - Elaborar e apreciar estudos, projectos
de obra. ANEXO III Qualificações para elaboração de projetos de especialidades de engenharia (a que se refere o n.º 3 do artigo 10.º) QUADRO N.
Diário da República, 1.ª série N.º 105 1 de junho de 2015 3421 b) As obras sejam realizadas em imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática de proteção, independentemente
Instalações Elétricas Decreto-lei n.º 96/2017
Instalações Elétricas Decreto-lei n.º 96/2017 1. Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto O Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto, estabelece a disciplina das instalações elétricas de serviço particular
Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis
Registo nº Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis Em / / O Funcionário ASSUNTO: COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OPERAÇÃO URBANÍSTICA DE: OBRAS DE EDIFICAÇÃO OBRAS DE DEMOLIÇÃO OUTRAS OPERAÇÕES
Câmara Municipal. Município de Alenquer. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer,
Departamento de Urbanismo Município de Alenquer Câmara Municipal REGISTO DE ENTRADA Nº Em / / Proc. N.º / / O Func. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer, EMISSÃO DE ALVARÁ DE OBRAS DE
Plano de Formação 2015
Plano de Formação 2015 Índice: APRENDIZAGEM.... 1 EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS.. 1 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA.......1 FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA... 2 a 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTÍNUA...
NORMA TÉCNICA. ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO (Projetos de Especialidades e outros estudos)
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO (Projetos de Especialidades e outros estudos) Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado
DIVISÃO DE OBRAS PARTICULARES. Norma de Instrução de Processo (NIP) Pedido de Autorização de Utilização. Requerimento e legitimidade do requerente
Norma de Instrução de Processo (NIP) Pedido de Autorização de Utilização NIP 19.00 Data: 25.01.2016 Requerimento e legitimidade do requerente Formato Nome do Ficheiro REQ.1 Requerimento referente ao pedido
EDP Distribuição - Energia, S.A.
EDP Distribuição - Energia, S.A. Reconhecimento de Empresas para Certificação das Condições Técnicas de Instalação de Redes de Comunicações Eletrónicas na Rede de Distribuição de BT da EDP Distribuição
Qualificação dos Profissionais de Segurança contra Incêndio em Edifícios
Qualificação dos Profissionais de Segurança contra Incêndio em Edifícios Seminário Projeto, Certificação e Instalação de Equipamentos de Proteção contra Incêndios Ordem dos Engenheiros 28 de junho de 2017
REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009, de 21 de julho e Despacho n.º 10738/2011 de 30 de agosto) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES
REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009, de 21 de julho e Despacho n.º 10738/2011 de 30 de agosto) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. Que entidades devem efetuar o registo na ANPC (Autoridade Nacional
Nome: Contribuinte n.º, B. I./ C.C. n.º Morada: Freguesia: Concelho: Código Postal - Telefone, Correio
MUNICÍPIO DE MÊDA Setor de Serviços Urbanos Despacho: Deferido Data / / O Presidente, Entrada: N.º de Registo Data / / O Funcionário: Pedido de Autorização de Utilização (Edifícios e suas Fracções) Ex.
Técnico/a de Obra / Condutor/a de Obra Nível 4 Prior Velho 02/10/2017
Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Sul s de Aprendizagem 1 s de Educação e Formação de Adultos 1 s de Especialização Tecnológica 1 Formação Modular Certificada
Técnico/a de Obra / Condutor/a de Obra Nível 4 Prior Velho 03/09/2018. Técnico/a de Obra / Condutor/a de Obra
Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Sul Percurso Formativo (2) Data de início (3) Técnico/a de Obra / Condutor/a de Obra Nível 4 Prior Velho 03/09/2018
Nomenclatura dos Ficheiros Digitais para Instrução de Processos Urbanísticos 1/5
Nomenclatura dos Ficheiros Digitais para Instrução de Processos Urbanísticos 1/5 Documentos de Identificação e Legitimidade Requerimento Documentos de Identificação Bilhete de Identidade Cartão Cidadão
PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS)
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS) (RJUE e D.L. 234/2007
PROCEDIMENTO PARA AVERBAMENTO DE FARMACÊUTICO SUBSTITUTO DO DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA DE OFICINA NAS SUAS AUSÊNCIAS E IMPEDIMENTOS
PROCEDIMENTO PARA AVERBAMENTO DE FARMACÊUTICO SUBSTITUTO DO DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA DE OFICINA NAS SUAS AUSÊNCIAS E IMPEDIMENTOS 1. Requisitos legais a) Deve ser designado pelo proprietário da farmácia,
Município de Santarém CÂMARA MUNICIPAL
Ex.mo Sr. Presidente da Câmara, Nome A U T O R I Z A Ç Ã O / A L T E R A Ç Ã O D E U T I L I Z A Ç Ã O n.º 5 do art.º 4 do decreto-lei n.º 555/99 de 16/12, na sua atual redação contribuinte n.º, documento
Data de Receção: (2), Pede deferimento, O Comunicante, Para efeito de correspondência (3)
Requerimento Comunicação Prévia de Alterações à Comunicação Prévia admitida ao projeto durante a execução da obra Envolvendo alteração da implantação ou ampliação Processo n.º: Data de Receção: Requerimento
AVERBAMENTO DE DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA
AVERBAMENTO DE DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA 1. Requisitos legais a) A direção técnica da farmácia é assegurada em permanência por farmacêutico diretor técnico, não podendo haver acumulação destas com quaisquer
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA
Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA (Art.º 63 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
REGISTO DE FARMACÊUTICO SUBSTITUTO DO DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA NAS SUAS AUSÊNCIAS E IMPEDIMENTOS
REGISTO DE FARMACÊUTICO SUBSTITUTO DO DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA NAS SUAS AUSÊNCIAS E IMPEDIMENTOS 1. Requisitos legais a) Compete à proprietária da farmácia a designação e a substituição do farmacêutico,
REGULAMENTO DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE EMPREITEIROS E DE CONSULTOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Flash Informativo Flash News 28/04/2015 REGULAMENTO DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE EMPREITEIROS E DE CONSULTOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL Foi publicado no Boletim da República n.º 104. I Série, 24.º Suplemento,
Novo regime ITED e ITUR Câmaras Municipais
Novo regime ITED e ITUR Câmaras Municipais Nuno Castro Luís Julho de 2010 infra-estruturas de telecomunicações em edifícios Infra-estruturas de telecomunicações em loteamentos, urbanizações e conjunto
PERGUNTAS & RESPOSTAS
PERGUNTAS & RESPOSTAS O presente documento inclui um conjunto de perguntas e respostas sobre Formação de Peritos Qualificados no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do
Eficiência Energética No Hospital de Santa Maria. Carlos Duarte
Eficiência Energética No Hospital de Santa Maria Carlos Duarte 8 Maio 2017 O Hospital de Santa Maria Inicialmente com o nome de Hospital Escolar de Lisboa, o Hospital de Santa Maria foi projetado em 1938
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS
ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS 2º SEMESTRE 2015 UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE PARA VOCÊ AMPLIAR SEU CONHECIMENTO E IMPULSIONAR SUA CARREIRA. A Especialização Técnica
Submissão eletrónica da comunicação no balcão único, preenchendo o respetivo formulário com os elementos instrutórios.
Urb1007. Obras de Remodelação de Terrenos O que é preciso? Submissão eletrónica da comunicação no balcão único, preenchendo o respetivo formulário com os elementos instrutórios. Elementos Instrutórios
MUNICÍPIO DE VILA VERDE
Documentos de Identificação Designação do ficheiro: REQ_DOC_V2.PDF Documentos comprovativos da qualidade de titular de qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização da operação ou da atribuição
Declarações emitidas entre os modelos M001 e M508 e entre e
001-Auditoria energética 1 11 12 002-Planos de racionalização e de relatórios de execução e progresso 0 8 8 003-Coordenação Segurança Obras Engenharia Civil 20 240 260 004-Coordenação Segurança-Edifícios
2016 Formação CERTIEL
2016 Formação CERTIEL Formação CERTIEL Em 2016, a CERTIEL continua a aposta na sua oferta formativa, a qual continuará a incidir na atualização e reforço das competências dos técnicos responsáveis pela
Custos Padrão por Tecnologias aplicáveis: Sim, para a(s) tipologia(s) de intervenção previstas no Anexo II do Aviso: Envolvente opaca
Anexo I (alterado a 14 de dezembro de 2017) Requisitos das medidas e Despesas Elegíveis em Eficiência Energética e Energias Renováveis, por tipologia de operação Requisitos das medidas Despesas Elegíveis
2. Documentos de instrução do processo
PROCEDIMENTO PARA ALTERAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO (MÉDICO DENTISTA, MÉDICO OU FARMACÊUTICO) PELOS MEDICAMENTOS DE USO HUMANO CONSTANTES DA LISTA DE SUBSTÂNCIAS ATIVAS (DCI) DO ANEXO I E/OU ANEXO II DA
Anexo I Requisitos das medidas e Despesas Elegíveis em Eficiência Energética e Energias Renováveis, por tipologia de operação
Anexo I Requisitos das medidas e Despesas Elegíveis em Eficiência Energética e Energias Renováveis, por tipologia de operação Requisitos das medidas Despesas Elegíveis a) Intervenções que visem o aumento
EXERCICIO DA ATIVIDADE DE DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA DOMICILIÁRIA DE GASES MEDICINAIS
EXERCICIO DA ATIVIDADE DE DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA DOMICILIÁRIA DE GASES MEDICINAIS São considerados gases medicinais os gases ou mistura de gases, liquefeitos ou não, destinados a entrar em contacto directo
Maio / Paulo Monteiro. Fonte de dados: Manual ITED e Normas. Formação e Consultadoria Slide. 1
Legislação Maio / 2010 Paulo Monteiro Fonte de dados: Manual ITED e Normas Formação e Consultadoria Slide. 1 - Com a revogação do Decreto-Lei nº 59/2000, de 19 de Abril Decreto-Lei nº 123/2009, de 21/05
PROCEDIMENTO PARA ALTERAÇÃO DE DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA DE OFICINA
PROCEDIMENTO PARA ALTERAÇÃO DE DIRETOR TÉCNICO DE FARMÁCIA DE OFICINA 1. Requisitos legais a) A direção técnica da farmácia é assegurada em permanência, por farmacêutico diretor técnico, registado na Secretaria
Câmara Municipal. Município de Alenquer EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO ALTERAÇÃO MODIFICAÇÃO
Departamento de Urbanismo Município de Alenquer Câmara Municipal REGISTO DE ENTRADA Nº Em / / Proc. N.º / / O Func. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA
CARTA PARA ACOMPANHAR O BOLETIM DE VOTO
CARTA PARA ACOMPANHAR O BOLETIM DE VOTO Exercício do voto por correspondência Exmo. Senhor Presidente da Mesa da Assembleia de Participantes do Fundo de Gestão Passiva Fundo Especial de Investimento Fechado
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE RECEÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE RECEÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado após assinatura do
Estabelece as categorias e subcategorias relativas à actividade da construção
Legislação Portaria n.º 19/2004, de 10 de Janeiro Publicada no D.R. n.º 8, I Série-B, de 10 de Janeiro de 2004 SUMÁRIO: Estabelece as categorias e subcategorias relativas à actividade da construção TEXTO:
LEGALIZAÇÕES Req
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Montijo LEGALIZAÇÕES Req. 01.11.01 IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE N.º DE CONTRIBUINTE NOME COMPLETO MORADA / SEDE CÓDIGO POSTAL - FREGUESIA TELEF./TELEM. FAX
Portaria nº 1379/2009, de 30 de Outubro
Portaria nº 1379/2009, de 30 de Outubro Anexo B A Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, que revogou o Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro, aprovou o regime jurídico que estabelece a qualificação exigível aos
Curso de Especialização Pós-Graduada em Projeto de Infra estruturas de Telecomunicações
1. Designação do Curso: FICHA DE CURSO Curso de Especialização Pós-Graduada em Projeto de Infra estruturas de Telecomunicações 2. Denominação do Diploma ou Certificado Diploma de Pós-Graduação em Projeto
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE RECEÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE RECEÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado após assinatura do
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS (Art.º 76º do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
