DETERMINAÇÃO DA FRAGILIDADE POTENCIAL A EROSÃO LAMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO AREIAS

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1 DETERMINAÇÃO DA FRAGILIDADE POTENCIAL A EROSÃO LAMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO AREIAS 1 Arnon Batista Nunes; 2 Emerson Figueiredo Leite 1 Aluno do Curso de Geografia Bacharelado; Campus de Porto Nacional Tocantins; arnon@mail.uft.edu.br; PIBIC/UFT 2 Orientador(a) do Curso de Geografia Bacharelado; Campus de Campus de Porto Nacional Tocantins; figueiredo_geo@uft.edu.br RESUMO Esta pesquisa apresenta um mapeamento baseado na combinação de elementos relacionados à erosão por meio de (SIGs) Sistemas de Informações Geográficas gratuitos no estudo de erosão, com fins de determinar à fragilidade Potencial a erosão laminar. As avaliações de erosividade média anual foram realizados procedimentos geoestatísticos de interpolação no software Quantum GIS, estes partiram de dados climatológicos de precipitação das estações climatológicas circunvizinhas da área de estudo utilizando-se o interpolador (IDW) Inverso do Quadrado da Distância. A partir dos mapas de erodibilidade dos solos e de declividade foi determinado o mapa preliminar das áreas de suscetibilidade à erosão laminar. Já para a elaboração do mapa de comprimento de rampa utilizou-se os dados de elevação do terreno do Topodata/INPE, para a aquisição da grade de comprimento de rampa em metros utilizou-se a função Slope Length do módulo Terrain Analysis no software Saga Gui 2.0. Esses dados foram associados ao um banco de dados geográficos no software Spring sendo analisadas de forma integrada por meio de um cruzamento matricial utilizando a (LEGAL) Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico. O resultado final foi à carta de síntese que expressa informações das fragilidades a erosão laminar e indicação do potencial a erosão laminar o qual se correlaciona diretamente da integração do Uso, Ocupação e Cobertura da Terra com a suscetibilidade dos terrenos em desenvolver erosão laminar. Deste resultado notou se que o médio potencial está associado às classes de cobertura e uso da Terra que incluem as culturas anuais, tais como: soja, milho e outros. Palavras-chave: Bacia Hidrográfica; Erosão laminar; Geoprocessamento.

2 INTRODUÇÃO 26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas Os estudos de erosão laminar na atualidade mencionam como métodos às técnicas que associadas aos (SIGs) Sistemas de Informação Geográfica integra as tecnologias do Sensoriamento Remoto, possibilitando assim, um melhor manejo para visualizar dados geográficos podendo ser apoiadas ao planejamento ambiental no processo de gestão do território. Segundo Nunes e Leite (2013) as geotecnologias têm possibilitado diversos tipos de análises nas pesquisas geográficas, com destaque para o uso de softwares de (SIGs) gratuitos, como por exemplo, o Spring/INPE, com esse (SIG), pode-se realizar diversos tipos de estudos ambientais, tais como: mapeamentos temáticos, diagnósticos e prognósticos ambientais, avaliações de impactos ambientais, ordenamento territorial e outros. Relacionados às geotecnologias Rosa (2007) explica que o uso de um SIG como instrumento para espacialização e cruzamento de dados apresenta inúmeras vantagens quando comparado a outros métodos, aliados à tecnologia computacional, demonstram que podem auxiliar na coleta de dados necessários para estudos ambientais. Conforme Araújo (1996, p. 30), a aplicação de modelos de erosão pode ser efetuada com a utilização de (SIGs), que possibilita a obtenção de resultados na forma de mapas com a distribuição espacial da erosão na área estudada. A área adotada para estudo é a Bacia Hidrográfica do Rio Areias, no Estado do Tocantins. Esta bacia possui uma área aproximada de ,0000 hectares. Está localizada entre os paralelos 10º41 19 e 11º17 51 de Latitude (λ) Sul e entre os meridianos 47º47 00 e 48º27 00 de Longitude (φ) Oeste. Abrange áreas territoriais dos municípios de Porto Nacional Tocantins, Monte do Carmo Tocantins, Silvanópolis do Tocantins e Ipueiras do Tocantins. MATERIAL E MÉTODOS Nesta pesquisa utilizou-se a metodologia sugerida por Salomão (2005) para estudos de suscetibilidade a erosão laminar, nessa metodologia o autor sugere que após selecionar e combinar dados disponíveis, através de procedimentos num SIG, as variáveis geográficas como: erodibilidade, erosividade, comprimento de encostas,

3 declividade e uso e ocupação atual podem ser cartograficamente cruzados gerando um mapa de síntese da análise de fragilidade potencial à erosão laminar. A metodologia proposta por Salomão (2005) possibilita o estudo de fragilidade à suscetibilidade a erosão laminar baseada na combinação de elementos relacionados à erosão, na primeira etapa prepara os dados cartográficos de estudos do relevo, solo, geologia e vegetação por meios procedimentos operacionais através de um SIG, no segundo instante esses dados são copilados de forma que se associa ao um banco de dados geográficos com as mesmas escalas condizentes, para que essas informações sejam analisadas de forma integrada por meio de um cruzamento matricial podendo ser confeccionado uma carta de síntese que expressa informações das fragilidades a erosão laminar. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise espacial da distribuição suscetibilidade a erosão laminar pode se constituir junto à carta potencial, em um produto cartográfico a ser utilizado no zoneamento ambiental, nos processos de avaliação ambientais das áreas territoriais dos municípios de Porto Nacional Tocantins, Monte do Carmo Tocantins, Silvanópolis do Tocantins e Ipueiras do Tocantins. A análise do mapa de suscetibilidade a erosão laminar nos mostra que a distribuição das áreas mais suscetíveis se concentra em áreas de maiores declividades, por conseguinte, nos solos Plintossolos Pétricos, sendo que à medida que aumenta o grau de declividade acrescenta proporcionalmente o de fragilidade. Já a configuração da determinação do resultado do potencial à erosão se caracteriza conforme as zonas ou áreas com variados potenciais ao desenvolvimento da suscetibilidade à erosão laminar com um mesmo nível de suscetibilidade ocupado de maneira diferente, em cobertura e uso-ocupação, como o caso da classe de médio potencial que está associado às classes de cobertura e uso culturas anuais. O potencial à erosão laminar pode ser definido como o resultado da integração entre a suscetibilidade dos terrenos em desenvolver erosão e o uso e ocupação atual das terras, configurando a determinação do resultado conforme as zonas ou áreas com variados potenciais ao desenvolvimento da suscetibilidade à erosão laminar com um

4 26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas mesmo nível de suscetibilidade ocupado de maneira diferente, em cobertura, uso e ocupação. A classe I: Alto potencial definida por Salomão (2005) como uso atual do solo incompatível com a suscetibilidade à erosão laminar, por conseguinte relacionadas nas classes: extremamente suscetível à erosão laminar, juntamente com áreas de culturas anuais correspondeu a 1,62%, da área da bacia conforme (tabela 12). Tabela 1. Classes de Potencial à Erosão Laminar, da Bacia Hidrográfica do Rio Areias, Tocantins Potencial a Erosão Laminar Área e hectares Porcentagem I : Alto Potencial 3.885,200 1,62% II : Médio Potencial ,000 24,06% III : Baixo Potencial ,800 74,32% Área total das classes , % A classe II: Médio potencial compreendem as classes de cobertura e uso da terra: Capoeirão, Floresta em áreas Extremamente suscetível, juntamente com cobertura vegetal (Capoeirão, Floresta, Pasto sujo e Campo Cerrado) em áreas muito suscetíveis. Incluem também no (Médio potencial) a associação das classes Modernamente Suscetível e Pouco suscetível, associados a uso/ocupação e cobertura da terra, por Culturas Anuais, Culturas Perenes Pasto sujo e Campo Cerrado, como: nos usos agrícolas de soja, milho, e outros sujeitos o uso atual do solo incompatível com suscetibilidade à erosão laminar, mas possível de ser controlada com práticas conservacionistas adequadas (figura 1). Figura 1: Criação de Gado em Pasto Plantado. Foto: Arnon Batista Nunes. (mar. 2013) A classe III: baixo potencial abrange todas as áreas das Pouco ou não suscetível, associados a uso/ocupação e cobertura da terra como de culturas perenes e vegetação campestres em relevos planos com declividade de 0 a 6%, e comprimentos de

5 rampas de até 125 metros, ao qual o uso atual do solo é compatível com a suscetibilidade à erosão laminar. LITERATURA CITADA ARAÚJO, ELIENÊ PONTES DE. Aplicação de dados SRTM à modelagem da erosão em microbacias por geoprocessamento / Elienê Pontes de Araújo. São José dos Campos : INPE, Dissertação (Mestrado em Sensoriamento Remoto) Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, São José dos Campos, NUNES, A.B; LEITE, E. F. Mapeamento Preliminar da Erosão Laminar na Bacia Hidrográfica do Rio Areias, Tocantins, com Apoio de Técnicas de Geoprocessamento. In: XV Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, Anais do Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Vitória - ES: Biblioteca do Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal do Espírito Santo - ES, Brasil, v. 15. p ROSA, R. Introdução ao sensoriamento remoto. Uberlândia: editora UFU, SALOMÃO, FERNANDES XIMENES DE TAVARES. Controle e prevenção dos processos erosivos in: GUERRA, JOSÉ TEIXEIRA; SILVA, ANTÔNIO SOARES DA; BOTELHO, ROSANGELA GARRIDO MACHADO (org.) Erosão e conservação dos solos 2ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, p AGRADECIMENTOS "O presente trabalho foi realizado com o apoio da UFT

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