ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014
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- Lara Neto Madureira
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1 ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015 Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014
2 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. A Economia Brasileira Atual 2.1. Desempenho Recente 2.2. A Condução da Política Econômica 3. Cenários para 2015
3 1. ECONOMIA MUNDIAL E IMPACTOS SOBRE O BRASIL Economia mundial vai crescer mais em 2015 (3,8%), contra 2,9% em 2013 e 3,3% em Europa com tendência de estagnação/crescimento muito baixo Estados Unidos iniciando um ciclo de retomada Desaceleração do ritmo de crescimento da China
4 Europa Situação da Zona do Euro Dificuldades ainda persistem pois déficit e dívida pública ainda permanecem elevados em vários países Tendência de crescimento limitado PIB cresceu no primeiro trimestre mas deu sinais de estagnação ao longo do ano.
5 Estados Unidos Sinais positivos para uma retomada Elevação futura das taxas de juros ( incerteza sobre quando começa) Valorização mundial do dólar Tendência de aceleração do crescimento PIB cresceu 3,9% no 3º trimestre (taxa anualizada) Crescimento comandado pelo setor privado
6 China PIB da China vem desacelerando ,2% ,8% ,7% 2014* 7,4% 2015* 7,1%
7 Economia da China em fase de transição Menos investimento e mais consumo interno Na transição PIB cresce de forma menos acentuada Continua sendo importante, mas com menor velocidade PIB deve crescer menos de 7,0% a partir de 2016 Expectativa de estabilização entre 6,0% e 6,5% a.a. Impacto sobre preço das commodities.
8 Tabela 1 Projeções PIB * 2015* Mundo 3,2 2,9 3,3 3,8 Desenvolvidos 1,3 1,2 1,8 2,3. Estados Unidos 2,2 1,9 2,2 3,2. Zona do Euro -0,6-0,4 0,6 0,8. Japão 2,0 2,0 0,9 0,8 Emergentes 5,1 4,5 4,4 5,0. China 7,8 7,7 7,4 7,1. Índia 4,5 3,8 5,6 6,4. Rússia 3,6 1,5 0,2 0,5 Fonte: FMI e projeções próprias
9 2. A ECONOMIA BRASILEIRA ATUAL 2.1. Desempenho Recente Nível de Atividade Crescimento vem perdendo semestre de 2013 fôlego desde o segundo Crescimento de 0,2% no período janeiro/setembro Média do Governo Dilma de 1,6%a.a. contra 4,0%a.a. do Governo Lula No período 2011/4*, mundo cresceu 3,3%a.a. e emergentes 5,3%a.a. Crescimento econômico atual é inferior ao observado na década perdida
10 1ºT/12 2ºT/12 3ºT/12 4ºT/12 1ºT/13 2ºT/13 3ºT/13 4ºT/13 1ºT/14 2º/14 3ºT/14 Gráfico 1 PIB - Brasil (Trimestre/mesmo trimestre do ano anterior em %) 3,5 3,0 1,8 1,9 2,4 2,2 1,9 1,0 0,8 0,5 0,9-0,9-0,2-1,0 Fonte: IBGE
11 Inflação Encerra o ano um pouco abaixo do teto da meta (6,4%) Está longe da meta (4,5%) desde 2009 Inflação muito alta relativamente a outros emergentes
12 Gráfico 2 IPCA Var% Anual 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% 6,5% 6,4% 5,9% 5,8% 5,9% 4,3% Fonte: Banco Central e IBGE
13 Colômbia Peru Chile China México Brasil Gráfico 3 Taxas de Inflação- Países Selecionados (2013/4) 7,0 6,4 6,0 5,0 4,0 3,0 1,9 2,9 3,0 3,3 3,9 2,0 1,0 0,0 Fonte: FMI
14 Setor Externo Déficit em conta corrente é o 3º maior do mundo Déficit atual é de US$ 84,4 bilhões (3,7% do PIB) Número fatal é de 4% Expectativa de menor entrada de recursos
15 Gráfico 4 Déficit em Conta Corrente- Brasil (US$Bi) 20,0 10,0 0,0-10, * -20,0-30,0-40,0-50,0-60,0-70,0-80,0-90,0 DTC Fonte : BC
16 2.2. Política Econômica Atual Governo se preocupou apenas com a demanda Problema do País não é falta de demanda, mas escassez de oferta Nesse caso, estímulos à demanda não impactam decisivamente o PIB, mas causam inflação e déficit em conta corrente Os investimentos estão contidos pela falta de infraestrutura e incertezas em relação a política econômica
17 Investimentos devem cair 7% em 2014 Indicadores de investimento apresentam queda expressiva no período jan/out 2014 (IBGE e ANFAVEA) Produção de bens de capital : - 8,8% Produção de ônibus : -13,3% Produção de caminhões : -24,6% Prod. de máquinas agrícolas : -15,6% O que explica esse comportamento dos investimentos? Incertezas em relação à política econômica Precariedade da Infraestrutura
18 Incertezas em relação à política econômica Como serão corrigidos os preços defasados? Quais políticas serão adotadas para evitar que a inflação se acelera? Até quando BC vai atuar no mercado de cambio? Por quanto tempo vão vigorar os benefícios, como IPI e transferências dos encargos sociais para o valor adicionado? Como será enfrentada a questão fiscal?
19 Quadro fiscal está grave Redução do Superávit Primário Elevação do Déficit Público Manobras Contábeis Risco de novo rebaixamento pelas agencias de rating
20 Gráfico 5 Superávit Primário (% do PIB) 4% 3% 2% 1% 0% 3,1% 2,8% 2,4% 2,0% 1,9% 0,2% Fonte: Banco Central e Pesquisa Focus
21 Gráfico 6 Déficit Público Nominal (% do PIB) 0% -1% -2% -3% -4% -5% -6% ,5% -2,6% -2,5% -3,3% -3,3% -5,0%
22 A Infraestrutura no Brasil Investimento em Infraestrutura vem se reduzindo no Brasil ao longo das últimas décadas É muito baixo se comparado a outros emergentes Investimento privado é complementar ao investimento em infraestrutura Atualmente o investimento em infraestrutura é de 2,1% do PIB e o investimento total de 17%
23 Brasil India China Mundo Emergentes Gráfico 7 Investimento em Infraestrutura (% do PIB) 1992/ ,0 8,5 8,0 6,0 4,0 2,2 4,7 5,8 5,1 2,0 0,0 Fonte- Bain & Company, Banco Mundial e McKinsey in Revista Exame ( 2014)
24 Tabela 4 Qualidade da Infraestrutura (Amostra de 144 países)-2013 ÁREA China Índia Rússia África do Sul Brasil Aeroportos 70º 68º 104º 15º 134º Portos 59º 80º 93º 52º 135º Ferrovias 22 27º 30º 46º 100º Rodovias 54º 86º 136º 42º 123º Infraestrutura Total 69º 87º 101º 58º 107º Fonte: World Economic Forum
25 Qualquer perspectiva de acelerar o ritmo de crescimento do País passa pela elevação da taxa de investimentos em infraestrutura Para atingir a média mundial em 10 anos é preciso investir 5% do PIB ( R$ 150 bi a mais); em 20 anos é necessário 4% do PIB (R$ 100 bi a mais) Setor público apresenta dificuldade para liderar esse processo Reduzida capacidade de gestão Poupança pública insuficiente Crescimento contínuo das despesas de custeio Setor privado terá papel fundamental ( concessões, privatizações, parcerias público-privadas)
26 3. CENÁRIOS PARA 2015 Nova equipe econômica vai ter uma serie de desafios a curto prazo Corrigir preços defasados ( energia elétrica, combustíveis, transportes públicos) com reflexos na inflação Cambio mais depreciado também impacta inflação Reduzir o déficit público (aumentar o superávit primário) Liberar a taxa de cambio Acelerar investimentos em infraestrutura Recuperar a confiança dos empresários
27 A Necessária Mudança na Política Fiscal Tendência do déficit público terá que ser revertida Risco de perda do grau de investimento Necessário para recuperar a credibilidade da política econômica ( interna e externamente) Aceleração dos Investimentos em Infraestrutura Não existirão recursos públicos para investimento Aceleração de concessões e parcerias público-privadas Política terá que ser mais agressiva
28 Possível Condução da Política Econômica Os problemas serão enfrentados por etapas. Primeira Etapa : Corrigir o déficit fiscal Objetivo: evitar o rebaixamento do rating Correção será gradual ( ajuste forte seria recessivo) Metas já estabelecidas para o superávit primário ,2% do PIB 2016/17 2% ou mais Necessidade é de 2,2% para estabilizar relação dívida/pib Ajuste deve se concentrar em medidas que não dependam do Congresso
29 Possíveis Medidas na Área dos Gastos Redução dos investimentos públicos Aumento da TJLP ( reduzir subsidio) Redução das transferências do Tesouro para o BNDES e bancos públicos Ataque às despesas com seguro-desemprego e pensões por morte e abandono Gastos serão pressionados pelo salário mínimo ( +9%)
30 Possíveis Medidas na Área da Arrecadação Cide Aumento de preços de combustíveis e energia para elevar a arrecadação Redução das desonerações (automóveis, eletroeletrônicos, material de construção, móveis) Volta da CPMF?
31 Condução da Política Monetária Inflação vai se acelerar no início do ano Política monetária contracionista para evitar repasse Juros em alta ( podem chegar a 13%) Bancos públicos com menos recursos Bancos privados mais cautelosos
32 Política Cambial Ajuste fiscal pode melhorar expectativa e impactar cambio a curto prazo, mas estruturalmente a tendência é de alta Possível suspensão dos swaps cambiais
33 Taxa de câmbio Tendência de Curto Prazo Muita volatilidade Incertezas Tendência Estrutural Dólar mais elevado Valorização mundial do dólar ( juros EUA) Preço das commodities Operações de swap cambial do BC já superaram U$ 100 bilhões - alternativa tem limite Déficit elevado em conta corrente, com EUA atraindo capital
34 Outras observações Investimento em infraestrutura terá dificuldades Redução do Investimento Público Situação das construtoras (Petrobrás) Equipe econômica com liberdade de ação?
35 Possíveis Resultados Distorções aumentaram e o preço do ajuste aumentou Inflação no teto da meta (6,5%) Tendência de estagnação/crescimento inexpressivo ( eventual de racionamento de energia pode agravar o quadro) Taxa de desemprego em ligeira alta Taxa de cambio depreciada
36 O próximo ano será de transição O lado favorável: é um sacrifício para reconstruir a economia e voltar a crescer a partir dos próximos anos, com melhores fundamentos macroeconômicos Duas questões: No Governo Lula a credibilidade foi conquistada deixando tudo como estava: o quadro atual exige medidas ativas para mudar o rumo Reconquistar a credibilidade é muito mais difícil do que conquistar ( não há espaço para erros na implementação das medidas transparência será fundamental)
37 Tabela 5 Brasil Projeções INDICADORES * 2015* PIB (%) 7,50 2,70 1,00 2,30 0,10 0,50 Inflação (%) 5,90 6,50 5,84 5,91 6,40 6,50 Taxa de Juros (% a.a.) Taxa de Câmbio (final de período) 10,75 11,00 7,25 10,00 11,75 13,00 1,67 1,85 2,04 2,35 2,55 2,80
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