Representação da avifauna nos brasões, bandeiras e hinos dos estados e de municípios brasileiros

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1 Representação da avifauna nos brasões, bandeiras e hinos dos estados e de municípios brasileiros João Baptista de Moraes Canto¹ Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança Estandarte que a luz do céu encerra, E as promessas divinas da esperança... Castro Alves Resumo. Representação da avifauna nos brasões, bandeiras e hinos dos estados e nos brasões e bandeiras dos municípios brasileiros. Na pesquisa constatou-se que dos 26 estados e Distrito Federal, oito brasões apresentam aves (AM, PA, RJ, SC, MT, RR, PR, CE). Nas bandeiras as aves estão representadas apenas em três (RJ, SC, CE). Nas letras dos hinos, quatro entre eles têm citação de aves (AM, GO, PE, MT). Dos 5570 municípios brasileiros e das1919 aves, 5,10% deles, ou 284 dos municípios, têm brasões com aves, enquanto que nas bandeiras temos 3,92% delas ou 26 bandeiras. Introdução Símbolos nacionais e, por extensão, os provinciais, regionais, estaduais, assim como os municipais, portam-se como claras afirmações de identidade (Berg 2009). Os símbolos constituem- -se em elementos distintivos de reconhecimento mútuo entre os membros de um determinado grupo. Os símbolos podem ser considerados uma carteira de identidade da nação, de uma comunidade, reunindo elementos característicos em sua formação histórico-social; para Guibernau (1997) os símbolos mascaram a diferença e põem em relevo a comunidade, criando assim um sentido de grupo. As pessoas constroem a comunidade de uma forma simbólica e acabam por transformá-la num referencial de identidade. Para Berg Símbolos como bandeiras, brasões e hinos não são idealizados apenas pelo capricho dos poderosos, eles refletem uma realidade histórica e são a crônica viva de um povo (Nogueira 2010). A análise da evolução dessas representações, através das fontes oficiais e da pesquisa do conteúdo geográfico presente nas bandeiras, brasões e hinos dos estados do Brasil, levou Berg, professor da Unesp, campus Rio Claro (SP), à constatação da dificuldade de se encontrar de forma uniforme um material que abranja a maioria dos estados brasileiros, pois não existe qualquer padrão para a apresentação de seus símbolos no que tange às referências biográficas, dados históricos e legislativos (Berg 2009). Um brasão de armas geralmente é composto de dois elementos. O primeiro é o escudo, que é a parte principal, e que contém os símbolos e divisões, onde são inseridas as figuras ou peças heráldicas, que podem ser homens, animais etc. O segundo elemento é a ornamentação exterior que é composta por todos os elementos que cercam o escudo. Uma bandeira, com suas cores, formas, divisões e iconografia sempre tem uma razão de ser. Tal como os brasões e hinos as bandeiras pertencem a um grupo de tradições associadas a valores que expressam o sentimento coletivo e até a emoção cívica dos membros de uma comunidade. Os símbolos são fatores importantes no processo de formação da identidade de determinada comunidade, fato esse que implica tanto na semelhança entre seus membros quanto na diferença em relação a estranhos. Essas composições artísticas e musicais idealizadas são símbolos portadores de uma mensagem refletora de uma realidade histórica e ao mesmo tempo portam-se como uma crônica viva de um determinado povo e lugar (Nogueira 2010) e, por conseguinte, os símbolos são capazes de traduzir o sentimento coletivo dos habitantes de determinada região. Objetivos A pesquisa visou elencar a participação das aves como carga (figura, na vexilologia) nas bandeiras de estados e municípios brasileiros e como figura (na heráldica) nos brasões de estados e municípios brasileiros, e ainda, os hinos de estados brasileiros que homenageando as aves, contemplaram-nas em suas composições. 1- Episódios da nossa história que influíram na presença de aves nos símbolos e brasões. O primeiro episódio ocorreu quando os holandeses, que entre 1624 e 1654 dominaram diversos territórios do Norte e Nordeste do Brasil, foram os primeiros a entoar um hino nacional Wilheelmus va Nassouwe dos Países Baixos. Os holandeses também criaram armas para os territórios que estavam sob seu controle, como Sergipe e Serinhaém (Pernambuco). O Conde João Maurício de Nassau, em 1639, deu a cada capitania o seu brasão. O do Rio Grande foi descrito pelo humanista e narrador Barleus ( ) da seguinte forma: A Capitania do Rio Grande tinha por brasão um rio, a cuja margem via-se uma avestruz (ema), ave que se encontra em abundância naquelas paragens (Carvalho 1904: ). A ema, nesse caso, refere-se também à fidelidade do chefe indígena Janduí, amigo de Nassau, que reconhecera a postura afável do Conde para com os povos primitivos. Janduí é realmente nhanduí, ema pequena, o corredor, e o escudo era uma homenagem heráldica à fidelidade da gente Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

2 cariri (Cascudo 1956). Por esse motivo, suplanta o valor simbólico do rio, cuja dimensão deveria evidenciar a região pelo emblema. Havia ainda, uma estrela de prata, na parte superior e o mote: velociter. Para alguns autores a ema foi escolhida para ilustrar o brasão porque essa ave existia em grande número nessa região. Câmara Cascudo, contudo, discorda e afirma:...a ema nunca foi em tempo algum característica da fauna norte-rio-grandense e especialmente no domínio holandês. Outro argumento apresentado por Cascudo:...caso Nassau desejasse colocar algo característico da capitania, teria, naturalmente, escolhido o gado, uma das razões da conquista da região. Cascudo argumenta ainda, que...sem Janduí a companhia não sustinha o Rio Grande por duas semanas. Natural, portanto, que Nassau prestasse uma homenagem ao fiel amigo. E ainda, os janduis eram notáveis pela rapidez com que se deslocavam, justificando, assim o mote Velociter. Desta forma a razão ficaria com Cascudo que concluiria que...janduí é a ema do brasão holandês no Rio Grande do Norte (Cascudo 1956). Segundo Berg (Nogueira 2010) que analisou símbolos nacionais e estaduais, outros episódios refletiam os humores de três movimentos diferentes da História Republicana: a República Velha, o Estado Novo e a Ditadura Militar. Quando da proclamação da república multiplicaram-se os símbolos, na tentativa de recuperá-los muitos em função das insurreições do período imperial. No período seguinte, nota-se, por exemplo, que Getúlio Vargas, alçado à posição de ditador e com a Constituição promulgada em 10 de novembro de 1934, nomeou interventores para os estados e riscou o federalismo do mapa, proibindo a existência de hinos, brasões, escudos e bandeiras estaduais. Após esse período veio a Constituição de 1946, quando então houve a afirmação da liberdade dos estados e municípios para a escolha de seus próprios símbolos. A partir de 1964 com o retorno do ciclo autoritário, a esfera simbólica foi atingida, tornando os símbolos nacionais inalteráveis. Porém não se estendendo aos símbolos estaduais e municipais. Os hinos, bandeiras e brasões são símbolos dos quais um estado independente proclama sua identidade e soberania, ao mesmo tempo em que são signos que carregam uma afinidade especial. Eles projetam valores culturais associados a uma identificação política e à ideia de pertencimento a uma territorialidade, uma comunidade política imaginada. Mas o importante é o exame bem acurado dos símbolos, pois estes símbolos podem nos ensinar coisas novas sobre a nossa história e nosso país. Algumas peculiaridades quanto aos brasões de armas dos estados brasileiros que contemplam aves, merecem registro. 2- A importância da paisagem e do lugar. É necessário ponderar ainda nos símbolos os componentes: natureza, lugar e região, aliás, importantes na representação da paisagem, figurando estes elementos simbolicamente no desenho gráfico de bandeiras e brasões. Mais ainda, estão no contexto e na narrativa dos hinos e canções que são expressões que, de certa forma, buscam capturar de maneira seletiva os componentes necessários à criação desse imaginário, através dos quais, re-presentamos seus significados (Cosgrove 2004). A paisagem, enquanto pluralidade semântica da produção humana, é também um recorte espacial (terra, província, país, região, território) possuindo da mesma forma as raízes subjetivas que se alicerçam pelos recursos dos sinais simbólicos que ostentam (Gomes 2001). Nesta perspectiva, paisagem e lugar contemplam representações geográficas os brasões dos estados do Espírito Santo, Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro, Ceará, o antigo e atual brasão de Alagoas. Antes, porém, lembremos que diferentemente das bandeiras, com seu uso mais geral, os brasões foram concedidos apenas a alguns núcleos urbanos, ressaltando a importância que estes tinham no Brasil colonial, conforme Luz (1999). Durante dois séculos foram concedidos a cidades coloniais brasileiras apenas seis brasões. Destes destacam-se, tendo em vista o objetivo deste trabalho, apenas três: o da cidade de Salvador, em 1549 (Figura 1), o da cidade de Vila Bela de Mato Grosso, em 1715 (Figura 2) e o de Cuiabá, a Vila do Bom Jesus de Cuiabá, Figura 1. Salvador (1549). em 1727 (Figura 3). Figura 2. Vila Bela de Mato Grosso (1715). Figura 3. Bom Jesus de Cuiabá (1727). Concedido o primeiro brasão por D. João III, ocorrido na Bahia, juntamente com o novo nome de Cidade do Salvador, tinha-se um escudo blasonado oval em campo sinople com uma pomba branca e um ramo de oliveira no bico; tempos depois, nova versão deste escudo ganhou duas torres com suas ameias expostas. Uma âncora e dois golfinhos ao estilo da heráldica, adornados por ramos de oliveira (Berg 2010). Segundo Luz, em campo sinople, uma pomba branca com um ramo de oliveira no bico; num listel, em letras de ouro, o mote: Sic illa ad arcam reversa est (Luz 1999). A tradução seria: Assim ela voltou à arca. O brasão outorgado à Vila Bela de Mato Grosso, em 1715, um dos últimos do Brasil colonial, está descrito no ato de fundação da Vila Bela de Mato Grosso e assim blasonado: (...) que em reverência da mesma Trindade Santíssima simbolicamente teria (a vila então fundada) em meio de um escudo branco com dois círculos, um encarnado e outro azul, uma ave com corpo e cabeça do meio de águia, ao lado esquerdo de pomba e ao lado direito de pelicano, ferindo o peito (...) (Ribeiro 1933). Finalmente, o brasão da Vila do Bom Jesus do Cuiabá, outorgado em 1727, assim descrito conforme ato de sua fundação: 68 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

3 um escudo com o campo verde, e nele um morro ou monte todo salpicado com folhetos e granitos de ouro; e por timbre em cima do escudo, uma fênix, a ave mitológica nascida do fogo e que ressurge de suas próprias cinzas, representando a imortalidade (Luz 1999). Cabe ressaltar que as armas concedidas às antigas vilas brasileiras, permanecem até hoje. Os brasões das capitanias brasileiras, no período da invasão holandesa, com a finalidade de marcar os objetivos dos batavos na colonização, foram concedidos primeiramente a quatro capitanias: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Itamaracá. Destas, apenas a do Rio Grande do Norte possuía uma ave em seu interior. Tinha por brasão um rio de prata filetado de azul, na qual figurava uma avestruz (sic) [ema], ave que na época se encontrava em grande abundância naquelas paragens (Berg 2009) e conforme descreveu Barleus (Gutlich 2005), muito embora discordante do que afirmou Cascudo. Passando para a federação brasileira, analisemos os brasões dos estados sob a perspectiva paisagem e lugar e que contemplam as aves, escopo principal desta pesquisa e acima citados. O brasão do antigo estado de Mato Grosso (Figura 4), hoje englobando os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foi criado por iniciativa do governador Dom Francisco de Aquino, em 1918, preenche a ideia do monumento natural, incluindo no caso uma ave como Figura 4. Mato Grosso. elemento do brasão. O brasão compõe-se de um escudo português, filetado de ouro, que apresenta em sua base um campo verde no qual se assenta o morro de ouro de dois cabeços, um maior, ao centro, e outro menor, em direção ao flanco sinistro, desenho que representa as terras mato-grossenses e a fidelidade às cores nacionais. Dom Francisco Aquino, assim se manifestou: nele, [...] tentei simbolizar a nossa terra, a nossa gente, a nossa história, os nossos ideais (Jucá 1994). Completa o escudo o céu em azul, símbolo da pureza, no qual domina, em chefe, um braço armado a empunhar uma bandeira com a flâmula quadridentada, tudo em prata, ornada com a cruz da ordem de Cristo em goles, peça esta que já se encontrava consagrada no brasão da cidade de São Paulo (1917) e que simboliza os bandeirantes paulistas que desbravaram o estado (Berg 2009). Por timbre aparece uma fênix dourada, ave fantástica da mitologia que é símbolo da imortalidade, a renascer sobre as chamas em brasa, insígnia essa usada no primeiro brasão de armas que foi concedido à Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá, em Os ramos estão enlaçados por uma faixa, na cor vermelha, onde se lê, por divisa, com letras de ouro, a frase em latim: VIRTUTE PLUSQUAM AURO, significando: mais pela virtude do que o ouro. Tal frase quer expressar que Mato Grosso será grande pela virtude e pelo trabalho de seus filhos, pelo seu ideal de justiça e patriotismo, e não apenas por suas riquezas naturais e minerais. O brasão procura representar assim, por seu sentido simbólico através de seus elementos (as peças heráldicas), a ideia da natureza enquanto recurso (morro de ouro, ramos de seringueira e erva mate) com a ação humana através da história (braço armado bandeirante), o renascimento (econômico) da região (simbolizado pela ave fênix), que configuraram aquele espaço geográfico da época em que o símbolo foi elaborado. O modelo atual de brasão do estado do Rio de Janeiro (Figura 5) foi sancionado pelo governador Paulo Francisco Torres, pela lei 5558, de 5 de outubro de 1965, cujo desenho foi feito pelo delegado Alberto Rosa Fioravante e pela professora Robertina M. Barros. Antes desta data o estado possuía um modelo instituído em 1892 pelo decreto n 3 de 29 de junho do mesmo ano, através da sanção Figura 5. Rio de Janeiro. do governador José Thomaz da Porciúncula (Ribeiro 1933). Neste primeiro modelo de brasão havia geralmente uma pomba branca carregando em seus pés o escudo redondo de prata que se erguia da água do mar, tendo em um dos pés um maço de loureiros e no bico um ramo de oliveira; figurava ao fundo a Serra dos Órgãos, com a estrela de prata, que representa o estado dentro do escudo oval, acima do pico Dedo de Deus. A autoria é creditada a Ricardo Honorato Teixeira de Carvalho (Ribeiro 1933). O brasão atual, a partir de 1965, é composto de um escudo oval ou eclesiástico, simbolizando os anseios cristãos do povo fluminense. O desenho divide-se em três partes. A primeira em azul, no alto do escudo, refere-se ao céu e simboliza a justiça, a verdade e lealdade, tendo como silhueta geográfica a Serra dos Órgãos, com destaque para o pico do Dedo de Deus em sua cor característica como símbolos naturais do estado do Rio de Janeiro. A segunda, em verde, representa a Baixada Fluminense e, abaixo desta, há uma faixa em azul, lembrando o mar e suas praias. Em brocante está uma águia revestida de prata, com suas asas abertas, em atitude de alçar voo, representando o governo, que deve ser forte, honesto e justo, portador de confiança, esperança e ação aos mais longínquos rincões do estado. A águia carrega em suas garras um escudo redondo, na cor azul, com faixa em prata, tendo as inscrições: 9 de abril de 1892, relembrando a promulgação da primeira constituição do estado do Rio de Janeiro e, circundando esta, a escrita em latim: RECTE REMPUBLICAM GERERE (gerir a coisa pública com retidão), traduzindo a preocupação constante que deve ter o homem público fluminense. No interior do escudo, acima da faixa de prata com a data, uma estrela também em prata, representa a capital do estado. Localizada acima do escudo ovalar encontra-se um estrela em prata, chamada Beta, da constelação do Cruzeiro do Sul, que representa o Rio de Janeiro como unidade federativa do Brasil. Como suportes, à direita do escudo há uma haste de cana de açúcar e, à esquerda, um ramo de café frutificado, representando as principais culturas do estado. Os ramos cruzados na parte inferior são atravessados por uma fita de prata onde se lê, escrito em letras negras: ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Em primeiro plano aparece a águia como símbolo da ação governamental: do papel do estado forte. O brasão de Roraima (Figura 6) foi criado por Antônio Barbosa de Melo e adotado em 14 de junho de 1996, através da lei estadual nº 133. O referido brasão compõe-se de um escudo suíço cortado em chefe, isto é, no terço superior, onde se encontra a representação (ao amanhecer) do Monte Roraima, origem do nome do estado; paisagem esta localizada na Serra de Pacaraima, na fronteira norte, que junto com a Serra Parima, fa- Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

4 Figura 6. Roraima. zem parte do conjunto cristalino pertencente ao chamado escudo Guianense (IBGE 1977a). À destra, partido em campo azul, encontra-se pousada em galho, uma garça branca, ave típica da região e símbolo da eterna vigilância. À sinistra, encontra-se em campo de prata a figura de um garimpeiro em atividade de lavra, rendendo uma homenagem histórica à primeira atividade econômica e representando a riqueza mineral existente no estado. Adornam o escudo dois ramos de arroz, um à esquerda e outro à direita, representando o principal produto de exportação e importância agrícola para Roraima. Encontra-se ainda, a figura de um arco e flecha entrecruzados, representando os diferentes povos indígenas e simbolizando a defesa do território. Abaixo, está disposta uma faixa verde, de pontas bipartidas, onde se escreve com letras negras: ESTADO DE RORAIMA. O estado do Ceará ganhou o seu brasão instituído pelo governador Antônio Pinto Accioly, em 11 de setembro de 1897, cujo desenho mandara criar anteriormente. Nesta versão, as armas do Ceará eram compostas de um escudo polônio fendido e cosido (dividido com a mesma cor) em verde, bordado de prata. O plano inferior do escudo estava semeado de estrelas brancas, dispostas quantos fossem os municípios cearenses na época; o plano superior era Figura 7. Ceará (Atual). adornado por uma pomba estilizada em prata. Por timbre um forte de construção antiga, na cor ouro e com uma porta negra relembrando a origem da capital Fortaleza. O escudo ladeado desta forma permaneceu em dois períodos de e de Já o segundo modelo de brasão do Ceará veio pela necessidade de atualização, sendo que o brasão foi alterado pelas leis nº de 23 de fevereiro de 2007 e pela lei de 21 de junho do mesmo ano. Do desenho original de 1897, composto de um escudo polônio, fendido e cosido (dividido e da mesma cor), em verde e bordado de prata, cuja metade inferior apresenta sete estrelas do mesmo metal, representando atualmente as mesorregiões do estado: Metropolitana de Fortaleza, Jaguaribe, Sertões, Noroeste, Norte, Centro-Sul e Sul Cearense. No desenho atual (Figura 7), a pomba branca, símbolo da paz, da liberdade e do abolicionismo, foi deslocada para o alto do escudo oval. Complementam a figura, a representação do litoral e do sertão, ambas ao natural. Em verde, destacam-se as serras (em especial a região da Serra do Maciço de Baturité), como referências à beleza natural do Ceará. Cabe registro, ainda, a evolução do brasão de armas do estado de Alagoas. O primeiro modelo de desenho do brasão (Figura 8) foi oficializado pelo decreto nº 53 de 26 de maio de Havia, entre outros componentes, por timbre, uma águia deslumbrada em prata, emblema da força, com as asas estendidas e pousada sobre o escudo e cercada, ao fundo, por uma auréola de ouro. Porém, foi adotado outro modelo (Figura 9) a partir de 23 de setembro de 1963, através da lei 2628 vigendo até os dias de hoje. Nesse desenho adotado a águia não figura mais como componente. Figura 8. Alagoas ( ). 3- Brasões como expressão cartográfica e paisagística Amazonas Segundo Berg, há brasões de estados brasileiros que: contemplando diferentes dimensões de ordem geográfica, as referências espaciais aparecem através dos mapas, cuja representação é dada como uma parte ou dimensão da realidade observada (Berg 2009). Os estados do Amapá, Goiás, Tocantins, Rondônia e o Distrito Federal (Brasília) estão enquadrados nesta categoria de análise. Mas, tendo em vista o objetivo deste Figura 10. Amazonas. Figura 9. Alagoas (atual). trabalho, nos ateremos ao estado do Amazonas, pois entre outros componentes apresenta uma ave. O Amazonas teve seu brasão (Figura 10) criado por decreto de 24 de novembro de 1897, sob o nº 204. Entre outros elementos componentes do brasão, no alto do escudo pode-se ver o sol radiante, símbolo da boa fama da glória e da liberdade e pousada sobre um pedestal há uma águia amazonense estilizada de asas abertas, tudo da mesma cor, a simbolizar a grandeza e a força. O decreto acima foi oficialmente regulamentado por outro de n de 16 de setembro de Brasões do Paraná e Santa Catarina uma visão biogeográfica e da economia agrícola O objeto de estudo da geografia é o estudo das interações, a organização e os processos de ordem espacial, a biogeografia é parte integrante da ciência geográfica, pois segue os mesmos objetivos. A biogeografia objetiva documentar e compreender os padrões espaciais da biodiversidade própria, através da fitogeografia e zoogeografia em diversas escalas. Desta forma há uma busca por uma conexão em relação à perspectiva de sua representatividade, na qual suas espécies, muitas delas de ordem regional-nacional, aparecerão em determinado símbolo estadual, eleitas por suas características e qualidades (Berg 2009). En- 70 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

5 tretanto, contrastando com a exaltação da natureza através das espécies naturais, está a agricultura como atividade humana do ponto de vista de sua dimensão econômica. Neste viés de análise estão os brasões de diversos estados, entretanto vamos analisar os estados do Paraná e Santa Catarina que contemplam aves. O estado do Paraná, ao longo de sua história, teve diversos brasões oficiais, muito embora, já em 1853, ano de sua independência, houvesse tido diversos projetos de brasão. Mas as aves só foram introduzidas para compor o brasão no terceiro, quinto e atual modelo. Destarte, surgiu uma ave no terceiro modelo de brasão de armas do Paraná, instituído pela lei nº 904 de 21 de março de 1910, idealizado por Alfredo Emílio Andersen, pintor de origem norueguesa. O brasão recebeu, por timbre, um falcão paranaense, também chamado de gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus) pairando sobre o topo do escudo simbolizando a avifauna local e a manutenção da liberdade conquistada (Berg 2009). O quarto modelo de brasão de armas e bandeira foi inicialmente introduzido por decreto-lei de 31 de março de Neste modelo o gavião-real ou harpia se apresentava de asas estendidas, pousado sobre o escudo, com a cabeça para frente ligeiramente voltada para a direita. Nota-se que a ave foi substituída.entretanto, veio a ser alterado pela lei complementar nº 52 de 24 de Figura 11. Paraná. setembro de 1990 e nesse modelo o gavião-real ou harpia se apresentou, entre outras alterações, de asas estendidas, pousando sobre o escudo, agora com a cabeça para frente, ligeiramente voltada para a direita do mesmo. Tanto o brasão como a bandeira foram revogados pelo decreto-lei nº 5713 de 27 de maio de 2002, voltando a vigorar como símbolos do Paraná aqueles adotados em 1947 (Figura 11). Desta forma, entre as alterações efetuadas ressurgiu, por timbre, pousando sobre o escudo, um gavião real, também chamado de harpia, nhapecani ou uiraçu (Harpia harpyja). Apresenta- -se todo de prata e de asas abertas. Convém lembrar que é a maior ave do Brasil, cujo habitat preferencial são as florestas tropicais, no caso presente, a região da Mata Atlântica. Muito embora a gralha-azul seja a ave símbolo do Paraná, por seu trabalho de perpetuador da espécie araucária, Alfredo Andersen, ilustrador do brasão do estado (1910), colocou por timbre uma ave nobre, usada na heráldica, no caso o gavião-real. O brasão do estado de Santa Catarina (Figura 12) foi estabelecido pela lei 126 de 15 de agosto de 1895, baseado em desenho de Lucas Alexandre Boiteux. O art. 2º da referida lei estabeleceu que as armas devessem conter entre outros componentes, uma águia vista de frente, de asas estendidas, e Figura 12. Sta. Catarina. esta seguraria uma chave com a garra direita e com a esquerda uma âncora. Ornando-lhe o peito, um escudo com o dístico 17 de novembro, escrito horizontalmente. Esta referência diz respeito à data da implantação da república em Santa Catarina (17 de novembro de 1889). A águia representa as forças produtivas do estado. 5- A uma linha do Equador o brasão do Pará No brasão do Pará (Figura 13) notam-se elementos da situação geográfica da região simbolizado por uma estrela significando, na época de sua criação, a única unidade federativa cuja capital situava-se a uma linha do equador. O componente histórico se faz presente pela cor vermelha que se refere à própria república e do sangue derramado dos paraenses nas diversas lutas em Figura 13. Pará. defesa da soberania da pátria. A banda branca faz menção à linha imaginária do equador, que corta o estado ao norte. O viés da economia agrícola e a riqueza são representados pelos ramos do cacaueiro e seringueira com sua produção da época. A águia, como timbre, representa a altivez, nobreza e realeza do povo do estado. Traz ainda o lema: SUB LEGE PROGREDIAMUR ( Sob a lei progredimos ). O brasão foi criado em 9 de novembro de 1903, através da lei nº 912 tendo como autores José Carlos Figueiredo (arquiteto) e Henrique Santa Rosa (historiador e geógrafo). Figura 14. Salvador. Figura 15. Campo Grande. Apenas duas capitais brasileiras contemplam aves em seus brasões: Salvador (Fig.14) que traz uma pomba branca alçando voo, carregando um ramo de oliva verde no bico no centro do brasão e Campo Grande (Figura 15) que apresenta uma águia, simbolizando o poder, prosperidade e altruísmo. 6- s inseridas nas bandeiras dos estados brasileiros As aves não tiveram a mesma sorte que tiveram nos brasões quando foram criadas as bandeiras dos estados brasileiros. Vamos encontrá-las apenas em três dos estados da federação. A atual bandeira de Santa Catarina (Figura 16), estabelecida pela lei nº 975 de 29 de outubro de 1953 e sancionada pelo então governador Irineu Bornhaussen, foi regulamentada em 19 de fevereiro de 1954, através do decreto nº 605. Este decreto Figura 16. Santa Catarina. alterou o desenho original da Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

6 bandeira, baseado na obra de Artur Boiteux de Assim, na bandeira atual, além de outras alterações, recebe no seu centro o brasão de Santa Catarina (criado em 1895). E neste brasão está contida uma águia, como abordado no tópico sobre brasões. A bandeira cearense atual (Figura 17) apresenta o mesmo modelo de desenho que a bandeira nacional, mas traz em sua elipse branca o brasão de armas do estado. É composta por um campo verde dividido, sendo Figura 17. Ceará. um lado semeado de estrelas e outro ocupado por uma pomba branca, símbolo da paz, da liberdade e do abolicionismo, deslocada agora para o alto do escudo oval. A particularidade do Ceará é que no seu curso histórico teve três versões de bandeira. A ave é introduzida na segunda versão que permaneceu em vigor de 1967 a Na terceira e atual versão, a partir de 2007, a ave, pomba da paz, permanece. O estado do Rio de Janeiro teve a sua bandeira atual (Figura 18) instituída pela lei 5588 de 5 de outubro de A autoria desse modelo pertence a Alberto Rosa Fioravante e à Profa. Robertina M. Barros. A lei foi sancionada pelo governador do estado, o General Paulo Torres Figura 18. Rio de Janeiro. que anteriormente havia solicitado um modelo de desenho. A bandeira contém em seu centro o brasão das armas (descrito em página anterior) e nele, a águia de asas abertas, em atitude de alçar voo. A águia segura um escudo redondo azul com faixas na cor prata. Figura 19. Salvador. Figura 20. Campo Grande. Duas capitais brasileiras apresentam em suas bandeiras aves: Salvador (Figura 19) traz no centro da bandeira uma pomba branca alçando voo, carregando um ramo de oliva verde no bico e Campo Grande (Figura 20) traz em sua bandeira uma águia simbolizando poder e prosperidade. 7- Hinos dos estados brasileiros que fazem referências às aves. É importante destacar a relação entre a paisagem e os hinos dos estados, onde se encontra uma grande variedade de significações que envolvem a natureza, o território e a cultura, como formas de construção do imaginário dos habitantes de cada estado. Além do elemento histórico argumenta-se que os hinos, bem como as bandeiras e brasões estaduais, revelam os aspectos da paisagem geográfica contribuindo para desvendamento das diversas formas de representação espacial (Berg (2009). Segue uma breve análise, sob a perspectiva da narração do território, dos hinos dos estados brasileiros. Ao propor o estudo geográfico presente nos hinos dos estados brasileiros, Berg (2009) faz uma análise das narrativas, onde busca a interpretação da espacialidade humana, pelos elementos que a compõe: paisagem, território, regionalismo e lugar. Sendo o hino também uma obra poética, seu método de análise deve ser o tratamento do texto não como objeto, mas como sujeito com o qual o geógrafo deve dialogar (Brosseau 2007). Para o presente trabalho selecionamos dois hinos de estados brasileiros que se referem às aves, que Berg analisou considerando o espaço-tempo, enquanto trama principal nas formas de apresentação dos aspectos geográficos, a saber: Mato Grosso e Goiás que podem ser considerados exemplos dessa representatividade. O hino do Mato Grosso, música do maestro e tenente da polícia militar, Emílio Heine, com letra de autoria de Francisco de Aquino Corrêa, foi cantado em público, pela primeira vez durante a cerimônia principal das comemorações do bicentenário da fundação de Cuiabá, em 8 de abril de 1919, mesmo antes de ser oficializado como hino do seu estado. O hino foi oficializado e adotado pelo decreto nº 208 de 5 de setembro de A letra do hino surgiu ainda quando o território ocupado hoje pelo Mato Grosso do Sul e a unidade federativa (Território) de Rondônia pertenciam ao Mato Grosso. A visão descrita em seus versos é do começo do século XX. Assim, na visão de Pedro Rocha Jucá (Jucá 1994): a ideia intrínseca do poema evoca referências clássicas, históricas e fatores ambientais e telúricos regionais. Nos derradeiros versos da 4ª e última estrofe D. Aquino traz a citação da ave Fênix ave quimérica que ressurge das cinzas relembrando por seu simbolismo os períodos de prosperidade e marasmo econômico que se alternaram na história mato-grossense. Goiás ganhou seu primeiro hino em 1919, através da lei 650 de 30 de julho, a mesma lei que instituiu o brasão e a bandeira para o estado. Ao poeta goiano Antônio Eusébio Abreu Jr. ( ) coube a letra e ao pianista fluminense Custódio Góes ( ). Na oitava estrofe as descrições pelo autor são feitas de forma romântica quando diz clima salutar, a brisa embalsamada, onde noite e dia, são cantados nos trinos da passarada. Entretanto, o território goiano se transformou e com isso acabou por influenciar na adoção de um novo hino, instituído pela lei 13907, sancionada pelo governador Marconi Perillo Júnior em 21 de setembro de A letra do novo hino é da autoria de José de Mendonça Teles (1936-) e a música é da lavra do maestro e professor goiano Joaquim Thomas Jayme. Neste a passarada não consta em sua letra. No presente hino aves não são mencionadas, razão pela qual deixamos de analisar. O hino oficial da Paraíba não faz referências às aves. Mas existe na Paraíba uma canção popular que é conhecida como o hino popular da Paraíba, e intitulada Meu sublime torrão. A música de Genival Macedo foi composta em 1937 e exalta as belezas da Paraíba. Na quinta estrofe o autor escreve: Minha terra tem / O cantar dos passarinhos / Na lagoa, os gansinhos / Com seu nado devagar. Nesses versos, ao falar do cantar dos passarinhos e do nado dos gansinhos procura o autor, construir a imagem de um aprazível lugar, onde se respira tranquilidade, paz e sossego. Afinal, estas eram as características da terra na época em que o autor escreveu a letra. 72 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

7 O hino do Amazonas, lançado originalmente em 1º de setembro de 1980 pelo governador Jorge Bernardino Lendoso, foi escolhido através de concurso realizado pelo Conselho de Cultura, cabendo a criação ao maestro e compositor Claudio Santoro, falecido em 1989 e ao poeta Jorge Tufic, membro da Academia Amazonense de Letras. A peculiaridade é que a letra nasceu antes da música e exalta a natureza e o homem, fugindo sobremaneira à tônica do belicismo e do mero ufanismo, quando faz referência às lutas do passado, às conquistas do presente e às esperanças do futuro, mas, de olhos na nossa floresta. Ao que tudo indica a letra pende sim, para a ecologia. Por muitos tem sido considerado o melhor hino de estado. Significativa é a 8ª estrofe: Mas viver é destino dos fortes / nos ensina, lutando, a floresta / pela vida que vibra em seus ramos / pelas aves, suas cores, sua festa. Nada mais correto e ajustado à realidade atual que este hino penda para o ecológico, pois nos dias atuais é grande a devastação ambiental na Amazônia. São várias as atividades responsáveis por esta devastação: derrubadas, queimadas, desmatamento, extinção de espécies, oriundas de fracassos agropecuários, rodovias, loteamentos de espaços silvestres com ausência administrativa, tudo isso faz com que a região e o mundo se preocupem com seu futuro, pois se trata da maior reserva florestal do mundo. 8- Nos símbolos municipais a presença das aves. Ao se abordar o tema de símbolos municipais torna-se imperioso ponderar o que Lauro Ribeiro Escobar (especialista no estudo e confecção de brasões e bandeiras) escreveu em 1972: a elaboração de um brasão, em verdade, está adstrita às leis da heráldica, além de obrigatoriamente prestar reverência ao bom gosto e representar algo típico do município no qual é símbolo. E mais: deve o brasão municipal representar alguma coisa ligada a comuna seja um fato histórico, sua flora, fauna, acidentes geográficos significativos ou fontes de riqueza da região (Escobar 1972). Feita a pesquisa nos símbolos municipais brasileiros apurei as informações assim sintetizadas. Tabela 1. s constantes em brasões e bandeiras de municípios do Brasil. Estado/Município Brasão Bandeira Observações ACRE Mâncio Lima Japim Japim Marechal Thaumaturgo Pomba ALAGOAS Cacimbinhas Duas águias Duas águias Aguieta* AMAPÁ Itaubal em voo em voo Serra do Navio Duas aves Brasão: 2 aves; Bandeira: ave diversa das duas do brasão AMAZONAS Alvarães Águia Anamã Águia Atalaia do Norte Papagaio Papagaio Novo Aripuanã Pomba Pauini BAHIA Abaré Pomba Pomba Banzaê Barrocas Pomba Pomba Candeias Duas pombas Guaratinga Guaratinga Guaratinga=garça pequena (tupi) Mutuípe Mutum Salvador Pomba Pomba De asas abertas CEARÁ Acarape em voo em voo Acaraú Garça em voo Garça em voo Aurora em voo Santana do Acaraú Provável anseriforme DISTRITO FEDERAL (Regiões Administrativas) Taguatinga Águia branca Em pouso Vicente Pires em voo ESPÍRITO SANTO Águia Branca Águia Águia Águia branca em posição estendida* Baixo Guandu Pomba Pomba Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

8 Dores do Rio Preto Águia Águia Águia de duas cabeças - Águia imperial* Ecoporanga Inhambu Inhambu Guarapari Guará Guará Mimoso do Sul De asas abertas Santa Maria de Jetibá Águia Santa Teresa Beija-flor Beija-flor Viana Águia Águia De asas abertas GOIÁS Acreúna Pato Pato Aruanã De asas abertas Inhumas Inhuma Inhuma Duas inhumas Jandaia Jandaia Jandaia Jataí De asas abertas Panamá Mutunópolis Mutum Santa Cruz de Goiás Estilizada São João D Aliança Pomba Pomba Terezópolis de Goiás Estilizada Uirapuru Uirapuru Uruaçu Estilizada MARANHÃO Balsas Águia Asas abertas Gonçalves Dias Pomba Pomba Godofredo Viana Em voo Viana Águia Asas abertas MATO GROSSO Alto Taquari Garça Aripuanã Águia Águia De asas abertas estendida* Barra dos Garças Garça Campo Novo dos Parecis Fênix Colíder Harpia Harpia De asas abertas Cuiabá Fênix Diamantino Fênix Dom Aquino Mutum Mutum Mutum do topete vermelho Guiratinga Garça branca Garça branca Guiratinga = Garça-branca (tupi guarani) Indiavaí Pomba Itanhangá em voo Jangada Pomba Pomba Nova Mutum Mutum Estilizado, com letras N e M Pontal do Araguaia Águia Estilizada Porto dos Gaúchos Arara Arara Espécie da família das araras. Santa Rita do Trivelato bico longo - ciconiforme Sorriso Estilizada Tangará da Serra Três tangarás Três tangarás Tangarás voantes Vila Bela da Santíssima Trindade Águia De asas abertas MATO GROSSO DO SUL Bodoquena Estilizada Campo Grande Águia Águia Voante Caracol Águia Águia Asas abertas estendida* Coxim Pomba Pomba 74 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

9 Jateí Estilizada Tacuru Águia Asas abertas estendida* Vicentina Estilizada em voo MINAS GERAIS Águas Formosas Águia Asas abertas Alto Caparaó Araújos Pomba Pomba Asas abertas Buritizeiro Duas aves Campestre Águia Águia Estilizada Cantagalo Galo Galo Caparaó Águia Águia de asas abertas Carmo de Minas em voo Confins Cisne Cisne Três cisnes Cordislândia Águia Águia Águia de asas abertas Divinésia Pomba Pomba Pomba em voo Divino das Laranjeiras estilizada Divinolândia de Minas Águia Águia Águia de asas abertas Durandé de asas abertas Espinosa Guaraciaba Guarani Pomba Pomba Pomba de asas abertas Gurinhatã Gurinhatã Gurinhatã estilizado Iapu Iapu Imbé pousando Inhapim Inhapim Inhaúma Anhuma Itaú de Minas Águia Águia Águia de asas abertas Jacutinga Jacutinga Duas jacutingas Lima Duarte Águia Águia Águia de asas abertas Martim Soares Águia Águia Águia estilizada de asas abertas Morro da Garça Garça Garça Mutum Mutum Patos de Minas Pato Pato Cinco patos Periquito Periquito Periquito Dois periquitos Quartel Geral de asas abertas Reduto Rio Pomba Pomba Pomba Pomba em voo Santo Antônio do Monte Duas aves São Francisco da Glória São João Evangelista estilizada São João Nepomuceno Águia Águia Águia de Asas abertas Serro Águia Águia Águia de asas abertas Varginha Pomba Pomba Pomba de asas abertas Viçosa Águia Águia de asas abertas PARÁ Aurora do Pará Inhangapi Irituia Juruti Juruti Juruti São Domingos do Capim Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

10 PARAIBA Amparo Pomba Pousando Aparecida Arara Arara Araruna Araruna Araruna Bom Sucesso Caaporã Patos Pato Dois patos PARANÁ Almirante Tamandaré Águia Águia De asas abertas Alvorada do Sul Galo Galo Arapongas Araponga Três estilizadas Araruna Araruna Araruna Araruna=Arara-azul-grande Astorga Galo Galo Bom Sucesso Pomba De asas abertas Brasilândia do Sul Águia Cambará Águia Águia De asas abertas Chopinzinho Chopim Cruzeiro do Iguaçu Águia Águia De asas abertas Curiúva Pomba Pomba De asas abertas Fênix Fênix Fênix De asas abertas Florestópolis Águia Águia Foz do Jordão Pomba Francisco Beltrão Pato Guaraniaçu Guaratuba Guará Três guarás Iguaraçu Águia Jandaia do Sul Jandaia Jandaia Japira Japuira (Guaxe) Japuira (Guaxe) Japuira=Guaxe (Japuyra) Manfrinópolis Galo Miraselva Águia Pato Branco Pato Pato Piên Pinhão Ponta Grossa Pomba Pomba Duas pombas Pontal do Paraná Jacu Pranchita Santa Amélia Santa Cecília do Pavão Pavão Pavão São Jorge do Patrocínio Siqueira Campos De asas abertas Tupãssi Águia De asas abertas PERNAMBUCO Araripinha Pomba Belém do São Francisco Águia De asas abertas estendida, encimando o brasão. Belo Jardim em voo. Bom Conselho Em pouso Cupira De asas abertas Garanhuns Anu Anu Três anus. Goiana Águia Águia De asas abertas. 76 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

11 Itapissuma Pomba Pomba De asas abertas Jupi estilizada. Pesqueira Pombos Pomba Duas pombas Primavera Três aves em voo Saloá Estilizada em voo Trindade de asas abertas. PIAUÍ Acauã Acauã Acauã Hugo Napoleão Pomba Em pouso Jaicós Galo Galo Parnaíba De asas abertas União De asas abertas RIO DE JANEIRO Bom Jardim Cisnes Cisnes Dois cisnes. Cantagalo Galo Galo Itaboraí Águia Águia Águia asas abertas Italva Águia Águia Águia de asas abertas estendida* Itatiaia Harpia Harpia De asas abertas Macuco Macuco Macuco Petrópolis Águia Águia De asas abertas Porto Real Duas aves Rio das Ostras Gaivota Três gaivotas São Pedro da Aldeia Duas aves em voo Saquarema Oito aves em voo RIO GRANDE DO NORTE Ceará Mirim Espírito Santo Fernando Pedrosa Jaçanã Jaçanã Jaçanã Janduis Ema Ema Ema pequena Jardim do Seridó Águia Águia Águia de asas abertas estendida* Serrinha dos Pintos em voo RIO GRANDE DO SUL Água Santa Pomba Pomba Arambaré em voo Aratiba Duas aves Balneário Pinhal Brasão: três aves; bandeira: duas aves Barracão Águia Águia De asas abertas Boa Vista do Sul Galo e pomba Galo e pomba Dois galos e pomba Bom Princípio Galo Galo Candelária De asas abertas Candiota Em voo Capitão Galo Galo Três galos Chapada Tesoura Tesoura Chuí Condor Condor Condor Coqueiro Baixo Galo Galo Dois galos Coronel Pilar Galo Galo e galinha Igrejinha Pomba Pomba Em voo Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

12 Marques de Souza Pomba Pomba Em voo Novo Cabrais Em voo Paverama Pomba Estilizada Protássio Alves Pomba Pomba Em voo Putinga Galo Galo Roque Gonzalez Àguia Águia De asas abertas São Paulo das Missões Águia Águia De asas abertas Serafina Corrêa Águia De asas abertas Sério Águia De asas abertas Sete de Setembro Águia Águia De asas abertas Severiano de Almeida Águia Águia De asas abertas Tavares Águia Águia Em voo Vale Verde Em voo Westfália Galo e galinha Galo e galinha Casal: galo e galinha RONDONIA Cacaulândia Arara Arara Arara ou assemelhado Cujubim Em pouso Ministro Andreazza Duas aves estilizadas Nova Mamoré Pomba De asas abertas Urupá Em pouso RORAIMA Alto Alegre Pomba Pomba em voo Caracaraí Brasão - em pouso; bandeira - cabeça da ave. Pacaraíma estilizada SANTA CATARINA Balneário Gaivota Gaivota Gaivota Duas gaivotas em voo Blumenau Águia Águia De asas abertas Capão Alto De asas abertas Guaramirim Guará Guará Iomerê em voo Iporã do Oeste Galo Galo Lindóia do Sul Galo Galo Santa Terezinha do Progresso De asas abertas Treze Tílias Águia Águia De asas abertas SÃO PAULO Amparo Águia Águia De asas abertas Angatuba Pomba Pomba Araçariguama Avaí Águia Asas abertas estendida* Barretos Pomba Asas abertas Bastos Galo Galo Campinas Fênix Cosmorama Divinolândia Ao que tudo indica seja da família do Columbidae (pomba) Dois Córregos Pomba Pomba Elias Fausto Águia Águia Asas abertas estendida* Franco da Rocha Pombo Pombo Pombo argente pousado Garça Garça Garça Guaratinguetá Guará Guará em voo Guarulhos Anhuma Anhuma Holambra Pombo Pombo em voo 78 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

13 Iacri Galo Galo Ibaté Águia Águia Asas abertas estendida* Ibirá em voo Ibiúna Garça Garça Três garças Iporanga Águia Águia Estendida ao centro Irapuru Irapuru Irapuru Irapuru em voo Itapeva Águia Águia Asas abertas - estendida Itápolis Pomba Pomba Pomba alada de bláo azul Itatiba Águia Águia Estilizada e estendida Jacupiranga Jacupiranga Jacupiranga Jales Garça Garça Jaú Águia Águia Asas abertas estendida* Lourdes Águia Águia Asas abertas estendida* Marapoama Águia Águia Asas abertas estendida* Marília Águia Águia Asas abertas estendida* Natividade da Serra Águia Águia Asas abertas estendida* Nhandeara Águia Águia Asas abertas estendida* Olímpia Águia Águia Asas abertas estendida* Orlândia Estilizada Paulistânia Águia Águia Asas abertas estendida* Pedregulho Águia Águia Asas abertas estendida* Pedrinhas Paulista Águia Águia Asas abertas estendidas* Planalto em voo Pontalinda Águia Águia Asas abertas Populina Águia Águia Asas abertas estendida* Ribeirão Preto Águia Águia Estilizada Saltinho Águia Águia Asas abertas estendida* Salto Taperá Taperá Dois taperás voantes São José do Rio Preto Águia negra Águia negra São Miguel Arcanjo Pombo Pombo Asas distendidas Suzano Águia Águia Asas abertas Taquarivaí Águia encimando o brasão Tietê Anhuma Anhuma De asas abertas Uru Uru Uru Valparaíso Pomba Pomba Estilizada Vargem Grande Paulista Garça Garça SERGIPE Indiaroba Pomba Pomba em voo Laranjeiras estilizada Pacatuba Garça-branca São Cristóvão Pomba Pomba em pouso São Francisco Pomba Pomba Pomba em pouso Tobias Barreto De asas abertas TOCANTINS Juarina Três aves em voo Maurilândia do Tocantins Quatro aves em voo Praia Norte Sucupira *Segundo as normas da heráldica, representa-se geralmente a águia com as asas abertas, de pontas voltadas para cima, a cauda espalmada, as pernas abertas, com as garras estendidas, a cabeça voltada para o flanco direito, ereta, com a língua de fora. Nesta posição chama-se estendida. Aguieta é a designação que toma a águia quando está em número superior a um. Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

14 Algumas observações O brasão do município de Vicentina (MS) foi resultado de um concurso promovido pela Associação de Amigos de Vicentina AAV, entre alunos das escolas, em 1989/1990. Os autores do Brasão vencedor foram os alunos, Daniel Pinhel Júnior e Neuma Moraes Ferreira. O brasão do município de Santa Maria do Jetibá (ES) é de autoria de Natalina Roepke. Nele consta, entre outros elementos, a figura de uma águia, em cima do escudo que não é só o símbolo das alturas (representando uma região montanhosa) como também um dos mais antigos símbolos da República Federal Alemã. O brasão do município de Ecoporanga (ES) teve uma ave incluída e consagrada no brasão de armas do município, onde se destaca em negro contra um fundo branco da parte inferior. Ao que tudo indica, a tradição oral nos diz que Ecoporanga tem origem nas palavras Eco e Poranga, pois na época da colonização se ouvia muito o eco do inhambu, ave chamada pelos indígenas de poranga. O brasão do município de Acaraú (CE) é de autoria do poeta Nicodemos Araújo evocando as riquezas do município. A fauna é representada pela garça estilizada em seu voo. A origem da palavra Acaraú vem provavelmente de uma palavra da população indígena (índios Tremembé) que viviam em território do delta do rio Acaraú, ou seja, Acaraú é composta de Acará (Garças) e Hu (água), significando Rio das Garças. O brasão do município de Mimoso do Sul (ES) foi oficializado pela lei municipal nº 435/1971. O brasão e a bandeira do município de Guarulhos, SP, apresentam aves anhumas em voo e como suportes. Estes símbolos foram oficializados pelas leis 3761 de 24/4/91 e 1679 de 7/12/91, respectivamente. O brasão e a bandeira do município de Tietê (SP) foram oficializados pela lei 1717/86. Nesses símbolos de Tietê uma anhuma ao natural, em voo abatido. Sérgio Buarque de Holanda, em Caminhos e fronteiras nos confirma que: Anhembi quer dizer rio das Anhumas (inhambu) ou de Anhimas (Holanda 1995), aves que desde o início do povoamento eram procuradas pelos caboclos que buscavam nelas o remédio ou preservativo para toda sorte de males. Embora não seja objetivo deste trabalho e não apresentando brasões, bandeiras e hinos, constatou-se, como curiosidade, que o Parque Ecológico Municipal de Americana (SP) tem como símbolo o João-de-barro, e que há aves símbolos de algumas regiões brasileiras: Guará, Delta do Parnaíba (PI); Seriema, do Cerrado; Tuiuiú, do Pantanal. Bandeiras de alguns municípios em que constam aves. Araruna (PR). Cujubim (RO). Caracaraí (RR). Guarulhos (SP). Arara (PB). Cantagalo (RJ). Brasões de alguns municípios brasileiros em que constam aves. Guaratinga (BA). Tangará da Serra (MT). Atalaia do Norte (AM). Guarapari (ES). Iapu (MG). Inhumas (GO). Considerações gerais A análise da evolução dos símbolos espalhados pelos municípios e estados brasileiros levou-me a concluir que a criação e concepção desses foram primeiramente feita pela metrópole portuguesa, dado que esses símbolos se limitavam às cidades e vilas coloniais (Nogueira 2010). Em meados do século XVII a própria colônia se encarregou disto. Somente após a independência nacional e com o caminhar da República é que os membros da federação cunharam seus símbolos próprios, muitos deles já em pleno século XX. As dificuldades de se encontrar de forma sistematizada ou uniforme o material que abranja todos estados e municípios brasileiros deve ser destacada, bem como a falta de um padrão para apresentação dos símbolos, pois há carência de referências bibliográficas e históricas. A contribuição do site da empresa MBI, fundada em 1990, atuante na área de desenvolvimento de ferramentas para desenvolvimento de software e recursos da tecnologia da informação foi importante na compilação de dados. A Wikipédia, enciclopédia livre portadora de muitas informações serviu como fonte, assim como o Projeto símbolos municipais brasileiros, dedicado a identificar, catalogar e divulgar os símbolos municipais, projeto articulado com a finalidade de colaborar na divulgação das cidades. 80 Atualidades Ornitológicas, 202, março e abril de

15 Tabela 2. Resultados obtidos na presente pesquisa. Estados Nº de Nº de Nº de % municípios brasões bandeiras % AC ,5 1 4,5 AL ,98 1 0,98 AP ,5 2 12,5 AM ,45 2 3,22 BA ,19 4 0,95 CE ,17 2 1,08 DF ES , ,2 GO , ,47 MA ,92 MS ,59 5 6,32 MT ,05 9 6,38 MG , ,23 Considerações finais Apesar das dificuldades em se encontrar de forma sistematizada ou uniforme o material que abranja todos os estados e municípios, as aves estão representadas em brasões e bandeiras de muitos municípios brasileiros. Quanto aos estados em que as informações já estão sistematizadas para consulta, constatei que dos 26 estados e mais o Distrito Federal, 8 brasões apresentam aves (AM, PA, RJ, SC, MT, RR, PR e CE) ou seja 29,7% deles. Nas bandeiras dos estados as aves estão representadas apenas em 3 (RJ, SC e CE) ou em 11,12%. Nas letras dos hinos dos estados 4 entre elas tem citação das aves (AM, GO, PB e MT). O Brasil possui atualmente 5570 municípios e 1919 espécies de aves, contudo, apurei que as aves estão presentes nos brasões em 5,10% ou 284 municípios, enquanto que nas bandeiras o número diminui, ou seja, 3,92% ou 216 municípios. O estado de São Paulo, com 645 municípios lidera com 52 brasões e 46 bandeiras. Minas Gerais, com 853 municípios, aparece em seguida com 40 municípios com brasões e 28 bandeiras e em terceiro lugar o Rio Grande do Sul, com 497 municípios, possui 29 brasões e 26 bandeiras. Em quarto lugar está o estado do Paraná, com 399 municípios, possuindo 32 brasões e 17 bandeiras nos quais figuram aves. Os Estados do Acre, Alagoas e o Distrito Federal (em que pese a dimensão deste) apresentam os menores números de municípios com brasões e bandeiras portadoras de aves em seus símbolos, com apenas um. Grande parte dos municípios arrolados tem em seus símbolos a águia. A águia, através dos tempos foi reconhecida pela proeminência, entre outras, por sua coragem e o poder que lhe atribuem, além da postura altiva, dominação e força. A pomba é uma ave figurante em significativa parcela de símbolos pois simboliza a paz, pureza, simplicidade, harmonia e esperança, é a herança do uso cristão de sua imagem. Outras aves encontradas em diversos símbolos, na verdade representam o regionalismo do ponto de vista geográfico, ecológico e histórico. Como símbolo do estado, o Rio Grande do Sul tem a sua ave: o quero-quero, através da lei 7418 de 1º de dezembro de 1980, muito embora não faça parte dos seus três símbolos, brasão, bandeira e hino. O Paraná tem a gralha-azul como ave símbolo, através da Lei 9957 de 21 de novembro de 1984, por seu trabalho de perpetuador da espécie de araucária. Entretanto, no brasão do Paraná como timbre está o gavião-real ou harpia, uma ave nobre usada na heráldica e não constante da bandeira e hino. Seguimos um roteiro ecológico, histórico e PA ,77 5 3,47 PB ,24 3 1,34 PR , ,26 PE ,02 9 4,86 PI ,78 4 1,78 RJ , ,86 RN ,39 5 2,99 RGS , ,23 RO ,51 2 3,34 RR , ,33 SC ,38 8 2,71 SP , ,23 SE ,56 TO Total ,15 5, cívico, onde a heráldica e a história abraçam a avifauna da nossa terra. A pesquisa apresenta um panorama variado e articulado, pois ganha sentido quando as representações da avifauna se relacionam com a história, geografia e biogeografia. Agradecimentos Agradeço a Luiz Fernando de A. Figueiredo e Sérgio Almeida pelo incentivo e pela revisão do texto e sugestões. Referências bibliográficas Ab Sáber, A.N. (2003) Os domínios da natureza no Brasil. São Paulo: Ateliê Editorial. Berg, T.J. (2009) Território, cultura e regionalismo: aspectos geográficos em símbolos estaduais. Dissertação de Mestrado. Rio Claro: Unesp Universidade Estadual Paulista. Brasil (1977) Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 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