Pregão Eletrônico nº 14/09099

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1 Pregão Eletrônico nº 14/09099 OBJETO: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações (conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) A Celesc Distribuição S.A., inscrita no CNPJ nº / , com sede na Av. Itamarati 160, Bairro Itacorubi, Florianópolis - SC, CEP , torna público que realizará a licitação acima referenciada, do tipo Menor Preço. As propostas serão recebidas até às 09h do dia 28/10/2014. A abertura das propostas será realizada às 09h do dia 28/10/2014. A Sessão de Disputa de Preços terá início às 09h do dia 29/10/2014. Para acessar esta licitação no site (Banco do Brasil), utilize o código ID nº Qualquer pedido de informação sobre a presente licitação deverá ser encaminhado ao pregoeiro em até 3 (três) dias úteis antes da data-limite para encaminhamento das propostas, pelo [email protected] ou protocolado na Secretaria Geral, no endereço acima citado. As proponentes poderão entrar em contato com o pregoeiro por meio dos telefones (48) e e mencionado acima. As empresas deverão acompanhar as modificações e os esclarecimentos sobre o edital, disponibilizados na forma de aditamentos, esclarecimentos ou comunicados no site - link Licitações. É de inteira responsabilidade da interessada que retirou o instrumento convocatório o acompanhamento das atualizações efetuadas pela Celesc, que poderão ocorrer a qualquer momento. Atenção fornecedores! Para envio de Nota Fiscal eletrônica (NFe) o endereço de a ser utilizado é [email protected]. Fazem parte deste Edital os seguintes documentos: Instruções à Proponente; Minuta de Declaração - Menor trabalhador; Minuta de Declaração - Inexistência de fatos impeditivos; Minuta de Contrato; Lista de Compras; Demais anexos. Florianópolis, 13 de Outubro de CRISTIAN CAMARA DA SILVA Pregoeiro

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25 PAGINA 1 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO Conector de aterramento a compressão Tipo C, de Cobre eletrolítico com condutividade mínima 97% IACS, para Conexão entre Cabo de 35 a 70 mm² e Cabo de 35 a 70 mm². Com composto antióxido e identificação das conexões e matriz de compressão no corpo do conector, embalagem individual contendo a inscrição do tipo e das conexões, demais características conforme Especificação Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de aterramento ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector de aterramento a compressão Tipo C, de Cobre eletrolítico com condutividade mínima 97% IACS, para Conexão entre Cabo de 95 a 120 mm² e Cabo de 16 a 70 mm². Com composto antióxido e identificação das conexões e matriz de compressão no corpo do conector, embalagem individual contendo a inscrição do tipo e das conexões, demais características conforme Especificação Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de aterramento ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector de aterramento a compressão Tipo G, de Cobre eletrolítico com condutividade mínima 97% IACS, para Conexão entre Haste de aço cobre de 5/8"(14,3mm) a 3/4"(17,3mm) de diâmetro e Cabo de cobre de 95 a 120 mm². Com composto antióxido e identificação das conexões e matriz de compressão no corpo do conector, embalagem individual contendo a inscrição do tipo e das conexões, demais características conforme Especificação Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de aterramento ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector cunha de liga de alumínio para conexão de cabo de aluminio CAA 477 MCM (COSMOS) a cabo com alma de aço CAA 4/0 MCM (PENGUIN), série amarela. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO...

26 PAGINA 2 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: PEÇ CIF Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector cunha de liga de alumínio para conexão de cabo com alma de aço CAA 477 MCM (HAWK) a cabo sem alma de aço CA 477 MCM (COSMOS), série amarela, conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Conector, cunha, liga de alumínio,série amarela, para as seguintes conexões de cabos: 477 MCM CA (COSMOS) no tronco a cabo 477 MCM CA (COSMOS) na derivação, e 477 MCM CAA (HAWK) no tronco a cabo 336,4 MCM CAA(LINNET) na derivação, conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Conector cunha, liga alumínio para conexão de cabo 636MCM CAA no tronco a cabo 636MCM CAA na derivação, série amarela, conforme especificação E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Conector de aterramento tipo cabo barra para cabos de cobre 25 a 70mm2 e chapa de aço de até 20mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para obra civil ,000 / 30 Dias.....

27 PAGINA 3 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO Conetor T em liga de alumínio, para conexão de tubo de aluminio de diâmetro 2" IPS no tronco a cabo CAA 266 a 477MCM na derivação. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de derivação ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conetor, t, liga aluminio, para conexao de tubo 2" ips na passagem, a cabo 4/0awg na derivacao UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de derivação ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector paralelo,aterramento, liga de cobre estanhado, condutividade mínima 28% IACS, para 2 cabos de cobre de 50mm2 de seção, aperto por parafuso de aço galvanizado, cabeça sextavada, com arruela lisa e de pressão em aço inox, demais características conforme E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores paralelos e conectores espaçadores ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conetor, suporte, liga de aluminio, tipo pesado para conexao de tubo 2" ips, aperto por parafusos cabeca sextavada. aco carbono galvanizado. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores suporte ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conetor terminal bimetalico reto para conexao de 2 cabos caa 4/0-336 MCM a terminal com 2 furos NEMA aperto por parafusos cabeca sextavada aco carbono galvanizado. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO....

28 PAGINA 4 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: PEÇ CIF Conectores terminais para fios ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector terminal, liga de aluminio, com 2 saídas para conexao de cabos 477MCM CAA a 795MCM CAA a terminal com 4 furos nema, aperto por parafusos cabeca sextavada. Com composto anti-óxido e demais características conforme E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores terminais ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conetor, terminal, liga aluminio, para conexao de 2 cabos 477mcm, a terminal barra chata 2 furos nema, aperto por parafusos aco cabeca sextavada UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores terminais ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conetor, terminal, tipo expansao por guia, cor- doalha, liga aluminio, conexao tubo aluminio, bi- tola 2"ips, terminal barra chata, 4 furos nema UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores terminais ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Parafuso, cabeça quadrada, aço carbono rosca métrica M16, comprimento 500mm, mínimo de rosca 420mm, diâmetro 16mm, zincagem a quente, com porca, conforme especificação Celesc E /F-30. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso, cabeça sextavada, em aço Astm A-394, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), rosca.....

29 PAGINA 5 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF métrica, diâmetro 12mm, comprimento 50mm, comprimento de rosca total, com uma porca e duas arruelas lisas e uma de pressão. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso, cabeça sextavada, em aço Astm A-394, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), rosca métrica, diâmetro 16mm, comprimento 300mm, comprimento de rosca total, com uma porca e duas arruelas lisas e uma de pressão. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso, cabeça sextavada, aço carbono, galvanizado a quente, rosca metrica M16, diâmetro 16mm, comprimento 400mm, comprimento da rosca 320mm, com porca, demais características conforme E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso, cabeça sextavada, em aço Astm A-394, galvanizado a quente (camada de zinco minima de 60 microns), rosca métrica, diâmetro 16mm, comprimento 50mm, comprimento de rosca total, com uma porca, duas arruelas lisas e uma de pressão. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias....

30 PAGINA 6 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material 22 Posto: CIF Parafuso, cabeça sextavada, em aço Astm A-394, (galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), rosca métrica, diâmetro 16mm, comprimento 450mm, comprimento de rosca total, com uma porca e duas arruelas lisas e uma de pressão. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso cabeça sextavada M12x70mm, com porca, 02 arruelas lisas e 01 arruela de pressão - galvanizado a fogo (montado). UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO CJ Componentes para Transformadores ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Parafuso, com olhal; aco carbono; galvanizado; diametro 16mm; comprimento 400mm; comprimento da rosca 310mm; com porca. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias PERFIL "L", EM ACO LAMINADO ASTM A-36, GALVANIZADO A QUENTE (CAMADA DE ZINCO DE 60 MICRONS), COM ABAS DE 101,6MM, ESPESSURA DE 9,53MM, COMPRIMENTO DE 3496MM, PESO UNITARIO DE 14,6KG/M, COM FURACOES CONFORME DESENHO 8031D ITEM P2, NOTA: O FABRICANTE DEVERA GRAVAR NA PECA, EM BAIXO RELEVO, O CODIGO P2. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias....

31 PAGINA 7 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material 26 Posto: 4603 CIF Perfil "L", em aço laminado ASTM A-36, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), com abas de 101,6mm, espessura de 9,53mm, comprimento de 400mm, peso unitario de 14,6kg/m, com furações conforme desenho 8031D item P12, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P10. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil "L", em aço laminado ASTM A-36, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), com abas de 101,6mm, espessura de 9,53mm, comprimento de 4500mm, peso unitario de 14,6kg/m, com furações conforme desenho 8031D item P4, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P4. Obs.: As peças não deverão conter emendas. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil "U", em aço laminado ASTM A-36, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), com duas abas de 41,8mm, altura 101,6mm, espessura 6,27mm, comprimento de 3496mm, peso unitário de 9,3 Kg/m, com furações conforme desenho 8031D , item P1, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P1.Obs.: As peças não deverão conter emendas. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil "U", em aço laminado ASTM A-36, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), com duas abas de 41,8mm, altura de 101,6mm, espessura de 6,27mm, comprimento de 4500 mm, peso unitário de 9,3 Kg/m, com furações conforme desenhos 8031D , item P15, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P15. Obs.: As peças não deverão conter emendas....

32 PAGINA 8 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil "U", em aço laminado ASTM A-36, galvanizado a quente (camada de zinco de 60 microns), com duas abas de 41,8mm, altura 101,6mm, espessura 6,27mm, comprimento de 450mm, peso unitário de 9,3 Kg/m, com furações conforme desenho 8031D , item P11, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P11. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil U aço ASTM A-36 galvanizado quente, dimensões 101,6 x 41,8 x 41,8 x 6,27 x 230mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Chapa de aço ASTM A-36, galvanizada a quente (camada de zinco de 60 microns), dobrada em "U", com duas abas de 41,5mm, altura de 117mm, espessura de 6,3mm, comprimento de 450mm, com furações conforme desenho 8031D , item P9, Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P9. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Chapa de aço ASTM A-36, galvanizada a quente (camada de zinco de 60 microns), dimensões 550 x 300 x 8mm, com furações conforme desenho 8031D item P6. Nota: O fabricante deverá gravar na peça, em baixo relevo, o código P6.....

33 PAGINA 9 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Grampo, ancoragem, passante, liga de aluminio, pa- ra cabo ca 397,5-477 mcm ou caa mcm, carga de ruptura 8000 dan. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Grampos a compressão, fim linha, passantes, suspensão e terminais ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Grampo ancoragem, do tipo passante, completo com pino de fixação e porca de aço galvanizada a quente, cupilhas de latão, com grampos em "U", porcas e arruelas de aço galvanizado a quente, tensão mínima de escorregamento 8000 kgf, construido em liga alumínio com 4 grampos, sendo o cabo passante de bitola 336,4 a 477mcm, desenho DPEC/DVLT fi-16. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Grampos a compressão, fim linha, passantes, suspensão e terminais ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Garfo garfo, 90 graus, ferro nodular, garfo 22 mm, tensao de ruptura 8000 dan, galvanizacao a quente. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conchas, elos, garfos e olhal ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Arruela de alumínio tipo zamack, diametro de 2 polegadas, para uso em subestações. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e ,000 / 30 Dias....

34 PAGINA 10 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Arruela, sextavada, para eletroduto, liga de alumínio, tamanho nominal 48mm (1.1/2), rosca gás UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Tubos e conexões de alumínio ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Balancim, aço forjado, distância entre pinos mm, tensão de ruptura dan, galvanização à quente. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Balancim, estribos e manilhas ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Bucha de alumínio em liga zamack, para uso em tubo de pvc soldável com diametro de 2 polegadas em subestações. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Manilha, aco forjado, abertura 12mm, pino 12mm, tensao de ruptura 8000 dan, galvanizacao a quente. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Balancim, estribos e manilhas ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Haste para aterramento, aço cobre, diâmetro de 17,3±0,2mm (3/4"), comprimento mínimo de 2400mm,espessura mínima da camada de cobre 0,254mm,Identificação mínima: Nome do fabricante, norma ABNT, dimensões e espessura de cobre em mm. Demais características conforme ABNT NBR e E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Hastes de aterramento aco-cobre ,000 / 30 Dias......

35 PAGINA 11 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO Terminal Reto (espada) 02 furos NEMA para chave faca e equipamentos, liga alumínio condutividade minima de 32% IACS, utilizado em conjunto com conector tipo cunha, para cabo 477MCM CA e CAA, Identificação mínima: Nome ou marca do fabricante, cabo ou faixa de aplicação. Dimensões mínimas: parte da haste: diâmetro de 20,2mm e comprimento de 80,0mm com aba direcional de 7,0mm e 4,0mm de espessura; parte plana: largura de 44,0mm espessura de 9,5mm e comprimento superior de 78,0mm furos com diâmetro de 14,3mm. Demais características conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Terminal Reto (espada) 04 furos NEMA para chave faca e equipamentos, liga alumínio condutividade minima de 32% IACS, utilizado em conjunto com conector tipo cunha, para cabo 636MCM CA e CAA, Identificação mínima: Nome ou marca do fabricante, cabo ou faixa de aplicação. Dimensões mínimas: parte da haste: diâmetro de 23,3mm e comprimento de 120,0mm com aba direcional de 7,0mm e 4,0mm de espessura; parte plana: largura de 78,0mm espessura de 18,0mm e comprimento superior de 78,0mm furos com diâmetro de 14,3mm. Demais características conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Cabo de cobre, blindado, com 2 condutores de seção 0,75mm2, encordoamento classe 4, tempera mole, par balanceado, tensão de isolamento 300/500V, o cabo deve possuir separador com fita não higroscópica e a sua blindagem deve ser constituida por fita poliester aluminizada com sobreposição mínima de 25% e condutor dreno em cobre estanhado, a capa externa deve ser de PVC ST1 na cor preta...

36 PAGINA 12 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV ,000 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo de cobre flexivel, blindado, com 4 condutores estanhados de seção 0,75mm2, encordoamento classe 2, tempera mole, par balanceado, tensão de isolamento 250V, o cabo deve possuir separador com fita não higroscópica e a sua blindagem deve ser constituida por fita poliester aluminizada e trança de cobertura em cobre estanhado, a capa externa deve ser de pvc na cor preta. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV 10, ,500 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo, cobre isolado, 0,6/1kv, secao 02x1,5mm2, tem pera mole, formacao 7 fios por condutor, isolamento de pvc, identificado por cor, capa de pvc ST1 preto com boa resistencia a umidade, proprio para insta lacao em canaletas de alvenaria ao tempo, conforme normas ABNT NBR NM de 02/2002 e NBR NM-280 de 04/2002. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV 610, ,500 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo, cobre isolado, 0,6/1kV, seção 04 x 1,5mm2, tempera mole, formação 7 fios por condutor, isolamento de PVC, identificado por cor, capa de PVC ST1 preto com boa resistência a umidade, próprio para instalação em canaletas de alvenaria ao tempo. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV ,000 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo, cobre isolado, 0,6/1kv, secao 04x4,0mm2, tem pera mole, formacao 7 fios por condutor, isolamen to de pvc, identificado por cor, capa de pvc preto com boa resistencia a umidade, proprio para insta lacao em canaletas de.

37 PAGINA 13 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF alvenaria ao tempo UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV 10, ,500 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo de potência, flexível, próprio para uso em equipamentos móveis, para instalação ao ar livre, sujeito a radiação solar e intempéries, com as seguintes características técnicas: Formado por fios de cobre eletrolítico estanhado, têmpera mole, encordoamento classe 5, Classe de isolação: 15/25 kv, Seção nominal do condutor: 300 mm², Blindagem do condutor de potência constituída por uma camada enfaixada de fita têxtil semicondutora, Isolação plena em composto termofixo, à base de borracha etileno propileno (EPR-90ºC), Blindagem da isolação, constituída por parte semicondutora e metálica em trança de fio de cobre eletrolítico estanhado, têmpera mole, Capa interna em composto elastomérico, termofixo, Trança de fios de nylon para reforço. Cobertura: camada extrudada e vulcanizada em composto termofixo, tipo SE6, na cor preta. Capacidade de condução de corrente minima: 630 A, para temperatura ambiente de 30 graus Celsius e temperatura do condutor de 90 graus Celsius. Norma aplicável: ABNT - NBR UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolado de 1kV até 35kV ,000 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo, cobre isolado, 300/500 v, secao 2 x 1,0 mm2, tempera mole,formação 7 fios encordoamento classe 2, isolamento de pvc, identificado por cor, capa de, pvc ST1 preto com boa resistencia a umidade, proprio para instalação em canaletas de alvenaria ao tempo UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO. M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV 31, ,500 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO CABO, COBRE ISOLADO, 0,6/1KV, SECAO 06X1,5MM2, TEM PERA MOLE, FORMACAO 7 FIOS POR CONDUTOR, ISOLAMEN TO DE PVC, IDENTIFICADO POR COR, CAPA DE PVC PRETO COM BOA RESISTENCIA A UMIDADE, PROPRIO PARA INSTA LACAO EM CANALETAS DE.

38 PAGINA 14 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF ALVENARIA AO TEMPO UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV 10, ,500 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Cabo, cobre nu, têmpera meio-dura, seção 50mm2, formação 7 fios, encordoamento classe 2A, conforme especificação Celesc E revisão 05/2002. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO KG Cabos e fios de cobre nu 67, ,700 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Duplicador de aço forjado, galvanizado a quente (camada de 80 microns), na forma triangular, tendo uma espessura máxima de 12,7mm, com três furos principais, com diâmetro de 18 mm; espaçado em sua base de 200mm. Carga mínima de ruptura de 8000 kgf. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ 1.39 Ferragens e conectores Grupo: ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Prolongador garfo-olhal, com garfo a 90 graus em relação ao olhal, de aço forjado, galvanizado a quente, abertura 22mm, pino 16mm, olhal diâmetro 18mm, carga de ruptura 8000 KGF. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Prolongadores e tensores ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Tensor garfo-olhal, de aco forjado, galvanizado por imersao a quente, comprimento util maximo 410mm e minimo 310mm, garfo com comprimento util de 40mm, abertura de 22mm, parafuso de diametro 5/8", com porca e contra-pino, elo com furo de diametro 18mm, e secao com espessura de 16mm, car- ga de ruptura 13500kgf, comforme figura fi15 UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Prolongadores e tensores ,000 / 30 Dias.....

39 PAGINA 15 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO TUBO DE ALUMINIO EXTRUDADO DURO, CONDUTIBILIDADE 57% IACS, TIPO "STANDARD", BITOLA 2" IPS, FORNECIDO EM VARA DE 6 METROS. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Tubos e conexões de alumínio ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Tubo flexível Sealtubo Plus 2" - Sealflex UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Componentes para Transformadores ,000 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Adaptador de pvc soldável 40mm, rosca externa 1.1/2", marrom, água fria. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para construção civil ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Adaptador pvc 60 mm x 2 UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Tubos e conexões de PVC ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Curva PVC 90 graus, soldável 40mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para manutenção predial ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Curva 90º soldavel 60mm UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO....

40 PAGINA 16 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: PEÇ CIF Tubos e conexões de PVC ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Tubo, pvc rigido, extremidades soldaveis, diametro nominal 40mm, comprimento 6 metros, abnt-nbr UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para construção civil ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Tubo, pvc rigido, extremidades soldaveis, diametro nominal 60mm, comprimento 6 metros, abnt-nbr UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para construção civil ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Chave comando, tipo "giro e pressão", para disjuntor, religador ou chave a vácuo, 7 contatos, 4 posicões: ligar - ligado desligar - desligado, espelho quadrado (tamanho 1), deve possuir dispositivo de sinalizacão embutido no punho com 6 lampadas teleslide de 60V branca, seus contatos deverão possuir capacidade minima de 20A em 110V, tabulação de contatos e demais características conforme desenho nº AN-01. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Chaves de comando ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal unipolar (mufla) do tipo contrátil a frio para cabos isolados 15/25kV com blindagem, uso externo, aplicação em cabos de Al e Cu com seção de 300mm2, condutor compactado e isolação plena. NBI 150kV. O terminal bimetálico deve ser fornecido com o kit. Demais características conforme E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Terminais e emendas para cabo isolado até 34,5kV ,000 / 30 Dias.....

41 PAGINA 17 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO Isolador suporte pedestal; tensão nominal de 23,1kV; resistência à flexão 8kN; diâmetro do circulo de furacão de 76mm; com 4 furos a 90 graus; M12; NBI 150kV. Demais características conforme E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Isoladores Pedestal e Pilar de Porcelana ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO POSTE, CONCRETO, DUPLO T, PARA SUBESTAÇÕES, COMPRIMENTO TOTAL 9M, CARGA NOMINAL 800DAN UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Poste de concreto DT para distribuição 11m/300 dan ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Conector, cunha, liga de alumínio,série amarela, para as seguintes conexões de cabos: 477 MCM CA (COSMOS) no tronco a cabo 477 MCM CA (COSMOS) na derivação, e 477 MCM CAA (HAWK) no tronco a cabo 336,4 MCM CAA(LINNET) na derivação, conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Conector, cunha, liga de alumínio, para conexão de cabo 477 MCM (COSMOS) a barra ou terminal de cobre estanhado ou prateado de 4 furos NEMA, conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Cartucho para Conexão com Solda Exotérmica, contendo pó de ignição e de solda, para uso em moldes de grafite....

42 PAGINA 18 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF para soldagem de cabos de cobre em haste de terra, o pó deverá vir acondicionado em embalagem a prova de umidade, o cartucho de número 200, corresponde ao peso do material em gramas, conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Cartucho para solda exotérmica ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal Reto (espada) 04 furos NEMA para chave faca e equipamentos, liga alumínio condutividade minima de 32% IACS, utilizado em conjunto com conector tipo cunha, para cabo 477MCM CA e CAA, Identificação mínima: Nome ou marca do fabricante, cabo ou faixa de aplicação. Dimensões mínimas: parte da haste: diâmetro de 20,2mm e comprimento de 80,0mm com aba direcional de 7,0mm e 4,0mm de espessura; parte plana: largura de 78,0mm espessura de 9,5mm e comprimento superior de 78,0mm furos com diâmetro de 14,3mm. Demais características conforme especificação padrão Celesc E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores tipo cunha liga de alumínio e acessórios ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Molde de grafite tipo X para execução de solda exotérmica de cabos de cobre 50 mm2 e 120mm2, para uso em subestações. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conjunto de ferramentas para soldagem exotérmica ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias PERFIL "L", EM ACO LAMINADO ASTM A-36, GALVANIZADO A QUENTE (CAMADA DE ZINCO DE 60 MICRONS), COM ABAS DE 101,6MM, ESPESSURA DE 9,53MM, COMPRIMENTO DE 3900MM, PESO UNITARIO DE 14,6KG/M, COM FURACOES CONFORME DESENHO 8031D ITEM P3, NOTA: O FABRICANTE DEVERA GRAVAR NA PECA, EM BAIXO RELEVO, O CODIGO P3....

43 PAGINA 19 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Perfil L aço ASTM A-36 galvanizado quente, dimensões 101,6x 101,6 x 9,53 x 4500mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Perfis #l, i, t, u, v, z#, placas e barras metálicas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Cabo, cobre isolado, 0,6/1kv, secao 02x1,5mm2, tem pera mole, formacao 7 fios por condutor, isolamento de pvc, identificado por cor, capa de pvc ST1 preto com boa resistencia a umidade, proprio para insta lacao em canaletas de alvenaria ao tempo, conforme normas ABNT NBR NM de 02/2002 e NBR NM-280 de 04/2002. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Cabos e fios de cobre isolados até 1kV ,000 / 30 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Conector de aterramento em cobre para conexão de cabos de cobre 120mm2 à chapa metálica. Ensaios conforme norma E UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores de aterramento ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Tubo em pvc para esgoto 50 mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO M Tubos e conexões de PVC ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO....

44 PAGINA 20 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material 79 Posto: CIF Curva de PVC soldável 90 graus, marrom, água fria, 50mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para manutenção predial ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Luva soldável 50mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para manutenção predial ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Adaptador de pvc soldável 40mm, rosca externa 1.1/2", marrom, água fria. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para construção civil ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Arruela, sextavada, para eletroduto, liga de alumínio, tamanho nominal 48mm (1.1/2), rosca gás UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Tubos e conexões de alumínio ,000 / 30 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Parafuso, cabeca sextavada, aco carbono ABNT NBR 7007 grau mínimo MR250, rosca metrica M12, diametro 12 mm, comprimento 300 mm, comprimento minimo da rosca 200 mm, com porca, revestimento: galvanizado (zincado) a quente. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Parafuso, cabeca sextavada, aco carbono ABNT NBR 7007 grau mínimo MR250, rosca metrica, diametro 16mm, comprimento 100mm, comprimento minimo da rosca 70mm, com porca e arruela lisa, revestimento: galvanizado (zincado) a quente......

45 PAGINA 21 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Parafusos, porcas e arruelas p/ linhas e redes elétricas ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 30 Dias Porta identificador, em pvc preto, para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm, ref. AT-2 da Hellermann. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO.....

46 PAGINA 22 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material 89 Posto: CIF Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias.....

47 PAGINA 23 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material ITEMPosto: CÓDIGO CIF MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Marcador Ovalgrip HO85 para condutor até 6,7mm para uso em conjunto com porta identificador (Código 18304), para composição, de marcadores de fios, tamanho 65mm, largura 9mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Braçadeiras e fitas de PVC p/ fixação ,000 / 15 Dias ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Película tipo Ribbon para utilização no processo de termo-impressão para impressora para identificação de circuitos. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes para microcomputadores e impressoras ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 15 Dias Porta identificador Paba 23 x 2,5mm, PATG 1/23, Fabricante PHOENIX ou similar, Referência , material para reposição nas UTR'S ABB. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes e acessórios para painéis comando/proteção ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 15 Dias Porta identificador Paba 23 x 4mm, PATG 2/23, Fabricante PHOENIX ou similar, Referência , material para reposição nas UTR'S ABB.....

48 PAGINA 24 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material UNIDADE Posto: CIF GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes e acessórios para painéis comando/proteção ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO ,000 / 15 Dias Terminal olhal - azul para fio 2,5mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes para Transformadores ,000 / 15 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal pino - azul p/ fio 2,5mm UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes para Transformadores ,000 / 15 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal garfo - azul p/ fio 1,5mm. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes para Transformadores ,000 / 15 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal ilhós tubular simples com anel, seção nominal do condutor 2,5mm2, dimensões 24mm, referência H2,5/24D, para um fio, anel na cor azul. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Conectores terminais ,000 / 15 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Terminal pino - amarelo para fio 4mm, ref. TPP 23. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Componentes para Transformadores ,000 / 15 Dias..

49 PAGINA 25 LISTA DE COMPRAS-SIMPLIFICADA Pregão Eletrônico :14/09099 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Aquisição de materiais diversos para subestações(conectores, ferragens, adaptadores, tubos, cabos, terminais, chaves, postes, grampos, etc) CONDIÇÕES GERAIS DA LICITAÇÃO Validade da Proposta: 060 Dias Condições de Pagamento: 20 dias condicionados ao calendário Celesc Material Posto: CIF ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Abraçaderia plástica ajustável, tipo Hellermann com espessura de 1.6mm e comprimento de 100mm na cor preta. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais de Instalação ,000 / 15 Dias. ITEM CÓDIGO MATERIAL/SERVIÇO Abraçadeira Hellermann T30R, 151 x 3,6 x 1,1mm, comprimento x largura x espessura. UNIDADE GRUPO QTDE LOCAL QTDE/PRAZO PEÇ Materiais para obra civil ,000 / 15 Dias. LOCAL DE ENTREGA-ENDEREÇO CÓDIGO LOCAL DE ENTREGA ENDEREÇO CEP CIDADE ESTADO 2000 ADMINISTRAÇÃO CENTRAL Av. Itamarati FLORIANOPOLIS SC INFORMAÇÕES/EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES * O Prazo de Entrega Solicitado para o item passa a contar a partir da data de expedição da AF (01) Para empresas ME/EPP optantes do simples nacional, atentar ao determinado no Decreto Estadual 1357 de 28/01/13, na composição de seu preço (02) Para as empresas enquadradas no simples nacional,estas devem calcular e recolher o ICMS ST quando recebem mercadorias sujeitas a este regime sem retenção na origem (Parágrafo 2o. do Artigo 4o. do Anexo 4) (03) As inspeções de cada um dos itens cotados no presente Pregão Eletrônico, serão realizadas, exclusivamente, nas unidades fabris das fabricantes das marcas indicadas na proposta comercial apresentada neste processo licitatório. (04) Os produtos ofertados pelos proponentes deverão atender as especificações constantes da lista de compras, parte integrante do edital, bem como das normativas, desenhos, normas, exigências e demais especificações a cada item vinculado. (05) esclarecimentos tecnicos com Sr OtavioWilbert ou Vando C. Raunilo, pelo fone

50 MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E ACESSÓRIOS E FERRAGENS DE DISTRIBUIÇÃO 1/68 1. FINALIDADE Fixar os desenhos padrões e as exigências mínimas relativas à fabricação e ao recebimento de acessórios e ferragens a serem utilizadas no Sistema de Distribuição de Energia Elétrica da Celesc Distribuição S.A. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria Técnica, Agências Regionais, fabricantes, fornecedores de materiais e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS a) Norma Brasileira Registrada - NBR 08158/83 - Ferragens eletromecânicas para redes aéreas, urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica - Especificação; b) Recomendações Técnicas de Distribuição - RTDs do Comitê de Distribuição - CODI. 4. CONCEITOS BÁSICOS Os termos técnicos utilizados nesta Especificação estão de acordo com as normas de terminologia da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Arruela Quadrada Ferragem constituída por uma chapa plana de forma quadrada e com um furo circular no centro. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

51 CÓDIGO: E FL. 2/ Arame de Aço Galvanizado Produto maciço de seção circular, obtido pelo encruamento por trefilação, a partir de fio máquina e revestido a quente com camada de zinco Chapa de Estai Ferragem constituída por uma chapa dobrada que se fixa no poste e na qual é preso um estai Espaçador de Isoladores Ferragem constituída de um cilindro vazado por um furo central que se interpõe entre a cruzeta e a sela, para impedir o contato entre isoladores de mesma fase em estruturas duplas Grampo U para Madeira Ferragem de rede aérea que fixa um condutor de aterramento num mourão ou numa cruzeta de madeira Porca Quadrada Ferragem quadrada munida de furo roscado no centro, que se atarraxa na extremidade dos parafusos Sapatilha Ferragem de rede aérea constituída por uma peça acanalada inteiriça, que se acomoda e protege mecanicamente um cabo ou uma alça pré-formada, numa deflexão Suporte de Transformador Ferragem de rede aérea que se fixa num poste e na qual, é preso um transformador de distribuição ou, eventualmente, outro equipamento Suporte para Chave Faca Unipolar Ferragem de rede aérea constituída de uma chapa dobrada vazada e parafusos para fixação de DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

52 CÓDIGO: E FL. 3/68 chave faca unipolar, em cruzetas Suporte para Chave Faca - Inclinação 30 Ferragem de rede aérea constituída de uma chapa dobrada vazada e parafusos para fixação de chave faca, segundo um ângulo de 30, em cruzetas Suporte para Seccionalizador Ferragem de rede aérea constituída por duas peças de chapas planas vazadas com partes soldadas, nas quais se fixa um seccionalizador Suporte para Religador Ferragem de rede aérea constituída por 4 peças de perfis vazados e dobrados, nos quais se fixa um religador Suporte para Regulador de Tensão Ferragem de rede aérea constituída de dois perfis e duas chapas planas vazadas, nos quais se apoiam e fixam até 3 reguladores de tensão Suporte para Banco de Capacitor Ferragem de rede aérea constituída de 5 peças de perfis e chapas vazadas e dobradas, nas quais se apoia e fixa um banco de capacitor Suporte para Içamento de Cruzeta de Concreto Acessório de uso temporário, que se prende ao poste para facilitar o içamento das cruzetas de concreto até seu ponto de fixação. Funciona como ponto de apoio para o uso de uma roldana ou talha de erguimento Suporte Gancho para Transformador Ferragem de rede aérea que se fixa num poste e na qual, é preso por encaixe um transformador de distribuição ou, eventualmente, outro equipamento. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

53 CÓDIGO: E FL. 4/ Afastador de Armação Secundária Ferragem de rede aérea que se fixa num poste e na qual se prende uma armação secundária, aumentando assim a distância da baixa tensão até um transformador ou outro equipamento instalado naquela estrutura Armação Secundária Ferragem de rede aérea que se fixa num poste e na qual são amarrados os condutores de uma rede de baixa tensão em isoladores roldana Cinta Ferragem de rede aérea que se prende em torno de um poste para prover apoio rígido para outra ferragem e/ou equipamento Gancho-Olhal Ferragem de rede aérea constituída por dois elementos de engate, gancho e olhal, opostos entre si Haste de Âncora Haste rígida que transmite a uma âncora a força de tração exercida por um ou mais estais Haste de Aterramento Aço-Cobre Haste rígida de aço, revestida por cobre que se crava no solo para constituir um eletrodo de aterramento Mão Francesa Perfilada Ferragem de rede aérea que impede a rotação de uma cruzeta em torno de seu ponto de fixação no poste, segundo um plano vertical. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

54 CÓDIGO: E FL. 5/ Manilha-Sapatilha Ferragem de rede aérea que combina as funções das peças que lhe dão o título Olhal para Parafuso Ferragem de rede aérea que compreende uma parte em forma de U, perpendicular e integrante de uma base com furo para passagem de parafuso não componente Parafuso de Cabeça Quadrada Ferragem de rede aérea constituída por um parafuso de cabeça quadrada e rosca cilíndrica total ou parcial, geralmente com porca quadrada componente Parafuso de Cabeça Abaulada Ferragem de rede aérea constituída por um parafuso de cabeça abaulada e pescoço quadrado, rosca cilíndrica total ou parcial, geralmente com porca quadrada componente Parafuso de Rosca Dupla Ferragem de rede aérea constituída por um parafuso sem cabeça, com rosca cilíndrica nas duas extremidades, geralmente com quatro porcas quadradas componentes Parafuso de Rosca Soberba Ferragem de rede aérea constituída por um parafuso de cabeça quadrada e rosca soberba para fixação em madeira Pino de Isolador Ferragem de rede aérea que se prende na cruzeta e no qual se fixa um isolador de pino, geralmente com arruela e porca quadrada componentes Pino de Topo Ferragem de rede aérea que se prende na face lateral de um poste e no qual se fixa um isolador DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

55 CÓDIGO: E FL. 6/68 de pino, em nível superior ao topo do poste Pino Fixação Isolador Pilar Ferragem de rede aérea que se prende diretamente ao poste, ou à cruzeta para fixação de isolador pilar Porca-Olhal Ferragem de rede aérea constituída por um olhal em cuja base existe um furo roscado para fixação em parafuso Sela de Cruzeta Ferragem de rede aérea constituída por uma chapa dobrada e furada, servindo de apoio para fixação da cruzeta no poste Suporte L Ferragem de rede aérea constituída por uma chapa em forma de L que se prende na cruzeta através de parafusos e uma contra chapa plana, servindo para fixação de pára-raios e/ou chavefusível Suporte T Ferragem de rede aérea constituída por uma cantoneira e uma chapa, soldadas em forma de T que se prende rigidamente em um poste e na qual são fixados simultaneamente uma chavefusível e um pára-raios ou outros equipamentos Suporte TL Ferragem de rede aérea constituída por duas cantoneiras e uma chapa soldadas em forma combinada de T e L que se prende rigidamente a um poste pela extremidade L para fixação de um ou dois equipamentos na extremidade T Suporte Vertical Isolador Pilar Ferragem de rede aérea que se prende na face lateral de um poste e no qual se fixa um isolador DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

56 CÓDIGO: E FL. 7/68 pilar, em nível superior ao topo do poste Suporte Horizontal Isolador Pilar Ferragem de rede aérea que se prende na face lateral de um poste e no qual se fixa um isolador pilar, em nível inferior ao topo do poste. 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais Quanto às exigências para um determinado material, prevalecerá respectivamente o estabelecido: a) na Especificação; b) nas normas técnicas da ABNT; c) nos relatórios técnicos do CODI Intercambialidade As partes componentes de um mesmo tipo de material devem ser intercambiáveis entre as diferentes peças Acabamento Os materiais devem apresentar superfícies lisas e uniformes, sem cantos vivos, pontas, rebarbas e defeitos no revestimento. As cabeças dos parafusos e as porcas devem ser chanfradas em 30 e as pontas dos parafusos devem ser arredondadas ou apresentar chanfro de entrada em Identificação Nas peças componentes dos materiais devem ser estampadas de forma legível e indelével, no mínimo, o nome ou a marca do fabricante, conforme indicado nos desenhos padronizados nos anexos desta Especificação. Excluem-se desta obrigatoriedade as peças que dimensionalmente não permitirem tal marcação (arruelas de pressão, grampos, cupilhas, arames, etc.). DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

57 CÓDIGO: E FL. 8/ Dimensões As dimensões são referidas em milímetros e indicadas nos desenhos padronizados nos anexos desta Especificação. Nos casos omissos consultar a Celesc Distribuição S.A. As tolerâncias devem obedecer primeiramente esta Especificação. Em caso de omissão, devem ser obedecidas as NBR aplicáveis. Os parafusos e peças roscadas devem ter classe de tolerância grossa conforme a NBR 9527/ Solda Nas peças em que estiver prevista a aplicação de solda, devem ser atendidas, quando aplicáveis, as exigências das normas técnicas da ABNT. Nos casos omissos devem ser seguidas as recomendações dos fabricantes das matérias primas. O cordão de solda deve ser contínuo, não sendo permitido soldagem por ponto ou o uso de solda branca, salvo quando indicado no desenho padronizado nos anexos desta Especificação Acondicionamento Os materiais devem ser acondicionados de acordo com o padrão de embalagens, conforme a Especificação E Padrão de Embalagens, sempre que indicado nos desenhos padronizados nos anexos desta Especificação. Quando não indicado, os volumes devem, sempre que possível, ser acondicionados de forma unitizada em paletes ou similares para movimentação mecanizada ou semi-mecanizada através de paleteiras, empilhadeiras, etc. Os volumes devem conter afixados de forma legível e indelével, no mínimo: a) nome ou marca do fabricante; b) identificação completa do conteúdo; c) quantidade; d) massa (bruta e líquida); e) indicação do comprador (Celesc Distribuição S.A.); DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

58 CÓDIGO: E FL. 9/68 f) número do documento de compra Condições Específicas Materiais Os acessórios e ferragens abrangidos por esta Especificação devem ser fabricados a partir dos materiais especificados nos respectivos desenhos padronizados nos anexos. A utilização de outros materiais não especificados e os casos omissos só poderão ocorrer após consulta à Celesc Distribuição S.A Revestimento Todas as peças e seus componentes que sejam ferrosos devem ser galvanizados em sua totalidade por imersão a quente em zinco fundido Composição Química do zinco O zinco deve ser do tipo primário comum, conforme a NBR O teor de pureza mínimo é de 98% e o máximo de alumínio presente não deve exceder 0,01% Espessura da Camada de Zinco Para os produtos das classes A e B, aços e ferros fundidos, laminados, forjados, prensados e trefilados, para cada peça submetida à medição, a espessura média mínima da camada de zinco deve ser de 100 micra (700 g/m 2 ) e camada mínima de 86 micra (600 g/mm 2 ). Para os produtos das classes C e D, porcas, parafusos e similares, para cada peça a espessura média mínima da camada de zinco deve ser de 86 micra (600 g/m 2 ) e mínima de 79 micra (550 g/m 2 ) Uniformidade da Camada de Zinco A galvanização deve ser executada de acordo com a NBR O revestimento de zinco deve ser aderente, contínuo e uniforme, devendo resistir, no mínimo aos seguintes números de imersões no ensaio Preece de uniformidade: a) superfícies planas - 6 imersões; b) arestas e roscas externas - 4 imersões; DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

59 CÓDIGO: E FL. 10/68 c) roscas internas - não exigível Aderência da Camada de Zinco A galvanização só deve ser executada após a completa fabricação da peça, suas perfurações, marcações e acabamentos. A camada de zinco deve ser rigidamente aderida à superfície dos acessórios, ferragens e seus componentes. A remoção do excesso de zinco, após o banho das peças, deve ser feita sem que prejudique a espessura mínima exigível no subinciso desta Especificação. Preferencialmente tal operação deve ser feita por centrifugação. As saliências formadas por excesso de zinco devem ser removidas mecanicamente, sem, no entanto prejudicar a espessura mínima exigível de zinco e nem atingir a peça. A compensação da camada de zinco em roscas, seja em parafusos ou em porcas, deve ser feita por repasse, a fim de possibilitar deslocamento completo entre peças, por meio de simples esforço manual, sem o emprego de ferramentas. As peças zincadas não devem apresentar irregularidades tais como inclusões de fluxo, borras e outros, incompatíveis com o emprego previsto para as mesmas. Eventuais diferenças de brilho, cor ou de cristalização não serão considerados defeitos Resistência Mecânica Os acessórios e ferragens completamente montados para as finalidades que foram projetados, devem resistir aos esforços mecânicos previstos nos respectivos desenhos padronizados nos anexos desta Especificação, em módulo, direção e sentido indicados Inspeção e Ensaio Generalidades Os acessórios e ferragens devem ser submetidos à inspeção e ensaios nas instalações do fabricante, na presença do inspetor da Celesc Distribuição S.A., de acordo com esta Especificação e as normas técnicas referendadas no subitem 6.1. Ao inspetor da Celesc deve ser propiciado livre acesso às dependências onde são fabricados e ensaiados os materiais, bem como devem ser prestadas todas e quaisquer informações que o mesmo julgar necessárias. O fabricante deve possuir ainda, equipamentos de qualidade comprovada que possibilitem a realização dos ensaios. As despesas para realização das inspeções e ensaios, sejam com pessoal ou com materiais, ocorrem integralmente por conta do fabricante, devendo informar à Celesc Distribuição S.A. a data para a realização da inspeção e ensaio, no mínimo com 10 dias de antecedência. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

60 CÓDIGO: E FL. 11/ Inspeção A inspeção verificará se os materiais estão de acordo com o estabelecido nas condições gerais desta Especificação e compreende duas fases: Inspeção Visual Compreende a análise dos aspectos de: a) acabamento; b) identificação; c) soldagem; d) revestimento; e) acondicionamento Inspeção Dimensional Compreende a análise dos aspectos: a) dimensões; b) tolerâncias; c) intercambiabilidade Ensaios Os ensaios nos acessórios e ferragens serão realizados somente após aprovados no processo de inspeção visual e dimensional. Os ensaios se subdividem em rotina e recebimento e têm por função verificar as condições específicas estabelecidas no subitem 5.2. desta Especificação. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

61 CÓDIGO: E FL. 12/ Ensaios de Rotina Antes de apresentar os materiais para inspeção e ensaios de recebimento pela Celesc Distribuição S.A, o fabricante deve regulamentar e executar o controle de qualidade de fabricação, durante e no término da produção. Os ensaios de rotina estão especificados nos subincisos a seguir: Ensaios Especiais Executados de acordo com as normas ASTM para verificação da qualidade do material, através de técnicas como radiografia, ultra-som, líquido penetrante, partículas magnéticas, análise química ou metalográfica. As peças zincadas, ensaiadas em câmara de névoa salina, conforme a NBR 6149, instaladas como em serviço normal, devem suportar um mínimo de 168 horas sem que ocorram manchas ou pontos de corrosão visíveis a olho nu Ensaios de Revestimento Devem verificar basicamente os seguintes tópicos: a) composição química do zinco; b) massa da camada de zinco; c) espessura do revestimento de zinco; d) uniformidade da camada de zinco; e) aderência da camada de zinco Ensaios Mecânicos Nos ensaios de tração, aplicada à carga, deve obedecer aos esquemas padronizados nos desenhos anexos desta Especificação. Quando não indicado esquema para execução do ensaio, este deve ser realizado de modo a reproduzir as condições normais de serviço. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

62 CÓDIGO: E FL. 13/68 A aplicação da carga deve ser lenta e gradual, devendo ser mantida, no mínimo, durante um minuto. Após a remoção da carga não deve ser constatada deformação permanente, trinca ou ruptura da peça. Quando for admitida flecha residual, o valor da mesma estará indicado nos desenhos Ensaios de Recebimento A inspeção e os ensaios de recebimento serão realizados conforme previsto no subitem 5.5 com exceção dos ensaios especiais e da alínea a do subinciso Formação da Amostra Para cada lote apresentado para inspeção e ensaios, o número de unidades a serem inspecionadas e ensaiadas está indicado, a seguir, nas tabelas 1 e 2. Tabela 1 - Critério de aceitação para inspeção geral. (acabamento, acondicionamento, identificação e dimensões) LOTE até a a a a a a NÍVEL DE INSPEÇÃO S3 NQA 1,5 % crítico NQA 4% grave NQA 10% tolerável amostra Ac Re amostra Ac Re amostra Ac Re DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

63 CÓDIGO: E FL. 14/68 Tabela 2 - Critério de aceitação para ensaios (ensaios mecânicos e de revestimento) NÍVEL DE INSPEÇÃO S3 LOTE NQA 1,5% crítico NQA 4,0% aceitável amostra Ac Re amostra Ac Re até a a a a a NOTAS: Cada lote consiste de todos os materiais completamente montados, de mesmas características, apresentados para inspeção e ensaios. Ac = Número de aceitação - número máximo de peças defeituosas para aceitar o lote. Re = Número de rejeição - número mínimo de peças defeituosas para recusar o lote. Nos ensaios de recebimento utilizar para: a) ensaios mecânicos - NQA 1,5%; b) ensaios de revestimento (zincagem) - NQA 4% Aceitação e Rejeição Os critérios para aceitação e rejeição são os indicados nas tabelas 1 e 2. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

64 CÓDIGO: E FL. 15/68 6. DISPOSIÇÕES FINAIS 6.1. Referências Na aplicação desta Especificação poderá ser necessário consultar: NBR 5032/04 - Isoladores para linhas aéreas com tensões acima de 1000 V Isoladores de porcelana ou vidro para sistemas de corrente alternada. NBR 5426/85 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos; Procedimentos. NBR 5427/85 - Guia para utilização da norma NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos. NBR 5433/82 - Redes de distribuição aérea rural de energia elétrica; Padronização. NBR 5434/82 - Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica; Padronização. NBR 5996/84 - Produtos de zinco primário; Especificação. NBR 6006/94 - Classificação por composição química de aços para construção mecânica; Procedimentos. Substituída por Aços carbono e ligados para construção mecânica - Designação e composição química. NBR 6323/90 - Aço ou ferro fundido - Revestimento de zinco por imersão a quente; Especificação. NBR 6331/82 - Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado para uso geral. NBR 6547/86 - Eletrotécnica e eletrônica - Ferragens de linhas aéreas; Terminologia. NBR 7397/90 - Produtos de aço e ferro fundido - Verificação do revestimento de zinco - Determinação da massa por unidade de área; Método de ensaio. NBR 7398/90 - Produtos de aço e ferro fundido - Verificação do revestimento de zinco - Verificação da aderência; Método de ensaio. NBR 7399/90 - Produtos de aço e ferro fundido - Verificação da espessura do revestimento por processo não destrutivo; Método de ensaio. NBR 7400/90 - Produtos de aço e ferro fundido - Verificação do revestimento de zinco - DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

65 CÓDIGO: E FL. 16/68 Verificação da uniformidade do revestimento; Método de ensaio. NBR 858/83 - Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica; Especificação. NBR 8159/84 - Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica - Formatos, dimensões e tolerâncias; Padronização. ASTM E Standart guide for Magnetic particle examination. ASTM E Standart guide for Radiographic examination. ASTM E 165/02 - Standart test method for Liquid penetrant examination. ASTM E 114/95 - Standart pratice for Ultrasonic pulse-echo straight-beam examination by the contact method. E Padronização de Materiais da Distribuição. 7. ANEXOS 7.1. Desenhos Padrões A-02 Arruela Quadrada A-03 Arame de Aço Galvanizado A-06 Chapa de Estai A-11 Espaçador de Isoladores A-17 Grampo U para Madeira A-21 Porca Quadrada A-25 Sapatilha A-30 Suporte de Transformador em Poste de Concreto Seção Circular A-31 Suporte de Transformador em Poste de Concreto Seção Duplo T A-32 Suporte de Transformador em Poste de Madeira A-34 Suporte para Chave Faca Unipolar A-35 Suporte para Chave Faca Inclinação 30 DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

66 CÓDIGO: E FL. 17/68 A-37 Suporte para Seccionalizador A-38 Suporte para Religador Classe 25 kv A-39 Suporte para Regulador de Tensão 32 Degraus A-41 Suporte para Banco de Capacitores A-42 Suporte para Içamento de Cruzeta de Concreto A-43 Suporte Gancho para Transformador Trifásico Poste Circular A-44 Suporte Gancho para Transformador Trifásico Poste DT A-45 Suporte Gancho para Transformador Monofásico Poste DT F-01 Afastador de Armação Secundária F-03 Armação Secundária F-10 Cinta para Poste Seção Circular F-11 Cinta para Poste Seção Duplo T F-13 Gancho Olhal F-16 aste de Âncora F-18 Haste de Aterramento de Aço-Cobre F-19 Mão Francesa Perfilada F-22 Manilha Sapatilha F-25 Olhal para Parafuso F-30 Parafuso de Cabeça Quadrada F-31 Parafuso de Cabeça Abaulada F-32 Parafuso de Rosca Dupla F-33 Parafuso Rosca Soberba F-36 Pino de Isolador F-37 Pino de Topo F-38 Pino para Fixação do Isolador Pilar F-40 Porca-Olhal F-45 Sela de Cruzeta F-47 Sporte L DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

67 CÓDIGO: E FL. 18/68 F-49 Suporte T F-50 Suporte TL F-51 Suporte Vertical Isolador Pilar F-52 Suporte Horizontal Isolador Pilar F-55 Prensa Fios F-57 Suporte LP DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

68 CÓDIGO: E FL. 19/68 A 02 ARRUELA QUADRADA DETALHE P/ ENSAIO ARRUELA TORQUE PORCA SUPERFÍCIE RÍGIDA Código Celesc: 1827 Matéria-Prima: Aço-carbono 1010 a 1020 laminado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Quando instalada em parafuso, entre a porca e uma superfície rígida de madeira ou concreto, não deve apresentar deformação permanente quando aplicado na porca o torque mínimo de 8 dan.m. Acondicionamento: CM 170 da especificação, E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

69 CÓDIGO: E FL. 20/68 A 03 ARAME DE AÇO GALVANIZADO Matéria-Prima: Arame de aço baixo teor de carbono, tipo duro, camada de zinco pesada, conforme NBR Acondicionamento: Em rolos de até 40 kg. Deve ser marcado em etiqueta presa ao rolo: a) nome ou marca do fabricante; b) diâmetro do arame em mm; c) resistência à tensão nominal; d) massa total do rolo em kg. ITEM DIÂMETRO NOMINAL (mm) SEÇÃO NOMINAL (mm2) RESISTÊNCIA MÍNIMA A TRAÇÃO (dan/mm2) MASSA NOMINAL (kg/km) CAMADA ZINCO (g/m 2 ) CÓDIGO CELESC 1 2,8 6, , ,55 9, , ,0 12, , ,0 19, , DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

70 CÓDIGO: E FL. 21/68 A 06 CHAPA DE ESTAI 76 ± 4 38 ± 2 38 ± ,2 Ø 18 ± 0,5 60 ± 5 30 ± 2,5 30 ± 2,5 Ø 18 ± 0,5 R 13 ± 0,5 135 ± 5 70 ± 5 10±1 36 ± 2 20 ± 1 20 ± 1 36 ± 2 F Código Celesc: 2145 Matéria-Prima: Aço carbono 1010 a 1020, laminado, zincado a quente, 100 micrometros. Resistência Mecânica: Corretamente instalada, deve suportar F mínimo de 3200 dan sem apresentar deformações permanentes ou ruptura, exceto uma variação máxima no ângulo de 5º (cinco graus). Identificação: Deve ser identificado de forma legível e indelével, estampado no corpo da chapa o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 170 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

71 CÓDIGO: E FL. 22/68 A-11 ESPAÇADOR DE ISOLADORES Código Celesc: 2292 Matéria-Prima: Aço carbono 1010 a 1020, ferro fundido, zincado a quente, 100 micrometros. Resistência Mecânica: Corretamente instalada entre duas superfícies rígidas de concreto ou metálicas, presas por parafusos que o atravesse, não deve apresentar deformação permanente ou ruptura, quando aplicado na porca do parafuso um torque de 8 dan x m, no mínimo. Identificação: Deve ser identificado de forma legível e indelével, estampado no corpo da chapa o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 160 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

72 CÓDIGO: E FL. 23/68 A 17 GRAMPO U PARA MADEIRA Ø 3,5 ( mínimo) ± VISTA INFERIOR Código Celesc: 2375 Matéria Prima: Aço carbono 1010/1020, trefilado, zincado a quente. Resistência Mecânica: A peça quando corretamente cravada na madeira (espécies padronizadas na Celesc), não deve sofrer deformação na parte de fora da madeira, exceto aquelas devido às batidas de martelo. Acondicionamento: CM 120 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

73 CÓDIGO: E FL. 24/68 A 21 PORCA QUADRADA F ROSCA M 16 x ±3 e = 1,0 e = excentricidade máxima Ø 24 ± 1 Código Celesc: 1812 Matéria Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. Resistência Mecânica: A porca corretamente instalada deve suportar um esforço F de 5000 dan e um torque de 10 dan.m no mínimo sem apresentar qualquer deformação permanente ou ruptura. Acondicionamento: CM 120 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

74 CÓDIGO: E FL. 25/68 A 25 SAPATILHA 10±2 54 ± 6 10±2 18 ± 2 7 ± ± 5 25 ± ,5-2 2 ± 0,5 2 ± 0,5 15 ± 3 3 ± 0,4 12 ± 1 3±0,4 F 18 ± 2 Código Celesc: 2153 Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente 100 micrometros. Resistência Mecânica: Corretamente instalada deve acomodar adequadamente a alça pré-formada para cabos até 9,5mm, não devendo ocorrer deformação no leito quando aplicado uma força F de 1500 dan e sem ruptura da alça e da sapatilha quando aplicado uma força F de 3160 dan. Identificação: Deve ser marcado no corpo da sapatilha de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 120 da especificação E Padrão de embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

75 CÓDIGO: E FL. 26/68 A 30 SUPORTE DE TRANSFORMADOR EM POSTE DE CONCRETO SEÇÃO CIRCULAR 18 ± 0, CHAPA ,2 X R15 (MINIMO) A ØA CORTE- A A' PARAFUSO DE CABECA ABAULADA M 16 x 2-70 ( F-31 ) 20 A 25±1 25± (MINIMO) SOLDA CHAPA ,2 X DETALHE P/ ENSAI ± ±1 18 ± 0,5 400 FLECHA RESIDUAL F/ F/2 Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. O suporte deve ser fornecido completo, com porcas e parafusos conforme esta especificação. Resistência mecânica: Deve suportar um esforço F 1500 dan, flecha máxima 20 mm, F 3000 dan, sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo da peça do suporte, de forma legível e indelével: - nome ou marca do fabricante e diâmetro nominal em milímetros; - nos parafusos: nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: GR 60, GR 80 e GR 100 da especificação E Padrão de embalagens. ITEM Ø A ± 5 (mm) CÓDIGO CELESC DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

76 CÓDIGO: E FL. 27/68 A 31 SUPORTE DE TRANSFORMADOR EM POSTE DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T 25± , , ±1 18 ± 0,5 18 ± 0,5 F/2 PARAFUSO DE CABECA ABAULADA M 16 x (F-31) F/2 CHAPA ,5 x DETALHE P/ ENSAI VISTA BB' B B' FLECHA RESIDUAL Código Celesc: 2102 Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. O suporte deve ser fornecido completo, com porcas e parafusos conforme esta especificação. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte e nos parafusos, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Resistência mecânica: Corretamente instalado deve suportar esforço F 1500 dan, flecha máxima 20mm, F 3000 dan, sem ruptura. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

77 CÓDIGO: E FL. 28/68 A 32 SUPORTE DE TRANSFORMADOR EM POSTE DE MADEIRA ± , ,5-0 25±1 F/2 F/2 DETALHE P/ ENSAI , , ,5 1 SOLDA ±4 8±1 FLECHA RESIDUAL Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente, 100 micrometros. Identificação: Deve ser estampado de forma legível e indelével, no corpo da peça do suporte, o nome ou marca do fabricante. Resistência mecânica: Corretamente instalado deve suportar F 1500 dan, flecha máxima 20mm, F 3000 dan sem ruptura. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

78 CÓDIGO: E FL. 29/68 A 34 SUPORTE PARA CHAVE FACA UNIPOLAR PECA (MINIMO) 180 8±0, ,3 50±2 80 (MAXIMO) 80 (MAXIMO) PECA-2 PORCA QUADRADA ROSCA M 12 x 1,75 Ø12±0,5 ARRUELA DE PRESSAO 100 (MINIMO) Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, lamina ou trefilado, zincado a quente 100 micrometros. O suporte deve ser fornecido completo, com porcas e parafusos conforme esta especificação. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

79 180 ± 3 CÓDIGO: E FL. 30/68 A 35 SUPORTE PARA CHAVE FACA INCLINAÇÃO ± 1 14 ± 0,5 B 21 ± 1 46 ± 1 20±1 20±1 20±1 10 ± 1 14 ± 0,5 R10 ± 0,5 CORTE -BB' 202 ± 3 8 ± 0,5 120 R10±0,5 80 ± 3B' R10 ± 0,5 R10±0,5 A 50 ± ± 2 50 ± ± 5 A' 11 ± 0,5 38 ± 1 CORTE-AA' ± 1,5 M10x1,5x130±3 130 ± ± 5 PARAF. ROSCA M12 x 1,75 x 40 Ø 11 ± 0,5 15 ± 0,5 Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado ou trefilado, zincado a quente 100 micrometros. O suporte deve ser fornecido completo, com porcas e parafusos. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça (excluído arruelas e porcas), de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

80 CÓDIGO: E FL. 31/68 A 37 SUPORTE PARA SECCIONALIZADOR PECA SOLDA Ø18 PECA DETALHE P/ INSTALACAO DO SUPORTE SUPORTE P/ TRANSFORMADOR (A-30) PECA-1 PECA-2 CINTA CIRCULAR (F-10) Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado ou trefilado, zincado a quente. Identificação: Deve ser marcado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

81 CÓDIGO: E FL. 32/68 A 38 SUPORTE PARA RELIGADOR CLASSE 25KV PECA ± 4 18 ± 0,5 70 ± 2 Ø 15 ± 0, x x 08-0, ± ± ± 0,5 253 ± 0,5 270 ± 4 30 ± 1 38 ± 0,5 38 ± 0,5 38 ± 0, ± 5 PECA-2 Ø 18 ± 0,5 18 ± 0,5 18 ± 0, x x 08-0,5 30 ± ± ± ± 4 30 ± ± 5 60 ± 2 60 ± 2 PECA-3 8 ± 1 Ø 18 ± 0,5 800 ± 7 18 ± 0, ± ± ± 5 Ver folha a seguir DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

82 CÓDIGO: E FL. 33/68 PECA-4 60 ± ± 3 60 ± ± 3 SOLDA 15 ± 0,5 15 ± 0,5 253 ± 0,5 253 ± 0,5 8 ± 1 38 ± 0,5 38 ± 0,5 38 ± 0,5 650 ± 4 60 ± ± ± ± 2 SUPORTE P/ TRANSFORMADOR (A-30) 18 ± 0,5 PECA-4 18 ± 0,5 Ø 15 ± 0,5 PECA-1 PECA-3 PECA-2 CÓDIGO CELESC PEÇA PEÇA PEÇA PEÇA Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado ou trefilado, zincado a quente 100 micrometros. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

83 CÓDIGO: E FL. 34/68 A 39 SUPORTE PARA REGULADOR DE TENSÃO 32 DEGRAUS PECA ± ± ± 2 A 450± ± ± ± 5 450±3 100 ± ± 2 B 1265 ± 5 450± ± 5 450± ± ± ± 2 C 450± ± 5 450± ± 5 450±3 PECA ± 2 450±3 1550±5 450±3 150±2 DETALHE PARA ENSAIO PECA-3 F ± 2 145±2 540 ± 2 145±2 40 ± 2 76±2 x 10±0,5 18 ± 0,5 Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado ou trefilado, zincado a quente. Resistência mecânica: O suporte corretamente instalado deve suportar F 3000 dan, sem deformação permanente ou ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DETALHES DOS REGULADORES TIPO DE VIGA FURAÇÃO CÓDIGO CELESC TIPO PESO (Kg) LARGURA (mm) PERFIL DIMENSÕES (mm) COMPRIMENTO (mm) Ø18±0,5(mm) 13,8/23KV-200A ATÉ 2400 <1500 U 203,2x57,4x5, A ,8KV-300A U 203,2x57,4x5,59 19,9KV-201A U 203,2x57,4x5, B KV-200A U 203,2x57,4x5, PEÇA C PEÇA DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

84 CÓDIGO: E FL. 35/68 A 41 SUPORTE PARA BANCO DE CAPACITORES PECA ± 0,5 Ø 18 ± 0,5 VIGA 4 U 6,25 ( 102 x 42 x 6,3 ) 60 PECA ± 0,5 Ø ,5 Ø12 VIGA 4 U 6,25 ( 102 x 42 x 6,3 ) 500 ± 2 PECA ,5 SOLDA 500 ± ,5 Ø 18 ± 0,5 18 ± 0,5 18 ± 0, ,5 368±2 70 ± 1 41 ± 1 + 0, Ver folha a seguir DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

85 CÓDIGO: E FL. 36/68 PECA ± 10 30±1 140±1 200±1 140±1 140±1 200±1 140±1 140±1 200±1 140±1 30±1 18 ± 0,5 Ø 18 ± 0,5 CANTONEIRA x x ,5 PECA-5 52,5±1 52,5±1 25±1 65±1 130±1 130±1 65±1 25±1 8± ± 2 PECA-5 PECA-4 PECA-1 PECA-3 PECA-3 A-30 PECA-4 PECA-2 Código Celesc: Suporte para 6 unidades de capacitores. Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente camada de 100 micrometros. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante e o número da peça. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

86 CÓDIGO: E FL. 37/68 A 42 SUPORTE PARA IÇAMENTO DE CRUZETA DE CONCRETO 300 ± ± 5 SOLDA DETALHE-A F CANTONEIRA x1 1 4 x ,75 x 31,75 x 8mm DETALHE-A SOLDA 31,75 SOLDA 1000 ± 10 8 A A' 150 Ø 13 Ø ± ,75 CORTE-AA' Código Celesc: 775. Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. Resistência mecânica: Corretamente instalado deve suportar no mínimo F 150 dan, sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo da peça, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

87 CÓDIGO: E FL. 38/68 A 43 SUPORTE GANCHO PARA TRANSFORMADOR TRIFÁSICO POSTE CIRCULAR VER DETALHE ,2 6 18±0,5 175 PARAFUSO DE CABECA ABAULADA M 16 x 2-70 ( F-31 ) CUPILHA A 8, Ø CHAPA ,2 x SOLDA 50 R ØA SOLDA 25±1 25±1 A CORTE AA' ,2 x + CHAPA DETALHE PARA ENSAIO 500 F FLECHA RESIDUAL ITEM ØA ± 5 (mm) CÓDIGO CELESC Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente com camada de 100 micrometros. O conjunto deve ser fornecido completo com 02 cupilhas, parafusos e porcas. As cupilhas devem ser fabricadas em aço inox, latão ou bronze. Resistência mecânica: F 1500 dan, flecha máxima 20mm e F 3000 dan, sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante e diâmetro nominal em mm. Acondicionamento: GR 60, GR 80 e GR 100, E Padrão de embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

88 CÓDIGO: E FL. 39/68 A 44 SUPORTE GANCHO PARA TRANSFORMADOR TRIFÁSICO POSTE DT , Ø SOLDA 50 R18 SOLDA ,2 CHAPA 8-2 x CUPILHA A 8, ' A 4 CORTE AA' DETALHE PARA ENSAIO 500 FLECHA RESIDUAL F Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. As cupilhas (duas unidades) deverão ser fabricadas em aço inox, latão ou bronze. Resistência mecânica: F 1500 dan, flecha máxima 20mm, F 3000 dan, sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

89 CÓDIGO: E FL. 40/68 A 45 SUPORTE GANCHO PARA TRANSFORMADOR MONOFÁSICO POSTE DT , Ø Ø CHAPA 8-0,2 x R18 CUPILHA A 8,5 17 ' A 12 4 DETALHE PARA ENSAIO CORTE AA' 500 FLECHA RESIDUAL F Código Celesc: Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. Resistência mecânica: F 1500 dan, flecha máxima 20mm, F 3000 dan sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

90 CÓDIGO: E FL. 41/68 F 01 AFASTADOR DE ARMAÇÃO SECUNDÁRIA DETALHE-A F/5 F/5 F/5 F/5 F/5 A SOLDA 65+0x x 6,5-5 -0,5 50 ± 2 50 ± 2 100±5 800 ± 3 100±5 A B 50 ± ± ± ± ± 4 50 ± ± 20 DETALHE-A VISTA-AB 47,5 ± 4 5 ± 1 23 ± 1,5 ITEM A (mm) CÓDIGO-CELESC ± ± Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado, zincado a quente. Resistência mecânica: F 1500 dan, flecha máxima 20mm, F 3000 dan, sem ruptura. OBS: F horizontal e vertical são simultâneos. Acondicionamento: GR 60, GR 80 e GR 100, E Padrão de embalagens. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça do suporte, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

91 CÓDIGO: E FL. 42/68 F 03 ARMAÇÃO SECUNDÁRIA (Mínimo) HASTE 25 ± 2 A B 55 ± ± 4 55 ± 2 25 ± 2 Ø + 0,5 7-0 CUPILHA 10 ± 2 DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

92 CÓDIGO: E FL. 43/68 18 ± 0,5 5 ± 0,5 CHAPA ABAULADA 5-0,5 x ± 4 10 ± 1 10 ± 1 + 0,5 Ø ± 0,5 5 ± 0,5 100 ± 2 R 50 ± 3 REBITE Ø 8 ± 2 Ø 18 ± 0,5 100 ± 2 25±2 CHAPA ABAULADA R 50 ± 3 Ø 18 ± 0,5 10,4 ± 0,3 18±1 B CUPILHA 2,00 ± 0,05 B' 36,5 ± 1,5 6,4 ± 0,2 4,0 ± 0,1 CORTE BB' ITEM Nº. DE DIMENSÃO ESTRIBO A DIMENSÃO B CÓDIGO CELESC ± ± ± ± Matéria-Prima: Aço carbono 1010/1020, laminado ou trefilado. Resistência mecânica: F 1000 dan (simultânea), sem ruptura e deformação permanente. Acondicionamento: AM 060, AM 080 da Especificação E Padrão de embalagens. Identificação: Deve ser estampado, de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

93 CÓDIGO: E FL. 44/68 F 10 CINTA PARA POSTE SEÇÃO CIRCULAR 19± ±3 50±3 PARAFUSO DE CABECA ABAULADA M16x2-70 (F-31.2) A 20 A' A R12 (MINIMO) ±1 50±2 50±2 25±1 25±1 25±1 25±1 38±2 18±0,5 CORTE AA' DETALHE P/ ENSAIO FLECHA RESIDUAL Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalada no poste, deve suportar um esforço de tração F 5000 dan sem ruptura ou F 1500 dan com flecha residual não superior a 6mm. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante e diâmetro nominal da cinta em mm e o nome ou marca do fabricante nos parafusos. Acondicionamento: AM040 e AM061 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

94 CÓDIGO: E FL. 45/68 F 10 CINTA PARA POSTE CESSÃO CIRCULAR ITEM DIMENSÕES TOLERÂNCIA CÓDIGO A (mm) CELESC ± 3,0 % ± 3,5 % ± 4,0 % ,5 % DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

95 CÓDIGO: E FL. 46/68 F 11 CINTA PARA POSTE SEÇÃO DUPLO T 19 ± ±3 50±3 A B PARAFUSO DE CABECA ABAULADA M16x2-70 (F-31.2) A A' R 12 (mínimo) B 6±1 10±1 50±2 25±1 25±1 50±2 25±1 25± ±0,5 CORTE AA' DETALHE P/ ENSAIO FLECHA RESIDUAL ITEM DIMENSÕES CÓDIGO A B CELESC 140±3 65± ±3 170±3 190±3 210±3 230±3 250±3 270±3 280±3 75±3 90±3 105±3 115±3 125±3 140±3 155±3 165± Arrumar residual - desenho Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalada no poste, deve suportar um esforço de tração F 5000 dan sem ruptura ou F 1500 dan com flecha residual inferior a 20% de A. Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante e diâmetro nominal da cinta em mm e o nome ou marca do fabricante nos parafusos. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

96 CÓDIGO: E FL. 47/68 F 13 GANCHO OLHAL Código Celesc: Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1045, forjado. Resistência Mecânica: Corretamente instalado no poste, deve suportar um esforço de tração F 3000 dan sem apresentar deformação permanente e F 5000 dan sem apresentar ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo do gancho de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM170 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

97 CÓDIGO: E FL. 48/68 F 16 HASTE DE ÂNCORA Código Celesc: Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado ou trefilado, com olhal forjado. Resistência Mecânica: Corretamente instalada, deve suportar um esforço de tração F 3000 dan sem deformação permanente e F 5000 dan sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo da haste de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: AM100 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

98 CÓDIGO: E FL. 49/68 F 18 HASTE DE ATERRAMENTO DE AÇO-COBRE Código Celesc: Matéria Prima: Núcleo de aço ABNT 1010 a 1020, trefilado. Revestimento de cobre eletrolítico com condutividade mínima de 83% IACS a 20 o C, camada mínima de 0,254mm. Resistência Mecânica: Não deve apresentar fissuras no cobre quando submetida a uma flexão de 60. Deve suportar um esforço F de compressão nas extremidades de 40 dan. Identificação: Deve ser estampado no corpo da haste de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

99 CÓDIGO: E FL. 50/68 F 19 MÃO FRANCESA PERFILADA ITEM RESISTÊNCIA MECÂNICA COMPRIMENTO CÓDIGO TRAÇÃO F COMPRESSÃO R L (mm) CELESC Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalada, deve suportar F ou R indicados na tabela sem deformação permanente e sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo da mão francesa de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

100 CÓDIGO: E FL. 51/68 F 22 MANILHA SAPATILHA Código Celesc: Matéria Prima: Corpo da manilha-sapatilha: aço carbono ABNT 1010 a 1020, forjado, ou ferro fundido nodular, ou ferro fundido maleável, zincado a quente. Pino: aço carbono ABNT 1010 a 1020, forjado, zincado a quente. Cupilha: bronze, latão ou aço inoxdável. Resistência Mecânica: Acomodar a alça pré-formada para cabo de diâmetro nominal de até 20mm sem apresentar deformação permanente ou ruptura quando o cabo for tracionado com F1 mínimo de 5000 dan, conforme indicado no desenho. Suportar no olhal, sem apresentar deformação permanente ou ruptura, F2 de 5000 dan. Identificação: Deve ser estampado no corpo da manilha e pino de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM170 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

101 CÓDIGO: E FL. 52/68 F 25 OLHAL PARA PARAFUSO Código Celesc: Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, forjado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar F 5000 dan sem deformação permanente e sem ruptura e F 3200 dan lateral sem ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo do olhal de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM170 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

102 CÓDIGO: E FL. 53/68 F 30 PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA ITEM DÍMENSÕES A 125 ± 2,5 150 ± 2,5 200 ± 3,0 250 ± 3,0 300 ± 3,0 350 ± 4,0 400 ± 4,0 450 ± 4,0 500 ± 4,0 550 ± 4,0 600 ± 4,0 650 ± 4,0 700 ± 4,0 B (mín) CÓDIGO CELESC Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, trefilado ou forjado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar F 5000 dan sem deformação e ruptura e F 3000 dan de cisalhamento. Identificação: Deve ser estampado no corpo do parafuso de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM160, CM 170, CM 250 e AM 150 da especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

103 CÓDIGO: E FL. 54/68 F 31 PARAFUSO DE CABEÇA ABAULADA Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, trefilado ou forjado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar F 5000 dan sem deformação e ruptura e F 3000 dan de cisalhamento. Identificação: Deve ser estampado no corpo do parafuso de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 170 da Especificação E Padrão de Embalagens DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

104 CÓDIGO: E FL. 55/68 F 32 PARAFUSO DE ROSCA DUPLA Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, forjado ou trefilado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar F 5000 dan sem deformação permanente ou ruptura. F 3000 dan sem cisalhamento. Identificação: Deve ser estampado no corpo do parafuso de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM170 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

105 CÓDIGO: E FL. 56/68 F 33 PARAFUSO PARA MADEIRA (ROSCA SOBERBA) Código Celesc: Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, trefilado ou forjado, zincado a quente. Resistência Mecânica: O parafuso devidamente instalado deve suportar um esforço F de no mínimo 200 dan. Identificação: Deve ser estampado no corpo do parafuso de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 170 da Especificação E Padrão de Embalagens DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

106 CÓDIGO: E FL. 57/68 F 36 PINO DE ISOLADOR ITEM TABELA 1 DIMENSÕES (mm) A ØD E(mín.) J FLECHA RESIDUAL CÓDIGO CELESC Matéria Prima: Aço carbono ; forjado; zincado a quente. Resistência Mecânica: Deve suportar esforço mínimo F de 200 dan em qualquer direção e sentido perpendicular ao seu eixo. Identificação: Deve ser estampado no corpo do pino de forma legível e indelével, o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: CM 170 e CM 250 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

107 CÓDIGO: E FL. 58/68 F 37 PINO DE TOPO ITEM 1 TABELA 1 DIMENSÕES (mm) A ØD E(mín.) J FLECHA RESIDUAL CÓDIGO CELESC Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado e forjado, zincado a quente. Resistência Mecânica: Deve suportar esforço mínimo F de 200 dan, em qualquer direção e sentido perpendicular ao seu eixo. Identificação: Deve ser estampado no corpo do pino de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante. Acondicionamento: Conforme CM 160 da Especificação E Padrão de Embalagens DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

108 CÓDIGO: E FL. 59/68 F 38 PINO PARA FIXAÇÃO DO ISOLADOR PILAR TABELA - ITEM A (mm) B mínimo (mm) CÓDIGO CELESC Matéria prima: Aço carbono 1010, 1020, laminado, forjado ou trefilado. Resistência Mecânica: F 800 dan, sem deformação/ F 1500 dan, sem cisalhamento; Tolerâncias: As dimensões inferiores a 25 mm, que não tiveram sua tolerância especificada devem obedecer a uma tolerância de ±0,5 mm. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

109 CÓDIGO: E FL. 60/68 F 40 PORCA-OLHAL Código Celesc: 2247; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1045, forjado, ferro fundido maleável ou nodular, zincado a quente. Resistência Mecânica: Corretamente instalada, deve suportar esforço mínimo de tração F de dan s/ deformação, e dan s/ ruptura. Identificação: Deve ser estampado no corpo da porca, de forma legível e indelével, o nome e a marca do fabricante. Acondicionamento: Conforme CM 170 da Especificação E Padrão de Embalagens DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

110 CÓDIGO: E FL. 61/68 F 45 SELA DE CRUZETA Código Celesc: 2179; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincada a quente; Resistência Mecânica: Corretamente instalada não deve apresentar deformação permanente ou ruptura, quando aplicado na porca do parafuso um torque de 8 dan x m, no mínimo. Acondicionamento: Conforme AM 110 da Especificação E Padrão de Embalagens DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

111 CÓDIGO: E FL. 62/68 F 47 SUPORTE L Código Celesc: 2086; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado a quente; Resistência Mecânica: Corretamente instalado deve suportar esforço mínimo de tração F de 200 dan sem ruptura, apresentando uma flecha residual menor ou igual a 5 mm; Acondicionamento: Conforme CM 190 da Especificação E Padrão de Embalagens. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

112 CÓDIGO: E FL. 63/68 F 49 SUPORTE T Código Celesc: 2123; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado conforme NBR 6323; Resistência Mecânica: Corretamente instalado, com chave-fusível e pára-raios, deve suportar esforço mínimo de tração F de 200 dan sem ruptura, apresentando uma flecha residual menor ou igual a 5 mm; Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome ou a marca do fabricante. Acondicionamento: Deve ser estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome ou a marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

113 CÓDIGO: E FL. 64/68 F 50 SUPORTE TL Código Celesc: 2124; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado de acordo com NBR 6323; Resistência Mecânica: Corretamente instalado deve suportar esforço mínimo de tração F de 200 dan sem ruptura, com flecha residual menor ou igual a 5 mm; Identificação: Estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome ou a marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

114 CÓDIGO: E FL. 65/68 F 51 SUPORTE VERTICAL ISOLADOR PILAR Código Celesc: 15241; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado; Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar esforço mínimo de tração F de 800 dan sem ruptura, apresentando uma flecha residual menor ou igual a 5 mm. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

115 CÓDIGO: E FL. 66/68 F 52 SUPORTE HORIZONTAL ISOLADOR PILAR Código Celesc: 14186; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado; Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar esforço mínimo de tração F de 800 dan sem ruptura, apresentando uma flecha residual menor ou igual a 5 mm. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

116 CÓDIGO: E FL. 67/68 F 55 PRENSA FIOS Matéria Prima: Aço carbono 1010, laminado, aço forjado, ferro fundido maleável ou ferro nodular. Resistência mecânica: instalado o cabo de aço apropriado e aplicado o torque nos parafusos conforme a tabela 1, não deve permitir o escorregamento do cabo de aço ou que o mesmo sofra qualquer deformação permanente quando tracionado com os valores da tabela 1. Resistência mecânica: CM 170, E Padrão de Embalagens. ITEM 1 TORQUE MÁXIMO NOS PARAFUSOS (dan x m) DIÂMETRO DO CABO DE AÇO APLICÁVEL (mm) RESISTÊNCIA AO ESCORREGAMENTO MÍNIMO (dan) 6 6, , CÓDIGO CELESC 2161 DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

117 CÓDIGO: E FL. 68/68 F 57 SUPORTE LP Código Celesc: 16813; Matéria Prima: Aço carbono ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado conforme NBR 6323; Resistência Mecânica: Corretamente instalado, deve suportar esforço mínimo de tração F de 200 dan sem ruptura, apresentando uma flecha residual menor ou igual a 5 mm; Identificação: Deve ser estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome ou a marca do fabricante. Acondicionamento: Deve ser estampado no corpo de cada peça, de forma legível e indelével, o nome e marca do fabricante. DVOG RES. DTE Nº 661/ /12/2007 DVEN DPEP

118 MA NU AL E SP EC IA L SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E ESPECIFICAÇÃO DE CONDUTORES DE COBRE NU 1/14 1. FINALIDADE Definir os requisitos mínimos exigíveis para a qualificação e aceitação de fios e cabos de cobre nu para utilização nas redes de distribuição da Celesc Distribuição S.A. - Celesc D. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria de Distribuição, Agências Regionais, fabricantes, fornecedores de materiais e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS Norma Brasileira Registrada - NBR Fios de cobre nus, de seção circular para fins elétricos. 4. CONCEITOS BÁSICOS Os termos técnicos utilizados nesta Especificação estão de acordo com as normas de Terminologia da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Quantidade Efetiva Massa ou comprimento efetivamente medido, em uma unidade ou lote de expedição, por meio de equipamento adequado que garanta a incerteza máxima especificada Quantidade Nominal Massa ou comprimento padrão de fabricação e/ou massa de comprimento que conste na ordem de compra. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

119 CÓDIGO: E FL. 2/14 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais Quanto às exigências para o material especificado prevalecerá, respectivamente, o estabelecido nesta Especificação e nas normas técnicas da ABNT. Esta Especificação poderá, em qualquer tempo, sofrer alterações no todo ou em parte, por razões de ordem técnica, para melhor atendimento às necessidades do sistema, motivo pelo qual os interessados deverão, periodicamente, consultar a Celesc D quanto a eventuais alterações. Para fornecimento, o fabricante deve ser cadastrado no sistema de suprimentos da Celesc D, passar pela avaliação industrial conforme a Especificação E Avaliação Industrial de Fornecedores e possuir certificado de homologação de produto da marca do produto ofertado conforme a Especificação E Certificação de Homologação de Produtos Designação Os fios de cobre nus devem ser designados por seu diâmetro em milímetros, com três casas decimais para diâmetro inferiores a 1,00mm, duas casas decimais para diâmetro, iguais ou maiores que 1,00mm e por sua têmpera Material O material empregado na fabricação do fio deve ser cobre eletrolítico de qualidade e pureza tais que o produto acabado apresente as propriedades e características exigíveis nesta Especificação. Os vergalhões de cobre a serem utilizados devem atender aos requisitos da NBR Acabamento e Emendas A superfície do fio não deve apresentar fissuras, escamas, rebarbas, asperezas, estrias ou inclusões que comprometam o desempenho do produto. São permitidas emendas nos fios antes do último passe de trefilação, desde que a resistência à tração seja no mínimo 95% do valor especificado. O alongamento não deve ser considerado Classe de Encordoamento Os cabos abrangidos por esta Especificação serão do tipo encordoamento simples, classes 1A (condutor singelo ou fio) e 2A (condutores nus não compactados), conforme definido na NBR DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

120 CÓDIGO: E FL. 3/ Acondicionamento e Fornecimento Os condutores devem ser acondicionados de maneira a ficarem protegidos durante o manuseio, transporte e armazenagem. Os condutores devem ser acondicionados em rolos ou carretéis, conforme NBR 7312 e NBR Quando os condutores forem acondicionados em rolos, devem ser paletizados em estrados padrões de 1100x1100 mm com altura útil máxima de 1500 mm, limitado a 2000 kg por palete, suficientemente amarrados de forma a evitar o tombamento, durante a sua movimentação. Os rolos devem ser acomodados de forma a não apresentarem bordas que excedam as dimensões do estrado. Os carretéis de madeira devem atender aos requisitos da ABNT NBR e a madeira utilizada para a confecção e fechamento dos carretéis deve atender a ABNT NBR 6236, com durabilidade mínima de 24 meses. O acondicionamento em rolos deve ser limitado à massa líquida de 40 kg, para movimentação manual. Para o acondicionamento em carretéis o comprimento deve ser correspondente à massa bruta máxima da bobina de 5000 kg. É permitida uma variação de mais ou menos 5% no lance nominal de cabos, com seção superior a 35 mm 2 e mais ou menos 10% para o cabo com seção igual ou inferior a 35 mm 2. É permitida a entrega de até 5% da massa da encomenda em lances não inferiores a 50% do comprimento nominal. A quantidade em massa total da encomenda, solicitada através do pedido de compra, pode sofrer uma tolerância máxima de entrega de menos 3%. Os carretéis devem ser marcados nas duas faces laterais externas, diretamente sobre o disco ou através de plaqueta metálica inoxidável, com caracteres legíveis e indeléveis, as seguintes indicações: a) nome e CNPJ do fabricante; b) indústria brasileira; c) Celesc Distribuição S.A.; d) tipo do condutor (cobre) e têmpera; e) bitola do condutor; DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

121 CÓDIGO: E FL. 4/14 f) massa líquida e bruta em quilogramas; g) número do documento de compra; h) número de série do carretel; i) seta indicadora do sentido de desenrolar o cabo. Cada bobina deve ter amarrada na extremidade do condutor correspondente, na camada externa, uma etiqueta com as indicações acima, com exceção da alínea i. Os rolos devem ter uma etiqueta com as indicações acima, com exceção das alíneas h e i. Os fios devem ser fornecidos em unidades de expedição com quantidade nominal de fabricação. Para cada unidade de expedição (rolo ou bobina), a incerteza máxima no método de medição da quantidade efetiva é de 1% Condições Específicas Material Os fios devem ser de cobre eletrolítico com pureza mínima de 99,9%. A têmpera do cobre deve ser meio duro Massa Específica A massa específica do cobre deverá ser considerada 8,890g/cm 3, a 20 C, para efeitos de cálculo Características Elétricas Para fios de diâmetro nominal de 1 a 8 mm, consideram-se os seguintes valores, a 20 C: a) resistividade - 0, ohm.mm 2 /m; b) condutividade - 96,66%; c) resistência elétrica : ver Tabela 7. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

122 CÓDIGO: E FL. 5/ Características Físicas e Mecânicas Os diâmetros dos fios de cobre devem obedecer às tolerâncias indicadas na tabela 4. Para os fios trefilados moles e limpos antes de sofrerem outros processos de fabricação, o valor mínimo individual do alongamento na ruptura deve estar de acordo com a Tabela 5, e o valor médio do lote deve ser igual ou superior ao valor mínimo individual acrescido de 2,5%. A resistência à tração e o alongamento na ruptura dos fios de cobre meio duro devem estar de acordo com o a Tabela 6. Quando houver emenda no fio de cobre meio duro, feita antes do último passe de trefilação, a resistência à tração deve ser no mínimo 95% do valor especificado. O alongamento não deve ser considerado quando tratar-se de fios de cobre mole. O comprador deve indicar, necessariamente, em sua consulta e posterior ordem de compra para aquisição do fio, os seguintes dados fundamentais: a) diâmetro nominal do fio ou seção do cabo, em milímetros ou milímetros quadrados, material (cobre) e têmpera; b) número desta Especificação; c) quantidade total a ser adquirida, em metros ou quilogramas, e respectiva tolerância; d) quantidade das unidades de expedição e respectivas tolerâncias; e) tipo de acondicionamento Propriedades Mecânicas A resistência à tração e o alongamento dos fios estão na Tabela Inspeção - Ensaios e Requisitos Generalidades Para a inspeção podem ser adotados os procedimentos dos subincisos e desta Especificação. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

123 CÓDIGO: E FL. 6/14 No caso de reinspeção todos os custos serão por conta do fabricante Inspeção Final nas Instalações do Fabricante Este deve proporcionar ao inspetor todos os meios que permitam verificar se o material está de acordo com esta Especificação Inspeção de Recebimento no Almoxarifado da Celesc D Esta deve realizar uma verificação visual do material e do acondicionamento e a análise dos relatórios de ensaios do referido lote, fornecidos pelo fabricante e realizar os ensaios no laboratório do DVCQ para comprovação dos resultados apresentados Relação dos Ensaios Os ensaios e verificações de tipo e recebimento, solicitados por esta Especificação, são os indicados na Tabela 1: Tabela 1 - Relação dos Ensaios de Tipo Ensaio Modalidade Norma ABNT NBR Inspeção Visual T / R - Verificação do Diâmetro T / R NBR 6242 Resistência à Tração e Alongamento à Ruptura T / R NBR 6810 Resistividade Elétrica T / R NBR NM IEC T = Ensaio de tipo R = Ensaio de recebimento Amostragem Para os ensaios e verificações previstos no inciso , o número de unidades da amostra requerido deve estar conforme a Tabela 2, a menos que outro critério, baseado na NBR 5426, seja estabelecido entre a Celesc D e o fabricante, por ocasião da consulta para aquisição do fio. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

124 CÓDIGO: E FL. 7/14 Tabela 2 - Plano de Amostragem Dupla Normal (NQA=2.5 e NI=II) Quantidade de Unidades do Lote Primeira Amostra Quantidade de Unidades a Ensaiar Ac 1 Re 1 Unidades a Quantidade de Ensaiar Segunda Amostra Ac 2 Re 2 02 a a a a a a a a a a a Notas: 1. Ac 1 - número de peças defeituosas que permite aceitar o lote na primeira amostra. 2. Rc1 - número de peças defeituosas que implica na rejeição do lote na primeira amostra. 3. Se o número de peças defeituosas estiver entre Ac1 e Re1, deve-se ensaiar a segunda amostra. 4. O total de unidades defeituosas encontradas após ensaiadas as duas amostras, deve ser igual ou inferior ao maior Ac especificado. 5. A quantidade de lotes está relacionada ao número de bobinas ou rolos, onde se deve retirar as amostras solicitadas de cabo ou fio Amostragem para os Fios Componentes dos Cabos No caso dos ensaios serem efetuados após o encordoamento, deve ser aplicado o plano de amostragem definido no inciso , para as bobinas ou rolos de cabos. A quantidade de fios de cada amostra de cabo que deve ser ensaiado é determinada conforme a Tabela 3. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

125 CÓDIGO: E FL. 8/14 Tabela 3: Quantidade de fios a retirar para ensaios do cabo CA Nº de fios Central Coroas Coroa de 6 fios Coroa de 12 fios Coroa de 18 fios De cada unidade da amostra devem ser retirados corpos-de-prova com comprimento suficiente para a realização dos ensaios, desprezando-se, no mínimo, o primeiro metro da extremidade Aceitação e Rejeição A aceitação ou rejeição do lote deve obedecer com relação ao número de unidades da amostra, aos critérios abaixo, conforme a tabela 2. Na primeira amostragem se o resultado for menor ou igual a Ac1, aceitar o lote. Se o resultado for igual ou maior que Re1, rejeitar o lote. Com o resultado entre Ac1 e Re1, efetuar a segunda amostragem. Na segunda amostragem se o resultado for menor ou igual a Ac 2, o lote será aceito. Se o valor for igual ou maior que Re 2, o lote será rejeitado. O fabricante pode recompor um novo lote e submetê-lo à nova inspeção, após ter eliminado as unidades defeituosas. Em caso de nova rejeição são aplicadas as cláusulas contratuais pertinentes. Para os cabos em rolos ou bobinas, todos os fios ensaiados conforme a amostragem da tabela 3, devem atender individualmente aos requisitos indicado em cada ensaio Descrição dos Ensaios Inspeção Visual A inspeção visual deve verificar o estabelecido no subitem 5.1. desta Especificação. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

126 CÓDIGO: E FL. 9/ Verificação do Diâmetro O diâmetro dos fios deve ser medido conforme a NBR Tabela 4 - Tolerâncias dos Diâmetros dos Fios de Cobre Diâmetro Nominal (mm) Tolerância < 0,250 0,003 mm 0,250 D 0,400 0,004 mm > 0,400 1% Dnominal Ensaio de Resistência à Tração e Alongamento à Ruptura Estes ensaios devem ser realizados conforme a NBR 6810, devendo atender os valores das Tabela 5 e 6. Abaixo: Tabela 5 - Fios de Cobre Mole - Propriedades Mecânicas Diâmetros nominais (mm) Alongamento na Ruptura Mínimo individual (%) em 250mm 0,080 0, ,280 0, ,560 3, ,000 8,50 30 DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

127 CÓDIGO: E FL. 10/14 Tabela 6 - Fios de Cobre Meio Duro - Propriedades Mecânicas Diâmetros nominais (mm) Resistência à Tração - Mpa ( em 250 mm ) Mínima Máxima Alongamento na Ruptura Mínimo individual (%) em 1500mm 1,90 2, ,00 2,12 2, ,02 2,36 2, ,04 2,65 3, ,06 3,00 3, ,08 3,35 3, ,11 3,75 4, ,15 4,25 4, , Ensaio de Resistividade Elétrica A resistividade elétrica deve ser determinada com o valor da resistência referida a 20 C, conforme a NBR 6815, atendendo o especificado no inciso desta Especificação. A resistência elétrica em corrente contínua do fio de cobre nu deve ser medida a uma temperatura entre 5 C e 40 C, e corrigida para a temperatura de 20 C, utilizando a seguinte fórmula: R 20 = R t / 1+C t (t-20) Onde: t = temperatura na qual foi efetuada a medição (em C) R t = resistência elétrica em corrente contínua a T C (em ohms) R20 = resistência elétrica em corrente contínua a 20 C (em ohms) Ct = coeficiente de temperatura da resistência elétrica = 0,00393 C -1 DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

128 CÓDIGO: E FL. 11/14 Tabela 7 - Resistividade e Condutividade para Fios de Cobre Meio Duro Diâmetros Nominais (mm) Resistividade a 20 C.mm 2 / m. g / m , ,15857 Condutividade a 20 C % IACS 96, Garantia A aceitação de um lote dentro dos critérios do sistema de amostragem utilizado, não isenta o fabricante da responsabilidade de substituição de qualquer unidade (rolo ou bobina) do cabo que não estiver de acordo com os requisitos desta Especificação, no período de 2 anos a contar da data de entrega. A responsabilidade do fabricante limitar-se-á exclusivamente, às deficiências oriundas da fabricação e do acondicionamento do cabo. 6. DISPOSIÇÕES FINAIS Na aplicação desta Especificação é necessário consultar: E Certificação de Homologação de Produtos E Avaliação Industrial de Fornecedores NBR Carretéis para acondicionamento de fios de seção circular NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos -Procedimentos NBR Eletrotécnica e eletrônica - Eletricidade geral Terminologia NBR Madeira para carretéis para fios, cordoalhas e cabos NBR Fios e cabos de cobre duro e meio duro com ou sem cobertura protetora para instalações aéreas NBR Fios e cabos elétricos - Tração à ruptura em componentes metálicos Método de Ensaio NBR Fios e cabos elétricos - Ensaio de aderência e continuidade em fios de cobre estanhados - Método de Ensaio NBR Fios e cabos elétricos - Ensaio de determinação da resistividade em componentes metálicos - Método de Ensaio NBR Rolos de fios e cabos elétricos - Características dimensionais - Padronização NBR Carretéis de madeira para o acondicionamento de fios e cabos elétricos - DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

129 CÓDIGO: E FL. 12/14 Dimensões estruturas - Padronização NBR Vergalhão de cobre para uso elétrico Requisitos NBR NM IEC Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas 7. ANEXOS 7.1. Características Físicas e Elétricas dos Condutores de Cobre Meio Duro 7.2. Desenhos Padrões DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

130 CÓDIGO: E FL. 13/ Características Físicas e Elétricas dos Condutores de Cobre Meio Duro Raio Diâmetro Carga Resistência Médio Capacidade Seção Nº Diâmetro do Massa Seção de Elétrica a Geométrico a Condução Mínima de Nominal de dos Fios Código Condutor Nominal Real Ruptura 20 C 60 (mm 2 ) Fios (mm) (kg/km) (mm 2 Celesc ) Mínima Hz 60Hz de Corrente (mm) (dan) ( /km ) G (A)* (mm) ,50 4,15 141,5 15, ,14 1, ,06 6, , ,795 2, ,50 7, , ,538 2, ,00 9, , ,375 3, ,45 10, , ,283 3, ,12 12, , ,199 4, ,90 14, , ,148 5, * Para a capacidade de condução de corrente, considera-se a temperatura ambiente de 30 C e no condutor de 75 C, com vento de 2,2km/h. DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

131 CÓDIGO: E FL. 14/ Desenhos Padrões DVOG RES. DDI N 022/ /02/2012 DVEN DPEP

132 MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E CONECTOR CUNHA 1/41 1. FINALIDADE Fixar os desenhos padrões e as exigências mínimas relativas à fabricação e ao recebimento de conectores e luvas à compressão, a serem utilizados no Sistema de Distribuição de Energia Elétrica da Celesc. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria Técnica, Agências Regionais, fabricantes, fornecedores de materiais e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS Esta Especificação foi elaborada com base nas Recomendações Técnicas de Distribuição - RTD do Comitê de Distribuição - CODI; nas Normas Brasileiras Registradas - NBR 5370 e e ANSI/NEMA CC1e CC3. 4. CONCEITOS BÁSICOS Os termos técnicos utilizados nesta Especificação estão de acordo com as normas de terminologia da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Na utilização das normas citadas no item 3, prevalecerão as definições técnicas da Especificação Celesc, Norma Brasileira e Normas Internacionais; nesta ordem de prioridade Conector Cunha para Ligações Bimetálicas Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em redes de distribuição de energia elétrica, constituído de uma cunha e de um elemento C, em liga especial de Alumínio, compatível para conectar Alumínio x Alumínio e Alumínio x Cobre. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

133 CÓDIGO: E FL. 2/ Conector Cunha de Cobre Estanhado Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica, constituído de uma cunha e de um elemento C, em liga de Cobre estanhado, compatível para conectar Alumínio x Alumínio, Alumínio x Cobre e Cobre x Cobre Conector Cunha de Cobre Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica, constituído de uma cunha e de um elemento C, em liga de Cobre, para conectar Cobre x Cobre Adaptador Estribo de Cunha Dispositivo de multi-conexão elétrica utilizado para derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica, constituído de um conector tipo cunha bimetálico e um estribo de cobre estanhado aonde se conectarão as derivações Adaptador Estribo Lateral de Cunha Dispositivo de multi-conexão elétrica utilizado para derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica, constituído de um conector tipo cunha bimetálico e um estribo de cobre estanhado aonde se conectarão lateralmente as derivações Terminal para Chave Faca Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação do condutor à chave faca em redes de distribuição de energia elétrica, constituído de um terminal com dois furos nema em liga especial de alumínio e uma haste aonde se conectará um conector tipo cunha bimetálico Luva de Emenda para Cabo CA Dispositivo de conexão elétrica utilizado para conectar condutores de alumínio sem alma de aço, constituído de um cilindro em liga de alumínio com estrangulamento central e que se amolda por compressão, unindo os condutores. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

134 CÓDIGO: E FL. 3/ Luva de Emenda para Cabo CAA Dispositivo de conexão elétrica utilizado para conectar condutores de alumínio com alma de aço, constituído de dois cilindros, sendo um (externo) em liga de alumínio com estrangulamento central e o outro (interno) em aço carbono ou inoxidável e que se amoldam por compressão, unindo os condutores Luva de Emenda para Condutor de Cobre Dispositivo de conexão elétrica utilizado para conectar condutores de cobre, constituído de um cilindro em liga de cobre com estrangulamento central e que se amolda por compressão, unindo os condutores Conector Derivação para Linha Viva Dispositivo de conexão elétrica utilizado para conectar temporariamente derivações de uma Rede de Distribuição de energia elétrica para realização de serviços auxiliares, constituído de um cabeçote mordente com sela e um gancho de torque que se fixam no condutor principal, e de um conector de aperto para a derivação Cartucho para Ferramenta de Impacto Os cartuchos para detonação na ferramenta de impacto podem ser de espoleta interna ou externa, plásticos ou metálicos, de acordo com a ferramenta específica. Devem ser confeccionados em material resistente à potência da explosão. A explosão deverá gerar gás com pressão suficiente e necessária para promover uma perfeita conexão. Nos cartuchos plásticos, devem ser estampados de forma legível e indelével, no mínimo, o nome ou marca do fabricante e a data de fabricação do lote. Nos cartuchos metálicos, devem ser estampados de forma legível e indelével, no mínimo, o nome ou marca do fabricante. A data de fabricação deverá constar na embalagem do material Conector Cunha para Haste de Aterramento Dispositivo de conexão elétrica, aplicado com alicate bomba dagua, utilizado para ligar o condutor a haste de aterramento, constituído de um elemento C, em liga de cobre ou aço inox, e um elemento cunha em liga de cobre, para conexão cobre a cobre. Para conexão cobre aço, os elementos C e cunha, em liga de cobre, deverão ser de cobre estanhado. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

135 CÓDIGO: E FL. 4/ Terminal a Compressão Furação Nema Dispositivo de conexão elétrica, utilizado para ligação de cabo a equipamentos, com um ou dois furos nema, em liga de alumínio Placa Bimetálica de Acoplamento de Alumínio e Cobre Placa de homogeneização dos efeitos galvânicos na conexão cobre x alumínio, sendo uma das faces em cobre eletrolítico e a outra em alumínio vergalhão 1350, conforme NBR 7103, com duas ou quatro furações Nema, aplicado quando necessário nos terminais de chaves e equipamentos. 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais Quanto às exigências para um determinado material, prevalecerá, respectivamente o estabelecido: a) nesta Especificação; b) nas normas técnicas da ABNT, NEMA e ANSI; c) nos relatórios técnicos do CODI. Para fins de aquisição dos materiais, deverá ser consultada a especificação técnica correspondente, indicada no item 1 (características gerais) das notas de cada desenho, nos Anexos desta Especificação Intercambiabilidade As partes componentes de um mesmo tipo de material devem ser intercambiáveis entre as diferentes peças Acabamento Os conectores devem apresentar bom aspecto no que diz respeito ao acabamento geral. Devem ter superfícies lisas não apresentando trincas, riscos, lascas, furos, porosidade, rachas DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

136 CÓDIGO: E FL. 5/41 ou falhas, quaisquer que sejam sua natureza ou origem. Devem ser isentos de inclusões e não ter arestas vivas, partes pontiagudas provenientes de usinagem imperfeita, que possam danificar os condutores nas canaletas ou embocaduras destes acessórios. Os conectores devem ser isentos de reentrâncias e saliências que facilitem, quando instalados e com o correr do tempo, o acúmulo e aderência de pó, sujeira e umidade. Os conectores tipo compressão devem ser projetados e fabricados de modo que, quando submetidos à compressão com matrizes circunferenciais, ovais ou hexagonais apropriadas ao conector, a compressão restante seja uniforme de maneira a não danificar o encordoamento dos condutores e impossibilitar a penetração de água ou umidade. Os conectores cunha devem ser removíveis e portanto deverão apresentar raios de arredondamento de, no mínimo, 2 mm nas regiões de entrada e saída dos condutores, com o intuito de evitar danos aos cabos na instalação ou remoção do conector. A trava de segurança deve evitar que a cunha se solte após a aplicação. Esta trava deve servir como ponto de inspeção visual, se o conector foi devidamente aplicado. A conexão não poderá ser desfeita sem a utilização de ferramental apropriado (extrator), sendo motivo de reprovação se a mesma for desfeita pelo simples manuseio de amostras sob inspeção. Os terminais chave-faca, devem ter a superfície de contato livre de imperfeições e seu acabamento deve ser o mais liso possível, no padrão de usinagem Identificação Nas peças componentes dos materiais devem ser estampadas de forma legível e indelével, no mínimo: a) nome ou marca do fabricante; b) seção em mm 2 e/ou bitola em AWG/MCM do maior e do menor condutor a que se aplica; c) tipo do condutor a que se aplica; d) os conectores devem ainda ter o código de cor estampado em sua embalagem primária, ou seja, uma das faces deve ser confeccionada na cor de referência; e) lote e data de fabricação (somente para cartucho para ferramenta de impacto). Observação: São consideradas identificações indeléveis, aquelas realizadas através da utilização de um dos seguintes processos: DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

137 CÓDIGO: E FL. 6/41 1. Baixo relevo no material através de processo de estampagem; 2. Baixo/alto relevo no material através de processo de fundição; 3. Corrosão superficial no material através de processo de decomposição ácida (serigrafia ácida) Dimensões As dimensões são referidas em milímetros e indicadas nos desenhos padronizados nos Anexos desta Especificação. Nos casos omissos consultar a Celesc Acondicionamento de Conectores Os materiais devem ser acondicionados de acordo com o padrão de embalagens, conforme a Especificação E Padrão de Embalagens, sempre que indicado nos desenhos padronizados nos Anexos desta Especificação. Quando não indicado, os volumes devem, sempre que possível, ser acondicionados de forma unitizada em paletes ou similares para movimentação mecanizada ou semi-mecanizada, através de paleteiras (peso máximo 1000 kg.), empilhadeiras, etc. Os volumes devem conter, afixados de forma legível e indelével, no mínimo: a) nome ou marca do fabricante; b) identificação completa do conteúdo; c) quantidade; d) massa (bruta e líquida); e) indicação do comprador (Celesc); f) número do documento de compra Embalagem Primária Os conectores devem ser fornecidos acondicionados primariamente em sacos individuais de DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

138 CÓDIGO: E FL. 7/41 polietileno transparente, com espessura mínima de 0,10 mm e seladas as embalagens através de solda eletrônica, de modo a evitar a penetração de umidade e reter o composto antióxido. A embalagem deve apresentar identificação em cores, assim como as conexões possíveis, conforme consta nos desenhos padronizados, nos Anexos desta Especificação Embalagem Secundária Os sacos plásticos, contendo os conectores devem ser acondicionados em caixas de papelão contendo no máximo 100 conectores. Nas caixas devem ser identificados externamente, de forma legível: a) o tipo de conector; b) nome ou marca do fabricante; c) bitola dos condutores a que se aplica; d) número de unidades embaladas; e) item e número do documento de compra Acondicionamento de Cartuchos para Ferramenta de Impacto Os cartuchos devem ser embalados em caixas de papelão contendo 25 unidades, apresentando externamente a identificação do fabricante (nome e/ou marca do fabricante), cor do cartucho, tipo de espoleta (interna ou externa), data e lote de fabricação. Adicionalmente, a caixa de 25 unidades deverá ter revestimento em polietileno transparente, selado contra a umidade. Os cartuchos metálicos devem ser embalados em caixas de papelão contendo 100 unidades, apresentando, externamente a identificação do fabricante (nome e/ou marca do fabricante), cor do cartucho, data e lote de fabricação. Adicionalmente, as caixas com 100 unidades deverão ser acondicionadas em embalagem secundária que externamente deverá apresentar identificação do fabricante, do produto, quantidade do mesmo e tipo de cartucho metálico Condições Específicas Materiais Os conectores abrangidos por esta Especificação devem ser fabricados a partir dos materiais DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

139 CÓDIGO: E FL. 8/41 especificados nos respectivos desenhos padronizados nos Anexos. A utilização de outros materiais não especificados e os casos omissos só poderão ocorrer após consulta à Celesc Composto Anti-óxido O composto anti-óxido a ser aplicado em quantidade suficiente nas peças, de modo a cobrir toda a região do conector que fará contato direto com os condutores, e deve atender às seguintes características: a) ser insolúvel em água, não tóxico, quimicamente neutro em relação aos materiais em contato e resistente à atmosfera industrial e marítima; b) suportar, sem alterar suas características, ao ensaio de ciclos térmicos; c) ter ponto de gota mínimo de 170ºC (ASTM D-566); d) manter suas propriedades em temperatura de até 5ºC; e) ter ponto de fulgor superior a 200ºC (ASTM D-92); f) ter grau de penetração 290 (ASTM D-217); g) ser bom condutor elétrico; h) ter um teor de pó de zinco em suspensão variando entre 16 e 40%, desde que atendidas todas as exigências relacionadas nas alíneas de a até g, com granulometria entre 80 e 150 µm (- 80 mesh a mesh) Acessórios para Aplicação dos Conectores Alicate Bomba d'água Para os conectores cunha de cobre estanhado, a aplicação se fará através de alicates bomba d'água de 12 polegadas (304,80 mm). Sua retirada será efetuada através de extrator específico, conforme consta nos desenhos padronizados, nos Anexos desta Especificação. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

140 CÓDIGO: E FL. 9/41 Ferramenta de Impacto Para os conectores cunha bimetálicos e cunha de cobre, a aplicação se fará através de ferramenta de impacto, cuja força de aplicação é obtida através de detonação de cartuchos de carga explosiva. Cartuchos para Ferramenta de Impacto Os cartuchos para detonação na ferramenta de impacto podem ser de espoleta interna ou externa, de acordo com a ferramenta específica. Capa de Proteção à Conexão As capas de proteção às conexões devem ser projetadas e fabricadas, de modo a envolver adequadamente a conexão a que se destina, devendo atender as seguintes características: a) material - polietileno de baixa densidade; b) acabamento - cor preta, superfícies lisas e isentas de rebarbas; c) rigidez dielétrica V, 60 Hz, 60s (NBR 6936); d) teor de negro de fumo - 2% no mínimo (ASTM - D1603); e) intemperismo - exposição à UV (ASTM G - 26). Os relatórios dos ensaios de tipo, realizados em protótipos de capas de proteção, deverão ser anexados à proposta comercial e suas cópias deverão ser fornecidas aos inspetores da Celesc, no início da atividade de inspeção de recebimento. Os ensaios de recebimento são os definidos nas alíneas a, b e c, e os ensaios de tipo são os definidos nas alíneas de a até e Resistência Mecânica Os conectores instalados para as finalidades que foram projetados, devem resistir aos esforços mecânicos previstos nos respectivos desenhos padronizados nos Anexos desta Especificação, em módulo, direção e sentido indicados. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

141 CÓDIGO: E FL. 10/ Montagem do Conector Cunha de Cobre Estanhado Para a montagem das conexões com o conector cunha de cobre estanhado, quando se utilizam os fios sólidos com seções de 1,5 mm 2, 2,5 mm 2 e 4 mm 2, deverá ser observado que os mesmos deverão ser dobrados e torcidos sobre si mesmo (pelo menos 10 voltas), de modo que seja efetivada a duplicação do seu diâmetro no trecho que será realizada a conexão. O condutor do ramal deverá apresentar uma sobra de 30 mm, além da conexão. Após a realização da conexão, o excesso de 30 mm deverá ser dobrado em pelo menos 45º Montagem do Conector Cunha para Ligações Bimetálicas Na montagem das conexões com o conector cunha para ligações bimetálicas, deverá ser observado que o condutor de cobre deverá ficar, após a instalação do conector, em posição inferior em relação ao condutor de alumínio. Esse posicionamento irá evitar que óxido de cobre escorra sobre a conexão e o cabo de alumínio, minimizando-se o efeito por corrosão galvânica Inspeção e Ensaio Generalidades Os conectores e demais itens desta Especificação devem ser submetidos à inspeção e ensaios nas instalações do fabricante, na presença do inspetor da Celesc, de acordo com esta Especificação e as normas técnicas referendadas no subitem 6.1. Ao inspetor da Celesc deve ser propiciado livre acesso às dependências onde são fabricados e ensaiados os materiais, bem como devem ser prestadas todas e quaisquer informações que julgar necessárias. O fabricante deve possuir, ainda, equipamentos de qualidade comprovada que possibilitem a realização dos ensaios. O fabricante deverá disponibilizar ao inspetor da Celesc, todos os equipamentos e acessórios necessários à realização dos ensaios de recebimento, inclusive disponibilizar fios e cabos necessários à montagem de todas as combinações possíveis, previstas para o conector sob ensaio. O não cumprimento desta exigência será motivo para rejeição do lote sob inspeção. As despesas para realização das inspeções e ensaios, sejam com pessoal ou com materiais, correm integralmente por conta do fabricante, devendo informar à Celesc a data para a realização da inspeção e ensaio, no mínimo com 10 dias de antecedência Ensaios Verificação Geral Antes de serem efetuados os ensaios de recebimento, o inspetor deve verificar o acabamento, detalhes construtivos, dimensões, identificação e acondicionamento dos DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

142 CÓDIGO: E FL. 11/41 conectores. O objetivo desta etapa é certificar se o fabricante está mantendo o nível de qualidade estabelecido no modelo aprovado nos ensaios de protótipo Resistência à Tração e Escorregamento O ensaio deve ser executado usando-se cabos de maior e de menor resistência mecânica e também de maior e menor seção nominal, respectivamente, para os quais o conector foi projetado. A tração mecânica deve ser aplicada gradualmente a uma velocidade das garras da máquina de tração de 15mm/minuto a 20mm/minuto, o que deve ser mantido por um tempo mínimo de 1 minuto. O comprimento livre do condutor entre o conector e a garra da máquina de tração deve ser de, no mínimo, 100 vezes o diâmetro do condutor. O valor da tração mecânica deve ser medido com uma precisão de 1%, no mínimo. Quando ensaiados deste modo, os conectores devem suportar, sem escorregamento do condutor, ou ruptura do conector ou do condutor no trecho da conexão, os seguintes esforços mecânicos: a) conectores de tração total - (classe 1) - 95% do limite de resistência à tração do condutor: - Tipos de conectores: Emenda à compressão de cobre Emenda à compressão de alumínio b) conectores de tração parcial - (classe 2) - 40% do limite de resistência à tração do condutor de menor resistência à tração aplicável; c) conectores de tração mínima - (classe 3) - 5% da resistência nominal do mais fraco dos condutores emendados, mas não menor do que 90% dos valores indicados na tabela I. - Tipos de conectores: Conector cunha de cobre Conector cunha para ligações bimetálicas Conector cunha de cobre estanhado Terminal à compressão furação NEMA d) conectores cunha para haste de aterramento, o limite mínimo de resistência à tração deverá ser de 40 kgf. A montagem do ensaio de tração deverá simular a condição normal de instalação da haste, cabo e conector, sendo que tanto o cabo como a haste deverão suportar esta tração. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

143 CÓDIGO: E FL. 12/41 BITOLA SEÇÃO REAL (mm 2 ) TABELA I DO CONDUTOR (mm) RESISTÊNCIA MÍNIMA AO ESCORREGAMENTO (Kgf) mm 2 AWG FIO CABO COBRE CA CAA 1,5-1,50 1,38 1, ,65 1, ,10 1,63 1, ,5-2,50 1,78 2, ,62 1,83 2, ,30 2,05 2, ,0-3,98 2,24 2, ,17 2,30 2, ,30 2,59 2, ,0-5,98 2,76 3, ,60 2,90 3, ,40 3,26 3, ,00 3,57 4, ,05 3,66 4, ,30 4,12 4, ,90 4,50 5, ,80 4,62 5, ,15 5,19 5, ,07 5,60 6, ,66 5,82 6, ,62 6,54 7, ,04 6,68 7, ,41 7,35 8, ,00 7,98 8, /0 53,49 8,25 9, Resistência Elétrica da Conexão Deve ser medida a resistência elétrica de uma parte contínua do condutor com comprimento igual a 1000 mm. Devem ser comparados às resistências elétricas de uma parte contínua do condutor e de um conjunto do mesmo comprimento total formado por duas partes do mesmo condutor ligadas pelo conector sob ensaio. Os condutores utilizados neste ensaio devem ser o de maior e o de menor seção, admitidos pelo conector. Na medição da resistência elétrica de conexões realizadas entre cabos (cordoalhas) ou fios e cabos, deve ser utilizado o recurso da aplicação de anéis equalizadores na parte da conexão constituída por cordoalha, de modo a obter-se medições de resistências confiáveis. O anel equalizador deve ser confeccionado a partir de um tubo metálico (luva à compressão) do mesmo material do qual é constituído o condutor, com comprimento adequado para realização da medição da resistência elétrica. Deve ser utilizada corrente contínua de intensidade inferior a um vigésimo (1/20) da corrente utilizada para o aquecimento, conforme Tabela II. A medição deve ser efetuada com as indicações dos instrumentos devidamente estabilizadas e estando as conexões e condutores à mesma temperatura do ambiente. O valor da resistência deve ser tomado como a média aritmética de duas medidas efetuadas com polaridade oposta. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

144 CÓDIGO: E FL. 13/41 Tabela II - Correntes para o Ensaio de Aquecimento SEÇÃO NOMINAL CORRENTE (A) mm 2 AWG-MCM Cobre Alumínio (6) (4) (2) (1/0) 160 (2/0) (3/0) (4/0) (300) 315 (336,4) (477) 406 (500) Notas: 1. As correntes indicadas correspondem a uma elevação de temperatura do condutor de 30ºC sobre uma temperatura ambiente de 40ºC, medida após estabilização da temperatura, em local abrigado (laboratório). 2. Os valores de corrente estão calculados na base de condutividade de 98% IACS para o cobre, a 20ºC e de 61% IACS para o alumínio, a 20ºC. 3. A velocidade do vento para o dimensionamento da corrente foi considerada em 0,55km/h, que corresponde ao efeito da convecção vertical natural, causada pelo aquecimento do condutor, dentro do laboratório. 4. O fator de emissividade superficial para condutores novos foi definido em 0,35. O conector deve ser considerado aprovado no ensaio quando a sua resistência elétrica for, no máximo, igual à resistência elétrica do condutor a que se aplica. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

145 CÓDIGO: E FL. 14/41 Observação: Para os conectores tipo cunha de cobre estanhado, admite-se um valor de resistência elétrica de no máximo, 110% da resistência elétrica do condutor a que se aplica. O condutores utilizados neste ensaio devem ser os de maior seções admitido pelo conector sob ensaio Efeito Mecânico sobre o Condutor Tronco O ensaio deve ser realizado de acordo com o que prescreve a norma NEMA CC3, devendo o conector ser considerado aprovado quando a resistência mecânica do condutor tronco não ficar reduzida a um valor inferior a 90% de sua resistência nominal Resistência à Torção O ensaio deve ser executado estando o adaptador estribo de parafuso rigidamente preso e instalando-se no mesmo o conector derivação para linha viva. O torque de instalação deve ser de 2,2 dan.m aplicado no parafuso olhal e de 2,3 dan.m na porca do conector do cabo derivação. O adaptador estribo de parafuso deve ser considerado aprovado quando não sofrer deformação permanente ou ruptura após a instalação do conector derivação para linha viva no estribo e no cabo derivação. Após a aplicação do torque e desmontado o conector, a porca deve deslizar manualmente ao longo do parafuso, e/ou o olhal roscado ao longo da base roscada, sem apresentar problemas de travamento ou escorregamento Resistência ao Arrancamento O ensaio deve ser executado, estando o adaptador estribo instalado no condutor de maior bitola. O adaptador deve, então, ser tracionado através do estribo com o esforço F1 igual a 90 dan, conforme indicado no desenho-padrão O-04 dos Anexos desta Especificação. O ensaio deve ser repetido utilizando-se o condutor de menor bitola. O adaptador deve ser considerado aprovado no ensaio se não sofrer qualquer deformação permanente ou ruptura e nem soltar-se do condutor Resistência à Flexão Ensaio a ser realizado no conector Terminal para Chave Faca. Consiste na verificação da resistência mecânica à flexão da porção central do terminal onde será instalado o conector tipo cunha para ligações bimetálicas, conforme indicado no desenho anexo O-06. O terminal, adequadamente instalado num dispositivo simulando o terminal de uma chave faca, deverá ser submetido a um esforço de flexão localizado na porção média de adaptação conforme indicado no desenho anexo, durante 1 minuto, sem apresentar deformação DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

146 CÓDIGO: E FL. 15/41 permanente ou ruptura Verificação da Montagem e Estabilidade da Conexão Conector Cunha de Cobre Estanhado Consiste na verificação da estabilidade mecânica da conexão realizada com a aplicação dos conectores do tipo cunha de cobre estanhado. Este ensaio deverá ser realizado em pelo menos três combinações de montagens de condutores, ou seja, no maior tronco e menor derivação, nos diâmetros intermediários e, na combinação mínima de tronco e máxima na derivação e, sempre com preferência à utilização de condutores sólidos. Na operação de montagem, antes do uso do alicate e com os condutores já em posição para se efetuar a instalação do conector, a cunha deverá se ajustar perfeitamente à conexão, devendo sua extremidade menor penetrar de 3 a 5 mm no mínimo, sem dificuldade para o operador e sem interferência com o "C", de forma a permitir o uso da ferramenta de aplicação e sem a necessidade de usar as mãos para manter o conjunto (cunha x "C") em sua posição. Após a aplicação do conector e a uma distância de 300 mm da conexão, dobrar as extremidades dos dois condutores formando um ângulo de 90º. Fixando-se o condutor tronco, deve-se girar a extremidade do condutor derivação em 180º no sentido horário e em seguida retornar à posição original. Este procedimento deverá ser realizado três vezes num intervalo de tempo entre 10s e 20s. Não poderá haver desconexão ou tornar inoperante a trava de segurança do conector sob ensaio. Conector Cunha de Cobre e Conector Cunha Bimetálico Consiste na verificação visual da conexão após a aplicação do conector. O encordoamento do condutor tronco e da derivação deverão manter-se intactos, não sendo admissível o deslocamento de um ou maios fios componentes dos cabos, o que caracteriza a formação do "efeito gaiola" Operação do Cartucho Plástico ou Metálico para Ferramenta de Impacto O cartucho plástico, após sua utilização, não deverá apresentar dificuldade na sua extração do interior da ferramenta. A simples operação manual do extrator, existente na ferramenta de aplicação, deve permitir sua retirada sem esforço do operador e sem a utilização de qualquer ferramenta externa do tipo chave de fenda ou outro dispositivo. Durante a detonação, não será permitido o vazamento de gás pelas bordas laterais do êmbolo do cartucho, ocasionando perda de pressão. Após a aplicação do conector, será analisada a real condição de instalação do conector e, considera-se que ocorreu uma conexão perfeita, aquela que apresentar uma formação adequada da trava de segurança no extremo da cunha do conector, após a detonação do cartucho plástico ou metálico. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

147 CÓDIGO: E FL. 16/41 Qualquer dificuldade na extração do cartucho plástico ou metálico após sua detonação, será considerado defeito e motivo de rejeição, quando no recebimento de lotes do material Dureza O ensaio deve ser executado conforme a NBR Os valores encontrados nos ensaios de recebimento realizados, não podem apresentar variação superior a 2,5% dos valores encontrados e declarados nos relatórios de ensaio de tipo realizado nos protótipos dos conectores Verificação do Revestimento O ensaio verificação de revestimento deve ser executado conforme ASTM-B-545, e pode apresentar as seguintes alternativas de revestimento: a) conectores revestidos com estanho - os conectores devem ter uma camada de estanho com espessura mínima de 8,0 µm e média mínima de 12 µm; b) conectores revestidos com níquel e estanho - os conectores devem apresentar um revestimento combinado com, no mínimo, 1,5µm de níquel na base do conector sobreposto com uma segunda camada de, no mínimo, 3 µm de estanho totalizando uma camada mínima de revestimento final de 4,5 µm Zincagem Os componentes de aço zincado à quente das luvas de emenda à compressão (CAA) devem ser submetidos, de acordo com as NBR 7397, NBR 7398, NBR 7399 e NBR 7400, aos ensaios de determinação da massa de zinco por unidade de área, de aderência, de espessura e da uniformidade do revestimento, respectivamente. O ensaio será considerado aprovado quando atender aos requisitos de galvanização estabelecidos na NBR Medição da Condutividade da Liga Deve ser executado de acordo com a ASTM-B-342, devendo a condutividade dos conectores, atender a tabela abaixo: DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

148 CÓDIGO: E FL. 17/41 TIPO DO CONECTOR PARTES DO CONECTOR CONDUTIVIDADE MÍNIMA(%IAC) Conector cunha cobre estanhado C e Cunha 22,0 Conector cunha bimetálico C 41,0 Cunha 32,0 Conector cunha de cobre C 27,0 Cunha 27,0 Conector para haste de aterramento Cunha 22,0 Luva emenda à compressão de alumínio - 57,0 Luva emenda à compressão de cobre - 96,0 Grampo linha viva para condutor de Al - 27,0 Grampo linha viva para condutor de Cu - 27,0 Terminal para chave faca - 32, Aquecimento Para conectores que se aplicam a uma gama de seções de condutores o ensaio deve ser executado com o conector fazendo as conexões com as seguintes combinações de condutores: a) usando os condutores de menor capacidade de corrente; b) usando os condutores de maior capacidade de corrente, porém, sob a condição de que as mesmas sejam as mais próximas possíveis entre si. Se o conector é aplicável à ligações de condutores de alumínio com alumínio e de alumínio com cobre, o mesmo deve ser ensaiado nas diversas combinações dessas duas alternativas. A distância entre o conector e a fonte de tensão ou outro conector deve ser, no mínimo, de 1000 mm ou 100 vezes o diâmetro do condutor, prevalecendo o maior valor. A extremidade do condutor, quando for o caso, deve sobressair 12 mm além da borda da canaleta do contato do conector. O ensaio deve ser feito à temperatura ambiente, em local abrigado, livre de corrente de ar, aplicando-se gradualmente a corrente alternada de ensaio até se atingir o valor indicado na Tabela II do inciso desta Especificação, que deve ser mantido até a estabilização da temperatura (para fins práticos, esta condição é dada como obtida quando a variação de temperatura não exceder 1 C por hora). Devem ser medidas as temperaturas dos pontos mais quentes no conector e no condutor. No condutor este ponto está localizado a uma distância mínima do conector igual a 50 vezes o diâmetro do condutor e não inferior a 500 mm. O conector deve ser considerado aprovado quando a elevação de temperatura em qualquer DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

149 CÓDIGO: E FL. 18/41 ponto do conector não exceder a elevação de temperatura do condutor que apresenta a maior elevação de temperatura para o qual foi projetado Ciclo Térmico com Curto-circuito Deve ser executado de acordo com a NBR 9326, sendo que as duas séries de ciclos térmicos de envelhecimento e o conjunto intercalado de curto-circuitos devem ser definidos da seguinte forma, para qualquer conector: a) aplicação da primeira série com a duração de 200 ciclos térmicos; b) aplicação, a seguir, do conjunto de quatro curto-circuitos; c) aplicação da segunda série com a duração de 500 ciclos térmicos. A elevação de temperatura do condutor de referência em relação à temperatura ambiente, em cada período de aquecimento das duas séries de ciclos térmicos de envelhecimento, deve ser igual a 100 ± 2ºC e ser mantida estabilizada neste valor durante 15 minutos, pelo menos. O resfriamento subseqüente poderá ser obtido através método natural ou forçado, com a finalidade de se reduzir a duração de cada ciclo e deve ser prolongada até que a temperatura do condutor de referência atinja, no máximo, 5ºC acima da temperatura ambiente. Na aplicação do conjunto de quatro curto-circuitos, para cada um deles, deve ser aplicada durante 1 segundo a corrente com densidade de 100A/mm 2 para condutores de até 300 mm 2 de seção útil efetiva. Na aplicação do primeiro curto-circuito o condutor de referência deve estar na temperatura ambiente para condutores de seção útil efetiva de até 300 mm 2. O intervalo de tempo entre duas aplicações sucessivas de curto-circuitos deve ser suficiente para que a temperatura do conector atinja o máximo de 5ºC acima de sua temperatura inicial de aplicação dos curto-circuitos. O conector deve ser considerado aprovado se atender os requisitos exigidos quanto à resistência elétrica e quanto à temperatura, descritos a seguir: Desempenho Quanto à Resistência Elétrica a) a resistência elétrica inicial de montagem da conexão deve ser, no máximo, igual à resistência elétrica do condutor de referência. Observação: Para os conectores tipo cunha de cobre estanhado, admite-se um valor de resistência elétrica inicial de, no máximo, 110% da resistência elétrica do condutor utilizado como referência; DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

150 CÓDIGO: E FL. 19/41 b) nos primeiros 200 ciclos de aquecimento, antes da aplicação dos conjuntos de curtocircuitos, devem ser feitas leituras dos valores de resistência da conexão de 10 em 10 ciclos, não devendo qualquer um destes valores superar em 5% o valor médio obtido para os mesmos. Os 20 ciclos iniciais devem ser utilizados para estabilizar a corrente de ensaio; c) após a série de curto-circuitos devem ser feitas leituras de resistência da conexão de 25 em 25 ciclos, não devendo qualquer dos valores medidos ultrapassar em 5% o valor médio obtido para os mesmos; d) o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas, conforme a alínea anterior, pode ultrapassar em 5% no máximo, o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas, de acordo com a alínea b. Desempenho Quanto à Temperatura a) a temperatura dos conectores não deve exceder à temperatura do condutor de referência ao final do período de aquecimento de cada ciclo; b) nos primeiros 200 ciclos de aquecimento, antes da aplicação do conjunto de curtocircuitos, devem ser feitas leituras dos valores de temperatura dos conectores de 10 em 10 ciclos e a variação máxima das elevações de temperatura da conexão em relação ao valor médio obtido para estes valores deve ser de 5%. A elevação de temperatura deve ser considerada em relação à temperatura ambiente da sala de ensaio; c) após a série de curto-circuitos, devem ser feitas leituras de temperatura dos conectores de 25 em 25 ciclos e a variação máxima das elevações de temperatura da conexão em relação ao valor médio obtido para estes valores deve ser de 5%; d) o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas, conforme alínea anterior, pode ultrapassar em 5ºC no máximo, o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas, de acordo com a alínea b. Após o término do ensaio a conexão deve ser desfeita e o conector avaliado visualmente, não devendo apresentar sinais visíveis de aquecimento local ou partes fundidas ou danificadas, especialmente nos pontos de contato elétrico Determinação da Composição Química Deve ser realizado conforme a NBR 6366, devendo a percentagem de cobre na composição DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

151 CÓDIGO: E FL. 20/41 das ligas de alumínio utilizadas nos conectores, ser no máximo 0,2%. Caso seja solicitada a repetição deste ensaio durante a fase de recebimento, os percentuais dos elementos químicos que compõem a liga do conector não poderão apresentar uma variação maior do que 2% em relação aos valores encontrados nos ensaios de protótipos. Variação maior do que 2% será considerado motivo de reprovação do lote no ato de seu recebimento Névoa Salina O conector, ensaiado conforme a NBR 8094, deve ser submetido a uma exposição de 15 dias, no mínimo. O conector, após esta exposição, será considerado aprovado no ensaio, se: a) resistir aos ensaios de aquecimento (subinciso ), resistência elétrica da conexão (subinciso ) e resistência à tração (subinciso ); b) estar isento de qualquer ponto de corrosão profunda localizada em sua superfície e de manchas características de corrosão, visíveis a olho nu, nas áreas de contato elétrico do conector. Esta avaliação deve ser efetuada, desfazendo-se a conexão e examinando-se o conector Corrosão sob Tensão Interna Ensaio acelerado que tem o propósito de detectar nos produtos fabricados em cobre e em suas ligas, a presença de tensões residuais internas oriundas do processo de fabricação e que podem causar falha do conector em serviço. Este ensaio deve ser executado e o resultado avaliado de acordo com a ASTM-B Sinopse: Enquadramento dos Ensaios Conforme o Tipo de Conector Tabela III Descrição dos ensaios Verificação Geral / Dimensional Resistência à Tração Resistência à Flexão Resistência Elétrica Referência do Conector / Categoria de ensaio O- 01 O-02 O-03 O-04 O-05 O-06 O-07 O-08 O-09 O-10 O-11 O-12 O-14 T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R na T/R T/R T/R T/R na T/R T/R na na na na na T/R na na na na na na Na T/R T/R T/R T/R T/R na T/R T/R T/R na na T/R T/R DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

152 CÓDIGO: E FL. 21/41 Verif. da T/R T/R T/R na na na na na na na na T/R T/R Montagem da Conexão Efeito T/R T/R T/R T/R T/R na na na na na na T/R na Mecânico s/ Condutor Tronco Resist. ao na na na na na na na na na T/R na na na Torque dos Parafusos Verificação do na T/R na T/R T/R na na na na T/R na T/R Na Revestimento Condutividade T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R na T/R T/R Aquecimento T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R T/R na na T/R T/R Dureza T/R T/R T/R T/R T/R T/R na na na T/R na T/R na Operação do na na na na na na na na na na T/R na na cartucho Galvanização na na na na na na na T/R na na na na na Ciclos T T T T T na T T T na na T T Térmicos c/ Curto circuito Determinação T T T T T T T na T T na T T Composição Química Névoa Salina T T T T T T T T T T na T T Corrosão sob Tensão Interna T T T T T na na na na na na T T Tabela IV Definição do Tipo de Conector Referência Conector Cunha para Ligações Bimetálicas O-01 Conector Cunha de Cobre Estanhado O-02 Conector Cunha de Cobre O-03 Adaptador Estribo de Cunha O-04 Adaptador Estribo Lateral de Cunha O-05 Terminal para Chave Faca O-06 Luva de Emenda para Cabo CA O-07 Luva de Emenda para Cabo CAA O-08 Luva de Emenda para Condutor de Cobre O-09 Conector Derivação para Linha Viva O-10 DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

153 CÓDIGO: E FL. 22/41 Cartucho para ferramenta de impacto O-11 Conector para haste de aterramento O-12 Terminal á compressão furação Nema O-14 Placa bimetálica de acoplamento CU/AL O-15 T Ensaio de Tipo T/R - Ensaio de Tipo e Recebimento na - Não Aplicável 5.4. Plano de Amostragem e Critérios de Aceitação para os Ensaios de Recebimento Tamanho do lote - Verificação Geral - Verificação Revestimento - Condutibilidade - Galvanização - Operação do cartucho - Dureza - Resistência ao Torque - Resistência à Tração - Resistência à Flexão - Resistência Elétrica - Verificação da Montagem da Conexão Dupla, Nível II, NQA 1,0% dupla, Nível S4, NQA 1,0% dupla, Nível S3, NQA 1,5% amostra Ac Re amostra Ac Re amostra Ac Re Seqüência tamanho seqüência tamanho seqüência tamanho até a 1 a a a 1 a a a 1 a a a a a 1 a a a a a a a 1 a a a a a a Observação: 1. A passagem a outros regimes de inspeção deve ser feita conforme indicado na NBR Plano de amostragem para os demais ensaios de recebimento não contemplados na tabela DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

154 CÓDIGO: E FL. 23/41 acima Ensaio de Aquecimento: Para o ensaio de aquecimento, deverão ser escolhidas as duas conexões que apresentaram maior valor no ensaio de resistência elétrica. O critério de aceitação para este ensaio é de que nenhuma amostra poderá apresentar aquecimento maior do que o condutor a que foi instalado, sob pena de rejeição do lote sob inspeção. Ensaio de Efeito Mecânico sobre o Condutor Tronco: Para este ensaio, deverão ser escolhidas três amostras aleatoriamente no lote sob inspeção. Uma falha implica na rejeição do lote de conectores Relatórios de Ensaios Devem constar no relatório de ensaio de recebimento a ser emitido pelo fornecedor no ato da aceitação do lote pelo inspetor da Celesc, as seguintes informações mínimas: a) nome ou marca comercial do fabricante; b) número da autorização de fornecimento; c) identificação do laboratório de ensaio; d) quantidade do lote e amostragem utilizada para a realização de cada tipo de ensaio; e) identificação completa do conector ensaiado, conforme inciso 5.1.3; f) dimensões básicas do conector, bem como dos condutores utilizados nos ensaios; g) relação e resultados dos ensaios realizados; h) certificado de aferição dos instrumentos utilizados nos ensaios com data não superior a 12 meses; i) data de início e término dos ensaios; j) nomes legíveis e assinaturas do fabricante e do inspetor da Celesc com a data de emissão do relatório. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

155 CÓDIGO: E FL. 24/41 6. DISPOSIÇÕES FINAIS 6.1. Referências Na aplicação desta Especificação é necessário consultar: NBR Conectores de cobre para condutores elétricos em sistemas de potência NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - Procedimentos NBR Conectores elétricos - Terminologia NBR Ligas de cobre - Análise química - Método de ensaio NBR Arruelas de pressão - Especificação NBR Medição de dureza Brinell - Método de ensaio NBR Instrumentos de medição de radiointerferência na faixa de 0,15 a 30 MHz (padrão CISPR) - Padronização NBR Linhas e equipamentos de alta tensão - Medição de radiointerferência na faixa de 0,15 a 30 MHz - Método de ensaio NBR Materiais metálicos revestidos e não revestidos - Corrosão por exposição à névoa salina - Método de ensaio NBR Elementos de fixação - Características mecânicas - Especificação NBR Ferragens eletrotécnicas para redes de distribuição NBR Ensaios de ciclos térmicos e curto-circuitos em conectores para cabos de potência - Método de ensaio NBR Conectores de alumínio para ligações aéreas de condutores elétricos em sistemas de potência ANSI/NEMA CC1 - "Eletric Power Connectors for Substations" ANSI/NEMA CC3 - "Connectors for use between Aluminium or Aluminium-Copper overhead Conductors" ANSI C "Connectors to Use Between Aluminum-to-Aluminum or Aluminum-to-Copper Bare Overherd Conductors" ASTM-B "Standart Especification for Phosphor Bronze Plate, Sheet, Strip and Roller Bar" ASTM-B "Standart Test Method for Mercurous Nitrate Test for Copper and Copper Alloys" ASTM-B "Standart Test Method for Electrical Conductivity by use of Eddy Currents" ASTM-B "Specification for Eletrodeposited coating of Tin" DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

156 CÓDIGO: E FL. 25/41 7. ANEXOS 7.1. Desenho O-01 - Conector Cunha para Ligações Bimetálicas 7.2. Desenho O-02 - Conector Cunha de Cobre Estanhado 7.3. Desenho O-03 - Conector Cunha de Cobre 7.4. Desenho O-04 - Adaptador Estribo Cunha 7.5. Desenho O-05 - Adaptador Estribo Lateral de Cunha 7.6. Desenho O-06 - Terminal para Chave Faca 7.7. Desenho O-07 - Luva de Emenda para Cabo CA 7.8. Desenho O-08 - Luva de Emenda para Cabo CAA 7.9. Desenho O-09 - Luva de Emenda para Condutor de Cobre Desenho O-10 - Conector Derivação para Linha Viva Desenho O-11 - Cartucho para Ferramenta de Impacto com Espoleta Interna e Externa Desenho O-12 Conector para Haste de Aterramento (Orientativo) Desenho O-13 Acessórios de Conectores Desenho O-14 Terminal à Compressão Furação NEMA (Orientativo) Desenho O-15- Placa Bimetálica de Acoplamento CU/AL DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

157 CÓDIGO: E FL. 26/ Desenho O-01 - Conector Cunha para Ligações Bimetálicas DERIVAÇÃO REDE (AWG) CA e CAA CA CAA CA CAA CAA COBRE ALU M ALUM (CAA) CÓD. COR VERMELHA CÓD. COR AZUL CÓD. COR AMARELO (mm²) AWG AWG 4 2 1/0 2/0 3/0 4/0 336,4 336, /0 1/ /0 2/ /0 3/ /0 4/ , , Matéria-prima: Liga de alumínio especial para conexões cobre x AL e conexões AL x AL Identificação: Deve ser estampado no componente C e cunha de forma legível e indelével, no mínimo: - Nome ou marca do fabricante. - Cor do cartucho a ser utilizado para aplicação do conector. - Bitola nominal do condutor principal e derivação aplicável. Obs.: Os cartucho deverão ser requisitados de acordo com a respectiva marca da ferramenta. Ex. de ferramenta: - AMP/Cartucho AMP espoleta interna - Framatome/Cartucho framatome espoleta interna DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

158 CÓDIGO: E FL. 27/ Desenho O-02 - Conector Cunha para Ligações Estanhado DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

159 CÓDIGO: E FL. 28/ Desenho O-02 - Conector Cunha de Cobre Estanhado DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

160 CÓDIGO: E FL. 29/ Desenho O-03 - Conector Cunha de Cobre DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

161 CÓDIGO: E FL. 30/ Desenho O-04 - Adaptador Estribo Cunha DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

162 CÓDIGO: E FL. 31/ Desenho O-05 - Adaptador Estribo Lateral de Cunha DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

163 CÓDIGO: E FL. 32/ Desenho O-06 - Terminal para Chave Faca TERMINAL CÓDIGO EQUIVALENTE CONDUTOR (AWG) CÓDIGO CONECTOR CUNHA 8. C O R ESFORÇO DEFLEXÃO /0 Ø 13,26mm (± 0,3) / / / / , ,4 Ø 16,91mm (± 0,3) AZUL 50daN 70daN Matéria-prima: Liga de alumínio Acabamento: Usinado onde indicado Identificação: Deve ser estampado no corpo do terminal de forma legível e indelével, no mínimo: - Nome ou marca do fabricante. - Bitola do condutor equivalente ao terminal. - Tipo do terminal. DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

164 CÓDIGO: E FL. 33/ Desenho O-07 - Luva de Emenda para Cabo CA DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

165 CÓDIGO: E FL. 34/ Desenho O-08 - Luva de Emenda para Cabo CAA DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

166 CÓDIGO: E FL. 35/ Desenho O-09 - Luva de Emenda para Condutor de Cobre DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

167 CÓDIGO: E FL. 36/ Desenho O-10 - Conector Derivação para Linha Viva DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

168 CÓDIGO: E FL. 37/ Desenho O-11 - Cartucho para Ferramenta de Impacto com Espoleta Interna e Externa Cor Vermelho Branco Azul Amarelo Cartucho Espoleta interna* Espoleta externa* Metálico * Matéria-prima: Corpo - plástico Espoleta - latão DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

169 CÓDIGO: E FL. 38/ Desenho O-12 Conectores para Haste de Aterramento (orientativo) Aplicação: Cabos de cobre 25 a 35mm2 x haste 13mm Cabos de aço zincado de 6,34mm haste 13mm Haste Cabo Conector 13mm 25 a 35 mm (Cobre) mm 6,34 mm (Aço zincado) Obs.: Os componentes em liga de cobre devem ser estanhados no conector DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

170 CÓDIGO: E FL. 39/ Desenho O-13 - Acessórios de Conectores DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

171 CÓDIGO: E FL. 40/ Desenho O-14 Terminal à Compressão Furação NEMA (Orientativo) Condutibilidade: 60±2 IACS Material: Alumínio Cabo de Alumínio Código Compactado (mm²) DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

172 CÓDIGO: E FL. 41/ Desenho O-15- Placa Bimetálica de Acoplamento CU/AL Espessura: 1,10 ± 0,5 mm Material: Alumínio vergalhão 1350 e Cobre eletrolítico Placa Bimetálica de Código acoplamento 2 furos furos 7759 DVDS RES. DTE Nº 396/ /09/2006 DVEN DPEP

173 MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E COMPOSTO PARA SOLDA EXOTÉRMICA 01/10 1. FINALIDADE Fixar as exigências mínimas relativas à fabricação e ao recebimento de composto para solda exotérmica a ser utilizado em aterramentos no sistema de distribuição de energia elétrica da Celesc. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria Técnica, Agências Regionais, fabricantes e fornecedores de materiais e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS Não há. 4. CONCEITOS BÁSICOS 4.1. Condições de Serviço O material coberto por esta Especificação deve ser adequado para operar a uma altitude de até 1000 m em clima tropical e subtropical, com temperatura ambiente de até 40ºC, média diária de 20ºC e umidade relativa do ar de até 100% Solda Exotérmica Processo de conexão que envolve metais balanceados de forma homogênea, constituindo um pó, e que são despejados em um molde de grafite aonde são submetidos à ignição e sofrem reação exotérmica. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

174 CÓDIGO: E FL. 02/10 Após a reação tornam-se um único metal fundido que irá incidir sobre as peças a serem conectadas, fazendo com que haja uma difusão entre os metais com conseqüente ligação molecular entre estes Reação Exotérmica Redução do óxido de cobre pelo alumínio, dando origem a cobre em estado de fusão e resíduo de óxido de alumínio Carepa Escória de resíduos de óxido de alumínio após a reação exotérmica Metal de Solda Mistura de óxido de cobre, alumínio e, no mínimo, 3% de material antioxidante Pó de Ignição Mistura de alumínio, cobre e óxido de ferro. Não deve conter fósforo ou qualquer substância cáustica, tóxica ou explosiva Molde Cadinho vazado aonde se processará o caldeamento dos elementos conectáveis. Os moldes devem ser fabricados em grafite que suporte uma temperatura de até 2000ºC, desprovidos de trincas e projetados para garantir uma vida útil não menor que 50 repetições de execução de soldas exotérmicas Disco de Retenção Metálico Disco em aço com fina camada de estanho depositada por processo de eletrodeposição, cuja função é impedir a passagem do metal de solda para a cavidade do molde antes do início da reação exotérmica. O disco é consumido inteiramente durante a reação e torna-se parte da carepa. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

175 CÓDIGO: E FL. 03/ Acendedor Equipamento ignitor utilizado para dar início à reação exotérmica através de emissão de centelha. A faísca assim produzida deve ser isenta de impurezas, evitando desta forma a acreação de impurezas à reação exotérmica. A temperatura da faísca deve estar próxima de 455ºC. 5. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais Quanto as exigências para um determinado material, prevalecerá o estabelecido nesta Especificação Intercambialidade As partes componentes de um mesmo tipo de material devem ser intercambiáveis entre as diferentes peças Acabamento Os moldes para a confecção da solda, os discos de retenção e demais ferramentas envolvidas na execução da solda exotérmica devem ter acabamento homogêneo e apresentar superfícies lisas e uniformes, sem cantos vivos, pontas, rebarbas, trincas e defeitos de inclusão Identificação dos Moldes Os moldes para confecção da solda devem ter estampados de forma legível e indelével, no mínimo, o nome ou a marca do fabricante, a data de fabricação e os diâmetros dos cabos e hastes de aterramento a que se destinam Acondicionamento do Composto para Solda Exotérmica Embalagem Primária O composto para solda e o pó de ignição devem estar contidos em envelopes de alumínio DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

176 CÓDIGO: E FL. 04/10 plastificado reforçado, ou plástico polietileno, ou similar. O material utilizado na sua confecção deve ser estanque à umidade e fechado eletronicamente. Após fechado, o envelope deve atender ao ensaio de estanqueidade previsto no inciso desta Especificação Embalagem Secundária Embalagem em caixas de polietileno de baixa densidade ou papelão contendo 10 a 20 unidades primárias, conforme tabela abaixo. Deve conter também o material ignitor, bem como o disco metálico compatível com o cartucho utilizável. As caixas devem ser resistentes à umidade e devem proporcionar resistência mecânica a choques e amassamento. Tipo de Solda Aplicação Cor da Tampa ou Envelope Número (gramas) Quantidade por Embalagem F - 20 Aterramento Transparente 25; pç Geral 90; 115; 150; 200; pç Identificação nas Embalagens Devem ser gravadas individualmente, de modo legível e indelével, as seguintes informações: Na embalagem primária (cartucho ou envelope): a) nome ou marca do fornecedor; b) número do cartucho (massa líquida em gramas); c) data de fabricação (mês e ano); d) data limite de validade; e) a inscrição Perigo Inflamável. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

177 CÓDIGO: E FL. 05/10 Na embalagem secundária (caixas): a) nome ou marca do fornecedor; b) número da ordem de compra; c) massa bruta do volume em quilogramas; d) a inscrição Perigo Inflamável Inspeção e Ensaio Generalidades O composto de solda e demais itens devem ser submetidos à inspeção e ensaios nas instalações do fabricante, na presença do inspetor da Celesc, de acordo com esta Especificação e as Normas Técnicas referendadas no item 6. Ao inspetor da Celesc deve ser propiciado livre acesso as dependências onde são fabricados e ensaiados os materiais, bem como devem ser prestadas todas e quaisquer informações que o mesmo julgar necessárias. O fabricante deve possuir ainda equipamentos de qualidade comprovada que possibilitem a realização dos ensaios. O fabricante deve disponibilizar ao inspetor da Celesc, todos os equipamentos e acessórios necessários à realização dos ensaios de recebimento, inclusive fios, cabos e hastes necessários para a montagem de todas as combinações possíveis previstas para as conexões. O não cumprimento desta exigência será motivo para rejeição do lote sob inspeção. As despesas para realização das inspeções e ensaios, sejam com pessoal ou com materiais, correm integralmente por conta do fabricante, devendo este último informar à Celesc a data para a realização da inspeção e ensaio, no mínimo, com 10 dias de antecedência Inspeção Geral A inspeção geral compreende a verificação das seguintes características: a) identificação: como previsto no subinciso desta Especificação; b) acondicionamento: como previsto no inciso desta Especificação. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

178 CÓDIGO: E FL. 06/ Ensaio de Estanqueidade da Embalagem Em um recipiente estanque, devem ser depositadas as amostras do produto em sua embalagem primária, nas quantidades definidas na Tabela do inciso desta Especificação. Em seguida o recipiente deve ser completado com água potável até a altura de 250 mm acima das embalagens que deverão permanecer imersas por um período mínimo de duas horas. Ao final do tempo definido para imersão, as mesmas serão retiradas e secas externamente através de toalha de pano ou papel. As embalagens que indicarem presença de água ou umidade no seu interior serão consideradas defeituosas Ensaio de Fusão e Inspeção Visual da Conexão A amostragem prevista na Tabela do inciso desta Especificação, será aplicada para execução das conexões cabo de cobre meio duro 25 mm 2 a haste de aterramento cobreada ½. Em seguida serão inspecionadas visualmente com relação aos seguintes aspectos: Cor A cor da conexão é melhor observada depois de levemente friccionada por escova de aço. A coloração normalmente varia de dourado a bronzeado. Ocasionalmente pode se apresentar prateada na parte superior, indicando afloramento de estanho, o que é considerado condição aceitável Porosidade A conexão deve estar essencialmente livre de porosidades, porém uns poucos poros podem estar presentes na superfície do suspiro. A profundidade de um destes poros nunca deve estender-se além do centro do condutor. Para a verificação da profundidade deve-se sondar o poro com um arame de aço de diâmetro 0,8 mm. A amostra será considerada defeituosa se a profundidade ultrapassar o centro do condutor. Após o exame exterior, a mostra deverá ser secionada em duas partes, com serra, num plano que passe pelo centro da conexão. As duas superfícies resultantes devem apresentar aspectos limpo e liso, sem impurezas ou poros, exceto os que eventualmente resultem dos espaços entre os fios componentes do(s) cabo(s) soldado(s) Acabamento Superficial Depois de realizada, a superfície da conexão deve estar razoavelmente livre de incrustações DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

179 CÓDIGO: E FL. 07/10 de escória. Se resíduos de carepa cobrirem mais de 20% da superfície da conexão, ou se algum condutor do cabo ficar aparente depois que a carepa for removida, a amostra será considerada defeituosa Ensaio de Medição da Resistência Elétrica A resistência da conexão será medida entre dois pontos eqüidistantes do centro da conexão a uma distância não inferior a 500 mm. O valor assim obtido não poderá ser maior que a soma das resistências dos condutores utilizados na conexão, num mesmo comprimento ao utilizado na medição inicial Ensaio de Impacto na Conexão As amostras indicadas no inciso desta Especificação devem ser aplicadas na conexão de cabo de cobre meio duro 25 mm 2 X haste de aterramento ½. As amostras de conexões realizadas devem ter aparência sólida e deverão resistir a 3 golpes de martelo leve sobre as mesmas. Os golpes devem ser dados de tal maneira que não danifiquem o cabo, mas diretamente sobre a maior massa da conexão. A amostra deve ser considerada defeituosa se apresentar indício de trincas ou fraturas que prejudiquem a conexão Ensaio de Medição da Condutividade As amostras de conexões estabelecidas no inciso desta Especificação devem ser preparadas de modo a permitir a medição da condutividade da liga metálica, através de processo não destrutivo. Poderão ser utilizadas as seções das amostras ensaiadas no subinciso , nas superfícies próximas ao centro da conexão. Serão consideradas defeituosas as amostras que apresentarem condutividade menor que 14% IAC s a 20 C Ensaio de Resistência à Tração As amostras de metal resultante da fusão devem apresentar tensão de ruptura mínima de 26,8 dan/mm 2. Na inspeção de recebimento, a resistência mecânica da conexão será verificada através da aplicação de esforço de tração nas duas extremidades da conexão, até seu rompimento. A amostra será considerada defeituosa se o rompimento ocorrer na parte fundida e não num dos condutores soldados. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

180 CÓDIGO: E FL. 08/ Ensaio de Curto-circuito A conexão realizada deve ser submetida ao ensaio de curto-circuito de 5,2 ka durante 0,5 s. após aplicação da corrente estabelecida, a conexão não deverá apresentar sinais de fratura, trincas ou deformação permanente Classificação dos Ensaios Ensaios de Recebimento São os ensaios realizados nas instalações do fornecedor ou da distribuidora, na presença do inspetor da Celesc, por ocasião do recebimento de cada lote Ensaios de Tipo ou Especiais São ensaios a serem realizados pelo fornecedor/fabricante, no mínimo em uma unidade, retirada da linha de produção normal, para verificação de determinadas características de projeto e do material. Estes ensaios devem ter seus resultados comprovados, através de relatórios de ensaios emitidos por laboratórios credenciados Tabela de Seleção dos Ensaios Descrição do Ensaio Recebimento Tipo Inspeção geral X X Estanqueidade da embalagem X X Fusão e inspeção visual da conexão X X Medição da resistência elétrica X X Medição da condutividade da liga X X Impacto na conexão X X Resistência à tração X X Curto-circuito X Relatórios de Ensaios O fabricante deve fornecer, após a execução dos ensaios, cópias dos relatórios, com as seguintes informações: DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

181 CÓDIGO: E FL. 09/10 a) data e local dos ensaios; b) nome do fabricante; c) resultado dos ensaios Plano de Amostragem e Critérios de Aceitação para Ensaios de Recebimento Tamanho do Lote Inspeção Geral Inspeção visual da fusão Medição da resistência elétrica Medição da condutividade Resistência à tração Estanqueidade Impacto Nível 1 ; NQA 2,5 % Nível S3 ; NQA 1,5 % Amostra Ac Re Amostra Ac Re Até a a a a a a Ac Número de peças defeituosas que ainda permitem aceitação do lote Re Número de peças defeituosa que implicam na rejeição do lote Além do especificado nas condições técnicas gerais, podem ser rejeitados, de forma individual e a critério do comprador, as unidades de expedição que não cumprirem os requisitos especificados. 6. DISPOSIÇÕES FINAIS Na aplicação desta Especificação, é necessário consultar: NBR 5426/85 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos Procedimentos DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

182 CÓDIGO: E FL. 10/10 NBR 6152/85 Determinação de propriedades mecânicas à tração de materiais metálicos Método de Ensaio NBR 6814/85 Fios e cabos elétricos Ensaio de resistência elétrica Método de Ensaio ASTM B 193/65 Standart method of test for resistivity of eletrical condutor materials CODI 13.13/82 Padronização e especificação de materiais de aterramento IEEE 837/89 Permanent connections used in substation grounding 7. ANEXOS Não há. DPDO RES. DTE N 765/ /11/2003 DVEN DPEP

183 MA NU AL ESP EC IA L SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E ISOLADORES SUPORTE PARA SUBESTAÇÕES 1/16 1. FINALIDADE Fixar os desenhos padrões e as exigências mínimas relativas à fabricação e ao recebimento de isoladores suporte a serem utilizados em subestações no Sistema de Energia Elétrica da Celesc Distribuição com tensão nominal até 138 kv. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria de Distribuição, Agências Regionais, empreiteiros, fabricantes, fornecedores de materiais e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS Conforme as seguintes Normas Brasileiras Registradas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT: a) NBR 5032, Especificação de Isoladores de Porcelana ou Vidro para Linhas Aéreas e Subestações de Alta Tensão; b) NBR 5049, Isoladores de porcelana ou vidro para linhas aéreas e subestações - Método de Ensaio; c) NBR 5426, Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - Procedimento; d) NBR 5456, Eletricidade geral - Terminologia; e) NBR 6936, Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão - Procedimento; DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

184 CÓDIGO: E FL. 2/16 f) NBR 11790, Ensaios em isolador suporte de porcelana ou vidro, uso interno ou externo, para tensões acima de V; g) NBR 15232, Isolador pilar composto para linhas aéreas de corrente alternada, com tensões acima de V; h) NBR 15644, Isoladores suporte compostos poliméricos para subestações com tensões nominais acima de V até 245 kv; i) NBR 15650, Ensaios em isoladores suporte poliméricos de uso interno, para tensões nominais acima de V até 245 kv. 4. CONCEITOS BÁSICOS Os termos técnicos utilizados nesta Especificação estão de acordo com as normas de terminologia da ABNT NBR 5456, NBR 11790, NBR e NBR DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais Quanto às exigências para um determinado material, prevalecerá respectivamente o estabelecido: a) nesta Especificação; b) nas normas técnicas da ABNT e IEC Acabamento De uma forma geral os isoladores e seus componentes devem ser homogêneos e apresentar superfícies lisas e uniformes, sem cantos vivos, pontas, rebarbas, trincas e defeitos no revestimento Identificação Nos isoladores devem ser estampadas de forma legível e indelével, no mínimo, o nome ou a marca do fabricante, a data de fabricação, a classe de tensão e a resistência mecânica nominal. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

185 CÓDIGO: E FL. 3/ Dimensões As dimensões são referidas em milímetros e indicadas nos desenhos padronizados nos Anexos desta Especificação. Nos casos omissos consultar a Celesc Distribuição Acondicionamento Os isoladores devem ser acondicionados de forma a não sofrerem danos e facilitar seu transporte. Os volumes devem, sempre que possível, ser acondicionados de forma unitizada em paletes ou similares para movimentação mecanizada ou semi-mecanizada através de paleteiras, empilhadeiras, etc. Os volumes devem conter afixados de forma legível e indelével, no mínimo: a) nome ou marca do fabricante; b) identificação completa do conteúdo; c) quantidade; d) massa (bruta e líquida); e) indicação do comprador (Celesc Distribuição); f) número do documento de compra Condições Específicas Mediante aprovação prévia da Celesc Distribuição e atendimento aos requisitos mínimos desta Especificação, os isoladores pedestais de 69 kv e 138 kv podem ser fornecidos conforme ABNT NBR Materiais Os isoladores abrangidos por esta Especificação devem ser fabricados a partir dos materiais DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

186 CÓDIGO: E FL. 4/16 aqui especificados e dos respectivos desenhos padronizados nos Anexos. A utilização de outros materiais não especificados e os casos omissos só poderá ocorrer após consulta à Celesc Distribuição Corpo Isolante de Porcelana Os isoladores suporte quando fornecidos em porcelana devem ser do tipo cilíndrico e estar de acordo com a NBR A porcelana deve ser impermeável, não porosa, livre de rachas, bolhas ou inclusões de materiais estranhos e, deve ser recoberta com camada de esmalte liso vitrificado Corpo Isolante Polimérico Os isoladores suporte, quando poliméricos, devem obedecer aos requisitos da NBR Quando em material polimérico, o núcleo deve ser formado por fibras de vidro reforçadas com resina adequada e externamente, vulcanizado sobre este núcleo o revestimento polimérico a base de silicone. Outros tipos de borracha só serão aceitos após consulta prévia à Celesc Distribuição. Não serão aceitos isoladores revestidos com EPDM. A superfície externa do corpo isolante deve ser resistente às intempéries e ao trilhamento elétrico Ferragens As ferragens integrantes devem ser de ferro fundido maleável ou nodular galvanizados, com espessura, conforme subinciso desta Especificação Cor A cor do vidrado dos isoladores de porcelana, quando forem em porcelana aluminosa, deve ser na cor cinza e os quartzolíticos, devem ser em cor marrom. Ligeiras variações de tonalidade são permitidas. O polímero dos isoladores revestidos em material poliméricos deve ser da cor cinza. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

187 CÓDIGO: E FL. 5/ Revestimento Todos os componentes dos isoladores que sejam ferrosos devem ser galvanizados em sua totalidade por imersão a quente em zinco fundido com espessura conforme Revestimento Polimérico O revestimento do isolador suporte polimérico deve ser constituído de borracha de silicone de boa qualidade. Não são aceitos compostos à base de EPDM e/ou mistura de EPDM com óleo de silicone. O revestimento do isolador deve estar aderido ao núcleo e interfaces, de forma a não permitir entrada de umidade, garantir a estanqueidade, quando novo e após o envelhecimento do isolador. A aderência do revestimento ao núcleo e as ferragens do isolador pilar polimérico deve ser de tal forma que a ligação entre o revestimento, o núcleo e os terminais metálicos seja mais forte do que a resistência ao rasgamento intrínseca do próprio revestimento. O revestimento deve possuir uma espessura mínima de 3 mm, em toda a extensão do isolador e as aletas devem ter o perfil plano e não possuir nervuras internas para aumentar a distância de escoamento do isolador. O revestimento do isolador pilar polimérico deve ser homogêneo, impermeável e resistente aos fenômenos de trilhamento, arvorejamento, erosão, fissuras, rachaduras e esfarelamento. Deverá também ser resistente ao manuseio para evitar danos durante a instalação e também suportar lavagens sob pressão nas linhas energizadas de acordo com a norma IEEE Std. 957/1995 Guide for cleaning insulators Composição Química do Zinco O zinco deve ser do tipo primário comum, conforme a NBR O teor de pureza mínimo é de 98% e o máximo de alumínio presente não deve exceder 0,01% Espessura da Camada de Zinco Para os produtos das classes A e B, aços e ferros fundidos, laminados, forjados, prensados e trefilados, a espessura média mínima da camada de zinco deve ser de 100 micra (700 g/m 2 ) e mínima individual de 86 micra (600 g/m 2 ). Para os produtos das classes C e D, porcas, parafusos e similares, a espessura média mínima DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

188 CÓDIGO: E FL. 6/16 da camada de zinco deve ser de 86 micra (600 g/m 2 ) e mínima individual de 79 micra (550 g/m 2 ) Uniformidade da Camada de Zinco A galvanização deve ser executada de acordo com a NBR O revestimento de zinco deve ser aderente, contínuo e uniforme, devendo resistir, no mínimo aos seguintes números de imersões no ensaio Preece: a) superfícies planas - 6 imersões; b) arestas e roscas externas - 4 imersões; c) roscas internas - não exigível Aderência da Camada de Zinco A galvanização só deve ser executada após a completa fabricação da peça, suas perfurações, marcações e acabamentos. A remoção do excesso de zinco, após o banho das peças, deve ser feita sem que prejudique a espessura mínima exigível no subinciso desta Especificação. Preferencialmente tal operação deve ser feita por centrifugação. As saliências formadas por excesso de zinco devem ser removidas mecanicamente, sem, no entanto, prejudicar a espessura mínima exigível de zinco e nem atingir a peça. A compensação da camada de zinco em roscas, seja em parafusos ou em porcas, deve ser feita por repasse, a fim de possibilitar deslocamento completo entre peças, por meio de simples esforço manual, sem o emprego de ferramentas. As peças zincadas não devem apresentar irregularidades tais como inclusões de fluxo, borras e outros, incompatíveis com o emprego previsto para as mesmas. Eventuais diferenças de brilho, cor ou de cristalização não serão considerados defeitos Resistência Mecânica Os isoladores completamente montados para as finalidades que foram projetados, devem resistir aos esforços mecânicos previstos nos respectivos desenhos padronizados nos Anexos, em módulo, direção e sentido indicados Condições de Serviço Esta Especificação aplica-se a isoladores suporte pedestais, para aplicação em subestações, nas DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

189 CÓDIGO: E FL. 7/16 seguintes condições de serviço: a) tensão nominal entre 13,8kV e 138kV; b) altitude até 1000 m; c) temperatura do ar ambiente no intervalo - 5ºC a +45ºC, com média diária de 30ºC; d) umidade relativa do ar até 100%; e) precipitação pluviométrica média anual de 1500 mm a 3000 mm Características Mecânicas e Elétricas do Isolador Suporte Um isolador suporte se caracteriza pelos seguintes valores nominais, quando aplicáveis: a) tensão suportável nominal de impulso atmosférico a seco (kv); b) tensão suportável em freqüência industrial sob chuva (kv); c) carga mínima de ruptura à flexão (kn); d) distância de escoamento (mm); e) distância de arco a seco. O isolador ofertado deve obedecer às características padronizadas nos Anexos Ensaios Os ensaios são classificados conforme NBR e NBR DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

190 CÓDIGO: E FL. 8/ Ensaios de Projeto Ensaios de Projeto para Isolador suporte Polimérico Tabela 1 - Ensaios de Projeto para Isoladores Pedestais Poliméricos Ensaios Aplicáveis Norma para o Ensaio 1 Ensaio nas interfaces e conexões das ferragens integrantes NBR Ensaio de carga no núcleo do isolador NBR Ensaio do material das saias e do revestimento NBR Ensaio do material do núcleo NBR Ensaios de Tipo Ensaios de Tipo para Isolador Suporte de Porcelana Tabela 2 - Ensaios de Tipo para Isoladores Pedestais de Porcelana Ensaios Aplicáveis Normas para o Ensaio 1 Verificação Dimensional NBR Tensão Suportável Nominal de Impulso Atmosférico a Seco NBR Tensão Suportável Nominal em Freqüência Ind. sob Chuva NBR Ruptura Mecânica - Flexão NBR Ensaio de Radiointerferência NBR Poluição Artificial NBR DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

191 CÓDIGO: E FL. 9/ Ensaios de Tipo para Isolador Suporte Polimérico Tabela 3 - Ensaios de Tipo para Isolador Suporte Polimérico Ensaios Aplicáveis Norma para o Ensaio 1 Verificação Dimensional NBR Tensão Suportável Nominal de Impulso Atmosférico a Seco NBR Tensão Suportável Nominal em Freqüência Ind. sob Chuva NBR Ensaio de Flexão NBR Ensaio de Tração Específica NBR Ensaio de compressão e Resistência à Torção NBR Ensaios de Recebimento Para os ensaios de recebimento, 2 grupos de amostras devem ser utilizados, E1 e E2. A quantidade de amostras está indicada na Tabela 4. Se for negociada a seleção de mais que isoladores, estes devem ser divididos em um número ideal de lotes com menos de isoladores. Os resultados dos ensaios devem ser avaliados separadamente para cada lote. Os isoladores devem ser selecionados aleatoriamente de cada lote. O comprador pode fazer a seleção. As amostras devem ser submetidas aos ensaios de recebimento aplicáveis. No caso de um isolador falhar em um dos ensaios de recebimento, o procedimento da contraprova, detalhado no inciso , deve ser aplicado. Tabela 4 - Amostragem para Ensaios de Recebimento Número de isoladores do lote Número de isoladores a serem ensaiados N E1 E2 N < N Os isoladores do grupo E2 podem ser colocados em operação somente se o ensaio de galvanização for realizado pelo método magnético. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

192 CÓDIGO: E FL. 10/16 Os ensaios de recebimento são os seguintes: Tabela 5 - Ensaios de Recebimento Ensaios Aplicáveis Normas para o Ensaio 1 Inspeção Visual NBR e NBR Verificação Dimensional NBR e NBR Verificação das Cargas Mecânicas Especificadas NBR e NBR Ciclo Térmico NBR Porosidade NBR Zincagem NBR Os ensaios 4 e 5 são aplicáveis apenas a isoladores pilar de porcelana Características dos Ensaios de Recebimento Verificação das Dimensões (E1+E2) As dimensões dos isoladores suporte poliméricos devem ser confrontadas com os valores indicados nos seus respectivos desenhos, dentro das tolerâncias especificadas por geometria, forma e posição. A menos que especificado o contrário, as tolerâncias descritas no Anexo 7.1. devem ser empregadas. Os desenhos podem mostrar pontos entre os quais a distância de escoamento deve estar especificada. A medida da distância de escoamento deve ser relacionada às dimensões do projeto do isolador suporte polimérico, embora esta dimensão possa ser maior que o valor originalmente especificado pelo comprador. Se a distância de escoamento for especificada como um valor mínimo, a tolerância negativa é zero Ensaio de Galvanização (E1+E2) Este ensaio deve ser executado em todas as partes galvanizadas do isolador, conforme ABNT NBR DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

193 CÓDIGO: E FL. 11/ Verificação das Cargas Mecânicas Especificadas (E1) Verificação da Carga de Flexão Especificada - CFE (E1 dividido por 2) Procedimento Pode ser necessário o uso de parafuso especial ou cavilha para assegurar a fixação do isolador ao equipamento de ensaio. A carga de flexão deve ser aplicada ao isolador à posição de condutor, perpendicular à direção do condutor, e perpendicular ao núcleo do isolador. A carga deve ser aumentada rapidamente, mas suavemente de zero até, aproximadamente, 75 % da carga de flexão especificada - CFE e, então, deve ser aumentada gradualmente em um período, entre 30 s e 90 s, até a carga aplicada alcançar 100 % da CFE. Se em menos de 90 s a carga aplicada alcançar 100 % da CFE, então esta carga deve ser mantida até finalizar os 90 s de aplicação. Critério de Aceitação O isolador está aprovado se suportar a carga de CFE durante o tempo exigido. Para obter mais informações provenientes deste ensaio, a carga pode ser elevada até ocorrer ruptura do núcleo ou das ferragens. O valor da carga de ruptura deve ser registrado Verificação da Carga de Tração Especificada - CTE (E1 dividido por 2) Procedimento A carga de tração especificada para os isoladores suporte é 10 kn. A carga de tração deve ser aplicada longitudinalmente ao eixo do isolador. A carga deve ser aumentada rapidamente, mas suavemente de zero até, aproximadamente, 75 % da carga de tração especificada - CTE e, então, deve ser aumentada gradualmente em um período, entre 30 s e 90 s, até a carga aplicada alcançar 100 % da CTE. Se em menos de 90 s a carga aplicada alcançar 100 % da CTE, então esta carga deve ser mantida até finalizar os 90 s de aplicação. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

194 CÓDIGO: E FL. 12/16 Critério de Aceitação O isolador é considerado aprovado se não houver evidência de: a) desprendimento ou deslizamento da ferragem integrante em relação ao núcleo do isolador, ou b) ruptura da ferragem integrante Ensaio de Ciclo Térmico (E1) O ensaio é aplicado apenas aos isoladores de porcelana. O ensaio deve ser realizado conforme a NBR e deve ser executado em cada unidade do isolador suporte antes do ensaio de resistência mecânica. Após o ensaio de ciclo térmico o isolador deve suportar os ensaios de resistência mecânica previstos no inciso desta Especificação Ensaio de Porosidade (E1) O ensaio deve ser realizado conforme a NBR Após exame realizado a olho nu, considera-se que os corpos-de-prova estão de acordo com esta Especificação quando não há penetração do corante em nenhum deles. Penetração em pequenas trincas formadas durante a preparação inicial dos fragmentos deve ser desconsiderada Inspeção A inspeção deve ser realizada nas instalações do fabricante ou no laboratório da Celesc Distribuição, na presença de seu inspetor. Caso o fabricante não esteja devidamente equipado para a realização de algum ensaio, o mesmo deve ser feito em laboratório de reconhecida idoneidade de comum acordo entre as partes, sem ônus para a Celesc Distribuição. O fabricante deve proporcionar ao inspetor todos os meios, a fim de lhe permitir verificar se o DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

195 CÓDIGO: E FL. 13/16 material está sendo fornecido de acordo com esta Especificação. Em qualquer fase da fabricação, o inspetor deve ter acesso durante as horas de serviço, a todas as instalações da fábrica onde o material esteja sendo processado Relatório de Inspeção O fabricante deve fornecer ao inspetor da Celesc Distribuição, relatório dos ensaios efetuados. Os relatórios devem conter: a) nome ou marca comercial do fabricante; b) número da ordem de compra ou de fornecimento; c) descrição dos ensaios; d) indicação de normas técnicas, instrumentos e circuitos de medição; e) tamanho do lote, número e identificação das unidades ensaiadas; f) nome do laboratório onde os ensaios foram realizados; g) data do início e fim dos ensaios; h) nome e assinatura do inspetor e do responsável Aceitação e Rejeição Ensaios de Recebimento Todo lote recusado na primeira vez que é apresentado para inspeção, pode ser reapresentado para uma segunda inspeção, mediante acordo entre a Celesc Distribuição e o fabricante, após este último fazer uma verificação para eliminar os isoladores defeituosos, segundo novos critérios. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

196 CÓDIGO: E FL. 14/16 Critério para Aceitação e Rejeição na Primeira Inspeção a) se apenas 1 isolador falhar em qualquer dos ensaios, o ensaio no qual ocorreu a falha, deve ser repetido em uma amostra duas vezes maior. Ocorrendo nova falha, o lote será rejeitado; b) se 2 ou mais isoladores falharem em qualquer dos ensaios, o lote será rejeitado. Critério para Aceitação e Rejeição na Segunda Inspeção a) o número de unidades requeridas para a segunda inspeção é o dobro da primeira; b) na segunda inspeção devem ser executados todos os ensaios de recebimento; c) se um único isolador falhar em qualquer dos ensaios, o lote será definitivamente rejeitado Garantia O fabricante deve garantir a qualidade e robustez de todos os materiais usados, de acordo com os requisitos desta Especificação, durante 3 anos, e a reposição livre de despesas, de qualquer isolador considerado defeituoso, devido a eventuais deficiências de projeto, matéria-prima ou fabricação Certificação Técnica dos Ensaios Para certificação técnica de ensaios do equipamento, devem ser realizados todos os ensaios de tipo e projeto relacionados nesta Especificação. Caso o produto ofertado tenha alguma inovação relativa ao padrão existente e necessite de ensaios além dos especificados, o fornecedor deve comunicar a Distribuição e apresentar os ensaios. Os certificados técnicos de ensaios são emitidos pelo Departamento de Engenharia e Planejamento do Sistema elétrico/divisão de Engenharia e Normas - DPEP/DVEN, conforme a Especificação E Certificação Técnica dos Ensaios de Equipamentos. Este certificado, quando solicitado, deverá ser apresentado obrigatoriamente e juntamente com a proposta do lote em que for vencedora, no original ou em fotocópia autenticada. A repetição de ensaios de tipo para verificação dos padrões de qualidade poderá ser solicitada a qualquer tempo, sempre que a Celesc Distribuição julgar necessário. DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

197 CÓDIGO: E FL. 15/ Bibliografia ISO 1101, Technical drawings - Geometrical tolerancies - Tolerancing of form, orientation, location and run-out - Generalities, definitions, symbols indications on drawings ISO 3452, Non destrutive testing - Penetrant inspection - General principles IEC , Environmental parameters and their severities IEC (all parts), Short - Circuits currents - Calculation of effects IEC 61462, Composite insulators - Hollow insulators for use in outdoor and indoor electrical equipment - Definitions, test methods, acceptance criteria and design recommendations. 6. DISPOSIÇÕES FINAIS Não há. 7. ANEXOS 7.1. Isolador Suporte até 138 kv - Padronização DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

198 CÓDIGO: E FL. 16/ Isolador Suporte até 138 kv - Padronização Item Tensão Nominal (kv) Tensão Suportável Nominal de Impulso Atmosférico a Seco (kv) Tensão Suportável em Frequência Industrial, sob Chuva 1 minuto (kv) Distância de Escoamento Mínima (mm) Carga Mínima de Ruptura à Flexão (kn) A max. Dimensões (mm) B max C Rosca da Base 4 Furos Código Celesc Distribuição 1 13,8 e 23, M , M , M , M DVOG RES. DDI 027/ /02/2012 DVEN DPEP

199 MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E EMENDAS E TERMINAIS UNIPOLARES PARA CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO ATÉ 20/35KV 1/10 1. FINALIDADE Esta Especificação define os requisitos mínimos exigíveis para fornecimento de emendas e terminais unipolares para cabos isolados de média tensão até 20/35kV, utilizados em redes de distribuição, destinada à Celesc Distribuição S.A., denominada CELESC D. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se a toda CELESC D, fabricantes, fornecedores, consumidores atendidos em média tensão, empreiteiras e demais órgãos usuários. 3. ASPECTOS LEGAIS NBR Emendas e terminais para cabos de potência com isolação para tensões de 3,6/6kV a 27/35kV 4. CONCEITOS BÁSICOS Os conceitos adotados nesta Especificação estão de acordo com a ABNT NBR 5456 e ABNT NBR DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. Condições Gerais A emenda deve ser fornecida com todos os componentes necessários ao uso, para montagem em cabos isolados em XLPE ou EPR, para tensão de 8,7/15kV, 15/25kV e 20/35kV. DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

200 CÓDIGO: E FL. 2/10 Deve ser fornecido no kit de montagem o conector terminal ou luva de emenda bimetálicos do tipo à compressão ou torquimétrico. As demais características devem estar de acordo com a Especificação E Os materiais utilizados nas emendas e terminais devem suportar as temperaturas previstas nas normas brasileiras para os condutores aplicáveis nas normas Acabamento As emendas e terminais devem possuir superfície lisa e isenta de rebarbas ou imperfeições Identificação A embalagem das emendas e terminais deve ser identificada, de forma legível e indelével, com as seguintes informações: a) identificação ou marca comercial do fabricante; b) referência de rastreabilidade do fabricante; c) tensão de isolamento; d) tensão suportável de impulso atmosférico (kv); e) identificação dos condutores aplicáveis em mm 2 ; f) tipo de isolação; g) faixa de aplicação (diâmetro sobre a isolação mínimo e máximo); h) prazo de validade O produto deve ser identificado com as seguintes informações: a) identificação ou marca comercial do fabricante; DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

201 CÓDIGO: E FL. 3/10 b) referência de rastreabilidade do fabricante; c) tensão de isolamento; d) faixa de aplicação (diâmetro sobre a isolação mínimo e máximo e/ou faixa de condutores em mm 2 ) Acondicionamento O material deve ser embalado dentro de um saco plástico vedado e em caixas de papelão, contendo todos os itens especificados nesta Especificação. Cada volume individual deverá conter instrução de uso em português. Os volumes devem conter afixados de forma legível e indelével, no mínimo: a) nome ou marca do fabricante; b) identificação completa do conteúdo; c) quantidade; d) massa (bruta e líquida); e) indicação do comprador (Celesc); f) número do documento de compra Condições Específicas Materiais Os materiais das emendas e terminais devem ser do tipo contrátil a frio. O revestimento polimérico das emendas e dos terminais devem ser de silicone, com resistência ao trilhamento elétrico, mínima de 3,0kV, ensaiado pelo método A, critério 2, DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

202 CÓDIGO: E FL. 4/10 conforme ABNT NBR Cabos Os cabos de média tensão onde são aplicadas as emendas e terminais estão de acordo com a NBR 7286, NBR 7287 ou NBR 9024, e possuem isolação plena. O condutor possui formação compactada e com diâmetro de acordo com a NBR NM Ensaios de tipo Os ensaios de tipo devem ser realizados de acordo com o exigido na ABNT NBR 9314, observando-se a sequência de ensaios descrita na norma. Ensaios Tensão suportável em 60Hz 4,5 U 0 5 min a seco 2,5 U 0 15min a seco 4 U 0 1min sob chuva Tabela 1 - Ensaios de tipo Terminais uso externo Aplicável Aplicável Aplicável Emendas retas ou derivação Aplicável Aplicável - Descargas parciais Aplicável Aplicável Impulso atmosférico Aplicável Aplicável Ciclos térmicos Ar Água Aplicável Aplicável Aplicável Aplicável Curto-circuito térmico (condutor e blindagem) Aplicável Aplicável Curto-circuito dinâmico Aplicável Aplicável Névoa salina Aplicável Ensaios de Recebimento Os ensaios devem ser realizados conforme NBR 9314, de acordo com a amostragem definida em Tabela 2 - Ensaios de recebimento Ensaios Terminais Emendas retas uso externo ou derivação Inspeção geral Aplicável Aplicável Tensão suportável em 60Hz 2,5 U 0 15min a seco Aplicável Aplicável Descargas parciais Aplicável Aplicável DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

203 CÓDIGO: E FL. 5/ Inspeção Todos os equipamentos abrangidos pelo fornecimento deverão ser submetidos à inspeção e ensaios pelo Contratado, na presença do inspetor da CELESC D, caso se julgue necessário, de acordo com esta Especificação e com as normas recomendadas. Logo após os ensaios, será entregue ao inspetor cópia do formulário preenchido durante os ensaios, devidamente rubricado pelo encarregado e pelo inspetor. As despesas relativas a material de laboratório e pessoal, para execução dos ensaios, correrão por conta do Contratado. A aceitação do material pela CELESC D, por meio do seu representante, com base nos ensaios realizados ou nos relatórios que os substituem, não eximirá o Contratado de sua responsabilidade em fornecer o equipamento em plena concordância com a Autorização de Fornecimento ou Contrato e com estas especificações. Também não invalidará ou comprometerá qualquer reclamação que a CELESC D ou seu representante venha a fazer, baseado na existência de equipamento inadequado ou defeituoso. A rejeição do material, em virtude de falhas apresentadas na inspeção e nos ensaios, ou da sua discordância com a Autorização de Fornecimento ou Contrato, ou com estas especificações, não eximirá o Contratado de sua responsabilidade em fornecê-lo na data de entrega prometida. Se, na opinião da CELESC D, a rejeição tornar impraticável a entrega pelo Contratado na data prometida, ou se tudo indicar que o Contratado será incapaz de satisfazer aos requisitos exigidos, a CELESC D reserva-se o direito de rescindir todas as suas obrigações e adquirir o equipamento em outra fonte. Sendo o Contratado considerado infrator do Contrato e sujeito às penalidades aplicáveis ao caso. Serão rejeitados os materiais que apresentarem valores de ensaio fora do especificado e das tolerâncias estabelecidas nesta Especificação e nas normas citadas Relatório dos Ensaios Devem constar do relatório de ensaio, no mínimo, as seguintes informações: a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) identificação do laboratório de ensaio; DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

204 CÓDIGO: E FL. 6/10 c) tipo e quantidade de terminais e emendas ensaiados; d) identificação completa do terminais e emendas ensaiado; e) relação, descrição e resultado dos ensaios executados e respectivas normas utilizadas; f) certificados de aferições dos aparelhos utilizados nos ensaios, com validade máxima de 24 meses; g) número de Ordem de Compra; h) data de início e de término de cada ensaio; i) nomes legíveis e assinaturas dos respectivos representantes do fabricante e do inspetor da Celesc e data de emissão do relatório Amostragem para Ensaios de Recebimento Tabela 3 - Amostragem para ensaios de recebimento Ensaios - Inspeção geral - Tensão suportável - Descargas parciais Nível I S2 Amostragem Dupla Dupla NQA 4% 2,5 % Tamanho do lote Amostra Amostra Ac Re Sequência Tamanho Sequência Tamanho Ac Re até a a a à 150 1ª ª à 280 1ª ª à 500 1ª ª DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

205 CÓDIGO: E FL. 7/10 Notas: Ac: número de aceitação: número máximo de unidades defeituosas que permite a aceitação do lote; Re: número de rejeição: número mínimo de unidades defeituosas que implica a rejeição do lote. Procedimento para a amostragem dupla: ensaiar a primeira amostragem. Se o número de unidades defeituosas encontrado estiver compreendido entre Ac e Re (excluindo esses valores), ensaiar a segunda amostragem. O total de unidades defeituosas encontradas, depois de ensaiadas as duas amostragens, deve ser igual ou inferior ao maior Ac especificado. 6. DISPOSIÇÕES FINAIS 6.1. Garantia O fabricante deve garantir a qualidade e robustez de todos os materiais usados, de acordo com os requisitos desta Especificação durante 2 anos e a reposição, livre de despesas, de qualquer terminal ou emenda considerado defeituoso devido a eventuais deficiências de projeto, matéria prima ou fabricação Documentação Técnica para Fornecimento O fornecimento fica condicionado à homologação técnica pelo DPEP Departamento de Engenharia e Planejamento do Sistema Elétrico, conforme procedimento solicitado para emissão de certificado de homologação de produto na Especificação E Certificado de Homologação de Produto e relatório de avaliação industrial na Especificação E Avaliação Industrial de Fornecedores Normas para Consulta E Conector Cunha E Certificado de Homologação de Produto E Avaliação Industrial de Fornecedores ABNT NBR Eletricidade geral - Terminologia ABNT NBR Conectores para cabos de potência isoladores para tensões até 35kV - Condutores de cobre ou alumínio - Especificação DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

206 CÓDIGO: E FL. 8/10 ABNT NBR Emendas e terminais para cabos de potência com isolação para tensões de 3,6/6 kv a 20/35 kv ABNT NBR Material isolante elétrico - Avaliação de sua resistência ao trilhamento elétrico e à erosão sob severas condições ambientais - Método de ensaio 7. ANEXOS 7.1. Emendas Retas para Cabos Isolados de Média Tensão 7.2. Terminais Unipolares para Cabos Isolados de Média Tensão DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

207 CÓDIGO: E FL. 9/ Emendas Retas para Cabos Isolados de Média Tensão Tensão kv Condutor Blindagem NBI kv Uso Código CELESC Bitola mm 2 8,7/ ,7/ ,7/ ,7/ ,7/ ,7/ SIM 8,7/ Mínimo Interno e 15/ mm 2 de Externo 15/25 50 cobre / / / / / / Notas: 1 Os cabos de média tensão onde são aplicadas as emendas e terminais estão de acordo com a NBR 7286, NBR 7287 ou NBR 9024, e possuem isolação plena. O condutor possui formação compactada e com diâmetro de acordo com a NBR NM A luva de emenda bimetálica pode ser à compressão ou torquimétrica, conforme a Especificação E Conector Cunha e deve ser fornecida no kit. 3 O kit para execução da emenda deve conter no mínimo o revestimento polimérico contrátil a frio, luva de emenda, massa ou fitas para vedação (quando aplicável), materiais para limpeza e preparação do cabo, malha, conexões para recomposição da blindagem e outros materiais que o fornecedor julgar necessário para a montagem da emenda. DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

208 CÓDIGO: E FL. 10/ Terminais Unipolares para Cabos Isolados de Média Tensão Tensão kv Condutor Blindagem NBI kv Uso Código CELESC Bitola mm 2 8,7/ ,7/ ,7/ ,7/ ,7/ ,7/ ,7/ SIM Mínimo Interno e 15/ mm 2 de Externo 15/ cobre 15/ / / / / / Notas: 1 Os cabos de média tensão onde são aplicadas as emendas e terminais estão de acordo com a NBR 7286, NBR 7287 ou NBR 9024, e possuem isolação plena. O condutor possui formação compactada e com diâmetro de acordo com a NBR NM O conector terminal bimetálico deve ser fornecido no kit de montagem, pode ser à compressão ou torquimétrico, e deve estar de acordo com a Especificação E Conector Cunha. 3 O kit para execução da terminação deve conter no mínimo o revestimento polimérico contrátil a frio, conector terminal bimetálico, massa ou fitas para vedação (quando aplicável), materiais para limpeza e preparação do cabo, conector para aterramento (blindagem a cabo 25-35mm 2 ) e outros materiais que o fornecedor julgar necessário para a montagem do terminal. DVOG RES. DTE Nº 382/ /12/2011 DVEN DPEP

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