Equipamentos de Proteção Coletiva
|
|
|
- Vinícius Barroso Gorjão
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Equipamentos de Proteção Coletiva
2 Equipamentos de Proteção : EPI Equipamentos de Proteção Individual EPIC Equipamentos de Proteção Coletiva
3 E todo dispositivo, sistema, ou meio, fixo ou móvel de abrangência coletiva, destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros
4 Capela Química ou Exaustão para manipulação de Reagentes Químico Não é um ambiente estéril!!!
5 Capela Química ou Exaustão TIPOS: - STANDARD: Uso Geral - ESPECÍFICO: Uso de Ácido Perclórico ou Flúoridrico
6 Recomendações de Boas Práticas no Trabalho com Capela de Exaustão Administre todas as operações que podem gerar problemas com contaminantes de ar dentro da capela Mantenha distância de 15 cm do aparador de apoio Não apoie na capela ou coloque sua cabeça no interior da capela quando estão sendo gerados contaminantes
7 Capela Química ou Exaustão - Ligue a capela 15 minutos antes e aguarde 15 minutos ao término para deligar - Em funcionamento mantenha o vidro frontal da capela fechado - 18 polegadas
8 Capela Química ou Exaustão - Não é permitido na interior da capela tomada elétrica - Mantenha as aberturas livres e desobstruídas - Não remova vidro ou painéis da capela, estes aparatos influenciam na performance da exaustão
9 Capela Química ou Exaustão Qualificação de Capelas - Velocidade de face; - Ruído; - Luminosidade; - Teste de Fumaça - Elaboração do Relatório de Conformidade.
10 Capela Química ou Exaustão Qualificação de Capelas Medição da Velocidade de face Avaliação Quantitativa É realizada seguindo a Norma ASHRAE Standad item 6.2. São realizadas medições com abertura frontal de 100%, 50% e 25%. O recomendado é velocidade de face para a capela aberta de 0,4-0,5 m/s
11 Capela Química ou Exaustão Qualificação de Capelas Medição do nível de ruído - Avaliação Quantitativa - Ruído (dba): a verificação é feita dentro da capela sendo 1 metro da abertura frontal. - NR 15 adota como ruído máximo 85 dba com exposição máxima de 8 h/dia.
12 Capela Química ou Exaustão Qualificação de Capelas Medição do nível de luminosidade - Avaliação Quantitativa Iluminação (Luz): Por meio de medidor de nível de iluminância (luxímetro), é verificado o índice de luz incidente ao campo de trabalho no interior da capela com pelo menos 3 medições. NR 5413 a iluminância deve ser superior a 300 lux.
13 Capela Química ou Exaustão Qualificação de Capelas Teste de Fumaça - Avaliação Qualitativa É uma das etapas fundamentais do diagnóstico da eficiência da exaustão Conforme norma ASHRAE Standard item 6.1 por meio da máquina de fumaça à base de glicerina, observa-se o fluxo de fumaça e a eficiência aerodinâmica ou turbilhonamento da fumaça.
14 Normas técnicas Capela Química ou Exaustão - EN Part 1, 2, 3 e 4 European Standards; - BS 7258 Part 1, 2, 3 e 4 British Standards ANSI /ASHRAE American Socyety Heating, Refrigerating and Air-Conditioning - OSHA 29 CFR 1910 Occupational Safety and Health Administration - DIN 12923/ Deutsches Institut fur Normung - ACGIH Industrial Ventilation Manual of Recommended Practice 24th ed. - ABNT NBR 5410 Elétrica - NR 15 - Atividades e Operações Insalubres - NR 17 - Ergonomia
15 Cabines de segurança biológica (CSB) ou Fluxo Laminar Classes: - - Classe I - - Classe II - Classe III
16 - Diferem por: Cabines de segurança biológica (CSB) - Área de trabalho - Proteger o operador, o - Fluxo de ar - Equipamentos de filtração - Tipos de exaustão Protege o operador, o produto e o meio ambiente
17 Cabines de segurança biológica (CSB) Classe I - - Protege o operador, e o meio ambiente - O ar flui através do espaço de trabalho e atravessa um sistema de filtros HEPA que sai para o duto que se comunica com o sistema de exaustão do prédio - PROTEÇÃO COMPROMETIDA: correntes de ar
18 Cabines de segurança biológica (CSB) Classe II - - Protege o operador, o produto e o meio ambiente - Utilizam fluxo de ar com abertura frontal para o acesso à área de trabalho e para introdução e remoção de materiais "Uma cortina de ar impede que as contaminações originadas do ar ambiental tenham acesso à área de trabalho"
19 Cabines de segurança biológica (CSB) Classe III - - Máxima proteção do operador, produto e meio ambiente - Totalmente hermética - Ventilação própria - Feita em aço inoxidável e vidros blindados
20 - Equipamento de Proteção Coletiva Cabines de segurança biológica (CSB) - Fechar portas do laboratório Uso Correto da CSB - Ligar circulação de ar e luz UV durante min antes e depois do uso - Conduzir as manipulações no centro da área de trabalho - Limpar todos os equipamentos e acessórios antes e depois de usar a CSB - Descontaminar a superfície e a lateral interna com álcool 70%
21 Chuveiro de segurança e lava-olhos - Deve ser instalado onde houver risco de contaminação ã pessoas expostas a materiais corrosivos, químicos ou prejudiciais a saúde. - O equipamento é utilizado em caso de acidentes com produtos químicos e fogo
22 Chuveiro de segurança e lava-olhos - Deve ser de material que não cause corrosão - Deve ser instalado em local de fácil acesso e perto do local que ocorre manipulação dos produtos químicos
23 Chuveiro de segurança e lava-olhos - Distância máxima de aproximadamente 8 a 10 metros do local de trabalho - O lava olhos deve ser instalado perto da saída de esgoto - Deve ser inspecionado e testado periodicamente
24 Chuveiro de segurança e lava-olhos - O equipamento deverá ser testado 1 vez por semana - Acione o lava-olhos e observe a altura do jato que deverá ter no mínimo 20 cm e no máximo 35 cm de altura
25 Chuveiro de segurança e lava-olhos - Deve ser suprido com água de boa qualidade e de forma ininterrupta - Posicionar-se embaixo do crivo e acionar a haste tipo triângulo de acionamento e tomar ducha -
26 Chuveiro de segurança e lava-olhos - A água deverá ter a coloração transparente - Utilizar chuveiro lava-olhos de emergência por no mínimo 15 minutos
27 Chuveiro de segurança e lava-olhos - A localização do equipamento de emergência deverá ser identificada mediante sinalização bem visível - Despir-se caso a roupa estiver contaminada
28 Lava-olhos - É utilizado em caso de respingos na face e olhos com produtos químicos - Deve conter filtro para reter partículas
29 Lava-olhos - Acionar a placa empurre - Segurar as pálpebras bem abertas com os dedos - Utilizar o equipamento por 15 minutos
30 Lava-olhos - Procurar assistência médica - O equipamento deve ser acionado 1 vez por semana (1 a 2 min) - Os acionamentos e inspeções visuais devem ser registrados
31 Filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air) - É utilizado em locais que necessitam de esterilidade (sem contaminações com fungos ou bactérias) como ambientes fechados e fluxos laminares e incubadoras de células - Microfibras de papel de vidro - Não passam partículas 20,3 um - Removem contaminantes microscópicos do ar - 99,97% eficiência - Bactérias, esporos e vírus (1-5 m diâmetro)
32 Luz germicida UV Ação germicida: - região UV-C /254 nm - imediata - bactérias, vírus, fungos - vida útil: Hs Cuidados: Conjuntivite, catarata, queimaduras. - O espectro uv está dividido em três áreas: - UVA (radiação de ondas longas) de 315 nm até 400 nm - UVB (radiação de ondas medias) de 280 nm até 315 nm - UVC (radiação de ondas curtas) de 100 nm até 280 mm
33 Luz germicida UV É necessário o controle de uso, pois ela perde a eficiência germicida. Ela não muda de cor quando perde a eficiência.
Trabalhos em Capelas Químicas. Julio Carlos Alves e Ailton Pupo Baratella Designs Laboratório
Recomendações de Segurança a para Trabalhos em Capelas Químicas Julio Carlos Alves e Ailton Pupo Baratella Designs Laboratório 1 1 - DEFINIÇÕES DE CAPELA 2 - PLANEJAMENTO NO LAY OUT 3 - PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Chuveiro e lava-olhos de emergência: Equipamentos imprescindíveis para o manuseio de produtos químicos
Chuveiro e lava-olhos de emergência: Equipamentos imprescindíveis para o manuseio de produtos químicos Esses equipamentos são destinados a eliminar ou minimizar os danos causados por acidentes nos olhos
Gabinete Qualidade do ar Filtros Segurança elétrica Conformidade EN 1822 Técnica NSF/ANSI 49 ISO classe 5 IEC NBR 16101
Cabine de segurança biológica classe 2 A1 Apresentação As cabines de segurança biológica AEROGLASS são projetadas de acordo com as mais recentes normas do setor, incorporando soluções tecnicas capazes
Curso Básico de Biossegurança
Curso Básico de Biossegurança Aula 5 - Biossegurança em Laboratórios: Cabines de Segurança Biológica Facilitadora : Helena Vasconcelos, MSc. Responsável pelo Lab. NB3 Setor de Qualidade e Biossegurança
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Prevenção e Segurança no Trabalho
EPC e EPI Medidas de Proteção EPI Equipamentos de Proteção Individual EPC Equipamentos de Proteção Coletiva 1 São aqueles que neutralizam a fonte do risco no lugar em que ele se manifesta. É todo dispositivo,
Radiação visível - iluminação
Iluminação Radiação visível - iluminação É a faixa do espectro eletromagnético capaz de ser detectada pelo olho humano. A sensibilidade do olho a esta região visível varia, dependendo do comprimento de
Cabina de segurança biológica classe 2 B2
Cabina de segurança biológica classe 2 B2 Apresentação As cabines de segurança biológica AEROGLASS são projetadas de acordo com as mais recentes normas do setor incorporando soluções tecnicas capazes de
BANCADAS DE FLUXO LAMINAR CLASSE ISO.5
BANCADAS DE FLUXO LAMINAR CLASSE ISO.5 A AEROGLASS prima pelo constante desenvolvimento de seus produtos, por este motivo se reserva o direito de alterações sem aviso prévio. 2006 * Marca Reg. International
CABINE DE SEGURANÇA BIOLÓGICA
A AEROGLASS reserva-se o direito de alterações sem prévio aviso. CABINE DE SEGURANÇA BIOLÓGICA CLASSE 2 TIPO B-2 * Símbolo internacional de risco biológico. Apresentação Com mais de 40 anos de experiência
CÂMARA PARA MANUSEIO DE LHO CAP-50 / CAP-100 GARANTIA - OPERAÇÃO - MANUTENÇÃO. Todo equipamento elétrico deve ser desligado da tomada quando sem uso.
CÂMARA PARA MANUSEIO DE LHO CAP-50 / CAP-100 GARANTIA - OPERAÇÃO - MANUTENÇÃO Todo equipamento elétrico deve ser desligado da tomada quando sem uso. CÂMARA PARA MANUSEIO DE LHO CAP-50 / CAP-100 INTRODUÇÃO
Mapa de Risco da Empresa :
Mapa de Risco da Empresa : Questionário auxiliar para elaboração do Mapa de Riscos Objetivos: A - O objetivo deste questionário é de reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da
As primeiras salas limpas surgiram em hospitais. O trabalho de Pasteur, Koch, Listere outros pioneiros e cirurgiões que há 100 anos descobriram que
TECNOLOGIA DE SALAS LIMPAS E EQUIPAMENTOS DE FLUXO LAMINAR FACULDADE DE FARMÁCIA UFMG DEZEMBRO 2012 Eng José Guilherme de Figueiredo José Guilherme de Figueiredo Engenheiro Mecânico, Especialista em Qualidade
MÓDULOS DE FLUXO LAMINAR CLASSE ISO.5
MÓDULOS DE FLUXO LAMINAR CLASSE ISO.5 A AEROGLASS prima pelo constante desenvolvimento de seus produtos, por este motivo se reserva o direito de alterações sem aviso prévio. 2006 * Marca Reg. International
FILTRO INERCIAL FIRE GUARD
Filtro Inercial Metálico A Wgui é uma empresa do grupo Atmos Ambiental do Brasil uma empresa experiente que visa o desenvolvimento de novas tecnologias sem estar agredindo o nosso eco sistema. Somos uma
Modulo de fluxo unidirecional
MÓDULOS DE FLUXO DE R UNIDIRECIONL Modulo de fluxo unidirecional presentação Projetados de acordo com a NBR 157 e conceitos de áreas limpas, elas proporcionam ambientes de trabalho classe ISO-05 e fluxo
COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Endereço completo. Complemento Bairro Cidade UF
ANEXO I PLANO DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONTROLE PMOC. 1 - Identificação do Ambiente ou Conjunto de Ambientes: Nome (Edifício/Entidade) Endereço completo N.º Complemento Bairro Cidade UF Telefone: Fax:
TÉCNICAS DE TRABALHOS SOB TENSÃO
TÉCNICAS DE TRABALHOS SOB TENSÃO TÉCNICA DE LINHA VIVA São atividades realizadas sem o desligamento da linha e mediante a adoção de procedimentos que garantem a segurança dos trabalhadores. Foi desenvolvida
MANUAL DO USUÁRIO. Fotômetro UV. Modelo UV510. Outras traduções do Manual do usuário estão disponíveis em
MANUAL DO USUÁRIO Fotômetro UV Modelo UV510 Outras traduções do Manual do usuário estão disponíveis em www.extech.com Introdução Parabéns pela escolha do fotômetro UV modelo Extech UV510. Este dispositivo
câmara climática utilizada para testes de shelf-life em indústrias farmacêuticas
câmaras climáticas te-4001 câmara climática utilizada para testes de shelf-life em indústrias farmacêuticas técnicas Te-4001 Temperatura 20 c a 60 c sensor Digital microprocessado com sistema PID e certificado
Definição - Plano de Emergência
1 Definição - Plano de Emergência É um conjunto de procedimentos que visa minimizar as consequências de um evento indesejado. 2 O que temos no Brasil -Leis Federais Decreto nº 2.648, de 1º de julho de
NORMA REGULAMENTADORA N.º
SUMÁRIO SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NORMA REGULAMENTADORA N.º 10 2. Formação profissional 2.1 Qualificação 2.2 Habilitação 2.3 Capacitação 2.4 Autorização 3. Medidas de controle
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR Carpintaria Versão_CPN. TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA (discussões)
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR 18 18.7. Carpintaria Versão_CPN TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA (discussões) 18.7.1. As operações em máquinas e equipamentos necessários à realização da atividade de
MÁSCARA DE SOLDA SR-01
*Imagens meramente ilustrativas MÁSCARA DE SOLDA SR-01 Manual de Instruções 1. DADOS TÉCNICOS MÁSCARA DE SOLDA SR - 01 Modelo: Área de visão: Dimensões do filtro: V8-MS-SR1 98 x 48 mm 110 x 90 x 9 mm Estágio
Máquinas e Equipamentos NR - 12
Máquinas e Equipamentos NR - 12 Publicação - Portaria GM N. 3.214, de 08 de julho de 1978 06/07/78. Atualizações - Portaria SIT N. 197, de 17 de dezembro de 2010 24/12/10. Entra em vigor - 01 de julho
Noções Gerais de Biossegurança. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Neves
Noções Gerais de Biossegurança Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Neves Conceito Conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização eliminação de RISCOS inerentes às atividades de pesquisa, produção,
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Por que devemos nos preocupar com a segurança nos Laboratórios? Declaração dos Direitos Humanos: Todo ser humano tem direito à vida Preservação da vida 1 Por que os acidentes acontecem?
Anexo II. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Laudo Técnico Ambiental Oficina Mecânica
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Anexo II Laudo Técnico Ambiental Oficina Mecânica CAMPUS AVANÇADO DE POÇOS DE CALDAS Instituto de Ciência e Tecnologia Diretor do Instituto Prof. Cláudio Antônio
LAUDO TÉCNICO Nº BALANCIM MECÂNICO
LAUDO TÉCNICO Nº 0004-13 BALANCIM MECÂNICO RUDIMAQ COMÉRCIO DE MÁQUINAS LTDA RUA DAVID RABELO, Nº 729 B. JD. INCONFIDÊNCIA BELO HORIZONTE/MG CNPJ: 05.433.903 /0001-80 MC-004/2013 REGISTRO DE OCORRÊNCIA
Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Formador: Rui Pereira
Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Formador: Rui Pereira Proteção Coletiva/ Proteção Individual EPCs As medidas de proteção coletiva, através dos equipamentos de proteção coletiva (EPC),
(Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho) Treinamento: EPIs. (Equipamentos de Proteção Individual)
(Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho) Treinamento: EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) O que são EPIs? EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador,
Conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino,
Eduardo Silva. Conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços,
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Autor: Nicolau Bello -
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Denominação dada a um equipamento ou conjunto de equipamentos, destinados a dar garantia a integridade física do trabalhador, através da redução do grau de exposição.
MAPA DE RISCOS Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Bloco T
MAPA DE RISCOS Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Bloco T WC 29B COPA 34A 35A 36A 29A 29D 32A 33A 29C WC 31A 30A TIPO DE RISCO Físico Químico Biológico Ergonômico Acidentes Chuveiro
MÁSCARA DE SOLDA SR-01
MÁSCARA DE SOLDA SR-01 *Imagens meramente ilustrativas Manual de Instruções Prezado Cliente Este manual tem como objetivo orientá-lo na instalação e operação do sua MÁSCARA DE SOLDA, que disponibiliza
O espaço atual. E por conta de existirem 2 andares no LAME, no piso superior deveria ter um sistema de proteção contra quedas adequado.
O espaço atual Em relação à distribuição das máquinas, segundo a NR12 a distância mínima entre máquinas deve ser de 0,6m a 0,8m, portanto, as distâncias entre as máquinas presentes no LAME é adequada para
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Comandos Elétricos
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Comandos Elétricos Heitor Medeiros Florencio Comandos Elétricos na Automação Industrial Conhecimentos de
ESPAÇOS CONFINADOS LIVRETO DO TRABALHADOR
ESPAÇOS CONFINADOS LIVRETO DO TRABALHADOR Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Trabalho e Emprego Luiz Marinho FUNDACENTRO Presidente Rosiver Pavan Diretor Executivo Osvaldo da
Maior Segurança e Produtividade em suas Operações
Maior Segurança e Produtividade em suas Operações Sejam manuais ou automatizadas, operações de corte a plasma emitem radiação e gases que apresentam riscos ao meio ambiente, saúde e segurança dos trabalhadores
Aula 4 Certificação de edifícios sustentáveis. Daniel R. Medeiros
Aula 4 Certificação de edifícios sustentáveis Daniel R. Medeiros CATEGORIA Sustentabilidade do Espaço PRÉ REQUISITOS PONTOS Platina Racionalização do Uso da Água Eficiência Energética P Ouro Sustentabilidade
Diagnóstico de Segurança e Saúde no Trabalho
Diagnóstico de Segurança e Saúde no Trabalho Principais conclusões em 7 empresas do setor do Calçado Casa das Artes - Felgueiras 4 de Março de 2015 Tópicos 1. Enquadramento do estudo 2. Caraterização das
MÁSCARA DE SOLDA CR2
MÁSCARA DE SOLDA CR2 *Imagens meramente ilustrativas Manual de Instruções Prezado Cliente Este Manual tem como objetivo orientá-lo na instalação, operação e informações gerais de sua MÁSCARA DE SOLDA CR2,
24/02/2016. Instrumentação e técnicas básicas de assepsia. Sobre as aulas práticas Profa. Dra. Ilana Camargo. Aula 1
Instrumentação e técnicas básicas de assepsia Sobre as aulas práticas Profa. Dra. Ilana Camargo Aula 1 1 Biossegurança Conjunto de procedimentos adotados com o objetivo de dar proteção e segurança ao profissional
REFRACTOMETRTIA. Medição do índice de refracção de um sólido e de um líquido com o Refractómetro de Abbe
REFRACTOMETRTIA Medição do índice de refracção de um sólido e de um líquido com o Refractómetro de Abbe 1. OBJECTIVO PRINCIPAL: Determinação do índice de refracção de uma amostra sólida (lâmina de vidro)
MÁSCARA DE SOLDA CR-02
MÁSCARA DE SOLDA CR-02 *Imagens meramente ilustrativas Manual de Instruções Sumário 1. DADOS TÉCNICOS... 3 2. APRESENTAÇÃO... 4 3. CARACTERÍSTICAS... 4 4. LISTA DE PARTES... 6 5. GRAU DE ESCURECIMENTO...
AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA
AVALIAÇÃO GLOBAL DO VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2015 à NOVEMBRO DE 2016. Empresa: P.M.F TRANSPORTES ESPECIAIS LTDA. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB Avaliação
Prática de Proteção Radiológica
Prática de Proteção Radiológica Dr. Almy A. R. Da Silva Físico Especialista em Proteção Radiológica SESMT - Superintendência de Saúde - Reitoria LICENCIAMENTO Registro de pessoa física para o preparo uso
06/ REV. 2. imagem meramente ilustrativa SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. Manual de Instruções
06/11 705-09-05 775361 REV. 2 imagem meramente ilustrativa SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha do Ventilador Coluna Turbo 40 Inox. Para garantir o melhor desempenho
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Por que devemos nos preocupar com a segurança nos Laboratórios? Declaração dos Direitos Humanos: Todo ser humano tem direito à vida Preservação da vida Por que os acidentes acontecem?
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 15 Instalações Prediais de Esgoto Sanitário Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento
001 Branco / 002 Verde / 003 Cinza / 004 Azul Marinho / 005 Marrom Cacau / Amarelo
1 OBJETIVO Estabelecer as condições mínimas para fornecimento de capacete de segurança para uso dos trabalhadores da Superintendência do Porto do Rio Grande, em atividades com exposição a riscos durante
Óculos de Segurança Graduado
Óculos de Segurança Graduado Institucional Empresa especializada desde 1981 no segmento ótico. Com infra-estrutura e uma equipe altamente treinada e qualificada na Fabricação de Óculos de Segurança Graduado,
GAMA VL DE ASPIRADORES DE ÁGUA E PÓ NILFISK
GAMA VL DE ASPIRADORES DE ÁGUA E PÓ NILFISK ASPIRADORES ÁGUA- PÓ PARA TODAS AS APLICAÇÕES A nova família de aspiradores Água-Pó tem versões com depósito de 20 a 75 litros, para que tenha à sua disposição
PMOC Plano de Manutenção, Operação e Controle.
PMOC Plano de Manutenção, Operação e Controle. Portaria No 3523, de 28 de Agosto de 1998, Ministério da Saúde; Resolução ANVISA - RE No 174 de 24 de Outubro de 2000. Resolução ANVISA - RE No 09 de 16 de
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS VIDEIRA
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS VIDEIRA ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 1789080 Blumenau, 30 de Setembro de 2015. SUMÁRIO
MEMORIAL DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
MEMORIAL DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA O presente memorial visa descrever e caracterizar o sistema de iluminação de emergência a ser adotado para a presente edificação baseada na NBR-10.898. 2. Descrição
PASSOS ATITUDE SSMA SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE. PArA QUe TOdOS NÓS TeNHAMOS SUCeSSO, VAMOS dar O PRIMEIRO PASSO!
PASSOS DE ATITUDE SSMA SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE PArA QUe TOdOS NÓS TeNHAMOS SUCeSSO, VAMOS dar O PRIMEIRO PASSO! ÍNDICE Introdução Política de Segurança, Saúde e Meio Ambiente SSMA em caso de acidentes
Cabine de JATEAMENTO
Cabine de JATEAMENTO CMV CONSTRUÇÕES MECÂNICAS LTDA. Matriz: Av. das Indústrias, 940 - Distrito Industrial. CEP: 94930-230 - Cachoeirinha - RS - Brasil. Nossas cabines de jateamento operam com qualquer
web CurSo 2015 InStALAção DE ProDutoS EConomIzADorES DE ÁguA ACESSIBILIDADE
web curso 2015 Instalação de Produtos Economizadores de Água ACESSIBILIDADE A Linha Benefit da Docol possui produtos adequados a pessoas com dificuldades de locomoção, deficientes físicos e crianças. Os
1. Informações de segurança
1. Informações de segurança A operação segura desses produtos só pode ser garantida se forem devidamente instalados, comissionados, utilizados e mantidos por pessoal qualificado de acordo com as instruções
Informações de segurança
Informações de segurança A operação segura desses produtos só pode ser garantida se forem devidamente instalados, comissionados, utilizados e mantidos por pessoal qualificado de acordo com as instruções
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FISPQ nº : 20 DAT-IPEN
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FISPQ nº : 20 DAT-IPEN 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto/substância Uso do produto/substância Identificação da empresa
Máscara de Solda 3M Speedglas SL
Máscara de Solda 3M Speedglas SL Descrição do Produto: A Máscara de Solda 3M Speedglas SL (cód. 70 11 20) é desenvolvida para atender soldadores que desejam peso reduzido e conforto elevado. Pode ser usado
Manual de Instruções. Máquina de Costura Galoneira Industrial SM-500-5Z SM-500-Z SM-500 W500
Manual de Instruções Máquina de Costura Galoneira Industrial Máquina de Costura Galoneira Industrial SM-500-5Z SM-500-Z SM-500 W500 1 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. A. LUBRIFICAÇÃO COM ÓLEO. B. LUBRIFICAÇÃO COM
Aplicação dos Anexos VI e VII da NR 12 em Minas Gerais
REUNIÃO TÉCNICA - 04/09/2013 Aplicação dos Anexos VI e VII da NR 12 em Minas Gerais Marcos Ribeiro Botelho Auditor-Fiscal do Trabalho SRTE/MG Uberaba/MG Paralelo entre as duas NR-12 Antiga NR-12 NR-12
PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA
PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Engº de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Outubro / 2012 Manaus Amazonas 1 de 20 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: PEDROSA DISTRIBUIDORA
A SUSTENTABILIDADE AO SEU ALCANCE
SISTEMA SKYLUX PRISMÁTICO SISTEMA SKYLUX PRISMÁTICO DUPLO VENEZIANAS LUXVENT SISTEMA DE VENTILAÇÃO NATURAL EXHAUST SISTEMA SKYLUX ESTRUTURADO SISTEMA INTRALUX A SUSTENTABILIDADE AO SEU ALCANCE ENGENHARIA
Segurança: Todos os colaboradores devem utilizar Equipamentos de Proteção individual (E.P.I.), em condições de uso, tais quais:
Segurança: 01 Equipamentos de Proteção Individual (E.P.I.): Ref.: NR-06 Todos os colaboradores devem utilizar Equipamentos de Proteção individual (E.P.I.), em condições de uso, tais quais: Botas; Óculos;
Barreira óptica de segurança-categoria 4 G4
Barreira óptica de segurança-categoria 4 G4 Descrição As Barreiras ópticas de segurança-*cortinas de luz* são equipamentos óptico-eletrônicos utilizados para segurança em máquinas e equipamentos onde o
Documento Assinado Digitalmente
Cliente Item Solicitação do Cliente LAUDO DE CONFORMIDADES LAYOUT MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO LTDA Rua José Michelon, 277 Caxias do Sul/RS Assento ergonômico bipartido para a área da saúde modelo SILVER. Foto
ET-SE -030 TRAVESSIAS COM LUMINÁRIAS À LED
Sumário 1 OBJETIVO 2 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3 DEFINIÇÃO 3 4 REQUISITOS ESPECÍFICOS 5 5 DOCUMENTAÇÃO 9 6 GARANTIA 11 Superintendência de Engenharia de Sinalização - SSI Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
Por que devemos nos preocupar com a segurança nos Laboratórios? SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Declaração dos Direitos Humanos: Todo ser humano tem direito à vida Preservação da vida Por que os acidentes acontecem?
ADENDO AO MANUAL DO INVERSOR DE FREQÜÊNCIA CFW-09 CFW-09 SHARK NEMA 4X. Série: CFW-09 Software: 2.4X Número do Manual/Revisão: 0899.
ADENDO AO MANUAL DO INVERSOR DE FREQÜÊNCIA CFW-09 CFW-09 SHARK NEMA 4X Série: CFW-09 Software: 2.4X Número do Manual/Revisão: 0899.4569 P/6 07/2003 8.15 CFW-09 SHARK NEMA 4X Em aplicações que necessitam
Bioquímicos, Auxiliares e Estagiários dos Setores de Microbiologia, Hematologia, Imunologia e Biologia Molecular do LAC - HNSC.
1. Identificação do Equipamento: Cabine de segurança biológica (CSB). Capela de exaustão (CE). POP: L 23 Página 1 de 5 1.1 Setor Alocado: Setores: Microbiologia, Imunologia, Biologia molecular. 1.3 Assistência
CAPÍTULO 05 SISTEMA PREVENTIVO ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ALARME DE INCÊNDIOS
CAPÍTULO 05 SISTEMA PREVENTIVO ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ALARME DE INCÊNDIOS 05.01 Iluminação de emergência: Segundo a NBR-10898/2013 A intensidade da iluminação deve ser adequada para evitar acidentes
Riscos do uso de campos de tecido. Enfermeira Cristiane Uyeno
Riscos do uso de campos de tecido. Enfermeira Cristiane Uyeno A embalagem deve assegurar o conteúdo estéril até sua abertura com técnica asséptica, sem risco de contaminação. ISSO 11607 EMBALAGEM SISTEMA
Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança
Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Aula Norma NR 12 Eletromecânica Módulo 1 Professor: Sergio Luis Brockveld Junior Objetivo da aula Informar, formar e orientar Engenheiros e técnicos no que diz
Exames Periódicos. Admissão do Profissional SMO. Admissão do Profissional Orientações. Integração do Profissional
Admissão do Profissional SMO Avaliação inicial: Local de trabalho Função exercida Avaliação do Risco conforme NR 32 Anamnese/Exame físico A Segurança do Profissional da Saúde Profª Alessandra Destra Encaminhamentos
PROTETORES AUDITIVOS MODELOS 1260, 1270 E 1271 C.A. 9584
Página 1 de 5 3 PROTETORES AUDITIVOS MODELOS 1260, 1270 E 1271 C.A. 9584 Dados Técnicos Fevereiro/04 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetor auditivo pré-moldado, do tipo inserção, no formato cônico
Chega! de acidentes de trabalho Consulte um especialista Kirk Tel.:
Chega! de acidentes de trabalho Consulte um especialista Kirk www.kirkkey.com.br Tel.: 11 236-3345 Sistema Kirk de Intertravamento Rua Paulo de Faria, 182 Sala 82 - Tucuruvi - CEP: 2267- - São Paulo Objetivo
Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico ORBIFORT - COLA BRANCA ACRÍLICA
1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: ORBICOLA BRANCA ACRÍLICA Aplicação: Uso para colagem de madeiras e outros materiais compatíveis em geral. Fornecedor: Orbi Quimica Ltda. Avenida
DESENGRAXANTE SANDOMIS Limpador de Uso Geral
Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS DESENGRAXANTE SANDOMIS Limpador de Uso Geral 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Produto: Nome Comercial: Empresa: Desengraxante
Sérgio Ferreira de Paula Silva
Instalações Elétricas 1 Projeto de Instalações Elétricas Projetar uma instalação elétrica para qualquer tipo de prédio ou local consiste essencialmente em selecionar, dimensionar e localizar, de maneira
NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Instalações e Dispositivos Elétricos Dispositivos de Partida, Acionamento e Parada Dispositivos de Parada de Emergência Clarice I. Lorenzi Eng.
Cabina de segurança biológica classe 2 A2
Cabina de segurança biológica classe 2 A2 Apresentação As cabines de segurança biológica AEROGLASS são projetadas de acordo com as mais recentes normas do setor, incorporando soluções tecnicas capazes
Maquinas, equipamentos e ferramentas diversas na construção civil. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
na construção civil Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos só pode ser feita por trabalhador
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO A Energia Eólica é a energia gerada pela ação dos ventos e o Exaustor Eólico FC ( Fábrica das Calhas), inteligentemente, aproveita este recurso da natureza, abundante e gratuito,
Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA)
Capítulo 4 Riscos ambientais empresariais Segundo o artigo 9.1.5 da Portaria n 25, de 29.12.94, do Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, considera-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS ABELARDO LUZ
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO CÂMPUS ABELARDO LUZ ALAINE SANTANA BARRETO Engenheira de Segurança do Trabalho CREA SC nº 072076-6 SIAPE 1789080 Blumenau, Abril 2017. SUMÁRIO 1
Manual do Proprietário
Manual do Proprietário Fatiadeira FTI-12 e FTI-14 Índice 1- Apresentação. 2- Instalação e Instruções. 3- Operação. 4- Limpeza. 5- Manutenção. 6- Possíveis Problemas e Soluções. 7- Esquema Elétrico. 7.1
PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO, INSPEÇÃO E SEGURANÇA CADEIRINHA MANUAL 2014 CABO PASSANTE
PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO, INSPEÇÃO E SEGURANÇA CADEIRINHA MANUAL 2014 CABO PASSANTE Os Andaimes Suspensos da AeroAndaimes, são caracterizados por serem versáteis, proporcionando movimentações rápidas
Normas. Proteção da cabeça:
Normas Proteção da cabeça: Norma EN397 - Capacetes de proteção para a indústria A norma EN 397, que diz respeito aos capacetes de proteção para a indústria, exige em termos de marcação as indicações seguintes:
MÁSCARA DE SOLDA TIPO ESCURECIMENTO AUTOMÁTICO PLATINUM PLUS
MÁSCARA DE SOLDA TIPO ESCURECIMENTO AUTOMÁTICO PLATINUM PLUS Ficha Técnica Referência: YXE 510S CA 37.866 1. Antes de soldar: O visor da máscara é um filtro de escurecimento automático, ou ADF, que escurece
