ACUMULAÇÃO DE CARGOS, EMPREGOS, FUNÇÕES E PROVENTOS
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- Gabriela Valente Figueiredo
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1 ACUMULAÇÃO DE CARGOS, EMPREGOS, FUNÇÕES E PROVENTOS Cód.: ACC Nº: 2 Versão: 14 Data: 10/04/2018 DEFINIÇÃO É a situação em que o servidor ocupa mais de um cargo, emprego ou função pública ou, ainda, percebe proventos de inatividade simultaneamente com a remuneração de cargo, emprego ou função pública da Administração Direta (Ministérios, Órgãos Integrantes e Secretarias) e Administração Indireta (Autarquias, Fundações Públicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas). Portanto, é a existência, ao mesmo tempo, de mais de um vínculo temporário ou permanente com a administração pública. REQUISITOS BÁSICOS 1. Observância do limite estabelecido na constituição pela percepção cumulativa ou não da remuneração, proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, que não podem exceder o subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. (Art. 37, inc. XVI da CF/88 com a redação dada pela EC nº. 19/98 e art. 118 da Lei nº 8.112/90) 2. É lícita a acumulação de cargos, havendo compatibilidade de horários, ou seja, desde que a jornada de trabalho dos 2 (dois) cargos não extrapole a carga horária limite de 60 (sessenta) horas semanais e nas hipóteses abaixo (Art. 37, inc. XI com a redação dada pela EC nº 41/2003 da CF/88, Despacho SRH/MPOG/2002, Art. 118, 2º da Lei nº 8.112/90 e Item I do Ofício-Circular SAF nº 07/90): a) 02(dois) cargos ou empregos de professor; (Art. 37, inciso XVI, alínea a da CF/88, incluída pela EC nº 19/98 e art. 1º, inciso I do Dec. nº /89) b) 01(um) cargo de professor com outro técnico ou científico, sendo requisito essencial a comprovação do cargo técnico o 2º grau completo/profissionalizante e/ou especificação com formação técnica, e que o curso tenha sido ministrado por instituição de ensino reconhecido pelo MEC, apresentando de forma expressa atribuições compatíveis de um cargo técnico para tais fins. (Art. 37, inc. XVI, alínea b da CF/88, incluída pela EC nº 19/98 e art. 1º, inc. II do Dec. nº /89 e Correspondência da CGGP/SAA/MEC ref. Processo nº / , de 20/03/2012) c) 02 (dois) cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, que estivessem sendo exercidos até 05/10/88, inclusive para o cargo de Auxiliar Operacional de Serviços Diversos (área de atendimento). (Item XIII do Ofício-Circular SAF nº 07/90 e Parecer SAF nº 346/91) d) 02 (dois) cargos privativos de médico, inclusive na hipótese de acumulação de um cargo de Médico com um cargo de Perito Legista. (Art. 37, inc. XVI, alínea c da CF/88 com a redação dada pela EC 19/98 e Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 033/98) e) 02 (dois) cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas. (Art. 37, inc. XVI, alínea c da CF/88 com a redação dada pela EC nº 34/01) 1
2 f) um cargo de juiz com outro de magistério; (Art. 95, único, inc. I da CF/88 e art. 1º, 1º do Dec. nº /89) g) um cargo de procurador-geral com outro de magistério. (Art. 128, 5º, inc. II, alínea d da CF/88 e art. 1º, 1º do Dec. nº /89) h) professor aposentado que ocupe dois empregos de médico. (Item XV do Ofício- Circular SAF nº 07/90) DOCUMENTAÇÃO 1. Documento atualizado fornecido pelo outro órgão onde o servidor exerce atividades, comprovando: cargo, emprego ou função, data de admissão, horário diário e semanal. 2. Resumo das atribuições do cargo/emprego/função fornecido pelo órgão de lotação do servidor. 3. Cópia do contrato, registrado em cartório, comprovando que o servidor é apenas acionista, cotista ou comanditário, quando for o caso. FORMULÁRIO DAP Declaração de Acumulação de Cargos, Empregos, Funções e Proventos INFORMAÇÕES PRINCIPAIS Disposições gerais 1. Os servidores públicos civis são obrigados a declarar, no ato da investidura e sob as penas da lei, quais os cargos públicos, empregos e funções que exercem abrangidos ou não pela vedação constitucional, devendo fazer prova de exoneração ou demissão, na data da investidura, na hipótese de acumulação constitucionalmente vedada. (Art. 7º da Lei nº 8.027/90) 2. Na hipótese de cargos ou empregos públicos licitamente acumuláveis, o servidor ativo e inativo que os exerça ou venha a exercer, deverá declarar o fato à unidade de Recursos Humanos, cabendo ao respectivo dirigente atestar a licitude da acumulação. (Item 7 e 7.1 da IN nº 11/96) 3. Considera-se cargo técnico ou científico aquele para cujo exercício seja indispensável e predominante a aplicação de conhecimentos científicos ou artísticos obtidos em nível superior de ensino, o cargo cujo exercício requeira a habilitação em curso legalmente classificado como técnico, de grau ou de nível superior de ensino, assim como os de nível médio, cujas atribuições lhe emprestem características de técnico, por exemplo: Desenhista, Técnico de Laboratório, Técnico de Contabilidade, Auxiliar de Enfermagem, Programador, etc. (Item III, IV e V do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 4. Quanto aos cargos do PCCTAE que são considerados como cargos de natureza técnica ou científica para fins da possibilidade de acumulação caberá à CGGP/MEC avaliar sua tecnicidade a partir das orientações constantes da Nota Técnica MP nº /2017, que estão em harmonia com as disposições da Nota Informativa nº 760/2012, do 2
3 PARECER/MP/CONJUR/PLS/Nº /2009 e das manifestações do Superior Tribunal de Justiça. (Item 13 da Nota Técnica MP nº /2017) 5. São considerados cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde aqueles cujas atribuições estão voltadas, exclusivamente e no sentido estrito, para a área de saúde. Exemplos: Técnico de Laboratório, Assistentes Sociais, Biólogos, Profissionais de Educação Física, Enfermeiros, Farmacêuticos, Fisioterapias, Fonoaudiólogos, Médicos, Médicos Veterinários, Nutricionistas, Odontólogos, Psicólogos e Terapeutas Ocupacionais. (Item XIV do Ofício-Circular SAF nº 07/90 e Resolução CNS 218/97, de 06 de março de 1997) 6. A compatibilidade de horários somente será admitida quando houver possibilidade de cumprimento integral da jornada ou do regime de trabalho, em turnos completos, fixados em razão do horário de funcionamento do órgão ou entidade a que o servidor pertencer. (Art. 2º do Dec. nº /89) 7. Na acumulação de cargos, mesmo que respeitado o limite de 60 (sessenta) horas semanais da jornada de trabalho, imposta pelo Parecer AGU nº GQ-145, não dispensa a administração pública a submeter-se a outras normas correlatas, tais como a observância do intervalo de descanso entre as jornadas (onze horas) e do repouso semanal remunerado, a fim de preservar a integridade física e mental, com vistas a demonstrar que a acumulação de cargos não interfere na vida profissional e no desenvolvimento de atividades relacionadas à vida privada do servidor. (Nota Informativa CGNOR/DENOR/SRH/MP nº 401/2011) 8. O docente em regime de Dedicação Exclusiva fica obrigado a prestar 40 (quarenta horas semanais de trabalho em 2 (dois) turnos diários completos e impedido do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada. (Art. 14, inc. I e art. 15, inc. I do Dec. nº /87) Vedações: 9. A suspensão do contrato de trabalho e a licença para tratamento de interesses particulares não descaracterizam o regime acumulatório, porquanto permanece a titularidade dos cargos ou empregos ocupados. (Item IX do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 10. O fato de o servidor licenciar-se, sem vencimentos, do cargo público ou emprego que exerça em órgão ou entidade da administração direta ou indireta não o habilita a tomar posse em outro cargo ou emprego público, pois trata-se de exercício cumulativo vedado pela Constituição Federal. (Súmula TCU nº 246/2002) 11. A proibição de acumular estende-se a cargos, empregos e funções e abrange autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder público da União, do Distrito Federal, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios. (Art. 37, inc. XVII da CF/88 com a redação dada pela EC nº 19/98 e art. 118, 1º da Lei nº 8.112/90) 12. Os cargos e empregos de nível médio, cujas atribuições se caracterizam como de natureza burocrática, repetitiva e de pouca ou nenhuma complexidade, não poderão, em face de não serem considerados técnicos ou científicos, ser acumulados com outro de Magistério. Exemplos: Agente Administrativo, Assistente de Administração, Agente de Portaria, Datilógrafo, etc. (Item VI do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 3
4 13. Os cargos de Auxiliar de Assuntos Educacionais, Auxiliar Técnico - pertencente à estrutura de cargos na esfera estadual e Auxiliar de Laboratório - pertencente ao Grupo Nível de Apoio do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos de que trata a Lei nº 7.596/87 não podem ser acumulados com outros cargos, pois não são considerados cargos técnicos ou científicos. (Itens 10 e 11 da Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 17/97, Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 101/2000 e Ofício COGLE/SRH/MPOG nº 13/2002) 14. Ao servidor é proibido participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista ou comanditário. (Art. 117, inciso X da Lei nº 8.112/90 com a redação dada pela Lei nº /2008). 15. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão, exceto no caso de servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período de interinidade, nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. (Art. 119 da Lei nº 8.112/90 com a redação dada pela lei nº 9.527/97) 16. É ilícita a acumulação de dois cargos ou empregos de que decorra a sujeição do servidor a 2 (dois) regimes de trabalho de 40(quarenta) horas semanais, perfazendo o total de 80 (oitenta) horas semanais, pois não se considera atendido, em tais casos, o requisito da compatibilidade de horários. (Parecer AGU nº GQ-145/98 e Despacho SRH/MPOG/2002) 17. É proibido ao docente de nível superior, em regime de Dedicação Exclusiva, o exercício de qualquer outro cargo, ainda que de magistério, ou de qualquer função ou atividade remunerada, mesmo estando em licença para tratar de interesse particular. (Item 18, alínea b do Parecer da Consultoria Geral da República nº CS-33/91 e Despacho DIORG/COGLE/SRH nº /2003) 18. O exercício da atividade notarial e de registro é incompatível com o da advocacia, o da intermediação de seus serviços ou o de qualquer cargo, emprego ou função públicos, ainda que em comissão. A diplomação, na hipótese de mandato eletivo, e a posse, nos demais casos, implicarão no afastamento da atividade. (Art. 25 da Lei 8.935/94) Permissões: 19. Ao docente em regime de dedicação exclusiva somente serão permitidas as seguintes hipóteses de acumulação: (Art. 18 da Lei nº 5.539/68) a) o exercício em órgãos de deliberação coletiva, desde que relacionado com o cargo ou função; b) as atividades de natureza cultural ou científica exercidas eventualmente sem prejuízo dos encargos de ensino e pesquisa. 20. O professor, inclusive em regime de dedicação exclusiva, desde que não investido em cargo em comissão ou função de confiança, poderá: (Art. 20 4º, incisos I e II da Lei nº /2012, incluído pela Lei nº /2013) a) Participar dos órgãos de direção de fundação de apoio de que trata a Lei nº 8.958/94, nos termos definidos pelo Conselho Superior da IFE, observado o cumprimento de sua 4
5 jornada de trabalho e vedada a percepção de remuneração paga pela fundação de apoio; b) Ser cedido a título especial, mediante deliberação do Conselho Superior da IFE, para ocupar cargo de dirigente máximo de fundação de apoio de que trata a Lei nº 8.958/94, com ônus para o cessionário. 21. O regime de 40 (quarenta) horas com dedicação exclusiva implica o impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada, com as seguintes exceções: (Art. 20, 2º e Art. 21 da Lei /2012) a) Remuneração de cargos de direção ou funções de confiança; b) Retribuição por participação em comissões julgadoras ou verificadoras relacionadas ao ensino, pesquisa ou extensão, quando for o caso; c) Bolsas de ensino, pesquisa, extensão ou de estímulo à inovação paga por agência oficial de fomento, por fundação de apoio devidamente credenciada por IFE ou por organismo internacional amparado por ato, tratado ou convenção internacional; d) Bolsa pelo desempenho de atividades de formação de professores da educação básica, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil ou de outros programas oficiais de formação de professores; e) Bolsa para qualificação docente, paga por agências oficiais de fomento ou organismos nacionais e internacionais congêneres; f) Direitos autorais ou direitos de propriedade intelectual, nos termos da legislação própria, e ganhos econômicos resultantes de projetos de inovação tecnológica, nos termos do art. 13 da Lei no , de 2 de dezembro de 2004; g) Outras hipóteses de bolsas de ensino, pesquisa e extensão, pagas pelas IFE, nos termos de regulamentação de seus órgãos colegiados superiores; h) Retribuição pecuniária, na forma de pro labore ou cachê pago diretamente ao docente por ente distinto da IFE, pela participação esporádica em palestras, conferências, atividades artísticas e culturais relacionadas à área de atuação do docente; i) Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso, de que trata o art. 76-A da Lei no 8.112, de 1990; j) Função Comissionada de Coordenação de Curso - FCC, de que trata o art. 7º da Lei nº , de 25 de junho de 2012; k) Retribuição pecuniária, em caráter eventual, por trabalho prestado no âmbito de projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, na forma da Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994; e l) Retribuição pecuniária por colaboração esporádica de natureza científica ou tecnológica em assuntos de especialidade do docente, inclusive em polos de inovação tecnológica, devidamente autorizada pela IFE de acordo com suas regras. 5
6 a. Considera-se esporádica a participação remunerada nas atividades descritas no inciso VIII do caput, autorizada pela IFE, que, no total, não exceda 30 (trinta) horas anuais. b. Os limites de valor e condições de pagamento das bolsas e remunerações referidas neste artigo, na ausência de disposição específica na legislação própria, serão fixados em normas da IFE. c. O pagamento da retribuição pecuniária de que trata o inciso XI do caput será divulgado na forma do art. 4º-A da Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de d. As atividades de que tratam os incisos XI e XII do caput não excederão, computadas isoladamente ou em conjunto, a 8 (oito) horas semanais ou a 416 (quatrocentas e dezesseis) horas anuais. 22. Por magistério, para fins dessa norma, compreendem-se as seguintes atividades, ainda que exercida de forma esporádica ou não remunerada (Art. 2º, 1º da Orientação Normativa CGU nº 02/2014): a) docência em instituições de ensino, de pesquisa ou ciência e tecnologia, públicas ou privadas; b) capacitação ou treinamento, mediante cursos, palestras ou conferências; e c) outras correlatas ou de suporte das opções anteriores, tais como funções de coordenador, monitor, preceptor, avaliador, integrante da banca examinadora de discente, presidente da mesa, moderador e debatedor, observada a proibição de participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário. 23. Não se inclui entre as atividades de magistério a prestação de consultoria. (Art. 2º, 2º da Orientação Normativa CGU nº 02/2014) 24. Quando a atividade de magistério ocorrer no interesse institucional do órgão ou entidade a que pertencer o agente público indicado, é vedado o recebimento de remuneração de origem privada, ressalvada a possibilidade de indenização por transporte, alimentação e hospedagem paga, total ou parcialmente, pela instituição promotora. (Art. 3º da Orientação Normativa CGU nº 02/2014) 25. Na hipótese de magistério em curso preparatório para concurso público ou processo seletivo, o agente público não poderá atuar em qualquer atividade relacionada à definição do cronograma ou do conteúdo programático do certame ou relacionada à elaboração, aplicação ou correção de provas de qualquer fase, incluindo-se o curso de formação, o teste psicotécnico ou psicológico e a prova de aptidão. (Art. 4º da Orientação Normativa CGU nº 02/2014) 26. É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de médico que estejam sendo exercidos por médico militar na administração pública direta ou indireta. (Art. 17, 1º do ADCT/98) 27. O servidor ocupante de dois cargos de médico fará jus ao Adicional por Plantão Hospitalar, quando se encontrar nas situações elencadas no art. 298 da Lei nº , de 2009, e desde que: (Item 13 da Nota Técnica CGNOR/DENOP/SEGEP/MP nº 41/2013 e Item 38 da Nota Técnica CGNOR/DENOP/SEGEP/MP nº 103/2013) 6
7 a) cumpra integralmente a jornada diária de trabalho a que estiver sujeito em ambos os cargos, independentemente da prestação de serviço de plantão; b) o plantão tenha duração mínima de 12 (doze) horas ininterruptas e não supere 24 (vinte e quatro) horas por semana; c) a acumulação de cargos e o regime de plantão não ultrapassem 60 (sessenta) horas semanais, a fim de garantir a sua integridade física e mental, bem como o cumprimento satisfatório das atribuições inerentes a ambos os cargos. 28. Não se encontra em regime de acumulação o detentor de cargo ou emprego público que seja, também, membro de Conselho Fiscal ou de Administração de empresas estatais ou sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas, bem como empresas ou entidades em que a União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. Portanto, esse servidor poderá receber a remuneração decorrente dessa atividade. (Art. 117, parágrafo único, inciso I da Lei nº 8.112/90, incluído pela Lei nº /2008 e Art. 119, parágrafo único da Lei nº 8.112/90 com a redação dada pela MP nº /2001) 29. Ao servidor é permitido participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, durante o período de licença para trato de interesses particulares, observada a legislação sobre conflito de interesses. (Art. 117, parágrafo único, inciso II da Lei nº 8.112/90, incluído pela Lei nº /2008) 30. Não se configura a acumulação de cargos no caso de servidor que exerce cargo ou emprego público e que detém, ainda, credenciamento como leiloeiro oficial, em razão do desempenho dessa atividade e cuja percepção de remuneração esteja amparada por lei. (Item XVII do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 31. É possível a acumulação de proventos decorrentes do exercício, na atividade, de dois cargos públicos de Técnico em Radiologia, devendo a administração pública aferir se há compatibilidade de horários, bem como se a situação de acumulação, pelo interessado, é anterior a 05/10/1988, em observância ao que determina o PARECER/Nº /2010/JPA/CONJUR/MP. (Item 19 da Nota Técnica CGNOR/DENOP/SRH/MP nº 244, de 20 de maio de 2011) Acumulação na Aposentadoria: 32. É permitida a percepção simultânea de proventos de aposentadoria dos servidores com a remuneração de cargo, emprego ou função pública aos membros de poder e aos inativos, servidores e militares, que, até a publicação da Emenda Constitucional nº 20/98 (16/12/1998), tenham ingressado novamente no serviço público por concurso público de provas ou de provas e títulos, e pelas demais formas previstas na Constituição Federal, sendo-lhes proibida a percepção de mais de uma aposentadoria pelo regime de previdência a que se refere o art. 40 da Constituição Federal (de caráter contributivo) aplicando-lhes, em qualquer hipótese, o limite do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros de Supremo Tribunal Federal. (Art. 11 da EC nº 20/98 e Orientação Normativa nº 02 de 18/05/2006) 33. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência. (Art. 40, 6º da CF/88 com a redação dada pela EC nº 20/98) 7
8 34. Os militares, regidos pelos artigos 42 e 142 da Constituição Federal, reformados ou da reserva remunerada que, até a data da promulgação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, tenham ingressado novamente no serviço público por concurso público de provas ou de provas e títulos, e pelas demais formas previstas na Constituição, vinculados ao regime de previdência de que trata o art. 40 da Constituição (regime contributivo), possuem o direito de perceberem simultaneamente os valores decorrentes de proventos da inatividade daquele e deste regime de previdência. (Orientação Normativa nº 02 de 18/05/2006) 35. A investidura em cargo efetivo ou o ingresso em emprego permanente na Administração Pública Federal Direta, nas Autarquias, nas Fundações mantidas pelo Poder Público, nas Empresas Públicas e nas Sociedades de Economia Mista, obriga o servidor público civil aposentado e o militar reformado ou da reserva remunerada da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, a fazer opção pela remuneração do cargo ou emprego, ressalvados os cargos ou empregos acumuláveis na atividade. (Item 1 da IN GM/MARE nº 11/96) 36. Na hipótese de o servidor optar pelo cargo efetivo, os proventos de aposentadoria serão suspensos. (Item 4.1 da IN GM/MARE nº 11/96) 37. O servidor aposentado que não proceder à opção terá anulado o seu ato de nomeação ou o seu contrato de trabalho, devendo ressarcir a remuneração recebida em razão do exercício do cargo ou emprego. (Item 5 da IN GM/MARE nº 11/96) 38. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria dos servidores com a remuneração de cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis na atividade na forma da Constituição, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. (Art. 37, 10º da CF/88 incluído pela EC nº 20/98 e art. 118, 3º da Lei nº 8.112/90, incluído pela Lei nº 9.527/97) 39. Quando o servidor já se encontra aposentado em um dos cargos, o requisito da compatibilidade de horários perde a sua razão de ser, pois, não haverá jornada de trabalho a cumprir neste se não há mais o seu exercício pelo inativo. (Item 16 do Parecer AGU/MS nº 07, de 27 de setembro de 2006 e Item 03 da Nota Técnica COGES/DENOP/SRH/MP nº 382, de 07 de outubro de 2009) 40. Estando aposentado do primeiro cargo de professor, o interessado poderá exercer o segundo cargo de professor sob qualquer regime (20 ou 40 horas semanais ou dedicação exclusiva), sem que com isso tenha incorrido em qualquer incompatibilidade de horários, sendo, portanto lícita a opção do interessado pelo regime de dedicação exclusiva. (Item 14 da Nota Técnica COGES/DENOP/SRH/MP nº 382 DE 07/10/2009) 41. É permitido o recebimento de pensão por morte concomitantemente com aposentadoria ou cargo efetivo, independentemente de qualquer um deles serem submetidos ao regime de dedicação exclusiva. (Item 14 da Nota Técnica MP nº 141/2016). 42. A percepção simultânea de proventos de aposentadoria em regime de Dedicação Exclusiva com remuneração de emprego público federal é permitida levando-se em consideração que com a aposentação cessa o regime de DE, cabendo ao órgão avaliar se no caso concreto a acumulação pleiteada atende às disposições de acumulação lícita, ou seja, de professor com outro emprego técnico ou científico. (Item 9 da Nota Técnica CGEXT/MP nº 4967/2016) 8
9 43. É possível a acumulação de proventos de aposentadoria decorrentes de um cargo de professor em regime de dedicação exclusiva com a remuneração (Item 17. II da Nota Técnica SEGEP/MP nº 12968/2016): a) de outro cargo público efetivo, desde que observado o art. 37 da Constituição Federal de 1988; b) de outro cargo efetivo de professor em qualquer regime laboral, inclusive de dedicação exclusiva; c) de cargo técnico ou científico; d) de cargos eletivos; e) de cargos comissionados declarados em lei de livre nomeação e exoneração; f) por exercício de função em entidade privada, entendida como a atividade profissional desempenhada fora da Administração Pública, direta ou indireta, da União, dos Estados, do Distrito Federal e do Município; g) decorrente de contrato por tempo determinado, na função de professor substituto das instituições federais de ensino, na forma do art. 6º, 1º, inciso I, da Lei nº 8.745/93, caso de acumulação que se fundamenta, também, no art. 37, inciso XVI, alínea "a", e 10, da Constituição Federal. 44. É possível a percepção de dupla aposentadoria decorrente de cargo em regime de dedicação exclusiva, quando o exercício dos cargos tenha ocorrido em períodos distintos e tenham sido observados, em atividade, a vedação do exercício de atividade remunerada paralela e o requisito da compatibilidade de horários. (Item 17. III da Nota Técnica SEGEP/MP nº 12968/2016) 45. A acumulação tríplice de vencimentos e proventos, decorrentes da acumulação de cargos/emprego de médico é inconstitucional, mesmo que o ingresso tenha ocorrido antes da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de Observe-se que mesmo antes da publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, não havia amparo para a tríplice acumulação de cargos e, tampouco, da percepção cumulativa dos proventos dela decorrentes. (Item 8 e 9 da Nota Informativa SEGEP/MP nº 2058 /2018) Apuração de irregularidades: 46. Constitui infração grave, passível de pena de demissão, a acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas, vedada pela Constituição Federal, estendendo-se às autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e fundações mantidas pelo poder Público. (Art. 6º da Lei nº 8.027/90 e art. 132 da Lei nº 8.112/90) 47. Foi instituída, no âmbito da Universidade Federal de Minas Gerais, a Unidade Seccional de Correição (USEC), encarregada das atividades relacionadas à prevenção e apuração de irregularidades no âmbito da UFMG, devendo tais atividades serem exercidas com base na lei, utilizando como instrumentos a investigação preliminar, a inspeção, a sindicância, o processo administrativo geral e o processo administrativo disciplinar. (Portaria nº 095/UFMG/2013) 9
10 48. Os servidores que respondem a processos administrativos, sobre acumulação de cargos, ou empregos, devem manifestar opção nos termos e prazos estabelecidos na legislação pertinente, no caso de o inquérito ainda não ter sido concluído. Se a providência não for tomada, o processo deverá seguir trâmite normal. (Item VIII do Ofício-Circular nº 07/90) 49. A responsabilidade pela apuração de casos de acumulação de cargos e empregos federais e a desses com outros de Estados, do Distrito Federal ou de Municípios, caberá aos órgãos de pessoal das entidades federais, preferencialmente aqueles que realizaram o último provimento. (Art. 2º do Dec. nº /90 com a redação dada pelo Dec. nº /90) 50. À Secretaria da Administração Federal competirá a coordenação, a orientação, a supervisão e o controle da apuração a que se refere o item anterior, podendo estabelecer prazos e condições julgados necessários para sua execução. (Art. 2º, único Dec. nº /90 com a redação dada pelo Dec. nº /90) 51. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas, a autoridade que tiver ciência da irregularidade no serviço público, notificará o servidor por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de 10 (dez) dias, contados da data da ciência. Na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a apuração e regularização imediata, através de processo administrativo disciplinar. (Art. 133 da Lei nº 8.112/90 com a redação dada pela Lei nº 9.527/97) 52. Na hipótese de acumulação de cargos, empregos ou funções federais com estaduais, municipais ou do Distrito Federal, o processo administrativo será instaurado pelo dirigente do órgão ou entidade da administração federal onde tiver ocorrido a acumulação proibida. (Art. 5º, 1º e 2º do Dec. nº /89) 53. O comprovado ingresso de reclamação junto ao Poder Judiciário impõe que seja interrompido o processo de apuração de situação acumulatória ilícita, pela via administrativa, devendo-se aguardar o pronunciamento da Justiça e dar-lhe fiel cumprimento, após trânsito em julgado. (Item XII do Ofício Circular n 07/90) 54. A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé, hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. (Art. 133, 5º da Lei nº 8.112/90 incluído pela Lei nº 9.527/97) 55. Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé, aplicar-se-á a pena de demissão, destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos, empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal, hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. (Art. 133, 6º da Lei nº 8.112/90 incluído pela Lei nº 9.637/97) Outras disposições: 56. O servidor vinculado ao Regime Único da Lei nº 8.112/90, que acumular licitamente 2 (dois) cargos efetivos, quando investido em cargo de provimento em comissão, ficará afastado de ambos os cargos efetivos, salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles, declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidas. Portanto, a opção pelo exercício de um dos cargos de provimento efetivo deve apresentar compatibilidade de horários com o cargo em comissão/função de confiança, caso contrário, implicará no afastamento do outro cargo 10
11 com perda da remuneração. (Art. 120 da Lei n º 8.112/90 com a redação dada pela Lei nº 9.527/97 e Ofício-Circular SRH/MP nº 22/2004) 57. Os servidores em regime de acumulação ilícita, que se encontrem afastados por motivos de férias, acidente de trabalho, licença-prêmio ou auxílio doença, devem manifestar opção por um dos cargos ou empregos ocupados e os atos demissórios, no caso, serão expedidos após o término dos referidos afastamentos. (Item VII do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 58. A opção por um dos cargos ou empregos, exercidos em comprovada acumulação ilícita, é feita a pedido do servidor e, como tal, não gera, relativamente àquele do qual será dispensado, direito ao saque do FGTS. (Item XIX do Ofício-Circular SAF nº 07/90) 59. As acumulações de cargos, empregos e funções públicas, verificadas nas fundações, antes ou depois da Lei nº 7.596/87, devem ser examinadas à luz da Constituição em vigor, cujos preceitos são de eficácia plena e aplicação imediata. Não cabe, no caso, a alegação de direito adquirido. (Item XI do Ofício Circular nº 07/90) 60. A lei nº 8.745/93 veda a contratação temporária, exceto, no caso das instituições federais de ensino (professor substituto e visitante), desde que o contratado não ocupe cargo efetivo, integrante das carreiras de magistério e comprovada a compatibilidade de horários. (Item I do Parecer CONJUR/RA nº 1.257/2003) 61. Aplica-se ao pessoal contratado por tempo determinado (professor substituto ou visitante) o disposto no Capítulo III, nos artigos 118 a 120 da Lei 8.112/90, que dispõe sobre a vedação à acumulação. (Art. 11 da Lei nº 8.745/93) 62. Não se aplicam às empresas que tenham sido privatizadas as normas pertinentes no regime de acumulação de cargos, empregos e funções públicas. (Item XX do Ofício- Circular nº 07/90) 63. O servidor ocupante de dois cargos de provimento efetivo, quando investido em cargo em comissão, deverá ficar afastado de ambos os cargos efetivos. Ele poderia, contudo, acumular o cargo em comissão com um dos cargos efetivos se houvesse compatibilidade de horários e local, assim expressamente declarado pelas autoridades máximas dos órgãos e entidades envolvidos. (Item 14 do Acórdão TCU nº 5677/2015) 11
12 FUNDAMENTAÇÃO 1. Artigo 18 da lei nº 5.539, de 27/11/68 (DOU 29/11/68) 2. Artigo 14, inciso I e artigo 15, inciso I do Decreto nº , de 23/07/87 (DOU 24/07/87). 3. Artigo 37, inciso XI da Constituição Federal de 05/10/88 (DOU 05/10/88) com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, de 19/12/2003 (DOU 31/12/2003) 4. Artigo 37, inciso XVI, alíneas a e b da Constituição Federal de 05/10/88 (DOU 05/10/88) incluídas pela Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98 (DOU 05/06/98). 5. Artigo 37, inciso XVI, alínea c da Constituição Federal de 05/10/88 (DOU 05/10/88) com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 34, de 13/12/2001 (DOU 14/12/2001). 6. Artigo 37, inciso XVII da Constituição Federal de 05/10/88 (DOU 05/10/88) com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98 (DOU 05/06/98). 7. Artigo 37, inciso XXII, parágrafo 10 da Constituição Federal, de 05/10/88 (DOU 05/10/88), incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98 (DOU 16/12/98). 8. Artigo 40, parágrafo 6º da Constituição Federal, de 05/10/88 (DOU 05/10/88) com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98 (DOU 16/12/98). 9. Artigo 95, parágrafo único, inciso I; artigo 128, parágrafo 5º, inciso II, alínea d da Constituição Federal, de 05/10/88 (DOU 05/10/88). 10. Artigo 17, parágrafo 1º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, de 05/10/88 (DOU 05/10/88). 11. Decreto nº , de 29/03/89 (DOU 30/03/89). 12. Decreto nº , de 15/03/90 (DOU 15/03/90) com a redação dada pelo Decreto nº , de 16/04/90 (DOU 17/04/90). 13. Artigo 6º e 7º, parágrafo 2º da Lei nº 8.027, de 12/04/90 (DOU 13/04/90). 14. Ofício-Circular nº 07 da Diretoria de Recursos Humanos da Secretaria da Administração Federal - DRH/SAF, de 28/06/90 (DOU 29/06/90). 15. Artigo 117, inciso X, parágrafo único da Lei nº 8.112/90 (DOU 12/12/90), com a redação dada pela Lei nº /08 (DOU 23/09/08). 16. Artigo 118, parágrafos 1º e 2º; artigo 132, Inciso XII e; artigo 142 da Lei nº 8.112/90 (DOU 12/12/90). 17. Artigo 118, parágrafo 3º e artigo 133, parágrafos 5º e 6º da Lei nº 8.112/90 (DOU 12/12/90) incluídos pela Lei nº 9.527/97 (DOU 11/12/97). 12
13 18. Artigos 120 e 133 da Lei nº 8.112/90 (DOU 12/12/90) com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10/12/97 (DOU 11/12/97). 19. Artigo 119, parágrafo único da Lei nº 8.112/90 (DOU 12/12/90), com a redação dada pela Medida Provisória nº 2.225, de 04/09/2001 (DOU 05/09/2001). 20. Parecer da Consultoria Geral da República nº CS-33, de 28/06/91 (DOU 03/07/91). 21. Parecer DRH/SAF nº 346, de 14/10/91 (DOU 22/11/91). 22. Artigo 11 da Lei nº 8.745, de 09/12/93 (DOU 10/12/93). 23. Artigo 25 da Lei nº 8.935, de 18/11/1994 (DOU 21/11/94). 24. Artigo 1º do Decreto nº 2.027, de 11/10/96 (DOU 14/10/96). 25. Instrução Normativa nº 11, de 17/10/96 (DOU 18/10/96). 26. Resolução CNS 218/97, de 06 de março de Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 017, de 18/11/ Parecer da Advocacia Geral da União nº GQ-145, de 16/03/98 (DOU 01/04/98). 29. Orientação Consultiva DENOR/SRH/MARE nº 033, de 24/03/ Ofício COGLE/SRH/MP nº 101, de 24/04/ Ofício COGLE/SRH/MP nº 13, de 02/01/ Súmula do Tribunal de Contas da União nº 246, de 05/04/ Ofício-Circular SRH/MP nº 59, de 21/08/ Despacho Processo da Coordenação-Geral de Sistematização e Aplicação da Legislação da SRH/MPOG nº / , de 21/11/ Decisão TCU Primeira Câmara nº 525, de 26/11/2002 (DOU 03/12/2002). 36. Despacho Processo da DIORC/COGLE/SRH nº , de 18/07/ Parecer MP/CONJUR/RA nº 1.257, de 24/10/ Ofício-Circular SRH/MP nº 22, de 06/10/ Despacho emitido pela Divisão de Análise e Orientação Consultiva/DIORC/COGES/SRH, de 08/03/ Orientação Normativa nº 02, de 18/05/ Parecer AGU/MS nº 07, de 27 de setembro de Portaria do Gabinete do Reitor da UFMG nº 049, de 22/07/
14 43. Nota Técnica COGES/DENOP/SRH/MP nº 382, de 07 de outubro de Nota Informativa CGNOR/DENOP/SRH/MP nº 401, de 11/05/ Nota Técnica CGNOR/DENOP/SRH/MP nº 244, de 20/05/ Nota Técnica CGNOR/DENOP/SEGEP/MP nº 41, de 21/02/ Correspondência da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Assuntos Administrativos do Ministério da Educação, de 20/03/ Nota Técnica CGNOR/DENOP/SEGEP/MP nº 103, de 23/04/ Art. 20, parágrafo 2º, parágrafo 4º, incisos I e II e artigo 21 da Lei nº /2012 (DOU 31/12/2012), incluído pela Lei nº /2013 (DOU 25/09/2013). 50. Portaria UFMG nº 095, de 07/08/ Orientação Normativa CGU nº 02/2014, de 09/09/2014 (DOU 12/09/2014). 52. Acórdão TCU nº 5677/ Nota Técnica MP nº 141, de 15/01/ Nota Técnica SEGEP/MP nº de15/09/ Nota Técnica MP nº 4967/2016, de 09/01/ Nota Técnica SEGEP/MP nº de 31/07/ Nota Informativa SEGEP/MP nº 2058 de 14/03/
DEFINIÇÃO REQUISITOS BÁSICOS DOCUMENTAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS
DEFINIÇÃO É a situação em que o servidor ocupa mais de um cargo, emprego ou função pública ou, ainda, percebe proventos de inatividade simultaneamente com a remuneração de cargo, emprego ou função pública
É a situação do servidor que ocupa mais de um cargo, emprego ou função pública.
ACUMULAÇÃO DE CARGOS É a situação do servidor que ocupa mais de um cargo, emprego ou função pública. Requisitos básicos: Existência de acúmulo de cargos, empregos ou funções. Conforme a Constituição Federal,
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