Unidade 19 Materiais Compósitos
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- Ana Carolina Cordeiro Taveira
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1 Resina epoxi /fibra de carbono (superfície de fratura). Fonte: Department of Materials Science and Metallurgy, University of Cambridge Nylon-6,6 / SEBS-g-MA / fibra de vidro Unidade 19 Materiais Compósitos PMT Fundamentos de Ciência e Engenharia dos Materiais 2º semestre de 2017 Fibra de carbono usada para reforço, comparada com cabelo humano Fonte:
2 Compósitos Princípio da ação combinada: Material multifásico cujas propriedades sejam uma combinação benéfica (sinergia) das propriedades das duas ou mais fases que o constituem. Sinergia: deriva do grego synergía, cooperação sýn, juntamente com érgon, trabalho. É definida como o efeito ativo e retroativo do trabalho ou esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa ou função, também denominado de ação combinada. 2 2
3 3 3 A idéia de usar fibras (no caso, fibras vegetais) como elemento reforçador de um material é antiga, tendo ocorrido em diversas civilizações antigas: Egípcios Civilizações précolombianas (incas, maias) Índios brasileiros Essa idéia ainda é empregada hoje ainda se constrói com tijolos de terra seca reforçada com fibras naturais cortadas (palha) adobe.
4 A cidadela de Bam, na província iraniana de Kerman: a maior estrutura do mundo em adobe, datando de pelo menos 500 a.c. Foi extremamente afetada pçor um terremoto em 2003, e atualmente encontra-se em processo de reconstrução 4 4
5 Construções Atuais em Adobe Fonte: PublicDomain,
6 Ossos Exemplos Naturais colágeno (proteína de elevada resistência, mas macia), junto.( frágil com o mineral hidroxiapatita (resistente, rígido, mas 6 6
7 Madeira Parede celular Madeira Fibrila Microfibrila fibras de celulose : resistentes e flexíveis + hemicelulose : pouco resistente e hidrolisável + envolvidas por lignina, mais rígida Hemicelulose Hemicelulose é um polímero de baixa massa molar composto por polisacarídeos, que podem ser lineares ou ramificados e amorfos. Lignina Macromolécula tridimensional amorfa 7 Celulose formada por unidades de D-glucose (C 6 H 10 O 5 ) ligadas entre si covalentemente através do átomo de oxigênio na posição β-1,4 7 7
8 Boeing 787 Dreamliner, o primeiro avião comercial a ser construído com 50% de compósitos. Compósitos de Engenharia 8 8
9 Estrutura de um Compósito Compósitos Fase Matriz + Fase Dispersa Compósitos de Engenharia costumam ter: Fase matriz (Fase Contínua): Polímero PMC Cerâmica CMC MMC Metal Fase dispersa Muitas possibilidades : polímeros, cerâmicas, metais, minerais, materiais orgânicos naturais,...
10
11 Exemplo de MMC Broca de Metal Duro WC confere a dureza e a resistência ao desgaste necessários ao corte de concreto. Cobalto confere tenacidade. Micrografia (aumento aproximado de vezes) de um compósito de matriz metálica: contendo 85% WC e 15% Co. (photo: Kennametal Inc.) 11 11
12 Exemplo de MMC Cermets Cermets compostos por carbetos cementados como carbeto de titânio (TiC), carbeto de tungstênio (WC) e carbeto de cromo (Cr 3 C 2 ). Carbeto de tântalo (TaC) é menos comum. A matriz usualmente é composta por cobalto ou níquel (... podendo também ser de Al, Ti, Mg, Fe, Cu). Compósito de SiC em matriz de alumínio. (70% de volume) Compósito de fibras de carbono (Chopped) em matriz de cobre
13 Exemplo de PMC Pneu Matriz: elastômero Partículas: negro de fumo (carbono) ( 30% (quantidade: 15 a partículas absorvem UV e aumentam resistência mecânica Partículas de negro de fumo; cada uma mede de 20 a 50nm, mas se apresentam comumente de forma aglomerada. Fase elipsoidal: pequenas bolhas de ar na borracha 13 13
14 Exemplo de PMC Compósitos com PP Imagem de MEV de superfície de fratura de compósito PP + EPDM + talco (EPDM: copolímero de etilieno-propeno-dieno) Tabela 2 Propriedades Mecânicas de Polipropileno Modificado com EPDM Propriedades PPcopo PPcopo + 20% EPDM PPcopo +C.M +EPDM PPcopo + F.V. +EPDM Res Tração 29,0 21,0 16,0 18,0 (Mpa) Mod Flexão 1400,0 900,0 1200,0 1700,0 (Mpa) Res Impact Izod (J/m) 23 o C -20 o C 85,0 25,0 700,0 500,0 300,0 55,0 300,0 90,0 HDT a 1,82 Mpa(o C) 55,0 45,0 55,0 52,0 Contração (%) 1,0-2,0 1,0-2,0 0,8-1,5 0,6-1,
15 Exemplo de CMC Concreto Matriz Cimento Portland Partículas areia e brita Clínquer C 3 S silicato tricálcico (CaO) 3 SiO 2 C 2 S silicato dicálcico (CaO) 2 SiO 2 C 3 A aluminato tricálcico (CaO) 3 Al 2 O 3 C 4 AF ferroaluminato tetracálcico (CaO) 4 Al 2 O 3 Fe 2 O 3 Fases Hidratadas (algumas...) CSH silicatos de cálcio hidratados CH Portlandita (hidróxido de cálcio Ca(OH) 2 ) Etringita, de fórmula geral C 6 AS 3H 32 sulfoaluminato de cálcio, (CaO) 6 (Al 2 O 3 )(SO 3 ) 3 32H 2 O 15
16 Representação esquemática da região interfacial em concreto
17 MEV CSH e Etringita Fontes: Esquema: MEVs: ructure/pavements/pccp/04150/chapt14.cfm MEV Portlandita e Etringita
18 Concreto Armado 18
19 Relação Estrutura - Propriedades Propriedades do Compósito dependem: das propriedades individuais tanto da fase matriz, quanto da fase dispersa da natureza da interface entre a fase matriz e a fase dispersa da geometria da fase dispersa 19 19
20 Propriedades dependem da geometria das fases dispersas Concentração Tamanho Forma Distribuição Orientação
21 Uma Classificação dos Materiais Compósitos
22 Uma Classificação dos Materiais Compósitos Nanocompósitos Nanocompósitos 22
23 Laminados e Painéis em Sanduíche Lâminas de material com propriedades anisotrópicas (por exemplo, madeira). diferentesemcoladas, lâminasdas soma A direções,resultaemummaterial isotrópico. 23
24 Laminados e Painéis em Sanduíche 2003 Brooks/Cole, a division of Thomson Learning, Inc. Thomson Learning is a trademark used herein under license. 24
25 Fase Dispersa Partícula : porção de um sólido com dimensões aproximadamente iguais nas três dimensões. Partículas grandes : maiores que ~1μm Matriz transfere parte da carga à fase dispersa Fibras : são materiais finos e alongados, como filamentos, que podem ser contínuos ou cortados (descontínuos). Fibras : diâmetros maiores do que 1μm 25
26 Nanocompósitos Carga Sub-Micrométrica 100 a 1000 nm (0,1 a 1µm) Carga com dimensões nanométricas 1 a 100 nm 0,001 a 0,1 µm (nanocarga) Aumento de resistência se dá por interações a nível atômico ou molecular entre a carga e a matriz nas interfaces relembrando: 1 nm = 10 Å = 10-9 m 26
27 Nanocompósitos Carga inorgânica com dimensões nanométricas: 1 a 100 nm. Negro de fumo (nanocarga) Carbonato de cálcio (CaCO 3 ) CaCO 3 (Nanotech Science and Technology) Novas cargas: melhoria de propriedades 27
28 Nanopartículas: tamanho: de 1 a 100 nm em pelo menos uma das coordenadas. 0D 1D 2D 28
29 Nanopartícula Exemplo de Nanocompósito Grafeno Módulo de elasticidade de 1TPa. Compósitos com matriz polimérica melhorias em propriedades: Elétricas Térmicas Barreira a gases Mecânicas 29
30 Compósitos Reforçados por Dispersão Usado nos MMC, quando são necessárias altas resistências em T elevada e resistência à fluência ( espacial (indústria Chamados de ODS Oxide Dispersion Strengthened Adição de óxidos finos 3% de óxido de tório em Ni: é o níquel TD ( Thoria Dispersed ) Alumina em alumínio (sinterização de pós de alumínio cobertos por camada de Al 2 O 3 ) 30
31 Compósitos Reforçados com Fibras A classe dos compósitos reforçados com fibras é a classe de compósitos que mais tem aumentado de importância e de volume de produção. A vantagem de inserção de fibras é decorrente da sua baixa densidade, alta resistência mecânica e elevado módulo de elasticidade, aliados à baixa densidade da matriz. Ganhos nas seguintes Propriedades σ f Resistência à Tração E Módulo de Elasticidade σ f d E d Densidade Resistência específica d Módulo específico 31
32 Fibras Resistência depende do quanto a carga é transferida da matriz para a fibra. Ligação interfacial entre fibra e matriz cessa na ponta da fibra, deformando a matriz naquela região
33 Influência do Comprimento da Fibra l c = σ f d 2τ c σ f limite de resistência da fibra τc resistência da ligação fibra-matriz (ou tensão limite de escoamento por cisalhamento da matriz o que for menor) d diâmetro da fibra Em compósitos com fibra de vidro ou carbono, l c ~ l )para 1mm c entre 20 e 150 x d) Fibras 15 <l: contínuas l c Se não, fibras curtas ou descontínuas 33
34 Influência da Orientação das Fibras (a) Fibras contínuas e alinhadas (b) Fibras curtas ou descontínuas e alinhadas (c) Fibras curtas ou descontínuas com orientação randômica 34
35 Influência da Interação entre Fibra e Matriz Compósitos reforçados com fibras requerem uma adesão moderada entre matriz e fibra. uma alta adesão entre as duas fases confere boa resistência mecânica pela transferência eficiente de carga da matriz para as fibras, porém o material torna-se frágil. uma baixa adesão resulta em baixa resistência mecânica, mas a energia absorvida na fratura aumenta por dissipação de energia durante o processo de descolamento da fibra (puxamento da fibra fiber pullout). alta adesão baixa adesão 35 35
36 Propriedades Mecânicas dos Compósitos O comportamento mecânico dos materiais compósitos depende de vários fatores, porém, sempre estão relacionados com as características da matriz e da carga (fibras ou particulados). No caso de materiais compósitos contendo partículas dispersas - partículas grandes, acima de 1 micrometro (1 µm) - o efeito das partículas dispersas na matriz pode ser descrito pela regra das misturas, que descreve o comportamento mecânico em função da concentração (dada em fração volumétrica) das fases presentes. Quando as partículas são grandes, a matriz transfere parte da carga para a fase dispersa. Porém, quando as partículas são pequenas (nanométricas, < 100 nm) o aumento da resistência se dá por fenômenos atômicos ou moleculares. Regra das misturas (3 componentes)
37 Regra das misturas (ROM) o todo é igual a soma das partes Sistema binário: A e B com suas propriedades: X A e X B ROM : Rule Of Mixtures 37
38 Regra das misturas modificada (MROM) o todo é igual a soma das partes incluindo efeitos das interfaces, defeitos,... (desvios da idealidade) X = (X 1 )(V 1 )(l 1 ) + (X 2 )(V 2 )(l 2 ) + (X 3 )(V 3 )(l 3 ) (efeito dos defeitos) X A,B,... N = Propriedade V 1,2,...N = Volume I 1,2,... N = Interfaces Propriedades ( X A, X B,...X N, dependem de: Composição das fases; Interfaces de ligação; Defeitos das interfaces; Arranjo das fases, etc. COMPOSIÇÃO ( % volume B) MROM : Modified Rule Of Mixtures 38
39 Compósitos com Partículas Grandes REGRA DAS MISTURAS Propriedades dependem das frações volumétricas das fases. Módulo de Elasticidade (E) varia entre: limite superior E c (u) = E m V m + E p V p limite inferior E c (l) = V m E E p m E p +V p E m
40 Regra das Misturas Exemplo: partículas de tungstênio em uma matriz de cobre Existem tanto um limite superior quanto um limite inferior para E 40
41 Fibras Contínuas Quando o processo de fabricação garante que as fibras fiquem alinhadas, surge a anisotropia das propriedades propriedades dependem da direção em que aplico carga em relação à direção das fibras. Direção longitudinal Direção transversal LEGENDA F C força suportada pelo compósito; F m força suportada pela matriz; F f força suportada pela fibra; S C seção transversal da matriz; S f seção transversal da fibra. 41
42 Fibras Contínuas 42 Quando o processo de fabricação garante que as fibras fiquem alinhadas, surge a anisotropia das propriedades propriedades dependem da direção em que aplico carga em relação à direção das fibras. Falha da fibra Falha da matriz Direção longitudinal Direção transversal Fibras descontínuas alinhadas Fibras descontínuas não alinhadas
43 Carregamento Longitudinal em Compósitos com Fibras Contínuas e Alinhadas 43 Representação esquemática de curvas Tensão versus Deformação de Engenharia para compósito com matriz dúctil e fibra frágil Estágio I fibra e matriz deformam elasticamente Estágio II matriz entra em regime de deformação plástica Em e f *, as fibras começam a fraturar, mas o compósito não apresenta falha catastrófica.
44 Compósitos Reforçados com Fibras Curvas Tensão x Deformação de Engenharia Carregamento Longitudinal σ* f tensão de ruptura da fibra. σ* m tensão de ruptura da matriz. σ m tensão na matriz na ruptura da fibra ( e* f ). σ* cl tensão de ruptura do compósito. e* f deformação total da fibra e do compósito. e* m deformação total da matriz. e lm início da deformação plástica da matriz (limite de escoamento) longitudinal. V f : volume de fibras: 50% 44
45 Cálculo do Módulo de Elasticidade E Compósitos com fibras contínuas e alinhadas Para carregamento longitudinal (estado de isodeformação) ε c,l = ε m = ε f E E cl cl m m V m ou + E f f V E = E ( 1 V ) + E f f V f
46 Cálculo do Módulo de Elasticidade E Compósitos com Fibras Contínuas e Alinhadas Para carregamento transversal (estado de isotensão) σ c,t = σ m = σ f E ct = V m E E f m E f +V f E m (1 V f E m ) E E f f V f E m
47 Módulo de Elasticidade E em compósitos com fibras contínuas e alinhadas longitudinal transversal
48 Limite de Resistência Compósito com Fibra Alinhada e Contínua Limite de resistência do compósito na direção longitudinal (L) (fibra falha antes da matriz) σ c,l = σ f V f + σ m 1 V f * f : limite de resistência à tração da fibra m : tensão na matriz no momento em que a fibra falha Concentração de fibra 50% Compósito LR tração L (MPa) LR tração T (MPa) Vidro-poliester Carbono-epoxi Poliaramida-epoxi
49 Compósito com Fibra Alinhada e Descontínua Limite de resistência do compósito na direção longitudinal (L) Com distribuição uniforme de fibras com l > l c σ c,l = σ f V f 1 l c 2l + σ m 1 V f Limite de resistência do compósito na direção longitudinal (L) Com distribuição uniforme de fibras com l < l c σ c,l = V f l τ c d + σ m 1 V f * f : limite de resistência à tração da fibra; m : tensão na matriz no momento em que a fibra falha. τ c : resistência da ligação fibra-matriz (ou tensão limite de escoamento por cisalhamento da matriz o que for menor) d : diâmetro da fibra
50 A Fase Fibra 3 classes Whiskers Fibras Arames Monocristais, alta razão comprimento / diâmetro, altíssima resistência, caros Policristais ou amorfos, diâmetro pequeno Diâmetro de dezenas de microns
51 A Fase Fibra 51
52 Compósitos com Matriz Polimérica Matrizes: Termorrígidas: Poliésteres e vinil-ésteres, Epóxi, fenólicas Termoplásticas: PA, PEEK, PPS, PEI ( Polieterimida (poliamida, polieteretercetona, poli(sulfeto de fenileno), Reforços ( GFRP ) fibra de vidro ( CFRP ) fibra de carbono ( poliaramidas ) fibras aramidas 52
53 Compósitos de Matriz Polimérica Vantagens e Fibra de Vidro Alto σ f * (3500 MPa), barato, inerte Usos Carrocerias automotivas e carenagens marítimas Recipientes de armazenamento Limitações ( GPa Baixa rigidez (70 53
54 Fibra de Vidro Composição da fibra: 55%SiO 2, 16%CaO, 15%Al 2 O 3, 10%B 2 O 5 e 4%MgO Diâmetros entre 3 e 20μm Muito sensível a defeitos superficiais da fibra São recobertas com uma capa protetora Algumas capas devem ser removidas antes da fabricação do compósito Podem ser usadas na forma de fios e tecidos 54
55 Compósitos de Matriz Polimérica e Fibra de Carbono Vantagens Baixa densidade relativa ( 700GPa Alto E (200 a Retêm alto E e alta σ f em altas T. Inerte a umidade e muito ácidos e solventes. Usos Equipamento esportivo, aviação, automotivo. Limitações custo 55
56 Fibra de Carbono Fibras de diâmetro 4 a 10μm Fibra contém também regiões de grafita e regiões nãocristalinas Produzidas a partir de precursores: rayon, poliacrilonitrila e piche Processo afeta o módulo de elasticidade E: existem materiais com várias classes de módulos E padrão, intermediário, alto e ultra alto 56
57 Indústria Automobilística: Lamborghini ( Sesto Elemento ) O Sesto Elemento pesa apenas 999 kgf Novo processo de produção: onde um composto pastoso de fibra de carbono e epoxi que é injetado a alta pressão em moldes especiais, com liberdade de forma. Este novo material foi chamado de ForgedComposite (compósito forjado, em alusão aos processos de forjamento de alta pressão em moldes fechados)
58 Indústria aeroespacial & defesa: Caça Typhoon (Europa) O caça europeu Typhoon (Eurofighter) possui estrutura leve e em sua construção são empregados mais de 82% de compósitos reforçados com fibra de carbono e 12% de fibra de vidro. A vida estimada da aeronave é de horas de voo. Assento ejetável: partes estruturais em fibra de carbono.
59 Compósitos de Fibras de Poliaramida ( kevlar ) Vantagens ( 1,44 ) Baixa densidade relativa Alta tenacidade Ductilidade permite tecelagem Usos Blindagem balística Artigos esportivos, pneus Limitações Susceptíveis a ácidos e bases fortes Baixa resistência à compressão ( vidro Custo (> fibra de 59
60 Yarns (fios têxteis) Fibra de carbono Fibra de aramida (Kevlar) Fibra de vidro
61 Comparações entre Compósitos de Matriz Epóxi com Fibra Contínua ou Alinhada 61 61
62 Processamento de compósitos reforçados com fibras Pultrusão: produtos longos e seção transversal constante (mechas de fibras) Usado com fibras de vidro, carbono e aramidas (concentração entre 40 e 70% fibras) 62 62
63 Processo Prepreg Fibras contínuas pré-impregnadas com resina parcialmente curada. Fitas finas: 0,08-0,25mm Com 35 a 45% em volume de resina 63 63
64 Prepreg 64 64
65 ...uma perspectiva no futuro... 65
66 66
67 67
68 ...finalizando : Materiais Compósitos Ao final do estudo dos conteúdos desta Unidade você deve ser capaz de: listar alguns materiais compósitos naturais. descrever brevemente a estrutura de compósitos de engenharia. listar e dar exemplos dos tipos de compósitos de engenharia que existem, classificados em termos da natureza química tanto da matriz, quanto da fase dispersa. apresentar uma classificação de materiais compósitos, em termos das características dos tipos de reforço. definir o que são : materiais compósitos laminados; nanocompósitos. definir o que são compósitos reforçados por fibras e discutir brevemente a influência de algumas variáveis (tamanho das fibras; orientação as fibras em relação às cargas aplicadas; interação fibra-matriz) nas propriedades mecânicas de compósitos de matriz polimérica. descrever o comportamento mecânico de compósitos de matriz polimérica com fibras contínuas e alinhadas quando submetidos tanto a carregamento longitudinal, quanto a carregamento transversal, e relacionar esses comportamentos com a regra das misturas. discutir brevemente as características e aplicações das seguintes fibras empregadas em compósitos de engenharia: fibra de vidro, fibra de carbono e kevlar.
69 Referências Callister, W.D. Materials Science and Engineering: An Introduction. 7 th Ed. Wiley Cap.16. Shackelford, J.F. Ciência dos Materiais. 6ª Ed. Pearson Cap. 14.
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