AUTO DE CEDÊNCIA E ACEITAÇÃO DE ESPAÇO MUNICIPAL
|
|
|
- Estela Alves Cabral
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Anexo 2 Minuta AUTO DE CEDÊNCIA E ACEITAÇÃO DE ESPAÇO MUNICIPAL O MUNICÍPIO DE LISBOA, Pessoa Coletiva n.º , com sede na Praça do Município, representado pela Vereadora do Pelouro da Habitação e Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Lisboa, Arquiteta Helena Roseta, com competências delegadas e subdelegadas por despacho n.º 166/P/2009 na redação dada pelo Despacho n.º 26/P/2011, publicado no Boletim Municipal n.º 894, I Suplemento de 07/04/2011, cede a ocupação a titulo precário do espaço municipal sito em, à: [Pessoa singular] A,.. com o NIF:, [Pessoa Coletiva] Firma/ NIPC.,. com sede, representada por.. Portador do B.I /Cartão de Cidadão Nº válido até, e actual [cargo] gerente, administrador, ou outra qualidade de representação, de ora em diante designada por signatária, A qual aceita ocupar o espaço nas condições que a seguir se discriminam e que passam a constituir o AUTO DE CEDÊNCIA E ACEITAÇÃO DE ESPAÇO MUNICIPAL,: Do regime de utilização 1. A Utilização pela Signatária do Espaço é feita a título precário e por interesse público nos termos dos art.s 120 e 121.º do Código do Procedimento Administrativo, no limite dos direitos do Primeira Outorgante, podendo cessar a qualquer momento ao abrigo do disposto no art.º 140.º, do referido Código, não ficando, assim, em caso algum, sujeita às leis reguladoras dos contratos, nomeadamente do contrato do locação. 2. A Signatária reconhece a natureza precária da ocupação, sem qualquer elemento formal ou substancial de natureza vinculística, e assume esta característica como condição essencial de formação da vontade do Município em autorizar a mesma, que de outro modo o não faria, podendo o Município de Lisboa a qualquer momento e à primeira interpelação, promover a desocupação do espaço cedido, renunciando a signatária a qualquer indemnização ou compensação. 3. O Município terá em consideração o investimento realizado pela Signatária, bem como os apoios municipais por esta recebidos, para efeitos da determinação do prazo de cessação da ocupação.
2 Do uso 4. O espaço referido destina-se exclusivamente a ser utilizado pela Signatária para as atividades comerciais de e realizada pela signatária. 5. O exercício de qualquer outro uso, que não o previsto no ponto anterior, só pode ocorrer depois de expressamente autorizados pelo Município de Lisboa, constituindo a sua falta, fundamento para a revogação da autorização e consequente desocupação do espaço municipal. 6. A Signatária deve manter o espaço mencionado na Cláusula Primeira em perfeito estado de asseio, conservação e segurança e obriga-se a impedir a ocupação por terceiros de todo ou parte do espaço e responsabiliza-se por eventuais prejuízos que o Município de Lisboa venha a sofrer 7. A Signatária compromete-se a avisar o Município sempre que tenha conhecimento de que algum perigo ameaça o espaço ou que terceiros se arrogam direitos sobre ele. 8. É da responsabilidade da signatária a obtenção de licença para o exercício da atividade de comércio. Das contrapartidas financeiras: 9. A contra partida financeira pela utilização do espaço é de.. ( ), mensal a pagar no primeiro dia útil de cada mês ou nos oito dias seguintes, calculado nos termos da Tabela de Preços e Outras Receitas Municipais em vigor. 10. O valor referido será atualizado anualmente de acordo com o coeficiente fixado pelo Instituto Nacional de Estatística para a atualização de imobiliários não habitacionais; 11. Sobre este valor será aplicado um desconto durante os primeiros 5 anos, destinado a estimular o empreendedorismo e a criação e manutenção de emprego, sendo: i. No primeiro ano de 95% que poderá ser prorrogado por mais um ano a pedido da Signatária e mediante avaliação favorável do município; ii. No restante período, de 50%. Das obras: 12. Qualquer projeto de alterações urbanísticas tem de ser submetido a autorização do município pela signatária, considerando-se este de iniciativa municipal e isento de Taxas previstas no Regulamento Municipal de Taxas relacionadas com a Atividade Urbanística e Operações Conexas, nos termos do disposto no Artº6º, devendo o requerimento para reconhecimento das isenções ser acompanhado do Auto de Cedência do Espaço Municipal. 13. Quaisquer obras de adaptação do espaço, conservação ou beneficiação são sempre executadas por conta da Signatária e carecem de autorização prévia do Município, independentemente da observância das disposições legais aplicáveis.
3 14. É atribuído um apoio pecuniário de a fundo perdido para benfeitorias à execução de obras, correspondente a necessidade de obras em Loja (em tosco; com grandes obras de reparação ou reparação ligeira) independentemente do volume de obras a realizar. 15. Caso as obras não seja realizadas no prazo previsto a verba terá que ser restituída ao Município de Lisboa e a não restituição implica a inibição de registo em qualquer outro tipo de apoio ou concurso promovido pelo Município, sem prejuízo de se utilizar todos os meios necessários à sua cabal restituição. 16. Finda a ocupação, a Signatária não tem direito a qualquer indemnização ou compensação nem poderá alegar o direito de retenção em relação a obras ou benfeitorias que tenha executado. Outras obrigações da Signatária: 17. A Signatária responsabiliza-se pelo pagamento das despesas correntes, como água, electricidade, gás e telefone, etc., inerentes à utilização do espaço municipal que é objecto deste Auto de Cedência e Aceitação. 18. A Signatária obriga-se a contratar e manter, durante a vigência da presente autorização, seguro que garanta o risco de incêndio e de destruição do espaço por causas naturais ou ação humana. 19. A Signatária obriga-se a facultar o acesso às instalações cedidas para efeitos de fiscalização municipal. 20. A Signatária é obrigada a informar o Município de Lisboa da morada, sede ou local onde pretende ser contactada, sob pena de se ter por notificada na morada aqui constante. 21. A Signatária obriga-se a cumprir não só os termos do presente auto, bem como as cláusulas relativas ao uso, apoios e benfeitorias constantes das normas do concurso de sorteio pelo qual foi atribuído o imóvel. Da alteração de titularidade da autorização de cedência 22. Em caso de falecimento do titular da autorização de cedência administrativa de utilização de espaço comercial, cedido a pessoa singular, poder-se-á permitir a transferência da autorização ao cônjuge, ou àquele que com ele vivesse em união de facto há mais de dois anos, ou ainda aos parentes no primeiro grau da linha reta, desde que o espaço atribuído contribuísse para a economia comum de algum destes. 23. Para efeito de alteração da titularidade deve ser feita a prova do parentesco, da união de facto e da economia comum. 24. Sem prejuízo do previsto nos nºs 22 e 23 a autarquia não autoriza a transmissão do espaço a terceiros seja qual for a forma. Do dever de informação nas pessoas coletivas 25. Sempre que o titular da autorização de cedência seja uma pessoa coletiva, esta comunica no prazo de 60 dias ao Município de Lisboa qualquer alteração ao pacto social ou aos estatutos, bem como o lugar da sede desta. Da caducidade da autorização
4 26. A Signatária obriga-se a pôr em funcionamento as instalações no prazo de (três a seis, consoante as obras a realizar) meses a partir da data da entrega das chaves, sob pena de caducar a cedência titulada por este Auto, a menos que apresente justificação fundamentada e aceite pelo Município de Lisboa. 27. A ocupação precária não deverá ultrapassar o prazo de seis anos. Findo este prazo, a autorização é revista e conferida nova autorização, caso também corresponda ao interesse municipal. Do incumprimento e revogação da autorização 28. O incumprimento de qualquer das obrigações constantes deste auto ou das normas do concurso que levou à escolha do ocupante confere ao Município de Lisboa o direito de revogar a autorização e ordenar a desocupação do espaço cedido, sem direto a qualquer indemnização ou compensação. 29. A utilização de Apoios Financeiros para fim diverso do atribuído pelo Município, constitui fundamento de revogação da autorização de cedência do espaço. 30. O encerramento ou não utilização das instalações para os fins próprios, por período igual ou superior a 90 dias, sem justificação fundamentada e aceite pelo Município de Lisboa confere, também a esta, o direito de resolver o presente Auto e ordenar a desocupação sem direto a qualquer indemnização ou compensação. 31. A Signatária reconhece ao Município o direito de dar por finda a ocupação sempre que o interesse público assim o exija, não tendo também neste caso direto a qualquer indemnização ou compensação. Da desocupação do espaço, 32. Caducando a autorização, a autarquia reentrará na posse do espaço não habitacional imediatamente. 33. Cessando a autorização de cedência, por incumprimento, interesse público ou outro motivo, a Signatária compromete-se a deixar o espaço livre e desocupado no prazo que o Município de Lisboa venha a fixar, o qual nunca será superior a 60 dias. 34. Findo este prazo, a obrigação de cumprimento da desocupação poderá ser imposta coercivamente nos termos do regime estabelecido nos artigos 149.º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo 35. O Município de Lisboa poderá proceder a essa desocupação, não se responsabilizando por qualquer dano que possa causar aos bens que se encontrem no espaço municipal, renunciando a signatária a qualquer indemnização ou compensação por eventuais danos ou descaminho de bens; 36. A Signatária será responsável pelas despesas decorrentes da desocupação coerciva, transporte e depósito de materiais encontrados no espaço municipal cedido. 37. A Signatária aceita que, em caso de execução de despejo administrativo, lhe seja exigido o preço da ocupação referente ao período decorrido entre a data de cancelamento do registo de autorização de ocupação e a data em que o local ficou efetivamente livre e desocupado. 38. As dívidas pecuniárias resultantes das obrigações constantes deste auto são decorrentes de acto administrativo, pelo que a certidão de divida emitida por este Município constitui título executivo, seguindo os
5 termos do processo de execução fiscal, em conformidade com o art. 155º do Código do Procedimento Administrativo. Feito em Lisboa, em três exemplares de páginas cada, todas devidamente rubricadas pela signatária, ficando dois autos em posse do Município e outro na posse da signatária. Lisboa em A Signatária CARGO NOME
Anexo 1 PROTOCOLO DE CEDÊNCIA DE ESPAÇO MUNICIPAL SITO NA RUA JOÃO AMARAL, LOTE LOJA A
Anexo 1 PROTOCOLO DE CEDÊNCIA DE ESPAÇO MUNICIPAL SITO NA RUA JOÃO AMARAL, LOTE 22.2.16 LOJA A Entre O MUNICÍPIO DE LISBOA, Pessoa Colectiva n.º 500051070, com sede na Praça do Município, através do seu
Contrato de Arrendamento Urbano para fins habitacionais com prazo certo (e com fiança opcional)
Contrato de Arrendamento Urbano para fins habitacionais com prazo certo (e com fiança opcional) Entre: I -... (nome completo, estado civil, contribuinte fiscal e morada) na qualidade de senhorio e adiante
MINUTA DE CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM FIADOR
MINUTA DE CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM FIADOR Primeiro Outorgante, (Nome completo) (estado civil), portador(a) do cartão de cidadão com número, válido até, com número de identificação fiscal,
CONTRATO DE COMODATO
CONTRATO DE COMODATO Entre MUNICÍPIO DO BARREIRO, com sede na Rua Miguel Bombarda 2830-355 Barreiro, Pessoa Coletiva de Direito Público nº 506673626, neste ato representado pelo Senhor Carlos Humberto
PROCEDIMENTO DE ARRENDAMENTO PA/SRU/02/2016 CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM PRAZO CERTO
ANEXO III Minuta do Contrato de Arrendamento Fogos PROCEDIMENTO DE ARRENDAMENTO PA/SRU/02/2016 CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM PRAZO CERTO Entre: LISBOA OCIDENTAL, SRU SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO
Município de Leiria Câmara Municipal
DELIBERAÇÃO DA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE 1 DE SETEMBRO DE 2015 Serviço responsável pela execução da deliberação Divisão de Aprovisionamento e Património Epígrafe 3.3.6. Acordo de Transferência e Auto
ASSUNTO: ARRENDAMENTO FRAÇÃO NA RUA RODRIGUES SAMPAIO
CIRCULAR Nº 110/2012 (SA) RF/MS/RC Lisboa, 15 de Novembro de 2012 ASSUNTO: ARRENDAMENTO FRAÇÃO NA RUA RODRIGUES SAMPAIO Caro Associado, Como é do V/ conhecimento a APAVT é proprietária de uma fração sita
CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM PRAZO CERTO
CONTRATO DE ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO COM PRAZO CERTO Entre: Primeira Outorgante: [nome],[estado civil], residente[ ], titular do Cartão de Cidadão nº [ ]emitido pela República Portuguesa e válido até
CADERNO DE ENCARGOS. Cláusula Primeira. (Objeto do contrato)
- 1/6 CADERNO DE ENCARGOS Cláusula Primeira (Objeto do contrato) O objeto do contrato consiste na cedência do direito à exploração de uma loja correspondente à fração A do prédio urbano inscrito na matriz
MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS
MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS O primeiro outorgante, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P., doravante designado
CADERNO DE ENCARGOS. Alienação de Autorização de Produção. Concurso Público nº: 01/EPDRR-ABM/2015-AP CADERNO DE ENCARGOS
Alienação de Autorização de Produção Concurso Público nº: 01/EPDRR-ABM/2015-AP Página 1 de 8 Índice de Conteúdo CAPÍTULO I - CLÁUSULAS JURÍDICAS -... 3 ARTIGO 1º - OBJETO -... 3 ARTIGO 2º - PRAZO -...
CADERNO DE ENCARGOS CLÁUSULAS JURÍDICAS E OUTRAS CONDIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS A INCLUIR NO CONTRATO A CELEBRAR I GERAIS. Artigo 1.
CADERNO DE ENCARGOS CLÁUSULAS JURÍDICAS E OUTRAS CONDIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS A INCLUIR NO CONTRATO A CELEBRAR I GERAIS Artigo 1.º Objeto do direito de exploração 1. O direito de exploração tem como objeto
REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE O LICENCIAMENTO E FUNCIONAMENTO DAS ESPLANADAS
REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE O LICENCIAMENTO E FUNCIONAMENTO DAS ESPLANADAS Num concelho e numa cidade com reconhecidas aptidões para a actividade turística como é Macedo de Cavaleiros, a existência de
HASTA PÚBLICA PROGRAMA DO CONCURSO
HASTA PÚBLICA CONCURSO POR HASTA PÚBLICA PARA ATRIBUIÇÃO DA CONCESSÃO DE 4 LOJAS COMERCIAIS E 6 ESPAÇOS DE VENDA EXISTENTES NO PISO INFERIOR DO MERCADO MUNICIPAL DE ESPINHO PROGRAMA DO CONCURSO ARTIGO
REGULAMENTO DA ATRIBUIÇÃO E DO USO DAS DENOMINADAS «CASAS MUNICIPAIS»
CÂMARA MIJNICIPAL DE NORDESTE REGULAMENTO DA ATRIBUIÇÃO E DO USO DAS DENOMINADAS «CASAS MUNICIPAIS» Considerando a necessidade de elaborar legislação específica para as habitações pertencentes à Câmara
[ ], [estado civil], residente na [ ], contribuinte fiscal n.º [ ], portadora do cartão de cidadão
CONTRATO DE ARRENDAMENTO COMERCIAL [ ], [estado civil], residente na [ ], contribuinte fiscal n.º [ ], portador do cartão de cidadão n.º [ ], válido até [ ], contrata na qualidade de locador, doravante
CONTRATO DE ARRENDAMENTO
CONTRATO DE ARRENDAMENTO Entre os abaixo assinados: PRIMEIRO(S) OUTORGANTE(S) - e marido/mulher casados no regime de, ele natural da freguesia de, concelho de, ela natural da freguesia de concelho de residentes
MUNICÍPIO DE LAGOA AÇORES REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA. Preâmbulo
REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Preâmbulo O Regulamento Municipal dos Sistemas Públicos e Predial de Distribuição de Água e Drenagem de Águas Residuais do Concelho
CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO PARA FIM NÃO HABITACIONAL E COM PRAZO CERTO
CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO PARA FIM NÃO HABITACIONAL E COM PRAZO CERTO OUTORGANTES: 1ºs XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX (nome completo), solteiro, maior ou casado, nascido em ----/----/-----, -- ----------
Anexo II CONTRATO DE ARRENDAMENTO RURAL AGRÍCOLA. Primeiro: Município de Santa Maria da Feira, pessoa coletiva de Direito Público com sede em Praça da
Anexo II CONTRATO DE ARRENDAMENTO RURAL AGRÍCOLA OUTORGANTES: Primeiro: Município de Santa Maria da Feira, pessoa coletiva de Direito Público com sede em Praça da República, em Santa Maria da Feira, contribuinte
CONTRATO N.º 74 FORNECIMENTO DE CATETER DE ABLAÇÃO RENAL
CONTRATO N.º 74 FORNECIMENTO DE CATETER DE ABLAÇÃO RENAL Entre Hospital Garcia de Orta, E.P.E., com sede na Av. Torrado da Silva, Pragal, 2801-951 Almada, pessoa colectiva n.º 506 361 470, registada na
JUNTA DE FREGUESIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO. Regulamento para Concessão e Exploração de Quiosques na Via Pública. Preâmbulo
JUNTA DE FREGUESIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Regulamento para Concessão e Exploração de Quiosques na Via Pública Preâmbulo A Freguesia da Póvoa de Santo Adrião tem vindo a registar um crescimento populacional
CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA. Deliberação nº 03_/ de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA Deliberação nº 03_/13 18 de Janeiro Que autoriza o exercício de actividades geradoras de rendimento e pequenos negócios em edifícios com uso habitação Considerando que muitas
REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo
REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo Considerando que nas últimas décadas temos vindo a assistir ao aumento dos índices de envelhecimento e de dependência das pessoas idosas entre
MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL
PROGRAMA DE HASTA PÚBLICA Para atribuição do direito de ocupação efectiva, de natureza precária, de lugares no Mercado Municipal Eng.º Silva e Mercado Municipal de Buarcos do Município da Figueira da Foz
REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA
REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Praça da República 7150-249 Borba Telf.: 268 891 630 Fax: 268 894 806 [email protected] www.cm-borba.pt Contribuinte n.º 503
EDITAL. Arrendamento de imóveis do Município para fins não habitacionais
EDITAL Arrendamento de imóveis do Município para fins não habitacionais Ricardo João Barata Pereira Alves, Eng.º, Presidente da Câmara Municipal de Arganil, torna público que, no uso da competência que
CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA ENTRE:
CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA ENTRE: ------------------------------------------------------------------------------------------------------- PRIMEIRA CONTRATANTE: ------------------------------------------------------------------------
CADERNO DE ENCARGOS EXPLORAÇÃO DO BAR (LOTE 2) DE APOIO AO CAIS FLUVIAL DE CALDAS DE AREGOS
CADERNO DE ENCARGOS EXPLORAÇÃO DO BAR (LOTE 2) DE APOIO AO CAIS FLUVIAL DE CALDAS DE AREGOS Contribuinte n.º 506349381. e-mail: [email protected]. www.cm-resende.pt 1 Caderno de Encargos Artigo 1º -
Decreto-Lei n.º140/2009, de 15 de Junho
Decreto-Lei n.º140/2009, de 15 de Junho 1. Que intervenções ou obras estão sujeitos à obrigatoriedade de elaboração de relatórios? O presente diploma abrange os bens culturais móveis e imóveis, assim como
Hortas da Tapada do Instituto Superior de Agronomia
Hortas da Tapada do Instituto Superior de Agronomia Regras de acesso e utilização das hortas I - Conceitos: Para efeito da aplicação e interpretação das presentes regras, deve entender-se por: a) Agricultura
Município de Fafe. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe. Programa de procedimento
Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe Programa de procedimento Secção I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto do Procedimento 1- O presente
AJUSTE DIRECTO/2014/18
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ALUGUER DE PALCOS, CAMARINS E OUTROS EQUIPAMENTOS PARA INICIATIVA "CAIS DE FADO" A INSTALAR NA SERRA DO PILAR E MARGINAL DE GAIA AJUSTE DIRECTO/2014/18 CONTRAENTES:
CONCESSÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO BAR DA ECOPISTA E ESPLANADA ANEXA. Caderno de Encargos. Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Prazo da Concessão
CONCURSO PÚBLICO NA MODALIDADE DE HASTA PÚBLICA POR LICITAÇÃO VERBAL PARA CONCESSÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO BAR DA ECOPISTA E ESPLANADA ANEXA. Caderno de Encargos Artigo 1.º Objeto 1. O presente Caderno
Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto:
Legislação Portaria n.º 1327/2004, de 19 de Outubro Publicada no D.R. n.º 246, I Série-B, de 19 de Outubro de 2004 SUMÁRIO: Regulamenta os procedimentos administrativos previstos no Decreto-Lei n.º 211/2004,
Atributos da Proposta Gás Natural
Atributos da Proposta Gás Natural António José da Silva Coutinho, portador do cartão de cidadão nº. 08419828, com domicílio profissional na Rua Castilho, 165, 4º, 1070-050 Lisboa, na qualidade de representante
CONTRATO EMPREGO-INSERÇÃO
CONTRATO EMPREGO-INSERÇÃO Celebrado no âmbito da Medida Contrato Emprego-Inserção Desempregados Beneficiários das Prestações de Desemprego Entre (Denominação, forma jurídica e actividade da entidade),
LOCAÇÃO FINANCEIRA (LEASING) PARA AQUISIÇÃO DE VEICULO PESADO DE PASSAGEIROS - 36/16_L
MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA LOCAÇÃO FINANCEIRA (LEASING) PARA AQUISIÇÃO DE VEICULO PESADO DE PASSAGEIROS - 36/16_L Concurso Público, alínea b) do n.º1 do artigo 20.º do CCP Índice Identificação do Procedimento...
MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE. Concurso Público ARRENDAMENTO RURAL DE UMA PARCELA DO PRÉDIO RÚSTICO DENOMINADO CERRO DA FORCA - ENTRADAS
MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE Concurso Público ARRENDAMENTO RURAL DE UMA PARCELA DO PRÉDIO RÚSTICO DENOMINADO CERRO DA FORCA - ENTRADAS CADERNO DE ENCARGOS Castro Verde, 02 de fevereiro de 2015 CADERNO DE
CONTRATO DE ARRENDAMENTO HABITACIONAL
CONTRATO DE ARRENDAMENTO HABITACIONAL ENTRE: [ ]e mulher [ ], casados no regime de [ ], moradores na [ ], contribuintes fiscais, respetivamente, n.ºs [ ] e [ ], portadores dos bilhetes de identidade n.º[
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE INVENTÁRIO E CADASTRO DO PATRIMÓNIO
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE INVENTÁRIO E CADASTRO DO PATRIMÓNIO Preâmbulo Para cumprimento do disposto na alínea e) do n.º 1 do artigo 16º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, e tendo
*RN PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA ESPINHO
Delegação Regional do Norte Rua Eng. Ezequiel Campos, 488 4149-004 PORTO - Porto *RN057158099PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA 4500-579 ESPINHO Refª n.º 05-05-2016
EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE INTERMEDIAÇÃO DE MEDICAMENTOS DE USO HUMANO REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE INTERMEDIAÇÃO DE MEDICAMENTOS DE USO HUMANO REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA A intermediação de medicamentos é qualquer atividade ligada à venda ou compra de medicamentos, com exceção
- MINUTA - CONTRATO DE COMODATO DE BEM IMÓVEL, A CELEBRAR ENTRE O MUNICÍPIO DE SETÚBAL E
- MINUTA - CONTRATO DE COMODATO DE BEM IMÓVEL, A CELEBRAR ENTRE O MUNICÍPIO DE SETÚBAL E Aos dias do mês de de 2013, no Edifício dos Paços do Município, ENTRE, PRIMEIRO OUTORGANTE O MUNICÍPIO DE SETÚBAL,
Despacho: Exm.º Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra
IMP.PS.01.431.02 IMP.PS.01.431.03 COMUNICAÇÃO DE ABERTURA AO PÚBLICO DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS EM CASO DE AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO PARA FINS TURÍSTICOS (ao abrigo do artigo 31º do Decreto-lei nº 39/2008,
CONTRATO DE FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTO MOBILIÁRIO ADMINISTRATIVO E DE ESCRITÓRIO PARA A UCCI BENTO XVI
CONTRATO DE FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTO MOBILIÁRIO ADMINISTRATIVO E DE ESCRITÓRIO PARA A UCCI BENTO XVI ENTRE: Primeiro Contraente: União das Misericórdias Portuguesas, com sede na Rua de Entrecampos,
AVISO N.º 07/2013 de 22 de Abril ASSUNTO: CONSTITUIÇÃO, FUNCIONAMENTO E EXTINÇÃO DE CASAS DE CÂMBIO
Publicado no Diário da República, I série, nº 74, de 22 de Abril AVISO N.º 07/2013 de 22 de Abril ASSUNTO: CONSTITUIÇÃO, FUNCIONAMENTO E EXTINÇÃO DE CASAS DE CÂMBIO Havendo necessidade de adequar as regras
AVISO N.º 05/2014 de 15 de Setembro
Publicado no Diário da República, I série, nº 182, de 01 de Outubro AVISO N.º 05/2014 de 15 de Setembro ASSUNTO: Sistemas de Pagamentos de Angola Autorização para a Constituição das Sociedades Prestadoras
MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO
MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO REGULAMENTO OFICINA DOMICILIÁRIA Preâmbulo O Município de Alter do Chão, no âmbito da prossecução de uma política social com responsabilidade, tem tido a preocupação de contribuir
FREGUESIA DE QUIAIOS NIPC 510 833 535
PROGRAMA DE HASTA PÚBLICA Para atribuição do direito de ocupação efetiva de natureza precária da loja n.º 4 no Mercado de Quiaios Artigo 1.º Identificação A loja objeto de hasta pública localiza-se no
Caderno de Encargos. Ajuste Direto n.º 39/2016. Aquisição de serviços para Assessoria Jurídica
Caderno de Encargos Ajuste Direto n.º 39/2016 Aquisição de serviços para Assessoria Jurídica Abril de 2016 ÍNDICE CADERNO DE ENCARGOS Página Parte I - Cláusulas Jurídicas Art.º 1.º - Objeto......... 2
Concurso público para a aquisição de madeiras e similares para o Município do Funchal
Concurso público para a aquisição de madeiras e similares para o Município do Funchal CADERNO DE ENCARGOS Caderno de encargos Pag. nº1 Índice Cláusula 1ª - Objecto Cláusula 2ª - Contrato Cláusula 3ª -
CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO
ENTRE: CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO Ida e Volta Portugal, Lda., com sede em Rua do Forte, pessoa colectiva número XXX, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o mesmo número,
DIREÇÃO REGIONAL DA SOLIDARIEDADE SOCIAL
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre, de uma parte, a Direção Regional da Solidariedade Social, com sede no Solar dos Remédios, 9701-855 Angra do Heroísmo, Concelho de Angra do Heroísmo, representado
AVISO Nº. 8/95 DE 08 DE AGOSTO
AVISO Nº. 8/95 DE 08 DE AGOSTO O Banco Nacional de Angola, tendo em vista a definição de regras especiais para o funcionamento das Casas de Câmbio, no uso da competência que lhe é atribuído pelo Artº.
Convite para apresentação de proposta ao abrigo do Acordo Quadro ANCP
«Empresa» «Morada1» «Cod_Postal» «Localidade» Nossa referência Assunto: Convite para apresentação de proposta ao abrigo do Acordo Quadro ANCP Aquisição de serviços de dados acesso à internet e conectividade
AJUSTE DIRECTO. Aquisição de Escultura em Pedra Mármore de Estremoz CADERNO DE ENCARGOS
AJUSTE DIRECTO Aquisição de Escultura em Pedra Mármore de Estremoz CADERNO DE ENCARGOS Índice Capítulo I - Disposições Gerais... Cláusula 1.ª Objeto... Cláusula 2.ª Local, prazo e modo da prestação...
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO Artigo 1º Objeto 1 O presente regulamento tem por objetivo estabelecer as regras, métodos e procedimentos de controlo
Apreciação na especialidade das alterações ao Projecto de lei 310/XIII GTHRUPC
Apreciação na especialidade das alterações ao Projecto de lei 310/XIII GTHRUPC 15.3.2017 Apreciação na especialidade do pjl 310/XIII e propostas de alteração Metodologia Atendendo à quantidade de alterações
REGULAMENTO GERAL DE PARQUES. Preâmbulo
REGULAMENTO GERAL DE PARQUES Preâmbulo Com a revisão da política de estacionamento e mobilidade na cidade de Lisboa, tal como se encontra definida no âmbito do pelouro da Mobilidade, urge redefinir as
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS, CULTURAIS E DE LAZER
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS, CULTURAIS E DE LAZER CAPÍTULO II Dos Equipamentos Desportivos Secção I Objecto Artigo 6º (Objecto) As normas gerais, as condições de cedência e as condições
MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA
MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA (n.º 4 do art.º 23.º do D.L. n.º 57/2016, de 29 de agosto) Entre: 1) A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, I.P., NIPC 503904040, pessoa coletiva de direito público, com
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E O CENTRO DE CULTURA PEDRO ÁLVARES CABRAL
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E O CENTRO DE CULTURA PEDRO ÁLVARES CABRAL Considerando que: a) nos termos da Lei 75/2013 de 12 de Setembro que estabeleceu o regime
DECRETO N.º 156/XIII
DECRETO N.º 156/XIII Altera o Decreto-Lei n.º 433/99, de 26 de outubro, o Código de Procedimento e de Processo Tributário, e o Decreto-Lei n.º 6/2013, de 17 de janeiro A Assembleia da República decreta,
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA DA BOAVISTA DA FREGUESIA DE BENFICA
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA DA BOAVISTA DA FREGUESIA DE BENFICA Artigo 1º Caracterização da Feira - Localização, Tema, Periodicidade e Horário funcionamento 1. A feira DA BOAVISTA rege-se pelo
DESPACHO PC 8/ MANDATO 2013/2017 NO VEREADOR VITOR MANUEL INÁCIO COSTA
DESPACHO PC 8/2013 - MANDATO 2013/2017 DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS I - De acordo com o disposto no art.º 36º, n.º 2, da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, resolvo delegar nos Vereadores adiante indicados
Regulamento Interno das Comunicações Telefónicas
1 ÍNDICE PREÂMBULO DISPOSIÇÕES COMUNS Objecto Utilização DAS COMUNICAÇÕES FIXAS Responsabilidade Interdições Informação DAS COMUNICAÇÕES MÓVEIS Direito ao uso Deveres gerais de utilização Custos da utilização
CONTRATO DE ARRENDAMENTO
CONTRATO DE ARRENDAMENTO Entre os abaixo assinados: PRIMEIRO OUTORGANTE:, nascido aos, casado, titular do Cartão de Cidadão n.º, válido até, com Número de Identificação Fiscal n.º, natural da freguesia
REGULAMENTO DE TAXAS, LICENÇAS E SERVIÇOS DA JUNTA DE FREGUESIA DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS. Preâmbulo
REGULAMENTO DE TAXAS, LICENÇAS E SERVIÇOS DA JUNTA DE FREGUESIA DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS Preâmbulo A Tabela de Taxas de Atestados em vigor foi aprovada por deliberação de Junta em 23/11/99 e por deliberação
Aos vinte e nove dias do mês de novembro de dois mil e treze, os seguintes outorgantes:
CONTRATO DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DE PRODUÇÃO DE DOCUMENTO DE DESIGN E ACOMPANHAMENTO DE PRODUÇÃO DE JOGO ESTRATÉGICO PARA A REDE DE CASTELOS E MURALHAS DO MONDEGO Valor: 34.000,00 Aos vinte e nove
CONTRATO DE ARRENDAMENTO No dia de agosto de 2015, no Departamento de Administração Geral da Câmara
CONTRATO DE ARRENDAMENTO No dia ----- de agosto de 2015, no Departamento de Administração Geral da Câmara Municipal de Guimarães, perante mim, Maria Joana Rangel da Gama Lobo Xavier, servindo de oficial
CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, e TELECOMUNICAÇÕES
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui FUNCHAL CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, 61300 e 61900 TELECOMUNICAÇÕES ACTIVIDADES ABRANGIDAS: - Operador de Redes Públicas de Telecomunicações
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA
Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA (Art.º 63 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 29 de julho de 2013
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA DA MADEIRA Decreto Legislativo Regional n.º 26/2013/M Primeira alteração ao Decreto
