AULA 2 SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO RAFAEL DE OLIVEIRA RIBEIRO 1

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1 AULA 2 SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO RAFAEL DE OLIVEIRA RIBEIRO 1

2 Introdução Por que gerar energia? 2

3 O mundo é dependente de energia? 3

4 O mundo é dependente de energia? 4

5 Tipos de Geração 5

6 Introdução O setor elétrico brasileiro está estruturado para garantir a segurança do suprimento de energia elétrica, promover a inserção social, por meio de programas de universalização do atendimento, e também a modicidade tarifária e de preços. 6

7 GTD 7

8 Pergunta Qual a diferença entre sistema isolado e sistema interligado? 8

9 Sistemas Isolados Os sistemas isolados estão localizados principalmente nos estados da Região Norte, e distribuídos pelo interior desses estados. No interior, esses sistemas caracterizamse, basicamente, pelo grande número de pequenas unidades geradoras a óleo diesel e pela grande dificuldade de logística de abastecimento. 9

10 Sistemas Isolados A existência dos Sistemas Isolados é explicada pelas dimensões continentais do Brasil e por causa da localização afastada de algumas localidades, municípios e regiões, principalmente na região Norte do País, em relação aos maiores centros de consumo, e principalmente pelo objetivo de preservação da região amazônica. 10

11 O que é o SIN - Sistema Interligado Nacional Com tamanho e características que permitem considerá-lo único em âmbito mundial, o sistema de produção e transmissão de energia elétrica do Brasil é um sistema hidrotérmico de grande porte, com forte predominância de usinas hidrelétricas e com múltiplos proprietários. O Sistema Interligado Nacional é formado pelas empresas das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte da região Norte. Apenas 1,7% da energia requerida pelo país encontrase fora do SIN, em pequenos sistemas isolados localizados principalmente na região amazônica. 11

12 12

13 O Setor Elétrico Brasileiro Entre 2003 e 2004 o governo federal lançou as bases de um novo modelo para o Setor Elétrico Brasileiro (SEB), sustentado pelas Leis nº e , de 15 de março de 2004, e pelo Decreto nº 5.163, de 30 de julho de

14 O Setor Elétrico Brasileiro Em termos institucionais, o novo modelo definiu a criação de uma entidade responsável pelo planejamento do setor elétrico a longo prazo, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE); uma instituição com a função de avaliar permanentemente a segurança do suprimento de energia elétrica, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE); e uma instituição para dar continuidade às atividades do Mercado Atacadista de Energia (MAE), relativas à comercialização de energia elétrica no Sistema Interligado, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). 14

15 O Setor Elétrico Brasileiro Outras alterações importantes incluem a definição do exercício do Poder Concedente ao Ministério de Minas e Energia (MME) e a ampliação da autonomia do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 15

16 O Setor Elétrico Brasileiro Em relação à comercialização de energia, foram instituídos dois ambientes para celebrar contratos de compra e venda: o Ambiente de Contratação Regulada (ACR), do qual participam agentes de geração e de distribuição de energia; e o Ambiente de Contratação Livre (ACL), do qual participam agentes de geração, comercializadores, importadores e exportadores de energia e consumidores livres. 16

17 O Setor Elétrico Brasileiro O novo modelo do setor elétrico visa atingir três objetivos principais: Garantir a segurança do suprimento de energia elétrica; Promover a modicidade tarifária; Promover a inserção social no Setor Elétrico Brasileiro, em particular pelos programas de universalização de atendimento. 17

18 O Setor Elétrico Brasileiro O modelo prevê um conjunto de medidas a serem observadas pelos agentes, como a exigência de contratação de totalidade da demanda por parte das distribuidoras e dos consumidores livres, nova metodologia de cálculo do lastro para venda de geração, contratação de usinas hidrelétricas e termelétricas em proporções que assegurem melhor equilíbrio entre garantia e custo de suprimento, bem como o monitoramento permanente da continuidade e da segurança de suprimento, visando detectar desequilíbrios conjunturais entre oferta e demanda. 18

19 O Setor Elétrico Brasileiro Em termos de modicidade tarifária, o modelo prevê a compra de energia elétrica pelas distribuidoras no ambiente regulado por meio de leilões observado o critério de menor tarifa, objetivando a redução do custo de aquisição da energia elétrica a ser repassada para a tarifa dos consumidores cativos. 19

20 O Setor Elétrico Brasileiro PERGUNTA SOBRE O SETOR ELÉTRICO 20

21 O Setor Elétrico Brasileiro Quem é responsável pelo planejamento do setor elétrico a longo prazo? a) Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) b) Empresa de Pesquisa Energética (EPE) c) Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) d) Mercado Atacadista de Energia (MAE) e)câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) 21

22 O Setor Elétrico Brasileiro Quem é responsável pelo planejamento do setor elétrico a longo prazo? Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) Resp.: Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) Mercado Atacadista de Energia (MAE) Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) 22

23 Balanço Energético Nacional A EPE Empresa de Pesquisa Energética realiza e divulga as edições do BEN Balanço Energético Nacional, publicação anual e de competência desta instituição, fundamental para atividades de planejamento e acompanhamento do setor energético nacional. 23

24 Balanço Energético Nacional Contendo a contabilidade relativa à oferta e consumo de energia no Brasil, bem como dos processos de conversão de produtos energéticos e de comércio exterior, o BEN reúne em um único documento as séries históricas dessas operações, além das informações sobre reservas, capacidades instaladas e importantes dados estaduais. 24

25 Balanço Energético Nacional O relatório de 2015 é dividido em 8 capítulos e 10 anexos, sendo: Capítulo 1 Análises Energéticas e Dados Agregados, apresenta os destaques de energia em 2014, e os dados consolidados de produção, consumo, dependência externa de energia, a composição setorial do consumo de energéticos e o resumo da oferta interna de energia. 25

26 Balanço Energético Nacional Capítulo 2 - Oferta e Demanda de Energia por Fonte, tem como conteúdo a contabilização, por fonte de energia, da produção, importação, exportação, variação de estoques, perdas, ajustes e consumo total desagregado por setores da economia. 26

27 Balanço Energético Nacional Capítulo 3 - Consumo de Energia por Setor, apresenta o consumo final de energia classificado por fonte primária e secundária, para cada setor da economia. 27

28 Balanço Energético Nacional Capítulo 4 - Comércio Externo de Energia, traz os dados das importações e exportações de energia e da dependência externa de energia. Capítulo 5 - Balanços de Centros de Transformação, apresenta os balanços energéticos dos centros de transformação, incluindo as suas perdas. 28

29 Balanço Energético Nacional Capítulo 6 - Recursos e Reservas Energéticas, contempla os dados dos recursos e reservas das fontes primárias de energia, incluindo notas metodológicas. Capítulo 7 - Energia e Socioeconomia, tem por conteúdo a comparação dos parâmetros energéticos, econômicos e populacionais, os consumos específicos, os preços e os gastos com importação de petróleo. 29

30 Balanço Energético Nacional Capítulo 8 - Dados Energéticos Estaduais, exibe, segmentado por estados da federação, os dados de produção das principais fontes de energia, o consumo residencial de eletricidade e gás liquefeito de petróleo, instalações energéticas e reservas e potencial hidráulico. 30

31 Balanço Energético Nacional Anexo I - Capacidade Instalada, apresenta a capacidade instalada de geração elétrica, capacidade instalada da usina hidroelétrica de Itaipu e capacidade instalada de refino de petróleo. Anexo II Autoprodução de Eletricidade, apresenta os dados desagregados da geração própria de eletricidade, considerando as fontes e setores produtores. 31

32 Balanço Energético Nacional Anexo III - Dados Mundiais de Energia, apresenta os principais indicadores energéticos de produção, importação, exportação e consumo, por área energética e região. Anexo IV Balanço de Energia Útil, apresenta análises energéticas com base na energia útil, critério especialmente importante para compreensão do aumento da eficiência energética do país. 32

33 Balanço Energético Nacional Anexo V - Estrutura Geral do BEN, expõe a conceituação e composição do Balanço Energético Nacional. Anexo VI - Tratamento das Informações, lista as fontes de dados do BEN e particularidades metodológicas no seu tratamento. Anexo VII Unidades, apresenta as tabelas de conceituação e conversão das unidades de mensuração dos dados do BEN, e comentários pertinentes. 33

34 Balanço Energético Nacional Anexo VIII Fatores de Conversão, são apresentados os valores das diferentes unidades utilizadas no BEN e critérios para sua conversão. Anexo IX - Balanços Energéticos Consolidados, tem como conteúdo as matrizes consolidadas do BEN, contendo os fluxos de energia. Anexo X Balanço Energético 2015 (Unidades Comerciais), apresenta os valores apurados para o BEN, relativos ao ano base da publicação (2014). 34

35 Balanço Energético Nacional PERGUNTA SOBRE O BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 35

36 Balanço Energético Nacional O relatório de 2015 do Balanço Energético Nacional é dividido em: a) 10 capítulos e 10 anexos b) 10 capítulos e 6 anexos c) 8 capítulos e 16 anexos d) 8 capítulos e 10 anexos 36

37 Balanço Energético Nacional O relatório de 2015 do Balanço Energético Nacional é dividido em: a) 10 capítulos e 10 anexos b) 10 capítulos e 6 anexos c) 8 capítulos e 16 anexos d) 8 capítulos e 10 anexos 37

38 Oferta interna de Energia Elétrica por fonte 38

39 Balanço Energético Nacional As centrais elétricas de serviço público, com 84,1% da geração total, permanecem como principais contribuintes. A principal fonte de geração de energia elétrica é hidráulica, embora tal fonte tenha apresentado uma redução de 4,5% na comparação com o ano anterior. A geração elétrica a partir de não renováveis representou 26,9% do total nacional, contra 23,3% em

40 Balanço Energético Nacional O Brasil dispõe de uma matriz elétrica de origem predominantemente renovável, com destaque para a geração hidráulica que responde por 65,2% da oferta interna. As fontes renováveis representam 74,6% da oferta interna de eletricidade no Brasil, que é a resultante da soma dos montantes referentes à produção nacional mais as importações, que são essencialmente de origem renovável. 40

41 Balanço Energético Nacional Em 2014, a capacidade total instalada de geração de energia elétrica do Brasil (centrais de serviço público e autoprodutoras) alcançou MW, acréscimo de MW. 41

42 Geração de energia Elétrica Total 42

43 Produção de Energia Eletricidade e Alcool 43

44 Consumo Residencial de Eletricidade 44

45 Capacidade Instalada de Geração de Energia 45

46 Capacidade Instalada de Geração Elétrica 46

47 Capacidade Instalada de Itaipu 47

48 Oferta de energia Mundial

49 Oferta de energia Mundial

50 DÚVIDAS? 50

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