EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
|
|
|
- Martim de Lacerda Tomé
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ISSN Ano CL N o - 30 Brasília -, terça-feira, 9 de julho de 203 Sumário. PÁGINA Atos do Poder xecutivo... Presidência da República... 9 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação... Ministério da Cultura... 2 Ministério da efesa... 3 Ministério da ducação... 7 Ministério da azenda Ministério da Integração Nacional... 4 Ministério da Justiça... 4 Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Comunicações Ministério das Relações xteriores Ministério de Minas e nergia... 6 Ministério do esenvolvimento Agrário Ministério do esenvolvimento, Indústria e Comércio xterior Ministério do sporte... 8 Ministério do Meio Ambiente... 8 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 8 Ministério do Trabalho e mprego Ministério dos Transportes Conselho Nacional do Ministério Público Ministério Público da União Poder Judiciário ntidades de iscalização do xercício das Profissões Liberais. 23. Atos do Poder xecutivo XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL MIA PROVISÓRIA N o 62, 8 JULHO 203 Institui o Programa Mais Médicos e dá outras providências. A PRSINTA A RPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: CAPÍTULO I ISPOSIÇÕS GRAIS Art. o ica instituído o Programa Mais Médicos, com a finalidade de formar recursos humanos na área médica para o Sistema Único de Saúde - SUS e com os seguintes objetivos: pelo código I - diminuir a carência de médicos nas regiões prioritárias para o SUS, a fim de reduzir as desigualdades regionais na área da saúde; II - fortalecer a prestação de serviços na atenção básica em saúde no País; III - aprimorar a formação médica no País e proporcionar maior experiência no campo de prática médica durante o processo de formação; IV - ampliar a inserção do médico em formação nas unidades de atendimento do SUS, desenvolvendo seu conhecimento sobre a realidade da saúde da população brasileira; V - fortalecer a política de educação permanente com a integração ensino-serviço, por meio da atuação das instituições de educação superior na supervisão acadêmica das atividades desempenhadas pelos médicos; VI - promover a troca de conhecimentos e experiências entre profissionais da saúde brasileiros e médicos formados em instituições estrangeiras; VII - aperfeiçoar médicos para atuação nas políticas públicas de saúde do País e na organização e funcionamento do SUS; e VIII - estimular a realização de pesquisas aplicadas ao SUS. Art. 2 o Para consecução dos objetivos do Programa Mais Médicos, serão adotadas, entre outras, as seguintes ações: I - reordenação da oferta de cursos de medicina e vagas para residência médica, priorizando regiões de saúde com menor relação de vagas e médicos por habitante e com estrutura de serviços de saúde em condições de ofertar campo de prática suficiente e de qualidade para os alunos; II - estabelecimento de novos parâmetros para a formação médica no País; e III - promoção, nas regiões prioritárias do SUS, de aperfeiçoamento de médicos na área de atenção básica em saúde, mediante integração ensino-serviço, inclusive por meio de intercâmbio internacional. CAPÍTULO II A AUTORIZAÇÃO PARA UNCIONAMNTO CURSOS MICINA Art. 3 o A autorização para o funcionamento de curso de graduação em medicina, por instituição de educação superior privada, será precedida de chamamento público, e caberá ao Ministro de stado da ducação dispor sobre: I - pré-seleção dos Municípios para a autorização de funcionamento de cursos de medicina, ouvido o Ministério da Saúde; II - procedimentos para celebração do termo de adesão ao chamamento público pelos gestores locais do SUS; III - critérios para autorização de funcionamento de instituição de educação superior privada especializada em cursos na área de saúde; IV - critérios do edital de seleção de propostas para obtenção de autorização de funcionamento de curso de medicina; e V - periodicidade e metodologia dos procedimentos avaliativos necessários ao acompanhamento e monitoramento da execução da proposta vencedora do chamamento público. o Na pré-seleção dos Municípios de que trata o inciso I do caput, deverá ser considerada, no âmbito da região de saúde: I - a relevância e a necessidade social da oferta de curso de medicina; e II - a existência, nas redes de atenção à saúde do SUS, de equipamentos públicos adequados e suficientes para a oferta do curso de medicina, incluindo, no mínimo, os seguintes serviços, ações e programas: a) atenção básica; b) urgência e emergência; c) atenção psicossocial; d) atenção ambulatorial especializada e hospitalar; e e) vigilância em saúde. 2 o Por meio do termo de adesão de que trata o inciso II do caput, o gestor local do SUS compromete-se a oferecer, para a instituição de educação superior vencedora do chamamento público, a estrutura de serviços, ações e programas de saúde necessários para a implantação e para o funcionamento do curso de graduação em medicina. 3 o O edital previsto no inciso IV do caput observará, no que couber, a legislação sobre licitações e contratos administrativos, exigirá garantia de proposta do participante, e multa por inexecução total ou parcial do contrato, conforme previsto respectivamente no art. 56 e no inciso II do caput do art. 87 da Lei n o 8.666, de 2 de junho de o O disposto neste artigo não se aplica aos pedidos de autorização para funcionamento de curso de medicina protocolados no Ministério da ducação até a data de publicação desta Medida Provisória. CAPÍTULO III A ORMAÇÃO MÉICA NO BRASIL Art. 4 o Para os ingressantes nos cursos de medicina a partir de o de janeiro de 205, a formação do médico abrangerá dois ciclos distintos e complementares entre si, correspondendo: I - o primeiro ciclo, à observância das diretrizes curriculares nacionais, com o cumprimento da carga horária não inferior a sete mil e duzentas horas; e II - o segundo ciclo, a treinamento em serviço, exclusivamente na atenção básica à saúde no âmbito do SUS, com duração mínima de dois anos, conforme regulamentação do Conselho Nacional de ducação - CN, homologada pelo Ministro de stado da ducação. o O segundo ciclo não dispensa o estudante de medicina do estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço supervisionado, em regime de internato, desenvolvido durante o primeiro ciclo do curso e disciplinado em conformidade com as diretrizes curriculares nacionais. 2 o Sem prejuízo da necessária supervisão acadêmica a cargo da instituição de educação superior à qual o estudante de medicina esteja vinculado, o segundo ciclo será realizado sob supervisão técnica de médicos, detentores de título de pós-graduação. 3 o urante a realização do segundo ciclo, é assegurada aos estudantes de medicina a percepção de bolsa custeada pelo Ministério da Saúde, em valor estabelecido em ato do Ministro de stado da Saúde. Art. 5 o Ao estudante de medicina aprovado no primeiro ciclo, conforme certificado expedido pela correspondente instituição de educação superior, será concedida permissão para o exercício profissional da medicina, válida exclusivamente para as atividades do segundo ciclo de formação. o A inscrição no segundo ciclo de formação é condição necessária e suficiente para expedição da permissão de exercício profissional de que trata o caput pelos Conselhos Regionais de Medicina.
2 2 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de o O segundo ciclo de formação é considerado componente curricular obrigatório do curso de graduação em medicina e será inscrito no histórico escolar do estudante. 3 o O diploma de médico somente será conferido ao estudante de medicina aprovado no segundo ciclo de formação. 4 o O segundo ciclo de formação poderá ser aproveitado como uma etapa dos programas de residência médica ou de outro curso de pós-graduação, nos termos definidos pelos Ministérios da ducação e da Saúde, ouvida a Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM. Art. 6 o As instituições de ensino superior promoverão a adequação da matriz curricular dos cursos de medicina para atendimento ao disposto nesta Medida Provisória, nos prazos e na forma definida pelo CN, em parecer homologado pelo Ministro de stado da ducação. Parágrafo único. O CN terá o prazo de cento e oitenta dias, contado da data de publicação desta Medida Provisória, para submeter o parecer referido no caput ao Ministro de stado da ducação. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS CAPÍTULO IV O PROJTO MAIS MÉICOS PARA O BRASIL Art. 7 o ica instituído, no âmbito do Programa Mais Médicos, o Projeto Mais Médicos para o Brasil, que será oferecido: I - aos médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no País; e II - aos médicos formados em instituições de educação superior estrangeiras, por meio de intercâmbio médico internacional. o A seleção e ocupação das vagas ofertadas no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil observará a seguinte ordem de prioridade: I - médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no País; II - médicos brasileiros formados em instituições estrangeiras com habilitação para exercício da medicina no exterior; e III - médicos estrangeiros com habilitação para exercício de medicina no exterior. 2 o Para fins do Projeto Mais Médicos para o Brasil, considera-se: I - médico participante - médico intercambista ou médico formado em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado; e II - médico intercambista - médico formado em instituição de educação superior estrangeira com habilitação para exercício da medicina no exterior. 3 o A coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil ficará a cargo dos Ministérios da ducação e da Saúde, que disciplinarão, por meio de ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde, a forma de participação das instituições públicas de educação superior e as regras de funcionamento do Projeto, incluindo a carga horária, as hipóteses de afastamentos e os recessos. Art. 8 o O aperfeiçoamento dos médicos participantes ocorrerá mediante oferta de curso de especialização por instituição pública de educação superior e envolverá atividades de ensino, pesquisa e extensão, que terá componente assistencial mediante integração ensino-serviço. o O aperfeiçoamento de que trata o caput terá prazo de até três anos, prorrogável por igual período caso ofertadas outras modalidades de formação, conforme definido em ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde. 2 o A aprovação do médico participante no curso de especialização será condicionada ao cumprimento de todos os requisitos do Projeto Mais Médicos para o Brasil e à aprovação nas avaliações periódicas. Art. 9 o Integram o Projeto Mais Médicos para o Brasil: I - o médico participante, que será submetido ao aperfeiçoamento profissional supervisionado; II - o supervisor, profissional médico responsável pela supervisão profissional contínua e permanente do médico; e III - o tutor acadêmico, docente médico que será responsável pela orientação acadêmica. o São condições para a participação do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, conforme disciplinado em ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde: I - apresentar diploma expedido por instituição de educação superior estrangeira; Art. 2. O médico intercambista estrangeiro inscrito no Projeto Mais Médicos para o Brasil fará jus ao visto temporário de aperfeiçoamento médico pelo prazo de três anos, prorrogável por igual período em razão do disposto no o do art. 8 o, mediante declaração da coordenação do projeto. o O Ministério das Relações xteriores poderá conceder o visto temporário de que trata o caput aos dependentes legais do médico intercambista estrangeiro, incluindo companheiro ou companheira, pelo prazo de validade do visto do titular. 2 o Os dependentes legais do médico intercambista estrangeiro poderão exercer atividades remuneradas, com emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social pelo Ministério do Trabalho e mprego. 3 o É vedada a transformação do visto temporário previsto neste artigo em permanente. 4 o Aplicam-se os arts. 30, 3 e 33 da Lei n o 6.85, de 980, ao disposto neste artigo. Art. 3. Os médicos integrantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil poderão perceber bolsas nas seguintes modalidades: I - bolsa-formação; II - bolsa-supervisão; e III - bolsa-tutoria. o Além do disposto no caput, a União concederá ajuda de custo destinada a compensar as despesas de instalação do médico participante, que não poderá exceder a importância correspondente ao valor de três bolsas-formação. 2 o ica a União autorizada a custear despesas com deslocamento dos médicos participantes e seus dependentes legais, conforme dispuser ato conjunto dos Ministros de stado do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Saúde. 3 o Os valores das bolsas e da ajuda de custo a serem concedidas e suas condições de pagamento serão definidos em ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde. Art. 4. O médico participante enquadra-se como segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social - RGPS, na condição de contribuinte individual, na forma da Lei nº 8.22, de 24 de julho de 99. pelo código II - apresentar habilitação para o exercício da medicina no país de sua formação; e III - possuir conhecimentos de língua portuguesa. 2 o Os documentos previstos nos incisos I e II do o sujeitam-se à legalização consular gratuita, dispensada a tradução juramentada, nos termos de ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde. Art. 0. O médico intercambista exercerá a medicina exclusivamente no âmbito das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Projeto Mais Médicos para o Brasil, dispensada, para tal fim, a revalidação de seu diploma nos termos do 2 o do art. 48 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 996. o ica vedado ao médico intercambista o exercício da medicina fora das atividades do Projeto Mais Médicos para o Brasil. 2 o Para exercício da medicina pelo médico intercambista no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil será expedido registro provisório pelos Conselhos Regionais de Medicina. 3 o A declaração de participação do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, fornecida pela coordenação do programa, é condição necessária e suficiente para a expedição de registro provisório pelos Conselhos Regionais de Medicina, não sendo aplicável o art. 99 da Lei n o 6.85, de 9 de agosto de 980, e o art. 7 da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de o O registro provisório será expedido pelo Conselho Regional de Medicina no prazo de quinze dias, contado da apresentação do requerimento pela coordenação do programa de aperfeiçoamento, e terá validade restrita à permanência do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, nos termos do regulamento. 5 o O médico intercambista registrado provisoriamente estará sujeito à fiscalização e ao pagamento das anuidades estabelecidas pelo Conselho Regional de Medicina em que estiver inscrito, conforme legislação aplicável aos médicos inscritos em definitivo. 6 o O médico intercambista não participará das eleições do Conselho Regional de Medicina em que estiver inscrito. Art.. As atividades desempenhadas no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil não criam vínculo empregatício de qualquer natureza. Parágrafo único. icam ressalvados da obrigatoriedade de que trata o caput os médicos intercambistas: I - selecionados por meio de instrumentos de cooperação com organismos internacionais que prevejam cobertura securitária específica; ou II - filiados a regime de seguridade social no seu país de origem, que mantenha acordo internacional de seguridade social com a República ederativa do Brasil. Art. 5. Poderão ser aplicadas as seguintes penalidades aos médicos participantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil que descumprirem o disposto nesta Medida Provisória e nas normas complementares: I - advertência; II - suspensão; e III - desligamento das ações de aperfeiçoamento. o Na hipótese do inciso III do caput, poderá ser exigida a restituição dos valores recebidos a título de bolsa, ajuda de custo e aquisição de passagens, acrescidos de atualização monetária, conforme definido em ato conjunto dos Ministros de stado da ducação e da Saúde. 2 o Na aplicação das penalidades previstas neste artigo, serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, assegurados o contraditório e a ampla defesa. 3 o No caso de médico intercambista, o desligamento do programa implicará o cancelamento do registro provisório e do registro de estrangeiro. 4 o Para fins do disposto no 3 o, a coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil comunicará o desligamento do médico participante ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério da Justiça. Art. 6. As demais ações de aperfeiçoamento na área de atenção básica em saúde em regiões prioritárias para o SUS, voltadas especificamente para os médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado, serão desenvolvidas por meio de projetos e programas dos Ministérios da Saúde e da ducação.
3 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN o As ações de aperfeiçoamento de que trata o caput serão realizadas por meio de instrumentos de incentivo e mecanismos de integração ensino-serviço. 2 o Aplica-se o disposto nos arts., 3, 4 e 5 aos projetos e programas de que trata o caput. CAPÍTULO V ISPOSIÇÕS INAIS Art. 7. Para execução das ações previstas nesta Medida Provisória, os Ministérios da ducação e da Saúde poderão firmar acordos e outros instrumentos de cooperação com organismos internacionais, instituições de educação superior nacionais e estrangeiras, órgãos e entidades da administração pública direta e indireta da União, dos stados, do istrito ederal e dos Municípios, consórcios públicos e entidades privadas, inclusive com transferência de recursos. Art. 8. icam transformadas, no âmbito do Poder xecutivo, sem aumento de despesa, cento e dezessete unções Comissionadas Técnicas - CT, criadas pelo art. 58 da Medida Provisória n o , de 6 de setembro de 200, do nível CT-3, em dez cargos em comissão do Grupo-ireção e Assessoramento Superiores - AS, sendo dois AS-5 e oito AS-4. Art. 9. icam os Ministérios da Saúde e da ducação autorizados a contratar, mediante dispensa de licitação, instituição financeira oficial federal para realizar atividades relacionadas aos pagamentos das bolsas de que trata esta Medida Provisória. Art. 20. ica a mpresa Brasileira de Serviços Hospitalares - BSRH autorizada a conceder bolsas para ações de saúde, a ressarcir despesas, a adotar outros mecanismos de incentivo a suas atividades institucionais, e a promover as ações necessárias ao desenvolvimento do Programa Mais Médicos, observada a Lei n o 2.550, de 5 de dezembro de 20. Art. 2. Poderá ser concedida bolsa para atividades de preceptoria nas ações de formação em serviço nos cursos de graduação e residência médica ofertados pelas instituições federais de educação superior ou pelo Ministério da Saúde. Art. 22. Os médicos participantes e seus dependentes legais ficarão isentos do pagamento das taxas e emolumentos previstos nos arts. 20, 33 e 3 da Lei n o 6.85, de 980, e no ecreto-lei n o 2.236, de 23 de janeiro de 985. Art. 23. Para os efeitos do art. 26 da Lei n o 9.250, de 26 de dezembro de 995, os valores percebidos a título de bolsa prevista nesta Medida Provisória e na Lei n o.29, de 30 de junho de 2005, não caracterizam contraprestação de serviços. Art. 24. O quantitativo dos integrantes dos projetos e programas de aperfeiçoamento de que trata esta Medida Provisória observará os limites dos recursos orçamentários disponíveis. Parágrafo único. As despesas decorrentes da execução dos projetos e programas previstos nesta Medida Provisória correrão à conta de dotações orçamentárias destinadas aos Ministérios da ducação, da efesa e da Saúde, consignadas no Orçamento Geral da União. Art. 25. Os Ministros de stado da ducação e da Saúde poderão editar normas complementares para o cumprimento do disposto nesta Medida Provisória. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Art. 26. A Lei n o 8.745, de 9 de dezembro de 993, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 2 o XI - admissão de professor para suprir demandas excepcionais decorrentes de programas e projetos de aperfeiçoamento de médicos na área de atenção básica em saúde em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde - SUS, mediante integração ensino-serviço, respeitados os limites e as condições fixados em ato conjunto dos Ministros de stado do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Saúde e da ducação...." (NR) "Art. 4º IV - três anos, nos casos das alíneas "h" e "l" do inciso VI e dos incisos VII, VIII e XI do caput do art. 2 o desta Lei;... Parágrafo único pelo código V - no caso dos incisos VII e XI do caput do art. 2 o, desde que o prazo total não exceda seis anos; e..." (NR) Art. 27. sta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 8 de julho de 203; 92 o da Independência e 25 o da República. ILMA ROUSS Aloizio Mercadante Alexandre Rocha Santos Padilha Miriam Belchior CRTO N o 8.040, 8 JULHO 203 Institui o Comitê Gestor e o Grupo xecutivo do Programa Mais Médicos e dá outras providências. A PRSINTA A RPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Medida Provisória n o 62, de 8 de julho de 203, CRTA: Art. o ica instituído o Comitê Gestor do Programa Mais Médicos, de que trata a Medida Provisória n o 62, de 8 de julho de 203. o Compete ao Comitê Gestor, instância de caráter deliberativo, fixar metas e orientar a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação do Programa Mais Médicos. 2 o O Comitê Gestor será composto pelos titulares dos seguintes órgãos: I - Ministério da Saúde, que o coordenará; II - Ministério da ducação; III - Casa Civil da Presidência da República;e IV - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. 3 o Os membros do Comitê Gestor indicarão seus suplentes, que deverão ocupar cargo de Secretário ou equivalente nos respectivos órgãos. 4 o O Comitê Gestor poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicos e privados, e especialistas em assuntos afetos ao tema, para participar de suas reuniões. 5 o O Comitê Gestor aprovará, por maioria absoluta, regimento interno que disporá sobre sua organização e funcionamento e sobre a atuação do Grupo xecutivo. 6 o O regimento interno deverá ser publicado no iário Oficial da União no prazo de noventa dias após a instalação do Comitê. Art. 2 o ica instituído o Grupo xecutivo do Programa Mais Médicos, vinculado ao Comitê Gestor. o Compete ao Grupo xecutivo assegurar, monitorar e avaliar a execução das ações a serem desenvolvidas no âmbito do Programa Mais Médicos, com base nas orientações emitidas pelo Comitê Gestor. 2 o O Grupo xecutivo será composto por um representante de cada um dos órgãos a seguir indicados: I - Ministério da Saúde, que o coordenará; II - Ministério da ducação; III - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; e IV - Casa Civil da Presidência da República. 3 o Os membros titulares e suplentes do Grupo xecutivo serão indicados pelos titulares dos órgãos representados e designados pelo Ministro de stado da Saúde. 4 o O Grupo xecutivo poderá convidar para participar das reuniões representantes de outros órgãos e entidades, públicos e privados, e especialistas em assuntos afetos ao tema, especialmente: I - o Conselho Nacional de Secretários de Saúde - Conass; II - o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - Conasems; III - a Associação Nacional dos irigentes das Instituições ederais de nsino Superior - Andifes; IV - a Associação Brasileira de ducação Médica - Abem; e V - as entidades associativas nacionais médicas e de estudantes de medicina. Art. 3 o A Advocacia-Geral da União e os Ministérios da Justiça, da efesa e das Relações xteriores auxiliarão o Comitê Gestor e seu Grupo xecutivo no desempenho de suas funções, sempre que por estes solicitado. Art. 4 o O Ministério da Saúde exercerá a Secretaria-xecutiva do Comitê Gestor e do Grupo xecutivo e fornecerá o suporte administrativo para seu funcionamento. Art. 5 o A participação na composição do Comitê Gestor e do Grupo xecutivo é considerada serviço público relevante e não enseja remuneração. Art. 6 o O médico intercambista de que trata o inciso II do 2 o do art. 7º da Medida Provisória nº 62, de 203, e que exercerá a medicina nos termos de seu art. 0, será inscrito no Conselho Regional de Medicina que jurisdicionar a área em que o médico intercambista desenvolverá suas atividades. Art. 7 o O pedido de inscrição do registro provisório do médico intercambista deverá ser dirigido ao Presidente do respectivo Conselho Regional de Medicina pela coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil de que trata o 3 o do art. 7 o da Medida Provisória nº 62, de 203. o O pedido será instruído com a declaração de participação do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, fornecida pela coordenação do Projeto, e com cópia de: I - documento que comprove as seguintes informações: a) nome; b) nacionalidade; c) data e lugar do nascimento; e d) filiação; II - documento que comprove a habilitação profissional para exercício de medicina no exterior; e III - diploma expedido por instituição de educação superior estrangeira. 2 o A declaração de participação do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, acompanhada dos documentos previstos no o, é condição necessária e suficiente para a expedição de registro profissional provisório. 3 o O registro profissional provisório será expedido pelo Conselho Regional de Medicina no prazo de quinze dias, contado da apresentação do requerimento pela coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil. 4 o Para inscrição do registro provisório de que trata este artigo não se aplica o disposto nos arts. 2 o e 5 o do ecreto n o , de 9 de julho de 958. Art. 8 o ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 8 de julho de 203; 92 o da Independência e 25 o da República. ILMA ROUSS Aloizio Mercadante Alexandre Rocha Santos Padilha Miriam Belchior CRTO 8 JULHO 203 Abre aos Orçamentos iscal e da Seguridade Social da União, em favor de diversos órgãos do Poder xecutivo, crédito suplementar no valor de R$ ,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente. A PRSINTA A RPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista a autorização contida no art. 4º, caput, incisos I, alíneas "a", "c" e "e", II, VIII, e XII, alínea "b", itens e 3, e º, da Lei nº 2.798, de 4 de abril de 203, CRTA: Art. º ica aberto aos Orçamentos iscal e da Seguridade Social da União (Lei nº 2.798, de 4 de abril de 203), em favor de diversos órgãos do Poder xecutivo, crédito suplementar no valor de R$ ,00 (oitocentos e noventa e nove milhões, quinhentos e vinte e oito mil, novecentos e setenta e nove reais), para atender à programação constante do Anexo I. Art. 2º Os recursos necessários à abertura do crédito de que trata o art. º decorrem de: I - superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial da União do exercício de 202, no valor de R$ ,00 (trezentos e quarenta e oito milhões, trezentos e dezenove mil, seiscentos e treze reais), sendo:
4 4 ISSN a) R$ ,00 (trinta milhões e seiscentos mil reais) de Compensações inanceiras pela xploração de Petróleo, Gás Natural e Outros Hidrocarbonetos luidos, xceto no Pré-Sal ou em Áreas stratégicas; b) R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) de Taxas e Multas pelo xercício do Poder de Polícia e Multas Provenientes de Processos Judiciais; e c) R$ ,00 (duzentos e sessenta e sete milhões, setecentos e dezenove mil, seiscentos e treze reais) de Remuneração das isponibilidades do Tesouro Nacional; II - excesso de arrecadação no valor de R$ ,00 (cento e noventa e quatro milhões, quatrocentos e cinquenta mil, cento e oitenta e cinco reais), sendo: a) R$ ,00 (dezenove milhões, seiscentos e cinquenta e dois mil, trezentos e vinte e quatro reais) de Recursos Próprios Não inanceiros; b) R$ ,00 (cento e trinta e cinco milhões de reais) de Recursos de Convênios; c) R$ 9.284,00 (cento e noventa e um mil, duzentos e oitenta e quatro reais) de oações de ntidades Internacionais; e d) R$ ,00 (trinta e nove milhões, seiscentos e seis mil, quinhentos e setenta e sete reais) de oações de Pessoas ísicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais; e Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 III - R$ ,00 (trezentos e cinquenta e seis milhões, setecentos e cinquenta e nove mil, cento e oitenta e um reais) de anulação parcial de dotações orçamentárias, conforme indicado no Anexo II. Art. 3º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 8 de julho de 203; 92º da Independência e 25º da República. ILMA ROUSS Miriam Belchior ÓRGÃO: Presidência da República UNIA: Presidência da República ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Segurança Institucional do Presidente da República e do Vice-Presidente da República, Respectivos amiliares, e Outras Autoridades Segurança Institucional do Presidente da República e do Vice-Presidente da República, Respectivos amiliares, e Outras Autoridades - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Presidência da República UNIA: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNIA: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S UJ Ciência, Tecnologia e Inovação no Instituto Nacional do Semiárido - INSA UJ 000 Ciência, Tecnologia e Inovação no Instituto Nacional do Semiárido - INSA - Nacional UQ Apoio a xtensão Tecnológica para Inclusão Social e esenvolvimento Sustentável UQ 000 Apoio a xtensão Tecnológica para Inclusão Social e esenvolvimento Sustentável - Nacional Operação e esenvolvimento da Internet na Associação Rede Nacional de nsino e Pesquisa - RNP - OS Operação e esenvolvimento da Internet na Associação Rede Nacional de nsino e Pesquisa - RNP - OS - Nacional Mudanças Climáticas AT I V I A S VA Apoio a Projetos de Pesquisa e esenvolvimento Relacionados às Mudanças Climáticas VA 000 Apoio a Projetos de Pesquisa e esenvolvimento Relacionados às Mudanças Climáticas - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNIA: Conselho Nacional de esenvolvimento Científico e Tecnológico ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S US omento à Pesquisa Voltada para a Geração de Conhecimento, Novas Tecnologias, Produtos e Processos Inovadores US 000 omento à Pesquisa Voltada para a Geração de Conhecimento, Novas Tecnologias, Produtos e Processos Inovadores - Nacional OPRAÇÕS SPCIAIS LV ormação, Capacitação e ixação de Recursos Humanos Qualificados para C,T&I LV 000 ormação, Capacitação e ixação de Recursos Humanos Qualificados para C,T&I - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNIA: undo Nacional de esenvolvimento Científico e Tecnológico ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S Pesquisa, esenvolvimento e isseminação da Matemática na Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA-OS Pesquisa, esenvolvimento e isseminação da Matemática na Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA-OS - Nacional Pesquisa, esenvolvimento e Aplicação da Luz Síncrotron sob a Coordenação do Centro Nacional de Pesquisa em nergia e Materiais - CNPM - OS Pesquisa, esenvolvimento e Aplicação da Luz Síncrotron sob a Coordenação do Centro Nacional de Pesquisa em nergia e Materiais - CNPM - OS - Nacional Operação e esenvolvimento da Internet na Associação Rede Nacional de nsino e Pesquisa - RNP - OS Operação e esenvolvimento da Internet na Associação Rede Nacional de nsino e Pesquisa - RNP - OS - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: Ministério da Justiça ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 PROGRAMÁTICA UNCIO- NAL PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2020 Cidadania e Justiça AT I V I A S Proteção e efesa do Consumidor pelo código
5 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Proteção e efesa do Consumidor - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: epartamento de Polícia Rodoviária ederal ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S G Construção, Ampliação e Reforma das Instalações ísicas da Policia Rodoviária ederal G 000 Construção, Ampliação e Reforma das Instalações ísicas da Policia Rodoviária ederal - Nacional IC stratégia Nacional de Segurança Pública nas ronteiras - NARON IC 000 stratégia Nacional de Segurança Pública nas ronteiras - NARON - Nacional Policiamento Ostensivo nas Rodovias e stradas ederais Policiamento Ostensivo nas Rodovias e stradas ederais - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Justiça AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: epartamento de Polícia ederal ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S Prevenção e Repressão ao Tráfico Ilícito de rogas e a Crimes Praticados contra Bens, Serviços e Interesses da União Prevenção e Repressão ao Tráfico Ilícito de rogas e a Crimes Praticados contra Bens, Serviços e Interesses da União - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Justiça AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: undação Nacional do Índio - UNAI ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: efensoria Pública da União - PU ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2020 Cidadania e Justiça AT I V I A S Prestação de Assistência Jurídica ao Cidadão Prestação de Assistência Jurídica ao Cidadão Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2065 Proteção e Promoção dos ireitos dos Povos Indígenas AT I V I A S Promoção e esenvolvimento Social dos Povos Indígenas Promoção e esenvolvimento Social dos Povos Indígenas - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: undo Penitenciário Nacional - UNPN ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S UH Reestruturação e Modernização do Sistema Criminal e Penitenciário UH 000 Reestruturação e Modernização do Sistema Criminal e Penitenciário - Nacional WS Consolidação do Sistema Penitenciário ederal WS 000 Consolidação do Sistema Penitenciário ederal - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Justiça AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Ministério da efesa ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S X4 Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM X4 000 Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: 52 - Comando da Aeronáutica ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S XA Aprestamento da Aeronáutica XA 000 Aprestamento da Aeronáutica - Nacional Combustíveis e Lubrificantes de Aviação Combustíveis e Lubrificantes de Aviação - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Comando do xército ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S XG Aquisição e Modernização de Meios do xército XG 000 Aquisição e Modernização de Meios do xército Nacional XK Logística Militar Terrestre XK 000 Logística Militar Terrestre - Nacional Manutenção e Suprimento de ardamento Manutenção e Suprimento de ardamento - Nacional P R O J TO S B Aquisição de Sistemas de Artilharia Antiaére a B 000 Aquisição de Sistemas de Artilharia Antiaérea Nacional T5 Sistema Integrado de Monitoramento de ronteiras SISRON T5 000 Sistema Integrado de Monitoramento de ronteiras SISRON - Nacional Implantação do Sistema de Aviação do xército pelo código
6 6 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de Implantação do Sistema de Aviação do xército - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da efesa AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional Assistência Médica e Odontológica aos Servidores Civis, mpregados, Militares e seus e- pendentes Assistência Médica e Odontológica aos Servidores Civis, mpregados, Militares e seus ependentes - Nacional S Auxílio-Alimentação aos Servidores Civis, mpregados e Militares Auxílio-Alimentação aos Servidores Civis, mpregados e Militares - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA TOTAL - GRAL COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Comando da Marinha ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S S Adequação e Construção de Organizações Militares da Marinha S 000 Adequação e Construção de Organizações Militares da Marinha - Nacional XO esenvolvimento Tecnológico da Marinha XO 000 esenvolvimento Tecnológico da Marinha - Nacional XP Aquisição e Modernização de Meios da Marinha XP 000 Aquisição e Modernização de Meios da Marinha Nacional P R O J TO S T7 Tecnologia Nuclear da Marinha T7 000 Tecnologia Nuclear da Marinha - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da efesa AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Aviacao Civil UNIA: undo Nacional de Aviação Civil - NAC ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 207 Aviação Civil AT I V I A S SW ormação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil SW 000 ormação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de ireitos Humanos UNIA: Secretaria de ireitos Humanos ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2062 Promoção dos ireitos de Crianças e Adolescentes AT I V I A S M Promoção, efesa e Proteção dos ireitos da Criança e do Adolescente M 000 Promoção, efesa e Proteção dos ireitos da Criança e do Adolescente - Nacional S TOTAL - ISCAL 0 TOTAL - SGURIA TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Políticas para as Mulheres UNIA: Secretaria de Políticas para as Mulheres ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 206 Política para as Mulheres: Promoção da Autonomia e nfrentamento à Violência AT I V I A S Central de Atendimento à Mulher - Ligue Central de Atendimento à Mulher - Ligue 80 - Nacional Programa de Gestão e Manutenção da Secretaria de Políticas para as Mul h e re s AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Assuntos stratégicos UNIA: Instituto de Pesquisa conômica Aplicada ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: undo do xército ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S Aprestamento do xército Aprestamento do xército - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da efesa AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO pelo código S G N R P M O I U T VA L O R 2038 emocracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública AT I V I A S iagnósticos, Prospecções e stratégias do esenvolvimento Brasileiro iagnósticos, Prospecções e stratégias do esenvolvimento Brasileiro - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Controladoria-Geral da União UNIA: Controladoria-Geral da União ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Controle Interno, Prevenção à Corrupção, Ouvidoria e Correição Controle Interno, Prevenção à Corrupção, Ouvidoria e Correição - Nacional P R O J TO S LM Construção do difício-sede da Controladoria Regional da União no stado do Acre LM 066 Construção do difício-sede da Controladoria- Regional da União no stado do Acre - No Município de Rio Branco - AC TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial UNIA: Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2034 nfrentamento ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial AT I V I A S H omento a Ações Afirmativas e Outras Iniciativas para a Promoção da Igualdade Racial 9.856
7 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN H 000 omento a Ações Afirmativas e Outras Iniciativas para a Promoção da Igualdade Racial - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Portos UNIA: Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANXO I Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (SUPLMNTAÇÃO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Presidência da República UNIA: Presidência da República ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Segurança Institucional do Presidente da República e do Vice-Presidente da República, Respectivos amiliares, e Outras Autoridades Segurança Institucional do Presidente da República e do Vice-Presidente da República, Respectivos amiliares, e Outras Autoridades - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Presidência da República UNIA: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - ITI ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2038 emocracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública AT I V I A S Operacionalização, Manutenção e Modernização da Autoridade Certificadora Raiz da In- fraestrutura da ICP-Brasil Operacionalização, Manutenção e Modernização da Autoridade Certificadora Raiz da Infraestrutura da ICP-Brasil - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNIA: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S UQ Apoio a xtensão Tecnológica para Inclusão Social e esenvolvimento Sustentável UQ 000 Apoio a xtensão Tecnológica para Inclusão Social e esenvolvimento Sustentável - Nacional UT stímulo a Pesquisa, esenvolvimento e Inovação em Tecnologias da Informação e da Co- municação UT 000 stímulo a Pesquisa, esenvolvimento e Inovação em Tecnologias da Informação e da Comu- nicação - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNIA: Conselho Nacional de esenvolvimento Científico e Tecnológico ANXO II UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S US omento à Pesquisa Voltada para a Geração de Conhecimento, Novas Tecnologias, Produtos e Processos Inovadores US 000 omento à Pesquisa Voltada para a Geração de Conhecimento, Novas Tecnologias, Produtos e Processos Inovadores - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNIA: undo Nacional de esenvolvimento Científico e Tecnológico ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 202 Ciência, Tecnologia e Inovação AT I V I A S I4 omento a Pesquisa e esenvolvimento em Áreas Básicas e stratégicas I4 000 omento a Pesquisa e esenvolvimento em Áreas Básicas e stratégicas - Nacional omento à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (CT-Verde Amarelo) omento à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (CT-Verde Amarelo) - Nacional omento a Projetos Institucionais para Pesquisa no Setor de nergia létrica (CT-nerg) omento a Projetos Institucionais para Pesquisa no Setor de nergia létrica (CT-nerg) - Nacional omento a Projetos Institucionais para Pesquisa no Setor de Petróleo e Gás Natural (CT- P e t ro ) omento a Projetos Institucionais para Pesquisa no Setor de Petróleo e Gás Natural (CT-Petro) - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: epartamento de Polícia Rodoviária ederal ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S G Construção, Ampliação e Reforma das Instalações ísicas da Policia Rodoviária ederal G 000 Construção, Ampliação e Reforma das Instalações ísicas da Policia Rodoviária ederal - Na- cional IC stratégia Nacional de Segurança Pública nas ronteiras - NARON IC 000 stratégia Nacional de Segurança Pública nas ronteiras - NARON - Nacional Policiamento Ostensivo nas Rodovias e stradas ederais Policiamento Ostensivo nas Rodovias e stradas ederais - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: epartamento de Polícia ederal ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S U Aprimoramento Institucional da Polícia ederal U 000 Aprimoramento Institucional da Polícia ederal - Nacional pelo código
8 8 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de V2 Implantação, Manutenção e Atualização do Centro Integrado de Inteligência Policial e Análise stratégica - CINTPOL V2 000 Implantação, Manutenção e Atualização do Centro Integrado de Inteligência Policial e Análise stratégica - CINTPOL - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: undação Nacional do Índio - UNAI ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2065 Proteção e Promoção dos ireitos dos Povos Indígenas AT I V I A S Promoção e esenvolvimento Social dos Povos Indígenas Promoção e esenvolvimento Social dos Povos Indígenas - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Comando do xército ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2058 Política Nacional de efesa P R O J TO S B Aquisição de Sistemas de Artilharia Antiaére a B 000 Aquisição de Sistemas de Artilharia Antiaérea - Nacional Implantação do Sistema de Aviação do xército - Nacional Sistema de aviação implantado (percentual de execução física): TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS ÓRGÃO: Ministério da Justiça UNIA: undo Penitenciário Nacional - UNPN ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2070 Segurança Pública com Cidadania AT I V I A S UG Reintegração Social, Alternativas Penais e Controle Social UG 000 Reintegração Social, Alternativas Penais e Controle Social - Nacional WS Consolidação do Sistema Penitenciário ederal WS 000 Consolidação do Sistema Penitenciário ederal - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Justiça AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL Implantação do Sistema de Aviação do xército ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Comando da Marinha ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S XP Aquisição e Modernização de Meios da Marinha XP 000 Aquisição e Modernização de Meios da Marinha Nacional P R O J TO S T7 Tecnologia Nuclear da Marinha T7 000 Tecnologia Nuclear da Marinha - Nacional Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da efesa AT I V I A S Administração da Unidade Administração da Unidade - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Assuntos stratégicos UNIA: Instituto de Pesquisa conômica Aplicada ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2038 emocracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública OPRAÇÕS SPCIAIS M6 Concessão de Bolsas para Pesquisa conômica M6 000 Concessão de Bolsas para Pesquisa conômica - Nacional Bolsa concedida (unidade): TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: 52 - Comando da Aeronáutica ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 ÓRGÃO: Ministério da efesa UNIA: Ministério da efesa ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- G R M I VA L O R NAL TO S N P O U T 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S X4 Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM X4 000 Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO pelo código S G N R P M O I U T VA L O R 2058 Política Nacional de efesa AT I V I A S XA Aprestamento da Aeronáutica XA 000 Aprestamento da Aeronáutica - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Aviacao Civil UNIA: undo Nacional de Aviação Civil - NAC ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 207 Aviação Civil AT I V I A S SW ormação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil SW 000 ormação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL
9 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN ÓRGÃO: Secretaria de ireitos Humanos UNIA: Secretaria de ireitos Humanos ANXO II XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2062 Promoção dos ireitos de Crianças e Adolescentes AT I V I A S M Promoção, efesa e Proteção dos ireitos da Criança e do Adolescente M 000 Promoção, efesa e Proteção dos ireitos da Criança e do Adolescente - Nacional S TOTAL - ISCAL 0 TOTAL - SGURIA TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Políticas para as Mulheres UNIA: Secretaria de Políticas para as Mulheres ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 206 Política para as Mulheres: Promoção da Autonomia e nfrentamento à Violência AT I V I A S A Promoção de Políticas de Igualdade e de ireitos das Mulheres A 000 Promoção de Políticas de Igualdade e de ireitos das Mulheres - Nacional Iniciativa apoiada (unidade): TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Controladoria-Geral da União UNIA: Controladoria-Geral da União ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República P R O J TO S UQ Construção do difício-sede da Controladoria Regional da União no stado do Maranhão UQ 0734 Construção do difício-sede da Controladoria- Regional da União no stado do Maranhão - No Município de São Luís - MA difício construído (percentual de execução física): Presidência da República SPACHOS A PRSINTA A RPÚBLICA MNSAGM N o - 275, de 8 de julho de 203. ncaminhamento ao Supremo Tribunal ederal de informações para instruir o julgamento da Ação ireta de Inconstitucionalidade nº N o - 276, de 8 de julho de 203. ncaminhamento ao Congresso Nacional do texto da Medida Provisória nº 62, de 8 de julho de 203. N o - 277, de 8 de julho de 203. Proposta ao Senado ederal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo, com garantia da República ederativa do Brasil, entre o stado do Rio Grande do Norte e o Banco Internacional para Reconstrução e esenvolvimento - BIR, cujos recursos destinam-se ao financiamento parcial do "Projeto Integrado de esenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Norte - RN Sustentável". N o - 278, de 8 de julho de 203. Proposta ao Senado ederal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo, com garantia da República ederativa do Brasil, entre o stado de Goiás e o Banco Interamericano de esenvolvimento - BI, cujos recursos destinam-se ao financiamento parcial do "Programa de Modernização da Administração azendária do stado de Goiás - PROISCO" US Construção do difício-sede da Controladoria Regional da União no stado da Paraíba US 436 Construção do difício-sede da Controladoria- Regional da União no stado da Paraíba - No Município de João Pessoa - PB difício construído (percentual de execução física): TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial UNIA: Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA SCRTARIA AVIAÇÃO CIVIL 08, 8 JULHO 203 PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 2034 nfrentamento ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial AT I V I A S H omento a Ações Afirmativas e Outras Iniciativas para a Promoção da Igualdade Ra- cial H 000 omento a Ações Afirmativas e Outras Iniciativas para a Promoção da Igualdade Racial - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Secretaria de Portos UNIA: Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANXO II Crédito Suplementar PROGRAMA TRABALHO (CANCLAMNTO) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIO- NAL PROGRAMÁTICA PROGRAMA/AÇÃO/LOCALIZAOR/PROU- TO S G N R P M O I U T VA L O R 20 Programa de Gestão e Manutenção da Presidência da República AT I V I A S Concessão e Regulação dos Serviços e da xploração da Infraestrutura do Transporte Aquaviário Concessão e Regulação dos Serviços e da xploração da Infraestrutura do Transporte Aquaviário - Nacional iscalização dos Serviços e da xploração da Infraestrutura do Transporte Aquaviário iscalização dos Serviços e da xploração da Infraestrutura do Transporte Aquaviário - Nacional TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL Cria o Comitê Interno do Projeto splanada Sustentável - PS e define suas atribuições. O MINISTRO STAO CH A SCRTARIA AVIAÇÃO CIVIL A PRSIÊNCIA A RPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, e considerando a Portaria Interministerial MP/MMA/MM/MS nº 244, de 6 de junho de 202, resolve: Art. º Constituir o Comitê Interno do Projeto splanada Sustentável - CIPS, para supervisionar as atividades relacionadas ao PS no âmbito desta Secretaria. Art. 2º esignar como integrantes do CIPS: I - o Secretário-xecutivo, que o presidirá; II - o iretor do epartamento de Administração Interna; III - o Líder do Projeto no âmbito desta Secretaria; e IV - o Líder do Projeto no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Art. 3º As atribuições do CIPS são as seguintes: I - aprovar o diagnóstico, contendo avaliação inicial, elaborado pelo Grupo Técnico do Projeto splanada Sustentável - GTPS; II - participar de reuniões de acompanhamento do Projeto; III - supervisionar o preenchimento dos dados coletados pelo GTPS; IV - gerenciar o Projeto nas entidades descentralizadas, quando houver; V - acompanhar as ações e metas, incluindo aspectos socioambientais e de redução de desperdício; VI - identificar a destinação para a aplicação dos recursos recebidos em virtude das economias obtidas, conforme consta no inciso II da Cláusula Nona do Termo de Adesão ao PS. Art. 4º O presidente do CIPS poderá instituir grupos de trabalho e subcomitês, de natureza temporária, destinados à execução operacional do PS no âmbito desta Secretaria. Art. 5º Os líderes do Projeto serão responsáveis por garantir, no âmbito das suas unidades, o bom gerenciamento do Projeto. Art. 6º sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. W. MORIRA RANCO 0, 8 JULHO 203 Aprova o Plano Geral de Outorgas para a exploração de aeródromos civis públicos. O MINISTRO STAO CH A SCRTARIA AVIAÇÃO CIVIL A PRSIÊNCIA A RPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição, o art. 24- da Lei nº 0.683, de 28 de maio de 2003, e o art. º do Anexo I do ecreto nº 7.476, de 0 de maio de 20, e considerando o disposto na Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 999, na Lei nº 5.862, de 2 de dezembro de 972, na Lei nº 7.565, de 9 de dezembro de 986, na Lei nº.82, de 27 de setembro de 2005, na Lei nº 2.379, de 6 de janeiro de 20, no ecreto nº 6.780, de 8 de fevereiro de 2009, no ecreto nº 7.624, de 22 de novembro de 20, e no ecreto nº 7.87, de 2 de dezembro de 202, resolve:
10 0 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. º Aprovar, na forma do Anexo a esta Portaria, o Plano Geral de Outorgas - PGO para exploração de aeródromos civis públicos. Art. 2º sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. W. MORIRA RANCO ANXO PLANO GRAL OUTORGAS Capítulo I AS ISPOSIÇÕS PRLIMINARS Art. º O Plano Geral de Outorgas - PGO estabelece diretrizes e modelos para a exploração de aeródromos civis públicos em conformidade com a Política Nacional de Aviação Civil - PNAC. Parágrafo único. Para os fins desta Portaria, a exploração de aeródromos engloba a construção, implantação, ampliação, reforma, administração, operação, manutenção e exploração econômica do aeródromo. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Capítulo II AS POLÍTICAS AS IRTRIZS Art. 2º icam estabelecidas as seguintes diretrizes para execução da PNAC: I - estímulo ao uso do transporte aéreo e ao desenvolvimento da aviação civil; II - estímulo à integração nacional e internacional, com a expansão dos serviços de transporte aéreo doméstico e internacional, aumento do número de localidades atendidas, desenvolvimento das ligações de baixa e média densidade de tráfego e alcance a regiões de difícil acesso; III - monitoramento e adequação contínua da capacidade de infraestrutura aeroportuária civil à expansão da demanda de transporte aéreo; IV - incentivo aos investimentos públicos e privados na aviação civil brasileira, pautados pela segurança jurídica nas relações contratuais; V - manutenção da prestação do serviço adequado nas instalações aeroportuárias civis; VI - estímulo à eficiência nas operações da aviação civil e na gestão da infraestrutura aeroportuária; e VII - estímulo à concorrência. Capítulo III OS MOLOS XPLORAÇÃO Seção I as modalidades de exploração pela União Art. 3º A União explorará os aeródromos por meio: I - do Comando da Aeronáutica - Comaer; II - da mpresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, ou suas subsidiárias; III - de concessão; IV - de autorização; ou V - de delegação a stados, istrito ederal ou Municípios. Seção II os aeródromos explorados pela União Subseção I as iretrizes Gerais Art. 4º Serão explorados pela União, nos termos dos incisos I a IV do art. 3º: I - ao menos o aeródromo de maior relevância para cada capital de stado ou istrito ederal, ainda que situado em Município diverso; II - aeródromos relevantes à integração nacional ou internacional, com base nos critérios de localização, características socioeconômicas, potencial turístico, capacidade operacional, potencial de crescimento e volume movimentado de aeronaves, passageiros ou carga, dentre outros; pelo código III - aeródromos de interesse regional ou local que, na avaliação da SAC-PR, apresentem relevante interesse público, mas que por impossibilidade técnica não sejam explorados por stados, istrito ederal ou Municípios; IV - aeródromos passíveis de exploração por pessoas jurídicas públicas ou privadas mediante autorização; ou V - outros aeródromos cuja exploração seja avocada pela União por razão de interesse público. Parágrafo único. Para análise da relevância, nos termos deste artigo, será considerada a seguinte ordem decrescente de prioridades: I - aeródromos que atendam as capitais de stado ou o istrito ederal, ainda que situado em Município diverso; II - aeródromos que tenham processado, nos 2 meses anteriores à data da análise, movimento acumulado de passageiros embarcados, desembarcados e em conexão, em operações regulares e não regulares, domésticas e internacionais, das empresas brasileiras e estrangeiras de transporte aéreo público regular: a) superior a (cem mil); b) inferior a (cem mil) e superior a.000 (mil); e c) inferior a.000 (mil). Subseção II os aeródromos explorados pelo Comaer Art. 5º O Comaer poderá requerer a exploração de aeródromos civis públicos nos quais prevaleça o uso militar ou por razões estratégicas para a segurança ou defesa nacionais, sem prejuízo da operação dos aeródromos militares. Subseção III os aeródromos explorados por meio de concessão Art. 6º Para determinação da concessão pela União como modalidade adequada para a exploração de um aeródromo, a SAC-PR considerará: I - a relevância do movimento atual ou projetado de passageiros, carga e aeronaves; II - as restrições e o nível de saturação da infraestrutura aeroportuária; III - a necessidade e a premência de obras e investimentos relevantes; IV - a necessidade e a premência de melhorias relevantes de gestão e de ganhos de eficiência operacional; V - o comprometimento na qualidade dos serviços prestados; VI - a concorrência entre aeródromos, com efeitos positivos sobre os incentivos à eficiência do sistema e sobre os usuários; e/ou VII - os resultados econômico-financeiros decorrentes da exploração do aeródromo, promovendo a redução de déficits ou o incremento de superávits, sem comprometimento dos investimentos necessários ou dos níveis de eficiência, qualidade e segurança dos serviços. Art. 7º O processo de concessão deverá considerar a necessidade de promoção da concorrência entre aeródromos e seus efeitos positivos para a eficiência do sistema e adequação do serviço. Subseção IV os aeródromos explorados por meio de autorização Art. 8º Os requerimentos para exploração de aeródromos por meio de autorização serão recebidos e apreciados pela SAC-PR, e encaminhados quando deferidos à Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC para fins de emissão dos respectivos Termos de Autorização. Subseção V os aeródromos explorados pela Infraero Art. 9º Serão explorados pela Infraero os aeródromos previstos no art. 4º, exceto aqueles que sejam explorados por concessão, autorização ou pelo Comaer. Seção III os aeródromos delegados a stados, istrito ederal e Municípios Art. 0. A exploração de aeródromos de interesse regional ou local poderá ser delegada a stados, istrito ederal ou Municípios, mediante celebração de convênio com a União, por meio da SAC-PR, observadas as seguintes condições: I - haja manifesto interesse do stado, istrito ederal ou Município; e II - o stado, istrito ederal ou Município demonstre capacidade técnica para explorar o aeródromo. Art.. Para fins de verificação da capacidade técnica dos stados, istrito ederal e Municípios para exploração do aeródromo, a SAC-PR poderá solicitar do ente federativo interessado: I - a apresentação de estudos, planos ou projetos de exploração e de investimentos no aeródromo; e II - a assunção de obrigações e metas específicas de gestão, investimentos ou qualidade, dentre outras. Parágrafo único. A apresentação de estudos, planos ou projetos de exploração e de investimentos será obrigatória no caso de: I - aeródromos com movimentação semelhante à estabelecida na alínea "a" do inciso II do parágrafo único do art. 4º; ou II - aeródromos considerados relevantes pela SAC-PR, com base em critérios de localização, características socioeconômicas, potencial turístico, capacidade operacional, potencial de crescimento e volume movimentado de aeronaves, passageiros ou carga, dentre outros. Art. 2. Os stados, istrito ederal e Municípios poderão explorar indiretamente a infraestrutura delegada, observadas as condições estabelecidas nos convênios de delegação e no ecreto nº 7.624, de 22 de novembro de 20. Capítulo IV OS PLANOS OUTORGA SPCÍICOS Art. 3. Com base nas análises pertinentes, conforme critérios deste PGO, a SAC-PR elaborará os Planos de Outorga specíficos - PO para cada aeródromo, indicando o modelo a ser adotado para a sua exploração. Art. 4. A aprovação dos PO será formalizada mediante: I - publicação de Portaria da SAC-PR, atribuindo à Infraero ou ao Comaer a exploração do aeródromo; II - publicação de Portaria da SAC-PR, declarando que o aeródromo deverá ser explorado mediante concessão ou autorização, a ser conduzida pela Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, em procedimento próprio; ou III - celebração de convênio com o ente federativo interessado, por intermédio da SAC-PR. Art. 5. A aprovação do PO não substitui nem dispensa as deliberações de outros órgãos ou entidades da administração pública necessárias à exploração do aeródromo, incluindo as do órgão responsável pelo controle do espaço aéreo, da ANAC, as de licenciamento ambiental e as relacionadas a requisitos de zoneamento, sem prejuízo de outras. Parágrafo único. A aprovação do PO não vincula a decisão da ANAC sobre a homologação do aeródromo. Art. 6. No caso de aeródromos civis públicos com Zoneamento Civil/Militar, os PO aplicar-se-ão às áreas civis dos respectivos aeródromos. Capítulo V AS ISPOSIÇÕS INAIS TRANSITÓRIAS Art. 7. Os instrumentos de delegação em vigor aplicáveis a cada aeródromo civil público permanecem vigentes, conforme seus termos, salvo quando aprovados novos PO. Art. 8. Somente poderão ser homologados como aeródromos civis públicos pela ANAC aqueles que forem enquadrados em uma das hipóteses de exploração previstas neste PGO, por meio da aprovação de PO, observado o disposto no art. 2, do ecreto nº 7.624, de 22 de novembro de 20.
11 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Parágrafo único. A extinção do PO será comunicada à ANAC para que proceda a revogação da homologação de que trata o art. 30, º, da Lei nº 7.565, de 9 de dezembro de 986. Art. 9. A SAC-PR deverá diligenciar no sentido de regularizar a situação de aeródromos sem PO no prazo de até 5 (cinco) anos. Parágrafo único. urante o prazo do caput ou até efetivada a regularização desses aeródromos, a ANAC dará ciência à SAC-PR das solicitações de reabertura ao tráfego daqueles aeródromos interditados por descumprimento de requisitos técnicos e das solicitações de alteração cadastral daqueles que postularem alterações dos registros de características físicas. AGÊNCIA NACIONAL AVIAÇÃO CIVIL RSOLUÇÃO N o 277, 8 JULHO 203 Aprova a menda nº 02 ao Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 35. A IRTORIA A AGÊNCIA NACIONAL AVIA- ÇÃO CIVIL - ANAC, no uso da competência que lhe confere o art., inciso V, da Lei nº.82, de 27 de setembro de 2005, considerando o disposto no art. 8º, incisos X e XXX, e tendo em vista o que consta no processo nº /202-29, deliberado e aprovado na Reunião eliberativa da iretoria realizada em 2 de julho de 203, resolve: Art. º Aprovar a menda 02 ao Regulamento Brasileiro da Aviação Civil - RBAC nº 35, intitulado "Requisitos operacionais: operações complementares e por demanda", consistente na inclusão da seção e alteração da seção e parágrafo 35.77(b)(), os quais passam a vigorar com a seguinte redação: " Conjunto de Primeiros Socorros Ninguém pode operar uma aeronave transportando passageiros a menos que essa aeronave possua a bordo um conjunto de primeiros socorros para tratamento de ferimentos que possam ocorrer a bordo ou em acidentes menores. O conjunto deve ser apropriadamente embalado e posicionado de modo a ser prontamente visível e acessível pelos ocupantes da aeronave, devendo conter os itens especificados no parágrafo 35.77(b)(). O requerido no parágrafo (b)()(xviii) dessa seção é opcional para aeronaves com capacidade para 9 assentos ou menos". " Requisitos de equipamentos de emergência para aeronaves tendo uma configuração para passageiros com mais de 9 assentos (a) Ninguém pode operar uma aeronave tendo uma configuração para passageiros com mais de 9 assentos, a menos que essa aeronave possua a bordo equipamentos de emergência que devem ser prontamente acessíveis aos tripulantes na cabine de comando ou de passageiros, cuidadosamente guardados em local seguro e livre de poeira, umidade ou temperaturas que possam danificá-los. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL (b) e acordo com o parágrafo anterior, o detentor de certificado deve levar a bordo os seguintes equipamentos de emergência: () um conjunto de primeiros socorros, aprovado, para tratamentos de ferimentos possíveis de ocorrer a bordo ou em acidentes menores, contendo os seguintes itens: (i) uma lista do conteúdo; (ii) swabs ou algodões anti-sépticos (pacote com 0); (iii) atadura simples ou adesiva: 7.5 cm 4.5 m (ou tamanho aproximado); (iv) atadura triangular e alfinetes de segurança (tipo "de fraldas"); (ix) fitas (curativos) adesivas estéreis (ou equivalente); (x) toalhas pequenas ou lenços umedecidos com substâncias anti-sépticas; (xi) protetor (tampão), ou fita, ocular; (xii) tesoura de ponta redonda com lâminas de comprimento inferior a 6 cm medidos a partir do eixo; (xiii) fita adesiva, cirúrgica:.2 cm 4.6 m; (xiv) pinças; (xv) luvas descartáveis (múltiplos pares); (xvi) termômetros (não-mercurial); (xvii) máscara de ressuscitação boca-a-boca com válvula unidirecional; (xviii) ressuscitador/reanimador (AMBU) em silicone; (xix) manual de primeiros socorros, versão atualizada; (xx) formulário de registro de eventos mórbidos a bordo; (xxi) analgésicos de ação leve a moderada (que não necessite prescrição médica); (xxii) antieméticos (que não necessite prescrição médica); (xxiii) descongestionante nasal (que não necessite prescrição médica); (xxiv) antiácido (que não necessite prescrição médica); e (xxv) antihistamínico (que não necessite prescrição médica)" Art. 2º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MARCLO PACHCO OS GUARANYS iretor-presidente N o - 66, 8 JULHO 203 efere pedido de isenção temporária de cumprimento ao parágrafo 2.344(d), do RBAC 2. A IRTORIA A AGÊNCIA NACIONAL AVIA- ÇÃO CIVIL - ANAC, no uso da competência que lhe confere o art., V, da Lei n o.82, de 27 de setembro de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 8 o, X, e o que consta no Processo n o /203-02, deliberado e aprovado na Reunião eliberativa da iretoria realizada em 2 de julho de 203, decide: Art. º eferir, conforme peticionado pela mpresa PAS- SARO Linhas Aéreas e nos termos da Nota Técnica n o 38/203/GTPN/SAR, o pedido de isenção temporária de cumprimento do parágrafo 2.344(d), do RBAC 2, relativo aos gravadores digitais de dados de voo dos três aviões categoria transporte, modelo ATR , MSN 572, MSN 575 e MSN 593, observados os seguintes termos: I - a isenção vigorará pelo prazo de 8 (dezoito) meses contados da publicação desta ecisão;. SCRTARIA XCUTIVA 66, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO XCUTIVO O MINISTÉRIO A AGRICULTURA, PCUÁRIA ABASTCIMNTO, no uso da competência que lhe foi atribuída pela alínea "a", do inciso II e parágrafo único, todos do art. 6 o do ecreto n o 7.27, de 04 de março de 200, tendo em vista o disposto no ecreto n o.590, de 0 de agosto de 995, no ecreto n o.867, de 7 de abril de 996, o disposto na Portaria Ministerial n o 494, de 04 de julho de 203, resolve: Art. o Alterar o artigo da Portaria S/MAPA n o 29, de 03 de agosto de 202, publicada no iário Oficial da União de 06 subsequente, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art..... o As unidades de gestão de pessoas, dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro, dos órgãos específicos e singulares (Secretarias, CPLAC e INMT), das unidades descentralizadas (SAs e LANAGROS), são as Unidades Administrativas responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização das folhas de frequência dos servidores e empregados públicos sob sua subordinação, supervisão e controle. (NR) 2 o O comprovante mensal da frequência individual dos servidores e empregados públicos deverá ser assinado pelo chefe imediato e arquivado na Coordenação-Geral de Administração de Pessoas ou nas unidades de gestão de pessoas das unidades descentralizadas, da Comissão xecutiva do Plano da Lavoura Cacaueira e do Instituto Nacional de Meteorologia. (NR) 3 o Os relatórios gerenciais com todos os registros de freqüência dos servidores deverão ser encaminhados, juntamente com as folhas de ponto originais assinadas, à Coordenação-Geral de Administração de Pessoas ou às unidades de gestão de pessoas, até o 5 o (quinto) dia útil do mês subsequente, para processamento. (NR) Art. 2 o As Unidades Administrativas deverão, num prazo de 30 dias, a contar de 04 de julho de 203, providenciar a remessa às unidades de gestão de pessoas das folhas de ponto que permaneceram sob sua guarda no período de julho de 202 a julho de 203. Art. 3 o sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. CONSLHO NACIONAL SNVOLVIMNTO CINTÍICO TCNOLÓGICO IRTORIA GSTÃO TCNOLOGIA A INORMAÇÃO SPACHO O IRTOR m o - de julho de 203 II - durante o período de vigência da isenção, a PASSARO Linhas Aéreas deverá cumprir o requisito de gravação de parâmetros especificado pelo Part-CAT, "AMC2 CAT.I.A.90 light ata Rec o rd e r ", item (b), da uropean Aviation Safety Agency - ASA. III - deverá encaminhar mensalmente à ANAC, até o último dia de cada mês, relatório contendo evidências objetivas da evolução das ações empreendidas com vistas ao cumprimento dos requisitos objeto de isenção, após o término de sua vigência. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Art. 2º sta ecisão entra em vigor na data de sua publicação. MARCLO PACHCO OS GUARANYS iretor-presidente JOSÉ GRARO ONTLLS (v) compressa para queimaduras: 0 cm 0 cm (ou tamanho aproximado); (vi) compressa estéril: 7.5 cm 2 cm (ou tamanho aproximado); (vii) gaze estéril: 0.4 cm 0,4 cm (ou tamanho aproximado); 499 a - RLAÇÃO RVALIAÇÃO CRNCIAMNTO - LI 8.00/90 NTIA C R N C I A M N TO CNPJ undação Universidade ederal do Acre / / (viii) fita adesiva: 2,5 cm (rolo); pelo código RNSTO COSTA PAULA
12 2 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203. Ministério da Cultura UNAÇÃO NACIONAL ARTS 266, 8 JULHO 203 O Presidente da undação Nacional de Artes - unarte, no uso das atribuições que lhe confere o inciso V artigo 4 do statuto aprovado pelo ecreto nº de 07/04/2004, publicado no.o.u. de 08/04/2004, em conformidade com a Portaria nº 255 de 6 de agosto de 202, publicada no.o.u. de 20 de agosto de 202, que regulamentou o dital Prêmio unarte de Música Brasileira, resolve tornar público o seu resultado final dos Módulos A e B: MÓULO A Proponente Projeto Cidade U AÃO SOUZA LANIM IV NCONTRO RGIONAL BANAS MÚSICA LAGOA GRAN-MG LAGOA GRAN MG ASSOCIAÇÃO OLCLÓRICA TAMBOR CRIOULA ART NOSSA TOAAS O TAMBOR CRIOULA ART NOSSA SÃO LUÍS MA BTHÂNIA BARBOSA BRANÃO NO SUB RINO OS PSICOÉLICOS RIO JANIRO RJ ANILA PICARLLI O AMARAL GURGL GURGL QUARTTO SÃO PAULO SP ANILLY MAYARA ANTAS MIROS TRYÁ: TRILHANO NOVOS CAMINHOS JOÃO PSSOA PB IMILSON PRIRA ARAÚJO BANA MÚSICA 3 STMBRO CASTLO O PIAUÍ PI MRSON A SILVA LISMINO PROJTO TAPUIA RCI P RIC OS SANTOS BARBOSA LABORATÓRIO-OICINA: CRIAÇÃO PAIS ITOS SONOROS - COLABORAÇÃO PROISSIONAL SÃO PAULO SP TCNOLÓGICA ILIP JOSÉ ZANIBONI MALISKA NTRVRO INSTRUMNTAL CAPINZAL SC RANCISCO GLAUCIO SOUZA ALIBIO PROJTO RONCO OS TAMBORS O RTA L Z A C GIRAMUNO CONSULTORIA CULTURAL LTA. CIRCULAÇÃO SHOWS O GRUPO ILARMÔNICA PASÁRGAA - C O HÁBITO A ORÇA SÃO PAULO SP INSTITUTO SIMPLÍCIO OLIVIRA (ISO) OICINAS SANONA - SANONIROS O IGUARÁ VARGM GRAN MA JOAQUIM CARLOS PINTO NAZARIO UO NAZARIO - AMÁLGAMA/ MÚSICA INSTRUMNTAL INVNÇÃO COTIA SP JONAS GONÇALVS A ROCHA CANTOS YAWANAWÁ RIO JANIRO RJ JOSVALO ALMIA SILVA VIOLINHA POPULAR BRASILIRA CONCIÇÃO O COITÉ BA LUIZ ANTONIO VIIRA VIOLAS RIMAS PARA CRIANÇAS I TA P T I N I N G A SP LUIZ SBASTIÃO JUTTL GRAVAÇÃO O C CHORO A QUATRO LORIANÓPOLIS SC MARIA GRIGOROVA GORGIVA A OBRA MUSICAL O SU ICO - UM MÚSICO O BIRAÃO O AMAZONAS MANAUS AM MURILO ALVS PRIRA CIRANA SAX M: SONORIAS MATO-GROSSNSS VÁRZA GRAN MT NÚCLO ORMAÇÃO POPULAR AMÍLIA HIP HOP PRÊMIO ZUMBI HIP HOP 202 SANTA MARIA RICARO VIGNINI VIOLA CAIPIRA UAS GRAÇÕS SÃO PAULO SP SANA SHIBATA (MI) MÁRCIO OLIVIRA: TROMPT SOLO PARA MÚSICA POPULAR PRNAMBUCANA UCAÇÃO MUSICAL RCI P THOPHILO AUGUSTO BARROS NTO GRAVAÇÃO O C " VIOLÃO & VOZ " SÃO PAULO SP COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS MÓULO B Proponente Projeto Cidade U AGNOR VIIRA ABRU CANIIRO CULTURAL TRSINA PI ALGAZARRA CULTURA NTRTNIMNTO LTA. M MÚSICAS PARA SAUAR JORG AMAO RIO JANIRO RJ AMANA CRISTINA SOUZA PROMOÇÕS CULTURAIS RNANO CORRÊA COMBO SANTO ANRÉ SP APM O CMA ORIVAL ROSSI OICINA MÚSICA - JOVNS PSQUISAORS PRAÓPOLIS SP ARINI CULTURAL PROMOÇÃO VNTOS LTA. ALGRIA NOS OS SÃO PAULO SP AVBM - ASSOCIAÇÃO OS VOLUNTÁRIOS PARA O BM COMUM O ALUMIOSO JUAZIRO O NORT C CRIOULA CARIOCA PROJTOS CULTURAIS ONOGRÁICOS LTA. M NCONTRO MÚSICOS NO CARAÇA - 2ª IÇÃO RIO JANIRO RJ IOGO TRINA OS SANTOS GRAVAÇÃO C - CIA BUMBA ÓPRA SÃO LUIS MA UORIA PAULISTANA PROUÇÕS ARTÍSTICAS LTA. ALGUÉM IRÁ - PRO ALTÉRIO BRUNO PIAZZA SÃO PAULO SP WLTR SIQUIRA ROCHA A MORT SJA LOUVAA: MAPAMNTO, RGISTRO RCONSTITUIÇÃO OS ANTIGOS CANTOS O RTA L Z A C SNTINLA O SRTÃO O CARIRI RANCISCO HUILM RORIGUS LUZIAS SOBRAL C GUILHRM IBIAS SANCHS INVNSOM: PIXINGANO PORTO ALGR RS ILANA VOLCOV 70 SÃO PAULO SP JAN PRSSR & CIA S/S LTA. SUÍT MARIA BONITA OUTRAS VRAS PORTO ALGR RS JONAS HOCHRMAN CORRÊA JONAS HOCHRMAN - GRAVAÇÃO C RIO JANIRO RJ LOUIS WOOLLY LOUIS WOOLLY CACÁ MALAQUIAS: CIRCULAÇÃO SHOWS OICINAS SÃO PAULO SP M. GABRIL PROJTOS PROUÇÕS LTA. SMANO JARINIROS SÃO PAULO SP MARCLO MARCOS MARTINS MÚSICA BRASILIRA AO SOM A ORQUSTRA ATLÂNTICA NITRÓI RJ PARABOLÉ UCAÇÃO CULTURA LTA. LÊ PIOLÉ CURITIBA PR RICARO ASSIS KANJI UMA VIAGM MUSICAL PLO BRASIL SÃO PAULO SP SCRTARIA OMNTO INCNTIVO À CULTURA 352, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO OMNTO INCNTIVO À CUL- TURA, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a Portaria nº 7 de 2 de janeiro de 200 e o art. 4º da Portaria nº 20, de 30 de março de 200, resolve: Art. - Aprovar projetos culturais, relacionados nos anexos I e II à esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no º do artigo 8 e no artigo 26 da Lei n.º 8.33, de 23 de dezembro de 99, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 999. Art. 2 - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. HNILTON PARNT MNZS ANXO I ÁRA: ARTS CÊNICAS - (ART.8, º) º ROIO INTRNACIONAL O MRCOSULPROGRAMAÇÃO ARTISTICA Açoriana - Associação de Cultura, ventos e Promoções CNPJ/CP: / Processo: /20-3 RS - Santo Antônio da Patrulha Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 09/07/203 a 3/2/203 Resumo do Projeto: Realizar com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, dentro do consagrado Rodeio Internacional do Mercosul, programação e premiação artística voltada a diferentes categorias de danças tradicionalistas gaúchas, assim como a realização de três apresentações de dança. pelo código ncontro de tnias SUL IRAS LTA-M CNPJ/CP: / Processo: /20-3 RS - Nova Prata Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 09/07/203 a 3/2/203 Resumo do Projeto: O projeto visa à realização de um festival de danças com a participação de grupos folclóricos que representem a pluralidade étnica da formação cultural do nosso stado, no município de Ronda Alta ncontro Cultural de Tupandi/203 Centro de Tradições Gaúchas stancia do Salvador CNPJ/CP: / Processo: /20-3 RS - Tupandi Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 09/07/203 a 30//203 Resumo do Projeto: Realizar o primeiro "ncontro Cultural de Tupandi", incluindo a participação dos melhores valores da música e dança gaúcha, realizando um conjunto de provas artísticas como a Chula, eclamação, Gaita Ponto e Gaita Piano, Tertúlia Musical e ança Tradicional, difundindo a cultura no RS, especialmente a arte da dança gaúcha para mais de 0 mil pessoas, que contará com 50 apresentações aproximadamente, entre profissionais e participantes Cabaré Quarteto Siqueira Campos Produções Artísticas Ltda CNPJ/CP: / Processo: /20-3 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 09/07/203 a 3/2/203 Resumo do Projeto: Com direção de Joelson Gusson e dramaturgia de abio Porchat, Cabaré Quarteto conta a história de uma trupe de 4 artistas que ANTONIO GRASSI viajam pelo país com seu show de variedades em busca da afirmação e da pura e simples sobrevivência. O espetáculo pretende realizar temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro com apresentações de Quinta a omingo. Quantidade de apresentações do espetáculo: 32 apresentações. ÁRA : 6 HUMANIAS : LIVROS VALOR ARTÍSTICO, LITRÁRIO OU HUMANÍSTICO (ART. 8) Livro de otografia Iemanjá Rio de Janeiro. Bruno alcão CNPJ/CP: / Processo: /20-3 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,74 Prazo de Captação: 09/07/203 a 3/2/203 Resumo do Projeto: Livro de fotografia sobre Iemanjá no Rio de Janeiro, um documentário inédito com a intenção de aproveitar toda a popularidade e aceitação do orixá mais querido do Brasil, um dos únicos aceitos por pessoas de outras religiões, para tentar conscientizar a população contra intolerância religiosa, preservação da natureza durante os rituais religiosos nas praias, além de divulgar e preservar nossa cultura. ANXO II ÁRA: 3 MÚSICA M GRAL - (ART. 26) isco e Turnê Beissá PAULO VINICIUS GIL CASTRO CUNHA CNPJ/CP: / Processo: /20-3 GO - ormosa
13 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 09/07/203 a 3/2/203 Resumo do Projeto: Produção de novo álbum do cantor e violonista Beissá e lançamento em turnê de shows pelo Brasil. 353, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO OMNTO INCNTIVO À CUL- TURA, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a Portaria nº 7 de 2 de janeiro de 200 e o art. 4º da Portaria nº 20, de 30 de março de 200, resolve: Art. - Prorrogar o prazo de captação de recursos dos projetos culturais, relacionados nos anexos I e II à esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no º do artigo 8 e no artigo 26 da Lei n.º 8.33, de 23 de dezembro de 99, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 999. Art. 2º - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. HNILTON PARNT MNZS XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código ANXO I ÁRA: ARTS CÊNICAS - (ART.8, º) MNINO, VOU T CONTÁ! 7 ART PROUÇÕS ARTÍSTICAS LTA CNPJ/CP: / PR - Curitiba Período de captação: 0/07/203 a 3/2/ Voca People - Tour Brasil Bsb Agencia de Produção de ventos Ltda CNPJ/CP: / Brasília Período de captação: 0/07/203 a 3/2/203 ÁRA: 3 MÚSICA INSTRUMNTAL/RUITA - (ART.8, º) O SOM INSTRUMNTAL BH YCO Promoções e Produções de ventos Ltda. CNPJ/CP: / MG - Belo Horizonte Período de captação: 0/07/203 a 3/2/ , 8 JULHO , 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO OMNTO INCNTIVO À CUL- TURA, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a Portaria nº 7 de 2 de janeiro de 200 e o art. 4º da Portaria nº 20, de 30 de março de 200, resolve: Art. º - Aprovar a alteração da razão social do projeto abaixo relacionado: PRONAC: "ComediaTour", portaria de aprovação n.º 88/3 de 6 de abril de 203 e publicado no.o.u em 7 de abril de 203 Onde se lê: Infinito Cultural Ltda Leia-se: Infinito Cultural - IRLI Art.2º - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. HNILTON PARNT MNZS O SCRTÁRIO OMNTO INCNTIVO À CULTURA, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a Portaria nº 7 de 2 de janeiro de 200 e o art. 4º da Portaria nº 20, de 30 de março de 200, bem como no item 8. do dital de Intercâmbio nº /203, da Secretaria de omento e Incentivo à Cultura, publicado na Seção 3 do iário Oficial da União de 5 de agosto de 202, resolve: Art. º - Selecionar e convocar, em observância aos subitens 4.4 e 8.3 do dital de Intercâmbio n. /203 da Secretaria de omento e Incentivo à Cultura, o requerimento classificado em lista de espera, para participação em eventos culturais cujas viagens estejam previstas para julho de 203: I - Requerimentos de grupos: PROCSSO PRONAC RQURNT TÍTULO O PROJTO TÍTULO O VNTO ORIGM (U) STINO PONTUAÇÃO BNICIÁRIOS VALOR O BNÍCIO / lavia Andrade Mafra / Graveola e o lixo polifonico Turne de Lancamento do Graveola e o lixo Polifônico - Turnê de Lançamento do C u preciso de um li- MG Portugal R$ ,00 C u quidificador, uropa 203 preciso de um liquidificador - uropa 203 Art. 2º - A homologação do benefício apenas ocorrerá mediante as condições estabelecidas na Portaria Sefic-MinC n. 335/203, publicada na seção do iário Oficial da União de 28 de junho de 203 e ao cumprimento das obrigatoriedades legais, fiscais e documentais, conforme item 9 do certame. Art.3º - oram disponibilizados R$ ,00 (duzentos e setenta e seis mil reais) para o presente período, divididos entre os quatro eixos e as duas categorias de requerimentos, observados os subitens 0.5, 0.7, 0.7. e 0.8 do dital de Intercâmbio n. /203. Art.4º - O atendimento e a distribuição dos recursos financeiros serão feitos em ordem decrescente de pontuação para cada categoria, em observância ao item 04 e aos subitens 8.0, 8.2, 0.7, 0.7. e 0.8 do dital de Intercâmbio n. /203. Art. 5º - No caso de requerimentos de grupos, os recursos financeiros serão creditados nas contas bancárias dos beneficiários indicados pelo requerente. Art. 6º - A indicação dos beneficiários deverá ser apresentada pelo requerente, juntamente com a documentação complementar a que se refere o item 09 do dital de Intercâmbio n. /203, observadas eventuais recomendações da Comissão de Avaliação e Seleção do Programa de Intercâmbio e ifusão Cultural. Art.7º - Os candidatos selecionados que não cumprirem as obrigatoriedades documentais ou que deixarem de cumprir as condições legais, fiscais e documentais incidentes, perderão o benefício. Art. 8º - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação.. Ministério da efesa COMANO A ARONÁUTICA GABINT O COMANANT RTIICAÇÃO Na ementa da Portaria nº.79/gc3, de º de julho de 203, publicada no iário Oficial da União nº 26, de 3 de julho de 203, Seção, folha 8, onde se lê: "Revoga a Portaria nº 580/GC3, de 23 de agosto de 202, que institui a Comissão Permanente de Avaliação de ocumentos Sigilosos do Comando da Aeronáutica e dá outras providências.", leia-se: "Revoga a Portaria nº 580/GC3, de 23 de agosto de 200, que institui a Comissão Permanente de Avaliação de ocumentos Sigilosos do Comando da Aeronáutica e dá outras providências." COMANO A MARINHA TRIBUNAL MARÍTIMO S C R TA R I A - G R A L IVISÃO OS SRVIÇOS CARTORIAIS XPINT OS XMOS. SRS. JUÍZS RLATORS Proc. nº 23.84/08 - R/ "JOSÉ NTO I" Relator : Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Amadeu Moreira (Condutor) efensor : r. duardo Cesar Paredes de Carvalho (PU/RJ) Representado : J.. Lobo - PP (Proprietária) - Revel espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº /09 - N/M "TRVO NORT" Relator : Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representado : Wilson Luiz Marques (Comandante) Advogado : ra. Renata Martins da Rosa - (OAB-RS 37.97) Representados : Mario Vargas Bittencourt (Resp. pela Navegação) - Revel Navegação Aliança Ltda. (Proprietária/Armadora) Advogado : r. abiano Lima de Morais - (OAB-RS ) espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº /09 - R/M "BRTOLINI LV" Relator : Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha PM : ra. Aline Gonzalez Rocha Representação de Parte: Autor : Transportes Bertolini Ltda. Advogado : r. Pedro Calmon ilho Representado : Raimundo Reinaldo Magalhães Mesquita (Comandante) - Revel espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº / - mbarcações "P-3" e outra Relator : Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Anibal Balieiro Machado (Comandante) Advogado : r. João Veloso de Carvalho - (OAB-PA 3.66) espacho : "ncerro a Instrução." : "À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº /2 - N/M "ALMAHMOU XPRSS" Relator : Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Marcelino Abapo ilão (Tripulante) efensora : ra. Maria Joanna Pacheco e Chaves - (PU/RJ) espacho : "Ao Representado para Provas." Prazo : "05 (cinco) dias." Proc. nº /0 - mbarcação sem nome Relator : Juiz Marcelo avid Gonçalves PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representados : Renilson Tavares Moraes (Condutor inabilitado) - Revel Adervaldo (Proprietário da mbarcação) efensor : r. raldo Silva Junior (PU/RJ) espacho : "Aos Representados para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº 26.46/ - mbarcação "CO WARRIOR" Relator : Juiz Marcelo avid Gonçalves PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : José Alves Luz (imediato) Advogado : r. Rafael aissol Janot de Matos - (OAB/RJ ) Representados : Nacelio vangelista Pereira (Marinheiro de Convés) : José da Arimatéia Soares da Silva (Comandante) efensor : r. eliciano de Carvalho - (PU/C) espacho : "efiro o pedido de gratuidade de fls. 283 em relação aos 2º e 3º Representados. Aberta a instrução, à PM para Provas." Proc. nº 26.44/ - Plataforma "PTROBRAS X" Relator : Juiz ernando Alves Ladeiras HNILTON PARNT MNZS PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representados : Carlos Roberto do spírito Santo (Soldador) Humberto José arias Juventude (Técnico de Segurança) Advogado : r. Leandro loy Sousa - (OAB 3.463) espacho : "Aos Representados, para conhecerem dos documentos acordados às folhas 280 a 290 e para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº /2 - B/M "COMT NUNS" Relator : Juiz ernando Alves Ladeiras PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representados : Pedro Nunes (Proprietário/ncarregado) Pedro Paulo de Castro Nunes Advogado : r. Possidônio da Costa Neto - (OAB/PA 344) Representado : Odail Rodrigues Belem (Comandante) - Revel espacho : "Aos Representados para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº 26.63/2 - mbarcação sem nome Relator : Juiz ernando Alves Ladeiras PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : José Luiz ernandes e Silva de Almeida (Proprietário)- Revel espacho : "Ao Representado para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº /2 - N/M "MARINR II" Relator : Juiz ernando Alves Ladeiras PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Pedreiras Transportes do Maranhão LTA (Operador Portuário) Advogado : r. Adilton Souza Silva - (OAB/MA 6866) Representado : Paulo Sérgio Marques dos Reis (Operador de Máquinas) Advogado : r. Adriano utra merick - (OAB/PR 45.33) espacho : "Considerando o não cumprimento do meu despacho de fl. 62, publicado no OU nº 98, de 23/05/203 e com prazo expirado em 03/06/203, conforme Certidão de fl. 64, encerro a Instrução. À. Procuradoria, para Alegações inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº / - N/M "SÃO OMINGOS II S" Relator : Juiz Sergio Bezerra de Matos PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Renato Rodrigues Rebelo (Proprietário) Advogado : r. Vivaldo Machado de Almeida - (OAB/PA 3764) Representado : Benedito dos Reis Lobato (Comandante) Advogado : r. José Assunção Marinho dos Santos ilho - (OAB/PA. 74 ) Representado : Raimundo Santana Teixeira (Responsável) espacho : "m face do cumprimento do Mandado de Citação à fl.
14 4 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de e da Certidão à fl. 77, declaro a revelia do Representado Raimundo Santana Teixeira." Proc. nº /2 - B/M "ANTONIA QUN" Relator : Juiz Sergio Bezerra de Matos PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Navegação Confiança Ltda. (Proprietária) Advogado : Joelson dos Santos Monteiro - (OAB-PA 8090) espacho : "ncerrada a Instrução." "À PM para Razões inais." Prazo : "0 (dez) dias." Proc. nº 24.6/09 - N/M de Gases Liquefeitos "JATAÍ" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representado : Paulo José de Azevedo Reis (Prático) Advogado : ra. Leonila Maria de Castro Lemos - (OAB-RJ 75.74) Representado : Carlos Celso Almeida Alvares (Aquaviário) Advogado : ra. Maria das Neves Santos da Rocha - (OAB-RJ 6.673) Representado : Jarbas Perceu Machado (Aquaviário) Advogado : r. Luis elipe Steimer - (OAB-RS 43.88) espacho : "Aos Representados para Alegações inais." Prazo : "0(dez) dias." Proc. nº /0 - N/M "RAL BAIN" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representado : Zhang Tao(Comandante) efensora : ra. Patrícia Soares Henriques PY - (PU/RJ) espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0(dez) dias." Proc. nº /0 - N/M "BRINGR AMAZON" e outra Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Aline Gonzalez Rocha Representado : ranz Josef Kuhn (Comandante) efensor : r. raldo Silva Junior - (PU/RJ) Representado : João ridias dos Santos (Prático) Advogado : r. erdinando G. omingues - (OAB/PA 42) espacho : "Analisarei a preliminar suscitada pelo representado ranz Joseph Kuhn por ocasião do julgamento. Aos Representados para dizerem se pretendem produzir provas, justificando." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº / - mbarcação "MSC LORIA" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Aline Gonzalez Rocha Representado : Marak Arndt (Chefe de Máquinas) efensora : ra. ernanda Ayala Bianchi - (PU/RJ) espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0(dez) dias." Proc. nº 26.00/ - "OCAN WHITTINGTON" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representados : elipe de Andrade do Carmo : Tolmadge Shawn Taylor Advogado : r. Pedro Calmon ilho (OAB/RJ 9.642) Representado : Cesar Pinheiro (ngenheiro) Advogado : r. Marcelo Miguel Nogueira (OAB/S 4.348) Representado : Lee Allen Walters (Supervisor de Lastro) Advogado : r. Pedro Calmon ilho (OAB/RJ 9.642) Representado : João Batista da Silva Júnior (Téc. Seg. Trabalho) efensora : ra. Clarissa Ligiero de igueiredo (PU/RJ) Representado : Max Adrian ixon III (Superv. Seg. do Trabalho) Advogado : r. Pedro Calmon ilho (OAB/RJ 9.642) Representado : manuel Apoema Sortica (iscal) Advogados : r. Leandro loy Sousa (OAB/S 3.468) : ra. Clarissa Teles Moura (OAB/RJ 56.30) espacho : "Com a desistência de produzir prova testemunhal por parte do representado Talmadge Shawn Taylor, apenas os representados Cesar Pinheiro (rol às fls. 49, quesitos às fls. 485/487 e preparo às fls. 488) e manuel Apoema Sortica (rol às fls. 424, quesitos às fls. 477 e preparo às fls. 479) pretendem ainda ouvir testemunhas. Assim, uma vez que as testemunhas deverão ser ouvidas fora deste Tribunal através de delegação de atribuições de instrução às Capitanias competentes, intimem as demais partes para, querendo, apresentarem quesitos, inciando-se pela PM, em seguida a PU e, por fim, os demais representados." Proc. nº / - mbarcação "RÉ" e outras Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Manoel ufrasio de Moura (Proprietário) Advogado : r. Márcio Rômulo dos Santos Saldanha - (OAB-MS 2.046) espacho : "ncerro a Instrução.À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0(dez) dias." Proc. nº 26.42/ - mbarcação sem nome Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representado : rutuoso Brazão (Proprietário) efensora : ra. Maria Alice ias Cantelmo - (PU/RJ) Representado : Cristiane Pereira erreira (Condutora) efensora : ra. Maria Joanna Pacheco e Chaves - (PU/RJ) espacho : "Aos Representados para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº 26.59/ - mbarcação "CIA LÁBRA" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Adalcy Teixeira da Silva (Proprietário/Condutor) Advogado : r. Jonilson Maia Pereira - (OAB-AM 787) COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código espacho : "Ao Representado para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº /2 - B/M "TUCURANÉ O LIMOIRO" e outra Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representados : Alzerino erreira de Sousa (Proprietário/Condutor) Pedro Paulo dos Santos Angelim (Arrendatário/Responsável) efensora : ra. ernanda Ayala Bianchi - (PU/RJ) espacho : "Aberta a Instrução. À Procuradoria para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº 26.75/2 - N/M "ALIANÇA MARACANÃ" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Leandro Mariscal da Silva (Tripulante) Advogado : r. veraldo Sérgio Hourcades Torres - (OAB-RJ ) espacho : "Aberta a Instrução." "À Procuradoria para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº 26.90/2 - mbarcação "RAINHA O JACUÍ" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representados : Vanderlei Moraes de Oliveira (Comandante) Gilson Joel da Silva arias (Condutor) Advogado : r. Gentil Bartolomeu Cruz Krahl - (OAB/RS ) Representado : lisandro Teixeira Marques (Comandante)- Revel espacho : "Apesar de regularmente citado, conforme certidão de fls. 237, o representado Sr. lisandro Teixeira Marques, não apresentou defesa no prazo, motivo pelo qual decreto sua revelia. Notifiquem-se nos termos do Art. 83, 3º, do RIPTM. Aberta a Instrução, à PM para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº /2 - mbarcação "LORAO" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : dicarlos Mendes erreira(comandante) Advogado : r. João Maria de Oliveira - (OAB-RN 664) Representado : Benedito Conceição Silva(Vigia) efensor : r. Arcênio Brauner Júnior - (PU/RJ) espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Prazo : "0(dez) dias." Proc. nº /2 - scuna "O NAVGANT" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Aline Gonzalez Rocha Representados : João de Assis Nascimento Teodoro (Mestre) lailson Teodoro Lousada (Tripulante) espacho : "Citem os Representados Srs. João de Assis Nascimento Teodoro (Mestre) e lailson Teodoro Lousada (Tripulante)." Proc. nº 27.2/2 - scuna "AVNTURA PIRATA" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Gilson Cassimiro Pinheiro (Comandante) espacho : "Ao Representado para Provas." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº /2 - N/M "NÉLIO CORRÊA" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : r. Luís Gustavo Nascentes da Silva Representado : Ludivaldo Lázaro Rodrigues de Souza Santos(Comandante) Advogado : r. Moacir Nepomuceno Martins Junior - (OAB-PA 8.605) Representado : José Pacheco Sá(Piloto) Advogado : r. Manoel Altemar Moutinho de Souza - (OAB-PA 2.39) espacho : "ncerro a Instrução. À Procuradoria para Alegações inais." Proc. nº /2 - mbarcação "SAUIBRAS" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Aline Gonzalez Rocha Representado : Walter Montel de Sousa (Condutor) espacho : "Cite-se o Representado Sr. Walter Montel de Sousa." Proc. nº 27.44/2 - "NOVA VIA" Relator : Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Sidney Roberto Garcia Maldonato (Comandante)- Revel Representado : Miguel Rossi (Proprietário) Advogado : r. José Luiz Vicentim (OAB/SP 2.604) espacho : "Aos representados para dizerem se pretendem produzir provas, justificando." Prazo : "05 (cinco) dias." Proc. nº / - B/M "SM NOM 3" Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : omingos Cardoso Pantoja (Proprietário/Condutor Inabilitado) espacho : "Rejeito a preliminar de nulidade de citação por edital suscitada pela I. PU de fls. 86/92, tendo em vista o parecer bem fundamentado da. Procuradora special da Marinha de fls. 94v. À I. PU para apresentar provas do Representado omingos Cardoso Pantoja." Prazo : "05(cinco) dias, contados em dobro." Proc. nº 26.48/ - B/M "SM NOM 4" Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Wilson Vasconcelo erreira (Condutor) efensora : ra. Maria Alice ias Cantelmo (PU/RJ) espacho : "Rejeito a preliminar de "NULIA A CITAÇÃO", por falta de amparo legal do pedido da. efensoria Pública da União, de fls. 99/04, acolhendo a bem fundamentada manifestação da. Procuradoria special da Marinha, fls. 06v, porque a Lei Orgânica do TM, Lei nº 2.80/54, expressamente prevê, em seu art. 55 e, no seu art. 55 "A citação, a notificação e a intimação serão cumpridas com as formalidades estabelecidas no Regimento Interno Processual do TM e não há, no presente caso, omissão a ser preenchida pela Norma Geral. À. PU para provas." Prazo : "05(cinco) dias, contados em dobro." Proc. nº /2 - Motoaquática "BUA" e outra Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representados : Sanara Cristina erreira Nunes Oliveira (Cond. Inab.) Renato Nilson Maciel da Mata (Proprietário) Advogada : ra. Andréia Cunha austo de Medeiros (OAB-RN 7.266) espacho : "Indefiro as preliminares suscitadas de fls. 285 a 289 e de fls. 295 a 300, de nulidade do Laudo Pericial e de Inconsistência do Inquérito, tendo em vista o muito bem fundamentado Parecer da.pm de fls. 36v, e que, por tratar-se o Laudo Pericial e o Inquérito de peças investigatórias e meio informativo à propositura da ação ambos atenderam aos requisitos e exigências estabelecidas na NORMAM/09 PC e a sua complementar norma técnica. Aos Representados para provas, ratificando as oitivas de testemunhas requeridas às fls. 305 e 306, apresentando quesitos por testemunha e pagamento do preparo." Prazo : "05(cinco) dias." Proc. nº /2 - mbarcação "SAMUCA" Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : Samuel ernandes (Proprietário) espacho : "eclaro a revelia de Samuel ernandes. Notificá-lo desta condição na elegacia da Capitania dos Portos em Laguna." Proc. nº 27.44/2 - "OM ONOR" Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Mônica de Jesus Assumpção Representado : Jorge Luis de Castro (Passageiro)- Revel espacho : "Ao representado para provas." Prazo : "05 (cinco) dias." Proc. nº /2 - Balsa sem Propulsão "HRMASA 50" e outras Relator : Juiz Geraldo de Almeida Padilha PM : ra. Gilma Goulart de Barros de Medeiros Representado : HRMASA Navegação da Amazônia S.A. (Proprietária/Armadora) Advogado : r. lávio Infante Vieira (OAB/RJ ) espacho : "Ao Representado para provas." Prazo : "05(cinco) dias." m 5 de julho de 203. NOTAS PARA ARQUIVAMNTO Acha(m)-se em Secretaria, aguardando representação de possíveis interessados, com o prazo de dois (2) meses, de conformidade com o art. 67, do Regimento Interno Processual, o(s) processo(s) abaixo, recebido(s) da Procuradoria special da Marinha, com pedido de Arquivamento: N do Processo: /202 Acidente / ato: CONTRABANO OUTRAS MRCAORIAS ILGAIS Objeto(s) Acidentado(s): Nome: LIGURIA / MBARCAÇÃO INTRIOR PORTO Tipo: MPURRAOR Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO PARAGUAI / CORUMBÁ-MS ata do Acidente: 04/08/20 Hora: 07H30 ata istribuição: 08//202 Juiz(a) Relator(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /202 Acidente / ato: INCÊNIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: MOLIS / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: CANAL ILHABLA / SP ata do Acidente: 28/04/202 Hora: 6H ata istribuição: 08//202 Juiz(a) Relator(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA Juiz(a) Revisor(a): GRALO ALMIA PAILHA PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /203 Acidente / ato: NCALH Objeto(s) Acidentado(s): Nome: HUNTRS MOON / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: VLIRO Bandeira: strangeira Local do Acidente: ÁGUAS COSTIRAS SALINÓPOLIS / PONTA A ATALAIA-PA ata do Acidente: 4/0/20 Hora: 20H30 ata istribuição: 26/02/203 Juiz(a) Relator(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO
15 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN N do Processo: /203 Acidente / ato: INCÊNIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: TINAMOU ARROW / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: CARGUIRO Bandeira: strangeira Local do Acidente: CAIS O PORTO O RIO JANIRO / RJ ata do Acidente: 2/2/202 Hora: 08H45 ata istribuição: 3/03/203 Juiz(a) Relator(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /203 Acidente / ato: ACINTS COM PSSOAS M GRAL A BORO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: LOKCNTR II / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO PRGUIÇAS / SÃO OMINGOS-MA ata do Acidente: 22/0/202 Hora: 0H30 ata istribuição: 4/05/203 Juiz(a) Relator(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA Juiz(a) Revisor(a): GRALO ALMIA PAILHA PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /202 Acidente / ato: MORT PSSOA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: HRMS II / MBARCAÇÃO INTRIOR TRA- VSSIA Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO IVINHMA / NOVA ANRAINA-MS ata do Acidente: 2/09/20 Hora: 20H ata istribuição: 25/09/202 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: 27.56/202 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: BATTOONS / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁRA APROXIMAÇÃO ILHA OS PORCOS / ANGRA OS RIS-RJ ata do Acidente: 8/08/202 Hora: 4H45 ata istribuição: 08//202 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): GRALO ALMIA PAILHA PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /202 Acidente / ato: NCALH Objeto(s) Acidentado(s): Nome: SIR TINO / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: GRANLIRO Bandeira: strangeira Local do Acidente: RIO AMAZONAS / MACAPÁ-AP ata do Acidente: 27/06/202 Hora: H45 ata istribuição: 08//202 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL N do Processo: /203 Acidente / ato: QUA PSSOA NA ÁGUA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: SM NOM / MBARCAÇÃO INTRIOR TRA- VSSIA Tipo: CANOA Bandeira: Nacional Local do Acidente: LAGO O XIXIÁ / NHAMUNÁ-AM ata do Acidente: 25/03/202 Hora: 6H ata istribuição: 26/02/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): SRGIO BZRRA MATOS PM: r(a) LUÍS GUSTAVO NASCNTS A SILVA N do Processo: /203 Acidente / ato: COLISÃO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: GOLINHO / MBARCAÇÃO INTRIOR TRA- VSSIA Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: ILHA SRTA / PARATY-RJ ata do Acidente: 3/06/202 Hora: 2H30 ata istribuição: 3/03/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): SRGIO BZRRA MATOS PM: r(a) GILMA GOULART BARROS MIROS N do Processo: 27.88/203 Acidente / ato: NCALH Objeto(s) Acidentado(s): Nome: LOG-IN SANTOS / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: NAVIO MRCANT Bandeira: Nacional Local do Acidente: UNAOURO SÃO JOSÉ O NOR- T / RS ata do Acidente: 9/09/202 Hora: 3H55 ata istribuição: 3/03/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) LUÍS GUSTAVO NASCNTS A SILVA N do Processo: /203 Acidente / ato: VA R A Ç Ã O Objeto(s) Acidentado(s): Nome: HRACLITO ILHO / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: RBOCAOR Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO PARANÁ / MS ata do Acidente: 09/07/2007 Hora: 2H30 ata istribuição: 3/03/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: 27.94/203 Acidente / ato: COLISÃO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: LIB I TOO / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: PÍR O ICRJ (SUB S CABO RIO)- CANAL O ITAJURÚ / CABO RIO-RJ ata do Acidente: 0/02/202 Hora: 7H45 ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) LUÍS GUSTAVO NASCNTS A SILVA N do Processo: /203 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: STAR GAT / MBARCAÇÃO INTRIOR TRA- VSSIA Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁRA APROXIMAÇÃO PRAIA O USTÁQUIO / ILHABLA-SP ata do Acidente: 29/09/202 Hora: 3H ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): MARCLO AVI GONÇALVS Juiz(a) Revisor(a): GRALO ALMIA PAILHA PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /202 Acidente / ato: SM CÓIGO NATURZA O ACINT Objeto(s) Acidentado(s): Nome: MSC ASTRI / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: CARGUIRO Bandeira: strangeira Local do Acidente: CAIS LUTUANT A BRAVAMAR / VI- TÓRIA-S ata do Acidente: 6/04/202 Hora: 0H30 ata istribuição: 25/09/202 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: 27.66/202 Acidente / ato: QUA PSSOA NA ÁGUA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: POUSAA O SOL XVI / MBARCAÇÃO INT- RIOR TRAVSSIA Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO PARANÁ / PRSINT PITÁCIO-SP ata do Acidente: 3/04/202 Hora: 0H ata istribuição: 29//202 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: 27.9/203 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: WRM LUANA II / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁRA APROXIMAÇÃO PRAIA CO- PACABANA / RJ ata do Acidente: 06/0/203 Hora: 7H ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /203 Acidente / ato: NCALH Objeto(s) Acidentado(s): Nome: JS PHONIX / MBARCAÇÃO LONGO CURSO Tipo: GRANLIRO Bandeira: strangeira Local do Acidente: RIO AMAZONAS / MACAPÁ-AP ata do Acidente: 9//202 Hora: 2H40 ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO PM: r(a) GILMA GOULART BARROS MIROS N do Processo: /203 Acidente / ato: QUA PSSOA NA ÁGUA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: TAMATINGA IV / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: PRAIA TAPRAPUAN / PORTO SGU- RO-BA ata do Acidente: 7/02/203 Hora: 7H30 ata istribuição: 4/05/203 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /203 Acidente / ato: MORT PSSOA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: NÉLIO CORRA / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: NAVIO Bandeira: Nacional Local do Acidente: PORTO A MPRSA MARQUS PINTO NAVGAÇÃO / BLÉM-PA ata do Acidente: 06/0/203 Hora: 6H ata istribuição: 4/05/203 Juiz(a) Relator(a): RNANO ALVS LAIRAS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /202 Acidente / ato: A B A L R O A M N TO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: SW BARCLONA / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: BALSA Bandeira: Nacional Nome: CONIANÇA VII / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: MPURRAOR Bandeira: Nacional Nome: KYRIOS / MBARCAÇÃO INTRIOR TRAVS- SIA Tipo: BARCO Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO AMAZONAS / VILA AUGUSTO MONTNGRO-AM ata do Acidente: 24/07/20 Hora: 20H ata istribuição: 08//202 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): MARCLO AVI GONÇALVS PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /202 Acidente / ato: ACINTS COM PSSOAS M GRAL A BORO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: HAMMONIA KORSIKA / MBARCAÇÃO ALTO- MAR Tipo: NAVIO MRCANT Bandeira: strangeira Local do Acidente: PORTO IMBITUBA / SC ata do Acidente: 20/07/202 Hora: 9H40 ata istribuição: 09//202 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) GILMA GOULART BARROS MIROS N do Processo: /203 Acidente / ato: NCALH Objeto(s) Acidentado(s): Nome: SPIRIT O BRAZIL / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: GRANLIRO Bandeira: strangeira pelo código
16 6 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Local do Acidente: RIO AMAZONAS / MACAPÁ-AP ata do Acidente: 20/09/202 Hora: 5H50 ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): MARCLO AVI GONÇALVS PM: r(a) GILMA GOULART BARROS MIROS N do Processo: /203 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: SANTA MARINA / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: PSQUIRO Bandeira: Nacional Local do Acidente: ILHA SANTA CATARINA / LORIANÓ- POLIS-SC ata do Acidente: 23//202 Hora: 23H ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS N do Processo: /203 Acidente / ato: ARNAMNTO OU BANA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: MARIA BONITA / MBARCAÇÃO INTRIOR T R AV S S I A Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: PRAIA O ACARAÍ / SÃO RANCISCO O SUL-SC ata do Acidente: 29//202 Hora: 22H ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) LUÍS GUSTAVO NASCNTS A SILVA N do Processo: /203 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: IZABLA / MBARCAÇÃO INTRIOR TRAVS- SIA Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁGUAS COSTIRAS O SPÍRITO SANTO / S ata do Acidente: 0//202 Hora: 00H ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): SRGIO BZRRA MATOS Juiz(a) Revisor(a): MARCLO AVI GONÇALVS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /202 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: GALILIA S / MBARCAÇÃO CABOTAGM Tipo: BARCO Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁGUAS COSTIRAS PRUÍB / SP ata do Acidente: 08/07/202 Hora: 02H30 ata istribuição: /2/202 Juiz(a) Relator(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO Juiz(a) Revisor(a): SRGIO BZRRA MATOS PM: r(a) LUÍS GUSTAVO NASCNTS A SILVA N do Processo: 27.96/203 Acidente / ato: XPLOSÃO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: CAROLIN RNATA / MBARCAÇÃO INTRIOR TRAVSSIA Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: RIO ITAPANHAÚ / BRTIOGA-SP ata do Acidente: 28/0/202 Hora: 09H30 ata istribuição: 0/04/203 Juiz(a) Relator(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO Juiz(a) Revisor(a): SRGIO BZRRA MATOS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO N do Processo: /203 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: THAYAA / MBARCAÇÃO ALTO-MAR Tipo: LANCHA Bandeira: Nacional Local do Acidente: SACO A RIBIRA / UBATUBA-SP ata do Acidente: 02//202 Hora: 4H ata istribuição: 4/05/203 Juiz(a) Relator(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO Juiz(a) Revisor(a): RNANO ALVS LAIRAS PM: r(a) MÔNICA JSUS ASSUMPÇÃO pelo código N do Processo: /202 Acidente / ato: NAURÁGIO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: RI OS ST MARS / MBARCAÇÃO INT- RIOR PORTO Tipo: PSQUIRO Bandeira: Nacional Local do Acidente: PRAIA GRAN / PNHA-SC ata do Acidente: 02/04/202 Hora: 03H ata istribuição: 6/08/202 Juiz(a) Relator(a): GRALO ALMIA PAILHA Juiz(a) Revisor(a): NLSON CAVALCANT SILVA ILHO PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /202 Acidente / ato: MORT PSSOA Objeto(s) Acidentado(s): Nome: NÃO INTIICAA / MBARCAÇÃO INTRIOR TRAVSSIA Tipo: MOTO AQUÁTICA Bandeira: Local do Acidente: LAGOA O CATU / AQUIRAZ-C ata do Acidente: 28/08/20 Hora: 2H30 ata istribuição: 22/08/202 Juiz(a) Relator(a): GRALO ALMIA PAILHA Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) GILMA GOULART BARROS MIROS N do Processo: /202 Acidente / ato: A S S A LTO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: COMANANT MILLR / MBARCAÇÃO INT- RIOR TRAVSSIA Tipo: BARCO Bandeira: Nacional Local do Acidente: ÁGUAS COSTIRAS O RIO PACOVAL / ILHA MARAJÓ-PA ata do Acidente: 25/02/202 Hora: 22H ata istribuição: 22/08/202 Juiz(a) Relator(a): GRALO ALMIA PAILHA Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA N do Processo: /202 Acidente / ato: COLISÃO Objeto(s) Acidentado(s): Nome: ANIKIN / MBARCAÇÃO INTRIOR TRAVS- SIA Tipo: BOT Bandeira: Nacional Local do Acidente: ILHA A LAJ / BAÍA GUANABARA- RJ ata do Acidente: 8/07/202 Hora: H30 ata istribuição: 29//202 Juiz(a) Relator(a): GRALO ALMIA PAILHA Juiz(a) Revisor(a): MARIA CRISTINA O. PAILHA PM: r(a) ALIN GONZALZ ROCHA m 4 de julho de 203. PUBLICAÇÃO ACÓRÃOS Proc. n o / 202 Relatora: Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha MNTA: B/P sem nome. Naufrágio parcial (emborcamento) de embarcação com morte de uma das passageiras, durante navegação no lago da Usina Hidrelétrica de Itá, RS. mbarcação resgatada. Não houve registro de poluição meio ambiente hídrico. Causa não apurada com a devida precisão, a despeito de fortes indícios de provável imprudência do condutor da embarcação ao efetuar manobra brusca, e falecido logo após o ocorrido o que prejudicou sobremaneira a apuração dos fatos. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: naufrágio parcial (emborcamento) de embarcação com morte de passageiro, durante navegação no lago da Hidrelétrica de Itá, RS. mbarcação resgatada. Não houve registro de poluição ao meio ambiente hídrico; b) quanto à causa determinante: não apurada com a devida precisão, a despeito de fortes indícios de provável imprudência do condutor da embarcação ao efetuar manobra brusca, e falecido logo após o ocorrido o que prejudicou sobremaneira a apuração dos fatos; e c) decisão: determinar o arquivamento dos autos como requerido pela. Procuradoria special da Marinha-PM em sua promoção de fls. 75 a 77 considerando o acidente da navegacão previsto no art. 4, alínea "a", da Lei n 2.80/54, e suas consequências equiparado àqueles de origem indeterminada. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 9 de março de 203. Proc. n o /202 Relatora: Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha MNTA: L/M "LUCKY VIII". Incêndio iniciado no motor, seguido de naufrágio nas proximidades da ponta do Tortuga, praia da nseada, Guarujá, SP, com registro de danos pessoal e material, sem registro de poluição hídrica. Origem indeterminada. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: incêndio a bordo de lancha, seguido de naufrágio, nas proximidades da ponta do Tortuga, praia da nseada, provocando queimaduras e escoriações no condutor, sem notícias de poluição hídrica; b) quanto à causa determinante: não apurada com a devida precisão; e c) decisão: julgar o acidente da navegação, previsto no art. 4, alínea "a", da Lei nº 2.80/54, como de origem indeterminada, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa Procuradoria special da Marinha - PM. evendo-se ainda, como requerido pela PM, em manifestação de fl. 92, considerando o Ofício de fl. 84, da Capitania dos Portos de São Paulo e seus anexos (fls. 85 a 9), oficiar à Capitania dos Portos de São Paulo, agente local da Autoridade Marítima, comunicando a infração ao artigo 23, inciso VI, do RLSTA, cometida pela empresa Aparecida de. S. Costa-M por exercer a atividade comercial de locação de moto aquática na praia da nseada, município de Guarujá, SP, sem a devida licença para tanto. Publiquese. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 09 de abril de 203. Proc. n o 27.33/202 Relatora: Juíza Maria Cristina de Oliveira Padilha MNTA: Veleiro "SAKAY". Água aberta seguida de naufrágio. Baía de Ilha Grande, município de Angra dos Reis, RJ, com perda total da embarcação. Não houve registro de acidentes pessoais ou de poluição ao meio ambiente hídrico. Não apurada acima de qualquer dúvida. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: água aberta seguida de naufrágio. Baía de Ilha Grande, município de Angra dos Reis, RJ, com perda total da embarcação. Não houve registro de acidentes pessoais ou de poluição ao meio ambiente hídrico; b) quanto à causa determinante: não apurada acima de qualquer dúvida; e c) decisão: determinar o arquivamento dos autos como requerido pela. Procuradoria special da Marinha - PM, em sua promoção de fls. 57 e 58, considerando o acidente da navegação, previsto no art. 4, alínea "a", da Lei nº 2.80/54, como de origem indeterminada. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 9 de março de 203. Proc. n o /200 Relator: Juiz Marcelo avid Gonçalves MNTA: Lancha "PROPRIÁ I". Acidente de trabalho vitimando trabalhador. Trabalho em ambiente arriscado e inseguro. xculpar a 3ª Representada. Condenação da ª, do 2º e do 4º Representados. Autora: A Procuradoria. Representados: LIMPTK Serviços de Manutenção Naval Ltda. (Adv. r. André Souza Lopes - PU/RJ), Tiago ias Oliveira (Auxiliar de Serviços Gerais) (Adv. r. duardo Cesar Paredes de Carvalho - PU/RJ), SN CONSUB S/A. (Proprietária) e Ronei Turíbio (Comandante) (Adv. r. Luiz de Andrade Mendes - OAB/RJ Nº ). ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade quanto ao mérito e por maioria quanto à pena da ª Representada nos termos do voto do xmo. Sr. Juiz-Relator: a) quanto à natureza e extensão do fato da navegação: acidente de trabalho a bordo de lancha, vitimando funcionários; b) quanto à causa determinante: material e ambiente inadequado e perigoso; e c) decisão: julgar o fato da navegação capitulado no art. 5, alínea "e", da Lei n 2.80/54, como decorrente da imprudência e negligência da LIMP- TK - Serviços de Manutenção Naval Ltda., a representada, Tiago ias Oliveira, 2 representado, e Ronei Turíbio, 4 representado, condenando a a representada à pena de multa no valor de RS.000,00 (mil reais) e ao pagamento integral das custas e aos 2 e 4 representados à pena de multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), cada um, isentando-os das custas processuais, todos na forma do art. 2, inciso VII, da Lei n 2.80/54 e exculpar a SN CONSUB S.A., 3 a representada. O xmo. Sr. Juiz-Revisor aplicava a pena de multa no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) à a Representada, sendo vencido. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 25 de abril de 203. Proc. n o /200 - mbargos de eclaração. Relator: Juiz ernando Alves Ladeiras MNTA: mbarcações não inscritas que se envolveram em uma abalroação. mbargos de eclaração. mbargante: Antonio Monteiro de Souza, patrocinado pela. efensoria Pública da União. mbargada: Procuradoria special da Marinha. Conhecer dos mbargos de eclaração para lhes negar provimento, por não haver a contradição alegada, pois a pena foi aplicada de modo razoável e proporcional, considerando a atenuante, as circunstâncias e consequências da infração e o grau de culpa do infrator, mantendo, na íntegra, o Acórdão de fls. 27 a 32, nos autos do Processo nº /200. mbargante: Antonio Monteiro de Souza (Proprietário/Condutor) (Adv. r. Renan de Araujo de Souza - PU/RJ). mbargada: Procuradoria special da Marinha. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente/fato da navegação: xxx; b) quanto à causa determinante: xxx; e c) decisão: conhecer do presente recurso de mbargos de eclaração, para lhe negar provimento, tendo em vista que não houve a contradição alegada, pois, na pena, foi considerada a atenuante prevista no art. 39, inciso IV, letra "d", mas, também, as circunstâncias e consequências da infração
17 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código e o grau de culpa do infrator e foi aplicada de modo razoável e proporcional, à luz dos artigos 2, 24 e 27, conforme determina a Lei nº 2.80/54. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 8 de abril de 203. Proc. n o /202 Relator: Juiz ernando Alves Ladeiras MNTA: L/M "MARAVILHA" e voadeira sem nome. Abalroamento. Causa indeterminada. Com pedido de arquivamento da. Procuradoria special da Marinha. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: abalroamento da L/M "MARAVILHA" com uma voadeira sem nome, nas proximidades do píer do Hotel Tropical, na margem esquerda do rio Negro, Manaus, AM, sem danos materiais, com a informação do desaparecimento de uma pessoa que estaria dentro da voadeira, sem registro de poluição ao meio ambiente hídrico; b) quanto à causa determinante: falta de sinalização da voadeira sem nome; e c) decisão: julgar o acidente da navegação, tipificado no art. 4, letra "a" (abalroamento) da Lei nº 2.80/54, como equiparado aos casos cujas circunstâncias determinantes não puderam ser apuradas com precisão, acolhendo a promoção por arquivamento da outa Procuradoria special da Marinha. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 28 de março de 203. Proc. n o /20 - mbargos de eclaração. Relator: Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho MNTA: Canoa sem nome e não inscrita. mbargos de eclaração. Inexistência de contradição a ser sanada. Pretensão de ver revista a pena aplicada baseada no argumento de que haveria somente atenuantes a favor do apenado. Socorro prestado às vítimas por outra embarcação e acidente que resultou na morte de uma pessoa. Atenuantes inexistentes e agravante confirmada. Recurso conhecido e não provido. mbargante: vanio Souza de Melo (Passageiro) (Adv. r. Renan de Araujo de Souza - PU/RJ). mbargada: Procuradoria special da Marinha. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do fato da navegação: xxx; b) quanto à causa determinante: xxx; c) decisão: conhecer dos mbargos de eclaração e negar-lhes provimento, em razão de não haver qualquer contradição a ser sanada. Publique-se. Comunique-se. Registrese. Rio de Janeiro, RJ, em 6 de maio de 203. Proc. n o / 20 Relator: Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho MNTA: mbarcação miúda sem nome e não inscrita. Movimentação indevida dos passageiros que culminou em seu emborcamento e naufrágio. Vítima que se recusou a vestir o colete salvavidas fornecido. Imprudência da própria vítima não imputável ao representado. Arquivamento. Autora: A Procuradoria. Representado: Idanir da onseca (Proprietário) (Adv. r. abiano Salles Bunn - OAB/SC Nº 6.220). ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente e do fato da navegação: naufrágio de canoa movida a remos, tripulada por pessoas que não portavam coletes salva-vidas, causando a morte por afogamento de um dos tripulantes; b) quanto à causa determinante: movimentação indevida a bordo da embarcação miúda que provocou a entrada de água pela borda e a recusa da vítima de vestir o colete salva-vidas que lhe havia sido fornecido; e c) decisão: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 4, alínea "a" (naufrágio) e o fato da navegação capitulado no art. 5, alínea "e" (exposição a risco das vidas e fazendas de bordo), ambos da Lei nº 2.80/54, como decorrente de ato não imputável ao representado, exculpando-o e mandando arquivar os autos. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 04 de abril de 203. Proc. n o / 20 Relator: Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho MNTA: N/M "TAOKAS WISOM" e N/T "HAMBISA". Abalroamento. ntrada do navio a motor pela Baía de Todos os Santos que culminou no choque com o navio-tanque que estava fundeado considerada imprópria pelo Tribunal. Tese da culpa de terceiro não acatada. Tráfego de embarcações miúdas normal para a entrada de um porto próximo a uma zona urbana. Condenação. Autora: a Procuradoria. Representado: Zhao Chun Zhe (Comandante) (Adv. r. Luciano Penna Luz - OAB/RJ Nº 02.83). ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: abalroação entre dois navios, com danos materiais em ambos, sem danos a pessoas ou poluição; b) quanto à causa determinante: erro na manobra de aproximação da embarcação proveniente de alto-mar; e c) decisão: julgar o acidente da navegação previsto no art. 4, alínea "a" (abalroação), da Lei nº 2.80/54, como decorrente da imperícia do representado, Zhao Chun Zhe, aplicando-lhe a pena de repreensão, com base no art. 2, inciso I, da Lei nº 2.80/54, e ao pagamento das custas processuais. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 6 de abril de 203. Proc. n o /202 Relator: Juiz Nelson Cavalcante e Silva ilho MNTA: N/M "TAMBOURIN" e R/M "SALOBO". Abalroamento por causas não devidamente apuradas. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: abalroamento entre rebocador e navio mercante, com danos materiais em ambas as embarcações, sem danos pessoais ou poluição; b) quanto à causa determinante: não apurada com a devida precisão; e c) decisão: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 4, letra "a" (abalroação) da Lei nº 2.80/54, como decorrente de causa não devidamente apurada, mandando arquivar os autos. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 04 de abril de 203. Proc. n o /202 Relator: Juiz Geraldo de Almeida Padilha MNTA: B/P "OCA". Naufrágio após colisão com objeto submerso não identificado, sem danos pessoais e sem registro de poluição hídrica. Causa não apurada com a devida precisão. Caso fortuito. Arquivamento. Com pedido de arquivamento. ACORAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: naufrágio após colisão com objeto submerso não identificado, sem danos pessoais e sem registro de poluição hídrica; b) quanto à causa determinante: não apurada com a devida precisão; e c) decisão: julgar o acidente da navegação, previsto no art. 4, alínea "a", da Lei nº 2.80/54, como decorrente de caso fortuito, mandando arquivar os autos, conforme promoção da PM. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 09 de abril de m 5 de julho de 203. Ministério da ducação UNAÇÃO UNIVRSIA RAL O MARANHÃO 37, 5 JULHO 203 O RITOR A UNIVRSIA RAL O MARA- NHÃO, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, Considerando a sentença proferida no Mandado de Segurança nº , do Tribunal Regional ederal, Considerando, ainda, a Nota Técnica P - MA/LAPM/Nº 258/203, resolve: Anular os atos administrativos praticados no Certame Licitatório, na modalidade Concorrência Pública, sob o nº 03/202, Processo nº /20-6, com fulcro no artigo 49, da lei federal nº 8.666/93 e suas respectivas alterações. NATALINO SALGAO ILHO UNAÇÃO UNIVRSIA RAL O PIAUÍ CAMPUS SNAOR HLVIIO NUNS BARROS 4, 4 JULHO 203 A iretora do Campus Senador Helvídio Nunes de Barros no uso de suas atribuições legais, considerando o Processo N /203-93, o dital n 0/203, publicado no iário Oficial da União n 00, Seção 3, p.38, 39 e 40, de 27 de maio de 203, resolve: Homologar o resultado final do Processo Seletivo, para a contratação de Professor Substituto, com lotação no Campus Senador Helvídio Nunes de Barros, na cidade de Picos/PI, da forma como segue:. Administração - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando os candidatos KARY MANULL RIS COIMBRA (º lugar), MARIA ILVANY O NASCIMNTO (2º lugar), e classificando para contratação o (primeiro) colocado. 2. Biologia Geral - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando e classificando para contratação TAMARIS GIMNZ PI- NHIRO. 3. Botânica - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando e classificando para contratação TÁSSIO MARCÍLIO RANCISCO GOMS. 4. História - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando os candidatos RORIGO GROLINTO ONSCA (º lugar), NAU- INY CASTRO GONÇALVS (2º lugar) e classificando para contratação o (primeiro) colocado. 5. Nutrição - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando os candidatos MARIA ROSIAN MOURA SANTOS (º lugar), NI SHYLA MLO ARAÚJO (2º lugar), NATÁLIA SAN- TOS LUZ (3º lugar), MARÍLIA OLIVIRA PAIVA (4º lugar), LU- CIANA LAL GOMS MACÊO (5 lugar) e classificando para contratação o (primeiro) colocado. 6. Pedagogia - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando os candidatos MAGA RRIRA NASCIMNTO SANTOS BAR- ROS (º lugar), MLIS PSSÔA ARAÚJO (2º lugar), CHRIS- TIANY MARIA OLIVIRA SANTOS (3º lugar) e classificando para contratação o (primeiro) colocado. 7. Sistemas de Informação - Professor Classe Auxiliar, Nível I, em regime de Tempo Integral - TI-40 (quarenta) horas semanais - Habilitando os candidatos ÉR JÂNIO RANCISCO GOMS (º lugar), ALAN RAAL RRIRA OS SANTOS (2º lugar), e classificando para contratação o (primeiro) colocado. MARIA ALVNI BARROS VIIRA CNTRO CIÊNCIAS A UCAÇÃO PRO. MARIANO A SILVA NTO 35, 8 JULHO 203 O IRTOR O CNTRO CIÊNCIAS A UCA- ÇÃO "PRO. MARIANO A SILVA NTO"- CC, no uso de suas atribuições legais e, considerando o dital nº 04/203/CC, de 0/06//203, publicado no OU Nº 0, de /06/203; os Processos nº.s / e /203-08; e as Leis nº.s 8.745/93; 9.849/99 e 0.667/2003, publicadas em 0/2/93; 27/0/99 e 5/05/2003, respectivamente, resolve: Homologar o resultado final do Processo Seletivo para contratação de Professor Substituto, correspondente à Classe Auxiliar, Nível I, em Regime de Tempo Integral - TI - 40 (quarenta) horas semanais, com lotação no epartamento de Métodos e Técnicas de nsino (MT) do Centro de Ciências da ducação "Prof. Mariano da Silva Neto", da forma como segue:.pedagogia - Habilitando os candidatos MARIA ONI LINO A SILVA (ª colocada), ISOLINA COSTA AMASCNO (2ª colocada), MAGA RRIRA NASCIMNTO SANTOS BAR- ROS (3ª colocada), BNILSON ALVS RRIRA (4º colocado), AALVANI SANTOS IBIAPINO ALNCAR (5ª colocada) e ANA PATRÍCIA MACHAO SOUSA (6ª colocada), classificando para contratação as três primeiras colocadas. 2. Metodologia e stágio Supervisionado em ducação ísica - Habilitando os candidatos ALISSON ALVS SILVA (º colocado), RANCISCA ISLÂNIA CAROSO A SILVA (2ª colocada), SANRA TRZA SOUZA SOARS (3ª colocada), AU- RLIANO MACHAO OLIVIRA (4º colocado) e MARCLA ARAÚJO SÁ (5ª colocada), classificando para contratação o primeiro colocado Ėsta portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ AUGUSTO C. MNS SOBRINHO SCRTARIA RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR 28, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista a Resolução CN/CS nº 6, de 08 de julho de 20, o ecreto n 5.773, de 09 de maio de 2006, e suas alterações, e a Portaria Normativa nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, do Ministério da ducação, conforme consta do processo nº /202-86, resolve: Art. º ica aprovada, na forma de aditamento ao ato de credenciamento, a alteração de denominação da aculdade Portal - PORTAL, com sede no município de Passo undo, no stado do Rio Grande do Sul, para aculdade coar - ACO, mantido pela Sociedade ducacional Portal das Missões SPM, CNPJ: / Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 282, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 3/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Ciências Contábeis, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Atibaia, localizada no Município de Atibaia, stado de São Paulo, mantida pela Instituição ducacional Atibaiense Limitada. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 00 (cem). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 283, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 30/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve:
18 8 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. ica indeferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em ngenharia Civil, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Atibaia, localizada no Município de Atibaia, stado de São Paulo, mantida pela Instituição ducacional Atibaiense Limitada. Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 284, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 29/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Gestão de Recursos Humanos, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Atibaia, localizada no Município de Atibaia, stado de São Paulo, mantida pela Instituição ducacional Atibaiense Limitada. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 60 (cento e sessenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 285, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 28/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Logística, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Atibaia, localizada no Município de Atibaia, stado de São Paulo, mantida pela Instituição ducacional Atibaiense Limitada. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 60 (cento e sessenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 286, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº /203-4 e o Parecer nº 27/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em ngenharia Mecânica, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Pitágoras de Belo Horizonte, localizada no Município de Belo Horizonte, stado de Minas Gerais, mantida pela Pitágoras - Sistema de ducação Superior Sociedade Ltda. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS pelo código , 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 26/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em ngenharia Civil, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Pitágoras de Betim, localizada no Município de Betim, stado de Minas Gerais, mantida pela Pitágoras - Sistema de ducação Superior Sociedade Ltda. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 288, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 25/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Serviço Social, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade elta, localizada no Município de Salvador, stado da Bahia, mantida pela IUNI ducacional - UNIM Salvador Ltda. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 289, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 24/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Administração, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Pitágoras de Betim, localizada no Município de Betim, stado de Minas Gerais, mantida pela Pitágoras - Sistema de ducação Superior Sociedade Ltda. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 290, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 23/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em Administração, bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Pedro Leopoldo, localizada no Município de Pedro Leopoldo, stado de Minas Gerais, mantida pela undação Cultural r. Pedro Leopoldo. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 00 (cem). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 29, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº /203-3 e o Parecer nº 22/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas, sob a forma de aditamento ao ato autorizativo do curso de graduação em ngenharia de Produção (cód. 9852), bacharelado, presencial, ministrado pela aculdade Boa Viagem, localizada no Município de Recife, stado de Pernambuco, mantida pela aculdade Boa Viagem S.A. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 292, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da competência que lhe foi conferida pelo ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa S- RS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº / e o Parecer nº 2/203-CGPR/I- RG/SRS/MC, resolve: Art. ica deferido parcialmente o pedido de aumento de vagas para o curso de graduação em nfermagem (cód ), ministrado pela aculdade Metropolitana da Amazônia, localizada no Município de Belém, stado do Pará, mantida pelo Instituto uro Americano de ducação, Ciência e Tecnologia. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 250 (duzentos e cinquenta). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS 293, 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a Portaria Normativa MC nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, a Instrução Normativa SRS/MC nº 3, de 23 de janeiro de 203, e considerando o processo nº /202-4, e o Parecer nº 20/203-CGPR/IRG/S- RS/MC, resolve: Art. ica deferido o pedido de aumento de vagas para o Curso Superior de Tecnologia em Análise e esenvolvimento de Sistemas (cód. 7307), ministrado pela aculdade stácio de Sá de Campo Grande - SCG, localizada no Município de Campo Grande, stado de Mato Grosso do Sul, mantida pela Sociedade de nsino Superior stácio de Sá LTA. Parágrafo único. O número total anual de vagas para o curso referido no caput passa a ser 00 (cem). Art. 2º O deferimento do pedido de aumento de vagas implica a vedação da aplicação de regras de desoneração de visita e a obrigatoriedade de visita in loco, pelo Instituto Nacional de studos e Pesquisas ducacionais Anísio Teixeira- INP, para análise e expedição do próximo ato regulatório do curso. Art. 3 sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS
19 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN UNIVRSIA RAL RURAL PRNAMBUCO.06, 8 JULHO 203 A RITORA A UNIVRSIA RAL RURAL PRNAMBUCO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, resolve: RTIICAR a Portaria nº 738/203-GR, de , OU de , Seção, página 26, que alterou a estrutura de epartamentos e Unidades Acadêmicas da URP, incluindo a alteração da Unidade Acadêmica de Garanhuns, nos termos a seguir, permanecendo inalterados os demais termos (Processo URP Nº /203-44): G , 8 JULHO 203 O SCRTÁRIO RGULAÇÃO SUPRVISÃO A UCAÇÃO SUPRIOR, no uso da atribuição que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 202, tendo em vista a Resolução CN/CS nº 6, de 08 de julho de 20, o ecreto 5.773, de 09 de maio de 2006, e suas alterações, e a Portaria Normativa nº 40, de 2 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 200, do Ministério da ducação, conforme consta do processo nº /202-77, resolve: Art. º ica aprovada, na forma de aditamento ao ato de credenciamento, a alteração de denominação do Centro Universitário do Instituto de nsino Superior COC - COC, com sede no município de Ribeirão Preto, no stado de São Paulo, para Centro Universitário UNISB, mantido pela UNISB União dos Cursos Superiores SB Ltda., CNPJ: / Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. JORG RORIGO ARAÚJO MSSIAS UNIVRSIA RAL A BAHIA PRÓ-RITORIA SNVOLVIMNTO PSSOAS 362, 8 JULHO 203 O Pró-Reitor de esenvolvimento de Pessoas, no uso das atribuições previstas na Portaria de elegação de Competência n 448, de 7/05/20, resolve: UAG ATUAL Chefe da Seção de Administração Patrimonial e de Pessoal UNIVRSIA RAL SANTA CATARINA SCRTARIA GSTÃO PSSOAS PARTAMNTO SNVOLVIMNTO PSSOAS 902, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-56, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo epartamento de Biologia Celular, mbriologia e Genética do Centro de Ciências Biológicas, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 4 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: mbriologia Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: G-03 G-03 G-02 G-02 G-02 S/G G-02 XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Classificação Candidato Média inal º Márcio erreira utra 8,00 2º ib Ammar 7,62 BRNAT QUARO UART 903, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-89, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo epartamento de Biologia Celular, mbriologia e Genética do Centro de Ciências Biológicas, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 4 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: Biologia Celular/Mecanismos Celulares e Moleculares de efesa em Invertebrados pelo código xcluir da Portaria de homologação nº 445, publicada no OU de º/07/200, Seção, pág , a Área de Conhecimento Métodos Analíticos em Biotecnologia e Controle de Qualidade, do epartamento de Biointeração do Instituto de Ciências da Saúde, em virtude de decisão da Justiça ederal - Seção Judiciária do stado da Bahia - 6ª Vara Cível, que determinou o refazimento das provas do Concurso Público em questão, relativo ao dital 0/200, tornando sem efeito, por conseguinte, a Retificação publicada no OU de 08/05/202, Seção, pág.3, e a prorrogação deste Concurso, publicada no OU de 22 de junho de 20, Seção, pág. 3. ANTÔNIO UARO MOTA PORTLA UNIVRSIA RAL A PARAÍBA RSOLUÇÃO N o - 6, 8 JULHO 203 A Reitora da Universidade ederal da Paraíba, no uso de suas atribuições legais, torna público, para fins de atendimento ao teor do processo administrativo n /2-47, dos termos constantes das Resoluções do Conselho Universitário, nº 05/2006, de 7 de março de 2006, do Conselho Universitário, e nº 06/2006, de 08 de maio de 2006, que tratam respectivamente, da implantação do Campus Litoral Norte (Campus IV), com sede na cidade de Rio Tinto, e da criação no Campus Litoral Norte (Campus IV), da Universidade ederal da Paraíba, do Centro de Ciências Aplicadas e ducação (CCA), com sede na cidade de Rio Tinto, neste stado. MARGARTH ÁTIMA ORMIGA MLO INIZ UAG NOVA Secretário da iretoria Acadêmica Secretário da iretoria Administrativa Chefe do Setor de Administração Patrimonial e Almoxarifado Chefe do Setor de Administração de Pessoal e SCP Chefe do Setor de Compras Chefe da Seção de stágio Chefe do Setor de Transporte MARIA JOSÉ SNA Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Rafael iego da Rosa 9,54 2º André Nóbrega Pitaluga 8,49 BRNAT QUARO UART 904, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-37, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo epartamento de cologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 4 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: isiologia dos Grupos Recentes Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Renato Hajenius Aché de reitas 9,27 2º Rafael Mendonça uarte 8,45 3º Simone Wagner Rios Largura 8, 4º ernando alkenburger Melleu 7,56 BRNAT QUARO UART 905, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-7, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo epartamento de Metodologia de nsino do Centro de Ciências da ducação, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 8 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: nsino/nsino de Ciências e Matemática Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º veraldo Silveira 9,57 2º Rosilene Beatriz Machado 8,88 3º Marisa Stragliotto 7,36 4º Oscar Silva Neto 7,07 BRNAT QUARO UART 906, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-09, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo epartamento de ireito do Centro de Ciências Jurídicas, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 9 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: ireito/ireito Civil Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Carolina Medeiros Bahia 8,25 2º Guilherme Henrique Lima Reinig 8,02 BRNAT QUARO UART 907, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-5, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo Campus de Joinville, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 20 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: ngenharia de Transportes Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 03 (três) Classe: Auxiliar A Lista geral: NÃO HOUV CANIATOS APROVAOS BRNAT QUARO UART 908, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-69, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo Campus de Joinville, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 9 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: struturas Aeroespaciais Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Marcelo Leite Ribeiro 8,80 BRNAT QUARO UART 909, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-95, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo Campus de Joinville, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 2 de junho de 203.
20 20 ISSN Área/Subárea de Conhecimento: Hardware Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 02 (duas) sendo 0 (uma), preferencialmente, reservada para pessoas com deficiência. Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Anderson Wedderhoff Spengler 8,73 Lista de pessoas com deficiência: NÃO HOUV CANIATOS APROVAOS BRNAT QUARO UART 90, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-00, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo Campus de Joinville, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 4 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: Projeto de Arquitetura e Urbanismo Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) Classe: Auxiliar A Lista geral: Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Classificação Candidato Média inal º Renata Cavion 8,33 2º Andrea Holz Pfutzenreuter 7,0 3º Juliana Reu Junqueira 7,06 BRNAT QUARO UART 9, 8 JULHO 203 A iretora do epartamento de esenvolvimento de Pessoas no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do processo nº /202-2, torna público o resultado do concurso público para a carreira do Magistério Superior, realizado pelo Campus de Joinville, objeto do dital nº 008/P/203, publicado no iário Oficial da União de º de março de 203, homologado pelo Conselho da Unidade em 20 de junho de 203. Área/Subárea de Conhecimento: Usinagem Regime de Trabalho: edicação xclusiva/ Vagas: 0 (uma) sendo esta, preferencialmente, reservada para pessoas com deficiência. Classe: Auxiliar A Lista geral: Classificação Candidato Média inal º Adriano agali de Souza 9,43 2º Luiz Carlos de Cesaro Cavaler 8,22 Lista de pessoas com deficiência: NÃO HOUV CANIATOS HABILITAOS BRNAT QUARO UART UNIVRSIA RAL UBRLÂNIA PRÓ-RITORIA RCURSOS HUMANOS.338, o - JULHO 203 A PRÓ-RITORA RCURSOS HUMANOS A UNI- VRSIA RAL UBRLÂNIA, no uso de suas atribuições legais, resolve: Art. º. PRORROGAR, por mais 0 (um) ano o prazo de validade dos seguintes Concursos Públicos, regidos pelos ditais: -dital 024/202 realizado pela ACULA CIÊN- CIAS INTGRAAS O PONTAL, no Curso de Geografia, na área de Geografia ísica, cujo dital de homologação do resultado foi publicado no iário Oficial da União em 09 de julho de dital 045/202 realizado pela ACULA CIÊN- CIAS INTGRAAS O PONTAL, no Curso de Matemática, na área de Matemática, cujo dital de homologação do resultado foi publicado no iário Oficial da União em 2 de julho de dital 046/202 realizado pela ACULA OON- TOLOGIA, na área de iagnóstico stomatológico, cujo dital de homologação do resultado foi publicado no iário Oficial da União em de julho de 202. Art. 2º. sta Portaria entra em vigor nesta data. MARLN MARINS CAMARGOS BORGS pelo código Ministério da azenda PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIONAL PROCURAORIA A AZNA NACIONAL M ALAGOAS ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 5, 5 JULHO 203 xclui pessoa jurídica e pessoa física do Parcelamento xcepcional - PAX, de que trata o art. º da Medida Provisória nº 303, de 29 de junho de O PROCURAOR A AZNA NACIONAL M MA- CIO/AL, abaixo identificado, no uso da competência outorgada pelo art. 55 do Regimento Interno da Procuradoria - Geral da azenda Nacional, aprovado pela Portaria nº 38, de º de julho de 997, publicada no OU de 7 de julho de 997, tendo em vista o disposto no art. º da Medida Provisória nº 303, de 29 de junho de 2006, declara: I - verificada a inadimplência do sujeito passivo por 2 (dois) meses consecutivos ou alternados, relativamente às prestações mensais ou a quaisquer dos impostos, contribuições ou exações de competência dos órgãos referidos no caput do art. 3o, inclusive os com vencimento posterior a 28 de fevereiro de 2003; II - constatada a existência de débitos mantidos, pelo sujeito passivo, sob discussão administrativa ou judicial, ressalvadas as hipóteses do inciso II do 3o do art. o. III - verificado o descumprimento do disposto no parágrafo único do art. 2o desta Medida Provisória; o A rescisão referida no caput implicará a remessa do débito para a inscrição em dívida ativa ou o prosseguimento da execução, conforme o caso. 2o A rescisão do parcelamento independerá de notificação prévia e implicará exigibilidade imediata da totalidade do crédito confessado e ainda não pago e automática execução da garantia prestada, quando existente, restabelecendo-se, em relação ao montante não pago, os acréscimos legais na forma da legislação aplicável à época da ocorrência dos respectivos fatos geradores. 3o A ocorrência das hipóteses de rescisão de que trata este artigo não exclui a aplicação do disposto no 2o do art. 3 da Lei nº 0.522, de o ste Ato eclaratório entra em vigor na data de sua publicação. LTON GOMS MASCARNHAS ANXO ÚNICO Pessoa a ser excluída do Parcelamento xcepcional (PAX) CNPJ/CP da pessoa jurídica / pessoa física excluída: CNPJ/CP NOM / J S SOUZA COMRCIO PROCURAORIA A AZNA NACIONAL M PRNAMBUCO PROCURAORIA SCCIONAL A AZNA NACIONAL M CARUARU ATO CLARATÓRIO Nº 2, 8 JULHO 203 xclui pessoa jurídica do Parcelamento special - PAS, de que trata o Art. º da Lei 0.684, de 30 de maio de O PROCURAOR-SCCIONAL A AZNA NACIO- NAL M CARUARU-P, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Complementar nº 73/993, e tendo em vista o contido na Lei nº 0.684/2003 e no inciso II do art. 9º da Portaria Conjunta PGN/SR nº 03/2004, resolve: Art. º. xcluir do PARCLAMNTO SPCIAL - PAS, instituído pela Lei nº 0.684/2003, por haver incorrido naquilo que preconiza o Art. 7º da referida Lei, a pessoa jurídica a seguir relacionada: - COMRCIAL SÃO CATANO LTA M - CNPJ / Art. 2º É facultado ao interessado, no prazo de 0 (dez) dias, contado da data de publicação deste Ato eclaratório, nos termos do artigo 4 da Portaria Conjunta PGN/SR nº 03/2004, apresentar recurso administrativo dirigido à Procuradoria-Seccional da azenda Nacional em Caruaru/P, com endereço na Rua Laura Maciel Santos, nº 23, Maurício de Nassau, Caruaru-P. Art. 3º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 2º, a exclusão do PAS será definitiva. Art. 4º ste Ato eclaratório entra em vigor na data de sua publicação. NLSON SON A CONCIÇÃO JÚNIOR BANCO O BRASIL S/A BB SGUROS PARTICIPAÇÕS S/A (Subsidiária Integral da BB Seguridade Participações S/A e Controlada Indireta do Banco do Brasil S/A) ATA A ASSMBLIA GRAL XTRAORINÁRIA RALIZAA M 24 MAIO 203 I.ATA, HORA LOCAL: m 24 de maio de 203, às 6 horas, na sede social da BB Seguros Participações S.A., CNPJ /000-09; NIR: , situada no Setor Bancário Sul, Quadra, Bloco A, Lote 3, difício Sede I, 5º andar, sala 02, Brasília () ("Companhia"). II. MSA: Presidente: Marcelo Augusto utra Labuto Secretário: Luiz Cláudio Ligabue III. PRSN- ÇA: BB SGURIA PARTICIPAÇÕS S.A., única acionista, representada pelo seu iretor Leonardo Giuberti Mattedi, o qual assinou o "Livro de Presença", observadas as prescrições legais. IV.CONVOCAÇÃO: ispensada, na forma do 4 do artigo 24 da Lei nº 6.404/76, conforme alterada ("Lei das S.A."), tendo em vista a presença da acionista representante da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura constante no Livro de Presença de Acionistas. V. ORM O IA: Parceria para formação de Bloco de Controle no IRB-Brasil Resseguros S.A. VI. LIBRAÇÃO: O acionista decidiu aprovar: a) a aquisição de ações ordinárias referentes à participação da União no IRB-Brasil Resseguros S.A. pelo valor de R$ 2.577,00 (dois mil e quinhentos e setenta e sete reais) por ação, totalizando R$ ,00 (quinhentos e quarenta e sete milhões, quatrocentos e oito mil, novecentos e dezessete reais); b) a assinatura do Contrato de Compra e Venda (anexo) relativo à operação constante do item "a"; c) a assinatura do Acordo de Acionistas (anexo) a ser celebrado entre a União, a BB Seguros Participações S.A., a Bradesco Auto R - Companhia de Seguros, a Itaú Seguros S.A., a Itaú Vida e Previdência S.A. e o undo de Investimento em Participações Caixa Barcelona como partes para a formação do Bloco de Controle no IRB-Brasil Resseguros S.A., tendo como intervenientes-anuentes o Banco do Brasil S.A. e o IRB-Brasil Resseguros S.A. VII. NCRRAMNTO: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Assembleia, lavrando-se a presente Ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos presentes. Brasília (), 24 de maio de 203. ST OCUMNTO CONR COM O ORIGI- NAL LAVRAO NO LIVRO 02, OLHA 07 A 28. Ass.: Marcelo Augusto utra Labuto, iretor-presidente da BB Seguros, Presidente da Assembleia, e Leonardo Giuberti Mattedi, Representante do acionista. A Junta Comercial do istrito ederal certificou o Registro em , sob o número Mônica Amorim Meira, Secretária-Geral. BANCO CNTRAL O BRASIL IRTORIA COLGIAA IRTORIA POLÍTICA MONTÁRIA PARTAMNTO OPRAÇÕS BANCÁRIAS SISTMA PAGAMNTOS CARTA-CIRCULAR Nº 3.607, 7 JULHO 203 ivulga procedimentos para aferição do cumprimento da exigibilidade de aplicação de depósitos à vista, captados pelas instituições financeiras, em operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores, e estabelece procedimentos para a remessa de informações relativas às mencionadas operações. O Chefe do epartamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (eban), no uso da atribuição que lhe confere o art. 22, inciso I, alínea "a", do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo à Portaria nº 29.97, de 4 de março de 2005, e tendo em vista o disposto na Resolução nº 4.000, de 25 de agosto de 20, na Resolução nº 4.050, de 26 de janeiro de 202, e no art. 6º da Circular nº 3.566, de 8 de dezembro de 20, resolve: Art. º - Para fins de envio e consulta de informações, controle do cumprimento de exigibilidades, movimentação de recursos e verificação da existência de eventuais custos financeiros por deficiência e de multas por irregularidade na prestação de informações acerca do direcionamento de depósitos à vista captados pelas instituições financeiras para operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores de que trata a Circular nº 3.566, de 20, as instituições devem observar os seguintes procedimentos: I - participantes do Sistema de Transferência de Reservas (STR) com acesso principal pela Rede do Sistema inanceiro Nacional (RSN): utilizar a RSN; e II - demais instituições: utilizar a transação PRCO500, do Sistema de Informações Banco Central (Sisbacen). Art. 2º - Para a prestação das informações de que trata o art. º, devem ser utilizados os seguintes códigos do icionário de omínios associado ao Catálogo de Mensagens e de Arquivos da RSN: I - participantes do Sistema de Transferência de Reservas (STR) com acesso principal pela RSN: utilizar a mensagem "RCO I informa emonstrativo", do Grupo de Serviços RCO, constante do Catálogo de Mensagens e de Arquivos da RSN, preenchendo o campo "CodRCO" com o código "- irecionamento Microfinanças", observando: a) CodItem 09 - saldo total da rubrica " IM - Recursos Aplicados", do Cosif; b) CodItem 0 - saldo total da rubrica " IM - Recursos Captados", do Cosif;
21 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN c) CodItem - saldo total da rubrica " Pessoas Naturais LC - Curso Normal e Vencidas até 59 dias", do Cosif; d) CodItem 2 - saldo total da rubrica " Pessoas Naturais epósitos speciais - Curso Normal e Vencidas até 59 dias", do Cosif; e) CodItem 3 - saldo total da rubrica " Pessoas Naturais Outros epósitos - Curso Normal e Vencidas até 59 dias", do Cosif; f) CodItem 4 - saldo total da rubrica " Microempreendedores PNMPO - Curso Normal e Vencidas até 59 dias", do Cosif; g) CodItem 5 - saldo total da rubrica " Microempreendedores Outros - Curso Normal e Vencidas até 59 dias", do Cosif; h) CodItem 2 - "Pessoas Naturais Tecnologia Assistiva - Curso Normal e Vencidas até ano". Corresponde ao saldo devedor bruto dos financiamentos às operações em curso normal, ou vencidas até um ano, de que trata o art.º da Resolução nº 4.050, de 26 de janeiro de 202; i) CodItem 22 - "Pessoas Naturais Tecnologia Assistiva - Vencidas há mais de e até 2 anos". Corresponde ao saldo devedor bruto dos financiamentos às operações vencidas há mais de um, e há menos de dois anos, de que trata o art.º da Resolução nº 4.050, de 26 de janeiro de 202; j) CodItem 23 - saldo total da rubrica " Créditos concedidos para Cooperativa e SCM - irecionamento" correspondente ao valor concedido pela instituição em operações de que tratam os incisos II e III do art. 5º da Resolução nº 4.000, de 20; k) CodItem 24 - saldo total da rubrica " Créditos captados por Cooperativa e SCM - irecionamento" correspondente ao valor captado pela instituição em operações de que tratam os incisos II e III do art. 5º da Resolução nº 4.000, de 20; II - demais instituições: utilizar a transação PRCO500, do Sisbacen, para informar os dados previstos nas alíneas de "a" até "k" do inciso I. Art. 3º - Para efeito da prestação de informações de que trata o art. 2º, cada mês deve ser considerado um período para efeito do direcionamento de depósitos à vista captados pelas instituições financeiras para operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores, utilizando-se o primeiro dia do mês como data-início e o último como data-fim do período. º A mensagem "RCO I informa emonstrativo", de que trata o inciso I do art. 2º, deve conter as informações relativas a, no mínimo, uma e a, no máximo, 23 (vinte e três) datas de referência de um mesmo período. 2º A partir do período referente a agosto de 203, as informações relativas às alíneas "b" e "k", do inciso I do art. 2º, devem ser prestadas somente para o último dia útil do período. Art. 4º - Na hipótese de o Banco Central do Brasil detectar uma data de referência cuja informação não tenha sido prestada nos termos do art. 2º, serão atribuídos a essa data os valores relativos à última data informada, imediatamente anterior. º A instituição que não apresentar variação nos valores de seus demonstrativos, em determinado intervalo de tempo, pode informar apenas os valores relativos ao primeiro dia do intervalo, que serão replicados para os demais dias. 2º A replicação de que trata o º deste artigo ocorrerá apenas para efeito de cálculo e, portanto, não será considerada inclusão de demonstrativo. Art. 5º - O valor não aplicado de depósitos à vista captados pelas instituições financeiras em operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores a ser recolhido ao Banco Central, nos termos do 2º do art. 7º da Resolução nº 4.000, de 25 de agosto de 20, corresponde ao resultado do cálculo abaixo: Valor a recolher = maior, se positivo, entre as diferenças descritas nos incisos I e II, abaixo: I - xigibilidade Total - Aplicação Total, onde: a) xigibilidade Total = média aritmética dos valores resultantes da aplicação, em cada última data útil nos doze meses anteriores ao mês imediatamente anterior ao mês em que estiver sendo realizada a verificação, da alíquota vigente sobre a diferença entre os CodItens 00 e 004, acrescida da média aritmética, para o mesmo período, dos valores inscritos nos CodItens 0 e 24; e b) Aplicação Total = média aritmética do somatório, para cada data de referência no mês anterior ao mês em que estiver sendo realizada a verificação, de: CodItem 09 + CodItem + CodItem 2 + CodItem 3 + CodItem 4 + CodItem 5 + CodItem 2 + CodItem ,5*(CodItem 22).de: II - xigibilidade PNMPO - Aplicação PNMPO, onde: a) xigibilidade PNMPO = aplicação do percentual vigente estabelecido pelo art. 6º, º, da Resolução nº 4.000, de 20, sobre a xigibilidade Total; b) Aplicação PNMPO = média aritmética do somatório, para cada data de referência no mês anterior ao mês em que estiver sendo realizada a verificação, de: CodItem 09 + CodItem 23 + CodItem 4 º Para a verificação de períodos até julho de 203, a média citada na alínea "a" do inciso I será calculada para todas as datas de referência nos doze meses anteriores ao mês imediatamente anterior ao mês em que estiver sendo realizada a verificação. 2º Para a verificação de períodos até julho de 203, a média citada na alínea "b" do inciso I será calculada para todas as datas de referência dos doze meses anteriores ao mês em que estiver sendo realizada a verificação. 3º Os saldos pretéritos inscritos nos CodItens a que se refere a Carta Circular nº 3.575, de 4 de dezembro de 202, serão utilizados para efeito de apuração da aplicação em operações de XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores até a verificação do período de julho de 203, cujo ajuste ocorrerá em 20 de agosto de 203. Art. 6º - ventual valor a recolher relativo à insuficiência na aplicação obrigatória em operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores, bem como alterações dessa insuficiência, serão calculados e informados à instituição: I - no dia útil anterior à data do ajuste, após apuração da rotina de processamento noturna, por intermédio da mensagem RCO004 ou por consulta via transação PRCO500, quando houver insuficiência a recolher relacionada a período futuro de movimentação do direcionamento obrigatório de operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores; II - de imediato, aos participantes do STR com acesso principal pela RSN: a) por meio da mensagem RCO0002R, quando houver inclusão ou alteração das informações de que trata o art. 2º referentes ao mês de referência (mês imediatamente anterior ao mês de verificação) e que provoquem impacto no período de movimentação vigente; b) por meio da mensagem RCO004, quando houver inclusão ou alteração das informações de que trata o art. 2º relacionadas ao período de movimentação vigente e que não sejam relativas ao mês de referência; c) por meio da mensagem RCO004, quando houver inclusão ou alteração de informações relacionadas ao período de movimentação vigente, prestadas no âmbito do recolhimento compulsório sobre recursos à vista e utilizadas para cálculo de exigibilidade do direcionamento de operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores de que trata o art. 5º; III - a cada dia útil, após apuração da rotina de processamento noturna, por intermédio da mensagem RCO004 ou por consulta via transação PRCO500, quando houver inclusão ou alteração das informações de que trata o art. 2º relacionadas a período de movimentação pretérito, ou quando houver inclusão ou alteração de informações prestadas no âmbito do recolhimento compulsório sobre recursos à vista e utilizadas para cálculo de exigibilidade pretérita do direcionamento de operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores de que trata o art. 5º. Art. 7º - As cooperativas de crédito de pequenos empresários, microempresários ou microempreendedores e as de livre admissão de associados, as sociedades de crédito ao microempreendedor e as demais instituições depositárias de IM ou captadoras de crédito de que tratam os incisos II e III do art. 5º da Resolução nº 4.000, de 25 de agosto de 20, ainda não cadastradas no Sistema de Recolhimentos Compulsórios, não detentoras de conta Reservas Bancárias ou de Conta de Liquidação com acesso principal pela RSN, devem contatar o eban (Suban/RJ - (2) ) para obter orientações acerca do cadastramento na transação PRCO500, pela qual deverão prestar as informações previstas no art. 2º, inciso II, desta Carta Circular, necessárias para a comprovação da aplicação em operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores e para cálculo de eventuais valores a recol h e r. Art. 8º - A documentação comprobatória das informações objeto desta Carta Circular deverá ser mantida à disposição do Banco Central do Brasil pelo prazo de cinco anos, contados a partir da data a que se refere cada informação, nos termos do disposto no art. º da Lei nº 9.873, de 23 de novembro de 999. Art. 9º - As orientações desta Carta Circular deverão ser seguidas a partir do mês de referência julho de 203. Art sta Carta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Art.. - ica revogada a Carta Circular nº 3.575, de 4 de dezembro de 202. ASO MARANHÃO COIMBRA CARTA-CIRCULAR Nº 3.608, 8 JULHO 203 ivulga procedimentos a serem observados para a operação de participante em regime de contingência no Sistema de Transferência de Reservas (STR). O Chefe do epartamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (eban), no uso das atribuições conferidas pelos arts. 22, inciso I, alínea "a", e 97, inciso X, do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo à Portaria nº , de 6 de setembro de 20, em decorrência do disposto no Regulamento do STR anexo à Circular nº 3.00, de 28 de março de 2002, com as alterações dadas pelas Circulares nº 3.439, de 2 de março de 2009, nº 3.488, de 8 de março de 200, nº 3.628, de 9 de fevereiro de 203, e nº 3.658, de 9 de junho de 203, resolve: Art. º - As solicitações de ativação e de encerramento da operação em regime de contingência de que trata o art. 7º-B do Regulamento do STR deverão ser feitas por intermédio de contato telefônico originado de representante cadastrado, nos termos da Carta Circular nº 3.403, de 23 de junho de 2009, com o componente da ivisão de Gestão e Monitoramento do STR (Gemon) ao qual o solicitante estiver vinculado. Art. 2º - As ordens de que trata o parágrafo único do art. 7º- do Regulamento do STR podem ser realizadas por meio das seguintes mensagens do Catálogo de Serviços do SN: I - LL I requisita Transferência do resultado líquido de negociações; II - LL Câmara requisita Transferência do resultado líquido de negociações LL; III - LL002 - Câmara requisita Transferência da conta de liquidação da câmara para sua conta corrente; IV - LL Câmara requisita Transferência do resultado líquido; V - LL I requisita Transferência para depósito operacional; VI - RCO000 - I requisita Transferência recursos de compulsórios para conta Reservas Bancárias; VII - RCO00 - I requisita Transferência de Reservas Bancárias para compulsórios; VIII - RC I requisita Redesconto intradia; IX - RC I requisita Redesconto com prazo de um dia útil; X - RC I requisita Redesconto intradia associado a uma aquisição; XI - RC I requisita conversão ou recontratação de redesconto; XII - RC I requisita Pagamento de redesconto; XIII - RC I requisita Pagamento de redesconto associado a venda; XIV - RC004 - I requisita Cancelamento de solicitação ou de pagamento de Redesconto; XV - SLB Participante requisita Pagamento de Lançamento BACN; XVI - SLB Participante requisita Pagamento ao BA- CN; e XVII - STR00 - I requisita Cancelamento de lançamento STR pendente. Art. 3º - O agendamento do teste de que trata o art. 7º- do Regulamento do STR deverá ser realizado por intermédio da mensagem STR0043 (Participante requisita agendamento de teste de contingência Internet) do Catálogo de Serviços do SN. Parágrafo único. - O cancelamento do agendamento poderá ser realizado por meio da mensagem STR0044 (Participante requisita cancelamento de teste de contingência Internet), caso ainda não tenha sido ativada a operação em regime de contingência. Art. 4º - sta Carta Circular entra em vigor em 9 de julho de 203. Art. 5º - ica revogada a Carta Circular nº 3.442, de 4 de abril de 200. ASO MARANHÃO COIMBRA COMISSÃO VALORS MOBILIÁRIOS SUPRINTNÊNCIA-GRAL SUPRINTNÊNCIA NORMAS CONTÁBIS AUITORIA ATO CLARATÓRIO Nº 3.26, 5 JULHO 203 O de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da eliberação CVM Nº 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do artigo 2 das Normas contidas na Instrução CVM Nº 308, de 4 de maio de 999, declara RGISTRAO na Comissão de Valores Mobiliários, a partir desta data, com a nova denominação social e autorizado a exercer a atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, de acordo com as Leis N os 6385/76 e 6404/76, o Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica Nova enominação Social CROW HORWATH MACRO AUITORS INPN- NTS CNPJ: / Anterior enominação Social MACRO AUITORS INPNNTS CNPJ: / JOSÉ CARLOS BZRRA A SILVA SUPRINTNÊNCIA PROCSSOS SANCIONAORS SPACHO O SUPRINTNNT m 8 de julho de 203 PROCSSO AMINISTRATIVO SANCIONAOR CVM Nº RJ203/4660 Objeto: Apurar eventual responsabilidade de Paulo Henrique Oliveira de Menezes, na qualidade de iretor de Relações com investidores da Refinaria de Petróleo Manguinhos S.A., por infração ao art. 4º, único da Instrução 358/02. Assunto: Pedido de prorrogação de prazo para apresentação de defesa. Acusados Advogado Paulo Henrique Oliveira de Menezes OAB/RJ nº r. alton A. Branco Jr. Trata-se de pedido de prorrogação de prazo para apresentação de defesa formulado por PAULO HNRIQU OLIVIRA MNZS nos autos do PAS CVM nº RJ203/4660. etermino a prorrogação por 30 (trinta) dias, e fixo o novo prazo para apresentação de defesas em 05/08/203. RNANO SOARS VIIRA
22 22 ISSN COORNAÇÃO CONTROL PROCSSOS A M I N I S T R AT I V O S PAUTA JULGAMNTOS PAUTA JULGAMNTOS, ABRTOS AO PÚBLICO, PROCSSOS AMINISTRATIVOS SANCIONAORS - CVM RMARCAÇÃO SSSÃO JULGAMNTO Reportamo-nos à Pauta de Julgamento publicada no.o.u de sexta-feira, 7 de junho 203, Seção, página 0, para informar que a Sessão de Julgamento do PAS CVM nº SP2007/39 - TOV CCTVM Ltda. foi remarcada para terça-feira, dia 30 de julho de 203, às 5h.. Onde se lê: ata: terça-feira. Leia-se: ata: terça-feira Rio de Janeiro, 8 de julho de 203. RITA CÁSSIA MNS Chefe SPACHO A IRTORA m 8 de julho de 203 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Processo Administrativo Sancionador CVM Nº SP2007/39 Relatora: iretora Ana olores Moura Carneiro de Novaes ACUSAO AVOGAO André de Barros Mello Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº Émerson Suto Pacheco Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº ernando rancisco Brochado Heller ernando Orotavo Lopes da Silva Neto - OAB/RJ nº CONSLHO NACIONAL POLÍTICA AZNÁRIA SCRTARIA XCUTIVA ATO COTP/PMP Nº 3, 8 JULHO 203 Preço médio ponderado a consumidor final (PMP) de combustíveis. O Secretário-xecutivo do Conselho Nacional de Política azendária - CONAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IX, do art. 5º do Regimento desse Conselho e considerando o disposto nos Convênios ICMS 38/06 e 0/07, de 5 de dezembro de 2006 e 28 de setembro de 2007, respectivamente, divulga que as unidades federadas indicadas na tabela abaixo, adotarão, a partir de 6 de julho de 203, o seguinte preço médio ponderado ao consumidor final (PMP) para os combustíveis referidos nos convênios supra: PRÇO MÉIO PONRAO A CONSUMIOR INAL U GASOLINA ISL GLP Q AV AHC GNV GNI ÓLO C COMB USTÍVL (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ kg) (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ m³) (R$/ m³) (R$/ litro) (R$/ Kg) AC 3,2599 2,729 3,6285 2,0000 2, AL 2,8970 2,3030 2,9800,832 2, *AM 3,0364 2,3728 3,3622-2, AP 2,8840 2,3600 3,5423-2, BA ,2500, C 2,860 2,2500 2,654-2, * 2,990 2,4030 3,3880-2,2820 2, S 2,9440 2,337 2,7942 2,2542 2,5496, GO 2,9200 2,3700 3,3846-2, MA 2,8880 2,2620 3,646 2,5000 2, MT 3, 08 2,5708 3,8647 3,2279,9633,8264, MS 2,9407 2,200 2,878 3,68,972, MG 2,9746 2,3280 2,8485 2,3000 2, PA 2,9720 2,4270 3,2546-2, *PB 2,86 2,289 2,774 2,7078 2,2972,7988-2,443 2,443 P 2,890 2,335 2,926-2,3050, *PI 2,7662 2,3454 3,426 2,6475 2, PR 2,9300 2,2800 3,0700 -, *RJ 3,0374 2,3365 3,567,5960 2,3322, RN 2,8890 2,2580 2,6500-2,4350,920 -, RO 3,0500 2, 50 3,5200-2, , RR 3,030 2,5640 3,4956 6,0000 2, RS ,420, SC 2,8600 2,3300 3,3200-2,4300 2, S 2,979 2,335 2,9249 2,328 2,4585, TO 3,0300 2,2700 3,4238 3,7300 2, * PMP alterados pelo presente ATO COTP. SPACHO O SCRTÁRIO XCUTIVO m 8 de julho de 203 Nº 42 - O Secretário-xecutivo do Conselho Nacional de Política azendária - CONAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IX, do art. 5º do Regimento desse Conselho, torna público que na 202ª reunião extraordinária do CONAZ, realizada no dia 8 de julho de 203, foram celebrados os seguintes Convênios ICMS: CONVÊNIO ICMS 50, 8 JULHO 203 Altera o Convênio ICMS 49/202, para autorizar o istrito ederal a reabrir o prazo para pagamento de créditos tributários constituídos nos termos do inciso I do 3º do artigo 62 da Lei Complementar istrital nº 4/94 e a reduzir multas, juros e acréscimos legais e a conceder parcelamento de créditos tributários constituídos. O Conselho Nacional de Política azendária - CONAZ, na sua 202ª reunião extraordinária, realizada em Brasília,, no dia 8 de julho de 203, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 975, resolve celebrar o seguinte pelo código Marcos Aparecido Ribeiro Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº Maria Gustava Brochado Heller Britto ernando Orotavo Lopes da Silva Neto - OAB/RJ nº Nestor Rabello Sampaio Sobrinho Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº Paulo Roberto i Antonio Brochado Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº Pedro Paulo Veronesi Brochado Igor Beltrami Hummel - OAB/SP nº TOV Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda. MANUL OS ANJOS MARQUS TIXIRA ernando Orotavo Lopes da Silva Neto - OAB/RJ nº À CCP, m 07/06/203, foi publicada no OU a pauta de julgamento deste PAS. Nesta publicação, as informações sobre os patronos dos acusados estavam de acordo com as procurações e substabelecimentos acostados aos autos. m 26/06/203, foram protocolados substabelecimentos, datados de 06/05/20, em que o patrono original de seis dos nove acusados substabelecia, sem reservas, poderes para advogados de outro escritório. m 28/06/203, esses advogados protocolaram documento renunciando aos poderes recebidos. Por fim, no último dia 04/07/2003 foi protocolado novo substabelecimento outorgando poderes para o r. Igor Beltrami Hummel representar esse grupo de seis acusados. Nesta mesma data, o novo procurador solicitou o adiamento do julgamento. Sendo assim, e muito embora não fosse imprescindível para a regular tramitação do feito o adiamento da sessão regularmente convocada, determino, neste caso particular e excepcionalmente, que a sessão de julgamento do presente PAS seja remarcada para o dia 30/07/203, às 5 horas, no mesmo local, em homenagem ao mais amplo direito de defesa. ANA OLORS MOURA CARNIRO NOVAS Relatora CONVÊNIO Cláusula primeira A cláusula oitava do Convênio ICMS 49, de 7 de dezembro de 202, passa a vigorar com a seguinte redação: "Cláusula oitava ica o istrito ederal autorizado a reabrir, por noventa dias, o prazo para os contribuintes com créditos tributários constituídos até 3 de maio de 203, referentes a fatos geradores ocorridos até 3 de dezembro de 20, relativos ao ICM e ao ICMS, liquidarem seus créditos com o percentual de redução nas multas previsto no inciso I do 3º do Art. 62 da Lei Complementar istrital nº 4, de 30 de dezembro de 994, independentemente da fase ou instância administrativa em que o processo se encontre. º Na hipótese do caput, o valor dos juros incidentes sobre os créditos tributários constituídos serão reduzidos no mesmo percentual de redução das multas, até a data do efetivo pagamento do total do crédito tributário. 2º O beneficio previsto nesta cláusula somente produzirá efeitos se houver o efetivo pagamento da totalidade do crédito tributário até o final do prazo especificado no caput, em moeda corrente, vedada a utilização de precatórios ou quaisquer outros títulos." Cláusula segunda icam incluídos os seguintes dispositivos ao Convênio ICMS 49/202, com a redação que se segue: I - a Cláusula nona: "Cláusula nona ica o istrito ederal autorizado a reduzir multas e juros e demais acréscimos legais, exceto a atualização monetária, relacionados com o ICM e o ICMS, dos créditos tributários constituídos até 3 de maio de 203, referentes a fatos geradores ocorridos até 3 de dezembro de 20, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive ajuizados, bem como conceder parcelamento para o respectivo pagamento, observado o disposto nesta cláusula e nas demais normas previstas na legislação tributária distrital, da seguinte forma: I - redução de 70% (setenta por cento) do seu valor no pagamento em até 3 (três) parcelas; II - redução de 65% (sessenta e cinco por cento) do seu valor no pagamento em até 6 (seis) parcelas; III - redução de 60% (sessenta por cento) do seu valor no pagamento em até 9 (nove) parcelas; IV - redução de 55% (cinquenta e cinco por cento) do seu valor no pagamento em até 2 (doze) parcelas; V - redução de 50% (cinquenta por cento) do seu valor no pagamento em até 60 (sessenta) parcelas. º O pagamento parcelado do crédito tributário previsto no caput deve ser feito em parcelas mensais, iguais e sucessivas, acrescidas de juros e correção monetária, observado o valor mínimo de cada parcela e as regras e condições estabelecidas na legislação tributária distrital para a concessão do parcelamento, nos termos deste convênio. 2º O contribuinte deverá apresentar garantia real ou fidejussória para usufruir do parcelamento previsto no caput, ficando o istrito ederal autorizado a dispensar essa exigência para o crédito consolidado de valor inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais). 3º Os benefícios fiscais previstos no caput não se aplicam ao crédito tributário decorrente de auto de infração cujo objeto esteja relacionado à sonegação fiscal, fraude ou conluio. 4º O sujeito passivo, para usufruir os benefícios do caput, deve fazer a sua adesão aos mesmos até o último dia do prazo estabelecido na cláusula oitava, cuja formalização será efetuada com o pagamento da primeira parcela, após o aceite das garantias pela Secretaria de stado de azenda do istrito ederal, se for o caso. 5º O parcelamento previsto no caput fica automaticamente extinto, situação em que o sujeito passivo perde, a partir da extinção, o direito aos benefícios autorizados neste convênio, relativamente ao saldo devedor remanescente, se, após a assinatura do acordo de parcelamento ou homologação pelo pagamento da primeira parcela, e durante a sua vigência, ocorrer ausência do pagamento, por mais de noventa dias, a contar da data do vencimento de qualquer parcela, sendo, nessa hipótese, executadas as garantias oferecidas. 6º ica o istrito ederal autorizado a extinguir automaticamente o parcelamento se, após a assinatura do acordo de parcelamento ou a homologação pelo pagamento da primeira parcela, e se durante a sua vigência, ocorrer ausência do pagamento, por mais de 90 (noventa) dias, a contar da data do vencimento do ICMS escriturado e declarado, cujo fato gerador tenha ocorrido a partir da efetivação do parcelamento, sendo, nessa hipótese, executadas as garantias oferecidas." II - a Cláusula décima: "Cláusula décima Os créditos tributários em execução fiscal só poderão aproveitar os benefícios autorizados nas cláusulas oitava e nona deste convênio mediante autorização judicial." III - a Cláusula décima primeira: "Cláusula décima primeira A adesão as regras para pagamento ou parcelamento dos créditos tributários contidas nas cláusulas oitava e nona deste convênio implica o reconhecimento dos débitos tributários nele incluídos, ficando condicionada à desistência de eventuais ações ou embargos à execução fiscal, com renúncia ao direito sobre o qual se fundam, e da desistência de eventuais impugnações, defesas e recursos apresentados no âmbito administrativo." IV - a Cláusula décima segunda: "Cláusula décima segunda Os benefícios fiscais previstos nas cláusulas oitava e nona deste convênio ficam condicionados ao pagamento do crédito tributário, a vista ou parcelado, exclusivamente em moeda corrente, sendo vedada a utilização de precatórios ou quaisquer outros títulos." V - a Cláusula décima terceira: "Cláusula décima terceira ste convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional." Cláusula terceira ste convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. Presidente do CONAZ - yogo Henrique de Oliveira p/ Guido Mantega, Acre - Mâncio Lima Cordeiro, Alagoas - Maurício Acioli Toledo, Amapá - Jucinete Carvalho de Alencar, Amazonas - Afonso Lobo Moraes, Bahia - Luiz Alberto Bastos Petitinga, Ceará - Carlos Mauro Benevides ilho, istrito ederal - Adonias dos Reis Santiago, spírito Santo - Maurício Cézar uque, Goiás - Simão Cirineu ias, Maranhão - Claudio José Trinchão Santos, Mato Grosso - Marcel Souza de Cursi, Mato Grosso do Sul - Jader Rieffe Julianelli Afonso, Minas Gerais - Leonardo Maurício Colombini Lima, Pará - José Barroso Tostes Neto, Paraíba - Marialvo Laureano dos Santos ilho, Paraná - Luiz Carlos Hauly, Pernambuco - Paulo Henrique Saraiva Câmara, Piauí - Antônio Silvano Alencar de Almeida, Rio de Janeiro - Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Rio Grande do Norte - José Airton da Silva, Rio Grande do Sul - Odir Alberto Pinheiro Tonollier, Rondônia - Benedito Antônio Alves, Roraima - Luiz Renato Maciel de Melo, Santa Catarina - Antonio Marcos Gavazzoni, São Paulo - Andrea Sandro Calabi, Sergipe - José de Oliveira Junior, Tocantins - Marcelo Olimpio Carneiro Tavares.
23 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN CONVÊNIO ICMS 5, 8 JULHO 203 Altera o Convênio ICMS 54/2, que concede isenção do ICMS nas saídas interestaduais de rações para animais e dos insumos utilizados em sua fabricação, cujos destinatários estejam domiciliados em municípios com situação de emergência ou de calamidade pública declarada em decreto governamental, em decorrência da estiagem que atinge o Semi-árido brasileiro. O Conselho Nacional de Política azendária - CONAZ, na sua 202ª reunião extraordinária, realizada em Brasília,, no dia 8 de julho de 203, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira O º da cláusula primeira do Convênio ICMS 54, de 25 de maio de 202, passa a vigorar com a seguinte redação: " º A isenção de que trata o caput terá por termo final 3 de agosto de 203, exceto para o stado do Maranhão, cujo termo final será a data da publicação deste Convênio." Cláusula segunda O Anexo I do Convênio ICMS 54/2, para as operações destinadas aos stados de Alagoas passa a contemplar o seguinte diploma legal: "Alagoas - ecreto nº , de 3 de julho de 203."; Cláusula terceira icam convalidados os procedimentos e benefícios adotados nas operações interestaduais com base nas disposições contidas no Convênio ICMS 54/2, destinadas ao stado de Alagoas no período compreendido entre 2de julho de 203 e a data da ratificação deste convênio. Cláusula quarta ste convênio entra em vigor na data de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir do dia º de julho de 203. Presidente do CONAZ - yogo Henrique de Oliveira p/ Guido Mantega, Acre - Mâncio Lima Cordeiro, Alagoas - Maurício Acioli Toledo, Amapá - Jucinete Carvalho de Alencar, Amazonas - Afonso Lobo Moraes, Bahia - Luiz Alberto Bastos Petitinga, Ceará - Carlos Mauro Benevides ilho, istrito ederal - Adonias dos Reis Santiago, spírito Santo - Maurício Cézar uque, Goiás - Simão Cirineu ias, Maranhão - Claudio José Trinchão Santos, Mato Grosso - Marcel Souza de Cursi, Mato Grosso do Sul - Jader Rieffe Julianelli Afonso, Minas Gerais - Leonardo Maurício Colombini Lima, Pará - José Barroso Tostes Neto, Paraíba - Marialvo Laureano dos Santos ilho, Paraná - Luiz Carlos Hauly, Pernambuco - Paulo Henrique Saraiva Câmara, Piauí - Antônio Silvano Alencar de Almeida, Rio de Janeiro - Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Rio Grande do Norte - José Airton da Silva, Rio Grande do Sul - Odir Alberto Pinheiro Tonollier, Rondônia - Benedito Antônio Alves, Roraima - Luiz Renato Maciel de Melo, Santa Catarina - Antonio Marcos Gavazzoni, São Paulo - Andrea Sandro Calabi, Sergipe - José de Oliveira Junior, Tocantins - Marcelo Olimpio Carneiro Tavares. CONVÊNIO ICMS 52, 8 JULHO 203 Altera o Convênio ICMS /09 que autoriza os stados do Acre, Alagoas, Ceará, spírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins e o istrito ederal a dispensar ou reduzir juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, na forma que especifica. O Conselho Nacional de Política azendária - CONAZ, na sua 202ª reunião extraordinária, realizada em Brasília,, no dia 8 de julho de 203, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 975, resolve celebrar o seguinte. CONVÊNIO Cláusula primeira O 4 da cláusula segunda do Convênio ICMS /09, de 3 de abril de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: " 4 ica o stado do Maranhão autorizado a: I - prorrogar até 30 de setembro de 203, o prazo previsto no caput desta cláusula; II - prorrogar até 3 de dezembro de 202, o prazo previsto no inciso I do º desta cláusula." Cláusula segunda ica acrescido o 6 a cláusula segunda do Convênio ICMS /09, com a seguinte redação: " 6 ica o stado do Sergipe autorizado a: I - prorrogar até 30 de novembro de 203, o prazo previsto no caput desta cláusula; II - prorrogar até 3 de dezembro de 202, o prazo previsto no inciso I do º desta cláusula." Cláusula terceira ste convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. Presidente do CONAZ - yogo Henrique de Oliveira p/ Guido Mantega, Acre - Mâncio Lima Cordeiro, Alagoas - Maurício Acioli Toledo, Amapá - Jucinete Carvalho de Alencar, Amazonas - Afonso Lobo Moraes, Bahia - Luiz Alberto Bastos Petitinga, Ceará - Carlos Mauro Benevides ilho, istrito ederal - Adonias dos Reis Santiago, spírito Santo - Maurício Cézar uque, Goiás - Simão Cirineu ias, Maranhão - Claudio José Trinchão Santos, Mato Grosso - Marcel Souza de Cursi, Mato Grosso do Sul - Jader Rieffe Julianelli Afonso, Minas Gerais - Leonardo Maurício Colombini Lima, Pará - José Barroso Tostes Neto, Paraíba - Marialvo Laureano dos Santos ilho, Paraná - Luiz Carlos Hauly, Pernambuco - Paulo Henrique Saraiva Câmara, Piauí - Antônio Silvano Alencar de Almeida, Rio de Janeiro - Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Rio Grande do Norte - José Airton da Silva, Rio Grande do Sul - Odir Alberto Pinheiro Tonollier, Rondônia - Benedito Antônio Alves, Roraima - Luiz Renato Maciel de Melo, Santa Catarina - Antonio Marcos Gavazzoni, São Paulo - Andrea Sandro Calabi, Sergipe - José de Oliveira Junior, Tocantins - Marcelo Olimpio Carneiro Tavares. MANUL OS ANJOS MARQUS TIXIRA XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código CONSLHO RCURSOS O SISTMA NACIONAL SGUROS PRIVAOS, PRVIÊNCIA PRIVAA ABRTA C A P I TA L I Z A Ç Ã O PAUTA JULGAMNTO A 80 a SSSÃO A SR RALIZAA M 8 JULHO 203 Pauta de Julgamento de Recursos da 80 a Sessão, que será realizada na data a seguir mencionada, na Avenida Presidente Vargas, 730, 3 o andar - Centro - Rio de Janeiro. IA 8 JULHO 203, ÀS 0h30m. 0)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: HSBC Seguros (Brasil) S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 02)RCURSO Nº 95 - Processo Susep nº /0 - Recorrente: Bradesco Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 03)RCURSO Nº Processo Susep nº /98-33 Apenso: Processo Susep nº / Recorrente: Companhia de Seguros Minas-Brasil; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 04)RCURSO Nº Processo Susep nº /00-38 II volumes - Recorrente: Bradesco Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 05)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Caixa Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 06)RCURSO Nº Processo Susep nº /99 - Recorrente: AG Brasil Seguros S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 07)RCURSO Nº Processo Susep nº /2002- II volumes - Recorrente: Sul América Seguros de Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 08)RCURSO Nº Processo Susep nº /2002- II volumes - Recorrente: Marítima Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 09)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Caixa Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha. 0)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: MAPR Vera Cruz Seguradora S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio de Almeida Penido; Revisor: rancisco Teixeira de Almeida. )RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: APLUB - Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 2) RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Bradesco Seguros S/A; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 3)RCURSO Nº Processo Susep nº / IV volumes - Recorrente: Caixa Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 4)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: RS Previdência; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 5)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Kyoei do Brasil Companhia de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 6)RCURSO Nº Processo Susep nº / II volumes - Recorrente: CAPMI - Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios Beneficente; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 7)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Sul América Seguros de Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha. 8)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Gerling Sul América S/A. Seguros Industriais; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSP. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 9)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Brasilcap Capitalização S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 20)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: RS Previdência; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 2)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Bradesco Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 22)RCURSO Nº Processo Susep nº / II volumes - Recorrente: Bradesco Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 23)RCURSO Nº Processo Susep nº / Apensos: Processo Susep nº / recurso nº 522; Processo Susep nº / recurso nº 523; Processo Susep nº / recurso nº 5668; Processo Susep nº / recurso nº 4988; Processo Susep nº / recurso nº 59; e Processo Susep nº / recurso nº Recorrente: APLUB - Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 24)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: MAPR Vera Cruz Seguradora S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha. 25)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Sul América Seguros de Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 26)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: APLUB - Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 27)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: ederal de Seguros S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 28)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Confiança Companhia de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco. 29)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Bradesco Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 30)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: APLUB - Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 3) RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: American Life Companhia de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 32)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Allianz Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha. 33)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: MAPR Seguradora de Garantias e Crédito S/A.;Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 34)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Investprev Seguros e Previdência S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro rancisco Teixeira de Almeida. 35)RCURSO Nº Processo Susep nº / II volumes - Recorrente: Sul América Seguros de Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha. 36)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: APLUB - Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido.
24 24 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de )RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: ederal de Seguros S/A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 38)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Companhia de Seguros do stado de São Paulo - COSSP; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Marcelo Augusto Camacho Rocha; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. 39)RCURSO Nº 63 - Processo Susep nº / Recorrente: ederal de Seguros S/A - Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Paulo Antonio Costa de Almeida Penido; Revisor: Marcelo Augusto Camacho Rocha. 40)RCURSO Nº Processo Susep nº / Recorrente: Atlântica Companhia de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - Susep. Relator: Conselheiro Claudio Carvalho Pacheco; Revisor: Conselheiro Paulo Antonio Costa de Almeida Penido. Observação: ) Segundo o disposto no 3 o, do artigo 8 do Regimento Interno do CRSNSP, aprovado pelo ecreto N o 2.824, de 27 de outubro de 998, "nos casos em que se tornar impossível julgar todos os processos da pauta, fica facultado ao Presidente suspender a sessão e reiniciá-la no dia útil subsequente, independentemente de nova convocação e publicação". Rio de Janeiro, 8 de julho de 203. ANA MARIA MLO NTTO Presidente THRSA CHRISTINA CUNHA MARTINS Secretária xecutiva COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS MPRSA GSTORA ATIVOS CONSLHO AMINISTRAÇÃO ATA A RUNIÃO XTRAORINÁRIA N o - 7 RALIZAA M 28 JUNHO 203 m vinte e oito de junho de dois mil e treze, na sede da mpresa Gestora de Ativos - MGA, localizada no difício São Marcus, Setor Bancário Sul, ª Subloja, em Brasília (), CNPJ sob o número /000-3, registrada na Junta Comercial do istrito ederal sob o nº NIR , reuniu-se em caráter extraordinário, o Conselho de Administração da MGA, presidido pelo Sr. Sérgio ugênio de Rísios Bath, com a presença dos Srs. Conselheiros Josemir Mangueira Assis, Ana Paula Lima Vieira, Rita de Cássia Vandanezi Munck e Maricy Valletta, para tratar dos seguintes assuntos na ordem do dia:. VOTO CA Assunto: Liquidação de dívida - Urbanizadora Continental S/A mpreendimentos e Participações - Contratos nºs , , e Relator: Josemir Mangueira Assis - Resolução: O Conselho de Administração, em cumprimento ao disposto no inciso XIII, do Art. 6º do statuto Social da MGA, aprovado por meio do ecreto 7.22, de , aprovou o VOTO CA 6/203, que trata da proposta para prorrogação de data para pagamento das responsabilidades vinculadas aos contratos nºs , , e , de responsabilidade da Urbanizadora Continental S/A mpreendimentos e Participações. 2. Recondução de iretores da MGA - O Conselho de Administração, deliberou por unanimidade, pela recondução dos Srs. UGN SAMARNSCU ILHO, brasileiro, casado, portador da Cédula de Identidade nº SSP-BA, inscrito no CP sob o nº , residente e domiciliado em Brasília (), e ANTONIO LUIZ BRON- ZAO, brasileiro, casado, portador da Cédula de Identidade nº SSP-, inscrito no CP sob o nº , residente e domiciliado em Brasília (), para o cargo de iretor da mpresa Gestora de Ativos - MGA, com mandato de três anos, expirando em , tudo conforme o disposto na Lei nº 6.404, de 5 de dezembro de 976, e nos termos do Art. 8º, º, do statuto Social da mpresa, aprovado pelo ecreto 7.22, de 3 de março de 200. Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente agradeceu a presença dos Srs. Conselheiros e declarou encerrada a reunião. u, lâine Cristina Macedo Grisóstomo, lavrei a presente Ata que vai assinada pelo Presidente e os demais Conselheiros presentes. SCRTARIA A RCITA RAL O BRASIL SUBSCRTARIA AUANA RLAÇÕS INTRNACIONAIS COORNAÇÃO-GRAL AMINISTRAÇÃO AUANIRA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO N 9, 2 JULHO 203 nquadra veículos em "x" da TIPI. O COORNAOR-GRAL AMINISTRAÇÃO AUANIRA, tendo em vista o disposto na nota complementar NC (87-3) da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), aprovada pelo ecreto no 7.660, de 23 de dezembro de 20, e na Instrução Normativa RB no 929, de 25 de março de 2009, e ainda o que consta do processo no /203-0, declara: Art. º Os veículos relacionados no Anexo Único a este Ato eclaratório xecutivo cumprem as exigências para enquadramento no x 02 do código , da TIPI. Art. 2º ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. ARIO A SILVA BRAYNR ILHO pelo código ANXO ÚNICO Nome do veículo: Ônibus Rodoviário Versão: Audace Capacidade de transporte: 54 (cinquenta e quatro) pessoas sentadas, incluindo o motorista Tipo de ignição: por compressão Cilindradas: cm³ Marca: Marcopolo abricante: Marcopolo Ano/modelo: 203/203 SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A ª RGIÃO ISCAL LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M OURAOS ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 8, 8 JULHO 203 O LGAO A LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M OURAOS/MS, no uso das atribuições que lhe confere o Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União nº 95, de 7 de maio de 202, e considerando o disposto no Art. 35 da Instrução Normativa/RB nº.042 de 0 de Junho de 200, resolve: Art. º RSTABLCR a inscrição do CP nº em nome de MARIA BRUNA SOUZA. LVIS CAIÇARA A SILVA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 9, 8 JULHO 203 O LGAO A LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M OURAOS/MS, no uso das atribuições que lhe confere o Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União nº 95, de 7 de maio de 202, e considerando o disposto nos Art. 32, 33 e 34 da Instrução Normativa/RB nº.042 de 0 de Junho de 200, resolve: Art. º eclarar NULO os CP's abaixo relacionados por terem sido constatada fraude nas inscrições: CP NOM PROC. AMINIS- T R AT I V O ANTONIO ALVS IGUIRO / APARICIO IBARRA / OMINGA LOPS / GILBRTO COLMAN CÁCRS / MARIA RANCISCA LOPS / VICNTA ACOSTA / LVIS CAIÇARA A SILVA SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 3ª RGIÃO ISCAL LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M ORTALZA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 3, 5 JULHO 203 eclara nula a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, que menciona, por ter sido constatado vício no ato cadastral de pessoa jurídica. O LGAO AJUNTO A RCITA RAL O BRA- SIL, M ORTALZA-C, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. º, inciso I da Portaria R/OR/C nº 42, de 6 de julho de 202 (OU de 7/07/202) c/c o art. 302, inciso IX do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil -RB, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União de , e com base no inciso II, e parágrafos º e 2º, do artigo 33, da Instrução Normativa RB nº.83, de 9 de agosto de 20 (OU de ), e tendo em vista o que consta no processo administrativo nº /202-87, declara: NULA a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da azenda-cnpj de nº /000-35, da firma individual OSVAL - O LUIZ LOURNÇO, com endereço registrado na Rua Teodoro Cabral, 496, Casa. Cristo Redentor, ortaleza-c, CP: , por ter sido constatado vício no ato cadastral da supracitada empresa, com efeitos a partir de 30/0/202, conforme o disposto no artigo 33, 2º, da Instrução Normativa acima citada. INIÔNOS e não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros, os documentos emitidos por essa pessoa jurídica, a partir de 30/0/202. HLR SILVA NOBR ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 32, 5 JULHO 203 eclara inapta a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da azenda, de pessoa jurídica não localizada e baixada de ofício por inexistência de fato. O LGAO AJUNTO A RCITA RAL M ORTALZA-C usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. º, inciso I, da Portaria R/OR/C nº 42, de 6 de julho de 202 (OU de 7/7/2020 c/c art. 302, IX, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 5 de maio de 202, com fundamento nos artigos 8, 5º e 82 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 996, combinado com os artigos 37, II; 39, II e 43, 4º da Instrução Normativa SR nº..83, de 9 de agosto de 20, da Secretaria da Receita ederal, considerando, ainda, o que ficou apurado nos processos administrativos nº / e /203-7, declara: INAPTA a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da azenda-cnpj de nº /000-79, da empresa SOPRV-PRSTACAO SRVICOS OONTOLOGI- COS PRVINCIA LTA - M, com endereço cadastrado na Receita ederal à RUA CL. JOSÉ LIBÂNIO, 420, CNTRO, PA- CATUBA-C, CP: por não ter sido localizada no endereço indicado na forma prevista no artigo 39, 2º, da Instrução Normativa SR nº..83, de 9 de agosto de 20, da Secretaria da Receita ederal. INIÔNOS e não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros, os documentos emitidos por essa pessoa jurídica a partir de 0/0/2009, na forma prevista no artigo 43, 4º, da Instrução Normativa SR nº..83, de 9 de agosto de 20, da Secretaria da Receita ederal. BAIXAA OÍCIO a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da azenda-cnpj de nº /000-79, da empresa SOPRV-PRSTACAO SR- VICOS OONTOLOGICOS PRVINCIA LTA - M, com endereço cadastrado na Receita ederal à RUA CL. JOSÉ LIBÂ- NIO, 420, CNTRO, PACATUBA-C, CP: , na forma prevista no artigo 27, II, a e b, da Instrução Normativa RB nº 83, de 9 de agosto de 20 por se tratar de empresa inexistente de fato, devido a entidade: - não dispor de patrimônio e capacidade operacional, necessários à realização do seu objeto; - nem ter sido encontrada no endereço do seu domicílio tributário. HLR SILVA NOBR IVISÃO TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO CONSULTA Nº 9, 4 JULHO 203 Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias MNTA: RTNÇÃO CONTRIBUIÇÕS PRVINCIÁ- RIAS. MPRITAA. Serviço de desassoreamento, desobstrução e limpeza. XIGIBILIA. É exigível a retenção de contribuições previdenciárias nos moldes do artigo 3 da Lei n.º 8.22, de 99, quando os serviços de desassoreamento, desobstrução, limpeza e transporte de resíduos sólidos depositados em tubulações da rede pública de esgoto sanitário forem realizados por regime de empreitada. ispositivos Legais: artigo 3, caput e parágrafo 4º, incisos I e III da Lei n.º 8.22, de 24 de julho de 99 (atualizada até a Lei n.º.94, de 27 de maio de 2009); artigo 60 da Lei n.º (Código Civil Brasileiro), de 0 de fevereiro de 2002; artigo 00, inciso I do Código Tributário Nacional aprovado em 25 de outubro de 966; artigos º, parágrafo único, 6º, incisos II e VIII, alínea "a", 0, inciso II, alínea "a", 7, parágrafo 2º, e 9 da Lei n.º 8.666, de 2 de junho de 993 (na redação dada pela Lei n.º 9.032, de 28 de abril de 995); artigo 29, parágrafos 2º, inciso I, e 3º do Regulamento da Previdência Social aprovado pelo ecreto n.º 3.048, de 999 (atualizado pelo ecreto n.º 4.729, de 2003); e artigos 2, caput, 6, 7, inciso I, e 9 da Instrução Normativa RB n.º 97, de 2009 (atualizada até a IN RB n.º.080, de 3 de novembro de 200). JOÃO CARLOS IÓGNS OLIVIRA Chefe p/elegação de Competência SOLUÇÃO CONSULTA Nº 0, 4 JULHO 203 AS S U N TO : CONTRIBUIÇÕS SOCIAIS PRVINCIÁRIAS MNTA: RTNÇÃO CONTRIBUIÇÕS PRVINCIÁ- RIAS. MPRITAA. SRVIÇO SMATAMNTO, LIMP- ZA, CARGA, TRANSPORT MANUTNÇÃO AS ÁRAS VRS. XIGIBILIA. É exigível a retenção de contribuições previdenciárias nos moldes do artigo 3 da Lei n.º 8.22, de 99, quando os serviços de desmatamento, limpeza, carga, transporte e manutenção de áreas verdes forem realizados por regime de empreitada. ispositivos Legais: artigo 3, caput e parágrafo 4º, incisos I e III da Lei n.º 8.22, de 24 de julho de 99 (atualizada até a Lei n.º.94, de 27 de maio de 2009); artigo 60 da Lei n.º (Código Civil Brasileiro), de 0 de fevereiro de 2002; artigo 00, inciso I do Código Tributário Nacional aprovado em 25 de outubro de 966; artigos º, parágrafo único, 6º, incisos II e VIII, alínea "a", 0, inciso II, alínea "a", 7, parágrafo 2º, e 9 da Lei n.º 8.666, de 2 de junho de 993 (na redação dada pela Lei n.º 9.032, de 28 de abril de 995); artigo 29, parágrafos 2º, inciso I, e 3º do Regulamento da Previdência Social aprovado pelo ecreto n.º 3.048, de 999 (atualizado pelo ecreto n.º 4.729, de 2003); e artigos 2, caput, 6, 7, inciso I, e 9 da Instrução Normativa RB n.º 97, de 2009 (atualizada até a IN RB n.º.080, de 3 de novembro de 200). JOÃO CARLOS IÓGNS OLIVIRA Chefe p/elegação de Competência
25 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 4ª RGIÃO ISCAL ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 0, 8 JULHO 203 Habilitação ao regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro aplicado às plataformas destinadas à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural ou a seus módulos. A SUPRINTNNT A RCITA RAL O BRASIL NA 4ª RGIÃO ISCAL, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 9º, inciso IV, da IN SR nº 53, de 7 de fevereiro de 2005, alterada pela IN RB nº 564, de 24 de agosto de 2005, e tendo em vista o que consta do Processo nº /203-09, declara: Art. º.Habilitada, em caráter precário, a empresa TOMÉ NGNHARIA S. A., inscrita no CNPJ sob o nº /0005-0, situada à Rua Sá e Albuquerque, s/n, Armazém 03, da Área Operacional, do Porto de Maceió, no Bairro de Jaraguá, CP , em Maceió-AL, na qualidade de empresa líder do CONSÓRCIO TOMÉ RROSTAAL, CNPJ /000-4, a operar o regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro para a construção de módulos para plataformas, do "Pacote IV PSO" (Plataforma denominada PSO P-66), de que trata o presente processo, na instalação industrial, localizada à beira-mar, no endereço acima indicado. Art. 2º.A empresa ora habilitada fica autorizada a operar o regime durante o prazo de vigência do Contrato de ngenharia, Construção e Suprimento nº , datado de 26 de julho de 202, e firmado entre o Consórcio Tomé errostaal e a Guara B. V., sediada na Holanda, observando-se a data pactuada para a conclusão do "Pacote IV PSO", mediante o Cronograma de xecução de Obras apresentado, que indica 9 de julho de 204. Art. 3º.O regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro amparará as operações da Tomé ngenharia S. A. somente quando realizadas em nome do Consórcio Tomé errostaal e, ainda, quando vinculadas ao Contrato a que se refere o Art. 2º. Art. 4º. O controle da operação do regime de que trata este Ato será efetuado pela Inspetoria da Receita ederal em Maceió, que poderá estabelecer as rotinas operacionais necessárias ao controle fiscal. Art. 5º.ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. RNATA MARIA GASPARINI LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M RCI SÇÃO PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO CONTROL A ATIVIA ISCAL ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 08, 3 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO, Chefe da Seção de Programação, Avaliação e Controle da Atividade iscal - SAPAC, Matrícula Siapecad nº , no exercício da competência delegada pela Portaria nº 030, de 30 de janeiro de 202, publicada no OU de 3 de janeiro de 202, e tendo em vista o inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n.º 504/2005 e o que consta do processo nº /203-4, resolve:. Autorizar o fornecimento de (duzentos e sessenta mil, duzentos e quarenta e quatro) selos de controle, tipo Uísque, cor amarela, para selagem no exterior, a empresa IAGO BRASIL LTA., CNPJ nº / , inscrita no Registro special de stabelecimento Importador de Bebidas Alcoólicas sob nº 040/034, na categoria de Importador, de acordo com os seguintes elementos abaixo discriminados. Marca Comercial Características do Produto Quantidade de Unidades JW PLATINUM Caixas de 6 garrafas de 750 ml, 40 GL, idade acima de anos JW R LABL Caixas de 6 garrafas de.500 ml, 40 GL, idade até 8 anos JW R LABL Caixas de 24 garrafas de 500 ml, 40 GL, idade até 8 anos VAT 69 Caixas de 2 garrafas de.000 ml, 40 GL, idade até 8 anos WHIT HORS Caixas de 2 garrafas de.000 ml, 40 GL, idade até 8 anos OL PARR Caixas de 2 garrafas de.000 ml, 40 GL, idade até 2 anos JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 09, 3 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO, Chefe da Seção de Programação, Avaliação e Controle da Atividade iscal - SAPAC, Matrícula Siapecad nº , no exercício da competência delegada pela Portaria nº 030, de 30 de janeiro de 202, publicada no OU de 3 de janeiro de 202, e tendo em vista o inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n.º 504/2005 e o que consta do processo nº /203-95, resolve:. Autorizar o fornecimento de (três mil, setecentos e setenta e quatro) selos de controle, tipo Uísque, cor amarela, para selagem no exterior, a empresa IAGO BRASIL LTA., CNPJ nº / , inscrita no Registro special de stabelecimento Importador de Bebidas Alcoólicas sob nº 040/034, na categoria de Importador, de acordo com os seguintes elementos abaixo discriminados. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 6ª RGIÃO ISCAL ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 2, 8 JULHO 203 Altera o Ato eclaratório SRR/6ªR nº 43, de 06 de dezembro de 999, publicado no iário Oficial da União de 08 de dezembro de 999. O SUPRINTNNT A RCITA RAL O BRASIL NA 6ª RGIÃO ISCAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, os arts. 7º, a 3 do ecreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, o º do art. 9, da Instrução Normativa RB nº.208, de 4 de novembro de 20, e os art. 23 a 28 da Portaria RB nº 3.58, de 30 de setembro de 20 e, considerando o que consta dos autos do processo administrativo nº /99-77, declara: Art. º - Alterado o item "" do Ato eclaratório SRR/6ªR nº 43, de 6 de dezembro de 999, publicado no iário Oficial da União - OU de 8 de dezembro de 999, seção, página 8, retificado no iário Oficial da União de 8 de março de 2000, seção, página 3, alterado pelo Ato eclaratório SRR/6ªR nº 4, de 6 de setembro de 202, publicado no OU de 2 de setembro de 202, que passa a vigorar com a seguinte redação: pelo código " - Alfandegado, em caráter precário, o local das instalações do Porto Seco de Uberaba - MG (antiga stação Aduaneira Interior em Uberaba-MG - AI/Uberaba), código no Sistema Integrado de Comércio xterior (Siscomex), com área total de 83.75,2m² (oitenta e três mil, setecentos e quinze, virgula doze, metros quadrados), após a incorporação ao Porto Seco do imóvel anexo com área de 4.588,2m² (quarenta e um mil, quinhentos e oitenta e oito, virgula doze, metros quadrados), localizado na Avenida Coronel Zacarias Borges de Araújo, n 530, istrito Industrial II, em Uberaba (MG), a ser administrado por Porto Seco do Triângulo Ltda, CNPJ nº /000-07, na condição de sucessora, por cisão parcial, de mpresa de Transportes Líder Ltda, CNPJ n /000-26, sob jurisdição da elegacia da Receita ederal do Brasil em Uberaba - R/UBB, pelo prazo de vigência do contrato celebrado em 02/2/999 entre a União ederal e a empresa permissionária.". Art. 2º - Permanecem inalteradas as demais disposições do Ato eclaratório nº 43, de 06 de dezembro de 999, publicado no iário Oficial da União de 08 de dezembro de 999, mencionado no art. º. Art. 3º - ste ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. Marca Comercial Características do Produto Quantidade de Unidades JW BLU LABL Caixas de 3 garrafas de 750 ml, 40 GL, idade acima de 2 50 KING GORG V anos CARHU Caixas de 2 garrafas de.000 ml, 40 GL, SINGL MALT, idade de 8 a 2 anos JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 0, 3 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO, Chefe da Seção de Programação, Avaliação e Controle da Atividade iscal - SAPAC, Matrícula Siapecad nº , no exercício da competência delegada pela Portaria nº 030, de 30 de janeiro de 202, publicada no OU de 3 de janeiro de 202 e tendo em vista o inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n.º 504/2005, e o que consta do processo nº /203-0, resolve:. Autorizar o fornecimento de (nove mil, duzentos e quarenta) selos de controle, tipo Uísque, cor amarela, para selagem no exterior, à empresa BACARI-MARTINI O BRASIL IN- ÚSTRIA COMÉRCIO LTA., CNPJ n.º / , inscrita no Registro special de stabelecimento Importador de Bebidas Alcoólicas sob o n.º 040/045, na categoria de Importador, de acordo com os seguintes elementos abaixo discriminados: Marca Comercial Características do Produto Quantidade de Unidade GLNIICH 2 YARS Caixa de 2 garrafas de 750 ml, 40GL, idade até anos JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº, 3 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO, Chefe da Seção de Programação, Avaliação e Controle da Atividade iscal - SAPAC, Matrícula Siapecad nº , no exercício da competência delegada pela Portaria nº 030, de 30 de janeiro de 202, publicada no OU de 3 de janeiro de 202 e tendo em vista o inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n.º 504/2005, e o que consta do processo nº /203-79, resolve:. Autorizar o fornecimento de 4.680(quatro mil, seiscentos e oitenta) selos de controle, tipo Uísque, cor amarela, para selagem no exterior, a empresa PRNO RICAR BRASIL INÚSTRIA COMÉRCIO LTA., CNPJ nº /000-33, inscrita no Registro special de stabelecimento Importador de Bebidas Alcoólicas sob nº 040/055, na categoria de Importador, de acordo com os seguintes elementos abaixo discriminados. Marca Comercial Características do Produto Quantidade de Unidade CHIVAS RGAL 8 YARS Caixas de 6 garrafas de 750 ml, 40 GL, idade 8 anos HRMANO LMOS AVLLAR MACHAO JANAÍNA CAVALCANTI BZRRA MLO LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M ST LAGOAS ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 23, 5 JULHO 203 Anula, de ofício, ato de concessão de inscrição no CNPJ. O LGAO AJUNTO A RCITA RAL O BRASIL M ST LAGOAS, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo artigo 302, inciso IX do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n.º 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União (OU) de 7 de maio de 202, e de acordo com a Instrução Normativa RB n.º.83, de 9 de agosto de 20, em seu artigo 33, inciso III e parágrafo único, nos termos do processo administrativo nº /203-6, resolve:
26 26 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. º. ANULAR de ofício a inscrição do CNPJ nº /000-4, da TSOURARIA JUICIAL PARAOP- BA, por não se constituir em unidade gestora de orçamento, conforme consta do processo nº / Art. 2º. Os efeitos da anulação retroagem a 0/02/995. Art. 3º. ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLAUIO MAIA IVISÃO TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO CONSULTA Nº 70, 4 JULHO 203 ASSUNTO: Contribuições Sociais Previdenciárias MNTA: CONTRIBUIÇÃO SUBSTITUTIVA. RCITA BRUTA. AS- SOCIAÇÕS SPORTIVAS. CONTRIBUINTS. CONVNÇÕS PARTICULARS. NÃO IMPOSIÇÃO.. A contribuição substitutiva incidente sobre a receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos realizados em todo território nacional, inclusive jogos internacionais, e de qual - quer forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e de transmissão de espetáculos desportivos, é devida pelas associações desportivas em substituição às contribuições previdenciárias previstas nos incisos I e II do art. 22 da Lei nº 8.22, de Os responsáveis tributários por essa contribuição são as ederações staduais, que devem retê-la e recolhê-la, apresentando-se a Confederação Brasileira de utebol - CB na condição de responsável subsidiária. 3. As convenções particulares não podem ser opostas à azenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. ISPOSITIVOS LGAIS: Código Tributário Nacional, art. 23; Lei nº 8.22, de 99, art. 22, incisos I e II e 6º a 8º, art. 3; Instrução Normativa RB nº 97, de 2009, arts. 248 e 249; Parecer MPS/CJ nº 3425, de COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS MÁRIO HRMS SOARS CAMPOS Chefe SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 7ª RGIÃO ISCAL LGACIA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO I ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 52, 24 JUNHO 203 Concede, à pessoa jurídica que menciona, habilitação para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII) de que trata a Instrução Normativa SR nº 758/2007. A LGAA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO I, no exercício das atribuições regimentais definidas pelo artigo 302, inciso VI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, tendo em vista o disposto no artigo, caput, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores e, considerando o que consta do processo nº /202-2, resolve: Art. º - Habilitar a empresa abaixo identificada para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII), instituído pela Lei nº.488/2007 e regulamentado pelo ecreto nº 6.44/2007, consoante o disposto no artigo, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores, nos exatos termos da Portaria (SPMM) nº 29, de 8 de outubro de 202, do Ministério das Minas e nergia, publicada no.o.u. de 0 de outubro de 202. MPRSA: S NARANIBA S.A. CNPJ nº / CI nº /70 NOM O PROJTO: Conforme o descrito na Portaria nº 29/202. ATO AUTORIZATIVO: Aviso de Adjudicação e Homologação Leilão nº 05/202-ANL de 0 de julho de 202 e Contrato ANL nº 023/202, de 27 de agosto de 202. STOR INRASTRUTURA: Transmissão de nergia létrica. PRAZO STIMAO XCUÇÃO: 26 meses. Art. 2º - O benefício no RII poderá ser usufruído nas aquisições e importações realizadas no período de 05 (cinco) anos, contados da data da habilitação da pessoa jurídica, titular do projeto de infraestrutura (Lei nº.488/2007, art. 5º). Art. 3º - A presente habilitação poderá ser cancelada "ex officio" pela Autoridade iscal em caso de inobservância, por parte da beneficiária, de quaisquer dos requisitos que condicionaram a concessão do regime. Art. 4º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. MÔNICA PAS BARRTO pelo código ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 56, 28 JUNHO 203 Concede, à pessoa jurídica que menciona, habilitação para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII) de que trata a Instrução Normativa SR nº 758/2007. A LGAA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO I, no exercício das atribuições regimentais definidas pelo artigo 302, inciso VI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, tendo em vista o disposto no artigo, caput, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores e, considerando o que consta do processo nº /203-2, resolve: Art. º - Habilitar a empresa abaixo identificada para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII), instituído pela Lei nº.488/2007 e regulamentado pelo ecreto nº 6.44/2007, consoante o disposto no artigo, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores, nos exatos termos da Portaria (SPMM) nº 75, de 2 de dezembro de 202, do Ministério das Minas e nergia, publicada no.o.u. de 3 de dezembro de 202. MPRSA: BRILHANT II TRANSMISSORA NR- GIA LTA. CNPJ nº /000-9 CI nº /79 NOM O PROJTO: Conforme o descrito na Portaria nº 75/202. ATO AUTORIZATIVO: Aviso de Adjudicação e Homologação Leilão nº 05/202-ANL de 2 de julho de 202 e Contrato ANL nº 02/202, de 27 de agosto de 202 STOR INRASTRUTURA: Transmissão de nergia létrica. PRAZO STIMAO XCUÇÃO: 0 meses, com início previsto para junho/203 e término para abril/204. Art. 2º - O benefício no RII poderá ser usufruído nas aquisições e importações realizadas no período de 05 (cinco) anos, contados da data da habilitação da pessoa jurídica, titular do projeto de infraestrutura (Lei nº.488/2007, art. 5º). Art. 3º - A presente habilitação poderá ser cancelada "ex officio" pela Autoridade iscal em caso de inobservância, por parte da beneficiária, de quaisquer dos requisitos que condicionaram a concessão do regime. Art. 4º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. MÔNICA PAS BARRTO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 57, 28 JUNHO 203 Concede, à pessoa jurídica que menciona, habilitação para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII) de que trata a Instrução Normativa SR nº 758/2007. A LGAA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO I, no exercício das atribuições regimentais definidas pelo artigo 302, inciso VI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, tendo em vista o disposto no artigo, caput, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores e, considerando o que consta do processo nº /203-5, resolve: Art. º - Habilitar a empresa abaixo identificada para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII), instituído pela Lei nº.488/2007 e regulamentado pelo ecreto nº 6.44/2007, consoante o disposto no artigo, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores, nos exatos termos da Portaria (SPMM) nº 7, de 28 de novembro de 202, do Ministério das Minas e nergia, publicada no.o.u. de 29 de novembro de 202. MPRSA: GRAÇÃO CÉU AZUL S/A CNPJ nº / CI nº /79 NOM O PROJTO: UH Baixo Iguaçu. ATO AUTORIZATIVO: ecreto de 9 de julho de 202 e Contrato de Concessão nº 02/202 - MM-UH Baixo Iguaçu, de 20 de agosto de 202. STOR INRASTRUTURA: Usina Hidrelétrica PRAZO STIMAO XCUÇÃO: 42 meses, após a data de início ( Abril-203). Art. 2º - O benefício no RII poderá ser usufruído nas aquisições e importações realizadas no período de 05 (cinco) anos, contados da data da habilitação da pessoa jurídica, titular do projeto de infraestrutura (Lei nº.488/2007, art. 5º). Art. 3º - A presente habilitação poderá ser cancelada "ex officio" pela Autoridade iscal em caso de inobservância, por parte da beneficiária, de quaisquer dos requisitos que condicionaram a concessão do regime. Art. 4º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. MÔNICA PAS BARRTO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 6, o - JULHO 203 Concede, à pessoa jurídica que menciona, habilitação para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII) de que trata a Instrução Normativa SR nº 758/2007. A LGAA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO I, no exercício das atribuições regimentais definidas pelo artigo 302, inciso VI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, tendo em vista o disposto no artigo, caput, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores e, considerando o que consta do processo nº /202-, resolve: Art. º - Habilitar a empresa abaixo identificada para operar no Regime special de Incentivos para o esenvolvimento da Infraestrutura (RII), instituído pela Lei nº.488/2007 e regulamentado pelo ecreto nº 6.44/2007, consoante o disposto no artigo, da Instrução Normativa nº 758, de 25 de julho de 2007, publicada no.o.u. de 27 de julho de 2007, com suas alterações posteriores, nos exatos termos da Portaria MM nº 46, de 0 de julho de 202, do Ministério das Minas e nergia, publicada no.o.u. de de julho de 202. MPRSA: LUZIÂNIA-NIQULÂNIA TRANSMISSO- RA S/A. CNPJ nº /000-7 CI nº /73 NOM O PROJTO: Conforme o descrito na Portaria nº 46/202. ATO AUTORIZATIVO: ecreto de 6 de abril de 202 e Contrato de Concessão ANL nº 00/202, de 0 de maio de 202. STOR INRASTRUTURA: Transmissão de nergia létrica PRAZO STIMAO XCUÇÃO: 2 meses, após a data de início ( janeiro-203). Art. 2º - O benefício no RII poderá ser usufruído nas aquisições e importações realizadas no período de 05 (cinco) anos, contados da data da habilitação da pessoa jurídica, titular do projeto de infraestrutura (Lei nº.488/2007, art. 5º). Art. 3º - A presente habilitação poderá ser cancelada "ex officio" pela Autoridade iscal em caso de inobservância, por parte da beneficiária, de quaisquer dos requisitos que condicionaram a concessão do regime. Art. 4º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. MÔNICA PAS BARRTO
27 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN INSPTORIA A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 20, 28 JUNHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. º ica habilitada a utilizar regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa WATHROR INÚSTRIA COMÉRCIO LTA, na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2º Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3º ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4º ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 74, de 03 de junho de 203, publicado no iário Oficial da União de 05 de junho de 203. ROBSON O COUTO ALVS ANXO PROCSSO Nº /00-44 e Proc / (*) Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campos em xploração: Amazonas: BA- e 3 Ceará- Amazonas: BPOT-4, 0(RNS-43) e 00 Sergipe-Alagoas: BM-SAL-4, SAL-30 e 00, BT-SAL Camamu-Almada:BCAM-40 e BM-CAL spírito Santo: BS-00,BC-60, BM-S-26, 27, 3 e 38; BT-S-28, 29, 32, 34 e 35. Campos: BC- 20, 30, 50, 60, 00, 200, 400, 500, 600; BM-C-3 e 6 Santos: BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9, 0, ; BM-S-46, 49, 50, 5, 52 e 53. Campos em Produção: Agulha, Albacora, Albacora Leste, / Anequim, Arabaiana, Aratum, Área do / Petróleo CS-066, Área do SS-09, Atum, / Brasileiro Badejo, Bagre, Baleia Anã, Baleia / S.A. Azul, Baleia ranca, Barracuda, Bicudo, / Biquara, Bonito, Cação, Caioba, /003-7 Camorim, Canapu, Cangoá, Carapeba, Caratinga, Caraúna, Caravela, Cavalo Marinho,Chachalote, Cherne Cioba, Congro, Coral, Corvina, Curimã, então, om João Mar, ourado, nchova, nchova Oeste, spada, spadarte, strela-do-mar, Garoupa, Garoupinha, Golfinho, Guaiuba, Guajá, Guaricema, Jubarte, Linguado, Malhado, Manati, (*) Marimbá, Marlim, Marlim Leste, Marlim Sul, Merluza, Mexilhão, Moréia, Namorado, Nordeste de Namorado, Norte de Pescada, Oeste de Urubarana, Pampo, Papa-Terra, Parati, Pargo, Paru, Peroá, Pescada, Piranema, Piraúna, Roncador, Salema Branca, Salgo, Serra, Siri, Tambaú, Trilha, Tubarão, Ubarana, Uruguá,Vermelho, Viola, Voador e Xaréu. Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL l Paso Campo em xploração: PPC-MAS Petróleo do Bacia Sed. Camamu: Brasil Ltda. BM-CAL / Campo em xploração: / / BG &P Bacia Sed. de Santos: BGP/2006/ Brasil/ / Brasil Ltda. BM-S / /003-7 Chevron Brasil Campo em Produção: nº CW Ltda. rade (nº IMA/03) XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Repsol YP Campos em xploração: s/nº de Brasil Bacia Sed. de Santos: (nº 07USA00) S.A. BM-S-48 e BM-S-55 Stena rillmax Sovereign xplorer PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Campos em xploração e Produção: / &P - SS - Região Sudeste / &P - NN - Região Nordeste /003-7 PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Campos em xploração: / Bacia Sedimentar de Campos: O G X LT / 2009 / / BM-C-39, BM-C-40, BM-C-4, BM-C-42 e / OGX PTRÓLO BM-C-43. O G X LT / 2009 / 026 A / GÁS LTA. Bacia Sedimentar de Santos: Serviço de Suspensores /003-7 BM-S-56; BM-S-57; BM-S-58 e BM-S-59. e Liner / Bacia Sedimentar Pará-Maranhão: / BM-PAMA-3; BM-PAMA-4; O G X LT / 2009 / 026 B BM-PAMA-5; BM-PAMA-6 e Serviços de Unidade B M - PA M A - 7 Móvel Neutralização pelo código
28 28 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / / Petróleo Bacia Sedimentar. do Ceará-Potiguar / Brasileiro Bacias Sedimentares da Bahia Aditivos nºs 003 e / S.A. Bacia Sedimentar de Santos (Anexo II) / Bacia Sedimentar de Sergipe-Alagoas /003-7 PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / C O N T R ATO / Petróleo Base de Operação Macaé-RJ / / / Brasileiro / ANXO I / S.A / /003-7 PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Todas as áreas em águas / brasileiras nas quais a Petrobras / Petróleo for concessionária nos termos da /2/ / Brasileiro Lei nº 9478/97, de acordo com o quipamentos e / S.A. A nº 78, de 2 de novembro Sistemas / de Anexo /003-7 PROCSSO Nº /2009-0, / (prorrogação) * Termo Inicial da Prorrogação Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INICIAL* INAL / Petróleo Brasileiro S.A Todas as áreas em que _etrobrás for concessionária nos termos da quipamentos e acessórios Anexo 26/2/202 30/06/ / / / Lei nº 9478/ / / / /003-7 PROCSSO Nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo UM-BA-Unidade de Negócio de xploração / Brasileiro Produção da Bahia / 0 / 20 S.A Um-BS-Unidade de Negócio de xploração Anexo 2 Produção da Bacia de Santos PROCSSO Nº /200-9 Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Campos em xploração: evon nergy do Brasil Ltda. Blocos: BM-C-8, BM-C-32, BM-C-34 e BM-CAL-3 MSSA / s/nº de /04/205 PROCSSO Nº / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO TRMO INAL / Petróleo Todas as áreas em que a Petrobras for concessionária nos termos /09/204 Brasileiro S.A. da Lei nº 9.478/97. quipamentos e acessórios Anexo II / / / / / / /003-7 PROCSSO Nº /20-57 Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO TRMO INAL / Petróleo Todas as áreas em que a Petrobras for concessionária nos termos /0/203 Brasileiro S.A. da Lei nº 9.478/97. PROCSSO Nº / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO TRMO INAL / / Karoon Petróleo & Gás Ltda Blocos: Contrato de Locação BZ-0050-A-00 30/06/ / BM-S-6, BM-S-62, BM-S-68, BM-S-69, BM-S-70 Contrato de Prestação de Serviços / BZ-0050-A / / / / / / /006-4 PROCSSO Nº / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO VIGÊNCIA / / / / / / / / / / /006-4 Petróleo Brasileiro S.A. Todas as áreas em que a Petrobras for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ (Prestação de Serviços) TRMO INICIAL TRMO INAL pelo código
29 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Nº NO CNPJ / / / / / / / / / / /006-4 Nº NO CNPJ / / / / / / / / / / /006-4 Nº NO CNPJ / / / / / / / / / / /006-4 Nº NO CNPJ / / / / / / / / / /006-4 Nº NO CNPJ / / / / / / / / / /006-4 Nº NO CNPJ / / / / / / / / / /006-4 C O N T R ATA N T Petróleo Brasileiro S.A. C O N T R ATA N T Petróleo Brasileiro S.A. C O N T R ATA N T Petróleo Brasileiro S.A. C O N T R ATA N T Petróleo Brasileiro S.A. C O N T R ATA N T Petróleo Brasileiro S.A. PROCSSO Nº / ÁRA CONCSSÃO (ANP) Todas as áreas em que a Petrobras for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/97. PROCSSO Nº /203- ÁRA CONCSSÃO (ANP) Todas as áreas em que a Petrobras for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/97. PROCSSO Nº / ÁRA CONCSSÃO (ANP) Áreas em que a Petrobrás for concessionária, nos termos da Lei nº 9.478/997 ou for operadora nas áreas de Cessão Onerosa, nos termos da Lei nº 2.276/200 PROCSSO Nº /203-5 ÁRA CONCSSÃO (ANP) Áreas em que a Petrobrás for concessionária, nos termos da Lei nº 9.478/997 ou for operadora nas áreas de Cessão Onerosa, nos termos da Lei nº 2.276/200 PROCSSO Nº / ÁRA CONCSSÃO (ANP) Instalações marítimas da Petrobrás localizadas nas áreas abrangidas pela &P-SS e &P-NN PROCSSO Nº /203-3 C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Petróleo Brasileiro S.A. Áreas em que a Petrobrás for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/997 Nº O C O N T R ATO (Prestação de Serviços) e Aditivo nº 0 ao e seu Anexo 0 (Aluguel de quipamentos) Nº O C O N T R ATO (Locação e Prestação de Serviços). Alterado pelo Aditivo nº 0 e consolidado no Anexo 0 do Aditivo nº 0. Nº O C O N T R ATO (Prestação de Serviços) (Locação) Nº O C O N T R ATO (Prestação de Serviços) (Locação) Nº O C O N T R ATO Aditivo nº 05 ao Contrato de Prestação de Serviços com ornecimento de quipamentos nº Nº O C O N T R ATO (Prestação de Serviços com ornecimento de quipamentos) TRMO INICIAL XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL TRMO INICIAL VIGÊNCIA VIGÊNCIA TRMO INAL TRMO INAL TRMO INAL dias, contados a partir da data especificada na Autorização de Serviços (AS) TRMO INAL.825 dias, contados a partir da data especificada na Autorização de Serviços (AS) TRMO INICIAL TRMO INAL 4/05/203 22/09/206 PRAZO 730 dias, contados da primeira Autorização de Serviços (AS) emitida perla Petrobrás. ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 205, 3 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8 da Instrução Normativa (IN) RB n 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB n.070, de 3 de setembro de 200, IN RB n.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB n.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa BOURBON OSHOR MARÍTIMA S.A. na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus arts. º a 3º. Art. 2 o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3 o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4 o ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo SRR07 nº 76, de 06 de junho de 203, publicado no.o.u. de 0 de junho de 203. ROBSON O COUTO ALVS ANXO Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campos em xploração: Bacias Sedimentares: Amazonas: BA- e 3 Ceará-Amazonas: BPOT-4,0 (RNS-43) e 00 Sergipe-Alagoas: BM-SAL-4, SAL-30 e 00, BT-SAL-2 Camamu-Almada: BCAM-40 e BM-CAL- spírito Santo: BS-3, 00 e 200. Campos: BC- 20, 30, 50, 60, 00, 200, 400, 500, 600, BM-C-3 e 6 pelo código
30 30 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Santos: BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9,0 e Campos em Produção: BLU SHARK novo Petróleo Agulha, Albacora, Albacora Leste, Anequim, contrato / Brasileiro Arabaiana, Aratum, Área do CS-066 S.A. Atum, Badejo, Bagre, Barracuda, Bicudo, Biguara (RNS-34), Bonito, Caioba, Cangoá, Carapeba, Caratinga, Caraúna, Cherne, Cioba (RNS-035), Congro, Coral, Corvina, Curimã, então (RNS-035), ourado, nchova, nchova Oeste, strela-do-mar, Garoupa, spada, spadarte, Garoupinha, Guaiuba (RNS-28), Guaricema, Linguado, Malhado, Marimbá, Marlim, Marlim Leste, Marlim Sul, Namorado, Nordeste de Namorado, Moréia, Norte de Pescada (RNS-033), Oeste de Ubarana (RNS-07), Pampo, Parati, Pargo, Peroá, Pescada, Piraúna,Roncador, Serra (RNS-05), Trilha, Ubarana,Vermelho,Viola, Voador e Xaréu. Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY / PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY / PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY / PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo /200-5 CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS MISS KATHY PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Processo /200-5 CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS MISS ALLI PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo /200-4 CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS MISS RAMONA PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS MISS GAYLA PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo /200-9 e / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY 28 PTROBRÁS SJA CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo /200-6 CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY 6 PTROBRÁS SJA 4/06/204 CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY 09 PTROBRÁS SJA 4/06/204 CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 pelo código
31 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Processo / CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY 07 PTROBRÁS SJA 4/06/204 CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 Processo /200-4 CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) CONTRATO Nº TRMO INAL / / / PTROBRAS SA TOA A ÁRA M QU A PTROBRÁS BOURBON LIBRTY 05 PTROBRÁS SJA 4/06/204 CONCSSIONÁRIA NOS TRMOS A LI Nº 9.478/97 ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 206, 3 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. A INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089, de 30 de novembro de 200, e IN RB nº.284, de 23 de julho de 202, tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa RANK S INTRNATIONAL BRASIL LTA, na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final, neles fixado, atuando por meio dos seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial, em seus artigos º a 3º. Art. 2 o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação, de que se trata, poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3 o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4 o ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 087, de 27 de março de 203, publicado no iário Oficial da União em 03 de abril de 203. ANXO ROBSON O COUTO ALVS Processo nº / Nº do CNPJ Contratante Área de Concessão (ANP) Nº do Contrato Te r m o inal Campos em xploração: Bacias Sedimentares: Campos: BM-C-39, BM-C-40, BM-C-4, OGX BM-C-42 e BM-C-43. O G X LT / 2008 / / Petróleo e Santos: BM-S-56, BM-S-57, BM-S-58 e ( O G X LT / 2008 / 7 A Gás Ltda. BM-S-59. (ANXO A) Pará-Maranhão: BM-PAMA-3, BM-PAMA-4, BM-PAMA-5, BM-PAMA-6 e B M - PA M A - 7. Processo nº / Cumprimento de decisão do Secretário da RB e Processo nº / (*) Nº do CNPJ Contratante Área de Concessão (ANP) Nº do Contrato Te r m o inal / BP negy Áreas em que a contratante seja concessionária C O N - B P B do Brasil Ltda nos termos da Lei nº 9.478/97 (Aditivos n os a 4) (*) Processo nº / Cumprimento de decisão do Secretário da RB Nº do CNPJ Contratante Área de Concessão (ANP) Nº do Contrato Te r m o Te r m o Inicial inal Campos em xploração: Bacias Sedimentares: Amazonas: BA- e 3 Ceará- Amazonas: BPOT-4,0(RNS-43) e 00. Sergipe-Alagoas: BM-SAL-4, SAL-30 e 00, BT-SAL-2. Camamu-Almada: BCAM-40 e BM-CAL- spírito Santo: BS-3, 00 e 200. Petróleo Campos: BC- 20, 30, 50, 60, 00, 200, 400, 500, / Brasileiro 600, BM-C-3 e S.A. Santos: BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9, 0 e. Campos em Produção: Agulha, Albacora, Albacora Leste, Anequim, Arabaiana, Aratum, Área do CS -066, Atum, Badejo, Bagre, Barracuda, Bicudo, Biquara (RNS-34), Bonito, Caioba, Cangoá, Carapeba, Caratinga, Caraúna, Cherne, Cioba (RNS-035), Congro, Coral, Corvina, Curimã, então (RNS-035), ourado, nchova, nchova Oeste, spada, spadarte, strela- do Mar, Garoupa, Garoupinha, Guaiuba (RNS-28), Guaricema, Linguado Malhado, Marimbá, Marlim, Marlim Leste, Marlim Sul, Moréia, Namorado, Nordeste de Namorado, Norte de Pescada (RNS-033), / Petróleo Oeste de Urubarana (RNS-07), Pampo, Parati, Brasileiro Pargo, Peroá, Pescada, Piraúna, Roncador, S.A. Serra (RNS-28),Trilha, Ubarana, Vermelho, Viola, Voado e Xaréu. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Processo nº / Nº do CNPJ Contratante Área de Concessão (ANP) Nº do Contrato Te r m o inal Blocos em xploração, na Bacia de Santos: BZ-0003-A-00 Karoon BM-S-6, BM-S-62, BM-S-68 (Locação) / Petróleo & Gás Ltda. BM-S-69 e BM-S-70 BZ-0003-A (Prestação de Serviços) pelo código
32 32 ISSN ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 208, 4 JULHO 203 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR -CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta do processo relacionado no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa SOLSTA OSHOR LTA., na execução dos contratos especificados no Anexo, até os termos finais nele fixado, atuando por meio de seu estabelecimento habilitado, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4º ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 43, de 3 maio de 203, publicado no iário Oficial da União de 9 de maio de 203. ANXO ROBSON O COUTO ALVS Processo nº / e /203-7 () CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS / Brasileiro seja concessionária nos termos /07/204 S.A. da Lei nº 9.478/97, NORMAN BORG (retificação) no âmbito da exploração e da produção. () Processo nº /20- - Processo nº /203-6 [] CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS / Brasileiro S.A. seja concessionária, nos termos da Lei nº 9.478/97. [] (Afretamento por Tempo, alterado pelo Aditivo nº 03) 09/09/203 PRAZO [] (Prestação de Serviços) 20 dias corridos, segundo o item do ANXO I. mbarcação NORMAN VIBRAN Processo nº / Processo nº / [] CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL / Petróleo Brasileiro S.A. As áreas em que a PTROBRAS seja concessionária, nos termos da Lei nº 9.478/97. [] (Afretamento por Tempo, alterado pelo Aditivo nº 03) 09/09/203 PRAZO [] (Prestação de Serviços) 20 dias corridos, segundo o item do ANXO I. mbarcação NORMAN TRYM Processo nº /20-8 e / () CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS 4/08/ / Brasileiro seja concessionária nos termos (retificação) S.A. da Lei nº 9.478/97 NOR SUN () Processo nº /20-8 e / () CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS /05/ / Brasileiro S.A. seja concessionária, nos termos da Lei nº 9.478/97. (Afret. Internacional) (retificação) () (prestação de serviços) NORMAN VSTR Processo nº /20-58 e / () CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS /08/ / Brasileiro S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9.478/97. (Afret. Internacional) (retificação) () (prestação de serviços) NORMAN ROTT Processo nº /20-85 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS / Brasileiro seja concessionária nos termos (afretamento) 5/05/205 S.A. da Lei nº 9.478/97, no âmbito da exploração e da produção. NORMAN MARINR (prestação serviços) Processo nº /20-20 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo As áreas em que a PTROBRAS / Brasileiro seja concessionária nos termos (afretamento) 5/05/205 S.A. da Lei nº 9.478/97, no âmbito da exploração e da produção. NORMAN MASTR (prestação serviços) COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 20, 4 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa MAR ALTA O BRASIL NAVGAÇÃO LTA, na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4o ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União, revoga-se o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 60, de 4 de maio de 203, publicado no OU em 6 de maio de 203. ROBSON O COUTO ALVS pelo código
33 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN ANXO Processos nº /2002- e Proc / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL Petróleo Todas as áreas em que a / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária S.A. nos termos da Lei nº 9.478/97 AHTS 800 TS C Laborde JR Processo nº / , nº /202-7(*) /202-4(*) Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL Petróleo Todas as áreas em que a (*) / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária S.A. nos termos da Lei nº 9.478/97 mbarcação Marathon Runner II Processos nºs /2009-5, /20-69 e /202-47(*) Processo nº / (**) Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL Petróleo Todas as áreas em que a / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária /05/203 S.ª nos termos da Lei nº 9.478/97 CarlineTide PSV 3000(**) (*) Processo nº / , / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL / Petróleo Todas as áreas em que a Brasileiro PTROBRÁS for concessionária S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 AHTS 000-OIL VIBRANT Processo nº /20-3, Processo nº /20-6 Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL / Petróleo Todas as áreas em que a /09/202 Brasileiro PTROBRÁS for concessionária mbarcação S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 Kehoe Tide Processo nº /200-6 / / (ajuste de prazo) / /203-6 () ( prorrogação) Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMOS: (ANP) () / Petróleo Brasileiro S.A Todas as áreas em que a PTROBRÁS for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ mbarcação avidson Tide INICIAL (Publicação do A 276/200) TÉRMINO 30/06/203 Processo nº /200-6 Processo nº /202-0 / /203-7 () (prorrogação) Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO VIGÊNCIA (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A Todas as áreas em que a PTROBRÁS for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ mbarcação Luanda Tide () (Publicação do A 20/202) AT É 26/06/203 Processo nº / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL Petróleo Todas as áreas em que a / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária Afretamento mbarcação S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 AMAON TI II ½/ Prestação de Serviços Processo nº /200-5, Processo /20-09 (*) Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL Petróleo Todas as áreas em que a e (*) / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária Aditivo nº 0, de 04/0/200 27/04/202 S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 mbarcação MAJSTIC TI Processo nº /20-8 Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO INAL (ANP) Petróleo Todas as áreas em que a Processos nº /2002- e Proc / Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO (ANP) INAL / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária /02/202 S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 mbarcação CABINSS TI Processo nº /20-40 Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O CONTRATO TRMO INAL / Petróleo Todas as áreas em que a /02/202 (Serviços) (afretamento da embarcação collins tide) Brasileiro PTROBRÁS for concessionária S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 Processo nº / ecisão Secretário da Receita ederal do Brasil CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O CONTRATO TRMO INAL (ANP) Petróleo Todas as áreas em que a / Brasileiro PTROBRÁS for concessionária ¼/202 S.A nos termos da Lei nº 9.478/97 mbarcação BRUT TI Processos nº / e nº /202-9 Nº NO CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO TRMO (ANP) C O N T R ATO INAL INICIAL / Petróleo Brasileiro S/A - PTROBRÁS Áreas em que a PTROBRÁS for concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ mbarcação KYL 27 / / / / 204 XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código
34 34 ISSN ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 23, 5 JUNHO 203 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR - CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. º ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa OLYMPIC MARÍTIMA LTA., na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2º Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3º ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4º ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 99, de 28 de junho de 203, publicado no iário Oficial da União de 02 de julho de 203. ANXO ROBSON O COUTO ALVS Processo nº / CSSÃO CONTRATOS (Vide processo / ) Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O VIGÊNCIA CNPJ (ANP) C O N T R ATO / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas em que a PTROBRÁS seja cessionária ou concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97 e 2.276/200. Serviços &P nº Olympic lena Afretamento &P nº /07/203 AT É 22/09/205 No C O N T R ATA N T CNPJ / Petróleo Brasileiro S.A. Processo nº / CSSÃO CONTRATOS (Vide processo / 20-4 ) ÁRA CONCSSÃO (ANP) Áreas em que a PTROBRÁS seja cessionária ou concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97 e 2.276/200. No. C O N T R ATO (afretamento) Olympic Promoter (prestação de serviços) VIGÊNCIA 02/07/203 AT É 28/09/205 ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 24, 5 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS O INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa ASTROMARITIMA NAVGACAO SA, na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2 o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3 o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4 o ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR/RJO nº 6, de 8 de abril de 203, publicado no OU, em 22 de abril de 203. ANXO ROBSON O COUTO ALVS Processo nº / e () /20-0 (Cessão à Solstad Offshore Ltda) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO Áreas de concessão de que a PTROBRAS afretamento / Petróleo S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ Brasileiro S.A. serviços NORMAN TITAN TRMO INAL 25 / 0 / 20 () Processo nº /00-68 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Áreas de concessão de que a PTROBRAS Brasileiro S.A. seja concessionária nos termos da Lei S.A. nº 9.478/97 Nº O C O N T R ATO AHTS 7000 LILN Nova denominação da embarcação SACOR LILN Processo nº / e () /20-58 (Cessão à Solstad Offshore Ltda) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9.478/ NORMAN ROTT Processo no /2009-, Processo no /20-39 (*) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9478/97 Processo no / e /20-83 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9478/97 TRMO INAL TRMO INAL / 0 / 20 () afretamento serviços UNIA HOS ST JAMS Nº O C O N T R ATO afretamento serviços UNIA HOS ST JOHN TRMO INAL 08/07/202(*) TRMO INAL 06/07/202 pelo código
35 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Processos nº / , /20-65 () e /202-0 (2) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9478/97 Processo nº /202-6 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9.478/97 Processo nº /202-4 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9.478/97 Processo nº / CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei Nº O C O N T R ATO HAVILA A I T H Nº O C O N T R ATO HOS NA- VGANT Nº O C O N T R ATO UNIA HOS HOP Nº O C O N T R ATO HAVILA AVOUR XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL TRMO INAL 29/08/202 ()(2) TRMO TRMO INICIAL INAL 02/06/200 0/06/203 TRMO TRMO INICIAL INAL 09/08/200 08/08/203 nº 9.478/97 Processo nº /20-56 e /20-2(*) CNPJ Nº C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO TRMO INAL / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas de concessão de que a PTROBRAS S.A. seja concessionária nos termos da Lei nº 9478/ /05/202(*) Suspenso de 23/2/2009 a 5/05/200. HOS NORTH Obs.: A suspensão se refere ao período em que os direitos e obrigações dos citados contratos estiveram cedidos por meio de aditivo. Processo nº /202-9 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO TRMO INICIAL TRMO INAL / Petróleo Brasileiro Áreas marítimas em que a PTROBRAS /06/200 7/06/ / / S.A. seja concessionária para HOS GMSTON exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97. Processo nº / CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração / ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº / /97. Processo nº / CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração / ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº / /97. Processo nº / CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para / exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da / Lei nº 9.478/97. Nº O C O N T R ATO HOS BLUWATR Nº O C O N T R ATO HOS GRYSTON Nº O C O N T R ATO HAVILA PRINCSS Processo nº / e () /20-(Cessão à Solstad Offshore Ltda) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração / ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97. Nº O C O N T R ATO NORMAN VIBRAN TRMO INAL 4/07/204 TRMO TRMO INICIAL INAL 8/06/200 7/06/203 TRMO TRMO INICIAL INAL 22/06/200 2/06/203 TRMO TRMO INICIAL INAL 28/06/200 27/06/203 TRMO INAL 25 / 0 / 20 () Processo nº / () /20-8 (Cessão à Solstad Offshore Ltda) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97. Nº O C O N T R ATO NOR SUN TRMO INAL 25 / 0 / 20 () Processo nº / Provimento a recurso voluntário em 09/02/20 () /20-65 (Cessão à Solstad Offshore Ltda) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para / exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei NORMAN TRYM / nº 9.478/97. TRMO INAL 25 / 0 / 20 () Processo nº /20-6, Processo nº /20-97(*) Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Perenco Petróleo e Gás do Brasil Ltda BM-S-37; BM-S-38 CONTRATO PRSTAÇÃO SRVIÇOS (*) "UOS CHALLNGR" pelo código
36 36 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Processo nº /20-3 Processo nº /20-97 (*) Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Perenco Petróleo e Gás do Brasil Ltda BM-S-37; BM-S-38 CONTRATO PRSTAÇÃO SRVIÇOS "UOS ATLANTIS" (*) Processo nº /20-29 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97. Nº O C O N T R ATO HOS WILWING TRMO INAL 2/07/205 Processo nº /20-8 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/97. Nº O C O N T R ATO HOS PINNACL TRMO INAL 2/07/205 Processo nº /20-42 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração / ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 9.478/ / Nº O C O N T R ATO HOS RSOLUTION TRMO INAL 2/07/205 Processo nº /20-73 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas marítimas em que a PTROBRAS seja concessionária para exploração / ou produção de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº / /97. Nº O C O N T R ATO HOS WINANCR TRMO INAL COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Processo nº /20-48 CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO Nº (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo Concessões da Petrobrás / Brasileiro nos termos da Lei 9478/97 A R TA M N TO / S.A. (xploração e produção PSV de petróleo e gás ) ASTRO BARRACUA Processo nº / CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) / KAROON PTRÓLO & GÁS LTA. Bacia de Santos BLOCOS: BM-S-6, BM-S-62, BM-S-68, BM-S-69, BM-S-70 Nº O C O N T R ATO Contrato de serviço BZ-0060-A-00 e Aditivo nº para embarcações de serviço offshore AHTS UOS VOYAGR & AHTS UOS LIBRTY TRMO INAL VOYAGR: LIBRTY: Processo nº /202-03, / e / (*) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO / Anadarko xploração e Produção de Petróleo e C-M-0 (contrato BM-C-30), Bacia de Campos AM-084/20, Ordem de Serviços nº 04 - UOS Liberty Gás Natural Ltda. AHTS Vessel TRMO INICIAL 07/06/203 (*) TRMO INAL 06/06/4 (*) Processo nº /202-03, / e / (*) CNPJ C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO (ANP) Nº O C O N T R ATO / Anadarko xploração e Produção de Petróleo e C-M-0 (contrato BM-C-30), Bacia de Campos AM-084/20, Ordem de Serviços nº 0 - UOS Challenger Gás Natural Ltda. AHTS Vessel TRMO INICIAL 07/06/203 (*) TRMO INAL 06/06/4 (*) ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 26, 5 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR-CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 7º da Instrução Normativa RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089, de 30 de novembro de 200, e IN RB nº.284, de 23 de julho de 202 tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa STATOIL BRASIL ÓLO GÁS LTA, na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final fixado nos mesmos, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus arts. º a 3º. Art. 2 o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3 o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4 o ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo nº 38, de 07 de fevereiro de 20, publicado no OU em 08 de fevereiro de 2 0. ROBSON O COUTO ALVS pelo código
37 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN ANXO Processo nº /200-7 Nº NO ÁRA CONCSSÃO Nº CONTRATO TRMO CNPJ (ANP) (ANP) INAL Campo em xploração /000-0 Bacia Sedimentar de Campos: / BM C-7 BM C-7 Processo nº /203-6 Nº NO ÁRA CONCSSÃO Nº CONTRATO TRMO CNPJ (ANP) (ANP) INAL Campo em xploração: /000-0 Bacia Sedimentar de Campos / /03/204 Blocos C-M-529 e C-M-530 BM-C-47 (nova habilitação, com efeitos a partir de 20/06/203) ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 27, 5 JULHO 203 eclara habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) a pessoa jurídica que menciona. O INSPTOR CH A RCITA RAL O BRASIL NO RIO JANIRO, no uso de sua competência prevista no artigo 8º da Instrução Normativa (IN) RB nº 844, de 9 de maio de 2008, alterada pelas IN RB nº.070, de 3 de setembro de 200, IN RB nº.089 de 30 de novembro de 200 e IN RB nº.284 de 23 de julho de 202, e tendo em vista o que consta dos processos relacionados no Anexo, declara: Art. o ica habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro), com fulcro no art. 5º da IN RB nº 844/2008, a empresa MARIN PROUCTION SYSTMS O BRASIL LTA., na execução dos contratos especificados no Anexo, até o termo final nele fixado, atuando por meio de seus estabelecimentos habilitados, conforme também consignado no Anexo, devendo ser observado o disposto na citada Instrução Normativa, em especial em seus artigos º a 3º. Art. 2 o Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação de que se trata poderá ser suspensa ou cancelada, na ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN RB nº 844/2008. Art. 3 o ventuais alterações contratuais ensejarão a expedição de novo Ato eclaratório xecutivo. Art. 4º ste Ato entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União e revoga o Ato eclaratório xecutivo IR-RJO nº 072, de 5 de março de 203, publicado no OU de 8 de março de 203. ANXO ROBSON O COUTO ALVS Processos n os / / / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campos em xploração Bacia Sedimentar do Barreirinhas BM BAR Bacia Sedimentar do spírito Santo BM-S-23 :S-M BM-S-3 :S-M-592 ROV Bacia Sedimentar de Campos BC-400 ROV Bacia Sedimentar de Santos BM-S-8 :-BRSA-532-A-SPS ROV BM-S-9: -BRSA-49-SPS e BRSA-594-SPS ROV BM-S-0: -BRSA-329-RJS / Petróleo BM-S-: -BRSA-369A-RJS e ROV / Brasileiro S.A. -BRSA-68-RJS ROV Campos em Produção Bacia Sedimentar do Ceará-Potiguar: Guajá e Siri. Bacia Sedimentar do spírito Santo: Cachalote, Camarupim e Jubarte. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Bacia Sedimentar de Campos: Catuá, Caxaréu, Mangangá, Maromba, Papa Terra e Pirambú. Bacia Sedimentar de Santos: Cavalo-Marinho, Mexilhão, Carapiá, Pirapitanga, Tambaú, Tambuatá e Uruguá Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campo em xploração: / Petróleo Bacia Sedimentar de Santos: / Brasileiro S.A. B M - S - Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / Petróleo Brasileiro S.A Bacia Sedimentar de Santos B M - S Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campo em xploração: / Petróleo Bacia Sedimentar de Santos: / Brasileiro BM-S-0 ROV S.A. pelo código
38 38 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Processo nº / Processo nº / e Processo / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Petróleo Suporte à Unidade Gold Star / Brasileiro ROV S.A. Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Campo em xploração: / Petróleo Bacia Sedimentar de Santos: / Brasileiro BM-S-9 ROV S.A. Processo nº /200-8 Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / Petróleo Plataforma Continental Brasileira / Brasileiro ROV S.A. Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS / Petróleo Plataforma Continental Brasileira / Brasileiro ROV S.A. Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo Brasileiro S.A. Bacia Sedimentar de Santos Área de Concessão do Consórcio BM-S / ROV Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo Plataforma Continental Brasileira Brasileiro S.A / ROV Processo nº /20-9 Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL Petróleo ROV Brasileiro S.A. Campos em Produção: / (locação) Bacias Sedimentares de: Campos: PAPA TRRA (serviços) Processo nº /20-6 Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL ROV Campos em Produção: / Shell Brasil Petróleo Ltda. SBP-UC /09A Bacias Sedimentares de: (locação internacional e serviços) Campos: BIJUPIRÁ SALMA Processo nº /202-4 Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL ROV Campos em Produção: Contrato SBP / / Shell Brasil Petróleo Ltda. BM-S-54,Parque das Conchas (BC-0) e Blocos Bijupira & Salema (locação internacional e serviços) Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / / Karoon Petróleo & Gás Ltda. Campos em xploração: Bacia de Santos Blocos SM-037, SM-0, SM-02, SM-65 e S-M-66. ROV Contrato BZ-00-A-00 (locação internacional) Contrato BZ-00-A-0 (Serviços) (prorrogação a partir de ) pelo código
39 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / OGX-Petróleo e Gás Ltda BLOCOS: BMC39 BMC40 BMC4 BMC42 BMC43 BMS56 BMS57 BMS58 BMS59 PAMA3 PAMA4 PAMA5 PAMA6 PA M A 7 O G X LT / / 0 9 A Aditivo n.05 0/2/202 ROV-Ocean Ambassador 24/2/202 ROV-Ocean Quest 9/02/203 ROV-Ocean S TA R 4/0/203 ROV-Pride Ve n e z u e l a Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / Petróleo Brasileiro Áreas em que a Petrobras seja concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural. ROV 982 (novecentos e oitenta e dois) dias contados a partir da emissão, pela Petrobras, da primeira / S.A. Contrato (locação internacional) Contrato (Serviços) Autorização de Serviço (A.L.) / Autorização de Locação (A.L.). (Cláusula 4. de ambos os contratos) Processo nº / Nº NO C O N T R ATA N T ÁRA CONCSSÃO Nº O TRMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO INAL / / / Petróleo Brasileiro S.A. Áreas em que a Petrobras seja concessionária para exploração ou produção de petróleo e gás natural em apoio exclusivo à Unidade de Perfuração, Completação e Intervenção (Workover) - ROV Contrato (trezentos e setenta e cinco) dias contados a partir da emissão, pela Petrobras, da primeira (locação internacional) denominada PWATR ISCOVRY (NS-27). Contrato (Serviços) Autorização de Locação (A.L.). (Cláusula 4... de ambos os contratos) SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 8ª RGIÃO ISCAL LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M BARURI SRVIÇO CONTROL ACOMPANHAMNTO TRIBUTÁRIO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 28, 8 JULHO 203 eclara inapta a inscrição de contribuinte no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ. O Chefe do Serviço de Controle e Acompanhamento Tributário da elegacia da Receita ederal do Brasil em Barueri, no uso das atribuições que lhe são delegadas pela Portaria R/BR nº 87, de 6 de julho de 202, considerando o disposto nos artigos 8 e 82 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 996, e artigos 37, inciso II, e 39, inciso II, da IN RB nº.83, de 9 de agosto de 20, publicada no OU de 22 de agosto de 20, resolve: Art. º. eclarar INAPTA a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, abaixo descrita: mpresa: MHS NGNHARIA CONSULTORIA LTA CNPJ: / Processo: /203-2 feitos da inaptidão a partir de: 2/05/203 XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL GUILHRM BASTOS GOLSTIN ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 29, 8 JULHO 203 eclara inapta a inscrição de contribuinte no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ. O Chefe do Serviço de Controle e Acompanhamento Tributário da elegacia da Receita ederal do Brasil em Barueri, no uso das atribuições que lhe são delegadas pela Portaria R/BR nº 87, de 6 de julho de 202, considerando o disposto nos artigos 8 e 82 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 996, e artigos 37, inciso II, e 39, inciso II, da IN RB nº.83, de 9 de agosto de 20, publicada no OU de 22 de agosto de 20, resolve: Art. º. eclarar INAPTA a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, abaixo descrita: mpresa: SP SRVIC S/S LTA CNPJ: / Processo: / feitos da inaptidão a partir de: 2/05/203 LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M LIMIRA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO N 6, 8 JULHO 203 O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M LIMIRA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo artigo 302, inciso III, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n.º 203 de 4 de maio de 202 e, tendo em vista o disposto no artigo 37, inciso II, e e no artigo 39, inciso II, 2º, da Instrução Normativa RB nº.83, de 9 de agosto de 20, alterada pela Instrução Normativa nº.20, de 6//20, e, ainda, considerando o que consta do processo /203-94, declara: º - INAPTA a inscrição nº /000-72, no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ, da pessoa jurídica denominada ABS COMÉRCIO POLÍMROS LTA, em virtude da constatação da sua não localização no endereço constante do sistema CNPJ. 2º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo os seus efeitos a 0 de maio de 203, considerando-se tributariamente inidôneos os documentos emitidos pela pessoa jurídica acima mencionada a partir dessa data. RANCISCO CARLOS SRRANO LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M SÃO BRNARO O CAMPO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO N 23, 5 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de IPI - Bebidas. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M SÃO BRNARO O CAMPO, SP, no uso das atribuições conferidas pelo inciso VI do artigo 34 do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil - RB, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicado no OU de 7 de maio de 202, e considerando o disposto no artigo 57, inciso I, da Instrução Normativa SR n 504, de 3 de fevereiro de 2005, em razão do pedido do contribuinte BACARI MARTINI O BRASIL INÚSTRIA COMÉRCIO LTA., inscrito no CNPJ sob o nº /000-05, portador do Registro special de Importador de Bebidas Alcoólicas de n 089/0002, localizado na Rua Martini, n Rudge Ramos - São Bernardo do Campo - SP, formulado nos autos do processo /203-53, declara: Art. º - Autorizado o fornecimento de 2.20 (dois mil, cento e vinte) selos de controle, para produto estrangeiro a ser selado no exterior, Código , Tipo UÍSQU, Cor AMARLO, para os produtos e quantidades a seguir especificados: MARCA COMRCIAL CARACTRÍSTICA O PROUTO Q U A N T. CAIXAS Q U A N T. UNIAS GRANT'S AMILY RSRV Caixa com garrafa de 4,5 litros, 40 GL, idade até 8 anos GRANT'S AMILY RSRV, C/ CARTUCHO Caixa com 2 garrafas de litro, 40 GL, idade até 8 anos Art. 2º - O presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M PIRACICABA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 47, 6 JUNHO 203 Contribuinte: rigorífico Santa Marta Ltda CNPJ: / Processo: / O elegado da Receita ederal do Brasil em Piracicaba, no uso da competência prevista no art. 224, III, do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M n.º 203, de 4 de maio de 202, publicado no OU em 7 de maio de 202, de acordo com o artigo 37, II, e artigo 39, II, 2º, todos da Instrução Normativa RB nº.83, de 9 de agosto de 20, resolve: Art. º - eclarar INAPTA a inscrição do CNPJ nº /000-59, do contribuinte acima identificado, pelo motivo abaixo exposto: I - pessoa jurídica não localizada no endereço constante do CNPJ. Art. 2º - ste Ato eclaratório xecutivo entrará em vigor a partir de sua publicação no iário Oficial da União. LUIZ ANTONIO ARTHUSO GUILHRM BASTOS GOLSTIN pelo código MÁRIO BNJAMIN BARTOS
40 40 ISSN LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M SOROCABA ORM SRVIÇO Nº, 5 JULHO 203 eterminação da competência e momento de análise de compensações declaradas em GIP retificadoras, na ocorrência de bloqueio decorrente de compensações anteriormente não declaradas. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M SOROCABA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 302 do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202,resolve, no âmbito da jurisdição fiscal da elegacia da Receita ederal do Brasil em Sorocaba: Art. º eterminar que o Serviço de Controle e Acompanhamento Tributário (SCAT) proceda, no Sistema GIP Web, ao desbloqueio das Guias de Recolhimento do undo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GIP) retificadoras, cujo bloqueio seja decorrente de compensações não declaradas anteriormente em GIP ativas, que foram ou não parâmetros de débito, para ébitos Confessados em GIP (CG) inscritos ou não em ívida Ativa da União. Parágrafo único. O desbloqueio a que se refere o caput não inclui casos de alterações de GIP em decorrência de outros parâmetros que não compensação. Art. 2º A liberação sistêmica será efetuada pelo SCAT, sem que seja efetuada análise prévia pelo próprio SCAT ou pelo Serviço de Orientação e Análise Tributária (SORT), quanto aos valores compensados informados em GIP bloqueadas. Art. 3º O SCAT enviará mensalmente ao SORT informações relativas aos desbloqueios de GIP efetuados com base no art., através do encaminhamento de planilha contendo a relação das empresas, os valores compensados informados em GIP por competência e a indicação dos respectivos CG analisados após o desbloqueio das GIP. Art. 4º A análise das compensações pelo SORT será realizada de acordo com o interesse fiscal e a disponibilidade de Auditores-iscais. Art. 5º sta Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua assinatura, devendo ser publicada no Boletim de Pessoal (BP) do Ministério da azenda. Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS RANCISCO JOSÉ BRANCO PSSOA LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M TAUBATÉ ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 2, 5 JULHO 203 eclara a inaptidão de empresa perante o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas. A LGAA A RCITA RAL O BRASIL M TAUBATÉ/SP, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 302 do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicado no OU de 7 de maio de 202, com base no disposto no inciso II do artigo 37 da Instrução Normativa RB nº 83, de 9 de agosto de 20, e considerando o que consta no processo nº /202-0, CLARA INAPTA a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, da empresa abaixo identificada, a partir desta data. MPRSA: ARLINO MORIRA CAMPOS - COUROS CNPJ/M: / MARIA TRSA CAMARGO BARBOSA LGACIA SPCIAL A RCITA RAL O BRASIL AMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA M SÃO PAULO IVISÃO CONTROL ACOMPANHAMNTO TRIBUTÁRIO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 4, o - JULHO 203 Anular inscrições no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. O CH A IVISÃO CONTROL ACOMPA- NHAMNTO TRIBUTÁRIO A LGACIA A RCITA - RAL O BRASIL AMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA M SÃO PAULO no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo artigo da Portaria RAT/SPO de elegação de Competência n 279, publicada no OU em 03 de agosto de 202, resolve: Anular as inscrições no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) dos contribuintes descritos abaixo. A anulação das inscrições é motivada pelo vício na inscrição, conforme previsto no inciso II do art.. 33 da Instrução Normativa RB nº.83 de 9 de agosto de 20. PROCSSO: / CONTRIBUINT: RANCISCO AS CHAGAS PRIRA MOVIS - M CNPJ: / ata de cancelamento: efeitos a partir da data de abertura da inscrição. PROCSSO: / CONTRIBUINT: PIRAMIA NGNHARIA CONS- TRUÇÕS COMRCIO LTA - M CNPJ: / ata de cancelamento: efeitos a partir da data de abertura da inscrição. PROCSSO: / CONTRIBUINT: PS LTRONICA TLINOR- MATICA LTA CNPJ: / ata de cancelamento: efeitos a partir da data de abertura da inscrição. PAULO OLIVIRA ABRAHÃO ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 35, o - JULHO 203 eclara a nulidade de CP's perante o Cadastro de Pessoas ísicas O CH A IVISÃO CONTROL ACOMPA- NHAMNTO TRIBUTÁRIO A LGACIA SPCIAL A R- CITA RAL O BRASIL AMINISTRAÇÃO TRIBU- TÁRIA no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo artigo da Portaria RAT de elegação de Competência n 279, publicada no OU em 03 de agosto de 202, resolve: elarar nulos os CP's descritos abaixo, por indícios de irregularidade na inscrição nos termos dos arts. 32, 33 e do art. 34 da I.N. RB nº.042/200 PROCSSO: / CONTRIBUINT: OUA YOUS HUSSIN ABAL- LAH CP: CP: CP: CONTRIBUINT: OVA YOS HUSSIN ABAL- LAH CP: CONTRIBUINT: OVA YOUS HUSSIN ABAL- LAH CP: PROCSSO: / CONTRIBUINT: MARIO GONCALVS CP: PAULO OLIVIRA ABRAHÃO SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 9ª RGIÃO ISCAL LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M LORIANÓPOLIS ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 22, 8 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M LORIANÓPOLIS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 302, inciso IX, combinado com o Artigo 224, inciso VII e o artigo 34 inciso VI do Regimento Interno da Secretaria da Receita ederal do Brasil, aprovado pela Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, e considerando o disposto no art. 57, da Instrução Normativa SR nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicada no OU de 09 de fevereiro de 2005 e no artigo 336 do ecreto nº 7.22, de 5 de junho de 200, publicado no OU de 6 de junho de 200 e, ainda, considerando o pedido do contribuinte LAMARIMPX RPRSNTAÇÕS COMRCIAIS LTA, CNPJ nº /000-83, portador do Registro special de Importador de Bebidas Alcoólicas de nº. 0920/052, situado à Rua rancisco Severo Pizetti, nº 0, Sala 2, Bairro Vila rancesa, CP , Criciúma/SC, formulado nos autos do processo /20-0, declara: Art. º - Autorizado o fornecimento de (dezoito mil, quatrocentos e oitenta) selos de controle, para produto estrangeiro a ser selado no exterior, Código , Tipo vinho, cor amarelo, para os produtos e quantidades abaixo identificados, a saber: MARCA COMRCIAL QUANTIA CAIXAS QUANTIA UNIAS CARACTRÍSTICA O PROUTO HORNRO Vinho tinto meio seco, uruguaio, composto de uva Cabernet Sauvignon, safra 202, com graduação alcoólica de 2º GL, em caixas com 6 garrafas de 750 ml cada. HORNRO Vinho tinto meio seco, uruguaio, composto de uva Merlot, safra 202, com graduação alcoólica de 2º GL, em caixas com 6 garrafas de 750 ml cada. HORNRO Vinho tinto meio seco, uruguaio, composto de uva Tannat, Reserva Privada, safra 202, com graduação alcoólica de 2º GL, em caixas com 6 garrafas de 750 ml cada. HORNRO Vinho branco meio seco, uruguaio, composto de uva Chardonnay, safra 20, com graduação alcoólica de 2º GL, em caixas com 6 garrafas de 750 ml cada. Art. 2º - O presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União (OU). LUIZ AUGUSTO SOUZA GONÇALVS pelo código ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 2, 8 JULHO 203 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M LORIANÓPOLIS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo. 302, inciso IX, combinado com o Artigo 224, inciso VII e o artigo 34 inciso VI, da Portaria M nº 203, de 4 de maio de 202, publicada no OU de 7 de maio de 202, e considerando o disposto no art. 3º, da Instrução Normativa SR nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicada no OU de 09 de fevereiro de 2005 e no artigo 336 do ecreto nº 7.22 de 5 de junho de 200, publicado no OU de 6 de junho de 200 e, ainda, considerando o pedido do contribuinte COLUMBIA TRAING S/A, CNPJ nº / , portador do Registro special de Importador de Bebidas Alcoólicas de nº. 0920/054, situada à Av. Teporti, nº 876, Sala nº 0, Bairro Cordeiros, Itajaí/SC formulado nos autos do processo /200-25, declara: Art. º - Autorizado o fornecimento de (três mil seiscentos e noventa e dois) selos de controle, para produto estrangeiro a ser selado no exterior, Código , Tipo UÍSQU, Cor AMARLO, para os produtos e quantidades abaixo identificados, a saber: Qtde Unidades Qtde Caixas Marca Comercial CARACTRÍSTICA O PROUTO MACALLAN AMBR m caixas de 6 garrafas de 700 ml 40 GL idade até 2 anos. Uísque origem scócia MACALLAN RUBY m caixas de 6 garrafas de 700 ml 43 GL idade até 8 anos. Uísque origem scócia. 2 2 MACALLAN M - m caixas de garrafas de 700 ml 44,5 GL idade acima de 8 CANTR anos. Uísque origem scócia. Art. 2º - O presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União (OU). LUIZ AUGUSTO SOUZA GONÇALVS
41 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN SUPRINTNÊNCIA RGIONAL A 0ª RGIÃO ISCAL ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 9, 5 JULHO 203 Prorrogação da habilitação ao regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro operado em plataformas destinadas à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás de petróleo, em construção ou conversão no País. O SUPRINTNNT A RCITA RAL O BRASIL NA 0ª RGIÃO ISCAL, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 9º, inciso IV, da IN SR nº 53, de 7 de fevereiro de 2005, alterada pela IN RB nº 564, de 24 de agosto de 2005, e tendo em vista o que consta do processo nº / , declara: Art. º ica prorrogada, a partir de 25 de junho de 203, até 5 de agosto de 203, a habilitação ao regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro para construção da plataforma flutuante de exploração de petróleo e gás de petróleo em águas marítimas P-55, concedida à empresa QUIP S.A., para os estabelecimentos CNPJ nº / e / , por meio do A SRR0 nº 008, de 9 de maio de 2009, e A SRR0 nº 9, de 6 de novembro de Art. 2º Permanecem inalteradas as demais disposições dos A SRR0 nº 008 e 9, de Art. 3º ste ato entra em vigor na data de sua publicação no OU. LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M URUGUAIANA SRVIÇO AMINISTRAÇÃO AUANIRA ATO CLARATÓRIO XCUTIVO Nº 27, 5 JULHO 203 O CH O SRVIÇO AMINISTRAÇÃO AUA- NIRA, no uso da competência delegada pela Portaria R/URA/nº 067/202, de 09 de julho de 202, publicada no iário Oficial da União de 2 de julho de 202, resolve: Art. º. INCLUIR no Registro de Ajudante de espachante Aduaneiro a seguinte pessoa: Nº PROCSSO NOM CP / CAROLIN RBS GONÇALVS PAULO RNATO SILVA A PAZ XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Art. 2º. ste Ato entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União.. LGACIA A RCITA RAL O BRASIL M CAXIAS O SUL ATO CLARATÓRIO XCUTIVO N 49, 5 JULHO 203 Autoriza o fornecimento dos selos que menciona. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M CAXIAS O SUL (RS), no uso da atribuição que lhe confere o art. 302 do Regimento Interno, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União de 7 de maio de 202, considerando o disposto no inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n 504, de 03 de fevereiro de 2005, alterado pela IN RB nº.35, de , e os documentos apresentados pelo contribuinte interessado, declara: Artigo único. ica autorizado o fornecimento de.34 selos de controle Vinho Amarelo ao estabelecimento importador Makonys Importação e xportação Ltda, inscrito no CNPJ sob nº /000-0 e Registro special de Importador nº 006/20, para selagem no exterior dos produtos abaixo relacionados, produzidos e engarrafados por Alto de Ballena Bodega y Vinedos, localizada na Ruta 2, Km 6,400, Maldonado, Uruguay: JOSÉ ALX NÓBRGA OLIVIRA Ministério da Integração Nacional GABINT O MINISTRO 287, 8 JULHO 203 Revoga o art. 3º da Portaria nº 584, de 25 de outubro de 202. O MINISTRO STAO A INTGRAÇÃO NACIO- NAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição ederal, e, tendo em vista o disposto na alínea "a" do inciso XIII do art. 7º do Anexo I ao ecreto nº 6.28, de 4 de outubro de 2007, resolve: Art. º Revogar o art. 3º da Portaria no 584, de 25 de outubro de 202, publicada no iário Oficial da União, de 29 de outubro de 202. Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. RNANO BZRRA SOUZA COLHO pelo código Ministério da Justiça Produto Marca Comercial Capacidade Graduação Alcoólica Safra Unidades Importadas Vinho ino Seco Rosé Alto e La Ballena 750 ml 2,5º Vinho Tinto Seco ino Tannat-Merlot- Alto e La Ballena 750 ml 3,5º Cabernet ranc Vinho Tinto Seco ino Cabernet Alto e La Ballena 750 ml 4,0º ranc Vinho Tinto Seco ino Tannat Viognena Alto e La Balle- 750 ml 4,0º Vinho Tinto Seco ino Merlot Alto e La Ballena 750 ml 4,5º Vinho Tinto Seco ino Cetus Syrahy Alto e La Ballena 750 ml 3,5º LUIZ WSCHNLR ATO CLARATÓRIO XCUTIVO N 50, 5 JULHO 203 Autoriza o fornecimento dos selos que menciona. O LGAO A RCITA RAL O BRASIL M CAXIAS O SUL (RS), no uso da atribuição que lhe confere o art. 302 do Regimento Interno, aprovado pela Portaria M n 203, de 4 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União de 7 de maio de 202, considerando o disposto no inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SR n 504, de 03 de fevereiro de 2005, alterado pela IN RB nº.35, de , e os documentos apresentados pelo contribuinte interessado, declara: Artigo único. ica autorizado o fornecimento de selos de controle Vinho Amarelo ao estabelecimento importador Makonys Importação e xportação Ltda, inscrito no CNPJ sob nº /000-0 e Registro special de Importador nº 006/20, para selagem no exterior dos produtos abaixo relacionados, produzidos e engarrafados por Bodega y Viñedos San Polo AS, Mitre , Mendoza, Argentina - CUIT : Produto GABINT O MINISTRO 2.509, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº 20.75/, impetrado por ANTONIO PRIRA UART, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº.457, de 05 de abril de 203, publicada no OU de 08 de abril de 203, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº.668, de 22 de agosto de 2005, que declarou ANTONIO PRIRA UART anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº.668, de 22 de agosto de 2005, que declarou ANTONIO PRIRA UART anistiado político. Marca Comercial Capacidade Graduação Alcoólica Safra Unidades Importadas Vinho Branco Seco ino Chardonnay Zentas 375 ml 3,5º Vinho Branco Seco ino Chardonnay Zentas 750 ml 3,5º Vinho Branco Seco ino Torrontes Reserva Zentas 750 ml 3,5º Vinho Tinto Seco ino Cabernet Sauvignon Zentas 750 ml 3,5º Vinho Tinto Seco ino Malbec Zentas 750 ml 3,5º Vinho Tinto Seco ino Malbec Grand Reserva Zentas 750 ml 3,9º Vinho Tinto Seco ino Merlot Zentas 750 ml 3,5º JOSÉ UARO CAROZO 2.50, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº 9.799/, impetrado por CARLOS ANTONLLINI VAZ, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº 2.89, de 2 de novembro de 202, publicada no OU de 3 de novembro de 202, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº 2.2, de 29 de novembro de 2005, que declarou CARLOS ANTONLLINI VAZ anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº 2.2, de 29 de novembro de 2005, que declarou CARLOS AN- TONLLINI VAZ anistiado político. JOSÉ UARO CAROZO 2.5, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº 8.975/, impetrado por ALCIA LAMPRT viúva de CARLOS ALBRTO NI- RAUR LAMPRT, resolve: LUIZ WSCHNLR I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº.226, de 22 de junho de 202, publicada no OU de 26 de junho de 202, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº 307, de 08 de março de 2005, que declarou CARLOS ALBRTO NIRAUR LAMPRT anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº 307, de 08 de março de 2005, que declarou CARLOS ALBRTO NIRAUR LAMPRT anistiado político. JOSÉ UARO CAROZO 2.52, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº 9.609/, impetrado por ARIOSTO MORAS, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº 3.037, de 29 de novembro 202, publicada no OU de 30 de novembro de 202, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº.907, de 4 de julho de 2004, que declarou ARIOSTO MORAS anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº.907, de 4 de julho de 2004, que declarou ARIOSTO MORAS anistiado político. JOSÉ UARO CAROZO 2.53, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº /, impetrado por ZLIA SANTIAGO COSTA LIMA viúva de JOSÉ BRAZ SAN- TIAGO PRIRA LIMA, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº.449, de 05 de abril de 203, publicada no OU de 08 de abril de 203, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº.389, de 23 de agosto de 2006, que declarou JOSÉ BRAZ SANTIAGO PRIRA LIMA anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº.389, de 23 de agosto de 2006, que declarou JOSÉ BRAZ SAN- TIAGO PRIRA LIMA anistiado político. JOSÉ UARO CAROZO
42 42 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de , 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº /, impetrado por NILSON SOARS, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº 764, de 07 de março de 203, publicada no OU de 08 de março de 203, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº.258, de 08 de outubro de 2002, que declarou NILSON SOARS anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº.258, de 08 de outubro de 2002, que declarou NILSON SOARS anistiado político. JOSÉ UARO CAROZO 2.55, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, em cumprimento à decisão liminar proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, nos autos do Mandado de Segurança nº 9.584/, impetrado por PRO LIAS MNS, resolve: I - SUSPNR os efeitos da Portaria nº 2.734, de 30 de outubro de 202, publicada no OU de 3 de outubro de 202, Seção, que anulou a Portaria Ministerial nº 3.08, de 8 de outubro de 2004, que declarou PRO LIAS MNS anistiado político. II - RSTABLCR os efeitos da Portaria Ministerial nº 3.08, de 8 de outubro de 2004, que declarou PRO LIAS MNS anistiado político. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS JOSÉ UARO CAROZO 2.56, 8 JULHO 203 ispõe sobre a prorrogação da atuação da orça Nacional de Segurança Pública, em apoio ao Ministério de Minas e nergia, no stado do Pará. O MINISTRO STAO A JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e considerando o disposto na Lei nº.473, de 0 de maio de 2007 e no ecreto nº 5.289, de 29 de novembro de 2004; e Considerando a manifestação expressa do Senhor Ministro de stado de Minas e nergia, ISON LOBÃO, conforme solicitação contida no Aviso Ministerial nº 02/203/GM-MM, de 26 de junho de 203, o qual solicita a prorrogação do emprego da orça Nacional de Segurança Pública para assegurar a continuidade das atividades relacionadas às obras e aos serviços da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no stado do Pará, resolve: Art. º Autorizar a prorrogação do emprego do efetivo da orça Nacional de Segurança Pública no stado do Pará, em caráter episódico e planejado, a partir da data de vencimento da Portaria nº.035, de 22 de março de 203, e por mais 80 (cento e oitenta) dias, a contar da data de publicação desta, para o fim de garantir a incolumidade das pessoas, do patrimônio e a manutenção da ordem pública nos locais em que se desenvolvem as obras, demarcações, serviços e demais atividades atinentes ao Ministério de Minas e nergia. Art. 2º O prazo do apoio prestado pela NSP poderá ser prorrogado, se necessário, conforme o art. 4º, 3º, inciso I, do ecreto nº 5.289, de 29 de novembro de Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ UARO CAROZO CONSLHO AMINISTRATIVO SA CONÔMICA COORNAÇÃO-GRAL ANAMNTO PROCSSUAL ATA A 25 a - SSSÃO ORINÁRIA JULGAMNTO RALIZAA M 3 JULHO 203 Às 0h07 do dia três de julho de dois mil e treze, o Presidente Substituto do CA, Ricardo Machado Ruiz, declarou aberta a presente sessão. Participaram os Conselheiros do CA, Alessandro Octaviani Luis, duardo Pontual Ribeiro e Ana razão. Presentes o Procurador-Geral do CA, Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo, o representante do Ministério Público ederal junto ao CA, Sady d Assumpção Torres ilho e o Secretário Substituto do Plenário, Vladimir Adler Gorayeb. Ausente, justificadamente, o Presidente do CA, Vinícius Marques de Carvalho. Julgamentos 03. Ato de Concentração nº /20-62 Requerentes: Anhanguera ducacional Ltda., Sociedade ducacional de Belo Horizonte Ltda. e Praetorium Instituto de nsino, Pesquisa e Atividade de xtensão em ireito Ltda. Advogados: Priscila Brolio Gonçalves, Ana Carolina Cabana Zoricic, Andrea abrino Hoffmann ormiga e outros Relator: Conselheiro duardo Pontual Ribeiro O processo foi adiado a pedido do Conselheiro Relator. 0. Ato de Concentração nº / Requerentes: BR Malls Participações S.A. e Brookfield Brasil Shopping Centers Ltda. Advogados: José Orlando A. Arrochela Lobo, Valdo Cestari de Rizzo, Ana Paula Hubinger Araujo e outros Relator: Conselheiro Alessandro Octaviani Luis O processo foi retirado a pedido do Conselheiro Relator. 02. Ato de Concentração nº /20-09 pelo código Requerentes: Brasil Pharma S.A., istribuidora Big Benn Ltda., Nex istribuidora de Produtos armacêuticos Ltda. e Big Serviços Ltda. Advogados: José Carlos da Matta Berardo, Luis Bernardo Coelho Cascão, Luiz Antonio Galvão e outros Relator: Conselheiro Ricardo Machado Ruiz O processo foi retirado a pedido do Conselheiro Relator. 0. Requerimento nº / Requerente: Acesso Restrito Advogados: Acesso Restrito Relator: Conselheiro Ricardo Machado Ruiz O processo foi retirado a pedido do Conselheiro Relator. 06. Averiguação Preliminar nº / (b) Representantes: Clínica de Radioagnóstico Ltda.; Magscan Clínica de Imagenologia de Manaus Ltda., Clínica de Produção por Imagem de Manaus Ltda. - PROIMAGM Representada: Unimed de Manaus - Cooperativa de Trabalho Médico Ltda. Advogados: Alberto Simonetti Cabral Neto, Clóvis Smith rota Junior Relatora: Conselheira Ana razão ecisão: O Plenário, por unanimidade, negou provimento ao recurso de ofício e determinou o arquivamento da Averiguação Preliminar, nos termos do voto da Conselheira Relatora. 08. Processo Administrativo nº / (b) Representante: S ex-officio Representada: Unimed Regional de Maringá - Cooperativa de Trabalho Médico Ltda. Relator: Conselheiro duardo Pontual Ribeiro ecisão: O Plenário, por unanimidade, determinou o arquivamento do processo, nos termos do voto do Conselheiro Relator. 05. Averiguação Preliminar nº / Representante: Ministério Público ederal - 3ª Câmara de Coordenação e Revisão Representados: Scania Latin América Ltda., ASSOBRASC - Associação Brasileira dos Concessionários Scanias S/C e Concessionárias de Veículos Scania em Território Nacional Advogados: José Paulo Moutinho ilho, Thomas Macrander, Luiz Inácio de Souza, Thaís de Souza Guerra e outros Relatora: Conselheira Ana razão ecisão: O Plenário, por unanimidade, negou provimento ao recurso de ofício e determinou o arquivamento da Averiguação Preliminar, nos termos do voto da Conselheira Relatora. 04. Ato de Concentração nº / Requerentes: Travelex do Brasil Holding Ltda. e Marcus Schalldach Advogados: Tito Amaral de Andrade, Ursula Pereira Pinto, Carolina Maria Matos Vieira Relatora: Conselheira Ana razão ecisão: O Plenário, por unanimidade, conheceu da operação e aprovou-a sem restrições, aplicando multa por intempestividade, nos termos do voto da Conselheira Relatora. 07. Processo Administrativo nº / Representante: S ex-officio Representada: Unimed Nordeste Goiano Advogados: Márcio Américo Martins da Silva, Hermano Camargo Júnior, Wanderley Gregoriano de Castro ilho, Alessandra Gonçalves de Carvalho, Juliana Valadares Versiani Martinez Relator: Conselheiro Ricardo Machado Ruiz ecisão: O Plenário, por unanimidade, determinou a condenação da Unimed Nordeste Goiano por infração à ordem econômica, prevista no artigo 20, incisos I, II e IV c/c artigo 2, incisos IV e V da Lei nº 8.884/94, com aplicação de multa no valor de (sessenta mil) UIR à Unimed Nordeste Goiano, equivalente ao valor de R$ ,00 (sessenta e três mil, oitocentos e quarenta e seis reais), conforme previsão do artigo 23, inciso III c/c artigo 27, ambos da Lei 8.884/94. eterminou ainda à Unimed Brasil - responsável pela gerência do Sistema Unimed - e à Unimed Planalto - que absorveu os produtos e os beneficiários da Unimed Nordeste Goiano - que comuniquem o teor da presente decisão aos seus cooperados, por meio de qualquer meio interno de divulgação, comprovando, perante o CA, o cumprimento desta determinação no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data da publicação da decisão, tudo nos termos do voto do Conselheiro Relator. 09. Requerimento nº / Requerente: Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau. Amedoim, Balas e erivados, Getúlio Ursulino Netto, Ubiracy onseca e Luiz elipe Rego Advogados: Oziel stevão, Terence Zveiter, Gustavo Henrique Caputo Bastos e outros Relator: Conselheiro Ricardo Machado Ruiz ecisão: O Plenário, por unanimidade, determinou a celebração de Termo de Compromisso de Cessação, nos termos do voto do Conselheiro Relator. O espacho RMR nº 5/203 (Requerimento nº /202-87) foi referendado pelo Plenário. Os despachos, ofícios e outros abaixo relacionados foram referendados pelo Plenário: espachos PRSISUB nºs 280/203 (PA / ); 282/203 (PA /998-90); 295/203 (AC /2009-8); 296/203 (AC /20-94); 297/203 (ACC / e AC /202-3); 298/203 (AI /202-56); 299/203 (AC /202-35); 30/203 (PA / ); 302/203 (AC /20-90); 303/203 (AC /20-5); 304/203 (AC /20-29); 305/203 (AC / ); 307/203 (Proposta de Calendário das Sessões Ordinárias de Julgamento para o período entre julho e dezembro de 203); apresentados pelo Presidente Substituto Ricardo Machado Ruiz. espacho RMR nº 53/203 (CONINCIAL) e Ofícios RMR nºs 3029/203 (AC /202-2); 307/203 (AC /20-09); 3073/203 (AC /20-09); 3080/203 (AC /20-09); 308/203 (AC /202-7); 3083/203 (AC /202-7); 3085/203 (AC /202-72); 3090/203 (AC /202-7); 309/203 (AC /202-7); 3093/203 (AC /20-09); 3095/203 (AC /20-0); 304/203 (AC /200-43); 306/203 (AC /200-43); 307/203 (AC /200-43); 308/203 (AC /200-43); 30/203 (AC /200-43); 33/203 (AC /200-43); 34/203 (AC /200-43); 36/203 (AC /202-72); 322/203 (AC /202-7); 323/203 (AC /20-09); 324/203 (AC /20-09); 326/203 (AC /200-43); 327/203 (AC /200-43); 328/203 (AC /200-43); 329/203 (AC /200-43); 330/203 (AC /200-43); 33/203 (AC /200-43); 332/203 (AC /200-43); 333/203 (AC /200-43); 334/203 (AC /200-43); 335/203 (AC /200-43); 336/203 (AC /200-43); 337/203 (AC /200-43); 338/203 (AC /200-43); 339/203 (AC /200-43); 340/203 (AC /200-43); 343/203 (AC /200-43); 344/203 (AC /200-43); 346/203 (AC /200-43); 347/203 (AC /200-43); 348/203 (AC /200-43); 349/203 (AC /20-09); 350/203 (AC /200-43); 352/203 (AC /20-09); 353/203 (ACs /200-8 e /20-8); 355/203 (ACs /200-8 e /20-8); 356/203 (ACs /200-8 e /20-8); 357/203 (ACs /200-8 e /20-8); 358/203 (ACs /200-8 e /20-8); 370/203 (ACs /200-8 e /20-8); 372/203 (ACs /200-8 e /20-8); 373/203 (ACs /200-8 e /20-8); 374/203 (ACs /200-8 e /20-8); 375/203 (ACs /200-8 e /20-8); 376/203 (ACs /200-8 e /20-8); 377/203 (ACs /200-8 e /20-8); 378/203 (ACs /200-8 e /20-8); 379/203 (ACs /200-8 e /20-8); 382/203 (AC /200-43); 383/203 (AC /200-43); 384/203 (AC /200-43); 385/203 (AC /200-43); 386/203 (AC /200-43); 387/203 (AC /200-43); 388/203 (AC /200-43); 389/203 (AC /200-43); 390/203 (AC /200-43); 392/203 (AC /200-43); 396/203 (AC /200-43); 398/203 (AC /200-43); 323/203 (AC /200-43); 324/203 (AC /200-43); 325/203 (AC /200-43); 326/203 (AC /20-6, / e /20-3); 327/203 (AC /200-43); 328/203 (AC /200-43); 3229/203 (AC /202-2); 3230/203 (AC /202-2); 323/203 (AC /200-43); 3232/203 (AC /200-43); 3234/203 (AC /200-43); 3235/203 (AC /200-43); 3237/203 (AC /200-43); 3238/203 (AC /200-43); 3244/203 (AC /200-43); 3245/203 (AC /200-43); 3246/203 (AC /200-43); 3247/203 (AC /200-43); 3248/203 (AC /200-43); 3250/203 (AC /200-43); 325/203 (AC /200-43); 3252/203 (AC /200-43); 3253/203 (AC /200-43); 3254/203 (AC /200-43); 3258/203 (AC /200-43); 3259/203 (AC /200-43); 3260/203 (AC /200-43); 326/203 (AC /20-6, / e /20-3); 3263/203 (AC /200-43); 3264/203 (AC /20-09); 3265/203 (AC /200-43); 3266/203 (AC /200-43); 3267/203 (AC /200-43); 3268/203 (AC /200-43); 3269/203 (AC /200-43); 3270/203 (AC /200-43); 3272/203 (AC /200-43); 3273/203 (AC /200-43); 3274/203 (AC /200-43); 3275/203 (AC /200-43); 3276/203 (AC /200-43); 3277/203 (AC /200-43); 3278/203 (AC /200-43); 3279/203 (AC /200-43); 3280/203 (AC /200-43); 328/203 (AC /200-43); 3282/203 (AC /200-43); 3283/203 (AC /200-43); 3284/203 (AC /200-43); 3285/203 (AC /200-43); 3286/203 (AC /202-72); 3287/203 (AC /200-43); 3288/203 (AC /200-43); 3289/203 (AC /200-43); 3290/203 (AC /200-43); 3292/203 (AC /200-43); 3293/203 (AC /200-43); 3295/203 (AC /202-7); 3296/203 (AC /202-7); 3297/203 (AC /200-43); 3298/203 (AC /200-43); 3299/203 (AC /200-43); 3300/203 (AC /200-43); 330/203 (AC /200-43); 3302/203 (AC /200-43); 3303/203 (AC /200-43); 3304/203 (AC /200-43); 330/203 (AC /20-09); 33/203 (CONIN- CIAL); apresentados pelo Conselheiro Ricardo Machado Ruiz.
43 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN espacho AOL nº 6/203 (Requerimento nº /203-0) e Ofícios AOL nºs 3037/203 (ACs / e /2009-); 3038/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3039/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3042/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3045/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3047/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3048/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3050/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3058/203 (ACs /20-52 e /20-39); 3075/203 (AC /20-28); 3087/203 (AC /202-83); 399/203 (AC / e /2009-); 3200/203 (AC /202-83); 3204/203 (AC /202-83); 3205/203 (AC /202-83); 3206/203 (AC /202-83); 3207/203 (AC /202-83); 3208/203 (AC /20-52 e /20-39); 320/203 (AC /20-52 e /20-39); 329/203 (AC /202-83); 3249/203 (AC /20-52 e /20-39); 3306/203 (AC /20-52 e /20-39); 3307/203 (AC /20-52 e /20-39); 3308/203 (AC /20-52 e /20-39); 334/203 (AC /202-56); 335/203 (Requerimentos /20-4 e /20-67); apresentados pelo Conselheiro Alessandro Octaviani Luis. espacho PR nº 09/203 (AC /20-39) e Ofícios PR nºs 2979/203 (ACs / e /200-85); 3046/203 (AC /20-7); 3077/203 (AC /20-97); 3082/203 (AC /20-33); 3092/203 (AC /20-62); 3097/203 (ACs /20-92 e /20-23); 3098/203 (ACs /20-92 e /20-23); 3099/203 (ACs /20-92 e /20-23); 300/203 (ACs /20-92 e /20-23); 302/203 (ACs /20-92 e /20-23); 303/203 (ACs /20-92 e /20-23); 305/203 (ACs /20-92 e /20-23); 309/203 (ACs /20-92 e /20-23); 3/203 (ACs /20-92 e /20-23); 32/203 (ACs /20-92 e /20-23); 35/203 (AC /200-85); 34/203 (AC /20-); 342/203 (AC /20-69); 380/203 (AC /20-97); 393/203 (AC /20-4); 397/203 (AC /20-8); 3233/203 (AC /20-97); 3236/203 (AC /20-97); 3242/203 (AC /20-97); 3243/203 (AC /20-97); apresentados pelo Conselheiro duardo Pontual Ribeiro. espachos A nºs 09/203 (Consulta /203-30) e 0/203 (Requerimento /202-54) e Ofícios A nºs 3088/203 (Consulta /203-30); 3084/203 (PA /2009-2); 3086/203 (PA /2009-2); 3320/203 (AC /203-58); 3332/203 (Requerimento nº /202-8) e Parecer nº 66/203/G/P-CA- /PG/AGU (Requerimento /200-2); apresentados pela Conselheira Ana razão. Aprovação da Ata O Plenário, por unanimidade, aprovou a ata desta sessão. Às 0h55 do três de julho de dois mil e treze, o Presidente Substituto do CA, Ricardo Machado Ruiz, declarou encerrada a sessão. icam desde já intimadas as partes e os interessados, na forma dos º e 2º do artigo 05 do Regimento Interno do Conselho Administrativo de efesa conômica - RICA, quanto ao resultado do julgamento do Plenário do Tribunal dos seguintes itens da ata, cujas respectivas decisões foram juntadas aos autos e estão disponíveis para consulta na unidade de andamento processual: 04, 05, 06 e 08. RICARO MACHAO RUIZ Presidente do Cade Substituto XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL VLAIMIR ALR GORAYB Secretário do Plenário Substituto NSORIA PÚBLICA A UNIÃO CONSLHO SUPRIOR ATA A 52 a - SSSÃO ORINÁRIA RALIZAA M 2 JULHO 203 pelo código m 2 de julho de 203, às 9h5min, reuniu-se o Conselho Superior da efensoria Pública da União, para sua 52ª Sessão Ordinária, presidida pelo xmo. Sr. efensor Público-Geral ederal, r. Haman Tabosa de Moraes e Córdova, e integrada pelos xmos. Subdefensor Público-Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, Corregedor-Geral ederal, r. abiano Caetano Prestes, e pelos xmos. Srs. Conselheiros r. William Charley Costa de Oliveira, r. Gustavo Zortéa da Silva, r. José Rômulo Plácido Sales, r. abrício da Silva Pires, r. Carlos duardo Barbosa Paz e r. Kelery inarte da Páscoa de reitas. Na presença do xmo. Representante da Associação Nacional dos efensores Públicos ederais, o xmo. r. Ricardo Russell Brandão Cavalcanti, e dos efensores Públicos ederais: r. Claudionor Barros Leitão, r. Lúcio erreira Guedes, r. João Paulo Gondim Picanço, r. Marcos Antônio Paderes Barbosa. Abertos os trabalhos, o Colegiado passou a deliberar e decidiu. Inicialmente, o xmo. Sr. Subdefensor Público-Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, salientou a necessidade de elaboração de documento assinado pelos efensores, a ser encaminhado ao xmo. Ministro da Justiça, consignando a necessidade de indicação dos novos Subdefensor-Geral e Corregedor-Geral até o final dos atuais mandatos. O xmo. Conselheiro arguiu a importância do preenchimento dos cargos, visto que exercem função precípua neste Colegiado e, ainda, em casos de ausência do efensor-geral, são as autoridades competentes a substituí-lo. (Inversão de Pauta. Processo nº / Consulta - Aplicação da Resolução 70. Interessado: r. ionísio Borges) O xmo. Sr. Conselheiro, r. Gustavo Zortéa da Silva, apresentou voto-vista no sentido de aderir, na íntegra, ao voto apresentado pelo xmo. Relator, r. José Rômulo Plácido Sales. Registrou que o terceirizado não firma contrato de trabalho ou mantém vínculo com o ente público. Nesse sentido, admitir que a Resolução 70 atinja terceirizados que se encontravam na Unidade por ocasião da publicação do normativo não fere o ato jurídico perfeito, pela simples razão de que não se está a interferir no contrato de trabalho. Afinal, este não é mantido com o ente público, mas com a empresa prestadora de serviços, que poderá, perfeitamente, realocar a terceirizada para outro órgão, a seu talante. Seguindo a votação, os xmos. Srs. Conselheiros r. William Charley Costa de Oliveira, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, r. abiano Caetano Prestes e o xmo. Presidente também encaminharam voto no sentido de aderir ao voto do Relator. Assim, por unanimidade, o Colegiado decidiu acompanhar voto do Relator proferido quando da 5ª Sessão Ordinária do CSPU. (Processo nº / Proposta de Resolução - Remoção de servidores do quadro próprio e redistribuídos à efensoria Pública da União.) Após leitura de relatório pelo xmo. Sr. Conselheiro, r. Gustavo Zortéa da Silva, foi dada oportunidade para manifestação da servidora, Sra. Bárbara Casini, que salientou que a minuta apresentada pelo xmo. r. José Rômulo Plácido Sales foi muito bem aceita pela maioria dos servidores. Seguindo, a Sra. Bárbara Casini argumentou que a Proposta está muito bem redigida, que representa muito para a Instituição e para os servidores do PGP do º Concurso que já estão completando três anos na efensoria e, portanto, pugnou pela urgência de sua aprovação. Registre-se que, neste momento, o Conselho Superior recebeu autoridades da efensoria Pública do Timor Leste, que compareceram para conhecer e acompanhar os trabalhos do Colegiado. Seguindo, o xmo. Sr. Conselheiro, r. Gustavo Zortéa da Silva, proferiu voto no sentido de que há vácuo normativo referente à remoção dos servidores, pelo que julgou necessária a normatização do tema, com base na competência prevista no art. 0, I, da Lei Complementar 80/94. Seguindo, o Relator salientou que não enxerga qualquer óbice para que o Conselho normatize a matéria, já que não caracterizaria ato concreto de gestão de pessoal, a cargo do PG, entendimento que foi acompanhado por todos os Conselheiros. Continuando, o Conselho passou à deliberação da norma, debatendo e deliberando individualmente acerca da redação de cada dispositivo. Neste momento o xmo. Presidente, r. Haman Tabosa de Moraes e Córdova, precisou se ausentar em razão de reunião no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MPOG e, portanto, tomou assento como Presidente o xmo. Subdefensor-Público, r. Afonso Carlos Roberto do Prado. Registre-se que o xmo. Subdefensor-Geral, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, também precisou se ausentar para acompanhar os efensores do Timor Leste em agenda de compromissos. Portanto, assumiu a Presidência o xmo. Corregedor-Geral, r. abiano Caetano Prestes. Na discussão sobre o art. 7º, o Relator asseverou que não seria correto falar em vagas disponíveis para remoção, mas em claros de lotação, porque a remoção dos servidores ocorre independentemente da existência de vaga. Sugeriu o emprego da expressão claros de lotação. icou vencido sozinho no ponto. Na discussão do mesmo artigo 7º, o Relator afirmou que não seria possível determinar ao PG a realização de processo seletivo nacional de remoção, porque, na prática, a determinação representaria a imposição de ato concreto de gestão de pessoal, a cargo exclusivo do PG. Por maioria, o Conselho entendeu que seria possível determiná-lo, vencidos o Relator, o r. William Charley e o r. abiano Prestes. Na definição dos critérios de desempate (art. 0), o Relator sugeriu a adoção dos seguintes: maior tempo de efetivo exercício na PU, como ocupante de cargo efetivo; melhor colocação no concurso; maior idade. icou vencido, acompanhado pelo r. abiano Caetano Prestes. O Relator manifestou-se contrário à inclusão do maior número de dependentes econômicos, como critério de desempate. icou vencido, na companhia dos rs. Carlos duardo Paz e abrício Pires. Aprovada a Resolução nº 7/CSPU. Registre-se a recomendação unânime do colegiado para que a PGU se abstenha de nomear novos servidores do PGP, até que venha a ser publicada a presente Resolução. (Processo nº / Averbação de tempo de serviço. Interessado: r. José Benedito da Silva Neto.) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Sr. Conselheiro, r. William Charley Costa de Oliveira, que votou no sentido de reconhecer parcialmente o pedido e averbar um total de.4 dias como tempo de serviço público federal, referente ao cargo de analista judiciário do STJ. Já em relação ao pleito referente à averbação do tempo de serviço nos Conselhos federais, o Relator arquivou provisoriamente, devido à ausência de certidões que comprovem o tempo líquido, sem prejuízo de reabertura em caso de juntada de novos documentos que comprovem o referido tempo. (Processo nº /202-. Afastamento - Pedido de Prorrogação. Interessada: ra. lávia Borges Margi) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Relator, r. Carlos duardo Barbosa Paz, que proferiu voto no sentido de recomendar a prorrogação do afastamento da xma. ra. lávia Borges Margi, já que restaram atendidos todos os requisitos impostos pela Resolução nº 65/CSPU. Registre-se a necessidade de comunicação à Chefia da Unidade da requerente. (xtra-pauta. Processo nº / Pedido de Afastamento. Interessado: Roberto Pereira el Grossi.) O xmo. Sr. Conselheiro, r. José Rômulo Plácido Sales proferiu voto no sentido de opinar favoravelmente ao deferimento pelo efensor Público-Geral do afastamento do xmo. r. Roberto Pereira el Grossi, observando, contudo, que deverão previamente ser juntadas aos autos do respectivo processo as certidões de que o requerente não se encontra afastado ou suspenso de suas funções e que o mesmo não tenha se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou para gozo de licença capacitação ou afastamento para estudo no exterior nos dois últimos anos anteriores à data de solicitação de novo afastamento, já que restaram atendidos todos os demais requisitos impostos pela Resolução nº 65/CSPU. (xtra-pauta. Processo nº / Pedido de Afastamento. Interessada: Viviane Ceolin allasta) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Sr. Conselheiro Relator, r. abrício da Silva Pires, que encaminhou voto no sentido de recomendar, ao efensor-geral, o afastamento da efensora, já que atendidos todos os requisitos impostos pela Resolução nº 65/CSPU, observando, contudo, que deverão previamente ser juntadas aos autos do respectivo processo as certidões de que a requerente não se encontra afastada ou suspensa de suas funções e que não tenha se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou para gozo de licença capacitação ou afastamento para estudo no exterior nos dois últimos anos anteriores à data de solicitação de novo afastamento. (Processo / Consulta acerca dos critérios de distribuição durante período de afastamento. Interessada: ra. Lediane da Silva) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Sr. Conselheiro, r. José Rômulo Plácido Sales, que entendeu que o sentido da expressão "período de afastamento" contida em toda a normatização do artigo 4 da Resolução CSPU nº 63, de 202, diz respeito a afastamento contínuo, sem interrupção, não importando para os fins estampados naquele normativo os diversos embasamentos fáticos-jurídicos que possam justificar cada um dos dias de efetivo afastamento, pois o objetivo da suspensão da distribuição é que o efensor Público ederal afastado possa "zerar" o seu estoque de processos antes do afastamento, o que ocorreria com muitos percalços e dificuldades, ou até não ocorreria, se tivesse o efensor que receber novos PAJ's até o último momento do dia anterior ao período de afastamento. Por fim, o Conselheiro-Relator acentuou que a consulente, no caso em concreto, a seu juízo, teria direito a 05 (cinco) dias de suspensão da distribuição de PAJ's, ressaltando-se, todavia, como já assentado, que a decisão final meritória compete ao efensor Público-Geral, diretamente ou por delegação. O processo deverá ser encaminhado ao efensor-geral para deliberação final, devendo ser obedecidos os regramentos da resolução de regência e a interpretação normativa constante desta decisão do Conselho. (Processo nº / Regimento Interno da Corregedoria-Geral da efensoria Pública da União) Inicialmente, registre-se que o xmo. Subdefensor Público-Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, retornou de compromisso externo e tomou assento na Presidência. O Relator, r. Gustavo Zortéa da Silva, reiterou a necessidade de se promover algumas alterações já determinadas em voto anterior que, por lapso, não teriam sido atendidas. Indicou outros pontos de alteração, embora não tratados no primeiro voto proferido. O Colegiado, por unanimidade, aprovou o Regimento Interno (Resolução nº 73) da Corregedoria-Geral da efensoria Pública da União e determinou o encaminhamento da nova proposta para publicação, com as derradeiras alterações sugeridas. (Processo nº / º Concurso de Promoção de efensores Públicos ederais para Categoria special) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Sr. Subdefensor Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, que proferiu voto no sentido de promover, para a Categoria special, o xmo. r. Pedro Paulo Ravelli Chiavini que, em lista de antiguidade da carreira, está melhor colocado (46ª posição), pelo que faz jus à vaga aberta. (Inclusão em Pauta. Processo / Afastamento - Relatório de atividades. Interessado: r. Carlos duardo Regilio Lima). Por unanimidade, acompanhar o xmo. Sr. Subdefensor Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado, que proferiu voto no sentido de recomendar a homologação do terceiro relatório de atividades apresentado pelo requerente, r. Carlos duardo Regilio Lima. (Processo nº / Proposta de menda à Resolução nº 50/CS- PU.) Por unanimidade, acompanhar o xmo. Relator, r. William Charley Costa de Oliveira, que votou no sentido de que é pertinente e justificada a Proposta de alteração da Resolução nº 50. Após, por unanimidade, o Colegiado aprovou a Resolução n. 72, que altera a Resolução n. 50, nos termos apresentados pelo xmo. r. Carlos duardo Barbosa Paz. (xtra-pauta. Processo nº Resolução Projetos speciais) Após leitura de relatório e voto pelo xmo. Sr. Conselheiro Relator, r. abrício da Silva Pires, o julgamento do processo foi interrompido pelo pedido de vista antecipada feita pelo xmo. Subdefensor Público-Geral ederal, r. Afonso Carlos Roberto do Prado. (Questão de Ordem) Registre-se em ata que a contagem dos prazos encaminhados à Secretaria do CSPU deve obedecer à contagem de prazo processual, conforme determina o Regimento Interno do CSPU, devendo-se, assim, excluir o dia da publicação e incluir o dia do vencimento. Neste momento, a videoconferência foi interrompida para apreciação das matérias de caráter sigiloso. (Processo nº /203-27) (Processo nº /203-) (Processos nº / e /203-46) (Processo nº /203-77) (Processo nº /203-97) (Processo nº /203-2) (Processo nº /203-67) (Processo nº /203-98). oram retirados de pauta os seguintes processos: / e / Por não haver nada mais a ser discutido, a presente reunião encerrou-se às 5h. HAMAN TABOSA MORAS CÓROVA Presidente do Conselho
44 44 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PARTAMNTO POLÍCIA RAL IRTORIA XCUTIVA COORNAÇÃO-GRAL CONTROL SGURANÇA PRIVAA ALVARÁ N o , 0 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/226 - LSP/RX/SR/P/BA, resolve: CONCR autorização à empresa ATNTO BAHIA SR- VICOS VIGILANCIA PATRIM LTA, CNPJ nº /000-5, sediada na Bahia, para adquirir: a empresa cedente PRCAVR SGURANÇA VIGI- LANCIA LTA, CNPJ nº /000-70: 9 (nove) Revólveres calibre 38 m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 60 (cento e sessenta) Munições calibre 38 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 8 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/PB, resolve: CONCR autorização à empresa MAURICA ALIMN- TOS O NORST LTA, CNPJ nº / , sediada na Paraíba, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (um) Revólver calibre 38 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 26 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/MA, resolve: CONCR autorização à empresa POTNCIAL SGU- RANCA VIGILANCIA LTA, CNPJ nº /000-3, sediada no Maranhão, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 2 (duas) Pistolas calibre (sessenta) Munições calibre.380 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 26 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ P/CAC/PR, resolve: CLARAR revista a autorização de funcionamento de serviço orgânico de segurança privada na(s) atividade(s) de Vigilância Patrimonial, válida por 0(um) ano da data de publicação deste Alvará no.o.u., concedida à empresa PRATI ONAUZZI & CIA LTA, CNPJ nº / para atuar no Paraná, com Certificado de Segurança nº 35/203, expedido pelo RX/SR/P. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 27 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/S, resolve: CONCR autorização de funcionamento de serviço orgânico de segurança privada na(s) atividade(s) de Vigilância Patrimonial, válida por 0(um) ano da data da publicação deste Alvará no.o.u., à empresa XIMBIZ COMÉRCIO INTRNACIONAL S/A, CNPJ nº /000-30, para atuar no spírito Santo. SILVANA HLNA VIIRA BORGS pelo código ALVARÁ N o , 27 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/SP, resolve: CLARAR revista a autorização de funcionamento de serviço orgânico de segurança privada na(s) atividade(s) de Vigilância Patrimonial, válida por 0(um) ano da data de publicação deste Alvará no.o.u., concedida à empresa UNIQU SRVICOS HO- TLARIA ALIMNTACAO COMRCIO PARTICIPACOS S/A, CNPJ nº / para atuar em São Paulo. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 27 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ P/CAC/PR, resolve: CLARAR revista a autorização de funcionamento, válida por 0(um) ano da data de publicação deste Alvará no.o.u., concedida à empresa ONSG SRVIÇOS VIGILANCIA S- GURANÇA LTA, CNPJ nº / , especializada em segurança privada, na(s) atividade(s) de Vigilância Patrimonial e Segurança Pessoal, para atuar no Paraná, com Certificado de Segurança nº 29/203, expedido pelo RX/SR/P. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , o - JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/RJ, resolve: CONCR autorização à empresa STAR SC CURSO ORMAÇÃO VIGILANTS LTA M, CNPJ nº /000-86, sediada no Rio de Janeiro, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (quarenta e nove mil e trezentas e cinquenta e duas) Munições calibre (quarenta e duas mil e quinhentas e vinte) spoletas calibre (trinta e seis mil e quinhentos e vinte) stojos calibre (dois mil e seiscentos) Gramas de pólvora 3936 (trinta e nove mil e trezentos e dezesseis) Projéteis calibre (quatro mil e quatrocentas e oitenta e seis) Munições calibre (duas mil e seiscentas e setenta) Munições calibre 2 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 2 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/375 - P/STS/SP, resolve: CONCR autorização à empresa CAXIAS SCOLA ORMACAO APRICOAMNTO SGURANCAS LTA, CNPJ nº /000-05, sediada em São Paulo, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (noventa mil) spoletas calibre (onze mil) Gramas de pólvora (noventa mil) Projéteis calibre (cinco mil) spoletas calibre (cinco mil) Projéteis calibre (três mil e cento e vinte) Munições calibre 2 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 2 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/350 - LSP/RX/SR/P/MA, resolve: CONCR autorização à empresa POTNCIAL SGU- RANCA VIGILANCIA LTA, CNPJ nº /000-3, sediada no Maranhão, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 4 (quatro) spingardas calibre 2 8 (oito) Pistolas calibre (duzentas e quarenta) Munições calibre (sessenta e quatro) Munições calibre 2 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 2 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/RJ, resolve: CONCR autorização à empresa NCTC NOVO CN- TRO TCNICO ORMACAO M SGURANCA LTA, CNPJ nº /000-28, sediada no Rio de Janeiro, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (duzentas e setenta e nove mil e seiscentas e vinte e quatro) spoletas calibre (vinte e cinco mil) stojos calibre (cinquenta e um mil e novecentos e noventa e quatro) Gramas de pólvora (duzentos e setenta e nove mil e seiscentos e vinte e quatro) Projéteis calibre (cinco mil) stojos calibre (dezoito mil e setecentos e quarenta e oito) Projéteis calibre (quatro mil e quarenta) Munições calibre 2 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 2 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/35 - LSP/RX/SR/P/P, resolve: CONCR autorização à empresa ALORG SGURAN- ÇA PATRIMONIAL LTA, CNPJ nº /000-05, sediada em Pernambuco, para adquirir: a empresa cedente URBANO P SGURANCA PRIVA- A PRNAMBUCO LTA., CNPJ nº /000-92: 7 (dezessete) Revólveres calibre 38 m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 306 (trezentas e seis) Munições calibre 38 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 3 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/565 - P/MOC/MG, resolve: CONCR autorização à empresa TBI SGURANÇA I- RLLI, CNPJ nº /000-22, sediada em Minas Gerais, para adquirir: a empresa cedente QUIP MPRSA VIGILANCIA ARMAA LTA, CNPJ nº /000-3: 60 (sessenta) Revólveres calibre 38 m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 600 (seiscentas) Munições calibre 38 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS ALVARÁ N o , 3 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 203/ LSP/RX/SR/P/PR, resolve: CONCR autorização à empresa SNTICOM SGU- RANÇA VIGILÂNCIA LTA, CNPJ nº /000-90, sediada no Paraná, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 4 (quatro) spingardas calibre 2 3 (três) Revólveres calibre (cinquenta e quatro) Munições calibre (noventa e seis) Munições calibre 2 VÁLIO POR 90 (NOVNTA) IAS A CONTAR A A- TA PUBLICAÇÃO NO.O.U. SILVANA HLNA VIIRA BORGS
45 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN ALVARÁ N o , 4 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº 202/ P/PCA/SP, resolve: CLARAR revista a autorização de funcionamento, válida por 0(um) ano da data de publicação deste Alvará no.o.u., concedida à empresa OX SGURANÇA PATRIMONIAL VIGI- LÂNCIA LTA - PP, CNPJ nº /000-6, especializada em segurança privada, na(s) atividade(s) de Vigilância Patrimonial, para atuar em São Paulo, com Certificado de Segurança nº 50/203, expedido pelo RX/SR/P. SILVANA HLNA VIIRA BORGS 3.872, 9 JUNHO 203 A COORNAORA-GRAL CONTROL S- GURANÇA PRIVAA O PARTAMNTO POLÍCIA - RAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no Processo nº / P/CXS/RS, resolve: Cancelar a Autorização do serviço ORGÂNICO de Segurança Privada concedida à empresa VIAÇÃO SANTA TRSA CAXIAS O SUL LTA., CNPJ/M nº /000-53, localizada no stado do RIO GRAN O SUL. SILVANA HLNA VIIRA BORGS SCRTARIA NACIONAL JUSTIÇA PARTAMNTO STRANGIROS SPACHO A IRTORA AJUNTA INIRO o presente recurso apresentando pelos nacionais chineses YUMING PAN, HUIXIANG ANG LIU e XURUI PAN, tendo em vista que os Requerentes não foram localizados no endereço fornecido nos autos, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,II,"b", da Lei 6.85/80., bem assim mantenho o ato INRITÓRIO publicado no iário Oficial da União de 6/0/202, Seção, pág. 36. Processo Nº / YUMING PAN, HUIXIANG ANG LIU e XURUI PAN. IZAURA MARIA SOARS IVISÃO NACIONALIA NATURALIZAÇÃO SPACHO A CH No uso das atribuições a mim conferidas pela Portaria 02, de 23 de janeiro de 2007, publicada no iário Oficial da União de 24 de janeiro de 2007, decido: Tendo em vista que os naturalizandos contrariam as condições dispostas no inciso IV, do art. 2, da Lei nº 6.85/80, determino o arquivamento dos processos de Naturalização Ordinária abaixo indicados, nos termos do art. 8, parágrafo único, da citada Lei. Processo nº / HISHAM IBRAHIM AHMA AL BASSIS Processo nº / ISABL JOAO Processo nº / AKUNL OLAI- PUPO ARUPOKO Processo nº / CARMN ROSA SANCHZ CHAVZ Processo nº / SHU LIN HUANG Tendo em vista que os naturalizandos contrariam as condições dispostas no inciso III, do art. 2, da Lei nº 6.85/80, determino o arquivamento dos processos de Naturalização Ordinária abaixo indicados, nos termos do art. 8, parágrafo único, da citada Lei. Processo nº / RA ALI L ZIN Processo nº / ANTHONY L - LA CRUZ Tendo em vista que os naturalizandos não foram localizados ou não mais residem no endereço declarado nos autos, determino o arquivamento dos processos de Naturalização Ordinária abaixo indicados, nos termos do art. 8, parágrafo único, da Lei 6.85/80. Processo nº / WU MNG CHIH Processo nº / SRGUI AGAO- NOV Processo nº / WISAM ALI L WIN- NI Processo nº / SAI ABALLAH Processo nº / ALI KASSM JA- BR Tendo em vista que a naturalizanda contraria as condições dispostas nos incisos VI e VII do art. 2, da Lei nº 6.85/80, determino o arquivamento do pedido de Naturalização Ordinária, formulado por HALA SOBHI L CHIKH ALI, processo n.º /202-64, nos termos do art. 8, parágrafo único, da citada Lei. Tendo em vista que o visto permanente expedido de acordo com o art. º, parágrafo 3º, da Resolução Normativa nº 62/ CNI não autoriza a obtenção da nacionalidade brasileira no presente momento, determino o arquivamento do pedido de Naturalização Or- XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código dinária formulado por MASSIMILIANO CARCANO, processo nº /203-95, nos termos do art. 8, parágrafo único, da Lei 6.85/80. Tendo em vista a falta de cumprimento de exigências formuladas por esta ivisão, o que denota falta de interesse de agir do naturalizando, determino o arquivamento do pedido de Naturalização Ordinária formulado por ARTURO RAMON RIOS PRALTA, processo n.º /2004-8, nos termos do art. 8, parágrafo único, da Lei nº 6.85/80 c/c art. 40 da Lei nº 9.784/99. NIS BARROS PRIRA IVISÃO PRMANÊNCIA STRANGIROS SPACHOS A CH Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o processo encontra-se instruído na forma da lei e diante da informação do Ministério do Trabalho e mprego, IRO o(s) Pedido(s) de Prorrogação de stada no País, temporário item V, abaixo relacionado(s): Processo Nº / TAKAO URU- KAWA, até 4/06/204 Processo Nº / PRASHANT PANU- RANG ANG, até 3/03/204 Processo Nº / MYKYTA ASYYV, até 0/04/204 Processo Nº / STPHN BALLORI YOUNG, até 0/04/204 Processo Nº / ROBRT JOHN S- TABROOKS, até 0/06/204 Processo Nº / JAKUB ROMAN WORZNIK, até 3/07/204 Processo Nº / RYNALO RANI GA, até 04/05/204 Processo Nº / RONALO RORI- GUZ BARBITO, até 03/09/204 Processo Nº / STPHN BARING RAGANAS, até 7/07/204 Processo Nº / JOHN MARTIN SVNSN, até 4/07/204 Processo Nº / GORG CAMRI- NO BSA, até 0/2/204 Processo Nº / PTR WALTR STRANBRG, até 09/0/205 Processo Nº / OYVIN UGLHUS TVIT, até 5/2/204 Processo Nº / WIN BALUCA MANAZOC, até 28/02/205 Processo Nº / JOHNY PTR ML- LIJOR CANGRJO, até 2/06/204 Processo Nº / JNNIR BJAGAN MOSQUA, até 30//204 Processo Nº / IURII SLOBO- NIUK, até 09/0/205 Processo Nº / BUI PRASTIO, até 25/0/203 Processo Nº / ANASTACIO JR LAYGO MARQUZ, até 30//204 Processo Nº / BRIAN SCOTT WHI- T, até 29//204 Processo Nº / BRNARO JR SO GIMNO, até 20/2/204 Processo Nº / WILLIAM MOLINA ANTONIO, até 25/0/204 Processo Nº / IMITRIOS TZOU- MAS, até 22//204 Processo Nº / JRMY WAYN HARRIS, até 9/05/205 Processo Nº / JOHN LNNON ALUINO VALNTIN, até 04/05/204 Processo Nº / JOSPH PAUL KO- N O PA Processo Nº / SHUMIN H, até 02/03/204 Processo Nº / CHRISTO ULRICH, até 05/09/203 Processo Nº / VICTOR HUGO QUINTANA URQUIZ, até 03/0/205 Processo Nº / MANUL STOICIU, até 7//204 Processo Nº / NIALL ALXANR MACONAL, até 23/08/203 Processo Nº / STIG SORNSN, até 0/05/205 Processo Nº / SAJI JAMS, até 7/02/205 Processo Nº / ONG GUOYUN, até 3/0/204 Processo Nº / PASCAL JAN RO- GR QUINTAR, até 27/04/204. etermino o ARQUIVAMNTO do processo, por já ter decorrido prazo(s) superior(s) ao da(s) estada(s) solicitada(s). Processo Nº / RICHAR HRBRT HINGSTON. RNANA R. SALANHA AZVO Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o processo encontra-se instruído na forma da lei e diante da informação do Ministério do Trabalho e mprego, IRO o(s) Pedido(s) de Prorrogação de stada no País, temporário item V, abaixo relacionado(s): Processo Nº / RANCISCO JAVIR LARA MARTINZ, até 26/09/203 Processo Nº / RICK CALUNGSO SARANA, até 26/09/204. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário Oficial da União de 0/08/202, Seção, pág. 29, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / JRON MAARTN MICHAL NICOLAAS GHYSNS. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 07//202, Seção, pág. 34, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / OARO RBLLA. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 08/02/203, Seção, pág. 6, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / AL- XIS JSUS BJARANO GARCIA. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 28/08/202, Seção, pág. 29, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / A- NIL ALBRTO BASTARO BAPTISTA. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 25/0/203, Seção, pág. 33, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / PA- TRICK RYAN JOHNSON. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 02/04/203, Seção, pág. 33, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / STUR RIK OSCAR BOCK. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 3//202, Seção, pág. 4, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / AN- GLITO TICMAN OBAR. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 26//202, Seção, pág. 36, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / JAN TRJ MUNAL HINNS. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 25/07/202, Seção, pág. 46, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / GR- BN VAN N N. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 27/08/202, Seção, pág. 23, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / JOHANNS VANRVORST. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 04/0/203, Seção, pág. 3, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / JO- NATHAN BRYAN KTON. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 4/03/203, Seção, pág. 36, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / JOHAN ROBRT WIMARK. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de /0/203, Seção, pág. 43, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / CLAY- TON MARK ANRSN. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 04/02/203, Seção, pág. 49, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / MAR- CO VILLA. etermino o ARQUIVAMNTO dos processos, abaixo relacionados, diante da solicitação da empresa responsável pela vinda do(a/s) estrangeiro(a/s) ao país: Processo Nº / XIAOPING TAO Processo Nº / AN OB WRIGHT Processo Nº / ARL GAR AL- LN JR
46 46 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Processo Nº / NNIS L CO- CHRAN Processo Nº / JOBL LANUZA JUANICO Processo Nº / MATSUO SUGIURA, NAMI SUGIURA e RIKO SUGIURA Processo Nº / IVAN JOS COHN U Z C AT G U I Processo Nº / JOY AUCOIN Processo Nº / JAMS ONAL MILLR JR Processo Nº / KNNTH GORG RINGR. etermino o ARQUIVAMNTO do processo, diante da solicitação da empresa responsável pela vinda do(a/s) estrangeiro(a/s) ao país. Processo Nº / GRGORY SCOTT RYNOLS, BRIGT ILN RYNOLS e CAITLIN ILN RYNOLS. Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o processo encontra-se instruído na forma da lei e diante da informação do Ministério do Trabalho e mprego, IRO o Pedido de Transformação de Visto item V em Permanente. Processo Nº / CRISTIAN AVI SPULVA ONO- SO. Considerando o disposto nos arts. 4 e 6 da Lei nº COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS 6.85/80, e tendo em vista que restou demonstrada a efetiva necessidade de manutenção do estrangeiro na empresa, IRO os pedidos de transformação do visto temporário item V em permanente, abaixo relacionados, na forma do art. 37 c/c 8, ambos da referida Lei, ressaltando que os estrangeiros ficarão vinculados, pelo prazo de um ano, à execução dos respectivos contratos de trabalho: Processo Nº / BLN GUTIRRZ PRZ Processo Nº / MARION PASCAL CHRISTIN CONSIL Processo Nº / GINA LUZ ARMA- CANQUI POMA Processo Nº / RAQUL LRT M O LTO Ċonsiderando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 26/02/203, Seção, pág. 24, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / NI- KOLAUS MAX RITTWGR. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 6//202, Seção, pág. 45, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº /20- - SHIN I S H I K AWA. Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo representante legal da mpresa responsável pelo ingresso do estrangeiro no País, RVOGO o Ato deferitório publicado no iário Oficial de 06/05/203, Seção, pág. 68, bem assim determino o arquivamento do pedido. Processo Nº / LAU- RNC BNNTT GRNBLATT e CYNI KIM HBRT. JOSÉ AUGUSTO TOMÉ BORGS Substituto IRO o(s) pedido(s) de permanência com base em cônjuge, abaixo relacionado(s), ressaltando que o ato persistirá enquanto for detentor (a) da condição que lhe deu origem: Processo Nº / KARINA LORLY PALOMO VAZQUZ Processo Nº / PRO MARCH CAMBRAS Processo Nº / MANUL RUBIO P- GALAJAR Processo Nº / MANUL JOAO TOOSIO PROSA SALVAO OS SANTOS Processo Nº / SUNAY ULON- NAYA AHAMULA Processo Nº / ALONSO ALON- SI. IRO o(s) pedido(s) de transformação de residência temporária em permanente nos termos do Acordo entre Brasil e Argentina, por troca de Notas, para a Implementação entre si do Acordo sobre Residência para Nacionais dos stados Partes do Mercosul, abaixo relacionado(s): Processo Nº / JUAN CARLOS POR- TO Processo Nº / GISL LORNA AT TO R. IRO os pedidos de transformação da Residência Provisória em permanente, abaixo relacionados, nos termos do ecreto nº 6.975, de 07 de outubro de 2009, ressaltando que o ato poderá ser revisto a qualquer tempo, caso verificada realidade diversa da declarada pelo requerente: Processo Nº / JOHANA JNTH RORIGUZ Processo Nº / MARTA CONSTAN- ZA ALVAR BRAVO Processo Nº / ABIOLA LAJUIT TANCARA LORS Processo Nº / WILSON JHONNY PARO MNOZA Processo Nº / ALRO OMAR USNAYO UTURUNCO pelo código Processo Nº / ZARLA MACUAPA C U S I R I M AY. RVOGO o ato INRITÓRIO publicado no iário Oficial da União de 6/08/202, Seção, pág. 76 para conceder a permanência com base no art. 75, II, "b", da Lei 6.85/80. Processo Nº / GILBRTO LOPS MARTINS PANZO e SOLIKA KAIOWA OS RIS ANCONY. RVOGO o ato INRITÓRIO publicado no iário Oficial da União de 03/09/202, Seção, pág. para conceder a permanência com base no art. 75, II, "a", da Lei 6.85/80. Processo Nº / VGNIYA RIGINA. RVOGO o ato INRITÓRIO publicado no iário Oficial da União de 0/0/202, Seção, pág. 36 para conceder a permanência com base no art. 75, II, "a", da Lei 6.85/80. Processo Nº / LORNZO CAVALLO. RVOGO o ato INRITÓRIO publicado no iário Oficial da União de 5/0/202, Seção, pág. 40 para conceder a permanência com base no art. 75, II, "b", da Lei 6.85/80. Processo Nº / JOOHYUN PARK, JIYOUNG L e CHANYON PARK. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 25/09/202, Seção, pág. 4, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / SRGIO AAN GUI- MARANS SILVA. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 8/0/202, Seção, pág. 43, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / IVANN SPRANZA MUNOZ SAAVRA. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 3/08/202, Seção, pág. 97, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / CUAUHTMOC MOC- TZUMA MALONAO. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 3/08/202, Seção, pág. 57, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / STAN CLAU ZIM- MRMANN. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 06/09/202, Seção, pág. 657, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / MOSTAA RAAI. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 05/07/202, Seção, pág. 54, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / JIHAN MAHMOU. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 6/0/202, Seção, pág. 36, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / BRAULIO RAAL BALON CAMPUZANO. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 05/07/202, Seção, pág. 54, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / ANIL MAHMOU. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 6/0/202, Seção, pág. 35, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / MARIA LNA COL- QU MACHACA. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 9/07/202, Seção, pág. 32, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / JORG VALTR CAR- RASCO PRIRA. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 7/07/202, Seção, pág. 39, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / CRUZ RAMOS. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 7/07/202, Seção, pág. 39, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / GLAYS MARIA SA- LOMA MARCA.. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 30/08/202, Seção, pág. 44, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / IGNACIO AMASO CARRRA SOLARS. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de 9/07/202, Seção, pág. 33, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / ABALLAH ALI A- RS. etermino a RPUBLICAÇÃO do espacho deferitório publicado no iário oficial da União de /0/202, Seção, páginas 36 a 40, nos termos do art. 2, da Portaria SNJ n 03, de 05 de fevereiro de Processo Nº / JOSLYN LISSTT BALON BARRRA. etermino o ARQUIVAMNTO do processo de permanência, diante da solicitação da parte interessada. Processo Nº / MICHAL MILSTIN. etermino o ARQUIVAMNTO do processo de permanência, diante da solicitação da parte interessada. Processo Nº / PATRICIA SUSAN GALLAGHR. INIRO os pedidos de transformação de residência provisória em permanente, abaixo relacionados, tendo em vista o Requerente ter apresentado o presente pedido em desacordo com o que prescreve art. 7º, caput, da Lei.96/2009, bem assim que a justificativa não esta amparada de documentos comprobatórios que possam comprovar a veracidade das informações prestadas à esta ivisão: Processo Nº /20- - ANNY LIZABTH BALBUNA AVALOS Processo Nº / JOS AGUILAR QUISP CAPIA Processo Nº / SANTOS LIX HUACARA LORS Processo Nº / JSUS BLINCHON IAZ Processo Nº / MOHAMMA RZA HAMII Processo Nº / ALO ANRS AYALA JIMNZ Processo Nº / WIN ROBRTO CASTRO CHIPANA Processo Nº / MARIA ROSA BRA- GA ALONSO Processo Nº / SARA MARIAN AL- LAOUH RNANZ Processo Nº / NIMIO ALRT OCAMPOS Processo Nº / NSTOR HUARI AN- T I N A PA Processo Nº / NANCY RNAN- Z LOPZ Processo Nº / CRIS ANTONIO TORRS GALANO Processo Nº / VANSSA PATTI VA R G A S. INIRO os pedidos de transformação de residência provisória em permanente, abaixo relacionados, tendo em vista o Requerente ter se ausentado do País por prazo superior a 90 dias, conforme prescreve o art. 7º, III, da Lei.96/2009, bem assim que a justificativa de ausência não esta amparada de documentos comprobatórios que pudessem comprovar a veracidade das informações prestadas à esta ivisão: Processo Nº / VILLAZON POMA CHOQU Processo Nº /20- - JUAN CARLOS HI- LARI LIMACHI Processo Nº / IBRAHIMA ALL Processo Nº / STHR RUTH YALI MAMANI Processo Nº / ANISSA BRNAS- CONI Processo Nº / ANTONIO PAIRU- MANI TRIGURO Processo Nº / RYNALO LAIM MOLLRICONA Processo Nº / MOISS ALBRTO TORRZ PAZ Processo Nº / RIR COSSIO VIA Processo Nº / JANTT ORA PA- CO VASQUZ Processo Nº / AVI SUCA CON- ORI Processo Nº / ROILAN JULIAN LOPZ LOPZ Processo Nº / MARCLINO BAL- TAZAR LOPZ Processo Nº / MARTHA TORRZ OSCO Processo Nº / ANTONIA BRAVO ALMIA Processo Nº / NORKA XIMNA CHIRINO URAN Processo Nº / JOY NIUSON ALMIA CAPNA Processo Nº / GNARA TITO QUISP Processo Nº / ANRS PACOSIL- LO LARUTA Processo Nº / ANGLA CAROLI- NA CHUQUIA QUISP Processo Nº / SRGIO SOTO RO- MRO Processo Nº / ROSARIO TRSA SALAZAR CARVAJAL Processo Nº / MILAGROS OCAM- PO VACALLA Processo Nº / LUCIO CALLISAYA LUCRO Processo Nº / OMAR PARI YUJ- RA Processo Nº / BRIAN MARCLO BALTAZAR PANUNI Processo Nº / RUBN TARQUI LAURA Processo Nº / RAMIRO QUISP Q U N A L L ATA Processo Nº / PABLO CHAMBI QUISP Processo Nº / GUOSHNG LUO Processo Nº / WILRO JORG CCOYO Processo Nº / ROGLIO ORLLA- NA MARIM
47 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Processo Nº / CLAUIA ROSSANA GIMNZ GONZALS Processo Nº / ALXIS GNARO VALZ CHICOA Processo Nº / LORNTINA COL- QU ALGR Processo Nº / SABINA RAMOS HUAQUI Processo Nº / RNANO CALA- PARI MAMANI. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista que o estrangeiro encontra-se fora do País. Processo Nº / CRISLIN VIRGINIA PINA CAR- OSO. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País, inviabilizando a instrução processual. Processo Nº / ANTONIO ROSSI. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista, que o estrangeiro não preenche os requisitos do art. 75, II, a, da Lei 6.85/80. Processo Nº / LUIS MANUL OS SANTOS CANGALHAS. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista, que o estrangeiro não preenche os requisitos do art. 75, II, "b", da Lei 6.85/80. Processo Nº / ALI KHALI. INIRO o(s) pedido(s) de permanência, abaixo relacionado(s), tendo em vista, que o(s) estrangeiro(s) não foi (foram) localizado(s) no endereço fornecido nos autos, restando prejudicada a instrução do processo: Processo Nº / ANTOIN PIRR VA R I L L Processo Nº / MARIA A CON- CICAO NOGUIRA SOUSA Processo Nº / LILIAM CUSI COS- M Processo Nº / BRNARO OSS A LVA R Z Processo Nº / JOAO MANUL OS SANTOS SILVA Processo Nº / MIRTHA CACRS Processo Nº / RANK ACHUSIM Processo Nº / PRCY LOY RA- MOS YRRARAZABAL Processo Nº / GUSTAVO RANCIS- CO NUNZ RYNA Processo Nº / WILSON CLAROS URAN e ROZANA ROJAS TORRICO Processo Nº / ILMON ARAUCO CSPS Processo Nº / AH KIM. INIRO o(s) pedido(s) de permanência, abaixo relacionados, tendo em vista, que o(s) estrangeiro(s) não preenche(m) os requisitos do art. 75, II, "a", da Lei 6.85/80: Processo Nº / JOS MARIO P- RIRA MONTIRO Processo Nº / IMA HUSAIN Processo Nº / NRICO OGLIA Processo Nº / JOS MANUL AU- GUSTO IAS Processo Nº / MAURO CARLINI. INIRO o(s) pedido(s) de permanência, abaixo relacionados, tendo em vista, que o(s) estrangeiro(s) não preenche(m) os requisitos do art. 75, II, "b", da Lei 6.85/80: Processo Nº / GORGINA CASTA- NO RIOS Processo Nº / AAMA JALO Processo Nº / ALVARO ALXAN- R RITAS NUNZ. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País, inviabilizando a instrução processual. Processo Nº / PRO MIGUL RNANS SOUSA. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País, inviabilizando a instrução processual. Processo Nº / ANRW JOSPH BANALS. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País, inviabilizando a instrução processual. Processo Nº / BJORG UNHIM. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País. Processo Nº / MANUL MOI. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País. Processo Nº / GHORGHITA LIIA LORA. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País. Processo Nº / BAT CHRISTOPH MAIBACH. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País. Processo Nº / LO LUZUNARIS. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código NIRO o pedido de permanência, tendo em vista o estrangeiro encontrar-se fora do País. Processo Nº / RNANO ALBRTO MNZ RUBIO. INIRO o pedido de permanência, tendo em vista, que o(s) estrangeiro(s) não preenche(m) os requisitos da Resolução Normativa nº 36/99 do Conselho Nacional de Imigração. Processo Nº / CARLOTTA SARTORI. RNANO LOPS A ONSCA p/elegação de Competência IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item IV, abaixo relacionado(s): Processo Nº / IONISIO TAVARS ALMIA, até 6/05/204 Processo Nº / JOAO PASCOAL A SILVA RRIRA, até 9/05/204 Processo Nº / AMIRY MONTIRO SANCA, até 6/05/204 Processo Nº / LORINA RAN- CISCO AULAI SII, até 6/05/204 Processo Nº / RICARO JOS SANCA, até 6/05/204 Processo Nº / CARIMATO BARI, até 6/05/204 Processo Nº / CARLOS MANUL RIBIRO SANTOS, até 3/05/204 Processo Nº / VALA A CON- CICAO SANTOS AIO, até 7/05/204 Processo Nº / OLSYA GALKINA, até 0/06/204 Processo Nº / MARIA JOS PRO LONL SBASTIAO e LUANA SBASTIAO, até 9/0/204. RANCISCO ASSIS PRIRA A SILVA p/elegação de Competência IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item I, abaixo relacionado(s): Processo Nº / SIMON TRVOR LLOY, até 3/0/204 Processo Nº / JAIRSON CONCI- CAO INIS, até 05/09/203. IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item IV, abaixo relacionado(s): Processo Nº / AUGUSTO NIANGUI BNTO, até 3/03/204 Processo Nº / ANACLCIO PAULO RNANO ALA, até 04/05/204 Processo Nº / JOSMAR A SILVA MATUS, até 04/08/204 Processo Nº / CARLOS RAAL MANGUIRA VALZ BARROS, até 22/07/204 Processo Nº / MARINA CARRION VALNCIA, até 5/05/204 Processo Nº / ISABL INGLS RA- MOS CARLOS, até 0/06/204 Processo Nº / LIANA CRISTINA BXIGA CARVALHO, até 20/06/204 Processo Nº / JSUINA PAULA TAI MAIR TCHAGO, até /07/204 Processo Nº / SALUA LOURNCO ROSARIO, até /07/204 Processo Nº / ILMINA JOS AUGUSTO NTMBO, até 25/07/204 Processo Nº / JORGT JORG COSTA MNS, até /07/204 Processo Nº / SUI OMINGOS GO- MS OSSNAI, até 2/07/204 Processo Nº / OMINGAS SIGA, até 2/07/204 Processo Nº / SIR CHRISTIA- N MNS TAVARS, até 03/05/204 Processo Nº / WILSON MATUS PASCOAL, até 24/04/204 Processo Nº / JANTT CARIN HORTA LOPS CORRIA, até 8/02/204 Processo Nº / SRGIO ILIP V- LOSO MARQUS, até 3/05/204 Processo Nº / ANACLARA GUIO BOLIOLI, até 03/05/204 Processo Nº / STPHAN MUN- TUNMUIN MUTSHIPAYI, até 26/02/204 Processo Nº / JHOVANNY MUNOZ POSSO, ANA LUCIA MINA MAYA e SARA MUNOZ M- INA, até 05/03/204 Processo Nº / LILIANA GUTIR- RZ RUIIAZ, até 27/02/204 Processo Nº / INS PATRICIA RO- RIGUS ARIA, até 02/04/204 Processo Nº / HORACIO OS SAN- TOS NHANGA, até 05/03/204 Processo Nº / BNICT BIRON- K OLOU, até 24/02/204 Processo Nº / ABIO ANIL MNS MOURATO GONCALVS, até 0/03/204 Processo Nº / NA MARINA CA- BACA AZVO, até 06/03/204 Processo Nº / XU YANG, até 02/03/204 Processo Nº / LIVANIO RNAN- O A SILVA, até 6/03/204 Processo Nº / LUCIA LNA AL- VARAO ARNZ, até 27/02/204 Processo Nº / JOÃO VALO ANTONIO ORTUNATO, até 2/03/204 Processo Nº / MARIA CATARINA PINHIRO A ONSCA, até 26/08/203 Processo Nº / ROMAN SPIRIN, até 3/05/204 Processo Nº / ISAAC PRO VII- RA PAX, até 27/05/204 Processo Nº / MMA ITZL MAR- QUZ MARMOLJO, até /05/204 Processo Nº / RNANO PINAS NHANI, até 02/06/204 Processo Nº / JULIO CSAR CA- MILO ORTUNATO, até 30//203 Processo Nº / LUCILIA SANRA MATUS ANTONIO, até 22/04/204 Processo Nº / JULIAN MAURICIO PRAA SANMIGUL, até 4/07/204 Processo Nº / ANRII MISHCHN- KO, até 02/08/204 Processo Nº / BAPTISTA BINA, até 07/05/204 Processo Nº / TANIA CARLIC LOPS PRIRA OS RIS, até 23/08/204. IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item VII, abaixo relacionado(s): Processo Nº / MARCLIN ASI- LIKWA ANAMI, até 9/05/204 Processo Nº / MARIA STHR GARCIA SOLIS, até 0/02/204 Processo Nº / CORINA CHAGUA QUISP, até 0/02/204 Processo Nº / GABRIL TONI- NI, até 28/04/204 Processo Nº / RNANO PIO GA- LAN ARTAL, até 2/07/204. etermino o ARQUIVAMNTO dos processos de prorrogação de prazo, abaixo relacionados, por já ter decorrido prazo(s) superior (es) ao da(s) estada(s) solicitada(s): Processo Nº / RAJAJYAGAN- THAN RAMANATHAN Processo Nº / ORLANO JOSÉ KATIM SANTRICH Processo Nº / KRISTIN MARI S T I P H A N Y. ÁBIO GONSALVS RRIRA p/elegação de Competência RTIICAÇÕS No iário Oficial da União de 04/2/202, Seção, Pág. 37, onde se lê: IRO o pedido de permanência definitiva nos termos do art. 75, inc. II, "b", da Lei 6.85/80 para ALJANRA NINTH SILS ARAUZ, por economia processual, para UNIC ARLY OSINAGA SILS com base no art. 2º, inc. I, da Resolução Normativa 36/99 do Conselho Nacional de Imigração. Processo Nº / ALJANRA NINTH SILS ARAUZ e UNIC ARLY OSINAGA SILS. Leia-se: IRO o pedido de permanência definitiva nos termos do art. 75, inc. II, "b", da Lei 6.85/80 para ALJANRA NINTH SILS ARAUZ, por economia processual, para U- NIC ARLY OSINAGA SILS e JOS IGNACIO ARAUZ SILS com base no art. 2º, inc. I, da Resolução Normativa 36/99 do Conselho Nacional de Imigração. Processo Nº / ALJANRA NINTH SILS ARAUZ, UNIC ARLY OSI- NAGA SILS e JOS IGNACIO ARAUZ SILS. No iário Oficial da União de 06/05/203, Seção, Pág. 68, onde se lê: Considerando o disposto nos arts. 4 e 6 da Lei nº 6.85/80, e tendo em vista que restou demonstrada a efetiva necessidade de manutenção do estrangeiro na empresa, IRO os pedidos de transformação do visto temporário item V em permanente, abaixo relacionados, na forma do art. 37 c/c 8, ambos da referida Lei, ressaltando que os estrangeiros ficarão vinculados, pelo prazo de dois anos, à execução dos respectivos contratos de trabalho: Processo Nº / THORSTN RIK Leia-se: Considerando o disposto nos arts. 4 e 6 da Lei nº 6.85/80, e tendo em vista que restou demonstrada a efetiva necessidade de manutenção do estrangeiro na empresa, IRO os pedidos de transformação do visto temporário item V em permanente, abaixo relacionados, na forma do art. 37 c/c 8, ambos da referida Lei, ressaltando que os estrangeiros ficarão vinculados, pelo prazo de dois anos, à execução dos respectivos contratos de trabalho: Processo Nº / THORSTN RIK, PTRA MARIA LISABTH RIK, BJORN RIK e SOPHIA PATRICIA LUCI RIK. No iário Oficial da União de 03/06/203, Seção, Pág. 35, onde se lê: IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item IV, abaixo relacionado(s): Processo Nº / ABOU GAAR SOUMANOU GBAAMASSI, até /02/204 Leia-se: IRO o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no País, do(s) temporário(s) item IV, abaixo relacionado(s): Processo Nº / ABOU GAAR SOUMANOU G, até /02/204.
48 48 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 No iário Oficial da União de 26/06/203, Seção, Páginas 5 e 52, onde se lê: IRO o(s) pedido(s) de transformação do visto de turista/temporário em permanente nos termos do ecreto nº de 2 de janeiro de 2009, abaixo relacionado(s): Processo Nº / MATIAS SOULIR JUARZ e ALANA BINKIN Leia-se: IRO o(s) pedido(s) de transformação do visto de turista/temporário em permanente nos termos do ecreto nº de 2 de janeiro de 2009, abaixo relacionado(s): Processo Nº / MATIAS SOULIR JUARZ e ALANA BINKIN SOULIR. PARTAMNTO JUSTIÇA, CLASSIICAÇÃO, TÍTULOS QUALIICAÇÃO SPACHO O IRTOR AJUNTO m 8 de julho de 203 O iretor Adjunto, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos artigos 2, Inciso XVI, e 220, parágrafo 3º, Inciso I, da Constituição ederal e artigo 74 da Lei 8.069, de 3 de julho de 990, com base na Portaria SNJ nº 08, de 06 de julho de 2006, publicada no OU de 07 de julho de 2006, aprovando o Manual da Nova Classificação Indicativa e na Portaria nº.220 de de Julho de 2007, publicada no OU de 3 de julho de 2007, resolve: Processo MJ nº / Título do pisódio: "CAÇAORS ALINÍGNAS" Título da Série: "AMRICAN A - ANO VIII" pisódio: 6AJN09 missora: Rede Globo Classificação Pretendida: Não recomendada para menores de 0 (dez) anos Contém: Violência e Linguagem Imprópria Indeferir o pedido de solicitação de autoclassificação do episódio da série, classificando-o pelo monitoramento como: "Não recomendado para menores de 4 (quatorze) anos". Processo MJ nº / Título do pisódio: "A QUAS PRIMIRA VZ" Título da Série: "AMRICAN A - ANO VIII" pisódio: 6AJN6 missora: Rede Globo Classificação Pretendida: Não recomendada para menores de 0 (dez) anos Contém: Violência e Linguagem Imprópria Indeferir o pedido de solicitação de autoclassificação do episódio da série, classificando-o pelo monitoramento como: "Não recomendado para menores de 4 (quatorze) anos". Processo MJ nº / ilme: "MU NOM É TAYLOR RILLBIT TAYLOR" Requerente: Rede Globo Classificação Pretendida: Não recomendada para menores de 0 (dez) anos Contém: Violência e Conteúdo Sexual Indeferir o pedido de reclassificação, por adequação do filme, mantendo sua classificação como "Não recomendada para menores de 2 (doze) anos". COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS AVI ULISSS BRASIL SIMÕS PIRS SCRTARIA NACIONAL O CONSUMIOR PARTAMNTO PROTÇÃO SA O CONSUMIOR CISÕS 8 JULHO 203 Processo Administrativo nº / Representante: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Representado(a): SABB - Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil Ltda. Assunto: Publicidade enganosa na comercialização do produto "Laranja Caseira". N o m acolhimento às razões técnicas consubstanciadas na Nota Técnica nº 36/203-CGCTPA/PC/SNACON, elaborada pela Coordenação-Geral de Consultoria Técnica e Processos Administrativos (fls.), adotando-as inclusive como razão de decidir e, deste modo, considerando a gravidade e a extensão da lesão causada a milhares de consumidores em todo o país, a vantagem auferida e a condição econômica da empresa, nos termos do art. 57 da Lei n. º 8.078/90 e art. 25, incisos II e III e 26, inciso II, do ecreto n.º 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/ 202, aplico à representada SABB - Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil Ltda. a sanção de multa no valor de R$ ,00 (um milhão, cento e cinqüenta e oito mil, novecentos e oito reais), devendo a representada depositar o valor definitivo da multa em favor do undo de efesa de ireitos ifusos, nos termos da Resolução C nº 6, de 08 de março de 2005, consoante determina o art. 29 do ecreto nº 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/202. Processo Administrativo nº / Representante: epartamento de Proteção e efesa do Consumidor (PC). Representado(a): Vivo S.A. Assunto: Publicidade enganosa. Promoção "Vivo de Natal". pelo código N o m acolhimento às razões técnicas consubstanciadas na Nota Técnica nº 37/203-CGCTPA/PC/SNACON, elaborada pela Coordenação-Geral de Consultoria Técnica e Processos Administrativos (fls.), adotando-a inclusive como razão de decidir e, deste modo, considerando a gravidade e a extensão da lesão causada a milhares de consumidores em todo o país, a vantagem auferida e a condição econômica da empresa, nos termos do art. 57 da Lei n. º 8.078/90 e art. 25, inciso II e 26, incisos II, do ecreto n.º 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/ 202, aplico à representada Vivo S.A. a sanção de multa no valor de R$ ,00 (dois milhões, duzentos e sessenta mil, cento e setenta e três reais), devendo a representada depositar o valor definitivo da multa em favor do undo de efesa de ireitos ifusos, nos termos da Resolução C nº 6, de 08 de março de 2005, consoante determina o art. 29 do ecreto nº 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/202. Processo Administrativo nº / Representante: epartamento de Proteção e efesa do Consumidor (PC). Representado(a): Tim Celular S.A. Assunto: Publicidade enganosa na campanha publicitária "Namoro a Mil". N o m acolhimento às razões técnicas consubstanciadas na Nota Técnica nº 38/203-CGCTPA/PC/SNACON, elaborada pela Coordenação-Geral de Consultoria Técnica e Processos Administrativos (fls.), adotando-as inclusive como razão de decidir e, deste modo, considerando a gravidade e a extensão da lesão causada a milhares de consumidores em todo o país, a vantagem auferida e a condição econômica da empresa, nos termos do art. 57 da Lei n. º 8.078/90 e art. 25, inciso II e 26, incisos II, do ecreto n.º 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/ 202, aplico à representada TIM Celular S.A. a sanção de multa no valor de R$ ,00 (um milhão, seiscentos e cinqüenta e quatro mil, duzentos e trinta e seis reais), devendo a representada depositar o valor definitivo da multa em favor do undo de efesa de ireitos ifusos, nos termos da Resolução C nº 6, de 08 de março de 2005, consoante determina o art. 29 do ecreto nº 2.8/97, alterado pelo ecreto n.º 7.738/202.. AMAURY MARTINS OLIVA iretor Ministério da Previdência Social SCRTARIA XCUTIVA PORTARIA CONJUNTA N o -, 5 JULHO 203 isciplina o fluxo de trabalho relativo ao produto resultante das operações deflagradas pela orça-tarefa Previdenciária, bem como para os procedimentos internos que devem ser adotados no âmbito da Secretaria-xecutiva do Ministério da Previdência Social e do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. UNAMNTAÇÃO LGAL: Constituição da República de 988; Lei Complementar nº 95, de 26 de fevereiro de 998; Lei nº 0.480, de 2 de julho de 2002; ecreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 967; ecreto nº 7.078, de 26 de janeiro de 200; ecreto nº 7.556, de 24 de agosto de 20; Portaria MPS Nº 296, de 09 de novembro de 2009; e Portaria MPS Nº 75, de 29 de dezembro de 20. O SCRTÁRIO XCUTIVO O MINISTÉRIO A PRVIÊNCIA SOCIAL - MPS e o PRSINT O INSTI- TUTO NACIONAL O SGURO SOCIAL - INSS, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II da Constituição da República de 988; art. 6 da Lei Complementar n 95, de 26 de fevereiro de 998; art., 2, incisos I e VIII da Lei n 0.480, de 2 de julho de 2002; arts. 25 e 26 c.c. art. 6 do ecreto- Lei n 200, de 25 de fevereiro de 967; art. 4 do Anexo I do ecreto n 7.078, de 26 de janeiro de 200; ecreto n 7.556, de 24 de agosto de 20; Portaria MPS N 269, de 09 de novembro de 2009, e Portaria MPS N 75, de 29 de dezembro de 20, resolvem: Art. O fluxo de trabalho relativo ao produto resultante de operações deflagradas pela orça-tarefa Previdenciária, bem como os procedimentos internos que devem ser adotados no âmbito da Secretaria xecutiva do Ministério da Previdência Social - MPS e do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS obedecerão ao disposto nesta Portaria. CAPÍTULO I AS ATRIBUIÇÕS Seção I a Assessoria de Pesquisa stratégica e de Gerenciamento de Riscos Art. 2 Caberá à Assessoria de Pesquisa stratégica e de Gerenciamento de Riscos - APGR/S/MPS, as seguintes providências após a deflagração de operação da orça-tarefa Previdenciária: I - cientificar, mediante ofício, a Presidência do INSS sobre a deflagração de operação de orça-tarefa Previdenciária, contendo o resumo do caso, o número do inquérito policial e o Juízo onde está tramitando o respectivo processo judicial; II - encaminhar ao Presidente do Inquérito Policial cópia do ofício remetido à Presidência do INSS; e III - encaminhar à respectiva Gerência xecutiva do INSS, por meio de ofício, para fins de conhecimento e providências, o relatório final da ação, dossiês e planilhas de benefícios identificados com suspeitas de irregularidades. Seção II a Presidência, iretoria de Benefícios, Superintendências Regionais e Gerências- xecutivas do INSS Art. 3 A Presidência do INSS encaminhará às respectivas áreas da Autarquia cópia do ofício referido no art. 2, inciso I desta Portaria, para conhecimento e adoção de medidas pertinentes. Art. 4 A Superintendência Regional, após recebimento do expediente da Presidência do INSS comunicando a deflagração da operação da orça-tarefa Previdenciária, deverá: I - verificar se a respectiva Gerência-xecutiva está de posse de cópia do processo judicial, relatório final da ação, dossiês e planilhas de benefícios identificados com suspeitas de irregularidades; e II - analisar a necessidade de atuação na localidade, diretamente ou por meio de órgão superior do INSS, para gerenciamento de situação de crise ou para adoção de medidas visando evitar descontinuidade do serviço público. Art. 5 A respectiva Gerência-xecutiva de posse do processo judicial, relatório final da operação, dossiês e planilhas de benefícios identificados com suspeitas de irregularidade e das informações ou materiais repassados pela Procuradoria ederal specializada junto ao INSS, deverá articular-se com a Superintendência Regional e a iretoria do INSS respectiva, no sentido de propor a composição de Grupo de Trabalho para a realização das apurações dos fatos apontados, se necessário. Caso as peças necessárias para apuração de irregularidades apontadas não estejam em poder da Gerência xecutiva, esta deverá articular-se com a Procuradoria ederal specializada junto ao INSS da localidade no sentindo de solicitar ao Poder Judiciário, epartamento de Polícia ederal ou Ministério Público ederal as peças necessárias para a realização da apuração de fatos. 2 Quando a operação de orça-tarefa Previdenciária envolver questões relativas à área de benefícios previdenciários ou assistenciais caberá à quipe de Monitoramento Operacional de Benefícios das Gerências-xecutivas a realização das apurações dos indícios de irregularidades apontados pela orça-tarefa. 3 A iretoria de Benefícios do INSS, a seu critério, poderá participar da elaboração do Plano de Trabalho para a execução das apurações, realizando o monitoramento das atividades relacionadas às apurações e às cobranças administrativas referentes aos benefícios pagos indevidamente. 4 A Gerência-xecutiva, com trânsito pela Superintendência Regional a que estiver vinculada, encaminhará à iretoria de Benefícios e à Auditoria-Geral as informações sobre eventuais vulnerabilidades dos sistemas informatizados para avaliação e demais providências pertinentes. Art. 6 urante a realização da operação da orça-tarefa Previdenciária, havendo cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão na unidade de instalação, a Gerência-xecutiva da localidade ou a respectiva Superintendência Regional, de acordo com as competências, deverá acompanhar as apreensões de equipamentos e documentos, incluindo-se nestes os processos concessórios de benefícios, objetos da ação policial e retirados da autarquia previdenciária. Seção III a Auditoria-Geral do INSS Art. 7 Caberá à Auditoria Interna: I - avaliar a qualidade dos controles instituídos na operacionalização das ações e das atividades de apuração e revisão nas Gerências-xecutivas; e II - recomendar as melhorias preventivas e corretivas necessárias aos órgãos e unidades descentralizadas quando identificados os pontos críticos de controle. Seção IV a Corregedoria-Geral do INSS Art. 8 Caberá à Corregedoria: I - solicitar o bloqueio das senhas de acesso aos sistemas corporativos nas situações previstas em ato específico; II - emitir o juízo de admissibilidade para instauração de sindicâncias e processos administrativos disciplinares, após o recebimento da cópia do inquérito policial ou do processo judicial encaminhado pela Procuradoria ederal specializada junto ao INSS ou dos dossiês revisados pelo Monitoramento Operacional de Benefícios; e III - instaurar o processo administrativo disciplinar estando presentes os elementos necessários à sua instauração. Seção V a Procuradoria ederal specializada junto ao INSS Art. 9 Caberá à Procuradoria ederal specializada junto ao INSS: I - após o recebimento da comunicação da deflagração de operação da orça-tarefa Previdenciária, requerer ao órgão competente, cópia do processo judicial e as demais peças necessárias para a realização da apuração dos fatos com indícios de irregularidades. II - subsidiar as demais áreas do INSS com documentos e informações que constem nos inquéritos e ações judiciais necessários ao desenvolvimento de suas atribuições; e III - articular-se com a Procuradoria-Geral ederal para ações visando à efetiva recomposição ao erário.
49 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN CAPÍTULO II ISPOSIÇÕS GRAIS Art. 0 As situações decorrentes de ações realizadas pela orça-tarefa Previdenciária não previstas neste ato e envolvendo as demais áreas do INSS, serão objeto de análise pela Auditoria Interna do INSS, competindo a esta os encaminhamentos pertinentes. Art.. sta Portaria Conjunta entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS UARO GABAS Secretário xecutivo do Ministério da Previdência Social LINOLO NTO OLIVIRA SALS Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social CÂMARA RCURSOS A PRVIÊNCIA C O M P L M N TA R PAUTA JULGAMNTO RCURSOS A 37ª RUNIÃO ORINÁRIA RALIZAA M 24 JULHO 203 Pauta de Julgamento dos recursos da 37ª Reunião Ordinária da CRPC a ser realizada em 24 de julho de 203, às 09h30min no difício Sede do Ministério da Previdência Social, Bloco "", 9º andar, Brasília -. ) Processo nº /202-26, Auto de Infração nº 02/202, ecisão nº 0/203/icol/Previc, Recorrente: Cabepa - Caixa Beneficente do Pastor, Procurador: Hélio Gueiros Neto - OAB/PA n 5.265, ntidade: Cabepa - Caixa Beneficente do Pastor, Relator designado: Paulo César Andrade Almeida/Alano Roberto Santiago Guedes. 2) mbargos de eclaração referentes à ecisão de 20/02/203, publicada no OU de 05/03/203, Processo n / , mbargante: Luiz Amado Araújo ernandes, ntidade: APA - undação Assistencial e Previdenciária da mater - Paraná, Relator: Paulo César Andrade Almeida. 3) Processo nº /20-0, Auto de Infração nº 3/20, ecisão nº 26/202/icol/Previc, Recorrentes: iretoria Colegiada da Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc e Sary Reny Köche Alves, Recorridos: Milton de Queiroz Garcia e Remi Goulart, Procurador: duardo Santomauro Silveira Clemente - OAB/RJ nº , ntidade: Celos - undação Celesc de Seguridade Social, Relator: Alex Lemos Kravchychyn. PAULO CSAR OS SANTOS Presidente da Câmara. Certifica 8 (oito) unidades hospitalares como Hospitais de nsino. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Ministério da Saúde GABINT O MINISTRO PORTARIA INTRMINISTRIAL N o -.367, 8 JULHO 203 OS MINISTROS STAO A UCAÇÃO A SAÚ, no uso das atribuições que lhes confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a Portaria Interministerial nº 2.400/MS/MC, de 2 de outubro de 2007, que estabelece os critérios obrigatórios para a certificação como Hospitais de nsino das instituições hospitalares que servirem de campo para a prática de atividades curriculares na área da saúde, sejam Hospitais Gerais e/ou specializados, vinculados a Instituição de nsino Superior, pública ou privada, ou, ainda, formalmente conveniados com Instituição de nsino Superior; e Considerando a Portaria Interministerial nº 2.758/MS/MS, de 23 de novembro de 20, que constitui a Comissão de Certificação dos Hospitais de nsino e o Grupo de Técnicos Certificadores, resolvem: Art. º icam certificadas, como Hospital de nsino, as unidades hospitalares descritas a seguir: U MUNICÍPIO H O S P I TA L CNPJ CNS SP Sumaré Hospital stadual de Sumaré - UNICAMP / C ortaleza Hospital de Messejana - r Carlos Alberto Studant Gomes / MG Belo Horizonte Hospital João XXIII - HMIG / MG Uberaba Hospital scola da Universidade ederal do Triângulo Mineiro - UTM / RJ Rio de Janeiro Instituto stadual Hematologia Arthur Siqueira - HMORIO / RJ Rio de Janeiro Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira - URJ / MG Belo Horizonte Hospital da Baleia / AL Maceió Santa Casa de Maceió / Art. 2º A certificação de que trata este ato terá a validade de 2 (dois) anos, a contar da data de publicação desta Portaria, podendo ser revista a qualquer tempo se assim se justificar, conforme parágrafo 3º do art. 4º da Portaria Interministerial nº 2.400/MS/MC, de 2 de outubro de Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PORTARIA INTRMINISTRIAL N o -.369, 8 JULHO 203 ispõe sobre a implementação do Projeto Mais Médicos para o Brasil. OS MINISTROS STAO A SAÚ A U- CAÇÃO, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando o inciso III do art. 200 da Constituição ederal, que atribui ao Sistema Único de Saúde (SUS) a competência de ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde; Considerando o inciso III do art. 6º da Lei nº 8.080, de 9 de setembro de 990, que inclui no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) a ordenação da formação de recursos humanos na área da saúde; Considerando a Medida Provisória nº 62, de 8 de julho de 203, que dispõe sobre o Programa Mais Médicos e dá outras providências; Considerando o ecreto nº 7.508, de 2 de junho de 20, que regulamenta a Lei nº 8.080, de 990, para dispor sobre a organização do SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde, e a articulação interfederativa; Considerando o ecreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 200, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS) e dá outras providências; Considerando a Portaria Interministerial nº 2.087/MS/MC, de º de setembro de 20, que institui o Programa de Valorização dos Profissionais da Atenção Básica (PROVAB); Considerando a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 2 de outubro de 20, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a stratégia Saúde da amília (S) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS); Considerando a necessidade de garantir atenção à saúde às populações que vivem em áreas de difícil acesso e/ou de populações de maior vulnerabilidade nos Municípios que concentram 20% ou mais da população vivendo em extrema pobreza; Considerando a dificuldade de alocação de profissionais de saúde em áreas de maior vulnerabilidade econômica ou social e as necessidades das populações que vivem nas capitais e regiões metropolitanas e as necessidades específicas da população indígena; e Considerando a necessidade da participação e colaboração efetiva do Ministério da Saúde com os stados, istrito ederal e Municípios no processo de alocação, provimento e fixação de profissionais de saúde em seus limites territoriais, resolvem: CAPÍTULO I ISPOSIÇÕS GRAIS Art. º sta Portaria dispõe sobre a implementação do Projeto Mais Médicos para o Brasil. Art. 2º O Projeto Mais Médicos para o Brasil tem a finalidade de aperfeiçoar médicos na atenção básica em saúde em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS), mediante oferta de curso de especialização por instituição pública de educação superior e atividades de ensino, pesquisa e extensão, que terá componente assistencial mediante integração ensino-serviço. Art. 3º O Projeto Mais Médicos para o Brasil tem os seguintes objetivos específicos: I - aprimorar a formação médica no Brasil, assegurando maior experiência no campo de prática durante o processo de formação; II - ampliar a inserção do médico em formação nas unidades de atendimento do SUS, aperfeiçoando o seu conhecimento sobre a realidade da saúde da população brasileira; III - fortalecer a política de educação permanente com a integração ensino-serviço, por meio da atuação das instituições públicas de educação superior na supervisão acadêmica das atividades desenvolvidas pelos médicos; IV - promover a troca de conhecimentos e experiências entre profissionais da saúde brasileiros e médicos formados em instituições estrangeiras; e ALXANR ROCHA SANTOS PAILHA Ministro de stado da Saúde ALOIZIO MRCAANT OLIVA Ministro de stado da ducação V - aperfeiçoar médicos nas políticas públicas de saúde do Brasil e na organização e funcionamento do SUS. Art. 4º Para fins do disposto nesta Portaria, considera-se: I - médico participante: médico intercambista ou médico formado em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado no Brasil; II - médico intercambista: médico formado em instituição de educação superior estrangeira com habilitação para o exercício da medicina no exterior; III - regiões prioritárias para o SUS: áreas de difícil acesso, de difícil provimento de médicos ou que possuam populações em situação de maior vulnerabilidade, definidas com base nos critérios estabelecidos pela Portaria nº.377/gm/ms, de 3 de junho de 20, e que se enquadrem em pelo menos uma das seguintes condições: a) ter o Município 20% (vinte por cento) ou mais da população vivendo em extrema pobreza, com base nos dados do Ministério do esenvolvimento Social e Combate à ome (MS), disponíveis no endereço eletrônico b) estar entre os 00 (cem) Municípios com mais de (oitenta mil) habitantes, com os mais baixos níveis de receita pública "per capita" e alta vulnerabilidade social de seus habitantes; c) estar situado em área de atuação de istrito Sanitário special Indígena (SI/SSAI/MS), órgão integrante da strutura Regimental do Ministério da Saúde; ou d) estar em regiões censitárias 4 (quatro) e 5 (cinco) dos Municípios, conforme undação Instituto Brasileiro de Geografia e statística (IBG); IV - Municípios elegíveis: são aqueles que possuam áreas em uma das situações elencadas no inciso III, podendo participar do Projeto mediante manifestação de interesse e celebração de termo de adesão e compromisso; V - Municípios participantes: Municípios elegíveis que tiveram aprovados o seu pedido de adesão ao Projeto Mais Médicos para o Brasile que celebraram os respectivos termos de adesão e compromisso para participação no Projeto;
50 50 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 VI - supervisor: profissional médico responsável pela supervisão profissional contínua e permanente do médico participante; VII - tutor acadêmico: docente médico responsável pela orientação acadêmica e pelo planejamento das atividades do supervisor; VIII - termo de adesão e compromisso do médico participante: instrumento jurídico celebrado entre o Ministério da Saúde e o médico contendo as atribuições, responsabilidades, condições e local para desenvolvimento das atividades do Projeto; IX - termo de adesão e compromisso do Município: instrumento jurídico de cooperação celebrado entre a União, por meio do Ministério da Saúde, e o Município no qual são especificadas as responsabilidades de cada ente para a execução do Projeto; X - termo de adesão e compromisso das instituições públicas de educação superior brasileiras: instrumento jurídico de cooperação celebrado entre a União, por meio do Ministério da ducação, e as instituições para tutoria e acompanhamento acadêmico do Projeto; e XI - região de saúde: espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde. CAPÍTULO II A XCUÇÃO O PROJTO MAIS MÉICOS PARA O BRASIL Art. 5º O Projeto Mais Médicos para o Brasil será executado por meio de instrumentos de articulação interfederativa, cooperação com instituições de educação superior, programas de residência médica, escolas de saúde pública e mecanismos de integração ensinoserviço, especialmente com a realização das seguintes ações: I - aperfeiçoamento na área de atenção básica à saúde em regiões prioritárias para o SUS de médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil; II - aperfeiçoamento na área de atenção básica à saúde em regiões prioritárias para o SUS de médicos formados em instituições de educação superior estrangeiras com habilitação para o exercício da medicina no exterior, por meio de intercâmbio internacional; e III - aperfeiçoamento na área de atenção básica à saúde em regiões prioritárias para o SUS, de profissionais de saúde formados em instituições de educação superior brasileiras, por meio de intercâmbio internacional. Art. 6º O Projeto Mais Médicos para o Brasil será executado em cooperação com: I - órgãos e entidades da administração pública, direta e indireta, da União, dos stados, do istrito ederal e dos Municípios e com consórcios públicos; II - as instituições de educação superior brasileiras, programas de residência médica, escolas de saúde pública e outras entidades privadas, mediante termo de compromisso; e III - com instituições de educação superior estrangeiras e organismos internacionais, mediante instrumentos específicos. Art. 7º ica constituída a Coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil, composta por representantes, titular e suplente, dos seguintes órgãos e entidades: I - 3 (três) representantes do Ministério da Saúde, sendo pelo menos (um) da Secretaria de Gestão do Trabalho e da ducação na Saúde (SGTS/MS), que a presidirá; e II - 3 (três) representantes do Ministério da ducação, sendo pelos menos (um) da Secretaria de ducação Superior (S- Su/MC). º Os representantes titulares e suplentes serão designados em ato conjunto dos Ministros de stado no prazo de 3 (três) dias contado da data de publicação desta Portaria. 2º A Coordenação do Projeto poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, bem como especialistas em assuntos ligados ao tema, para cooperar com a Coordenação. 3º A SGTS/MS fornecerá o apoio administrativo necessário para o desenvolvimento das atividades realizadas no âmbito da Coordenação do Projeto. Art. 8º Compete à Coordenação do Projeto Mais Médicos para o Brasil: I - coordenar, monitorar e avaliar as ações pertinentes ao Projeto; II - promover a permanente articulação entre os órgãos e entidades, públicas e privadas, instituições de educação superior estrangeiras e organismos internacionais participantes das ações integrativas do Projeto; III - avaliar e aprovar as manifestações de interesse em aderir ao Projeto apresentadas pelos Municípios elegíveis; IV - recomendar e solicitar aos órgãos e entidades públicas, no âmbito de suas competências, a expedição de atos normativos essenciais ao disciplinamento e operação do Projeto; V - deliberar, nos termos desta Portaria, acerca da exclusão de entes federativos, órgãos, entidades, instituições e organismos e desligamento de médicos participantes do Projeto; VI - expedir atos de comunicação e de expediente; VII - requerer ao Conselho Regional de Medicina a emissão de registro provisório dos médicos intercambistas; COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código VIII - subsidiar o Comitê Gestor e o Grupo xecutivo do Programa Mais Médicos; IX - definir, em conjunto com o Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) e as instituições públicas de educação superior brasileiras, o módulo de acolhimento e avaliação que será oferecido aos médicos intercambistas no âmbito do Projeto; X - definir, em conjunto com o UNA-SUS e as instituições públicas de educação superior brasileiras, o curso de especialização em atenção básica à saúde e demais atividades de pesquisa, ensino e extensão que serão oferecidos no âmbito do Projeto e a respectiva metodologia de acompanhamento e avaliação; XI - definir os Municípios em que os médicos participantes desenvolverão as atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Projeto; XII - remanejar os médicos participantes para outros Municípios na hipótese de exclusão de Município do Projeto ou, a seu critério, em situações excepcionais devidamente fundamentadas; XIII - constituir Comissões staduais do Projeto Mais Médicos para o Brasil; e XIV - executar outras medidas necessárias para o cumprimento de suas atribuições. º As Comissões staduais do Projeto Mais Médicos para o Brasil constituem instâncias de coordenação, orientação e execução das atividades necessárias à execução do Projeto no âmbito da respectiva Unidade da ederação. 2º As funções das Comissões staduais do Projeto Mais Médicos para o Brasil poderão ser desempenhadas pelas Comissões de Coordenação stadual e do istrito ederal do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (PROVAB) de que trata a Portaria nº 568/GM/MS, de 5 de abril de 203, sem prejuízo de suas atribuições. CAPÍTULO III AS COMPTÊNCIAS Art. 9º Compete ao istrito ederal e aos stados participantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil, nos termos de ajuste específico: I - atuar em cooperação com os entes federativos, instituições de educação superior e organismos internacionais, no âmbito de sua competência, para execução do Projeto; II - compor as Comissões staduais do Projeto; e III - adotar as providências necessárias para a realização das ações do Projeto no seu âmbito de atuação. Art. 0. Compete ao istrito ederal e aos Municípios participantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil, sem prejuízo de demais responsabilidades a serem definidas em editais específicos e termo de adesão e compromisso: I - atuar em cooperação com os entes federativos, instituições de educação superior e organismos internacionais, no âmbito de sua competência, para as ações de execução do Projeto; II - adotar as providências necessárias para a realização das ações previstas no termo de compromisso firmado; III - inserir os médicos em equipes de atenção básica nas modalidades previstas na Política Nacional de Atenção Básica, nos termos da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 2 de outubro de 20, em regiões prioritárias para o SUS, respeitando-se os critérios de distribuição estabelecidos neste Projeto; IV - fornecer condições adequadas para o exercício das atividades dos médicos, conforme exigências e especificações da Política Nacional de Atenção Básica, disponíveis no endereço eletrônico tais como ambientes adequados com segurança e higiene, fornecimento de equipamentos necessários, instalações sanitárias e mínimas condições de conforto para o desempenho das atividades; V - inscrever o médico participante do Projeto recebido pelo Município no Sistema Cadastro Nacional de stabelecimentos de Saúde (SCNS) e identificá-lo na respectiva equipe de atenção básica em que atuará, nos termos de ato específico do Ministro de stado da Saúde; e VI - exercer, em conjunto com o supervisor, o acompanhamento e a fiscalização da execução das atividades de ensinoserviço, inclusive quanto ao cumprimento da carga horária de 40 horas semanais prevista pelo Projeto para os médicos participantes, ressalvadas as especificidades das equipes de saúde da família ribeirinhas e fluviais, e das atribuições previstas na Politica Nacional de Atenção Básica, essenciais para a validação e recebimento da bolsa destinada ao médico, por meio de sistema de informação disponibilizado pela Coordenação do Projeto. Art.. A participação dos Municípios e do istrito ederal na execução do Projeto será formalizada com a celebração de termo de adesão e compromisso, nos termos de edital a ser publicado pela Coordenação do Projeto, que deverá conter, no mínimo, as seguintes clausulas: I - não substituir os médicos que já componham as equipes de atenção básica pelos participantes deste Projeto; II - manter, durante a execução do Projeto, as equipes de atenção básica atualmente constituídas com profissionais médicos não participantes do Projeto; III - oferecer moradia para o médico participante do Projeto, conforme critérios estabelecidos no edital; IV - garantir alimentação adequada e fornecimento de água potável; e V - compromisso de adesão ao Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde (Requalifica UBS), do Ministério da Saúde, em caso de infraestrutura inadequada para a execução das ações do Projeto. Art. 2. Compete às instituições públicas de educação superior brasileiras, escolas de saúde pública e outras entidades privadas participantes do Projeto: I - atuar em cooperação com os entes federativos, instituições de educação superior e organismos internacionais, no âmbito de sua competência, para execução do Projeto; II - monitorar e acompanhar as atividades executadas pelos médicos participantes, supervisores e tutores acadêmicos no âmbito do Projeto; III - coordenar o desenvolvimento acadêmico do Projeto; IV - indicar os tutores acadêmicos do Projeto; V - realizar a seleção dos supervisores do Projeto; VI - ofertar os módulos de acolhimento e avaliação aos médicos intercambistas; VII - ofertar curso de especialização e atividades de pesquisa, ensino e extensão aos médicos participantes, que terá componente assistencial mediante integração ensino-serviço; e VIII - executar outras medidas necessárias para a execução do Projeto. Art. 3. A participação das instituições públicas de educação superior brasileiras na execução do Projeto será formalizada mediante termo de adesão, na forma definida em edital a ser publicado pelo Ministério da ducação. Art. 4. Os tutores acadêmicos serão indicados pelas instituições públicas de educação superior brasileiras para atuar nas ações de aperfeiçoamento do Projeto e terão, no mínimo, as seguintes atribuições: I - coordenar as atividades acadêmicas da integração ensinoserviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do SUS; II - indicar, em plano de trabalho, as atividades a serem executadas pelos médicos participantes e supervisores e a metodologia de acompanhamento e avaliação; III - monitorar o processo de acompanhamento e avaliação a ser executado pelos supervisores, garantindo sua continuidade; IV - integrar as atividades do curso de especialização às atividades de integração ensino-serviço; V - relatar à instituição pública de ensino superior à qual está vinculado à ocorrência de situações nas quais seja necessária a adoção de providências pela instituição; e VI - apresentar relatórios periódicos da execução de suas atividades no Projeto à instituição pública de ensino superior à qual está vinculado e à Coordenação do Projeto. Parágrafo único. A Coordenação do Projeto poderá definir outras atribuições para os tutores acadêmicos além das previstas neste artigo. Art. 5. Os supervisores serão selecionados pelas instituições públicas de educação superior brasileiras, escolas de saúde pública e outras entidades privadas para atuar nas ações de aperfeiçoamento do Projeto e terão, no mínimo, as seguintes atribuições: I - realizar visita periódica para acompanhar atividades dos médicos participantes; II - estar disponível para os médicos participantes, por meio de telefone e "internet"; III - aplicar instrumentos de avaliação; e IV - exercer, em conjunto com o gestor do SUS, o acompanhamento e a avaliação da execução das atividades de ensinoserviço, inclusive quanto ao cumprimento da carga horária de 40 (quarenta) horas semanais prevista pelo Projeto para os médicos participantes, essenciais para o recebimento da bolsa destinada ao médico, por meio de sistema de informação disponibilizado pela Coordenação do Projeto. Parágrafo único. A Coordenação do Projeto poderá definir outras atribuições para os supervisores além das previstas neste artigo. CAPÍTULO IV O MÓULO ACOLHIMNTO AVALIAÇÃO MÉICOS INTRCAMBISTAS Art. 6. O Módulo de Acolhimento e Avaliação dos médicos intercambistas será executado na modalidade presencial, com carga horária mínima de 20 (cento e vinte) horas, e contemplará conteúdo relacionado à legislação referente ao sistema de saúde brasileiro, funcionamento e atribuições do SUS, notadamente da atenção básica em saúde, e Língua Portuguesa. º A formulação do Módulo de Acolhimento e Avaliação dos médicos intercambistas é de responsabilidade compartilhada entre os Ministérios da ducação e da Saúde. 2º Será aplicada avaliação para certificar que os médicos intercambistas possuam conhecimentos em língua portuguesa em situações cotidianas da prática médica no Brasil durante a execução do Módulo de que trata o "caput".
51 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN CAPÍTULO V O APRIÇOAMNTO MÉICOS ORMAOS M INSTITUIÇÕS UCAÇÃOSUPRIOR BRASILIRA- SSTRANGIRAS Art. 7. O Projeto realizará, no âmbito da política de educação permanente e do Programa Mais Médicos, o aperfeiçoamento de médicos através de mecanismos de integração ensino-serviço. º Aos médicos participantes do Projeto será garantida aperfeiçoamento em atenção básica à saúde que contemplará curso de especialização e atividades de ensino, pesquisa e extensão, que terá componente assistencial mediante integração ensino-serviço. 2º O Projeto será oferecido: I - aos médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no País; e II - aos médicos formados em instituições de educação superior estrangeiras com habilitação para o exercício da medicina no exterior, por meio de intercâmbio médico internacional. Art. 8. A seleção dos médicos para o Projeto será realizada por meio de chamamento público, conforme edital a ser publicado pela SGTS/MS, ou mediante celebração de instrumentos de cooperação com instituições de educação superior estrangeiras e organismos internacionais. º A seleção e ocupação das vagas ofertadas no âmbito do Projeto observará a seguinte ordem de prioridade: I - médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no País; II - médicos brasileiros formados em instituições de educação superior estrangeiras com habilitação para exercício da medicina no exterior; e III - médicos estrangeiros com habilitação para exercício de medicina no exterior. 2º Na hipótese de vagas não preenchidas e em caso de vagas abertas por desistência ou desligamento dos médicos selecionados por meio de chamamento público, a ocupação das vagas remanescentes poderá ser realizada por médicos selecionados por meio de cooperação com instituições de educação superior estrangeiras e organismos internacionais. 3º A seleção dos médicos, quando realizada mediante celebração de instrumentos de cooperação com instituições de ensino superior estrangeiras e organismos internacionais, também deverá atender a todos os requisitos estabelecidos na Medida Provisória nº 62, de 203, e nesta Portaria. Art. 9. Constituem-se requisitos para ingresso no Projeto Mais Médicos para o Brasil: I - para o médico formado em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado no Brasil, comprovação da habilitação para o exercício da medicina em território nacional; II - para os médicos intercambistas, o atendimento das seguintes condições: a) apresentação de diploma expedido por instituição de educação superior estrangeira; b) apresentação de documento que comprove a habilitação para o exercício da medicina no exterior; c) ser habilitado para o exercício da medicina em país que apresente relação estatística médico/habitante igual ou superior a,8/000 (um inteiro e oito décimos por mil), conforme statística Mundial de Saúde da Organização Mundial da Saúde; e d) comprovação de conhecimentos de língua portuguesa. º O candidato deverá entregar os documentos referidos nas alíneas "a" e "b" do inciso II do "caput" legalizados e acompanhados de tradução simples, até a data definida pela Coordenação do Projeto. 2º Após a inscrição no processo seletivo do Projeto, o candidato deverá apresentar, na representação consular, o original e a cópia dos documentos previstos nas alíneas "a" e "b" do inciso II do "caput". 3º O cumprimento do disposto na alínea "d" do inciso II do "caput" será exigido em 2 (duas) etapas, sendo: I - a primeira etapa, mediante declaração apresentada no ato de inscrição no Projeto pelo médico interessado de que possui conhecimento mínimo da língua portuguesa; e II - a segunda etapa, após aprovação no módulo de acolhimento e avaliação a que se refere o Capítulo IV. 4º A exigência prevista na alínea "c" do inciso II do "caput" tem por finalidade garantir o não agravamento do "déficit" de profissionais médicos em determinados países para atender recomendações do Código Global de Práticas para Recrutamento Internacional de Profissionais da Saúde da Organização Mundial da Saúde. Art. 20. As ações de aperfeiçoamento para os médicos participantes do Projeto são constituídas por curso de especialização, que será oferecido por instituições de educação superior brasileiras vinculadas ao UNA-SUS, e por atividades de ensino, pesquisa e extensão, que terá componente assistencial mediante integração ensinoserviço. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Parágrafo único. A prorrogação da participação no Projeto, nos termos do º do art. 8º da Medida Provisória nº 62, de 203, exigirá do médico participante a manutenção do cumprimento de todos os requisitos do Projeto e a aprovação no curso de especialização finalizado, além da realização de: I - novas atividades de ensino, pesquisa e extensão em regiões prioritárias para o SUS; e II - novo curso de aperfeiçoamento em outras modalidades de formação, oferecido por instituições de educação superior brasileiras vinculadas ao UNA-SUS. Art. 2. As ações de aperfeiçoamento dos médicos participantes serão realizadas com carga horária semanal de 40 (quarenta) horas no curso de especialização e nas atividades que envolverão ensino, pesquisa e extensão, com componente assistencial na modalidade integração ensino-serviço nas unidades básicas de saúde no Município e no istrito ederal. Parágrafo único. Para execução das atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Projeto, será assegurado aos médicos participantes acesso a inscrição em serviços de Telessaúde. CAPÍTULO VI OS IRITOS VRS OS MÉICOS Art. 22. Para a execução das ações de aperfeiçoamento no âmbito do Projeto, será concedida aos médicos integrantes do Projeto bolsas nas seguintes modalidades: I - bolsa-formação; II - bolsa-supervisão; e III - bolsa-tutoria. º Ao médico participante será concedida bolsa-formação com valor mensal de R$ 0.000,00 (dez mil reais), que poderá ser paga pelo prazo máximo de 36 (trinta e seis) meses, prorrogáveis apenas na hipótese prevista no º do art. 8º da Medida Provisória nº 62, de º Ao supervisor e ao tutor acadêmico integrantes do Projeto serão concedidas, respectivamente, bolsa-supervisão no valor mensal de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e bolsa-tutoria no valor mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), que serão pagas durante o prazo de vinculação ao Projeto. 3º Além do disposto no º, o Ministério da Saúde: I - concederá ajuda de custo destinada a compensar as despesas de instalação do médico participante, que não poderá exceder a importância correspondente ao valor de três bolsas-formação; e II - poderá custear despesas com deslocamento dos médicos e seus dependentes legais, na forma de ato conjunto dos Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Saúde. 4º O valor da ajuda de custo de que trata o 3º observará a localização dos Municípios participantes do Projeto, divididos nas seguintes faixas: I - aixa - Municípios situados na região da Amazônia Legal, em região de fronteira e áreas indígenas: concessão de ajuda de custo no valor de 3 (três) bolsas ao médico participante; II - aixa 2 - Municípios situados na Região Nordeste, na Região Centro-Oeste e na região do Vale do Jequitinhonha-MG: concessão de ajuda de custo no valor de 2 (duas) bolsas ao médico participante; e III - aixa 3 - Capitais, regiões metropolitanas, istrito ederal e Municípios não contemplados nos incisos I e II deste parágrafo: concessão de ajuda de custo no valor de (uma) bolsa ao médico participante. 5º As ajudas de custo previstas nos incisos IeII do 4º serão pagas em 2 (duas) parcelas, sendo que: I - a primeira será paga no primeiro mês de participação no Projeto e corresponderá a 70% do valor total; e II - a segunda será paga no sexto mês de participação no Projeto e corresponderá a 30% do valor total. 6º A ajuda de custo prevista no inciso III do 4º será paga em parcela única no primeiro mês de participação no Projeto. 7º O valor de cada bolsa referida no 4º corresponde ao valor de (uma) bolsa-formação. 8º Na hipótese de desligamento voluntário do Projeto em prazo inferior a 80 (cento e oitenta) dias, poderá ser exigida do médico participante a restituição dos valores recebidos a título de ajuda de custo e passagens aéreas, acrescidos de atualização monetária. 9º icam assegurados ao médico participante do Projeto, sem prejuízo da percepção da bolsa-formação, 30 (trinta) dias de recesso por ano de participação no Projeto. Art. 23. Nos casos em que o médico participante, por motivo alheio à sua vontade, não puder cumprir com todas as obrigações decorrentes de sua participação no Projeto, a Coordenação do Projeto o afastará enquanto perdurar o fato impeditivo. º O afastamento de que trata o "caput" implicará o nãopagamento da bolsa de que trata o art º Cessado o fato impeditivo de que trata o "caput", a Coordenação do Projeto avaliará a situação do médico afastado e, em decisão fundamentada e irrecorrível, decidirá sobre a sua reintegração ou não ao Projeto. 3º Caso haja indícios de que o médico deu causa ou concorreu para o fato impeditivo de que trata o "caput", a Coordenação do Projeto instaurará procedimento de apuração, garantindose o contraditório e a ampla defesa, e decidirá sobre a eventual aplicação das medidas administrativas correspondentes. Art. 24. São deveres dos médicos participantes do Projeto, além de outros estabelecidos nas regras definidas para o Projeto, em editais e termos de adesão e compromisso: I - exercer com zelo e dedicação as ações de capacitação; II - observar as leis vigentes, bem como normas regulamentares; III - cumprir as instruções dos supervisores e orientações e regras definidas pela Coordenação do Projeto; IV - observar as orientações dos tutores acadêmicos; V - atender com presteza e urbanidade o usuário do SUS; VI - zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público; VII - cumprir a carga horária fixada para as atividades do Projeto, conforme definido pelos supervisores e pelo Município; VIII - tratar com urbanidade os demais profissionais da área da saúde e administrativos, supervisores, tutores e colaboradores do Projeto; e IX - levar ao conhecimento do supervisor e/ou da Coordenação stadual do Projeto dúvidas quanto às atividades de ensinoserviço, bem como as irregularidades de que tiver ciência em razão dessas atividades. Art. 25. É vedado ao médico participante do Projeto: I - ausentar-se das atividades a serem realizadas durante as ações de aperfeiçoamento sem prévia autorização do Município ou do supervisor; II - retirar, sem prévia anuência do Município ou do supervisor, qualquer documento ou objeto do local de realização das ações de aperfeiçoamento; III - opor resistência injustificada à realização das ações de aperfeiçoamento que envolvam atendimento ao usuário do SUS; IV - para os médicos intercambistas, exercer a medicina fora das ações de aperfeiçoamento desenvolvidas no âmbito do Projeto; V - receber valores ou vantagens de qualquer espécie, em razão de suas atividades no Projeto, diversas daquelas previstas para o Projeto; e VI - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado pelos supervisores, tutores acadêmicos ou Coordenação do Projeto. Art. 26. O descumprimento das condições, atribuições, deveres e incursão nas vedações previstas no Projeto sujeitará o médico participante às seguintes penalidades, aplicáveis isoladas ou cumulativamente: I - advertência; II - suspensão; e III - desligamento do Projeto, com cancelamento do registro provisório expedido pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) e do registro de estrangeiro. º Na hipótese dos incisos I e II do "caput", poderá ser realizado desconto do valor recebido a título de bolsa, acrescido de atualização monetária. 2º Na hipótese do inciso II do "caput", deverá ser suspenso o pagamento da bolsa pelo período de duração da penalidade aplicada. 3º Na hipótese do inciso III do "caput", poderá ser exigida a restituição dos valores recebidos a título de bolsa, ajuda de custo e passagens aéreas, acrescidos de atualização monetária. 4º Na aplicação das penalidades previstas neste artigo serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida.
52 52 ISSN º Para fins do disposto no inciso III do "caput", a Coordenação do Projeto comunicará o desligamento ao respectivo Conselho Regional de Medicina e ao Ministério da Justiça. Art. 27. A penalidade de advertência será aplicada, de ofício ou mediante provocação, diretamente pela Coordenação stadual do Projeto sobre o médico participante, assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa, nas seguintes hipóteses: I - nos casos de inobservância a qualquer dos deveres previstos no art. 24; e II - nos casos das ações dispostas nos incisos I, II, III e VI do art. 25, podendo ser cumulada com outras penalidades mais gravosas. Parágrafo único. A instauração de procedimentos de apuração de irregularidades previstas neste artigo deverá ser comunicada à Coordenação do Projeto no prazo máximo de 30 (trinta) dias contado da data de sua conclusão para fins de registro no histórico do médico. Art. 28. As penalidades previstas nos incisos II e III do art. 26 serão aplicadas, de ofício ou mediante provocação, pela Coordenação do Projeto, assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa, sendo obrigatória a apresentação pelo supervisor de relatório, documentos e manifestação quanto à conduta imputada ao médico participante para fins de decisão acerca de eventual aplicação de penalidade. º A repetição de qualquer das práticas sujeitas à penalidade de advertência, na forma do art. 27, poderá ensejar a aplicação de penalidade mais gravosa. 2º A inobservância do disposto nos incisos IV e V do art. 25 sujeitará os médicos infratores à penalidade de suspensão. 3º A depender da gravidade da infração, a inobservância do disposto nos incisos IV e V do art. 25 poderá sujeitar os médicos infratores diretamente à penalidade de desligamento. 4º A repetição de qualquer das práticas sujeitas à penalidade de suspensão poderá ensejar a aplicação da penalidade de desligamento. 5º Além dos casos previstos no art. 27 e nos 2º e 3º deste artigo, outras infrações ao disposto na Medida Provisória nº 62, de 203, nesta Portaria e no termo de adesão e compromisso também estarão sujeitas à aplicação das penalidades de que trata o art º O supervisor deverá comunicar imediatamente à Coordenação do Projeto a prática de qualquer infração previsto no 5º. 7º A instauração de procedimentos de apuração de irregularidades praticadas pelos médicos participantes deverá ser comunicada à Coordenação do Projeto no prazo máximo de 30 (trinta) dias contado da data de sua conclusão para fins de registro no histórico do médico. Art. 29. O desconto no valor recebido a título de bolsa de que trata o º do art. 26 será aplicada nas seguintes hipóteses: I - cumulativamente com a aplicação da penalidade de advertência, no caso do inciso I do art. 25; e II - na hipótese do 3º do art. 23, a depender da gravidade do caso. Art. 30. A restituição de valores recebidos a título de bolsa de que trata o 3º do art. 26 será aplicada nas seguintes hipóteses: I - no caso do inciso IV do art. 25, sem prejuízo da aplicação da penalidade de desligamento do Projeto; e II - na hipótese do 3º do art. 23, a depender da gravidade do caso. Art. 3. Aos médicos que cumprirem integralmente as regras do Projeto e obtiverem aprovação nas avaliações periódicas por parte dos supervisores e tutores acadêmicos, será concedido certificado de conclusão a cargo da Coordenação do Projeto. Art. 32. As equipes de atenção básica nas modalidades previstas na Política Nacional de Atenção Básica e compatíveis com carga horária prevista no Projeto, constituídas com médicos participantes do Projeto, deverão estar devidamente cadastradas no SC- NS, observando-se as regras definidas em ato específico do Ministro de stado da Saúde. Parágrafo único. Para as equipes de que trata o "caput" cadastradas no SCNS, o Município poderá fazer jus a incentivo financeiro conforme regras e valores específicos a serem definidos em ato específico do Ministro de stado da Saúde. CAPÍTULO VII ISPOSIÇÕS INAIS Art. 33. As atividades desempenhadas no âmbito do Projeto não criam vínculo empregatício de qualquer natureza. Art. 34. O médico intercambista estrangeiro inscrito no Projeto fará jus ao visto temporário de aperfeiçoamento médico pelo prazo até três anos, prorrogável por igual período em razão do disposto no º do art. 8º da Medida Provisória nº 62, de 203, mediante declaração da Coordenação do Projeto. Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código º O Ministério das Relações xteriores poderá conceder o visto temporário de que trata o "caput", a título de reunião familiar, aos dependentes legais do médico intercambista estrangeiro, incluindo companheiro ou companheira, pelo prazo de validade do visto do t i t u l a r. 2º Os dependentes legais do médico intercambista estrangeiro poderão exercer atividades remuneradas, com emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social pelo Ministério do Trabalho e mprego. 3º É vedada a transformação do visto temporário previsto neste artigo em permanente. 4º Aplicam-se os arts. 30, 3 e 33 da Lei nº 6.85, de 9 de agosto de 980, ao disposto neste artigo. Art. 35. O médico participante enquadra-se como segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), na condição de contribuinte individual, na forma da Lei nº 8.22, de 24 de julho de 99. Parágrafo único. icam ressalvados da obrigatoriedade de que trata o "caput" os médicos intercambistas: I - selecionados por meio de instrumentos de cooperação com organismos internacionais que prevejam cobertura securitária específica; ou II - filiados a regime de seguridade social no seu país de origem, que mantenha acordo internacional de seguridade social com a República ederativa do Brasil. Art. 36. A execução das atividades de que trata esta Portaria serão custeadas com: I - dotações orçamentárias consignadas ao Ministério da Saúde, devendo onerar a uncional Programática Y ducação e ormação em Saúde; e II - dotações orçamentárias consignadas ao Ministério da ducação, devendo onerar a uncional Programática Apoio à Residência Saúde. Art. 37. Compete ao Secretário de Gestão do Trabalho e da ducação na Saúde do Ministério da Saúde a celebração dos termos de adesão e compromisso a serem firmados com istrito ederal, Municípios e médicos participantes do Projeto. Art. 38. Compete ao Secretário de ducação Superior do Ministério da ducação a celebração dos termos de adesão e compromisso a serem firmados com as instituições de educação superior, programas de residência médica e escolas de saúde pública participantes do Projeto. Art. 39. quipara-se a Município participante, para fins desta Portaria, o istrito stadual de ernando de Noronha, do stado de Pernambuco. Art. 40. sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALXANR ROCHA SANTOS PAILHA Ministro de stado da Saúde ALOIZIO MRCAANT OLIVA Ministro de stado da ducação SCRTARIA XCUTIVA RTIICAÇÃO Na Portaria nº 52, de 5 de julho de 203, publicada no iário Oficial da União nº 29, de 8 de julho de 203, Seção, páginas 49, Onde se lê: " Percentual de Cumprimento da Meta Pontuação a ser Atribuída de esempenho Institucional 75 < X 00% < X 75% < X 65% 6 45 < X 55% < X 45% < X 35% 34 0<X 25% 25 ". Leia-se: " Percentual de Cumprimento da Meta Pontuação a ser Atribuída de esempenho Institucional 75 < X 00% < X 75% < X 65% 6 45 < X 55% < X 45% < X 35% 34 0 < X 25% 25 ". AGÊNCIA NACIONAL VIGILÂNCIA SANITÁRIA RTIICAÇÃO Na Publicação do iário Oficial da União n 29, de 08 de julho de 203, Suplemento pág. 6, Seção pág.57, Onde se lê: "RSOLUÇÃO - R N 2.435, 04 JULHO 203"; Leia-se: "RSOLUÇÃO - R N 2.345, 04 JULHO 203". GRÊNCIA-GRAL INSPÇÃO, MONITORAMNTO A QUALIA, CONTROL ISCALIZAÇÃO INSUMOS, MICAMNTOS, PROUTOS, PROPAGANA PUBLICIA RTIICAÇÕS Na Resolução - R n.630, de 3 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 85, de 6 de maio de 203, Seção pág. 79 Suplemento pág. 58. Onde se lê: MPRSA: G IMPORTAÇÃO PROUTOS QUÍ- MICOS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /84 AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MI- C A M N TO Leia-se: MPRSA: SM MPRNIMNTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /84 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MI- C A M N TO Na Resolução-R nº.233, de 5 de abril de 203, publicada no.o.u. n 66, de 8 de abril de 203, Seção, pág. 63 e Suplemento pág. 2 e 22. Onde se lê: MPRSA: VNTURY ISTRIBUIÇÃO RPRSN- TAÇÃO PROUTOS HOSPITALARS LTA NRÇO: RUA ULHOA CINTRA, 95, SALA 502 BAIRRO: SANTA IGNIA CP: BLO HO- RIZONT/MG CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: PL6XM ( ) AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: CORRLATOS ISTRIBUIR: CORRLATOS XPIR: CORRLATOS Leia-se: MPRSA: VNTURY ISTRIBUIÇÃO RPRSN- TAÇÃO PROUTOS HOSPITALARS LTA NRÇO: RUA ULHOA CINTRA, 95, SALA 502 BAIRRO: SANTA IGNIA CP: BLO HO- RIZONT/MG CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: PL6XM ( ) AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: CORRLATOS ISTRIBUIR: CORRLATOS XPIR: CORRLATOS IMPORTAR: CORRLATOS Na Resolução-R nº.607, de 3 de maio de 203, publicada no.o.u. n 85, de 6 de maio de 203, Seção, pág. 77 e Suplemento Pág. 47 e 48. Onde se lê: MPRSA: TRANSPORTS GARBRG LTA NRÇO: RUA AGUNS OS RIS, N 890, SALA 06
53 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN BAIRRO: CNTRO CP: PASSO UNO/RS CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S TRANSPORTAR: COSMÉTICOS Leia-se: MPRSA: TRANSPORTS GARBRG LTA NRÇO: RUA AGUNS OS RIS, N 890, SALA 06 BAIRRO: CNTRO CP: PASSO UNO/RS CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S TRANSPORTAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROU- TOS HIGIN Na Resolução - R n.654, de 9 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 90, de 3 de maio de 203, Seção pág. 5 Suplemento págs. 99 e 02. Onde se lê: MPRSA: G IMPORTAÇÃO PROUTOS QUÍ- MICOS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /8 AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS Leia-se: MPRSA: SM MPRNIMNTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /8 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS Na Resolução-R nº 4.77, de de novembro de 202, publicada no.o.u. n 23, de 5 de novembro de 202, Seção, pág. 69 e Suplemento pág. 77 e 78. Onde se lê: MPRSA: VALMICAL COMÉRCIO PROU- TOS HOSPITALARS LABORATÓRIOS LTA M NRÇO: RUA SIS JANIRO, 60, SL 35 BAIRRO: CNTRO-NORT CP: TIMÓ- TO/MG CNPJ: / PROCSSO: /20-33 AUTORIZ/MS: P5XLX536W6M4 ( ) AT I V I A / C L A S S ISTRIBUIR: CORRLATOS Leia-se: MPRSA: VALMICAL COMÉRCIO PROU- TOS HOSPITALARS LABORATÓRIOS LTA M NRÇO: RUA PLATINA 222 A BAIRRO: BOM JSUS CP: CORONL A- BRICIANO/MG CNPJ: / PROCSSO: /20-33 AUTORIZ/MS: P5XLX536W6M4 ( ) AT I V I A / C L A S S ISTRIBUIR: CORRLATOS XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Na Resolução - R n.626, de 3 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 85, de 6 de maio de 203, Seção pág. 78 Suplemento pág. 55. Onde se lê: MPRSA: RS AMINISTRAÇÃO STOQUS LT- A NRÇO: RUA CORONL JOÃO GABI, 7 BAIRRO: JABAQUARA CP: SÃO PAU- LO/SP CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: pelo código A ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO Leia-se: MPRSA: RS AMINISTRAÇÃO STOQUS LT- NRÇO: Rodovia Anhanguera KM 5 BAIRRO: VILA JAGUARA CP: SÃO PAU- LO/SP CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO Na Resolução - R n.779, de 7 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 95, de 20 de maio de 203, Seção pág. 59 Suplemento págs. 58 e 59. Onde se lê: MPRSA: G IMPORTAÇÃO PROUTOS QUÍ- MICOS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /8 AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS Leia-se: MPRSA: SM MPRNIMNTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /8 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS Na Resolução-R nº 569, de 0 de fevereiro de 20, publicada no.o.u. n 3, de 4 de fevereiro de 20, Seção, pág. 96 e Suplemento pág. 52. Onde se lê: MPRSA: SINAAR-SISTMA NACIONAL ARMA- CUTICO LTA NRÇO: RUA BALOMRO CORTAA AL- MIA, 40 BAIRRO: JARIM CARAVLAS CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-0 PROCSSO: / AUTORIZ/MS: 83930XHY5605 ( ) AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: CORRLATOS ISTRIBUIR: CORRLATOS XPIR: CORRLATOS Leia-se: MPRSA: SINAAR-SISTMA NACIONAL ARMA- CUTICO LTA NRÇO: RUA BALOMRO CORTAA AL- MIA, 40 BAIRRO: JARIM CARAVLAS CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-0 PROCSSO: / AUTORIZ/MS: 83930XHY5605 ( ) AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: CORRLATOS ISTRIBUIR: CORRLATOS XPIR: CORRLATOS TRANSPORTAR: CORRLATOS Na Resolução - R n.654, de 9 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 90, de 3 de maio de 203, Seção pág. 5 Suplemento págs. 99 e 0. Onde se lê: MPRSA: ONCO PRO ISTRIBUIORA PROU- TOS HOSPITALARS ONCOLÓGICOS LTA NRÇO: RUA SANTANA BAIRRO: SANTANA Nº 00 CP: PORTO ALGR/RS CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: MICAMNTO ISTRIBUIR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO Leia-se: MPRSA: ONCO PRO ISTRIBUIORA PROU- TOS HOSPITALARS ONCOLÓGICOS LTA NRÇO: RUA SANTANA Nº 00 BAIRRO: SANTANA CP: PORTO AL- GR/RS CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: MICAMNTO ISTRIBUIR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO Na Resolução - R n.786, de 7 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 95, de 20 de maio de 203, Seção pág. 60 Suplemento págs. 68 e 76. Onde se lê: MPRSA: G IMPORTAÇÃO PROUTOS QUÍ- MICOS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /84 AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MI- C A M N TO Leia-se: MPRSA: SM MPRNIMNTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: RUA JURUPARI, N 775/779/803 BAIRRO: JARIM ORINTAL CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: /000-6 PROCSSO: /84 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ISTRIBUIR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RACIONAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO TRANSPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MI- C A M N TO Na Resolução - R n.785, de 7 de maio de 203, publicada no iário Oficial da União n 95, de 20 de maio de 203, Seção pág. 60 Suplemento págs. 65 e 67. Onde se lê: MPRSA: MRCK S/A NRÇO: STRAA OS BANIRANTS, N 099 BAIRRO: JACARPAGUÁ CP: RIO JA- NIRO/RJ CNPJ: / PROCSSO: /77 AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ISTRIBUIR: MICAMNTO MBALAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ABRICAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RMBALAR: MICAMNTO Leia-se: MPRSA: MRCK S/A NRÇO: STRAA OS BANIRANTS, N 099 BAIRRO: JACARPAGUÁ CP: RIO JA- NIRO/RJ
54 54 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 CNPJ: / PROCSSO: /77 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: MICAMNTO ISTRIBUIR: MICAMNTO MBALAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO XPIR: MICAMNTO XPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO ABRICAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO IMPORTAR: INSUMOS ARMACÊUTICOS/MICA- M N TO RMBALAR: MICAMNTO Na Resolução-R nº.874, de 24 de maio de 203, publicada no.o.u. n 00, de 27 de maio de 203, Seção, pág. 42 e Suplemento pág. 20 e 2. Onde se lê: MPRSA: IPIRRY COMRCIO ATACAISTA COSMTICOS LTA PP NRÇO: rua jacobus baldi n.º 777 BAIRRO: cidade fim de semana CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN ISTRIBUIR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN MBALAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN XPIR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN ABRICAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN RMBALAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN Leia-se: MPRSA: IPIRRY COMRCIO ATACAISTA COSMTICOS LTA PP NRÇO: rua jacobus baldi n.º 777 BAIRRO: cidade fim de semana CP: SÃO PA U L O / S P CNPJ: / PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS ISTRIBUIR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN MBALAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN XPIR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN XPORTAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN ABRICAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN IMPORTAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN RMBALAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROUTOS HIGIN TRANSPORTAR: COSMÉTICOS/PRUMS/PROU- TOS HIGIN Na Resolução R nº 3.900, de 20 de setembro de 202, publicada no iário Oficial da União n.º 85, de 24 de setembro de 202, seção, página 57 e em suplemento da Seção, página 73 por solicitação da empresa Merck Sharp & ohme armacêutica Ltda, CNPJ n.º / Onde se lê: MPRSA SOLICITANT: Merck Sharp & ohme armacêutica Ltda. CNPJ: / AUTORIZAÇÃO UNCIONAMNTO N.º: AUTORIZAÇÃO SPCIAL Nº.: MPRSA CRTIICAA: Merck Sharp & ohme de México S.A. de C.V. NRÇO: Av. ivisón del Norte nº 3377 Col. Xotepingo eleg. Coyoacán, México,.. PAÍS: México Certificado de Boas Práticas para a (s) Linha (s) de Produção/ orma ( s ) armacêutica ( s ) : Sólidos: comprimidos e comprimidos revestidos. Incluindo ainda: mbalagem primária e secundária de sólidos: cápsulas. mbalagem primária e secundária de produtos sujeitos a controle especial: cápsulas, comprimidos e comprimidos revestidos. Leia-se: pelo código MPRSA SOLICITANT: Merck Sharp & ohme armacêutica Ltda. CNPJ: / AUTORIZAÇÃO UNCIONAMNTO N.º: AUTORIZAÇÃO SPCIAL Nº.: MPRSA CRTIICAA: Merck Sharp & ohme de México S.A. de C.V. NRÇO: Av. ivisón del Norte nº 3377 Col. Xotepingo eleg. Coyoacán, México,.. PAÍS: México Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção/ ormas armacêuticas: Sólidos: comprimidos e comprimidos revestidos. Incluindo ainda: mbalagem primária e secundária de sólidos: cápsulas, comprimidos e comprimidos revestidos. mbalagem primária e secundária de produtos sujeitos a controle especial: cápsulas e comprimidos revestidos. Na Resolução - R n 5.365, de 3 de dezembro de 202, publicada no iário Oficial da União n 242, de 7 de dezembro de 202, Seção pág. 65 Suplemento pág. 44. Onde se lê: MPRSA: POLYANA ISTRIBUIORA MICA- MNTOS LTA. PP NRÇO: AVNIA PRSINT VARGAS, Nº 2980, SALA A BAIRRO: CNTRO CP: CASTANHAL/PA CNPJ: /000-0 PROCSSO: / AUTORIZ/MS: ATIVIA/ CLASS ARMAZNAR: MICAMNTO ISTRIBUIR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO Leia-se: MPRSA: POLYANA ISTRIBUIORA MICA- MNTOS LTA. PP NRÇO: AVNIA PRSINT VARGAS, Nº 2980, SALA A BAIRRO: CNTRO CP: CASTANHAL/PA CNPJ: /000-0 PROCSSO: / AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: MICAMNTO ISTRIBUIR: MICAMNTO XPIR: MICAMNTO TRANSPORTAR: MICAMNTO Na Resolução-R nº 5.866, de 29 de dezembro de 20, publicada no.o.u. n, de 2 de janeiro de 202, Seção, pág. 60 e Suplemento pág. 6. Onde se lê: MPRSA: LABOARMA PROUTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: ROOVIA PRSINT UTRA KM 222,2 BLOCO 07 TÉRRO BAIRRO: PORTO A IGRJA CP: GUA- RULHOS/SP CNPJ: / PROCSSO: /20-47 AUTORIZ/MS: VALIA: 8/8/20 à 8/8/202 PROTOCOLO PRÓX. RNOVAÇÃO: 20/5/202 à 20/6/202 AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGI- N ISTRIBUIR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGIN XPIR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGIN Leia-se: MPRSA: LABOARMA PROUTOS ARMACÊUTI- COS LTA NRÇO: ROOVIA PRSINT UTRA KM 222,2 BLOCO 07 TÉRRO BAIRRO: PORTO A IGRJA CP: GUA- RULHOS/SP CNPJ: / PROCSSO: /20-47 AUTORIZ/MS: AT I V I A / C L A S S ARMAZNAR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGI- N ISTRIBUIR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGIN XPIR: COSMÉTICOS/PROUTOS HIGIN SCRTARIA ATNÇÃO À SAÚ 758, 8 JULHO 203 efere o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, ao Hospital e Maternidade São José, com sede em Itabaiana (S). O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando o disposto no inciso I do art. 2 c/c arts. 34 e 35, todos da Lei nº 2.0, de 27 de novembro de 2009; Considerando o ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, e suas alterações, que dispõe sobre a Concessão do Certificado de ntidade de ins ilantrópicos; Considerando a competência prevista no art. 2º da Portaria nº.970/gm/ms, de 6 de agosto de 20; e Considerando o espacho nº 924/203/CGCR/C- BAS/SAS/MS, constante do Processo nº /200-5/MS (CNAS nº / ), que concluiu terem sido atendidos os requisitos constantes do ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, suas alterações, e demais legislações pertinentes, resolve: Art. º ica deferido o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, à entidade Hospital e Maternidade São José, CNS nº , inscrita no CNPJ nº /000-45, com sede em Itabaiana (S). Parágrafo único. A Renovação terá validade pelo período de º de janeiro de 200 a 3 de dezembro de 202. Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HLVÉCIO MIRANA MAGALHÃS JÚNIOR 759, 8 JULHO 203 Indefere o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, ao Hospital Beneficente São Carlos, com sede em arroupilha (RS). O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando o disposto no inciso I do art. 2 c/c arts. 34 e 35, todos da Lei nº 2.0, de 27 de novembro de 2009; Considerando o ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, e suas alterações, que dispõe sobre a Concessão do Certificado de ntidade de ins ilantrópicos; Considerando a competência prevista no art. 2º da Portaria nº.970/gm/ms, de 6 de agosto de 20; e Considerando o espacho nº 580/203/CGCR/C- BAS/SAS/MS, constante do processo nº /200-4/MS, (CNAS nº /2009-7), que concluiu que não foram atendidos os requisitos constantes do 4º; inciso III, 0, todos do art. 3º, do ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, suas alterações, e demais legislações pertinentes, resolve: Art. º ica indeferido o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, à entidade Hospital Beneficente São Carlos, CNS nº , inscrita no CNPJ nº /000-72, com sede em arroupilha (RS). Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HLVÉCIO MIRANA MAGALHÃS JÚNIOR 760, 8 JULHO 203 efere o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, à Associação Jacobinense de Assistência, com sede em Jacobina (BA). O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando o disposto no inciso I do art. 2 c/c arts. 34 e 35, todos da Lei nº 2.0, de 27 de novembro de 2009; Considerando o ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, e suas alterações, que dispõe sobre a Concessão do Certificado de ntidade de ins ilantrópicos; Considerando a competência prevista no art. 2º da Portaria nº.970/gm/ms, de 6 de agosto de 20; e Considerando o espacho nº 080/203/CGCR/C- BAS/SAS/MS, constante do Processo nº /200-67/MS (CNAS nº / ), que concluiu terem sido atendidos os requisitos constantes do ecreto nº 2.536, de 6 de abril de 998, suas alterações, e demais legislações pertinentes, resolve: Art. º ica deferido o pedido de Renovação do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência Social (CBAS), na área de Saúde, à entidade Associação Jacobinense de Assistência, CNS nº , inscrita no CNPJ nº /000-88, com sede em Jacobina (BA). Parágrafo único. A Renovação terá validade pelo período de º de janeiro de 200 a 3 de dezembro de 202. Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HLVÉCIO MIRANA MAGALHÃS JÚNIOR
55 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Ministério das Comunicações AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS CONSLHO IRTOR ACÓRÃO 0 JUNHO 203 Processos n /2008, /2009 e /2008 Nº 8 - Conselheiro Relator: Marcelo Bechara de Souza Hobaika. órum eliberativo: Reunião nº 699, de 6 de junho de 203. Recorrente/Interessado: TLMAR NORT LST S/A (CNPJ/M nº /005-74) MNTA: PAO. RCURSO AMINISTRATIVO. SUP- RINTNÊNCIA SRVIÇOS PÚBLICOS. IRRGULARIA- S M COMRCIALIZAÇÃO CARTÕS INUTIVOS. OCORRÊNCIA. SANÇÃO MULTA MIA RPARATÓ- RIA SUBSTITUTIVA AO UNO SA OS IRITOS IUSOS (). RCURSO CONHCIO PARA, NO MÉRITO, NGAR-LH PROVIMNTO.. A conduta de cometer irregularidades em comercialização de cartões indutivos enseja a aplicação da sanção de multa, bem como o recolhimento, ao undo de efesa dos ireitos ifusos (), de quantia a título de medida reparatória substitutiva. 2. Recurso Administrativo conhecido para, no mérito, negar-lhe provimento. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, conhecer do Recurso Administrativo com pedido de efeito suspensivo interposto pela empresa TLMAR NORT LST S/A, CNPJ/M nº /005-74, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado destinado ao Uso do Público em Geral (STC) nos Setores e 3 do Plano Geral de Outorgas (PGO), nos autos dos processos em epígrafe, para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo-se a decisão proferida pelo de Serviços Públicos por meio do espacho nº 5.55/202-SPB, de 28 de agosto de 202, nos termos da Análise nº 33/203-GCMB, de 3 de maio de 203, integrante deste acórdão. Participaram da deliberação o Presidente Substituto Jarbas José Valente e os Conselheiros Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Ausente, justificadamente, o Presidente João Batista de Rezende, por motivo de férias. JARBAS JOSÉ VALNT Presidente do Conselho Substituto ACÓRÃOS 24 JUNHO 203 Processo nº /2007 e apensos Nº 72 - Conselheiro Relator: Rodrigo Zerbone Loureiro. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: TLMAR NORT LST S/A - ilial Ceará (CNPJ/M nº /005-74) MNTA: PAO. RCURSO AMINISTRATIVO. SUP- RINTNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. SUPRINTNÊN- CIA CONTROL OBRIGAÇÕS. MULTA NO VALOR R$ ,00 (SIS MILHÕS, STCNTOS ZSST MIL, STCNTOS CINQUNTA RAIS). INXISTÊNCIA TUP M LOCALIA COM MAIS 00 HABITANTS. NÃO ISPONIBILIZAÇÃO ACSSO INIVIUAL M LOCALI- AS COM MAIS TRZNTOS HABITANTS PONTO NA LOCALIA COM ISTÂNCIA SUPRIOR A 300 M- TROS O TUP MAIS PRÓXIMO. RCURSO TMPSTIVO. POSSIBILIA RORMATIO IN PJUS, PARA CONSI- RAÇÃO OS RGISTROS ANTCNTS NÃO CON- TABILIZAOS NA SANÇÃO. RAZOABILIA PROPOR- CIONALIA A OSIMTRIA SOBR O AGRAVAMNTO. SANÇÃO AGRAVAA. PLO CONHCIMNTO NÃO PRO- VIMNTO O RCURSO.. A Prestadora foi sancionada por descumprimento de metas do PGMU, cometidas em localidades no stado do Ceará. 2. m suas razões recursais sustenta, entre outros argumentos, que haveria por parte da Anatel a obrigatoriedade de avaliar o impacto econômico da multa; sua conduta seria escusável, pois impossível seria imputar à Recorrente a obrigação de fazer o monitoramento do crescimento populacional. 3. efende ainda que houve falta de proporcionalidade e razoabilidade na sanção aplicada; pugna pelo uso da tabela SIRA 579 para a descaracterização de parte das infrações. 4. Aduz ainda que o reduzido número de edificações exigiria da Anatel um procedimento fiscalizatório mais criterioso, ou seja, que a contagem populacional ocorresse de modo censitário. 5. Os argumentos da Recorrente foram devidamente afastados. 6. Recurso Administrativo conhecido e, no mérito, não provido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 33/203-GCRZ, de 3 de junho de 203, integrante deste acórdão: a) conhecer do Recurso Administrativo interposto pela TLMAR NORT LST S/A - ilial Ceará, CNPJ/M nº /005-74, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado (STC) no Setor do Plano Geral de Outorgas (PGO), contra decisão do de Universalização exarada por meio do espacho nº 9.05/2009/UNA- CO/UNAC/SUN, de 23 de dezembro de 2009, para, no mérito, negarlhe provimento; b) conhecer das alegações apresentadas pela Interessada a partir da notificação da possibilidade de agravamento da sanção, para, no mérito, indeferir os pedidos lá constantes; c) reformar, de ofício, a decisão consubstanciada no espacho nº XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código /2009/UNACO/UNAC/SUN, de 23 de dezembro de 2009, para alterar o valor total da multa aplicada, de R$ ,00 (seis milhões, setecentos e dezessete mil, setecentos e cinquenta reais) para R$ ,50 (sete milhões, cinquenta e três mil, seiscentos e trinta e sete reais e cinquenta centavos), em virtude da existência de antecedentes em nome da Concessionária; e, d) determinar à Superintendência de Controle de Obrigações que notifique a interessada sobre a presente decisão. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Processo nº /2007 Nº 73 - Conselheiro Relator: Rodrigo Zerbone Loureiro. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: MPRSA BRASILIRA TLCOMUNI- CAÇÕS S/A - MBRATL (CNPJ/M nº /000-29) MNTA: PAO. RCURSO AMINISTRATIVO. SUP- RINTNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. SUPRINTNÊN- CIA CONTROL OBRIGAÇÕS. MULTA NO VALOR R$ ,00 (OIS MILHÕS, SISCNTOS QUARNTA MIL RAIS). NÃO INSTALAÇÃO PLO MNOS UM TUP M TRÊS LOCALIAS RMOTAS COM MAIS CM HA- BITANTS. RCURSO TMPSTIVO. POSSIBILIA R- ORMATIO IN PJUS, PARA CONSIRAÇÃO OS RGIS- TROS ANTCNTS NÃO CONTABILIZAOS NA SAN- ÇÃO. VAÇÃO CONSTITUCIONAL A RORMATIO IN P- JUS M PROCSSO AMINISTRATIVO. VAÇÃO INXIS- TNT. VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO A SGURANÇA JURÍ- ICA. RAZOABILIA PROPORCIONALIA A OSI- MTRIA SOBR O AGRAVAMNTO RALIZAO. PLO CO- NHCIMNTO NÃO PROVIMNTO O RCURSO.. A Prestadora foi sancionada por descumprimento de metas do PGMU, cometidas em localidades no stado de Rondônia. 2. m suas razões recursais sustenta a Interessada de maneira bastante genérica que a multa é ilegal vez que inexiste lei que estabeleça um método claro, certo e graduado de aplicação de sanções e multas, o que deixa o administrado refém de eventuais surpresas. A argumentação não procede porque a metodologia da sanção está definida nos autos, tendo tido a Recorrente acesso por meio de solicitação de vistas. 3. ntende ainda a Interessada que a majoração da multa em razão dos antecedentes em sua conduta, bem como o Parecer nº 56/20/T/PG/P-Anatel estão eivados também pela ilegalidade, vez que a sanção já seria inadequada desde a sua origem. 4. Os argumentos da Recorrente foram devidamente afastados. 5. Recurso Administrativo conhecido e, no mérito, não provido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 327/203-GCRZ, de 3 de junho de 203, integrante deste acórdão: a) conhecer do Recurso Administrativo interposto pela MPRSA BRASILIRA TLCO- MUNICAÇÕS S/A - MBRATL, CNPJ/M nº /000-29, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado (STC) na Região IV do Plano Geral de Outorgas (PGO), contra decisão do de Universalização, exarada por meio do espacho nº 639/2009/UNACO/UNAC/SUN, de 28 de janeiro de 2009, para, no mérito, negar-lhe provimento; b) conhecer das alegações apresentadas pela Interessada a partir da notificação da possibilidade de agravamento da sanção, para, no mérito, indeferir os pedidos lá constantes; c) reformar, de ofício, a decisão consubstanciada no espacho nº 639/2009/UNACO/UNAC/SUN, de 28 de janeiro de 2009, para alterar o valor total da multa aplicada, de R$ ,00 (dois milhões seiscentos e quarenta mil reais) para R$ ,00 (dois milhões setecentos e setenta e dois mil reais), em virtude da existência de antecedentes em nome da Concessionária; e, d) determinar à Superintendência de Controle de Obrigações que notifique a interessada sobre a presente decisão. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Processo nº /2007 Nº 80 - Conselheiro Relator: Rodrigo Zerbone Loureiro. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: TLMAR NORT LST S/A - ilial Ceará (CNPJ/M nº /005-74) MNTA: PAO. PIO RCONSIRAÇÃO. SU- PRINTNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. SUPRINTN- ÊNCIA CONTROL OBRIGAÇÕS. MULTA NO VA- LOR R$ ,00 (QUINHNTOS NOVNTA CINCO MIL, TRZNTOS CINQUNTA RAIS). NÃO ATNIMN- TO SOLICITAÇÕS ACSSOS INIVIUAIS NO PRAZO VIO PONTO NA LOCALIA COM ISTÂNCIA SU- PRIOR A 300 MTROS O TUP MAIS PRÓXIMO. PIO TMPSTIVO. ANTCNTS CONTABILIZAOS NA SAN- ÇÃO QUANO A ANÁLIS O RCURSO AMINISTRATI- VO. RAZOABILIA PROPORCIONALIA A OSIM- TRIA SOBR O AGRAVAMNTO. PLO CONHCIMNTO NÃO PROVIMNTO O PIO.. A Prestadora foi sancionada por descumprimento de metas do PGMU, cometidas em localidades no stado do Ceará. 2. m suas razões recursais sustenta, entre outros argumentos, que deve ser dado tratamento confidencial a todos os documentos e informações apresentados e/ou oriundos de seus sistemas e que tratem de informações sensíveis, vez que estão relacionados a usuários e também são considerados estratégicos; deve ser concedido sigilo às procurações constantes dos autos por conterem dados relativos a documentos de identificação de colaboradores da empresa, tais como CP e RG, que são de caráter privado e se referem tão somente a intimidade pessoal, não havendo razão para a publicização desses. 3. efende ainda que a tabela a ser utilizada deveria ser a SIRA 579; em relação às comunidades, realizou contagem censitária; houve equívoco na gradação da infração. 4. Quanto à meta do art. 8º, caput, a Agência não teria observado a escusabilidade da conduta da Oi, nem a correção do problema. Pugna pela descaracterização, vez que o problema já foi corrigido. 5. Quanto à meta do art. 4º, inciso I, realizou contagem censitária e percebeu que a localidade não tinha perfil para atendimento com acesso individual. 6. Os argumentos da Recorrente foram devidamente afastados. 7. Pedido de Reconsideração conhecido e, no mérito, não provido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 330/203-GCRZ, de 3 de junho de 203, integrante deste acórdão: a) conhecer do Pedido de Reconsideração apresentado pela TLMAR NORT LST S/A - ilial Ceará, CNPJ/M nº /005-74, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado (STC) no Setor do Plano Geral de Outorgas (PGO), contra decisão do Conselho iretor exarada por meio do espacho nº.679/203-c, de de março de 203, para, no mérito, negar-lhe provimento; e, b) determinar à Superintendência de Controle de Obrigações que notifique a interessada sobre a presente decisão. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. JOÃO BATISTA RZN Presidente do Conselho ACÓRÃOS 25 JUNHO 203 Processos n /2007 e /2007 Nº 89 - Conselheiro Relator: Rodrigo Zerbone Loureiro. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: BRASIL TLCOM S/A (CNPJ/M nº / ) MNTA: PAO. RCURSO AMINISTRATIVO. SUP- RINTNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. NÃO IMPLANTA- ÇÃO STC COM ACSSOS INIVIUAIS AS CLASSS RSINCIAL, NÃO RSINCIAL TRONCO M LOCALI- AS COM MAIS TRZNTOS HABITANTS. NÃO INS- TALAÇÃO TUP M LOCALIA COM MAIS 00 HA- BITANTS. RCURSO TMPSTIVO. POSSIBILIA R- ORMATIO IN PJUS, PARA CONSIRAÇÃO OS RGIS- TROS ANTCNTS NÃO CONTABILIZAOS NA SAN- ÇÃO, BM COMO M RAZÃO RRO NO CONTAGM PO- PULACIONAL. RAZOABILIA PROPORCIONALIA A OSIMTRIA SOBR O AGRAVAMNTO. RCURSO CO- NHCIO PARA, NO MÉRITO NÃO PROVIO.. A prestadora foi sancionada por descumprimento de metas do PGMU, cometidas em localidades do Rio Grande do Sul. 2. m suas razões recursais, a prestadora sustenta que o impacto econômico das multas aplicadas deve ser obrigatoriamente avaliado. undamenta suas razões com base no Informe nº 49/2008-PBCPA/PBCP, o qual não foi acolhido por este Colegiado. 3. Sustenta ainda argumento também por diversas vezes já afastado por este Conselho iretor, qual seja, a impossibilidade de se imputar à Concessionária a obrigação de fazer o monitoramento inequívoco do crescimento populacional. 4. efende ainda a Recorrente que os danos causados não podem ser presumidos, cabendo à Administração a efetiva demonstração dos prejuízos. Pretende ainda a parte que a Administração faça uso da Tabela SIRA nº 579, e não a 56, uma vez que a ação de fiscalização ocorreu no ano de Todos os argumentos foram satisfatoriamente afastados pela área técnica. 5. Recurso Administrativo conhecido e, no mérito, não provido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 64/203-GCRZ, de 20 de março de 203, integrante deste acórdão: a) conhecer do Recurso Administrativo interposto pela BRASIL TLCOM S/A, CNPJ/M nº / , Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado (STC) no Setor 29 do Plano Geral de Outorgas (PGO), contra decisão da de Universalização exarada por meio do espacho nº 8.753/2009/UNACO/UNAC/SUN, de de dezembro de 2009, que aplicou a sanção de multa pelo descumprimento das metas previstas no art. 4º, inciso I; art. e art. 2, do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico ixo Comutado (PGMU-STC), aprovado pelo ecreto nº 4.769, de 27 de junho de 2003, em localidades situadas no stado do Rio Grande do Sul, para, no mérito, negar-lhe provimento; b) conhecer das alegações apresentadas pela interessada a partir da notificação da possibilidade de agravamento da sanção, para, no mérito, indeferir os pedidos lá constantes; e, c) reformar, de ofício, a decisão consubstanciada no espacho nº 8.753/2009/UNACO/UNAC/SUN, de de dezembro de 2009, para alterar o valor total da multa aplicada, de R$ ,00 (dois milhões, quinhentos e sessenta e cinco mil e quinhentos reais) para R$ ,00 (três milhões, trezentos e oitenta e três mil e cem reais), em virtude da existência de antecedentes em nome da concessionária, bem como de ajustes realizados no cálculo concernentes ao contingente populacional. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Processo nº /2006 Nº 94 - Conselheiro Relator: Jarbas José Valente. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: MPRSA BRASILIRA TLCOMUNICA- ÇÕS S/A (CNPJ/M nº /000-29)
56 56 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 MNTA: PAO. PIO RCONSIRAÇÃO CU- MULAO COM PIO ITO SUSPNSIVO. SUPRIN- TNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. SCUMPRIMNTO MTA PRVISTA NO PGMU/998. PIO RCON- SIRAÇÃO CONHCIO IMPROVIO.. O processo tem por objeto a apuração de não cumprimento da meta estabelecida nos artigo 2, inciso III do Plano Geral de Metas de Universalização do Serviço Telefônico ixo Comutado (PGMU-STC), aprovado pelo ecreto nº 2.592, de 5 de maio de A instrução do presente Processo obedeceu rigorosamente às disposições contidas no Regimento Interno da Anatel, atendendo à sua finalidade, com observância aos princípios do devido processo legal, contraditório e da ampla defesa, conforme dispõem os º e 2º do artigo 50 da Lei nº 9.784/99 - Lei de Processo Administrativo (LPA). 3. Não se verifica ilegalidade, irrazoabilidade ou desproporcionalidade no cálculo ou no montante da multa aplicada, motivo pelo qual ela deve ser mantida, sob a égide do art. 73 da Lei nº 9.472/97 (Lei Geral de Telecomunicações). 4. Não há qualquer ofensa aos princípios da ampla defesa e do contraditório ante a possibilidade de reformatio in pejus, em sede recursal, uma vez que no presente caso a inclusão de antecedentes encontra respaldo no que preceitua o art. 76 da LGT. 5. Pedido de Reconsideração conhecido e improvido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 234/203-GCJV, de de junho de 203, integrante deste acórdão, conhecer do Pedido de Reconsideração interposto para, no mérito, negar-lhe provimento. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Processos n /2008, /2008, /2008 e /2008. Nº 95 - Conselheiro Relator: Marcus Vinícius Paolucci. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrentes/Interessados: BRASIL TLCOM S/A (CNPJ/M nº /000-43) MNTA: PROCIMNTO PARA APURAÇÃO SCUMPRIMNTO OBRIGAÇÕS. SUPRINTNÊNCIA SRVIÇOS PÚBLICOS. RCURSO AMINISTRATIVO. S- CUMPRIMNTO O ART. 0 A LGT. BNS RVRSÍVIS. INRAÇÕS CARACTRIZAAS. CONHCR O RCURSO AR A L PROVIMNTO PARCIAL. INRIR O PIO SIGILO POR SR GNÉRICO.. m alegações preliminares a concessionária sustenta: a incidência de prescrição quinquenal; a ilegalidade do apensamento dos PAOs; a obrigatoriedade de observância do impacto no equilíbrio econômico-financeiro com base no teor do Informe nº 49/2008-PBCPA/PBCP, de 26 de maio de 2008; impossibilidade de presunção de dano - dever de demonstração efetiva do prejuízo alegado. Alegações improcedentes. 2. No mérito alega: ausência de previsão regulamentar; inexistência de bem reversível no caso concreto; responsabilidade da Telebrás face às ações judiciais anteriores à privatização; a possibilidade de substituição dos bens onerados; falta de dosimetria da sanção. Acompanha a área técnica para declarar todas improcedentes. 3. rro material no cálculo da multa, apontado pela Recorrente, na consideração do valor de VB para os casos de substituição dos bens sem a anuência prévia da Anatel. 4. Recurso conhecido e, no mérito, provido parcialmente, no sentido de reduzir a sanção para sanar o erro material apontado. 5. Quanto ao sigilo pleiteado, o requerimento é genérico e não indica quais documentos ou informações constantes dos autos merecem tratamento sigiloso por se enquadrarem nas exceções previstas na Portaria nº 94/20, de 28 de outubro de 20. Pedido indeferido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor, por unanimidade, nos termos da Análise nº 89/203-GCMP, de 4 de junho de 203, integrante deste acórdão: a) conhecer do Recurso interposto em face do espacho nº 9.845/200-SPB, de 25 de outubro de 200, para, no mérito, dar-lhe provimento parcial, no sentido rever o valor da sanção aplicada para o valor de R$ ,03 (duzentos e sessenta e oito mil, quatrocentos e sessenta e oito reais e três centavos), por ocorrência de erro material no cálculo da sanção originária; e, b) indeferir o pedido de sigilo formulado em razão de ser genérico e não indicar quais documentos ou informações constantes dos autos merecem tratamento sigiloso, por se enquadrarem nas exceções previstas na Portaria nº 94/20, de 28 de outubro de 20. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. Processo nº /2006 Nº 00 - Conselheiro Relator: Jarbas José Valente. órum eliberativo: Reunião nº 70, de 20 de junho de 203. Recorrente/Interessado: TLMAR NORT LST S/A - ilial Rio Grande do Norte (CNPJ/M nº /006-55) MNTA: PAO. PIO RCONSIRAÇÃO COM PIO ITO SUSPNSIVO. SUPRINTNÊNCIA UNIVRSALIZAÇÃO. SCUMPRIMNTO MTA UNIVRSALIZAÇÃO. INRAÇÃO AO ARTIGO O PGMU. MULTA R$ ,00. INRAÇÃO CARACTRIZAA.. PAO instaurado em virtude do descumprimento de metas estabelecidas no Plano Geral de Metas de Universalização do Serviço Telefônico ixo Comutado (PGMU-STC), aprovado pelo ecreto nº 4.769, de 27 de junho de 2003, alterado pelo ecreto nº 6.424, de 4 de abril de A instrução do presente Processo obedeceu rigorosamente às disposições contidas no Regimento Interno da Anatel, aprovado pela Resolução nº 270/200, atendendo à sua finalidade, com observância aos princípios do devido processo legal, contraditório e da ampla defesa, conforme dispõem: os º e 2º do artigo 50 da Lei nº 9.784/99 - Lei de Processo Administrativo (LPA), assim COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código como o inciso II do artigo 54 do Regimento Interno da Agência. 3. A infração foi devidamente caracterizada. 4. Os argumentos da recorrente não revelam fatos novos que justifiquem a reforma da decisão. 5. Pedido de Reconsideração conhecido e, no mérito, improvido. ACÓRÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os membros do Conselho iretor da Anatel, por unanimidade, nos termos da Análise nº 74/203-GCJV, de 29 de abril de 203, integrante deste acórdão, conhecer do Pedido de Reconsideração interposto pela empresa TLMAR NORT LST S/A - ilial Rio Grande do Norte, CNPJ/M nº /006-55, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado destinado ao Uso do Público em Geral (STC), em face de decisão proferida pelo Conselho iretor por meio do espacho nº.367/203-c, de 28 de fevereiro de 203, para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendose integralmente a decisão recorrida. Participaram da deliberação o Presidente João Batista de Rezende e os Conselheiros Jarbas José Valente, Marcelo Bechara de Souza Hobaika, Rodrigo Zerbone Loureiro e Marcus Vinícius Paolucci. JOÃO BATISTA RZN Presidente do Conselho 7.350, 6 ZMBRO 202 Processo nº /20. Aplica às entidades relacionadas no anexo I a sanção de caducidade das autorizações para exploração do Serviço Limitado Privado, de interesse restrito, por descumprimento do disposto no 2º do art. 8º da Lei nº 5.070, de 7 de julho de 966, com nova redação dada pelo art. 5 da Lei nº 9.472, de 6 de julho de 997, bem como do estabelecido no artigo 6 do Anexo à Resolução nº 255, de 29 de março de 200. A sanção aplicada não implica isenção de eventuais débitos, decorrentes da autorização anteriormente expedida. Aplica às entidades relacionadas no anexo II a sanção de advertência tendo em vista o pagamento intempestivo da Taxa de iscalização de uncionamento - T. JARBAS JOSÉ VALNT Presidente do Conselho Substituto ANXO I Nome istel CNPJ/CP 00.ASSOCIACAO OS PROUTORS RU / RAIS A RGIAO O CHUMBAO - LIN 002.ANIL RCLA OMINGOS ARLINO ORNACIARI MRSON LUIS MORO HLP MRGNCIAS MICAS LTA / NAVGAÇÃO VAL O RIO OC / S. A.- O C N AV 007.RNATO ANTÔNIO LIMA ANXO II Nome istel CNPJ/CP 00.AONSO CLAUIO PRITURA / NTRPA NGNHARIA LTA / HILÁRIO SCHULZ SBASTIAO ANTUNS SPACHOS O PRSINT m 26 de julho de 202 N o /202-C - Processo n o /2007 O CONSLHO IRTOR A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, examinando o Pedido de Reconsideração apresentado pela TLMAR NORT LST S/A - ilial Amazonas, CNPJ/M nº / , Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado destinado ao Uso do Público em Geral (STC) no Setor 6 do Plano Geral de Outorgas (PGO), em face da decisão proferida pelo Conselho iretor, por meio do espacho nº 8.02/20-C, de 2 de setembro de 20, nos autos do Procedimento para Apuração de escumprimento de Obrigações (Pado) em epígrafe, instaurado a fim de apurar infrações referentes às divergências nas coordenadas geográficas de estações localizadas no estado do Amazonas, decidiu, em sua Reunião nº 655, realizada em 28 de junho de 202, conhecer do Pedido para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo integralmente a decisão recorrida, consoante os termos da Análise nº 260/202-GCRZ, de 4 de junho de 202. m 9 de abril de 203 N o /203-C - Processo n o /2007 O CONSLHO IRTOR A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, examinando o Recurso Administrativo interposto pela TLMAR NORT LST S/A, CNPJ/M nº / , executante do STC Radiotelefônico-stações Terrenas, nos Municípios de Barreirinha e Parintins, no estado do Amazonas, em face da decisão proferida por meio do espacho nº 2.35/20-SR, de 6 de março de 20, do de Radiofrequência e iscalização nos autos do processo em epígrafe, instaurado a fim de apurar infrações técnicas relativas ao serviço, decidiu, em sua Reunião nº 689, realizada em 2 de março de 203, conhecer do Recurso para, no mérito, negarlhe provimento, mantendo integralmente a decisão recorrida, consoante os termos da Análise nº 38/203-GCMM, de 5 de março de 203. m 6 de abril de 203 N o /203 - C - Processo n o /200 O CONSLHO IRTOR A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, examinando o Recurso Administrativo com Pedido de feito Suspensivo, apresentado pela empresa VIVO S/A, CNPJ/M nº /000-64, autorizada do Serviço Móvel Pessoal (SMP), interposto em face da decisão do de Serviços Privados Interino, consubstanciada no Ato nº.599, de 7 de março de 20, que aplicou sanção de multa no valor de R$ 7.000,00 (setes mil reais), pelo descumprimento do artigo 3 do Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, aprovado pela Resolução nº 477, de 7 de agosto de 2007, e do artigo º, 3º, da Lei nº 0.703/2003, nos autos do processo em epígrafe, decidiu, em sua Reunião nº 655, realizada em 28 de junho de 202, conhecer do Recurso Administrativo para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo-se as sanções aplicadas, pelas razões e fundamentos constantes da Análise nº 457/202-GCR, de 22 de junho de 202. m 24 de maio de 203 N o /203-C - Processo n o /2007 e apensos O CONSLHO IRTOR A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, examinando o Recurso Administrativo interposto pela TLMAR NORT LST S/A - ilial Ceará, CNPJ/M nº /005-74, Concessionária do Serviço Telefônico ixo Comutado no setor do Plano Geral de Outorgas, em face do espacho nº 9.03/2009-C, de 23 de dezembro de 2009, nos autos dos processos em epígrafe, que têm por objetivo a averiguação do cumprimento das metas estabelecidas no Plano Geral das Metas de Universalização, aprovado pelo ecreto nº 4.769, de 27 de junho de 2003, decidiu, em sua Reunião nº 697, realizada em 6 de maio de 203, pelas razões e fundamentos constantes da Análise nº 290/203-GCMB, de 3 de maio de 203: a) conhecer do Recurso para, no mérito, negar-lhe provimento; b) não conhecer da petição intitulada "Memorial para ecisão" (fls e anexos), ante a ocorrência da preclusão consumativa; c) receber as alegações de fls e indeferir o pedido ali constante; e, d) reformar, de ofício, a decisão recorrida, para que seja incluído agravante no cálculo da sanção, fixando o valor total da multa em R$ ,00 (vinte e seis milhões, setecentos e doze mil reais). m 25 de junho de 203 N o /203-C - Processo n o /2009 O CONSLHO IRTOR A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICAÇÕS, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, examinando o Recurso Administrativo, com pedido de efeito suspensivo, interposto pela TLMAR NORT LST S/A, Concessionária do STC, Setor do Plano Geral de Outorgas, CNPJ/M nº /000-79, nos autos do processo em epígrafe, em face da decisão do de Serviços Privados, exarada por meio do Ato nº 5.394/200, de 20 de agosto de 200, decidiu, em sua Reunião nº 694, realizada em 25 de abril de 203, pelas razões e fundamentos constantes da Análise nº 56/202- GCMB, de 4 de dezembro de 202, bem como do Voto nº 56/203- JR-PR, de 24 de abril de 203: a) conhecer do Recurso para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo-se a decisão recorrida, que aplicou a sanção de multa no valor de R$ ,20 (duzentos e setenta e um mil, oitocentos e setenta e oito reais e vinte centavos), em razão dos descumprimentos aos arts. 54, inciso III, e 55, ambos do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado pela Resolução nº 727, de 9 de agosto de 20; e, b) fixar prazo de 30 (trinta) dias para que a concessionária comprove a reparação proporcional ao período de interrupção verificado nos autos e, ainda, que: i) os valores correspondentes aos usuários não identificados sejam destinados ao undo de efesa dos ireitos ifusos (), criado pela Lei nº 7.347, de 24 de julho de 985. indo esse prazo, sem a comprovação da reparação, a Superintendência de Controle de Obrigações (SCO) deve, então, adotar as medidas pertinentes para garantir que ela seja efetivada; e, ii) no caso dos usuários que não mais pertençam a base de clientes da Prestadora, determinar à Superintendência que, adote as medidas pertinentes para: ii.) que a prestadora notifique os consumidores que não mais integrem sua base de clientes sobre o crédito existente, solicitando indicação de outro meio para ressarcimento de tais valores, como conta bancária; e, ii.2) que os valores de ressarcimento correspondentes aos usuários que, após notificação, não foram localizados ou não indicaram outra forma de ressarcimento desses valores, sejam destinados ao undo de efesa dos ireitos ifusos. JOÃO BATISTA RZN SUPRINTNÊNCIA RAIORQUÊNCIA ISCALIZAÇÃO SPACHOS O SUPRINTNNT m 2 de maio de 2005 Processo nº /2000. O SUPRINTNNT RAIORQUÊNCIA ISCALIZAÇÃO A AGÊNCIA NA- CIONAL TLCOMUNICAÇÕS, examinando o Recurso Administrativo interposto pela TLRON CLULAR S/A, executante do Serviço Móvel Celular, na cidade de Porto Velho, no stado de Rondônia, nos autos do Processo em epígrafe, decide conhecer do Recurso, para no mérito, negar provimento, mantendo-se desta forma, a sanção de multa recorrida no valor de R$2.078,24 (dois mil e setenta e oito reais e vinte e quatro centavos), aplicada a referida entidade.
57 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN m 8 de abril de 203 N o Processo n o /200. O SUPRINTNNT RAIORQUÊNCIA IS- CALIZAÇÃO A AGÊNCIA NACIONAL TLCOMUNICA- ÇÕS, examinando o Recurso Administrativo interposto pela RÁIO GALÁXIA LTA, executante do Serviço de Radiodifusão Sonora em requência Modulada, no Município de Coronel abriciano, no stado de Minas Gerais, contra decisão do Gerente do scritório Regional da Anatel no Amazonas-R, emanada do espacho nº 2.377, de 28/03/202, nos autos do Processo em epígrafe, que tem por objeto a apuração de infração técnica relativa ao serviço, decide não conhecer do Recurso Administrativo por ausência do pressuposto processual da tempestividade, mantendo integralmente a decisão de multa recorrida no valor de R$2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais), pelas razões e justificativas constantes do Informe nº 47/202-RAT/R, de 07/03/203. MARCUS VINÍCIUS PAOLUCCI GRÊNCIA-GRAL ISCALIZAÇÃO SPACHO O GRNT-GRAL m 30 de dezembro de 2002 Processo nº /2002. Aplica-se a NORT BRA- SIL TLCOM S/A, executante do Serviço Móvel Celular, na cidade de Manaus, no stado do Amazonas, sanção de multa no valor de R$.340,80 (mil trezentos e quarenta reais e oitenta centavos), por infração ao art. 62 da Lei 9.472/97, c/c o Item 8.7, alínea "c" da NGT 20/96. ORLANO LUCA JÚNIOR Substituto SCRITÓRIO RGIONAL NO STAO O AMAZONAS SPACHOS O GRNT m 26 de julho de 202 N o Processo n o /20. Aplica-se a JCONIAS CÉSAR RRIRA, executante não outorgado do Serviço de Radiodifusão Sonora em requência Modulada, no Município de Nova Mamoré, no stado de Rondônia, pelo uso não autorizado de radiofrequência e uso de equipamentos não homologados, sanção de multa no valor de R$4.350,00 (quatro mil, trezentos e cinquenta reais), pelas razões e justificativas constantes do informe n 73/202-RAT/R, de 26/07/202. JOS GOMS PIRS m 26 de abril de 203 N o Processo Nº /202. Aplica-se a ATLANTA RÁIO TÁXI LTA, executante não outorgada do Serviço de Radiotáxi specializado, no Município de Manaus, no stado do Amazonas, pelo uso não autorizado de radiofrequência na exploração do serviço, sanção de multa no valor de R$.634,45 (mil seiscentos e trinta e quatro reais e quarenta e cinco centavos), pelas razões e justificativas constantes do Informe nº 20/202-RAT/R, de 2/04/203. N o Processo Nº /20. Aplica-se a XPRI- IÃO GOMS MARQUS-PP (3 ALARMS SGURANÇA LTRÔNICA LTA-M), executante não outorgada do Serviço special de Supervisão e Controle, no Município de Manaus, no stado do Amazonas, pelo uso de radiofrequência sem autorização na exploração do serviço, sanção de multa no valor de R$ 4.374,2 (quatro mil, trezentos e setenta e quatro reais e doze centavos), pelas razões e justificativas constantes do Informe nº 8/203- RAT/R, de 5/04/203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL ABRICIO LOPOLO OLIVIRA KATAVATIS NVS SUPRINTNÊNCIA SRVIÇOS PRIVAOS.599, 7 MARÇO 20 Processo nº /200. Aplicar à VIVO S.A., CNPJ n.º /000-64, a pena de MULTA, com fundamento no art. 73, inciso II, da Lei n.º LGT, de 6 de julho de 997, no inciso II do artigo 4º, no artigo 7º e no inciso II do artigo 8º, todos do Regulamento de Aplicação de Sanções Administrativas, aprovado pela Resolução n.º 344, de 8 de julho de 2003, no valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais) pela infração ao art. 3 da Resolução n.º 477/2007, bem como ao art. º, 3º, da Lei 0.703/2003. IRCU BARAVIRA Interino 2.644, 9 ABRIL 203 Processo nº /203. Aplica à empresa NIPPY NT INORMATICA LTA., CNPJ nº /000-32, a sanção de advertência, pela inobservância do prazo de 60 dias, para comunicar a Anatel as alterações contratuais, que contemplaram a pelo código transferência de controle societário, contados do registro no órgão competente, violação do art. 39 do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado pela Resolução nº 272, de 9 de agosto de 200. IRCU BARAVIRA Substituto 2.645, 9 ABRIL 203 Processo nº /203. Aplica à empresa ABC NT TLCOMUNICACOS TCNOLOGIA - IRLI., CNPJ nº /000-99, a sanção de advertência, pela inobservância do prazo de 60 dias, para comunicar a Anatel as alterações contratuais, que contemplaram a transferência de controle societário, contados do registro no órgão competente, violação do art. 39 do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado pela Resolução nº 272, de 9 de agosto de 200. IRCU BARAVIRA Substituto 2.709, 24 ABRIL 203 Processo nº /203. Aplica à empresa RON- ON-TLCOM LTA-M., CNPJ nº /000-55, a sanção de advertência, pela inobservância do prazo de 60 dias, para comunicar a Anatel as alterações contratuais, que contemplaram a transferência de controle societário, contados do registro no órgão competente, violação do art. 39 do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado pela Resolução nº 272, de 9 de agosto de 200. IRCU BARAVIRA Substituto SUPRINTNÊNCIA ISCALIZAÇÃO GRÊNCIA RGIONAL NOS STAOS GOIÁS, MATO GROSSO, MATO GROSSO O SUL TOCANTINS 4.07, 4 JULHO 203 Processo nº /203. xtingue, por cassação, a partir da data de validade da licença indicada para cada entidade, as autorizações do Serviço Rádio do Cidadão, de interesse restrito, expedidas às entidades abaixo relacionadas, tendo em vista o advento do termo final da outorga de autorização de uso de radiofrequência associada. A extinção não implica isenção de eventuais débitos, decorrentes da autorização anteriormente expedida. NOM A NTIA, CNPJ/CP, ISTL, VALIA /AILSON MARTINS A SILVA, , , 6/2/202 / BOAZ LOPS RRIRA, , , 27/9/202 / CLSO BLNTANI, , , 4/0/202 / CLSO JUARZ A SILVA, , , 6//202 / CICRO RRIRA A COSTA, , , 8/8/202 / CLAUIO GOVAN OS SANTOS, , , 24/7/202 / CLBR NO- LTO MACIL, , , 9/2/202, IRCU SBASTIAO A SILVA, , , 8/8/202 / ION NOGUIRA ALVS, , , 24/7/202 / IVAN GONCALVS IGUIRO, , , 3/3/2008 / PITACIO MNS LIMA, , , 5//202 / RALO S- NA MOURA, , , //202, URIPS BALSANUO PAIVA, , , 3/8/202 / RNANO MARCOS ZUO, , , 3/9/202 / GORG RNANS MIROS, , , 3//202 / GILBRTO ULIANA, , , 3/0/202 / IVAM ARAUJO COSTA, , , 29/7/202 / JSUS RRIRA SOUZA, , , 25/7/202 / JOAO SOUZA LIMA, , , 27/8/202 / JOAQUIM RNANS SOUZA JUNIOR, , , 29//202 / JO- S ALVS COSTA, , , 5/0/202 / JOS ALVS A SILVA JUNIOR, , , 23/7/202 / JURANIR RAUZINO PRIRA ILHO, , , 27//202 / LINAURO JOS VILACA, , , 6/2/202 / LIOMAR NOGUIRA BORGS, , , 20/9/202 / NSTOR P- RO LANIUS, , , 6/9/202 / ORIOVAL- O ALVS LIMA, , , 4/2/202 / PAULINHO LANIUS, , , 9/8/202 / PAU- LO CZA ALVS SOUSA, , , 4/8/202 / PAULO ROBRTO CARVALHO, , , 28//202 / RUBNS BORGS ASSIS, , , 2/8/202 / VALCI SOUZA PA- CHCO, , , 20/8/2009 / VALTR PRI- RA MANHOSO, , , 23/2/202. WLSOM NIZ MACÊO SILVA Gerente SUPRINTNÊNCIA OUTORGA RCURSOS À PRSTAÇÃO 3.930, 25 JUNHO 203 xpede autorização à ARNA PRNAMBUCO NGO- CIOS INVSTIMNTOS S.A., CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. MARCONI THOMAZ SOUZA MAYA 4.099, 8 JULHO 203 Autorizar GLOBO COMUNICACAO PARTICIPACOS S/A, CNPJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Belo Horizonte/MG, no período de 0/07/203 a 0/07/203. RGINA CUNHA PARRIRA Substituto 4.00, 8 JULHO 203 xpede autorização à MORIRA SILVA LTA-PP, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.0, 8 JULHO 203 xpede autorização à SOUZA & CIA LTA - M, CNPJ nº /000-4 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.02, 8 JULHO 203 xpede autorização à W R A COMRCIO RIVA- OS PTROLO LTA, CNPJ nº /000-8 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.03, 8 JULHO 203 xpede autorização à NSIVA. RITAS S- GURANCA LTA - M, CNPJ nº /000-5 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.04, 8 JULHO 203 xpede autorização à VALO UART PAIVA, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.05, 8 JULHO 203 xpede autorização à MNS VIGILANCIA PRIVAA LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA
58 58 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de , 8 JULHO 203 xpede autorização à ALPHA 5 VIGILANCIA SGU- RANÇA PATRIMONIAL LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.07, 8 JULHO 203 xpede autorização à SANVIK MINING AN CONS- TRUCTION O BRASIL S/A, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS 4.08, 8 JULHO 203 xpede autorização à XTRATIVA RTILIZANTS S/A, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.09, 8 JULHO 203 xpede autorização à CONSORCIO TC-PAVOTC-VI- LASA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.0, 8 JULHO 203 xpede autorização à PRA SUL MINRACAO LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4., 8 JULHO 203 xpede autorização à MMX SUST MINRACAO LT- A, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.2, 8 JULHO 203 xpede autorização à UNACAO VILA RICA RAIO TLVISAO UCATIVA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.3, 8 JULHO 203 xpede autorização à YLORA - AGROLORSTAL LT- A., CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA pelo código , 8 JULHO 203 xpede autorização à JAIR NI, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.5, 8 JULHO 203 xpede autorização à PAULA & RIS LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.6, 8 JULHO 203 xpede autorização à SRRA A BORA MINRACAO MTALURGIA SA, CNPJ nº /000-0 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.7, 8 JULHO 203 xpede autorização à GORSG SGURANCA PRIVA- A LTA - M, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.8, 8 JULHO 203 xpede autorização à LORIA AVIACAO AGRICOLA LT- A - M, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.9, 8 JULHO 203 xpede autorização à JOS LUIS ZAMPAR NTTO, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.20, 8 JULHO 203 xpede autorização à CLAUIO OLIVIRA MI- ROS, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.2, 8 JULHO 203 xpede autorização à JOAO IZIORO ZAMPAR, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.22, 8 JULHO 203 xpede autorização à ANTONIO CARLOS LITO, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.23, 8 JULHO 203 xpede autorização à IVANIO LUIZ SARTORTTO, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.24, 8 JULHO 203 xpede autorização à ABIANA CORTINA ZANLLA, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.25, 8 JULHO 203 xpede autorização à AILSON CLAY COSTALL, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.26, 8 JULHO 203 xpede autorização à PROUTIVIA IRRIGACAO COMRCIO SRVIÇOS LTA-PP, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.27, 8 JULHO 203 xpede autorização à CLAUIMAR MARTINS PINTO, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.28, 8 JULHO 203 xpede autorização à CRISTINA ACCACH IRVOLI- NO, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.29, 8 JULHO 203 xpede autorização à RANCISCO MARCHTT, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.30, 8 JULHO 203 xpede autorização à JOAQUIM LUIZ GABRIL MO- RAS, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.3, 8 JULHO 203 xpede autorização à NRY LUIZ OLIVIRA, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA
59 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN , 8 JULHO , 8 JULHO , 8 JULHO 203 xpede autorização à COMPANHIA SNVOLVI- MNTO A PARAIBA CINP, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.33, 8 JULHO 203 xpede autorização à UNACAO VIRGINIUS A GA- MA MLO, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.34, 8 JULHO 203 xpede autorização à SONHO MAGICO INUSTRIA COMRCIO ROUPAS LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.35, 8 JULHO 203 xpede autorização à INS CROCTTA BATISTLLA, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.36, 8 JULHO 203 xpede autorização à SRGIO SCHMIT, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.37, 8 JULHO 203 xpede autorização à BLGRAO SGURANÇA VIGILÂN- CIA LTA-M, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL 4.38, 8 JULHO 203 xpede autorização à SOIR SOIR & CIA LTA, CNPJ nº /000-3 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.39, 8 JULHO 203 xpede autorização à IBMA COMPANHIA BRASILIRA PAPL, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. xpede autorização à ARLINO WALTRICK, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.4, 8 JULHO 203 xpede autorização à ROBRT BOSCH LIMITAA, CNPJ nº /002-3 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.42, 8 JULHO 203 xpede autorização à LORSTAL ALVORAA LORS- TAMNTO RLORSTAMNTO LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.43, 8 JULHO 203 xpede autorização à CONSTRUTORA CITY LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.44, 8 JULHO 203 xpede autorização à SOCIA RAIO MISSORA PARANANS SA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.45, 8 JULHO 203 xpede autorização à PRIRA O TRVO LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.46, 8 JULHO 203 xpede autorização à CONOMINIO O IICIO VI- VNAS O PARQU, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.47, 8 JULHO 203 xpede autorização à TPAR - TRMINAL PORTUARIO ANGRA OS RIS S.A, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. xpede autorização à SINICATO PATRON CON RS COM MISTO MP AM CON RN, CNPJ nº /000-9 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.49, 8 JULHO 203 xpede autorização à C P CAROSO M, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.50, 8 JULHO 203 xpede autorização à CNTRO NSINO SAO LUCAS LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.5, 8 JULHO 203 xpede autorização à JARBAS RANCISCO ANRA-, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.52, 8 JULHO 203 xpede autorização à CNTRO NACIONAL TCNO- LOGIA LTRONICA AVANCAA S.A, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.53, 8 JULHO 203 xpede autorização à UNIM COOP SRV SAU VA- LS TAQUARI RIO PARO LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.54, 8 JULHO 203 xpede autorização à MIGUL SCARPLLINI CAMPOS, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.55, 8 JULHO 203 xpede autorização à TRIBUNAL RGIONAL O TRA- BALHO A 2A RGIAO, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA pelo código RGINA CUNHA PARRIRA RGINA CUNHA PARRIRA
60 60 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de , 8 JULHO , 8 JULHO , 8 JULHO 203 xpede autorização à PRITURA MUNICIPAL BRUSQU, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.57, 8 JULHO 203 xpede autorização à PORTISS VIGILANCIA SGU- RANÇA PATRIMONIAL LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.58, 8 JULHO 203 xpede autorização à SARPAV-MINRAORA LTA, CNPJ nº /000-7 para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA xpede autorização à AQCS LOGISTICA NACIONAL LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.60, 8 JULHO 203 xpede autorização à ALPHA LP TRCIRIZAÇÃO LTA - PP, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.6, 8 JULHO 203 xpede autorização à ABIO BONANTI TIXIRA, CP nº para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA xpede autorização à CONOMINIO JARIM SUL - RI- BIRÃO PRTO, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.63, 8 JULHO 203 xpede autorização à CONCSSIONARIA SPMAR SA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA 4.64, 8 JULHO 203 xpede autorização à GB PROJTOS AGRICOLAS IV LTA, CNPJ nº / para exploração do serviço Limitado Privado submodalidade Serviço de Rede Privado e outorga autorização de uso de radiofreqüência associada a autorização do serviço. RGINA CUNHA PARRIRA COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS SCRTARIA SRVIÇOS COMUNICAÇÃO LTRÔNICA PARTAMNTO ACOMPANHAMNTO AVALIAÇÃO SRVIÇOS COMUNICAÇÃO LTRÔNICA PORTARIAS 8 JULHO 203 O IRTOR O PARTAMNTO ACOMPANHAMNTO AVALIAÇÃO SRVIÇOS COMUNICAÇÃO LTRÔNICA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 9º da Portaria nº 2, de 22 de abril de 202, e tendo em vista o que consta nos processos abaixo, resolve: Art º Aplicar às ntidades abaixo relacionada à penalidade de multa. Art. 2º stas Portarias entram em vigor na data de suas publicações. OCTAVIO PNNA PIRANTI N do Processo ntidade Serviço Município U Sanção Valor (R$) nquadramento Legal Portaria mbasamento da Portaria de Multa / 202 Associação Comunitária Rádio Nova Alvorada do Sul MS Multa 273,66 Inciso XXIX do Art. 40 do ducativa Alvorada M RACOM ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 700, Portaria MC n 858/2008 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ /202 Associação Comunitária Cultural Baependi MG Multa 2.74,59 Incisos XII e XV do Art. 40 Portaria MC n 562/20 Baependiana de Radiodifusão RACOM do ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 70, Portaria MC n 2/203 de 8/7/ /202 Associação Movimento Comunitário Rádio Nova Bacabal MA Multa 547,33 Inciso XXIX do Art. 40 do Portaria MC n 858/2008 RACOM ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 702, Portaria MC n 2/203 de 8/7/ /2009 Associação Comunitária de Rádio RACOM Santo Antônio de Pádua RJ Multa 503,79 Incisos XV e XXII do art. 40 Portaria MC n 858/2008 de Rádio ducação de Pádua M do ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 703, Portaria MC n 2/203 de 8/7/203 Retificar a Portaria nº 689, de 2/2/ / 202 Associação Comunitária de Tatuí Ta t u í SP Multa 223,9 Inciso XXIX do Art. 40 do RACOM ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 704, Portaria MC n 858/2008 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ /202 Sociedade ducadora Patuense Patu RN Multa 552,7 Inciso XXIX do Art. 40 do RACOM ecreto nº 2.65, de 3/6/98 Portaria AA n 705, Portaria MC n 85/994 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ / 20 Associação Comunitária de Apoio Agrolândia SC 279,88 Inciso XV do Art. 40 do ecreto nº 2.65, de 3/6/98 as entidades de Agrolândia RACOM Multa Portaria AA n 706, Portaria MC n 858/2008 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ / 20 Rádio e Televisão CV Ltda Brasília 4.702,03 Alínea "i" do item 2 do art. TV Multa 28 do Regulamento do Serviço de Radiodifusão Portaria AA n 707, Portaria MC n 858/2008 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ / 20 undação Sara Nossa Terra TV Brasília Multa.89,50 Alínea "c" do item 2 do art. 28 do Regulamento do Serviço de Radiodifusão Portaria AA n 708, Portaria MC n 858/2008 de 8/7/203 Portaria MC n 2/ /2009 Rádio Bertioga M Stereo Ltda RT V Bertioga SP Multa.82,22 Caput do art. 3 do ecreto Portaria MC n 85/994 nº 5.37, de 7/02/2005 Portaria AA n 709, Portaria MC n 2/203 de 8/7/203 Retificar as Portarias nºs 559 e 560, ambas de 3//200. Ministério das Relações xteriores GABINT O MINISTRO 377, 4 JULHO 203 O MINISTRO STAO, INTRINO, AS RLAÇÕS XTRIORS, tendo em vista o disposto no artigo 4 do ecreto 7.24/0, alterado pelo ecreto 7.987/3, resolve: pelo código Artigo Aprovar o anexo Regimento Interno Provisório do Conselho de Representantes de Brasileiros no xterior - CRB. Artigo 2 sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. UARO OS SANTOS ANXO RGIMNTO INTRNO PROVISÓRIO O CONSLHO RPRSNTANTS BRASILIROS NO XTRIOR - CRB SÇÃO I - PRÂMBULO Art. º - O presente Regimento regulamenta o ecreto 7.24/0, alterado pelo ecreto 7.987/3, e a Portaria nº 376, de 04 de julho de 203, do Ministério das Relações xteriores. Parágrafo único - As disposições deste Regimento serão implementadas e interpretadas à luz das diretrizes e princípios constantes no artigo º do ecreto 7.24/0, alterado pelo ecreto 7.987/3 ṠÇÃO II - STRUTURA Art. 2º - O CRB se organizará segundo a seguinte estrutura: I - Uma Coordenação-Geral; II - Um Secretariado; III - Coordenações Regionais; IV - Uma Coordenação de Comunicação; V - Grupos de Trabalho Regionais; VI - Grupos de Trabalho Temáticos. º - icará a cargo dos membros do CRB a definição dos
61 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN critérios e de todas as providências para seleção, substituição e afastamento do(s) membro(s) a ocupar cada uma das referidas funções, bem como a estipulação dos períodos de mandato, formas de atuação e objetivos a serem cumpridos, informando o MR das suas decisões. 2º - A seleção dos integrantes da estrutura do CRB respeitará os critérios mínimos, pelos candidatos, de observância rigorosa do código de ética objeto do artigo 5º da Portaria 376, de 04 de julho de 203, e de participação mandatória em pelo menos 2/3 das reuniões presenciais e remotas do Conselho Local. Art. 3º - Caberá à Coordenação-Geral do CRB: I - Receber dos integrantes do CRB sugestões de temas para discussão e linhas de ação; II - efinir as pautas das discussões a serem conduzidas nas instâncias de trabalho do CRB definidas pelo Art. 9º; III - Representar o CRB na interlocução com o MR e outros órgãos e entidades parceiras; IV - Articular-se com as Coordenações Regionais e os Grupos de Trabalho Regionais e Temáticos sobre os tópicos a serem tratados em cada instância; V - Organizar votações sobre temas de interesse do CRB; VI - Propor ao MR programas de trabalho, reuniões temáticas e outras atividades de interesse do CRB; VII - Propor aos integrantes do CRB encaminhamentos e soluções para eventuais problemas e dificuldades que venham a surgir no âmbito do CRB ou entre seus integrantes. Parágrafo único. As competências da Coordenação-Geral poderão ser expandidas a critério do CRB, dentro dos limites do seu mandato e competências. Art. 4º - Caberá ao Secretariado do CRB: I - Tomar nota das sugestões dos membros do CRB e dos grupos temáticos e regionais e encaminhá-las à Coordenação-Geral do CRB; II - istribuir aos membros do CRB as Agendas e Atas das reuniões do CRB; III - Monitorar o fluxo de comunicações emitidas e recebidas no âmbito do CRB; IV - Manter arquivo de todas as comunicações do CRB; V - Coordenar o recebimento das prestações de contas dos integrantes do CRB objeto da seção IV. Art. 5º - Caberá à Coordenação de Comunicação do CR- B: I - Redigir e distribuir as comunicações internas do CRB; II - Redigir e distribuir as comunicações oficiais do CRB ao MR e outros órgãos parceiros; III - ncaminhar as decisões do CRB ao MR, no formato de "Propostas ao Governo Brasileiro"; IV - Administrar o sítio eletrônico do CRB, em parceria com a ivisão das Comunidades Brasileiras no xterior (BR) do MR. único - A critério do CRB, as funções do Secretariado e da Coordenação de Comunicação poderão ser desempenhadas conjuntamente. Art. 6º- A definição, organização, metas e programa de trabalho dos Grupos de Trabalho Regionais e Temáticos ficarão a cargo do CRB, respeitados o seu mandato e as suas competências. SÇÃO III - O UNCIONAMNTO Art.7º - As discussões no âmbito do CRB ocorrerão nas seguintes instâncias: I - m sítio eletrônico próprio; II - Por videoconferência, conferência por skype, audioconferência e outros meios não-presenciais; III - urante as reuniões regionais e temáticas; IV - urante as CBMs; V - m reunião específica do CRB, a ser convocada pelo MR, que a organizará e custeará. Art. 8º - As decisões do CRB serão tomadas preferencialmente por consenso, reservando-se a votação para casos onde não seja possível atingir o consenso. Art. 9º - As decisões que não forem tomadas por consenso serão decididas por meio de votação aberta, com aprovação por maioria simples. º - Nas reuniões presenciais, terão direito a voto somente os membros do CRB presentes na reunião. 2º - Poderão ser organizadas votações por meio eletrônico, com aprovação por maioria simples de todos os membros. Art. 0 - Serão organizadas reuniões periódicas entre a Coordenação-Geral do CRB e o MR para definição de programa de trabalho conjunto. Parágrafo único - As reuniões referidas no caput poderão ocorrer presencialmente ou por videoconferência, audioconferência e outros meios não-presenciais. Art. - urante a CBM ou reunião regional, os participantes deverão selecionar um () Coordenador Regional encarregado de facilitar as atividades do respectivo Grupo Regional e encaminhar relatórios e sugestões à Coordenação-Geral do CRB. Parágrafo único - Os Coordenadores Regionais poderão ser chamados a colaborar com a Coordenação-Geral do CRB em outras tarefas. SÇÃO IV - PRSTAÇÃO CONTAS Art. 2 - Cada um dos Conselhos Locais membros do CRB deverá produzir relatório de prestação de contas anual a ser divulgado junto à comunidade local de sua respectiva jurisdição e enviado ao MR para divulgação no Portal "Brasileiros no Mundo" e no sítio eletrônico do CRB. - Caberá ao CRB definir sistema para prestação de contas periódica sobre suas atividades por meio da elaboração de relatórios sucintos e padronizados, os quais serão enviados à ivisão das Comunidades Brasileiras no xterior do MR e publicados no "Portal Brasileiros no Mundo" e no sítio eletrônico do CRB. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Os representantes dos Conselhos Locais no CRB prestarão contas da sua participação nas atividades do CRB e nos eventos indicados no artigo 7 na forma definida por cada Conselho Local, dando conhecimento dessa iniciativa ao CRB, para fins de registro e divulgação. 3 - As prestações de contas deverão incluir discriminação de projetos, recursos eventualmente recebidos do Governo brasileiro e de terceiros e relatório dos pagamentos efetuados. 4 - O MR disponibilizará formulário destinado a padronizar as prestações de contas, o qual poderá vir a ser aperfeiçoado pelo CRB. Art. 3 - A Coordenação-Geral do CRB deverá produzir balanço geral anual dos trabalhos do grupo. Art. 4 - O MR enviará aos membros do CRB relatório anual contendo balanço das ações governamentais implementadas em benefício das comunidades brasileiras no exterior, tomando por base as Atas Consolidadas de emandas dos Brasileiros no xterior. Parágrafo único - O relatório anual do MR será publicado no Portal "Brasileiros no Mundo", no sítio eletrônico do CRB e em outros veículos de comunicação oficial do Ministério. SÇÃO V - OUTROS ISPOSITIVOS Art. 5 - Nos termos do 2º do Art. 4º do ecreto 7.24/0, alterado pelo ecreto 7.987/3, ato do MR designará, após a realização da IV CBM, os membros do CRB e do MR responsáveis pela elaboração do Regimento Interno do CRB em substituição ao presente Regimento provisório, que servirá de base para o novo Regimento. º - O CRB fornecerá ao MR lista de até seis membros designados para desempenharem a tarefa mencionada no caput. 2º Caberá ao CRB definir a forma de articulação e coordenação entre os seis membros indicados e o conjunto dos membros do CRB, ao longo do processo de revisão do regimento. 3º O regimento elaborado nos termos do caput deverá ser submetido ao CRB para aprovação por maioria de dois terços dos seus integrantes e, posteriormente, aprovado em ato do Ministro de stado das Relações xteriores, que o publicará. UNAÇÃO ALXANR GUSMÃO COORNAÇÃO-GRAL AMINISTRAÇÃO, ORÇAMNTO INANÇAS 92, 8 JULHO 203 A COORNAORA-GRAL AMINISTRAÇÃO, ORÇAMNTO INANÇAS A UNAÇÃO ALXANR GUSMÃO, no exercício das atribuições determinadas pela Portaria nº 45, de 28 de dezembro de 2006, publicada no iário Oficial da União do dia 2 de janeiro de 2007, resolve: Art. Retificar, no quadro do art., da Portaria n 42, de 5 de abril de 203, publicada no iário Oficial da União n 72, de 6 de abril de 203, Seção, página 48, em função do Orçamento disponibilizado, conforme a seguir: Onde se lê: 23 BATS RALIZAOS Leia-se: 8 - BATS RALIZAOS. Onde se lê: 87 OBRAS ITAAS Leia-se: 60 OBRAS I TA A S. Art. 2 sta Portaria entrará em vigor a partir de sua publicação.. MARCIA MARTINS ALVS Ministério de Minas e nergia AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA SPACHOS O IRTOR-GRAL m 25 de junho de 203 Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta do Processo nº /202-8, decide: (i) não conhecer do requerimento administrativo interposto pela Companhia stadual de Geração e Transmissão de nergia létrica - C-GT, como Pedido de Reconsideração, haja vista sua intempestividade; (ii) conhecer do requerimento administrativo interposto pela C-GT como exercício do direito de petição, para no mérito, negar-lhe provimento, haja vista a inexistência de ilegalidade passível de reconhecimento de ofício pela Administração Pública, mantendo, na íntegra, a Resolução Normativa nº 52, de de dezembro de 202, que dispõe sobre o cálculo da alocação inicial de cotas de garantia física e potência, da definição dos Contratos de Comercialização de nergia létrica no Ambiente Regulado - CCAR sujeitos à cessão compulsória e redução de montantes, e da revisão extraordinária das tarifas de distribuição, nos termos da Medida Provisória nº 579, de de setembro de 202; e (iii) não conhecer do pedido de concessão, incidental, da suspensão de penalidade a ser imposta a C-GT decorrente da falta de lastro de energia e potência, haja vista a perda de objeto. m 2 de julho de 203 Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta do Processo nº /202-6, resolve conhecer e não dar provimento ao Recurso Administrativo interposto pela empresa unil nergia S.A. em face do espacho nº 2.68/202, emitido pela Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração - SRG, que negou provimento ao requerimento apresentado pela Recorrente de desconsideração dos meses de janeiro, fevereiro, maio, junho, julho, setembro e outubro de 200 e fevereiro, maio, junho, julho, agosto e setembro de 20 do cálculo de geração média da Pequena Central Hidrelétrica unil. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da diretoria e o que consta no Processo nº / resolve: voto por indeferir o pleito da RBT de alteração das datas de entrada em operação comercial das instalações de transmissão integrantes do objeto do Contrato de Concessão n o 22/2009, constantes dos termos de liberação parcial (TL ONS 68/P/0/202, TL ONS 00/P//203 e TL ONS 002/P//203), e ratificar as datas de 0 de setembro de 202 para o Compensador stático de Reativos da S Rio Branco 230 kv e 3 de janeiro de 203 para as Linhas de Transmissão 230 kv Porto Velho - Abunã e Abunã - Rio Branco. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da iretoria e tendo em vista o que consta do Processo nº /202-8, decide (i) conhecer e negar provimento ao recurso interposto pela CB istribuição S.A.; (ii) manter a decisão exarada pela Superintendência de Mediação Administrativa, Ouvidoria Setorial e Participação Pública - SMA, no sentido de determinar que a CB istribuição S.A. efetue o ressarcimento pelos danos causados na geladeira do Sr. Heitor Leal Neto, nos termos do art. 208 da Resolução Normativa n o 44, de 5 de setembro de 200; (iii) indeferir o pleito de ressarcimento do telefone sem fio tendo em vista a inexistência do nexo de causalidade; (iv) indeferir o pleito de ressarcimento do No break, Bomba e Portão eletrônico em virtude da intempestividade do pleito; e (v) determinar que esta decisão seja cumprida até 5 (quinze) dias após a sua publicação. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta do Processo nº /203-, decide por: (i) estabelecer a data de entrada em operação comercial da subestação Ijuí 2, 7 de abril de 203, como a data de início do uso do sistema de transmissão pelas distribuidoras epartamento Municipal de nergia de Ijuí - MI, Hidroelétrica Panambi S/A. - HIROPAN, COPRL Cooperativa de nergia - COPRL e Cooperativa Regional de nergia e esenvolvimento Ijuí Ltda. - CRILUZ; (ii) estabelecer o prazo de 5 dias para que Operador do Sistema létrico Nacional - ONS, MI, HIROPAN, COPRL, CRILUZ e Rio Grande nergia S.A. - RG, RS nergia e C-GT celebrem os CUST e os CCT ainda não celebrados, sendo os encargos devidos desde 7 de abril de 203; e (iii) autorizar à RG e ao ONS celebrarem termo aditivo ao CUST mantendo os MUST associados ao atendimento às cargas da região de Ijuí enquanto não estiverem em operação as instalações das distribuidoras supridas pela RG necessárias à realocação das cargas da região. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta do Processo nº /202-3, decide conhecer do recurso interposto pela Companhia Campolarguense de nergia - COCL em face do Auto de Infração nº 49/203, lavrado pela Superintendência de iscalização conômica e inanceira, por inadimplemento no envio do Balancete Mensal Padronizado - BMP, competências junho a julho de 202, e de itens da Prestação Anual de Contas - PAC do exercício 20, para, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reduzindo a multa aplicada para R$ 800,00 (oitocentos reais), a ser recolhida conforme a legislação vigente. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da iretoria e tendo em vista o que consta do Processo nº /202-00, resolve conhecer do Recurso Administrativo interposto pela Amazonas istribuidora de nergia S.A. e, no mérito, negar-lhe provimento para manter, na íntegra, a multa de R$ ,23 (cinquenta e seis mil, quatrocentos e cinco reais e vinte e três centavos), a serem recolhidos conforme a legislação vigente, imposta pelo Auto de Infração nº /203-S, por infração relacionada à violação dos índices de qualidade do teleatendimento em agosto, outubro e dezembro de 20. Nº O IRTOR-GRAL A AGÊNCIA NACIONAL NRGIA LÉTRICA - ANL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da diretoria e o que consta no Processo nº /202-05, resolve conhecer e negar provimento ao recurso interposto pelo consumidor Zilli Transportes Ltda. em face do espacho nº 7/203, emitido pela Superintendência de Mediação Administrativa, Ouvidoria Setorial e Participação Pública, no sentido de manter a cobrança por consumo não faturado, efetuada pela Amazonas istribuidora de nergia S.A. - Am. ROMU ONIZT RUINO
62 62 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 SUPRINTNÊNCIA CONCSSÕS AUTORIZAÇÕS GRAÇÃO SPACHOS O SUPRINTNNT m 8 de julho de 203 Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano I, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: /203-. Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano II, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano III, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano IV, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano V, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano VI, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: / Interessado: Parque ólico Tucano Ltda. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Tucano VII, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kw de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Biritinga, estado da Bahia. Nº Processo nº: / Interessado: Rialma nergia ólica S.A. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Harmonia I, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Tinguá, estado do Ceará. Nº Processo nº: / Interessado: Rialma nergia ólica S.A. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Harmonia III, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada no município de Tinguá, estado do Ceará. Nº Processo nº: / Interessado: Rialma nergia ólica S.A. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Harmonia IV, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada nos municípios de Ubajara a Ibiapina, estado do Ceará. Nº Processo nº: / Interessado: Rialma nergia ólica S.A. ecisão: Registrar o recebimento do requerimento de outorga da OL Harmonia V, e de seu sistema de transmissão de interesse restrito, com kW de potência instalada, visando à produção independente de energia, localizada nos municípios de Ubajara a Ibiapina, estado do Ceará. A íntegra destes espachos consta nos autos e encontra-se disponível no endereço eletrônico HUMBRTO CUNHA OS SANTOS Substituto SUPRINTNÊNCIA ISCALIZAÇÃO CONÔMICA INANCIRA SPACHOS O SUPRINTNNT m 8 de julho de 203 Nº Processo nº / Interessada: Cooperativa de istribuição de nergia Teutônia - Certel nergia. ecisão: Anuir à dação de recebíveis em garantia, pela Interessada, do pelo código financiamento no BASUL esenvolvimento S.A. no valor de até R$ ,00 (sete milhões de reais) para investimentos na área de delegação da Interessada. Nº Processo nº / Interessada: letrosul Centrais létricas S.A. ecisão: não anuir à prestação de garantia, na forma de aval, pela Interessada, no valor de até R$ ,00 (quarenta e nove milhões de reais), para a missão de Notas Promissórias pela Santa Vitória do Palmar Holding S.A., tendo em vista o não atendimento dos requisitos estabelecidos pelo artigo 6º da Resolução Normativa nº 532 de 203. Nº ocumento nº / Interessada: Companhia stadual de istribuição de nergia létrica. ecisão: Não anuir à dação de recebíveis em garantia, pela Interessada, no valor de até R$ ,00 (cento e quarenta e cinco milhões de reais), em razão do risco de comprometimento da operacionalização e da continuidade da prestação do serviço. A íntegra destes espachos consta dos autos e estará disponível em: ANTONIO ARAÚJO A SILVA RTIICAÇÃO No espacho nº.58, de 5 de maio de 203, publicado no iário Oficial da União do dia 6 de maio de 203, Seção, página 70, onde se lê: "mensais", leia-se: "para cada certame". SUPRINTNÊNCIA GSTÃO STUOS HIRONRGÉTICOS SPACHOS O SUPRINTNNT m 5 de julho de 203 Nº Processo nº / ecisão: (i) revogar os espachos nº 336 e nº 339, de 3/2/203; e (ii) restaurar a vigência do espacho nº 2.92, de 4/7/20, restabelecendo a condição de ativo do registro para a realização do Projeto Básico da PCH oz do Biriba, no stado do Rio Grande do Sul, concedido à empresa CRTL - Cooperativa Regional de esenvolvimento Teutônia. Nº Processo nº /20-2. ecisão: (i) revogar os espachos nº 338 e nº 339, de 3/2/203; e (ii) restaurar a vigência do espacho nº 2.90, de 4/7/20, restabelecendo a condição de ativo do registro para a realização do Projeto Básico da PCH Barra de erro, no stado do Rio Grande do Sul, concedido à empresa CRTL - Cooperativa Regional de esenvolvimento Teutônia. Nº Processo nº / ecisão: (i) revogar os espachos nº 337 e nº 339, de 3/2/203; e (ii) restaurar a vigência do espacho nº 2.9, de 4/7/20, restabelecendo a condição de ativo do registro para a realização do Projeto Básico da PCH Linha Carvalho, no stado do Rio Grande do Sul, concedido à empresa CRTL - Cooperativa Regional de esenvolvimento Teutônia. A íntegra destes espachos consta dos autos e estará disponível em m 8 de julho de 203 Nº Processo: / ecisão: (i) estabelecer o prazo até 8/4/204 para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Lajeado Grande ou espraiado e seus afluentes, Lajeado dos Amâncios e Lajeado do Vuca, sub-bacia 7, localizados no stado de Santa Catarina, de titularidade da Senhora Jaqueline Branco Pucci; e (ii) revogar o espacho nº 2.037, de º/7/203. Nº Processo: / ecisão: (i) estabelecer o prazo até 0/4/204 para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do rio Marmeleiro, sub-bacia 65, localizado no stado do Paraná, de titularidade do Senhor Idiomar Zanella; e (ii) revogar o espacho nº.862, de 3/6/203. Nº Processo: / ecisão: (i) estabelecer o prazo até 7/4/204 para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio ourados, no trecho entre a nascente e o remanso do reservatório da PCH ntre Pontes, sub-bacia 60, localizado no stado de Goiás, de titularidade da empresa Casa orte S.A.; e (ii) revogar o espacho nº.872, de 3/6/203. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 23/4/204 o prazo estabelecido no espacho nº 7, de 4 de janeiro de 203, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Arroio Penteado, afluente do Rio Pelotinhas, localizado na subbacia 70, bacia hidrográfica do rio Uruguai, no stado de Santa Catarina, solicitado pela Senhora Priscila Mattos Concatto. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 23/4/204 o prazo estabelecido no espacho nº 3.088, de 4 de outubro de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio Santa Quitéria e seus afluentes, os Rios Central e do Ouro, sub-bacia 64, bacia hidrográfica do Rio Paraná, no stado do Paraná, solicitado pela empresa Priscila Mattos Concatto - M. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 3/6/204 o prazo estabelecido no espacho n.327, de 24 de abril de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio Iracema, sub-bacia 74, localizado no stado de Santa Catarina, solicitado pela Senhora rna Muller Prass. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 4/4/204 o prazo estabelecido no espacho nº 622, de 27 de fevereiro de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Ribeirão ouradinho e seu afluente Ribeirão Ariranha, localizados na sub-bacia 60, bacia hidrográfica do rio Paraná, no stado de Goiás, solicitado pela empresa Churrascaria Sucal Ltda. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 9/4/204 o prazo estabelecido no espacho nº 4.640, de 2 de dezembro de 20, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio do Mel, da nascente à sua foz no rio Uruguai, localizado na sub-bacia 74, no stado do Rio Grande do Sul, solicitado pela empresa Aquapura Indústria de Águas nvasadas M. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para //203 o prazo estabelecido no espacho nº 3.68, de 0 de outubro de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio Paraitinga e seus afluentes, os Córregos da Mata e do Meio, sub-bacia 58, bacia hidrográfica do Atlântico - Trecho Leste, no stado de São Paulo, solicitado pela empresa B nergia S.A. (nova razão social da empresa Paraitinga nergética S.A.). Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 7/4/204 o prazo estabelecido no espacho n.558, de 6 de maio de 203, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio Waldomeira, sub-bacia 65, localizado no stado do Paraná, solicitado pela empresa Comércio de Água Mineral São Pedro Ltda. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 8/4/204 o prazo estabelecido no espacho n.443, de 30 de abril de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Lajeado dos Portões, afluente pela margem direita do Rio Pelotas, sub-bacia 70, localizado no stado de Santa Catarina, solicitado pela Senhora Jaqueline Branco Pucci. Nº Processo: / ecisão: (i) prorrogar para 4/4/204 o prazo estabelecido no espacho nº.5, de 5 de abril de 202, para entrega dos studos de Inventário Hidrelétrico do Córrego Água Limpa, localizado na sub-bacia 24, bacia hidrográfica do rio Tocantins, no stado de Goiás, solicitado pela empresa Construnível Construtora Ltda. A íntegra destes espachos consta dos autos e estará disponível em Nº Processo nº / ecisão: i) Homologar a alteração da área do reservatório principal do aproveitamento São João da Barra de 4,20 km² para 4,26 km² ii) isponibilizar esse aproveitamento para solicitação de registro nos termos da Resolução n 42, de 5 de outubro de 200 iii) stabelecer que os estudos técnicos bem como a nota técnica que fundamentou essa alteração serão incorporados aos anexos técnicos do referido inventário e estarão disponíveis para consulta por qualquer interessado. Nº Processo nº / ecisão: i) Não aprovar o projeto básico da PCH São João da Barra, com potência estimada de 28,80 MW, situada no rio São João da Barra, sub-bacia 7, bacia hidrográfica do rio Amazonas, no estado de Mato Grosso, apresentado pela São João da Barra nergética Ltda., pelo não enquadramento do Aproveitamento proposto no Projeto como PCH, conforme estabelecido no Art. 4 da Resolução n 652, de 9 de dezembro de 2003 ii) Transferir para a condição de inativo o registro para a elaboração dos estudos da PCH São João da Barra iii) Revogar os espachos n 2.789, de 27 de novembro de 2006, e n 2.982, de 5 de dezembro de Nº Processo: / ecisão: (i) não conceder o registro para a realização da Revisão dos studos de Inventário Hidrelétrico do Rio Paraná, no trecho compreendido entre o canal de fuga da UH Porto Primavera (ngº Sérgio Motta) e o remanso do reservatório da UH Itaipu, sub-bacia 64, nos stados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, solicitado pela empresa RR Consultores Associados Ltda., inscrita no CNPJ sob o n o /000-2, devido ao disposto no inciso ii do espacho nº 483, de 26 de fevereiro de 203. Nº Processo nº: /20-6. ecisão: (i) Aceitar os studos de Inventário Hidrelétrico do Ribeirão da Vargem, localizado na sub-bacia 83, no estado de Santa Catarina, apresentado pelas empresas Heidrich Industrial Mercantil e Agrícola S.A, e Heidrich S.A. Cartões Reciclados, inscritas no CNPJ sob os n s / e / A íntegra destes espachos (e seus anexos) consta dos autos e estará disponível em ONIR JOSÉ OS RIS
63 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS RSOLUÇÃO N o - 25, 8 JULHO 203 O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NA- CIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍ- VIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, tendo em vista as disposições da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 997, da Lei n o 2.276, de 30 de junho de 200, da Lei n o 2.304, de 02 de agosto de 200, da Lei n o 2.35, de 22 de dezembro de 200, da Resolução de iretoria nº 65, de 26 de junho de 203, em conformidade com os Contratos para xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural e CONSIRANO: Que, nos termos do art. 20 da Constituição ederal, pertencem à União os recursos minerais, inclusive os do subsolo, bem como os recursos naturais em geral da plataforma continental e da zona econômica exclusiva; Que, na forma da Constituição, o desenvolvimento nacional é um dos objetivos da República ederativa do Brasil (art. 3º) e que, nos termos do art. 74 º tal desenvolvimento deverá ser equilibrado; Que, conforme o caput e incisos I, II e IV do art. º, inciso I do art. 2º, inciso IX do art. 8º e inciso I do art. 44 da Lei nº 9.478/997, e também conforme o inciso IX do art. 2º e inciso V do art. 30 da Lei nº 2.35/200, a exploração dos recursos energéticos brasileiros, em especial os petrolíferos, se dará de forma racional, conservativa e ambientalmente sustentável. Que, consoante os arts. 7º e 8º da Lei nº 9.478/997, cumpre à ANP a tarefa de regular, contratar e fiscalizar as atividades da Indústria do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil; Que a Individualização da Produção é um instituto jurídico mundialmente conhecido e eficaz para evitar a Produção depredatória de Jazidas petrolíferas que se estendam além da área outorgada a um detentor de direitos de xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural; Que a Individualização da Produção deverá seguir as Melhores Práticas da Indústria de Petróleo; Que o art. 34 da Lei nº 2.35/200 atribui à ANP a regulação dos procedimentos e diretrizes para elaboração dos Acordos de Individualização da Produção, na forma disciplinada pelos arts. 33 a 4 do mesmo estatuto legal; torna público o seguinte ato: CAPÍTULO I O OBJTO Art. º. sta Resolução tem por objeto regular o Procedimento de Individualização da Produção de Petróleo e Gás Natural, que deve ser adotado quando se identificar que uma Jazida de Petróleo, Gás Natural ou outros hidrocarbonetos fluidos se estende além de um Bloco concedido, cedido onerosamente ou contratado. CAPÍTULO II AS INIÇÕS Art. 2º. Para os fins previstos nesta Resolução, consideramse, além das definições contidas na Lei nº 9.478/97, na Lei n o 2.35/0 e nos Contratos de Concessão para xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural, as seguintes: I.Acordo de Individualização da Produção: acordo celebrado entre as partes, após a eclaração de Comercialidade, para esenvolvimento e Produção unificados de Jazida Compartilhada, com conteúdo mínimo indicado no art. 3 desta Resolução e contendo o Plano de esenvolvimento individualizado; II.Área Individualizada: polígono definido pela projeção em superfície da(s) Jazida(s) Compartilhada(s) objeto do Acordo de Individualização da Produção; III.Área não Contratada: toda e qualquer área que não seja objeto de Contrato de Concessão, Contrato de Cessão Onerosa ou Contrato de Partilha de Produção; IV.Área sob Contrato: Bloco ou Campo objeto de um Contrato de Concessão, Contrato de Cessão Onerosa ou Contrato de Partilha de Produção; V.Barril de Óleo quivalente (Boe): unidade utilizada pela Industria do Petróleo para quantificar e comparar a energia relativa a volumes de diferentes combustíveis, onde bbl de Petróleo = Boe? BTU?.700 KWh. VI.Cessionária: a PTROBRAS, na condição de parte do Contrato de Cessão Onerosa celebrado com a União, por intermédio do Ministério de Minas e nergia e do Ministério da azenda; VII.Compromisso de Individualização da Produção: instrumento celebrado após a eclaração de Comercialidade que formaliza a alocação da Produção de Jazida Compartilhada que se estende por Áreas sob Contrato distintas, cujos direitos de xploração e Produção pertencem à mesma empresa ou a consórcio de idêntica composição e mesmos percentuais de participação; VIII.Concessionário: empresa ou consórcio que houver firmado Contrato de Concessão para xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural com a União, por intermédio da ANP; IX.Contratado: a PTROBRAS ou, quando for o caso, o consórcio por ela constituído com o vencedor da licitação para a xploração e Produção de Petróleo, de Gás Natural e de outros hidrocarbonetos fluidos em regime de Partilha de Produção; X.Jazida Compartilhada: Reservatório ou Jazida que se estende além de uma determinada Área sob Contrato; XI.Laudo Técnico: parecer que, na ausência de Acordo de Individualização da Produção voluntariamente firmado entre as Partes,servirá de base para determinar a forma como serão apropriados os direitos e obrigações sobre a Jazida Compartilhada; XII.Obrigação ivisível: prestação que tem por objeto uma coisa ou fato suscetíveis de divisão. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código XIII.Obrigação Indivisível: prestação que tem por objeto uma coisa ou fato não suscetíveis de divisão por natureza, por motivo de ordem econômica, ou dada a razão determinante do negócio jurídico. XIV.Operador da Área Individualizada: empresa responsável pela condução, direta e indireta, das atividades de xploração, Avaliação, esenvolvimento, Produção e de desativação das instalações. XV.Parte: o Concessionário, a Cessionária, o Contratado sob o regime de Partilha de Produção ou a União, conforme for o caso, enquanto participantes do Procedimento de Individualização da Produção; XVI.Participação: proporção que cabe aos detentores de direitos de xploração e Produção sobre as Áreas sob Contrato e não Contratadas na Jazida Compartilhada, definida preferencialmente a partir do percentual do Volume Original de Óleo quivalente da Jazida Compartilhada sob cada área; XVII.Pré-acordo de Individualização da Produção: entendimento formalizado entre as possíveis Partes que pode incluir o planejamento conjunto das atividades de Avaliação da Jazida Compartilhada, bem como a definição de princípios que deverão embasar a celebração do Acordo de Individualização da Produção e o desenvolvimento da Jazida Compartilhada; XVIII.Procedimento de Individualização da Produção: regramento a ser observado para a elaboração do Acordo de Indidualização da Produção e do Compromisso de Individualização da Produção; XIX.Redeterminação: alteração da Participação estabelecida no Acordo de Individualização da Produção ou no Compromisso de Individualização da Produção; XX.Volume Original de Óleo quivalente (VO): quantidade de Barris de Óleo quivalente correspondente aos Volumes Originais in situ de Petróleo e Gás Natural da Jazida Compartilhada. CAPÍTULO III AS COMUNICAÇÕS PROCIMNTOS Art. 3º. A partir da constatação da existência de uma Jazida Compartilhada, o Operador deverá comunicar formalmente este fato à ANP, no prazo de dez dias úteis. Paragrafo único. A ANP notificará a(s) Parte(s) envolvida(s) quando identificar a possibilidade de existência de uma Jazida Compartilhada, devendo a(s) Parte(s) confirmar ou rejeitar tal possibilidade dentro do prazo de cento e oitenta dias, a ser contado a partir da data de recebimento da notificação. Art. 4º. Quando se tratar de Jazida Compartilhada por Áreas sob Contrato com direitos de xploração e Produção detidos por diferentes empresas ou consórcios, estes deverão celebrar um Acordo de Individualização da Produção. Art. 5º. Quando se tratar de Jazida Compartilhada por Área não Contratada, a União celebrará com as Partes um Acordo de Individualização da Produção, com base nas avaliações conjuntas realizadas pelas Partes e pela ANP, cujos termos e condições obrigarão o futuro Concessionário ou Contratado. º. Caso a Jazida Compartilhada se localize na Área do Pré-sal ou em Áreas stratégicas e se estenda por Área não Contratada, a União será representada pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PP- SA). 2º. Caso a Jazida Compartilhada não se localize na Área do Pré-sal ou em Áreas stratégicas e se estenda por áreas não concedidas, a União será representada pela ANP. Art. 6º. Quando se tratar de Jazida Compartilhada por Áreas sob Contrato com direitos de xploração e Produção detidos pela mesma empresa ou consórcio de idêntica composição e mesmos percentuais de participação, este deverá firmar um Compromisso de Individualização da Produção. Parágrafo único. A proposta de Compromisso de Individualização da Produção deverá ser submetida à avaliação e aprovação da ANP no prazo de 80 (cento e oitenta) dias, contados a partir da apresentação da eclaração de Comercialidade da Jazida Compartilhada, exceto nos casos descritos no art. 36 da presente Resolução e quando houver produção antecipada, autorizada pela ANP. Art 7º. Na ausência de dados e informações suficientes para avaliar a extensão da Jazida Compartilhada e definir as Participações, as possíveis Partes deverão realizar atividades de Avaliação previstas em um único Plano de Avaliação de escoberta e poderão celebrar um Pré-acordo de Individualização da Produção. Parágrafo único. Uma cópia do Pré-acordo de Individualização da Produçâo, caso existente, deverá ser enviada à ANP, juntamente com o correspondente Plano de Avaliação de escoberta de Petróleo ou Gás Natural, submetido à aprovação da ANP. Art. 8º. A ANP determinará o prazo para que as Partes celebrem o Acordo de Individualização da Produção, observadas as diretrizes do CNP. Art. 9. As Partes deverão informar trimestralmente a evolução das negociações para a celebração do Acordo de Individualização da Produção, a partir da determinação de prazo referida no art. 8 desta Resolução, apresentado as seguintes informações, dentre outras: I - Cronograma de atividades; II - ivisão de direitos e obrigações das Partes, que envolverem ou impactarem a União e o interesse público; III - studos realizados. Art. 0. eclarada a comercialidade de uma Jazida Compartilhada por qualquer das Partes, o prazo para apresentação do Plano de esenvolvimento da área objeto de Individualização da Produção será o prazo definido para apresentação do Acordo de Individualização da Produção. Art.. O esenvolvimento e a Produção da Jazida Compartilhada ficarão suspensos enquanto não aprovado o Acordo de Individualização da Produção, exceto nos casos autorizados e sob as condições definidas pela ANP. Parágrafo único. A autorização de que trata o caput deste artigo deverá ser tecnicamente justificada e solicitada formalmente por pelo menos uma das Partes ou expedida de ofício pela ANP. Art. 2. O Acordo de Individualização da Produção e o Compromisso de Individualização da Produção serão submetidos à prévia aprovação da ANP e serão anexados aos respectivos contratos por termo aditivo. º. A ANP deverá se manifestar em até 60 (sessenta) dias, contados do recebimento da proposta dos instrumentos referidos no caput. 2º. A ANP poderá solicitar informações adicionais sobre os instrumentos referidos no caput ou sua alteração, devendo ser atendida no prazo de 60 (sessenta) dias. 3º.O prazo de que trata o º deste artigo será interrompido sempre que a ANP solicitar informações adicionais e será reiniciado a partir do recebimento de tais informações na ANP. 4. Os instrumentos referidos no caput surtirão seus efeitos a partir do primeiro dia do mês subseqüente à sua aprovação. CAPÍTULO IV O ACORO INIVIUALIZAÇÃO A PROU- ÇÃO - AIP Art 3. O Acordo de Individualização da Produção deverá conter pelo menos as seguintes informações: I.a identificação da Jazida Compartilhada; II.a definição da Área Individualizada com a delimitação dos polígonos; III.a definição do Operador da Área Individualizada; IV.divisão de direitos e obrigações das Partes, que envolverem ou impactarem a União e o interesse público; V.as Participações na Jazida Compartilhada; VI.a possibilidade de ocorrência de Redeterminações, com seus critérios, condições, prazos, limites e quantidade; VII.os percentuais e regras de conteúdo local, nos termos do Capítulo X desta Resolução; VIII.as obrigações de cada Parte relativas ao pagamento das Participações e Receitas Governamentais e de Terceiros, nos termos do Capítulo IX desta Resolução; IX.a vigência do Acordo de Individualização da Produção; observado o disposto nos 4º e 5º deste artigo. X.os mecanismos de solução de controvérsias; XI.o Plano de esenvolvimento da Jazida Compartilhada objeto de Individualização da Produção. º. Poderá ser incluída no Acordo de Individualização da Produção mais de uma Jazida Compartilhada pelas Partes, discriminadas as Participações em cada uma delas. 2º. Para a definição das Participações, será utilizada, preferencialmente, a proporção do Volume Original de Óleo quivalente da Jazida Compartilhada em cada Área sob Contrato, podendo as Partes submeter outros critérios à avaliação e aprovação da ANP. 3º. Não sendo submetido à avaliação e aprovação da ANP relatório acompanhado de laudo que ateste a equivalência energética entre os volumes de óleo e gás, será utilizada a relação m 3 de Petróleo =.000 m 3 de Gás Natural, medidos sob as condições de referencia de 20 C de temperatura e 0,0325 MPa de pressão. 4º. A vigência do Acordo deverá ser adequada à vigência dos contratos que outorgaram às Partes os direitos de xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural nas Áreas sob Contrato. 5. Caso sejam diferentes os prazos das ases de xploração ou Produção das áreas para as quais a Jazida se estende, a ANP, a seu exclusivo critério, poderá estender a vigência destas ases, respeitadas as disposições legais. 6. Para a elaboração do Acordo, as Obrigações ivisíveis deverão ser cumpridas conforme as regras de cada Contrato e as Obrigações Indivisíveis de acordo com regulamentação da ANP. CAPÍTULO V A INIVIUALIZAÇÃO A PROUÇÃO M ÁRAS NÃO CONTRATAAS Art. 4. Caso a Jazida Compartilhada se estenda por Área não Contratada, o Concessionário, a Cessionária, ou o Contratado deverão submeter à ANP uma proposta preliminar para avaliação da extensão, baseada nos dados e informações disponíveis. º. A ANP comunicará à outra Parte, em até 80 dias do recebimento da proposta, como será avaliada a extensão da Jazida Compartilhada para Área não Contratada. 2º. A União, representada pela ANP, poderá realizar atividades conjuntas de avaliação da Jazida Compartilhada com a outra Parte. 3º. A ANP poderá contratar diretamente a Petrobras para realizar as atividades de Avaliação da Jazida Compartilhada a que se refere o caput. Art. 5. O regime de xploração e Produção a ser adotado para a Área não Contratada independe do regime vigente nas áreas adjacentes. Parágrafo único. Para o atendimento dos incisos III e VII do art. 3 desta Resolução, enquanto não houver licitação, deverão ser adotados para a Área não Contratada, sempre que possível, e até a outorga dos direitos de xploração e Produção sobre ela, os mesmos parâmetros adotados para a Área sob Contrato, independentemente do regime de xploração e Produção a que ela esteja submetida. Art. 6. O Acordo de Individualização da Produção celebrado com a União obrigará o futuro Concessionário ou Contratado a assumir os termos e condições nele definidos. Parágrafo único. Após a outorga dos direitos de xploração e Produção ao futuro Concessionário ou Contratado, as Partes, conjuntamente, poderão submeter à análise e aprovação da ANP eventuais adequações no Acordo de Individualização da Produção. Art. 7. A partir do início da ase de Produção, desde que celebrado o Acordo de Individualização da Produção, a União, com base na proporção de sua Participação na Jazida Compartilhada, rateará os custos de produção e os investimentos concernentes à tapa de esenvolvimento da Produção com a outra Parte. º. O rateamento a que se refere o caput não incluirá qualquer despesa incorrida pelo Concessionário, Cessionário ou Con-
64 64 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 tratado na realização de atividades exploratórias, exceto as decorrentes da Avaliação de uma escoberta, que serão rateadas na forma estabelecida no caput, desde que a União tenha sido previamente notificada, nos termos do art. 3º, e um Pré-Acordo de Individualização da Produção tenha sido firmado, na forma do art. 7 desta Resolução. 2º. A participação da União nos custos e investimentos a que se referem o caput e o º deste artigo será proporcional à razão entre o volume de hidrocarbonetos produzidos no período em que a União for Parte e a recuperação total prevista. 3º. A União não fará qualquer desembolso para arcar com sua participação no rateio a que se refere o caput, devendo sua parcela nos custos de Produção e nos investimentos concernentes à tapa de esenvolvimento ser descontada do quinhão que lhe couber da Produção da Jazida Compartilhada. 4º. O desconto a que se refere o parágrafo anterior não ultrapassará o valor correspondente ao percentual de 20% da Produção mensal da Jazida Compartilhada. Art. 8. Caso a Produção da Jazida Compartilhada seja iniciada sem a devida autorização da ANP, a União não reembolsará qualquer custo ou investimento realizado, sem prejuízo do direito ao ressarcimento da sua parcela do volume produzido. Art. 9. A substituição da União pelo futuro Concessionário ou Contratado deverá ser formalizada por meio de um termo aditivo ao Acordo de Individualização da Produção. Parágrafo único. Os custos referidos no caput e no º do art. 7 e ainda não reembolsados pela União deverão ser relacionados no Termo Aditivo ao Acordo de Individualização da Produção. CAPÍTULO VI O COMPROMISSO INIVIUALIZAÇÃO A PROUÇÃO - CIP Art. 20. O Compromisso de Individualização da Produção deverá conter as seguintes informações: I.a identificação da Jazida Compartilhada; II.a Participação correspondente a cada Área sob Contrato na Jazida Compartilhada; III.os percentuais e regras de conteúdo local, nos termos do Capítulo X desta Resolução; IV.as obrigações de pagamento das Participações Governamentais e de terceiros devidas por cada Contrato, nos termos do Capítulo IX desta Resolução. º. O Compromisso de Individualização da Produção deverá ser apresentado à ANP acompanhado dos estudos e das conclusões que levaram à determinação das Participações. 2º. O Concessionário ou Contratado poderá incluir no Compromisso de Individualização da Produção outras Jazidas Compartilhadas nas áreas envolvidas. 3º. Para a definição das Participações, se utilizará, preferencialmente, a proporção do Volume Original de Óleo quivalente da Jazida Compartilhada presente em cada Área sob Contrato. 4º. Para definição das Participações e Receitas Governamentais e de Terceiros e da repartição do xcedente em Óleo deverão ser observadas as determinações dos contratos que regem as Áreas sob Contrato que contém a Jazida Compartilhada. Art. 2. O Compromisso de Individualização da Produção, após aprovação da ANP, será anexado por termo aditivo aos contratos respectivos. CAPÍTULO VII O ACSSO AOS AOS INORMAÇÕS Art. 22. Para a celebração do Acordo de Individualização da Produção, as Partes garantirão o acesso mútuo aos dados e informações disponíveis e necessários à definição das Participações. Parágrafo único. A obrigatória disponibilização de dados e informações, nos termos do caput, não interferirá nos demais direitos garantidos às Partes pela Resolução n. /20 (ou pela legislação que a suceder) ou pelos contratos de xploração e Produção relativos às respectivas Áreas sob Contrato. Art. 23. Os dados e informações provenientes de Área não Contratada serão tratados como dados públicos, como definido na legislação aplicável. CAPÍTULO VIII AS RTRMINAÇÕS Art. 24. As Redeterminações se efetivarão pela assinatura de Termo Aditivo ao Acordo de Individualização da Produção ou ao Compromisso de Individualização da Produção, desde que tecnicamente justificadas e previamente aprovadas pela ANP. Art. 25. A ANP poderá requerer a realização de Redeterminações, quando tecnicamente justificável. CAPÍTULO IX AS PARTICIPAÇÕS GOVRNAMNTAIS Art. 26. O Acordo de Individualização da Produção deverá tratar das obrigações das Partes quanto às Participações e Receitas Governamentais e de Terceiros devidas, obedecendo ao estabelecido nos contratos que regem as Áreas sob Contrato que contêm a Jazida Compartilhada. Parágrafo único. As obrigações referentes ao pagamento das Participações e Receitas Governamentais e de Terceiros referidas no caput entrarão em vigor a partir da data da aprovação da respectiva Redeterminação pela ANP, não produzindo efeitos retroativos em relação aos pagamentos efetuados. Art. 27. As Participações Governamentais correspondentes à Área não Contratada serão pagas pelo Operador da Área Individualizada ou pelo consórcio, conforme o caso, descontadas da parcela de óleo devida à União. Parágrafo único. Na hipótese dos descontos previstos acima deverão ser observados os preços de referência do petróleo e do gás natural, conforme Resolução específica da ANP. CAPÍTULO X O CONTÚO LOCAL Art. 28. Os compromissos de Conteúdo Local no Acordo e no Compromisso de Individualização da Produção deverão seguir os critérios abaixo: I. Na ase de xploração, as Partes deverão cumprir os compromissos de Conteúdo Local obedecendo ao estabelecido nos contratos que regem as Áreas sob Contrato que contêm a Jazida Compartilhada, sujeitas a fiscalizações individualizadas. II. Na tapa de esenvolvimento da ase de Produção, o compromisso de conteúdo local obedecerá uma proporcionalidade, calculada com base na ponderação entre (i) os Volumes Originais de Óleo quivalente (VO) das áreas objeto de Individualização e (ii) os respectivos compromissos de Conteúdo Local estabelecidos nos contratos que regem as Áreas sob Contrato que contêm a Jazida Compartilhada. Parágrafo único. Para definição dos novos percentuais de Conteúdo Local e de suas regras de comprovação e apuração será observada a regulamentação específica da ANP. CAPÍTULO XI O LAUO TÉCNICO Art. 29. Quando as Partes não celebrarem voluntariamente o Acordo de Individualização da Produção no prazo determinado pela ANP, caberá a esta determinar, com base em Laudo Técnico e de acordo com as Melhores Práticas da Indústria do Petróleo, a forma como serão apropriados os direitos e as obrigações sobre a Jazida Compartilhada. Art. 30. As Partes deverão encaminhar petição à ANP, com descrição clara e detalhada dos assuntos que impediram a pactuação do Acordo de Individualização da Produção e indicação propositiva da solução que melhor satisfaça a cada Parte, dentro de 60 (sessenta) dias após o fim do prazo estipulado pela ANP para a elaboração do Acordo de Individualização da Produção. º. Caberá às Partes submeter, junto à petição, todos os dados, informações e interpretações necessários para avaliação e elaboração do Laudo Técnico. 2º. A ANP poderá solicitar outros dados que julgar necessários para a avaliação e elaboração do Laudo Técnico, devendo as Partes entregá-los no prazo de 30 (trinta) dias, contados da solicitação da ANP. 3º. A ANP, a seu exclusivo critério, poderá aceitar que o Laudo Técnico a que se refere o art. 29, seja elaborado por terceiro e custeado pelo Concessionário, Contratado ou Cessionária. Art. 3. O Laudo Técnico, com decisão fundamentada sobre todos os assuntos controversos, será encaminhado para aprovação da iretoria Colegiada da ANP. Art. 32. A ANP terá o prazo de até 20 (cento e vinte) dias, contados a partir do protocolo da petição de que trata o art. 30 desta Resolução, para determinar a forma como serão apropriados os direitos e as obrigações sobre a Jazida Compartilhada. Parágrafo único. A contagem do prazo de que trata o caput será interrompida sempre que a ANP solicitar informações para avaliação e elaboração do Laudo Técnico e será reiniciada a partir do recebimento de tais informações na ANP. Art. 33. Após a aprovação do Laudo Técnico pela iretoria Colegiada, a ANP notificará as Partes para que estas celebrem o Acordo de Individualização da Produção no prazo de 60 (sessenta) dias, nos termos estabelecidos pela ANP. CAPÍTULO XII ISPOSIÇÕS TRANSITÓRIAS GRAIS Art. 34. Após realizados os procedimentos previstos nos artigos 29 a 33 da presente Resolução, a recusa de uma das Partes em firmar o Acordo de Individualização da Produção como determinado pela ANP implicará resolução dos Contratos de Concessão ou de Partilha de Produção da Parte que se recusou a assinar o Acordo de Individualização de Produção. Art. 35. nquanto não for criada a empresa pública de que trata o º do art. 8º da Lei n o 2.35, de 22 de dezembro de 200, suas competências serão exercidas pela União, por intermédio da ANP, ou por quem delegado for por ato do Poder xecutivo, nos termos do art. 63 da Lei nº 2.35/200. Art. 36. O Compromisso de Individualização da Produção das Jazidas Compartilhadas entre Áreas sob Contrato com mesma empresa ou consórcio de idêntica composição e mesmos percentuais de participação, que já estejam em produção, deverá ser encaminhado no prazo máximo de 80 (cento e oitenta) dias, contados da publicação desta Resolução. Art. 37. Na hipótese dos descontos previstos nos artigos 7 e 27 desta resolução, deverão ser observados os preços de referência do Petróleo e do Gás Natural no mês de competência, conforme legislação aplicável. Art. 38. Quaisquer ações realizadas pelas Partes em desacordo com a presente Resolução as sujeitará às penalidades previstas na legislação vigente. Art. 39. sta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS LORIVAL RORIGUS CARVALHO SPACHOS O IRTOR-GRAL m 8 de julho de 203 N O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela ortaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, com base no Regulamento Técnico ANP nº07/202 aprovado pela Resolução ANP nº 47/202, na documentação constante no Processo ANP nº /203-95, e na Resolução de iretoria nº 659, de 26 de junho de 203, torna público o seguinte ato:.crnciar a Unidade de Pesquisa PARTAMNTO PSQUISAS do INSTITUTO STUOS O MAR ALMIRANT PAULO MORIRA A MARINHA O BRASIL, localizada em Arraial do Cabo - RJ, inscrito no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da azenda - CNPJ/M sob o nº /000-62, habilitando-a para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e esenvolvimento constante dos Contratos para xploração, esenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural. 2.As atividades de pesquisa e desenvolvimento deverão ser executadas em conformidade com as normas estabelecidas pela Resolução ANP n o 33/2005 e Regulamento Técnico ANP n o 5/2005, e demais normas técnicas pertinentes, devendo estar relacionadas às linhas de pesquisa das seguintes áreas, temas e subtemas: Credenciamento ANP N o 05/203 Unidade de Pesquisa PARTAMNTO PSQUISAS Instituição Credenciada INSTITUTO STUOS O MAR ALMIRANT PAULO MORIRA - IAPM Área Te m a Subtema Linhas de Pesquisa Temas Transversais Segurança e Meio Ambiente Modelagem e prevenção de impactos ambientais Modelagem hidrodinâmica de oceano Temas Transversais Segurança e Meio Ambiente Monitoramento de áreas impactadas por atividades da indústria de petróleo, gás natural e biocombustíveis Biotecnologia marinha Caracterização dos parâmetros geoacústicos do fundo marinho Caracterização geológica studo da contaminação ambiental por hidrocarbonetos studo de processos oceanográficos Gestão e controle de introdução de espécies exóticas via água de lastro Monitoramento do ambiente marinho Temas Transversais Segurança e Meio Ambiente Monitoramento e controle de instalações onshore e offshore Acústica submarina 3.O epartamento de Pesquisas do IAPM está sujeito ao estabelecido no Regulamento Técnico ANP nº07/202, devendo demonstrar, a qualquer tempo, que continua atendendo aos requisitos técnicos e de qualificação jurídica estabelecidos no Anexo B e aos demais requisitos gerais exigidos para credenciamento, em especial, os seguintes: I - fornecer as informações solicitadas nos prazos estabelecidos; II - permitir aos técnicos avaliadores da ANP, sempre que solicitado, o livre acesso às instalações e à documentação pertinente ao credenciamento, assim como, à documentação pertinente às atividades de P& realizadas com recursos das Cláusulas de Investimento em P&; III - compromisso com a aplicação dos recursos arrecadados para a manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura e de pessoal relacionados com o objeto do credenciamento. 4.O presente ato de credenciamento substitui o ato revalidado de nº 2-/2008, conforme estabelecido no Art. 2º da Resolução ANP nº47/ O credenciamento terá validade indeterminada, ficando o PARTAMNTO PSQUISAS do INSTITUTO STUOS O MAR ALMIRANT PAULO MORIRA obrigado a confirmar ou atualizar as informações referentes a este credenciamento a cada 2 (doze) meses, a contar da data de publicação deste espacho. pelo código
65 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN N O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, com base no Regulamento Técnico ANP nº07/202 aprovado pela Resolução ANP nº 47/202, na documentação constante no Processo ANP nº /203-82, e na Resolução de iretoria nº 660, de 26 de junho de 203, torna público o seguinte ato:.crnciar a Unidade de Pesquisa LABORATÓRIO GOQUÍMICA ANALÍTICA vinculada à scola de Minas da UNIVRSIA RAL OURO PRTO, localizada em Ouro Preto - MG, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da azenda - CNPJ/M sob o nº /000-0, habilitando-a para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e esenvolvimento constante dos Contratos para xploração, esenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural. 2.As atividades de pesquisa e desenvolvimento deverão ser executadas em conformidade com as normas estabelecidas pela Resolução ANP n o 33/2005 e Regulamento Técnico ANP n o 5/2005, e demais normas técnicas pertinentes, devendo estar relacionadas às linhas de pesquisa da seguinte área, tema e subtema: Credenciamento ANP N o 06/203 Unidade de Pesquisa LABORATÓRIO GOQUÍMICA ANALÍTICA Instituição Credenciada UNIVRSIA RAL OURO PRTO Área Te m a Subtema Linhas de Pesquisa xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural - Onshore e Offshore xploração - Horizonte Pré-Sal, Águas Profundas, Bacias Maduras e Novas ronteiras xploratórias studos Geológicos das Bacias Sedimentares Geoquímica de rochas siliciclásticas e carbonáticas 3.O Laboratório de Geoquímica Analítica vinculado à scola de Minas da Universidade ederal de Ouro Preto está sujeito ao estabelecido no Regulamento Técnico ANP nº07/202, devendo demonstrar, a qualquer tempo, que continua atendendo aos requisitos técnicos e de qualificação jurídica estabelecidos no Anexo B e aos demais requisitos gerais exigidos para credenciamento, em especial, os seguintes: I - fornecer as informações solicitadas nos prazos estabelecidos; II - permitir aos técnicos avaliadores da ANP, sempre que solicitado, o livre acesso às instalações e à documentação pertinente ao credenciamento, assim como, à documentação pertinente às atividades de P& realizadas com recursos das Cláusulas de Investimento em P&; III - compromisso com a aplicação dos recursos arrecadados para a manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura e de pessoal relacionados com o objeto do credenciamento. 4.O credenciamento terá validade indeterminada, ficando o Laboratório de Geoquímica Analítica obrigado a confirmar ou atualizar as informações referentes a este credenciamento a cada 2 (doze) meses, a contar da data de publicação deste espacho. N O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, com base no Regulamento Técnico ANP nº07/202 aprovado pela Resolução ANP nº 47/202, na documentação constante no Processo ANP nº /203-6, e na Resolução de iretoria nº 66, de 26 de junho de 203, torna público o seguinte ato:.crnciar a Unidade de Pesquisa LABORATÓRIO GOLOGIA STRUTURAL MOLAGM TCTÔNICA BACIAS SIMNTARS vinculada à scola de Minas da UNI- VRSIA RAL OURO PRTO, localizada em Ouro Preto - MG e inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da azenda - CNPJ/M sob o nº /000-0, habilitando-a para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e esenvolvimento constante dos Contratos para xploração, esenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural. 2.As atividades de pesquisa e desenvolvimento deverão ser executadas em conformidade com as normas estabelecidas pela Resolução ANP n o 33/2005 e Regulamento Técnico ANP n o 5/2005, e demais normas técnicas pertinentes, devendo estar relacionadas às linhas de pesquisa das seguintes áreas, temas e subtemas: Credenciamento ANP N o 07/203 Unidade de Pesquisa Laboratório de Geologia strutural e Modelagem Tectônica de Bacias Sedimentares Instituição Credenciada Universidade ederal Ouro Preto - UOP Área Te m a Subtema Linhas de Pesquisa xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural - Onshore e O ff s h o r e Produção - Horizonte Pré-Sal, Águas Profundas, Campos Maduros e Novas ronteiras studos Geológicos das Bacias Sedimentares Avaliação dos padrões estruturais e de preenchimento sedimentar de bacias sedimentares e dos processos geológicos e mecanismos deformacionais mediante modelagens físico-analógicas 3.O Laboratório de Geologia strutural e Modelagem Tectônica de Bacias Sedimentares, vinculado à scola de Minas da Universidade ederal de Ouro Preto, está sujeito ao estabelecido no Regulamento Técnico ANP nº07/202, devendo demonstrar, a qualquer tempo, que continua atendendo aos requisitos técnicos e de qualificação jurídica estabelecidos no Anexo B e aos demais requisitos gerais exigidos para credenciamento, em especial, os seguintes: I - fornecer as informações solicitadas nos prazos estabelecidos; II - permitir aos técnicos avaliadores da ANP, sempre que solicitado, o livre acesso às instalações e à documentação pertinente ao credenciamento, assim como, à documentação pertinente às atividades de P& realizadas com recursos das Cláusulas de Investimento em P&; III - compromisso com a aplicação dos recursos arrecadados para a manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura e de pessoal relacionados com o objeto do credenciamento. 4.O presente ato de credenciamento substitui o ato revalidado nº 20-B/2009, conforme estabelecido no Art. 2º da Resolução ANP nº47/ O credenciamento terá validade indeterminada, ficando o Laboratório de Geologia strutural e Modelagem Tectônica de Bacias Sedimentares obrigado a confirmar ou atualizar as informações referentes a este credenciamento a cada 2 (doze) meses, a contar da data de publicação deste espacho. N O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, com base no Regulamento Técnico ANP nº07/202 aprovado pela Resolução ANP nº 47/202, na documentação constante no Processo ANP nº /203-92, e na Resolução de iretoria nº 662, de 26 de junho de 203, torna público o seguinte ato:.crnciar a Unidade de Pesquisa LABORATÓRIO TCNOLOGIA M ATRITO SGAST - LTA vinculado à aculdade de ngenharia Mecânica da Universidade ederal de Uberlândia, localizada em Uberlândia - MG e inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da azenda - CNPJ/M sob o nº /000-8, habilitando-a para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e esenvolvimento constante dos Contratos para xploração, esenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural. 2.As atividades de pesquisa e desenvolvimento deverão ser executadas em conformidade com as normas estabelecidas pela Resolução ANP n o 33/2005 e Regulamento Técnico ANP n o 5/2005, e demais normas técnicas pertinentes, devendo estar relacionadas às linhas de pesquisa das seguintes áreas, temas e subtemas: Credenciamento ANP N o 08/203 Unidade de Pesquisa Laboratório de Tecnologia em Atrito e esgaste - LTA Instituição Credenciada Universidade ederal de Uberlândia - UU Área Te m a Subtema Linhas de Pesquisa xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural - Onshore e O ff s h o r e Produção - Horizonte Pré-Sal, Águas Profundas, Campos Maduros e Novas ronteiras xploratórias Risers, Umbilicais e utos Submarinos esenvolvimento e avaliação do desempenho de materiais usados na proteção do touch down point (TP); Mecanismos de degradação de dutos flexíveis na região do bend sttiffener; esenvolvimento de metodologias de teste com relação ao desgaste de dutos flexíveis xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural - Onshore e O ff s h o r e Produção - Horizonte Pré-Sal, Águas Profundas, Campos Maduros e Novas ronteiras xploratórias Técnicas e quipamentos Submarinos de Bombeamento feitos de parâmetros operacionais no desempenho de bombas centrifugas submersíveis (BCS); Corrosão/erosão em BCSs. xploração e Produção de Petróleo e Gás Natural - Onshore e O ff s h o r e Produção - Horizonte Pré-Sal, Águas Profundas, Campos Maduros e Novas ronteiras xploratórias Unidades lutuantes de Produção, Sistema de Ancoragem e Amarração e Posicionamento inâmico Otimização de parâmetros de reparo, desenvolvimento de infraestrutura visando aplicação em campo, desenvolvimento de técnicas de reparo para diferentes condições de campo. Temas Transversais Materiais Integridade estrutural, soldagem e caracterização de materiais Melhoria da qualidade de equipamentos de indentação instrumentada; eterminação de propriedades mecânicas in situ em aços-carbono; Identificação de alterações de propriedades mecânicas via indentação intrumentada. Temas Transversais Materiais Tecnologia de Materiais Reprodução em laboratório de configurações tribológicas da área de óleo e gás, seleção de materiais para a aplicações tribológicas, corrosão/erosão em materiais usados na área de óleo e gás, eficiência de inibidores de corrosão na presença de areia XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL 3.O Laboratório de Tecnologia em Atrito e esgaste - LTA, vinculado à aculdade de ngenharia Mecânica da Universidade ederal de Uberlândia, está sujeito ao estabelecido no Regulamento Técnico ANP nº07/202, devendo demonstrar, a qualquer tempo, que continua atendendo aos requisitos técnicos e de qualificação jurídica estabelecidos no Anexo B e aos demais requisitos gerais exigidos para credenciamento, em especial, os seguintes: I - fornecer as informações solicitadas nos prazos estabelecidos; II - permitir aos técnicos avaliadores da ANP, sempre que solicitado, o livre acesso às instalações e à documentação pertinente ao credenciamento, assim como, à documentação pertinente às atividades de P& realizadas com recursos das Cláusulas de Investimento em P&; III - compromisso com a aplicação dos recursos arrecadados para a manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura e de pessoal relacionados com o objeto do credenciamento. 4.O presente ato de credenciamento substitui o ato revalidado nº -/2008, conforme estabelecido no Art. 2º da Resolução ANP nº47/ O credenciamento terá validade indeterminada, ficando o Laboratório de Tecnologia em Atrito e esgaste da M/UU obrigado a confirmar ou atualizar as informações referentes a este credenciamento a cada 2 (doze) meses, a contar da data de publicação deste espacho. N O IRTOR-GRAL SUBSTITUTO da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições, que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 32, de 2 de fevereiro de 203, com base no Regulamento Técnico ANP nº07/202 aprovado pela Resolução ANP nº 47/202, na documentação constante no Processo ANP nº /203-8, e na Resolução de iretoria nº 663, de 26 de junho de 203, torna público o seguinte ato:.crnciar a Unidade de Pesquisa LABORATÓRIO NSAIOS NÃO STRUTIVOS INSPÇÃO - LABONI da instituição Associação Brasileira de nsaios Não estrutivos e Inspeção - ABN, localizada em São Paulo - SP e inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da azenda - CNPJ/M sob o nº /000-40, habilitando-a para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento com recursos provenientes da Cláusula de Investimento em Pesquisa e esenvolvimento constante dos Contratos para xploração, esenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Natural. pelo código
66 66 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de As atividades de pesquisa e desenvolvimento deverão ser executadas em conformidade com as normas estabelecidas pela Resolução ANP n o 33/2005 e Regulamento Técnico ANP n o 5/2005, e demais normas técnicas pertinentes, devendo estar relacionadas às linhas de pesquisa das seguintes áreas, temas e subtemas: Credenciamento ANP N o 09/203 Unidade de Pesquisa Laboratório de nsaios Não estrutivos e Inspeção - LABONI Instituição Credenciada Associação Brasileira de nsaios Não estrutivos e Inspeção - ABN Área Te m a Subtema Linhas de Pesquisa Abastecimento Refino Otimização e confiabilidade de equipamentos, processos e sistemas Análise, desenvolvimento e caracterização para levantamento do grau de confiabilidade dos métodos de ensaios não destrutivos e inspeção; studo, análise e desenvolvimento de novos métodos de ensaios não destrutivos e ins- xploração e produção de petróleo e gás natural - onshore e o ff s h o r e xploração e produção de petróleo e gás natural - onshore e o ff s h o r e xploração e produção de petróleo e gás natural - onshore e o ff s h o r e xploração - horizonte pré-sal, águas profundas, bacias maduras e novas fronteiras exploratórias Produção - horizonte pré-sal, águas profundas, campos maduros e novas fronteiras exploratórias Impactos ambientais Impactos ambientais peção para otimização e confiabilidade de equipamentos, processos e sistemas. Análise, desenvolvimento e caracterização para levantamento do grau de confiabilidade dos métodos de ensaios não destrutivos studo, análise e desenvolvimento de novos métodos de ensaios não destrutivos e inspeção em substituição às técnicas convencionais já utilizadas. Análise, desenvolvimento e caracterização para levantamento do grau de confiabilidade dos métodos de ensaios não destrutivos. studo, análise e desenvolvimento de novos métodos de ensaios não destrutivos e inspeção em substituição às técnicas convencionais já utilizadas Produção - horizonte pré-sal, águas profundas, campos maduros e novas fronteiras exploratórias Medição da produção - novas tecnologias e procedimentos studo e desenvolvimento de normas para controle da qualidade dos procedimentos de ensaios utilizados em inspeções. Gás Natural Movimentação e Armazenamento Transporte e armazenamento de GN e GNT studo para análise e desenvolvimento de metodologias de ensaios não destrutivos e inspeção que se apliquem no transporte e armazenamento de GN e GNL Temas Transversais Avaliação da conformidade, monitoramento e controle Metodologias e sistemas de controle da qualidade studo e desenvolvimento de novas metodologias de ensaios não destrutivos para avaliação da conformidade, monitoramento e controle de inspeções. Temas Transversais Materiais Integridade estrutural, soldagem e caracterização de materiais studo, análise e desenvolvimento de metodologias de ensaios não destrutivos para avaliação de novos materiais utilizados no seguimento. Temas Transversais Segurança e Meio Ambiente Integridade de equipamentos e instalações studo, análise e desenvolvimento de metodologias e procedimentos de inspeção não destrutiva para avaliação da integridade de equipamentos e instalações. 3.O Laboratório de nsaios Não estrutivos e Inspeção - LABONI da Associação Brasileira de nsaios Não estrutivos e Inspeção - ABN, está sujeito ao estabelecido no Regulamento Técnico ANP nº07/202, devendo demonstrar, a qualquer tempo, que continua atendendo aos requisitos técnicos e de qualificação jurídica estabelecidos no Anexo B e aos demais requisitos gerais exigidos para credenciamento, em especial, os seguintes: I - fornecer as informações solicitadas nos prazos estabelecidos; II - permitir aos técnicos avaliadores da ANP, sempre que solicitado, o livre acesso às instalações e à documentação pertinente ao credenciamento, assim como, à documentação pertinente às atividades de P& realizadas com recursos das Cláusulas de Investimento em P&; III - compromisso com a aplicação dos recursos arrecadados para a manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura e de pessoal relacionados com o objeto do credenciamento. 4.O presente ato de credenciamento substitui o ato revalidado nº 38-/2009, conforme estabelecido no Art. 2º da Resolução ANP nº47/ O credenciamento terá validade indeterminada, ficando o Laboratório de nsaios Não estrutivos e Inspeção da Associação Brasileira de nsaios Não estrutivos e Inspeção obrigado a confirmar ou atualizar as informações referentes a este credenciamento a cada 2 (doze) meses, a contar da data de publicação deste espacho. LORIVAL RORIGUS CARVALHO IRTORIA II SUPRINTNÊNCIA RINO, PROCSSAMNTO GÁS NATURAL PROUÇÃO BIOCOMBUSTÍVIS AUTORIZAÇÃO Nº 58, 8 JULHO 203 O SUPRINTNNT RINO, PROCSSAMNTO GÁS NATURAL PRO- UÇÃO BIOCOMBUSTÍVIS A AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso de suas atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 359, de 0 de dezembro de 202 e da Resolução ANP nº 26, de 30 de agosto de 202, tendo em vista o que consta do Processo ANP nº /202-47, torna público o seguinte ato: Art. º ica autorizada a atividade de operação da planta produtora de etanol da empresa Adecoagro Vale do Ivinhema Ltda., filial de CNPJ nº /007-68, com capacidade de produção de 600 m 3 /dia de etanol hidratado, localizada na Rodovia 4, km 0, s/n, azenda Carmen, Gleba Ubiratã, Zona Rural, Município de Ivinhema, stado do Mato Grosso do Sul, respeitados os padrões ambientais e de segurança em vigor, de acordo com a Resolução nº 26/202, referente à atividade de produção de etanol. Art. 2 sta Autorização será cancelada no caso de não serem mantidas as condições para a atividade de operação da planta industrial de produção de etanol supracitada, previstas e comprovadas para a presente Autorização. Art. 3º sta autorização entra em vigor na data de sua publicação. WALYR MARTINS BARROSO IRTORIA IV SUPRINTNÊNCIA COMRCIALIZAÇÃO MOVIMNTAÇÃO PTRÓLO, SUS RIVAOS GÁS NATURAL AUTORIZAÇÃO N o - 580, 8 JULHO 203 O SUPRINTNNT COMRCIALIZAÇÃO MOVIMNTAÇÃO PTRÓLO, SUS RIVAOS GÁS NATURAL da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n. º 64, de 0 de março de 202, tendo em vista o constante do Processo ANP n.º /200-3, nos termos do art. 56, da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 997, e considerando o atendimento a todas as exigências da Portaria ANP nº 70, de 26 de novembro de 998, torna público o seguinte ato: Art. º ica a empresa Rejaile istribuidora de Petróleo Ltda. - RP, CNPJ: / , autorizada a operar 02 (dois) dutos de transferência, sendo um de Óleo iesel e outro de Gasolina A, entre o Ponto A do Terminal da Transpetro e sua Base de istribuição de Combustíveis localizada no Município de Itajaí, stado de Santa Catarina cujas características estão descritas na tabela abaixo: Produto iâmetro dos utos (pol) Material xtensão (m) Vazão de Transferência (m³/h) Temperatura de Operação o C Gasolina A 6 API 5L Gr B SCH 457, Óleo iesel 6 API 5L Gr B SCH , Art. 2º sta Autorização será cancelada no caso de não serem mantidas as condições técnicas previstas e comprovadas para a presente outorga. Art. 3º A Rejaile istribuidora de Petróleo Ltda. - RP deverá apresentar à ANP, até a data de vencimento do licenciamento ambiental das instalações relacionadas na presente Autorização, cópia autenticada do protocolo de solicitação de renovação deste licenciamento junto ao órgão ambiental competente, bem como cópia autenticada da renovação deste licenciamento, em até 5 (quinze) dias, contados a partir da data de sua renovação. Art. 4º sta Autorização entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ CSÁRIO CCCHI pelo código COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS SPACHO O SUPRINTNNT m 8 de julho de 203 O SUPRINTNNT COMRCIALIZAÇÃO MOVIMNTAÇÃO PTRÓLO, SUS RIVAOS GÁS NATURAL da AGÊNCIA NACIONAL O PTRÓLO, GÁS NATURAL BIOCOMBUSTÍVIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n.º 64, de de março de 202, em cumprimento ao art. 5º da Portaria ANP nº 70, de 26 de novembro de 998, e tendo em vista o constante do Processo ANP n.º /999-60, considerando: -as informações, os estudos e o projeto apresentados pela Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. - TSB, referentes à construção do Sistema de Medição de Vazão do Ponto de ntrega de Gás Natural do Pólo Petroquímico, a ser interligado ao Gasoduto Uruguaiana - Porto Alegre, no município de Triunfo, RS; -a solicitação feita pela Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. - TSB, através de correspondência TSB-065/3, datada de 22 de maio de 203, resolve:.publicar extrato (sumário) do memorial descritivo do projeto do Sistema de Medição de Vazão do Ponto de ntrega de Gás Natural do Pólo Petroquímico, totalmente baseado nas informações, nos estudos e no projeto apresentados pela Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. - TSB à ANP, que faz parte do Anexo do presente despacho; 2.Indicar a "Superintendência de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus erivados e Gás Natural" da ANP, com endereçamento à Avenida Rio Branco, 65-7º andar, Centro, Rio de Janeiro, RJ, CP , ou através do endereço eletrônico [email protected], para o encaminhamento, até 30 dias a partir da publicação, dos comentários e sugestões já referidos no "caput" do presente despacho; 3.Informar que a publicação do presente despacho não implica uma autorização prévia outorgada pela ANP. ANXO JOSÉ CSÁRIO CCCHI SCRIÇÃO SUCINTA O MPRNIMNTO O empreendimento consiste na implantação do Sistema de Medição de Vazão do Ponto de ntrega de Gás Natural do Pólo Petroquímico (Sistema de Medição) localizado na área do Pólo Petroquímico do Sul, no município de Triunfo/RS, que fornecerá gás natural para a distribuidora local Sulgás. O Sistema de Medição tem a finalidade de filtrar e medir as variáveis usadas para calcular a vazão e o volume de gás transferido para a distribuidora. O Sistema de Medição será montado a partir das válvulas existentes em ambas as extremidades, de 4" e 20". ASPCTOS TÉCNICOS O PROJTO Basicamente, o Sistema de Medição será constituído das seguintes instalações: iltragem Medição O conjunto da filtragem e medição será montado sobre uma única estrutura metálica fabricada em perfil de aço laminado, com todos os seus componentes interligados entre si, formando um conjunto único. Módulo de iltragem O gás natural proveniente do gasoduto será filtrado para redução da quantidade de impurezas. A filtragem possui dois tramos, sendo um reserva. m cada tramo o gás passará por um filtro vertical tipo cartucho. Os principais componentes de cada tramo serão: 0 filtro, dimensionado para 00% da vazão máxima; 0 transmissor de pressão diferencial para monitoramento da alta pressão diferencial; 02 válvulas de bloqueio manual, uma na entrada e outra na saída para isolar o tramo. Módulo de Medição O módulo de medição da vazão de gás natural será formado por dois tramos, sendo um reserva. Serão usados medidores ultrassônicos, com correção de pressão e temperatura realizada em computador de vazão. Cada tramo é dimensionado para 00% da vazão máxima. Os principais componentes de cada tramo serão: 0 medidor ultrassônico; 0 computador de vazão com os transdutores de pressão e temperatura; 0 condicionador de fluxo;
67 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN válvulas de bloqueio manual, uma na entrada e outra na saída, para isolar o tramo. Interligação com o Sistema Supervisório A M enviará para o escritório central em Porto Alegre os sinais de estado e valores de variáveis. No local a serem instalados os medidores não haverá disponibilidade de energia elétrica, devendo ser prevista alimentação via baterias, para possibilitar envio de leituras para a central no escritório em Porto Alegre. A M será protegida contra descargas atmosféricas com instalação de malha de aterramento e para-raios. O ponto de entrega foi projetado para operar nas condições operacionais descritas abaixo: Pressão de Operação 28 bar(g) Vazão Nominal Nm³/dia Vazão Máxima Prevista Nm³/dia luido Gás Natural Temperatura Ambiente 0 C a 40 C MIO AMBINT Autorização Geral n 230/203 - L, de 20 de março de 203, emitida pela undação Ambiental de Proteção Ambiental - PAM, com validade até 20 de março de 204. NORMAS O projeto de implantação do Sistema de Medição do Ponto de ntrega contempla as seguintes normas: Projeto - ABNT NBR-272 / ASM B 3.8 Tubos - API 5L langes - ASM B 6.5 Medição - AGA 9 Válvulas - API 6 Instalações létricas - Padrão IC (International lectrotechnical Commission) CRONOGRAMA XCUÇÃO Atividade Previsão Início Previsão im Licenciamento Ambiental evereiro/203 Março/203 Projeto evereiro/203 Maio/203 ornecimento de quipamentos, Instrumentos e Materiais Agosto/203 Outubro/203 Construção e Montagem Agosto/203 Outubro/203 Comissionamento e Pré-Operação Outubro/203 Outubro/203 As Built Outubro/203 Outubro/203 Partida Novembro/203 PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL SPACHOS O IRTOR-GRAL RLAÇÃO N o - 7/203 - BA ase de Requerimento de Pesquisa O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 6432/ /203-VRALO BISPO OS SAN- TO S 6433/ /203-VALQUIRIO LONARO MNZS M 6434/ /203-MINASNORT MINRAÇÃO LTA M 6435/ /203-MARIA JACY PRIRA 6436/ /203-NSAA MINRAÇÃO LTA 6437/ /203-NILSON OLIVIRA M 6438/ /203-QUIUQUI COMRCIO MIN- RAÇÃO LTA M 6439/ /203-CBV CONSTRUTORA LTA 6440/ /203-PAVÃO ROCHAS ORNAMN- TAIS LTA. 644/ /203-IMOL COMÉRCIO MAT- RIAL CONSTRUÇÃO LTA. M 6442/ /203-M MINRAÇÃO COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO XPORTAÇÃO LTA PP 6443/ /203-ANRA GALVÃO NG- NHARIA LTA 6444/ /203-MINASNORT MINRAÇÃO LTA M 6445/ /203-MINASNORT MINRAÇÃO LTA M 6446/ /203-MINRAÇÃO OURO BIANCO LTA - M 6447/ /203-MÁRIO SÉRGIO RIS SILVA 6448/ /203-PULU TRRAPLANAGM & MINRAÇÃO LTA M 6449/ /203-NIVALO CAROSO A SIL- VA 6450/ /203-BRAULIO CABRAL PINHIRO A SILVA 645/ /203-CONSILN ALVS LIMA 6452/ /203-UNI GOLOGIA MINRAÇÃO INÚSTRIA COMÉRCIO LTA M XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código / /203-VLO A ANUNCIAÇÃO CORIRO 6454/ /203-MOACYR ONTS BRITO 6455/ /203-CLNILA OLIVIIRA A LUZ 6456/ /203-NSAA MINRAÇÃO LTA 6457/ /203-CALMIT MINRAÇÃO PAR- TICIPAÇÃO LTA 6458/ /203-CALMIT MINRAÇÃO PAR- TICIPAÇÃO LTA O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 6459/ /203-MINASNORT MINRAÇÃO LTA M 6460/ /203-MINASNORT MINRAÇÃO LTA M 646/ /203-ABIARA CONSULTORIA, PS- QUISAS, MINRAÇÃO COMRCIO LTA 6462/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6463/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6464/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6465/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6466/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6467/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6468/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6469/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6470/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 647/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6472/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6473/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6474/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6475/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6476/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6477/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. 6478/ /203-CIA MINRAORA OSATO NORST S. A. RLAÇÃO N o - 60/203 - RO ase de Requerimento de Pesquisa O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 6479/ /20-ANTÔNIO VIIRA CORIRO RLAÇÃO N o - 62/203 - RO ase de Requerimento de Pesquisa O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 6480/ /2006-MINRAÇÃO SANTA LINA INUSTRIA COMRCIO S A RLAÇÃO N o - 98/203 - S ase de Requerimento de Pesquisa O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 648/ /2009-ALVARO ALXANR GARIOLI 6482/ /202-PAULO ROBRTO AMORIM ORCIOLI 6483/ /202-VOTORANTIM CIMNTOS S A 6484/ /202-BZ MINRAÇÃO LTA M 6485/ /202-ARIAS O MANRIN LTA. - PP. RLAÇÃO N o - 48/203 - MG ase de Requerimento de Pesquisa O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 6373/ /202-MARÍLIA RANCO ALMIA CARVALHO LAG 6374/ /202-SONISLI LUZIA COSTA 6375/ /202-INÚSTRIA MINÉRIOS P- RA OURO LTA 6376/ /202-ANTÔNIO AMAR ABRAN- CHS 6377/ /202-IVAN SANTOS A SILVA M 6378/ /202-ARTATOS CRAMICA PIRACMA LTA 6379/ /202-AZNA TOYNHO MIN- RAÇÃO TRANSPORT LTA M 6380/ /202-SÃO GONÇALO XTRAÇÃO COMÉRCIO GRANITOS LTA. 638/ /202-PRJ PARTICIPACOS, MPR- NIMNTOS LTA. 6382/ /202-MINRAÇÃO ITAGRAN LTA 6383/ /202-XTRAÇÃO ARIA PAIS & ILHOS LTA. M 6384/ /202-AILANC MINRAÇÃO LT- A 6385/ /202-AILANC MINRAÇÃO LT- A 6386/ /202-GLOBAL AONAI MINRA- ÇÃO LTA 6387/ /202-WILLIAN HUMBRTO VITORI- NO OLIVIRA 6388/ /202-GRANITOS MILK LTA M 6389/ /202-JQUITI MINRAÇÃO LTA 6390/ /202-PARCO GRANITOS LTA M 639/ /202-PARCO GRANITOS LTA M 6392/ /202-MINRAÇÃO VAL U GRA- NITO LTA. 6393/ /202-ARIAS O INHO 6394/ /202-JOSÉ PRO RITAS 6395/ /202-STANI LOPS UART 6396/ /202-GILMAR OLIVIRA 6397/ /202-GRAMARJ GRANITOS MÁR- MORS JACIGUÁ LTA 6398/ /202-JUSTINO RRIRA GOINHO 6399/ /202-MARBRASA NORT MINRA- ORA LTA 6400/ /202-VIRGILINO GOMS MORIRA 640/ /202-RANCISCO A SILVIRA CARVALHO M 6402/ /202-PARCO GRANITOS LTA M 6403/ /202-MINRALI CONSULTORIA LT- A 6404/ /202-WILSON NUNS OLIVI- RA 6405/ /202-CMG TOPOGRAIA MNRA- ÇÃO & COMÉRCIO LTA M 6406/ /203-GRANITOS CRICIÚMA LTA M 6407/ /203-MARCLLO COUTINHO VAZ 6408/ /203-ANTONIO CARLOS OS SAN- TO S 6409/ /203-WSLY SILVA GOMS O IRTOR-GRAL O PARTAMNTO NACIONAL PROUÇÃO MINRAL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 640/ /20-UNIMIN O BRASIL LTA. 64/ /20-IVO MARTINS ALVS 642/ /20-IVO MARTINS ALVS 643/ /202-CONOR INSTRUMNTOS MIÇÃO IRLI 644/ /202-ALBRTO OLIVIRA A- LIRO NTO 645/ /202-L MINRAÇÃO BNI- CIAMNTO LTA 646/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 647/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 648/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 649/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6420/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 642/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6422/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6423/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6424/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6425/ /202-INUSTRIAS BRASILIRAS ARTIGOS RRATÁRIOS IBAR LTA. 6426/ /202-CO SIXO MINRAORA COMÉRCIO IMPORTAÇÃO XPORTAÇÃO LTA 6427/ /202-PAULO UARO OLIVI- RA 6428/ /202-MINRAÇÃO ILMA LTA
68 68 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de / /202-HÉLVIO ORONS PNA 6430/ /202-XTRAÇÃO ARIA SÃO JOSÉ LTA M 643/ /202-XTRAÇÃO ARIA SÃO JOSÉ LTA M SÉRGIO AUGUSTO ÂMASO SOUSA SUPRINTNÊNCIA NO SPÍRITO SANTO SPACHOS O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 90/203 ase de Autorização de Pesquisa Retificação de despacho(387) /2007-MINRAÇÃO GABIROBA LTA-M - Publicado OU de 02/09/2008, Relação n 90/2008, Seção 0, pág. 43- ON S: "...MINRAÇÃO GARIROBA LTA-M" LIA- S: "...MINRAÇÃO GABIROBA LTA M" ase de Requerimento de Pesquisa Torna sem efeito o cancelamento do Alvará de Pesquisa(780) /2000-RLY SOUZA GONÇALVS- Publicado OU de 0/02/203- Alvará de Pesquisa n 895/202 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS RLAÇÃO N o - 94/203 ase de Autorização de Pesquisa etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(250) /996-GRANITOS STRLA O SUL LTA M-O. N 702/203 - NPM/S /200-GISAMAR ROLI CALABRZ-O. N 86/203 - NPM/S Aprova o relatório de pesquisa com redução de área(29) /2003-CRÂMICA ITAPMIRIM LTA- Área de 36,92 ha para 29,44 ha-argila ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2000-GRANCL GRANITOS CROLÂNIA LTA.-O. N 785/203 - NPM/S Autoriza a emissão de Guia de Utilização(625) /2006-GRANITOS RCANTO AS PRAS LT- A M-AONSO CLÁUIO/S, BRJTUBA/S - Guia n 0027/ t/ano-GRANITO- Validade:VINCULAA A L.O. ase de Concessão de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /988-RYIN MINRAÇÃO, MPRNI- MNTOS, INÚSTRIA COMÉRCIO LTA.-O. N 80/203 - NPM/S /989-MPRSA MINRAÇÃO LAMBARI MÁRMORS GRANITOS LTA-O. N 803/203 - NPM/S etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(738) /988-RYIN MINRAÇÃO, MPRNI- MNTOS, INÚSTRIA COMÉRCIO LTA.-O. N 809/203 - NPM/S ase de Requerimento de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(55) /203-RLI JAHRING-O. N 729/203 - NPM/S RLAÇÃO N o - 204/203 ase de isponibilidade Torna sem efeito despacho publicado(92) /999-IUNAGRAL IUNA GRANITOS LTA- OU de 27/09/200 RLAÇÃO N o - 205/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(2) /202-GRANZUL GRANITOS LTA - M ase de Autorização de Pesquisa etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(250) /2007-MINRAÇÃO GABIROBA LTA-M-O. N 480/203 - NPM/S etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(736) /2007-MINRAÇÃO GABIROBA LTA-M-O. N 479/203 - NPM/S RLAÇÃO N o - 206/203 ase de Requerimento de Pesquisa Torna sem efeito o indeferimento do requerimento de pesquisa.(39) /20-MINRAÇÃO PINGA OGO LTA M- OU de 3/05/203 - NPM/S RLAÇÃO N o - 207/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(2) /2008-TRRA LATINA COMRCIO XTRIOR LT A /20-HLP AMBINTAL LTA /202-M.B SOUZA pelo código etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(3) /202-MINRAÇAO MACHAO LTA-O. N 683/203 - NPM/S /202-MINRAÇAO MACHAO LTA-O. N 68/203 - NPM/S Homologa desistência do requerimento de Autorização de Pesquisa(57) /2008-SU'S IMPORTAÇÃO XPORTAÇÃO LT- A /202-JOSÉ LIAS GAVA efere pedido de reconsideração(82) /2008-LVINGSTON MARCOS TIXIRA ase de Autorização de Pesquisa etermina o cancelamento do alvará de pesquisa(296) /2009-ROGRIO NICOLI- Alvará N.347- OU de 23/09/200 ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /986-BONAGRAN GRANITOS LTA-O. N 886/203 - NPM/S /989-MINROCHAS MINRAÇÃO LTA-O. N 905/203 - NPM/S /2006-MINRCOL MINRAÇÃO COLLOTTI LTA-M-O. N 556/203 - NPM/S Prorroga prazo para cumprimento de exigência(364) /995-SANTA RITA GRANITOS LTA-O. N 853/203 - NPM/S-60 IAS dias ase de isponibilidade etermina arquivamento definitivo do processo(678) /2002-PRONAL PRAS ORNAMNTAIS NACIONAL LTA RLAÇÃO N o - 208/203 ase de Autorização de Pesquisa etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(250) /200-ARIGRAN GRANITOS LTA M-O. N 39/203 - NPM/S /200-ARAL SÃO JOSÉ LTA PP-O. N 392/203 - NPM/S /2002-MPRSA MINRAÇÃO LAMBARI MÁRMORS GRANITOS LTA-O. N 46/203 - NPM/S /2002-NMR MÁRMORS GRANITOS SA.- O. N 396/203 - NPM/S /2002-GRANITOS BTIN LTA. M.-O. N 395/203 - NPM/S /2005-GRANRIVA GRANITOS LTA-O. N 658/203 - NPM/S /2005-PRMOLNS INÚSTRIA COMÉR- CIO LTA.M-O. N 672/203 - NPM/S /200-VIX MINRAIS INUSTRIA COMR- CIO-O. N 477/203 - NPM/S etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(736) /2005-PRMOLNS INÚSTRIA COMÉR- CIO LTA.M-O. N 67/203 - NPM/S /200-VIX MINRAIS INUSTRIA COMR- CIO-O. N 476/203 - NPM/S ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2006-TOLO MINRAÇÃO LTA-O. N 850/203 - NPM/S /2007-LOGRAN MINRAÇÃO GRANITOS LTA-O. N 822/203 - NPM/S ase de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(78) /2007-GILMAR JOSÉ CARVALHO M-O. N 56/203 - NPM/S etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(739) /2007-GILMAR JOSÉ CARVALHO M-O. N 55/203 - NPM/S RLAÇÃO N o - 209/203 ase de Autorização de Pesquisa Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(38) /990-GRALO SARTÓRIO PP ase de Requerimento de Lavra Autoriza a emissão de Guia de Utilização(625) 89.03/993-COPORANGA MÁRMORS GRANI- TOS LTA.-COPORANGA/S - Guia n 003/ t/anogranito- Validade:VINCULAA A L.O /996-GRANITOS ZAMBALI LTA-SÃO O- MINGOS O NORT/S - Guia n 0028/ t/ano-GRA- NITO- Validade:VINCULAA A L.O /2000-MINRAÇÃO GALVANI LTA. M.- AONSO CLÁUIO/S, OMINGOS MARTINS/S, VNA NOVA O IMIGRANT/S - Guia n 0029/ T/ANO- GRANITO- Validade:VINCULAA A L.O. etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(737) /2003-CRÂMICA LIR LTA-O. N 478/203 - NPM/S etermina o cancelamento da Guia de utilização(778) /2000-MINRAÇÃO GALVANI LTA. M.- Guia de Utilização N 0042/202 RNATO MOTA OLIVIRA SUPRINTNÊNCIA M GOIÁS SPACHO O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 223/203 ase de Autorização de Pesquisa etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(250) /2003-JOSÉ CATARINA A MATA-O. N 728/ /2006-LAVIO CSAR POSTAL-O. N 77/ /200-JOS CARLOS OLIVIRA-O. N 720/ /200-MINRAÇÃO J LTA-O. N 79/ /202-JOAO ALVS ANTAS-O. N 72/ /202-JULIO CSAR PRIRA NVS-O. N 7 / Indefere requerimento de Guia de Utilização(284) /200-WLLINGTON ALVS OLIVIRA Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(38) /2006-VOTORANTIM MTAIS S.A /2008-MAURO LUCIO IAS RSN /2009-JONAS AUGUSTO ARAUJO /200-MINRAÇÃO CALCÁRIO MONTIVI- IU LTA /200-MINRAÇÃO CALCÁRIO MONTIVI- IU LTA /200-MINRAÇÃO CALCÁRIO MONTIVI- IU LTA /200-PAN BRAZILIAN MINRAÇÃO LTA /200-VOTORANTIM CIMNTOS BRASIL S A /200-VOTORANTIM CIMNTOS BRASIL S A ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2007-PORTOGN MINRAÇÃO LTA-O. N 724/203 ase de Concessão de Lavra Aprova o modelo de rotulo da embalagem de água(440) /200-AGUA MINRAL BIRA A MATA IN- ÚSTRIA COMÉRCIO LTA.- onte: BIRA A MATA; Marca: LORA; mbalagem: 500mL,,5L e 20L (sem gás).- HI- ROLÂNIA/GO etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /997-GOYÁ INÚSTRIA COMÉRCIO ÁGUA MINRAL LTA.-O. N 75/ /2002-ROCHAS MPRNIMNTOS IMOBI- LIÁRIOS LTA M-O. N 76/203 AGOBRTO PRIRA SOUZA SUPRINTNÊNCIA M MATO GROSSO SPACHO O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 85/203 ase de Requerimento de Pesquisa etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(3) /20-GOMIN GOLOGIA MINRAÇÃO LT- A-O. N 2/ /202-GOMIN GOLOGIA MINRAÇÃO LT- A-O. N 2/ /202-GOMIN GOLOGIA MINRAÇÃO LT- A-O. N 2/3 ase de Requerimento de Licenciamento Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa publicação:(730) /202-VALIR JOSÉ SOUZA M-Registro de Licença N 44/203 de 05/07/203-Vencimento em 27/0/ /202-CAMIL CÁCRS MINRAÇÃO LTA- Registro de Licença N 43/203 de 05/07/203-Vencimento em 05/09/ /202-JOSI MARI OLIVIRA RAMOS-Registro de Licença N 27/203 de 07/06/203-Vencimento em 9/0/206 etermina arquivamento definitivo do processo(47) /20-INSTITUTO PRVNCAO TRATA- MNTO RINSRCAO SOCIAL AGAP LTA M Indefere requerimento de licença - área onerada/port. 266/2008(282) /20-INSTITUTO PRVNCAO TRATA- MNTO RINSRCAO SOCIAL AGAP LTA M /20-SAI A. ZAN M ase de Requerimento de Registro de xtração Outorga o Registro de xtração, prazo 5 anos, vigência a partir dessa publicação:(924) /202-PRITURA MUNICIPAL TAPURAH- Registro de xtração N 02/203 de 02/07/ /202-PRITURA MUNICIPAL TAPURAH- Registro de xtração N 0/203 de 02/07/203 JOS A SILVA LUZ
69 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN SUPRINTNÊNCIA NO MATO GROSSO O SUL SPACHO O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 02/203 ase de Requerimento de Lavra Retifica despacho de aprovação do Relatório inal de Pesquisa(280) /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 04/2/2000, Relação n 555/2000, Seção, pág. 47- Onde se lê: "... Bataiporã - MS - Areia"; Leia-se: "... Bataiporã e São Pedro do Paraná - MS/PR - Areia" /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 04/2/2000, Relação n 555/2000, Seção, pág. 47- Onde se lê: "... Bataiporã - MS - Areia"; Leia-se "...Bataiporã e São Pedro do Paraná - MS/PR - Areia" /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 03/0/200, Relação n 008/200, Seção, pág. 5- Onde se lê: "... Bataiporã e São Pedro do Paraná - MS - Areia"; Leia-se: "... Bataiporã - MS - Areia". Retificação de despacho(388) /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 30/04/998, Relação n 286/97, Seção, pág. 98- Onde se lê: "... Município de Bataioprã, stado do Mato Grosso do Sul..."; Leia-se: "...nos Municípios de Bataiporã e São Pedro do Paraná, stados do Mato Grosso do Sul e Paraná..." /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 2/05/998, Relação n 286/97, Seção, pág. 3- Onde se lê: "...Município de Baitaporã, stado do Mato Grosso do Sul..."; Leia-se: "... nos Municípios de Bataiporã e São Pedro do Paraná, stados do Mato Grosso do Sul e Paraná..." /995-MINRAÇÃO NOVA LONRINA LTA - Publicado OU de 28/07/998, Relação n 286/97, Seção, pág. 94- Onde se lê: "...nos Municípios de Bataiporã e São Pedro do Paraná, stados do Mato Grosso do Sul e Paraná"; Leia-se: "... no Município de Bataiporã, stado do Mato Grosso do Sul...". ANTONIO CARLOS NAVARRT SANCHS SUPRINTNÊNCIA M MINAS GRAIS SPACHOS O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 438/203 AS AUTORIZAÇÃO PSQUISA Auto de Infração lavrado (TAH)/prazo para defesa ou pagamento: 30 dias. (6.35) Albanor de Oliveira /05 - A.I. 389/3 André Luis Clemente os Santos me /08 - A.I. 395/3 Construtora Barbosa Mello S.A /08 - A.I. 393/3 Gold Mineração, Participações e mpreendimentos s a /08 - A.I. 394/3 Ivan rança Lanza /07 - A.I. 392/3 João Carlos Chaves Miranda / - A.I. 396/3 Pedro Cantuária - 835/06 - A.I. 390/3 Sérgio Ricardo Pereira Barros /0 - A.I. 39/3 RLAÇÃO N o - 439/203 AS AUTORIZAÇÃO PSQUISA Multa aplicada-(tah)/prazo para pagamento: 30 dias. (6.4) André Vaz de Mello ernandes /09 Brasroma Mineração, Comércio e Indústria Ltda /03, /07, /07 Cooperativa de xtração de Areia de Ubá e Região Ltda Cooperar /0 RLAÇÃO N o - 440/203 icam NOTIICAOS para pagar ou parcelar débito(tah)/prazo 0(dez) dias (.78) a & t Transporte e Serviços Ltda / - Not.895/203 - R$ 2.908,35 A.d.g Mineração e Comércio de Granitos Ltda /09 - Not.95/203 - R$ 22,92 Adelio Vitor os Santos /0 - Not.899/203 - R$. 9, 06 Ademir Jorge de Oliveira /0 - Not.907/203 - R$ XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL.65,08 Almir Rogério Rodrigues Souto /2 - Not.2050/203 - R$ 2.888,45 Anderson Geraldo da Silva / - Not.933/203 - R$ 398,52 André Vaz de Mello ernandes /09 - Not.859/203 - R$ 5.659,58 Angelo Augusto de Souza /0 - Not.945/203 - R$ 2.873,65 Antonio Carlos os Santos /2 - Not.2030/203 - R$ 2.890,84 Bagatelle Imobiliária Ltda /09 - Not.865/203 - R$ 5.484,94 Brasroma Mineração, Comércio e Indústria Ltda /04 - Not.875/203 - R$ 5.385,98, /95 - Not.2056/203 - R$ 57,98, /03 - Not.2060/203 - R$ 2.898,63 Brazminco Ltda /00 - Not.863/203 - R$ 2.90,60, /00 - Not.883/203 - R$.803,9, 83223/00 - Not.885/203 - R$ 4.04,23, 83836/00 - Not.892/203 - R$ 2.757,3, 83288/00 - Not.867/203 - R$.65,05 pelo código Breno Luiz Marques Barbosa de Oliveira / - Not.923/203 - R$ 2.863,2 Calcinação Max Ltda /2 - Not.2022/203 - R$.094,40 Cesar Rodrigues de Araujo / - Not.2008/203 - R$ 278,04 Comercial Gonzaga e rança Ltda me / - Not.2000/203 - R$ 5.794,56 Comercial Lataliza e rança Ltda-me /09 - Not.943/203 - R$ 97,53 Cooperativa de xtração de Areia de Ubá e Região Ltda Cooperar /0 - Not.86/203 - R$.565,06 Cosentino Latina LTA / - Not.200/203 - R$ 2.908,70 Cynthia Nara Guedes Ávila /09 - Not.953/203 - R$ 2.90,58, /0 - Not.909/203 - R$ 5.87,02.a.n Industria Comércio e Transportadora LTA /0 - Not.88/203 - R$ 58,3 aniel Axer amasceno Cipriano /2 - Not.2054/203 - R$.336,38 désio José os Santos / - Not.92/203 - R$ 655,04 duardo Savio Viggiano de Almeida / - Not.998/203 - R$ 2.826,36 dvaldo erreira Miguel /2 - Not.208/203 - R$ 656,70, 8379/2 - Not.2036/203 - R$ 40,92 nzo Gauzzi /0 - Not.986/203 - R$.20,40 uclesio Janes erreira /2 - Not.2040/203 - R$.874,9, 8350/2 - Not.2046/203 - R$ 2.879,55 ver Química do Brasil LTA /09 - Not.949/203 - R$ 2.409,30 ernando Pereira da Rocha Thomsen /09 - Not.959/203 - R$ 5.742,2, /09 - Not.957/203 - R$.704,24 Genadir Gomes Roberto / - Not.99/203 - R$ 863,0 Geraldo Rocha Badaia /00 - Not.2062/203 - R$ 42,63 Granmar Granitos e Mármores Ltda /2 - Not.2042/203 - R$ 2.866,73, 8345/2 - Not.2052/203 - R$ 2.904,9, 83839/2 - Not.2034/203 - R$ 2.430,92 Heraldo Pinheiro da Silva /0 - Not.9/203 - R$ 2.524,64 Hgs Terraplenagem Ltda /0 - Not.95/203 - R$ 962,84 João Carlos Chaves Miranda / - Not.939/203 - R$ 2.853,73 João Pacífico Antunes Spósito / - Not.925/203 - R$ 2.907,97, 8362/ - Not.929/203 - R$ 2.907,36 Joaquim rancisco Pereira /2 - Not.2048/203 - R$ 2.906,8 Joaquim Raimundo Maia /2 - Not.2024/203 - R$ 602,0 José Antônio Teixeira Lima / - Not.996/203 - R$ 2.852,28 José arias de Moura /0 - Not.978/203 - R$ , José Paulo Antonio Ribeiro /09 - Not.857/203 - R$ 553,7 Karine Coelho Jacomelli / - Not.994/203 - R$.60,95 Laudelino Marins Leite / - Not.990/203 - R$ 2.905,64 Lbc Agropecuária Ltda /2 - Not.2020/203 - R$ 45,44 Liverpool Granitos Mundial Mineração e xportação Ltda / - Not.2002/203 - R$.357,7, 83335/ - Not.2004/203 - R$ 2.86,50 Luciano ias Soares /0 - Not.976/203 - R$ 2.894,77 Márcio Lima de Souza /0 - Not.809/203 - R$ 68,07 Marcos Antonio de Andrade Pedreira me / - Not.935/203 - R$ 2.334,7, 83864/ - Not.937/203 - R$ 2.883,95 Marcos Antonio de Oliveira / - Not.97/203 - R$ 2.683,0 Mariângela Víctor de Carvalho /02 - Not.879/203 - R$ 584,68 Marisa da Consolação Martins /0 - Not.93/203 - R$ 2.893,84, 8382/09 - Not.963/203 - R$ 06,34, 8330/09 - Not.965/203 - R$ 2.600,59 Maurito Luiz Magalhães / - Not.206/203 - R$ 25,05 Meire Juliana os Santos Lacerda /2 - Not.2026/203 - R$ 2.65,3 Mineração Alvorecer Ltda /90 - Not.2058/203 - R$ 2.978,52 Mineração Atlântica LTA /99 - Not.846/203 - R$.005,87 Mineração erro Norte Ltda /09 - Not.853/203 - R$ 5.574,20 Mineração Montesa Ltda - 835/2 - Not.2044/203 - R$ 328,68 Mineração Peg Ltda me / - Not.202/203 - R$ 58,5 Mitchel Bruno Alves Jacob /2 - Not.2032/203 - R$.676,52, 83785/2 - Not.2038/203 - R$ 2.90,75 Moisés Lopes Cançado de aria /09 - Not.969/203 - R$ 452,5 mv Magma Mineração LTA / - Not.903/203 - R$ 2.908,70 Mvi Mineração Ltda pp /0 - Not.980/203 - R$ 70,3 Orenbras Comércio de Pedras Ltda /0 - Not.988/203 - R$ 2.802,42, /0 - Not.982/203 - R$ 5.54,92 Otacílio da Cunha Pereira /0 - Not.90/203 - R$ 4.055,28 Pavistone Granitos Ltda / - Not.897/203 - R$ 2.67,2 Pedro Alexandre de Oliveira rança /0 - Not.955/203 - R$ 5.55,83 Pierrout Comércio e Participações Ltda /08 - Not.973/203 - R$.605,34 Ronaldo Mattos /0 - Not.778/203 - R$ 87,32 Ruslane Lima ernandes / - Not.927/203 - R$ 2.050,49 Salim de Jesus Aleme / - Not.94/203 - R$ 2.894,8 Sandro Acácio Marra /09 - Not.96/203 - R$ 5.267,42 Sebastiana Lourdes Salles Pereira /0 - Not.947/203 - R$ 826,77 Silvio duardo erreira ilho / - Not.93/203 - R$ 343,25 Silvio Oliveira da Silva /2 - Not.2028/203 - R$.222,27 Stonequarries do Brasil LTA. M.e /03 - Not.869/203 - R$ 32,35, 83292/03 - Not.87/203 - R$ 3. 46, Thallys duardo Pinto Coelho / - Not.992/203 - R$ 28,76 tk Produtos Cerâmicos Ltda /0 - Not.984/203 - R$ 2.628,42 Total Industria da Construção Ltda /08 - Not.97/203 - R$.400,9 Valadares Minerios LTA / - Not.2006/203 - R$ 260,07 Willy Abdo /2 - Not.967/203 - R$ 2.637,53 RLAÇÃO N o - 44/203 icam NOTIICAOS para pagar ou parcelar débito(mul- TAS)/prazo 0(dez) dias (6.62) a & t Transporte e Serviços Ltda / - Not.896/203 - R$ 2.638,39 A.d.g Mineração e Comércio de Granitos Ltda /09 - Not.952/203 - R$ 2.646,26 Adelio Vitor os Santos /0 - Not.900/203 - R$ 5.832,28 Ademir Jorge de Oliveira /0 - Not.908/203 - R$ 2.646,26 Almir Rogério Rodrigues Souto /2 - Not.205/203 - R$ 2.646,26 Anderson Geraldo da Silva / - Not.934/203 - R$ 2.646,26 André Vaz de Mello ernandes /09 - Not.860/203 - R$ 4.933,58 Angelo Augusto de Souza /0 - Not.946/203 - R$ 2.646,26 Antonio Carlos os Santos /2 - Not.203/203 - R$ 2.646,26 Bagatelle Imobiliária Ltda /09 - Not.866/203 - R$ 2.788,02 Brasroma Mineração, Comércio e Indústria Ltda /04 - Not.876/203 - R$ 5.803,44, /03 - Not.206/203 - R$ 2.550,4, /95 - Not.2057/203 - R$ 2.583,62 Brazminco Ltda /00 - Not.884/203 - R$ 4.642,30, 83223/00 - Not.886/203 - R$ 4.642,30, /00 - Not.864/203 - R$ 4.642,30, 83288/00 - Not.868/203 - R$ 4.642,30, 83836/00 - Not.893/203 - R$ 5.907,26 Breno Luiz Marques Barbosa de Oliveira / - Not.924/203 - R$ 2.646,26 Calcinação Max Ltda /2 - Not.2023/203 - R$ 2.646,26 Cerâmica Santana Ltda /03 - Not.89/203 - R$ 2.504,2 Cesar Rodrigues de Araujo / - Not.2009/203 - R$ 2.646,26 Comercial Gonzaga e rança Ltda me / - Not.200/203 - R$ 2.646,26 Comercial Lataliza e rança Ltda-me /09 - Not.944/203 - R$ 2.646,26 Cooperativa de xtração de Areia de Ubá e Região Ltda Cooperar /0 - Not.862/203 - R$ 2.854,2 Cosentino Latina LTA / - Not.20/203 - R$ 2.646,26 Cynthia Nara Guedes Ávila /0 - Not.90/203 - R$ 2.646,26, /09 - Not.954/203 - R$ 2.646,26 aniel Axer amasceno Cipriano /2 - Not.2055/203 - R$ 2.646,26 désio José os Santos / - Not.922/203 - R$ 5.292,53 duardo Savio Viggiano de Almeida / - Not.999/203 - R$ 2.96,4 dvaldo erreira Miguel /2 - Not.209/203 - R$ 2.646,26, 8379/2 - Not.2037/203 - R$ 2.646,26 nzo Gauzzi /0 - Not.987/203 - R$ 2.646,26 uclesio Janes erreira /2 - Not.204/203 - R$ 2.646,26, 8350/2 - Not.2047/203 - R$ 2.646,26
70 70 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ver Química do Brasil LTA /09 - Not.950/203 - R$ 5.292,53 ernando Pereira da Rocha Thomsen /09 - Not.960/203 - R$ 5.292,53, /09 - Not.958/203 - R$ 5.292,53 Genadir Gomes Roberto / - Not.920/203 - R$ 2.646,26 Geraldo Rocha Badaia /00 - Not.2063/203 - R$ 2.964,23 Granmar Granitos e Mármores Ltda /2 - Not.2053/203 - R$ 2.646,26, 83839/2 - Not.2035/203 - R$ 2.646,26, 83593/2 - Not.2043/203 - R$ 2.646,26 Heraldo Pinheiro da Silva /0 - Not.92/203 - R$ 5.292,53 Hgs Terraplenagem Ltda /0 - Not.96/203 - R$ 2.646,26 João Carlos Chaves Miranda / - Not.940/203 - R$ 2.646,26 João Pacífico Antunes Spósito / - Not.930/203 - R$ 2.646,26, 83033/ - Not.926/203 - R$ 2.646,26 Joaquim Cézar de Siqueira fi /07 - Not.852/203 - R$ 283,89 Joaquim rancisco Pereira /2 - Not.2049/203 - R$ 2.646,26 Joaquim Raimundo Maia /2 - Not.2025/203 - R$ COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS 2.646,26 José Antônio Teixeira Lima / - Not.997/203 - R$ 2.646,26 José arias de Moura /0 - Not.979/203 - R$ 2.646,26 José Paulo Antonio Ribeiro /09 - Not.858/203 - R$ 2.352,44 Karine Coelho Jacomelli / - Not.995/203 - R$ 2.646,26 Laudelino Marins Leite / - Not.99/203 - R$ 2.646,26 Lbc Agropecuária Ltda /2 - Not.202/203 - R$ 2.646,26 Liverpool Granitos Mundial Mineração e xportação Ltda / - Not.2003/203 - R$ 2.646,26, 83335/ - Not.2005/203 - R$ 2.774,52 Luciano ias Soares /0 - Not.977/203 - R$ 2.646,26 Marcos Antonio de Andrade Pedreira me / - Not.936/203 - R$ 2.646,26, 83864/ - Not.938/203 - R$ 2.646,26 Marcos Antonio de Oliveira / - Not.98/203 - R$ 2.646,26 Marisa da Consolação Martins /0 - Not.94/203 - R$ 2.646,26, 8382/09 - Not.964/203 - R$ 2.646,26, 8330/09 - Not.966/203 - R$ 2.646,26 Maurito Luiz Magalhães / - Not.207/203 - R$ , Meire Juliana os Santos Lacerda /2 - Not.2027/203 - R$ 2.646,26 Mineração Alvorecer Ltda /90 - Not.2059/203 - R$ 3. 3, 4 Mineração Atlântica LTA /99 - Not.847/203 - R$.607,64 Mineração erro Norte Ltda /09 - Not.854/203 - R$ 2.756,50 Mineração Montesa Ltda - 835/2 - Not.2045/203 - R$ 2.646,26 Mineração Peg Ltda me / - Not.203/203 - R$ 2.646,26 Mineração Piazza Brasil Ltda /04 - Not.894/203 - R$ 250,72 Mitchel Bruno Alves Jacob /2 - Not.2039/203 - R$ 2.646,26, 8386/2 - Not.2033/203 - R$ 2.646,26 Moisés Lopes Cançado de aria /09 - Not.970/203 - R$ 2.646,26 mv Magma Mineração LTA / - Not.904/203 - R$ 2.638,39 Mvi Mineração Ltda pp /0 - Not.98/203 - R$ 2.646,26 Orenbras Comércio de Pedras Ltda /0 - Not.983/203 - R$ 5.292,53, 83070/0 - Not.989/203 - R$ 5.292,53 Osvaldo Pedroso as Chagas fi /05 - Not.873/203 - R$ 58,6 Otacílio da Cunha Pereira /0 - Not.902/203 - R$ 2.638,39 Pavistone Granitos Ltda / - Not.898/203 - R$ 2.638,39 Pedro Alexandre de Oliveira rança /0 - Not.956/203 - R$ 2.646,26 Pierrout Comércio e Participações Ltda /0 - Not.975/203 - R$ 2.646,26, 8338/08 - Not.974/203 - R$ 2.646,26 Ruslane Lima ernandes / - Not.928/203 - R$ 2.646,26 Salim de Jesus Aleme / - Not.942/203 - R$ 2.646,26 Sandro Acácio Marra /09 - Not.962/203 - R$ 2.646,26 Sebastiana Lourdes Salles Pereira /0 - Not.948/203 - R$ 2.646,26 Silvio duardo erreira ilho / - Not.932/203 - R$ 5.292,53 Silvio Oliveira da Silva /2 - Not.2029/203 - R$ 2.646,26 pelo código Stonequarries do Brasil LTA. M.e /03 - Not.870/203 - R$ 3.627,2, 83292/03 - Not.872/203 - R$ 3.627,2 Thallys duardo Pinto Coelho / - Not.993/203 - R$ 2.646,26 tk Produtos Cerâmicos Ltda /0 - Not.985/203 - R$ 2.646,26 Total Industria da Construção Ltda /08 - Not.972/203 - R$ 2.646,26 Valadares Minerios LTA / - Not.2007/203 - R$ 2.646,26 Willy Abdo /2 - Not.968/203 - R$ 2.646,26 RLAÇÃO N o - 475/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere pedido de reconsideração(8) 832.6/202-ARS O BRASIL CONSULTORIA LTA ase de Autorização de Pesquisa efere pedido de reconsideração(262) /2000-JOSÉ ACCHINI etermina arquivamento Auto Infração - TAH(637) /994-OMGA GAMA MINRAÇÃO LTA-AI N 833/09-MG Auto de infração lavrado/relatório de Pesquisa- prazo p/ defesa ou pagamento 30 dias(638) /2006-JOSÉ MORIRA ILHO-AI N 338/3- ISC /2006-XTRAÇÃO ARIA 3 IRMÃOS LTA M-AI N 339/3-ISC /2006-IIR JOSÉ AMÉRICO-AI N 322/3-ISC /2006-JOSÉ MORIRA ILHO-AI N 340/3- ISC /2006-VLU ANTONIO GOUVIA-AI N 324/3- ISC /2006-VLU ANTONIO GOUVIA-AI N 327/3- ISC /2007-HÉLIO GOMS SOUZA-AI N 32/3- ISC /2007-XTRAÇÃO ARIA 3 IRMÃOS LTA M-AI N 34/3-ISC /2007-HÉLIO GOMS SOUZA-AI N 323/3- ISC /2007-IIR JOSÉ AMÉRICO-AI N 326/3-ISC /2007-TOLO MINRAÇÃO LTA-AI N 328/3-ISC /2007-TOLO MINRAÇÃO LTA-AI N 329/3-ISC /2007-TOLO MINRAÇÃO LTA-AI N 330/3-ISC /2007-VOTORANTIM CIMNTOS S A-AI N 333/3-ISC /2007-VOTORANTIM CIMNTOS S A-AI N 334/3-ISC /2007-VOTORANTIM CIMNTOS S A-AI N 335/3-ISC /2007-HÉLIO GOMS SOUZA-AI N 325/3- ISC /2007-HÉLIO GOMS SOUZA-AI N 336/3- ISC /2008-COARIA COMÉRCIO ARIA IR- LI PP-AI N 268/3-ISC /2008-COARIA COMÉRCIO ARIA IR- LI PP-AI N 269/3-ISC /2008-IIR JOSÉ AMÉRICO-AI N 337/3-ISC /2008-RORIGO CAVALCANT SIMÕS M-AI N 293/3-ISC /2008-RORIGO CAVALCANT SIMÕS M-AI N 294/3-ISC /2008-RORIGO CAVALCANT SIMÕS M-AI N 295/3-ISC /2008-RORIGO CAVALCANT SIMÕS M-AI N 296/3-ISC /2008-RORIGO CAVALCANT SIMÕS M-AI N 3 / 3 - I S C 83.69/2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 278/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 279/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 280/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 288/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 289/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 290/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 29/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 307/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 308/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 309/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 30/3-ISC /2008-MINRAÇÃO RIO CLARO M.V. LTA.-AI N 37/3-ISC ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2002-MINRAÇÃO STRLA O NORT LT- A - M.-O. N 98/3-SCGV etermina cumprimento de exigência - Prazo 80 dias(054) /2002-MINRAÇÃO STRLA O NORT LT- A - M.-O. N 99/3-SCGV ase de Concessão de Lavra etermina o arquivamento do Auto de Infração(462) /968-Votorantim Metais Zinco S/A- AI N 08/2- RPM ase de Requerimento de Licenciamento Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa publicação:(730) 86.79/202-ARGILA CORGORICO LTA-Registro de Licença N 406/3 de 3/05/3-Vencimento em 28/09/204 ase de isponibilidade etermina arquivamento definitivo do processo(678) /985-MINRAÇÃO JATAPU LTA /986-MARIM SOCIA MINRAÇÃO LT A /2004-OSCAR RNANS /2007-RANCISCO GARCIA IGUIRO /20-VÁGNR RRIRA A COSTA CIA LT A RLAÇÃO N o - 482/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(2) /202-ALMIA COMRCIO MATRIAL CONSTRUCAO LTA M /202-MORRO O PILAR MINRAIS S.A. Indefere de Plano o Requerimento de Autorização de Pesquisa(66) /202-MINRA PSQUISA GOLÓGICA LTA. ase de Autorização de Pesquisa eclara a nulidade do alvará de pesquisa(273) /2008-ALIN CARVALHO ÉLIX MORONI M- Alvará N 4450/09 etermina arquivamento Auto de Infração -Relatório de Pesquisa(640) /993-JOSÉ RANCISCO PRIRA A SILVA PÁUA-AI N 259/04-MG Multa aplicada (Relatório de Pesquisa)/ Prazo para pagamento 30 dias(644) 83.08/996-MINRAÇÃO JUPARANÁ LTA. - AI N 822/3-MG /2004-ILOMNA RORIGUS COUTO CAM- POS - AI N 55/2-MG /2005-PALMA AGROPCUÁRIA LTA M - AI N 90/2-MG /2005-SBASTIÃO ONIZT GONÇALVS - AI N 308/2-ISC /2007-CLUSA APARCIA PINTO AMASC- NO M - AI N 62/2-MG /2007-BRAZMINCO LTA - AI N 509/2-MG /2007-BRAZMINCO LTA - AI N 50/2-MG /2007-BRASROMA MINRAÇÃO, COMÉRCIO INÚSTRIA LTA - AI N 5/2-MG ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /988-MINRAÇÃO SANTA RITA UNÃO LT- A-O. N 028/3-GTM /996-MINRAÇÃO CALNS LTA-O. N 029/3-GTM ase de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(78) /2009-MINRAORA SANTA RITA LTA M- O. N 887/3-ISC Autoriza averbação da Prorrogação do Registro de Licença(742) 83./980-BRITAORA BOA VISTA LTA.- Registro de Licença N :205/8 - Vencimento em 0/05/ /986-MINRAÇÃO ARIA BRANCA LTA- Registro de Licença N :567/86 - Vencimento em 03/04/ /987-MINRAÇÃO BIRA RIO OIS IRMÃOS LTA- Registro de Licença N :692/88 - Vencimento em Indeterminado /996-MAURILI VALRIO MIROS-M- Registro de Licença N :860/96 - Vencimento em 8/04/ /997-USIBRITA LTA- Registro de Licença N :28/00 - Vencimento em 05/0/ /2000-MINRAÇÃO PRO LOPOLO- Registro de Licença N :687/0 - Vencimento em 2/2/ /2000-ARIAL TAPRA LTA- Registro de Licença N :554/0 - Vencimento em 2/2/ /200-XPRSSO CAROSO LTA- Registro de Licença N :733/0 - Vencimento em 5/04/ /2003-MS TRANSPORTS MINRAORA LT- A M- Registro de Licença N :2392/04 - Vencimento em 26/04/ /2003-PMC ARTATOS CIMNTO SÃO VICNT MINAS LTA.- M..- Registro de Licença N :248/04 - Vencimento em 8/03/ /2004-JOÃO BOSCO CIPRIANI GALLI- Registro de Licença N :2503/04 - Vencimento em 24/07/ /2004-MINRAÇÃO PRO LOPOLO- Registro de Licença N :2727/05 - Vencimento em 3/2/2032
71 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN /2004-ARAL ORINT LTA M- Registro de Licença N :3897/2 - Vencimento em Indeterminado /2005-ANA CRISTINA BOTLHO ARAÚJO - M- Registro de Licença N :2748/05 - Vencimento em 6/0/ /2006-IAS & CIA LTA.- Registro de Licença N :2978/06 - Vencimento em Indeterminado /2006-RAGA TRZ IRMÃOS LTA- Registro de Licença N :2955/06 - Vencimento em 0/02/ /2006-COMRCIAL RSN VIIRA LTA- Registro de Licença N :2990/06 - Vencimento em 2/04/ /2006-MINIRA INÚSTRIA CRÂMICA LTA- Registro de Licença N :323/07 - Vencimento em 5/03/ /2006-CRÂMICA GORUTUBA LTA- Registro de Licença N :303/07 - Vencimento em Indeterminado 83.99/2007-LUCIANA RSN ÁVILA- Registro de Licença N :3402/09 - Vencimento em 8/04/ /2007-COMRCIAL RSN VIIRA LTA- Registro de Licença N :3324/08 - Vencimento em 2/04/ /2007-RAGA MINAS GRAIS LTA.- Registro de Licença N :3257/08 - Vencimento em 02/2/ /2008-OLARIA MINAS LTA M- Registro de Licença N :396/3 - Vencimento em 6/04/ /20-ANTÔNIO PAUA MATOS- Registro de Licença N :3764/2 - Vencimento em 0/02/ /20-XTRAÇÃO COMÉRCIO ARIA O COURA LTA.- Registro de Licença N :3939/3 - Vencimento em 5/04/ /20-PSICULTURA MINRAÇÃO BLA VIS- TA LTA M- Registro de Licença N :3787/2 - Vencimento em 06/04/ /202-CRÂMICA NOSSA SNHOR ÁTI- MA LTA- Registro de Licença N :3992/3 - Vencimento em 6/0/208 etermina cumprimento de exigência- RAL /Prazo 30 dias(729) /2004-PG COMÉRCIO MATRIAIS CONSTRUÇÃO LTA.-O. N /3-MG etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(739) /995-CARLOS NILSON A SILVA-O. N / 3 - M G ase de Requerimento de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(55) /202-SANRA HLNA SILVA-O. N 220/3- GTM Indefere requerimento de licença - área sem oneração/port.266/2008(28) /2002-CALCÁRIO TRIÂNGULO INÚSTRIA COMÉRCIO LTA /202-CRÂMICA PÁSSARO VR LTA ase de Requerimento de Lavra Garimpeira Indefere por Interferencia Total(339) /202-MARIA VIANA ARAÚJO ase de isponibilidade etermina arquivamento definitivo do processo(678) /2004-IMOBILIÁRIA CONSTRUTORA ONS- CA & MLO LTA RLAÇÃO N o - 492/203 ase de Autorização de Pesquisa Indefere requerimento de Guia de Utilização(284) /993-TOGNI MINRAÇÃO LTA /20-ARIAO SAO LUIZ LTA M /20-ARIAO SAO LUIZ LTA M /202-CRAMICA LAL LTA /202-CRAMICA SAO JOS LTA RLAÇÃO N o - 529/203 AS AUTORIZAÇÃO PSQUISA eclara a nulidade do Alvará de Pesquisa-(TAH)/(6.50) Jessy de Souza / Onésio de Palma /2 Tradex Comercio Importação e xportação Ltda /2 XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL CLSO LUIZ GARCIA SUPRINTNÊNCIA NO PARANÁ SPACHOS O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 79/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere de plano o requerimento de Autorização de Pesquisa(0) /202-ANRÉ SOARS RANÇA Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(2) /203-ARAL BOZZA LTA /203-MOYSS LUPION NTO etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(3) /202-SINY LUIZ GUZZO-O. N 362/ /203-S G MIRANA & CIA LTA.-O. N 37/ /203-MAGA CRISTINA LUK PRIRA- O. N 367/ /203-HILA AAMIO ROVA-O. N 369/203 pelo código /203-G.R.XTRAÇÃO ARIA TRANS- PORTS ROOVIÁRIOS LTA-O. N 397/ /203-ARIAL ROGALSKI LTA-O. N 396/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 423/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 389/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 390/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 388/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 387/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 386/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 385/ /203-GL STOCAMNTOS LTA. M-O. N 398/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 384/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 383/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 382/ /203-OURAO MATRIAIS CONSTRU- ÇÃO LTA PP-O. N 38/ /203-JOL RORIGUS-O. N 363/ /203-JOL RORIGUS-O. N 378/ /203-JOL RORIGUS-O. N 364/ /203-JOL RORIGUS-O. N 379/ /203-JOL RORIGUS-O. N 365/ /203-JOL RORIGUS-O. N 405/ /203-OSCAR COSTA ARIAS-O. N 376/ /203-MINRAX MINRAÇÃO PARTICIPA- ÇÕS LTA.-O. N 404/ /203-MINRAX MINRAÇÃO PARTICIPA- ÇÕS LTA.-O. N 403/ /203-MINRAX MINRAÇÃO PARTICIPA- ÇÕS LTA.-O. N 402/ /203-MINRAX MINRAÇÃO PARTICIPA- ÇÕS LTA.-O. N 40/ /203-L. RAZATTO & CIA. LTA.-O. N 400/ /203-OASIS XTRAÇÃO ARIA LTA M-O. N 425/ /203-MINRAÇÃO TABIPORÃ LTA-O. N 399/203 Homologa desistência do requerimento de Autorização de Pesquisa(57) /20-XTRA MINRAÇÃO LTA M Indefere pedido de reconsideração(8) /202-BRITAOR AL ROSS LTA PP /202-BRITAOR AL ROSS LTA PP ase de Autorização de Pesquisa Concede anuência e autoriza averbação da cessão parcial de direitos(75) /200-IRMÃOS STANSKI LTA- Alvará n 8.763/200 - Cessionario: /203; /203; /203; /203-STANSZYK STPANSKI LTA- CP ou CNPJ / Não conhece requerimento protocolizado intempestivamente(270) /2005-IRMÃOS KARPINSKI LTA /2005-IRMÃOS KARPINSKI LTA /2005-IRMÃOS KARPINSKI LTA. Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de direitos(28) /200-HBR JOSÉ CHUA- Cessionário:SI- NI RIBAS RRIRA & CIA LTA- CP ou CNPJ / Alvará n 6.809/200 Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(38) /998-OSCAR OCK /998-OSCAR OCK /998-OSCAR OCK /2006-ÁGUA NOVA PSQUISAS MINRAIS LT- A. ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2000-LUIZ NABOSN IRMA INIVIUAL- O. N 984/ /2005-OGGIATTO & CIA LTA-O. N 979/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 80 dias(054) /999-MINRAÇÃO SÃO JUAS LTA.-O. N 377/203 ase de Concessão de Lavra Auto de Infração lavrado - Prazo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /967-CIA CIMNTO ITAMBÉ- AI N 66/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /967-CIA CIMNTO ITAMBÉ-O. N 869/203 etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(738) /942-INVSTIMÓVIS MPRNIMNTOS S A-O. N 852/203 ase de Requerimento de Licenciamento Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa publicação:(730) /2008-CONSTRUMAQ LTA-Registro de Licença N 2/203 de 2/06/203-Vencimento em 27// /200-CRÂMICA SIMONATTO LTA-Registro de Licença N 22/203 de 20/06/203-Vencimento em /02/ /203-IRMÃOS IWAMOTO & CIA. LTA.-Registro de Licença N 23/203 de 2/06/203-Vencimento em 4/2/2022 etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(55) /200-BAUGIS,& AVANZO ARIA LTA - M-O. N 372/ /202-CARLOS ULGAL-O. N 374/203 ase de Licenciamento Autoriza averbação da Prorrogação do Registro de Licença(742) /2003-CRAMICA RCHIM LTA- Registro de Licença N :694/ Vencimento em 07/05/204 ase de isponibilidade Não conhece o recurso interposto(837) /988-Interposto porg R XTRAÇÃO ARIA TRANSPORTS ROOVIÁRIOS LTA. RLAÇÃO N o - 80/203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere requerimento de Autorização de Pesquisa- não cumprimento de exigência(22) /203-ANAIR ZAMINHAN ase de Autorização de Pesquisa Concede anuência e autoriza averbação da cessão parcial de direitos(75) /995-TRRAPLNAGM HOSANG LTA- Alvará n 8.744/200 - Cessionario:826.57/203-HINRICH HO- SANG- CP ou CNPJ Nega a anuência prévia aos atos de cessão total de direitos(93) /996-BNJAMIM ORSO Indefere requerimento de prorrogação de prazo do alvará de Pesquisa(97) /200-ALBRTINO PRZ Não conhece requerimento protocolizado intempestivamente(270) /2005-IRMÃOS KARPINSKI LTA /2005-IRMÃOS KARPINSKI LTA. eclara a nulidade do alvará de pesquisa(273) /202-P. C. LOPS -PP-Alvará N 6.783/202 Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de direitos(28) /20-APARCIA A CONCIÇÃO RRI- RA- Cessionário:PRIRA LRROVILL LTA M- CP ou CNPJ / Alvará n.097/202 Autoriza a emissão de Guia de Utilização(285) /20-RAAL VIOLA MOTTIN-RIBIRA/SP, ARIANÓPOLIS/PR - Guia n 43/ TONLAAS- ARIA- Validade:2/05/204 Aprova o relatório de pesquisa com redução de área(29) /2007-ARAL RALZA LTA. M.- Área de 750,8 HA para 49, HA-ARIA SAIBRO /2008-GMINAS MINRAORA LTA- Área de 83,4 HA para 37,7 HA-CALCÁRIO Aprova o relatório de Pesquisa(37) /2008-GMINAS MINRAORA LTA-CALCÁ- RIO /200-CRAMICA MAJR LTA.-ARGILA /200-CRAMICA CIA NOVA LTA.-ARGI- LA Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(38) /996-BNJAMIM ORSO ase de Concessão de Lavra Auto de Infração lavrado - Prazo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /200-LORSCR INÚSTRIA COMÉRCIO ÁGUA MINRAL LTA- AI N 20/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /2000-PRIRAS BOSCARIN LTA-O. N 089/ /200-LORSCR INÚSTRIA COMÉRCIO ÁGUA MINRAL LTA-O. N 249/203 ase de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(78) /2006-BUTZG & BUTZG LTA-O. N 43/203 Autoriza averbação da Prorrogação do Registro de Licença(742) /986-PAVIMAR CONSTRUTORA OBRAS LTA- Registro de Licença N :50/992 - Vencimento em 20/05/ /995-MARC CONSTRUTORA OBRAS LT- A- Registro de Licença N :408/996 - Vencimento em /08/ /2007-.B. PRS & CIA LTA- Registro de Licença N :965/ Vencimento em 6/07/207 ase de Requerimento de Licenciamento Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa publicação:(730)
72 72 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de /20-ANIL PAULO IVASZK-Registro de Licença N 26/203 de 28/06/203-Vencimento em 0/02/ /20-JOL BUNO & CIA LTA M-Registro de Licença N 28/203 de 28/06/203-Vencimento em 25/03/ /203-CRÂMICA MARTLLI LTA-Registro de Licença N 27/203 de 28/06/203-Vencimento em 29/0/ /203-VANIA TRSINHA K GRRI M-Registro de Licença N 24/203 de 28/06/203-Vencimento em 02/05/ /203-CRÂMICA WOLSKI LTA-Registro de Licença N 25/203 de 28/06/203-Vencimento em 3/05/204 ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 80 dias(054) /993-ÁGUA MINRAL VITÁGUA LTA.-O. N 420/203 RAAL QUVO O AMARAL Substituto SUPRINTNÊNCIA M PRNAMBUCO COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS SPACHO O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 77/203 AS AUTORIZAÇÃO PSQUISA eclara a nulidade do Alvará de Pesquisa-(TAH)/(6.50) L&l Universal mpreendimentos Minerais Ltda /, 84036/, /, /, / MARCOS ANTÔNIO HOLANA TAVARS Substituto SUPRINTNÊNCIA NO RIO GRAN O NORT SPACHOS O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 45/203 ase de isponibilidade eclara PRIORITÁRIO, pretendente da área em disponibilidade para pesquisa(303) /2007-Serrinha Indústria e Comércio Ltda.- Substância Aprovada:Granito /2007-Serrinha Indústria e Comércio Ltda.- Substância Aprovada:Granito ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2006-MINRAÇÃO VAL VR LTA-O. N 898/203-SGTM/NPM/RN /2006-RG MINRAÇÃO COMÉRCIO LTA- O. N 882/203-SGTM/NPM/RN etermina cumprimento de exigência - Prazo 80 dias(054) /2006-RG MINRAÇÃO COMÉRCIO LTA- O. N 883/203-SGTM/NPM/RN RLAÇÃO N o - 47/203 ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2007-MINRAÇÃO APOI LTA.-O. N 905/203-SGTM/NPM/RN /2007-MINRAÇÃO APOI LTA.-O. N 903/203-SGTM/NPM/RN /202-COLYMAR NGNHARIA LTA-O. N 893/203-SGTM/NPM/RN Autoriza a emissão de Guia de Utilização(625) /20-UNIÃO BRASILIRA AGRGAOS LTA.-MONT ALGR/RN - Guia n 08/ toneladas- Gnaisse (brita)- Validade:26/06/204 ase de Requerimento de Licenciamento Indefere requerimento de licença - área onerada/port. 266/2008(282) /200-STRUTURAL INUSTRIA CRAMICA LT A ROGR GARIBALI MIRANA SUPRINTNÊNCIA M SANTA CATARINA SPACHOS O SUPRINTNNT RLAÇÃO N o - 8 / 203 ase de Requerimento de Pesquisa Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(2) 85.3/203-PORCLANAS INUSTRIAIS GRMR S.A /203-PORCLANAS INUSTRIAIS GRMR S.A /203-CRÂMICA PRIRA LTA etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(3) 85.46/203-BRAZIL RSOURCS HOLING LIMITA- A-O. N 2640/ /203-SIGMA MINRAÇÃO, BNICIAMN- TO TRANSPORTS LIMITAA M-O. N 2643/ /203-MICROMIL - MICRONIZAÇÃO MOA- GM LTA.-O. N 2639/ /203-ALLYSON IVIS CAROSO MAIOCHI- O. N 2645/203 pelo código ase de Autorização de Pesquisa Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(38) /2007-JAIR BRIAROLI ase de Concessão de Lavra Multa aplicada /Prazo para pagamento 30 dias(460) /936-COMPANHIA HIROMINRAL O OS- T CATARINNS- AI Nº 8/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /936-CARBONIRA MTROPOLITANA SA- O. N 4573/202 e 2658/ /936-COMPANHIA HIROMINRAL O OS- T CATARINNS-O. N 2637/203 ase de Licenciamento Auto de infração lavrado/prazo para defesa ou pagamento 30 dias(76) /996-HINIG PRÉ MOLAOS CONCRTO, ARGAMASSAS AGRGAOS LTA- AI N 235/ /996-HINIG PRÉ MOLAOS CONCRTO, ARGAMASSAS AGRGAOS LTA- AI N 234/ /998-CRÂMICA ROLANO KLITZK LTA M- AI N 236/ /2004-JJ PRIRA CIA LTA- AI N 233/203 ase de Requerimento de Lavra Auto de infração lavrado/prazo para defesa ou pagamento 30 dias(806) /2004-TRANSPORTS WILNR LTA- AI N 23/203 e 232/203 ase de isponibilidade Não conhece proposta de habilitação protocolizado fora do prazo ou em desacordo com a legislação(6) /2000-COOPRATIVA XPLORAÇÃO MIN- RAL A BACIA O RIO URUSSANGA - COOPMI - CNPJ Nº / /2009-MIVAL MINRAÇÃO VAL O RIO TI- JUCAS LTA, CNPJ Nº /000-5 No julgamento das habilitações para área em disponibilidade, CLARO:(803) /2000- HABILITAOS os proponentes: MONT RAL XTRAÇÃO ARIA LTA PP, CNPJ Nº / RORIGO KISLARCK MORTTI, CP Nº , GO CASTRO CONSULTORIA LTA, CNPJ Nº /000-3 e INABILITAOS os proponentes: RLAÇÃO N o - 20/203 ase de Autorização de Pesquisa Torna sem efeito Multa Aplicada-RL. PSQ.(646) /2007-ARLAN JOSÉ ALAGNOL- AI N 79/ /2009-R RLORSTAORA LTA- AI N 208/203 ase de Concessão de Lavra Retificação de despacho(389) 85.02/984-MIVAL MINRAÇÃO VAL O RIO TI- JUCAS LTA - Publicado OU de 27/06/203, Relação n 07/203, Seção I, pág. 5- Onde se lê: "...A.I. nº 248/203", leia-se: "...A.I. nº 6/203" RLAÇÃO N o - 23/203 ase de Requerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(36) /2003-ABIANI GOULART RNANS CRUZ- O. N 274/203 e 275/203 Concede anuência e autoriza averbação da cessão parcial do requerimento de lavra(566) /2003-COOPRATIVA XPLORAÇÃO MIN- RAL A BACIA O RIO URUSSANGA- Alvará n 427/ Cessionario:85.287/202-ABIO ARIANO MACCARI M- CNPJ / Autoriza a emissão de Guia de Utilização(625) 85.22/993-ALLAGNOL NGNHARIA OBRAS LTA-CONCÓRIA/SC - Guia n t- Validade:28/06/ /200-PASQUALI TRRAPLNAGM SRVI- ÇOS LTA.-GUARAMIRIM/SC, SCHROR/SC - Guia n Saibro(Gnaisse Alterado)- Validade:02/07/ /2005-OLARIA CAMPO NOVO LTA-TIMBÉ O SUL/SC - Guia n 45/ t-Argila- Validade:02/07/204 Auto de infração lavrado/prazo para defesa ou pagamento 30 dias(806) 85.23/2003-COMRCIAL INUSTRIAL ALXAN- RO LTA M- AI N 242/203 etermina cumprimento de exigência- RAL RTIICA- OR/Prazo 30 dias(737) 85.23/2003-COMRCIAL INUSTRIAL ALXAN- RO LTA M-O. N 27/203 ase de Concessão de Lavra Aprova o modelo de rotulo da embalagem de água(440) /2002-AGUAS A PRA BRANCA INUS- TRIA COMRCIO PROUTOS ALIMNTICIOS LTA.- onte Pedra Branca - mbalagens de Água Mineral Natural Pedra Branca retornáveis de 20 l sem gás em dois formatos: redondo e retangular- PALHOÇA/SC Auto de Infração lavrado - Prazo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /976-ÁGUAS PRATAS MINRAÇÃO LTA- AI N 237/203, 238/203, 239/203, 240/203 e 24/203 Multa aplicada /Prazo para pagamento 30 dias(460) /976-ÁGUAS PRATAS MINRAÇÃO LTA- AI Nº 52/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /976-ÁGUAS PRATAS MINRAÇÃO LTA- O. N 2682/203 ase de Licenciamento Autoriza averbação da Prorrogação do Registro de Licença(742) /988-PORTO UNIÃO XTRAÇÃO ARIA LTA- Registro de Licença N :38/99 - Vencimento em 07/08/ /2000-KLABIN SA- Registro de Licença N :39/ Vencimento em 7/04/ /2000-WINTR COMÉRCIO MATRIAL CONSTRUÇÃO LTA- Registro de Licença N :825/200 - Vencimento em 24/05/ /2000-MONINI XTRAÇÃO ARIA LTA- Registro de Licença N :05/ Vencimento em 3/05/ /200-ANRSON OSNI A SILVA SILVIRA M- Registro de Licença N :90/200 - Vencimento em 6/03/ /2002-PARISI TRANSPORTS TRRAPLNA- GM LTA- Registro de Licença N :02/ Vencimento em 27/05/ /2003-A. MNS TRRAPLANAGM, CONS- TRUÇÃO XTRAÇÃO MINRAIS LTA- Registro de Licença N :02/ Vencimento em 22/04/ /2003-PARISI TRANSPORTS TRRAPLNA- GM LTA- Registro de Licença N :07/ Vencimento em 04/08/ /2003-KLABIN SA- Registro de Licença N :406/ Vencimento em 08/05/ /2009-CRAMICA SILVA LTA- Registro de Licença N :49/ Vencimento em 2/05/ /2009-WINTR COMÉRCIO MATRIAL CONSTRUÇÃO LTA- Registro de Licença N :472/200 - Vencimento em 24/05/ /200-TRRAPLNAGM AZZA LTA.- Registro de Licença N :482/20 - Vencimento em 26/04/205 ase de Requerimento de Registro de xtração Outorga o Registro de xtração, prazo 5 anos, vigência a partir dessa publicação:(924) /203-PRITURA MUNICIPAL RI RO- GÉRIO- Registro de xtração N 2/203 de 8/06/203 RLAÇÃO N o - 27/203 ase de Autorização de Pesquisa etermina arquivamento Auto de infração(230) /99-MOLIZA RVSTIMNTOS CRÂMICOS LTA..-AI N 37/2009 ase de Concessão de Lavra Auto de Infração lavrado - Prazo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /990-MINRAÇÃO BOA É LTA- AI N 243/203 Multa aplicada /Prazo para pagamento 30 dias(460) /936-CARBONÍRA CATARINNS LTA- AI Nº 80/203, 8/203, 82/203, 83/203, 84/203, 85/203, 86/203, 87/203, 88/203 etermina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(470) /984-ALTO VAL MINRAÇAO LTA M- O. N 2732/ /990-MINRAÇÃO BOA É LTA-O. N 2730/203 ase de Requerimento de Licenciamento Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa publicação:(730) 85.85/202-CRÂMICA ORGIARINI LTA-Registro de Licença N 563/203 de 05/07/203-Vencimento em 08/04/ /203-CRÂMICA SANTO ANTONIO LTA M-Registro de Licença N 564/203 de 05/07/203-Vencimento em 0/2/2022 ase de Requerimento de Lavra Multa aplicada/ prazo para pagamento 30 dias(8) /2003-BRITAOR OST LTA M -AI N 43/202 MARCUS GRALO ZUMBLICK Substituto
73 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Ministério do esenvolvimento Agrário CONSLHO NACIONAL SNVOLVIMNTO RURAL SUSTNTÁVL RSOLUÇÃO Nº 95, 8 JULHO 203 Aprova, ad referendum do CONRA, o Regulamento Operativo do undo de Terras e da Reforma Agrária O PRSINT O CONSLHO NACIONAL - SNVOLVIMNTO RURAL SUSTNTÁVL - CONRA, no uso da competência que lhe confere o art. 2º, inciso I e VIII, combinados como art. 5º, 2º do ecreto nº 4.854, de 08 de outubro de 2003, bem como o art. º do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 35, de 0 de janeiro de 2004, e tendo em vista o disposto no art. º, do ecreto nº 4.892, de 25 de novembro de 2003, e do art. º, do ecreto nº 6.672, de 02 de dezembro de 2008, torna público, ad referendum, do Plenário do Conselho Nacional de esenvolvimento Rural Sustentável - CONRA a presente Resolução, CONSIRANO a) a necessidade iminente de adequar o Regulamento Operativo do undo de Terras e da Reforma Agrária aos ditames introduzidos pela Resolução nº 4.77, do Conselho Monetário Nacional, de 7 janeiro de 203, com nova redação dada pela Resolução 4.206, de 28 de março de 203 deste mesmo Conselho; b) a publicação do ecreto nº 8.025, de 6 de junho de 203, que admitiu que as despesas com tributos, topografia, georreferenciamento, custas e emolumentos cartorários, relativas à aquisição de imóvel, possam ser financiadas com recursos do undo de Terras, conforme as disposições da Resolução nº do Conselho Monetário Nacional, de 28 de junho de 203; c) que, com o advento da Medida Provisória nº 69, de 6 de junho de 203, os contratos de financiamento do undo de Terras, celebrados por instituições financeiras por meio de instrumentos particulares, passam a ter força de escritura pública, resolve: Art. º Aprovar, ad referendum do Conselho Nacional de esenvolvimento Rural Sustentável - CONRA, o Regulamento Operativo do undo de Terras e da Reforma Agrária, nos termos constantes no ANXO. Art. 2º Revogar a Resolução nº 77, de 5 de setembro de 200, do CONRA, publicada no OU de 3 de dezembro de 200. Art. 3º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. GILBRTO JOSÉ SPIR VARGAS ANXO RGULAMNTO OPRATIVO O UNO TRRAS A RORMA AGRÁRIA O SUBPROGRAMA COMBAT À POBRZA RU- RAL Art. º O Programa Nacional de Crédito undiário (PNC) reúne as ações e programas de reordenação fundiária de que trata a Lei Complementar nº 93, de 04 de fevereiro de 998 que, por intermédio de mecanismos de crédito fundiário, almeja qualificar a redistribuição de terras e consolidar as propriedades rurais da agricultura familiar, visando a um justo compartilhamento fundiário, conforme disposições do ecreto nº 4.892, de 25 de novembro de Art. 2º O Subprograma de Combate à Pobreza Rural, instituído pelo art. 6º da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 200 e regulamentado pelo ecreto nº 6.672, de 02 de dezembro de 2008, tem a finalidade conceder aos trabalhadores rurais apoio à instalação de suas famílias, infraestrutura comunitária e capacitação e assessoria técnica, com vistas à consolidação social e produtiva dos projetos de instalação das famílias na terra, regendo-se pelo mencionado decreto e por este Regulamento. Art. 3º O PNC é financiado com recursos do undo de Terras e da Reforma Agrária, fundo especial de natureza contábil, criado pela Lei Complementar nº 93, de 998, além dos recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. Art. 4º Para a execução do PNC são observados os seguintes princípios, conforme disposições do ecreto nº 4.892, de 2003 e do ecreto nº 6.672, de 2008: I - os programas e os atos administrativos deles decorrentes obedecem, dentre outros, aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, nos termos do art. 37 da Constituição; II - os programas, projetos, atividades e operações especiais que venham a ser financiados deverão levar em conta os aspectos de gênero, geração, raça e etnia para a inserção social, bem como aqueles de conservação e proteção ao meio ambiente; III - a descentralização para os stados e Municípios e a participação dos beneficiários e suas entidades representativas, na forma estabelecida pelo art. 4º da Lei Complementar nº 93, de 998, devem orientar as definições e normas dos programas; IV - os financiamentos com recursos do undo de Terras devem priorizar, sempre que possível, as áreas localizadas nos Territórios da Cidadania, bem como aquelas cuja população se mobilize para elaborar seus planos e projetos de desenvolvimento, apoiados pelos respectivos conselhos, pelo Ministério do esenvolvimento Agrário (MA) e pelo Ministério do esenvolvimento Social e Combate à ome (MS); XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código V - os manuais de operações do PNC devem assegurar a efetiva participação dos Conselhos Municipais, staduais, Regionais ou Territoriais de esenvolvimento Rural Sustentável na elaboração dos planos de reordenação fundiária, nos planos de aplicação de recursos do undo de Terras e na análise e aprovação das propostas de financiamento, definindo as atribuições dos conselhos nos seus respectivos níveis de atuação. Art. 5º A execução do PNC é orientada pela descentralização para os demais entes federativos e pela participação dos beneficiários e suas entidades representativas. º Os stados, o istrito ederal e os Municípios devem instituir unidade técnica estadual (UT) para operacionalização das linhas de financiamento do PNC, conforme Acordos de Cooperação Técnica celebrados com a União, por intermédio do MA. 2º xcepcionalmente o PNC pode ser executado diretamente pelo MA, instituindo unidades técnicas por meio de instrumentos específicos, que terão as mesmas competências e responsabilidades estabelecidas às UTs. Art. 6º Os beneficiários do PNC poderão ser apoiados também pelos diversos programas de apoio à reforma agrária, de fomento à agropecuária, à agroindústria e ao turismo, tais como o Programa Nacional de ortalecimento da Agricultura amiliar (Pronaf), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação scolar (PNA), o Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), o Programa Luz para Todos, bem como por undos Constitucionais de inanciamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, nos termos do art. 4 do ecreto nº 4.892, de 2003, desde que o requeiram e obedeçam às condições de elegibilidade destes Programas. AS LINHAS INANCIAMNTOS O PNC Art. 7º O PNC é um conjunto de ações que visa, por intermédio de crédito fundiário, a promoção do acesso à terra e a investimentos básicos e produtivos, que permitam estruturar os imóveis rurais adquiridos com recursos do undo de Terras. Art. 8 O PNC é composto por três linhas de financiamento: I - Combate à Pobreza Rural - CPR; II - Nossa Primeira Terra - NPT III - Consolidação da Agricultura amiliar - CA. º A linha de financiamento CPR é composta por duas sublinhas: a) CPR-SIC: destinada a famílias reunidas em associações de trabalhadores e que desejem adquirir o imóvel para fracionamento e estruturação de forma comunitária;e b) CPR-SIB: destinada a famílias que desejem adquirir o imóvel de forma individual. 2º A linha CPR-SIC é formada por dois componentes básicos: a) Subprojeto de Aquisição de Terras - SAT: financiamento para a aquisição de imóvel rural e para assistência técnica, amparado com recursos reembolsáveis pelo undo de Terras, repassados por meio de contrato de financiamento; e b) Subprojeto de Investimentos Comunitários - SIC: projeto de infraestrutura básica e produtiva executado pelas associações de trabalhadores rurais, com recursos não-reembolsáveis do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, repassados por meio de contrato específico de transferência de recursos. 3º As linhas de financiamento CA, NPT e CPR-SIB, são compostas por dois componentes básicos: a) Subprojeto de Aquisição Terras - SAT: referente ao financiamento para a aquisição de imóvel rural com recursos reembolsáveis do undo de Terras, repassados por meio de contrato de empréstimo; e b) Subprojetos de Investimentos Básicos - SIB: projetos de infraestrutura básica e produtiva implementada pelos trabalhadores rurais com recurso reembolsável do undo de Terras, incluído no contrato de empréstimo de SAT. Art. 9º Os financiamentos destinados ao SAT e ao SIB são operados nas condições fixadas pelo Conselho Monetário Nacional, reproduzidas nos manuais de operação, aprovados pelo CONRA, por meio do Comitê Permanente do undo de Terras e de Reordenamento Agrário (CPTRA), conforme dispõe o art. 20 do ecreto nº 4.892, de º As propostas apresentadas para o PNC devem obedecer aos tetos microrregionais estabelecidos por linha de financiamento nos manuais operacionais. 2º O teto microrregional representa o montante de recursos que cada família tem o direito a acessar. 3º A somatória dos tetos e extratetos não pode ultrapassar o limite de crédito estabelecido neste Regulamento, assim dispostas: I - para as linhas CA, NPT e CPR-SIB, a somatória dos valores dos subprojetos do SAT e do SIB; II - para a linha CPR/SIC, a somatória dos valores dos subprojetos do SAT e do SIC. 4º m casos excepcionais, poderão ser concedidos extratetos, após análise técnica da UT, aprovação do CRS e autorização da Secretaria de Reordenamento Agrário (SRA), observado o teto máximo de R$ ,00 (oitenta mil reais), estabelecido em Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). 5º Aos tetos microrregionais poderão ser somados Selos e Adicionais, variáveis de acordo com o perfil dos beneficiários, respeitado o limite de R$ ,00 (oitenta mil reais) estabelecido em Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). A AQUISIÇÃO O IMÓVL - SAT Art. 0. O PNC financia, por meio do undo de Terras, a aquisição de imóveis rurais e das benfeitorias neles existentes, diretamente aos trabalhadores rurais. Parágrafo único. A proposta de financiamento deve ser apresentada por meio de Subprojetos de Aquisição de Terras - SAT. Art.. O trabalhador beneficiado pelo PNC deve explorar diretamente o imóvel adquirido com os recursos financiados do TRA, de forma individual ou com sua família, bem como nele r e s i d i r. º xcepcionalmente, o trabalhador tratado no caput deste artigo pode fixar residência em imóvel diverso do adquirido com recursos do TRA, desde que possa acessá-lo para sua jornada diária, e após manifestação positiva da UT. 2º No caso tratado no parágrafo anterior, o beneficiado deverá comprovar a exploração direta do imóvel financiado, de forma individual ou com sua família, ficando dispensada a celebração de aditivo contratual. Art. 2. O financiamento para a aquisição de imóveis, observados os manuais de operações do PNC e respeitada a legislação vigente, poderá incluir, além da terra, e nas mesmas condições, despesas acessórias relativas à aquisição do imóvel rural e investimentos básicos que permitam estruturar as atividades produtivas iniciais no imóvel adquirido com recursos do undo de Terras e da Reforma Agrária. Parágrafo único. São consideradas despesas acessórias: I - tributos; II - serviços de medição, incluindo topografia e georreferenciamento; e III - emolumentos e custas cartorárias. Art. 3. Também pode ser objeto do financiamento para a aquisição do imóvel a assistência técnica para implantação e acompanhamento da execução do projeto, assim definido: I - linha CA, NPT e CPR-SIB até R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), a serem liberados em 5 (cinco) parcelas anuais de R$.500,00 (mil e quinhentos reais) conforme previsto na Resolução CMN nº 4.77, de 203, ou em outra que venha a alterá-la ou substituí-la; II - linha CPR/SIC, até R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), sendo R$ 3.000,00 (três mil reais) com recursos do SIC, nas duas primeiras parcelas anuais no valor de R$.500,00 (mil e quinhentos reais) e R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais) em três parcelas anuais de R$.500,00 (mil e quinhentos reais), nos três anos seguintes, com recursos do undo, conforme a Resolução CMN nº 4.77 de 203 ou por outra que venha a alterá-la ou substituí-la. º O resultado da divisão do imóvel pelo número de famílias participantes não poderá ser inferior à fração mínima de fracionamento da região. 2º São de responsabilidade do vendedor do imóvel os custos relativos à comprovação da propriedade e registro do imóvel, bem como de todas as certidões necessárias à aprovação e à assinatura do contrato de empréstimo. 3º O undo de Terras não financia imóveis com área inferior à ração Mínima de Parcelamento. Art. 4. O undo de Terras, em conformidade com art. 9º do ecreto nº 4.892, de 2003, não financia a aquisição de imóveis nas seguintes situações: I - localizados em unidade de conservação ambiental; de proteção integral em unidades de uso sustentável de domínio público; em áreas de preservação permanente; em área de reserva legal; em áreas declaradas ou de pretensão indígena; ocupadas por remanescentes de quilombos; ou que confrontem com essas referidas áreas, exceto nas zonas de uso permitido e compatíveis com a propriedade particular das áreas de proteção ambiental e de outras unidades de conservação de uso sustentável de domínio privado, precedidas de análise e parecer técnico da UT, aprovando que as atividades ou modalidades de utilização, a serem implantadas na área, estejam de acordo com os objetivos e exigências pertinentes à unidade de conservação. II - que não disponham de documentação que comprove a cadeia dominial de, no mínimo, vinte anos, respeitando a legislação estadual de terras, e em caso de dúvida fundada, declaração expressa do estado sobre a situação do imóvel, afirmando se questiona ou pretende questionar o domínio do imóvel; III - passíveis de desapropriação para fins de reforma agrária; IV - cuja fração de eventual divisão futura entre os beneficiários resulte em área menor que a área mínima de parcelamento da região onde o imóvel se situar; V - que foram objetos de transação nos últimos dois anos, com exceção das oriundas de espólio, de extinção de condomínios ou nos casos excepcionais aprovados pelo CRS quando ficar comprovado que a transação não foi efetuada para evitar desapropriações ou com fins especulativos; VI - que sejam objeto de ação discriminatória ainda não encerrada, salvo nos casos de legitimação ou revalidação certificadas pelo próprio agente discriminador, desde que expressamente aprovados pelo CRS; e VII - pertencentes, mesmo que mediante contratos informais ou não registrados, a parentes, consangüíneos ou por afinidade, em linha direta ou colateral, até o 2º grau, do candidato ao financiamento. º As exceções previstas nos incisos I, V, VI e VII deste artigo devem ser solicitadas ao CRS mediante apresentação de justificativa, acompanhada de parecer técnico e jurídico da UT, devendo o CRS assegurar-se de que contribuirão para os objetivos do PNC sem lesar o patrimônio público e não se constituirão em atos jurídicos imperfeitos. 2º A criação de qualquer outra exceção a estes critérios de elegibilidade deve ser precedida de estudos e avaliações conjuntas envolvendo o Ministério do esenvolvimento Agrário e as demais entidades participantes do PNC. 3º As aquisições decorrentes das exceções a que se refere o 2º devem ser, em qualquer caso, aprovadas pelo CRS.
74 74 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. 5. No caso de individualização dos contratos de financiamento a dívida e as garantias incidirão apenas sobre cada parcela e a fração ideal correspondente que cabe a cada beneficiário individualmente. Parágrafo único. Os custos decorrentes do processo de individualização podem ser incluídos nos respectivos contratos de financiamento, até o limite de 5% (quinze por cento) do valor total da operação individualizada, ainda que ultrapassem o teto de financiamento do programa, nos termos do 2º do art. 26 da Lei nº.775, de 2008 Art. 6. Para os imóveis adquiridos com financiamento da linha CPR, derivados de uma única matrícula ou matrículas diferentes, mas de áreas contíguas, fica assegurado o acesso ao SIC por intermédio de associação constituída especificamente para aplicação desses recursos. OS INVSTIMNTOS BÁSICOS - SIB Art. 7. Podem ser incluídos, nas propostas de financiamento de CA e NPT, recursos de investimentos básicos de que trata o art. 3º do ecreto nº de 2003, observada a limitação definida na Resolução CMN nº 4.77 de 203, ou em outra que venha a alterá-la ou substituí-la. º Para as propostas de CPR nas quais o beneficiário pretende adquirir um imóvel sem vinculação com outros beneficiários (CPR-SIB), os recursos de SIB poderão ser acessados para a estruturação do imóvel nas mesmas condições das linhas CA e NPT. 2º As propostas devem ser apresentadas por meio de Subprojetos de Investimentos Básicos - SIBs. 3º Pode acessar o SIB o trabalhador rural, contemplado com SAT, por meio de crédito fundiário na forma definida pela Lei Complementar nº 93, de º São considerados investimentos básicos de que trata este artigo os investimentos que assegurem a estruturação inicial das unidades produtivas constituídas dos imóveis adquiridos, incluídos, dentre outros: I - os investimentos em infraestrutura básica, tais como construção ou reforma de residência, disponibilização de água para consumo humano e animal, rede de eletrificação, abertura ou recuperação de acessos internos, a serem aplicados exclusivamente na área do imóvel financiado; II - os investimentos em infraestrutura produtiva, tais como a construção ou reforma de cercas, a formação de pastos, a construção de instalações para as criações, para a produção agrícola ou extrativista e para o processamento dos produtos; III - a sistematização das áreas para plantio, as obras de contenção de erosão, conservação de solos ou correção da fertilidade; IV - os investimentos necessários para a convivência com o semiárido, tais como: a construção de cisternas, de barragens sucessivas, superficiais ou subterrâneas ou outras formas de contenção ou manejo dos recursos hídricos, culturas ou criações que constituam fontes complementares de alimentação animal ou humana ou de renda que reduzam os impactos da estiagem; V - os investimentos para recuperação das áreas de reserva legal ou de preservação permanente ou de eventuais passivos ambientais existentes anteriormente à aquisição do imóvel; VI - assistência técnica; VII - os custos de apoio à elaboração da proposta de financiamento e de capacitação inicial dos beneficiários, na forma estabelecida no Manual de Operações da Linha de inanciamento CA, NPT e CPR-SIB. 5º O valor do financiamento destinado a investimentos básicos de que trata 4º desta Seção, não pode exceder, por beneficiário, a 50% (cinquenta por cento) do valor total do financiamento ou R$5.000,00 (quinze mil reais), o que for menor, conforme a Resolução CMN nº 477 de 203 e/ou por outra que venha alterá-la ou substituí-la. 6º Caso o beneficiário opte pela Assistência Técnica e xtensão Rural - ATR gratuita, disponibilizada pelo Poder Público por meio da Política Nacional de Assistência Técnica - PNATR, ou por qualquer outra fonte de financiamento, não fará jus aos recursos previstos nos incisos VI e VII, do 4º deste artigo. OS INVSTIMNTOS COMUNITÁRIOS - SIC Art. 8. Os trabalhadores rurais contemplados com financiamentos de crédito fundiário, por meio da linha Combate à Pobreza Rural, podem apresentar propostas de apoio a investimentos comunitários, com recursos não reembolsáveis, conforme o ecreto nº 6.672, de º As propostas devem ser apresentadas por meio de Subprojetos de Investimentos Comunitários - SICs. 2º Podem acessar os SICs os trabalhadores rurais, organizados em associações e contemplados com SAT, por meio de crédito fundiário, na forma definida pela Lei Complementar nº 93 de º As associações beneficiárias podem apresentar mais de um SIC para realização de obras e serviços de naturezas diversas e para aplicação no mesmo local, desde que sejam incompatíveis com a apresentação conjunta em um único SIC, devendo, ainda, ser observados os ditames estabelecidos pelo 6º do Art. do ecreto nº 6.672, de º São considerados investimentos comunitários aqueles destinados a conceder aos trabalhadores rurais apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária e capacitação dos beneficiários, com vistas à consolidação social e produtiva, incluídos, dentre outros: I - os investimentos em infraestrutura básica, tais como construção ou reforma de residência, disponibilização de água para consumo humano e animal, rede de eletrificação, abertura ou recuperação de acessos internos e externos, a serem aplicados exclusivamente na área do imóvel financiado; COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código II - os investimentos em infraestrutura produtiva, tais como: a construção ou reforma de cercas; a formação de pastos; a construção de instalações para as criações; para a produção agrícola ou extrativista; e para o processamento dos produtos; III - a sistematização das áreas para plantio, as obras de contenção de erosão, conservação de solos ou correção da fertilidade; IV - os investimentos necessários para a convivência com o semiárido tais como: a construção de cisternas; de barragens sucessivas, superficiais ou subterrâneas ou outras formas de contenção ou manejo dos recursos hídricos; culturas ou criações que constituam fontes complementares de alimentação animal ou humana ou de renda, que reduzam os impactos da estiagem; V - os investimentos para recuperação das áreas de reserva legal ou de preservação permanente ou de eventuais passivos ambientais existentes anteriormente à aquisição do imóvel; VI - os investimentos comunitários necessários ao bom funcionamento do projeto e à melhoria da qualidade de vida da comunidade beneficiária; VII - outros investimentos como processamento agropecuário comunitário de pequena escala, e compra de equipamentos agrícolas; VIII - assistência técnica para implantação e o acompanhamento da execução do projeto de financiamento definido em até R$ 3.000,00 (três mil e reais), não computados para efeito do teto de R$ ,00 (oitenta mil reais) que trata o 7º, a serem liberados em 2 (duas) parcelas anuais de R$.500,00 (mil e quinhentos reais), conforme a Resolução CMN nº 4.77/203, ou por outra que venha a alterá-la ou substituí-la; e IX - custos de apoio à elaboração da proposta de financiamento e de capacitação inicial dos beneficiários, na forma estabelecida no Manual de Operações da Linha de inanciamento CPR. 5º A soma do SIC fica limitada a R$ ,00 (vinte e cinco mil reais) por família, excetuando-se os selos, os adicionais, capacitação inicial e assistência técnica; 6º Caso o beneficiário opte pela Assistência Técnica e xtensão Rural - ATR gratuita disponibilizada pelo Poder Público, não fará jus aos recursos previstos no inciso VIII, do 4º. 7º Podem ser apresentados SICs específicos, para os Selos: PNC - Mulher, NPT e Terra Negra Brasil, bem como para os adicionais de Semiárido e Ambiental, sendo adicionados aos tetos microrregionais, não podendo ultrapassar o total de R$ ,00 (oitenta mil reais) por família, estabelecido na Resolução CMN nº 4.77, de 07 de janeiro de 203, sendo detalhadas as suas condições no manual de operações da linha de financiamento. Art. 9. Os recursos financeiros transferidos às associações são liberados em parcelas consecutivas, em conformidade com o cronograma de desembolso aprovado nos SICs. º A liberação de cada parcela prevista no cronograma de desembolso, exceto a primeira, fica condicionada à devida comprovação da execução física, da aquisição de produtos e contratação de serviços, bem como das correspondentes prestações de contas, conforme Norma de xecução de SIC. 2º A UT não deve autorizar a liberação de recursos quando verificada a existência de indícios de desvio de finalidade na execução dos SICs ou na prestação de contas apresentadas, adotando as providências junto as associações para saneamento das irregularidades, bem como junto aos gestores do Subprograma. Art. 20. Os recursos destinados à execução dos SICs devem ser aplicados no prazo de até dois anos, contados da data de assinatura do respectivo contrato celebrado entre as associações dos trabalhadores rurais beneficiários e o agente financeiro, conforme estabelece o ecreto nº 6.672, de 02 de dezembro de º O prazo previsto no caput deste artigo pode ser estendido por mais um ano, após anuência da UT, caso a associação beneficiária comprove a aplicação de, no mínimo, 60% (sessenta por cento) dos recursos totais previstos nos SICs. 2º Os recursos destinados à execução dos SICs, depositados nas contas bloqueadas das Associações, que não atenderem o disposto neste artigo, são automaticamente recolhidos pelos agentes financeiros, conforme disposto no ecreto nº 6.672, de 2008 e na Norma de xecução de SIC, devendo o Agente inanceiro comunicar o referido saldo à UT e à SRA até o 0º (décimo) dia do mês subsequente ao mês do recolhimento. Art. 2. Para execução de cada um dos SICs, devem ser observados, dentre outros, os princípios da impessoalidade, moralidade, economicidade e autonomia das comunidades rurais. Para a contratação de serviços para a execução dos SICs, as associações devem providenciar cotação prévia de preços no mercado com, no mínimo, três propostas fornecidas por prestadores de serviços da região de localização do projeto. 2 A execução de cada um dos SICs deve ser efetivada com os prestadores de serviços que oferecerem o menor preço. 3º A UT, por meio de decisão devidamente fundamentada, pode rejeitar a contratação de empresas sem idoneidade ou condições para assumir os compromissos pactuados. 4 É vedado o apoio a mais de um SIC com obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizados conjunta e concomitantemente em um único Subprojeto. 5 As associações devem assegurar contrapartida equivalente a pelo menos 0% (dez por cento) do valor global dos SICs, que pode ser ofertada por meio de materiais, mão de obra ou recursos monetários, desde que comprovados por meio de notas fiscais, recibos, depósitos identificados, declaração ou outros documentos que evidenciem o real valor, e devidamente atestados pela UT. Art. 22. Os valores despendidos na execução de cada um dos SICs, até o limite de R$ ,00 (cem mil reais), por associação de trabalhadores rurais beneficiários são por ela operacionalizados diretamente e condicionados à apresentação e aprovação do respectivo SIC pela UT, na forma disciplinada pelo Manual de Operações da linha de financiamento CPR-SIC. Art. 23. Os SICs que ultrapassarem o montante equivalente a R$ ,00 (cem mil reais) devem ter sua execução previamente autorizada pela Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA, mediante análise de procedimentos administrativos, devidamente instruídos e encaminhados pela UT, conforme norma de xecução de SIC. Parágrafo único. A UT, previamente ao encaminhamento da documentação, deve providenciar para instrução dos procedimentos administrativos, no mínimo, as seguintes atividades: I - apresentar aos representantes das associações de trabalhadores rurais o rol de empresas convidadas e em condições de atender as especificações de cada um dos SICs; II - receber dos representantes das associações, por escrito, a manifestação de concordância quanto às empresas apresentadas para a contratação dos bens, serviços e obras, bem como a cotação de preços; III - solicitar formalmente a, no mínimo, três empresas, o encaminhamento de propostas que atendam as especificações constantes do SIC, e em conformidade as propostas apresentadas pela associação, fixando prazo para o recebimento pelo UT e promovendo a seleção da empresa que ofereça o menor preço global. IV - considerar, preferencialmente, na análise de cada proposta que os prestadores de serviços sejam da região de localização do projeto; V - elaborar Nota Técnica contendo a manifestação da UT quanto ao processo seletivo realizado, indicando a empresa vencedora, bem como sua anuência quanto à liberação do recurso; VI - encaminhar o procedimento administrativo devidamente instruído ao à Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA para análise e apreciação da contratação da obra ou do serviço; e VII - encaminhar à associação beneficiária, após análise e aprovação do C e autorização da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA, o resultado da apuração, visando à execução do subprojeto. Art. 24. A associação de beneficiária é responsável pelo acompanhamento da execução da obra ou da aquisição de bens e serviços e pelo ateste de conclusão do subprojeto, para composição da prestação de contas final junto a UT, conforme Norma de xecução de SIC. Art. 25. Quando da conclusão, denúncia, rescisão ou extinção do contrato entre os agentes financeiros e as associações de trabalhadores rurais beneficiários, apuradas pela UT, os saldos financeiros remanescentes, inclusive os provenientes das receitas obtidas das aplicações financeiras realizadas na conta bloqueada, são automaticamente recolhidos pelos agentes financeiros conforme disposto no ecreto nº 6.672, de 2008 e na Norma de xecução de SIC, devendo o Agente inanceiro comunicar o referido saldo às UT e à SRA até o 0º (décimo) dia do mês subsequente ao mês do recolhimento. º As associações ficam obrigadas a prestar contas dos recursos recebidos, bem como da comprovação da contrapartida, no prazo de até 60 (sessenta) dias, contados da data de finalização do prazo estabelecido no art. 0, do ecreto nº de 2008, nos moldes estabelecidos pelo Manual de Operação da Linha de inanciamento CPR e na Norma de xecução de SIC. 2º A UT tem o prazo de até 90 (noventa) dias para apreciar a prestação de contas, contados da data de seu recebimento, nos moldes estabelecidos pelo Manual de Operação da Linha de inanciamento CPR. Art. 26. As associações podem ser contempladas somente uma única vez com os recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. Parágrafo único. xcepcionalmente, na ocorrência de caso fortuito ou por motivo de força maior que leve à inviabilidade dos SICs, o epartamento de Crédito undiário da Secretaria de Reordenamento Agrário pode autorizar novo atendimento pelo Subprograma de Combate à Pobreza Rural, em conformidade com o estabelecido na Resolução nº 7 do CONRA, e na Norma de xecução nº 0/200/C/SRA-MA. Art. 27. Os valores resultantes das aplicações financeiras podem ser utilizados, dentro do prazo de aplicação dos recursos, nos SICs. OS BNICIÁRIOS O PNC Art. 28. Podem ser beneficiados pelo PNC, nos termos do art. 5º do ecreto nº 4.892, de 2003 e do ecreto nº 6.672, de 2008: I - trabalhadores rurais não-proprietários, preferencialmente assalariados permanentes ou temporários, parceiros, posseiros, comodatários e arrendatários que comprovem, no mínimo, 5 (cinco) anos de experiência na atividade rural; e II - agricultores proprietários de imóveis cuja área não alcance a dimensão da propriedade familiar, assim definida no inciso II do art. 4º da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 964, e seja comprovadamente insuficiente para gerar renda capaz de propiciar lhes o próprio sustento e o de suas famílias. º É vedada à concessão de financiamentos para o CA e NPT, com recursos do undo de Terras àquele que: I - já tiver sido beneficiado com esses recursos, mesmo que tenha liquidado o seu débito; II - tiver sido contemplado por qualquer projeto de assentamento rural ou programa de Reforma Agrária e regularização fundiária, bem como seu respectivo cônjuge;
75 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN III - exerça função pública, autárquica ou em órgão paraestatal. IV - dispuser de renda anual bruta familiar, originária de qualquer meio ou atividade, superior a R$ 5.000,00 (quinze mil reais); V - dispuser de patrimônio, composto de bens de qualquer natureza, de valor superior a R$ ,00 (trinta mil reais); VI - tiver sido, nos últimos três anos, contados a partir da data de apresentação do pedido ao amparo do undo de Terras proprietário de imóvel rural com área superior à de uma propriedade familiar; e VII - for promitente comprador ou possuidor de direito de ação e herança de imóvel rural superior a de uma propriedade fam i l i a r. 2º É vedada a concessão de financiamentos para o CPR, com recursos do undo de Terras e acesso aos recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, àquele que: I - já tiver sido beneficiado com recursos do undo de Terras, mesmo que tenha liquidado o seu débito, e/ou do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; II - tiver sido contemplado por qualquer projeto de assentamento rural ou programa de Reforma Agrária e regularização fundiária, bem como seu respectivo cônjuge; III - exerça função pública, autárquica ou em órgão paraestatal. IV - dispuser de renda anual bruta familiar, originária de qualquer meio ou atividade, superior a R$ 9.000,00 (nove mil reais); V - dispuser de patrimônio, composto de bens de qualquer natureza, de valor patrimônio superior a R$ 5.000,00 (quinze mil reais); VI - tiver sido, nos últimos três anos, contados a partir da data de apresentação do pedido ao amparo do undo de Terras proprietário de imóvel rural com área superior à de uma propriedade familiar; e VII - for promitente comprador ou possuidor de direito de ação e herança de imóvel rural superior a de uma propriedade fam i l i a r. 3º O prazo de experiência previsto no inciso I do caput deste artigo compreende o trabalho na atividade rural exercido até a data do pedido de empréstimo ao undo de Terras, praticado como autônomo, empregado, como integrante do grupo familiar ou como aluno de escola técnica agrícola, Centros amiliares de ormação por Alternância, inclusive similares, podendo ser comprovado mediante uma das seguintes formas: I - registros e anotações na Carteira de Trabalho; II - declaração das cooperativas ou associações representativas de grupos de produtores ou trabalhadores rurais, quando o beneficiário integrar propostas de financiamento das respectivas entidades; III - atestado de órgãos ou entidades estaduais ou municipais participantes da elaboração e execução das propostas de financiamento amparadas pelo undo de Terras e da Reforma Agrária; IV - declaração do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar que alberga a área do imóvel, quando se tratar de financiamento para aquisição isolada de imóvel rural ou de área complementar cujo beneficiário possua a área de que trata o inciso II do caput deste artigo há menos de cinco anos; ou V - declaração de scolas Agrotécnicas, Centros amiliares de ormação por Alternância e similares. 4º A comprovação de renda e de patrimônio de que tratam o inciso IV e V dos º e 2º deste artigo deve ser atestada por declaração de Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar. 5º Os atestados ou declarações previstos neste artigo podem ser substituídos por uma autodeclaração dos candidatos ao PNC, desde que devidamente aprovada pelo Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar, e, no caso de impedimento deste, a critério da UT, o Conselho Municipal de esenvolvimento Rural Sustentável ou conselho similar pode assinar a declaração, para fins de comprovação da veracidade das informações, na forma estabelecida nos manuais de operações. A SUBSTITUIÇÃO BNICIÁRIOS Art. 29. A substituição de um beneficiário desistente ou excluído de contrato de financiamento oriundo do undo de Terras deve ser formalizada junto à Unidade Técnica stadual - UT, sendo promovido o processo de regularização e concluída apenas com averbação da alteração na scritura/contrato no Cartório de Registros de Imóvel, na forma prevista pela Portaria MA nº 26 de 2008, ou por outra que venha a alterá-la ou substituí-la. Art. 30. A substituição está condicionada ao preenchimento dos seguintes requisitos: I - enquadramento do substituto nos critérios de elegibilidade definidos na Lei Complementar nº 93, de 998, art. º, parágrafo único e seus incisos e neste Regulamento; II - aprovação pela UT, que pode solicitar análise do Conselho Municipal de esenvolvimento Rural Sustentável (CMRS); III - ausência de impedimentos cadastrais ou de outra ordem que impossibilitem a sua inclusão no contrato de financiamento, a ser verificada pelos agentes financeiros; e IV - assunção da dívida, substituição de fiador e aceitação das normas do programa por parte do substituto. Art. 3. Não é aceito como substituto aquele que se enquadre nos impedimentos previstos no art. 8º da Lei Complementar nº 93, de 998 e no art. 8º do ecreto nº 4.892, de 2003, e que não atenda aos requisitos exigidos pelo agente financeiro ou que não se enquadre nos requisitos estabelecidos nas linhas de financiamento do PNC. OS LIMITS CRÉITOS, NCARGOS INANCI- ROS BÔNUS XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Art. 32. Os limites de créditos, encargos financeiros, eventuais bônus de adimplência e demais condições de financiamentos do PNC, são fixados pelo Conselho Monetário Nacional, por meio da Resolução nº 4.77, de 203 ou por de outra que venha a alterá-la ou substituí-la. Art. 33. Os instrumentos de créditos devem conter cláusula estabelecendo que os encargos financeiros podem ser revistos anualmente pelo Conselho Monetário Nacional, até o limite de 2% a.a. (doze por cento ao ano). Art. 34. A concessão do bônus adicional pela negociação da terra deve ser informada pela UT, para cada imóvel, no ato da emissão pelo Sistema SIG-C do Ofício de encaminhamento da Proposta ao agente financeiro, com base no Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras - SMMT ou outro sistema que utilize Metodologia de Avaliação de Imóveis Rurais, apresentado pela UT e homologado pelo MA/SRA. Parágrafo único: Cabe à UT, por meio de mecanismos definidos nos respectivos Manuais de Operações, comunicar aos agentes financeiros em cada proposta de financiamento aprovada enviada para a contratação, o preenchimento dos requisitos para obtenção do bônus por adimplência e o bônus adicional pela negociação da terra. TRANSRÊNCIA O INANCIAMNTO OU OS BNS INANCIAOS Art. 35. Os beneficiários podem repassar a propriedade da terra e das benfeitorias do imóvel adquirido com financiamento do undo de Terras, assim como das dívidas correspondentes à proposta de financiamento contratada pelo undo de Terras, desde que autorizados pela UT e observadas as normas ou as restrições estabelecidas no Código Civil nos manuais de operações e nos estatutos para os casos de associação ou cooperativa. Art. 36. O beneficiário de financiamento concedido com recursos do undo de Terras só pode transferi-lo a quem se enquadrar como beneficiário do Programa e obtiver a anuência da UT. º urante o prazo de dez anos, mesmo havendo quitação total do financiamento, o imóvel e suas benfeitorias só podem ser transferidos ou alienados com anuência da unidade técnica executora do PNC a quem se enquadrar como beneficiário, exceto nos casos aprovados pelo CRS, com anuência do credor. 2º Ao analisar os pedidos de exceção aos impedimentos previstos nos º e 2º deste artigo, o CRS assegurar-se-á de que a alienação ou transferência tem justificativa técnica e econômica, preserva os objetivos do PNC, não compromete a garantia hipotecária e não representará uma reconcentração de terras ou uma apropriação particular de bens constituídos com recursos públicos subsidiados. 3º Os casos de transferência ou alienação sem a observância dos critérios estabelecidos neste artigo acarretará a sua nulidade ou execução do contrato de financiamento, com a liquidação antecipada e excussão da hipoteca, mediante apuração da UT para cada caso. OS RCURSOS O UNO TRRAS SUA S- TINAÇÃO Art. 37. O undo de Terras, instituído com a finalidade de financiar programas de reordenação fundiária, é constituído, nos termos do art. 2º, do ecreto nº 4.892, de 2003, de: I - sessenta por cento dos valores originários de contas de depósito, sob qualquer título, repassados ao Tesouro Nacional na forma do art. 2 da Lei n , de 8 de dezembro de 997; II - parcela dos recursos a que se refere o art. 239, º, da Constituição, excedente ao mínimo ali previsto, em montantes e condições a serem fixadas pelo Poder xecutivo; III - Títulos da ívida Agrária - TA, a serem emitidos na quantidade correspondente aos valores efetivamente utilizados nas aquisições de terras especificamente destinadas aos Programas de Reordenação undiária implementados com amparo no undo de Terras dentro dos limites previstos no Orçamento Geral da União, em cada ano; IV - dotações consignadas no Orçamento Geral da União e em créditos adicionais; V - dotações consignadas nos Orçamentos Gerais dos stados, do istrito ederal e dos Municípios; VI - retorno de financiamentos concedidos com recursos do undo de Terras e dos créditos ou financiamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA, inclusive os do projeto piloto Cédula da Terra; VII - doações realizadas por entidades nacionais ou internacionais, públicas ou privadas; VIII - recursos decorrentes de acordos, ajustes, contratos e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal; IX - empréstimos e financiamentos de instituições financeiras nacionais e internacionais; e X - recursos diversos, inclusive os resultantes das aplicações financeiras dos recursos do undo de Terras e de captação no mercado financeiro. Art. 38. No âmbito do PNC, os recursos do undo de Terras são utilizados principalmente no financiamento da aquisição de imóveis rurais diretamente pelos trabalhadores, podendo ser incluídos recursos para investimentos iniciais para a estruturação da unidade produtiva, dentre outros, na forma disposta neste Regulamento. Parágrafo único. xigir-se-á como garantia, nos financiamentos de que trata este artigo, a hipoteca ou alienação fiduciária do imóvel financiado. Art. 39. O risco dos financiamentos concedidos na forma do art. 3 do ecreto nº de 2003, será do próprio undo de Terras podendo ser compartilhado, por meio de acordos ou convênios, com estados, istrito ederal e municípios. Art. 40. Os recursos do undo de Terras podem ser utilizados na operacionalização de programas e projetos por ele financiados, desde que incluídos no financiamento de aquisição do imóvel. º Podem ser considerados dentre os custos de operacionalização previstos neste artigo, as seguintes ações ou atividades: I - as ações de capacitação dos beneficiários, em todas as etapas do Programa, em particular na elaboração da proposta de financiamento e na implantação dos projetos de infraestrutura e produtivos; II - o assessoramento técnico, gerencial e organizacional aos beneficiários do Programa e às suas organizações, desde que não concomitante com a assistência técnica disponibilizada pelos estados ou municípios com a mesma finalidade; III - o apoio à inovação tecnológica nas comunidades beneficiadas pelo Programa, ou os programas e ações que visem facilitar o acesso à inovação tecnológica, às informações técnicas e aos mercados. 2º Podem também ser considerados dentre os custos de operacionalização a constituição de fundos de seguro ou de garantia dos financiamentos ou das atividades produtivas desenvolvidas pelos beneficiários dos programas, em particular nas áreas submetidas a altos riscos climáticos. Art. 4. Os recursos adicionais, que se destinam ao apoio e à operacionalização do PNC, podem ser utilizados nas seguintes ações: I - apoio à inovação tecnológica nas comunidades beneficiadas pelo Programa, ou os programas e ações que visem facilitar o acesso à inovação tecnológica, às informações técnicas e aos mercados; II - capacitação das organizações sociais parceiras do programa e de suas lideranças, desde que voltadas para a qualificação e aprofundamento de sua participação no Programa; e III - capacitação das UTs e demais órgãos participantes e seus técnicos, desde que os temas sejam relacionados ao PNC ou visem qualificar ações destes órgãos; IV - investimentos comunitários em infraestrutura produtiva e social; e V - consolidação e revitalização das unidades produtivas. º Podem também ser considerados dentre os custos de operacionalização previstos neste artigo: I - as despesas de remuneração dos agentes financeiros para execução dos SICs contratados é fixado em 0,7% (sete décimos por cento), do valor dos financiamentos concedidos nos termos previstos pelo inciso X do art. 5º, do ecreto nº de 2008; II - os custos relativos à monitoria, ao acompanhamento dos programas e à avaliação de seus impactos; III - outros custos que contribuam para os objetivos do undo de Terras para melhorar seu desempenho e seu alcance ou para otimizar os retornos ao undo. 2º É vedada a utilização de recursos do undo de Terras no pagamento de despesas com pessoal e encargos sociais, a qualquer título, devendo os gastos da espécie ser suportados pelos órgãos ou pelas entidades a que pertencerem os servidores envolvidos com as operações do undo, nos termos do 3º, do art. 3º, do ecreto nº de Art. 42. A remuneração dos agentes financeiros para os financiamentos de aquisição dos imóveis rurais para as duas linhas de financiamento do PNC, são concedidos com base na Resolução CMN nº 3.23 de 2004, ou por outra que venha a alterá-la ou substituí-la. OS RCURSOS O SUBPROGRAMA COMBAT À POBRZA RURAL SUA STINAÇÃO Art. 43. Os valores despendidos na execução das ações do Subprograma de Combate à Pobreza Rural são de natureza nãoreembolsáveis, conforme art. 2º, do ecreto nº de Art. 44. O Subprograma de Combate à Pobreza Rural é constituído de dotações consignadas no Orçamento Geral da União e em seus créditos adicionais, com recursos oriundos do Tesouro Nacional ou operações de crédito e doações de instituições nacionais e internacionais, conforme art. 3º, do ecreto nº de Art. 45. Os recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural são também utilizados no pagamento de despesas com monitoria, acompanhamento e avaliação de impactos e demais custos decorrentes da sua operacionalização, observado o limite de 25% (vinte e cinco por cento) da dotação orçamentária do Subprograma, conforme o artigo 4º do decreto de Parágrafo único. Para a monitoria, acompanhamento, avaliação de impactos e demais custos decorrentes da operacionalização do PNC, podem ser formalizados convênios, e contratos de repasse ou outros instrumentos congêneres entre a União, por meio do MA, SRA, e as UTs e outras entidades, observado o previsto nos arts. 4º e 5º, do ecreto nº 6.672, de 2008 e na legislação atinente ao tema. A GSTÃO O UNO TRRAS O SUBPROGRAMA COMBAT À POBRZA RU- RAL Art. 46. O undo de Terras é administrado de forma a permitir a participação descentralizada de stados e Municípios na elaboração e execução de projetos, garantida a participação da comunidade no processo de distribuição de terra e implantação de projetos, nos termos do art. 4º da Lei Complementar nº 93, de 998. º Compete aos estados elaborar os Planos Operativos Anuais - POAs para execução do PNC, segundo norma específica, os quais devem contar com a participação das representações dos trabalhadores rurais, agentes financeiros, movimento sindical, delegacias do MA, rede de Ater, articuladores dos Territórios da Cidadania, dentre outros parceiros do PNC.
76 76 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 2º Os POAs são considerados na alocação dos recursos disponíveis e correspondem a compromissos que os governos estaduais assumem na execução do Programa nos respectivos estados. 3º As ações promocionais e de divulgação do PNC empreendidas por parte dos estados ou municípios devem ser submetidos ao epartamento de Crédito undiário da Secretaria de Reordenamento Agrário, para análise quanto a forma e conteúdo, inclusive a sinalização dos projetos e das obras, bem como dos materiais pedagógicos tais como cartilhas, apostilas, vídeos e outros, que devem obrigatoriamente adotar nomes, marcas, símbolos, logotipos, combinação de cores e sinais do PNC, devendo, ainda, ser destacada na mesma proporção do estado ou dos municípios, a participação do MA, dos agentes financeiros e das organizações sociais parceiras. Art. 47. A SRA, órgão gestor do undo de Terras de que trata o art. 5º da Lei Complementar nº 93, de 998, tem, nos termos do art. 6 do ecreto nº de 2003 e do art. 5º do ecreto nº de 2008, as seguintes atribuições: I - coordenar as ações interinstitucionais, de forma a obter sinergia operacional; II - propor ao Conselho Monetário Nacional normas relativas a limites de crédito, encargos financeiros, eventuais bônus por adimplência e demais condições de financiamento de projetos ao amparo do PNC, observadas as disposições da Lei Complementar nº 93, de 04 de fevereiro de 998, e do ecreto nº de 2003; III - propor, com base nas diretrizes gerais estabelecidas pelo CONRA, o Plano de Aplicação Anual de Recurso - PAAR e das metas a serem atingidas no exercício seguinte; IV - fiscalizar e controlar internamente o correto desenvolvimento financeiro e contábil do undo de Terras e Subprograma de Combate à Pobreza Rural, estabelecendo normas gerais de fiscalização dos projetos por eles assistidos; V - definir, com base nas diretrizes e normas estabelecidas neste Regulamento, o montante de recursos destinados ao financiamento da compra de terras, da infraestrutura básica e dos investimentos comunitários, constante do PNC; VI - fiscalizar e controlar as atividades técnicas delegadas aos stados, ao istrito ederal, aos municípios e às associações e consórcios de municípios; VII - promover as avaliações de desempenho do undo de Terras e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; VIII - adotar medidas complementares e eventualmente necessárias para atingir os objetivos do undo de Terras e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; IX - propor a consignação de dotações no Orçamento Geral da União e de créditos adicionais; X - promover a formalização de acordos ou convênios com stados, istrito ederal, Municípios e associações ou consórcios de municípios, visando o êxito do Programa. XI - buscar fontes adicionais de recursos e mecanismos alternativos e complementares de acesso a terra para exploração racional; XII - obter e enfatizar a participação dos poderes públicos estaduais e municipais e das comunidades locais em todas as fases de implementação dos PNC, como forma de conferir maior legitimidade aos empreendimentos programados, facilitando a seleção dos beneficiários e evitando a dispersão de recurso; XIII - manter e aprimorar os Sistemas de Informações Gerenciais informatizados, que dêem transparência ao Programa e permitam o controle dos processos e da execução dos projetos; XIV - manter e aprimorar mecanismos de supervisão que permitam o monitoramento dos preços de terras, dêem transparência aos programas e permitam o controle dos processos e da execução dos projetos; XV - realizar estudos de avaliação de impactos dos projetos e programas financiados pelo undo de Terras e pelo Subprograma de Combate à Pobreza Rural; XVI - fornecer ao CONRA as informações por ele solicitadas, relativas ao PNC e o undo de Terras sobre o seu desempenho físico, financeiro e contábil; XVII - promover estudos e implementar procedimentos para definição e revisão dos limites de recursos por família participante do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; XVIII - assinar com os agentes financeiros, devidamente cadastrados, contratos para operacionalização dos recursos financeiros do undo de Terras e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; e Art. 48. À Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA ainda compete encaminhar proposições ao CMN, para definição das normas que devem definir a gestão financeira dos recursos do TRA a ser observadas pelos agentes financeiros, tais como: I - as atribuições dos agentes financeiros no Programa, observado o disposto no ecreto nº de 2003 e do ecreto nº de 2008; II - a forma de remuneração do undo de Terras durante o período em que os recursos estão à disposição dos agentes financeiros e ao gestor financeiro do undo, observado o disposto neste Regulamento; III - a forma de pagamento da remuneração dos agentes financeiros; IV - as normas a serem observadas em caso de antecipação de pagamento; V - as normas para caso de reescalonamento dos pagamentos, de repactuação de financiamentos ou de negociação de débitos vencidos; VI - os relatórios e outros mecanismos de controle financeiro e contábil do undo; COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código VII - as formas de integração dos sistemas operacionais ou de informações gerenciais do undo e dos agentes financeiros, em particular de troca de arquivos eletrônicos; e VIII - as normas a serem observadas em caso de estabelecimento de contratos específicos entre o MA e os agentes financeiros. Art. 49. A gestão financeira do undo de Terras fica a cargo do Banco Nacional de esenvolvimento conômico e Social - BN- S, que terá as seguintes atribuições, nos termos do art. 5, do ecreto nº de 2003: I - receber os recursos do undo de Terras destinando a conta específica os valores encaminhados pela Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA; II - remunerar as disponibilidades financeiras da conta supracitada, garantindo a mesma taxa de remuneração das disponibilidades do BNS; III - liberar os recursos, destinando-os de acordo com as instruções da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA; IV - disponibilizar para a Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA as informações referentes às movimentações efetuadas na conta específica, inclusive as relativas à remuneração das disponibilidades; e V - credenciar os agentes financeiros para operar com recursos do undo de Terras e da Reforma Agrária. Art. 50. Cabe à Coordenação Geral de Orçamento e inanças - CGO do epartamento de Crédito undiário - C da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA do Ministério do esenvolvimento Agrário - MA gerir os recursos orçamentários e financeiros do undo, fiscalizar e supervisionar a ação do gestor financeiro e dos agentes financeiros, bem como assegurar a regularidade orçamentária, financeira e contábil das operações do undo de Terras. Art. 5. Os agentes financeiros atuarão como mandatários da União para a contratação dos SIC e repasse dos recursos às associações de trabalhadores rurais beneficiários do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, por meio de contratos entre a União e cada agente financeiro específico. º Compete ao agente financeiro: I - receber os recursos da Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA, destinando-os à conta específica do Subprograma de Combate à Pobreza Rural; II - receber os recursos do BNS destinados as contas do undo de Terra e da Reforma Agrária; III - remunerar os recursos depositados na conta específica pela variação da taxa média do Sistema special de Liquidação e de Custódia - SLIC, pro rata die, ou outro índice que legalmente venha a substituí-la; IV - transferir os recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural para aplicação nos SIC, da conta específica, obrigatoriamente, para as contas bloqueadas em nome de cada associação de trabalhadores rurais beneficiários; V - transferir os recursos contratados a conta do undo de Terra e da Reforma Agrária para o cumprimento do contrato de SAT, conforme autorização da UT; VI - aplicar os recursos transferidos para a conta bloqueada em caderneta de poupança de instituição financeira pública federal se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mês, ou em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou operação de mercado aberto lastreada em títulos da dívida pública, quando a utilização desses recursos verificar-se em prazos menores que um mês; VII - celebrar contratos com as associações de trabalhadores rurais beneficiários; VIII - disponibilizar para a Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA as informações referentes às movimentações efetuadas nas contas específica e bloqueada, inclusive as relativas à remuneração das disponibilidades; IX - interagir com a SRA e em especial com as UTs para viabilizar a tramitação, aprovação, contratação e liberação dos recursos do PNC; X - transferir os recursos da conta bloqueada para a associação mediante autorização da UT. XI - gerenciar os recursos disponíveis para o PNC no nível nacional e estadual e prestar contas desta gestão, conforme previsto nos contratos assinados com o MA XII - manter informadas as suas instâncias regionais e agências locais de forma que sejam aplicadas todas as normas relacionadas ao PNC; XIII - utilizar e alimentar ou transmitir eletronicamente as informações pertinentes o SIG-C, no que concerne aos dados referentes às operações de financiamento no âmbito do PNC bem como sua evolução; XIV - firmar contrato de prestação de serviços com o MA para operacionalização do PNC; e XV - promover as alterações nos contratos bem como as renegociações e individualizações, substituição de beneficiários, assunção de dívidas quando aprovados pela UT e em conformidade com a legislação e normativos específicos do PNC 2º Os valores resultantes das aplicações financeiras de que trata o inciso II do º são recolhidos ao Tesouro Nacional, os resultantes das aplicações financeiras de que trata o inciso IV daquele parágrafo podem ser utilizados, dentro do prazo de aplicação dos recursos, nos SICs e os recursos remanescentes de que trata o art. 2 do ecreto nº de 2008, são recolhidos ao órgão gestor, todos de acordo com instruções específicas do órgão gestor. OS ÓRGÃOS LIBRATIVOS Art. 52. Cabe ao CONRA nos termos do art. 9. do ecreto nº de 2003 e do art. 3 do ecreto nº de 2008: I - aprovar o Regulamento Operativo do undo de Terras que deverá conter a definição das diretrizes gerais do undo; II - apreciar as avaliações de desempenho e de impacto do undo de Terras e dos programas por ele financiados; III - encomendar, quando julgar necessário, avaliações ou estudos específicos relativos ao undo de Terras e aos programas por ele financiados; IV - solicitar informações que julgar necessárias ao desempenho de suas atribuições à Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA e aos órgãos executores dos programas financiados com recursos do undo; e V - analisar projetos que em decorrência do caso fortuito ou por motivo de força maior que levem à inviabilidade dos SICs, podendo autorizar, excepcionalmente, um novo atendimento pelo Subprograma de Combate à Pobreza Rural. VI - propor a articulação do PNC com as demais políticas e normas do MA e de outros ministérios, sugerindo, quando julgar necessário, adequações nestas políticas e normas, inclusive nas condições de financiamento da aquisição de terras; Art. 53. Cabe ao Comitê Permanente do undo de Terras e do Reordenamento Agrário - CPTRA, criado pelo CONRA: I - aprovar os manuais de operação dos programas financiados pelo undo de Terras e da Reforma Agrária; II - aprovar os planos anuais de aplicação de recursos do undo de Terras propostos pela Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA; III - acompanhar e monitorar os programas financiados pelo undo de Terras bem como o seu desempenho físico, financeiro e contábil; IV - acompanhar as avaliações de desempenho e de impactos dos programas financiados pelo undo de Terras; V - propor ações, normas ou diretrizes que contribuam para melhorar os impactos dos programas financiados pelo undo de Terras e a articulação entre estes programas e as demais políticas e ações voltadas para o desenvolvimento territorial, o fortalecimento da agricultura familiar, a reforma agrária e a segurança alimentar; VI - solicitar informações que julgar necessárias ao desempenho de suas atribuições à Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA e aos órgãos executores dos programas financiados com recursos do undo. VII - submeter ao CONRA as proposta que impliquem em alterações das diretrizes, princípios e das normas de implementação do PNC. º O Comitê de que trata este artigo deve ter a participação de representantes do Ministério da azenda, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, bem como das organizações governamentais e da sociedade civil parceiras na execução dos programas financiados pelo undo de Terras e da Reforma Agrária. 2º Podem ser convidados, a critério do próprio Comitê, outras instituições participantes diretas ou não dos programas financiados pelo undo de Terras. 3º m caso de urgência e relevância, para a execução dos programas financiados pelo undo de Terras ou para atingir os seus objetivos, o Secretário de Reordenamento Agrário pode tomar decisões, ad referendum, do CPTRA. 4º Qualquer decisão tomada ad referendum pelo Secretário de Reordenamento Agrário deve ser submetida ao CPTRA na primeira reunião subseqüente à referida decisão. Art. 54. Cabe ao Conselho stadual de esenvolvimento Rural Sustentável - CRS: I - aprovar as propostas de financiamento; II - avaliar e acompanhara execução do PNC; III - promover e articular outras políticas de desenvolvimento agrário nos stados. IV - recomendar e apreciar as avaliações da execução e dos impactos do PNC no stado; V - analisar e emitir parecer a respeito das propostas de financiamento com recursos do PNC manifestando-se com relação à viabilidade técnica, econômica, ambiental e social do projeto; e VI - analisar e emitir parecer a respeito de substituições de beneficiários, de assunção de dívidas e sobre o encaminhamento para antecipação de dívida por irregularidades contratuais. Art. 55. Cabe ao Conselho Municipal de esenvolvimento Rural Sustentável -CMRS: I - a verificação da elegibilidade dos beneficiários, emitida pelos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar e o monitoramento da execução do PNC no nível municipal, mediante: a) emissão de parecer sobre as solicitações iniciais dos grupos de beneficiários, principalmente à adequação da propriedade pretendida e do preço proposto; e b) articulação do PNC com os demais programas e políticas existentes em nível municipal, bem como a articulação entre os diferentes órgãos envolvidos em sua execução. Parágrafo único. Nos municípios em que não houver o CM- RS ou outros conselhos similares, cabe ao Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar assegurar as atribuições desse Conselho. OS ÓRGÃOS NTIAS XCUTORS Art. 56. Ao Ministério do esenvolvimento Agrário - MA compete: I - celebrar convênios, contratos e termos de cooperação técnica com os estados e demais entes participantes, para viabilizar a execução do PNC; II - celebrar contratos de prestação de serviços com os agentes financeiros encarregados da gestão dos recursos disponíveis e assegurar a sua efetiva participação na execução do PNC;
77 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN III - estabelecer diretrizes, normas e condições para a operacionalização do PNC; IV - realizar gestão visando a disponibilidade de recursos para o PNC, bem como assegurar a sua liberação nos prazos previstos; e V - articular junto aos estados e demais parceiros interessados a efetiva execução do PNC, bem como das demais políticas de desenvolvimento agrário; e VI - promover o acesso dos beneficiários do PNC aos outros programas existentes, principalmente o PRONA, PAA, PNHR e PNA. Art. 57. À Secretaria de Reordenamento Agrário compete: I - arbitrar, caso necessário, a distribuição anual dos recursos, determinando o montante disponível para cada estado participante operacionalizar o PNC; II - analisar eventuais sugestões de alteração dos Manuais de Operações, nos Planos Anuais de Aplicação de Recursos e no Regulamento Operativo do undo de Terra propostas pela organizações parceiras do PNC e submetê-las à apreciação do Comitê do undo de Terras; III - assegurar a realização de avaliações periódicas independentes do PNC em nível estadual e nacional; IV - subsidiar o Comitê Permanente do undo de Terras e o CONRA, com dados e informações para suas deliberações relativas ao PNC; V - adotar, sempre que necessário e após consulta às organizações parceiras ou ao Comitê Permanente do undo de Terras, normas operacionais complementares, detalhamentos e interpretações deste Regulamento. VI - garantir a efetiva participação do movimento sindical e da sociedade civil na execução do PNC; VII - articular a complementariedade entre o PNC e as demais políticas de desenvolvimento agrário e territorial; VIII - autorizar, com base nos procedimentos administrativos, devidamente instruídos, encaminhados pela UT, a execução dos SIC que ultrapassarem o montante equivalente a R$ ,00 (cem mil reais). Art. 58. Ao epartamento de Crédito undiário compete: I - Supervisionar, por amostragem, os projetos financiados, bem como monitorar a execução do PNC sobre os seus diversos aspectos; II - supervisionar e monitorar a execução do PNC por parte das UTs e de seus parceiros conforme as normas deste regulamento; III - propor à SRA o Plano Anual de Aplicação de Recursos a ser apreciado pelo Comitê do undo de Terras; IV - coordenar a atuação das Unidades Técnicas staduais e a execução descentralizada do PNC; V - assegurar a difusão de informações sobre os objetivos, metas, execução e impactos do PNC; VI - divulgar as regras, os resultados e os impactos do PNC; VII - realizar as gestões que garantam a participação dos agentes financeiros na execução do PNC, bem como o cumprimento das normas estabelecidas; VIII - apoiar ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável dos projetos financiados, principalmente ações de capacitação e de incentivo à inovação tecnológica e à agregação de valor aos produtos, de diversificação das atividades rurais, de apoio à comercialização, de gestão de recursos hídricos e convivência com o semiárido e de melhoria da assistência técnica; IX - exigir das UTs a correta manutenção da documentação referente às propostas de financiamento de aquisição de terra e subprojetos de investimentos comunitários; X - assegurar a capacitação técnica das Unidades Técnicas e das instituições parceiras para que possam exercer suas respectivas funções na execução do PNC; XI - propor o aprimoramento e garantir o funcionamento dos Sistemas de Informações Gerenciais, alimentando-o com os dados relativos à sua esfera de competência; XII - fiscalizar os convênios estabelecidos com os estados e com outras entidades. XIII - analisar e aprovar, com base nos procedimentos administrativos, devidamente instruídos, encaminhados pela UT, a execução dos SIC que ultrapassarem o montante equivalente a R$ ,00 (cem mil reais). Art. 59. Aos stados participantes compete: I - disponibilizar as condições necessárias para a execução do PNC, objetivando o desenvolvimento sustentável das famílias beneficiadas; II - estruturar e manter a UT em condições satisfatórias de funcionamento, dotando-a de recursos humanos, equipamentos e materiais capazes de assegurar eficiência, eficácia, agilidade e qualidades ótimas para a execução e o acompanhamento sistemático e permanente do PNC; III - adotar as medidas complementares e necessárias para o alcance dos objetivos do PNC. IV - firmar, quando for o caso, e cumprir o Termo de Cooperação Técnica celebrado com o MA. Art. 60. À UT, principal responsável pela execução do PNC no estado compete: I - executar as ações do PNC em consonância com os normativos do PNC; II - capacitar os beneficiários do PNC, quando necessário; III - promover a liberação de recursos junto aos agentes financeiros e monitorar a execução dos projetos pelos beneficiários; IV - apoiar a realização dos estudos e dos procedimentos para definição dos limites de recursos por família; XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código V - adotar medidas complementares e necessárias para o alcance dos objetivos do PNC; VI - elaborar o Plano Operativo Anual em parceria com o Movimento Sindical de trabalhadores rurais e da agricultura familiar, bem como outras organizações parceiras; VII - articular com o estado ações de apoio aos beneficiários, por meio dos seus serviços de assistência técnica e extensão rural, apoio organizacional, gerencial e técnico, bem como assessoramento na elaboração e na tramitação de projetos de financiamento para o Pronaf e outros programas; VIII - participar de esforços para o estabelecimento de conselhos territoriais de desenvolvimento e para a elaboração e a implantação de planos territoriais de desenvolvimento, que integrem, nos territórios as diversas políticas de desenvolvimento rural; IX - buscar parcerias com as associações de municípios ou agências territoriais de desenvolvimento, delegando-lhes competências nos casos em que forem estabelecidos; X - divulgar junto aos beneficiários do PNC os demais programas de apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar, de inserção dos jovens ou outros, bem como identificar as condições para garantir o acesso a esses programas; XI - apoiar a articulação do PNC junto às escolas agrotécnicas, e escolas de alternância, bem como com as organizações da juventude rural existentes no estado; XII - acompanhar o processo de divulgação do PNC junto às entidades representantes dos trabalhadores rurais e comunidades beneficiárias potenciais; XIII - subsidiar as decisões do CRS sobre todos os assuntos relativos à implementação do PNC; XIV - garantir a efetiva participação do Movimento Sindical dos Trabalhadores Rurais e da Agricultura amiliar, assegurando-lhes, principalmente, acesso a todas as informações relativas ao PNC, bem como a participação na divulgação dos normativos do PNC e nos estudos de avaliação; XV - contribuir para a mobilização e a capacitação das entidades prestadoras de Ater aos beneficiários do PNC; XVI - propiciar o apoio aos beneficiários do PNC em sua organização, na elaboração e na execução de projetos complementares, principalmente o Pronaf; XVII - realizar a avaliação técnica e jurídica das propostas de financiamento apresentadas pelos interessados, principalmente no que diz respeito à elegibilidade dos beneficiários e dos imóveis, conforme estabelecido neste Manual; XVIII - supervisionar a execução, por parte dos beneficiários, dos investimentos e projetos financiados pelo PNC, conforme diretrizes e periodicidade mínima a ser definidas pelo C/SRA/MA; XIX - supervisionar as ações das entidades de assistência técnica contratadas pelos beneficiários, assegurando a liberação dos recursos necessários por parte dos agentes financeiros, em consonância com o estabelecido nas propostas de financiamento e com as normas do PNC; XX - a análise técnica do SIC e autorização da liberação de recursos, junto aos agentes financeiros, para os projetos com valores até R$ ,00 (cem mil reais) e analisar e instruir os procedimentos para solicitação de autorização da SRA, para os projetos com valores superiores a R$ ,00 (cem mil reais), conforme estabelecido neste Regulamento Operativo. XXI - analisar e aprovar as prestações de contas apresentadas pelos beneficiários do PNC, nos prazos estipulados conforme os normativos; XXII - fiscalizar, controlar e prestar contas dos recursos disponibilizados para a implementação do PNC no estado; XXIII - assegurar a regularização e a revitalização dos projetos contratados com recursos do undo de Terras em conformidade com as leis e normativos específicos; XXIV - tomar as providências administrativas necessárias ao saneamento de irregularidades, bem como comunicar aos órgãos competentes da necessidade de intervenção policial ou judicial, identificadas durante execução do PNC; Parágrafo único. Cabe ainda às UTs implementar o acesso aos sistemas de informação disponibilizados pelos órgãos parceiros, devendo: I - designar técnicos para o acesso aos aplicativos do sistema de informática disponibilizados pelo MA, a serem devidamente cadastrados; II - restringir uso dos sistemas às necessidades do serviço, mantendo rígido controle de segurança das senhas oferecidas pelo MA; III - promover os ajustes técnicos necessários em seus computadores para possibilitar a operação dos sistemas do PNC IV - adotar as normas definidas pelo PNC para a operação dos sistemas disponibilizados pelo MA, bem como as previstas nos contratos celebrados entre o MA e os agentes financeiros V - adequar-se a eventuais alterações nos serviços oferecidos pelo MA e pelos agentes financeiros em qualquer dos aplicativos dos sistemas disponibilizados VI - propor as interfaces e interações do PNC com as políticas públicas de gênero, geração, raça e etnia para a agricultura familiar desenvolvidas pelo governo estadual, principalmente políticas de desenvolvimento, de formação, de acesso a mercados, bem como às políticas sociais e serviços públicos; VII - adotar os Sistemas de Informações Gerenciais, acompanhando as constantes evoluções das famílias, e assegurar a sua alimentação de forma que os dados estejam atualizados, permitindo o adequado monitoramento do PNC; VIII - apoiar as unidades produtivas e as famílias já beneficiadas com recursos do undo de Terras, bem como elaborar e implementar um plano de recuperação e regularização desses projetos; IX - assegurar a formalização de processos administrativos que devem conter, na forma definida pelos normativos do PNC, todos os documentos e pareceres indispensáveis à aprovação da proposta de financiamento e ao acompanhamento da sua execução, bem como aquele objeto de regularização; X - interagir com os parceiros e em especial com os agentes financeiros para viabilizar a tramitação, aprovação, contratação e liberação dos recursos do PNC; e XI - observar a legislação de sigilo pertinente aos dados dos candidatos e beneficiários do PNC. Art. 6. Às entidades sindicais de representação dos trabalhadores rurais e da agricultura familiar e a suas filiadas, bem como outras organizações sindicais que vierem a associar-se ao PNC compete: I - participar efetivamente das atividades de difusão do PNC, bem como da mobilização, na qualificação da demanda e da organização dos beneficiários; II - participar do acompanhamento e do apoio aos candidatos a beneficiários III - participar das decisões dos Conselhos Nacional, staduais e Municipais de esenvolvimento Rural Sustentável; IV - aos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da Agricultura amiliar, cabe substituir, caso inexistam, os Conselhos Municipais nas funções a eles atribuídas neste Regulamento; V - participar do monitoramento e da avaliação permanente da execução e do monitoramento dos projetos financiados; VI - obter acesso a todos os dados e informações relativos à execução do PNC; VII - acompanhar a realização de avaliações periódicas e de outros estudos relacionados ao PNC, tendo garantido, para isto, total acesso às bases de dados constituídas para estes estudos; VIII - participar dos eventos de discussão e avaliação do PNC, principalmente dos seminários anuais que são realizados para discutir os resultados dos estudos de avaliação; IX - sugerir, sempre que julgarem necessário, mudanças e adequações nas diretrizes, metas, estratégias de execução e normas do PNC; X - promover a articulação entre o PNC e, políticas, programas e demais iniciativas destinadas ao desenvolvimento agrário sustentável com os quais estão envolvidas; XI - avaliar e responsabilizar-se pela elegibilidade dos beneficiários e assegurar a expedição da carta de aptidão que comprova esta elegibilidade; XII - comunicar à UT a ocorrência de irregularidade verificada com relação a elegibilidade de algum beneficiário; e XIII - promover a avaliação quanto à eficiência das ações referentes às atribuições do MSTTR-A e demais entidades em relação ao PNC. Art. 62. À Rede de Apoio, formada por instituições e organizações juridicamente constituídas para prestar serviços de capacitação, assessoramento e assistência técnica ao PNC cabe: I - apoiar e assessorar as comunidades na elaboração das propostas de financiamento, incluindo a capacitação inicial; II - prestar serviços de assessoramento e assistência técnica, conforme o Plano de Assistência Técnica elaborado conjuntamente com os beneficiários; III - realizar, conforme o contrato pactuado com os beneficiários, ações de capacitação previstas no Plano de Assistência Técnica - PAT elaborado; e IV - respeitar, em todas essas ações, as normas e diretrizes, principalmente o princípio da autonomia dos beneficiários, definidas neste Regulamento ou estabelecidas pelo C ou pelos CRS e/ou UT desde que as mesmas não conflitem com as normas do arcabouço legal do PNC. AS ISPOSIÇÕS TRANSITÓRIAS INAIS Art. 63. Os casos omissos e as dúvidas suscitadas, quanto à aplicação deste Regulamento são resolvidas pelo Comitê Permanente do undo de Terras e do Reordenamento Agrário e, se necessário, pelo CONRA. Art. 64. Para a regularização, revitalização, renegociação e individualização dos projetos financiados com recursos do undo de Terras devem ser observados os procedimentos operacionais aprovados pela Portaria do MA nº publicada no OU em 27 de agosto de 2008, ou as normas que venham substituí-la. Art. 65. xcepcionalmente, as UTs ficam autorizadas a realizar pesquisas cadastrais dos candidatos à benefíciários do PNC, a partir dos dados existentes e disponíveis, até que sejam implementadas as condições para a integração do sistema SIG-C com os demais sistemas de informações governamentais. Ministério do esenvolvimento, Indústria e Comércio xterior. GABINT O MINISTRO PORTARIA Nº 22, 8 JULHO 203 O MINISTRO STAO O SNVOLVIMNTO, INÚSTRIA COMÉRCIO XTRIOR, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 87, parágrafo único, incisos II e IV, da Constituição ederal, e tendo em vista o disposto no art. 2 do ecreto no 6.76, de 5 de fevereiro de 2009, resolve:
78 78 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. º Compete ao epartamento de Normas e Competitividade no Comércio xterior (NOC) da Secretaria de Comércio xterior (SCX) deste Ministério administrar o Sistema de Registro de Informações de Promoção - SISPROM de que trata o º do art. 2º do ecreto nº 6.76, de 5 de fevereiro de Art. 2º As operações para promoção de produtos ou de serviços brasileiros no exterior a que se refere o inciso I do caput do art. º do ecreto nº 6.76, de 2009, deverão ser registradas no SIS- PROM por meio do endereço eletrônico " previamente à efetuação da correspondente remessa financeira ao e x t e r i o r. Parágrafo único. Para fins de redução a zero da alíquota do imposto sobre a renda incidente sobre os valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, a pessoa jurídica que figurar como fonte pagadora de operações referidas no caput deverá registrar as operações no SIS- PROM. Art. 3º Para efetuar registro no SISPROM, a pessoa jurídica a que se refere o parágrafo único do art. 2º deverá se cadastrar previamente no Sistema. º Para o cadastro de que trata o caput, a pessoa jurídica e seus representantes legais a serem habilitados a fazer registros no SISPROM deverão possuir Certificado igital. 2º Caso o acesso ao SISPROM se dê por meio de representante legal, a pessoa jurídica deverá habilitá-lo por meio do próprio Sistema. Art. 4º A fim de registrar uma operação no SISPROM, o requerente deverá preencher o formulário eletrônico de Registro de Promoção (RP) e anexar a ele cópia digitalizada da fatura ou de contrato relativo a serviço relacionado no inciso I do art. º do ecreto nº 6.76, de Parágrafo Único. O requerente deverá selecionar o formulário de RP de promoção de produtos ou de promoção de serviços, conforme o tipo de operação a ser registrada. Art. 5º Na hipótese de registro efetuado por organizadora de feira, associação ou entidade assemelhada, o responsável pelo registro deverá discriminar todas as empresas e entidades participantes que efetuarem pagamento com a utilização da alíquota zero do imposto sobre a renda, bem como o valor das despesas correspondentes ao percentual relativo a cada uma das participações, conforme 2º do art. 2º do ecreto nº 6.76, de Parágrafo Único. As empresas e entidades participantes a que se refere o caput deverão estar cadastradas no SISPROM para indicar e habilitar, no Sistema, as entidades (organizadora de feira, associação ou entidade assemelhada) que realizarão seus registros. Art. 6º O requerente poderá cancelar a operação registrada no SISPROM, desde que a remessa para o exterior não tenha sido efetuada pela instituição autorizada a operar no mercado de câmbio. Art. 7º Não serão efetivados pelo Sistema registros cujas remessas sejam destinadas a beneficiários residentes ou domiciliados em país ou dependência que não tribute a renda ou que a tribute à alíquota inferior a vinte por cento, conforme art. º da Instrução Normativa RB nº.037, de 4 de junho de 200. Art. 8º Para fins do disposto no art. 3º do ecreto nº 6.76, de 2009, as instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio poderão verificar a efetivação do registro, por meio de acesso ao SISPROM, opção Consulta a Registro, devendo informar o número do registro e o código de controle constante do RP. Art. 9º Relatórios semestrais contendo informações estatísticas consolidadas sobre as operações registradas no SISPROM serão disponibilizados na página eletrônica do Ministério do esenvolvimento, Indústria e Comércio xterior " Art. 0. everão ser observadas as demais condições estabelecidas pelo ecreto nº 6.76, de Art.. Adicionalmente ao registro das operações no SIS- PROM, os serviços referidos no inciso I do caput do art. º do ecreto nº 6.76, de 2009, deverão ser registrados no "Módulo Aquisição" do Sistema Integrado de Comércio xterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio - SISCOSRV, de que trata a Portaria Conjunta RB/SCS nº.908, de 9 de julho de 202. Art. 2. ica revogada a Portaria MIC nº 63, de 27 de julho de 200. Art. 3. sta Portaria entra em vigor no dia 5 de julho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS RNANO AMATA PIMNTL INSTITUTO NACIONAL MTROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA 324, 5 JULHO 203 O PRSINT O INSTITUTO NACIONAL M- TROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA - INMTRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de de dezembro de 973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 999, e no inciso V do artigo 8 da strutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo ecreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea i do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para compor comissões técnicas para o desenvolvimento de instrumentos efetivos de operacionalização de Programas de Avaliação da Conformidade; pelo código Considerando a Portaria Inmetro n.º 76, de 28 de janeiro de 20, publicada no iário Oficial da União de 0 de fevereiro de 20, seção, páginas 72 e 73, que aprova a primeira revisão do Regimento Interno das Comissões Técnicas para assessorar o Inmetro no desenvolvimento destes Programas; Considerando a Portaria Inmetro n.º 330, de 24 de agosto de 200, publicada no iário Oficial da União de 26 de agosto de 200, seção 0, página 05, que cria a Comissão Técnica "Produtos Cerâmicos estinados à Construção Civil"; Considerando a necessidade de atualização da Comissão Técnica para "Materiais e quipamentos da Construção Civil" criada pela Portaria Inmetro n.º 233 de 08 de maio de 202, publicada no iário Oficial da União de 0 de maio de 202, seção 0, página 4, e complementada pela Portaria Inmetro n.º 370, de 7 de julho de 202, publicada no iário Oficial da União de 20 de julho de 202, seção 0, página 06, resolve baixar as seguintes disposições: Art. º Revisar a composição da Comissão Técnica "Materiais e quipamentos da Construção Civil", conforme abaixo: I.Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - Inmetro; a) Coordenação Geral de Acreditação - Cgcre; b) iretoria de Avaliação da Conformidade - conf; c) iretoria de Metrologia Científica e Industrial - imci; d) iretoria de Metrologia Legal - imel; e) Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade - RBMLQ-I; II Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto - ABCIC; III Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto - BlocoBrasil; IV Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente - ABIMCI; V Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção - ABRAMAT; VI.Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira - ABIPA; VII Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência - ABIPLAR; VIII Associação Brasileira da Indústria do Plástico - ABI- P L A S T; IX Associação Brasileira da Indústria Química - ABI- QUIM; X Associação Brasileira das mpresas de Serviços de Concretagem - ABSC; XI Associação Brasileira das mpresas Importadoras e abricantes de Aço - ABRIA; XII Associação Brasileira de Argamassa Industrializada - ABAI; XIII Associação Brasileira de Cerâmica - ABC; XIV Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP; XV Associação Brasileira de COHABS e Agentes Públicos de Habitação - ABC; XVI Associação Brasileira de istribuidores e Processadores de Vidros Planos - ABRAVIRO; XVII Associação Brasileira de mpresas de ngenharia de undações e Geotecnia - AB; XVIII Associação Brasileira de ngenharia e Consultoria strutural - ABC; XIX Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT; XX Associação Brasileira de Polímeros - ABPol; XXI Associação Brasileira do Alumínio - ABAL; XXII Associação Brasileira do rywall - RYWALL; XXIII Associação Brasileira dos scritórios de Arquitetura - AsBA; XXIV Associação Brasileira dos abricantes de Materiais para Saneamento - ASAMAS; XXV Associação Brasileira dos abricantes de Perfis de PVC para Construção Civil - AAP; XXVI Associação Brasileira dos abricantes de Tintas - A B R A AT I ; XXVII Associação Brasileira dos abricantes de Tubos de Concreto - ABTC; XXVIII Associação Brasileira dos Organismos de Certificação - ABROC; XXIX Associação Brasileira dos Produtores de Cal - ABPC; XXX Associação das Indústrias de Metais Sanitários - AI- MS; XXXI Associação de Metais Sanitários de São Paulo - AMSSP; XXXII Associação dos abricantes de squadrias de Alumínio do stado do Rio de Janeiro - AARJ; XXXIII Associação dos Produtores de erivados do Calcário - APC; XXXIV Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos - ALMACO; XXXV Associação Mineira do Comércio Atacadista, Varejista e dos Beneficiadores do Vidro - AMVI; XXXVI Associação Nacional da Indústria Cerâmica - ANI- CR; XXXVII Associação Nacional de abricantes de squadrias de Alumínio - AAL; XXXVIII Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído - ANTAC; XXXIX Associação Nacional de Vidraçarias - ANAVI- RO; XL Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção - ANAMACO; XLI Associação Nacional dos abricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres - ANACR; XLII Associação Nacional dos abricantes de squadrias de Aço - AAÇO; XLIII Associação Nacional dos abricantes de Telhas Certificadas de Concreto - ANATCCO; XLIV Associação Nacional dos Produtores de Pisos de Madeira - ANPM; XLV Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento - A S PA C R ; XLVI Associação Sul Brasileira da Indústria de Cerâmica para Revestimento - ASULCR; XLVII Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC; XLVIII Centro Cerâmico do Brasil - LabCCB Laboratório de nsaios Cerâmicos; XLIX Centro Tecnológico da undação Paulista - CTC / Laboratório de nsaios de Materiais; L Concremat ngenharia e Tecnologia S.A. - Laboratório de Tecnologia de Materiais e Produtos para a Indústria da Construção; LI Concreteste Tecnologia em Materiais Ltda.; LII ederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do stado de São Paulo - COMRCIOSP; LIII Instituto Aço Brasil; LIV Instituto de Pesquisas Tecnológicas do stado de São Paulo / Centro Tecnológico do Ambiente Construído - IPT/CTAC; LV Instituto de Pesquisas Tecnológicas do stado de São Paulo - IPT / Laboratório de Materiais de Construção Civil; LVI Instituto do PVC; LVII Instituto ederal de ducação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - Centro ederal de ducação Tecnológica de Química - Paracambi/RJ; LVIII Instituto Nacional de Tecnologia / Laboratório de nsaio de Produtos - INT/LANP; LIX Instituto Nacional do Plástico - INP; LX Instituto Tecnológico da Construção Civil - ITC; LXI L.A. alcão Bauer - Centro Tecnológico de Controle da Qualidade Ltda.; LXII Laboratório de ngenharia e Consultoria Ltda. - LNC; LXIII Ministério das Cidades; LXIV Movimento das onas de Casa de Minas Gerais - MC-MG; LXV Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos; LXVI R ngenharia e Consultoria Ltda.; LXVII Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - S- NAI-MS / CTC SNAI Rio Verde de Mato Grosso "Luiz Cláudio Sabedotti ornari" LabSNAI Cerâmica; LXVIII Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial / Laboratório de nsaios Tecnológicos de Materiais da Construção Civil - SNAI-P / LTMACC; LXIX Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - S- NAI-RJ / AP Três Rios - Laboratório de Cerâmica Vermelha; LXX Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - S- NAI-RS / Laboratório de nsaios do Núcleo de Cerâmica Vermelha; LXXI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - S- NAI-SC / Centro de Tecnologia de Materiais - CTCMAT / Laboratório de esenvolvimento e Caracterização de Materiais - LCM; LXXII Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - S- NAI-SP / scola SNAI "Orlando Laviero erraiuolo" / Laboratório de nsaios Tecnológicos - LTC; LXXIII Sindicato da Indústria da Construção Civil no stado de Minas Gerais - SINUSCON-MG; LXXIV Sindicato da Indústria da Construção Civil no stado de São Paulo - SINUSCON-SP Sindicato da Indústria da Construção Civil no stado do Rio de Janeiro - SINUSCON-RIO; LXXV Sindicato da Indústria de Artefatos de erro, Metais e erramentas em Geral no stado de São Paulo - SINAR; LXXVII Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais não errosos no stado de São Paulo - SIAMSP; LXXVIII Sindicato da Indústria de Cerâmica para Construção do stado de São Paulo - SINICRCON; LXXIX Sindicato da Indústria de Cerâmica para Construção do stado do Rio Grande do Norte - SINICR-RN; LXXX Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do stado de São Paulo - SITIVSP; LXXXI Sindicato do Comércio Atacadista de Madeiras do stado de São Paulo - SINIMASP; LXXII Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e spelhos do stado do Rio de Janeiro - SINCAVIRO; LXXXIII Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismos, erragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo - SINCOMAVI; LXXXIV Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento - SINAPROCIM; LXXXV Sindicato Nacional da Indústria de Trefilação e Laminação de Metais errosos - SICTL; LXXXVI Tecnologia da Construção e Materiais Ltda. - T- C O M AT; LXXXVII Tecnologia e Qualidade de Sistemas em ngenharia Ltda. - TSIS / Laboratório de nsaios de Construção Civil; LXXXVIII Texte ngenharia e Tecnologia Ltda.; LXXXIX Universidade ederal de São Carlos / Centro de Caracterização de Materiais da Universidade ederal de São Carlos - USCAR/CCM; e
79 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN XC Universidade ederal do Rio de Janeiro / Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de ngenharia - URJ/COPP. Parágrafo Único - Cada uma das instituições supramencionadas deverá ser representada por um titular e um suplente, conforme estabelecido no Regimento Interno das Comissões Técnicas. Art. 2º stabelecer que a Comissão Técnica ora revisada tem como objetivo propor instrumentos efetivos de operacionalização, implementação e melhoria das atividades relativas aos Regulamentos Técnicos e Programas de Avaliação da Conformidade para Materiais e quipamentos da Construção Civil. Art. 3º Revogar as Portarias Inmetro n.º 330/200, n.º 233/202 e n.º 370/202. Art. 4º sta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HRZ A JORNAA 325, 5 JULHO 203 O PRSINT O INSTITUTO NACIONAL M- TROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA - INMTRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de de dezembro de 973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 999, e no inciso V do artigo 8 da strutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo ecreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea i do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para compor comissões técnicas para o desenvolvimento de instrumentos efetivos de operacionalização de Programas de Avaliação da Conformidade; Considerando a Portaria Inmetro n.º 76, de 28 de janeiro de 20, publicada no iário Oficial da União de 0 de fevereiro de 20, seção, páginas 72 e 73, que aprovou a primeira revisão do Regimento Interno das Comissões Técnicas para assessorar o Inmetro no desenvolvimento destes Programas, resolve: Art. º Criar a Comissão Técnica "Aerogeradores", com a seguinte composição: I) Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - Inmetro; a) iretoria de Avaliação da Conformidade - conf; b) Coordenação Geral de Acreditação - Cgcre; c) iretoria de Metrologia Científica e Industrial - imci; d) iretoria de Inovação e Tecnologia - itec; e) Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade - RBMLQ; II) Associação Brasileira de nergias Renováveis e Meio Ambiente - ABAMA; III) Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e quipamentos - ABIMAQ; IV) Associação Brasileira dos Organismos de Certificação - ABROC; V) Centro de Tecnologias do Gás e nergias Renováveis - CT-Gás; VI) nergia Pura mpreendimentos Ltda; VII) NRSU Indústria e Soluções nergéticas Ltda.; VIII) Grupo de studos do Setor létrico - GSL - URJ; IX) Laboratório nergia dos Ventos - U; X) Mastercoin Comércio e Serviços Ltda e XI) Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas - SIN- IMAQ. Parágrafo Único - Cada uma das instituições supramencionadas deverá ser representada por um titular e um suplente, conforme estabelecido no Regimento Interno das Comissões Técnicas. Art. 2º stabelecer que a Comissão Técnica ora criada tem como objetivo propor instrumentos efetivos de operacionalização, implementação e melhoria das atividades relativas ao Programa de Avaliação da Conformidade de Aerogeradores (PB ólico), integrante do Programa Brasileiro de tiquetagem. Art. 3º sta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL JOÃO ALZIRO HRZ A JORNAA 326, 5 JULHO 203 O PRSINT O INSTITUTO NACIONAL M- TROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA - INMTRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de de dezembro de 973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 999, e no inciso V do artigo 8 da strutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo ecreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea i do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para compor comissões técnicas para o desenvolvimento de instrumentos efetivos de operacionalização de Programas de Avaliação da Conformidade; Considerando a Portaria Inmetro n.º 76, de 28 de janeiro de 20, publicada no iário Oficial da União de 0 de fevereiro de 20, seção, páginas 72 e 73, que aprova a primeira revisão do Regimento Interno das Comissões Técnicas para assessorar o Inmetro no desenvolvimento destes Programas; pelo código Considerando a necessidade de atualizar a composição da Comissão Técnica "Televisores", criada pela Portaria Inmetro n.º 38, de 9 de maio de 2008, publicada no iário Oficial da União, de 2 de maio de 2008, seção 0, página 9 e complementada pela Portaria Inmetro n.º 276, de 05 de agosto de 2008, publicada no iário Oficial da União, de 06 de agosto de 2008, seção 0, página 53, resolve: Art. º Revisar a composição da Comissão Técnica "Televisores", conforme abaixo: I. Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - Inmetro; a) Coordenação Geral de Acreditação - Cgcre; b) iretoria de Avaliação da Conformidade - conf; c) iretoria de Metrologia Científica e Industrial - imci; d) iretoria de Metrologia Legal - imel; e) Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade - RBMLQ; II. Associação Brasileira dos Organismos de Certificação - ABROC; III. Associação Nacional de abricantes de Produtos letroeletrônicos - LTROS; IV. Centrais létricas Brasileiras S.A. - letrobras; V. ederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do stado de São Paulo - ecomerciosp; VI. undação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica - UCAPI; VII. undação Centro de Pesquisa e esenvolvimento em Telecomunicações - CPq; VIII. undação de Proteção e efesa do Consumidor - Procon - SP; IX. Laboratório de Avaliação létrica - LA - IPT/SP; X. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC/RS LABLO; e XI. Testtech Laboratórios. Parágrafo Único - Cada uma das instituições supramencionadas deverá ser representada por um titular e um suplente, conforme estabelecido no Regimento Interno das Comissões Técnicas. Art. 2º stabelecer que a Comissão Técnica ora revisada tem como objetivo propor instrumentos efetivos de operacionalização, implementação e melhoria das atividades relativas ao Programa de Avaliação da Conformidade de Televisores. Art. 3º Revogar a Portaria Inmetro n.º 38/2008 e a Portaria Inmetro n.º 276/2008. Art. 4º sta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HRZ A JORNAA 327, 5 JULHO 203 O PRSINT O INSTITUTO NACIONAL M- TROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA - INMTRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de de dezembro de 973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 999, e no inciso V do artigo 8 da strutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo ecreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando a Resolução Conmetro n.º 04, de 6 de dezembro de 998, que estabelece as iretrizes para a missão de eclaração do ornecedor e para a Marcação de Produtos, no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Sinmetro; Considerando o disposto na Resolução Conmetro nº 05, de 06 de maio de 2008, que dispõe sobre a aprovação do Regulamento para Registro de Objeto com Conformidade Avaliada Compulsória, através de Programa Coordenado pelo Inmetro; Considerando o disposto na Portaria Inmetro n.º 49, de 3 de dezembro de 200, que aprova o procedimento para concessão, manutenção e renovação do Registro de Objeto, resolve: Art. º Cancelar o registro de número 00062/20, publicado na Portaria Inmetro nº 35/20, cancelar o registro de número /20, publicado na Portaria Inmetro nº 389/20, cancelar os registros de números /20, /20, /20 e /20, publicados na Portaria Inmetro nº 244/202, cancelar os registros de números /202 e /202, publicado na Portaria Inmetro nº 289/202, cancelar os registros de números 0032/202, 00444/202, 00446/202, publicados na Portaria Inmetro nº 442/202, cancelar os registros de números 00946/202 e 00947/202, publicados na Portaria Inmetro nº 49/202, cancelar os registros de números /202, /202, /202, publicados na Portaria Inmetro nº 530/202, cancelar o registro de número /203, publicado na Portaria Inmetro nº 08/203, conforme o anexo desta portaria. Art. 2º Corrigir Marca e Modelo dos registros de números 00356/203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 274/203, corrigir Marca e Modelo, do registro 00384/203, publicado na portaria Inmetro nº 278/203, conforme o anexo desta portaria. Art. 3º Alterar escopo dos registros de números /20, /20, /20 e /20, publicados na Portaria Inmetro nº 26/20, Alterar escopo dos registros de números /20, /20, /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 469/20, Alterar escopo do registro de número 00040/20, publicado na Portaria Inmetro nº 484/20, Alterar escopo do registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 295/202, Alterar escopo dos registros de números 0037/202, 0038/202, 0039/202 e 0044/202, publicados na Portaria Inmetro nº 442/202, Alterar escopo do registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 493, Alterar escopo dos registros de números /202, /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 528/202, Alterar escopo dos registros de números /202, 00328/202, /202, /202, publicados na Portaria Inmetro nº 62/202, Alterar escopo do registro de número 00337/202, publicado na Portaria Inmetro nº 644, Alterar escopo do registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 060/203, Alterar escopo dos registros de números /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 084/203, Alterar escopo do registro de número /203, publicado na Portaria Inmetro nº 08/203, Alterar escopo dos registros de números 0050/203 e 0054/203, publicados na Portaria Inmetro nº 09/203, Alterar escopo do registro de número 00470/203, publicado na Portaria Inmetro nº 26/203, Alterar escopo dos registros de números 00654/203, 00655/203 e 00658/203, publicados na Portaria Inmetro nº 59/203, Alterar escopo dos registros de números 00248/203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 28/203, Alterar escopo dos registros de números 00262/203, /203, /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 248/203, Alterar escopo do registro de número /203, publicado na Portaria Inmetro nº 254/203, Alterar escopo dos registros de números /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 273/203, Alterar escopo dos registros de números /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 274/203, Alterar escopo dos registros de números /203, /203, /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 278/203, conforme o anexo desta portaria. Art. 4º Conceder registros de números 00480/203 a /203, descritos no anexo desta Portaria, aos objetos compulsoriamente avaliados, uma vez que os mesmos atendem aos requisitos técnicos e às regras que regem os programas de avaliação da conformidade implantados pelo Inmetro. Art. 5º Renovar os registros de números 00063/20, 00064/20, 00065/20, 00066/20, 00067/20 e 00069/20, publicados na Portaria Inmetro nº 35/20, renovar o registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 395/202, conforme anexo desta portaria. Art. 6º Cientificar que o anexo desta Portaria está disponibilizado no sítio do Inmetro, em Art. 7º sta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HRZ A JORNAA 328, 5 JULHO 203 O PRSINT O INSTITUTO NACIONAL M- TROLOGIA, QUALIA TCNOLOGIA - INMTRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de de dezembro de 973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 999, e no inciso V do artigo 8 da strutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo ecreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando a Resolução Conmetro n.º 04, de 6 de dezembro de 998, que estabelece as iretrizes para a missão de eclaração do ornecedor e para a Marcação de Produtos, no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Sinmetro; Considerando o disposto na Resolução Conmetro nº 05, de 06 de maio de 2008, que dispõe sobre a aprovação do Regulamento para Registro de Objeto com Conformidade Avaliada Compulsória, através de Programa Coordenado pelo Inmetro; Considerando o disposto na Portaria Inmetro n.º 49, de 3 de dezembro de 200, que aprova o procedimento para concessão, manutenção e renovação do Registro de Objeto, resolve: Art. º Cancelar o registro de número 00006/202, publicado na Portaria Inmetro nº 029/202, cancelar o registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 02/202, cancelar os registros de números 00028/202, 00029/202, /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 44/202, cancelar os registros de números /202, /202, /202, /202, /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 43/202, cancelar os registros de números 00043/202 e 00046/202, publicados na Portaria Inmetro nº 244/202, cancelar os registros de números /202, /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 289/202, cancelar o registro de número 00078/202, publicado na Portaria Inmetro nº 295/202, cancelar os registros de números /202, /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 347/202, cancelar os registros de números 00293/202, 00294/202, 00295/202, 00296/202, 0044/202 e 00473/202, publicados na Portaria Inmetro nº 442/202, cancelar o registro de número 00503/202, publicado na Portaria Inmetro nº 460/202, cancelar os registros de números 00206/202, 00207/202 e 00208/202, publicados na Portaria Inmetro nº 492/202, cancelar o registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº 060/203, cancelar os registros de números /203, /203, /203, /203, /203, /203, /203, 00054/203, /203, /203, /203, /203, /203, /203 e /203, publicados na Portaria
80 80 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Inmetro nº 084/203, cancelar os registros de números 00282/203, 00283/203, 00287/203, 00289/203, e 00290/203, publicados na Portaria Inmetro nº 25/203, cancelar o registro de número 00524/203, publicado na Portaria Inmetro nº 26/203, cancelar os registros de números 00368/203, 00369/203, 00370/203, 0037/203, 00372/203, 00373/203, 00374/203, 00375/203, 00376/203, 00377/203, 00378/203, 00379/203, 00380/203 e 0038/203, publicados na Portaria Inmetro nº 273/203, conforme o anexo desta portaria. Art. 2º Alterar o escopo do registro de número /20, publicado na Portaria Inmetro nº 469 /20, alterar o escopo do registro de número /202, publicado na Portaria Inmetro nº43/202, alterar os escopos dos registros de números /202 e /202, publicados na Portaria Inmetro nº 395/202, alterar o escopo do registro de número 00987/202, publicado na Portaria Inmetro nº 49/202, alterar os escopos dos registros de números /202, /202 e 00390/202, publicados na Portaria Inmetro nº 06/203, alterar o escopo do registro de número 00035/203, publicado na Portaria Inmetro nº 064/203, alterar os escopos dos registros de números /203, /203 e /203, publicados na Portaria Inmetro nº 084/203, alterar o escopo do registro de número 00006/203, publicado na Portaria Inmetro nº 09/203, alterar os escopos dos registros de números 00886/203 e 00887/203, publicados na Portaria Inmetro nº 83/203, alterar os escopos dos registros de números /203 e 00232/203, publicados na Portaria Inmetro nº 84/203, alterar o escopo do registro de número /203, publicado na Portaria Inmetro nº 274/203, alterar o escopo do registro de número /203, publicado na Portaria Inmetro nº 278/203, conforme o anexo desta portaria. Art. 3º Conceder os registros de números 00500/203 a /203, descritos no anexo desta Portaria, aos objetos compulsoriamente avaliados, uma vez que os mesmos atendem aos requisitos técnicos e às regras que regem os programas de avaliação da conformidade implantados pelo Inmetro. Art. 4º Cientificar que o anexo desta Portaria está disponibilizado no sítio do Inmetro, em Art. 5º sta portaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS JOÃO ALZIRO HRZ A JORNAA SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS PORTARIA Nº 26, 5 JULHO 203 O SUPRINTNNT A SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS, no uso de suas atribuições legais, e considerando o disposto no art.4, da Resolução n.º 203, de 0 de dezembro de 202, e os termos do Parecer Técnico nº 83/203 - SPR/CGAPI/COPIN, resolve: Art. º. AUTORIZAR os adicionais de cotas de importação de insumos no valor de US$ 727, (setecentos e vinte e sete mil e quinhentos mil dólares norte-americanos), correspondente a 50% da cota do º ano do produto MOULAOR/M OULAOR PA- RA COMUNICAÇÃO AOS VIA R TLÔNICA - Código Suframa nº 3 e US$ 2,820, (dois milhões, oitocentos e vinte mil, dólares norte-americanos) correspondente a 50% da cota do º ano do produto RCPTOR SINAL T- LVISÃO VIA SATÉLIT- Código Suframa nº 008, ambos aprovados por meio da Resolução nº 239, de 30/08/202, emitida em nome da empresa SAGMCOM BRASIL COMUNICAÇÕS LT- A., com inscrição Suframa nº Art. 2º. sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. THOMAZ AONSO QUIROZ NOGUIRA PORTARIA Nº 262, 5 JULHO 203 O SUPRINTNNT A SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS, no uso de suas atribuições legais, e considerando o disposto no art.4, da Resolução n.º 203, de 0 de dezembro de 202, e os termos do Parecer Técnico nº 80/203 - SPR/CGAPI/COPIN, resolve: Art. º. AUTORIZAR o adicional de cotas de importação de insumos no valor de US$,074,23.00 (um milhão, setenta e quatro mil, duzentos e treze dólares norte-americanos), correspondente a 50% da cota do 2º ano do produto RPLNT LÍQUIO PARA USO M APARLHO ISPRSOR LÉTRICO - Código Suframa nº 845, aprovado por meio da Resolução nº 23, de 24/02/20, emitida em nome da empresa CRAS JOHNSON LTA., com inscrição Suframa nº Art. 2º. sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 263, 5 JULHO 203 O SUPRINTNNT A SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS, no uso de suas atribuições legais e considerando o que lhe autoriza a Resolução nº 203, de 0 de dezembro de 202, do Conselho de Administração da SURAMA, em seus Artigos 3 e 32, e os termos da Nota Técnica nº /203-SPR/CGPRI/COAPI, de º de julho de 203, da Superintendência Adjunta de Projetos da SURAMA, resolve: Art. º APROVAR a inclusão do produto APARLHO RCPTOR TLVISÃO, SM ISPOSITIVO VISUALIZAÇÃO, PRÓPRIO PARA RPROUÇÃO A PARTIR A INTRNT na Resolução n 06/20 - CAS, referente ao projeto industrial de AM- PLIAÇÃO da empresa PAC BRASIL - INÚSTRIA LTRÔNICA COMÉRCIO LTA., na forma da Nota Técnica nº /203- SPR/CGPRI/COAPI, para o gozo dos incentivos previstos nos artigos 7º e 9º do ecreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967, com redação dada pela Lei n.º 8.387, de 30 de dezembro de 99, e legislação posterior. Art. 2º INIR que a redução da alíquota do Imposto de Importação (II) relativo às matérias-primas, materiais secundários e de embalagem, componentes e outros insumos de origem estrangeira, utilizados na fabricação do produto constante do Art.? desta Portaria, será de 88% (oitenta e oito por cento), conforme parágrafo 4º do Art. 7º do ecreto-lei nº 288/67, com redação dada pela Lei nº 8.387/9. Art. 3º IXAR os limites de importação de insumos para fabricação do produto constante no Art. º da presente Portaria, os quais deverão ser remanejados do produto receptor de sinal de televisão via satélite com gravador-reprodutor videofônico digital incorporado, cuja produção foi aprovada pela Resolução nº 06/20-CAS, em: iscriminação Valor em US$.00 º ANO 2º ANO 3º ANO APARLHO RCPTOR TLVISÃO, SM ISPOSITI- 8,084,96 9,70,899, 678, 22 VO VISUALIZAÇÃO, PRÓPRIO PARA RPROUÇÃO A PARTIR A INTRNT Art. 4º TRMINAR sob pena de suspensão ou cancelamento dos incentivos concedidos, sem prejuízo da aplicação de outras cominações legais cabíveis: I - o cumprimento, quando da fabricação do produto constante no Art. º da presente Portaria, do Processo Produtivo Básico definido na Portaria Interministerial nº 50 - MIC/MCTI, de 20 de fevereiro de 203; II - o atendimento das exigências da Política Nacional do Meio Ambiente, conforme disciplina a Legislação no âmbito ederal, stadual e Municipal; III - a manutenção de cadastro atualizado na SURAMA, de acordo com as normas em vigor; e IV - o cumprimento das exigências contidas na Resolução nº 203-CAS, de 0 de dezembro de 202, bem como as demais Resoluções, Portarias e Normas Técnicas em vigor. Art. 5º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 264, 5 JULHO 203 JOSÉ NAGIB A SILVA LIMA O SUPRINTNNT, A SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS, no uso de suas atribuições legais e considerando o que lhe autoriza a Resolução nº 203, de 0 de dezembro de 202, do Conselho de Administração da SURAMA, em seu Art. 2, inciso I, e os termos do Parecer Técnico de Análise nº 7/203 - SPR/CGPRI/COAPI, da Superintendência Adjunta de Projetos da SURAMA, resolve: Art. APROVAR o projeto técnico-econômico simplificado de IMPLANTAÇÃO da empresa P. C. G. NUNS - PP, na Zona ranca de Manaus, na forma do Parecer Técnico de Análise nº 7/203 - SPR/CGPRI/COAPI, para produção de ARTATO CIMNTO OU CONCRTO, para o gozo do incentivo previsto no 9º do ecreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislação posterior, e habilitandoa a pleitear uma área no istrito Industrial Marechal Castello Branco. Art. 2º - TRMINAR, sob pena de suspensão ou cancelamento do projeto, sem prejuízo da aplicação de outras cominações legais cabíveis: I - o cumprimento, quando da fabricação do produto constante do Art. desta Portaria, do Processo Produtivo Básico descrito no item 3 do Parecer Técnico de Análise nº 7/203 - SPR/CGPRI/COAPI, considerando os termos da Portaria Interministerial nº 4 - MPO/MICT/MCT, de 6 de dezembro de 996; II - o atendimento das exigências da Política Nacional do Meio Ambiente, conforme disciplina a Legislação no âmbito ederal, stadual e Municipal; III - a manutenção do cadastro atualizado na SURAMA, de acordo com as normas em vigor; e IV - o cumprimento das Normas Técnicas do istrito Industrial Marechal Castello Branco. Art. 3 - sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 265, 8 JULHO 203 THOMAZ AONSO QUIROZ NOGUIRA O SUPRINTNNT A SUPRINTNÊNCIA A ZONA RANCA MANAUS, no uso de suas atribuições legais e considerando o que lhe autoriza a Resolução n.º 203, 0 de dezembro de 202, do Conselho de Administração da SURAMA, em seu Art. 2, Inciso III e os termos do Parecer Técnico de Projeto n.º 77/203 - SPR/CGPRI/COAPI, da Superintendência Adjunta de Projetos da SURAMA, resolve: Art. º APROVAR o projeto industrial de IVRSIICAÇÃO da empresa MASA A AMAZÔNIA LTA., na Zona ranca de Manaus, na forma do Parecer Técnico de Projeto N.º 77/203 - SPR/CGPRI/COAPI, para produção de PÇAS PLÁSTICAS MOLAAS POR VÁCUO ORMAGM, para o gozo dos incentivos previstos nos artigos 3º, 7º e 9º do ecreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislação posterior. Art. 2º INIR que a redução da alíquota do Imposto de Importação (II) relativo às matérias-primas, materiais secundários e de embalagem, componentes e outros insumos de origem estrangeira, utilizados na fabricação do produto constante no Art. º desta Portaria, será de 88% (oitenta e oito por cento), conforme parágrafo 4º do Art. 7º do ecreto-lei N.º 288/67, com redação dada pela Lei N.º 8.387/9. Art. 3º STABLCR para o produto constante do Art. desta Portaria os seguintes limites anuais de importação de insumos: iscriminação Valor em US$.00 º ANO 2º ANO 3º ANO Peças plásticas moldadas por vácuo forma- 3,009,444 4,30,389 5,74,428 gem Art. 4º TRMINAR sob pena de suspensão ou cancelamento dos incentivos concedidos, sem prejuízo da aplicação de outras cominações legais cabíveis: I o cumprimento, quando da fabricação do produto a que se refere o Art. desta Portaria, do Processo Produtivo Básico estabelecido no Anexo VII ao ecreto nº 783, de 25 de março de 993; II o atendimento das exigências da Política Nacional do Meio ambiente, conforme disciplina a Legislação no âmbito ederal, stadual e Municipal; III a manutenção de cadastro atualizado na SURAMA, de acordo com as normas em vigor; e IV o cumprimento das exigências contidas na Resolução n.º 203, de 0 de dezembro de 202, bem como as demais Resoluções, Portarias e Normas Técnicas em vigor. Art. 5º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. THOMAZ AONSO QUIROZ NOGUIRA pelo código THOMAZ AONSO QUIROZ NOGUIRA
81 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Ministério do sporte SCRTARIA XCUTIVA PARTAMNTO GSTÃO INTRNA COORNAÇÃO-GRAL GSTÃO CONVÊNIOS RTIICAÇÃO No iário Oficial da União nº 28 de 05 de julho de 202, na Seção, página 76, que publicou o Ato eclaratório n 20 de 26 de junho de 203, onde se lê: CP: leia-se: C.P.: Ministério do Meio Ambiente AGÊNCIA NACIONAL ÁGUAS SUPRINTNÊNCIA RGULAÇÃO SPACHO O SUPRINTNNT O SUPRINTNNT RGULAÇÃO da AGÊNCIA NACIONAL ÁGUAS - ANA, no exercício da competência a que se refere à Resolução n o 273, de 27/04/2009, torna público que o IRTOR JOÃO GILBRTO LOTUO CONJO, com fundamento no art. 2, V, da Lei n o 9.984, de 7/07/2000, e com base na delegação que lhe foi conferida por meio da Resolução n o 6, de /02/200, publicada no OU de 3/02/200, torna público que, no dia 04/0/203, foi requerida e encontra-se em análise a seguinte solicitação de outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio da União: Agência xecutiva de Gestão das Águas do stado da Paraíba - Aesa, rio Piancó (Reservatório Coremas), Município de Coremas/Paraíba, irrigação, renovação. RORIGO LCHA RRIRA ALVS. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código SCRTARIA ORÇAMNTO RAL 67, 8 JULHO 203 A SCRTÁRIA ORÇAMNTO RAL, tendo em vista a autorização constante do art. 37, 2 o, inciso II, alínea "a", da Lei n o 2.708, de 7 de agosto de 202, e Considerando a necessidade de adequar o identificador de Resultado Primário de programação do Ministério dos Transportes, cujas despesas se enquadram nos critérios estabelecidos para o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, resolve: Art. o Modificar, na forma dos Anexos I e II desta Portaria, o identificador de Resultado Primário constante da Lei n o 2.798, de 4 de abril de 203, no que concerne ao Ministério dos Transportes. Art. 2 o sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. CÉLIA CORRÊA ÓRGÃO: Ministério dos Transportes UNIA: epartamento Nacional de Infra-strutura de Transportes - NIT ANXO I Outras Alterações Orçamentárias PROGRAMA TRABALHO ( ACRÉSCIMO ) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIONAL PROGRAMÁTICA P R O G R A M A / A Ç Ã O / L O C A L I Z A O R / P R O U TO G R M I VA L O R S N P O U T 2075 Transporte Rodoviário P R O J TO S S73 Adequação de Trecho Rodoviário -Trecho 54,3 km - 72, km (São José do Rio Preto) - na BR-53 - no stado de São Paulo S Adequação de Trecho Rodoviário -Trecho 54,3 km - 72, km (São José do Rio Preto) - na BR-53 - no stado de São Paulo - No Município de São José do Rio Preto - SP TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL ÓRGÃO: Ministério dos Transportes UNIA: epartamento Nacional de Infra-strutura de Transportes - NIT ANXO II Outras Alterações Orçamentárias PROGRAMA TRABALHO ( RUÇÃO ) Recurso de Todas as ontes R$,00 UNCIONAL PROGRAMÁTICA P R O G R A M A / A Ç Ã O / L O C A L I Z A O R / P R O U TO G R M I VA L O R S N P O U T 2075 Transporte Rodoviário P R O J TO S S73 Adequação de Trecho Rodoviário -Trecho 54,3 km - 72, km (São José do Rio Preto) - na BR-53 - no stado de São Paulo S Adequação de Trecho Rodoviário -Trecho 54,3 km - 72, km (São José do Rio Preto) - na BR-53 - no stado de São Paulo - No Município de São José do Rio Preto - SP TOTAL - ISCAL TOTAL - SGURIA 0 TOTAL - GRAL SCRTARIA O PATRIMÔNIO A UNIÃO ANRA SOUZA, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua C, nº 65, com área de 32,65m², registrado sob matrícula nº.345; II - SANRA APARCIA VI- RTIICAÇÃO CNT SILVA, CP nº e JOÃO LORNTINO A Na Portaria nº 70, de 8 de junho de 200, publicado no SILVA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua A, nº 20, com área de 38,07m², registrado sob OU de 2 de Junho de 200, Seção, pagina 57, onde se lê: "... IV - Imóvel 04 sob matrícula R , livro 2, fls. 0-v " leia-se: matrícula nº.332; III - SHYLA MARIA BARBOSA A SILVA, "... IV - Imóvel 04 sob matrícula R , livro 2, fls.-v. Processo nº /2008-0;". Incluir nesse mesmo item: área de 35,00m², sob matrícula R A, livro 2, fls. 2 e a área de 378,00m², sob matrícula R-3-.96, livro 2, fls. -v. SUPRINTNÊNCIA M MINAS GRAIS 33, 0 JUNHO 203 O SUPRINTNNT O PATRIMÔNIO A UNIÃO M MINAS GRAIS, O MINISTÉRIO O PLANJAMNTO, ORÇAMNTO GSTÃO, no uso da competência que lhe foi subdelegada pelo inciso III do art. 2º da Portaria MP nº 200, de 29 de junho de 200, e tendo em vista o disposto no inciso II, º do art.8º da Lei nº 9.636, de 5 de maio de 998, com nova redação dada pela Lei nº.48, de 3 de maio de 2007 e art. 7º do ecreto- Lei nº 27, de 28 de fevereiro de 967, com nova redação dada pela Lei nº.48, de 3 de maio de 2007, bem como os elementos que integram o Processo nº /203-67, resolve: Art. º Autorizar a Cessão, sob o regime de Concessão de ireito Real de Uso - CRU de imóveis da União, classificados como nacional interior, localizados no istrito de Taruaçu de Minas, Município de Tarumirim, stado de Minas Gerais a: I - ISORALA CP nº e IZAÍAS LUCIANO A SILVA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua A, nº 36, com área de 75,58m², registrado sob matrícula nº.333; IV - RUTH MARIA SAAR OLIVIRA, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua A, nº 56, com área de 329,57m², registrado sob matrícula nº.335; V - MARIA ALVS CAMPOS, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 26, com área de 97,9m², registrado sob matrícula nº.354; VI - NUZA APARCIA VITAL, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 28, com área de 205,34m², registrado sob matrícula nº.353; VII - MARIA O ROSÁRIO CIRILO SILVA, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 38, com área de 97,54m², registrado sob matrícula nº.352; VIII - CATIN CRIS- TINA A SILVA, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 42, com área de 89,68m², registrado sob matrícula nº.35; IX - RNANO RNANS IALHO, CP nº e TALITA MANTSSO SANTOS IALHO, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 74, com área de 52,85m², registrado sob matrícula nº.348; X - MARIA A GLÓRIA SORÉ SILVA, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 84, com área de 63,87m², registrado sob matrícula nº.347; XI - NAIR MIRANA MORIRA, CP nº e LAU- MAR VÍTOR MORIRA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 88, com área de 339,80m², registrado sob matrícula nº.346; XII - NI APARCIA A SILVA, CP nº e JOL LIT A SILVA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 26, com área de 369,6m², registrado sob matrícula nº.359; XIII - MARLY MAGNA SOUZA OLIVIRA, CP nº e ALXANR MAGNO SAAR OLIVIRA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua C, nº 55, com área de 220,08m², registrado sob matrícula nº.344; XIV - NUZA MNS, CP nº e JOSÉ OLÍCIO RA- MOS, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua C, nº 84, com área de 349,56m², registrado sob matrícula nº.342; XV - CARLAS SOUSA HOMRO, CP nº e WILMA HOMRO SOUSA TIXIRA, CP nº , ocupantes do imóvel urbano, localizado à Rua C, nº 24, com área de 230,54m², registrado sob matrícula nº.34; XVI - MARIA MNS A COSTA AMARO, CP nº , ocupante do imóvel urbano, localizado à Rua, nº 02, com área de 32,35m² e benfeitoria com 9,83m², registrado sob matrícula nº.357; todos os registros foram lavrados no Livro nº 2-0, do Cartório do Registro de Imóveis da Comarca de Tarumirim/MG. Parágrafo único: Após a publicação desta portaria, fica o do Patrimônio da União em Minas Gerais autorizado a lavrar o contrato, de acordo com o cadastramento socioeconômico dos ocupantes dos imóveis, realizado pela SPU/MG, e nos termos do processo administrativo aberto para os ocupantes beneficiários.
82 82 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Art. 2º O imóvel a que se refere o artigo º destina-se, exclusivamente, à moradia dos beneficiados ou de sua família, com a finalidade específica de reconhecimento do direito à moradia, comprovada a renda familiar não superior aos cinco salários mínimos e não serem proprietários de nenhum imóvel urbano ou rural. Art. 3º O prazo da cessão é indeterminado e na forma gratuita. Art. 4º icam os beneficiários impedidos de transferir o imóvel sem a autorização prévia da SPU/MG, o que deverá estar expresso em cláusula contratual. Art. 5º Os direitos e obrigações mencionados nesta portaria não excluem outros, explícita ou implicitamente, decorrente do contrato de cessão e da legislação pertinente. Art. 6º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROGÉRIO VIGA ARANHA SUPRINTNÊNCIA NO PIAUÍ PORTARIA Nº 0, 7 JUNHO 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS A SUPRINTNNT O PATRIMÔNIO A UNIÃO NO STAO O PIAUÍ, O MINISTÉRIO O PLANJAMNTO, ORÇAMNTO GSTÃO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 2º, VIII da Portaria nº 200, de 29 de junho de 200, da Secretária do Patrimônio da União; com fundamento no artigo 83, º, da Constituição ederal; no artigo 4º, V, "h" da Lei nº 0.257, de 0 de julho de 200, statuto da Cidade; na Medida Provisória nº de 200; e no art. 22-A da Lei nº 9.636, de 5 de maio de 998, bem como nos elementos que integram o Processo nº /202-0 resolve: Art. º. Autorizar a outorga de Concessão de Uso special para ins de Moradia, gratuitamente e por tempo indeterminado ao Sr. rismilde Vieira de Sousa, do imóvel conceituado como acrescido de marinha, com área de 85,3m², situado na Rua Maestro Almir Araújo, nº 237, Bairro N. Srª do Carmo, Município de Parnaíba/PI. Parágrafo º. O mencionado imóvel assim se descreve e caracteriza: rente ou Oeste, 5,5m, confrontando-se com a Rua Maestro Almir Araújo; lado direito ou Norte, 7,50m, confrontandose com terreno ocupado por Luiz Lima de Oliveira; lado esquerdo ou Sul, 7,50m, confrontando-se com terreno ocupado por João Cicero Oliveira; undos ou Leste, 4,60m, confrontando-se com terreno outros foreiros, perfazendo uma área total de 85,3m². Parágrafo 2º. O imóvel descrito no parágrafo primeiro deste artigo está conceituado como terreno acrescido de marinha por força de LPM de 83, aprovada em 06/0/97, conforme Processo Administrativo /97-72, e está devidamente cadastrado nesta SPU/PI sob o Registro Imobiliário Patrimonial - RIP nº Art. 2º O Imóvel a que se refere o art. º destina-se à moradia do concessionário e sua família. Art. 3º A concessão descrita no art. º extingue-se de pleno direito se o concessionário: I - der ao imóvel concedido destinação diversa da determinada pelo art. 2º; II - der em locação total ou parcial a fração ideal do imóvel; III - transferir a terceiros, a qualquer título, a fração ideal do imóvel concedida, sem a prévia e expressa autorização da SPU; IV - adquirir a propriedade ou a concessão de uso de outro imóvel urbano ou rural, de acordo com o artigo 8º da Medida Provisória nº 2.220, de 4 de setembro de 200; ou V - falecer sem deixar herdeiros, ou com herdeiros que sejam proprietários ou concessionários de outro imóvel urbano ou rural. Art. 4º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ANA CÉLIA COLHO MAIRA VRAS SUPRINTNÊNCIA NO PARÁ 37, 5 JUNHO 203 O SUPRINTNNT O PATRIMÔNIO A UNIÃO NO PARÁ, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Art. 35, inciso I, alínea "d" da Portaria nº 232, de 03 de agosto de 2005, do Regimento Interno da SPU e Art. º e Parágrafo único da Portaria nº 06, de 3 de janeiro de 200, da Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, tendo em vista o disposto no art. 22 da Lei nº 9.636, de 5 de maio de 998, regulamentada pelo ecreto nº 3.725, de 0 de janeiro de 200, do Art. 4, e tendo em vista o disposto no art.º Portaria nº 628, de 27 de dezembro de 202, resolve: Art. º - Autorizar a utilização, sob o regime de PRMIS- SÃO USO ONROSO, a PRITURA MUNICIPAL BR- JO GRAN O ARAGUAIA, CNPJ n.º /000-36, representado pelo Senhor MARCOS IAS O NASCIMNTO, CP , de acordo com o requerido através do Processo nº /203-0, de uma área de 500,00m², na Praia de Sapucaia, Ilha de Sapucaia, município de Brejo Grande do Araguaia, stado do Pará, para o período de 0 de julho à 5 de agosto de 203. Art. 2º - ica o permissionário obrigado ao prévio recolhimento em favor da União, através de AR sob o código de receita nº 0046, do valor R$ 500,00 (quinhentos reais) a titulo de custos de administração pelo uso da área de uso comum de dominialidade da União: pelo código Art. 3º - urante o período a que se refere a presente autorização, a permissionária afixará, no mínimo, uma placa em área externa, em local visível, com a seguinte informação: "ÁRA USO COMUM O POVO, COM PRMISSÃO USO AUTO- RIZAA PLA SCRTARIA O PATRIMÔNIO A UNIÃO". Art. 4º - sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LÉLIO COSTA A SILVA SUPRINTNÊNCIA NO RIO GRAN O NORT 4, 5 JULHO 203 A SUPRINTNNT O PATRIMÔNIO A UNIÃO NO STAO O RIO GRAN O NORT, no uso da competência que lhe foi delegada pelo Inciso I, Art. 3º da Portaria n. º 200, de 29 de junho de 200, e tendo em vista o disposto nos arts. 538 e 553 do Código Civil Brasileiro, e com os elementos que integram o Processo n /20-78, resolve: Art. º Aceitar a doação, com encargo, que fez o Município de Nísia loresta/rn à União, com base na Lei Municipal n.º 644/2009-GP/PMN de 0/09/2009, alterada pelas leis n.º 678/200- GP/PMN de 07/07/200 e 693/200-GP/PMN de 20/2/200, cuja publicidade foi dada no iário Oficial dos Municípios do stado do Rio Grande do Norte em 02/09/2009, 29/07/200 e 4/07/20, respectivamente, do terreno medindo 847,50m² (oitocentos e quarenta e sete metros quadrados e cinquenta decímetros quadrados), localizado na Rua João Hermógenes de Santana, esquina com a Rua lodoaldo Ribeiro de Moura, no lugar denominado Carlos Gondim, Centro, Nísia loresta, stado do Rio Grande do Norte, com as características e confrontações descritas na matrícula nº 2399, do Livro "2" de Registro Geral, em 02/08/200, no Serviço Único Notarial e Registral de Nísia loresta/rn. Art. 2º O imóvel objeto desta Portaria destina-se à construção do prédio onde funcionará o Cartório da 67ª Zona leitoral. Art. 3º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.. YA CUNHA MIROS PRIRA Ministério do Trabalho e mprego GABINT O MINISTRO COORNAÇÃO-GRAL IMIGRAÇÃO SPACHOS O COORNAOR-GRAL m 8 de julho de /203 O Coordenador-Geral de Imigração - Substituto, no uso de suas atribuições, deferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho,constantes do(s) ofício(s) ao MR nº 0403/203 de 03/07/203, 040/203 de 03/07/203, 04/203 de 04/07/203, 042/203 de 05/07/203 e 043/203 de 05/07/203, respectivamente: Temporário - Com Contrato - RN 76 - Resolução Normativa, de 03/05/2007: Processo: mpresa: LIGA SOROCA- BANA BASQUT Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: LYNN HNRY CLAYMAN Passaporte: , Processo: mpresa: ASSOCIACAO SPORTIVA CULTURAL MTOISTA - ACM Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: CARLOS ALBRTO MIRABAL CASTILLO Passaporte: B883700, Processo: mpresa: LIGA SOROCABANA BASQUT Prazo: 5 Mês(es) strangeiro: CHRISTOPHR RAN- OLPH BLAK Passaporte: Temporário - Com Contrato - RN 94 - Resolução Normativa, de 6/03/20: Processo: mpresa: PONTUAL CONSTRUTORA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Marta Correia Anselmo Passaporte: M00329, Processo: mpresa: LIMAGRAIN GURRA O BRASIL S.A. Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: Marie Lavielle Passaporte: 26975, Processo: mpresa: LG ALIMNTOS LTA Prazo: 4 Mês(es) strangeiro: Claire Laura Thys Passaporte: 0AX63744, Processo: mpresa: PRICWATRHOUSCOO- PRS AUITORS INPNNTS Prazo: Ano(s) strangeiro: SAMUL JOHN KINSMAN Passaporte: , Processo: mpresa: ILHA PURA 0 MPRNIMN- TO IMOBILIARIO S.A. Prazo: 75 ia(s) strangeiro: ANTONIO WILLIAM THOMPSON Passaporte: , Processo: mpresa: SBM OSHOR O BRASIL LT- A. Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: PAUL LOUIS CONRA HU- GUS MAGNAR Passaporte: 09A39694, Processo: mpresa: SIQUIRA CASTRO-AVOGAOS Prazo: 7 Mês(es) strangeiro: Anne-Sophie Herminia Thérèse Turinetti Passaporte: 2AR Temporário - Com Contrato - RN 98 - Resolução Normativa, de 4//202: Processo: mpresa: SPIRIT COMUNI- CACAO LTA Prazo: até 3/08/204 strangeiro: IÑIGO ALONSO ZCURIA Passaporte: X62595, Processo: mpresa: COMIT ORGANIZAOR OS JOGOS OLIMPICOS RIO 206 Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: THOMAS HARWAR BN- SON Passaporte: Temporário - Com Contrato - RN 99 - Resolução Normativa, de 2/2/202: Processo: mpresa: BRMAS MARA- CANAU INUSTRIA COMRCIO COURO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: STANO MAI Passaporte: YA , Processo: mpresa: SOAP COMUNICACAO LT- A Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: Mónica Michalczyk Passaporte: M40930, Processo: mpresa: CLUB M BRASIL S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Georges Bretin Passaporte: , Processo: mpresa: MON- SANTO O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Nuno ilipe Maratá Belião Passaporte: L073002, Processo: mpresa: ONGYANG CONSTRUCTION O BRASIL CONSTRUTORA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RNZI JIN Passaporte: RI , Processo: mpresa: TCA TCNOLOGIA M COMPONNTS AUTOMO- TIVOS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALO ACCIO Passaporte: AA , Processo: mpresa: WO O BRASIL SOLUCOS INORMATICAS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LUCIANO ALCON Passaporte: AA002855, Processo: mpresa: POJUCA S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: THANISIN KHAMPHA Passaporte: , Processo: mpresa: IMX SPORT NTRTNI- MNTO LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SBASTIN ANR JAN-CLAU VALCK Passaporte: 06AY605, Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: IVYA BHAT Passaporte: , Processo: mpresa: ASSOCIACAO VOLUNTARIOS PARA O SRVICO INTRNACIONAL - NOR- ST Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JACOPO SABATILLO Passaporte: G , Processo: mpresa: IR- MNICH & CIA. LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: HAOHUA MNG Passaporte: G473984, Processo: mpresa: MORGAN STANLY CORRTORA TITULOS VA- LORS MOBILIARIOS S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SAN THOMAS QUINLIVAN Passaporte: , Processo: mpresa: GOATA O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MATTIA VALNTINCIC Passaporte: YA00428, Processo: mpresa: BRASON UNACOS SPCIAIS S A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AN- TONIO IAZ IAZ Passaporte: AAC925868, Processo: mpresa: PROMOVALOR BRASIL PARTICI- PACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Nuno Miguel Soares de Tavares Almeida Passaporte: M32782, Processo: mpresa: CM - ORMAS CONSTRUCOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: CARLA MARIA CUSTÓIO RORIGUS Passaporte: L7897, Processo: mpresa: SCOLA INTRNACIONAL SAINT RANCIS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: VÍTOR LUÍS AMARAL MLO Passaporte: M48274, Processo: mpresa: BRI- TISH AMRICAN TOBACCO AMRICAS PRSTACAO SR- VICOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RAAL ANGL CAR- RASQUL MORALS Passaporte: , Processo: mpresa: OUTOTC TCNOLOGIA BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Karl Maximilian Koepf Passaporte: P377733, Processo: mpresa: AM- PLA NRGIA SRVICOS S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JOHJAN ALBRTO ISAZA BARRIOS Passaporte: AO473333, Processo: mpresa: BRASTURINVST INVS- TIMNTOS TURISTICOS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LINA IANA ARIA CORRIA Passaporte: L74388, Processo: mpresa: HSBC BANK BRASIL S.A. - BAN- CO MULTIPLO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MMA GANG Passaporte: , Processo: mpresa: PLAS- TIPAK PACKAGING O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MIGUL SÉRGIO MARTINS VIIRA Passaporte: L76684, Processo: mpresa: PROCTR & GAMBL INUSTRIAL COMRCIAL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LONARO ROMRO OMINGUZ Passaporte: , Processo: mpresa: ABM - AMRICAN BUIL- ING MACHINRY LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MANUL ANGL SANCHZ CAMPOS Passaporte: AA97820, Processo: mpresa: HSBC BANK BRASIL S.A. - BAN- CO MULTIPLO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: L ROBRT RAY Passaporte: , Processo: mpresa: MARIA MRCS COSTA MACHAO TORRS & CIA LTA - M Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RUBN MIGUL NVS VAZ Passaporte: M050537, Processo: mpresa: STA- TOIL BRASIL OLO GAS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: NIIA PATRICIA ALVARZ VRA Passaporte: P072447, Processo: mpresa: HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALOK AGARWAL Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: BNOIT PAUL ANTOIN MARI PRRIN Passaporte: 2CK47752, Processo: mpresa: ARM TL- COMUNICACOS SRVICOS NGNHARIA SA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MIGUL IALHO ROUPA Passaporte: L54954, Processo: mpresa: KHMANI RS- TAURANT LTA - M Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GOPAL PANARAM Passaporte: H662696, Processo: mpresa: HALLIBURTON SRVICOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MARIO MANUL BARRUTA RIVRA Passaporte: G047434, Processo: mpresa: MARTIR - CONSTRUCOS MTALICAS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ANGLO ILIP CORRIA CANIO Passaporte: M5222, Processo: mpresa: HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AURY MÉ- NAR Passaporte: BA7802, Processo: mpresa: VONIK GUSSA BRASIL LTA. Prazo: 2 Ano(s) s-
83 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN trangeiro: ALXANR KARL MICHAL STRATHMANN Passaporte: C6W9JK98, Processo: mpresa: AS- SOCIACAO SCOLA GRAUAA SAO PAULO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: TANYA VICTORIA RKASH Passaporte: , Processo: mpresa: HING TCH ABRICACAO, COMRCIO, IMPORTACAO XPORTACAO, MONTAGM, RPARACAO MANUTNCAO GUINAS- TS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JUNGSU KIM Passaporte: M , Processo: mpresa: BIMBO O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MIGUL STRLLA PROMO Passaporte: G , Processo: mpresa: ABNGOA CONSTRUCAO BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AURORA PRZ VARLA PORTAS Passaporte: A 37266, Processo: mpresa: CON- SORCIO CONSTRUCAP - COPASA (ROOANL NORT) Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ANTONIO BAAMON ROCA Passaporte: A66467, Processo: mpresa: MALINOVSKI VNTOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Leif Nutto Passaporte: C950Z5YLK, Processo: mpresa: CO- CIMA MAIRAS LIMITAA - PP Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Leonel Silva da Cunha Passaporte: J948324, Processo: mpresa: LANGUAG HOUS S/S LTA - M Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AMANA LOUIS GRN Passaporte: , Processo: mpresa: CON- SORCIO CONSTRUCAP - COPASA (ROOANL NORT) Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ARÍO ROURA OVAL Passaporte: AA568402, Processo: mpresa: CONSORCIO CONSTRUCAP - COPASA (ROOANL NORT) Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MÓNICA RNÁNZ AMAO Passaporte: B287844, Processo: mpresa: SOCIA MICHLIN PARTICIPACOS INUST COMRCIO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: NICOLAS JAN SBASTIN 'ABRIGON Passaporte: 3AV8896, Processo: mpresa: URIT BRASIL LTA Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: INÊS ABRU RIR LOPS Passaporte: M58229, Processo: mpresa: SOCI- A MICHLIN PARTICIPACOS INUST COMRCIO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AVILIO SANCHZ Passaporte: 3AZ8960, Processo: mpresa: HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AVI JOHN ASHWOO Passaporte: LA72848, Processo: mpresa: AGM TCH INUSTRIA CO- MRCIO QUIPAMNTOS LTRICOS LTRONICOS LT- A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ULIS ANTONIO PLGRIN JAIM Passaporte: H26084, Processo: mpresa: BRASA - BRASIL ASSISTNCIA SRVICOS AUANI- ROS LTA - M Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: YONGCHANG LIU Passaporte: G6I387565, Processo: mpresa: CLARIANT S.A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ARMANO SONI GARZA Passaporte: , Processo: mpresa: BANCO BNP PARIBAS BRASIL S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MAXIM RANÇOIS OLIVIR GAR Passaporte: 3AT5764, Processo: mpresa: ASSOCIA- CAO SCOLA GRAUAA SAO PAULO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SHAN JUSTIN HARWICK Passaporte: , Processo: mpresa: SPATIAL IMNSION SISTMAS O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: NUNO ALXANR IAS ARINHA Passaporte: M290480, Processo: mpresa: HYRAULIC SIGNRS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JIRI GALATIK Passaporte: , Processo: mpresa: ONGYANG CONS- TRUCTION O BRASIL CONSTRUTORA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SUNGKIL L Passaporte: M , Processo: mpresa: ONGYANG CONSTRUCTION O BRASIL CONSTRUTORA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: WANSOP L Passaporte: M , Processo: mpresa: ONGYANG CONSTRUCTION O BRASIL CONSTRUTORA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GY WOL YOO Passaporte: MO , Processo: mpresa: GMS MANAGMNT SOLUTIONS CONSULTORIA BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RAUL RANCISCO LOPZ ARRITA Passaporte: G , Processo: mpresa: HUAWI SRVICOS O BRASIL LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ZH CHN Passaporte: G , Processo: mpresa: CLAU- IA GOYA MAGALHAS BARROS SANTOS GARCIA PRLOI- RO Prazo: até 04/09/204 strangeiro: CRISTINA IMBANA IN- AMI Passaporte: AAIN2730, Processo: mpresa: RPI O BRASIL IMPORTAORA, XPORTAORA QUIPAMNTOS, PISCINAS PISOS LTA. - PP Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JOAO ILIP PARS RRIRA PINHO Passaporte: L49337, Processo: mpresa: IN- OBIP BRAZIL SRVICOS VALOR AICIONAO LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ZLJKO JLNIC Passaporte: , Processo: mpresa: SCANIA LA- TIN AMRICA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AAM VIK- TOR OLO RUNKVIST Passaporte: , Processo: mpresa: VAR3, CONSULTORIA INOR- MATICA SISTMAS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: HUGO ALXANR PRIRA TRIUNANT MARTINS Passaporte: M333089, Processo: mpresa: VICAIMA POR- TAS BRASIL LTA Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: IVO ANTONIO GOINHO PRIRA A SILVA Passaporte: M549949, Processo: mpresa: MASSTIN NGNHARIA INS- TALACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ANGL LUIS MARTIN GONZALZ Passaporte: AAG47780, Processo: mpresa: TH WHITAM BRASIL - CON- SULTORIA M TCNOLOGIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: IGNACIO GONZALZ MRINO Passaporte: AAG5044, Processo: mpresa: R BULL O BRASIL LTA. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LAURA BRTALAN Passaporte: , Processo: mpresa: A ASSOCIA- CAO A SCOLA INTRNACIONAL CURITIBA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: BRA ANN RICHRT Passaporte: , Processo: mpresa: ASSOCIACAO BRITANICA UCACAO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: George Holland ix Passaporte: , Processo: mpresa: ST. NICHOLAS ANGLO-BRASILIRA NSINO LT- A - PP Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MASKA KAI TO Passaporte: , Processo: mpresa: SHIN- SUNG O BRASIL INUSTRIA COMRCIO PROUTOS QUIMICOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: WOONGJI KIM Passaporte: M738860, Processo: mpresa: GOKLOCK CONSULTORIA NGNHARIA AMBINTAL LT- A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: STLL TANNR Passaporte: , Processo: mpresa: BRASTURIN- VST INVSTIMNTOS TURISTICOS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ANA MAALA ÉLIX BRILHANT Passaporte: M25076, Processo: mpresa: WIPRO O BRASIL TCNOLOGIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Srinath Sukumaran Passaporte: K , Processo: mpresa: GNRAL MOTORS O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Joaquin Miguel Nuno-Whelan Passaporte: , Processo: mpresa: INTRNATIONAL CH- RISTIAN SCHOOL O RIO JANIRO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SBRN JOHAN BUOLSN Passaporte: , Processo: mpresa: WIPRO O BRASIL TC- NOLOGIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Ashok Babu Rayana Koti Passaporte: H498574, Processo: mpresa: WIPRO O BRASIL TCNOLOGIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Karthikeyan Annamalai Passaporte: H , Processo: mpresa: ASSOCIACAO BRITANICA UCACAO Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MICHAL ANTHONY GARNR Passaporte: , Processo: mpresa: TBR CONSTRUCOS INCORPORACOS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: SANRA MARIA MONTIRO UART Passaporte: H243846, Processo: mpresa: YA- KULT S/A. INUSTRIA COMRCIO Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: HIROSHI ISHIKI Passaporte: TK , Processo: mpresa: RANMAC COMRCIO SRVI- COS LTA - M Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JOSÉ COLHO RORIGUS Passaporte: L67768, Processo: mpresa: BAS SA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ANN MARN BAUR Passaporte: 22427, Processo: mpresa: YAKULT S/A. INUSTRIA COMRCIO Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: KNICHI AB Passaporte: TK , Processo: mpresa: HL GLOBAL ORWARING (BRAZIL) LOGISTICS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MO- TOYUKI SUZUKI Passaporte: TH237529, Processo: mpresa: IBRICA CONSTRUCOS IN- CORPORACOS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALBRTO MARTINZ PRZ Passaporte: AAA904854, Processo: mpresa: PLISB COMRCIAL PARTICI- PACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MARTA MARIA 'ORY CHAVS SOUSA Passaporte: L65303, Processo: mpresa: SCHLUMBRGR SRVICOS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MHAM B- NYOUNS Passaporte: W057438, Processo: mpresa: APPL COMPUTR BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Marissa aith Morris Passaporte: , Processo: mpresa: HONYWLL INUSTRIA AUTO- MOTIVA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Benjamin Woodbury riggs Passaporte: , Processo: mpresa: RIGSA CLULOS PAPL MBALAGNS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LLOY A CARTR Passaporte: GA00624, Processo: mpresa: WATHR- OR INUSTRIA COMRCIO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JAN HUBRTUS WLKNHUYSN Passaporte: H733978, Processo: mpresa: SUMITOMO CORPORATION O BRASIL S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RI- SA SUZUKI Passaporte: TK69784, Processo: mpresa: GNRAL MOTORS O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AMY LOUIS MARTIN Passaporte: WQ8843, Processo: mpresa: SCHLUMBRGR SRVI- COS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: BR- TRAN JAN CHAVIGNON Passaporte: 3AC02667, Processo: mpresa: BAS SA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LUIS ALBRTO JULCA RIVRA Passaporte: , Processo: mpresa: CONTINNTAL O BRASIL PROUTOS AUTOMOTIVOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RNANO JOAQUIM BASTOS CABRAL Passaporte: L64334, Processo: mpresa: VIVO S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: AMALIA LORNA CHAVZ ALBAN Passaporte: , Processo: mpresa: PATRIA AS- SSSORIA INANCIRA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JO- S MSTRS YOLI Passaporte: XC058440, Processo: mpresa: 222 AN SRVICOS APOIO AMINISTRATIVO LTA. - PP Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: A- ISON LOV SARS-COLLINS Passaporte: , Processo: mpresa: ALSTOM BRASIL NRGIA TRANSPORT LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: YANN CYRIL MAIXANAU Passaporte: 04CH57787, Processo: mpresa: OR MOTOR COMPANY BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MICHAL JOHN WGRZYN Passaporte: , Processo: mpresa: HUAWI O BRASIL TLCOMUNICACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MOUZUN LI Passaporte: G , Processo: mpresa: TSP - PARTICIPACOS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: TIAGO ALXANR MATOS COS- TA Passaporte: H39906, Processo: mpresa: CONTINNTAL O BRASIL PROUTOS AUTOMOTIVOS LT- A Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: THOMAS WILLM ALWYN JANSSN Passaporte: , Processo: mpresa: VIVO S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GILLS UGO JAN GIACOSA Passaporte: 0CX843, Processo: mpresa: INRA TCNOLOGIA BRASIL LT- A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JOS ANRS RORIGO JI- MNZ Passaporte: AAA69678, Processo: mpresa: SCHLUMBRGR SRVICOS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GARO RAMON BRUSCO MU- NOZ Passaporte: , Processo: mpresa: PATRIA INVSTIMNTOS LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: NATHAN ALLN LLOWS Passaporte: , Processo: mpresa: IGUASPORT LTA Prazo: até 22/02/205 strangeiro: GONÇALO RORIGO GARCZ VNTU- RA Passaporte: M349906, Processo: mpresa: MASA A AMAZONIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JOS ANGL RUIZ TOVAR Passaporte: G , Processo: mpresa: GOQUASAR NRGY SOLU- TIONS PARTICIPACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LI- BARO ANGL BUSTAMANT MARQUZ Passaporte: CC , Processo: mpresa: SPAL INUS- TRIA BRASILIRA BBIAS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JORG UTRILLA RNANZ Passaporte: G , Processo: mpresa: MASA A AMAZONIA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ROBRTO CARLOS CHAPARRO GAR- CIA Passaporte: G , Processo: mpresa: GNRAL MOTORS O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: RNA LYNN CUBBIN Passaporte: , Processo: mpresa: CLUB M BRASIL S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MAURN MARGART JAN LORTI Passaporte: WM073400, Processo: mpresa: G- NRAL MOTORS O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: PHILIP JOSPH JUG Passaporte: , Processo: mpresa: HUAWI O BRASIL TLCOMU- NICACOS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: NING ZHANG Passaporte: , Processo: mpresa: ALS- TOM GRI NRGIA LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: HNRI RIC YVS BRR Passaporte: CL3067. Temporário - Sem Contrato - RN 6 - Resolução Normativa, de 08/2/2004: Processo: mpresa: COMPANHIA SI- RURGICA NACIONAL Prazo: até /0/204 strangeiro: Bin Yang Passaporte: G , Processo: mpresa: BRASON UNACOS SPCIAIS S A Prazo: Ano(s) strangeiro: JOS MULLR Passaporte: , Processo: mpresa: RIKITIA INORMATICA LTA M. Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: Alessandro Cancemi Passaporte: YA , Processo: mpresa: AGCO O BRASIL COMRCIO INUSTRIA LTA Prazo: até 6/02/204 strangeiro: ARUGUNAN MARIARAJ Passaporte: J950683, Processo: mpresa: BARLOVNTO BRASIL NRGIAS RNOVAVIS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: A- VI RIVAS MARTINZ Passaporte: AAC578239, Processo: mpresa: GOKINTICS GOPHYSICAL O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JOS YASML TOR- RS ROJAS Passaporte: AM , Processo: mpresa: ICM BRASIL NGNHARIA CONSTRUCAO LTA SP Prazo: Ano(s) strangeiro: Philip Sidney Mayfield Passaporte: , Processo: mpresa: ICM BRASIL NGNHARIA CONSTRUCAO LTA SP Prazo: Ano(s) strangeiro: Andrius Vengalis Passaporte: , Processo: mpresa: SWIT TCHNICAL SRVICOS TCNICOS SPCIALIZAOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: JRY KING AAM Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: TONY UGN TANT Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: MICHAL SHAN HALL Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: BRIAN THUS RX CRIP Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: JANLL KATHLN WATRN Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: JRMY WAYN CHILRS Passaporte: , Processo: mpresa: TAM LINHAS ARAS S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: SRGY VLAIMIROVICH KOROTCHNKOV Passaporte: , Processo: mpresa: TC PMP O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SMON M- CHAN Passaporte: , Processo: mpresa: MBRAR S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: MARK RAN- CIS COLMAN Passaporte: , Processo: mpresa: CONSORCIO ANRA GUTIR- RZ-CAMARGO CORRA - LINHA 5 - LILAS Prazo: Ano(s) strangeiro: ANT MARTIN PINTR Passaporte: YA3845, Processo: mpresa: LANIK O BRASIL N- GNHARIA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: RUI MANUL OLIVIRA MARTINS Passaporte: M53596, Processo: mpresa: ORACL O BRASIL SISTMAS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: NNIS STVN JOLLUCK Passaporte: , Processo: mpresa: COMPANHIA BRASILIRA VIROS PLANOS - CBVP Prazo: 7 Mês(es) strangeiro: Jari Heino Aleksi Ojala Passaporte: PA , Processo: mpresa: COMPANHIA SIRURGICA NACIONAL Prazo: até /0/204 strangeiro: Weigang Huang Passaporte: , Processo: mpresa: BRASON UNACOS SP- CIAIS S A Prazo: Ano(s) strangeiro: VIRGÍLIO ANRÉ CA-
84 84 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 BCINHAS SÁ Passaporte: M88866, Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: JOU- SPH LI CARIAS ORTIZ Passaporte: C , Processo: mpresa: BRNCK S.A. PAINIS SR- RAOS Prazo: Ano(s) strangeiro: MARTIAL LACHANC Passaporte: QA046753, Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: ANRS ARIAS MACHAO Passaporte: A 73799, Processo: mpresa: T.O.S SR- VICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: RNANO LUIS RAMIRZ GALLARO Passaporte: B 92942, Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: RANCISCO JAVIR BARRINTOS ORTIZ Passaporte: BC , Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: GABINO SCRIBANO AGUI- LRA Passaporte: AC , Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LTA - M Prazo: Ano(s) strangeiro: JOS ANTONIO BLANCO MARTIN Passaporte: BC , Processo: mpresa: ORACL O BRASIL SISTMAS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ON ALVIN L Passaporte: , Processo: mpresa: TRABRAS MOBILIA NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SMRALA MU- NOZ SRRANO Passaporte: AA75046, Processo: mpresa: AKZO NOBL PULP AN PR- ORMANC QUIMICA LTA Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: Thomas Henrik Rutger Henriksson Passaporte: , Processo: mpresa: AKZO NOBL PULP AN PR- ORMANC QUIMICA LTA Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: Kjell Olof Broqvist Passaporte: , Processo: mpresa: T.O.S SRVICO TCNOLOGIA SUBAQUATICA LT- A - M Prazo: Ano(s) strangeiro: IVAN LOPZ AGUILRA Passaporte: AA 38833, Processo: mpresa: BANCO CITIBANK S A Prazo: Ano(s) strangeiro: THOMAS IGNATIUS TORRGROSSA Passaporte: , Processo: mpresa: COMPANHIA SIRURGICA NA- CIONAL Prazo: até /0/204 strangeiro: YINGMING XI Passaporte: , Processo: mpresa: L- VAORS ATLAS SCHINLR S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: ROLAN GLI Passaporte: X , Processo: mpresa: ROLLS-ROYC BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: TORSTIN SIMONSN Passaporte: , Processo: mpresa: MAN ISL & TURBO BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: JAN RI- MR Passaporte: , Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: JOS LUIS HRVAS RYS Passaporte: B027600, Processo: mpresa: PORTO O PCM GRACAO NRGIA S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: MANUL ILIP S- TVS MATOS CAROSO RORIGUS Passaporte: M39769, Processo: mpresa: KRONS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: ALX HRNAN VI- TAGLIANO Passaporte: 29878N, Processo: mpresa: PORTO O PCM GRACAO NRGIA S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: PAULO ALXANR RUNA RIBIRO STVS Passaporte: L76534, Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPA- MNTOS SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: IGNACIO PINO ALONSO Passaporte: AAC03708, Processo: mpresa: THORLABS VNAS OTONICOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: Betty Jean Murch Passaporte: , Processo: mpresa: ACCIONA INRASTRUCTURAS S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: ANTONIO PRITO GARCIA Passaporte: AA46753, Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Paolo arina Passaporte: AA , Processo: mpresa: BCH NRGY O BRASIL SRVICOS PTROLO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: AVI ANTHONY MITCHLL Passaporte: , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A PTROBRAS Prazo: Ano(s) strangeiro: MO- NIQU JANIN MTTRAUX HOMWOO Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SR- VICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Joshua Adam Klinghagen Passaporte: , Processo: mpresa: MTU O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SBASTIAN KLMMT Passaporte: C6ZG5H88P, Processo: mpresa: MTU O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JNS SCHPANSKY Passaporte: C9T36GGX, Processo: mpresa: MTU O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: HANS-JOA- CHIM ALXANR BNZ Passaporte: C9T3H90XN, Processo: mpresa: IAT AUTOMOVIS SA Prazo: Ano(s) strangeiro: rmanno Pauletto Passaporte: YA , Processo: mpresa: CHVRON BRASIL PTRO- LO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ROBRT RANKLIN BALLSTROS Passaporte: , Processo: mpresa: PARKR HANNIIN INUSTRIA COMRCIO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: AVI STUART KIRKLY Passaporte: BA43076, Processo: mpresa: MSG GLOBAL SOLUTIONS O BRASIL SNVOL- VIMNTO CONSULTORIA M SISTMAS SOTWAR LT- A. Prazo: Ano(s) strangeiro: WINNI PUNO BULAON Passaporte: B , Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: YVS COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código JOSPH RICHAR CORIR Passaporte: J645049, Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: SRGIO SARTORI Passaporte: YA070235, Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: RIC GUY GHIS- LAIN AUVILL Passaporte: J697330, Processo: mpresa: GRAU ACOMINAS S/A Prazo: 4 Mês(es) strangeiro: ANRAS HOLLAUS Passaporte: P90447, Processo: mpresa: WOBBN WINPOWR INUSTRIA COMRCIO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: LUÍS ILIP LIMA A SILVA Passaporte: M573836, Processo: mpresa: WOBBN WINPOWR INUS- TRIA COMRCIO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: RUI MI- GUL MAGALHÃS TIXIRA Passaporte: M573837, Processo: mpresa: BP BIOCOMBUSTIVIS S.A. Prazo: até 0/2/203 strangeiro: PAUL JAMISON A Passaporte: , Processo: mpresa: VIXSTL MONTAGM LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: RUI MANUL ANTUNS Passaporte: J82038, Processo: mpresa: GOOYAR O BRASIL PROUTOS BORRACHA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: MICHAL LIAM MCBRI Passaporte: , Processo: mpresa: SA- TYAM SRVICOS INORMATICA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: KISHOR VRLA Passaporte: Z , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SRVICOS NRGIA LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: Neil onald Macphie Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SR- VICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: avid Orr Passaporte: , Processo: mpresa: SAP BRASIL LTA Prazo: até 3/03/204 strangeiro: WAR RAMON CAMACHO GURRA Passaporte: , Processo: mpresa: PUGOT-CITRON O BRASIL AUTOMOVIS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ABRIC MAURIC PHILIPP Passaporte: , Processo: mpresa: BCH NRGY O BRASIL SR- VICOS PTROLO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: AVI PATRICK VIIRA Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SRVICOS NRGIA LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: Zbigniew Piotr lak Passaporte: AK , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SR- VICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Mark Anthony Malkin Passaporte: , Processo: mpresa: ABB LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ABRIZIO PASTRIS Passaporte: YA , Processo: mpresa: ABB LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: RMO LORNZO PIGNATTA Passaporte: AA , Processo: mpresa: ABB LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ANIL PIIMONT Passaporte: YA424298, Processo: mpresa: ABB LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: AMOS PRS Passaporte: YA , Processo: mpresa: WARTSILA BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: ALI HARRI TAPANI VAANANN Passaporte: PB , Processo: mpresa: GRAU ACOMINAS S/A Prazo: 4 Mês(es) strangeiro: SIMON AVI ROACH Passaporte: , Processo: mpresa: GRAU ACOMINAS S/A Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: PTR CHARLS SAMAN Passaporte: , Processo: mpresa: WARTSILA BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: SAN JONATHAN NY Passaporte: , Processo: mpresa: HALLIBUR- TON SRVICOS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ANTHONY NAL Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPA- MNTOS SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Colin James McInnes Passaporte: , Processo: mpresa: ROLLS-ROYC BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: GLNN JORGNSN Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SR- VICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Alex John Bentley Platt Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUI- PAMNTOS SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Andres Salvador Bruzual Yepez Passaporte: , Processo: mpresa: KANJIKO O BRASIL INUSTRIA AUTOMOTIVA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: YASUYUKI TAKAKI Passaporte: TK , Processo: mpresa: COMPANHIA PTROQUIMICA PRNAMBUCO-PTROQUIMICASUAP Prazo: Ano(s) strangeiro: AVI VIOLINI Passaporte: YA366065, Processo: mpresa: TOYOTA O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: NOBUYOSHI NISHIYAMA Passaporte: TK80059, Processo: mpresa: RANCISCO KRBSBACH NGOCIOS INTRNACIONAIS LTA - PP Prazo: Ano(s) strangeiro: RANCSCO I GIOVANNI Passaporte: YA2866, Processo: mpresa: TOYOTA O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: MASAKAZU ICHIA Passaporte: TH602686, Processo: mpresa: TRMOPUMP NGNHARIA COMRCIO RPRSNTA- COS LTA - PP Prazo: até 30/04/204 strangeiro: ANTONIO BNTINI Passaporte: YA , Processo: mpresa: SIMNS LTA Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: JOS LUIS LOPZ MINA Passaporte: , Processo: mpresa: ZT O BRASIL, INUSTRIA, CO- MRCIO, SRVICOS PARTICIPACOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: XIANG CHN Passaporte: P036800, Processo: mpresa: ROLLS-ROYC BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: ZORAN NIKOLIC Passaporte: , Processo: mpresa: HONYWLL O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: James Christopher Theisen Passaporte: , Processo: mpresa: CONSORCIO ANRA GUTIRRZ-CAMARGO COR- RA - LINHA 5 - LILAS Prazo: Ano(s) strangeiro: GRAL LLIOT LINZAN MONTRO Passaporte: , Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTRO- LO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: IONISIO JR TUMAMBING UMALI Passaporte: B , Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTRO- LO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JOSLITO CABAGUIO SALINAS Passaporte: B6435, Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTRO- LO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SLVAKU- MAR JAYARAMAN Passaporte: L , Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTRO- LO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JOY L MUNO AAJAR Passaporte: XX433848, Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTRO- LO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: CHAN KOK KH Passaporte: A , Processo: mpresa: MOC SRVICOS PTROLO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: MICHAL AGUAO ARAON Passaporte: B , Processo: mpresa: MO- C SRVICOS PTROLO O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SVRINO CAIMBAO MARASIGAN Passaporte: WW 05242, Processo: mpresa: GO- OYAR O BRASIL PROUTOS BORRACHA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: STBAN UARO SIRRA LARON GUVARA Passaporte: GO678044, Processo: mpresa: VSL BRASIL RCUPRACAO CONSTRUCAO LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: PRO TIA- GO A SILVA PINTO Passaporte: M8864, Processo: mpresa: KANJIKO O BRASIL INUSTRIA AUTOMOTIVA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: SUSUMU AKI- ZUKI Passaporte: TK , Processo: mpresa: KANJIKO O BRASIL INUSTRIA AUTOMOTIVA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: IJI ISOKAWA Passaporte: TK , Processo: mpresa: WATHROR INUSTRIA COMRCIO LTA Prazo: até 30/03/204 strangeiro: OBLYS GRMAN ROJAS Passaporte: , Processo: mpresa: HUAWI SRVICOS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: YUANLI LIU Passaporte: G292778, Processo: mpresa: MTSO PA- PR SOUTH AMRICA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: LARS HAAKAN LATT Passaporte: , Processo: mpresa: AKR SOLUTIONS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: OLAV SKRLAN Passaporte: , Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: PIRR JOSPH UGN GHISLAIN HOY Passaporte: I95064, Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: MICHL PAUL ROGR GHISLAIN VIGNRON Passaporte: J646902, Processo: mpresa: SHLL BRASIL PTROLO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: STPHN KITH HNSGNS Passaporte: , Processo: mpresa: BRNCK S.A. PAINIS SRRAOS Prazo: Ano(s) strangeiro: PASCAL LALON Passaporte: WH098453, Processo: mpresa: TOYOTA O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: KYOZO HORI Passaporte: TK , Processo: mpresa: BRNCK S.A. PAINIS SRRAOS Prazo: Ano(s) strangeiro: BRT WILLIAM UNGUG Passaporte: , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMI- TOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Kazuaki Onishi Passaporte: TK , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TU- BOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Kiyotaka Kamitsubo Passaporte: TK , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: Hirofumi Oka Passaporte: TK , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Hiroshi Kofukada Passaporte: TK , Processo: mpresa: SIMNS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: NR NAGY Passaporte: B , Processo: mpresa: ALRT SRVICOS LICNCIA- MNTO SISTMAS INORMATICA PARA A SAU LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: CÁTIA ANRSA A CRUZ COSTA Passaporte: M580083, Processo: mpresa: ALRT SRVICOS LICNCIAMNTO SISTMAS INORMATICA PARA A SAU LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: PAULA CRISTINA ALMIA PINTO Passaporte: H63282, Processo: mpresa: KRONS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: STN WRNR JSS Passaporte: C878CGJHM, Processo: mpresa: KRONS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: ANIL WINKLR Passaporte: CYN6R62, Processo: mpresa: BP BIOCOMBUSTIVIS S.A. Prazo: até 0/2/203 strangeiro: ONNA MARI KNNAY Passaporte: , Processo: mpresa: IBM BRA- SIL-INUSTRIA MAQUINAS SRVICOS LIMITAA Prazo: Ano(s) strangeiro: ARTURO PRZ QUIROZ Passaporte: , Processo: mpresa: GAM BRASIL - LOCACAO MAQUINARIA LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: NUNO ILIP MAIO A SILVA VNTURA Passaporte: M32663, Processo: mpresa: MCRMOTT SRVICOS OSHOR O BRASIL LTA. - M Prazo: Ano(s)
85 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN strangeiro: TIMOTHY JAMS CARROLL Passaporte: , Processo: mpresa: IBM BRASIL-INUSTRIA MAQUINAS SRVICOS LIMITAA Prazo: Ano(s) strangeiro: T S SWAMINATHAN Passaporte: J , Processo: mpresa: GOOYAR O BRASIL PROU- TOS BORRACHA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: QUANG LUU Passaporte: , Processo: mpresa: GRNZBACH O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: GUILLAUM BRNAR GUY VANAMM Passaporte: 0A64894, Processo: mpresa: SHLL BRA- SIL PTROLO LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: YAP CHOON MING Passaporte: , Processo: mpresa: GRNZBACH O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: MARKUS PAUL ZIMMRMANN Passaporte: C7GG8CWP, Processo: mpresa: GRNZBACH O BRA- SIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: RAL NTN Passaporte: C7L2HHL, Processo: mpresa: GRANIT SRVICS INTRNATIONAL SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: George Hugh Morongell Passaporte: , Processo: mpresa: GRNZBA- CH O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: STAN RNST Passaporte: , Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALRO TJAA PINO Passaporte: AAH032942, Processo: mpresa: LAARG BRASIL S/A Prazo: até 0/04/204 strangeiro: MOHAM ALY TAWIK AB- LMAG ABOULNAGA Passaporte: A , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TU- BOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Yann Albert Georges Cordonnier Passaporte: 07A5749, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TU- BOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Claude ominique Magnée Passaporte: 09PT3638, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TU- BOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: amien Roger Jean Virey Passaporte: CC8902, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: Mathieu Marcel Henri Jore Passaporte: 07CA95486, Processo: mpresa: VAL- LOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Thomas Pierre Jean Rogue Passaporte: A00099, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Patrick Michel Henri Prevostat Passaporte: 07A4968, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMI- TOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Jerôme Yohan rançois Thiery Passaporte: 07A9588, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TU- BOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Jean Paul Roge Passaporte: AI76268, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: Samir Chtioui Passaporte: 09P5253, Processo: mpresa: VALLOURC & SUMI- TOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: lavien Sanchez Passaporte: 3AA82766, Processo: mpresa: HYPR SRVICOS PRURA- CAO S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: ANIL GAR GI- RASOLI Passaporte: AA363385, Processo: mpresa: GRANIT SRVICS INTRNATIONAL SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: KORY JASON WBB Passaporte: , Processo: mpresa: GRANIT SRVICS INTRNATIONAL SRVICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SHLLY ANN HITCHLR Passaporte: , Processo: mpresa: ROLLS-ROYC BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: JARKKO JUHANI SIRROLA Passaporte: PV , Processo: mpresa: COMANO A ARONAU- TICA Prazo: Ano(s) strangeiro: CLAUIO CASSON Passaporte: YA304273, Processo: mpresa: IBM BRASIL-INUSTRIA MAQUINAS SRVICOS LIMITAA Prazo: Ano(s) strangeiro: HUA SHI Passaporte: BA28245, Processo: mpresa: COMANO A ARONAU- TICA Prazo: Ano(s) strangeiro: VINCNZO MONTSARCHIO Passaporte: YA456563, Processo: mpresa: THN ABRICACAO AUTO PCAS BRASIL S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: ASONG HWANG Passaporte: M , Processo: mpresa: BP BIOCOMBUSTIVIS S.A. Prazo: até 0/2/203 strangeiro: JUY AY BRISCO Passaporte: , Processo: mpresa: CO- VIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: XIAOSAN ZHANG Passaporte: , Processo: mpresa: IBM BRASIL-INUSTRIA MAQUINAS SRVICOS LIMITAA Prazo: Ano(s) strangeiro: JOSHI HARSH Passaporte: Z20742, Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: NGJIN ZHANG Passaporte: , Processo: mpresa: SIMNS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JNS GORG UCHS Passaporte: , Processo: mpresa: IBM BRASIL-INUSTRIA MAQUINAS SRVICOS LI- MITAA Prazo: Ano(s) strangeiro: CHUNYI JIA Passaporte: QHO69, Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: RANCISCO JA- VIR PANIZO PAYRO Passaporte: AAH006586, Processo: mpresa: AGC VIROS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: MIGUL ANGL GUTIRRZ MAR- TINZ Passaporte: BC5530, Processo: mpresa: SUBSA7 O BRASIL SRVICOS LTA Prazo: até 4//203 strangeiro: MARTIN VINCNT O'ONNLL Passaporte: , Processo: mpresa: IBR- XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código ROLA CONSTRUCAO SRVICOS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: JSUS AVI ABLLIRA SALTARS Passaporte: B073276, Processo: mpresa: ORLIKON BALZRS RVSTIMNTOS MTALICOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: KRISTOPHR ALLN HOLN Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SR- VICOS NRGIA LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: arren Clafton Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: SHAOHUA WU Passaporte: , Processo: mpresa: VALLOURC & SUMITOMO TUBOS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SHUNJI UKUSHIMA Passaporte: TH250602, Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: LINGCHN KONG Passaporte: , Processo: mpresa: HUAWI SRVICOS O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: CAN LIU Passaporte: G , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: SHAOXUAN LI Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZONGWI LI Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SRVICOS NRGIA LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: John dward Mcloughlin Passaporte: 55608, Processo: mpresa: HO- NYWLL O BRASIL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: JIRI BOHAC Passaporte: , Processo: mpresa: HALLIBURTON SRVICOS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: CHA ALAN KISR Passaporte: , Processo: mpresa: GNRAL LCTRIC NRGY O BRASIL - QUIPAMNTOS SRVICOS NRGIA LT- A Prazo: Ano(s) strangeiro: William Tyeson Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - N- GVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: XINGQIAN YANG Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZHNQING ZUO Passaporte: , Processo: mpresa: OS SRVICOS QUIPAMNTOS PTROLO GAS LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: KITH RICHARSON Passaporte: , Processo: mpresa: CO- VIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: RBING CHN Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONS- TRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: LIJUN AN Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZIJING GU Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONS- TRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZHI- ZHONG WU Passaporte: , Processo: mpresa: SIG COMBIBLOC O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: ANIL HINRICH MINRS Passaporte: C2JXT4THC, Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: GUANGCHANG WU Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: JING XU Passaporte: I , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: LU QIAO Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: SHUANGLIN PNG Passaporte: 53746, Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: HONGQUAN ZHAO Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: CHANGLIN PNG Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZAIHONG PAN Passaporte: 20073, Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: MINGSONG ZHU Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: YUNI MA Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ZONGYONG MA Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: XIANGHUA XU Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRU- COS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: ANAN XU Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: JIANHUA XIONG Passaporte: , Processo: mpresa: BAKR HUGHS O BRA- SIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: STVN WAYN HAN- NGAN Passaporte: , Processo: mpresa: COVIX - NGVIX CONSTRUCOS OCANICAS S/A Prazo: Ano(s) strangeiro: GUIZHONG WANG Passaporte: , Processo: mpresa: ANRITZ BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: STAN RHLING Passaporte: P , Processo: mpresa: AN- RITZ BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SAVA KOVAC Passaporte: BA Temporário - Sem Contrato - RN 6 - Resolução Normativa, de 08/2/2004 (Artigo 6 ): Processo: mpresa: COMPANHIA BRASILIRA VIROS PLANOS - CBVP Prazo: 3 Mês(es) strangeiro: Bertrand Strock Passaporte: AI06322, Processo: mpresa: COMPANHIA BRASILIRA VI- ROS PLANOS - CBVP Prazo: 3 Mês(es) strangeiro: ULVIO PICCARO Passaporte: AA , Processo: mpresa: COMPANHIA BRASILIRA VIROS PLANOS - CBVP Prazo: 3 Mês(es) strangeiro: Ilario Mereu Passaporte: YA , Processo: mpresa: ROSSINI O BRASIL INUSTRIA COMRCIO PLASTICOS BOR- RACHAS LTA. Prazo: 90 ia(s) strangeiro: George Silav Passaporte: , Processo: mpresa: T- TRA PAK LTA Prazo: 90 ia(s) strangeiro: arko Zajc Passaporte: PB , Processo: mpresa: LU- XO SOLUCOS INTGRAAS LTA Prazo: 90 ia(s) strangeiro: PHILIPP MARCL ROSIR Passaporte: 07CR Temporário - Sem Contrato - RN 69 - Resolução Normativa, de 22/03/2006: Processo: mpresa: A.G. A GAMA LOPS - M Prazo: 30 ia(s) strangeiro: ROBRT ALAN MINT- ZR Passaporte: , Processo: mpresa: A.G. A GAMA LOPS - M Prazo: 30 ia(s) strangeiro: BNNI MAUPIN Passaporte: strangeiro: ARIUSZ OLSZKIWICZ Passaporte: strangeiro: ARRYL MUNYUNGO JACKSON Passaporte: strangeiro: MI- CHAL L STPHANS Passaporte: , Processo: mpresa: A.G. A GAMA LOPS - M Prazo: 30 ia(s) strangeiro: AARON INN PTRS Passaporte: strangeiro: JRY LAWRNC WILLIAMS Passaporte: strangeiro: JOSHUA NIAN ARCOLO Passaporte: strangeiro: PHILIP JAMS ROBSON Passaporte: strangeiro: SAMUL JACOB LASSRSON Passaporte: , Processo: mpresa: CIRC - CNTRO INTRNACIONAL RRNCIA O CIRCO Prazo: 30 ia(s) strangeiro: Jaime Maria Mateu Bullich Passaporte: AA9246 strangeiro: MARIA MONTSRRAT TRIAS MUÑOZ Passaporte: BB562756, Processo: mpresa: IMAG MOL MANAGMNT LTA - PP Prazo: 90 ia(s) strangeiro: ANNA MARIA JSSICA OLSSON Passaporte: , Processo: mpresa: MOZARTUM BRASILIRO ASSOCIACAO CULTURAL Prazo: 30 ia(s) strangeiro: ALBRT SOMMR Passaporte: strangeiro: CA- ROLIN STIN-GRAN Passaporte: strangeiro: CH- RISTIAN POHL Passaporte: C2K2CJ6P strangeiro: CHRISTOPH RNZ Passaporte: strangeiro: JOHANNS THOOR WIMS Passaporte: strangeiro: KATHARINA RABUS Passaporte: strangeiro: THRSIA VIT Passaporte: C2G9YCK7 strangeiro: UL-GUIO SCHÄR Passaporte: C2G8WJ22 strangeiro: UT SOMMR Passaporte: C20X42M strangeiro: UW GROTHAUS Passaporte: C282N2P9, Processo: mpresa: IVINA COMIA PROUCOS ARTISTICAS LTA Prazo: 30 ia(s) strangeiro: MMANUL STROSSR Passaporte: 2AK3767, Processo: mpresa: NA NTRTNIMNTOS LTA Prazo: 60 ia(s) strangeiro: avid Tort Cazorla Passaporte: AAC96077, Processo: mpresa: LILIAN MARIA AMARAL BAR- RTTO - M Prazo: 30 ia(s) strangeiro: TZVTAN MIHAYLOV HRISTOV Passaporte: C5HTW6K92, Processo: mpresa: HBS PROUCOS ARTISTICAS PARTICIPACOS LTA. Prazo: 30 ia(s) strangeiro: HOLGR BHN Passaporte: C3HWM0H, Processo: mpresa: ASSOCIA- CAO ORQUSTRA PRO MUSICA O RIO JANIRO Prazo: 30 ia(s) strangeiro: POLA GRACILA RMAN MUCHINIK Passaporte: , Processo: mpresa: HBS PROUCOS ARTISTICAS PARTICIPACOS LTA. Prazo: 30 ia(s) strangeiro: ANTHONY PATRICK JAMS MCGUINNSS Passaporte: strangeiro: JONATHAN AVI GRANT Passaporte: strangeiro: PAAVO OLAVI SILJAMÄKI Passaporte: PR , Processo: mpresa: PAULO RRAZ PIRS NTO Prazo: 90 ia(s) strangeiro: A- NIL BRMS Passaporte: C3JJ4N5K7, Processo: mpresa: MISSISSIPI PROUCOS LTA - PP Prazo: 30 ia(s) strangeiro: GLAYS CHAPMAN Passaporte: strangeiro: KATJA AILI MARIA TOIVOLA-JONS Passaporte: PT strangeiro: LROY JOSPH JONS Passaporte: strangeiro: MGHAN CLAIR SWARTZ Passaporte: strangeiro: MITCHLL LAURNC PLAYR Passaporte: strangeiro: RAYMON WBR Passaporte: , Processo: mpresa: CWB BRA- SIL - VNTOS, PUBLICIA, PROMOCOS PARTICIPA- COS LTA. - PP Prazo: 30 ia(s) strangeiro: JAVIR GON- ZALZ BLAZQUZ Passaporte: AAG77440, Processo: mpresa: GLOBO COMUNICACAO PAR- TICIPACOS S/A Prazo: 90 ia(s) strangeiro: RANZ JOSPH HARARY Passaporte: , Processo: mpresa: GIAN MATOS MARTINS - PP Prazo: 30 ia(s) strangeiro: MÁRIO JOÃO LAGINHA OS SANTOS Passaporte: L08887, Processo: mpresa: XYZ LIV N- TRTNIMNTO LTA. Prazo: 30 ia(s) strangeiro: ANTHONY JOSPH PALRMO Passaporte: strangeiro: CRAIG ANTHONY PORTR Passaporte: strangeiro: JACOBY AKOTA SHAIX Passaporte: strangeiro: JRRY ALLAN HORTON Passaporte: strangeiro: MICHAL L LOW Passaporte: strangeiro: ROBRT BRIAN WALL Passaporte: strangeiro: Syrus James Peters Passaporte: strangeiro: TOBIN JOSPH SPRANC Passaporte: , Processo: mpresa: MIS- SISSIPI PROUCOS LTA - PP Prazo: 30 ia(s) strangeiro:
86 86 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 AAM WILLIAM SHIPLY Passaporte: strangeiro: CORY ONOVAN PYTON Passaporte: strangeiro: RRICK JAMS MOSS Passaporte: strangeiro: WAR L JR Passaporte: strangeiro: RION BRANON WILLIAMS Passaporte: strangeiro: JR- MY MATTHW SMITH Passaporte: strangeiro: JU- LIAN OMARI GOSIN Passaporte: strangeiro: LUMAR CHRISTOPHR LBLANC III Passaporte: strangeiro: MARCUS OTIS HUBBAR Passaporte: strangeiro: PAUL MICHAL ROBRTSON Passaporte: , Processo: mpresa: INSTITUTO CIAS CRIATIVAS - ICC Prazo: 30 ia(s) strangeiro: JPP JNSN SKOVBAKK Passaporte: strangeiro: MIKKL PLOUG PTRSN Passaporte: strangeiro: ROBIN INCKR Passaporte: 04A05405 strangeiro: SÁN MANUL CARPIO Passaporte: PA , Processo: mpresa: STRTTO VNTOS SRVICOS ARTISTICOS LTA - PP Prazo: 20 ia(s) strangeiro: KRSTIN URSULA LTZ KÖSTLR Passaporte: C86HMOC5, Processo: mpresa: STRTTO VNTOS SRVICOS ARTISTICOS LTA - PP Prazo: 20 ia(s) strangeiro: ALXY SYCHV Passaporte: , Processo: mpresa: T2 VNTOS STRUTURAS LTA - M Prazo: 90 ia(s) strangeiro: KRIS- TIN SCHROT Passaporte: CHLCPHZG, Processo: mpresa: A&P INTRMIACAO N- GOCIOS LTA - M Prazo: 90 ia(s) strangeiro: JASPR JAKOB HILNBRAN Passaporte: C3J2ZHZHL, Processo: mpresa: INSTITUTO ALA CULTURA Prazo: 30 ia(s) strangeiro: ANRW NAL BASLY Passaporte: strangeiro: BARBARA SCHILL UTY Passaporte: strangeiro: CARLY MICHAL ANN MA- NION Passaporte: strangeiro: CAROLYN MC KAY LUCAS Passaporte: strangeiro: Cecily Ann Campbell Passaporte: strangeiro: OROTHÉ SIMON GR- MAIN ALMANY Passaporte: 04HC36303 strangeiro: HILLRY GRAC MAKATURA Passaporte: strangeiro: JAMI LOUIS SCOTT Passaporte: strangeiro: LAH CH- RISTINA MORRISON Passaporte: strangeiro: MGAN ROS MAORIN Passaporte: strangeiro: NICHOLAS GRGGORY STRAACCIA Passaporte: strangeiro: SAMUL VON WNTZ Passaporte: strangeiro: STUART ANTHONY SHUGG Passaporte: N strangeiro: TAMARA MLI RIW Passaporte: strangeiro: TARA MARI LORNZN Passaporte: , Processo: mpresa: VITOR OS RIS ALABLLA Prazo: 90 ia(s) strangeiro: IMITRIOS VIOLITZIS Passaporte: AI404560, Processo: mpresa: UNACAO ORQUSTRA SINONICA O STAO SAO PAULO - UN- ACAO OSSP Prazo: 90 ia(s) strangeiro: OL VAR AN- TONSN Passaporte: , Processo: mpresa: UNACAO ORQUSTRA SINONICA O STAO SAO PAULO - UNACAO OSSP Prazo: 90 ia(s) strangeiro: CAROLYN KUAN Passaporte: Temporário - Sem Contrato - RN 7 - Resolução Normativa, de 05/09/2006: Processo: mpresa: ISS MARIN SRVICS LTA. Prazo: 80 ia(s) strangeiro: ANRAS RN- NR Passaporte: P strangeiro: BASTIAN BORIS BISSWANGR Passaporte: C8ML393 strangeiro: BNJAMIN OBRY Passaporte: C890J2P7N strangeiro: BRN WILLI LMANN Passaporte: C8ZHL8WTL strangeiro: CHARLS MRSI KLUNG Passaporte: A strangeiro: GRSON AMON MAGALNA Passaporte: NP3242H strangeiro: HARRIT UMBRICH Passaporte: C8J84N5M strangeiro: I MA- SUSILA HARMA ANA Passaporte: U strangeiro: INRO BAWONO RISMIANTO Passaporte: V strangeiro: ISABL RAQULLI Passaporte: C979X89CT strangeiro: PATRI- CIA OURNIR Passaporte: P strangeiro: RGINA N- NMOSR Passaporte: P strangeiro: RUOL SCHNL- LR Passaporte: P strangeiro: VIJAY RAVINRA NAIR Passaporte: J9064, Processo: mpresa: ISS MARIN SRVICS LTA. Prazo: 80 ia(s) strangeiro: ANR SIL Passaporte: C7P685YT9 strangeiro: ANN UNN- BIR Passaporte:.CCHYCK6XG strangeiro: ANN STUBR Passaporte: C0J4HHCP strangeiro: ANTON SIGRI GUTS- CH Passaporte: CVYY4TV7 strangeiro: CATHLN PRISS Passaporte: CCHKJ696T strangeiro: CHRISTIAN STINR Passaporte: CCNTHXM6M strangeiro: CHRISTOPHR SZL Passaporte: C3J2RVLX8 strangeiro: CLAUIA LORPR Passaporte: C7Y5PM9 strangeiro: ANNY PROKSCH Passaporte: C6HMVCJR strangeiro: AVI SZIL Passaporte: B strangeiro: JULSUMA RAMOVIC Passaporte: CWVK9NMO strangeiro: ABIAN PAUL LVIS HSS-MN- KNHAGN Passaporte: CNHR32NM strangeiro: HIKO ST- PHAN Passaporte: C2MM9VTG strangeiro: ISABL MANIG Passaporte: CCMVNCGL7 strangeiro: IVANA HAVLICKOVÂ Passaporte: strangeiro: JASMIN LUCAS Passaporte: C6YRXWJ8P strangeiro: JILL SOBIRY Passaporte:.CTLXWJ5R strangeiro: KAROLIN ALR Passaporte: C3LRKZLN strangeiro: KAROLIN LOTH Passaporte: CCNCW5C strangeiro: LAVINIA-PANJA GLAVINIC Passaporte: C288N2K strangeiro: LISA-MARI TOMASCH Passaporte: C20406YZ strangeiro: MARCO ZLIC Passaporte: C3VWZV4MG strangeiro: MARCUS LANGSOR Passaporte: strangeiro: MARLIT RUTR Passaporte: C32HL22VH strangeiro: MATTHIAS RBNSTOR Passaporte: C6X4M3V63 strangeiro: MAXIMILIAN RANZ XAVR LAUX Passaporte: C2XP233Z strangeiro: MICHAL RAL KORB Passaporte: strangeiro: NAJA SABIN RICKL Passaporte: C5PP27TX strangeiro: NATALI BROANT Passaporte: COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código C6Z66RVNK strangeiro: NICOLAS GUILLAUM JAN UG- N MARCL GOLN Passaporte: 09PR45824 strangeiro: PHI- LIPP WNZL Passaporte: CHL4G5X strangeiro: RAL P- TRS Passaporte: CHKPGN9M strangeiro: ROMY WINKLR Passaporte: C3X5JP0G strangeiro: RUIGR KAUMANN Passaporte: strangeiro: SASCHA WISS Passaporte: C6H3R4J strangeiro: SLINA MSA GONZALZ Passaporte: C2Z3TRV0G strangeiro: SOPHI LISCHR Passaporte: C6Y3W3 strangeiro: SUSANN AUB Passaporte: strangeiro: TANJA SAUR Passaporte: C5Z78HKG strangeiro: THRSA-MARI SHR Passaporte: C60M87W strangeiro: THOMAS TAG Passaporte: strangeiro: UW RU- OL AAM-ZAISR GB. ZAISR Passaporte: C76L0HC3C, Processo: mpresa: ISS MARIN SRVICS LTA. Prazo: 80 ia(s) strangeiro: ANILA SABIN NARA- JK Passaporte: C5NPVX85M strangeiro: IK R. BYR Passaporte: C5HTMNCH9, Processo: mpresa: ISS MARIN SRVICS LTA. Prazo: 80 ia(s) strangeiro: O- RN SCHWNTK Passaporte: strangeiro: JANA KUNKL Passaporte: C8WHHPMG strangeiro: MARCL MA- NUL AVI Passaporte: C2VKJZ9JR strangeiro: SANRA SCHLICH Passaporte: C2VXJVKLC strangeiro: SBASTIAN LTNS Passaporte: C7P0H2W8T. Temporário - Sem Contrato - RN 72 - Resolução Normativa, de 0/0/2006: Processo: mpresa: OBRCHT OLO GAS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GRANT CHRIS- TOPHR SCARMAN Passaporte: 40824, Processo: mpresa: OBRCHT OLO GAS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALRO NORIGA ANGULO Passaporte: G , Processo: mpresa: CONSTRUTORA TRIUNO S/A Prazo: até 2/08/203 strangeiro: ALXANR KRASOV Passaporte: strangeiro: AL- XANR KLOCHKOV Passaporte: strangeiro: AN- RY KAMNSKIY Passaporte: strangeiro: IGOR KIRPICHNIKOV Passaporte: strangeiro: IVAN BLO- BRAGIN Passaporte: strangeiro: SRGY SHCHUR Passaporte: strangeiro: SRGY ZAYTSV Passaporte: strangeiro: VICTOR BOKANV Passaporte: strangeiro: VLAIMIR KLOCHKOV Passaporte: strangeiro: VLAIMIR KLOCHKOV Passaporte: , Processo: mpresa: BRASBUN- KR PARTICIPACOS S/A Prazo: até 3/07/204 strangeiro: PIO- TR KRZYMON Passaporte: AU34058 strangeiro: TOMASZ MACIJ KOZLOWSKI Passaporte: AS468670, Processo: mpresa: SARILL SRVICOS PTRO- LO LTA Prazo: até 2/0/205 strangeiro: MICHAL JAMS LINSLY Passaporte: , Processo: mpresa: BRASBUNKR PARTICIPACOS S/A Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JANR ARUNAY SARMINTO Passaporte: XX , Processo: mpresa: ASTROMA- RITIMA NAVGACAO SA Prazo: até 24/04/205 strangeiro: Julius Karner Passaporte: CT5GRX02, Processo: mpresa: GALAXIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: BAIKUNTH RAO VAI Passaporte: , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A P- TROBRAS Prazo: até 0/06/205 strangeiro: mitrii Popov Passaporte: , Processo: mpresa: SBM CAPIXABA OPRACOS MARITIMAS LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JULIJA KRUTALVICA Passaporte: LV42244, Processo: mpresa: OGX PTROLO GAS S.A. Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ALLAN MNZ LSMA Passaporte: XX5367 strangeiro: RN RYS PANGANIBAN Passaporte: XX strangeiro: GIUSPP MONACO Passaporte: AA strangeiro: GOPINATH GOPAKUMAR Passaporte: G strangeiro: RAUL SAN JUAN MASCULINO Passaporte: XX strangeiro: ROOLO MAMAA MAILWAS Passaporte: B strangeiro: ROMO CABRRA LUMAN- AS Passaporte: B strangeiro: TOORO VRGARA ILAGAN Passaporte: B , Processo: mpresa: SBM SRVICOS LTA. Prazo: até 07/06/204 strangeiro: SARL JOHANNS KNOTZ Passaporte: M , Processo: mpresa: MARSK SUPPLY SRVIC - APOIO MARITIMO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: BRIAN OLSN Passaporte: , Processo: mpresa: SBM O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: JO- NATHAN MARTIN RAK Passaporte: , Processo: mpresa: PPB O BRASIL SRVICOS MA- RITIMOS LTA Prazo: até 30/05/204 strangeiro: JRI CO- SINO CONTRANO Passaporte: B , Processo: mpresa: MARSK SUPPLY SRVIC - APOIO MARITIMO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: TUMMAS JACOB RANTS RRIKSBRG Passaporte: , Processo: mpresa: SBM O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GARY JOSPH LOGAN Passaporte: , Processo: mpresa: SBM O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GARY JOHN IT- ZSIMMONS Passaporte: , Processo: mpresa: SBM O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: ROBRT MICHAL MCLARI Passaporte: , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A P- TROBRAS Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Zdzislaw Mokrzycki Passaporte: AS526880, Processo: mpresa: AS- TROMARITIMA NAVGACAO SA Prazo: até 24/04/205 strangeiro: Lars Lenhartz Passaporte: CH2P6KZP, Processo: mpresa: ASTROMARITIMA NAVGACAO SA Prazo: até 24/04/205 strangeiro: rank Janssen Passaporte: C2HXZZM, Processo: mpresa: RBRAS - RBOCAORS O BRASIL S/A Prazo: até 5/2/203 strangeiro: AIVARS VAITKUSS Passaporte: LL strangeiro: AN- NOUCK GINA ALBRCHT MMANUL SWANNT Passaporte: I strangeiro: CLIOR LUGA VILLALORS Passaporte: B6870 strangeiro: WAR ROMML UNTALAN CRUZ Passaporte: B strangeiro: JAKOB KASPR WA- GNAAR Passaporte: NSRR5K05 strangeiro: JOUK HOSTRA Passaporte: BP05P23 strangeiro: LORNS RINHAR MO- ORTGAT Passaporte: I08077 strangeiro: MARCLO BRO- NAR UANG Passaporte: B strangeiro: SAM MARIA BOB VAN HSTR Passaporte: H48238 strangeiro: STVN PIRR SIMONN MAN Passaporte: H66839, Processo: mpresa: RBRAS - RBOCAORS O BRASIL S/A Prazo: até 5/2/203 strangeiro: ARIAAN ONZ Passaporte: NT43JH5K2 strangeiro: ARIAAN LMS Passaporte: NU5P2C397 strangeiro: CORNLIS GRARUS GRAA Passaporte: NR4C8P26 strangeiro: JACOBUS ARI MOL Passaporte: NXR73529 strangeiro: JACOBUS SUURMON Passaporte: NUK739BK5 strangeiro: RONAN PTRUS VAN ORL Passaporte: BK5KRCK2 strangeiro: STAN ANRW RNÉ SCHRAVMA Passaporte: NXHBCK864 strangeiro: WOUTR GRAR LVIJ Passaporte: NT 82BK9R7, Processo: mpresa: MARSK SUPPLY SRVIC - APOIO MARITIMO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: GIRIUS SIMKUS Passaporte: strangeiro: POUL RASMUSSN Passaporte: strangeiro: RIMANTAS KALVNAS Passaporte: strangeiro: STN CASPR STAAL Passaporte: strangeiro: VLAAS KALVAITIS Passaporte: , Processo: mpresa: OCAN RIG O BRASIL SRVICOS PTROLO LTA Prazo: até 9/07/204 strangeiro: LAURNS JURGNS Passaporte: NS9R95C8, Processo: mpresa: BP NRGY O BRASIL LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: LOWLL GOR- ON CARVR Passaporte: BA57378, Processo: mpresa: OCAN RIG O BRASIL SRVI- COS PTROLO LTA Prazo: até 20/2/204 strangeiro: arren John Russell Passaporte: , Processo: mpresa: OCAN RIG O BRASIL SRVI- COS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Maciej Piotr Kluszczynski Passaporte: , Processo: mpresa: OCAN RIG O BRASIL SRVI- COS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Keith elix souza Passaporte: J725904, Processo: mpresa: OCAN RIG O BRASIL SRVICOS PTROLO LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Ambrose John Griffiths Passaporte: BA62024 strangeiro: Lee Anthony Steed Passaporte: strangeiro: Wade Gavin Cox Passaporte: , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A PTROBRAS Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: MIGUL BINSOL LOS RYS Passaporte: XX , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A P- TROBRAS Prazo: até 28/0/204 strangeiro: imitrios imitrelis Passaporte: AH , Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A PTROBRAS Prazo: até 28/0/204 strangeiro: Jean Rubi Castillo Passaporte: B5267, Processo: mpresa: PTROLO BRASILIRO S A P- TROBRAS Prazo: até 04//204 strangeiro: alibor Tolj Passaporte: , Processo: mpresa: GALA- XIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: onnie John Borla Parreñas Passaporte: B strangeiro: Gerald Buan ela Cruz Passaporte: B37259 strangeiro: Igor Tymofeyev Passaporte: strangeiro: Jeneton Sarate lores Passaporte: B strangeiro: Ronald Allapitan Lubay Passaporte: B strangeiro: Sergii Sukhomlynov Passaporte: A32095, Processo: mpresa: GALAXIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: erdinand Orcullo Sumalinog Passaporte: XX strangeiro: Goody Quejada Tariga Passaporte: B23238 strangeiro: Oleksiy avydov Passaporte: H strangeiro: Raul Onrejas Balza Passaporte: B strangeiro: Serhiy Zheleznyak Passaporte: K080068, Processo: mpresa: GALAXIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: CSAR APAN LORS Passaporte: B strangeiro: JOS SAL HABAN CP Passaporte: B strangeiro: KOSTYANTYN LYKHOSHRSTOV Passaporte: H strangeiro: LO MONZALS CABUSA Passaporte: B strangeiro: MLCHOR CLBRAR TO- NO Passaporte: B strangeiro: OLKSANR BILOKIN Passaporte: strangeiro: RAMY CALAGAY CAJILIG Passaporte: XX39855 strangeiro: VOLOYMYR BANURA Passaporte: , Processo: mpresa: GA- LAXIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Alexandr Likhatskiy Passaporte: , Processo: mpresa: GALAXIA MARITIMA LTA Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Bienvenido uterte escallar Passaporte: B strangeiro: omingo Tenerife Cachila Passaporte: B strangeiro: dward Avila Genova Passaporte: B6668 strangeiro: Jery Vel e La Cruz Cueva Passaporte: B strangeiro: John Patrick Junsay e La Cruz Passaporte: B strangeiro: Maximo Jr Advincula lores Passaporte: B8925 strangeiro: Norman Balbuena Mosquera Passaporte: XX strangeiro: Regie alcis Moron Passaporte: B strangeiro: Renato Libron Capuyan Passaporte: B Temporário - Sem Contrato - RN 87 - Resolução Normativa, de 5/09/200: Processo: mpresa: G OIL & GAS O BRASIL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: SHRRY LIU Passaporte: , Processo: mpresa: ALSTOM BRASIL NRGIA TRANSPORT LTA Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: BALAJI HARMALINGAM Passaporte: H627233, Processo: mpresa: OLIVR WY- MAN CONSULTORIA M STRATGIA NGOCIOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: STANO BOZIO Passaporte:
87 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Y53725, Processo: mpresa: G TRANSPOR- TS RROVIARIOS S.A Prazo: Ano(s) strangeiro: BRANON CHARLS BROA Passaporte: , Processo: mpresa: VOITH HYRO LTA Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: MARTIN ROUX Passaporte: BA553234, Processo: mpresa: AISO BRASIL COMRCIO IMPORTACAO LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: MASAHIRO TANIGUCHI Passaporte: TH , Processo: mpresa: OW AGROSCINCS INUS- TRIAL LTA Prazo: Ano(s) strangeiro: YAW APPIAH NTI- AA Passaporte: H , Processo: mpresa: OW BRASIL S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: ANA ISA- BL L BLANCO RORIGUZ Passaporte: G , Processo: mpresa: SOJITZ O BRASIL S/A. Prazo: Ano(s) strangeiro: YUICHI HATTORI Passaporte: TK , Processo: mpresa: AKR SOLU- TIONS O BRASIL LTA Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: TIMO- THY MARC HNRY Passaporte: , Processo: mpresa: VOITH HYRO LTA Prazo: 8 Mês(es) strangeiro: HLMUT ANGRR Passaporte: P , Processo: mpresa: VOITH HYRO LTA Prazo: 6 Mês(es) strangeiro: INGO SCHK Passaporte: C8NNP- JH3Y, Processo: mpresa: AKR SOLUTIONS O BRASIL LTA Prazo: 2 Mês(es) strangeiro: ANNY KAY HNSON Passaporte: , Processo: mpresa: INTRNATIONAL INUSTRIA AUTOMOTIVA A AMRICA O SUL LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: TRRLL ANTONIO TURNR Passaporte: Temporário - Sem Contrato - RN 98 - Resolução Normativa, de 4//202: Processo: mpresa: C.S.M. O BRA- SIL MARKTING SPORTIVO LTA Prazo: até 3/2/204 strangeiro: ARABLL NICTT LOYAN Passaporte: 3AI8936. Permanente - Sem Contrato - RN 0 - Resolução Normativa, de 05/05/997: Processo: mpresa: UNIVRSIA O STAO O RIO JANIRO Prazo: Indeterminado strangeiro: LIZABTH ANN STIN Passaporte: Permanente - Sem Contrato - RN 62 - Resolução Normativa, de 08/2/2004 (Artigo 3, Inciso I): Processo: mpresa: HYUNAI L- VAORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: JONG HO JAN Passaporte: M662332, Processo: mpresa: HYUNAI LVAORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: JONG KIN SHIN Passaporte: M , Processo: mpresa: HYUNAI LVAORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: OO HONG YANG Passaporte: M , Processo: mpresa: HYUNAI LVAORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: JONG-WON PARK Passaporte: M , Processo: mpresa: HYUNAI LVAORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: KYONG UB PARK Passaporte: M , Processo: mpresa: NIGN O BRASIL CONSULTORIA M TCNOLOGIA LTA. Prazo: 5 Ano(s) strangeiro: MAURIZIO BLLA Passaporte: G4075, Processo: mpresa: CLARIS PROUTOS AR- MACUTICOS O BRASIL LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: Navin Mishra Passaporte: Z , Processo: mpresa: PIPBRAS TUBOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: AGUSTIN SIJAS RIR Passaporte: AA 3545, Processo: mpresa: NL BRA- SIL PARTICIPACOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: AN- RÉ BRUNO SANTOS BRANÃO GORON AONSO Passaporte: M4863, Processo: mpresa: W O BRASIL MPRNIMNTOS PARTICIPACOS LTA. Prazo: 5 Ano(s) strangeiro: LOR WITTOUCK Passaporte: J685747, Processo: mpresa: ITOCHU BRASIL S/A Prazo: 3 Ano(s) strangeiro: MGUMI KAOYA Passaporte: TH097729, Processo: mpresa: SOCIA ANONIMA OBRAS Y SRVICOS,COPASA Prazo: 3 Ano(s) strangeiro: Germán Conde Santos Passaporte: AAG5409, Processo: mpresa: KAWASAKI MOTORS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: KATSUICHIRO YONZU Passaporte: TH , Processo: mpresa: BAGGIO TRANSPORTS LTA. Prazo: 5 Ano(s) strangeiro: GIOVANNI BAGGIO Passaporte: YA700806, Processo: mpresa: COATS CORRNT LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: GARY WAYMON SANRS Passaporte: , Processo: mpresa: VUTQ O BRASIL LIMITAA Prazo: Indeterminado strangeiro: AISUK SUZUKI Passaporte: TH088075, Processo: mpresa: JCB INTRNATIONAL O BRASIL RPRSNTACAO COMRCIAL LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: MASAYA- SU OKAA Passaporte: TK896363, Processo: mpresa: NISSIN-AJINOMOTO ALIMNTOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: YUJI ISHII Passaporte: TK , Processo: mpresa: BASLL POLIOLINAS LT- A. Prazo: Indeterminado strangeiro: TO ALLAN GLOGOVS- KY Passaporte: , Processo: mpresa: ZT O BRASIL, INUSTRIA, COMRCIO, SRVICOS PAR- TICIPACOS LTA. Prazo: 5 Ano(s) strangeiro: QIUYANG LI Passaporte: G304955, Processo: mpresa: TK LOGISTICA O BRASIL LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: YASUKAZU MIZUTANI Passaporte: TZ076499, Processo: mpresa: SUMINSO O BRASIL INUS- TRIAS LTRICAS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: MA- SAHARU ICHIKAWA Passaporte: TK404326, Processo: mpresa: SOVRIGN COMRCIO PRO- UTOS PARA LABORATORIOS LTA. Prazo: 5 Ano(s) strangeiro: SPOCK ALLN PRALTA MORT Passaporte: B XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código Permanente - Sem Contrato - RN 62 - Resolução Normativa, de 08/2/2004 (Artigo 3, Inciso II): Processo: mpresa: UROGRUAS SRVICOS OLICOS O BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: MIGUL JIMNZ NICOLAS Passaporte: AA999863, Processo: mpresa: WBIA INTRNT BRASIL S.A. Prazo: 3 Ano(s) strangeiro: Stéphanie Maud Boyer p. Paris Passaporte: CV99837, Processo: mpresa: KPMG STRUCTUR INANC S.A. Prazo: 3 Ano(s) strangeiro: TIAGO MANUL CATANO R HNRIQUS JORG RORIGUS Passaporte: H42097, Processo: mpresa: KPMG STRUCTUR INANC S.A. Prazo: 3 Ano(s) strangeiro: AVI ARKAS CHRISTN- SN Passaporte: Permanente - Sem Contrato - RN 63 - Resolução Normativa, de 06/07/2005: Processo: mpresa: CHINA V- LOPMNT BANK CORPORATION RIO JANIRO RPR- SNTACOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: Zhu Wang Passaporte: P Permanente - Sem Contrato - RN 84 - Resolução Normativa, de 0/02/2009: Processo: mpresa: RCO BRASIL INVSTIMNTOS IMOBILIARIOS LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: NRICO VALNT Passaporte: B063220, Processo: mpresa: L..B. PATRIMONIAL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: ARIO BRACAL Passaporte: YA038236, Processo: mpresa: SILVR OX COMRCIAL LTA - PP Prazo: Indeterminado strangeiro: XIAOONG NG Passaporte: G402736, Processo: mpresa: C CONSTRUCOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: TTOR CAROSLLI Passaporte: YA , Processo: mpresa: COISA INA COMRCIO IMPORTACAO XPORTACAO PROUTOS MANUATURAOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: ANGHAO ZHNG Passaporte: G , Processo: mpresa: CONGR - CONSTRUCOS G- RAIS NRGIA O BRASIL LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: MICHL VCCHI Passaporte: AA , Processo: mpresa: BIJUTRIAS HUANG XIUCAI & CIA LTA - M Prazo: Indeterminado strangeiro: LIANJU ZHONG Passaporte: G , Processo: mpresa: CONSTRUTORA ALPHA LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: BRUNO VAIRA Passaporte: YA429858, Processo: mpresa: CONGR - CONSTRUCOS G- RAIS NRGIA O BRASIL LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: RICO AVA Passaporte: AA , Processo: mpresa: GRN CITY CONSULTORIA M SUSTNTABILIA IRLI - M Prazo: Indeterminado strangeiro: STPHN JAMS ILR Passaporte: , Processo: mpresa: S.P BRASIL CONSTRUCAO LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: JONGGIL SO Passaporte: M , Processo: mpresa: BAR- BSA MPRNIMNTOS IMOBILIARIOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: VINCNZO SALVI Passaporte: AA336632, Processo: mpresa: BARBSA MPRNIMNTOS IMOBILIARIOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: ALSSANRO BARBRIS Passaporte: YA592487, Processo: mpresa: ALONSO BALAGUR BRASIL ARQUITTOS ASSOCIAOS LTA. Prazo: Indeterminado strangeiro: JOAN IGNASI RIRA MAS Passaporte: AAB949973, Processo: mpresa: POUSAA CHARM CHAL LTA - M Prazo: Indeterminado strangeiro: AVI PNAZZI Passaporte: AA257903, Processo: mpresa: OLIVI IMOVIS CONSTRUCOS LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: MARCO OLIVI Passaporte: Y , Processo: mpresa: M M- PRNIMNTOS IMOBILIARIOS LTA. - M Prazo: Indeterminado strangeiro: LIC SBASTIANI Passaporte: YA283905, Processo: mpresa: GNRO INITO CONSTRUCOS BRASIL LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: RANCISCO JOSÉ RORIGUS ROBRTO Passaporte: M646205, Processo: mpresa: LS ALPS INUSTRIA, COMRCIO, IMPORTACAO XPORTACAO LTA Prazo: Indeterminado strangeiro: ANIL BITTNR Passaporte: Permanente - Sem Contrato - RN 62 - Resolução Normativa, de 08/2/2004 (Artigo 2 - B): Processo: mpresa: TIHA AIRWAYS P.J.S.C. Prazo: Indeterminado strangeiro: JUAN TOR- RS BONA Passaporte: XA O Coordenador-Geral de Imigração - Substituto, no uso de suas atribuições, indeferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho: Processo: mpresa: SPACARN BRASIL LTA - M Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: ANTONIO BNITZ GARCIA Passaporte: AA83579, Processo: mpresa: SPACARN BRASIL LTA - M Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: JUAN MANZANARS MINARRO Passaporte: AC390665, Processo: mpresa: S- PACARN BRASIL LTA - M Prazo: 24 Mês(es) strangeiro: JORG OMINGO BNITZ GARCIA Passaporte: BB9003, Processo: mpresa: VNAZA BRASIL CO- MRCIO SRVICOS TCNICOS LTA - PP Prazo: 2 Ano(s) strangeiro: Nabil Ahmed Osman Passaporte: ZJ24642, Processo: mpresa: POLITJO BRASIL - INUSTRIA PLASTICOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: MANUL MARIA ALMIA Passaporte: M0777, Processo: mpresa: POLITJO BRASIL - INUSTRIA PLASTICOS LTA. Prazo: Ano(s) strangeiro: HNRIQU NUNS SGUIRA Passaporte: M529004, Processo: mpresa: VAR NITROI S.A. Prazo: Ano(s) strangeiro: JAN GIL STRAN Passaporte: O Coordenador Geral de Imigração - Substituto, no uso de suas atribuições, resolve: Não conhecer do pedido de reconsideração, em razão da ausência de preparo do recurso, determinado pelo 2º do art. 4º da Resolução Normativa n. 74, de 2007, do Conselho Nacional de Imigração, exigência legal disposta no art. 3, que aprova tabela de emolumentos consulares e taxas, da Lei nº 6.85, de 9 de agosto de 980, norma especial que define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil. Processo: /203-8, mpresa: AGLS IIOMAS LTA - M. strangeiro: THOMAS ORMANN. Passaporte: C5JCTH22. O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: MOTOYOSHI KAMOSHI- MA a exercer concomitantemente o cargo de iretor Administrativo na TOYO STAL MPRNIMNTOS LTA. Processo: /202-46, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: MOTOYOSHI KAMOSHI- MA a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na S- TALIROS O BRASIL LTA. Processo: /202-9, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: MOTOYOSHI KAMOSHI- MA a exercer concomitantemente o cargo de iretor na TS PAR- TICIPACOS INVSTIMNTOS S/A. Processo: /202-35, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: LUCA CATTRI a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na ANROMA CONSULTORIA TCNICA RPRSNTACOS LTA. Processo: /203-89, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: HORACIO MANUL AL- VS SABINO a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na INRA TCNOLOGIA BRASIL LTA. Processo: /203-, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: HIROSHI OKAB a exercer concomitantemente o cargo de iretor na OMI O BRASIL TXTIL S.A.. Processo: /203-00, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: PRASHANT KSHAVRAO NIRANJAN a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na SHR RNUKA SAO PAULO PARTICIPACOS LTA.. Processo: /203-47, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: RYOICHI YONMURA a exercer concomitantemente o cargo de iretor Vice-Presidente na SONAR SRVICOS RANQUIAS S.A.. Processo: /203-72, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: KIYOSHI IMAGAWA a exercer concomitantemente o cargo de iretor de Relacionamento com a Acionista na SONAR SRVICOS RANQUIAS S.A. Processo: /203-4, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: ANA MARIA MACHAO RNANS a exercer concomitantemente o cargo de Presidente do Conselho de Administração na MPRSA NRGIA CA- CHOIRA CALIRAO S.A.. Processo: /203-86, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: LUIS MIGUL TORRS RNAMBUCO a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na GLM BRASIL CONTUOS AUIOVISUAIS LTA.. Processo: /203-44, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: CHRISTOPH JAN RI- VIR a exercer concomitantemente o cargo de iretor na MAL- TRIA O VAL LTA.. Processo: /203-6, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: CHRISTOPH JAN RI- VIR a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na LC AMINISTRACAO PARTICIPACOS LTA.. Processo: /203-3, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: SHIGRU MATSUYAMA a exercer concomitantemente o cargo de iretor Administrativo e inanceiro na UJITSU BRASIL SRVICOS LTA. Processo: /203-60, anteriormente autorizado através do Processo: /
88 88 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: TOMAS R SALAZAR a exercer concomitantemente o cargo de iretor xecutivo na HO- RIZON I PARTICIPACOS LTA. Processo: /203-0, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: NIL HPWORTH a exercer concomitantemente o cargo de iretor de Operações na MINRA- CAO APONA S.A.. Processo: /203-3, anteriormente autorizado através do Processo: / O Coordenador Geral de Imigração - Substituto no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: SATOSHI KAWAA a exercer concomitantemente o cargo de iretor na TOSHIBA INRAS- TRUTURA AMRICA O SUL LTA. Processo: /203-9, anteriormente autorizado através do Processo: / ALO CÂNIO COSTA ILHO CONSLHO NACIONAL CONOMIA SOLIÁRIA COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS RSOLUÇÃO N o - 5, 9 JUNHO 203 ispõe sobre a convocação da 3ª Conferência Nacional de conomia Solidária e dá outras providências. O CONSLHO NACIONAL CONOMIA SOLIÀ- RIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso I da Constituição ederal, o art. 27 da Lei nº 0.683, de 28 de maio de 2003 e o ecreto nº 58, de 2 de junho de 2006, resolve: Art. º Convocar a 3ª Conferência Nacional de conomia Solidária (III CONAS), que terá como tema: "Construindo um Plano Nacional da conomia Solidária para promover o direito de produzir e viver de forma associativa e sustentável". Art. 2º A III CONAS terá as seguintes finalidades: I - realizar um balanço sobre os avanços, limites e desafios da conomia Solidária considerando as deliberações das Conferências Nacionais de conomia Solidária; II - promover o debate sobre o processo de integração das ações de apoio a economia solidária fomentadas pelos governos e pela sociedade civil; III - elaborar planos municipais, territoriais e estaduais de economia solidária; e IV - elaborar um Plano Nacional de conomia Solidária contendo visão de futuro, diagnóstico, eixos estratégicos de ação; programas e projetos estratégicos e modelo de gestão para o fortalecimento da economia solidária no país. Art. 3º A III CONAS realizar-se-á em Brasília - istrito ederal, no período de 26 a 29 de novembro de 204. Art. 4º ica instituída a Comissão Organizadora da III CO- NAS, com as seguintes atribuições: I - coordenar, supervisionar e promover a realização da 3ª Conferência Nacional de conomia Solidária atendendo aos aspectos técnicos, políticos e administrativos; II - elaborar regulamento geral da Conferência Nacional e regimento para a Plenária; III - elaborar documentos de referencia, metodologia e programação; IV - promover a sistematização da redação do ocumento inal da III CONAS; V- mobilizar e articular a participação dos mpreendimentos conômicos Solidários, suas organizações, governos, parlamentares, entidades, organizações da sociedade civil e movimentos sociais nas Conferências preparatórias e na Conferência Nacional; VI - promover estratégias de captação de recursos e viabilização da infraestrutura necessária para a realização da Conferência; VII - elaborar proposta de divulgação e a estratégia de comunicação; e VIII- constituir subcomissões de trabalho para auxiliar na execução de suas atribuições. Art. 5º A Comissão Organizadora da III CONAS terá a seguinte composição: I - um representante da Secretaria Nacional de conomia Solidária - MT/SNAS; II - um representante Rede de Gestores de Políticas Públicas de conomia Solidária; III - um representante do órum dos Secretários staduais do Trabalho - ONST; IV - um representante da Cáritas Brasileira; V - um representante Agência de esenvolvimento Solidário da Central Única dos Trabalhadores - AS/CUT; VI - um representante da Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares - ITCP's; VII - um representante da Associação Nacional de Cooperativas de Crédito e conomia Solidária - ANCOSOL; VIII - um representante da União Nacional de Cooperativas da Agricultura amiliar e conomia Solidária - UNICAS; IX - um representante da União e Solidariedade das Cooperativas e mpreendimentos de conomia Social do Brasil - UNI- SOL; X - um representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis - MNCR; e pelo código XI - três representantes de mpreendimentos do órum Brasileiro de conomia Solidária- BS. Art. 6º ica delegada competência à Secretaria Nacional de conomia Solidária para coordenar, supervisionar e auxiliar os trabalhos da Comissão Organizadora da III CONAS e dar encaminhamento a suas resoluções, atendendo aos aspectos técnicos, políticos e administrativos. Art. 7º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MANOL IAS Presidente do Conselho CONSLHO CURAOR O UNO GARANTIA O TMPO SRVIÇO RSOLUÇÃO Nº 79, 2 JULHO 203 Aprova o Relatório de Gestão do GTS, referente ao exercício de 202, a ser apresentado ao TCU a título de prestação de contas. O CONSLHO CURAOR O UNO GARANTIA O TMPO SRVIÇO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso IV do art. 5º da Lei nº 8.036, de de maio de 990, e o inciso IV do art. 64 do Regulamento Consolidado do GTS, aprovado pelo ecreto nº , de 8 de novembro de 990, e Considerando que o Relatório de Gestão do GTS, elaborado pelas Unidades Jurisdicionadas e apresentado pelo Gestor da Aplicação, Ministério das Cidades, conforme o disposto no inciso V do art. 6º da Lei nº 8.036, de 990, regulamentado pelo inciso IX do art. 66 do ecreto nº , de 990, encontra-se em conformidade com a Instrução Normativa nº 63, de º de setembro de 200, e com as ecisões Normativas nºs 9, de 8 de janeiro de 202, e 24, de 5 de dezembro de 202, e a Portaria nº 50, de 3 de julho de 202, todas do Tribunal de Contas da União (TCU); Considerando que foram adotadas providências para atender as recomendações e determinações dos órgãos de controle, as quais foram acompanhadas e avaliadas pelo Grupo Técnico criado pela Resolução nº 692, de 24 de julho de 202, conforme consignado no Relatório de Gestão; e Considerando que as demonstrações financeiras e contábeis, de acordo com os pareceres da PriceWaterhouseCoopers - Auditores Independentes e dos Conselhos iscal e de Administração da Caixa conômica ederal (CAIXA), apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do GTS em 3 de dezembro de 202, o desempenho das operações, as mutações do patrimônio líquido e o fluxo de caixa do exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis ao undo, resolve: Art. º ica aprovado o Relatório de Gestão do GTS, referente ao exercício de 202, a ser apresentado ao Tribunal de Contas da União (TCU) a título de prestação de contas. Art. 2º O Grupo de Apoio Permanente (GAP) deverá acompanhar o cumprimento das recomendações ou determinações que vierem a ser efetuadas pela Secretaria ederal de Controle Interno da Controladoria-Geral da União (SC/CGU) e pelo TCU, devendo, para isso, designar grupo de trabalho específico. Art. 3º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MANOL IAS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 720, 2 JULHO 203 Aprova a criação de grupo de trabalho para reavaliação da taxa de administração paga ao Agente Operador. O CONSLHO CURAOR O UNO GARANTIA O TMPO SRVIÇO, no uso da competência que lhe atribuem os incisos X do art. 5º da Lei nº 8.036, de de maio de 990, e VII do art. 64 do ecreto nº , de 8 de novembro de 990, e Considerando questionamentos da Controladoria Geral da União (CGU) a respeito da metodologia de cálculo da Taxa de Administração paga ao Agente Operador, de que trata a Resolução nº 570, de 26 de agosto de 2008; e Considerando ser oportuna a reavaliação da referida metodologia, adotada desde 2008, resolve: Art. º Criar grupo de trabalho, com o objetivo de reavaliar a Taxa de Administração definida na Resolução nº 570, de 26 de agosto de 2008, e submeter os resultados a este Conselho até a primeira reunião ordinária de 204, composto por representantes titular e suplente dos seguintes órgãos e entidades: I - Ministério da azenda; II - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; III - Central Única dos Trabalhadores; IV - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil; V - Confederação Nacional do Sistema inanceiro; e VI - Confederação Nacional da Indústria. Parágrafo único. Caberá à Secretaria-xecutiva do Conselho Curador do GTS a coordenação dos trabalhos do Grupo. Art. 2º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MANOL IAS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 72, 2 JULHO 203 Aprova o Relatório de Gestão do I-GTS, referente ao exercício de 202, a ser apresentado ao TCU a título de prestação de contas anual. O CONSLHO CURAOR O UNO GARANTIA O TMPO SRVIÇO, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos IV e XIII do art. 5º da Lei nº 8.036, de de maio de 990, e o inciso IV do art. 64 do Regulamento Consolidado do GTS, aprovado pelo ecreto nº , de 8 de novembro de 990, e Considerando que foi apresentada pela PricewaterhouseCoopers - Auditores Independentes ressalva referente ao valor contábil de ações de uma das empresas investidas; e Considerando que a PricewaterhouseCoopers - Auditores Independentes considerou que, exceto pelos possíveis efeitos decorrentes da dificuldade de confirmar o saldo do referido ativo, as emonstrações inanceiras do I-GTS apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do undo de Investimento do undo de Garantia do Tempo de Serviço (I-GTS) em 3 de dezembro de 202 e o desempenho de suas operações do exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis ao I-GTS, resolve: Art. º ica aprovado o Relatório de Gestão do undo de Investimento do undo de Garantia do Tempo de Serviço (I-GTS), referente ao exercício 202, a ser apresentado ao Tribunal de Contas da União (TCU) a título de prestação de contas anual, nele inclusas as emonstrações inanceiras do I-GTS, relativas ao exercício findo em 3 de dezembro de 202. Art. 2º O Grupo de Apoio Permanente (GAP) deverá acompanhar o cumprimento das recomendações ou determinações que vierem a ser efetuadas pela Secretaria ederal de Controle Interno da Controladoria-Geral da União (SC/CGU) e pelo TCU, devendo, para isso, designar grupo de trabalho específico. Art. 3º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MANOL IAS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 722, 2 JULHO 203 Altera os subitens 3.. e 3..2 do Anexo da Resolução nº 567, de 25 de junho de 2008, que aprova o Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana - Pró-Transporte. O CONSLHO CURAOR O UNO GARANTIA O TMPO SRVIÇO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso I do art. 5º da Lei nº 8.036, de de maio de 990, e o inciso I do art. 64 do Regulamento Consolidado do GTS, aprovado pelo ecreto nº , de 8 de novembro de 990, e Considerando o disposto no inciso IX, art. 6º, da Lei nº 8.666, de 2 de junho de 993, resolve: Art. º A alínea "g" do subitem 3.. do Anexo da Resolução nº 567, de 25 de junho de 2008, passa a vigorar com a seguinte redação: "g) projetos básicos (incluídos estudos e projetos de concepção) e executivos para o empreendimento, desde que incluídos no escopo da proposta de implementação." Art. 2º A alínea "f" do subitem 3..2 do Anexo da Resolução nº 567, de 2008, passa a vigorar com a seguinte redação: "f) projetos básicos (incluídos estudos e projetos de concepção) e executivos para o empreendimento, desde que incluídos no escopo da proposta de implementação." Art. 3º sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MANOL IAS Presidente do Conselho SCRTARIA RLAÇÕS O TRABALHO SPACHO O SCRTÁRIO m 8 de julho de 203 eferimento de Registro Sindical por ecisão Judicial Tendo em vista o trânsito em julgado de decisão judicial exarada nos autos do processo nº , tramitado no Tribunal Superior do Trabalho, o Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e mprego, no uso de suas atribuições legais, com fundamento na Portaria Ministerial nº 326/203, resolve RIR o registro sindical em favor do Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares do Vale do Taquari - RS, entidade sindical inscrita no CNPJ sob o nº /000-20, processo nº / , para representar a categoria profissional dos empregados em empresas no comércio hoteleiro, bares, restaurantes e similares, na base territorial intermunicipal de Anta Gorda, Arroio do Meio, Bom Retiro do Sul, Boqueirão do Leão, Capitão, Colinas, Cruzeiro do Sul, ncantado, strela, orquetinha, Ilópolis, Imigrante, Lajeado, Mato Leitão, Muçum, Nova Bréscia, Pouso Novo, Progresso, Putinga, Relvado, Roca Sales, Santa Clara do Sul, Sério, Teutônia, Travesseiro e Westfalia (RS). Ademais, resolve, por conseguinte, PRÉ-ANOTAR no registro do Sindicato dos mpregados no Comércio Hoteleiro, Bares, Restaurantes e Similares de Montenegro - RS, CNPJ /000-27, processo nº /98-74, a exclusão dos municípios de strela e Lajeado de sua base territorial, tudo nos termos do art.30 da Portaria 326, de º de março 203, lançando as respectivas informações junto ao Cadastro Nacional das ntidades Sindicais - CNS MANOL MSSIAS NASCIMNTO MLO
89 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Ministério dos Transportes SCRTARIA XCUTIVA SUBSCRTARIA ASSUNTOS A M I N I S T R AT I V O S PORTARIA Nº 42, 5 JULHO 203 O SUBSCRTÁRIO ASSUNTOS AMINISTRATI- VOS O MINISTÉRIO OS TRANSPORTS, no uso das atribuições legais, e da subdelegação de competência conferida pela Portaria/S-MT nº 28, de 5/0/200, publicada no iário Oficial da União nº 92, de 6/0/200, com vistas ao atendimento das disposições contidas no parágrafo 2, inciso I do artigo 7º da Lei nº 8.666/93, de 2/6/993, resolve: Art. º Subdelegar às autoridades abaixo relacionadas, competência para aprovar projetos básicos, termos de referências e anexos aos pedidos de aquisição de processos licitatórios, relacionados com as respectivas Unidades sob seus comandos: I - Chefe da Assessoria Parlamentar; II - Chefe da Assessoria de Comunicação Social; III - Chefe da Assessoria Administrativa; IV - Chefe da Assessoria Internacional; V - Chefe da Assessoria de ventos e Cerimonial; VI - Chefe da Assessoria Socioambiental; VII - Chefe de Gabinete da Secretaria-xecutiva; VIII - Consultor Jurídico; IX - Subsecretária de Planejamento e Orçamento; X - Secretário de Política Nacional de Transportes; XI - Secretário de Gestão dos Programas de Transportes; XII - Secretário de omento para Ações de Transportes; XIII - Coordenador-Geral de Recursos Logísticos; XIV - Coordenador-Geral de Gestão de Pessoas XV - Coordenador-Geral de Tecnologia da Informação; XVI - Coordenador-Geral de Modernização e Organização. Art. 2º A presente subdelegação é extensiva aos seus respectivos substitutos. Art. 3º ica revogada a Portaria/SAA-MT nº 449, de 8/0/202, publicada no iário Oficial da União nº 203, de 9/0/202. Art. 4º sta Portaria entra em vigor na data da sua assinatura. MOACYR ROBRTO LIMA AGÊNCIA NACIONAL TRANSPORTS TRRSTRS IRTORIA COLGIAA RTIICAÇÃO Na eliberação nº 29, de , publicada no OU nº 25, de 2.7.3, Seção, pág. 67, onde se lê: "LIBRAÇÃO Nº 29, 26 JUNHO 203"; leia-se: "LIBRAÇÃO Nº 40, 26 JUNHO 203." SUPRINTNÊNCIA XPLORAÇÃO INRASTRUTURA ROOVIÁRIA PORTARIA Nº 09, 5 JULHO 203 A de xploração da Infraestrutura Rodoviária, da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, no uso de suas atribuições e em conformidade com a eliberação n.º 57/0, de 2 de maio de 200, fundamentada no que consta do Processo n.º /203-93, resolve: Art. º Autorizar a implantação de rede de transmissão de energia elétrica na faixa de domínio da Rodovia BR-324/BA, por meio de travessia no km m, em Simões ilho/ba, de interesse da COLBA - Companhia de letricidade do stado da Bahia. Art. 2º Na implantação e conservação da referida rede de transmissão de energia elétrica, a COLBA deverá observar as medidas de segurança recomendadas pela ViaBahia Concessionária de Rodovias S/A, responsabilizando-se por danos ou interferências com redes não cadastradas e preservando a integridade de todos os elementos constituintes da Rodovia. Art. 3º A COLBA não poderá iniciar a implantação da rede de transmissão de energia elétrica objeto desta Portaria antes de assinar, com a ViaBahia, o Contrato de Permissão special de Uso, referente às obrigações especificadas, e sem apresentar a licença ambiental, se necessária. Art. 4º A ViaBahia deverá encaminhar, à Unidade Regional da Bahia - URBA, uma das vias do Contrato de Permissão special de Uso, tão logo seja assinado pelas partes. Art. 5º A COLBA assumirá todo o ônus relativo à implantação, à manutenção e ao eventual remanejamento dessa rede de transmissão de energia elétrica, responsabilizando-se por eventuais problemas decorrentes da mesma e que venham a afetar a Rodovia. Art. 6º A COLBA deverá concluir a obra de implantação da rede de transmissão de energia elétrica no prazo de 06 (seis) dias após a assinatura do Contrato de Permissão special de Uso. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código º Caso a COLBA verifique a impossibilidade de conclusão da obra de implantação da rede de transmissão de energia elétrica no prazo estabelecido no caput, deverá solicitar à ViaBahia sua prorrogação, por período não superior ao prazo original, devendo fazê-lo antes do esgotamento do mesmo, a fim de que ser analisado o pedido e emitida a autorização. 2º Se a solicitação de prorrogação de prazo for recebida pela ANTT após o esgotamento do prazo original, caberá apenas a concessão de um novo prazo. Art. 7º Caberá à ViaBahia acompanhar e fiscalizar a execução do projeto executivo por ela aprovado e manter o cadastro referente à rede de transmissão de energia elétrica. Art. 8º A COLBA deverá apresentar, à URBA e à Via- Bahia, o projeto as built, em meio digital (CA) referenciado aos marcos topográficos da Rodovia. Art. 9º A autorização concedida por meio desta Portaria tem caráter precário, podendo ser revogada, anulada ou cassada a qualquer tempo, de acordo com critérios de conveniência e oportunidade da A N T T. Parágrafo único. A COLBA abstém-se de cobrar qualquer tipo de indenização em razão da revogação, anulação ou cassação da autorização, bem como reembolso em virtude dos custos com as obras executadas. Art. 0. sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. VIVIAN SS PORTARIA Nº 0, 5 JULHO 203 A de xploração da Infraestrutura Rodoviária, da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, no uso de suas atribuições e em conformidade com a eliberação n.º 57/0, de 2 de maio de 200, fundamentada no que consta do Processo n.º /203-2, resolve: Art. º Autorizar a implantação de rede de abastecimento de água na faixa de domínio da Rodovia Santos umont, BR-6/BA, por meio de travessia no km m, em eira de Santana/BA, de interesse da Alphaville Urbanismo S/A. Art. 2º Na implantação e conservação da referida rede de abastecimento de água, a Alphaville deverá observar as medidas de segurança recomendadas pela ViaBahia Concessionária de Rodovias S/A, responsabilizando-se por danos ou interferências com redes não cadastradas e preservando a integridade de todos os elementos constituintes da Rodovia. Art. 3º A Alphaville não poderá iniciar a implantação da rede de abastecimento de água objeto desta Portaria antes de assinar, com a ViaBahia, o Contrato de Permissão special de Uso referente às obrigações especificadas e sem apresentar a licença ambiental, se necessária. Art. 4º A ViaBahia deverá encaminhar, à Unidade Regional da Bahia - URBA, uma das vias do Contrato de Permissão special de Uso, tão logo seja assinado pelas partes. Art. 5º A Alphaville assumirá todo o ônus relativo à implantação, à manutenção e ao eventual remanejamento dessa rede de abastecimento de água, responsabilizando-se por eventuais problemas decorrentes da mesma e que venham a afetar a Rodovia. Art. 6º A Alphaville deverá concluir a obra de implantação da rede de abastecimento de água no prazo de 55 (cinquenta e cinco) dias após a assinatura do Contrato de Permissão special de Uso. º Caso a Alphaville verifique a impossibilidade de conclusão da obra de implantação da rede de abastecimento de água no prazo estabelecido no caput, deverá solicitar à ViaBahia sua prorrogação, por período não superior ao prazo original, devendo fazê-lo antes do esgotamento do mesmo, a fim de que ser analisado o pedido e emitida a autorização. 2º Se a solicitação de prorrogação de prazo for recebida pela ANTT após o esgotamento do prazo original, caberá apenas a concessão de um novo prazo. Art. 7º Caberá à ViaBahia acompanhar e fiscalizar a execução do projeto executivo por ela aprovado e manter o cadastro referente à rede de abastecimento de água. Art. 8º A Alphaville deverá apresentar, à URBA e à Via- Bahia, o projeto as built, em meio digital (CA) referenciado aos marcos topográficos da Rodovia. Art. 9º A implantação de rede de abastecimento de água por meio de travessia autorizada resultará em receita extraordinária anual para a Concessionária no valor de R$.30,30 (um mil, trezentos e um reais e trinta centavos), calculado conforme Resolução ANTT n.º 2.552/2008, que determina também o reajuste anual com base no IPCA. Art. 0. A autorização concedida por meio desta Portaria tem caráter precário, podendo ser revogada, anulada ou cassada a qualquer tempo, de acordo com critérios de conveniência e oportunidade da A N T T. Parágrafo único. A Alphaville abstém-se de cobrar qualquer tipo de indenização em razão da revogação, anulação ou cassação da autorização, bem como reembolso em virtude dos custos com as obras executadas. Art.. sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. VIVIAN SS SUPRINTNÊNCIA SRVIÇOS TRANSPORTS PASSAGIROS PORTARIA Nº 446, 5 JULHO 203 A SUPRINTNNT SRVIÇOS TRANSPOR- T PASSAGIROS A AGÊNCIA NACIONAL TRANS- PORTS TRRSTRS - ANTT, no uso de suas atribuições e fundamentada no Processo nº /89-8, resolve: Art. º Indeferir o requerimento da empresa Viação Águia Branca S/A. de implantação de seções no serviço Vitória (S) - Manhumirim (MG), prefixo nº Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SONIA RORIGUS HAA Conselho Nacional do Ministério Público. RSOLUÇÃO Nº 96, 2 MAIO 203 Altera a Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, que dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento e dá outras providências. O CONSLHO NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício da competência prevista no art. 30-A, 2º, inciso I, da Constituição ederal, e com arrimo nos artigos 47 e seguintes de seu Regimento Interno; CONSIRANO a decisão plenária proferida na 6ª Sessão Ordinária, realizada em 2 de maio de 203 no Procedimento n /203-9, bem como a aprovação do tema na reunião do CNCG - Conselho Nacional dos Corregedores-Gerais, ocorrida em 2 de maio do corrente; CONSIRANO a contínua modificação da realidade em que inseridos os serviços de acolhimento institucional e programas de acolhimento familiar de crianças e adolescentes vítimas de negligência, violência e abandono, a impor constantes adequações dos parâmetros de avaliação e fiscalização pelos membros do Ministério Publico; CONSIRANO o desenvolvimento de sistema informatizado no âmbito deste Conselho Nacional, a permitir o preenchimento eletrônico e a remessa automática dos relatórios de inspeção ao CNMP, com a consequente criação de banco de dados para o armazenamento e o gerenciamento de informações sobre os resultados das inspeções; e CONSIRANO a necessidade de racionalização das atividades de inspeção, de forma a garantir sua plena efetividade, sem prejuízo das demais atividades sob a responsabilidade dos membros do Ministério Público, resolve: Art. º. O caput do artigo º da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. º. O membro do Ministério Público com atribuição em matéria de infância e juventude não-infracional deve inspecionar pessoalmente os serviços de acolhimento institucional e programas de acolhimento familiar sob sua responsabilidade. Art. 2º. O º do artigo º da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: º. Ressalvada a necessidade de comparecimento do membro do Ministério Público ao serviço ou programa de acolhimento em período inferior, e considerados os índices populacionais oficiais divulgados pelo IBG, a periodicidade da inspeção será: a) trimestral, para Municípios com população igual ou inferior a milhão de habitantes, adotando-se os meses de março, junho, setembro e dezembro; b) quadrimestral para Municípios com população superior a milhão de habitantes e igual ou inferior a 5 milhões de habitantes, adotando-se os meses de março, julho e novembro para as visitas; e c) semestral para Municípios com população superior a 5 milhões de habitantes, adotando-se os meses de março e setembro para as visitas. Art. 3º. O artigo º da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar acrescido do seguinte º-A: º-A m quaisquer casos previstos no parágrafo anterior, a inspeção a ser realizada no mês de março, denominada "inspeção anual", observará critérios de maior extensão na avaliação dos serviços de acolhimento institucional e programas de acolhimento fam i l i a r. Art. 4º. O artigo 2º da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 2º. As condições dos serviços de acolhimento insitucional e dos programas de acolhimento familiar em execução, verificadas durante as inspeções trimestrais, quadrimestrais ou semestrais e anual, ou realizadas em período inferior, caso necessário, devem ser objeto de relatório a ser enviado à validação da Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público, mediante sistema informatizado disponível no sítio do CNMP, até o dia 5 (quinze) do mês subsequente, no qual serão registradas as providências tomadas para a promoção do adequado funcionamento, sejam judiciais ou administrativas.
90 90 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 º. O relatório será elaborado diretamente no sistema informatizado, disponível no sítio do CNMP, mediante o preenchimento de formulário padronizado, que conterá dados sobre: I. regularização dos serviços de acolhimento institucional e dos programas de acolhimento familiar, com os necessários registros e inscrições perante o Conselho Municipal dos ireitos da Criança e do Adolescente (CMCA); II. adequação das instalações físicas, recursos humanos, número de crianças e adolescentes em acolhimento e programa de atendimento, em conformidade com o disposto no statuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90), nas orientações técnicas expedidas pelo CONANA e na normatização do Sistema Único de Assistência Social (SUAS); III. perfil das crianças e adolescentes em acolhimento, periodicidade da visitação recebida, quando se encontrarem em serviços de acolhimento institucional, e observância aos seus direitos fundamentais, preconizados na Constituição ederal e no statuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90); IV. escolarização das crianças e adolescentes em acolhimento, com a matrícula e frequência em instituição de ensino obrigatórias; V. acesso das crianças e adolescentes em acolhimento a atendimento nas redes municipais e estadual de saúde; VI. participação de crianças e adolescentes em acolhimento na vida comunitária, com a previsão de atividades externas às unidades; VII. adoção das medidas administrativas e judiciais pelos membros do Ministério Público para a efetiva garantia do direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento e adequação dos serviços e programas desenvolvidos à legislação vigente; VIII. considerações gerais e outros dados reputados relevantes. 2º a inspeção anual, sempre no mês de março, deverá resultar a apresentação de relatório, no prazo previsto no caput deste artigo, com maior detalhamento das condições antes referidas, mediante o preenchimento de formulário específico a ser acessado e enviado à validação da respectiva Corregedoria-Geral, através do mesmo sistema informatizado. 3º Os prazos que se encerrarem em sábado, domingo ou feriado ficarão prorrogados para o primeiro dia útil subsequente. Art. 5º. O artigo 2º da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar acrescido do seguinte 4º: 4º Caberá às Corregedorias-Gerais, além do controle periódico das inspeções realizadas em cada unidade, o envio dos relatórios validados à Comissão da Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público até o último dia útil do mês subsequente às inspeções, mediante acesso ao mesmo sistema informatizado. Art. 6º. ica acrescentado o art. 2º-A à Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, com a seguinte redação: Art. 2º-A. Ato normativo da Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público poderá prever hipótese de dispensa das inspeções trimestrais e quadrimestrais nos serviços de acolhimento institucional e programas de acolhimento familiar, desde que atendidos critérios objetivos quanto ao respectivo funcionamento. º. Ao definir os critérios objetivos por ato normativo próprio, a Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público deverá prever, dentre outros fatores que tenham em consideração circunstâncias específicas locais: a) a inexistência de excesso de ocupação; b) a inexistência de crianças e adolescentes em serviço acolhimento institucional ou programa de acolhimento familiar sem autorização judicial; c) a inclusão das crianças e adolescentes acolhidos no ensino regular ou em programa de ensino com proposta curricular adequada; d) a inocorrência de descumprimento do disposto no art. 9, º, do CA, constatada na última inspeção realizada. 2º. A dispensa prevista neste artigo deverá ser registrada pela Corregedoria-Geral de forma individual para cada serviço ou programa sujeito a inspeção nos termos desta Resolução. 3º. A eventual dispensa, nos termos previstos neste artigo, não isentará o membro da realização da inspeção anual, no mês de março, e de uma inspeção semestral, no mês de setembro, cujos formulários serão enviados à validação e remetidos ao CNMP nos prazos previstos no artigo anterior. 4º. A Corregedoria-Geral de cada unidade do Ministério Público terá amplo acesso ao sistema informatizado, visualizando os relatórios de fiscalização já enviados à sua validação, remetendo-os ao CNMP, quando validados, e tomando conhecimento das eventuais ausências de remessa, de forma a viabilizar o controle do adequado e tempestivo cumprimento da presente Resolução. 5º. As Coordenadorias de Apoio Operacional da Infância e Juventude, ou órgão equivalente, terão acesso aos dados que forem registrados no sistema informatizado, relativos ao respectivo stado. Art. 7º. O artigo 3 da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 3. A aprovação das futuras modificações do conteúdo dos formulários que padronizam os relatórios das inspeções será de atribuição da Comissão da Infância e Juventude, que promoverá as respectivas adequações, sempre que necessárias à realidade da atividade fiscalizatória dos serviços e programas de convivência familiar e comunitária. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código Art. 8º. Revogam-se os artigos 5 e 6-A da Resolução nº 7, de 5 de junho de 20. Art. 9º. sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 97, 2 MAIO 203 Altera a Resolução nº 67, de 6 de março de 20, que dispõe sobre a uniformização das fiscalizações em unidades para cumprimento de medidas socioeducativas de internação e de semiliberdade pelos membros do Ministério Público e sobre a situação dos adolescentes que se encontrem privados de liberdade em cadeias públicas. O CONSLHO NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições conferidas pelo artigo 30-A, 2º, inciso I, da Constituição ederal, e com arrimo nos artigos 47 e seguintes de seu Regimento Interno; CONSIRANO a decisão plenária proferida na 6ª Sessão Ordinária, realizada em 2 de maio de 203 no Procedimento n /203-66, bem como a aprovação do tema na reunião do CNCG - Conselho Nacional dos Corregedores-Gerais, ocorrida em 2 de maio do corrente; CONSIRANO a contínua modificação da realidade em que inseridos os adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, a impor constantes adequações dos parâmetros de avaliação e fiscalização das unidades socioeducativas de internação e semiliberdade pelos membros do Ministério Público; CONSIRANO o desenvolvimento de sistema informatizado no âmbito deste Conselho Nacional, a permitir o preenchimento eletrônico e a remessa automática dos formulários de inspeção ao CNMP, com a consequente criação de banco de dados para o armazenamento e o gerenciamento de informações sobre os resultados das inspeções nas unidades socioeducativas de internação e semiliberdade de adolescentes; CONSIRANO a necessidade de racionalização das atividades de inspeção, de forma a garantir sua plena efetividade, sem prejuízo das demais atividades sob a responsabilidade dos membros do Ministério Público, resolve: Art. º. O artigo º da Resolução nº 67, de 6 de março de 20, passa a vigorar acrescido do seguinte 4º: 4º A inspeção anual deverá ser realizada sempre no mês de março, enquanto as inspeções bimestrais deverão ser realizadas nos meses de janeiro, maio, julho, setembro e novembro. Art. 2º. O artigo 2º da Resolução nº 67, de 6 de março de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 2º. As condições das unidades socioeducativas de internação e semiliberdade em execução, verificadas durante as inspeções bimestrais e anual, ou realizadas em período inferior, caso necessário, devem ser objeto de relatório a ser enviado à validação da Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público, mediante sistema informatizado disponível no sítio do CNMP, até o dia 5 (quinze) do mês subsequente, no qual serão registradas as providências tomadas para a promoção do adequado funcionamento, sejam judiciais ou administrativas. º. O relatório será elaborado diretamente no sistema informatizado, disponível no sítio do CNMP, mediante o preenchimento de formulário padronizado, que conterá dados sobre: I. classificação, instalações físicas, recursos humanos, capacidade e ocupação da unidade inspecionada; II. perfil dos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, assistência, atividades pedagógicas e educacionais e observância dos direitos fundamentais dos socioeducandos; III. medidas administrativas e judiciais adotadas para a promoção do funcionamento adequado da unidade socioeducativa; IV. considerações gerais e outros dados reputados relevantes. 2º. a inspeção anual, sempre no mês de março, deverá resultar a apresentação de relatório, no prazo previsto no caput deste artigo, com maior detalhamento das condições antes referidas, mediante o preenchimento de formulário específico a ser acessado e enviado à validação da respectiva Corregedoria-Geral, através do mesmo sistema informatizado. 3º Os prazos que se encerrarem em sábado, domingo ou feriado ficarão prorrogados para o primeiro dia útil subsequente. Art. 3º. O artigo 2º da Resolução nº 67, de 6 de março de 20, passa a vigorar acrescido do seguinte 4º: 4º Caberá às Corregedorias-Gerais, além do controle periódico das inspeções realizadas em cada unidade, o envio dos relatórios validados à Comissão da Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público até o último dia útil do mês subsequente às inspeções, mediante acesso ao mesmo sistema informatizado. Art. 4º. ica acrescentado o art. 2º-A à Resolução nº 67, de 6 de março de 20, com a seguinte redação: Art. 2º-A. Ato normativo da Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público poderá prever hipótese de dispensa das inspeções bimestrais nas unidades socioeducativas de internação e semiliberdade, desde que atendidos critérios objetivos quanto ao respectivo funcionamento. º. Ao definir os critérios objetivos por ato normativo próprio, a Corregedoria-Geral da respectiva unidade do Ministério Público deverá prever, dentre outros fatores que tenham em consideração circunstâncias específicas locais: a) a inocorrência de rebelião nos últimos seis meses; b) a inexistência de excesso de ocupação; c) a inocorrência de registro de tortura ou maus-tratos nos últimos seis meses; d) a oferta de educação, com proposta curricular adequada; e) a inocorrência de descumprimento do disposto no art. 2, 2º do CA, constatada na última inspeção realizada. 2º. A dispensa prevista neste artigo deverá ser registrada pela Corregedoria-Geral de forma individual para cada unidade socioeducativa sujeita a inspeção nos termos desta Resolução. 3º. A eventual dispensa, nos termos previstos neste artigo, não isentará o membro da realização da inspeção anual, no mês de março, e de uma inspeção semestral, no mês de setembro, cujos formulários serão enviados à validação e remetidos ao CNMP nos prazos previstos no artigo anterior. 4º. A Corregedoria-Geral de cada unidade do Ministério Público terá amplo acesso ao sistema informatizado, visualizando os relatórios de fiscalização já enviados à sua validação, remetendo-os ao CNMP, quando validados, e tomando conhecimento das eventuais ausências de remessa, de forma a viabilizar o controle do adequado e tempestivo cumprimento da presente Resolução. 5º. As Coordenadorias de Apoio Operacional da Infância e Juventude, ou órgão equivalente, terão acesso aos dados que forem registrados no sistema informatizados, relativos ao respectivo stado. Art. 5º. O artigo 5º da Resolução nº 67, de 6 de março de 20, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º. A aprovação das futuras modificações do conteúdo dos formulários que padronizam os relatórios das inspeções será de atribuição da Comissão da Infância e Juventude, que promoverá as respectivas adequações, sempre que necessárias à realidade da atividade fiscalizatória dos serviços e programas do sistema socioeducativo. Art. 6º. Revogam-se os artigos 6º e 6º-A da Resolução nº 67, de 6 de março de 20. Art. 7º. sta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 98, 20 JUNHO 203 Altera o artigo 6º da Resolução nº 20/2007. O CONSLHO NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 30-A, parágrafo 2º, inciso I, da Constituição da República, e com arrimo nos artigos 47 e seguintes de seu Regimento Interno, em conformidade com a decisão Plenária tomada na 9ª Sessão Ordinária, realizada em 20/06/203, CONSIRANO o disposto no artigo 27, caput, e artigo 29, incisos I, II e VII, da Constituição da República; CONSIRANO o que dispõem o artigo 9º, da Lei Complementar nº 75, de 20 de maio de 993, e o artigo 80, da Lei nº 8.625, de 2 de fevereiro de 993; CONSIRANO a necessidade de aprimorar a regulamentação e o efetivo exercício do controle externo da atividade policial no âmbito do Ministério Público, almejando maior eficácia e efetividade na salvaguarda dos direitos e garantias do cidadão, no atendimento aos interesses da sociedade, na persecução penal, na proteção do patrimônio público e do cidadão e na repressão aos atos de improbidade administrativa; CONSIRANO a meta da NASP, integrada pelo Conselho Nacional do Ministério Público, Conselho Nacional de Justiça e Ministério da Justiça, visando à erradicação dos presos custodiados em delegacias de polícia; CONSIRANO o que dispôs a Resolução nº 20, de 28 de maio de 2007, resolve: Art. º: O artigo 6º da Resolução nº 20, de 28 de maio de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 6º. Nas visitas de que trata o artigo 4º, inciso I, desta Resolução, o órgão do Ministério Público lavrará relatório respectivo, consignando todas as constatações e ocorrências, bem como eventuais deficiências, irregularidades ou ilegalidades e as medidas requisitadas para saná-las, devendo manter, na promotoria ou procuradoria, cópia em arquivo específico. º O relatório será elaborado mediante o preenchimento de formulário a ser aprovado pela Comissão do Sistema Prisional, Controle xterno da Atividade Policial e Segurança Pública e integrará o anexo desta Resolução. 2º As visitas terão periodicidade mínima semestral, exceto na hipótese do 3º, e o preenchimento do formulário deverá indicar as alterações, inclusões e exclusões procedidas após a última remessa de dados, nos termos do 5º, especialmente aquelas resultantes de iniciativa implementada pelo membro do Ministério Público. 3 Nas delegacias de polícia e estabelecimentos congêneres em que houver presos, as visitas serão mensais. 4º Visitas com objeto e finalidade específicos serão realizadas conforme necessidade ou definição de cada Ministério Público ou da Comissão do Sistema Prisional, Controle xterno da Atividade Policial e Segurança Pública, e com o preenchimento, no que for cabível, do formulário referido no º.
91 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN º O relatório deve ser enviado à Corregedoria Geral do respectivo Ministério Público até o dia 05 do mês seguinte à visita, indicando as providências tomadas para a promoção do adequado funcionamento da unidade visitada, sejam judiciais ou administrativas. 6º A Corregedoria Geral de cada Ministério Público deverá inserir os dados constantes dos relatórios em sistema informatizado a ser criado pela Secretaria de Tecnologia da Informação do Conselho Nacional do Ministério Público, no prazo de 30 (trinta) dias após as suas apresentações. 7º O formulário referido no º não terá conteúdo exaustivo, cabendo ao órgão responsável pelo exercício do controle externo verificar e certificar outras informações, ocorrências e providências referentes à unidade visitada, na forma do artigo 4º desta Resolução. 8º A autoridade diretora ou chefe de repartição policial poderá ser previamente notificada da data ou período da visita, bem como dos procedimentos e ações que serão efetivadas, com vistas a disponibilizar e organizar a documentação a ser averiguada." Art. 2º Os Ministérios Públicos da União e dos stados deverão adequar os procedimentos de controle externo da atividade policial, expedindo os atos necessários ao cumprimento da presente Resolução, no prazo de 90 dias a contar de sua entrada em vigor. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS Presidente do Conselho RSOLUÇÃO Nº 99, 20 JUNHO 203 Incorpora a Comissão Temporária de Acessibilidade à Comissão de Acompanhamento da Atuação do Ministério Público na efesa dos ireitos undamentais, dá nova redação aos artigos 20, 2 e 22 da Resolução CNMP nº 8, de 3 de janeiro de 202 e estabelece como objetivo do Conselho Nacional do Ministério Público a constituição da stratégia Nacional de Acessibilidade. O CONSLHO NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 30-A, parágrafo 2º, incisos I e II, da Constituição da República, e com arrimo nos artigos 30 e 47 e seguintes de seu Regimento Interno, em conformidade com a decisão Plenária tomada na 9ª Sessão Ordinária, realizada em 20/06/203, resolve: Art. º. A Resolução nº 8, de 3 de janeiro de 202, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 20. A Comissão Temporária de Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público passa a integrar a Comissão de Acompanhamento da Atuação do Ministério Público na efesa dos ireitos undamentais, mantendo sua estrutura administrativa. Art. 2. Para fins de cumprimento pelo Ministério Público da União e dos stados dos termos da Resolução CNMP nº 8, de 3 de janeiro de 202, será criado no âmbito da Comissão de Acompanhamento da Atuação do Ministério Público na efesa dos ireitos undamentais, o Núcleo de Atuação special em Acessibilidade, que poderá ser desconstituído quando atingir o fim a que se destina. Art. 22. Todos os ramos do Ministério Público da União e as unidades dos stados que ainda não informaram o endereço das suas edificações, especificando quais se encontram adequadas às normas de acessibilidade e quais devem ser adaptadas, com base no roteiro básico de acessibilidade encaminhado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, devem enviar tais dados, a partir da publicação desta Resolução, ao Núcleo de Atuação special em Acessibilidade, integrante da Comissão de Acompanhamento da Atuação do Ministério Público na efesa dos ireitos undamentais." Art. 2º. O Conselho Nacional do Ministério Público envidará esforços no sentido de constituir a stratégia Nacional de Acessibilidade, com o objetivo de planejar e implementar a coordenação de ações e metas de âmbito nacional em matéria de acessibilidade, para cuja execução haja necessidade de conjugação articulada de esforços das diversas esferas estatais. Art. 3º. sta Resolução entrará em vigor a partir de sua publicação. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS Presidente do Conselho 79, 5 JULHO 203 elega competências ao Secretário Geral do Conselho Nacional do Ministério Público e dá outras providências. O PRSINT O CONSLHO NACIONAL O MI- NISTÉRIO PÚBLICO, com fundamento no art. 30-A da Constituição ederal, na Lei 2.42, de 3 de maio de 20, no art. 2, incisos XV e XXVI do Regimento Interno do CNMP, Resolução nº 92, de 3 de março de 203, resolve: Art. º elegar, ao Secretário-Geral do Conselho Nacional do Ministério Público, as competências descritas no inciso XV, do art. 2, do Regimento Interno do CNMP, para prover, na forma da lei, os cargos do quadro de pessoal do Conselho, nomeando, exonerando, reintegrando, removendo, promovendo ou progredindo servidor. Art. 2º sta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogando-se a Portaria CNMP-PRSI n.º 7/20, de 2 8 / 0 6 / 2 0. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS pelo código , 8 JULHO 203 ispõe sobre a concessão do Auxílio- Transporte no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRSINT O CONSLHO NACIONAL O MI- NISTÉRIO PÚBLICO, no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 30-A, inciso I, da Constituição da República de 988, com fundamento nos artigos e 2, incisos IX e XIV, do Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério Público, e considerando o art. º da Medida Provisória nº de 23 de agosto de 200, resolve: Art. º O Auxílio-Transporte devido aos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público destina-se ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo convencional municipal, distrital ou interestadual, nos deslocamentos de sua residência para os locais de trabalho, excetuadas aquelas realizadas nos deslocamentos em intervalos para repouso ou alimentação, durante a jornada de trabalho. º O Auxílio-Transporte terá caráter indenizatório e será concedido em pecúnia, considerando-se sempre a menor despesa estimada para o percurso. 2º Se o percurso da residência ao trabalho, ainda que parcialmente, não for servido por transporte coletivo convencional, será devido o auxílio de acordo com a despesa atinente ao trecho em que for utilizado outro meio de transporte coletivo. 3º Nas localidades em que houver integração entre meios de transporte coletivos que proporcione redução de despesas, esta será sempre considerada para fins de cálculo do auxílio. 4º A concessão do Auxílio-Transporte interestadual aos servidores limitar-se-á aos deslocamentos dentro da mesma região metropolitana, aglomeração urbana ou microrregião, constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídos, condicionado seu deferimento e manutenção à apresentação mensal da 2ª via dos bilhetes de passagem emitidos pela concessionária de transporte coletivo, excetuado o º mês de concessão do benefício e as linhas que comprovadamente não emitem bilhetes. 5º Para os efeitos desta Portaria, considera-se: I - endereço residencial, aquele registrado nos assentamentos funcionais do servidor; e II - transporte coletivo, o ônibus ou outro meio de transporte similar, desde que devidamente regulamentado, o trem, o metrô, e os transportes marítimos, fluviais e lacustres, desde que revestidos das características de transporte de massa. Art. 2º O Auxílio-Transporte corresponderá ao valor que exceder a 6 % (seis por cento) do vencimento do cargo efetivo ocupado pelo servidor ou da retribuição do cargo em comissão, quando se tratar de servidor que não ocupe cargo efetivo. º Para fins de desconto da porcentagem referida no caput considerar-se-á como base de cálculo o valor do vencimento proporcional a vinte e dois dias. 2º Não fará jus ao Auxílio-Transporte o servidor que: I - realizar despesas com transporte igual ou inferior ao valor estabelecido neste artigo; II - afastar-se da sede de lotação com percepção de diárias; III - tiver à sua disposição transporte próprio ou contratado pela Administração, em trechos e horários compatíveis com a jornada de trabalho; IV - perceber auxílio de natureza semelhante; e V - afastar-se das atribuições do cargo efetivo, salvo se em virtude de: a) cessão em que o ônus da remuneração seja do Conselho Nacional do Ministério Público, sendo o auxílio pago, neste caso, mediante opção em formulário próprio; b) participação em programa de treinamento regularmente instituído; e c) júri e outros serviços obrigatórios por lei. Art. 3º Admitir-se-á a concessão, ao servidor portador de deficiência, de auxílio-transporte decorrente da utilização de meios de transporte coletivos não convencionais ou de veículo próprio, desde que verificada por junta médica oficial ou pela respectiva equipe multiprofissional a dificuldade ou impossibilidade de locomoção por meio de transporte coletivo convencional. Parágrafo único. Considera-se para o cálculo do auxílio do servidor portador de deficiência, quando da utilização de veículo próprio, os valores referentes às despesas com transporte coletivo convencional do trecho residência-trabalho e vice-versa, seguindo a regra do artigo 2º desta Portaria. Art. 4º O Auxílio-Transporte poderá ser concedido a todos os servidores em efetivo exercício no Conselho Nacional do Ministério Público, mediante requerimento firmado em formulário próprio à respectiva área de pessoal, do qual deverá constar: I - valor diário da despesa realizada com transporte coletivo; II - número de dias por semana em que o percurso é realizado; III - endereço residencial constante dos assentamentos funcionais, devendo, ainda, ser anexado comprovante de residência; e IV - percursos e meios de transporte mais adequados e de menor valor, referentes: a) ao seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa; ou b) ao deslocamento trabalho-trabalho, em substituição ao trabalho-residência, nos casos de acumulação lícita de cargos ou empregos públicos, desde que não perceba idêntico auxílio no segundo órgão ou entidade para o referido trecho. º O servidor requisitado apresentará, ainda, declaração de que não recebe auxílio de mesma natureza no órgão de origem e cópia do contracheque emitido pelo órgão de origem, para comprovação do valor do vencimento do cargo efetivo. 2º Havendo alteração dos dados mencionados neste artigo, fica o servidor obrigado a atualizá-los junto à Coordenadoria de Gestão de Pessoas, mediante formulário próprio, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, sob pena de suspensão do pagamento do auxílio e devolução dos valores indevidamente recebidos. 3º Presumir-se-ão verdadeiras as informações constantes da declaração de que trata este artigo, sujeitando-se o servidor à apuração de responsabilidade administrativa, civil e/ou penal, no caso de quaisquer informações falsas. Art. 5º O Auxílio-Transporte não se incorpora ao vencimento ou à remuneração do servidor e não será considerado para fins de incidência de imposto de renda ou de contribuição para o Plano de Seguridade Social. Art. 6º O Auxílio-Transporte será pago com recursos do Conselho Nacional do Ministério Público. Art. 7º Compete à Coordenadoria de Gestão de Pessoas realizar o recadastramento anual para fins de manutenção do Auxílio- Transporte, bem como observar o estabelecido nesta Portaria. Art. 8º Aos responsáveis pelo cadastramento do auxílio cabe observar e fazer prevalecer o meio de transporte menos custoso para a Administração. Art. 9º Caberá ao Secretário-Geral dirimir as dúvidas suscitadas na aplicação do disposto nesta Portaria, sendo os casos omissos decididos pelo Procurador-Geral da República. Art. 0 sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS 98, 8 JULHO 203 Institui programa destinado à prorrogação da licença-maternidade e licença à adotante, no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRSINT O CONSLHO NACIONAL O MI- NISTÉRIO PÚBLICO, no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 30-A, inciso I, da Constituição da República de 988, com fundamento nos artigos e 2, VIII e XIV do Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério Público, e considerando a Lei nº.770, de 9 de setembro de 2008, resolve: Art. º Instituir programa destinado à prorrogação da licençamaternidade e licença à adotante, com o objetivo de promover maior assistência à criança, mediante integral dedicação da mãe ou responsável, servidora ou membro do Conselho Nacional do Ministério Público, aos cuidados essenciais para o fortalecimento dos laços afetivos e para o desenvolvimento infantil. º O programa instituído no caput aplica-se aos membros e servidores do Conselho Nacional do Ministério Público, inclusive às ocupantes de cargo em comissão sem vínculo efetivo com a União. 2º A prorrogação da licença somente será deferida mediante apresentação de requerimento pela interessada, a ser protocolado na Coordenadoria de Gestão de Pessoas-COGP até o final do primeiro mês após o parto ou da obtenção da guarda, mesmo se provisória, ou, ainda, da adoção da criança. 3º O prazo da prorrogação da licença será de 60 (sessenta) dias, com início imediato após a fruição da licença-maternidade ou da licença à adotante. 4º urante o período de prorrogação da licença, a interessada terá direito à remuneração integral. Art. 2º É vedado o exercício de qualquer atividade remunerada, bem como a manutenção da criança em creche ou organização similar, durante o período de prorrogação da licença. Parágrafo único. m caso de descumprimento do disposto no caput deste artigo, a interessada perderá o direito à prorrogação, sem prejuízo da apuração da responsabilidade funcional. Art. 3º Incidirá contribuição previdenciária para os regimes de previdência social sobre o valor pago à servidora pública durante todo o período da licença, inclusive no caso de prorrogação. Art. 4º As despesas decorrentes desta portaria correrão à conta de dotações orçamentária específicas do Conselho Nacional do Ministério Público. Art. 5º Compete ao Secretário-Geral dirimir as dúvidas suscitadas em relação à aplicação das disposições desta Portaria, sendo os casos omissos decididos pelo Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público. Art. 6º sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS PLNÁRIO ACÓRÃO 22 MAIO 203 PROCSSO N / ASSUNTO: PROCIMNTO CONTROL AMINISTRATI- VO RLATOR: CONSLHIRO NACIONAL JARBAS SOARS JÚ- NIOR RQURNT: ASSOCIAÇÃO OS SRVIORS O MINIS- TÉRIO PÚBLICO O STAO O CARÁ - ASSMPC RQURIO: MINISTÉRIO PÚBLICO O STAO O CA- RÁ
92 92 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 INTRSSAOS: MARISSOL ALMIA MNZS MOR- GAO GUSTAVO HNRIQU CANTANHÊ MORGAO MNTA PROCIMNTO CONTROL AMINISTRATI- VO. SRVIORA O TRIBUNAL JUSTIÇA O STAO O CARÁ CIA, SM ACRÉSCIMOS RMUNRATÓRIOS, AO ÓRGÃO CSSIONÁRIO PARA ATUAR M PROMOTORIA A QUAL É TITULAR SU CÔNJUG, MMBRO O MINISTÉRIO PÚBLICO CARNS. ATO AMINISTRATIVO VAO PLA RSOLUÇÃO O CONSLHO NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO Nº 2, 9 JUNHO OBIÊNCIA À O SUPRMO TRIBUNAL RAL QU TR- MINOU A NOTIICAÇÃO PSSOAL OS INTRSSAOS. CONRONTAAS AS TSS APRSNTAAS PLOS INT- RSSAOS, V SR RATIICAO NTNIMNTO JÁ PRORIO POR ST ÓRGÃO. PROCÊNCIA A RPR- SNTAÇÃO PARA TRMINAR QU A SRVIORA SJA VOLVIA AO ÓRGÃO ORIGM.. A cessão de servidora do Tribunal de Justiça do stado do Ceará para o Ministério Público stadual (mesmo sem ônus para o órgão cessionário) contraria o art. º da Resolução CNMP nº 2, e não se conforma com os princípios constitucionais contidos no art. 37, caput, da Carta Magna. 2. O eventual benefício da medida ao bom funcionamento do órgão local do Ministério Público e os bons propósitos do Chefe do Ministério Público do stado do Ceará não são suficientes para afastar a aplicabilidade da Resolução nº 2 deste CNMP. 3. A previsão do art. 226 da Constituição ederal não se revela apto, de per si, para legitimar o ato administrativo de cessão da servidora do Tribunal de Justiça do stado do Ceará. Necessidade de observância dos limites impostos no art. 37 da Constituição ederal, em especial, a previsão constitucional segundo a qual os atos administrativos devem estar pautados pelos princípios da legalidade e da impessoalidade. 4. A posterior notificação pessoal dos interessados para apresentação de suas razões saneou o vício que motivou a suspensão, em sede liminar, dos efeitos da decisão deste Conselho Nacional pelo S T. 5. Novos argumentos confrontados e repelidos. Procedência do presente Procedimento de Controle Administrativo, nos termos da Resolução nº 2 deste CNMP, para que a Procuradoria-Geral de Justiça do stado do Ceará proceda à imediata devolução da servidora ao órgão de origem. ACÓRÃO Vistos, relatados e discutidos os autos, acordam os Conselheiros do Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público, por unanimidade, pela procedência do presente feito nos termos do voto do relator. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS JARBAS SOARS JÚNIOR Relator ACÓRÃO 20 JUNHO 203 PIO PROVIÊNCIAS N.º / RLATOR: CONSLHIRO JARBAS SOARS JÚNIOR RQURIO: MINISTÉRIO PÚBLICO RAL - PROCURA- ORIA A RPÚBLICA NO STAO MINAS GRAIS MNTA PIO PROVIÊNCIAS. ALGAÇÃO SU- POSTAS IRRGULARIAS NO ATNIMNTO PRSTAO AO RQURNT PLA PROCURAORIA A RPÚBLICA NO STAO MINAS GRAIS. XCSSOS COMTIOS P- LO RQURNT. RSTRIÇÃO SU ACSSO ÀS PN- ÊNCIAS A S O MP. INOCORRÊNCIA ABUSO OU ARBITRARIA NAS MIAS TOMAAS PLO PROCU- RAOR-CH. APURAÇÃO OS ATOS PLA CORRGO- RIA ORIGM. IMPROCÊNCIA O PRSNT ITO.. As medidas de restrição do acesso do requerente às dependências da sede do Ministério Público ederal em Minas Gerais, adotadas pelo então Procurador-Chefe da Procuradoria da República, no exercício do seu poder de polícia em sentido amplo, mostraram-se necessárias para coibir o comportamento inadequado e desrespeitoso apresentado pelo requerente para com os servidores do órgão e visava garantir a regularidade dos serviços internos da Procuradoria. 2. O requerente não está impedido de exercer sua cidadania e de ter acesso aos serviços do Ministério Público ederal em Minas Gerais. O chefe dessa unidade do MP, no exercício do seu poderdever de organização do serviço público interno, apenas restringiu o acesso às dependências internas do órgão. 3. O órgão correcional de origem não restou inerte, apurou os fatos e concluiu corretamente que não houve prática de qualquer irregularidade, abuso ou arbitrariedade no atendimento prestado ao requerente ou nas medidas adotadas pelo então Procurador-Chefe. 4. Improcedente o presente Pedido de Providências. ACÓRÃO Vistos, relatados e discutidos os autos, o Conselho Nacional do Ministério Público, por maioria, julgou improcedente o presente Pedido de Providências, nos termos do voto do Relator. JARBAS SOARS JÚNIOR Relator 27 JUNHO 203 PROCSSO: PP Nº / RLATOR: CONSLHIRO MARIO LUIZ BONSAGLIA RQURNT: VALÍVIO ARAÚJO OLIVIRA LUIZA ARLNX UTRA OLIVIRA RQURIO: MINISTÉRIO PÚBLICO O STAO O RIO JANIRO pelo código (...)Ante o exposto, determino o arquivamento do presente Pedido de Providências, com fulcro no art. 43, IX, "c" e "d", do Regimento Interno deste Conselho Nacional. Intime-se. MARIO LUIZ BONSAGLIA Relator SPACHO 5 JULHO 203 PROCSSO N / ASSUNTO: PROCIMNTO CONTROL AMINISTRATI- VO (PCA) RQURNT: MRSON LUÍS NÉ A SILVA OUTROS RQURIO: MINISTÉRIO PÚBLICO O STAO O AMA- PÁ S PA C H O efiro o pedido de cópia digitalizada dos autos, tal como formulado pelo Requerente merson Luís Né da Silva. Abra-se vista dos autos a todos os Requerentes, franqueando-se-lhes o prazo de quinze dias para manifestação. Publique-se. Cumpra-se. ABIANO AUGUSTO MARTINS SILVIRA Relator CORRGORIA NACIONAL O MINISTÉRIO PÚBLICO 27 JUNHO 203 RCLAMAÇÃO ISCIPLINAR Nº /203-2 RCLAMANT: RGINALO RIBIRO A SILVA ILHO AROLO NILTON OS SANTOS RCLAMAO: MMBRO O MINISTÉRIO PÚBLICO O S- TAO A BAHIA ecisão: ( ) Pelas razões acima declinadas, julgo suficiente a atuação correcional empreendida pela instância local e sugiro o arquivamento dos autos, com fulcro no art. 80, parágrafo único, do Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério Público, ante a inexistência de substrato fático hábil a evidenciar a prática de falta funcional. Brasília-, 3 de junho de 203 ANA MARIA VILLA RAL RRIRA RAMOS Auxiliar da Corregedoria Nacional Acolho a manifestação de fls. 374/382, nos termos propostos, cujos fundamentos adoto como razões de decidir, para determinar o arquivamento do presente feito, com fulcro no artigo 30-A, 3º, da Constituição ederal c/c o artigo 80, parágrafo único, do R I C N M P. ê-se ciência ao Plenário, à Corregedoria-Geral de origem, aos reclamantes e à reclamada, nos termos regimentais. Publique-se, Registre-se e Intime-se.. Brasília-, 27 de junho de 203 JRSON LUIZ PRIRA COLHO Corregedor Nacional do Ministério Público Ministério Público da União ATOS O PROCURAOR-GRAL A RPÚBLICA CISÕS 5 JULHO 203 RRÊNCIA:Processo Administrativo nº / INTRSSAO:Lima ngenharia Ltda-M ASSUNTO:Recurso Administrativo Acolhendo a manifestação jurídica da Secretaria-Geral e no uso da atribuição prevista no art. 4º, inc. XXIII, do Regimento Interno do Ministério Público ederal, conheço do pedido de reconsideração interposto pela empresa Lima ngenharia Ltda-M, inscrita no CNPJ nº /000-00, para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo a decisão que aplicou a penalidade de impedimento de licitar e contratar com a União, pelo prazo de ano, nos termos do art. 7º da Lei nº 0.520/2002. Referência:Processo Administrativo nº /203 Processo Administrativo isciplinar nº / Interessado:lias Araújo Cunha Assunto: Recurso Hierárquico em face de decisão prolatada nos autos de Processo Administrativo isciplinar oriundo da Procuradoria da República no stado do Pará. Acolhendo manifestação da Secretaria Geral do Ministério Público ederal, nego provimento ao recurso hierárquico interposto pelo servidor lias Araújo Cunha, Técnico de Apoio specializado/transporte, matrícula nº 404-9, lotado na Procuradoria da República no Pará. RRÊNCIA:Processo Administrativo nº / INTRSSAO:Ministério Público ederal ASSUNTO:escumprimento contratual. Penalidade Administrativa. Acolhendo a manifestação da Secretaria-Geral e no uso da atribuição prevista no art. 4º, inc. XXIV, do Regimento Interno do Ministério Público ederal, conheço do presente recurso hierárquico e nego-lhe provimento, mantendo integralmente a decisão recorrida que aplicou as penalidades de multa e de suspensão temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a PR/RS, pelo prazo de dois anos, à empresa Vigilância Asgarras S/S Ltda, com fundamento no art. 87, incs. II e III, da Lei nº 8.666/993 e na Cláusula écima, alíneas "b" e "c", do Contrato PR/RS nº 2/20. RRÊNCIA:Processo Administrativo nº / INTRSSAA:Vemak Comércio de Móveis para scritório Ltda. ASSUNTO:escumprimento contratual. Penalidade Administrativa. Acolhendo a manifestação da Secretaria-Geral e no uso da atribuição prevista no art. 4º, inc. XXIV, do Regimento Interno do Ministério Público ederal, conheço do presente recurso hierárquico e nego-lhe provimento, mantendo integralmente a decisão recorrida que aplicou as penalidades de multa e de suspensão temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a PR/RS, pelo prazo de dois anos, à empresa Vemak Comércio de Móveis para scritório Ltda., com fundamento no art. 87, incs. II e III, da Lei nº 8.666/993, na Cláusula écima Primeira da Ata de Registro de Preços decorrente do Pregão letrônico PR/RS nº 8/200, bem como do Capítulo XV do dital do referido certame. ROBRTO MONTIRO GURGL SANTOS MINISTÉRIO PÚBLICO RAL PORTARIA Nº 50, 24 JUNHO 203 A PROCURAORA O TRABALHO, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, Considerando o teor dos fatos relatados no procedimento nº N /7-000, instaurado a partir de relatório de fiscalização realizada pelo Ministério do Trabalho e mprego - Gerência Regional em Itaperuna, e encaminhado a esta Procuradoria Regional do Trabalho da ª Região - Procuradoria do Trabalho no Município de Campos dos Goytacazes, para investigar a prática de irregularidades trabalhistas perpetradas por ROCHA COSTA NG- NHARIA LTA., relativas ao meio ambiente do trabalho; Considerando o disposto nos arts. 27 e 29 da Constituição da República, art. 6º, VII e 84, III, da Lei Complementar nº 75/93 e art. 8º, º da Lei nº 7347/85, que atribuem ao Ministério Público do Trabalho a defesa dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis dos trabalhadores, resolve: Instaurar o Inquérito Civil nº /7-302, em face de ROCHA COSTA NGNHARIA LTA. Presidirá o inquérito a Procuradora do Trabalho THAIS BORGS A SILVA, que poderá ser secretariada pelos servidores Carlos duardo Jacintho Lobo e duardo Xavier de Souza, Analistas Processuais. THAIS BORGS A SILVA S C R TA R I A - G R A L 5 JULHO 203 RRÊNCIA:Processo Administrativo nº /202-6 INTRSSAO:Artividade Indústria e Comércio de Móveis Ltda ASSUNTO:Recurso Administrativo Acolhendo a manifestação da Assessoria Jurídica Administrativa desta Secretaria Geral, e no uso da atribuição prevista no art. 23, X, do Regimento Interno do Ministério Público ederal, conheço do presente Recurso Hierárquico e, no mérito, nego-lhe provimento, mantendo integralmente a decisão que aplicou as penalidades de advertência e multa à empresa Artividade Indústria e Comércio de Móveis Ltda., com fundamento no art. 86 da Lei nº 8.666, de 2/06/993, no item 7., b., do dital do Pregão letrônico nº 43/20 e na Cláusula II, item b., da Ata de Registro de Preços nº 5 9 / 2 0. LAURO PINTO CAROSO NTO Secretário-Geral MINISTÉRIO PÚBLICO O ISTRITO RAL TRRITÓRIOS 8, 4 JULHO 203 O MINISTÉRIO PÚBLICO O ISTRITO RAL TRRITÓRIOS, por seu Promotor de Justiça em ofício na ª Promotoria de Justiça de undações e ntidades de Interesse Social, no uso das atribuições conferidas pelos artigos 29, III, da Constituição ederal, 7º, inciso I, da Lei Complementar n. 75/993 e 9 da Resolução Normativa-PGJ n. 90/2009; CONSIRANO que é função institucional do Ministério Público promover a proteção do patrimônio social (Constituição ederal, artigo 29, III, e Lei Complementar n. 75, de 20 de maio de 993, artigo 6º, VII, b), em cujo âmbito se inserem as entidades de interesse social; CONSIRAN- O que o Procedimento Administrativo n.º /2-02 foi instaurado com o objetivo de averiguar as condições em que foram aplicados os recursos oriundos do contrato de locação de área pelos dirigentes do LAR A CRIANÇA BRASÍLIA; CONSIRAN- O que o Setor de Apoio Técnico Contábil, por meio do Parecer Contábil n.º 2/203-PJIS elencou diversas irregularidades supostamente praticadas pelos dirigentes do Lar da Criança enquanto gestores dos recursos da instituição; CONSIRANO que a descoberta da verdade dos fatos depende do aprofundamento das in-
93 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN vestigações, atividades que não poderão ser levadas a efeito em sede procedimento administrativo, que não possui natureza inquisitiva; CONSIRANO, finalmente, que ao Ministério Público cabe atuar na fiscalização das entidades de interesse social, resolve converter o Procedimento Administrativo n.º /2-02 em INQUÉ- RITO CIVIL PÚBLICO, relativamente ao LAR A CRIANÇA. BRASÍLIA, com o objetivo de apurar indícios irregularidades na gestão e aplicação dos recursos da referida entidade, para tanto, determinando, de início:. Autuar e registrar esta Portaria; 2. ncaminhar cópia desta Portaria para publicação na imprensa oficial; 3. Comunicar à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão da Ordem Jurídica Poder Judiciário CONSLHO NACIONAL JUSTIÇA PORTARIA Nº, 4 JULHO 203 Cível deste MPT a instauração deste Inquérito Civil Público; 4. Cumpridas as providências acima, voltem conclusos os autos. CÁTIA GISL MARTINS VRGARA Promotora de Justiça Aloca funções de confiança criadas pela Lei nº 2.463/20 no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. O PRSINT O CONSLHO NACIONAL JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, resolve: Art. icam alocadas, no epartamento de Tecnologia da Informação, as seguintes funções de confiança: I - C-6, de Gestor de Projeto stratégico; II - 4 C-5, de Assistente de Projeto stratégico. Art. 2º icam alteradas, na forma dos Anexos I e II, a composição e a lotação dos Cargos em Comissão e das unções de Confiança do Quadro de Pessoal constantes da Portaria nº 84, de 9 de novembro de 202. Art. 3 sta Portaria entra vigor na data de sua publicação. ANXO I Composição dos Cargos em Comissão e das unções Comissionadas Nível Grupo ireção e Chefia Quantidade CJ-4 iretor-geral CJ-3 Secretário 7 CJ-3 iretor de epartamento 3 CJ-3 iretor xecutivo CJ-3 iretor de Projetos CJ-3 iretor Técnico CJ-3 Assessor-Chefe do Gabinete de Conselheiro 3 CJ-3 Assessor-Chefe da Assessoria da Corregedoria CJ-3 Assessor-Chefe do Gabinete da Secretaria-Geral CJ-3 Assessor-Chefe da Assessoria Jurídica CJ-3 Assessor III CJ-2 Chefe de Gabinete da Presidência CJ-2 Chefe de Gabinete da Ouvidoria CJ-2 Presidente da CPL CJ-2 Chefe do CAJU CJ-2 Chefe de ivisão 3 CJ- Chefe de Núcleo CJ- Coordenador 0 C-6 Chefe de Seção 50 Subtotal 99 Nível Grupo Assessoramento Quantidade CJ-3 Assessor III CJ-2 Assessor II 7 CJ- Assessor I 3 Subtotal 2 Nível Grupo Outras unções Quantidade CJ-2 Pesquisador 4 C-6 Oficial de Gabinete 3 C-6 Supervisor 3 C-6 Assistente VI 26 C-6 Gestor de Projeto stratégico C-5 Assistente de Projeto stratégico 4 C-5 Assistente V 8 C-4 Assistente IV 6 Subtotal 55 To t a l 7 5 Lotação dos Cargos em Comissão e das unções Comissionadas ANXO II Min. JOAQUIM BARBOSA XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL Unidade Nível enominação Quantidade Plenário CJ-3 Assessor-Chefe do Gabinete de Conselheiro 3 Gabinetes dos Conselheiros CJ-2 Assessor II 3 C-6 Assistente VI 3 Ouvidoria CJ-2 Chefe de Gabinete da Ouvidoria Presidência CJ-2 Chefe de Gabinete CJ-2 Assessor II Secretaria de Controle Interno CJ-3 Secretário C-4 Assistente IV Coordenadoria de Auditoria CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção C-4 Assistente IV Coordenadoria de Acompanhamento da Gestão CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção C-4 Assistente IV Secretaria-Geral CJ-3 Assessor-Chefe do Gabinete da Secretaria-Geral CJ-2 Assessor II 2 epartamento de Pesquisas Judiciárias CJ-3 iretor xecutivo CJ-3 iretor de Projetos CJ-3 iretor Técnico CJ-2 Pesquisador 4 C-6 Oficial de Gabinete 3 C-5 Assistente V 3 epartamento de Monitoramento e iscalização do Sistema Carcerário e do CJ-3 Assessor III Sistema de xecução de Medidas Socioeducativas C-6 Supervisor 3 C-5 Assistente V 3 pelo código
94 94 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Centro de ormação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário CJ-2 Chefe do CAJU C-4 Assistente IV Secretaria de Cerimonial e ventos CJ-3 Secretário CJ- Assessor I C-6 Chefe de Seção 2 Secretaria de Comunicação Social CJ-3 Secretário Coordenadoria de Comunicação Institucional CJ- Coordenador Coordenadoria de Imprensa CJ- Coordenador Secretaria Processual CJ-3 Secretário Coordenadoria de Protocolo, Autuação e istribuição CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção 2 Coordenadoria de Processamento de eitos CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção 5 epartamento de Gestão stratégica CJ-3 iretor de epartamento C-5 Assistente V ivisão de Gestão stratégica e Projetos CJ-2 Chefe de ivisão C-6 Chefe de Seção 2 C-5 Assistente V ivisão de Organização e Normatização CJ-2 Chefe de ivisão C-6 Chefe de Seção 2 epartamento de Acompanhamento Orçamentário CJ-3 iretor de epartamento Coordenadoria de Acompanhamento Orçamentário do Judiciário da União CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção Coordenadoria de Acompanhamento Orçamentário do Judiciário stadual CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS epartamento de Tecnologia da Informação CJ-3 iretor de epartamento ivisão de Políticas de Tecnologia da Informação CJ-2 Chefe de ivisão C-6 Chefe de Seção Coordenadoria de Gestão de Sistemas CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção 5 C-6 Gestor de Projeto stratégico C-5 Assistente de Projeto stratégico 4 Coordenadoria de Atendimento e Infraestrutura CJ- Coordenador C-6 Chefe de Seção 6 iretoria-geral CJ-4 iretor-geral Gabinete do iretor-geral CJ- Assessor I C-6 Assistente VI C-4 Assistente IV Seção de Passagens e iárias C-6 Chefe de Seção Núcleo de Suporte Logístico e Segurança CJ- Chefe de Núcleo C-6 Chefe de Seção 2 Comissão Permanente de Licitação CJ-2 Presidente da CPL C-6 Chefe de Seção 2 Assessoria Jurídica CJ-3 Assessor-Chefe C-6 Assistente VI 3 Secretaria de Administração CJ-3 Secretário C-6 Chefe de Seção 6 C-4 Assistente IV Secretaria de Orçamento e inanças CJ-3 Secretário C-6 Chefe de Seção 4 Secretaria de Gestão de Pessoas CJ-3 Secretário C-6 Chefe de Seção 6 Corregedoria Nacional de Justiça Assessoria da Corregedoria CJ-3 Assessor-Chefe da Assessoria da Corregedoria C-6 Assistente VI 4 Gabinete da Corregedoria CJ-3 Assessor III CJ-2 Assessor II CJ- Assessor I C-6 Assistente VI 5 SUPRIOR TRIBUNAL JUSTIÇA CONSLHO A JUSTIÇA RAL CORRGORIA-GRAL TURMA NACIONAL UNIORMIZAÇÃO OS JUIZAOS SPCIAIS RAIS CISÕS PROCSSO: ORIGM: BA - SÇÃO JUICIÁRIA A BAHIA RQURNT: ANA CLAUIA PRIRA SIXAS PROC./AV.: LIASIB CARVALHO SIMÕS OAB: BA-8296 PROC./AV.: RANNIR MIRANA SANTANA OAB: BA RQURIO(A): AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Bahia. A sentença extinguiu o processo com resolução de mérito declarando de ofício a prescrição da pretensão autoral. A Turma de origem afastou a prescrição e negou provimento ao recurso, sob o fundamento de que a parte autora não comprovou que já contribuía com limite no teto de modo a configurar a bitributação com o novo recolhimento determinado pela Justiça do Trabalho. recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual o Tribunal, pelo código ao reformar a sentença no tocante à prescrição, deve determinar o retorno dos autos ao juízo a quo, para que seja sanada eventual irregularidade na petição inicial. Incensurável a decisão agravada. Verifica-se que a matéria em exame tem natureza eminentemente processual. estarte, incidem a Súmula 43/TNU ("Não cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): AMÁLIA MARIA GONÇALVS SILVA PROC./AV.: ALXSANRO AZVO GUIMARÃS OAB: S-676 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial para reconhecer indevida a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios e condenar a parte ré à restituição dos valores pagos indevidamente. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre juros moratórios, cuja natureza acessória segue a mesma sorte do principal. O incidente foi inadmitido na origem, por sua intempestividade. Como bem salientou a decisão agravada, verifica-se que o Pedido de Uniformização interposto pela parte requerente é intempestivo. Isso porque o prazo de 0 dias previsto pelo art. 3 do RITNU, contados da publicação do acórdão que se pretende impugnar, não foi observado pela parte requerente. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): MARLUC MORIRA A SILVA ANRA PROC./AV.: ZNILA SANTANA RIBIRO OAB: S-2 549
95 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial para reconhecer indevida a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios e condenar a parte ré à restituição dos valores pagos indevidamente. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre juros moratórios, cuja natureza acessória segue a mesma sorte do principal. O incidente foi inadmitido na origem, por intempestivo. Como bem salientou a decisão agravada, verifica-se que o Pedido de Uniformização interposto pela parte requerente é intempestivo. Isso porque o prazo de 0 dias previsto pelo art. 3 do RITNU, contados da publicação do acórdão que se pretende impugnar, não foi observado pela parte requerente. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): ONIZT OLIVIRA OS SANTOS PROC./AV.: JOÃO BATISTA MIROS OAB: S-344 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial para reconhecer indevida a incidência da contribuição previdenciária sobre função comissionada e condenar a parte ré à restituição dos valores pagos indevidamente. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a contribuição previdenciária sobre a função comissionada, gratificação natalina e um terço constitucional de férias, por terem caráter remuneratório. Verifica-se que não há similitude entre o acórdão recorrido e o paradigma, porquanto as bases fáticas são distintas. O acórdão recorrido trata de incidência da contribuição previdenciária sobre função comissionada, enquanto o paradigma refere-se à incidência da referida contribuição sobre gratificação natalina e um terço constitucional de férias. estarte, incide o óbice da Súmula 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 9 de junho de XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): JOSÉ ANTÔNIO SOARS PRSTS PROC./AV.: ARIANA RAZÃO A SILVA OAB: PR-343 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial restituição do imposto de renda incidente sobre a gratificação de férias indenizadas, acrescidas do terço constitucional, retido indevidamente em razão de rescisão de contrato de trabalho. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual "reconhece o direito da União de apresentar, em fase de execução do julgado, os valores que entende passíveis de restituição do imposto de renda, com a possibilidade de realização do ajuste anual do imposto de renda". Sem razão a parte agravante. Com efeito, a TNU, ao julgar o PIL , JU 9/2/08, assim decidiu: pelo código TRIBUTÁRIO. PIO UNIORMIZAÇÃO JURISPRU- ÊNCIA. IMPOSTO RNA. NÃO INCIÊNCIA. RPTI- ÇÃO INÉBITO. VRBA INNIZATÓRIA. ÉRIAS IN- NIZAAS. SCONTO INVIO. SNCSSIA APRSNTAÇÃO A CLARAÇÃO ANUAL AJUST PA- RA COMPROVAÇÃO. ÔNUS A PROVA. INCINT CONH- CIO PROVIO. I - Sendo convertidas em pecúnia as férias não-gozadas, o respectivo terço constitucional reveste-se da mesma característica indenizatória, o que afasta a incidência do imposto de renda. II - É desnecessária a apresentação, para fins de repetição de indébito, da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda, dado que não estabelece fato constitutivo do direito do Autor, mas, ao contrário, fato extintivo, cujo ônus de comprovação, na forma do art. 333 do CPC, é exclusivo da azenda Nacional. Precedentes do. STJ. Incidente conhecido e provido. estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU ("Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): MARIA LOURS YBAX PROC./AV.: LINCOLN TAU CRKUNVIS OAB: PR uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem manteve a sentença que julgou parcialmente procedente o pedido de inicial de restituição do imposto de renda incidente sobre abono de férias indenizadas, acrescidas do terço constitucional, sob o fundamento de que cabe à parte autora provar apenas a retenção indevida, podendo o indébito ser calculado mediante correção monetária do que fora indevidamente recolhido. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual "reconhece o direito da União de apresentar, em fase de execução do julgado, os valores que entende passíveis de restituição do imposto de renda, com a possibilidade de realização do ajuste anual do imposto de renda". Sem razão a parte agravante. Com efeito, a TNU, ao julgar o PIL , JU 9/2/08, assim decidiu: TRIBUTÁRIO. PIO UNIORMIZAÇÃO JURISPRU- ÊNCIA. IMPOSTO RNA. NÃO INCIÊNCIA. RPTI- ÇÃO INÉBITO. VRBA INNIZATÓRIA. ÉRIAS IN- NIZAAS. SCONTO INVIO. SNCSSIA APRSNTAÇÃO A CLARAÇÃO ANUAL AJUST PA- RA COMPROVAÇÃO. ÔNUS A PROVA. INCINT CONH- CIO PROVIO. I - Sendo convertidas em pecúnia as férias não-gozadas, o respectivo terço constitucional reveste-se da mesma característica indenizatória, o que afasta a incidência do imposto de renda. II - É desnecessária a apresentação, para fins de repetição de indébito, da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda, dado que não estabelece fato constitutivo do direito do Autor, mas, ao contrário, fato extintivo, cujo ônus de comprovação, na forma do art. 333 do CPC, é exclusivo da azenda Nacional. Precedentes do. STJ. Incidente conhecido e provido. estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU ("Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): MÁRIO LUIZ NOVLO CRAVO PROC./AV.: MARIANA SILVA MARQUZANI OAB: PR uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial restituição do imposto de renda incidente sobre abono de férias indenizadas, acrescidas do terço constitucional, sob o fundamento de que cabe à parte autora provar apenas a retenção indevida, podendo o indébito ser calculado mediante correção monetária do que fora indevidamente recolhido. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual "reconhece o direito da União de apresentar, em fase de execução do julgado, os valores que entende passíveis de restituição do imposto de renda, com a possibilidade de realização do ajuste anual do imposto de renda". Sem razão a parte agravante. Com efeito, a TNU, ao julgar o PIL , JU 9/2/08, assim decidiu: TRIBUTÁRIO. PIO UNIORMIZAÇÃO JURISPRU- ÊNCIA. IMPOSTO RNA. NÃO INCIÊNCIA. RPTI- ÇÃO INÉBITO. VRBA INNIZATÓRIA. ÉRIAS IN- NIZAAS. SCONTO INVIO. SNCSSIA APRSNTAÇÃO A CLARAÇÃO ANUAL AJUST PA- RA COMPROVAÇÃO. ÔNUS A PROVA. INCINT CONH- CIO PROVIO. I - Sendo convertidas em pecúnia as férias não-gozadas, o respectivo terço constitucional reveste-se da mesma característica indenizatória, o que afasta a incidência do imposto de renda. II - É desnecessária a apresentação, para fins de repetição de indébito, da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda, dado que não estabelece fato constitutivo do direito do Autor, mas, ao contrário, fato extintivo, cujo ônus de comprovação, na forma do art. 333 do CPC, é exclusivo da azenda Nacional. Precedentes do. STJ. Incidente conhecido e provido. estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU ("Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): JOSÉ RANCISCO CHMIN PROC./AV.: SABRINA NASCHNWNG. OAB: PR-3396 ASSUNTO: Repetição de Indébito - Crédito Tributário - ireito Tributário uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou procedente o pedido inicial de restituição do imposto de renda incidente sobre abono de férias indenizadas, acrescidas do terço constitucional. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual "reconhece o direito da União de apresentar, em fase de execução do julgado, os valores que entende passíveis de restituição do imposto de renda, com a possibilidade de realização do ajuste anual do imposto de renda,". Sem razão a parte agravante. Com efeito, a TNU, ao julgar o PIL , JU 9/2/08, assim decidiu: TRIBUTÁRIO. PIO UNIORMIZAÇÃO JURISPRU- ÊNCIA. IMPOSTO RNA. NÃO INCIÊNCIA. RPTI- ÇÃO INÉBITO. VRBA INNIZATÓRIA. ÉRIAS IN- NIZAAS. SCONTO INVIO. SNCSSIA APRSNTAÇÃO A CLARAÇÃO ANUAL AJUST PA- RA COMPROVAÇÃO. ÔNUS A PROVA. INCINT CONH- CIO PROVIO. I - Sendo convertidas em pecúnia as férias não-gozadas, o respectivo terço constitucional reveste-se da mesma característica indenizatória, o que afasta a incidência do imposto de renda. II - É desnecessária a apresentação, para fins de repetição de indébito, da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda, dado que não estabelece fato constitutivo do direito do Autor, mas, ao contrário, fato extintivo, cujo ônus de comprovação, na forma do art. 333 do CPC, é exclusivo da azenda Nacional. Precedentes do. STJ. Incidente conhecido e provido. estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU ("Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido"). Brasília, 8 de junho de 203.
96 96 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: SP - SÇÃO JUICIÁRIA SÃO PAULO RQURNT: ALCIS CORTS OLIVIRA PROC./AV.: ÁTIMA APARCIA A SILVA CARRIRA OAB: SP-5974 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de São Paulo. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez da demandante. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é de se conceder o benefício de auxílio-doença quando o laudo indica que há incapacidade parcial e definitiva. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. Os Juízos ordinários, soberanos na apreciação das circunstâncias fáticas, julgaram improcedente o pedido, concluindo que: Conforme se verifica no laudo pericial anexado aos presentes autos virtuais, a perícia médica concluiu que a incapacidade do autor é "parcial e permanente", portanto padece de requisitos ensejadores da concessão do benefício da aposentadoria por invalidez bem como do pedido alternativo de auxílio-doença. Nesse contexto, conclusão em sentido diverso não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e o paradigma trazido a confronto, convocando a incidência da Súmula 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 7 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: SP - SÇÃO JUICIÁRIA SÃO PAULO RQURNT: LIST NVS ALMIA PROC./AV.: ÁZIO VASCONCLOS OAB: SP RQURIO(A): INSS Trata-se de embargos de declaração opostos pela parte autora contra decisão desta Presidência que determinou a restituição dos autos à origem para aplicação do entendimento constante do PIL A parte embargante alega, em síntese, a ocorrência de omissão e "erro de fato" no julgado, ao argumento de que a decisão embargada não se manifestou acerca das condições pessoais da parte autora para fins de concessão do benefício de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Requer, assim, o provimento do recurso para que sejam sanados os vícios apontados. Sem impugnação. Razão assiste à parte embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado, o que ocorreu na espécie. Ante o exposto, acolho os embargos e, preenchidos os pressupostos de admissibilidade do recurso, determino a distribuição do feito. Brasília, 27 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): CARLOS ALBRTO SOUZA PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora. pelo código Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício de aposentadoria por invalidez quando a perícia médica constata que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, convocando a incidência da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JAIM RAUSCH PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal deu provimento ao recurso da autarquia, julgando improcedente o pedido de concessão do auxílio-doença/aposentadoria por invalidez da parte autora. Sustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente com a jurisprudência da TRSP segundo a qual é de se reconhecer a possibilidade de concessão do benefício de auxílio-doença quando a incapacidade laboral é decorrente do agravamento ou progressão da enfermidade. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pela instância ordinária, acerca da incapacidade da parte autora ser posterior ao ingresso no RGPS, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, convocando a incidência da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: AMARA MARIA BARROS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão proferido por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é prescindível que o início de prova material abranja necessariamente o número de meses idêntico à carência do benefício. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não demonstrou preencher os requisitos para o recebimento do benefício pleiteado. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado nas instâncias de origem, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): RINUO AURLIANO A SILVA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial não é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da incapacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Ademais, quanto à fixação da IB, no julgamento do PIL /C, a TNU concluiu que o termo inicial dos benefícios deve ser assim fixado: a) na data de elaboração do laudo pericial, se o médico não precisar o início da incapacidade e o juiz não possuir outros elementos nos autos para sua fixação (Precedente: PIL ); b) na data do requerimento administrativo, se a perícia constatar a existência da incapacidade em momento anterior a este pedido (Precedente: PIL ); c) na data do ajuizamento do feito, se não houver requerimento administrativo e a perícia constatar o início da incapacidade em momento anterior à propositura da ação (Precedente: PIL ); d) m todos os casos, se privilegia o princípio do livre convencimento motivado que permite ao magistrado a fixação da data de início do benefício mediante a análise do conjunto probatório (Precedente: PIL ). In casu, observa-se que a Turma de origem valeu-se do conjunto probatório dos autos e do livre convencimento motivado para fixar a data de início do benefício a partir do ajuizamento da ação, em virtude da impossibilidade de se precisar o início da incapacidade. Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: AYAN ALMIA A SILVA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURNT: INSS uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88.
97 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual a incapacidade deve ser total e permanente para ensejar a concessão do benefício assistencial. Alega, ainda, divergência jurisprudencial com julgado do STJ segundo a qual a IB deve ser a partir do laudo pericial. Verifica-se que a matéria debatida nos presentes autos foi amplamente abordada no julgamento PIL , no qual restou assentado pela TNU que "a transitoriedade da incapacidade não é óbice à concessão do benefício assistencial, visto que o critério de definitividade da incapacidade não está previsto no aludido diploma legal. Ao revés, o artigo 2 da referida lei corrobora o caráter temporário do benefício em questão, ao estatuir que o benefício 'deve ser revisto a cada 2 (dois) anos para avaliação da continuidade das condições que lhe deram origem" Ademais, quanto à fixação da IB, no julgamento do PIL /C, concluiu que o termo inicial dos benefícios deve ser assim fixado: a) na data de elaboração do laudo pericial, se o médico não precisar o início da incapacidade e o juiz não possuir outros elementos nos autos para sua fixação (Precedente: PIL ); b) na data do requerimento administrativo, se a perícia constatar a existência da incapacidade em momento anterior a este pedido (Precedente: PIL ); c) na data do ajuizamento do feito, se não houver requerimento administrativo e a perícia constatar o início da incapacidade em momento anterior à propositura da ação (Precedente: PIL ); d) m todos os casos, se privilegia o princípio do livre convencimento motivado que permite ao magistrado a fixação da data de início do benefício mediante a análise do conjunto probatório (Precedente: PIL ). In casu, observa-se que a Turma de origem valeu-se do conjunto probatório dos autos e do livre convencimento motivado para fixar a data de início do benefício a partir do ajuizamento da ação, em virtude da impossibilidade de se precisar o início da incapacidade. Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: LUZINT PRIRA A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que ocorreu a prescrição do fundo de direito. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. O Superior Tribunal de Justiça, através da Pet 7.54/RO, firmou entendimento no sentido de que incide a Súmula 85/STJ nas ações de cobrança de diferenças remuneratórias decorrentes da URP de abril e maio de 998, pois possuem natureza de trato sucessivo. essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 4 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: MARIA A CONCIÇÃO LIMA A SILVA PROC./AV.: RANCISCO SILVANO RORIGUS SANTIAGO OAB: AC-777 RQURIO(A): INSS pelo código uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício de aposentadoria por invalidez quando a perícia médica constata que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, convocando a incidência da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): JOILSON ARCANJO OS SANTOS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal deu provimento ao recurso, julgando procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício de aposentadoria por invalidez quando a perícia médica constata que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, convocando a incidência da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): JRSON ROSAS MNONÇA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal negou provimento ao recurso da parte autora, em razão de não comprovada a qualidade de segurado para a concessão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. ntretanto, o colegiado houve por bem conceder o benefício assistencial. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício de aposentadoria por invalidez quando a perícia médica constata que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. O inconformismo não prospera. Observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, razão pela qual deve incidir a Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): ANA ROSA SAMPAIO MARTINS PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício de aposentadoria por invalidez quando a perícia médica constata que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto, convocando a incidência da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: GRALA MARIA ABRU ANRA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INÁCIO A SILVA OAB: PB-4007 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de aposentadoria por idade de trabalhadora rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar a condição de segurada especial e o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "não houve início de prova material que corroborasse as informações colhidas através da prova testemunhal, conforme exigido em lei, o que impede a concessão do benefício", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL
98 98 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MANOL BATISTA O NASCIMNTO PROC./AV.: MÁRCIO MILITÃO SABINO OAB: C RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de pensão por morte, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU e do STJ segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar a condição de segurado especial e o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "a prova não converge de forma harmônica em torno da qualidade de segurada especial da falecida, não podendo o reconhecimento de tal condição ancorar-se unicamente na prova testemunhal (Súmula 49 do STJ)", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: KAUA LIX A SILVA PROC./AV.: MÁRCIO MILITÃO SABINO OAB: C RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de pensão por morte, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU e do STJ segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar a condição de segurado especial e o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "não havendo comprovação da qualidade de segurada especial da falecida, não se vislumbra ilegalidade no ato impugnado", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): ALYNN ANRA LIMA PROC./AV.: AL SILVÉRIO BORBA OAB: P uniformização nacional suscitado pela União, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. pelo código A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. Opostos embargos de declaração, foram acolhidos com efeitos infringentes a fim de que a taxa de juros de mora incida de acordo com que se explicitou nestes autos, ou seja, com a aplicação da nova redação do art. º-, da Lei 9.494/97 a partir da publicação da alteração legislativa advinda da Lei.960/09. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ e de turma recursal de mesma região segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. Incensurável a decisão agravada. e início, a divergência com fundamento em paradigmas oriundos de turma recursal de mesma região não enseja a admissão do incidente de uniformização, nos termos dos arts. 4, 2º, da Lei 0.259/0 e 6º do RITNU. Por sua vez, a Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: MARIA LOURS PRIRA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual os documentos apresentados pela parte autora são aceitos como início de prova material para enquadrar a autora como segurada especial, bem como dispensa o período mínimo de carência para a concessão do benefício em questão. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não desenvolve a atividade agrícola em regime de economia familiar, bem como não convenceu o juízo de origem, por meio de seu depoimento pessoal, de sua condição de segurado especial. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado nas instâncias ordinárias, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: INSS RQURIO(A): ANTÔNIO CONRAO BARROS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta TNU. efende que a necessidade de anulação do acórdão recorrido, tendo em vista que a questão do trabalho urbano do autor não restou devidamente enfrentada. Ademais, aponta paradigma do STJ no qual se estabeleceu que a condição rurícola é descaracterizada caso haja posterior exercício de atividade urbana, salvo nos casos de comprovada insuficiência desta verba para o sustento familiar. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a atividade agrícola da parte autora foi comprovada no período de carência e sempre foi essencial para a manutenção de sua família. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado nas instâncias ordinárias, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MARIA MAURA NASCIMNTO SOUSA PROC./AV.: MÁRCIO MILITÃO SABINO OAB: C RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença de segurada especial, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar a condição de segurado especial e o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "a parte autora juntou como início de prova material a carteira de pescadora profissional retirada em 2007, já que a declaração do sindicato não esta homologada pelo INSS. Verifica-se que a prova é frágil já que bastante recente e desacompanhada de outros documentos que possam atestar o exercício da atividade rural em momento anterior", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: SÉRGIO BRNARI PROC./AV.: CARLOS BRKNBROCK OAB: SC-3520 PROC./AV.: SAYLS RORIGO SCHUTZ OAB: SC PROC./AV.: RORIGO IGUIRO OAB: SC RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Santa Catarina. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, acolheu parcialmente o pedido de aposentadoria especial, ao fundamento de que foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão entre os anos de 983 e 995. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da Turma Recursal do Rio de Janeiro, segundo a qual os formulários SB-40/SS 8030/IRBN/PPP e laudos técnicos são documentos hábeis à comprovação do tempo de serviço em atividades sujeitas a condições especiais. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "o tempo de serviço computado pelo INSS, somado ao período ora reconhecido, não se mostra suficiente para a concessão do benefício na R, ainda que na modalidade proporcional, porquanto naquela data não preenchia a parte-autora o requisito etário (N CP4, evento )", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-
99 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JUNIOR RIR OS SANTOS PROC./AV.: PAULO MANUL PRAZZO IAS OAB: P RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de pensão por morte, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência do STJ e da TNU segundo a qual o menor sob guarda deve ser equiparado ao filho, motivo pelo qual, desde que comprovada a sua dependência econômica em relação ao seu guardião, o benefício de pensão por morte deve a ele ser concedido. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "não restando comprovada que a parte autora estava sob a guarda judicial ou tutela do seu avô, aposentado rural, bem como não havendo provas quanto à sua dependência econômica, outro caminho não resta senão reconhecer a improcedência do pedido", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: LIAS GALVÃO O NASCIMNTO PROC./AV.: MANOL UARO HONORATO OLIVIRA OAB: C-8342 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de aposentadoria por idade de trabalhador rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU e do STJ segundo a qual o contrato de parceria agrícola e a declaração de sindicato de trabalhadores rurais, ainda que não contemplem a totalidade do período trabalhado no campo, podem ser acatados como início razoável de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "embora a parte autora tenha apresentado bons conhecimentos acerca da atividade rural durante seu depoimento pessoal na audiência realizada em 6 de janeiro de 202, a pretensão autoral deve ser rejeitada por ausência de comprovação do tempo de exercício rural no período correspondente ao de carência do benefício de aposentadoria por idade", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: MARIO A SILVA PROC./AV.: CARLOS BRKNBROCK OAB: SC-3520 PROC./AV.: SAYLS RORIGO SCHUTZ OAB: SC PROC./AV.: RORIGO IGUIRO OAB: SC RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Santa Catarina. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de reconhecimento de exercício de atividade com exposição a agentes nocivos à saúde, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da Turma Recursal do Rio de Janeiro segundo a qual os formulários SB-40/SS 8030/IRBN/PPP e laudos técnicos são documentos hábeis à comprovação do tempo de serviço em atividades sujeitas a condições especiais. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "voto por negar provimento ao recurso e confirmar a sentença por seus próprios fundamentos, uma vez que não restou comprovada a exposição aos agentes nocivos de forma habitual e permanente", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: ZACARIAS RRIRA OS SANTOS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é prescindível que o início de prova material abranja necessariamente o número de meses idêntico à carência do benefício no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício, bem como os documentos apresentados constituem início de prova material. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não faz jus à aposentação rural, tendo em visto que não logrou comprovar a atividade rural no período de carência. estarte, conforme dicção da Súmula 34/TNU ("Para fins de comprovação do tempo de labor rural, o início de prova material deve ser contemporâneo à época dos fatos a provar."), demonstra-se inviável a consideração dos documentos apresentados pela requerente como início de prova material, tendo em vista que todos são recentes. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JOSÉ RAIMUNO MORAIS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é prescindível que o início de prova material abranja necessariamente o número de meses idêntico à carência do benefício no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício, bem como a certidão expedida pela Justiça leitoral, qualificando a parte autora como agricultora, é apta à comprovação da condição de rurícola. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não desenvolve a atividade agrícola em regime de economia familiar, bem como não convenceu o juízo de origem, por meio de seu depoimento pessoal, de sua condição de segurado especial. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado nas instâncias ordinárias, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RJ - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO JANIRO RQURNT: CLI RIBIRO UART PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURNT: MANOLA UART OS SANTOS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURNT: MARCLA UART OS SANTOS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURNT: MAYARA UART OS SANTOS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): CAIXA CONÔMICA RAL PROC./AV.: AVOGAO A CAIXA CONÔMICA - RAL uniformização nacional suscitado pelos autores, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. A sentença extinguiu o processo sem resolução de mérito sob o fundamento de incompetência absoluta. O relator monocraticamente não conheceu do recurso inominado, tendo em vista que, nos termos do nunciado 8 da TR/RJ, não cabe recurso de sentença que não aprecia o mérito em sede de Juizado special ederal. Opostos embargos de declaração, foram rejeitados. Sustentam os requerentes que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do TNU segundo a qual é cabível pedido de uniformização nacional nos casos de extinção do feito sem julgamento do mérito, quando a decisão judicial implicar em negativa de jurisdição. Alega, ainda, que o Juizado special ederal é competente para apreciar e julgar as causas contra a C, que versem sobre equívoco perpetrado na liberação de saldo de conta de GTS titularizada por pessoa já falecida, cumulada com danos morais. Incensurável a decisão agravada. O art. 4, caput, da Lei 0.259/0 estabelece que o pedido de uniformização de interpretação de lei federal somente pode ser manejado em face de decisão proferida por Turmas Recursais. Todavia, para viabilizar a interposição de futuro incidente de uniformização de jurisprudência, deve a parte recorrente provocar, primeiramente, a manifestação do órgão colegiado sobre o tema, utilizando-se do agravo regimental previsto no º do art. 557 do Código de Processo Civil, aplicável subsidiariamente ao rito dos Juizados speciais. Como os recorrentes interpuseram pedido de uniformização de jurisprudência de decisão monocrática, sem o prévio exaurimento dos recursos cabíveis na instância ordinária, não merece conhecimento a sua irresignação, por ausência de pressuposto processual. Nesse sentido: PIL Ainda que assim não fosse, verifica-se que a matéria em debate possui natureza eminentemente processual, o que atrairia o óbice da Súmula 43/TNU ("Não cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual"). Nessa esteira: PIL Brasília, 7 de junho de 203.
100 00 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MARIA VALNIR A SILVA ONSCA PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença, que por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença formulado pela parte autora, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "a perícia judicial, realizada por profissional de confiança do Juízo, foi conclusiva quanto à capacidade laborativa da demandante, merecendo, portanto, credibilidade", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 20 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: ANA RANCISCA AZVO PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é prescindível que o início de prova material abranja necessariamente o número de meses idêntico à carência do benefício no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não desenvolve a atividade agrícola em regime de economia familiar, bem como não convenceu o juízo de origem, por meio de seu depoimento pessoal, de sua condição de segurado especial. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado nas instâncias ordinárias, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MARIA O PRPTUO SOCORRO GOMS LI- MA PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS pelo código uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença, que por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença formulado pela parte autora, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para se comprovar o início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "verificou-se que a autora não possui a menor aparência de agricultora (pele sem marcas de sol e mãos bastante finas), nem sabe os menores detalhes acerca do trabalho na agricultura, na medida em que respondeu equivocadamente a quase todas as perguntas que lhe foram apresentadas acerca do tema. Outrossim, cumpre salientar que a requerente admitiu que o marido (de quem disse estar separada há dois anos) é pedreiro. Quanto à testemunha, mentiu absurdamente, tanto no que se refere à profissão do marido da autora quanto no que diz respeito à data em que teria ocorrido a separação", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: RANCISCO RRIRA MARQUS PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença, que por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença formulado pela parte autora, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual os documentos apresentados são suficientes para comprovação do início de prova material. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "entendo, com amparo na perícia judicial realizada, não merecer acolhida a pretensão exposta na inicial, haja vista que o laudo pericial concluiu pela capacidade da parte autora para o exercício de atividade laborativa", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: INSS RQURIO(A): ALCIS GOMS A SILVA PROC./AV.: JOSÉ STÊNIO ARAÚJO LUCNA OAB: AM 60-A uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença, julgando procedente o pedido de restabelecimento do auxílio-doença da parte autora. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência da TRRJ segundo a qual não se concede o benefício auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez na hipótese de a perícia médica constatar que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto. Incide, à espécie, a Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): ANTONIO VRÇOSA MAGALHAS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO ASSUNTO: Benefícios em spécie - ireito Previdenciário uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma Recursal deu provimento ao recurso, julgando procedente o pedido de auxílio-doença da parte autora. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual não se concede o benefício auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez na hipótese de a perícia médica constatar que o requerente não está total e permanentemente incapacitado para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e os paradigmas trazidos a confronto. Incide, à espécie, a Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RN - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O N O RT RQURNT: JOSÉ OMINGOS OLIVIRA ILHO PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 RQURIO(A): JUIZ RAL A 7ª VARA A SJ O RN PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO LITISCONSORT : INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte. A Turma de origem indeferiu liminarmente o mandado de segurança, sob o fundamento de que não constitui instrumento processual adequado para impugnação de decisão que reconhece a deserção do recurso inominado.
101 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Sustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual, em situações excepcionais, é cabível a impetração de mandado de segurança contra ato judicial. Incensurável a decisão agravada. Verifica-se que a matéria em exame tem natureza eminentemente processual. estarte, incidem a Súmula 43/TNU ("Não cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: ROSIVALO ÉLIX CARVALHO PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da Turma Recursal de Mato Grosso segundo a qual, mesmo não havendo total incapacidade, tem-se que levar em consideração a condição social e cultural da parte autora para seu reingresso às práticas laborativas. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "como não restou provado que está incapacitado para o exercício de atividades que lhe permita garantir o seu sustento e já lhe foi oportunizado o processo de readaptação através da concessão de mais de quatro (4) anos de auxílio-doença, não vislumbro na espécie a presença dos requisitos legais que autorizem o restabelecimento do benefício", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JOÃO PAULO A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, acolheu o pedido de auxílio-doença, ao fundamento de que foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que faz jus à aposentadoria por invalidez, uma vez que, segundo a jurisprudência da TNU, deve-se também levar em conta o contexto social em que vive o autor e suas condições pessoais. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "O perito do juízo constatou, e expressamente firmou em seu parecer técnico, que o autor padece de cirrose hepática. Afirma que tal limitação o incapacita parcial e definitivamente, inclusive para sua atividade habitual, em razão da possibilidade de agravamento da pressão portal com riscos de hemorragias graves. ixou a data de início da incapacidade em abril de 20, data dos laudos que apontaram o diagnóstico de cirrose. Sendo, portanto, parcial a incapacidade, está afastada a possibilidade de concessão do benefício de aposentadoria por invalidez", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicamse, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: INOCÊNCIO RAIMUNO MATIAS PROC./AV.: MARCOS ANTONIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de benefício assistencial a deficiente (LOAS), ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual a incapacidade meramente parcial não impede a concessão de benefício assistencial, se as condições pessoais forem favoráveis. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "consta no laudo pericial a existência de incapacidade somente para o desempenho de atividade na qual se exija função da mão direita (anexo 3 item 9). Acrescente-se ainda que o demandante não se encontra incapaz para a vida independente e cotidiana, fatos que afastam o requisito referente à condição pessoal do postulante (anexo item 9)", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: RNANO JOS HOLANA LIMA PROC./AV.: MÁRCIO MILITÃO SABINO OAB: C RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual é devido o benefício de auxíliodoença ao segurado, na hipótese de comprovada a incapacidade para o trabalho, seja parcial ou total, ainda que suscetível de reabilitação profissional. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "a doença que aflige o requerente não o inabilita para qualquer atividade laboral", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: NLSON PRIRA OS SANTOS PROC./AV.: IZAIAS LINO ALMIA OAB: PR RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença de trabalhador rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual é cabível o benefício de auxílio-doença, em face da presença dos requisitos previstos no art. 59 da Lei 8.23/9, já que a sua incapacidade parcial e temporária restou suficientemente provada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "o perito judicial foi categórico ao informar que o autor é/foi portador de artrose de coluna total e tendinite de ombro esquerdo, mas que as doenças não trazem implicação para o autor, estando curadas ou controladas", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicamse, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: JOAQUIM PRIRA ROCHA PROC./AV.: IZAIAS LINO ALMIA OAB: PR RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de aposentadoria por idade de trabalhador rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual a concessão de aposentadoria por idade não demanda satisfação simultânea dos requisitos idade e carência. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "não obstante restar comprovado o trabalho rural do autor entre 977 a 989, como deixou o meio rural perdeu a qualidade de segurado especial, não fazendo jus ao benefício de aposentadoria por idade rural", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): VICTOR HUGO ANRA ARAÚJO PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO uniformização nacional suscitado pela União, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. Incensurável a decisão agravada. A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uni-
102 02 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 formização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): KLINGR RORIGUS LINS PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO uniformização nacional suscitado pela União, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. Incensurável a decisão agravada. A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Brasília, 8 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): MARCLO CRISANTO SOUTO MAIOR PROC./AV.: LAURA HLNA CINTRA MORAIS OAB: P uniformização nacional suscitado pela União, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. Incensurável a decisão agravada. A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: NATIVIA MARIA OS SANTOS COLHO PROC./AV.: WILSON LUIZ PAULA OAB: PR-839 RQURIO(A): INSS pelo código uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença de trabalhador rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual a incapacidade para o desempenho de uma atividade profissional deve ser avaliada sob os pontos de vista médico e social, mediante análise das condições socioeconômicas do segurado. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "realizada perícia médica, constatou-se que a autora, trabalhadora rural, é portadora de hernia discal traumática. Todavia, pode desenvolver suas atividades laborais normalmente. A patologia pode ser controla da com uso de medicamentos e realização de fisioterapia. Não há incapacidade", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: IVONT A COSTA SOUZA PROC./AV.: WILSON LUIZ PAULA OAB: PR-839 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença de trabalhador rural, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência de Turmas Recursais e da TNU segundo a qual a incapacidade para o desempenho de uma atividade profissional deve ser avaliada sob os pontos de vista médico e social, mediante análise das condições socioeconômicas do segurado. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "ela não está acometida de moléstia que incapacite temporária ou definitivamente para suas atividades laborais habituais", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): ANTONIO BARBOSA LIMA NTO PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO uniformização nacional suscitado pela União, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. Incensurável a decisão agravada. A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: JOÃO ÂNGLO RITAS PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença, que por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença formulado pelo autor, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência da TNU e do STJ segundo a qual a incapacidade para o trabalho não pode ser avaliada exclusivamente no âmbito médico, devendo os aspectos sociais ser analisados conjuntamente. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, no sentido de que "diante da conclusão do Vistor Oficial, verifica-se que o autor não está incapacitado para sua atividade laboral, para obtenção do benefício de auxílio-doença, tampouco incapaz e insusceptível de reabilitação para o trabalho, a permitir a concessão de aposentadoria por invalidez.", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO RQURIO(A): JOSÉ ANTÔNIO SANTOS ALVS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato".
103 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): GINALA PRIRA OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RN - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O N O RT RQURNT: SBASTIAO GRALO CAMPOS OS SAN- TO S PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 RQURIO(A): UNAÇÃO NACIONAL SAÚ - UNA- SA XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte. A Turma de origem denegou o mandado de segurança, sob o fundamento de que o recorrente não recolheu as custas, malgrado tenha sido intimado para tanto, o que afasta qualquer ilegalidade na decisão impugnada. Sustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual, em situações excepcionais, é cabível a impetração de mandado de segurança contra ato judicial. Incensurável a decisão agravada. Verifica-se que a matéria em exame tem natureza eminentemente processual. estarte, incidem a Súmula 43/TNU ("Não cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 2 de junho de 203. pelo código PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MANOL MORIRA MNS PROC./AV.: MÁRCIO MILITÃO SABINO OAB: C RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pelo autor, pretendendo a reforma de acórdão proferido pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma Recursal manteve a sentença que, por sua vez, rejeitou o pedido de auxílio-doença, ao fundamento de que não foram cumpridos os requisitos necessários para sua concessão. Sustenta a parte agravante que o acórdão atacado diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual é devido o benefício de auxíliodoença ao segurado, na hipótese de estar comprovada a incapacidade para o trabalho, seja parcial ou total, ainda que suscetível de reabilitação profissional. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias no sentido de que "o laudo pericial atestou que o Autor não apresenta patologia que o impeça de exercer suas atividades laborais habituais", não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: SIINI CORRA A SILVA PROC./AV.: IMILIA SOUZA OAB: RS RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma do acórdão proferido por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido inicial de revisão do cálculo da renda mensal inicial da aposentadoria por invalidez precedida de auxílio doença, aplicando o disposto no art. 36, 7º, do ecreto 3.048/99. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da TNU segundo a qual, no cálculo da renda mensal inicial da aposentadoria por invalidez, precedida de auxílio-doença, deve ser aplicado o disposto no art. 29, 5º, da Lei 8.23/9. Incensurável a decisão agravada. O Supremo Tribunal ederal, no julgamento do R /SC, firmou entendimento no seguinte sentido: CONSTITUCIONAL. PRVINCIÁRIO. RGIM GRAL A PRVIÊNCIA SOCIAL. CARÁTR CONTRIBUTIVO. APOSN- TAORIA POR INVALIZ. AUXÍLIO-ONÇA. COMPTÊN- CIA RGULAMNTAR. LIMITS.. O caráter contributivo do regime geral da previdência social (caput do art. 20 da C) a princípio impede a contagem de tempo ficto de contribuição. 2. O 5º do art. 29 da Lei nº 8.23/99 (Lei de Benefícios da Previdência Social - LBPS) é exceção razoável à regra proibitiva de tempo de contribuição ficto com apoio no inciso II do art. 55 da mesma Lei. é aplicável somente às situações em que a aposentadoria por invalidez seja precedida do recebimento de auxílio-doença durante período de afastamento intercalado com atividade laborativa, em que há recolhimento da contribuição previdenciária. ntendimento, esse, que não foi modificado pela Lei nº 9.876/ O 7º do art. 36 do ecreto nº 3.048/999 não ultrapassou os limites da competência regulamentar porque apenas explicitou a adequada interpretação do inciso II e do 5º do art. 29 em combinação com o inciso II do art. 55 e com os arts. 44 e 6, todos da Lei nº 8.23/ A extensão de efeitos financeiros de lei nova a benefício previdenciário anterior à respectiva vigência ofende tanto o inciso XXX- VI do art. 5º quanto o 5º do art. 95 da Constituição ederal. Precedentes: Rs e , ambos da relatoria do Ministro Gilmar Mendes. 5. Recurso extraordinário com repercussão geral a que se dá provimento. estarte, mutatis mutandis, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: INSS RQURIO(A): JUIZ RAL SUBST. NA TIT. PLNA O J O RIO GRAN PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela INSS, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem não conheceu do mandado de segurança, sob o fundamento de que a referida ação não se presta a ser utilizada como recurso de decisão, mas sim para proteger direito liquido e certo sempre que houver ilegalidade ou abuso de poder. Opostos embargos de declaração, foram rejeitados. recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual a Lei.960/09 deve ser aplicada aos processos em curso, independentemente da data do ajuizamento, inclusive aos processos com trânsito em julgado. Incensurável a decisão agravada. e início, importante destacar o fundamento utilizado pelo Tribunal para dirimir a controvérsia. Confira-se: (...) Isso porque, à vista das decisões juntadas aos autos, contata-se que o acórdão foi proferido em momento posterior à edição da lei.960/2009, e que, ainda assim, deixou de aplicar as disposições nela existentes, no tocante à nova redação dada ao art. º- da lei 9.494/97. essa forma, uma vez ciente de que os termos do acórdão estavam em dissonância com a redação legal, competia à parte interessada, nesse caso, a autarquia, interpor recurso para reformar o decisum. ntretanto, o INSS quedou-se inerte diante da determinação do acórdão de embargos de declaração que, em novembro de 200, encerrou a controvérsia sem mencionar acerca da aplicação da novel legislação. sclareço que não se está diante de mandados de segurança em que o acórdão foi proferido antes da edição da lei.960/2009 e que não se considera ofensa à coisa julgada por tratar-se de uma adequação do caso em tela ao novo percentual estipulado pela novel legislação. Se fosse esse o caso, então a aplicação da lei igualmente independeria do trânsito em julgado. (grifos nossos) Verifica-se que a matéria em exame tem natureza eminentemente processual. estarte, incidem a Súmula 43/TNU ("Não cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: GTÚLIO SILVIRA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente.
104 04 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ROBRTO JOSÉ A COSTA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: VALTR ROBRTO MACHAO A ROSA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. pelo código Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ARAÍ ROSA AVIRO PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: JSUS ANIL UTRA RORIGUS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: TLMO ROSA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: PRO CIRO POSCHI PORTO PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma".
105 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: JOÃO AÃO RITAS TAVARS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: AÃO ALO RORIGUS RORIGUS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: WASHINGTON RRIRA GONÇALVS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: LUIZ CLAUIO ROBAINA IGUIRA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: LPÍIO OLIVIRA NUNS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ROSSANO RIBIRO BORGS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma".
106 06 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ROBRTO GRMANO RORIGUS LMOS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: LCIO SOUZA UQUS PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". pelo código Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: VANRLI ANRÉ UTRA MSSA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: JOSÉ ALXANR SILVIRA A SILVIRA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ROBRTO RRIRA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: SINI CNTNA MLLO PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma".
107 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: GAN IALHO UTRA PROC./AV.: ALMIR VANRLI MACHAO BASTOS OAB: RS RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, ao fundamento de que a Lei 9.786/99 estabelece que o índice de 6% a título de habilitação somente é devido ao militar que conclui curso de especialização, não se justificando o mencionado adicional para oficiais que possuem apenas o curso de formação, cujo índice é de 2%. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal da Bahia segundo a qual é devido percentual da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização, e do STJ, tendo em visa que há necessidade do contraditório para se suprimir vantagem de servidor que vinha sendo paga regularmente. Como bem salientou a decisão agravada, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que consignou que o requerente não faz jus ao índice de 6% a título de habilitação, tendo em vista que não realizou curso de especialização, e os paradigmas da Turma Recursal da Bahia e do STJ que versam sobre a concessão da gratificação da habilitação militar a oficial que realizou curso de especialização e sobre a necessidade do contraditório para se suprimir o auxílio-invalidez, respectivamente. Assim, conforme Questão de Ordem 22 da TNU, "É possível o nãoconhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Brasília, 2 de junho de 203. CISÕS PROCSSO: ORIGM: RJ - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO JANIRO RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): SANRA MARIA SANTOS MNZS PROC./AV.: ALR MACO OLIVIRA OAB: RJ-2334 XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial de não incidência do imposto de renda sobre juros de mora decorrentes de pagamento de verbas rescisórias oriundas de reclamação trabalhista, pelo seu caráter indenizatório. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre as verbas recebidas pelo empregado em ação trabalhista buscando diferenças salariais, por possuírem natureza remuneratória. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem para aguardar o julgamento do referido recurso. Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: GO - SÇÃO JUICIÁRIA GOIÁS RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): JOSÉ MATIAS RSN PROC./AV.: OSÓRIO VANRO OLIVIRA SILVA OAB: GO-0433 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Goiás. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial para reconhecer indevida a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios e condenar a parte ré à restituição dos valores pagos indevidamente. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre os juros de mora, cujo caráter acessório segue a mesma sorte do principal. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RJ - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO JANIRO RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): CLÉBR PLÁCIO GOMS ARIAS PROC./AV.: VÂNIA ALNCAR BARRTO OAB: RJ uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial de não incidência do imposto de renda sobre juros de mora decorrentes de pagamento de verbas rescisórias oriundas de reclamação trabalhista, pelo seu caráter indenizatório. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre as verbas recebidas pelo empregado em ação trabalhista buscando diferenças salariais, por possuírem natureza remuneratória. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem para aguardar o julgamento do referido recurso. Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AM - SÇÃO JUICIÁRIA O AMAZONAS RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): PRO LUCAS LINOSO PROC./AV.: PRO LUCAS LINOSO OAB: AM-496 Trata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela A- ZNA NACIONAL, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Amazonas. A Turma de origem manteve a sentença que julgou parcialmente procedente o pedido inicial de pagamento de indenização por danos morais à parte autora, em decorrência de cobrança judicial indevida de imposto de renda que foi inscrito em ívida Ativa da União - AU. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido divergiu da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que a ausência de nexo causal afasta a responsabilidade civil da União e, em consequência, a condenação à indenização por danos morais. No mérito, aduz que a inscrição indevida na dívida ativa da União foi causada por erro do próprio contribuinte na adesão ao parcelamento, estranho à Administração.
108 08 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a inexistência de nexo causal a amparar a responsabilidade civil, devido à culpa do próprio contribuinte por sua inscrição no AU, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata da indenização por danos morais decorrente de inscrição indevida em AU, e os arestos paradigmas, que versam sobre nexo de causalidade entre ação ou omissão do stado e o dano sofrido pelo lesado, em situações fáticas totalmente distintas das dos presentes autos, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VI, do RITNU, nego seguimento ao incidente de uniformização. Brasília, 3 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): CLSO ROCHA OLIVIRA PROC./AV.: IGO MARTINS CASPARY OAB: PR PROC./AV.: ROBRTA LOPS MACIL OAB: PR-4308 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial restituição do imposto de renda incidente sobre juros de mora, pagos indevidamente. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre juros de mora, cuja natureza acessória segue a mesma sorte do principal. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. pelo código PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): AILSON LIX SOUZA PROC./AV.: MARCIA LIZABT OLIVIRA TORNSI OAB: PR-58 Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que rejeitou os embargos de declaração, pela ausência dos vícios alegados. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: RINALO CAROSO A SILVA PROC./AV.: JOÃO BATISTA MIROS OAB: S-344 RQURIO(A): AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido inicial de repetição de inbébito, sob os seguintes fundamentos: (i) os juros de mora submetidos ao imposto de renda decorrem de pagamento, a servidor público, de diferenças do índice de,98% decorrente da conversão da URV; (ii) não estão atrelados a extinção do vínculo funcional (ou de trabalho); e (iii) sequer foi mencionada suposta natureza indenizatória da verba principal de que decorrem, mesmo porque todas as circunstâncias amparam a firme convicção de que sua natureza seria remuneratória. Opostos embargos de declaração, foram rejeitados. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual não incide imposto de renda sobre os juros moratórios decorrentes do pagamento em atraso da URV, por se enquadrarem no conceito de verba indenizatória. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): ANA ROSA LIMA PROC./AV.: MARCOS VINICIUS BOSCHIROLLI OAB: PR-9647 Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que rejeitou os embargos de declaração, pela ausência dos vícios alegados. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): LNIR MARIA A SILVA COSTA PROC./AV.: JULIO CSAR AUSANI OAB: RS Trata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial de pagamento de diferenças relativas ao adicional de periculosidade e determinou a devolução do imposto de renda incidente sobre os juros de mora. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ segundo a qual "é reconhecida a natureza salarial dos valores recebidos judicial e administrativamente, exigível é o imposto de renda incidente sobre os juros de mora". O incidente de uniformização foi admitido na origem. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º,
109 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: AZNA NACIONAL PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A AZNA NACIO- NAL RQURIO(A): AMIRO MINGORI PROC./AV.: MARCIA LIZABT OLIVIRA TORNSI OAB: PR-58 uniformização nacional suscitado pela AZNA NACIONAL, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial, sob o fundamento que há ilegalidade na incidência de imposto de renda sobre os juros de mora aplicados aos valores recebidos acumuladamente como decorrência da demanda judicial trabalhista. Sustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual, em situações excepcionais, é cabível a impetração de mandado de segurança contra ato judicial. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 2 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): SILVANO CABRAL GOMS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO ## ATO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal do Rio Grande do Sul e do ST segundo a qual a comprovação da incapacidade é essencial para a concessão do benefício, bem como o requisito da miserabilidade ser preenchido, respectivamente. pelo código Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor e vive em estado de miserabilidade. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da parte autora nas instâncias de origem, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SP - SÇÃO JUICIÁRIA SÃO PAULO RQURNT: INSS RQURIO(A): MARLN LIMA HNRIQU PROC./AV.: MÁRCIO SGGIARO NAZARTH uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de São Paulo. A Turma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora, portadora do vírus HIV. Sustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido está divergente com julgado da TNU quanto à interpretação do que seja incapacidade laborativa. Requer, assim, o provimento do recurso para julgar improcedente o benefício de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez. O inconformismo não prospera. A TNU, no julgamento do PIL , reafirmou o entendimento no sentido de que: (...) 3 - A ausência de sintomas, por si só, não implica capacidade efetiva para o trabalho, se a doença se caracteriza por específico estigma social. Há que se aferir se as condições sociais a que submetido o segurado permitem o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência. 4 - Jurisprudência dominante desta Turma Nacional: ". A interpretação sistemática da legislação permite a concessão de auxíliodoença ou aposentadoria por invalidez se, diante do caso concreto, os fatores pessoais e sociais impossibilitarem a reinserção do segurado no mercado de trabalho, conforme livre convencimento do juiz que, conforme o brocardo judex peritus peritorum, é o perito dos peritos, ainda que não exista incapacidade total para o trabalho do ponto de vista médico... Na concessão do benefício de aposentadoria por invalidez, a incapacidade para o trabalho deve ser avaliada do ponto de vista médico e social. (...) 3. A intolerância e o preconceito contra os portadores do HIV, que ainda persistem no seio da sociedade brasileira, impossibilitam sua inclusão no mercado de trabalho e, em consequência, a obtenção dos meios para a sua subsistência. 4. O princípio da dignidade humana é fundamento do stado emocrático de ireito (art. º, III, C). 4.. O Poder Judiciário tem coibido a discriminação contra o portador do HIV, nos casos concretos e específicos que lhe são submetidos "Quando o preconceito se manifesta de forma difusa, velada, disfarçada, o stado-juiz deve intervir, reconhecendo as diferenças, sob pena de, na sua omissão, compactuar com a intolerância com os portadores dessas mesmas diferenças" (PIL Nº , Relª. Juíza ederal Maria ivina Vitória, J ); "Não há controvérsias que para a concessão de benefício de incapacidade para portador de HIV deve-se apurar a incapacidade social, a saber, o preconceito, a dificuldade de ingresso no mercado de trabalho e as condições pessoais do soropositivo" (PIL nº , Rel. Juiz ederal Vladimir Santos Vitovsky, OU ); "Não examinada na sentença ou no acórdão a existência de incapacidade social em relação ao autor, exigível nos termos da jurisprudência da Turma (...) deve o processo, fixada a tese da exigibilidade de o juiz analisar as condições pessoais e sociais do segurado portador de HIV, inclusive sinais exteriores da doença, para concessão de aposentadoria por invalidez, retornar ao Juízo de primeira instância para produção e análise da prova (TNU - Questão de Ordem n.º 20)" (PIL , Rel. Juiz ederal JANILSON BZR- RA SIQUIRA, OU de 3/7/2). Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: GNTIL ANTÔNIO A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL RA #ATO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez do demandante. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual aponta pela concessão do benefício levando, também, em consideração as condições pessoais do postulante. Requer, assim, o provimento do recurso. O inconformismo não prospera. Verifica-se que o pedido de uniformização em tela deixou de observar ao regramento legal aplicável à espécie, qual seja o art. 6º, incisos I e II, da Resolução 22/08 da TNU. Com efeito, a parte requerente não trouxe a cotejo nenhum acórdão paradigma a fim de demonstrar eventual divergência jurisprudencial com o aresto recorrido. Ainda que assim não fosse, a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade laboral da parte, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: LINOARO JRÔNIMO CARVALHO PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez do demandante. recorrido diverge da jurisprudência da TRGO segundo a qual não é necessária a incapacidade total para concessão do auxílio-doença. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade laboral da parte, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e o paradigma trazido a confronto, convocando a incidência da Súmula 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JANIRA LIMA VASCONCLOS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9.
110 0 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual a falta de preenchimento do requisito de carência não representa óbice para a concessão do benefício de aposentadoria por tempo de serviço rural. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: RANCISCO JOÃO ARIAS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou procedente o pedido de restabelecimento de auxílio-doença do demandante. recorrido diverge da jurisprudência da TRMT "que aponta pela concessão da aposentadoria por invalidez caso seja verificado que a patologia apresentada somada as condições pessoais levam a incapacidade total e permanente, ainda que o laudo fale em parcialidade". Requer, assim, o provimento do recurso a fim de que seja concedida a aposentadoria por invalidez. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade laboral da parte, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e o paradigma trazido a confronto, convocando a incidência da Súmula 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: GO - SÇÃO JUICIÁRIA GOIÁS RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): JOAQUIM US NUNS PROC./AV.: OSÓRIO VANRO OLIVIRA SILVA OAB: GO-0433 uniformização nacional suscitado pela azenda Nacional, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Goiás. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido e reconhecer indevida a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios, condenando a parte ré a restituir os valores pagos indevidamente. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide imposto de renda sobre os juros de mora, cujo caráter acessório segue a mesma sorte do principal. Verifica-se que a matéria em discussão encontra-se em análise no Supremo Tribunal ederal, no R /RS, em regime de repercussão geral. Confira-se: TRIBUTÁRIO. RPRCUSSÃO GRAL RCURSO X- TRAORINÁRIO. IMPOSTO RNA SOBR VALORS R- CBIOS ACUMULAAMNT. ART. 2 A LI 7.73/88. AN- TRIOR NGATIVA RPRCUSSÃO. MOIICAÇÃO A POSIÇÃO M AC A SUPRVNINT CLARAÇÃO INCONSTITUCIONALIA A LI RAL POR TRIBU- NAL RGIONAL RAL.. A questão relativa ao modo de cálculo do imposto de renda sobre pagamentos acumulados - se por regime de caixa ou de competência - vinha sendo considerada por esta Corte como matéria infraconstitucional, tendo sido negada a sua pelo código repercussão geral. 2. A interposição do recurso extraordinário com fundamento no art. 02, III, b, da Constituição ederal, em razão do reconhecimento da inconstitucionalidade parcial do art. 2 da Lei 7.73/88 por Tribunal Regional ederal, constitui circunstância nova suficiente para justificar, agora, seu caráter constitucional e o reconhecimento da repercussão geral da matéria. 3. Reconhecida a relevância jurídica da questão, tendo em conta os princípios constitucionais tributários da isonomia e da uniformidade geográfica. 4. Questão de ordem acolhida para: a) tornar sem efeito a decisão monocrática da relatora que negava seguimento ao recurso extraordinário com suporte no entendimento anterior desta Corte; b) reconhecer a repercussão geral da questão constitucional; e c) determinar o sobrestamento, na origem, dos recursos extraordinários sobre a matéria, bem como dos respectivos agravos de instrumento, nos termos do art. 543-B, º, do CPC. Ante o exposto, levando-se em consideração a sistemática dos recursos representativos da controvérsia, dos repetitivos, dos sobrestados por força de repercussão geral e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, º e 3º, e 543-C, º, 2º, 7º e 8º, do CPC e 7º, VII, b, e 5, 2º e seguintes, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos ao Tribunal de origem para aplicação do entendimento que vier a ser pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal ederal. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: RAIMUNO JRONSO RITAS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de revisão da renda mensal inicial de aposentadoria por idade rural, mediante a utilização dos valores percebidos como auxílio-doença para o cálculo da referida aposentadoria. Sustenta a parte requerente que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização e de Tribunais Regionais ederais de diversas regiões segundo a qual deve ser aplicado o art. 29, 5º, da Lei 8.23/9 para fins de aproveitamento do salário-de-benefício de auxílio-doença como salários-de-contribuição no cálculo da aposentadoria subsequente, independentemente de o auxílio ter ido intercalado ou não com tempo de trabalho. e início, a divergência com fundamento em paradigmas oriundos de Tribunal Regional ederal não enseja a admissão do incidente de uniformização, nos termos dos arts. 4, 2º, da Lei 0.259/0 e 6º do RITNU. Lado outro, a Turma Nacional de Uniformização pacificou sua jurisprudência no sentido de que o tempo durante o qual o segurado esteve em gozo de auxílio-doença deve ser computado como período de carência, para fins de concessão da aposentadoria por idade (P- IL JU 7/7/08). Ressalta-se que o precedente do ST, citado pelo acórdão recorrido, trata de matéria diversa acerca da conversão do período em gozo do auxílio-doença em aposentadoria por invalidez e não em aposentadoria por idade. essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. etermino, pois, a restituição dos autos à origem para adequação do julgado. Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): LUCAS ALVS A ROCHA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal do Rio Grande do Sul e do ST segundo a qual a comprovação da incapacidade é essencial para a concessão do benefício, bem como ausente a justa causa para afastamento da perícia, seu laudo deve ser acolhido. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor e vive em estado de miserabilidade. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da incapacidade da parte autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: MARIA IVONT OMINGOS PROC./AV.: GISL LMOS KRAVCHYCHYN OAB: S 356-A RQURIO(A): INSS RLATOR(A): JUIZ(A) RAL AL AMÉRICO OLIVI- RA Trata-se de agravo interposto contra decisão desta Presidência que negou seguimento ao recurso extraordinário, em razão da incidência das Súmulas 279 e 282, ambas do ST. ncaminhem-se os autos ao Supremo Tribunal ederal. Brasília, 26 de junho de PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): JOÃO PAULO MAGALHÃS PSSOA M- LO PROC./AV.: ROOLO. CAVALCANTI ALBUQURQU OAB: P Trata-se de agravo regimental contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203.
111 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: MARIA IVONT HONORATO SANTOS PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo qual não se deve aplicar rigor excessivo na comprovação da atividade rurícola, para fins de aposentadoria, sob pena de tornar-se infactível, em face das peculiaridades que envolvem o trabalhador no campo. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: INSS RQURIO(A): OMCIANO A SILVA PROC./AV.: GIOVANN ARRUA GONÇALVS OAB: PB-6 94 uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de decisão proferida por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma de origem reformou a sentença em relação à IB, restabelecendo o benefício auxílio-doença a partir da cessação do seu pagamento. Sustenta o INSS que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge de julgado da TNU que aponta pela concessão do benefício na data do ajuizamento da ação. Requer, assim, o provimento do recurso. Sem razão, entretanto. A TNU, no julgamento do PIL , reafirmou o entendimento no sentido de que, "em se tratando de restabelecimento de benefício por incapacidade e sendo a incapacidade decorrente da mesma doença que justificou a concessão do benefício cancelado, há presunção de continuidade do estado incapacitante a ensejar a fixação da ata do Início do Benefício (IB) ou o termo inicial da condenação na data do indevido cancelamento (PIL , Rel. Juíza ederal JACQULIN MICHLS BI- LHALVA, J de /6/0)". Brasília, 3 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): LONARO SALS ARAÚJO PROC./AV.: AL SILVÉRIO BORBA OAB: P Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. pelo código Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: MT - SÇÃO JUICIÁRIA O MATO GROSSO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): MÁRIO LUIZ BALTR MORIRA CAR- VA L H O PROC./AV.: MAURÍCIO AU OAB: MT-4667 Trata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma do acórdão proferido por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Mato Grosso. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido inicial, condenando a União a conceder ajuda de custo para servidor removido a pedido. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é indevida a ajuda de custo no caso de remoção a pedido. A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que é devida a ajuda de custo decorrente da remoção de servidor público, mesmo a pedido, pois a Administração possui o interesse no preenchimento do cargo vago. Nesse sentido: PIL estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VI, do RITNU, não admito o incidente. Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: MT - SÇÃO JUICIÁRIA O MATO GROSSO RQURNT: RAQUL OLIVIRA CUNHA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURIO(A): UNIVRSIA RAL MATO GROS- SO Trata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma do acórdão proferido por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Mato Grosso. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de indenização por danos morais e materiais. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da TNU segundo a qual o Poder Público deve assumir a guarda e responsabilidade do veículo quando este ingressa em área de estacionamento pertencente a estabelecimento público, desde que haja serviço especializado com esse fim. e início, importante destacar o fundamento utilizado pela Turma Recursal para dirimir a controvérsia. Confira-se: Por outro lado, vale aqui a referência de não haver serviço específico de vigilância e guarda de veículos, mas mero controle de entrada e saída. Sequer existe vigilância ostensiva nos vários pontos destinados à parada de automóveis. Logo, não se constata qualquer contribuição da recorrida para que o alegado furto se consumasse. esta forma, afastado o nexo de causalidade, não se aplica a regra de responsabilidade objetiva do 6º do art. 37 da Constituição. Registro ainda que existe sim possibilidade de veículos transitarem no Campus sem que passem pelas cancelas ilustradas nas fotografias que acompanham a inicial. Ao lado das quadras de futebol, logo depois da quadra de areia, existe uma pista estreita que leva a um pátio de estacionamento, abaixo das quadras cobertas. este local há acesso que sai ao lado da guarita, mas por fora da cancela. ste acesso pode inclusive ser visto na fotografia que instrui a inicial. (Grifos nossos) A Turma Nacional de Uniformização possui o entendimento de que a responsabilidade civil da universidade pela guarda de veículos na área de estacionamento é subjetiva e depende da existência de aparato de vigilância para segurança do estacionamento. Nesse sentido: PI- L estarte, incide a Questão de Ordem 3/TNU: "Não cabe Pedido de Uniformização, quando a jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VI, do RITNU, não admito o incidente. Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): MARIA LUCI PONTS LIMA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal do Rio Grande do Sul e do ST segundo a qual a comprovação da incapacidade é essencial para a concessão do benefício, bem como ausente a justa causa para afastamento da perícia, seu laudo deve ser acolhido. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor e vive em estado de miserabilidade. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da incapacidade da parte autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: ROSAN PINHIRO PROC./AV.: MÁRCIA MARIA PIROZAN OAB: RS-4406 RQURIO(A): INSS Trata-se de agravo interposto contra decisão desta Presidência que não conheceu do recurso extraordinário, em razão da incidência da Súmula 28/ST. ncaminhem-se os autos ao Supremo Tribunal ederal. Brasília, 26 de junho de PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURIO(A): INSS RQURIO(A): MARIA MAALNA ALMIA SOUZA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado.
112 2 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da incapacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: AC - SÇÃO JUICIÁRIA O ACR RQURNT: INSS RQURIO(A): SVRINA BNTO SOUZA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Acre. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial não é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora é incapaz para o labor. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da incapacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Outrossim, quanto à fixação da data de início do benefício, verificase que a matéria foi amplamente analisada por ocasião do julgamento do PIL /C, no qual restou assentado que o termo inicial dos benefícios, devem ser assim fixados: a) na data de elaboração do laudo pericial, se o médico não precisar o início da incapacidade e o juiz não possuir outros elementos nos autos para sua fixação (Precedente: PIL ); b) na data do requerimento administrativo, se a perícia constatar a existência da incapacidade em momento anterior a este pedido (Precedente: PIL ); c) na data do ajuizamento do feito, se não houver requerimento administrativo e a perícia constatar o início da incapacidade em momento anterior à propositura da ação (Precedente: PIL ). d) m todos os casos, se privilegia o princípio do livre convencimento motivado que permite ao magistrado a fixação da data de início do benefício mediante a análise do conjunto probatório (Precedente: PIL ). In casu, diante do conjunto fático-probatório dos autos, observa-se que a IB deve ser fixada quando da cessação indevida do benefício, ou seja, a parte autora já preenchia os requisitos autorizadores da concessão do benefício desde então, sendo irretocável a decisão impugnada. Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: JOSÉ ALMIR GOOY ITOSA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INÁCIO A SILVA.. OAB: P-573-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. pelo código recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial não é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não é incapaz para o labor. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da capacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: LMICIA LOURS A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido do benefício de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez, concluindo que não houve comprovação da qualidade de segurado especial. Sustenta a parte requerente divergência de entendimento com acórdãos do STJ. efende que, "apesar de não existir nada nos autos que comprove a qualidade de segurado antes do início da incapacidade, o requerente preenche os requisitos para a obtenção de outro benefício, qual seja: amparo social ao deficiente". Requer, assim, o provimento do recurso para a concessão de benefício assistencial. Incensurável a decisão agravada. Os paradigmas trazidos a cotejo não guardam a devida similitude fática com a hipótese dos autos. estarte, incide o óbice da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). emais disso, o recurso em tela atrai o enunciado da Questão de Ordem 0/TNU, a saber: "Não cabe o incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido." Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: INSS RQURIO(A): WALTR RICARO SOUZA PROC./AV.: MIGUL UARO BRITTO ARAGÃO OAB: S.99 m razão da diligência encaminhada pela Turma Recursal, torno sem efeito a decisão proferida por esta Presidência e passo à apreciação do agravo. uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido autoral de revisão da RMI com base na menda Constitucional 20/98, consignando que: Não há que se falar em decadência, in casu, uma vez que a controvérsia envolvendo a questão dos tetos constitucionais a que se referiram as Cs 20 e 4 só foi definitivamente resolvida pelo ST, em sede de repercussão geral, em 08/09/200, marco a partir do qual deverá correr o prazo decadencial para revisões de benefícios fundadas na tese, retro, esposada pelo Pretório xcelso. Sustenta a autarquia que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge do entendimento exarado pela TRRJ segundo a qual "em , operou-se a decadência das ações que visem à revisão de ato concessório de benefício previdenciário instituído anteriormente a , data de edição da MP nº.523-9, que deu nova redação ao art. 03 da Lei nº 8.23/9". Requer, assim, o provimento do recurso para que seja julgada improcedente a revisão do benefício previdenciário. Atendidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: ANTÔNIA TIXIRA RUINO PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual o comprovante de pagamento de ITR em nome do dono da propriedade onde a parte autora exerceu a atividade rural constitui início razoável de prova material, bem como não se deve aplicar rigor excessivo na comprovação da atividade rurícola, para fins de aposentadoria, sob pena de tornar-se infactível, em face das peculiaridades que envolvem o Trabalhador do campo. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: CLÁUIO ANTÔNIO A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido do benefício de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez, concluindo que não houve comprovação da qualidade de segurado especial. Sustenta a parte requerente divergência de entendimento com acórdãos do STJ e de TRMT. efende que, "apesar de não existir nada nos autos que comprove a qualidade de segurado antes do início da incapacidade, o requerente preenche os requisitos para a obtenção de outro benefício, qual seja: amparo social ao deficiente". Requer, assim, o provimento do recurso para a concessão do benefício assistencial. Incensurável a decisão agravada. Os paradigmas trazidos a cotejo não guardam a devida similitude fática com a hipótese dos autos. estarte, incide o óbice da Questão de Ordem 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). emais disso, o recurso em tela atrai o enunciado da Questão de Ordem 0/TNU, a saber: "Não cabe o incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: INSS RQURIO(A): GRAR JOS MNZS LIMA PROC./AV.: TRZINHA PAULINO ASSIS OAB: P- 6234
113 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Trata-se de agravo interposto contra decisão que não admitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, porém averbou o tempo de serviço especial no período de //976 a 3/3/986. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência de TR de MG segundo a qual, "inexistindo informação sobre a média ponderada do ruído a que estava exposta a parte autora, somente pode ser reconhecida a especialidade da atividade quando o nível mínimo de ruído aferido superar os limites legais de tolerância". Com efeito, no julgamento do PIL , a Turma Nacional firmou o entendimento no sentido de que, "para fins de enquadramento de atividade especial por exposição à agente nocivo ruído em níveis variados, deve ser levada em consideração a média ponderada; na ausência de adoção dessa técnica pelo laudo pericial, deve ser realizada a média aritmética simples entre as medições levantadas pelo laudo". essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a restituição dos autos à origem para a adequação do julgado. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: JOSÉ ARIMATIA SOARS PROC./AV.: MARCOS ANTONIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária da Paraíba. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez do demandante. recorrido diverge da jurisprudência da TRMT segundo a qual "mesmo não havendo total incapacidade, tem-se que levar em consideração a condição social e cultura da parte autora para seu reingresso a praticas laborativas". Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade laboral da parte, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ademais, observa-se que não há similitude fática entre o acórdão recorrido e o paradigma trazido a confronto, convocando a incidência da Súmula 22/TNU ("É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma"). Brasília, 4 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: OTACÍLIO IRMINO SOUZA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. pelo código A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual é prescindível que o início de prova material abranja necessariamente o número de meses idêntico à carência do benefício no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 8 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: INSS RQURIO(A): ACACIO PANINI PROC./AV.: LAMIR KUMMROW OAB: SC-7560 Trata-se de agravo interposto contra decisão que não admitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Santa Catarina. A Turma de origem julgou procedente o pedido inicial de averbação de tempo de serviço especial em comum, sob o fundamento de que a parte autora esteve exposta a níveis de ruídos superiores ao permitido pela legislação de regência no período intervalado entre º/6/87 a 5/3/97. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência de TR de MG segundo a qual, "inexistindo informação sobre a média ponderada do ruído a que estava exposta a parte autora, somente pode ser reconhecida a especialidade da atividade quando o nível mínimo de ruído aferido superar os limites legais de tolerância". Com efeito, no julgamento do PIL , a Turma Nacional firmou o entendimento no sentido de que, "para fins de enquadramento de atividade especial por exposição à agente nocivo ruído em níveis variados, deve ser levada em consideração a média ponderada; na ausência de adoção dessa técnica pelo laudo pericial, deve ser realizada a média aritmética simples entre as medições levantadas pelo laudo". essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a restituição dos autos à origem para a adequação do julgado. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: INSS RQURIO(A): GRALO CARLOS SOBRINHO PROC./AV.: ABRÍCIO MACHAO OAB: SC-2245 Trata-se de embargos de declaração opostos pelo INSS contra decisão que negou provimento ao agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional. O embargante alega, em síntese, a ocorrência de omissão no julgado, uma vez que o entendimento firmado no PIL diverge da jurisprudência Superior Tribunal de Justiça, bem como é objeto de recurso encaminhado àquela Corte (PT 9.059), ainda pendente de julgamento. Requer, assim, o provimento do recurso para que seja sanado o vício apontado. Sem impugnação. Razão assiste ao embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado. A questão jurídica objeto do presente recurso encontra-se afetada à Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, aguardando o julgamento da PT 9.059, sob a relatoria do Min. BNITO GON- Ç A LV S. esse modo, prudente que se aguarde o exame da matéria pelo STJ. Ante o exposto, acolho os embargos para determinar o sobrestamento do feito. Concluído o julgamento da mencionada PT, retornem conclusos. Brasília, 07 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: NIS ARLT RITAS OUTROS PROC./AV.: ABIAN ALMÔNICO OAB: SC-2258 PROC./AV.: J.N. COLHO NTO OAB: SC-5596 PROC./AV.: RORIGO COLHO OAB: SC-824 RQURIO(A): INSS Trata-se de agravo interposto contra decisão desta Presidência que negou seguimento ao pedido de uniformização suscitado ao Superior Tribunal de Justiça, em razão da inexistência de exame de questão de direito material pela TNU. Sustenta a requerente que tem direito ao benefício de pensão por morte de seu marido, mediante o pagamento das contribuições em atraso. Requer, assim, seja processado o recurso e provido para que seja admitido o pedido de uniformização de jurisprudência e, em consequência, o seu provimento a fim de que seja julgado procedente o pedido de pensão por morte. No caso em exame, preenchidos os pressupostos recursais, deve se aplicar o princípio da fungibilidade recursal para que o presente agravo seja recebido como pedido de submissão dirigido ao Superior Tribunal de Justiça, nos termos do 2º do art. 36 do RITNU. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, IX, do RITNU, determino a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça. Brasília, 26 de junho de PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: INSS RQURIO(A): JOÃO MARIANO PROC./AV.: ROBRTO C. VAILATI OAB: SC-9863 Trata-se de embargos de declaração opostos pelo INSS contra decisão que negou provimento ao agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional. O embargante alega, em síntese, a ocorrência de omissão no julgado, uma vez que o entendimento firmado no PIL diverge da jurisprudência Superior Tribunal de Justiça, bem como é objeto de recurso encaminhado àquela Corte (PT 9.059), ainda pendente de julgamento. Requer, assim, o provimento do recurso para que seja sanado o vício apontado. Sem impugnação. Razão assiste ao embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado. A questão jurídica objeto do presente recurso encontra-se afetada à Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, aguardando o julgamento da PT 9.059, sob a relatoria do Min. BNITO GON- Ç A LV S. esse modo, prudente que se aguarde o exame da matéria pelo STJ. Ante o exposto, acolho os embargos para determinar o sobrestamento do feito. Concluído o julgamento da mencionada PT, retornem conclusos. Brasília, 07 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: MARIA HLNA OS SANTOS SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS
114 4 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a aposentação rural, previstos nos arts. 48, º, e 43 da Lei 8.23/9. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta TNU segundo a qual o fato de um dos membros do grupo familiar ser trabalhador urbano ou titular de benefício previdenciário não descaracteriza, por si só, o regime de economia familiar em relação aos demais membros do grupo familiar. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 20 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: INSS RQURIO(A): MARCUS HOLZ PROC./AV.: J.N. COLHO NTO OAB: SC-5596 PROC./AV.: RORIGO COLHO OAB: SC-824 PROC./AV.: GOVANI COLHO OAB: SC-5987 Trata-se de embargos de declaração opostos pelo INSS contra decisão que negou provimento ao agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional. O embargante alega, em síntese, a ocorrência de omissão no julgado, uma vez que o entendimento firmado no PIL diverge da jurisprudência Superior Tribunal de Justiça, bem como é objeto de recurso encaminhado àquela Corte (PT 9.059), ainda pendente de julgamento. Requer, assim, o provimento do recurso para que seja sanado o vício apontado. Sem impugnação. Razão assiste ao embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado. A questão jurídica objeto do presente recurso encontra-se afetada à Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, aguardando o julgamento da PT 9.059, sob a relatoria do Min. BNITO GON- Ç A LV S. esse modo, prudente que se aguarde o exame da matéria pelo STJ. Ante o exposto, acolho os embargos para determinar o sobrestamento do feito. Concluído o julgamento da mencionada PT, retornem conclusos. Brasília, 07 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: SC - SÇÃO JUICIÁRIA SANTA CATARINA RQURNT: INSS RQURIO(A): ONATO GHIN PROC./AV.: BARTIRA PLGRIN OAB: SC-2645 Trata-se de embargos de declaração opostos pelo INSS contra decisão que negou provimento ao agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional. O embargante alega, em síntese, a ocorrência de omissão no julgado, uma vez que o entendimento firmado no PIL diverge da jurisprudência Superior Tribunal de Justiça, bem como é objeto de recurso encaminhado àquela Corte (PT 9.059), ainda pendente de julgamento. Requer, assim, o provimento do recurso para que seja sanado o vício apontado. Sem impugnação. Razão assiste ao embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado. A questão jurídica objeto do presente recurso encontra-se afetada à Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, aguardando o julgamento da PT 9.059, sob a relatoria do Min. BNITO GON- Ç A LV S. pelo código esse modo, prudente que se aguarde o exame da matéria pelo STJ. Ante o exposto, acolho os embargos para determinar o sobrestamento do feito. Concluído o julgamento da mencionada PT, retornem conclusos. Brasília, 07 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PB - SÇÃO JUICIÁRIA A PARAÍBA RQURNT: SIMON AMORIM MARTINS PROC./AV.: MARCOS ANTONIO INÁCIO A SILVA OAB: RN-560-A RQURIO(A): INSS PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL R Trata-se de embargos de declaração opostos pela parte autora contra decisão que, em agravo em incidente de uniformização, negou provimento ao recurso, sob o fundamento de que a divergência entre paradigmas oriundos de Turmas Recursais da mesma Região não enseja a admissão do pedido de uniformização. A parte embargante alega, em síntese, a ocorrência de nulidade da decisão embargada, em virtude da ausência de competência desta TNU para julgar o pedido de uniformização presente nos autos ante sua natureza regional. Requer, assim, o provimento do recurso para que sejam sanados os vícios apontados. Razão assiste à parte embargante. Nos termos do art. 535 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração prestam-se a sanar obscuridade, contradição ou omissão eventualmente existentes no julgado. No caso em exame, verifica-se que o incidente de uniformização foi dirigido à Turma Regional de Uniformização da 5ª Região, com fundamento no artigo 4, º, da Lei 0.259/0, ou seja, trata-se de Pedido de Uniformização Regional. Após o Pedido de Uniformização Regional ter sido inadmitido pela Recursal da Seção Judiciária da Paraíba, a requerente, ora embargante, interpôs agravo dirigido à Turma Regional de Uniformização. esse modo, o referido recurso deve ser examinado pela Turma Regional. Ante o exposto, acolho os embargos para, sanando o vício alegado, anular a decisão embargada e determinar, nos termos do art. 3º, º, da Resolução 06, de , a remessa dos autos à Presidência da Turma de origem, para as providências cabíveis. Brasília, 20 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: GORG PAULO MOURA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INÁCIO A SILVA.. OAB: P-573-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial não é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não é incapaz para o labor. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da capacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: ARLT ABRI SOARS PROC./AV.: SILMAR RRIRA ITRICH OAB: PR-2534 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-doença/aposentadoria por invalidez. Sustenta a requerente que "identificadas como CI's M-54.5 e M-77-, que impossibilita em andar e totalmente o desempenho de qualquer atividade laborativa", demonstrada está a sua incapacidade para o trabalho. Requer, assim, o provimento do recurso. Irrepreensível a decisão agravada. Verifica-se que o pedido de uniformização em tela deixou de observar ao regramento legal aplicável à espécie, qual seja o art. 6º, incisos I e II, da Resolução 22/08 da TNU. Com efeito, a parte requerente não trouxe a cotejo nenhum aresto paradigma a fim de demonstrar eventual divergência jurisprudencial com o acórdão recorrido. Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: MARGARIA A SILVA COSTA PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 PROC./AV.: ALYSSANRA PAIVA PINHIRO T. LIMA OAB: C-656 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Ceará. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. Sustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da TNU e do Superior Tribunal de Justiça, segundo a qual deve ser considerado todo o conjunto probatório na hipótese de haver outros meios de prova além do laudo pericial. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, VII, c, do RITNU, nego Brasília, 05 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: RANCISCO AS CHAGAS BATISTA NTO PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INACIO A SILVA OAB: C-2047-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da TNU segundo a qual deve ser considerado todo o conjunto probatório na hipótese de haver outros meios de prova além do laudo pericial. Requer, assim, o provimento do recurso.
115 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 03 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: TRZA MNS MLO PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. recorrido diverge da jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização segundo a qual é cabível revaloração jurídica das provas colhidas nos autos, tendo em vista que não foram devidamente analisadas. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: C - SÇÃO JUICIÁRIA O CARÁ RQURNT: RANCISCO VRÍSSIMO A SILVA PROC./AV.: MARIA ANIARA GOMS IZIÓRIO OAB: C-6656 PROC./AV.: ANTONIO GLAY ROTA OSTRNO OAB: C-728 PROC./AV.: RANCISCO ASSIS MSQUITA PINHIRO OAB: C-7068 RQURIO(A): INSS XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Ceará. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. recorrido diverge da jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização segundo a qual é cabível revaloração jurídica das provas colhidas nos autos, tendo em vista que não foram devidamente analisadas. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL pelo código Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: INSS RQURIO(A): STR SOUZA LIMA PROC./AV.: RNANA SOUZA VIIRA OAB: S-3229 m razão da diligência encaminhada pela Turma Recursal, torno sem efeito a decisão proferida por esta Presidência e passo à apreciação do agravo. uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido autoral de revisão da RMI com base na menda Constitucional 20/98, consignando que: Não há que se falar em decadência, in casu, uma vez que a controvérsia envolvendo a questão dos tetos constitucionais a que se referiram as Cs 20 e 4 só foi definitivamente resolvida pelo ST, em sede de repercussão geral, em 08/09/200, marco a partir do qual deverá correr o prazo decadencial para revisões de benefícios fundadas na tese, retro, esposada pelo Pretório xcelso. Sustenta a autarquia que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge do entendimento exarado pela TRRJ segundo a qual "em , operou-se a decadência das ações que visem à revisão de ato concessório de benefício previdenciário instituído anteriormente a , data de edição da MP nº.523-9, que deu nova redação ao art. 03 da Lei nº 8.23/9". Requer, assim, o provimento do recurso para que seja julgada improcedente a revisão do benefício previdenciário. Atendidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: MPRSA BRASILIRA CORRIOS T- LÉGRAOS PROC./AV.: MÁRIO MÁRCIO SOUZA MAZZONI OAB: S 354-B PROC./AV.: JOSÉ JACONIAS OLIVIRA OAB: S-773 RQURIO(A): PÉRICLS ABRU INIZ GONÇALVS PROC./AV.: PÉRICLS ABRU INIZ GONÇALVS OAB: S- 547 Trata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao Superior Tribunal de Justiça, com fundamento no art. 4, 4º, da Lei 0.259/0, suscitado contra acórdão oriundo da Turma Nacional de Uniformização que não conheceu do pedido, em razão da incidência das Súmulas 42 e 43, bem como da Questão de Ordem 22, todas da TNU. Sustenta a empresa requerente que o entendimento firmado na TNU contraria a jurisprudência do STJ, firmada no Rsp /RJ, no sentido de que, para se caracterizar o dano moral, cabe à parte autora provar a existência de objeto de valor na correspondência enviada, na ausência de declaração do seu conteúdo. O pedido não merece acolhimento. No caso em exame, a TNU não conheceu do pedido de uniformização nacional em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade. esse modo, inexistindo decisão colegiada da TNU que verse sobre a questão de direito material acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao STJ, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do Regimento Interno da Turma Nacional de Uniformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, IX, do RITNU, nego seguimento ao incidente de uniformização. Brasília, 7 de maio de PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: INSS RQURIO(A): HRMS RORIGUS A ONSCA PROC./AV.: Anna Paula Souza da onseca Santana OAB: S m razão da diligência encaminhada pela Turma Recursal, torno sem efeito a decisão proferida por esta Presidência e passo à apreciação do agravo. uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido autoral de revisão da RMI com base na menda Constitucional 20/98, consignando que: Não há que se falar em decadência, in casu, uma vez que a controvérsia envolvendo a questão dos tetos constitucionais a que se referiram as Cs 20 e 4 só foi definitivamente resolvida pelo ST, em sede de repercussão geral, em 08/09/200, marco a partir do qual deverá correr o prazo decadencial para revisões de benefícios fundadas na tese, retro, esposada pelo Pretório xcelso. Sustenta a autarquia que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge do entendimento exarado pela TRRJ segundo a qual "em , operou-se a decadência das ações que visem à revisão de ato concessório de benefício previdenciário instituído anteriormente a , data de edição da MP nº.523-9, que deu nova redação ao art. 03 da Lei nº 8.23/9". Requer, assim, o provimento do recurso para que seja julgada improcedente a revisão do benefício previdenciário. Atendidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): UARO HNRIQU SOUZA SIQUI- RA PROC./AV.: INIS CARVALHO NOGUIRA RRAZ OAB: P Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203.
116 6 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): THIAGO BZRRA LAL PROC./AV.: AL SILVÉRIO BORBA OAB: P Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: INSS RQURIO(A): LNIO MNONÇA MORAS PROC./AV.: MIGUL UARO BRITTO ARAGÃO OAB: S.99 m razão da diligência encaminhada pela Turma Recursal, torno sem efeito a decisão proferida por esta Presidência e passo à apreciação do agravo. uniformização nacional suscitado pelo INSS, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido autoral de revisão da RMI com base na menda Constitucional 20/98, consignando que: Não há que se falar em decadência, in casu, uma vez que a controvérsia envolvendo a questão dos tetos constitucionais a que se referiram as Cs 20 e 4 só foi definitivamente resolvida pelo ST, em sede de repercussão geral, em 08/09/200, marco a partir do qual deverá correr o prazo decadencial para revisões de benefícios fundadas na tese, retro, esposada pelo Pretório xcelso. Sustenta a autarquia que o entendimento firmado no acórdão recorrido diverge do entendimento exarado pela TRRJ segundo a qual "em , operou-se a decadência das ações que visem à revisão de ato concessório de benefício previdenciário instituído anteriormente a , data de edição da MP nº.523-9, que deu nova redação ao art. 03 da Lei nº 8.23/9". Requer, assim, o provimento do recurso para que seja julgada improcedente a revisão do benefício previdenciário. Atendidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. pelo código PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: JONI CHIS PROC./AV.: ALX JACSON CARVALHO OAB: RS RQURIO(A): INSS Trata-se, na origem, de pedido de revisão de renda mensal de benefício previdenciário que foi julgado improcedente, o que foi mantido pela Turma de origem. Inconformado, a parte autora formulou dois pedidos de uniformização, sendo um regional e outro nacional. Após ambos pedidos terem sido inadmitidos pelo Presidente da 2ª Turma Recursal da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul, a parte requerente interpôs agravo para as turmas regional e nacional. ntretanto, os autos foram remetidos para a Turma Nacional de Uniformização. estarte, incide a Questão de Ordem 28/TNU, que dispõe que, havendo interposição simultânea de incidentes de uniformização dirigidos à Turma Regional de Uniformização e à Turma Nacional, será julgado, em primeiro lugar, o incidente dirigido à Turma Regional. esse modo, determino a remessa dos autos à origem para o prosseguimento do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: OLINA PIRS RORIGUS PROC./AV.: RAQUL SILVINO GONÇALVS RORIGUS OAB: RS PROC./AV.: CIBL TRINA BRNARS OAB: RS PROC./AV.: WALRZ MARIA XAVIR OAB: RS PROC./AV.: VALINI ANTUNS GONÇALVS OAB: RS-3472 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários à concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. Sustenta a parte requerente que o entendimento do acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ, firmada no âmbito da Terceira Seção, no sentido de que a limitação do valor da renda per capita familiar não deve ser considerada como a única forma de se comprovar que a pessoa não possui outros meios para prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, pois é apenas um elemento objetivo para se aferir a necessidade, ou seja, presumese absolutamente a miserabilidade quando comprovada a renda per capita inferior a /4 do salário mínimo. Requer, assim, o provimento do recurso. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: KAUÃ SOUZA MARTINI PROC./AV.: NILC LOURS KAPPS OAB: RS-24 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual a perícia não pode ser realizada exclusivamente por perito constante do quadro do INSS, sob pena de parcialidade do laudo. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: JOSÉ CANIO OS SANTOS PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: JOSA OS ANJOS CAROSO PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203.
117 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: LUIZ ALTMIR SILVA ALCÃO PROC./AV.: RONY PILLAR CAVALLI OAB: RS RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO Trata-se, na origem, de pedido de repetição de indébito que foi julgado improcedente, o que foi mantido pela Turma de origem. Inconformado, a parte autora formulou dois pedidos de uniformização, sendo um regional e outro nacional. Após ambos pedidos terem sido inadmitidos pelo Presidente da 2ª Turma Recursal da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul, a parte requerente interpôs agravo para as turmas regional e nacional. ntretanto, os autos foram remetidos para a Turma Nacional de Uniformização. estarte, incide a Questão de Ordem 28/TNU, que dispõe que, havendo interposição simultânea de incidentes de uniformização dirigidos à Turma Regional de Uniformização e à Turma Nacional, será julgado, em primeiro lugar, o incidente dirigido à Turma Regional. esse modo, determino a remessa dos autos à origem para o prosseguimento do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: IRANY BZRRA LIX PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: LIIO PINHIRO A SILVA PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. pelo código recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): LIANY KARLA ÉLIX A SILVA PROC./AV.: SULY MORAS LÃO OAB: P PROC./AV.: MARCLO OLIVIRA RSN OAB: P-343 Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: NILSON ARAGÃO PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: VANUZA MARIA ARAÚJO A SILVA PROC./AV.: MARCOS ANTÔNIO INÁCIO A SILVA.. OAB: P-573-A RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Pernambuco. A Turma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da Turma Recursal de Goiás segundo a qual o fato da incapacidade ser parcial não é circunstância impeditiva para a concessão do benefício pleiteado. Verifica-se que, no caso em tela, a Turma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não é incapaz para o labor, avaliando, inclusive, suas condições pessoais. estarte, conforme PIL , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito da capacidade da autora, em virtude do óbice da Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: RNANA SANTOS ABRU PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203.
118 8 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): NAISA JSUS RAMOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: JOS ANTONIO OS SANTOS PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que, conforme dispõe a Pet 7.54/RO, não ocorreu a prescrição do fundo de direito. ntendeu, porém, que, com o advento do ecreto-lei 2.453/88 e da Lei 7.686/88, e em virtude da modificação na estrutura remuneratória dos servidores, houve incorporação do reajuste, de forma que inexiste direito ao pagamento de quaisquer diferenças. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. pelo código PROCSSO: ORIGM: RN - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O N O RT RQURNT: RAIMUNA GONÇALVS ALMIA PROC./AV.: WAGNR GRALO A SILVA OAB: RN-5 76 PROC./AV.: TATILY CORTÊS TIXIRA OAB: RN-9002 RQURIO(A): UNIVRSIA RAL O RIO GRAN O NORT uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que a Pet 7.54/RO diz respeito unicamente ao cômputo do prazo prescricional, aplicando ao caso a Súmula 85/STJ, não tratando do direito aos percentuais de antecipação da URP de abril e maio de 988. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 24 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): LILIAN OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): ARALO OS SANTOS PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): CRISTINA OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma".
119 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN or fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 4 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): MARIA JOSIVANIA JSUS SANTOS PROC./AV.: TIBÉRIO PRIRA SANTOS MLO OAB: S-483 PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): JOSÉ VALMIRO ALVS OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. pelo código Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): IVANIA SANTOS MOURA PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): VALMIRA SILVA OS SANTOS PROC./AV.: TIBÉRIO PRIRA SANTOS MLO OAB: S-483 PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): JOSILN MUNIZ CAROSO PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203.
120 20 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURIO(A): INSS RQURIO(A): VALTMIR OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): GINALO OS SANTOS PROC./AV.: TIBÉRIO PRIRA SANTOS MLO OAB: S-483 PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é pelo código possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): SLMA OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): SOLANG OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): VANCI BISPO OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): MARIA PATRICIA BOMIM SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica.
121 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): IVANLUCIA VANGLISTA OS SANTOS PROC./AV.: ITANAMARA A SILVA UART OAB: S-399 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. Opostos embargos de declaração, foram rejeitados. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: MARLN ABRU PROC./AV.: WILSON LUIZ PAULA OAB: PR-839 RQURIO(A): INSS pelo código uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. recorrido diverge da jurisprudência da TNU e do STJ segundo a qual deve ser considerado todo o conjunto probatório na hipótese de haver outros meios de prova além do laudo pericial. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 7 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO RQURIO(A): MARIA LUISA MAGALHÃS TIXIRA A S I LVA PROC./AV.: BRUNO PRAZRS A SILVA OAB: S-42 Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: JOSÉ OLIVIRA PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: JOSÉ NICOMOS A. JÚNIOR OAB: RN-6792 RQURIO(A): UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: LA NASCIMNTO ANTAS PROC./AV.: JOÃO PAULO OS SANTOS MLO OAB: RN-529 PROC./AV.: ISABL CRISTINA OS SANTOS MLO OAB: RN-5808 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial de pagamento do valor referente a 7/30 de 6,9% sobre a remuneração do servidor relativa aos meses de abril e maio de 988, sob o fundamento de que ocorreu a prescrição do fundo de direito. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual incide a Súmula 85/STJ na cobrança das diferenças referentes a 7/30 da URP dos meses de abril e maio de 988, correspondentes ao índice de 3,77%. Aduz, ainda, não ter havido reposição da perda estipendiária nem absorção dessa perda pelos planos de carreira supervenientes. O Superior Tribunal de Justiça, através da Pet 7.54/RO, firmou entendimento no sentido de que incide a Súmula 85/STJ nas ações de cobrança de diferenças remuneratórias decorrentes da URP de abril e maio de 998, pois possuem natureza de trato sucessivo. essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a e b, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: PR - SÇÃO JUICIÁRIA O PARANÁ RQURNT: APARCIO OS SANTOS PROC./AV.: WILSON LUIZ PAULA OAB: PR-839 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Paraná. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de ausência de incapacidade da parte autora. recorrido diverge da jurisprudência da TNU segundo a qual deve ser considerado todo o conjunto probatório na hipótese de haver outros meios de prova além do laudo pericial. Requer, assim, o provimento do recurso. Incensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a Súmula 42/TNU ("Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de Ordem 29/TNU ("Nos casos de incidência das Súmulas 42 e 43, o Presidente ou o Relator determinará a devolução imediata dos autos à Turma Recursal de origem"). Nesse sentido: PIL Brasília, 7 de junho de 203.
122 22 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): ANA CLÁUIA RIR A COSTA BZR- RA PROC./AV.: ÁBIO BRAGA MOTA JACOB OAB: P Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: JOÃO GABRIL ALVS OLIVIRA PROC./AV.: NSORIA PÚBLICA A UNIÃO RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma de origem confirmou a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não foram atendidos os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta TNU segundo a qual, para concessão do auxílio assistencial ao menor de dezesseis anos, basta a confirmação da sua deficiência, que implique limitação ao desempenho de atividades ou restrição na participação social, compatíveis com sua idade, ou impacto na economia do grupo f a m i l i a r. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 25 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: P - SÇÃO JUICIÁRIA PRNAMBUCO RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): BRUNO RAAL ALVS CORRIA PROC./AV.: NÃO CONSTITUÍO Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo interposto pela União, nos termos do art. 7º, VII, c, do RITNU. pelo código Nas razões do agravo, sustenta a parte requerente que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela TNU. Requer, assim, o provimento do recurso. O recurso não merece prosperar. Com efeito, a Resolução CJ 63, de 9//, alterou a redação do art. 34 do RITNU (Resolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo Presidente da TNU. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. Se não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. Outrossim, conforme dispõe o art. 7º, º, do RITNU, com a redação dada pela Resolução 63/, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às Turmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela Turma Nacional de Uniformização, pelo Superior Tribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo Supremo Tribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo Presidente da TNU, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso VII do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. Nesse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 4//, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. Brasília, 26 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: LAIN CRISTINA TLS CANUTO PROC./AV.: JOÃO BATISTA MIROS OAB: S-344 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido inicial de repetição de indébito, sob o fundamento de que os juros de mora submetidos ao imposto de renda decorrem de pagamento, a servidor público, de diferenças do índice de,98% decorrente da conversão da URV, o que atrai a incidência do imposto de renda. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do STJ segundo a qual deve ser afastada a incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios decorrentes do pagamento em atraso da URV, por se enquadrarem no conceito de verba indenizatória. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, VII, d, do RITNU, dou m consequência, determino a distribuição do feito. Brasília, 9 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: S - SÇÃO JUICIÁRIA SRGIP RQURNT: UNIÃO PROC./AV.: PROCURAORIA-GRAL A UNIÃO RQURIO(A): AYAN GOMS MLO PROC./AV.: UARO RRIRA NUNS OAB: S-6059 uniformização nacional suscitado pela UNIÃO, pretendendo a reforma de acórdão oriundo da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária de Sergipe. A Turma de origem manteve a sentença que determinou o pagamento de seguro-desemprego à parte autora, acrescida de indenização por danos morais em decorrência da demora na sua efetivação. recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que o simples retardo no pagamento das parcelas não gera o direito a indenização. Ressalta que a verificação do dano moral exige análise subjetiva da situação ofensiva à honra e à reputação da pessoa física ou jurídica. O recurso não merece prosperar. Verifica-se que a parte agravante pretende discutir a natureza jurídica da responsabilidade estatal por ato omissivo, questão não debatida nas instâncias ordinárias. Incide, pois, à espécie, a Questão de Ordem 0/TNU, segundo a qual: "Não cabe incidente de uniformização quando a parte que o deduz apresenta tese jurídica inovadora, não ventilada nas fases anteriores do processo e sobre a qual não se pronunciou expressamente a Turma Recursal no acórdão recorrido". Ainda que assim não fosse, não há similitude fática entre o acórdão recorrido, que trata de demora no pagamento de seguro-desemprego a pescador artesanal, e o aresto paradigma, que versa sobre fornecimento de medicamento a paciente acometido de doença grave, conforme Questão de Ordem 22 da TNU: "É possível o não conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Por fim, no tocante aos demais paradigmas, observa-se que, no caso em tela, as instâncias ordinárias, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluíram pela caracterização da responsabilidade objetiva. essa forma, a pretensão de alterar tal entendimento não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplica-se, portanto, a Súmula 42/TNU, segundo a qual "Não se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato". Brasília, 3 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: MARILIA AGRA ANRIOTTI PROC./AV.: ALOISIO JORG HOLZMIR OAB: RS PROC./AV.: MIRIAM WINTR OAB: RS-3024 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que o pleito está fulminado pela prescrição. Opostos embargos de declaração, não foram conhecidos. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ e da TNU segundo a qual o reconhecimento administrativo da dívida pelo INSS resulta na interrupção do prazo prescricional, de forma que a contagem do prazo será reiniciada por inteiro. A jurisprudência desta TNU é no sentido de que o ato administrativo do INSS, que reconheceu o direito a este reajuste ou remuneração, importou em renúncia tácita à prescrição, razão por que o prazo prescricional volta a correr por inteiro. Nesse sentido: PIL essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a e b, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 2 de junho de 203. PROCSSO: ORIGM: RS - SÇÃO JUICIÁRIA O RIO GRAN O SUL RQURNT: CSAR ROXO MACHAO PROC./AV.: ALOISIO JORG HOLZMIR OAB: RS PROC./AV.: MIRIAM WINTR OAB: RS-3024 RQURIO(A): INSS uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da Turma Recursal dos Juizados speciais ederais da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. A Turma Recursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que o pleito está fulminado pela prescrição.
123 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN Opostos embargos de declaração, não foram conhecidos. Sustenta a parte requerente, em síntese, que o acórdão recorrido diverge da jurisprudência do STJ e da TNU segundo a qual o reconhecimento administrativo da dívida pelo INSS resulta na interrupção do prazo prescricional, de forma que a contagem do prazo será reiniciada por inteiro. A jurisprudência desta TNU é no sentido de que o ato administrativo do INSS, que reconheceu o direito a este reajuste ou remuneração, importou em renúncia tácita à prescrição, razão por que o prazo prescricional volta a correr por inteiro. Nesse sentido: PIL essa forma, considerando-se a sistemática dos recursos sobrestados por força de repercussão geral, dos representativos da controvérsia, dos repetitivos e dos incidentes de uniformização processados na TNU, em que se devem observar as diretrizes estabelecidas nos arts. 543-B, 3º, e 543-C, 7º, do CPC e 7º, VII, a, e 5, º a 3º, da Resolução 22/08 do Conselho da Justiça ederal, os autos devem ser devolvidos à Turma Recursal de origem para aplicação do entendimento pacificado no âmbito da Turma Nacional de Uniformização. etermino, pois, a restituição dos autos à origem. Brasília, 2 de junho de 203. TRIBUNAL JUSTIÇA O ISTRITO RAL OS TRRITÓRIOS 962, 5 JULHO 203 O PRSINT O TRIBUNAL JUSTIÇA O IS- TRITO RAL OS TRRITÓRIOS, no uso de suas atribuições legais e em face do contido no P.A /203, resolve: Art. º Alterar, com fundamento no artigo 7º da Resolução n. 02, publicada no.j. de , seção 03, deste Tribunal, a especialidade de 0 (um) cargo vago de Analista Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Controle Interno, criado pela Lei n..697/2008 e enquadrado conforme Portaria GPR/N. 0673, publicada no.o. de , Seção, para 0 (um) cargo de Analista Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Psicologia; Art. 2º Alterar, com fundamento no artigo 8º da Resolução n. 02, publicada no.j. de , seção 03, deste Tribunal, a especialidade de 02 (dois) cargos vagos de Técnico Judiciário, Área Administrativa, specialidade Telefonia para 02 (dois) cargos de Técnico Judiciário, Área Administrativa, sem especialidade; Parágrafo Único - As vacâncias se deram em decorrência de: I - aposentadoria de José Borges de Sousa ilho, conforme Portaria GPR/N. 640, publicada no.o. de.2.202, Seção 2; e II - aposentadoria de Vanda Hermínia dos Santos e Braga, conforme Portaria GPR/N. 39, publicada no.o. de , Seção 2. Art. 3º Alterar, com fundamento no artigo 8º da Resolução n. 02, publicada no.j. de , seção 03, deste Tribunal, a especialidade de 0 (um) cargo vago de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Operação de Computador, em decorrência de aposentadoria de Waldir da Silva Cruz, conforme Portaria GPR/N. 205, publicada no.o. de , Seção 2, para 0 (um) cargo de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Programação de Sistemas; Art. 4º Alterar, com fundamento no artigo 8º da Resolução n. 02, publicada no.j. de , seção 03, deste Tribunal, a especialidade de 02 (dois) cargos vagos de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade letricidade e Comunicações para 02 (dois) cargos de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Programação de Sistemas; Parágrafo Único - As vacâncias se deram em decorrência de: I - aposentadoria de Pedro Constâncio dos Santos, conforme Portaria GPR/N. 909, publicada no.o. de , Seção 2; e II - aposentadoria de Leonardo Alves de Toledo, conforme Portaria GPR/N. 220, publicada no.o. de , Seção 2. Art. 5º Alterar, com fundamento no artigo 8º da Resolução n. 02, publicada no.j. de , seção 03, deste Tribunal, a especialidade de 03 (três) cargos vagos de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Telecomunicações e letricidade para 03 (três) cargos de Técnico Judiciário, Área Apoio specializado, specialidade Programação de Sistemas; Parágrafo Único - As vacâncias se deram em decorrência de: I - aposentadoria de Marly da Silva, conforme Portaria GPR/N. 39, publicada no.o. de , Seção 2; II - aposentadoria de Leonardo Santos de Oliveira, conforme Portaria GPR/N. 75, publicada no.o. de , Seção 2; e III - aposentadoria de Valdemar Bispo de Oliveira, conforme Portaria GPR/N. 768, publicada no.o. de , Seção 2. Art. 6º sta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL es. SÉRGIO BITTNCOURT m exercício pelo código SCRTARIA-GRAL A CORRGORIA CIRCUNSCRIÇÃO JUICIÁRIA CILÂNIA o - TRIBUNAL O JÚRI CILÂNIA ATA AUIÊNCIA SORTIO JURAOS (Agosto/203) Aos 8 de Julho de 203 (08/07/203), no plenário do Tribunal do Júri de Ceilândia/, a portas abertas,nos termos do art. 433, do CPP, alterado pela Lei 689/08, perante o(a) MM. Juiz(a) de ireito, r.(a) GILMAR RORIGUS A SILVA, foi feito o sorteio dos jurados titulares e suplentes, que servirão no mês de Agosto/203. As cédulas foram retiradas da urna geral pelo(a) MM. Juiz(a) de ireito que, na medida em que eram retiradas da urna, procedia à leitura em voz alta do nome de cada pessoa sorteada, informando sua profissão. steve presente durante a solenidade o(a) N. Promotor(a) de Justiça r.(a) Gladson Raeff Rocha Viana e o(a) r.(a) Patricia Andrade Barreto Brandão, representando a efensoria Pública. oram sorteados os seguintes jurados: ATA AUIÊNCIA SORTIO JURAOS Ti t u l a r e s. WILSTON SILVA RITAS 2. MARIO NOGUIRA A SILVA 3. MARLN BICALHO RORIGUS 4. SUIL MOTA SANTOS MIROS 5. CARLOS MAGNO SOUSA 6. R RORIGUS SOUZA 7. PAULO MARTINS PUGAS 8. KLLY LLIS LIMA 9. ISLA MARIA A SILVA 0. PAULO PRIRA MSQUITA. NLITO ARIA MARQUS 2. HRLY CZARIA TORRS 3. LUISA MAIRA RRIRA IAS 4. ARNALO JOS OS SANTOS 5. RANCISCO ASSIS COLHO MACNA 6. MARIA AS GRACAS A S PORTO 7. TAIS RAMOS OS SANTOS 8. LUANI KATARIN RRIRA 9. PAULO RNANO SOUZA 20. CLGIO SILAS IONIZIO 2. GLORIA MARIA MOURA 22. OUGLAS ARANTS SOARS 23. ANIL GONTIJO ROCHA OLIVIRA 24. BRAS PAULO A CONCICAO 25. GILAZIO BARBOSA NASCIMNTO Suplentes. VALTR ALVS RORIGUS 2. JOS LIT SOUZA 3. IGO RAMOS A SILVA 4. PAULO XAVIR A COSTA ILHO 5. ALXANR GOMS SOUZA 6. PAULO CSAR ALVS MORIRA 7. NILSON LUCIO MONTALVAO 8. RONALO SNA A SILVA 9. ALLIANA AYANA ONTL LIMA 0. ABIANA BASTOS MONTIRO URAS. JOZLIA PRACA MIROS 2. SARA SILVIRA SANTOS A SILVA 3. ILSON PRIRA A SILVA 4. WLLINGTON SOLON SOUZA LIMA 5. VA MARIA TOM ANGLO 6. KLIIN GALNO OLIVIRA 7. LUIS SRGIO LIMA RIBAS 8. ALBRTO NASCIMNTO LIMA 9. MARCO AURLIO A SILVA 20. GRALO PRIRA GOMS 2. MANUL MARCAL AMASCNO 22. ISY CAROSO A SILVA 23. ALOIZO ROBRTO ALVS 24. OT BORGS BARROS 25. AIANA CRISTINA GOMS BISPO 26. ROBRTO LAROQUI BRAGA 27. MILSON RRIRA VASCONCLOS 28. MAR BORGS US 29. MILSON CZARIO A SILVA 30. WVRSON RUINO OLIVIRA 3. ALSSANRO ARAUJO A SILVA 32. VLLYN SILVA SANTANA 33. JOANA BTANIA O BOMIM ALVS 34. VANSSA SIMAO ALMIA 35. LUIS AZVO 36. LUSON KVLIN LIMA SILVA Após o sorteio, determinou o(a) MM. Juiz(a) de ireito que se proceda à convocação dos jurados sorteados, na forma do art. 434, parágrafo único, do CPP, alterado pela Lei 680/08, para comparecer às Sessões Judiciárias deste Tribunal, correspondentes ao mês e ano para os quais foram sorteados, sob as penas da Lei - seja afixada a presente relação no átrio do Tribunal do Júri do órum local. Nada mais havendo, determinou que fosse lavrada a presente ata que, após lida e achada conforme, vai devidamente assinada por mim,, ÁBIO GOMS AGUIAR, Assistente, e pelos presentes. r.(a) GILMAR RORIGUS A SILVA MM. Juiz(a) de ireito r.(a) GLASON RA ROCHA VIANA Promotor(a) de Justiça r.(a) PATRICIA ANRA BARRTO BRANÃO Representante da efensoria Pública GILMAR RORIGUS A SILVA Juiz de ireito. ntidades de iscalização do xercício das Profissões Liberais CONSLHO RAL BIOLOGIA RSOLUÇÃO Nº 36, 2 JUNHO 203 á publicidade externa à Instrução leitoral do Conselho Regional de Biologia da 7ª Região - CRBio-07 (PR), para o mandato de janeiro de 204 a janeiro de 208. O CONSLHO RAL BIOLOGIA - CBio, Autarquia ederal, com personalidade jurídica de direito público, criado pela Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 979, alterada pela Lei nº 7.07, de 30 de agosto de 982 e regulamentada pelo ecreto nº , de 28 de junho de 983, no uso de suas atribuições legais e regimentais; considerando a decisão unânime adotada pelos Senhores Conselheiros ederais presentes na 27ª Sessão Plenária Ordinária, realizada no dia 2 de junho de 203, resolve: Art. º É dada publicidade externa à Instrução leitoral que regulamenta o processo para eleição e posse dos Conselheiros do Conselho Regional de Biologia da 7ª Região - CRBio-07 (PR), para o mandato de janeiro de 204 a janeiro de 208. Parágrafo único. Cópia da íntegra da Instrução leitoral encontra-se na sede do Conselho Regional de Biologia da 7ª Região - CRBio-07, e no site do CRBio-07: à disposição dos interessados. Art. 2º sta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. WLAMIR JOÃO TAI Presidente do Conselho CONSLHO RGIONAL NRMAGM O ACR N o - 5, 8 VRIRO 203 ispõe sobre o pagamento de auxílio Representação e de jetons no âmbito do Conselho Regional de nfermagem do Acre CORN-AC, revogando as disposições em contrário. O Conselho Regional de nfermagem do Acre - CORN- AC, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando o que dispõe a legislação de regência, e em cumprimento ao art. 6º da Resolução do CON 386/20 bem como as deliberações da 27ª Reunião Ordinária de Plenário de 08 de fevereiro de 203, decide: Art. º. Aos conselheiros efetivos e suplentes convocados, do Conselho Regional de nfermagem do Acre - CORN-AC é devido o pagamento de jetom, pela efetiva participação nas reuniões plenárias ordinárias ou extraordinárias, ou ainda nas reuniões de diretoria, com a finalidade de ressarcir os meios matérias utilizados para desempenho de suas funções junto ao regional. Parágrafo único. Consiste o jetom em verba de natureza indenizatória, transitória, circunstancial, não possuindo caráter remuneratório e que tem como objetivo exclusivo de retribuir pecuniariamente os conselheiros pelo comparecimento as sessões plenárias e reuniões de diretoria do CORN-AC. Art. 2º. O valor máximo a ser pago a titulo jetom, pelo comparecimento nas reuniões plenárias ou de diretoria de que trata o art. º desta decisão, será de RS 50,00 (cento e cinquenta reais) cada, ficando o Conselho limitado ao pagamento de 06 (seis) jetons mensais. Parágrafo único. O jetom a ser pago para o conselheiro presidente será acrescido do percentual de 30% (trinta por cento). Art. 3º. Será devido o auxilio representação aos conselheiros regionais pela pratica de atividades político- representativas e de gerenciamento superior, destinado à indenização dos meios matérias utilizadas para o desempenho de suas funções junto ao CORN- AC. Parágrafo único. O auxilio representação poderá ser pago ainda ao profissional de enfermagem, legalmente habilitado e em pleno gozo de seus direitos inerentes ao exercício profissional e também ao dos direitos civis, nos termos da legislação vigente, pelo desempenho de atividades político- representativas do CORN-AC, desde que expressamente convocados, nomeados ou designados para tal fim. Art. 4º. Para o pagamento do auxilio representação, fica fixado o valor unitário Máximo de ate RS 60,00 (sessenta reais), ressalvada a hipótese prevista no 3º deste artigo, correspondente a um dia de atividade representativa ou de gerenciamento superior, limitado ao numero máximo mensal de 5 auxílios representação. º. m caráter excepcional, poderá ser pago um número maior de auxilio representação, desde que devidamente justificado e autorizado pela diretoria do Regional e que não incida em dia não útil. 2º. O auxilio Representação a ser pago ao conselheiro presidente, será acrescido do percentual de 30% (trinta por cento). 3º. Os profissionais de enfermagem convocados, nomeados ou designados receberão 80% (oitenta por cento) do equivalente ao auxilio representação.
124 24 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 4º. O auxilio representação, dada a especialidade da circunstancia, é de natureza indenizatória, devendo ser comprovada mediante apresentação de relatório mensal ou circunstancial de atividades do conselheiro ou profissional de enfermagem ao setor competente, atestando o cumprimento da atividade/função que lhe foi confiada. Art. 5º Nos casos e circunstancias extrema de reconhecida excepcionalidade, devidamente justificada, poderá ser pago o auxilio representação e a diária ao mesmo tempo, em razão de terem fundamentação distinta. Art. 6º Os pagamentos de Auxilio Representação devem ser precedidos da instauração, pela Presidência, de Processo Administrativo especifico, provocado pelo interessado, através de envio de respectivo requerimento, com documentos. No caso de pagamento de Jetom, o processo será instaurado pela Presidência mediante envio pela Secretaria Regional, da relação dos diretores e conselheiros que participaram das respectivas sessões. º - Cabe à Tesouraria, a pedido da Presidência, averiguar a disponibilidade financeira para o gasto. 2º - Havendo disponibilidade financeira, o Presidente autorizara o pagamento, que deverá ser realizado, pela Tesouraria, de preferência, até o ultimo dia útil do mês que se realizou o seu respectivo fato gerador. Art. 7º - As concessões de Auxílios Representação e jetom ficarão condicionados a disponibilidade financeira do Regional, ficando a cargo da iretoria sua concessão. Art. 8º - A Presidência do Regional poderá, através de Portaria, ouvido o Plenário e observado a disponibilidade financeira, estabelecer valores abaixo dos limites previsto na presente ecisão. Art. 9º A presente decisão entrara em vigor após homologação pelo CON e publicação no iário Oficial da União ou no iário Oficial do stado do Acre. Art. 0º - icam revogadas as disposições em contrário. COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS JOSÉ AAILTON CRUZ PRIRA Presidente do Conselho JOÃO BATISTA LIMA Secretário CONSLHO RGIONAL NRMAGM O AMAZONAS N o - 2, 24 MAIO 203 Concede benefícios aos empregados públicos e assessores em cargos de comissão do CORN-AM e dá outras providências. O Conselho Regional de nfermagem do Amazonas - CO- RN-AM, no uso de suas atribuições e competências, que lhe confere o art. 5, incisos III e XIV da Lei 5.905, de 2 de julho de 973 e CONSIRANO a necessidade do CORN-AM em contribuir para a melhoria das condições físicas e nutricionais de seus empregados públicos e assessores, com repercussões positivas para a qualidade de vida, a redução de acidentes de trabalho e o aumento da produtividade; CONSIRANO a necessidade de estabelecer valores e regras para a concessão de benefícios dos empregados públicos e assessores do CORN-AM; CONSIRANO o inteiro teor da Lei nº 6.39 de 4 de abril de 976 e do ecreto nº 05 de 4 de janeiro de 99; CONSIRANO a deliberação na 424º Reunião Ordinária de Plenário - ROP, de 24 de maio de 203, decide: Art. º - São estabelecidos, a título de concessão e sem natureza salarial, aos empregados públicos em regime de 40 (quarenta) horas semanais e assessores em cargos de comissão do CO- RN-AM, os seguintes benefícios: I - Vale Refeição II - Vale Alimentação III - Assistência à Saúde Art. 2º - O Vale Refeição é um benefício pecuniário destinado à cobertura de despesas com refeições prontas em estabelecimentos destinados a este fim, concedido aos empregados públicos em regime de 40 (quarenta) horas semanais e assessores em cargos de comissão. Art. 3º - O valor mensal estabelecido para concessão de Vale Refeição é R$ 396,00 (trezentos e noventa e seis reais) e será pago proporcionalmente aos dias efetivamente trabalhados, obedecendo à relação frequente de /22 ou excepcional de /23 do valor mensal, por dia trabalhado. Art. 4º - O Vale Alimentação é um benefício destinado à cobertura de despesas com alimentação, garantindo a compra em estabelecimentos comerciais de itens indispensáveis à composição de uma cesta básica, concedido aos empregados públicos em regime de 40 (quarenta) horas semanais e assessores em cargo de comissão. Parágrafo Único - arão jus ao Vale Alimentação os empregados públicos em regime de 40 (quarenta) horas semanais e assessores em cargo de comissão, excetuando os afastados por motivo particulares não previstos nos casos de afastamentos abonáveis consignados na legislação. Art. 5º - O valor mensal estabelecido para concessão de Vale Alimentação é R$ 50,00 (cento e cinquenta reais) e será pago integralmente, somente havendo descontos de valores proporcionalmente à relação frequente de /22 ou excepcional de /23 do valor mensal, por dia nos casos de faltas não justificadas. Art. 6º - O recebimento dos Vales Refeição e Alimentação poderão ser realizados por meio de cartões eletrônico-magnéticos administrados por empresa contratada mediante os princípios da Lei 8.666/93, ou conforme conveniência do CORN-AM definida em Plenário; Art. 7º - A Assistência à Saúde é um benefício de caráter indenizatório, realizado mediante ressarcimento até o limite de R$ 50,00 (cento e cinquenta reais), ao empregado publico e assessor em cargo de comissão, desde que comprovada a contratação particular como titular de plano de assistência à saúde ou plano de assistência odontológica que atendam às exigências contidas nas normas editadas pela Agência Nacional de Saúde - ANS. Art. 8º - O valor de ressarcimento será consignado em folha de pagamento e será pago sempre no mês subsequente à apresentação, pelo empregado público ou assessor em cargo de comissão titular, de cópia de pagamento do boleto do plano de saúde, desde que apresentada à Administração até o 5º (quinto) dia útil de cada mês. Art. 9º - ica revogada a ecisão CORN-AM nº 007/203. Art. 0º - sta ecisão entra em vigor na data de sua publicação no iário Oficial da União - Impresa Nacional. AVI LOPS NTO Presidente do Conselho pelo código
125 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código
126 26 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código
127 Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 ISSN XMPLAR ASSINANT A IMPRNSA NACIONAL pelo código
128 28 ISSN Nº 30, terça-feira, 9 de julho de 203 COMRCIALIZAÇÃO PROIBIA POR TRCIROS pelo código
Texto compilado Institui o Comitê Gestor e o Grupo Executivo do Programa Mais Médicos e dá outras providências.
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.040, DE 8 DE JULHO DE 2013 Texto compilado Institui o Comitê Gestor e o Grupo Executivo do Programa Mais Médicos e dá
CONGRESSO NACIONAL PROJETO DE LEI DO CONGRESSO NACIONAL Nº 3, DE 2018
CONGRSSO NACIONAL PROJTO LI O CONGRSSO NACIONAL Nº 3, 2018 Abre ao Orçamento iscal da União, em favor de Transferências aos stados, ao istrito ederal e aos Municípios, crédito suplementar no valor de R$4.495.852.322,00,
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017 Cria o Programa Nacional de Voluntariado, institui o Prêmio Nacional do Voluntariado e altera o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.179, DE 20 DE MAIO DE 2010. Vide Decreto nº 7.426, de 2010 Institui o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 557, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2011.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 557, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2011. Institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, autoriza a União
PROJETO DE LEI. Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2017.
PROJETO DE LEI Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2017. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Esta Lei estima a receita da
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 768, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2017.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 768, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2017. Cria a Secretaria-Geral da Presidência da República e o Ministério dos Direitos Humanos, altera a Lei n o 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe
Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/.htm 1 of 5 20/11/2013 09:20 Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 2.612, DE 3 DE JUNHO DE 1998. Revogado pelo Decreto nº 4.613,
Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de Belém, para o exercício de 2016. O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 528, DE 25 DE MARÇO DE Altera os valores constantes da tabela do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.
Confira abaixo a MP 528/11 que altera os valores constantes da tabela do IR da pessoa física. MEDIDA PROVISÓRIA Nº 528, DE 25 DE MARÇO DE 2011. Altera os valores constantes da tabela do Imposto sobre a
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62º da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
MEDIDA PROVISÓRIA Nº. 2.200-2, 2, DE 24 DE AGOSTO DE 2001 Institui a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, transforma o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação em autarquia,
CastroDigital.com.br ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA INSTALADA EM 16 DE FEVEREIRO DE 1835 DIRETORIA LEGISLATIVA
LEI Nº 10.555 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 O GOVERNADOR DO, Estima a receita e fixa a despesa do Estado do Maranhão para o exercício financeiro de 2017. Faço saber a todos os seus habitantes que a Assembleia
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.725, DE 27 DE ABRIL DE 2016 Institui a Rede Intersetorial de Reabilitação Integral e dá outras providências. A PRESIDENTA
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 771, DE 29 DE MARÇO DE 2017 (DOU 30/03/2017) Transforma a Autoridade Pública Olímpica - APO na Autoridade de Governança do Legado Olímpico - AGLO e dá outras providências. O PRESIDENTE
DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E NORMAS EM VIGOR
DIRETRIZES PARA SOLICITAÇÃO DE AFASTAMENTO DE DOCENTES DA FACULDADE UNB GAMA - FGA PARA LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO, PÓS- GRADUAÇÃO, PÓS-DOUTORADO E VISITA TÉCNICA OU ESTÁGIO DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E NORMAS
LEI Nº , DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015
Orçamento do Estado 2016 Governo do Estado de São Paulo LEI Nº 16.083, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015 Orça a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício de 2016. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Senador Eunício Oliveira Presidente da Mesa do Congresso Nacional
Ofício nº (CN) Brasília, em de de 2018. A Sua Excelência o Senhor Deputado Rodrigo Maia Presidente da Câmara dos Deputados Assunto: Encaminha processado de Medida Provisória. Senhor Presidente, Encaminho
Avenida Brasil, 723 Jardim América- Santa Maria da Vitória - Bahia - CEP CNPJ n.º / LEI Nº.1043 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2017
LEI Nº.1043 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2017 ESTIMA A RECEITA E FIXA DESPESA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA DA VITÓRIA PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2018 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL SANTA MARIA
O PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, no uso das atribuições que lhe confere o art. 5º, da Lei Municipal nº 1174 de 22/12/2017, DECRETA:
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR DECRETO Nº 1419, DE 02 DE ABRIL DE 2018. Abre crédito suplementar em favor de diversas Unidades Orçamentárias e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL
permanente, da reserva legal e remanescentes de vegetação nativa localizadas no interior do imóvel, para fins de controle e monitoramento; e III - ins
Decreto nº 7.029, de 10 de dezembro de 2009. Institui o Programa Federal de Apoio à Regularização Ambiental de Imóveis Rurais, denominado Programa Mais Ambiente, e dá outras providências. (Publicação Diário
LEI Nº. 2358/2016 DATA:
LEI Nº. 2358/2016 DATA: 22 de novembro de 2016 SÚMULA: Autoriza o Poder Executivo a abrir Crédito Adicional Suplementar no valor de R$ 4.045.241,00 (quatro milhões, quarenta e cinco mil e duzentos e quarenta
ABIN - Sistema Brasileiro de Inteligência e Agência Brasileira de Inteligência
Legislação Federal ABIN - e Agência Brasileira de Inteligência Prof. Karina Jaques Art. 1 o A organização e o funcionamento do Sistema Brasileiro de Inteligência, instituído pela Lei n o 9.883, de 7 de
DECRETO Nº 9.057, DE 25 DE MAIO DE
Atos do Poder Executivo DECRETO Nº 9.057, DE 25 DE MAIO DE 2017 Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. O PRESIDENTE
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 11.897, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2008. Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2009. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
LEI N o /2017. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Uberaba para o Exercício de 2018 e dá outras providências.
LEI N o 12.756/2017 Estima a receita e fixa a despesa do Município de Uberaba para o Exercício de 2018 e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes
O PREFEITO MUNICIPAL DE IMBITUBA Faço saber que a Câmara Municipal de Imbituba aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 4.764, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2016. Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de Imbituba para o Exercício de 2017. O PREFEITO MUNICIPAL DE IMBITUBA Faço saber que a Câmara Municipal de Imbituba
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 520, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 520, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010. Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. - EBSERH e dá outras providências.
PORTARIA Nº 83, DE 10 DE JANEIRO DE 2018
PORTARIA Nº 83, DE 10 DE JANEIRO DE 2018 Institui o Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde - PROFAGS, para oferta de curso de formação técnica em enfermagem para Agentes Comunitários de Saúde
LEI No , DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011
LEI No 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011 Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH; acrescenta dispositivos ao Decreto-Lei no 2.848,
LEI Nº 2.878, DE 7 DE DEZEMBRO DE Maurício Sponton Rasi, Prefeito do Município de Porto Ferreira, Estado de São Paulo.
LEI Nº 2.878, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2011. ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO PARA O EXERCÍCIO DE 2012. Maurício Sponton Rasi, Prefeito do Município de Porto Ferreira, Estado de São Paulo. Faço
Considerando que a Faculdade Pilares está em plena reforma acadêmica que será implementada a partir de 2009 e;
RESOLUÇÃO CONSEPE 01/2009 REFERENDA A PORTARIA DG 04/2008 QUE APROVOU A INSERÇÃO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NÃO OBRIGATÓRIOS NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS OFERTADOS PELA. O Presidente do Conselho
PORTARIA INTERMINISTERIAL N 77, DE 11 DE MARÇO DE 2008
PORTARIA INTERMINISTERIAL N 77, DE 11 DE MARÇO DE 2008 Dispõe sobre o reajuste dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS e dos demais valores constantes do Regulamento da Previdência
Legislação da Ebserh. Banca: EBSERH/CESPE-CEBRASPE
Legislação da Ebserh Banca: EBSERH/CESPE-CEBRASPE 1 2 (Questão Inédita/Equipe RP) De acordo com o que dispõe a Lei 12.550/11 acerca da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH, julgue os itens
I - a créditos extraordinários abertos e reabertos no exercício de 2016; II - a despesas financiadas com recursos de doações e convênios;
PORTARIA N o 67, DE 01 DE MARÇO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal,
LEI Nº DE 20 DE DEZEMBRO DE 2018
LEI Nº 14.039 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2018 Altera as Leis nº 8.261, de 29 de maio de 2002, nº 8.352, de 02 de setembro de 2002, nº 10.963, de 16 de abril de 2008, nº 7.990, de 27 de dezembro de 2001, e dá
ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO FRANCISCO DO PIAUÍ GABINETE DO PREFEITO
LEI Nº. 503/2015, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2015. Estima a receita e fixa a despesa do município de São Francisco do Piauí para o exercício financeiro de 2016. O PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO FRANCISCO DO PIAUÍ,
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA ESTADO DE SÃO PAULO PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAPECERICA D
LEI Nº 2.553, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2016 (Projeto de Lei nº 1.664/16 de autoria do Executivo) ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO PARA O EXERCÍCIO DE 2017. seguinte Lei: FAÇO SABER que a Câmara
CAPÍTULO I DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA - PMCMV
DECRETO Nº 6819, DE 13 DE ABRIL DE 2009 (DOU DE 13.04.2009 - EDIÇÃO EXTRA) Regulamenta as Seções II, III e IV do Capítulo I da Medida Provisória nº 459, de 25 de março de 2009, que dispõe sobre o Programa
GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 3.035, DE 9 DE DEZEMBRO DE Renata Anchão Braga, Prefeita do Município de Porto Ferreira, Estado de São Paulo.
LEI Nº 3.035, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2013. ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICIPIO PARA O EXERCICIO DE 2014 Renata Anchão Braga, Prefeita do Município de Porto Ferreira, Estado de São Paulo. Faço saber,
PREFEITURA MUNICIPAL DE DIAS D'ÁVILA
ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE DIAS D'ÁVILA DECRETO FINANCEIRO 58/2017 OUTUBRO/2017 Abre CRÉDITO SUPLEMENTAR no valor de 2.078.277,00 (DOIS MILHÕES E SETENTA E OITO MIL E DUZENTOS E SETENTA E
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO 2.216, DE 27 DE SETEMBRO DE 2018
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO 2.216, DE 27 DE SETEMBRO DE 2018 Dispõe sobre as atividades, no Brasil, do cidadão estrangeiro e do cidadão brasileiro formados em medicina por faculdade no exterior,
Altera o Decreto nº , de 10 de dezembro de 1981, para dispor sobre a situação jurídica do estrangeiro na República Federativa do Brasil.
DECRETO Nº 8.757, DE 10 DE MAIO DE 2016 Altera o Decreto nº 86.715, de 10 de dezembro de 1981, para dispor sobre a situação jurídica do estrangeiro na República Federativa do Brasil. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA,
Prefeitura Municipal de DIAS D AVILA ESTADO DA BAHIA
Projeto de Lei n. 278 /2007 De 28 de setembro de 2007. Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de Dias D avila para o exercício financeiro de 2008. A Câmara Municipal de Dias D avila, Estado da
PORTARIA MPS Nº 119, DE 18 DE ABRIL DE 2006 DOU DE 19/04/2006
PORTARIA MPS Nº 119, DE 18 DE ABRIL DE 2006 DOU DE 19/04/2006 O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal,
