REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM
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- Eliza Marreiro Schmidt
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1 ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem, consistem em práticas acadêmicas curriculares constituídas por diversas formas de construção do conhecimento, com a finalidade de enriquecer a formação do acadêmico, tendo em vista atender as Diretrizes Curriculares Nacionais de Graduação em Enfermagem, bem como os pilares fundamentais da Educação Superior, sejam eles, aprender a ser, aprender a conviver, aprender a fazer e aprender a aprender. Por outro lado, visa estimular o pensamento crítico-reflexivo dos atores do processo ensinoaprendizagem, além de possibilitar aproximação teoria-prática a partir da inserção do acadêmico na realidade da micro-região e a interação com agentes da equipe multiprofissional. Esse processo deve estimular em especial o discente, na reflexão sobre a auto-gestão do processo educacional. Art. 2º- A Resolução CNE/CES nº. 3, de 07 de Novembro de 2001, que estabelece as DCNs de Enfermagem no art. 8º determina que: o projeto pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem deverá contemplar atividades complementares, e que as Instituições de Ensino Superior deverão criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou a distância, a saber: monitorias e estágios extra-curriculares; programas de iniciação científica; programas de extensão; e cursos realizados em outras áreas afins. Neste Curso de Enfermagem aquelas atividades que complementam a formação geral, com ênfase na cidadania, interação social, e que de certa forma contribuem para o aprimoramento profissional, são consideradas atividades complementares reconhecidas em diferentes ações: I. de cunho comunitário e de interesse coletivo; II. de assistência à saúde; III. de iniciação à pesquisa científica e/ou tecnológica; IV. de divulgação do conhecimento científico e cultural ; V. intercâmbios com instituições congêneres, e VI. outros tipos a analisar.
2 CAPÍTULO II DO LOCAL DE REALIZAÇÃO Art. 3º- As atividades complementares poderão ser desenvolvidas no próprio Centro Universitário, ou fora dele, em outras Instituições de Ensino Superior, ou não. Podem ser promovidas e realizadas em instituições públicas ou privadas, organizações, conselhos ou outras, desde que propiciem a complementação da formação do aluno, assegurando o alcance dos objetivos previstos no Artigo 1º e 2 deste Regulamento. Parágrafo único - Para adquirirem o status de atividades complementares, as ações não podem ser de caráter informal, como realizadas em cenários particulares, familiares e/ou de caráter individual. Mas, envolverem uma organização, associação e outros sem fins lucrativos, além de comprovadas por meio de documento emitido em papel oficial daquela instituição na qual se desenvolveu direta ou indiretamente. CAPITULO III DAS COMPETÊNCIAS DA CONCEDENTE DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 4º. À Entidade concedente de atividades complementares compete: I. assegurar ao aluno todas as condições necessárias para a plena realização das atividades propostas; II. fornecer documentação comprobatória da participação efetiva do aluno especificando a carga horária e descrição da atividade. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 5º. Ao Diretor do curso compete: I. promover atividades extracurriculares, com vistas a incrementar a construção do conhecimento em diferentes vertentes das atribuições do ensino, pesquisa e extensão; II. estabelecer parcerias com instituições diversas com a finalidade de propiciar cenário diversificado para realização de atividades extracurriculares, tendo em vista a aproximação do acadêmico da realidade, bem como sua interação com diferentes atores da vida social; III. estimular a participação de docentes juntamente com os discentes na realização de atividades extracurriculares de caráter complementar a formação acadêmica; IV. acompanhar o desenvolvimento de atividades complementares à formação acadêmica no âmbito do curso, bem como, o grau de participação dos acadêmicos; V. cuidar para que a atuação discente e docente nas atividades extracurriculares de caráter complementar à formação acadêmica atendam os princípios da ética humana, bem como deontológica, inclusive atender as normatizações e resoluções dos conselhos e órgãos regulamentadores do exercício profissional; VI. supervisionar projetos e efetivação da emissão de documentos comprobatórios de atividades complementares no âmbito do Curso de Enfermagem, inclusive daquelas realizadas em parceria com outras instituições.
3 Art. 6º. Ao Coordenador pedagógico compete: I. avaliar e pontuar as atividades complementares desenvolvidas pelo aluno, de acordo com os critérios estabelecidos neste regulamento, levando em consideração a documentação apresentada pelo mesmo; II. manter a comunidade acadêmica informada sobre o processo de atividades complementares e atendendo fazendo orientações necessárias; III. fixar e divulgar datas e horários para a entrega dos documentos comprobatórios de atividades complementares; IV. controlar e registrar as atividades complementares desenvolvidas pelo aluno bem como os procedimentos administrativos inerentes a essa atividade; V. encaminhar semestralmente para ao secretaria setorial do curso de Enfermagem, os resultados finais da carga horária atingida, em tempo determinado pela instituição. Art. 7º. A Secretaria setorial compete: I. publicar os eventos e demais atividades que possam ser aproveitadas para as atividades complementares; II. regulamentar documentos de normatização e efetivação de atividades de caráter complementar a formação acadêmica tais como: extensão universitária, eventos científicos promovidos pelo curso de Enfermagem ou em parceria com outras instituições, monitorias, programas de bolsas de iniciação a pesquisa científica (PIBIC), ações voluntárias autorizadas pelo curso, estágios remunerados desenvolvidos por diferentes intervenientes, e estágios voluntários conforme resolução do Conselho Federal de Enfermagem nº 299/2005 que dispõe sobre a regulamentação dos estágios extracurriculares no âmbito dos Cursos de Graduação em Enfermagem; III. encaminhar relatório final das atividades complementares à secretaria geral, dentro do prazo indicado, para cada turma; IV. manter arquivo das cópias de atividades e relatórios entregues, na finalização do processo. Art. 8º. Ao aluno compete: I. responsabilizar-se pelo portfólio de comprovantes de participação, contribuindo para o arquivo e controle das cópias da documentação comprobatória das atividades complementares; II. atender chamados e solicitações de esclarecimento para regularização do processo de protocolo e reconhecimento das atividades complementares, apresentando documentação original comprobatória sempre que necessário; III. auto-governar o processo de participação em atividades extra-curriculares, que possuam caráter complementar a formação acadêmica, sejam oferecidas, vinculadas ou não, ao Centro Universitário da UniEVANGÉLICA; IV. participar em atividades extracurriculares de caráter complementar a formação acadêmica. V. acumular o número de horas mínimas estabelecidas na matriz curricular que encontra-se efetivamente matriculado; VI. apresentar ao coordenador pedagógico, conforme cronograma de cada semestre letivo, a documentação comprobatória da realização de atividades complementares.
4 Art. 9. Ao colegiado do Curso de Enfermagem compete: I. comparecer às reuniões convocadas pela direção do curso; II. aprovar o regulamento de atividades complementares e propor alterações necessárias. CAPÍTULO V DA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 10. Na avaliação das atividades complementares, serão consideradas: I. a compatibilidade das atividades desenvolvidas com o perfil do egresso pretendido no Curso de Enfermagem; II. a qualidade da proposta e documento comprobatório da realização das atividades; III. o total de horas válidas a cada atividade; IV. a credibilidade da instituição organizadora das atividades (segundo Cap. II, art. 3 deste regulamento). Parágrafo único: Serão consideradas atividades complementares aquelas realizadas após o ingresso do aluno no Curso de Graduação em Enfermagem dessa instituição. Os alunos transferidos terão o aproveitamento dos certificados referentes ao período do curso reconhecido no processo de transferência, desde que atendam às diretrizes desse regulamento. Art.11. Caberá ao aluno participar de atividades complementares que privilegiem a construção de comportamentos sociais e profissionais adicionais às atividades acadêmicas tradicionais: I. atividades artísticas e culturais: projetos culturais regulamentados por órgão competente, associações e instituições reconhecidas pelo MEC que envolvam produções artísticas diversas: estética, arquitetura, artes plásticas, festival de cinema; II. atividades sociais de caráter voluntário: beneficentes, organizacionais e outras; III. eventos técnico-científicos na área de formação: palestras, congressos, seminários e outros; IV. cursos complementares à formação: atualização, aperfeiçoamento, nivelamento; V. projetos de iniciação científica e tecnológica; VI. estágios extracurriculares remunerados ou não, se autorizados pelo Conselho Regional de Enfermagem em acordo com Instituição acolhedora do estagiário, fato que deve ser comprovado por documento timbrado assinado pelo enfermeiro responsável técnico da instituição e diretor administrativo ou equivalente; VII. visitas técnicas, extracurriculares, quando acompanhadas por profissional de saúde de nível superior devidamente autorizado a responder pela área da visita. Neste caso deverá ser entregue relatório da visita e documento em papel timbrado assinado pelo profissional responsável pela visita e órgão de jurisdição; VIII. monitorias; IX. projetos de extensão universitária - (extracurriculares); X. cursos livres: informática, idiomas.
5 Art. 12. O aproveitamento e classificação das atividades complementares atenderão os critérios de avaliação que contemplam a participação efetiva em atividades de diversificação da formação acadêmica,aprovadas neste regulamento, e que serão garantidas a partir de equidade na composição da carga horária: - atividades artísticas e culturais - A soma não poderá ultrapassar 10% da carga horária mínima exigida; - projetos de Iniciação Científica A soma não poderá ultrapassar 20% da carga horária mínima exigida; - monitorias nos cursos da área de saúde, da UniEVANGÉLICA - a soma não poderá ultrapassar 15% da carga horária mínima exigida; - cursos de formação complementar (informática, idiomas) - a soma não poderá ultrapassar 10% da carga horária mínima exigida; - demais atividades na área de formação - a nenhuma atividade individual, será computada número de horas superior a 20% da carga horária mínima exigida para as atividades complementares. Parágrafo Único: Os documentos comprobatórios, que não explicitarem a carga horária, serão avaliados pela coordenação, no que tange à sua veracidade (papel timbrado, assinaturas e carimbos de enfermeiros ou responsáveis etc) e serão computados segundo a carga horária regulamentar (Art. 12, inciso II). O acadêmico deverá anexar ao documento entregue, o programa do evento/atividade. Art. 13. As atividades Complementares do Curso de Enfermagem devem atingir a carga horária aprovada na matriz em vigor. Parágrafo único: A carga horária prevista deve ser de conhecimento do discente, desde o ingresso no curso para que possa desenvolve-la ao longo de sua formação. Art. 14. Os casos omissos serão resolvidos pela direção do Curso de Enfermagem, tendo em consideração esse regulamento e as Diretrizes Curriculares Nacionais de Graduação em Enfermagem, bem como o perfil do egresso do referido Curso. Regulamento de Atividades Complementares Aprovado pelo Colegiado do Curso de Enfermagem Em Março de 2008 Protocolo nº 16
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