As várias faces do Sol
|
|
|
- Adelina Miranda Rocha
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 As várias faces do Sol K acima de K K
3 Diâmetro : km (109,3 Dterra) Massa: Massa 1, t ( Mterra) H 73,46% He 24,86% O 0,77% C 0,29% Fe + Ne + N + Si + Mg + S 0,59% Demais 0,11% Densidade: núcleo média superfície Período de rotação: rotação = 160 g/cc = 1,41 g/cc = 1 bilionésimo g/cc equador = 26,8 d pólos = 34,4 d
4 SO L TERRA Implicações no clima Espaço circunvizinho Física estelar Física de plasma em laboratório
5
6 Hidr ogênio Pósit ron (elétron com carga elétrica positiva) Neut rino (partícula subatômica) Hidr ogênio Ener gia Deutér io Hidr ogênio Hélio-3 Hélio-3 Fusão nuclear 4H He + energia Hélio Hidr ogênio Núcleo ( o C) Fusão nuclear 4H He + 2ν + energia
7 Núcleo ( o C) Fusão nuclear 4H He + 2ν + energia Zona radiativa energia transportada através de absorção e reemissão
8 Zona convectiva energia transportada por convecção Zona radiativa energia transportada através de absorção e reemissão Núcleo ( o C) Fusão nuclear 4H He + 2ν + energia
9 Interface camada com campo magnético complexo Zona convectiva energia transportada por convecção Zona radiativa energia transportada através de absorção e reemissão Núcleo ( o C) Fusão nuclear 4H He + 2ν + energia
10 Interface camada com campo magnético complexo a luz pode demorar até 1,5 milhão de anos para chegar à superfície! Núcleo ( o C) Fusão nuclear 4H He + 2ν + energia Zona convectiva energia transportada por convecção Zona radiativa energia transportada através de absorção e reemissão Superfície (5.530 o C)
11 Rotação diferencial O Sol é gasoso, por isso não gira como corpo rígido Período de rotação: pólos ~35 dias (máximo) equador ~28 dias (mínimo) Abaixo da zona convectiva essa variação praticamente desaparece. Velocidade do fluxo meridional de matéria Mais rápido que a média Mais lenta que a média Mais lenta ainda
12 Palavra de origem grega que significa esfera de luz. A superfície solar Características principais: Espessura ~500 km Temp ~5800 K Muito rarefeita I. Obscurecimento do limbo. Na luz branca o brilho é máximo no centro do disco solar, caindo para cerca de 20% nos bordos. No centro do disco vemos as camadas mais profundas, por isso mais quentes. Nos bordos vemos as camadas superficiais mais frias, por isso menos brilhante.
13 Linhas de Fraunhofer Figuras típicas da fotosfera Linha Elemento lambda (ang) Linha Elemento lambda (ang)
14 Espessura ~500 km Temp ~5800 K Muito rarefeita Características principais: III. Manchas. regiões es escuras que giram com o mesmo período da rotaçã ção o solar, associadas a fortes campos magnéticos.
15 A mancha é mais fria que a fotosfera, por isso parece mais escura. Isto decorre por ação do campo magnético alí conce intensos. A mancha circunda o Sol com a velocidade de rotação solar típica da latitude em que se encontra. Umbra Penumbra
16 Espessura ~500 km Temp ~5800 K Muito rarefeita Características principais: IV. textura granulada. Cada granulaçã ção o representa uma célula c convectiva O centro é mais brilhante porque é o topo da coluna ascendente de gás g s aquecido. Os bordos são o escuros porque é por eles que o gás g s frio imerge novamente para as camadas mais profundas. Grânulos tamanho: ~700 km, vida: minutos veloc. de convecção: ~7 km/s
17 Desdobramento de linhas espectrais Os níveis de energia atômicos, e os correspondentes comprimentos de onda, são calculados sem a presença de campo magnético. Quando presente, o campo magnético desdobra os níveis atômicos em subníveis, aumentando o número de linhas espectrais. Este desdobramento é conhecido por Efeito Zeeman. Na presença de campo elétrico há fenômeno semelhante (Efeito Stark). Pieter Zeeman
18 Polaridade magnética das manchas. A ordem é invertida nos hemisférios. Zeeman Effect EFEITO ZEEMAN O campo magnético altera os níveis de energia atômicos, dividindo as linhas espectrais. A S Ν S Ν Ν S S Ν Ν S separação entre as componentes é proporcional à intensidade do campo. Isto permite verificar a presença de campo magnético, determinar sua intensidade e construir um mag netog rama.
19 Como no equador a velocidade de rotação é maior que nos pólos,, as linhas do campo magnético se enrolam com a rotação,, e as direções tornam-se opostas nos hemisférios. Por esta razão, os arcos magnéticos associados às manchas apresentam polaridades invertidas nos hemisférios.
20 Em grego, significa esfera colorida. Baixa atmosfera,, situada logo acima da fotosfera. Cor avermelhada: luz emitida pelo íon negativo do hidrogênio (H alfa - 1a. linha da série s de Balmer, 656,3 nm). Cor alternativa: luz ultravioleta nas linhas H (393,3 nm) e K (396,8 nm) do CaII (cálcio ionizado). Espessura: ~ km; Temperatura: de 4.800K até K Imagem filtrada em 656,3 nm Aquecimento: prov provém m da dissipaçã ção de energia de ondas de natureza magnética.
21 Praias Regiões ativas, por isso mais quentes e mais brilhantes. Elas estão acima das fáculas (regiões fotosféricas ativas que circundam as manchas). São vistas na linha H_alfa, nas linhas H e K do CaII (1 vez ionizado), no ultravioleta e em microondas.
22 Apresenta estruturas altamente complexas e magnetizadas (supergranula anulação). O gás g aquecido sobe pelo centro da supergranulaçã ção, flui horizontalmente para os bordos, e imerge novamente. supergranulação tamanho: : ~ km; vida: ~12 h Possui um padrão celular semelhante ao fotosférico. Mas as dimensões e o tempo de vida das células cromosféricas são bem maiores.
23 Espículos Os bordos são contornados por estruturas finas, alongadas, escuras e quase verticais (espículos), com ~ 700 km de diâmetro e ~ km de altura. Por eles plasma aquecido flui com velocidade de até 100 km/s
24 bases magneti tizadas com polaridades opostas Protuberâncias: arcadas magnéticas vistas no limbo. Por elas circulam o plasma cromosférico Filamentos: : topos de arcadas vistos contra o disco solar, são mais frios e brilham menos
25 1. A configuração de uma protuberância é muito complexa. 2. Suas bases estão apoiadas sobre regiões com polaridades magnéticas opostas, formando um arco magnético por onde circula a matéria cromosférica. 3. As dimensões podem ser enormes, e a duração pode atingir horas. 4. Essas figuras cromosféricas permeiam a coroa solar, que é muito mais quente.
26 Fina camada que separa a calma zona radiativa da agitada zona convectiva. Observações héliosismológicas sugerem que o campo magnético solar é gerado nessa região por um dínamo magnético. Mudanças de velocidade do fluído dessa camada podem provocar o estiramento das linhas de força do campo magnético tornando-o mais intenso. Há ainda indícios de que a composição química varia ao longo da camada. ZONA DE TRANSIÇÃO
27 Alta atmosfera Visível a olho nu apenas durante os eclipses totais
28 COROA NA LUZ BRANCA N a luz branca a coroa brilha tanto quanto a Lua Cheia. Ainda assim, é cerca de 1 milhão de vezes mais fraca que a fotosfera. Vista quando se bloqueia o disco solar (em um eclipse ou com um coronógrafo). Como sua temperatura é elevada (milhões K), ela pode ser vista diretamente em linhas espectrais. É a luz fotosférica espalhada apenas pelos elétrons, confinados no campo magnético (espalhamento Thomson) protuberância Como os elétrons interagem com o campo magnético,, a configuração da coroa é a do campo magnético global.
29 COROA NA LUZ BRANCA Não há o que temer com observação direta da coroa! Mas precaução nunca é demais...
30 IMAGENS SIMULTÂNEAS Coroa E, (de emissão) Fe IX (171 Å) Fe XII (195 Å) A temperatura elevada da coroa excita os átomos dos elementos químicos presentes, que passam a emitir luz em comprimentos de onda característicos do nível de excitação. O brilho aumenta com a temperatura local. Fe XV (284 Å) He II (304 Å) significa 14 vezes ionizado (perdeu 14 elétrons) Estes são apenas alguns exemplos das inúmeras coroas de emissão.
31 Coroa em raio X Regiões de campo magnético fechado, por onde o plasma quente circula Buracos coronais, regiões de campo magnético aberto; ; plasma flui para o espaço interplanetário Estas regiões giram com a rotação típica da latitude solar em que se encontram. As temperaturas locais podem ultrapassar K. K
32 Plumas coronais vistas nas proximidades dos pólos Raios brilhantes vistos nos buracos coronais (BC). Estruturas enraizadas em concentrações magnéticas de fluxo na fotosfera. Expandem-se radialmente acima dos buracos coronais por até 15 raios solares, seguindo provavelmente as linhas abertas do campo. A formação parece ser devida reconecção de linhas do campo magnético, fato que parece explicar os valores extremamente baixos da razão de abundância Ne/Mg. N
33 Arcos coronais Uma visão detalhada revela uma configuração complexa e diversificada, e mostra que eles são formados por inúmeros arcos mais finos. Formação da arcada Visão integrada Esta é uma configuração instantânea.
34 coroa Vista Vista do do topo topo Vista Vista da da base base CARPETE CARPETE MAGNÉTICO MAGNÉTICO EE O O AQUECIMENTO AQUECIMENTO CORONAL CORONAL A A energia energia magnética magnética liberada liberada nas nas interações interações entre entre inúmeras inúmeras regiões regiões pequenas pequenas de de polaridades polaridades magnéticas magnéticas opostas opostas pode pode explicar explicar oo aquecimento aquecimento coronal coronal Vista Vista aérea aérea
35 ASSOCIAÇÃO ENTRE FENÔMENOS CORONAIS E CROMOSFÉRICOS COROA As imagens mostram que as zonas ativas cromosféricas estão associadas às zonas ativas coronais. CROMOSFERA
36 Esse vento carrega cerca 1 milhão de toneladas de plasma aquecido (~ K) e eletricamente carregado, a cada segundo. A velocidade varia entre 300 e 1000 km/s, a densidade entre 1 e 10 particulas/cm 3. O vento solar é composto principalmente de prótons (H + ), mas também de núcleos de hélio (He 2+ ) e elétrons que equilibram eletricamente os íons positivos. Cerca de 0,1% do vento é composto de íons de outros elementos incluindo carbono, nitrogênio, oxigênio, neônio, magnésio, silício, ferro e outros. A missão Genesis foi dedicada à análise dos elementos entre o lítio ( 3 L) e o urânio ( 92 U). O vento origina-se de sistemas de correntes elétricas coronais e comporta-se como um fluído eletricamente condutor. Esse gás extremamente diluído e superaquecido alcança distâncias imensas: Voyager 1 detectou vento a 85 UA. O movimento é sincronizado com a atividade solar. Das estrias coronais surge a componente densa e de baixa velocidade do vento solar. Durante o período de baixa atividade solar, uma componente de alta velocidade flui dos buracos coronais situados nas proximidades de pólos solares.
37 Fluxo de prótons (~96%), núcleos de hélio (~4%) e resquícios de núcleos de elementos mais pesados proveniente do Sol. Núcleos atômicos ionizados chocam-se com a magnetosfera, provocando um influxo de partículas carregadas sobre a Terra, através dos pólos.. No choque com a atmosfera excitam o gás atmosférico. A retornar ao estado normal o gás emite luz produzindo as auroras polares.
38 Duas imagens do satélite SoHO: a da direita foi tomada durante uma tempestade solar. A aparente má qualidade da imagem é na realidade o resultado das partículas do vento atingindo o detector do instrumento.
39 Tempestade solar de 30/10/2003 SOHO: visível H alfa Å Fe XII Å 12-31/ / / Å 700 Å - 1,5 a 6 R SOL 470 Å - 3,5 a 30 R SOL
40 O Sol têm um ciclo de atividade da ordem de 11 anos. Durante esse tempo o número de manchas solares varia, e o campo magnético global se inverte. Portanto o ciclo magnético tem cerca de 22 anos. A área relativa das zonas ativas aumenta com a atividade
41 Minimo de Maunder Little Pequena Ice glaciação Age O clima da Terra foi fortemente afetado por esse fenômeno. Durante esse período o Sol esteve em atividade mínima, praticamente sem manchas. Estudo recente associa morte coletiva de baleias com atividade solar
42 DATAÇÃO ATRAVÉS DO 14 C raios cósmicos atividade solar A magnetosfera terrestre fica mais carregada com partículas solares eletricamente carregadas à medida que a atividade solar aumenta. Quanto mais carregada a magnetosfera, menos raios cósmicos penetram atmosfera. Ou seja,, a taxa de incidência de raios cósmicos na superfície depende da atividade solar. Consequência: 14 N + raio cósmico 14 C. O 14 C é instável e decai novamente em 14 N. Metade do 14 C decai em 14 N a cada anos (meia vida do 14 C). Analisando a razão 14 N/ 14 C nos materiais, por ex. nos troncos de árvores antigas, pode-se avaliar a data de ocorrência.. Com a abundância relativa e a data pode-se inferir a atividade solar da época analisada.
43 O CICLO DAS MANCHAS Diagrama da borboleta A quantidade de manchas aumenta com a atividade solar. As manchas são escassas na fase de mínima atividade e aparecem próximas às latitudes 30 o norte e sul.. Com a evolução do ciclo,, a quantidade aumenta e elas surgem em latitudes menores, até o pico de máxima atividade.. A partir dai, elas desaparecem gradativamente e começam a surgir novamente próximas às latitudes 30 o.
44 APARÊNCIA DA COROA E O CICLO SOLAR Mínimo 24/10/95 Máximo 11/08/99
45 ERUPÇÃO ( FLARE ) Instabilidades magnéticas liberam violentamente quantidades enormes de energia causando erupções de brilho. Essas erupções podem liberar mais energia que as grandes protuberâncias. Observações em raios X e ultravioleta mostram que as áreas mais compactas, localizadas nas regiões centrais dos flares, podem atingir temperaturas da ordem de K. A violência desses eventos ejeta partículas com tanta energia que o campo magnético local é incapaz de contê-las. Essa matéria é lançada ao espaço com muita violência. Esses eventos ocorrem entre a alta cromosfera e baixa coroa.
46 HÉLIO-SIMOLOGIA Técnica que aproveita a os sismos solares para estudar o interior do Sol, de forma semelhante à sismologia terrestre. estre. Um modelo para as oscilações de 5 minutos de período. movimento ascendente movimento descendente
47
48 HÉLIO-SIMOLOGIA retrógrada direta ou prógrada estacionária
49 HÉLIO-SIMOLOGIA
50 CRÉDITOS, REFERÊNCIAS E SUGESTÕES SOHO (Solar & Heliospheric Observatory) Transition Region and Coronal Explorer Yohkoh Public Outreach Project GOES Solar X-ray Imager Stanford Solar Center: highlight and contents Marshall Solar Physics The Virtual Solar Observatory NSO National Solar Observatory
51 CRÉDITOS, REFERÊNCIAS E SUGESTÕES Current Solar Data HASTA Search Facility (imagens e filmes) Helio- and Asteroseismology Estrutura Solar Activity Monitor Astronomy Today
Sol. Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP.
Composição Fonte de energia Estrutura e Helio-sismologia Atividade: manchas e flares Ciclo solar Sol Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210 Baseado nas notas de aula
Sol. Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP.
Composição Fonte de energia Estrutura e Helio-sismologia Atividade: manchas e flares Ciclo solar Sol Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210 Baseado nas notas de aula
Nossa Estrela: O Sol. Adriana Válio Roque da Silva. Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie Universidade Presbiteriana Mackenzie
Nossa Estrela: O Sol Adriana Válio Roque da Silva Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie Universidade Presbiteriana Mackenzie O Sol Parâmetros físicos do sol Estrutura solar Evolução solar
Aula 6 O Sol: Estrutura e Geração de Energia. Alex C. Carciofi
Aula 6 O Sol: Estrutura e Geração de Energia Alex C. Carciofi O Sol e sua família O Sol e outras estrelas Aulas 7 e 9... Sol visto em diversas faixas do espectro EM Ultravioleta 304 nm Ultravioleta 284
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica. O Sol. Rogério Riffel.
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica O Sol Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br/esol/esol.htm Dados gerais Maior objeto do sistema solar Diâmetro (da fotosfera): 1 391 980 km (100 X diâmetro da Terra)
PROPRIEDADES FÍSICAS
O SOL PROPRIEDADES FÍSICAS Definição: uma esfera brilhante de gás mantida por sua própria gravidade e cuja energia é produzida por fusão nuclear no seu centro. O Sol é uma estrela típica, cai dentro do
CIAA Divisão de Astrofísica (DAS INPE) José Roberto Cecatto.
CIAA - 2011 Divisão de Astrofísica (DAS INPE) José Roberto Cecatto Email: [email protected] Nascimento Visão humana Estrutura: Interior e fonte de energia, Atmosfera (Camadas) Campos magnéticos do Sol Regiões
Sol. Jorge Meléndez, baseado nas aulas do Prof. R. Boczko IAG-USP
Sol 18 08 11 Jorge Meléndez, baseado nas aulas do Prof. R. Boczko IAG-USP O Sol é apenas uma entre ~ 300 mil milhões de estrelas Sol Tamanho do Sol comparado a outras estrelas Sol Cecilia Payne PhD, 1925
Sol. Prof. Jorge Meléndez AGA205
Sol 18 08 11 Prof. Jorge Meléndez AGA205 O Sol é apenas uma entre ~ 200 mil milhões de estrelas 10-4 10-2 1 10 2 10 4 10 6 Luminosidade (Sol = 1) SOL 30 000 20 000 10 000 5000 3000 2000 Temperatura (K)
Evolução Estelar. Introdução à Astronomia Prof. Alessandro Moisés Colegiado Acadêmico de Ciências da Natureza SBF
Evolução Estelar Introdução à Astronomia 2015.2 Prof. Alessandro Moisés Colegiado Acadêmico de Ciências da Natureza SBF http://www.univasf.edu.br/~ccinat.bonfim http://www.univasf.edu.br/~alessandro.moises
O Sol: Nossa Estrela
O Sol: Nossa Estrela AGA215 Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Cap. 10) Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek, S. A. Gregory & E. v. P. Smith (Cap. 9)
A ESTRELA SOL: Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Vera Jatenco Pereira
A ESTRELA SOL: TÓPICO 4 PARTE I Vera Jatenco Pereira 4.1 Introdução 4.2 Características Gerais 4.3 A estrutura Interna do Sol 4.4 A Estrutura da Superfície do Sol: Fotosfera 4.4.1 Espectro de Absorção
Energia certa significa: quando a energia do fóton corresponde à diferença nos níveis de energia entre as duas órbitas permitidas do átomo de H.
ESPECTROSCOPIA II A relação da luz com as linhas espectrais O que acontece se átomos de H forem bombardeados por fótons? R. Existem três possibilidades: 1) a maioria dos fótons passa sem nenhuma interação
Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014
Energia Solar Térmica Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 O Sol Energia Solar Térmica - 2014 Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva
FORMAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS NO UNIVERSO
FORMAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS NO UNIVERSO Eder Cassola Molina Universidade de São Paulo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas Departamento de Geofísica Elementos Químicos número atômico
Aula 13: Sol A Nossa Estrela
Aula 13: Sol A Nossa Estrela Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Souza Oliveira Filho & Alexei Machado Müller Foto do Sol obtida pela estação espacial Skylab da Nasa em 19 de dezembro de 1973,
Terra: Fogo, Água e Ar
Terra: Fogo, Água e Ar Curso para a Terceira Idade IAG/USP 2016 Professoras Leila Soares Marques e Márcia Ernesto A Terra é azul! Camadas da Atmosfera Estrutura e composição da atmosfera atual íons Sulfato
Aula 3 O Sol: a nossa estrela.
Aula 3 O Sol: a nossa estrela. Área 2, Aula 3. Alexei Machado Müller, Maria de Fátima Oliveira Saraiva & Kepler de Souza Oliveira Filho Foto do Sol obtida pela estação espacial Skylab da Nasa em 19 de
A fonte Solar de Energia da Terra
A fonte Solar de Energia da Terra A energia solar é criada no núcleo do Sol quando os átomos de hidrogênio sofrem fusão nuclear para hélio. Em cada segundo deste processo nuclear, 700 milhões de toneladas
A) Principais Movimentos da Terra Nosso planeta apresenta uma série de movimentos dos quais elencamos os mais importantes.
Ecoastronomia Eixo Principal A) Principais Movimentos da Terra Nosso planeta apresenta uma série de movimentos dos quais elencamos os mais importantes. Rotação em torno de seu eixo A Terra faz uma volta
ATMOSFERA TEPERATURA, PRESSÃO E DENSIDADE EM FUNÇÃO DA ALTITUDE
ATMOSFERA TEPERATURA, PRESSÃO E DENSIDADE EM FUNÇÃO DA ALTITUDE . 2 Variação da Temperatura e Estrutura Regiões de transição as pausas Nomenclatura introduzida na década de 1950 baseia-se no perfil de
Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica ESTRELAS AULA 1. Flavio D Amico estas aulas são de autoria de Hugo Vicente Capelato
Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica ESTRELAS AULA 1 Flavio D Amico [email protected] estas aulas são de autoria de Hugo Vicente Capelato A Constelação de Orion e as 3 Marias super Betelgeuse:
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2010 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA A 2.a PROVA 2012/1 - TURMA C - Profa. Maria de Fátima Saraiva
Considera-se que o Sistema Solar teve origem há cerca de 5 mil milhões de anos.
Sumário 3 - Como se formou o Sistema Solar? Constituição do Sistema Solar. - Os planetas do Sistema Solar. - Outros astros do Sistema Solar. Formação do Sistema Solar Considera-se que o Sistema Solar teve
ASTRONOMIA PARA A TERCEIRA IDADE
IAG USP Departamento de Astronomia ASTRONOMIA PARA A TERCEIRA IDADE Coordenação Augusto Damineli Neto - 2012 - Índice CAPÍTULO 1 FUNDAMENTOS DE ASTROFÍSICA: o tipo de informação que nos chega desde o espaço
Introdução à Astrofísica. Espectroscopia. Rogemar A. Riffel
Introdução à Astrofísica Espectroscopia Rogemar A. Riffel Radiação de Corpo Negro Corpo negro: corpo que absorve toda a radiação que incide sobre ele, sem refletir nada; - Toda a radiação emitida pelo
Evolução Estelar I. Prof. Jorge Meléndez Departamento de Astronomia, IAG/USP. AGA 0205 Elementos de Astronomia 2013-B
Evolução Estelar I Prof. Jorge Meléndez Departamento de Astronomia, IAG/USP AGA 0205 Elementos de Astronomia 2013-B O que é uma estrela? É um corpo gasoso no interior do qual ocorrem reações de fusão nuclear
O Efeito do Vento Solar no Campo Geomagnético Terrestre
Projecto Com a Cabeça na Lua OASA - Observatório Astronómico de Santana Açores O Efeito do Vento Solar no Campo Geomagnético Terrestre Fundamentos teóricos O Sol influencia um enorme volume de espaço à
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
02 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Transferência metálica em soldagem com arco elétrico Tabela periódica Modelo atômico Elétrons Partículas carregadas negativamente que
Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes.
Camadas da atmosfera Composição Camadas Troposfera Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes. Estratosfera Camada onde quase
Astronomia. O nosso Universo
Astronomia O nosso Universo O sistema solar Distância entre a Lua e a Terra: 384.000 Km (aprox. 1 seg-luz Velocidade da luz (c) : 300.000 Km/s Distância média entre a Terra e o Sol: 146 milhões Km (aprox.
Eclipses Solares e Lunares. Roberto Ortiz EACH/USP
Eclipses Solares e Lunares Roberto Ortiz EACH/USP Eclipses A palavra procede do grego, que significa desaparecimento. Os eclipses podem ser solares ou lunares. Eclipses solares Ocorrem quando há o alinhamento
PLANETAS GIGANTES. Semana dos Planetas Gigantes 2015
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Observatório do Valongo Semana dos Planetas Gigantes 2015 PLANETAS GIGANTES Gustavo F. Porto de Mello NOSSO SISTEMA SOLAR:
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57)
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57) Astros do Sistema Solar: a sua origem e os seus astros (Pp. 64 a 70) Objetos celestes do Sistema Solar Teoria da Nebulosa Solar Sistema Solar Sol Planetas
Tópicos Especiais em Física. Vídeo-aula 5: astrofísica estelar 09/07/2011
Tópicos Especiais em Física Vídeo-aula 5: astrofísica estelar 09/07/2011 Propriedades fundamentais das estrelas Formação estelar Evolução estelar Estágios finais das estrelas Estrelas: o que são? Enormes
Universidade da Madeira. Estrelas. Grupo de Astronomia. Laurindo Sobrinho. 05 janeiro 2015 NASA
Estrelas Laurindo Sobrinho 05 janeiro 2015 NASA 1 Luminosidade e brilho aparente Luminosidade (L) - energia emitida por uma estrela por unidade de tempo. Brilho aparente (b) fluxo de energia por unidade
O Sol e o seu interior
O Sol e o seu interior J. L. G. Sobrinho [email protected] Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira http://www3.uma.pt/investigacao/astro/grupo/index.htm Outubro de 2012 Resumo O Sol é a estrela que
Maio/2018. O Sistema Solar: Sol. Laura Niehues D. Justina. astronomiaufabc.wordpress.com.
Maio/2018 O Sistema Solar: Sol Laura Niehues D. Justina [email protected] astronomiaufabc.wordpress.com Maio/2018 A Escala de Tamanho http://www.astro.iag.usp.br/~gastao/planetasestrelas/
SUPERNOVAS E NUCLEOSSÍNTESE
SUPERNOVAS E NUCLEOSSÍNTESE UMA SUPERNOVA ATINGE UM BRILHO DE CERCA DE CERCA DE 10 9-10 10 L POR ALGUMAS HORAS DEPOIS DA EXPLOSÃO Existem dois tipos básicos de supernova : 1. Tipo II 2. Tipo Ia TIPO II
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Tibério B. Vale http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. Tem gás: principalmente
Debate: Aquecimento Global
CLIMA Debate: Aquecimento Global Aquecimento Resfriamento Ação Natural Ação antrópica (Homem) MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO magnetosfera (escudo formado pelo campo magnético da terra) desvia as partículas
Céu aparente, sistema solar e exoplanetas A NOSSA ESTRELA: O SOL. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Enos Picazzio
A NOSSA ESTRELA: O SOL 9 Enos Picazzio 9.1 Sol: a estrela do Sistema Solar 9.1.1 O estudo do sol através da história 9.2 Sol: A nossa estrela 9.2.1 Características Gerais 9.2.2 A fotosfera solar 9.2.3
Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal Rogério Riffel Veja mais em: http://astro.if.ufrgs.br/estrelas/node14.htm Evolução Final das Estrelas O destino final das
Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal Tibério B. Vale Veja mais em: http://astro.if.ufrgs.br/estrelas/node14.htm Evolução Final das Estrelas O destino final
A Atmosfera Terrestre: Parte 1
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia FIP10104 - Técnicas Observacionais e Instrumentais A Atmosfera Terrestre: Parte 1 Rogério Riffel Porto Alegre, 24
II. INVESTIGANDO O INACESSÍVEL
II. INVESTIGANDO O INACESSÍVEL A Terra é um dos nove planetas do Sistema Solar e é o maior dos planetas interiores. A Terra é quase esférica, sendo que o diâmetro maior é o equatorial, com 12.756 km. O
1. A figura seguinte mostra um esquema da estrutura do Sol. Estabelece as associações corretas entre
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Ciências Físico-Químicas 7º ano TURMA A Ficha de Avaliação Sumativa nº 3 ANO LECTIVO 90 minutos Data 24/02/2012 Lê com atenção as questões do teste. Apresenta na folha
Descoberta do núcleo. Forças nucleares. Nuclídeos experimento de Rutherford Núcleo pequeno e positivo
Descoberta do núcleo 1911- experimento de Rutherford Núcleo pequeno e positivo Raio nuclear: fentometro (1 fm = 10-15 m) Razão entre os raios (r): r núcleo / r átomo = 10-4 Forças nucleares Prótons muito
Evolução de Estrelas em Sistemas Binários
Evolução de Estrelas em Sistemas Binários Binárias: novas, novas recorrentes Supernova tipo Ia Nucleossíntese Sandra dos Anjos IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210/ Agradecimentos: Prof. Gastão B. Lima
FSC1057: Introdução à Astrofísica. Estrelas. Rogemar A. Riffel
FSC1057: Introdução à Astrofísica Estrelas Rogemar A. Riffel Propriedades Estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transformação de elementos através de reações nucleares,
CLIMATOLOGIA. Radiação solar. Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira
CLIMATOLOGIA Radiação solar Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira Sistema Solar Componente Massa (%) Sol 99,85 Júpiter 0,10 Demais planetas 0,04 Sol x Terra massa 332.900 vezes maior volume
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL Sol Planetas principais (giram diretamente à volta do Sol) Planetas secundários ou satélites (giram à volta de outros planetas) Planetas anões (Plutão, Ceres, Xena)
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. - Tem gás: principalmente
FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS. Prof. Fabio Reis INICIAR CLIK AQUI CURRÍCULO
FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS Prof. Fabio Reis CURRÍCULO INICIAR CLIK AQUI FUNDAMENTOS DE METEREOLOGIA ATMOSFERA E AQUECIMENTO DA TERRA ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS VAPOR DE ÁGUA -
Nascimento, vida e morte das estrelas. Alan Alves Brito Professor Adjunto
Nascimento, vida e morte das estrelas Alan Alves Brito Professor Adjunto O que é uma estrela? Berçários Estelares Manchas brancas na nuvem escura: regiões de formação estelar recente A nuvem é escura
A espectroscopia e as estrelas
Elementos de Astronomia A espectroscopia e as estrelas Rogemar A. Riffel Radiação de Corpo Negro Corpo negro: corpo que absorve toda a radiação que incide sobre ele, sem refletir nada; -Toda a radiação
Eclipses Solares e Lunares. Roberto Ortiz EACH/USP
Eclipses Solares e Lunares Roberto Ortiz EACH/USP Eclipses A palavra procede do grego, que significa desaparecimento. Os eclipses podem ser solares ou lunares. Eclipses solares Ocorrem quando há o alinhamento
Ventos Globais: A Circulação Geral da Terra
Ventos Globais: A Circulação Geral da Terra As circulações da atmosfera e do oceano são, em última instância, provocadas pelo aquecimento solar. Lembre-se: Radiação vinda do Sol que entra no sistema (onda
Origem, evolução e morte das estrelas
Origem, evolução e morte das estrelas As estrelas formam-se a partir de nuvens de gás e poeiras, Instabilidades de diversa ordem podem levar ao colapso gravitacional de zonas mais densas... http://www.physics.unc.edu/
O CAMPO MAGNÉTICO EXTERNO
O CAMPO MAGNÉTICO EXTERNO O campo geomagnético é gerado em uma região condutora da Terra, chamada ionosfera. As condições de geração e as variações temporais desse campo dependem de vários fatores, tais
Introdução à Astrofísica. Lição 25 A Morte das Estrelas
Introdução à Astrofísica Lição 25 A Morte das Estrelas Nós já falamos a respeito da evolução das estrelas com massas próximas a do Sol. Vimos que no fim de suas vidas, essas estrelas formarão as nebulosas
Evolução Final das Estrelas
Introdução à Astrofísica Evolução Final das Estrelas Rogemar A. Riffel Destino das estrelas O destino final das estrelas, depois de consumir todo o seu combustível nuclear, depende de duas coisas: 1) Se
Curso de Iniciação à. Astronomia e Astrofísica. Observatório Astronómico de Lisboa. Rui Jorge Agostinho José Manuel Afonso. Janeiro e Junho de 2013
Curso de Iniciação à Astronomia e Astrofísica do Observatório Astronómico de Lisboa Rui Jorge Agostinho José Manuel Afonso Janeiro e Junho de 2013 Conteúdo Objectivos e Estrutura do Curso.............................
Física de Plasmas Introdução. Carlos Alexandre Wuensche Processos Radiativos I
Física de Plasmas Introdução Carlos Alexandre Wuensche Processos Radiativos I 1 1 Introdução Onde Podemos Encontrar Plasmas? No Planeta Terra: Ionosfera e Laboratórios de Pesquisa em Fusão Nuclear; Nas
XIII Olimpíada Baiana de Química Exame 2018
GABARITO Questões discursivas Data da aplicação da prova: 04/08/2018 Data da publicação do gabarito: 05/10/2018 Questão 01 (Peso 3) Uma fita de magnésio com dimensão de 2,0 cm foi aquecida em uma chama
TEMPO E CLIMA AULA 6
TEMPO E CLIMA AULA 6 ATMOSFERA Composição Camadas Troposfera Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes. Estratosfera Camada
Energia Emitida pelo Sol
Mestrado Profissionalizante em Ensino de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul Berenice Helena Wiener Stensmann Energia Emitida pelo Sol Do Sol a Terra recebe algo como a energia de 10 bilhões
ATMOSFERA é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas. No caso da atmosfera terrestre ela é composta por
ATMOSFERA é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas. No caso da atmosfera terrestre ela é composta por inúmeros gases que ficam retidos por causa da força da gravidade e do campo magnético
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogério Riffel 1 Extinção Atmosférica A atmosfera é praticamente
O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde partes delas retornam quando morrem.
O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde partes delas retornam quando morrem. Meio interestelar: gás e poeira, distribuído de modo extremamente tênue através das regiões escuras entre
O Espectroscópio de Rede de Difração Fundamentos e Aplicações
O Espectroscópio de Rede de Difração Fundamentos e Aplicações Introdução Em 1814, o físico alemão Joseph von Fraunhofer repetiu o experimento clássico de Newton ao passar um feixe de luz do Sol através
Átomos. Retrospectiva do átomo de hidrogênio Estrutura eletrônica do átomo neutro Estrutura nuclear do átomo RMN
Átomos Retrospectiva do átomo de hidrogênio Estrutura eletrônica do átomo neutro Estrutura nuclear do átomo RMN Átomo neutro O átomo é constituido de um núcleo positivo com Z próton que definem o confinamento
ATOMÍSTICA PROF. ADRIANO ALVES
ATOMÍSTICA PROF. ADRIANO ALVES Demócrito Aristóteles Dalton Thomson Bohr Rutherford Sommerfeld Heisenberg Schrödinger De Broglie DALTON 1. Toda matéria é formada de partículas fundamentais, os átomos.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXTAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Disciplina: Climatologia Geográfica I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXTAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Disciplina: Climatologia Geográfica I Unidade II Controle primário do clima e tempo parte 1 Patricia
O movimento dos planetas, visto da Terra
O movimento dos planetas, visto da Terra Quando são visíveis da Terra, os planetas não acompanham as estrelas (a palavra planeta vem da palavra grega vagabundo ). Em relação às estrelas, os planetas não
