II - A NATUREZA E O MECANISMO DA NEUROSE OBSESSIVA
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- Roberto Molinari Antunes
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1 às mesmas causas precipitantes. Portanto, a histeria não poderia ser inteiramente explicada a partir do efeito do trauma: era preciso reconhecer que a suscetibilidade a uma reação histérica já preexistiria ao trauma. O lugar dessa predisposição histérica indefinida pode agora ser tomado, inteiramente ou em parte, pela ação póstuma de um trauma sexual na infância. O recalcamento da lembrança de uma experiência sexual aflitiva, que ocorre em idade mais madura, só é possível para aqueles em quem essa experiência consegue ativar o traço mnêmico de um trauma da infância. As obsessões pressupõem, do mesmo modo, uma experiência sexual na infância (embora de natureza diferente da encontrada na histeria). A etiologia das duas neuropsicoses de defesa relaciona-se da seguinte maneira com a etiologia das duas neuroses simples, a neurastenia e a neurose de angústia: os dois últimos distúrbios são efeitos diretos das próprias perturbações sexuais, como demonstrei em meu artigo sobre a neurose de angústia (1895b); ambas as neuroses de defesa são conseqüências indiretas das perturbações sexuais ocorridas antes do advento da maturidade sexual - ou seja, são conseqüência dos traços mnêmicos psíquicos dessas perturbações. As causas atuais que produzem a neurastenia e a neurose de angústia freqüentemente desempenham, ao mesmo tempo, o papel de causas excitantes das neuroses de defesa; por outro lado, as causas específicas de uma neurose de defesa - os traumas da infância - podem ao mesmo tempo constituir a base para um desenvolvimento posterior da neurastenia. Finalmente, também não é raro a neurastenia ou a neurose de angústia serem mantidas, não pelas perturbações sexuais contemporâneas, mas, ao contrário, apenas pelo efeito persistente de uma lembrança de traumas infantis. II - A NATUREZA E O MECANISMO DA NEUROSE OBSESSIVA As experiências sexuais da primeira infância têm na etiologia da neurose obsessiva a mesma importância que na histeria. Aqui, entretanto, não se trata mais de passividade sexual, mas de atos de agressão praticados com prazer e de participação prazerosa em atos sexuais - ou seja, trata-se de atividade sexual. Essa diferença nas circunstâncias etiológicas está relacionada com o fato de a neurose obsessiva mostrar visível preferência pelo sexo masculino. Além disso, em todos os meus casos de neurose obsessiva, descobri um substrato de sintomas histéricos que puderam ser atribuídos a uma cena de passividade sexual que precedeu a ação prazerosa. Suspeito de que essa coincidência não seja fortuita, e de que a agressividade sexual precoce implique sempre uma experiência prévia de ser seduzido. Entretanto, não posso ainda fornecer uma explicação definitiva sobre a etiologia da neurose obsessiva; tenho apenas a impressão de que o fator decisivo quanto à emergência de histeria ou neurose obsessiva a partir de traumas na infância depende de circunstâncias cronológicas no desenvolvimento da libido. A natureza da neurose obsessiva pode ser expressa numa fórmula simples. As idéias
2 obsessivas são, invariavelmente, auto-acusações transformadas que reemergiram do recalcamento e que sempre se relacionam com algum ato sexual praticado com prazer na infância. Para elucidar essa afirmação é necessário descrever o curso típico tomado por uma neurose obsessiva. Num primeiro período - o período da imoralidade infantil - ocorrem os eventos que contêm o germe da neurose posterior. Antes de tudo, na mais tenra infância, temos as experiências de sedução sexual que mais tarde tornarão possível o recalcamento, e então sobrevêm os atos de agressão sexual contra o outro sexo, que aparecerão depois sob a forma de atos que envolvem auto-acusação. Este período é encerrado pelo advento da maturação sexual, freqüentemente precoce demais. Uma auto-acusação fica então ligada à lembrança dessas ações prazerosas; e a conexão com a experiência inicial passiva torna possível ver em [1] - muitas vezes, só depois de esforços conscientes e lembrados - recalcá-las e substituí-las por um sintoma primário de defesa. A conscienciosidade, a vergonha e a autodesconfiança são sintomas dessa espécie, que dão início ao terceiro período - período de aparente saúde, mas, na realidade, de defesa bem-sucedida. O período seguinte, o da doença, é caracterizado pelo retorno das lembranças recalcadas - isto é, pelo fracasso da defesa. Não se sabe ao certo se o despertar de tais lembranças ocorre com maior freqüência de modo espontâneo e acidental, ou em conseqüência de distúrbios sexuais contemporâneos, como uma espécie de subproduto deles. Entretanto, as lembranças reativadas e as auto-acusações delas decorrentes nunca reemergem inalteradas na consciência: o que se torna consciente como representações e afetos obsessivos, substituindo as lembranças patogênicas no que concerne à vida consciente, são estruturas da ordem de uma formação de compromisso entre as representações recalcadas e as recalcadoras. Para descrever com clareza e provável precisão os processos de recalcamento, o retorno do recalcado e o surgimento de representações patológicas como formações de compromisso, seria necessário optar por pressupostos bem definidos a respeito do substrato dos eventos psíquicos e da consciência. Na medida em que se procure evitar isso, é preciso contentar-se com os comentários que se seguem e que devem ser entendidos de maneira mais ou menos figurada. Há duas formas de neurose obsessiva, conforme a passagem para a consciência seja forçada somente pelo conteúdo mnêmico do ato que envolve auto-acusação, ou também pelo afeto autoacusador ligado àquele ato. A primeira forma inclui as representações obsessivas típicas, nas quais o conteúdo retém a atenção do paciente e, à guisa de afeto, ele sente apenas um desprazer indefinido, ao passo que o único afeto adequado à representação obsessiva seria o de uma auto-acusação. O conteúdo da representação obsessiva é distorcido de dois modos em relação ao ato obsessivo da infância. Em primeiro lugar, alguma coisa contemporânea toma o lugar de algo do passado e, em segundo, alguma coisa sexual é substituída por algo não sexual que lhe é análogo. Essas duas alterações são efeito da tendência ainda vigente a recalcar, que atribuiremos ao ego. A influência da
3 lembrança patogênica reativada é mostrada pelo fato de que o conteúdo da representação obsessiva é ainda parcialmente idêntico ao que fora recalcado, ou decorre dele por um encadeamento lógico do pensamento. Ao reconstruirmos, com a ajuda do método psicanalítico, a origem de uma representação obsessiva isolada, constatamos que, a partir de uma única impressão atual, dois cursos de pensamento diferentes foram ativados. Aquele que passou pela lembrança recalcada revela-se tão corretamente lógico em sua estrutura quanto o outro, embora seja incapaz de se tornar consciente e não seja passível de retificação. Quando os produtos dessas duas operações psíquicas não se coadunam, o que ocorre não é uma espécie de ajustamento lógico da contradição entre elas; em vez disso, paralelamente ao resultado intelectual normal, introduz-se na consciência, como uma solução de compromisso entre a resistência e o produto intelectual patológico, uma representação obsessiva que parece absurda. Quando os dois cursos de pensamento levam à mesma conclusão, eles se reforçam mutuamente, de modo que o produto intelectual a que se chegou normalmente comporta-se agora, em termos psicológicos, como uma representação obsessiva. Sempre que uma obsessão neurótica emerge na esfera psíquica, ela provém do recalcamento. As representações obsessivas têm, por assim dizer, uma circulação psíquica compulsiva obsessiva, não em virtude de seu valor intrínseco, mas em virtude da fonte de que derivam ou que acrescentou uma contribuição a seu valor. Uma segunda forma da neurose obsessiva manifesta-se quando o que forçou sua representação na vida psíquica consciente não é o conteúdo mnêmico recalcado, mas a também recalcada auto-acusação. O afeto da auto-acusação pode, por meio de algum acréscimo mental, transformar-se em qualquer outro afeto desagradável. Quando isso acontece, não há mais nada que impeça o afeto posto no lugar do primeiro de se tornar consciente. Assim, a auto-acusação (por ter praticado o ato sexual na infância) pode facilmente transformar-se em vergonha (de que alguém o descubra), em angústia hipocondríaca (medo dos danos físicos resultantes do ato que envolve a auto-acusação), em angústia social (medo de ser socialmente punido pelo delito), em angústia religiosa, em delírios de ser observado (medo de delatar-se pelo ato diante de outras pessoas), ou em medo da tentação (justificada desconfiança em relação a seus próprios poderes de resistência), e assim por diante. Além disso, o conteúdo mnêmico do ato envolvido na autoacusação pode ser representado também na consciência, ou permanecer completamente obscurecido - o que torna o diagnóstico muito mais difícil. Muitos casos que, superficialmente examinados, parecem ser de hipocondria (neurastênica) comum, pertencem a esse grupo de afetos obsessivos; o que se conhece como neurastenia periódica ou melancolia periódica parece, em particular, decompor-se com inesperada freqüência em afetos obsessivos e idéias obsessivas - uma descoberta que não é insignificante do ponto de vista terapêutico. Além desses sintomas de compromisso, que significam o retorno do recalcado e, conseqüentemente, um colapso da defesa originalmente alcançada, a neurose obsessiva constrói um conjunto de outros sintomas cuja origem é muito diferente, pois o ego procura rechaçar os derivados da lembrança inicialmente recalcada e, nessa luta defensiva, cria sintomas que
4 poderiam ser conjuntamente classificados como defesa secundária. Tudo isso constitui medidas protetoras que já prestaram bons serviços na luta contra as representações e afetos obsessivos. Quando esses auxiliares na luta defensiva conseguem genuinamente recalcar mais uma vez os sintomas do retorno do recalcado que se impuseram ao ego, a obsessão é transferida para as próprias medidas protetoras e cria uma terceira forma de neurose obsessiva - as ações obsessivas. Essas ações nunca são primárias; contêm exclusivamente uma defesa - nunca uma agressão. Sua análise psíquica mostra que, a despeito de sua peculiaridade, elas sempre podem ser inteiramente explicadas ao serem atribuídas às lembranças obsessivas contra as quais estão lutando. A defesa secundária contra as representações obsessivas pode ser efetuada por um violento desvio para outros pensamentos de conteúdo tão contrário quanto possível. Eis por que a ruminação obsessiva, quando bem-sucedida, versa regularmente sobre coisas abstratas e suprasensuais, pois as representações recalcadas sempre se referem à sensualidade. Ou então o paciente tenta controlar, ele próprio, cada uma de suas representações obsessivas, exclusivamente pelo trabalho lógico e pelo recurso a suas lembranças conscientes. Isso leva a um pensamento obsessivo, a uma compulsão a testar coisas e à mania de duvidar. A vantagem que a percepção leva sobre a lembrança em tais testes inicialmente impele e depois compele o paciente a colecionar e armazenar todos os objetos com que entra em contato. A defesa secundária contra os afetos obsessivos leva a um conjunto ainda mais vasto de medidas protetoras passíveis de se transformarem em atos obsessivos. Estes podem ser agrupados de acordo com seu objetivo; medidas penitenciais (cerimoniais opressivos, observação de números); medidas de precaução (toda sorte de fobias, superstição, minuciosidade, aumento do sintoma primário de conscienciosidade); medidas relacionadas com o medo de delatar-se (colecionar pedaços de papel, isolar-se), ou medidas para assegurar o entorpecimento da mente (dipsomania). Entre esses atos e impulsos obsessivos, as fobias, por restringirem a existência do paciente, desempenham o papel mais importante. Há casos em que se pode observar como a obsessão é transferida da representação ou do afeto para a medida protetora; outros em que a obsessão oscila periodicamente entre o sintoma do retorno do recalcado e o sintoma da defesa secundária; e ainda outros casos em que nenhuma representação obsessiva é construída, mas, em vez disso, a lembrança recalcada é imediatamente representada pelo que é, aparentemente, uma medida primária de defesa. Aqui atingimos de um salto o estágio que, em outros casos, só encerra o curso percorrido pela neurose obsessiva após a ocorrência da luta defensiva. Os casos graves desse distúrbio terminam na fixação das ações cerimoniais, ou num estado generalizado de mania de duvidar, ou numa vida de excentricidades condicionada pelas fobias. O fato de as representações obsessivas e o que delas deriva não receberem nenhum crédito por parte do sujeito explica-se, sem dúvida, pelo fato de, na época de seu primeiro recalcamento, ter-se formado o sintoma defensivo da conscienciosidade, e por tal sintoma adquirir
5 também uma força obsessiva. A certeza do sujeito de ter vivido uma vida moralmente correta durante todo o período da defesa bem-sucedida torna-lhe impossível acreditar na auto-acusação que sua representação obsessiva implica. Apenas transitoriamente, ao aparecer uma nova representação obsessiva ou, ocasionalmente, em estados melancólicos de esgotamento do ego, é que os sintomas patológicos do retorno do recalcado compelem à crença. O caráter obsessivo das formações psíquicas que aqui descrevi geralmente nada tem a ver com a crença que se lhes atribua. Tampouco se deve confundi-lo com o fator que é descrito como força ou intensidade de uma representação. Sua essência é, antes, a indissolubilidade pela atividade psíquica passível de ser consciente; e esse atributo não sofre nenhuma mudança, quer a representação à qual se liga a obsessão seja mais forte ou mais fraca, mais ou menos intensamente esclarecida, ou investida de energia, e assim por diante. A causa dessa invulnerabilidade da representação obsessiva e de seus derivados nada mais é, no entanto, do que sua ligação com a lembrança recalcada da tenra infância. E isso porque, ao conseguirmos tornar tal ligação consciente - e os métodos psicoterápicos já parecem poder fazer isso -, também a obsessão é resolvida. III - ANÁLISE DE UM CASO DE PARANÓIA CRÔNICA Por tempo considerável tenho alimentado a suspeita de que também a paranóia - ou algumas classes de casos que se incluem na categoria de paranóia - é uma psicose de defesa; isto é, que, tal como a histeria e as obsessões, ela provém do recalcamento de lembranças aflitivas, sendo seus sintomas formalmente determinados pelo conteúdo do que foi recalcado. Entretanto, a paranóia deve ter um método ou mecanismo especial de recalcamento que lhe é peculiar, assim como a histeria efetua o recalque pelo método da conversão em inervação somática, e neurose obsessiva, pelo método da substituição (ou seja, pelo deslocamento através de certas categorias de associações). Eu havia observado diversos casos que favoreciam essa interpretação, mas nenhum que a comprovasse; até que, alguns meses atrás, tive a oportunidade, graças à gentileza do Dr. Josef Breuer, de empreender a psicanálise, com propósitos terapêuticos, de uma mulher inteligente de 32 anos em cujo caso não se podia questionar o diagnóstico de paranóia crônica. Relato nestas páginas, sem mais delongas, parte das informações que pude obter a partir desse trabalho, pois não tenho perspectivas de estudar a paranóia exceto em ocasiões muito isoladas, e porque acho possível que meus comentários possam encorajar algum psiquiatra mais bem situado que eu nesse assunto a conferir ao fator da defesa seu lugar de direito na discussão sobre a natureza e o mecanismo psíquico. Naturalmente, com base na observação isolada que se segue, não tenho intenção de dizer mais do que: Este é um caso de psicose de defesa e, muito provavelmente, há outros classificados como paranóia que também o são. A Sra. P., de 32 anos de idade, é casada há três anos e mãe de uma criança de dois. Seus pais não eram neuróticos, mas seu irmão e sua irmã são, a meu ver, neuróticos como a Sra. P. É
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