ENSAIO DE DUREZA E DE IMPACTO
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- Yasmin Mendes da Rocha
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1 Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia de Materiais, Aeronáutica e Automobilística ENSAIO DE DUREZA E DE IMPACTO SMM0342- Introdução aos Ensaios Mecânicos dos Materiais Prof. Dr. José Benedito Marcomini
2 Dureza Definição: Medida da resistência de um material a uma deformação plástica (permanente) localizada (pequena impressão ou risco) Principais Vantagens: Fácil execução e barato (muito utilizado na indústria) Rapidez na execução Ensaio pode ser considerado não destrutivo (tamanho impr.) Conhecimento aproximado da resistência mecânica através do uso de tabelas de correlação Introdução
3 Dureza Principais objetivos: Conhecimento das resistências mecânica e ao desgaste; Controle de qualidade nos processos de conformação plástica e nas condições de fabricação; Verificação das condições de tratamento térmico. Métodos de medição: Dureza de risco (escala de Mohs) Dureza de choque ou ressalto (Shore) Dureza de penetração (Brinell, Meyer, Rockwell, Vikers, Knoop) Introdução
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5 AUMENTO DA DUREZA Dureza Mohs - risco O primeiro método padronizado de ensaio de dureza foi baseado no processo de riscagem de minerais padrões, desenvolvido por Mohs, em Indicação essencialmente qualitativa por comparação com outros minerais (qquer. mineral da escala risca o que os precede e é riscado pelo seguinte) Pouco utilizada (imprecisa) nos metais (dureza entre 4 a 8) Ex. aço dúctil corresponde a uma dureza de 6 Mohs, a mesma dureza Mohs de um aço temperado.
6 Dureza Shore (HS) choque ou ressalto Shore propôs uma medida de dureza por choque que mede a altura do ressalto de um peso que cai livremente até bater na superfície lisa e plana de um CP. Esta altura de ressalto mede a perda de energia cinética do peso, absorvida pelo CP. Características e vantagens: Normalmente equip. portátil e de fácil utilização; Possibilidade de medir durezas de peças de grandes dimensões que não cabem em máquinas de penetração; Impressão muito pequena sendo utilizada em peças acabadas (controle qualidade); Utilizado em polímeros, borracha e metais. Bancada Portáteis
7 Princípio do rebote: diferença de energia potencial Animation
8 EQUIPAMENTOS DynaPOCKET DynaMIC MIC 20
9 APLICAÇÃO
10 Influence Of Impact Direction Measurement is strongly influenced by the impact direction Correction necessary for conventional rebound instruments DynaMIC / DynaPOCKET / MIC 20: Patented Auto-Balancing
11 Dureza Shore
12 Dureza por penetração (princípios gerais) Cuidados na realização dos ensaios: Perpendicularidade entre a força e a superfície da peça; Aplicação lenta da carga; Preparação correta da superfície da peça; Tempo de espera após aplicação da carga antes da descarga (fenômeno de fluência transitória). São os ensaios de dureza mais utilizados na atualidade
13 Dureza Brinell (HB) Ano 1900 Consiste em comprimir lentamente uma esfera de aço endurecido ou de carbeto de tungstênio (CW), de diâmetro D, sobre uma superfície polida e limpa de um metal através de uma carga F, durante um tempo t. Penetrador esférico φ : 1,2,5 ou 10 mm Cargas: entre 500 e 3000 kg P = prof. de impressão (da calota) Tempo: entre 10 e 30 s Dureza Brinell
14 Dureza Brinell (HB)
15 Relação carga (F) diâmetro do penetrador (D) A relação carga aplicada e diâmetro do penetrador é dada por: F K Cte. 2 D (Fator de carga) Dureza Brinell
16 Dureza Brinell (HB) O diâmetro da esfera (D) é determinado em função da espessura do CP ensaiado (e). No caso da norma brasileira, a espessura mínima do material ensaiado deve ser 17 vezes a profundidade da calota (p). e Dureza Brinell
17 Mecanismo de Medição Brinell HB D( D 2F D 2 d 2 ) D=diâmetro da esfera d=diâmetro da impressão* *medido através de microscópio especial, utilizando uma escala gravada em sua ocular Dureza Brinell
18 Dureza Brinell (HB) A unidade kgf/mm 2, que deveria ser sempre colocada após o valor de HB, é omitida, uma vez que a dureza Brinell não é um conceito físico satisfatório, pois a força aplicada no material tem valores diferentes em cada ponto da calota.
19 Tabela que fornece os valores de dureza Brinell normal, em função de um diâmetro de impressão d.
20 Relação entre dureza Brinell e limite de resistência No caso dos aços existe uma relação empírica entre dureza Brinell e o limite de resistência, s r, dada por: s 0,36* HB r [kgf/mm 2 ] Segundo O Neill, o valor de 0,36 vale para aços doces (aço carbono), entretanto este valor pode mudar para: 0,49 para Ni recozido 0,41 para Ni e latão encruado 0,52 para cobre recozido 0,40 para alumínio e suas ligas 0,34 aços Cr-Mo Dureza Brinell
21 Vantagens: Dureza Brinell (HB) Vantagens e limitações Conhecimento aproximado da resistência do material sem atingir a ruptura; Baixo custo e simples operação; A deformação produzida não afeta o comportamento do material; Ensaio pode ser considerado não destrutivo (depende do tamanho da impressão final e do uso do componente) Limitações: Não é aplicável em peças muito finas e em materiais muito duros; Método relativamente lento para a produção industrial; A impressão obtida é muito grande para peças acabadas.
22 Dureza Rockwell (HR) Método mais utilizado para se medir dureza Elimina o tempo necessário para a medição de qualquer dimensão da impressão causada, pois o resultado é diretamente lido na máquina de ensaio, sendo portanto rápido e livre de erros humanos; Fácil execução, facilidade em detectar pequenas diferenças de durezas e pequeno tamanho da impressão; Ensaio Rockwell superficial é realizado em corpos de prova mais finos (delgados).
23 Dureza Rockwell (HR)
24 Método de Medição Rockwell Índice (HR) é determinado pela diferença na profundidade de penetração de uma carga inicial (pré-carga) seguida de uma carga principal. Ensaio Rockwell Pré-carga = 10 kgf Principal = 60,100 e 150 kgf Ensaio Rockwell Superficial Pré-carga = 3 kgf Principal = 15, 30 e 45 kgf Penetradores do ensaio Rockwell: Esferas de aço endurecidas com φ :1/16,1/8,1/4 e ½ pol. Penetradores cônicos de diamante (brale) usado para materiais mais duros
25 Dureza Rockwell HR = E-e Onde: e = aumento permanente da profundidade de penetração devido à carga maior F 1 medido em unidades de 0,002 mm E = constante que depende do formato do endentador: 100 para endentador de diamante, 130 para endentador de esfera de aço HR = valor da dureza Rockwell F 0 = pré-carga em kgf F 1 = carga em kgf F =F o +F 1 = carga total em kgf
26 F=F o +F 1 pré-carga F o de 10 kgf.
27 F=F o +F 1 pré-carga F o de 3 kgf.
28 Dureza Vickers (HV) O método é baseado na penetração de uma pirâmide de base quadrada, com ângulo entre as faces opostas de 136 feita de diamante; Adequado para regiões pequenas e selecionadas do corpo de prova; Impressão é observada em um microscópio e medida Fsen 1,8544 F HV D D
29 Dureza Vickers (HV) Vantagens e limitações Vantagens: escala contínua de dureza; impressões muito pequenas que não inutilizam a peça; grande precisão das medidas: muito utilizada em pesquisa; aplicação de toda a gama de durezas encontradas nos diferentes materiais; deformação nula do penetrador (diamante); aplicação em qualquer espessura de material podendo portanto medir durezas superficiais; diversas formulações de conversões para outras escalas. Limitações: morosidade do ensaio; exige preparação cuidadosa da superfície para tornar nítida a impressão; processo muito caro.
30 Dureza Vickers
31 Indentação Vickers
32 Indentação Vickers
33 Ensaios de dureza Knoop Microdureza Knoop: utiliza o mesmo princípio de ensaio de dureza Vickers, mas o penetrador possui geometria diferente
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35 DUREZA X LIMITE DE RESISTÊNCIA
36 Ensaio de Impacto O ensaio de impacto, pela sua facilidade de ensaio e baixo custo de confecção dos CPs fez dele um dos primeiros e mais empregados para o estudo de fratura frágil nos metais. Pode-se determinar a tendência de um material a se comportar de maneira frágil. As condições escolhidas para o ensaio são as mais severas em relação ao potencial de ocorrência de uma fratura (agravam tenac) Deformação a uma temperatura relativamente baixa (Tend. Fragil) Elevada taxa de deformação (Tendência a fratura frágil) Estado de tensão triaxial ( introduzido pela presença de um entalhe - tendência a fratura frágil)
37 Taxa de Solicitação ao Impacto A velocidade de impacto têm um efeito significativo no comportamento do material metálico ou polimérico. Em baixa velocidade de impacto o material pode apresentar um comportamento de fratura dúctil e em altas velocidades frágeis.
38 Efeito Geometria do Entalhe A restrição plástica no entalhe produz um estado de tensão triaxial, sendo a concentração de tensão no entalhe dada por: onde w é ângulo interior do entalhe. K s 1 2 w 2
39 Efeito Geometria do Entalhe Tanto a profundidade quanto o raio de curvatura da extremidade do entalhe têm efeito significativo no comportamento a fratura do material
40 Efeito Temperatura na Res. Impacto Polímeros Metais
41 Efeito Temperatura na Res. Impacto Através do ensaio Charpy podese verificar se um material tem uma temperatura de transição dúctil-frágil -196 o C 23 o C 120 o C
42 Máquina de Ensaio Charpy
43 Técnicas de Ensaios de Impacto: Charpy e Izod As técnicas Charpy e Izod são utilizadas para medir a energia de impacto. O corpo de prova possui o formato de uma seção quadrada com um entalhe em V Diferença entre as técnicas Charpy e Izod é como o corpo de prova é sustentado A energia absorvida é medida através da diferença entre h e h e corresponde à energia de impacto
44 Ensaio de Impacto Para os ensaios com o pêndulo (Charpy e Izod) a E pot da elevação do martelo se transforma em E cin na descida. Parte desta energia é transferida para o CP, provocando sua ruptura. E abs é a energia absorvida pelo CP; W=mg
45 Ensaio Impacto Charpy
46 Ensaio Impacto Charpy
47 Principais Configuração CPs Charpy
48 Ensaio de Impacto IZOD (ASTM D256) ou Charpy (ASTM D6110) Energia: J J/m (espessura) J/m 2 (área da secção transversal)
49 Ensaio Impacto IZOD
50 Principais Configuração CPs IZOD
51 Transição Dúctil - Frágil Uma das principais funções dos ensaios de impacto é determinar se um material apresenta transição dúctil frágil com a diminuição da temperatura. Uma análise da superfície de fratura de CPs testados em diferentes temperaturas indicam a transição dúctil-frágil pelo % de fratura dúctil e frágil em cada temperatura.
52 Desta forma o ensaio de impacto é mais significativo quando realizado em um intervalo de temperatura, de maneira que pode ser determinado a temperatura de transição quando a fratura passa de dútil para frágil, como observado na figura. Pode ser adotado pelo menos cinco critérios para a temperatura de transição. A temperatura de transição é sensível à composição e à microestrutura da liga Tamanho de grão Temperatura de transição Teor de carbono Temperatura de transição
53 Transição Dúctil - Frágil E 2 E 1 Temperatura de transição (Média das energias) Trans E 1 E 2 2 E 1
54 Em um aço em temperaturas elevadas a energia é relativamente grande e a medida que a temperatura é reduzida, a energia de impacto cai para um valor constante, porém pequeno, i.é, o modo de fratura é frágil. Transição Dúctil - Frágil
55 Será que todos os metais apresentam temperatura de transição dútil frágil? Caso sim, como transportamos nitrogênio líquido? Temperatura de -196 o C.
56 Transição Dúctil - Frágil Não apresenta transição dúcltil/frágil Aço inox austenítico CFC Recipiente inox nitrogênio líquido (-197 o C) possui uma Estrutura CFC 0 o C CCC 93 o C Aço Carbono 204 o C
57 Transição Dúctil - Frágil Materiais que apresentam esse comportamento devem ser usados somente em temperaturas acima da temperatura de transição para evitar fraturas frágeis catastróficas A temperatura de transição é sensível à composição e à microestrutura da liga Tamanho de grão Temperatura de transição Teor de carbono Temperatura de transição
58 Transição Dúctil - Frágil
59 Ensaio de Impacto Polímeros Parâmetros que afetam as propriedades sob impacto em polímeros: Taxa ou velocidade de solicitação sob impacto; Sensibilidade ao entalhe; Temperatura; Orientação Molecular Condições e tipo de processamento; Grau de cristanilidade e massa molar; Método de solicitação (Pêndulo; Dardo etc..) Espessura do corpo de prova
60 Ensaio de Impacto Polímeros ASTM D5420 ASTM D3763 ASTM D256 ASTM D6110 ASTM D1822 ASTM D4508
61 Equipamentos Impacto Polímeros Impacto/Tração Dardo Antes impacto Após impacto
62 Exercício Os dados da tabela abaixo foram obtidos a partir de uma série de ensaios de impacto realizados em quatro aços, com diferentes porcentagens de Si. Desenhe a curva de energia X temperatura de ensaio e determine: A temperatura de transição definida como a média das energias obtidas no início da região dúctil e início da região frágil e compare com a técnica de 20J energia. Coloque em gráfico este valor em função do teor de Si e comente. Qual seria o teor de Si mínimo permitido se a peça destes aços tivesse que trabalhar a 0 C. Energia de Impacto, J Temp. de teste, C 2,55 % Si 2,85 % Si 3,25 % Si 3,63 % Si ,5 3,0 6,0 13,0 17,0 19,0 19,0 19,0 2,5 2,5 5,0 10,0 14,0 16,0 16,0 16,0 2,0 2,0 3,0 7,0 12,0 16,0 16,0 16, ,5 4,0 8,0 13,0 16,0 16,0
63 TITANIC- ABRIL, 1912
64 SIMULAÇÃO
65 TITANIC- ABRIL, 1912 Construído em ritmo frenético. Foram registrados mais de 250 acidentes de trabalho.
66 TITANIC- ABRIL, 1912 Compartimentado-rebites: compartimentos separados.
67 TITANIC- ABRIL, 1912
68 TITANIC- ABRIL, 1912 Fatos: na noite de 14 de abril de 1912 ás 23h40min a tripulação visualizou o Iceberg de 50 a ton- após 40 s houve a colisão; Às 2h20min ocorreu o afundamento com mais de 1500 vítimas. Análise do Titanic ( ): Dr. Tim Foeck e Dra. Jennifer Hooper McCarty; Duas principais teorias: Qualidade do aço do casco somado à falta de conhecimento da mecânica de fratura; Qualidade dos rebites.
69 TITANIC- ABRIL, 1912
70 TITANIC- ABRIL, 1912 Desconhecimento da Mecânica de Fratura: Temperatura de transição frágil-dúctil é levantado com cp de impacto- secção de (10x10)mm; Baseados nisso aumentaram a espessura das chapas para construção no navio (50mm)- maior espessuraestado plano de tensões passa para estado plano de deformações-aumenta a criticidade do estado triaxial de tensões-reduz K IC.
71 ESTADO TRIAXIAL
72 TITANIC- ABRIL, 1912 Análise do aço:
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76 TITANIC- ABRIL, 1912 Pela composição química, a baixa relação Mn/S leva a formação de mais MnS, o que aumenta a fragilidade e aumenta a temperatura de transição frágil-dútil; O aço do Titanic era semi- acalmado, baixa desoxidação, o que fragiliza o aço; Foram encontrados sulfetos tanto na micrografia da estrutura quanto na superfície de fratura, na análise de MEV.
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78 MICROMECANISMO DE FRATURA POR CLIVAGEM E QUASE- CLIVAGEM DEMONSTRAM QUE O SULFETO NÃO FOI O CAUSADOR DA FRATURA. FOSSE ESTE O CASO HAVERIA A OCORRÊNCIA DE DIMPLES.
79
80 TITANIC- ABRIL, 1912 Ensaio de tração
81 TITANIC- ABRIL, 1912 A primeira conclusão apresentada no livro é que a teoria do aço frágil estava errada: a amostra do casco retirada para o ensaio de impacto, em 1991, era de uma região já fraturada em três pontos, tratando-se, portanto, de uma chapa particularmente frágil; O alongamento do ensaio de tração está muito bom, retirado de outra região, provavelmente; O ensaio de impacto não seria o melhor método para avaliação da fragilidade do aço pois a taxa de deformação envolvida é muito maior do que a que ocorreu de fato.
82 TITANIC- ABRIL, 1912-ANÁLISE DOS REBITES
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84 TITANIC- ABRIL, 1912-ANÁLISE DOS REBITES
85 TITANIC- ABRIL, 1912-ANÁLISE DOS REBITES
86 A conclusão final indica que ocorreu uma combinação de fatores que levaram à falha dos rebites: A natureza do impacto não usual ; Presença de grande quantidade de silicatos em sua estrutura.
87 APÓS TITANIC Desenvolvimento da Mecânica de Fratura Desenvolvimento dos ensaio de ultrassom
88 Principais Normas Referente ao Ensaio de Impacto (Metais, Polímeros e Compósitos) ABNT NBRNM (11/2003) Materiais metálicos - Parte 1: Ensaio de impacto por pêndulo Charpy NBR NM281-2 (11/2003) Materiais metálicos - Parte 2: Calibração de máquinas de ensaios de impacto por pêndulo Charpy NBR6157 (12/1988) Materiais metálicos - Determinação da resistência ao impacto em corpos-de-prova entalhados simplesmente apoiados NBR8425_MB1694 Plásticos Rígidos Determinação da Resistência ao Impacto Izod NBR9564_MB2440 Plásticos Rígidos - Determinação da Resistência ao Impacto Charpy NBR 10437; NBR14262; NBR14289; NBR14470; NBR14689 etc... ASTM E23-05 Standard Test Methods for Notched Bar Impact Testing of Metallic Materials (2005) (cobre Charpy e Izod) ASTM E Standard Test Method for Impact Testing of Miniaturized Charpy V-Notch Specimens D256 Standart Test Methods for Determining the Izod Pendulum Impact Resistence of Plastics D Standart Test Methods forimpact Resistance of Plastic Film by the Free Falling Dart Method D1790 Standart Test Method for Brittleness Temperature of Plastic Sheeting by Impact D1822 Standard Test Method for Tensile-Impact Energy to Break Plastics and Electrical Insulating Materials D Standart Test Methods for Determination of the Impact Resistence of Thermoplastic Pipe and Fittings by Means of a Tup (Falling Weight) D Standart Test Methods for Unnotched Cantilever Beam Impact Strength of Plastics F e1 Standard Test Method for CHARPY Impact Test on Thin Specimens of Polyethylene Used in Pressurized Pipes (2002) ASTM D880-92(2008) Standard Test Method for Impact Testing for Shipping Containers and Systems D2463, D3420, D3763, D4272, D4508, D5420, D6110, D2444, etc... ASTM D7136 / D7136M - 07 Standard Test Method for Measuring the Damage Resistance of a Fiber-Reinforced Polymer Matrix Composite to a Drop-Weight Impact Event ASTM D Standard Test Method for High Speed Puncture Properties of Plastics using Load and Displacement Sensors. Geometry: 3" diameter anvil/clamp; ½" hemispherical striker Geometry: Charpy & Izod
89 Bibliografia Recomendada Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. Fundamentos teóricos e práticos. Souza, Sergio Augusto. Editora Blucher. 5 o. Edição. Garcia, Amauri; Spim, Jaime Alvares; Santos, Carlos Alexandre Ensaio dos Materiais Canevarolo, Sebastião V. Técnicas de Caracterização de Polímeros Editora Artliber Mechanical Behavior of Materials: Engineering Methods for Deformation, Fracture and Fatigue Norman E. Dowling. Normas Mencionadas de Ensaios Mecânicos
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