Clara Mianovichi de Araujo Luiz Eduardo Canaan Tainá Fernanda Bibó. Trabalho Final Grupo Desenho

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1 Clara Mianovichi de Araujo Luiz Eduardo Canaan Tainá Fernanda Bibó Trabalho Final Grupo Desenho Trabalho apresentado na disciplina Psicologia da Educação III, ministrada pelo Prof ª. Dr ª. Luciene Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara Curso de Pedagogia Junho 2015

2 Introdução Para Piaget o desenho é uma forma da função semiótica que se manifesta por meio do desenho, da imagem mental, do jogo simbólico, da linguagem, da imitação. O desenho de início não possui um componente imitativo e aproxima se de um jogo de exercício. Depois dos dois anos a criança passa a reconhecer algumas formas nos rabiscos feitos sem finalidade e mais tarde passa a repetir de memória um modelo. Para o autor o desenho de uma criança de ate 8, 9 anos é essencialmente realista, a criança começa desenhando o que sabe de um modelo, muito antes de exprimir graficamente o que nele vê, sendo que o realismo do desenho passa por diferentes fases. Desenvolvimento As fases do desenvolvimento do desenho são divididas em: Realismo fortuito (2 e 3 anos e meio), a criança rabisca e descobre ao rabiscar um significado para aquilo que faz. (2 anos)

3 (3 anos) Realismo gorado: (3 anos e meio a 4 anos e meio), caracterizada pela incapacidade sintética demonstrada pela criança, os elementos do desenho estão justapostos e não se coordenam num todo. (4 anos ) Realismo intelectual: (4 anos e meio a 8 anos), nesta fase o desenho da criança supera as dificuldades das fases anteriores, mas apresenta essencialmente os

4 atributos conceptuais do modelo. A criança utiliza o mesmo desenho representando um desenvolvimento cronológico. Na fase do realismo intelectual o desenho infantil não apresenta perspectiva e nem relações métricas, mas leva em consideração as proximidades, limites, contornos e fechamentos, isto é, as relações topológicas entre os elementos que o compõe. (5 anos) (6 anos)

5 (7 anos) Realismo visual: inicia se por volta dos 8 ou 9 anos, apresenta duas novidades. Em primeiro, o desenho já não representa o que não é visível de um ponto de vista particular, o rosto de perfil terá apenas um olho, as partes dos objetos que ficam escondidas atrás de outro objeto já não são mais desenhadas e os objetos que estão num segundo plano são gradualmente menores em relação aos do primeiro plano. Em segundo, o desenho leva em consideração a disposição dos objetos segundo um plano e suas proposições métricas.

6 (9 anos) Implicações pedagógicas Um acontecimento inesperado ocorrido na escola pode ser desenhado pela criança. A mesma observa o jardim da escola e desenha seus canteiros, suas arvores e flores. Conversar com a criança sobre o tempo poderá despertar nela o desejo de desenhar um dia de chuva, uma manha de sol, a geada ou mesmo a neve caindo, quando tem oportunidade de vivenciar tal incomodo. É importante analisar como o desenho deve ser considerado na educação. O desenho é uma manifestação da função semiótica, que consiste num esforço de imitação real, assim ao expressar se através do desenho a criança devera faze lo livremente. Na escola as atividades do programa devem ser planejadas de tal maneira que a criança possa escolher como quer desenhar e decidir o que desenhar. O mais importante relembrar é que mesmo tendo por base as idades que as crianças têm características do desenho, algumas crianças podem estar atrasadas ou adiantadas conforme sua faixa etária, e isso não significa que a criança tem problema de aprendizado, significa apenas que ela não teve oportunidade de desenhar. Referências ASSIS, Orly Zucatto Mantovani de; ASSIS, Mucio Camargo de. Proere: Fundamentos Teóricos 3ª edição. Editora UNICAMP/FE/LPG, Campinas- SP, 2000 (p ) ASSIS, Orly Zucatto Mantovani de; ASSIS, Mucio Camargo de. Proere: Prática Pedagógica. Editora UNICAMP/FE/LPG, Campinas- SP, 1999 (p )

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