NORMA TÉCNICA 16/2014
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- Raquel Bonilha Beretta
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1 3 yahooé ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 16/2014 Segurança em Áreas de Piscinas e Emprego de Guardião de Piscinas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos 6 Emprego de Guarda-Vidas ANEXO A Exigências para Piscinas.
2 2 1. OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições mínimas de segurança em áreas circundantes de piscinas e também o emprego, formação, avaliação e treinamento de Guardiões de Piscinas para a atuação em piscinas e parques aquáticos no Estado de Goiás. 2. APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações que possuem piscinas destinadas para banho, treinamento e recreação. 3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS NBR 9818 Projetos de Execução de Piscina - Tanque e Área Circundante; NBR 9819 Classificação de Piscinas. NBR Projetos de Execução de Piscina Sistema de recirculação e tratamento; Norma Técnica n. 11/ 2014 CBMGO. Norma Técnica n. 39/ 2014 CBMGO. 4. DEFINIÇÕES 4.1 Além das definições constantes da NT 03 - Terminologia de Segurança contra Incêndio e Pânico, aplicam-se as definições específicas abaixo: Piscinas tanques de água destinados a recreação, banho, treinamento ou práticas desportivas Guardião de Piscinas profissional habilitado para a execução das atividades de salvamento aquático em piscinas. 5. PROCEDIMENTOS 5.1 Isolamento físico da área circundante à piscina O isolamento da área circundante será exigido conforme tabela 2.A do anexo desta norma A piscina e sua área circundante devem ter acesso restrito com separação do espaço reservado aos espectadores, de modo a evitar a possibilidade ou meios aos banhistas e aos espectadores de usarem as mesmas áreas Não é permitida a colocação de mesas, cadeiras, espreguiçadeiras e outros objetos que caracterizem obstáculos na área de circulação (faixa que deve ser pavimentada conforme item 5.3) O isolamento deve facilitar o controle dos banhistas e permitir o acesso à área circundante da piscina através de lava pés, portão e/ ou catraca A área circundante a piscina deve ser isolada com as medidas equivalentes às guardas especificadas na NT11 Saídas de Emergência As saídas de emergência devem obedecer aos critérios da NT-11, sendo que o portão de acesso a área circundante a piscina deve possuir sistema de auto-travamento com no mínimo 1,20 (um metro e vinte centímetros) de largura e abertura para o exterior As piscinas de creches, escolas, berçários e assemelhados deverão permanecer com seus acessos trancados nos períodos em que não estiverem em utilização e, durante sua utilização, deve haver, no mínimo, dois responsáveis pelo monitoramento da utilização por piscina As piscinas que funcionam no período noturno deverão possuir iluminação externa, de forma que toda piscina seja iluminada, permitindo a visualização de todos os usuários pelo guardião de piscinas; 5.2 Na área de acesso à piscina devem constar placas de advertências com as seguintes informações: a. Maior profundidade da piscina; b. Comprimento e largura da piscina; c. Público da Piscina: Adulto ou Infantil; d. Nota de advertência: Em caso de emergência ligue 193; e. Nota de advertência: Crianças devem fazer a utilização de piscinas sob a supervisão de adultos. 5.3 Revestimento da Piscina Não há restrição quanto às cores do material de revestimento do tanque. Devem, entretanto, existir cores contrastantes em pelo menos um ponto da parte mais profunda, de forma a permitir a verificação visual da limpidez da água e os desníveis de profundidade. Exceção feita às piscinas para atividades esportivas e piscinas naturais. A cor pode ser utilizada como elemento complementar de informação e comunicação visual das saliências, reentrâncias e profundidades.
3 3 5.4 Área circundante à piscina Faixa pavimentada A largura mínima da faixa pavimentada circundante ao perímetro do tanque deve ser de no mínimo 1,20 m Deverá possuir a disposição, no mínimo, uma bóia de salvamento para ser utilizada em caso de necessidade Inclinação: O piso da faixa pavimentada deve possuir declividade mínima de 2% a partir da borda do tanque até o sistema de drenagem Sistema de Drenagem: O sistema de drenagem da área circundante ao tanque se destina exclusivamente ao recolhimento e condução das águas pluviais e da água derramada da piscina. Para o seu dimensionamento deve-se considerar: a. A contribuição causada por paredes, telhados, etc., que, interceptando chuva, conduzem as águas para a área circundante ao tanque; b. Que a drenagem deve ser feita por mais de uma saída, exceto nos casos em que não houver risco de obstrução; c. Que os condutores horizontais devem ter declividade mínima de 0,5% Revestimento do Piso: O revestimento do piso da faixa pavimentada deve ser executado com material antiderrapante, lavável e não agressivo ao contato. 5.5 Instalações Elétricas: As instalações elétricas da Casa de Bombas/ Sistema de Filtragem, iluminação da piscina e área circundante deverão estar isoladas e ser anualmente certificadas por profissional habilitado e com recolhimento da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica no órgão fiscalizador. 5.6 Casa de Bombas e Sistema de Filtragem e Recirculação Extintores: As casas de bombas deverão ser protegidas por extintor de incêndio, conforme dimensionamento previsto na NT-21; Os sistemas de filtragem e drenagem devem ser projetados e executados conforme norma brasileira em vigor e serem certificados anualmente por profissional habilitado com registro no órgão fiscalizador competente Devem ser instalados no mínimo 02 (dois) drenos de fundo intercalados por motobomba a uma distância mínima de 1,5m entre eles Durante o horário de utilização das piscinas o sistema de filtragem deverá estar desligado ou possuir sistema de desligamento automático em caso de aumento da pressão na sucção A admissão do sistema de filtragem deverá ser protegida por grelha com sistema de segurança de forma a prevenir ocorrência de acidentes por sucção Os ralos de fundo devem ser cobertos por grades ou tampas, cujas aberturas tenham no máximo 10 mm de largura, executadas de forma a evitar a entalação de dedos, brinquedos e outros objetos, com sistema anti-aspiração de cabelos e que possam ser removidas apenas mediante o uso de ferramenta. O formato das tampas utilizadas nos drenos antiturbilhão deve ser adequado para dificultar sua completa obstrução e permitir que a água flua sem provocar a formação de vórtices As saídas - ralos de fundo - serão instaladas na parte mais profunda do tanque, com sistema anti-aspiração de cabelos, devendo permitir o completo esgotamento da água, observada a segurança dos banhistas; Os sistemas de esvaziamento dos tanques da piscina e do lava-pés não deverão permitir a comunicação direta com a rede de esgoto, garantindo a segurança e a integridade dos usuários; Nas piscinas que, devido ao período de utilização, necessitem manter o sistema de filtragem ligado e não possuírem sistema de desligamento automático por aumento na pressão de sucção, deverá ser previsto sistema de desligamento manual devidamente identificado próximo ao acesso da área circundante, sendo que a utilização da piscina deverá ser acompanhada por um responsável para desligamento da filtragem em caso de emergência.
4 4 5.7 Brinquedos Aquáticos: Os tobogãs, toboáguas, escorregadores e demais brinquedos aquáticos deverão possuir certificação anual de profissional habilitado com registro no órgão fiscalizador competente Os acessos e as áreas circundantes aos brinquedos aquáticos deverão ser restritos e monitorados como forma de prevenção de acidentes. 5.8 Classificação das Piscinas As piscinas serão classificadas conforme as tabelas contidas no Anexo A. Como critério de classificação das piscinas foram utilizados os seguintes pontos: profundidade, público (dividido entre infantil e adulto), população máxima e atividade destinada. 6. EMPREGO DE GUARDIÃO DE PISCINAS Os Guardiões de Piscina serão empregados conforme as situações previstas no item 6.1 e no Anexo A desta norma e terão sua formação através de cursos específicos que contemplem o conteúdo programático previsto nesta norma. Todos os Guardiões de Piscina deverão estar sempre em posse de apito e, nas piscinas tipo III e IV, equipamento básico de salvamento aquático (nadadeira e life-belt), O Guardião de Piscinas em serviço deverá estar devidamente identificado com uniforme que o caracterize como tal, com camiseta amarela (possuindo nas costas a inscrição GUARDIÃO DE PISCINAS em cor vermelho) e calção amarelo. A função de Guardião de Piscinas é exclusiva, não podendo em hipótese alguma, acumular qualquer outra função durante seu expediente de trabalho. 6.1 Quantidade de Guardiões de Piscina por piscina: a. Para piscinas públicas, clubes e parques aquáticos é necessário o emprego de pelo menos 01 (um) Guardião de Piscinas para cada piscina. b. Os parques aquáticos que possuírem piscinas com grandes extensões deverão possuir Guardião de Piscinas de forma que toda área seja monitorada constantemente. c. Quando duas ou mais piscinas estiverem num mesmo nível e a soma do comprimento ou diâmetro das piscinas não ultrapassem 25 metros poderão ser monitoradas por apenas 01 (um) Guardião de Piscinas. d. As piscinas destinadas a práticas esportivas e tanques de treinamento esportivo necessitam de pelo menos 01 (um) Guardião de Piscinas durante a realização treinamentos e de eventos esportivos. Os treinamentos acompanhados por um instrutor ou monitor de natação, devidamente inscrito no sistema CONFEF/CREF, não necessitam do emprego do Guardião de Piscinas. e. As piscinas destinadas a atividades terapêuticas deverão ter o uso monitorado pelo profissional responsável. f. Piscinas de uso privativo não necessitam de supervisão por Guardião de Piscinas. g. Piscinas de ondas deverão ter, no mínimo, 02 (dois) Guardiões de Piscina equipados com nadadeiras e life-belts, ficando um na lateral direita e outro na lateral esquerda da piscina. 6.2 Postos de Observação e recursos dos Guardiões de Piscina Os postos de observação deverão ser dotados de cadeiras de observação elevadas, com proteção solar, cujas alturas serão definidas pelas características próprias de cada campo visual de cada área de proteção, devendo o Guardião de Piscinas ter uma visualização de toda a área protegida; O número de postos de observação será definido pelo número de Guardiões de Piscina necessário; Cada posto de observação deverá dispor, em local de fácil acesso e em perfeitas condições de uso, no mínimo o seguinte conjunto de primeiro socorros: a) Equipamento de salvamento para flutuação na piscina, tipo bóia circular ou tubo de resgate e nadadeira, quando houver profundidade superior a 1,5 metros; b) Máscaras descartáveis para Ressuscitação cárdio-pulmonar (RCP); c) Apito; Cada edificação que necessitar da presença de Guardião de Piscinas, conforme tabela 2.A, do anexo A, deverá dispor em local de fácil acesso e em perfeitas condições de uso,
5 5 no mínimo o seguinte conjunto de primeiro socorros: a) Um cilindro de oxigênio com capacidade mínima de quatrocentos litros; b) Manômetro com válvula redutora, fluxômetro e circuito capaz de fornecer oxigênio; c) Sistema que propicie assistência ventilatória adequada, constituída de uma máscara oro-nasal para ventilação artificial e/ou oxigênio tipo portátil, com as seguintes características: Entrada para oxigênio; Composição em silicone transparente ou similar; Sistema de válvula unidirecional; Sistema com entrada para ventilação com diâmetro de 15 a 22 mm; Sistema com adaptação em diferentes faces ou idades; Um cateter para fornecimento de oxigênio via naso-faríngeo. d) Luvas de procedimento descartáveis para proteção individual; 7. Formação e capacitação do Guardião de Piscinas 7.1 Estarão aptas a formar Guardiões de Piscina as empresas devidamente credenciadas no CBMGO, obedecidas as legislações vigentes; Os requisitos para credenciamento das empresas junto ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, bem como os requisitos para ser instrutor de formação de guardiões estão especificados na NT 39 do CBMGO. 7.2 Podem exercer a profissão de Guardião de Piscinas as pessoas que atendam aos seguintes requisitos, cumulativamente: a) Ser maior de 18 (dezoito) anos de idade; b) Gozar de plena saúde física e mental; c) Ter o 1º grau completo, pelo menos; d) Ter o diploma do curso de formação de Guardião de Piscinas expedido por escola credenciada pelo CBMGO; 7.3 Os que já estejam exercendo a profissão de Guardião de Piscinas, comprovadamente, porém sem certificação, terão o prazo de até 06 (seis) meses, a partir da publicação desta Norma Técnica, para atenderem as exigências do item anterior; 7.4 A distribuição de grade curricular do Guardião de Piscinas deve ser de no mínimo de 52 horas, da forma que se segue: a) O profissional Guardião de Piscinas, com 04 (quatro) horas/aula; b) Prevenção e Segurança na atividade de salvamento, com 04 (quatro) horas/aula; c) Afogamento e Suporte Básico de Vida, com 16 (dezesseis) horas/aula; d) Ventilação e uso de oxigênio, com 04 (quatro) horas/aula; e) Emergência clínica traumática, com 08 (oito) horas/aula; f) Salvamento em Piscina, com 16 (dezesseis) horas/aula; 7.5 Exigências Mínimas para Aprovação: Os Guardiões de Piscinas deverão passar pelas seguintes avaliações como exigência para a conclusão do curso: Avaliação Teórica, conforme grade curricular: Mínimo de 70% de aproveitamento Avaliação Prática (apto ou inapto): Masculino a. Nadar 200m em até 5min; b. Nadar 50m com a cabeça acima da água em menos de 01 (um) minuto c. Correr 200m em ate 45 segundos; d. Apneia Dinâmica de 25m; e. Executar com o uso do flutuador um mergulho pranchado ou em pé na horizontal, nadar 15 metros nado aproximação, mergulho de superfície (canivete), executar a abordagem e a pegada de uma vítima, rebocá-lo por mais 15 metros usando uma técnica adequada de reboque, sair da piscina sem o auxílio de escadas e retirá-la da água. Toda a sequência de procedimentos deve ser feita num tempo máximo de 2 minutos; f. Executar fora d água manobras adequadas de primeiros socorros para casos de afogamento, conforme cenário proposto pelo avaliador; g. Demonstrar manuseio sobre os equipamentos básicos de ventilação (cateter e máscara facial oro-nasal) e cilindro de oxigênio (manômetro com válvula redutora, fluxômetro, e circuito).
6 Feminino a. Nadar 200m em até 6min; b. Nadar 50m com a cabeça acima da água em menos de 01 (um) minuto e 10 (dez) segundos; c. Correr 200m em ate 50 segundos; d. Apneia Dinâmica de 25m; e. Executar com o uso do flutuador um mergulho pranchado ou em pé na horizontal, nadar 15 metros nado aproximação, mergulho de superfície (canivete), executar a abordagem e a pegada de uma vítima, rebocá-lo por mais 15 metros usando uma técnica adequada de reboque, sair da piscina sem o auxílio de escadas e retirá-la da água. Toda a sequência de procedimentos deve ser feita num tempo máximo de 2 minutos e 30 segundos; f. Executar fora d água manobras adequadas de primeiros socorros para casos de afogamento, conforme cenário proposto pelo avaliador; g. Demonstrar manuseio sobre os equipamentos básicos de ventilação (cateter e máscara facial oro-nasal) e cilindro de oxigênio (manômetro com válvula redutora, fluxômetro, e circuito) Validade do diploma do curso de formação de Guardião de Piscinas: a. Após a formação do Guardião de Piscinas, a empresa formadora emitirá o respectivo diploma que terá sua validade de 12 meses a partir da data da sua emissão. b. Aos Guardiões de Piscinas que já possuírem o curso de formação, na renovação anual será facultada a realização da parte teórica e prática, desde que o Guardião de Piscinas seja aprovado em pré-avaliação aplicada pelo instrutor e atinja 70% de aproveitamento na avaliação teórica e seja considerado apto na avaliação prática conforme item c. Caso o Guardião de Piscinas não atinja os 70% da avaliação teórica e/ou inapto na parte prática o mesmo deverá realizar novo curso. d. O diploma do Guardião de Piscinas será exigido do proprietário ou responsável pela edificação durante a inspeção para emissão do CERCON O CBMGO poderá a qualquer tempo realizar aleatoriamente verificação teórica e/ou prática com os guardiões de piscinas, podendo cassar o certificado daqueles que não obtiverem os índices descritos no item 7.6 desta norma técnica.
7 NORMA TÉCNICA 16/2014 Segurança em Área de Piscinas e Emprego de Guardião de Piscina 7 ANEXO A Tabela 1.A - Classificação das piscinas TIPO Profundidade (P) em metros Classificação I P 0,6 Piscina infantil II 0,6 < P 1,5 Piscina adulta para atividades recreacionais III 1,5 < P 2,0 Piscina para atividades esportivas IV P 2,0 Tanques para treinamento esportivo Tabela 2.A - Quadro de exigências TIPO DE PISCINAS ISOLAMENTO GUARDIÃO DE PISCINAS SPDA PISCINAS DE CLUBE SOCIAIS - TIPO I e II* NÃO SIM PARQUES AQUÁTICOS * NÃO SIM PISCINAS PÚBLICAS - TIPO I e II* SIM SIM PISCINAS ESPORTIVAS E TANQUES DE TREINAMENTO - TIPO III e IV* SIM SIM PISCINAS INFANTIS DE CRECHES, ESCOLAS, BERÇÁRIOS E ASSEMELHADOS SIM NÃO¹ NÃO TIPO I PISCINAS PARA USO TERAPÊUTICO TIPO NÃO SIM NÃO² I E II NOTA GENÉRICA: Além das exigências desta tabela, devem ser atendidas as contidas no corpo da norma. NOTA ESPECÍFICA: 1) Devem obedecer ao item desta norma. 2) As piscinas destinadas a atividades terapêuticas deverão ter o uso monitorado pelo profissional responsável. 3) Edificações que possuem população acima de 200 pessoas devem ter Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas (SPDA) que atenda a área da piscina.
NORMA TÉCNICA n. 16/2014
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