Paróquia Santíssima Trindade

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1 Paróquia Santíssima Trindade Página 1

2 APRESENTAÇÃO Esta publicação, em sua 2ª edição, com as devidas correções e algumas alterações, visa dar mais clareza ao texto, é instrumento indispensável para os membros do CPP, sejam natos ou eleitos. Os responsáveis pela organização e execução das tarefas de coordenação e representação encontram aqui as normas necessárias para que tudo proceda dentro das leis da Paróquia e da Arquidiocese. É indispensável uma pronta divulgação das normas aqui contidas para que os membros do Conselho Pastoral da Paróquia e de cada Capela possam atuar num clima de consciente comunhão e participação. A fiel execução de tais normas será mais uma demonstração do clima de família e de co-responsabilidade, que deve reinar na nossa querida Paróquia. Fortaleza, dezembro de CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - O Conselho Paroquial Pastoral (CPP) da Paróquia Santíssima Trindade é um órgão de comunhão e participação que sobre a presidência do Pároco, reúne padres, religiosos (as) e representantes das comunidades da Paróquia. Art. 2º - O CPP assume corresponsavelmente o planejamento, a animação e a avaliação da ação evangelizadora na Paróquia em comunhão com a Região e a Arquidiocese. CAPÍTULO II DA CONSTITUIÇÃO Art. 3º - O CPP é constituído por membros natos e eleitos. 1º - Membros natos são todos os presbíteros atuando pastoralmente na Paróquia 2º - Membros eleitos são: Uma religiosa de cada comunidade religiosa, com ação evangelizadora na Paróquia, eleita pela mesma comunidade. Dois representantes de cada comunidade da Paróquia eleitos pela mesma. Página 2

3 Art. 4º - Os membros do CPP assumem uma missão específica da igreja local, através de planejamento e desenvolvimento da pastoral em comunhão com a CNBB, com a Arquidiocese de Fortaleza, RM III e ainda com as normas vigentes da Igreja Universal. 1º- São pressupostos para os membros do CPP: Uma mentalidade renovada de comunhão, participação, colaboração, coresponsabilidade, ministério, fé e de uma mentalidade Cristocêntrica. CAPÍTULO III DA DURAÇÃO Art. 5º - O CPP terá duração indeterminada. CAPÍTULO IV DO FUNCIONAMENTO Art. 6º - O CPP terá uma coordenação composta pelo Pároco e seus Vigários paroquiais e por cinco membros do mesmo conselho, com funções de coordenador, vice-coordenador, primeiro secretário, segundo secretário e terceiro secretário, secretária paroquial. Parágrafo Único Essa coordenação será composta por um representante de cada área paroquial. Art. 7º- O CPP reunir-se-á ordinariamente uma vez a cada dois meses. Extraordinariamente quando convocado pelo Pároco ou Vigários paroquiais, ou por dois terços de seus membros em primeira convocação ou 50% + 1 na segunda convocação, 30 minutos depois. Parágrafo Único N a reunião extraordinária só poderão ser tratados assuntos para os quais o CPP foi convocado. Art. 8º - O CPP reunir-se-á em caráter eleitoral uma vez a cada dois anos, quando elegerá os cinco membros representantes das comunidades que comporão sua coordenação juntamente com o Pároco e seus Vigários paroquiais. Art. 9º - O CPP reunir-se-á validamente sob a presidência do Pároco ou de um de seus Vigários paroquiais ou ainda, em casos especiais, sob a presidência do (a) coordenador (a), para isso designado por escrito, pelo Pároco. Página 3

4 Art. 10º - O Pároco terá direito de veto em comunhão com os Vigários paroquiais, podendo, os demais membros do CPP recorrer do veto junto ao Direito Vigente na Arquidiocese de Fortaleza. CAPÍTULO V DA COMPETÊNCIA Art. 11º - Compete à coordenação animar e preparar a agenda das reuniões do CPP, conjuntamente com o Pároco e os Vigários paroquiais. 1º - Compete especificamente ao coordenador coordenar as reuniões do CPP. 2º - Compete o (a) secretário (a) secretariar, ler e assinar as atas das reuniões do CPP, colhendo na reunião subseqüente às assinaturas dos presentes em sinal de aprovação. Parágrafo Único - Que haja rígido controle na freqüência, para que o elo dos conselheiros seja mantido. Art. 12º - Compete aos conselheiros ser elo de ligação (levar e trazer as informações) entre o CPP e a sua comunidade. 1º - Aos dois conselheiros representantes da comunidade compete comparecer as reuniões do CPP, tanto as ordinárias quanto as extraordinárias, representando a sua comunidade sob todos os aspectos pastorais. 2º - Aos conselheiros compete animar a sua comunidade para o encaminhamento das decisões pastorais emanadas do CPP. Parágrafo Único Deixar decidido que os conselheiros que representarão sua comunidade serão o (a) coordenador (a) e o (a) secretário (a), em último caso algum dos dois não poder comparecer a reunião designar um membro da própria coordenação (vices). CAPÍTULO VI DA ELEIÇÃO Art. 13º - A coordenação será eleita pelos membros do CPP em conformidade com o capítulo IV, artigo 3º. Seu mandato será de dois anos, podendo ser reconduzido uma única vez. Página 4

5 Parágrafo Único Os membros eleitos coordenadores do CPP não poderão após 04 anos de exercício consecutivo (independente da função) ser reeleitos, evitando-se o continuísmo. Art. 14º - As eleições dos CPCS obedecerão aos mesmos critérios do CPP, conforme o artigo 13º. No que se refere às questões éticas e morais, transferências, saúde ou casos excepcionais, o Pároco com seus Vigários movidos pela caridade pastoral poderão destituir ou reconstituir a coordenação tanto do CPP quanto do CPC no seu todo ou em parte. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 15º - O conselheiro do CPP que faltar a três reuniões consecutivas ou alternadas, sem justificativa, perderá seu mandato assumindo em seu lugar o suplente respectivo. Parágrafo Único Se o conselheiro cassado for membro da coordenação, seu substituto será escolhido através de voto na Reunião Ordinária do CPP, atribuindo-se o mesmo critério enquanto destituição do conselheiro em sua comunidade na reunião do CPC. Art. 16º - Os casos omissos serão solucionados pela coordenação do CPP, com fundamento na melhor forma do Direito Vigente cabendo, entretanto recurso ao CPP. Art. 17º - O presente estatuto com suas reformulações entrarão em vigor a partir da data de sua aprovação pelo CPP. OBS: Não houve alterações neste capítulo. Fortaleza, dezembro de Página 5

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