FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS
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- Gabriella Bicalho Andrade
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1 PP. 1/17 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA SUBSTITUIÇÃO DE POSTOS DE TRANSFORMAÇÃO DE CABINA 2 DESCRIÇÃO Trabalhos que envolvem a substituição de equipamentos, componentes e acessórios em postos de transformação de cabina. 3 ACTIVIDADES Colocar EPI s e EPC s adequados; Realizar atividades de consignação e manobras de segurança; Preparar material e equipamento necessário à intervenção; Substituir terminais BT (Cobre); Substituir terminais BT (Bi-metálicos); Substituir descarregador de sobretensões em posto de transformação de cabina alta; Substituir isolador de apoio de barramento MT em posto de transformação de cabina; Substituir isolador de travessia MT em posto de transformação de cabina alta; Substituir acessórios regulamentares em posto de transformação de cabina; Substituir cela modular de corte em posto de transformação de cabina; Substituir fechadura em posto de transformação de cabina; Substituir interruptor ou disjuntor geral do quadro geral de baixa tensão em posto de transformação de cabina; Substituição de seccionador ou interruptor-seccionador ou combinado em posto de transformação de cabina;
2 PP. 2/17 Substituir transformador de potência em posto de transformação de cabina; Substituir tribloco de qualquer tipo em quadro geral de baixa tensão Efetuar substituição integral de quadro geral de baixa tensão em posto de transformação de cabina; Substituir ligação entre o transformador de potência e o QGBT em posto de transformação cabina; Concluir os trabalhos, com o adequado acondicionamento de todos os materiais e equipamentos utilizados, incluindo EPI s e EPC s. 4 PARTICULARIDADES Deslocação ao local de intervenção; Movimentação manual de cargas; Movimentação de cargas pesadas; Utilização de cabos de aço; Trabalhos com escadas portáteis; Utilização de substâncias perigosas; Trabalhos em espaços confinados; Trabalhos junto ou na via pública; Como atuar em caso de acidente elétrico; Exposição a ambientes térmicos quentes (calor); Trabalhos em altura com andaimes de pés móveis; Trabalhos próximos de instalações em tensão; Manuseamento de óleo isolante dos transformadores; Manutenção de posto de transformação (Cabine Baixa); Manutenção de posto de transformação (Cabine Alta); Trabalhos em TET (BT); Manobras;
3 PP. 3/17 Posto de transformação auxiliar (PT móvel); Geradores auxiliares (gerador móvel). 5 FOTOS 6 EPC 7 EPI Caixa de primeiros socorros; Medidas de informação, sensibilização e formação; Extinção portátil; Instruções de primeiros socorros; Lanterna portátil; Utilização de máquinas, aparelhos e ferramentas adequadas à tarefa; Meio de comunicação; Cones ou flat cones sinalizadores (ET 6) (se aplicável); Fita sinalizadora, anteparos ou barreiras; Eventual sinalização rodoviária temporária Capacete de segurança com franquelete e viseira amovível (viseira, se aplicável); Calçado de segurança com proteção mecânica, com proteção isolante; Peça facial auto-filtrante para poeiras (se aplicável); Vestuário de alta visibilidade/refletor ou colete refletor (se aplicável); Luvas de proteção mecânica; Luvas dielétricas; Arnês com cinto/sistema de paraquedas/sistema antiquedas de acordo com Manual de Trabalhos e Resgate em Altura EDA (se aplicável).
4 PP. 4/17 (obrigação, desvio e perigo) remete-se para manual de sinalização para trabalhos na via pública EDA (se aplicável); Sinalização de EPI s/riscos/proibição de acesso; Escadas isoladas; Detetor de tensão; Equipamento/cabos de curto-circuito; Tapete isolante; Varas de manobra. 8 RISCOS Choque com objetos; Congestionamento de trânsito e restrições de circulação; Eletrização ou eletrocussão; Entalamento; Esmagamento; Golpe, perfuração e/ou corte; Inalação de poeiras; Incêndio; Interferência na comunicação; Postural; Projecção de objectos; Projecção de partículas; Queda ao mesmo nível; Queda de objetos; Queda em altura;
5 PP. 5/17 Queimaduras; Sobreesforços. 9 MEDIDAS PREVENTIVAS Gerais o Planear os trabalhos em instalações elétricas antecipadamente e realizá-los em conformidade com os procedimentos de trabalho, específicos, individuais e padronizados, com a descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo. Esta documentação deverá ser assinada e validada por profissional responsável e com competências na intervenção em causa de acordo com os critérios da EDA (quando aplicável); o Analisar o trabalho a efetuar em função das condições climatéricas; o Observar minuciosamente o local de intervenção, garantido que não existem fatores de risco adicionais; o Validar a habilitação profissional para a tarefa a executar; o Validar periodicamente a existência de formações para a tarefa a executar; o Assegurar que se cumpre a hierarquização estabelecida nas equipas na preparação e na execução da tarefa; o Assegurar que a composição da equipa é adequada às tarefas a executar; o Todos os equipamentos, materiais e ferramentas utilizados na tarefa, incluindo EPI s e EPC s devem ser certificados; o Todos os equipamentos, materiais e ferramentas necessários à tarefa deverão estar devidamente acondicionados; o Validar a existência de quadro e caixa de primeiros socorros; o Validar o funcionamento dos meios de comunicação; o Verificar as fichas de segurança dos produtos manuseados; o Cumprir as regras de segurança indicadas pelos fabricantes do produto; o Respeitar as regras dos fabricantes no que respeita à manutenção/montagem dos
6 PP. 6/17 equipamentos; o Verificar a disponibilidade e o bom estado dos meios e equipamentos de extinção; o Analisar e verificar, no local, as condições de evacuação em caso de emergência; o O responsável pela execução do serviço deverá suspender as atividades caso verifique alguma situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível de ser efetuada; o Os responsáveis de trabalho devem dispor de equipamento alternativo que permita a comunicação permanente com os demais membros da equipa ou com o centro de operação, durante a realização da intervenção; o Estudar e estabelecer métodos de resgate padronizados e adequados a cada intervenção, disponibilizando todos os meios para a sua aplicação e mantendo a formação das equipas atualizadas neste aspeto específico. Específicas (na fase preparatória, no início e durante a execução dos trabalhos) o Validar que o fardamento utilizado é o mais adequado e verificar se estão disponíveis todos os EPC e EPI necessários às várias tarefas a executar; o Respeitar as distâncias de segurança no que respeita à proximidade de tensão. Antes de se iniciar qualquer atividade (mesmo as prévias de sinalização e delimitação) devem ser avaliadas todas as zonas em tensão ou suscetíveis de ficar em tensão (fontes diretas e indiretas); o Sinalizar e limitar a zona de trabalhos. No que respeita a esta sinalização e delimitação das zonas de trabalho devem ser utilizadas fitas e barreiras (aplicável a trabalhos em que existam zonas em tensão ou zonas com riscos agravados de queda ou outros que sejam avaliados no local) com alturas distintas. Devem estar claramente visíveis as placas de consignação e de sinalização de trabalhos. Deverá existir informação escrita sobre os trabalhos a decorrer; o Após a análise e validação do plano de intervenção e do plano de manobras, planear a intervenção; o Analisar a ficha de consignação, respetivos procedimentos e os níveis de autorização; o Cumprir os procedimentos de consignação da EDA, nomeadamente, vedar o acesso a pessoal não autorizado à execução da tarefa, cumprir os procedimentos de corte
7 PP. 7/17 visível dos respetivos aparelhos de corte a montante e jusante do local da intervenção, verificar e garantir os encravamentos elétricos e mecânicos, respeitar as regras de segurança de verificação de ausência de tensão, colocar em curto-circuito todas as possíveis fontes de tensão, garantindo as ligações à terra, sinalização e delimitação especifica das zonas de trabalho e identificação dos equipamentos sujeitos aos procedimentos de segurança de corte e encravamentos que deverão ser sinalizadas com bandeiras no mecanismo de comando e acionamento/fecho (Lockout/Tagout); o Se a execução dum trabalho exigir a participação de várias equipas, deverá ser designado um responsável pela sua coordenação; o Executar os procedimentos de segurança dos riscos elétricos estabelecidos na EDA para este trabalho; o O acesso aos recintos exclusivos do serviço elétrico será restrito a trabalhadores devidamente autorizados ou outros trabalhadores desde que sejam devidamente acompanhados e vigiados por trabalhador autorizado. Todos os trabalhadores devem ser previamente informados sobre os riscos existentes e as precauções a tomar; o Quando se efetua o isolamento de todas as fontes de alimentação da parte da instalação em que os trabalhos vão ser realizados, devem ser colocados na posição aberto (e visível) todos os seccionadores, interruptores ou interruptores automáticos através dos quais a instalação possa ser ligada a fontes de alimentação conhecidas (ou indiretas). Devem ser garantidos os encravamentos e impedir que a instalação seja ligada novamente devido a erros ou falhas fortuitas. Para tal, os dispositivos de manobra utilizados para desligar a instalação devem ser protegidos contra qualquer possível forma de ligar fortuitamente, de preferência, por bloqueio (com chave) do mecanismo de manobra, devendo ser colocada, se possível, sinalização para proibir a manobra. Nos casos em que se utilizem dispositivos telecomandados, deve-se impedir a manobra dos mesmos através do telecomando (colocar em modo de comando local e encravado). Recomenda-se que, no que respeita aos encravamentos por chave, cada sistema tenha um sistema de chaves independente com a exclusividade de acesso às chaves aos elementos responsáveis pelo trabalho (devem existir, em local de acesso restrito, chaves suplentes do sistema);
8 PP. 8/17 o Na verificação de ausência de tensão deve-se comprovar que a instalação está, nesse momento, isenta de tensão e permite a realização de determinadas operações, entre as quais se encontram a ligação à terra e em curto-circuito. A ausência de tensão deve ser verificada em todos os elementos ativos da instalação elétrica da zona de trabalho, ou o mais próximo possível desta, e imediatamente antes de efetuar a ligação à terra e em curto-circuito, para reduzir ao mínimo a possibilidade de que a instalação seja ligada a uma fonte de tensão por erro ou avaria no intervalo de tempo compreendido entre a verificação da ausência de tensão e a ligação à terra e em curto-circuito. O correto funcionamento dos dispositivos de verificação de ausência de tensão deve ser comprovado antes e depois da verificação. Os detetores de tensão podem indicar "ausência de tensão" apesar de existir na instalação certa tensão induzida, desde que esta não atinja a tensão limiar do detetor. Esta tensão só será suprimida após ter sido efetuada a ligação à terra. Antes de utilizar um detetor de tensão é importante verificar a sua tensão ou gama de tensões nominais de funcionamento, bem como o estado das pontas de prova e das pilhas ou baterias, se utilizadas. Para verificar a ausência de tensão em cabos ou condutores isolados que possam ser confundidos com outros existentes na zona de trabalho, devem ser utilizados dispositivos que atuem diretamente nos condutores (pinça ou elemento similar). O verificador de ausência de tensão não deve ser utilizado como aparelho de medição, a menos que o aparelho seja previsto também para esta finalidade. Proibir a utilização de uma lâmpada num suporte com duas pontas de prova, bem como a utilização de busca-pólos de contacto; o Garantir em permanência que estão asseguradas as condições de segurança no que respeita a fontes de tensão indiretas que possam interferir com a zona de trabalhos colocando em curto-circuito todas as possíveis fontes de tensão e garantido em permanência as ligações à terra; o Verificar as informações técnicas (esquemas de circuitos e dispositivos), envolvidos com as manobras; o Em caso de incêndio o acesso dos bombeiros aos locais deve ser autorizado e acompanhado por pessoal especializado da EDA. Na zona de delimitação de acessos deve ser garantido um corredor de evacuação e nas zonas de trabalho não devem
9 PP. 9/17 ser acumulados objetos que originem riscos à circulação e evacuação; o Devem ser criteriosamente escolhidos e uniformizados todos os produtos específicos necessários para a execução da tarefa. Periodicamente deverá existir formação sobre a maneira correta da aplicação dos produtos e sobre o conteúdo e significado da ficha de segurança e ficha técnica dos produtos; o As fichas de segurança de todos os produtos devem estar sempre presentes durante a realização do trabalho. De forma periódica devem ser lidas a todos os elementos antes do início dos trabalhos. Específicas (na execução das atividades) o Cumprir os procedimentos de segurança de trabalhos em altura em vigor na EDA. Devem ser observadas, entre outras as indicações das fichas de procedimentos relacionadas com os trabalhos em altura e o manual EDA relativo a este tema. Deve ser assegurada formação periódica, aos trabalhadores, nesta área específica; o Cumprir os procedimentos de segurança de trabalhos com escadas portáteis em vigor na EDA. Verificar as indicações das respetivas fichas de procedimento nesta área. Deve ser assegurada formação periódica, aos trabalhadores, para a utilização de escadas portáteis; o Se existirem trabalhos de soldadura devem ser observadas todas as determinações das respetivas fichas de procedimentos, normas e regras aplicáveis; o Nos trabalhos de corte mecânico ou manual devem ser observadas as determinações das fichas de procedimento; o As cargas a transportar ou elevar devem ser manuseadas de acordo com as respetivas fichas de procedimento (movimentação manual e mecânica de cargas); o Todos os sistemas e equipamentos devem ser cuidadosamente inspecionados antes da sua instalação; o Caso exista necessidade de efetuar trabalhos em tensão, os mesmos devem ser efetuados, apenas, pelas equipas especializadas da EDA (equipas TET). Deve ser observada a respetiva ficha de trabalhos em tensão; o A especificidade destas tarefas origina que as mesmas sejam feitas de forma criteriosa evitando, entre outros, os riscos de entalamento, golpe, perfuração, corte e
10 PP. 10/17 de queda de objetos; o Não é permitida a intervenção em quadros com tensão. Os quadros eletricos com a alimentação provisória através do grupo gerador móvel (ou posto de transformação móvel) enquadram-se no atrás exposto. Por mais simples que seja a intervenção, num quadro com tensão, apenas é permitida a intervenção das equipas TET da EDA; o Devem ser garantidas as protecções necessárias nos quadros elétricos, quando estes por algum motivo fiquem com partes em tensão expostas. Devem ser instaladas mantas isolantes e anteparos de protecção. Estas protecções devem ser instaladas pelas equipas especializadas de trabalhos em tensão; o A substituição de cabos, (i.e. ligação entre a protecção de MT e o transformador de potência, ligação entre o transformador e o QGBT), deve ser feita de forma a não dar origem a posturas incorrectas. Preferencialmente deve-se recorrer a meios auxiliares de movimentação de cargas. Este trabalho terá de ser feito sem tensão. Deve ser dada especial atenção, entre outros, ao risco de golpe, perfuração ou corte e de queda de objetos; o Se forem utilizadas bobinas de cabo devem ser respeitadas as regras de segurança e deve ser garantida a estabelidade do local para colocação da bobina de cabo/condutor. A bobina de cabo deve estar devidamente acondicionada e com os travamentos necessários à sua estabilização. Os cavaletes e atrelados para as bobinas dos cabos devem possuir dispositivo mecânico para elevação das bobinas e dispor de dispositivo de travagem. O dispositivo suportando o eixo de rotação da bobina, (macacos apoiados no solo ou atrelado), deve estar perfeitamente estabilizado de maneira a não poder nem oscilar, nem deslocar-se. O eixo deve estar horizontal e orientado perpendicularmente à direcção de onde o cabo/condutor está a ser puxado. O eixo não deve poder escapar-se do apoio de rotação. Deverá ser verificado periodicamente o estado dos órgãos de segurança da viatura e do reboque / atrelado; o Na fase de montagem e substituição dos cabos ter em conta: - O posicionamento do equipamento; - O posicionamento dos trabalhadores presentes;
11 PP. 11/17 - Que não existem obstáculos na proximidade, susceptíveis de serem atingidos; - A estabilidade e condições das caleiras e/ou caminhos de cabos; - Estado do cabo guia e equipamentos auxiliares (se aplicável); - Que não existe o risco de entrarem em contacto ou na zona de vizinhança de outras instalações em tensão. o Nas operações de desenrolamento dos cabos devem assegurar: - Que seja efectuado o controlo efectivo das manobras, e a avaliação das sobrecargas aplicadas nos equipamentos e ferramentas; - Avaliação permanente das condições de trabalho no interior das caleiras e caixas de visita (no caso da montagem do cabo de MT). o Nas operações de controlo das operações devem assegurar: - Que enquanto decorrer a operação devem ficar operadores em permanência na proximidade do desenrolador; - Zelar para que ninguém fique em situação de exposição, nomeadamente a uma eventual chicotada do cabo, em caso de uma ruptura acidental. o No manuseamento das bobinas devem ser tomados os cuidados necessários para evitar danos ao cabo ou a pessoas que se encontrem na área. Deve ser dada particular atenção ao peso da bobina, ao sentido de enrolamento e ao método de a levantar nas operações de colocação ou remoção do veículo de transporte. O estado das bobinas deve ser verificado após transporte e regularmente durante o período de armazenagem. Se a bobina apresentar sinais de desgaste, madeira podre, ou outros, dever-se-ão tomar medidas de segurança adicionais no seu manuseamento, sendo recomendável fazer a passagem do cabo para uma outra bobina. O seu transporte e armazenagem deve ser realizado com o seu eixo na horizontal. A sobreposição de bobinas só poderá ser realizada aba com aba; o O desenrolamento de cabo deve ser realizado rodando a bobina sobre o seu eixo horizontal através da utilização de equipamento próprio para o efeito ou, na falha deste, através de um eixo colocado no seu orifício central apoiado num suporte, tipo
12 PP. 12/17 cavalete. Durante o desenrolamento a ponta interior da bobina deve manter-se fixa à estrutura da bobina. O cabo deve ser desenrolado a partir do topo da bobina. Isto é conseguido colocando a bobina de maneira a que a seta existente nas abas, e que indica o sentido de enrolamento do cabo, se situe na direcção contrária ao desenrolamento. Se o sentido não for respeitado, as espiras ficam soltas dificultando ou impossibilitando o desenrolamento; o As operações de instalação de cabos devem ser realizadas com cuidado de modo a não danificarem o cabo, este nunca deve ser arrastado em zonas onde haja objectos pontiagudos, cortantes e pedras afiadas. Devem-se respeitar os raios de curvatura mínimos na instalação indicadospelo fabricante. Quando se dobra o cabo apenas uma vez, por exemplo, imediatamente antes de uma ponta para ligação, e desde que se sigam os procedimentos adequados, ou seja, se aqueça previamente a 30ºC aquela zona do cabo e se dobre sobre uma ferramenta apropriada, os valores do raio de curvatura podem ser reduzidos até 50% dos especificados. O sistema de desenrolamento deve estar equipado com um freio, de modo a tornar possível a sua paragem repentina, mas por vezes necessária. Pequenos comprimentos de cabo podem ser desenrolados à mão, havendo o cuidado de não tirar as voltas na vertical; o A tracção dos cabos nas operações de instalação deve ser realizada através de equipamentos de tracção apropriados. Os equipamentos de tracção devem estar dotados de meios que permitam controlar a tensão aplicada de modo a não ser ultrapassado o valor máximo estabelecido pelo fabricante, para cada tipo de cabo e consoante o método de instalação; o A substituição do quadro geral de baixa tensão e acessórios de fixação deve ser feita de forma criteriosa evitando, entre outros, o risco de entalamento, golpe, perfuração, e de queda de objectos. As fixações existentes devem ser avaliadas e substituídas caso estejam em mau estado; o Os quadros serão instalados obedecendo às normas em vigor, deve, no entanto, darse particular atenção aos índices IP e IK e da sua aplicação ao local de instalação; o O local de instalação deve ser previamente limpo e removidas todas as poeiras ou substâncias que possam afectar o normal funcionamento ou provocar a degradação dos materiais do quadro eletrico. Deve ser instalado no local mais arejado possível e
13 PP. 13/17 não deve estar junto a fontes de calor ou objectos qua afectem a normal circulação do ar; o Os suportes de fixação devem ser instalados em local apropriado de forma a suportar o peso do quadro em permanente segurança; o Os quadros deverão ser instalados em local de boa visibilidade e com a adequada iluminação natural e artificial; o O acesso ao quadro deve ser mantido desimpedido; o Não devem ser colocados objectos por cima dos quadros eletricos; o A entrada dos cabos, nos quadros, será feita através das zonas reservadas para esse efeito; o Nos postos de transformação de cabine alta, deve ser dada particular atenção á possível queda de objectos e entre outras medidas deve ser respeitada a utilização de bolsas de ferramentas. Quando alguma ferramenta deixar a ser usada, deve voltar para a bolsa e não ser depositada sobre a plataforma de trabalho; o A substituição de seccionador ou interruptor seccionador vertical deve ser efectuado recorrendo a meios auxiliares de elevação de carga. As cintas e/ou cabos de amarração utilizados devem estar de acordo com a respetiva ficha de procedimento aprovada; o A substituição do transformador obedecerá ao cumprimento, entre outras, das normas do fabricante. Este trabalho será feito recorrendo a meios mecânicos auxiliares de elevação de carga. Para trabalhar em segurança num transformador de potência, devem ser colocados fora de tensão todos os circuitos do primário e todos os circuitos do secundário. Será efetuada primeiro a separação dos circuitos de menor tensão. Para a reposição da tensão basta proceder de forma inversa. Não deve ser esquecida a possibilidade de existência de tensão na parte AT de um transformador de potência, através dos equipamentos de medida, e na parte de BT, pela existência de outra fonte de alimentação, (i.e. grupo gerador). Na monatagem do transformador deve ser especial atenção ao recipiente de sílica-gel, (caso exista). No caso de transformadores que contenham óleo isolante a monstagem deve ser efectuadas de forma a impedir qualquer derrame ou fuga, (entre outros aspectos devem ser
14 PP. 14/17 verificadas as respectivas válvulas); o Antes da instalação do transformador de potência, deve ser feita, por pessoal especializado, uma inspeção preliminar no transformador visando identificar eventuais danos provocados durante o transporte, na qual devem ser verificadas as suas condições externas, (deformações, vazamentos de óleo e estado da pintura), e avarias e/ou falta de acessórios e componentes, fazendo-se, também, a conferência da lista de materiais expedida. Caso se constate alguma irregularidade, notificar imediatamente o representante mais próximo e a empresa transportadora para que não haja problemas com a empresa seguradora; o Todos os serviços de descarregamento e locomoção do transformador devem ser executados e supervisionados por pessoal especializado, obedecendo-se as normas de segurança e utilizando-se os pontos de apoio apropriados. O levantamento ou tração deve ser feito pelos pontos indicados pelo fabricante, não devendo utilizar-se outros pontos que, se usados, podem acarretar graves danos ao transformador. As cintas e/ou cabos de amarração utilizados devem estar de acordo com a respetiva ficha de procedimento. Deve ser dada especial atenção aos pontos de amarração de cintas e/ou cabos que devem ser inspecionados antes da elevação da carga; o É muito importante verificar o adequado nivelamento e a resistência das fundações sobre as quais serão instalados os transformadores. Quando aplicável, verificar a confirmação da compatibilidade entre distância entre rodas do transformador e respectivos trilhos fixados na base. Deve haver um espaçamento mínimo, (de acordo com o fabricante), entre transformadores e entre estes e paredes, muros ou portas metálicas em rede. Será sempre colocado o transformador em local bem ventilado, (serão sempre evitados obstáculos de qualquer natureza ao fluxo de ar dentro da cabine); o Confirmar que os dados de placa do transformador estão compatíveis com a especificação técnica do equipamento; o Verificar se os dados constantes na placa de identificação estão coerentes com o sistema em que o transformador será instalado e a correta posição do comutador, (ou ligação do painel de derivações), em relação ao contemplado no respectivo projecto de ligações;
15 PP. 15/17 o Efectuar todas as ligações do primário e secundário conforme as normas aplicáveis; o Todos os acessórios e componentes do transformador, devem ser instalados de acordo com o manual do fabricante e conforme as normas aplicáveis; o Os módulos compactos e celas modulares de corte em SF6 devem ser instalados de acordo com o manual do fabricante e conforme as normas aplicáveis; o Antes de iniciar a instalação dos módulos compactos e celas modulares de corte em SF6 deve-se limpar o local de instalação e marcar de maneira visível na laje do pavimento o perímetro de todas as unidades que formam o quadro, tendo em conta as distâncias mínimas das paredes e de eventuais obstáculos; o Os módulos compactos e celas modulares de corte em SF6 devem ser instalados em local plano (nivelado nas direções longitudinal e transversal) e todos os módulos devem estar nivelados entre si; o Os equipamentos que contenham SF6 devem ser alvo de uma atenção especial para que não haja libertação desse gás. Nos compartimentos interiores das celas modulares deve ser dada atenção, entre outros, ao risco de choque com objectos e ao risco de golpe, perfuração ou corte. As operações de desmontagem só poderão ser efectuadas respeitando as informações correspondentes fornecidas no manual (que deverá estar sempre acessível). Qualquer dano que ocorra deve ser imediatamente comunicada ao técnico responsável pelo trabalho; o Na receção das celas modulares de SF6 os volumes devem ser colocados sobre uma base plana; o No transporte das celas modulares compactas (com SF6) deverão ser observadas as indicações fornecidas no manual do fabricante. Serão utilizados meios auxiliares de movimentação de cargas. Devem ser respeitados os pontos de ancoragem e fixação existentes no equipamento; o As unidades modulares de SF6 devem ser movimentadas verticalmente utilizando um meio mecânico apropriado. Não se deve inclinar ou tombar as unidades Deve ser evitado o sistema de rolos mas se por motivos excepcionais tiverem de ser utilizados, devem ser apropriados e pelo menos quatro. Se for estritamente necessário, as unidades individuais podem ser transportadas horizontalmente, por exemplo, se
16 PP. 16/17 houver uma passagem baixa. Nestes casos, a unidade deve ficar apoiada sobre uma superfície extensa; o A elevação das celas modulares de SF6 deve ser efectuada recorrendo a quatro cabos de elevação de comprimento adequado e com capacidade adequada. Os olhais de suspensão devem ser inspecionados antes da elevação; o A elevação deve ser da efectuada mantendo um ângulo de pelo menos 60 entre o plano horizontal e os cabos que chegam ao gancho; o A entrada de cabos deve ser apenas efectuada nos locais reservados para esse efeito nas celas/módulos de SF6; o Toda a montagem nas celas/módulos de SF6, será feita em relação aos apertos de parafusos e porcas com o valor de torque correto. Os torques deverão estar estar indicados no manual de instalação; o Na montagem das celas/módulos de SF6, será dada especial atenção às instruções do fabricante relativas às ligações ao sistema de terras. Específicas (na finalização dos trabalhos) o Antes da reposição em serviço deve ser feita inspeção visual final; o Todos os equipamentos devem ser devidamente ensaiados, de acordo com as normas em vigor, antes de serem colocados em serviço. Os ensaios deverão ser efectuados por pessoal especializado. Quando os ensaios forem efectuados em fábrica devem-se confirmar todos os parâmetros antes da colocação em serviço do sistema ou equipamento; o As manobras para a desconsignação só podem ser iniciadas depois de autorizadas pelo responsável de condução, a pedido do responsável de consignação; o Nenhuma instalação pode ser reposta em tensão enquanto o aviso de fim de trabalhos não for entregue ou transmitido pelo responsável de trabalhos ao responsável de consignação; o Com a finalização dos trabalhos deve-se efetuar o devido acondicionamento de todos os materiais, equipamentos, EPC e EPI utilizados. Em cada actividade deve analisar-se a eventual aplicabilidade do risco (observar sempre a expressão se aplicável )
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